Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02686


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Full Text

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F'::.1^f28 Qe AGOSTO Ai NUMERO jf
BtttSV^Ot
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:reve..o mrnaalmeiitc a 640 res, adiantados. na Tiposrrafi
. pa- .. da Matriz de S. Antonio sobrado da porta
fin correspondencias. < am.m-.ios.-
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esies nisireni-se
propriot aaniiriiati es soiuenta rinde
ados.
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dera^ao, (ener!
apoiitados rom art
radepenne de,
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mesmos^da nossa prudencia, rao
Ura'.ao nire
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|imo prineipiac
;es mais culi;'
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3mprc00p em'^crnamtou| iw 2. g. ye jHirntA jfaidF^ \
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DAS da SEMANA.
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5.'--' J. Agostinho Re. Je rn. Aud. dos J. Civ. de
m. e de t. Pr. as 10 h. 54 m. da m. ft
S.'-S. Adolfo-Ses. da fhter. P: de ni. e Aud. do
-J de Orlaosde t. P. asj 1 h. e 4?fy. da m.
Sahbdo-S. Faustino- #.l!a"' de m.euid. doVig.*&.
de m. Pr. aos30 m. da t. \$
Dom. N, S. da Perita- Preamar
dat.
\u e 18 ra.
'%%.'**^v*%. M^v MM MVVMA
INTERIOR.
CMARA DOSCePIJtX

4V>**-M
DOS.
C^EssSo do lia 24 dejulho? Lido o expediente. oi
a-potado com urgencia um projeeto do Senlior Goncal-
v-s Martins faaendo extensiva Innoeencio da Rocha
Galvfio, involvidr nosa-oyermentos de 25 de Oulu-
bro de 1821 na R.hia, a amnista concedida peto De-
creto de 9*ie Abrij de 1831 ; entrando logo em dis-
cussio o Senha/ Cornylio propoz urna emenda para.
que a amnista Poste.ex tensiva todos os pronunciados,
ol sentenciados porcrimes polticos atesgp dia (*24 de
Juili ). Filiarlo contra a emenda os Sennores Alcibi-
ades, Limpo de Abren, e outros : o Senhor Estevo
propon, que losse^-xlensi va a amnislja aosprosuriicH-
dos. e sentenciados em rinde dos mevimenj^ pols)i*
eo-> de Maranino em 18-25, e posta a matenagein (|s-
eossao Foi ajprovada a Resoluco do Senhor G'tocabes
JM.iriins, com emenda do Senhor Monis Barrito ex*-
tendendo todos os involvidos nnquella revol. *Foi
regajtidd a emenda do Senhor Estevo, e o S'c Corno-
liwetirou a sua.
esso do da 26. Fui IkJo o parecer da Co
fppe e A
da ni urna
das varias re<
1
r
"owu uu ro nao o parecer oa i-omrpissao -vedar a IJnua'aY billietes de Latera, por
lesHsiina eomposla dos S,-nh ues Padre Sinta^B-ir- daque Jjced(fei, entrn em te|ceira
ra, Padre Ferretra deMeilo, e Waroondes de S f pr\)eclo lat reformas, e foi a pro vado, '-o
1)3
sobre a reiprezentacQ do Conselho Gem de S. Paulo-'
eeferea 'lo cebatn Clerical. A Commisso d<-pois de
marrar, que os Padrns erio cezadoi nos prmeiros e-
colos di I;j'ej,i, .jiitf:>i mu difcil separadlos de toas
nu> !i"ivN e ria i n)ii,il. e iuU'i do. I'tz, e depois de eonrba-
ler os argumentos do Metropolitano, julga desn cessa-
rta a interv..nso do Poder Legislativa, oque os Ios-
pos a quem compete deeidir em tal materia o a'o.
l-'oi regeitatU o l.u e2. artigo da Resolucao aproVan-
t\u a or.;;.t!ii/ar,io e r: ^il.miento dado pelo Qovemo i )l
Arcenars da MarWiha do Imperio, c ordenados aihi-
tr,ul<'s a diierent-'s Emprt ;;adns s mis pe|i) Decreto de
11 de Jan .io de 1834; e ficarao adiadflfcpiJd hora
algunas emendas respailo. '
S-s>o do dia 28Lido o expejl^ntev^OenJbnr
Fernandesde Barros .appresentou u .i pin
que Iffflfijflif emillidaa na B^ihiu aceitasien; Se-
a impresslo oi manda*
_ ;'ik'.,. Dorio ip].!0'.a-
Fui >p pro va do um artigo addtivo ao Par. da Comm.
deAfarinba e Guerra, sobre Almoxarit'es. Entrou
em discusso o Prqjecto de suspensiortlegarantas paia
Pernambuco &c, oi addiado. Tao'Effl^sj5|o addia-
l'^ol.icoes urna da Comm. (le Guerra) sobre o
P "pn-nto do Exereito, nutra crea de sisas, e 49.tr*
sobr* bens rlnmados de Evento. Passou em 1.' disc.
umirroj. anneXando S. C. da Misericordia do Rio
um terreno, p ma ResolUjCSo, em que se declara que Joze de Barros
Falcao de Lauerda, Cidado Brasileiro, he reforma-
do qo posto de (Coronel a Exereito, com o respectivo
'sido, e^gradu.uao de Bri^adeiroEsta Resolucao foi
mpugnana por parecer querer arrofjar a Cmara o di-
reito d* dar pastos, oque nao era de sua atlribuicao ;
,que $) Ihe partencia fazer Leis, e interpelral-as j e
que por esta r va ser concebida em termos, que
motrasse que o Cidado eslava ern tal, ou ta! caso, f
en que o Governo estava authorisado para promovel-o
&c. ; e tambem sedisse, que o Cidado devii reror-
iei lo Governo &c\asquae3 proposicoes foro reba-
t las por Oradores, q^tejfcstraroajustica darequi-
sico. e competencia i\\ Ca^hra para despachar. A
Resolttcao foi reprovadi, e em seu lugar approvada
hu>na Emenda, qiS^ diz, que o Governo fica aullio-
ri-a > a eonfirmar no Posto de Corajiueiag^fectivo ao
Cidado Jorede Barros FalcTo. ,
Sesso do dia 2). Lido o expediente, e requerimen-
11 do S'"vicMl'''landa pedindo eseiarecimenlo^io Go-
verno 1. BOTO as Fabricas de Estampa? ia. e^pel
>

j
4.
5.
ipe
sobre loteras
, do-itio de AndrUii. 2. 3." 4. e
d" Theatr', cont*- do Director do mesmo, e meics de
.vedar a v ndade billietes de Latera, por maior precol 4
discusso o r
TT
1
I
im'.s
{.imi.
provftuo, como jaolici-
t(#do apenas fallado'acoi>tfi*av o Senhor Araujo
sido rejeifados o adiame.it) de 3 das pvopes-
pc! 1 Sen*. \:iri (| Amaral, allomas outraa e-
nda.;, e t .os os arligis do projeclo substitutivo do *
Sur. lorne'i.. v-
Scs-'i) do 1.1 30deJulVi. Lido o expediente, o
Sejnhor Lessa rpresentol 2Vequccimentos um par*^ue
iiuorm o Gov-rno sobre &MlR*revw os Rispos oav
CoTO i! Roma ftnjcTq^ e pog^e^v.ira' d-pensar stus^
subdito^ em npteijt^ matr i moni/es ata'reconherida
teniporalidade^e re votos d-cistiJade Relijjio &C
OUtro sobr. especit de KiKsdicof que actualmente
rxcrcf'm, 011 prefen-l^m exercer neste Imperio oa Niui-
eios fi imn ---, <- .u.;"s os Bisposaqua se mes tetibfto s
yordnatU) : os qua/* forao apioWdos: foi a Conuni*
sio ,11 m Jr"
i| i" por^i
que
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do Senlio
[roo se env
jcl^s de 5us Couse

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rovados, equeporvsna materia sao bote*
ia das Assembleas rrovinjiaes. lyrBra-
e^te em disofcsso, e forao ainados
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Irao tflrs
oura,sot>re aprovneio o*werta^WWraeyes confe-
ridas Pptfessores Pwblicfs-Jftilra s.bjfb ven^imentos
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ibre a divisa. de. Cornacas sf
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Publico!
ras Pro^lW^tij: > *
CastroTVa para*que el
d< ,,:',i.:.i.
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rfpr6vad i i un
n< 'uVrc*o,i oficia es fas
e SO aproj-jfdaf i eoPaod'i do Sur.
)erceb^>s eVno'.riuuitos
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Conlin
1 AMarem.pi 'as attrfliuiffi'es das ASWTiibb Provm
.cites Legislativos!. Cooifcetedhe pela Lei da
U-. i| |e r > da %9 do W pa-s.ido foi apre>
iiw! i di^c-.i-fOjrf que secunda a delermin
n<: i di<&i3ftj)er>ul los ln.;ili'i do]
k.'itil.ii soure iislrac j publica.,e tabeWcira
priga i proniove-la, exceptuando as Ac |etnhs"*cVa/
da., e por crearsobre a creacao d' n v. \ '|'''Jj'e
Parocbiasi e ex tinca/) das existentes, a mftd n ana
Capitalsobre os cajtos em que tcm 1'ijp.r^ a H
pinirao |ior utilidad Proviaciil, ou Vlunicip,a!--si br^e
fixaco das de>pe/.aS .Ylunicipaes, e Pro e ira*
pos'.os para ^ffis, comanlo que nao prejudiquem
iinpSsiio.'.T geraes do Estado, e podendo rfifyor as
Canoa ras os unios de occoTMr suas desp' 1'
I ar'ico d.i eottti ibui..- 1 directa pelo Municipios d 1
1' oviuci,!, fisfa'iMco do em prego das >s rub
e Municipaes, e das (dulas de Mtt : e< ifa |
^s^ndo as drapezss provinciaet fixa reamente
pri'/id'-nie da im .viin.i e as Mrf)iieipae*abre
carnelo dasreferida* Caaras, sobw bm ip
ou nomeaCj>de em prego* Miyficipaes, e Pi >vm-
nes, e cstnlx Ivsiiint nlo d#3^forden-ides--snbre O-
b i> Publicas Rstrada. ^sOw. lutinWriorda
n P| ivjnciasobre eonslruco de casas 'le,
1), I alnlho, e correcto, e 1 '''< '
< sas de sgWfcrqy'publicos. Conventos, & Asso
.Polticas, e neligio ,s; e sobre Embregadas di
se, que sao mpregados Provincia'-, e M
t los, >',< exislio as Provincias, e^hMik*jjp.> '
>*o'. V di'Spi :li'.)
, M 1-
ti-pos, Enhn^;*ada das R' U
f ces-, Trihunaes Supeiftres, da Faeutda>de
Sos Jnr'dicos, e Acadnri 1-,: ( qr.
Pro* i
En'prcja%:
aes tugares. Compete-lla|a oais "organ>f.j
uirm titos sobra bines, que *Jffs'
m quauloos nao liyeremfo dos
s--fix.-M ; l'orca pnlici.il jJspee|va*ql>re irtlo
d 1 cni!. ulelutboriir Jis ( amiras|Munf'cir'n^; (k
iricino ProvinciaLi i.onfaliii eniprf-liinos ContiCUie
orrios Sj* a y! eip^HK v's ^'^X'"iS- -' eguliy a Jd
winM'M ; 1 (ios^ciyrr^Jvinciaj^,' Oiic por f.ci SnTo
. r|n Kl.itisca da
Provincia, a caliVTie/.c, e civilisaKo i.s In |ig< n
41 al boieseimental de ColoniasJecidii^-qu indo li.vef
tido )!i'ii!incia .^la^vo/.c fi.-er.'se oprocesso dHye eontinuT, < 1-
\e&- ou nao suspeijt do cx'-rciA de suas '
dyretar^ su^peaarme dimisslo lia \|a|;istr:
m l/iuvcr '^ueixl de respoir*bepWa(l
uSatva 1 e qpti%> Gove uo _era#l|aj
5 do art. 179 da Qnslituico-e velar na guar-
Constituico e L"is; e reprezenlar a^Asscmblea
GornoCr uelsscu- (til i 1 js olfenderem. ..
V-se desla ex posicio das attribuicoos d^ Assembil
as I>.gi>lativns, que a todos quantos obje]|g
interesar as rroviitcias se ellas extendem.
gislosobie todos seusnegocios peculiares, ina^o
modo porque sero,pollos em execuclo, determina
a t\ne Epre|adof#se.r ella incumbida, deiermio
sinnmero, ordbiadns, modo de nomeacto, OU ''ci-
rio, como serao suspensos, e demittidos, e esla Bine a
respeito dos Emwwgados Geraes, como vr'v.idente,
que m i< ra ra! Ihe falta ? Se as
1 forera1 boas podem refrmalas, se falta re m
emp para r, ou e>i\vrvm mal or- QT
isadaa^aa S ol1 reforma-las,
5elhe*ffUardii [wra aatteapeza* podem impor
r bocie&i ou eOnlrabrr empreMo s, pejrjeuce-
Ihes promoveros Urteressantes r 1 1 d lueac 6, o-
dusiria, rommercra^&c. &e. que mais I ip lalta? Ser
iticas, eabsolas. nojtefetn corrpetivo nenbunT*
Id abusos, eyiiprp-i'' .":>'iderm sobr
resseagerae(Maraque nlo tem potlere?, seretii em
fim moddLidas aVivd prazer de Lodos, b tidas 88-
le serem exea Jfs; porque uus Ibes querem dar po-
d tos, quej*1)tr8%p potTera competir, outrosa dse* ?
JHT^flltW^, e%M-a iK-lbi.-r l'ora na.i lvi\
m sombriSde Coiyo:i'.'im Legislativo urio b
l!ra/.il, etilvez em I- ndoi Nos sentimos,
que nos nao permuta o 1 e (!ualid,.d" desta folna
entrar no Piarme particulaf ,il' suasatrl-
bii.'es, e mostiaf que lem 1 tt< | : I"l!'
em a"tividade. deseiin iver, e dirigir os ni
suas respectivas Provjocias.
O motivo J- escndala r ir un 'k*-
leinbleas o difeito da? suspender iiaoi..--'" "
, do art. ]?".> da Con-1 1 1 ; ; ";"
porfeolempo ha seea>ttu nesta Provincia* n 1 1 laidarie
i ,1 ;,iii ;Iim( lo, e inn corpo respeitavel i requoraa
i Gove n > : otitrn.s querem q 0 W nao
r,,- o >ra lo aJgnm a os Di das A -- mbleas,
nem aii,ala o sisgensivo p r 10 di astie motivado, que
/
..-. Jk
1.' -^ que
iecc
nba, e
diz
em respi it a ai i m
is ((eiraes, > dtninistra^ao Je
>s Ppetidentes, Li-pos, F.mrjrf;;i
a- |AaemWcis PrOfmeaos decrel 01 oa
i os Enipreju%s so*>:
ct.-Tii
ssuspe
.. d
CP.lJ
!


.01
l!. .3 !
ronn

vc|iar^rAsscm[?A, e ^-r regenta se fontri elle
%r as j3*p'iii.s dos Mi ib "os | 1 que lor-
ia a#kAssemblea absoluta de f > to. so"^ -ptivel.de
ievd.i a exc -sos por nina simples maioria, priva-
rio 0 Il.oerante desta pequea put". que p< r m-o ) d
seus De/f;ido-, t-m no Boder Legislativo provine |
"he coJlra a opinio de lodos os publinstdS, qu
nbecema n^-e-si :..,lc 1 1 ro r ler Kxe-o.iivo patio .,
CrtetUra das Leis e n 1 pratiea ihw l-.-iauos Un^
do5, onde igiuU^ emai-r, alribucaoompeteao Hre-
lidertti 1'0-ial. e de cada um doa Rstade*. Tareb
atribu'e 1 de a conatocar exlraordinariaDitnlB, o-
g*-la. '1 la pirece ovoib.l, i selles, 'i ludo
i il 1 arte dos Prool o s. e o ida da i
Assembleas ; n<>> porein julgamoi mi o e multo na-
cessaria esli alribuico^'^Pijf'sidgnJc qC-em 11
opinio sao de ceTt|J onis suso-ntiveis '
/os. do q e ai AatefflbVoi; porem wis rcei* d
: el eootl los. ,. de mu'ltO niCUOS >'e '.
(iFTima ve/ ti insviadas do caminho difioilimo be o re-
(onduzi las, subre tu lo nao ten lo othorrdade ilgana
rrovioeial meiod-se opor ittut desvios. O Proaidente
be simereatuia do poder, e menos (ftteressada taU /.
riobpijdftjjrcvincia, ao mesmo lempo que .-, Astenablea
ero yiiSiJ^fe cora p >ta do melhor, que liana Provin-
cii^'e\^wssoaj^que mais, que ninguem devem so
em sua prosperidade; porem lem descont
ente lera 1
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ao o:n lodos seusvsinistros fins e a UM
r correctivo algura o so aprovaco eppbio.
tilaerrar? quando\prevarkar ? quefjreme-
ne ? Note-se tamben) que o Preziderr*j tena
',ioa quem eleve consultar; e que por inte-
-.bem da Provincia ser mais um obstronlo s
. ntencocs quarido as tonhs. Ouanto o pode-
tno^plgar temos pocjfhui boa a Le das refofmas, e
muj adaptada asnossas circunstancias, no que loca as
ttripucoei das Assenibleas Legislativas Provinciaes,
eso notamos, quelites ser d.incil Mmfiscalisar oerp-
prego das rendas publicas, sendo as geraes Incumbi-
das Empreados em cujaorganis i i nomeaco, ou
su&pensio nao tcm ingerencia peto mi. 10 8. e nao
mu fcil marcar quacs sao estes Empre^adoL que por
incumbidos das reccilas geraes, esto forajaessa coro-'
petenera^ equ* nio deixa de ser contrario i
Ses pro\ iiicicjes BubtrahrY trio gl umeM del n-
. pregados influencia de afras Aasembl. Vclualn rite
niona Empreados, pnrliubires pira A dsp'ezas ge-
raes. Creavse-hio i.ovos Empregidos taivez imitis?
""Ve-lo be-naos *
Discurso do Depni Si. 1 /.- Ml.i, naSes-
sio de. 3 de Jun
ho

subir i re I

Tutor de.
iwfl.eii.br i da Commiss^rfanih oradlo Parecer em dis-
cusslo, eonsidero-fne ar sobre elle.
Cumprc-me porem primeifo manifestar, que foi com
I 111 <_" m. Parecer, e nao meo:
poisqui.....'clarei a bum doi nieos iwtre collegas
da Comnsso, a pezar ylc nio o faaer liit.r-ilmente,
cerno pedia; mas nao beodo a ijso obi ao me
pezandtfNa reservti-iiv'jiira j; .: i me com for-
mo com o positivo, de algumas das as do pre-
mbulo. Entrando n.t i:t ... < i sobre o a-
. co. depois sobre o d ano* w"l832 a Au- .
I) plalos r< i n v, ida-
aa A c;;,ivt,i JyiaYs, o ); rtoliifacoHtHnd|afTa
e Silva ; ej .i :: de m n .< s. e bastantes pr;odn-
z\r, ju-ti; tr bilma te! i mlaria-^
nao pode diaer. !'. si d'errtio a t mi-
vujveo-ie, e eon-two le dus Celos, que,
miau aquella vol ,m me*-
Oot lacios, ou ir.otryos m*i* Sim e menas ,-a-
remeirte qaatifiridosr Pat^nl u que a
rasae .u i | > Tortor p ir -oa
conducta posterior'mosti gno d b aeeil
" e>per.iiiui> d.i AssaniJ '. a Geral, qu&ildo <;
mente o elevoa Blot-Ho, 9 illu>t -Nio,
o contrario be o tos '.em r apre i epend-
uOj na |) aneados (uaes elle i nem devt
'i-r aTTutelJar las o (W,\ lisem) O
suspendt-o arbitraran Osu- m smi, e nao
Milurnl.i ;i :s ntspenso, e remocio. Es rae
no seguido pontop J)ir.-i:o. C- iivmn di^i.^uir
entre iama aeco, que nao me est eapresstmeote per-
miltida pela I.ei, g a que me est positiva me rile pro-
hibida ; entre ilb < t i'-xpressamenre eoo rr.i-
t>basaltriDuices, mas expresamente* cnrnifellida a
outrem, e a que n cid nimbas exttMMraatlribu-
;a, mas (jae lambem nio est ^mninriBria jiin-
r/n-m. Al As.ml)lea Geral compele a W^ocao do
Tutot difii\ugusto Pupillo v raasj^quem a sla suspen-
isos urgente^, e nio estando ftij
\Io em ca
u>fr^a?^ada^sei qut.haja Legislacao^-xp
peito. %Na liei regulainentar dessa^Tn
presso^fque hoque nelfcf.nao est di
pela
ispu^ap^ra"e
gumaaVia'logu applic
doD
quelle eoiice'io rtovsO
meavo Tutores emer
quera os Jai/ s dos O
e>les, que eraras executor\s de ta
meacoes, suspevidi^o es^es Tutores, logo qu
ireito. '
u*ndo exisliao o Tribu-
na do Paco, ftlas, e a-
d.j 'P'Vto,< s, isto hr,'-n.-
os, r.cerus possoas, a
navao suspeitos, ou
Dirao, (pie. (-la
il c\ mu-/ inrn.
euso qm/. ap
iste efiii'c o se
na atbrnc
executar i
sos
nao po,| Jver ; mas
e no-
tof n 4
pc:ilnvao mal seos dV^res.
So nio existe. Convenljo,n_
Slmile : e outro aiufjJ ex-
uem d, certas providenens
erab bem como mandar
:>-..ftlui5es dos Gonaelhos
Provin'i'N, suspender garontias, 5ce. 8cc. Por tanto
rtitrario da suspensao parece que nao est bem ii-
qudo Nem se appellilem aqui gcrW'S lcgaes de
man ira, que alent a geral insuo-n
Defijiindo o Cdigo ordefis illeg-iM as men-
r te conlrarias Lei, enlendo por taes as enit indas con
t\>a proliibicio da Lei \ e aoGoverno iao est prohi-
l/im'pnr Lei suspendi do Tutor, dada a argente
necessidade (-'ssa providencia^- comp'tindo-!he alias
prover'lii'do > q-re '.r eo.ncernente s.-gurauca int'-r-
na,'6 externa do Estado. A ConstittticSo 5 obrijaa
la/.--r, e dei.x >r de fa/"r algurna couza e.n virtude da
Le, eleoso. lando expressissimo na Lei : e>m dis-
pond^iomente sobre os casos ordinarios, e nao sobre
os infinitos, e v,u iadissinfos, que a sua pratica apre-
.centa, forcosii he recorrer a sus razio, ou espinto,
lepara que tenna vida, s.-ja applicavel, e se posso re-'
l
tu
I
guiar, e julgar asaciO'S. Tai vez que et* teja em
doisto inexto ; mis enlo a pulpa lie da Assemb'.es
Gerai. Admiltida a bvpotbezi de que era justa, c ur-
gente i suspenca^do Tutor, se se ix ;i ao Troven, I
dhreii i para o fazer,y^^J|lpa be di \- oblea Geral.
/'.). i Asm mblea GptJ^mb podia prev< r, que o Tu-
tor; era humano ? Qo^w podia impossibilitar fizica,
' eu muralmnte, durante o seo ncerrametfto as duas
tercas partes do auno ? Se elle crri-sc Se cnsur-
decesse? Se fosse alienado do jui/oT Tomo se pro-
veria a isto? Se e torn i><^ pai alitico ? Se mor. esse ^*
em fim,*Sni^.,^|uem provena, e ieria a 1rV|ella, es-
landoa llPrMcaeiieeer.iili .' N'-la c-a ;i .-
que ao Govemu prohibe a (>oiislituicao le i^ 'i'-ncia
a cerca da Tiilef* : como en;. iaisto, Seuhores?
Nio enkpois,rasoavel, c just Cj'ie se livesse declar% M
f> conTO^r ao < invern essa providericia ale a abertuJ,tJ
Cmaras, e n -te assini subordinar t*
.r. com o que s< ,-fr m.is aliento, o
C*i pois Asse.mhlra GeraJ .nao
.j Asse.mhlra
r 'ihilniad ., humanas do Tutor, ja na de-
i bi^Tlepta ; ou bem as cpncebeo,
*
e ewnle quiztollocar 6|Governo em al^u pozco, e I
traliillo; roa: longe df? ir. m o fazer-lhe simiibaiites in-
"U- *
usa p.)/.i
simillrantes
- / <
uirias, porque me parece <. r do espirito da Lei regij-^^
!tn.. tr do Titor, combit.ido pomas di>pozicesjfc-

*m
U >, o (Iinaislu'*lle'rf1,ltb, qu" aolia-v.
verno foi im[ i' wentc prmittio prover, como
proveo, no c,fls( em queslo, na atando reunida
A.-siT.ib a. N^seja porem ass|m ; restrve-se esta
queslo para se Irar directa e opporlunaraente^ o n
. he pela ResoLlco, abslra,;iindp de lo^asas^az.^s
dS^fiambulo. 5 ^u votasseLn consequeucia dellT,
t< ja vftado ^rabi^t, que se pJfisseao^joverrio
que jgun3|Snrs. ^epu
mmmmmmmmfmmm>^mm
clarecu '
exigir
tovas,
uereru
iue


o. Sm, e porque pao? Pe kum prh
juslica que ninguem sej prmd-
ser ouvifo';
ruad
raTVi
str^i
sem priqn
proprieda
Cmara dc&Deptado' des
sublime ejrn po de ser
ite prtctito.' Mas de t
ipponamos, qq&fftfel
pencSo ifr~;ificle*lave
Restituir :'..- > Tute
n|o ni'l -.laluralrnente dei
r "Ho j; ippareeerio desintel
I ^jja^ados etn d inyio dos
j|/ iJoIvionarcbi, e p;>rronseque
ziL a bp!U geral do quafdeV'
y ver. nra, e repjj"
do, que i.i; be indisp/isav
na Tutella, para que a su;
reparadas: mas lie por esta restituico,
sem duvid.i ba-de so'rer. Aprsente se aaecusaco
contra o Minisflto, ue osuspendeo ; se este provar
gue o Tuli^^PprfccIVJo^da eonducta poltica) era
or tal modo deslnxado, ou de outra qualqueiv serte
na ni/pei;lcncente f'ara ser na '"'ase ^a Ordenaci/
Jk j cont com o meu voto de ajisolVirio, e rom as benrjf?
da Naro ; se porem nao se justificar concludentemen-
te, seja punido, seja Vsc.irmena.lo, <'l!'\taoja a Ad-
miuistraco presente, etodaswas Adminislrai-ve^futv
ras. ^
(Da Aurora)
onra
onra
ue a
igistr^ftra o
m observar
nseguiria .'
que aus-
que fazer?
jorque elle
1 ao Gover-
cias, choques, ( e de
eresses, e educaco
) damno do Bra- \
lea Geralp o-
P Respon-
instaurado
putaco
que a tfaco
i&a*.
porcao de laboado de diflertntes di
e outFas madeiras : no fundo do beco de
junto, a caza em que moro Beruardo L%
CompHnbia. t .. *
1p\ Vende-se u frotase a .rolaca Sarda S. Apio
Bautista Cap J-rome Andrealti linda de Montevflgo
de U>te de nove mil arrobas de carne e mais propria pa-
ra a carreira do Rio-Grande j acha-se virada de ban-
da defronte do TrSpixe do algodao a fia de se poder
examinar o casco : a' tratar com o seu
A. Scbramm ruada Cruz n. 27.
consignatario
Av
Lluga-se o segundo andar do sobrado ao^enlrar
da ra do Rangjjl l). 37 para pequea lamiiV1^ fia>
luja do mesmo.
$
y yernas.
>\-\*iv*%*w
i
/
>
ANJSUNCIO.
l^F.r.do notorio o lamntate! estrago causado pola e-
idemia das bexi{;as, poT despr^sp que rnuilos tcm 'ei-
i do efficaz remedio da vacina, e ..tienta a reeomen-
Aco (jue Nos foi dirigida pelo Exm. Presidente desta
Provincia cm Conseibo, FxbQrtaroost)* RR. Ha roe los.
dnioeslem os PaisweVamilias, em l< da, e
ualquer occasiao opportul(BLtorn< i.oalmerite na da
a Conventual, a que vacinem-.-osfilh.'s, fazeodo-
hes ver a tftilidadj resultante de to salutar reme*
dio. Jm f
PaVio da Solidad
nda frira |r urna ora di tarde do Arco de
Sanio Aritoo/o atcporto das canoas cabio da inri o de
..... buj11 ajfl%bjp t^fcbrulbo de papel, envolvido em
um lenco dejecla, dfiftco do qual *estaviu dous coei*
ntzemtra, briadoTTe^eiroz; roga-saa ptswa
que o liver aebado, di, que quui tiegalv'pode o fd/.er na Tipogra-
SadesttDiario, ou as casas, junto a S. Pedro novo
. j em Oliiida, que ser bem reeom|)encado.
* gr Pi-'i.eo-e no dia -26 do correte una orden
klacio

P
le 27 dft Agosto de 183i.
/o5o Bispo Diocfzafo.
v%MU :
att0og ao Corte
ti
r.r
^iVBrifjue Escuna Dois
nrac.ity boje 28 as 9 li
Lmifjos recebe u*|flp;iraio
. licias da manha.
^""^A Sumaca A\eltUra recebia o .la
bra! boje 28 as 9 lloras 4H man
9
...Jabto^acarga.
Para
Sumaca DbrfS
3 do prximo dn.ie
arrefpr, ou embar
natarios Roza i &
iban*
-*
n. 5>
na.
Janeiro.
hir pjit^vamenfe no (fia
queyifti piesma quiser
escravos dirijne a seus Consig-
{raga, no largar do Gorpo Santo
i
IJara. Liverpoori,
Sabir cnm b^a/vidade a 3j^ca Inglesa, Rov'e
iapilao Williiam liott: quem'na^jiesm^qLiicr
:ar d^ija-seSDid|o Cocbsbotl
A
^aabi
ti seguiu
( muilo m
q*uem a
quem
(>er(
*%* *^*%% %**
toi?03 parffcylarca.
r Becisa-sede 200.^ re i s a juros-com o premio de
doufpor cento ao raez sobre letras de boas firmas :
anuncie.
fty Quem tiver um srtio% perln da passagem da
Magdalena, situado ao rio, e queira ilugar, annuncics
.

m
da quantia de 5 res sai ada por Joze i N e-
loso da Stlveirtj contra Joze Goocalves Perora : ro-
fra*se qu( :n a l i qui/.er yitregar xliri;ia->c aoi
4 canl-ts da roa '. > (^ueimado D. 1Q : aiverte-ie quo
o pagador es i.te, para que a nao pague y nao ao
annunciantT
^-^- Perdeu urna caia detaba(bredonda, de tar-
taruga de^rcliJacoAi o retrato de um',Snra, com OSSe-
fTtiiles rfe* : QvVstido de cor rxa TVexado no pea*
co -omTmf^ico de fita ave imada, o cando penteardo,
e'levant.aJ5 no meio, mas sem penle algum'-o oad-ito
e ao ladoesquerdo do retrato, juntp lloaro
iviro Fi ulard, 1833Eata i de
Ibr valor para quem a ncbou do que paxa
deu, seu done, nao Ibe emporta samr .
cbou ou queln a te-.n, oque d. /..ja bave
... ,_
gratificar generoaaniente a quem Iba entregar.
Quem n tiver poder mandar eulaega-la no 2. sobra-
t d caza N." 23 da ra ber a seu dono, queali inora, em mi de quem se d.-
ver procurar a dita caixa, que a essa pessoa se dar
generosa recompensa.
'/
. -


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