Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02690


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Full Text
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NO DE 1834.
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NLJMEk
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tltO Dk W UnW
Jiv
5ubscreTe.e me rmalntente a f.40 res. abantados, na ipo io Uiario, pateo da Matris de S. Auto0!o aobrado da pArt
onde se recebem correspondencias, r-feminc-io: enes Hisi
ta lara
,._.rem-se
o doi propnos asMffiames Amonte e rindo assipnados.
Tudo a'jfo-ad'pende .e n* msmn:; da no
IS l p
lia. m>
deracao, e apoutados cou admirar' nire a- \acol3 miis caltas.
Pf
  • *
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    t-w
    3mpjrci30o em jaernaratmco pot a. 3. D^iHtrcnafalca'o.
    v
    DAS da SEMANA.

    i *%< %** % ^** *****


    9." '. Estevao Ref. de m. Aud. do 5. de Orfaos
    d*t, Pr. as 2 h. e 54 m. da t. '
    4. "\ Eufemia V. M.-Ses. da Thez.'Publica. Pr. aaS
    3 h. c 4.2 m. da t. i
    * 5/ S. Rosa de Viterho Re. de m. Aud. cU J. Civ.
    de m. e de t. Hr. A 4 h e 30 m. da t.
    6.-5. Antonio M. A.- Ses. da Trtpz. P. dem.eAud.
    do J. de Orlaos de t. P. as 5 h. e 42 m. da t.
    Sabbado S. Libania V. A--Re!. dem. eaud. do
    Vig, G. de m. Pr. as6 h. c 30 m. da t.
    Dom.f- S. Joo VI. Preamajr*s 7 h. e 18 m. da t.
    iy
    I
    m*
    101.% %* *V*%|
    ,- i m %-** <* %****>%%*
    *%>%*%
    INTERIOR.
    Academia de O linda.
    '-
    X Endo consultado (segundo nos consta) o Vice Di-
    rector do Cur>o Juriditt) de Olinda arj Ministro do
    Imperio fa&c- a execuco do artigo l.ytio Cap. 2 .ios
    Estatutos, nue evflt.'-*jr ? preparatorios de Inglez
    Geografa S II >t' ,.,. p> iratorios|de que nao ha
    Cadeiras no Colirio .1 am '. d'Olinva, e talvez pou-
    quissimas hija Jm Un. o Ir^urio, espondeo elle o"
    seguidlePeloeue pe^len^-ao l.,,Vjue sem duvda
    de todos os Estimantes} ,a' no Cui iri.'fo se d : em exigir exames m.' las
    preparatoria-. Declaradas nos respectivos Estatutos, (Of-
    ficio de 21 ie Julbo de 1834) : rcsposta esta tota&ncn-
    te cout ia que em 2G de Janeiro de 1832 dan <*
    \l:ni 'i*Snr. Lino Coutiubo igual quizitodo Direc-
    tor de S. Paulo, dizendoQue outro sim taiga, qift
    os Exudantes que se houvtrem de matricular nesfe
    prximo armo nao sao obrigados aosexaraes di Inglez,
    Historia, e Geograpbia j por quanto nSo h; ainda
    Mesares, que ensinem taes doutrinas, nem de.las ex-
    aminadores, o que se acha ainda corroborado pelo ar-
    tigo 1. dos novos Estatutos, respeito dos exames pre-
    paratorios, e habilitaces para matricula, que diz
    art. 1. Os Esludantes que se quizerem matricular na
    Academia dever aprezentar as certides exigidas
    pelo art. 8.a d.i Lei de H de Agosto de 1827A res-
    posta do Ministro S:*" r \o he mui rosoavel, e legal,
    e que se devia ligar o Ministro actual. Os Tstatu-
    tos nao exi^cm exames de Inglez, Historia, e Gi'ogra-
    phia ; mas s das doutrinas marcadas na citada Loi,
    onde nao vem estascomprebendidas. Como pois exi-
    ge o seu exame o Snr. linistro Cbichorro ?! A ra-
    *o, que dava o Snr. Lho de nao Ikiverem cnlo Mes-
    tres, e Examinadores, ainda,, boje existe. Como
    pois exige o exame de taes do%rinas a.
    nue as ensinem, jbre tudo a lingua Ingleza mui dif-
    cil de se api nder. De certo nao baver para o anno
    seguinte nem 6 Estudantes, que se podessetn, matricu-
    lar 5 porque nao be Oplnglez, materia que se aprenda
    em 4 me/es de feria^ nem em 1 anno como o exigem
    os Estatutos, em proza, e verfl. O .ver^o Inglez s(->
    por si ocupar mais d'um anno quem nfguinacbiza
    o quizer entender. O Snr. Director do Cuj luridi-
    colrve pois reprezentar ao Ministro a impcresibilidade
    de I i/.erm os Estudantes taes exames, e aquello os de-
    vl sobrestar : ja porque nao ha cadeiras providas, ja
    P-rque'bs nbpc^w exigir contra a literal disposico do
    art. f. dos Estatutos, e 8."'da Lci Ot 'i de Agosto d
    1827, ainda nao rehogados: do contrarfo ou nao ha-
    ver Curso do 1. anno era 1835, ou sero os exames,
    fe i tos como j,i algum.n tpjc, e passarao todos, o que he
    ainda mais prejudicial.
    A opiiiatfdo MinUtro do Imperio he taWez funda-
    da ni neepssidade que ha de ler o Bachar algunas ideas de Inglez, Gp- ,,iapi.'n,. e Historia-, mm\)f
    ella pode se fundar tob nem uma dea boje em vog/
    deque nao haremos mistar tantos Hachareis formado-
    e oeste caso nSo he a providencia, que toma, a mais asa
    da. Nao he o numero dos Bachareis, qne nos faz mal.
    he a suaqualidade : nao nos faz mal (athe certos pon-
    tos sobre que nos nao podemos explicar ppf hrevidade)
    yermos muitos Bachareis formado-, co1^ l;1 tto.^ue se-
    jobons os mos he que nos fazem -nal. e para os nao
    ter nao be mister lancar mo de tantos preparatorios, e
    como fals1* f. Quantos mais se exigirefi : vnos o?
    saberS os res sero ai Examinadores : nada valem tarffi/e'rr
    rigorosos regul;Tentos, que sao infringidos primeira-
    mef'e por aquelles que os devem executar, e nunca
    faustos em pratic, ao menos c^m imparcialidade. Sao
    hornos* oq\iy n(^s queremos, e nao disposices, sobre*
    diposicSes, ojue n -s tem feil- '- .lii dluTto ia exac-
    tidodo principio que tudo se deve esperar das insti-
    tuiciV*f e nada i!.>s homeus. S# a verdade aindarqui
    nao est no mei >' termo se inclina, para o lado contrario.
    Se csli%p no exame das materias preparatorias,
    Chichorro? Nao negamos,
    estudo de Historia, e (ieographia
    glez ; raaSjJ&fora de toda a razo
    como prepigftorio, antes de n esta
    heiidispensavp| o
    mui
    une
    Sutil o' de Iu-
    exame
    estrs.
    cigir-se seu
    plescertm Vi
    - P?
    pasque se lej no Curso, ha^a no Vice pireclrf]
    (ia, nos*Lcnlei [mparciaUdao e ju ixa de so formaren) m|fE^tu4intes. Estmf- (|ue
    so a : zenca continua do r. P--dro i.e Aiaujb Li-
    ma, oud'outrr>i;ua homeri^^? rapaz de reformara
    Academia, e de^tornar desnecessarjas estas e outras
    que taes providehljas Ministeriaea. l4rfcas0 l,ovo x''
    gir-se exames de preparatorios paraqdes nao estall-
    rao Cadeiras, eV'ontra adisp'^j.ap do Estatuto!,
    e Lei, que rege a Academia. eviorcm ainda tempo
    de se emendar o erro. O MinisTrcta deve fazer.
    L
    4u
    I.



    poSmado dos Btada^Vj
    loei do Senado,
    al Actas
    proposta j
    -**
    i iris. ,, _
    urna ni-ccssidade
    inha iu-tificac.
    Scco
    de Dwembro ulti-
    modityada por sen
    reo pe
    que ufetarao. Esta
    suas ultimas medi-
    hilma ntlioridade e
    re as Lfa me nao
    . No caso presen U^Cxistelfl
    aihda mis forte de faierouVira
    'Por huma clausula expressa da Cortslitflicao o Pf
    dente dos*slados Unidos lleve, antes de entrar no
    exercictofae suas funcrOes, prestar juramento nos
    termos seguintes
    Jurojpjeriincmem^e desem r fielmente o cm-
    pT^go* Presidente dos Estado lnMos edepre-
    servar|kproteger, e defender, tinto quanto poder,
    a Consotuicio dos Estfidps I nidos. .,
    O dever imposto ao Presidente de defender a (\
    tiluicao tom todo o seu poder, he ha
    (vis eseeneiaes na||eza d sed "ftrrgo } mu,s ex_
    . inindo esta obri^aoem tffmosexpressos no Juramen-
    to Official, (fe, debai.vo desta relaciio, difiere do jy*!
    ramento exigido de outro qualqner funccionaiy,
    Fundadores da nossa Repblica m
    7
    Iraraoa importan-
    eia, que .va o, e dero-lhe por sso huma forra e^* fd(\ collectivamcnte, dedfiscut ra SUa COnducta.Official,
    huma solemnidde mui partiruians. O juramento, f e de exprimir de vi v:i voz, OU por escripia, em tal
    ,ue presfei; os senlimentos do mais vivo reconheci-* lempo, tal Ungoagem, e con} taes formas, quelbea-
    \\e 't'> pua com c.J|7ovo'*^nericaj)' rsquevin- gradem, a oV'jiio, que tiver formado,
    yslo i o; rneus inter monde a gforia e te fambem a s\cond .ta
    eepto em caso de/ccusac"o esntra *"Presiden-
    mara dos Representantes deve ento proceder
    cusadora, e ao Samado pertence ouvir e julgar.
    to que aqui haja huma mistura dts Poderes
    destef tres difieren tes ramos do Governo em alguns ca-
    sos eterificados, lodavia cada hum delta he indepen-
    dentfLIos outros no reulo de suasatliibuicoej, equan-
    do sahe'deste circulouao he responsavel para com os
    outros, seno tanto, qu'anlo a Qonslituii \u expresamen-
    te o prescreve. Deljaixo de todas as &utr&s rehees,
    cada iyum dos tres'Podeies be igual aos outros dois, e
    todos tres servem ao Povo Amricano, seto ter a po-
    tenci i .iem o direi^ de censurar hum ou otro em seu
    'serv :d mmuru, except na Naci o terrf ordenado*
    A responsabilidad*- do Presidente he minio eiten
    Elle pode se| aecusado perante o Con^resso por gran-
    4 por simplices (k-litos -y e, n ido
    denosto,, e declarado para seniora ha- ,./
    ^lat a Presidencia ; dado este joizo, elle'
    anda pode sjr perseguido nos Tribunaes ordinarios,
    e. pn-a^Jsegundo o rigor das L< i. Est sujeito a ac-
    dto judiciaria de, toda a pessoa, quem as suas instrue
    cace, ou as suasoi/lens ill le ido em leas
    nti resses, .x\ i meslna m t i j que o ultimo dos funeci-
    onarios pub'.i;os. Alm da responsabilidad il.' assim tocal-o pjr aac to peante o Coogresso,
    peft-yyrfMjes rrimiiiaS ou cWis, eHe dev dar coritas
    ao Tribunal da Op.in% jjub'.ici, de cada hv.n des ac-
    tos de sua admiriistrco/^lwuellido nicamente as
    Lis da verdade e da JtJticB, o poro dos Estados l-ni-
    dos tem o diie!to.impreseriptivil, ou individualmente,
    .. '^ \- '...?'_ ......______. /vcA;.i

    tF.lle pode se acc
    des crimes, fl p
    l culpavel, heAu^
    ib i I para ocetapaf
    /
    il'$'T'r('speilando os direilos de todoJ,eog ni
    nossas nxtihiicdes citia. lio neslas viflasqi
    osperiiJaie do meu p.iiz, l*pai-me huma stricta o-
    r^igacao flecumprir este def/er. Ora, estando per-
    inenie convencido de que a discusso c ado|
    debtajKcsoluco n,o mente nao erSe sutborisadas pela
    iTrturelOf coqio umbeaiqae feriSoesea espirito,
    e r vadj^o^ ri^0irs da s poderes, eu creie
    pois, que re pira rmrn hum imperioso devero ma
    asupremacia/les; contrario. iNacional. e as -ali-
    as do 0en,4tamento confiado jne'tis cuWjos, por
    todos us ofios, que toe form era rna3ia%uipriila(!('
    'e lodoJ," e o g i i
    viflasqoe eu t nl/9
    teito por ros archiw s do Departamj to Ejecutivo, e
    transmiti ao Senado est l)e\ o no Senado e a P^*o. a expo^a Sn rc-irva
    da mane^ra^JoTqTlel"cWiiftLr os act\. JoJlichrios, qus
    aetna citei, assim'como lEVasSe qta rae levSo a
    sider^^-ns d baixo deste ponto d| vstL eu o fteicom
    i liberdado firmeza, jjue reclama h
    * rara," coin extraordinaria.
    %9tyrao a Constituico' dos r>-i,,dos Unidos os p
    #P*& lun^foes do* di fe ron tes rAooiOS de Governo
    dera! ,, re5ponv,iMlidad que arrasl a a fio
    ou a negi^hcra'' de seus ^rres, eslo Claramente di-
    fluidos, 0*1 deuzem se',|H^>o consVqdf/iiciaS neo
    rias. O Podpr Legislativo, sujeito aro veto motivado
    '!'> Pie-ident<',^A^n-fcoi>fiado ao CoiK-ye.- d i.-'.ados
    ^nidoscomjKWd,
    sentantes. (3 Pi
    m 'iite*ao Presiden!
    der concluir Trata
    hir de, accb
    d hum ou de oltro ram
    nado, qu'ando efe eterc
    de ser exTimi'nadi por esj *
    to o exigem seus'.*--tos e.v>utiv
    -fio as diversas mi ifiras di eli
    Estados Unic''.. 'dar contas
    pyr estes firincipi
    do nao he de forma algu aa authorisala pi^a Constitu
    ** ^aaaak
    "o, d qual lie derogatoria Restritan
    ser objeclfTfos debates
    ra| ou do Se-
    executiva, e po-
    bl i-, lauto quaa-
    islativos. Taes
    Presidente dos
    docta OlBcia!.
    cao do Sena-
    .i
    i
    '.',
    com o
    Kj'e infligir huma censura publ-a, sem rjffcyr ex-
    &cer a sua Acco Legislativa, nem o seu direitd de ac-
    ema cao
    nar, e
    ja o c i i to
    Unido
    , Jium si) ramo dt Legislatura pooei ia exami-
    iuTnr os Actos Ofieiaes do Poder Executivo.
    enado, e da/am ; i dos Ilejire-
    xecutivo heTonfiado exclusiva-
    a nica restricto de nao po-
    e nomear para certos empcegos,
    rvn nir de. accoroW, e consentimento c
    ) Poder JdiiarfcJfr'Dnriado exclusiv
    i'unil Spfenw, e ouros Tribunaes d
    e consentimeut') com o Serfcdo.
    ament oTri-
    dos iilado3 U-
    35 iadg
    .
    Blo 'v^te na ConstituicS clausula alga na, w sub-
    '; melta'y Presidente a hulna iguil responsabilidad?
    nem qu\? conceda ignaes poderes a hum, "U outro ravn0
    da Legislatura.
    (O Presideo"; fiza analyze dos Poderes do Sena-
    do, que lhe nao dio direito ai;;nm para os actos, a que
    proceder. Alm disto, m ahumas -das formalidades
    requeridas pela Constituicao foi eumprida.)
    O President.' des l>taosUiii aecuzado, e adiado culpadtqWffnaioria de seusJui-
    ses Cc/slitucionaes; masem netmuma pirtedeste pro-
    cedimento se observarlo as formulas marcadas pela
    ConstituicTo.
    A aecuzaco em vez de ser feita, e seguida pela C-
    mara Vlos Representantes, sabio do seio do mesmo Se-
    nado, e aqu foi julgida sem* a participacao da outra
    Cajnara.' O ju^ramentojque prescreve aCoustituicfo,
    nao foi prestado peloyfiiadores-, oGrandeJuit (Chlff
    lusticejttiio Mre6\dwo; nenhuma notificaco se fea
    abajecusado, anquera se nao dera occasito dfc responder
    s inculpc.oes contri elle vanjadas; nAtt*J
    inculpc!
    os seus
    *
    I

    -
    11



    N f

    *m

    .-,?
    I
    accusadores^face a face, nao'se interroga.,
    dasastestemunhas, nem comparecro as que uoflm
    ser aposentadas em seu favor, p defesa.
    Em vo*se allegara, que a forma desla Resc^uco
    nao he a de humaaccusaco, e menos anda a de
    sentenca ; que a pena infligida pela Conslituieio n .o se
    Ihe segu, e que ueste caso nao era preciso espera ao-
    cusaco da Cmara d >s Representa btes. Mas he pre-
    r isa mente porqiw ella nao tomou'psta forma, que esta
    Resolucao he eotaarja a Constituido, porque lio co-
    mo aceitado nicamente, que o Presidente pode ser
    judiciariamei.ie responeavel para eom o Senado.
    ..... Na adopeo desta Ra>lucr.>. nao su > modo
    Constitucional do processo foi Lnteira ommillido,
    coinotambem esprimeiros principios de lm na Juris-
    prudencia lumi ios e tic os do Direito Nacional fcro
    violados na forma desua re lac i i. ella de proposito
    M faltou a de*i iar em cpial d< suas ultlnas medidas
    ^rehuirs Rem Publica ro Presidente^ iri ou hu-
    ma aiitborldade, e hum poder, que *C n~iuivo,
    e as Leis Ihe nao davffo. Falt< i I pronosii a esp
    . anear, que Leis, ou que clausulas da Coi h fo-
    rte flotadas.' P. r queyzo o delicio.
    daaeei saci nio foi etp< -t r Cfir-
    tuico, para qu di humilde Cadtt seja posto
    em eslado de pre ic i ? Nao cr i de'fjd n acensado
    . o wnhecimento do sncrrme, a flu de poder aposen-
    tar a su* defesa sol' osverdadeii^n&otivosda^''jaap.
    ro ? Nao era tamben deMo Vovo, a fim de poder
    ver como, equando forS^fWlflfv.! 13 is las Institutcoes ?
    (O Pro-id ite pois'de hiver estabelecido, gue
    vaem seo direi nudar o Secretario do Thesouro,
    V,V) "staa nSohiSfj de accordo cora as suas, passa
    qu is fundos d Etlado.)
    te Cioverno Federal, assim como em todos os
    I"1'' dorado como hum das altri-
    ;" do PTfer Exceutijp o ser guard/ das proprii-
    dHdi-s Pub!;,;.-. SeOTjfcJte principjf, toda .. c-;pe-.
    ne de propnedade^eff/ir atados Unidos,
    ierras, edificios, njfrcadfias, provee fardametos,
    armas, ou monicfs de {fierro, he confilda a vigilancia
    sao responsaveis/para le elle, e %.%m ser des-
    tituidos, seassirrconvie/.\ Os fur..los do Go :,--
    'ii maissSo claque huma especie di\ propriedade pu-
    Wiea. F.^si fundos nao podem ser peremdos, ou de*-
    h vo J./ti'.m deimpostos, ou como direito^ das i\\-
    landegas, nem ser laucados as caixas do Thesouro?
    em virtud,-de huma Lef- mas huma vez votada
    esta Le os fundos pblicos tetr sempre sido, e serlo sem-
    pre, em quanfo sena'o mudar .1 Conslituico, coj fi'dos
    a guarda do Presidente. O ( ongresso nao pqdj pois
    tirar esta dispsic sem irrogar-te o Pode. Exedulivo,
    e destruir assim os primiros principios da Conslitui-
    co.
    -----O momento, e a.3 circunstancias, em que o Sena-
    do lo.nou a mi 1 Resolucao, parecero-me tambera mpor
    a obngacf d. ,-., nao passar em silencio. Por qua-
    si 45 anuos o Presiden le exerrera. sem que senvidasse
    0 i sua autlioi dade lf'r,A o res, qm jora Ihe at-
    trabe esta publica cenra. a que occasiio m pro-
    cura.faterque prevalecooutrotprincipios? O Banco
    dos Estados Unidos, Instituico de BTOnopoIro, tentara
    obter que sua Carta Ihe fosse renovada, exercendo um
    contraste directo sobre as eleices do Povo, e sobre a
    aeco do G o ver no. O uso que fizer 1 de seus fundos,
    "da potencia, que estes Ihe dav. >, fo be.m manifest.
    O Presidente foi informado dl^ue esta Institu
    meditava novas manobras, e se prarav| a fazer hum
    segundo eafrrco, mais vigoroso \l qu? o primeiro,
    para^ obri^rM ojiinio publica a flar huma lin^uu-
    Fl
    uas pertenc^
    cao flagrante
    ., a arroguici'
    ue
    no-
    0
    e fiorce a t o ver no i ceder
    I celo assim organisa^, a
    sua Carta, su is -lencoes, a ac Ttftorrup
    a Imprenta, tornuao en'o esta
    Prezicente, ineoaapi tiv gurauca das nossas Insiguieres; elle, devL
    cessar de ser mpre^ad !na qualidadre de Agciile
    pelo Thezoura. Iiunz- Spr>. laric di.s Fuuuieas,
    meado durante a v.:ch-v\p do Senado, i-ecn-ou cum-
    p-'ir hura deverv que sen Sr nerior considerava imp^-
    tieso, e, por innocentes qiiejosso ser os seus motivos?'
    veio a ser, de fhc'o. o ti' .ector do lmeo.
    nestaocasio (pie se percebe,pela primpira vez, que
    os mesmos authorts ta Conslirtiico a nn comprehepC .
    lio ; que o primeir) Congresso, e lodos que se kie
    :;uirao, tinlio ":na pratica de quazi \') annos,
    estabelecido huma i'dsa interpretacao ; que o Secretario
    ; das Financas nao he responsavel para eom o Pre/.i-
    " dente, e que drstilui-lo he violar a Conslitchco e as
    como contra ia
    ia a yjosta divisao dos Poderes; c por seus ett> 1
    i is, ( sua di.-utrina perigosa, a concentrar na
    / ------------------------------------------------------------------ ------------------------ --- -_- ___
    Leis, e Bierecer as$im ser para sempre deshonrado as
    ; Acias do Senado .
    .... Eu devo as sublime funeco s, de qtf S'OT'311'
    carregado ; aos que forem chamados suocujJEr^ine ;
    ao's<8(vr.s'/.entintes do ?ovo, ios Estados, e*a Cons-
    titui'o, nao deixar infringir lguma das cliss osicoes
    por-.'^rpatao"!' ., iio contra o Poder execulivo, sem
    pe, menostentai >u eaforco pajadas preservar inta^
    etas, protgelas, e dcIT'nd'V^as. T^l^s vistas, ese.
    irjuyio as rasoes que tenho exposto, protesto solemne-
    nle contra a Resolucao do Senado, que considero
    Constii?iico, tendente a destruir a
    r seus effi los imedia-
    ..as mos
    vije hnm'Corpo Legislativo, (jue nao he directamente
    ito jnativa doa Tribunajfa rBVares, hum gr.o
    (i. irluen i, e di tala! berdade, assim co
    mo ao Paci fui ota! da'Repblica.
    .... A' fin deque a.^tesoluco do Senado n
    possa, eom consenso do Poder Ejecutivo, formar hum
    precedente para b futuro 5 ea fin de que os motivos,
    que me tcm guiado na adopcao das medidas de-
    mnciadas per estas Resolucao sejoj jgpnjecidos dos
    meuConcidadaos, do mundo inleir^^eja'a'poVterida-
    de, eu requei-o respeii,,^,nenie, que~stl meu Pro-
    testo teja nsi ido rA'i Acta da SessSo do SenMp.15 de
    Abril de .. Jndrc\v Jahson.
    Di s (1 a leitura, M. /'oi/n^ex/ertendo prpuetlT^
    (fWltnado, (pie elle nao fosse recebido, travou-se hu-
    ma discusso mui animada sobre esta indicado. )
    i
    (Courriar des l'jau Lints.)
    ,-_ (Coneiu ofjlcal).
    '' 1
    CORRESPONDENCIA. jp>
    Si. Redactor.
    '
    r-lhea attenco que Ihe'merecr^o as
    inhas y igunJas, que veni junto ;is smfVreflexC js^b
    i Dial 10 deshoj 20 de ; ,,i V COnCOtOwdo .''om
    ta Fazendjl^' 'IfWSBade
    moj
    V m. sobre o reconnecido
    e boas intpncf'i do Sur. Aonuuiatrador.das Viversas
    Rends, nao obstante o erro cometido < >mo*rlisse, na
    ra da Pauta^v 23 do correle,ique j vei^ha^n-
    darla na PautaJ hoj* inserta no t)
    io em consequencia de huma P<
    Inspector. ,
    Convcnho eom Vmife. que o Empwgado Publico rpe
    receber o seu ordenado em Prata, ^mpraf os gene-
    ros qul'consume, tanto ma^^iYoJKtot^arito t^#o om
    dessa osoeda, em rekicSoa >utr Iraca. cbnPque os
    ka AdministV-
    do Illm. Sin.
    ^
    ir<. >
    ?



    i
    igue, mas,
    agora na
    todo da Faz<
    tabt
    I
    prata for compfflla; ^orao*tam aylo
    a da\Diversas Rendas, o prejuizo
    pinta, que dimiiwae os aeuarcnr
    [nto heV,emio que de^^for essa
    tem excedi aAf) por centc.
    ate poreta, comaVm. bem diz, ese premio,
    hadgcabar no l.fde Outubro, desdequan-
    Lstacoes Publicas seJ|$ceber, gmente, prata
    SeduJas,. pelo seu va!of>;V sem queninguem tenha
    direito a exigir premio, fffau que paar cm prata em
    Jugar de Sedulas, por q ie se*tal exemplo continuaste
    na Meza das Diversas, ^bdasp o raesrao se deveria
    conceder a quem tem t pagar-Dlrimas, Sizas ou ou-
    trosquaesquet impostof quese arrecadopela'Fazenda.
    Sou Snr. Redactar seo obrgac-issimo
    v&bn*tante Leilor. \
    I
    A
    &>$o0 do Correto.
    \
    oRij
    Sumaca Dois Amigos recebe a mal para
    de Janeiro no da 3 do corren $a ao meio di
    isrf* \ Sumaca Ka pe ranea sai para a Babia no din
    10 do torrente.
    Ci
    IJMa barretina nova deG. N. : na ilbarga do-Cor-
    poSanto por cima do polieiro n. 1. '
    ^3" Taboado deamarllo vinhatico, de'30 palmos
    decomprido, e dnis e meio de largo, ^ louro at doa|T*
    palmos e meio de largo : na ra da praia casa que fy
    do falescido Lu? ''" Mello.
    4 ^ty AlgudJs obrrfs Jo curo de flagr, de muij
    \ to bom gosto, e igualmente de diamantes, e brilhan-
    I tes: detronte de i>. Pedro sobrado D. 1.
    $r^" Urna arrr.aco, e 5'-axilhos grandes proprios
    para loja de couro; na ra do Livramento loja de cou-
    ros D. 13.
    ty^" Urna venda com poucos fundos, cita na na da
    SenzaAlajwJjEVjia esquina do beco que sai nos tinelos
    da Senzlauir^a : na mesma.
    fc3>* 3f travs de 27, a 30 palmos, preco cmodo :
    no arma/fcm da ra das Flores,^ \ f
    &3T Urna balanca grande, quffbeza at 12arbas
    por banda, aparelbadada de conxas^ e correntegj^o
    rorto das Canoas c.-.sa nova do Mesquita.
    t^" 2 lanas hespanholas urna nova, e outra usadij^
    2 Ancoras de ferro, urna pequea com. mira unba^de^
    falta, e ou^ja^jxaiide que se faz indo alg'um concert
    pode servir : na rua*j|Amorim N. 125.
    fc^y 2 Bancas, urna de Jacaranda, e outra de con-
    dal umcolxao de.brim de4inho,Yudo em oom uzo :
    na ra Nova D. 25*
    ^^*n) papagaio muito fallador :/ na mesma. *s
    -^ ^"5" Farj.nha muitcnova chegada ltimamente lie
    Santa Qalherina no Palae^o que est ftjhdiado ao ttifrW
    are h OM'-eicao^ou^Mos preco dpque enrouftp
    qualque? parle : i falla feom Joze G ou com*Maubcl Goiic-Nes PereiraLima.
    fr : -1/ -'.
    f.
    >
    /
    :ompra*.
    U Ma faida defGuarda Nacional em bom uzo
    fcJF U-uw imfem de S.
    no
    mos e meio, embora anda nao este^aencarjiad:
    pa ra Nova D. 32, 1. andar, ou annuncie.
    W- Escravos para o servico do campo, com tanto
    qu/isejlo maxos, mocos, sadios, esem vicios; defron-
    te, hS. Pedro sobrado D. 1.
    $yy Escravos para iora da Provincia : fallar com
    Je-pe Goncalves toado, ou a Manoel Goncalvcs Perei-
    ra Iviraa. |
    J--^
    FT m
    U Ma. casillas 5 rontas da parte esquerda D. 23 com
    commojos sfficientes: ao entrar da ra do Raogel
    toja D. 37.
    >

    \A

    Slbtf 00 particulares.


    ^Ozc Antonio Martioscom casa de negocio no por-
    to das canoas, insciente qte de boje cm diante se
    assipnar por Joze Antonio Martn Barcia.
    ^.zeja-se filiar nesta praca com os Snrs. Ma-
    noel da Conceicio Siqueira, Biaz Joaquim de^Miranda,,
    . tuitlianoFerreira da Cunha Olivetra, eJAta >
    Tfuz, queraoleriawndade deannunciarem as suas
    moradas, parase lbeslrH,r^
    ^3- Precisa se de urna mulber para andar com u-
    ma preta na ra a vender fazenda : na ra dos Quar-
    ^eis D. 5, primeiro andar.

    IHVMKU
    iM.Aria do loario, estatua recular, seca do corpo,
    rosto compri(|o4 peitos pequemos, njoscompridas, com
    os dedos minhbok curvos (jut os iipj pode abrir, ps
    compn.los (!u>ntio de an{*la ; Agida a 10 ani
    f rumo c >' pr avizo que \ dita preta a*ida acoilada
    "no i.ngenho S. JoSo, mr feo roga-se'ao Snr. dauuelle listiiclo que a aprehendiendo, fazendo re-
    Jler a esta praca ter o portador 50^ re... de grali-
    .c'aco : ra do Crespo n. 8 loja de Serafira.
    ^j3- Mara, naco tassange, alta, 18 annos, denles
    limados, magra, tem das eicalres fundas urna em
    cada braco, unto aos hombros; fgida no da 30 do
    patudo com vestido de Muta roxa, mait pode ter mu-
    dado porque levou mais roupa : ra da Cruz Botica
    n. 3A que sera geierosamente reoompancada.
    |py Manoel, naci congo, estatura ordinaria, 40
    annos, pouco mais ou menos, pernas grossas, beicos
    encarnado, orelhas pequenaat*cari fula, dente* aher-
    ts, caneca pei|uena ; fgido a mais de 10 annos :
    ra do ^rago D. 37.
    NOTICIAS MAMTIMAS.
    Navios salados no dia 29-.
    ASSU ; B- Escuna, ois^migos, M. Manod pe-
    reira da Silva: diversos g eros, Passageiros 18'.
    v NEW-YQRK ; 13; Arar. Jteeca, Cap. Feppe
    Santanbope; : asAiuF.
    LwImfjem (Je S. Joze, que tenba de altura
    Pvn<. ul ryp. do Diana. I&*J4 .
    V

    <4? I
    ar**
    I
    *
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    v
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