Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02615


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Full Text
ANNO DE 1837. QUARTA FE1RA

f DE MARCO N. 69.
IOOO. O
Trr.oi M. F.de Piia
l*7-
D1AS DA SEMANA-
57 Segunda I. Oitava s> Roberto b-
28 Terca + 2. Oit. s. Alexandre M.
9 Qiiarta a. nertboldo f abre se os Tribunaes. Q.
%&!&&&-***
3|Csa"' .^M-V V. ,e,sao da Th. Pub. aUd.
d J. de O det. j v
|. de Abril Saludo S- Macano Re. de. m.eaof!. o>.
(i. de i etlt 'linda
. 5 Domingo de PascoelU f. Francisco de Paula.
Tido aioradepende d! nos mesmns da tnin pra-
deo*, moderacio, MMrctawoBMMMOiOOBM
principiamos. OVOOIO apontados coa admira-
f,io catre Nocoa mais cultas.
tVesiamaca do iimMi *WI *'
8obcreve-sea lOOOrs. -neos- pago.adianladoi
nesta Trp-erana. ra das Cruzes I). 3, e na I ra-
ca da Independencia N. 37 eSS : onde se receben,
correspondei.ein-. Iepalisartaa.e annunmosj Inserto-
dose tes ;rts sendo dos propr.os asais/nantes,
rindo mig-iiado.
CAMBIOS-
lfm-fo 25.
JUOndre 3f a 36 Ds. aVei leed. ou preta
SOpor cento de premio Nomina.
Liboa .Vi por o|o premio, por metal, Nora.
Franco 955 R. por franco
Rio d.- Jan. 6 p. c- de prem.
Moedas de 6..400 I2..fi0<> IS..000
4000 fi..700i 6800
Pesos I..440
Premio da prati 50 p. 0<
da< lettras, pormer. I 2pnro|0
Cobre 25 por cenio de descomo
PARTE OFFIC1AL*
PERNAMBUCO.
COMMANOO DAS ARMAS.
Quartel do Corornande da Arnni de
Pe a^mbuco 26 de Marco de 1837.
Ordem addicional a do Da.
/
O panto brilbante roa que se a-
presentai5 osCorpos no di., de hontem,
sua firsBeoa ereguloiideda dos m<.v.m to excedentes sonoramente ao de sut'in-
terompida in-tru 9.6 convencer-5 inda
mi-ao Cummandanto das Armas deseu
natural enlhoiasmo e do vovo ioieres-
se que apo.fia tomarad na solemniae6
de uin tal rlia.
O Commandante das Armas vio cora
intenso cunlentaroinl > respirar o praser,
e respeilo los cirtuustanUs levados por
iodos osait s d-ordem e da mais n-bre
cmulaceS, e porisso sent toda a ssptufa-
ad era o feSOT publicar cora o seu < Afec-
tivo agradeeimeoto ne5 s aos seus dig-
nos Compiheiro do Armas en geral, co-
mo j>o numeroso povo que tanto o enxeraS
de ut'auia e conanca.
(Assigncdo).
Ignacio Correia de Vascon cellos,
Commaodaate dss Armas.
DIVERSAS RPART1COKNS.
XHESORARIA D\ PROVINCIA.
EDITAL.
0 Illm. Senhor In-pector da Tbeou
rana darasenda manua User publico,
roe, ero conaequencia do ORco do Exm.
Presidente de 9 do correte, se ha5de ar-
rematar pernnto a mesma Thesourarja nos
dia I. 1 4, ,:e ADr'' P' 0*'aiO futu"
roa- Renda aeguinUs :
1 Imposto de ao per cera d'aguardrn-
te. de c> naumo.
2. L'it ile 4o res por caada d aguar-
den^ 'inb-s, Wc o e*, e oais bebidas ea:
f>ii iiinMS consumios tis Provincia.
i. l*io de a#oo.* "is, p do ftcnoi i|U c nsum'do.
4 Reirtutodo Evento.
5 Tx de j.ass.'geus dos Rioa no Mu-
niciiii do Racde. # # _
6 Dirimo de Mmnoas nos Rluninpio
do Reci. e Oliod, nelaindo o cpiui ae
planta.
7. Ditodo Gado Vacara ecavillar.
A Arrematac.16 de cada no destea rtn-
dimentos hr' ffita por tempo de hura
anno contado do primeiro di Jolho de
1837 3 de Jiinhod? i838,e divi-i'da e-
gu>do i 18 diversos Municipios da Provin-
cia, confirme a ultim arrematacaS;
compi^henHfndo a .lo numero stimo a
aparic 6 do Cad,0 nacida no rorrele an-
no financeiro de 1836 l837. E para
constar se rmndrm ufixar o presente e pu-
blical-o pelo Pelo.
C-.nHdr.ria Prcvineial de Pernambuco
16 de Fevereiio de I37.
No impedimento do Contador!
Antonio da Co 1. EiCiiturrio.
URSA OAS DIVERSAS RI'NDA.'
A pauta he a mesma do N. 5j.
CORKEIO.
O Brigue Encuna Portugnez Eii^nio
re ebe a mala psra Luanda h je (29) as
4 hora* da tardo.
O Paqueta primoiro de Abul, de que
he Cmman'lante o aegunrio Tinento Fe-
lip,. Jos Faneira, t*i pira o Para'to-
cando doporto do !*io G.aude rio Norte,
Cetra' e Maranh^5 a manhS (3 >) do cor-
rente ; e rerehe as mallas -a 8 horas da
raanb do roes-no dia.
PREFEITORA DA COMARCA DO RECtFE.
Parte do dia a3.
Illm. eExm. Sr.'
Tenho a partecipar a V. Ek. que das
Parles que b .je rei-ebi, consia que fra
recolbidos a pris.6 para tetem destino,
FVU-bcrla Fefoandet, paida, piesa em
virtud* de um man ldo meo, pjr denun-
cia de 1 em petihor outra parda. Irire, e casad,
aquol costuraba a ca-tig-i continuarla-
m,nte com hiliatadas, Joa6 Loiff. de
Fraila, que dI ser soldado do Bataa
timo 'de Ca sad-.res, remallilo pelo 0.
de Polica do dtrieto dt- Fura de Portas,
pnrserencqntrado as des hora" da noite
cm uiin* trouxade roupi de rneme mu-
lher em segutmento da tidade de Olind;
Josa d* Silva, braooo reotttido pelo
rorrmandnnte da pairolha que roudoun
dtat.icto doCa.ao, por lar espaDoadoa
un rnu'her; Man..el, preto eacraTo de 0.
Mara da ConceicaOi romettido pulo Com-
missario da Pslicia dominio destrato,
por tf r tirado com pedrs em varias por-
tas OUtTQ pecto do roes'no nom esna-
vod- spita Joiquim Gomes, .emetti
do pelo dito Comnvs-ario de Polica
pelo roesmo rooiivo; e Loureneo
tamliem, p-to, tnlregua pdo Sjrg-oto
de AriiBrea Loi de Franca por tel-o
enrontndo ero diligencia de lu lar urna
canoa no e^taleii o da ru* d Hraia.
Na5 occorreo roais ootidade.
Dos Guarde a V. Ex. Secretar* da
Prefitura da Commarca do Recile *o de
P,vereiro de i837. IU.
Senhor Vicente Thomax Pires* de bigua-
redo Carilargo, Presiden! da Proviu- 1a
_ Jos Carlos TWeira, Prefeito desta
Comarca.
Parte do dia 24.
Illm. a Eira. Sor.
Fora prpsos a minha ordem, etife-
ra6 deitiao dois Franceses, reraettidos
pelo Commissario de polica do pnmei-
ro dUtrictO do R^cife por fclta da re-
vereuei. na I^rcja do Co'-po Santo ; Ma-
non! Fr.inc8o de Luna, banco, reroet-
t.dopelo Sub Precito de Santo Antonio,
por ler sido encontrado depois de meta
noits, narua das agoas verdes eb-io, e
a brear urna mulber, e a espancal a.
Nada mais con-la.
Dees Guarde a V. E*. Secretaria da
P.efuitura da Comarca do Recife 24 de
Marfo da 1837. Il'm. a Em. Sor.
Vieente Thomat Pites deFigoeiedo Ci-
raargo, Presidenta da Provincia Jo-
ze CarlosTeixaira, Prefeito da Commar-
ca.
Paite do dia a5.
Illm. e Exm. Snr.
Das parte hoja recibidas' consta fomen-
te ue fora pre^o a minh- o colhido ao Gallahoueo de Poliai para ler
oc-.nveoiente daalino B-nedicto Abba-
de G. N. rera-tlino p-lo Crtmnandan-
teda Patrulha de P.licia d B a-fiM-,
por tar sido encontrado as daz horas da
noite armado de huma grsnadai.a.
Dos Gua.de a V. Ex. fe"**.
Pr^tciiora d. Com marco do Rente 25 de
Margo del837 I*' eExm. Senhor
Vicente Ttaoroai Pires de Figuerfdo
Caiargo, Pieidente da Provincia Jo-
PARTIDA IOS CORRFiOS.
Olinda_Todi> oa dia< ao meio dia.
Qaiana, Alhandra, Parail.a, Villa do Conda, Mo-
ms|{upe. fiar, lleai ste 8. Jofo, Brtjo 4'AroJa.
Roinha, Pomhal. Novado Sooaa.CMado do Natal,
Villas de Goianninha, e Novada Prineeea, Cdado
da Forulexa. Villas do Afiraa, Monte mor non.
Aracatv. Caaeavel, Canind. Grola, lmperatria
< B.r'i.ardo. S. Ji.ao do Pnnr.ipe. Sobrar. Novo J
E:Hcv. Ico. S. Malhpns. Heacbodo sangue,
Antonia do Jordim, Qneaeromobim. 1'amahi
Secondaae Bexlo$ leira* *o molo >>* P()r vi*
Parailta. Sanio Ai.i5o-vT.ulas aa quistas f.-iasao
meio dia; Qaranhiins, Bonito noa Jias 10 e *
da toda meo aomeio dio. Florea-a dio 13 d
rada .nez a., meio dia. Cabo, Boriohaem. Rio Vof
moro, e Porto Calvo- nos dias I, 11.a 91 de cada
e Carlos Teixeint, Piefeilo da Com-
marca.
OBRAS rUBLICA9.
Os Cerpinteiios, carpinas, canteiroo, e
rerventei, quequi-t-rem trabalhar na o-
bras Publicas pmbando tanto quanto ga-
nliio nai obras paitculoroa ficaodo ex-
emptos do reciutamei.to de primeira li-
nha e doservico activo da Guarda No-
cional, podem dirigir-se a Casa da roosma
Reparlic6 todos 03 dias utei desde os
nove horas da maohf, at ?s doaa da lar-
dp, par* f..serem seus ajustes.
inspecfia das obras Publicas ao da
Margo de 18J7.
Antonio Caroeiro Lea,
lusuector Geral islerino.
INTERIOR.
E5TAD0 DOBRAZ1L:
No cr-nheermos o estado doBraiil, nertt
oespi'o da provincias; queremos ajoi-
aardcllal pela pequen parta do Rio de
Janeiro qu mal roobecomoa, e P*riaao
erramosJ a Babia era 4 de abril de l83t
fez si>a revolnffo, e ia dando-Iba mellior
direcco quando da irt<- prorocs;. e pe-
ditorio- vierto deitar agoa na fervora, e
luff'caraa boas dispotiv5es do povo dobai-
xo de lorninaiia-*: o mesrooquena lser,
efaria Pvrnambuco. Eis urna arguieao
qu n<>s fe e Republko s.qua no mereco
e-pecses reRvx5c8.
Ni nos damos por grandes conbere-
do.esdoe-t^dodoBraiil, nem por me-
lho.es i-.forroaces que ti vecemos joiia-
mos to vaidosos que pen*as bero e-tudadoa poaio6 de um imperio lio
vas'o (o diverso de populacao, to deai-
gnal decioilia*. to variado deinta.es-
;e8- maan^ na coi le, no centro das rela-
C8 na pre^anca das eamars para onde
,'ffl .'ero 0$ representante directos das pro-
tocias, ao fa; t-. dss publicaces de sua im-
prenl., ulgarno-rios habilitado-* para po-
der aventurar .ora juito aubre lls:
;ul,m-n. loaaio da error, que em todas o dse,o de
paz edct.inquiliidado vae p.edoromao-
l0 'eqae a reacca mona., hi-a contra o
albnoies republicanos dei828 atlBoi
a meiroa que da corle. Po.-teiOtw mesn.o
avonaar que oesp.rl.) de democracia esta
as provincias em ratr- inv illuaraeio, riqoesa e ciiibeacio. P V

i


aval
*y
DIARIO DK PE1NAMIVCO.
i I 11
IIII.LJl'll..m-H

Bambuco, essa provincia que serop-e t-
nha marchado a frente da democracia, *e-
ja-nos airi'plo: sua deputacio qnasi to-
da retleita, unida e compacta, essenci-
almtrate melrchica; ella, a primrira,
coubecto os PictOl das instituices repu-
blicanas que liubamos, e reformou qtianto
jd-lf, talvoz mesen o mais do que poda:
a voz enrgica, a censura t hei ci -al tti-
co do ecrrptor do Ca.apuceiro com bateo
o progreso republicano (cerdadeiro re-
gresoo de civilsafjto) e o CarapuceirO, uro
dos mai- habus escriptores que t m honra-
do nossas prgnsas, ach'ou sectarios, adqui
rio proselyto", e o espirito ia ordena, de
tongo eoe Paz dominou em Permmbu-
co demodo quequando ahyjra revolu-
cionaria ergueu no.Dlirlz Pma-u-s trucu-
lentas caberas, erguau-se tambera 0 Al-
cides do norte para snagal-a. Perneen*
buco nao poupou o singue de eus Blhos,
o ouro de sus cof.es para conservar
corea BrasLira una de uas preciosas gen-
ital, para conservar o Para unta-. do im-
perio. F. i.i que vemos erases factos
poder-te hadi-er que nio conheceiuos e
provincia* doNoit, e amoscar cora ellas
as nossns ideas!
Antigaruente tamb.:m se ameacav* o Sul
con o 01 te, alguna ambiciosos maneja-
jo orna arrita terrivel que poda rtben-
lar-lhes as mic;s : a popuiaca do Bra-
sil j to decidida, lie- a qui-scro nuis
dividida ; todos erarnos Brasileiros, -lies
nos quiserio nu tisUs e sulanos. IVIas o
bom senso dos oortia-'s e dos sul*no9 fes
justicia a tael provocaces e de.sprr.ssn5-
ihj : nortistas e ulanos todos marchamos
em unid t fila, um-S-n, a liberdide
ea paz asombra do throuo, a liberdad* e
a paz e nio dni-io e guerra.de -rn'-i
c5es, acebert-das pelo maato de patrio-
tismo.
Nio negamos, actes firmemente eremos
qua nes provincias do Norte, camo as do
Sti!, lavre uro geral vago dssronleutaiceo-
to pelo n-ao estado da r.os-as colisas, que
Peenmibuco nio gastarse mulo da < s o-
Iha da um dos actuaes ministros, como a
Bina nio bavia porcerto de goMar rauito
da nomea$a5 daoulro : roas Unto oa Bl-
anos como os Pernambueano9, como os
Cariocas, sabem que o nica meio de evi-
tar 00 futuro easas elevaees, e de c uter-
inos os mellioramentos materaes e mora-
es qoa dasejaraos, esperar tranquillos
que passe essa interregno da i3 anuos cero
que pagamos o grande erro poltico da re-
volueio d'abril. cora que p .games a Iou-
ca faeildsde que u..s fez acteditar em
vas, aleivqsas hypocritas declaroac-
as.
A!gum's provincias porem menos illus-
trada inda tal vez confiera no ui>.* 03 vir-
tuosos patriotas talvez creiam que a de-
mocracia a panacea que tuda cura que
tica l risa todas as cbgas sociaes, que sa
na a iinmoralidede gerai, q'coibe o as-as-
sino qua da' *ao laico amor ao tr.-ba-
Ibo 1 e.-peito a propridade alheia : talvez
mais em lien mismo pira ellas hade che-
g -r o dia dos desengaos : e se a adrarais-
tiaca superior liver prudancia, e nao
der passos Oesarcertadus, e provocadores,
provavel que us encontrara asses sen-
timantos perniciosos occasi*5 de rebentar,
e que assim tn- e e talo dubio incerto de
paz ameacadora v-<5 passaodii esses an-
uos de provanca que IKH forana impostos.
Talvez que anda do Rio Grande. coiba5
as funestas tentativas de alguns entbusi-
astas, lhesabram osolhos que setocuem
despresiveis e de.-gracados instrumentos de
algum anii.e ioso, que os allucine coro
inexequivais utopias e que prometen-
do-ibes Uberdade, exija sangue.
Os eirpregos naciaes sa5 ccmmisses
teniporiria.
A revoluQa de abril fui mal ercami-
rhada, diz utu periodi< o destaco.'te, e
puriisj te ve o resultadas que estamos
presenriando : d-via->e ln-ei' urna lim-
pa gfTn nos em pregados puhlicos, tiran-
do delles o que hiviam mal sai vid., e
rom <-reatuias de D. Fadio. O 6oer-
nr> pedia aiu toi isac5 para isso, nao *e
lo'aquit dar ; os mouarqulstas ja se ti-
nlurn reforcado, e os empregados pol) ico?
fbrini mantido: a Franca depo^s dos 3
das de Juibo coodemnou o raini.-teiio Po-
lignac, Limpou a cmara dos Pares de amados concilladlos se tu lo ista pie
seus ultimes rrembros uomeados, e abo- ctTailuar se pela iii'i- e constancia, nuis
lio a lieieditarioilade dos que fram eoo- e misse eitreitem os vnculos d; frsterni-
servados : nem ao menos isso ae fez do dade que nos ligio pros'ga-se c^m todo o
Brasil, Ind lobea. calor no propost9 encelado e consegii-
N 16 houvf verdade decreto que ar-. remos aliro recobrar a perdi Ja t.an|uil-
mtndo n govarun de poder dietatorial lidada. V- no i oculares testetnunhas da
puscae a,suadisposica6 o pa6 dos empra como veoeraveis anciios erx-anaci los no
gados, Porem em troco diaso um princi- tx-rcicio das armas ea qoem era mais
pid se apiegoou se i'itrodusiu ebeje proprio repousar das p.i-sads f digas, a-
domina em virtude delle a espada de
Darooclcs asta' suspensa sobre cabefa dos
arrn.egados o pao da sem fi'hos o ali-
mMit->desuanniilia.s pode Ihes ser arrau-
c?di a vontade de om mioisiro. Os em-
prego sao commi-sr.s, sua con>ervaca5
cudindo pie.-urosos ac grito da patria desj-
[ada, n < h-i'-ra lia.u mo'i.ento em
dt-sembiinhar firloroaas espadas, e era
rvunir-se c-.-m b avura mais que usual ua
ua idadu os dtfaosoivs da Ki OU coad
juvaram seus esfrcos cor a puiden i* e
depardedo ibiiri> ministarial : eia p-jia canaelho que Ibes be proprio. Timbem
empregados, obsdecei a minh vont*de, vos n 5 he desconheiido com qoi
de^cobtir minlias otencSea a r*sp.-iua-
as quando n*5.... os empreos sao ntifivits, oi.lrts vos.substituirlo.
F em virtude desae principio a iim^ca
fti geral, n*< magistratura m>mu ella 9e
inirodusu : coma proraulg^ja6 do cdi-
go do processo muitas de ea>big l'-ram excluidas das relacss nau-t^s i*
zesdo fora ia ara dasemprogados. No*
eir pregos adn-inistratvos e de f.>senda ,
nhi esta as lefoimss daa alfatid -gas e da
outras repartigSes.
Ora, ai es-e devia ser o 1. benefi-io
da revoluc^S da abril, consegu*a5o ,
cansegnira-o mais do que o esperavao os
revolucionarios de abril.
( O Chronista. )
RIO GRANDE DO SUL.
Proclamaco.
Generosos Rio-Gramlenses Caros
patricios meas Sustentar intacta a
integririsda do Imperio m*mer em
sen vig r a CoBstitoioaS que nos r-ge e
defender o sagrado* direitos do nosso Jj-
ven Irop-rador eis os primeiros deveres
do Braztleiro honrado \ eis os ardente>> de-
Zfjos da qua me sinto possaido neste
momento em que, sendo sensivel sos
males qua vos .ffligem mu disponlio pi-
ra presidir a vossos destiuos; e bem que
me na6 considera com saffieitntes forjas
para osextitrguir da todo, o que sobro lu-
do rae seria lisongeiro a vosss eoadjnva-
ca5 augura a meus esfor^os o mair feliz re-
suitado. A vossa Provincia esta outr'ora,
florescenle. parte di Terra de Santa Crac ,
e que boje aprsenla o horiivel qu' miseria e da ruina que vos be patete,
tem ido a infeliz victima dos caprichos de
homeus imrnoraes, que com os sagrados
nome- de patria e lib -r 1 ule tm inientado
sed:zir-vos a cujas mentes sanguinarias
s s-5 pelas pavoio-as idr^as do r.mbae do
a.isas ioo oceupadas ;v tiles empieli'deiio
e consegnira desunir-lls para chegar a
seur funestos fina e com ta -jlroz sagaci-
dade podero arvorar entre vos o luctuoso
estandaile da.anaicbia e da guerra civil.
Cumpre que com os mis eslreitos vncu-
los nos unamos para reprim-loa. Confie-
cao esses malvados que os Rio*Granden-
ses jamis pactuar com seus infames de-
salaos. J t"!i ics vi-tj coi o.das as patri-
ticas fadigas dos que com iniisivel en-
foigo, pugn 11 lo sobre as trin he.ras d
roasa Capital os iizara arr^peader da
louca audacia cora que por mais da du-
ra a vez t- n;ar 1 000quista-la : nem vos
s5 de-condecidas as repstidas victorias,
que psias forcas legres tem .-ido em todos
es ngulos da Provincia reportadas. An-
da em vossos nuvidos repercute o clan-
gor da tubi com qoa a bgeira f mu tm
celeb-ado saua feitos no Pasao do Razario,
no Rio Pardo, oa miseria Pelotas, oa
un ium < iac.5 s na Itapoi S. Leo-
poldo, Tfiumpdo Taquaiy e outras
mnitas ptragens ; o antbu-i-ano e d io-
do que d stingue os iot.epiios defenso-
res do or 'e e Rio Gran Jo, e em fira os
prodigios de valor to heroicam rite opa-
uido. n.. Ii'.u do Fnfa, e tarra li me ad-
jaoenle. Mas taaUs anlagens consegui-
das o tem sido poderosas para por termo
ua obstinarlo e parece que eru vez da
hutni cabeija dacepada mil Outras se re-
produzem na bydra infernal qie ameaca
devorai-Tos. j\* desanimemos pora ,
istio<'c.5 sh tem comportado a le 5-era
op races tanto de trra como de mar ,
e como huma e nutra se h constituido
credoras da vosaa-estima pelo incangavsl
z"laqtta tem desenvolvido a prol dosobje*
clos sagr*do* que defen iemos. A's armas
pois, Rio-Grandenes Na 5 con-iste o
verdadeiro pstibtismo ero simples pala-
vras } he preciso que estas .nao scj5 des-
mentidas po' acea- ; reun-vo- engros-
aiquinto possivtl fr as gloriosas pba-
langes da lai;alidade ; e sintaS os retel-
des anarobistaa que n ha impunamen-
te que ^a p>de alcentar contra o ocego e
tranqollidade de hom povo que 61a a sua
gloria piiacipil em man'er a ordtm ta-
belecida em si r submi.so ao Imperio da
le, e olie tiente as author'dades pela mi s-
ma le constituidas. O Vosso Presidente,
queemtodis o-seus acto9 protesta saguir
inalt' ravelmente este rumo he quem as
sim vos aconselba; confiai na sua boa
fi, coatljuvai-oeora vo saa luzes e e-Tor-
cos e na.5 prestis ouvido> aos embustes
"com que os atiabilario8 proc.urarem aba-
lar v.issa firrmsa n efriar vossi con>tan-
cia querendr peri-uadir-vos de que os
amrcliutas sj5 b.fejados* pilo Governo
Otatialfi ou p^lo m.-nos gosa da ana con-
nivencia. Setneihantts calumnias-, i!u
de terem sido deimentides pelos po^siveis
8 ccorros que o mesmo Gove rso vos |pm
c-nviid > pelas orduis existentes era fa-
vor dos lagalistts e BOM familias de-am-
ptradrs o sarao inda mais pelos actos da
rniriln i-dministrae^ ; os quats comas
suas iu-ti ucc js eregulamentus ha da
guardar hmia prita harmona.
Vaa Constituas poltica do Imperio!
Viva S. M. 1. o Senhor D. Pedro II :
VivaoKxcel. Regente, que em teu nom
governa : Vivan os amantas e defensores
da legalidad* : Viva a heroica Prcvmii*
de S. Pe-tro do Sal.' Porto AUgre, 7 do
Jaueiro'de 1857. Autero J^ze Ferreira
de Biita.
Porto Alegre i3 de Jme'ro.
Os farroupilhas da Colonia de S. Leo-
poldo ter.taia no da pdo cnente opp-
rem-se as ordena do Excel." Sr. Presiden-
te da Pioviucia que mandando comlu-
zir prezos para e-ta Cidade a traz indivi-
duo- recondecdamete rebeldes, ealpe.
rig.sos, depoa de embarcados n'hum lan.
chin ene*.liados avancra a este como
cousa de huns 60 todos armadrs pira
sacar a escolta os mesmos p.reo> ao que
acudindo com rap dez o respectivo Juiade
Paz, e o Crouel Albain cm 2o e tan-
toa bomens que no momtuio poJertS
reunir, na5 s repePira aquella-, 6o far-
r^pos, como pienderi debes 1 ft.
Consta que no numero de 60 andtva
hurn reietue F?yets, que 1 manos de um
trez lora soltoem c-ins-ijuencu da ordem
do Sr. e-Preideate Jos 4 Araujcr R-
beiro.
t'onla-s que horHa qntirilhi do 'ar-
rapos lenUra entrar na Villa do Rii Par-
do ; masque rara .eprliil com denoio
pala vlente, guarnido d mesru^ Villa.
Qoo o Sr. .Brigsd.'iro Gispar lriati()Co
\I. Uure'o vai c< tunandar ns >Innic>oio
da Cidade d Rio Grnde Pel>>t i e Villa
da S. Jos do Noile; o Sr* Briuaeiro
Thomaz Josa da Silve, aquella Villa do
Rio Pardo; e o Sr. Braadeiro Marmei
Carneiro da Silva e Fon t o ira, as Irmas
da Icgslidade qua se avdia en opi<5
pela Villa do Tr-amph*, Taq-iary, San-
to Am.no e mais cjtStiivtusajacentfiJ.
A farra paria djesti Cidada toda aodj
cabisbaixa ; seu protector Ihe desippaie-
cao todas as suia esperancaa Ihe formo
frustradas jn'moi bem sabem que Um
tod< o pez do rigor daa lea a que ha
de infallivelnente expiar seos crioies : o
Jd Consta tambem que sendo agarrado um
hornera que vinha doSerra l^g" om car-
ta do lebelie J*8 Maooel rfe Lima pra
Nfto e Crearenco, seacbaro algumas do
roesmo rebelde para huma pasean de sua
mi-ade em P'.-nt-s ; < ouvdando a a ir
pa so.i companhi ; porque ( di:', lie )
n.i5 voita mata *o aervico nem Provin-
ca.
Neto est muito desanimado: tem-se Ihe
desertado para as fiteiras da legalidada
muita gente ; em hura s dis ( dizem ) Ihe
draei tara tenia e tantos humens.
Os farrap'a qut aripartreaS pela.s char-
queadas da Co.ita do Triumpho dpois
de hostil sai em e insultarem como he de
seu uso o coturcre av*diad *e ; >on ta
que sao capitsneados ptlo lamost Truate
Coeiho.
O Excel.''Sr. Teoente ^General Fran-
cisco da Chtgas Samos, tee a bondade
de aect-der s rcgtivas do Excel. Snr.
Presidente da Provincia e aos vitos de
seus comparocliiano-; aceitou a espuihosa
commiasao da Comroaniantade ta gu-rni.
5> em enj e*eficio se ach ; om-
rnis-ade que se havia demttido por me-
lindre de .-en nojbre brgolbo, D u o ElC.
Sr. Teneuta General c huma prova de amor e de particular esti-
ma aseos cancidados, que reconbe'cem
nelle bum valentec-mpem para couduzi-
los a ccmpletar o triumpko contra a mal-
vada coborle fanoupilbal.
( Sentinella da Liberdade. )
RIO DE JANEIRO.
Rparticio dos Nsgocios Estrangeiros.
Discursode Mr. Pontos Ministro Fran
cea era sua audiencia de d<.-'pedida
para es Estados Unidos.
Smbor : He com viva emoca qua
venho despedir me de Vossa Magt>t.icle. A
longa residencia que por duas veres te-
iiho feito aqu em dver.-as po-iges, os
grandes successos qoa t^stemunhei, a be-
nignidada com que Vossa Magestade a a
ill.r.'ie R g-mte dtste Imperio coostante-
meuta me honraran a benevolencia que
eneontrei nos m^mbros do Governo, e,
posso dte-lo em todas a?, cas es d so-
nedade, me nhaS de aiguma sor te iden-
tificado com e-te belloe nterevaue paiz,
e fasem que boje me seja do'orn-a a sepa-
raca5. Mas, ao menos, parlindo para
o n .vo deatioo pas onde me chama a con-
Baug do Re, meo Augusto Soberano ,
levo aomigo a eap#r*uea ou antes f in-
tima convicg 5 dos felizes destinos que es-
tad reservados a este novo Imperio e ao
seu joven Monarca.
Sim 1 Impci.al Seiihor o Rrozil, soh
os aii'picos e pe .a cuidados vigilantes do
poder 6ime e lu-traoo qua > governa o
Imperio em Nome ta Vo.-si Magestade ,-
vea bem depressa apa.:-.r ni-.-e os lti-
mos se-t>gios das d'Sgraca- passadas as
bis-ereto excutadas, os recursos mara-
vilhoso o'e bom s>o favorecido do Ceo
adquirirtm aimia nofOl desenvolvimen-
to e o Trono Constitucional, ebjeclo
daseperancas e da viva aollicitude de to-
das # Potencias, fuodsr-se em bases ina-
bala ve*.
Dignai-vos, Senhor ,'reccber com fa-
vor e *spretaU&'dsMM scntimenios e dos
v^io* que nun' ie feliiiJaie de Vossa Alac.estade e da Sua
Angosta Familia e pio.pendade do im-
peli,
(Corraio Oficial).
f
Saocutaib: ante hentem 6 4o FcveteU
ro i!-- tarda f u Imi ataque de apop'u"
xia n Cidad deNitherohy e toi ea
pu'tado honlem na Igreja de Conceiea5 o
Grigdeiro Bcto Bjrrozo Pareira, Se;


DIARIO DE PERMAMBUCO.
"
nador do Irape io pela Provincia de Per-
nambaco.
EXTERIOR.
REPBLICA ORIENTAL.
Montevideo 28 da Dezembro.
.... Aproveilo esta orcacia5 par Ihe
remeter < Iguti- impressas ce Moutevidio ,
jobre os uenoivos polticos. H* dous d*3
que o Presdanle mandn cIuist o Ea-
canegadu Brasiieilo, e tivei5 bumx
gran Jedi>-cus5 abre o Brasil, a poulos
de qias'fttracarem te. O Guvernod'aqui
man(oo a Escuna Loba que ja rhegou
com auTumeuto de Bueno.Alies e aqui
se est recruAttdo pela -amp'nba 6:"0
horneas. Na rtisc,usa5 que tevi o Presi-
dent Com o Enearregsdu Brasiieuo en-
tre oulras cousa, tisse Ihe que em un
niornent" lJr" 6:000 honoeni em ermas ,
ao qua o Eucarregado rato qui o que o
Brasil Ihe poria 12:0-0 .obre a froQtsira.
O ponto de reua a5 de do JaguaraS e e as
co'JS-nla derem Volta breve tem>s fao-
danao. O Euc esteGoverno auxilia* sos Farroupilhas,
eo Presid'Ote'que o do Brasil es'ava pro-
tegendo Fructuoso Rivera. Ellos aqu
nad IC'O meto dos Brai'eros, porque ui-
zf-m qu naSconheceni a c.mp*nh<> po-
rno treme 9e vem a testa Fructuoso Ri-
vera oqU'l ainda t*m por aqu mato
partido. Aqui esla fondeadas a Cmvela
eo Brifeii de guerra B Brigue faz mais honra Nsca do que a
Curveti ; ba nelle muito roais disciplina
do que na Crvela, e S'bres?be em aceio,
p>is que a marinhagem sempre ss apresen-
ta mui liropa em mau>b-a-, em exerc-
cios em fim em todo exrede Curveta...
qjie he a miseria ds miserias.
( Carta Particular.)
( Jcrn-l do Commercio.)
franca.
Sobre a Falla de Luis Feppe.
Acabamos de dar aos no-sos letores
falla do Rei Cida ii5 na abertura das C-
maras. O Governo Representativo cos-
turan imstroelhnte occasies apresentar
urna couza que se clima-falla doxhrono
que he huma espacie de bordo d'ago,
ondeos Polticos v5 cmher s fisiono-nie
do afn Ms os Mmi->tros-trn lempre
o cuidado de ieiht.iar a ful'a de pilavras
ambtcu.-s, dubia-, e disto a q.ie se chama
pau'iedous bicos; de snteque a maior
parte das veses os polticos liea pchuOfaar
pelo dedo e nao pedem fjrmar as'su^s
conjectoras sobre a guerra, ou sobre a
paz. He justamente o que nos sin ceda
corn a de S. Magestado o Rei dos Fran-
cs* s.
Diz o Rei Cidado que a Franca est
colbendo o tm< t de sua ons^m e p u
dencia Que suas iustituice.i v5,me-
drando e que mu prosperidad* aug-
menta Ni acreditamos que isto *sia
assim poi c >m effeito a Franca est ft*
liz. Kste afeUd de prbape idlde be de-
vido absolutismo da L\pola..5.q' cribe-
cia os honv ns, e jorisSi o. sugtitouaaerem
felizes. As Naces seo como as enancas,
nao apiendem sa nao rom pslmttjaJas.
Nome idu Imperador no lim de urna
guerra rivil, l'e prtferio o Abso[oii-mo
aoSystema Liberal, eresa teve elle, que
assim foi preparando os Fro tice zas para
receberem a carta de Luis 18, e de1-
poi- del83o. Oh! Se a.-siro zps'o
Grande Pedro! lie em vez deabiir a porta
saraln\5,s conclui-.se as reformas, e re-
edGcasse o que aluira ni boje oa5 te-
riamos pmado pelas violentas crises, que
temos visto Parece que o pensaroeuto
horrurososjq' presidio a abertura jdas novas
Cmaras fra : fcW muito, gntai mui-
to, despdac'i-vos e sepuUaio vosiopa-
iz naauarquiae na incertesa
DitS. M. qu a pa;d3 mondo parece
esttrpoc maitoteropolivre da todooat.
que.' Chama-sea isto lagares comuriy .'
Como he possivel que S. m. antevea no
momento em quj por toda a p>rte s
conspia contra o Principe Monar^uicu !
N<'5 v o Rei Cidadio a guerra na Hes-
pinha ? Nj5 \ uredos de Barcelona?
E os de N.p>ls ? Nao ante o d; Lis-
toa que breve mostcai) o Sceptro da
Aaarquia .'
Continua S. M. di'.end: qu9 aconteci-
men'os gravas tana abalado a ioatituicSaa
d Madrid e de Liibaa O que S. VI.
chm Iaslituiji de MaJ.i I, o de Ls-
b>a muibmis n : se falla do Esta
lulo, e da Carta, esfai com p-rdi de
S. \. era d Hespaaha e Portugal,
e na5 .rnente de Caues, OOIUO parif-
ce interr'er se das frasee empreadas. O
vai ba abdarn.6 d a verdlieira idea
do* sucedo* que tivttra lugar contra o
Estat ito e contra a Carta : por qu1-' es-
tas L is '.'u'idi Q-nt.i s nao foro abalada;,
lorio derrubada-. P.tsua lir-se h S. M.
que ellas ap-nas soffrerao humbalo, eq
esto em p. ou nst Diz o Rei Cidadi que continua Jifia lo
com u Rei da Gra B.tanha a faaer exe-
CQtar Tiactao da Quadfup'a Abanca,
com religiosa fi leudada seiiond > o espi-
rito com que foi deod! Isto em
botn Poituguea h cbarMdi ou eacarneo!
Qu ndo temos v9o a Franca aoccorrer
com dihe e To Carlos : iinnrio a temos vito dis-
olver a Lgia6 do P- e'Ci da l.egno Aliicana, chama.' a isto
fid<-li lade M-ts n^S n:s esqur,tmo-,
queS. ^la^^sta'Je diz que o exeenta se-
gundo o espirito com que fin dictado
E iju. ni sme -a. que e pirilo foi esta !
Pelo restioltado foi o espritu da manga-
C.
S. Vf. deseja sinceramente a consoli
dc- do Throri. de Is^h-l seguida !
Pois olhe que o na5 parece !
A r'.speito de inlervtncio, foi-se : o
aaogoe dos Soldados Francsts beso para
Coastamin > !
Curco m >5 damos valor algum a eme-
Ih.anie<* fallas', esperauos que hiBveman-
te S. M. mandara' .de cmeto, s he
que p n6 t'nh* mudado antes de pro
ferir a falla em qaestaS.
(Do Artilhciro).
Heipanba.
Extr?cto de urna Carta d B yon-
na, de 6 de Janeiro.
tl O novo G-n^ralissirro D. S.bast:io
passou revista ai.s 4 batalhes, quj sto
anda nos .iibuibios de Bilbi, e que se
povti. uutra vea diante,da Cidade, 'fin
sv pode formar uu>a n-a do enthiui>smo
cem qu fante para o cornmando em chafe. Ao ap-
parecer em Galdnranu, foi saudade com
reiteradas aclamaces da Viva Carlos
50 Viva el Inl'uite O Prin. ipe esla-
b-id'eo os seus qoaleis generaos em Sor-
noza. A oavallarie brevemente aera -rga
D'aada, com a addicio d"s cevallos tr. ai-
dos por Gmez, c6n tmio eosopasta
de 2,000 borneas montadas. Outro mo-
tivo 'i sao u.bio o entbuMasmo das Pro-
vincias Oo N01 te, no obstante os gravas
importo* que pfzio oh: e ellas. A convic
ci'> deque a guerra deve terminar no tii-
Dofo da no-a causa es habilita a soffrer
continuos sai rifictos cm a maiur reigna-
co. Os Christino8,que reeeilo um novo
a<*e<>netidiento de Bilb, esto activa-
mente oceupados em erigir fortificarSes pa-
ra sua delata. Um nsvio carrejado com
5,000 anegas de tri^o, e outras provi.ses,
que fe detinava pira Porlogalete, foi Un-
gido pela forcado teorjpo em iiermes a 2
lo corrente e foi tomado pelas authorida-
des.Ca listas. O seguidle o tato da
Proclamacao publicada pelo Infante D.
Sebtstiio Gabriel, Capitu G*neral em
ebefe, na ooeaaifa de tomar o comosando
doexercito. '
"SaMadusO Rei, tnen amado Thio,
cujos cuitados tad'-s sf-i empr fOaaO beiiulicio, me confer* o com toando
do txercito. Niojpertonce ao vossu Ge-
neral o julgar ss resolusfles do seu Sobera-
no, mis provar que elle vus de* por che-
fe um 'j"u.iad. dispost-i a pir'ilb-i!" to-
dos os v -ssos irab4lh >*, efadigaa. Eu e-
nho leslem'nhadu muitas vetea as TQSsaS
facnh.s. V'i m ;-m >s tart-is OOCazifo io
t-t.unuu'iir o tiH'i zulo pelo rosso be: es-
tar, e os mens esforgis pin con lur u'n
guerra, tu que v> j estis cubvrtot de
gloria. Natai como a patria contempla
as vossis acs.'s. A patrir g;me dabaxo
do fago daqualle lacea atrs, usurpadora,
e anaquioa, que devora a p ospen i^.U do
piz, a tormenta as sus vioticoai, e pelos
seus imoioi aotes, ranea a pacioaeia ia
Providencia O.-ouipoiente. Soliadus -
Para y6< e mterui* a gloria deubiur
ojr asta facslii uo a'i'srao de quenaaewo.
Vi ja saiv-tis a Europa lima Vez, vos a
tornareis a salvar agora. V<$s os oefeiiHO.
es pred-stuiaJos para prcSerfarothrooa,
e aisg do, auaatopodeua punhJ detioosans j
e pateuteando --s intrigas da v;l imbtgao,
e ttiiochairada atrs d* g1 ed is trata I >s.
Niu'-a fi reservada pira es biavoasaais
gloiiusd e.np.eta Coofia na j sUy* vossa cauaa! O D-osdosexercilos p tegt-r iquells ulori-.s tisiio, qua v.
t D-lel ja boorado pa roana coi-gm o
di({iiili dos pelos V'sso-s. lf iroeutOS. .i!
gnus esf-reo' maU, inaus b'a vos amigos, e
a victoria coroar iufallvaltnante cs-.oj
i so3 trabalbos.
OIufaateD. Ssbsstiio Gbiel.
Quartel general i* Galdacaoo, 30 Ce
Desembro.
(Do Eraning Mail)
VARIEDADES.
A mana d* Scalo.
O Seculo i9 saaiagalarsa por r-nmde-
Sfj-' iusaciavy! to iniiova<,6es T do q'ie
t-xi-te, atornents a gerafaS actual i r*-in-
gusm e-' contente romo que pos0el A
rao.)* loraou-se despatis-s, mas se ei^a aa
menos nio pa^sasse da romauesca etboce
do Beilo Sexo, h -.n : mas desgnaca 'ame-;-
te tita desuna- i a eabeaa '.'os nosss con-
tempera seos, os quses i-acrifies8 Deusa
dsInn-'vaces a Liberdade, qua passui-
io, e (ollocando a Patria em a balsnea d*
incertezas, se langio emogrlodo das re-
voliuSes seui termo, e s-m juizo !
Em i8a0 o nosso Portugal era um Por-
lug^l Iog'es; o nossa Jola 6. olhava pa-
ra o seu Paz Datal como os Injjwz* olhio
p^ra o Cabo da Boa Esparaaca : j p.'.rt o
o'o de C^rcas se mandavio degradados
omo para B Uay Bay I B r-sf;vd ara o
Vice Rei dus Lus -, e euld os ,u os coro
tirita ratao se iflsurgiiia; e riigo o qne
diasc-m os Absolutistas, o nos > al ds
Agosto he, e e- bu na di necioeal, ** 1
et o maior da ta Nc4j Pnilaguaae. 1
nimi^oa d r*t^ute, r- approtamos
aquel!: por eW ti-s coiistitutmes: de
C'donia passtmos s ser Naci; e .e ella
Dio nos produzio tdo o bem, que era d.-
espf ra, nio a ci-luemos, mas sitn o ho-
mens, que ssapossarao de lime rfoGorer
no : ei- bons petiiot 4e Estado Tinhio lido muito, es*s nio
sibio o ttrrcno, que pi>avio, ni-m co-
nbeco os ventos. Hum nico boavefl
pedia entio sslvsr a Putrift : evte tr*
Fernandos Thorooz : loco que Mor reo,
nierrau rv .lucio de 24 de AgnSto Foi
asfim que con a morte 'o Gjaude redro
SSpiroll a Carla de 26 !
Que viaas aa-a poca de enthusiasroo,
ede Libtrdada? Oshaosensdasiots6
es ^egujndo a m nia do Seclo formaifo
huma Coiitiuic;ji, recho.'da d heli-ir>s
tbeorias: SMCquerio o Cdigo dv ta-
dv, que baeia ni^cique^^do o da Fianc*
reol(ona i Calca io o Poder Monr-
quico; despresrso a Austocraeia ; adu-
larlo, o Peder Popular; 'o resoltado?
Hum R-gim^oto, (o 23) que na espera
grita**Goaalitutclo ou n.oite^mbeca
JTaba dsBebellilo! flura filho du Re,
ento lconbecido por matar ces, o so-
gue ; a Tropa abaoduOS c Cpit*l; o Ri
he n ultimo dos dr;e.tt>res ; M Rp'oen-
taates da Ifasla sbandonN s*s eadriraa,
que alo dermis Tictcriosiineiste scotiladas
pelo bravo Cunde da Taips, o a obra das
inuovac5es cabio, a ningueca a d.feudeu !!
F lilias MCI aii uV-t- I <; ; e i'itf8 factos
nio b# tg-BBvnn.s. U :-v .'>. ^ue'
au he hum Pov/, demoviniu*: ts i*o,
assim cdojo t'Ut-o t,ualq .ti Pov, i seas
habitas, e de r*Us ci'Siuii'*s, tile b i^oa
a Carta, porque sa Brtifoi m v> to-u ds in-
sole, euiiri na d< estitnjiras po^gui-
?es. Mas h es uooraeores, segaiudo
a mana do Secuio, o ci'ra^eouds. a re- *'
va'cio Garca, lerrublo ii iu a
nitu e-3 Oh. la Sabedors, e se lu-.
4 em bum'nir da incattelas, qce lio
aavagaado a mare doi veutats. ... da on-
cas, sern diartraa, e gem lama !!
A ejtprriuci*, cwiijieana do r.ussa
fahrada, e muito ni-r da Patria, qua
nos fe ve R S0U.I na iajpillia a nb.iu.r
husa reuiuvao perigvsa, e tfesneceaaari* !
i rtease, p-nqo* no lncese sea os na-
cos A nao I u tumo, c sTufliM t?. ferveuta
c.' .'juv.5 todas s> paiavs, e iouo-. .ai-
b-civ-Ci I >na S*I po.-que iiat.a
tavs :;T5* iiss < a riua U taagUv, nio
j> eisa-, de autioaigum pa iu potiiuo*
Victuua loiiivs "i uevu. cvica,
maa cun%< aos s osrUsa de queja so vai
vveUo oiieeiii!: .;;; qut h* tmp.e qacm
curas ssma o secuto.
ISraaso aaviaoioi us de approvar a
iv.cl -;5 rio iiit 9, ot n SgUem se s"va
pe* Autuaf aeda! Quaou*io j* disec
a algam PoftgiteSfio fui saeu ..*'!ivr
Eu atvfo pn ca do bymoo so-Rei ctieg*' -- quem
nioguem ("'i wr Auhu', i?-sb iatulu-
, ,j du da o martba kiu ler appaceoidO
1:1 C"ramvitda, bea 4* 1 li/. t:m-
branca ^J *iiuas que o podei lusl lo*
,a Karvsdo sapplsui Is t^ue a Ariato-
crsaia a abarni u Qa b'::j po*or
getl saderramou -.1> L\avs&I Bhari"
amos a joulas.BO*a viva a-s liua eus
dssianvv$6es > iicaofar agm
i.: pi .^u-, <'U ti r amigo Saeiouai, a
da VaJfta? mwsos sacrislciea tofai muir
tos otra -v.oia '"'" seV-uUiji ui.J.
K6i stliibuioaos euio estas uinovafes
mama d-> S8Cule : tvi :-oJ aro ideapsaha
le 12, stj; moda em Portugal a *e2 I
Ls foi ssoda faUaf eui ir 4a\aca: ifci'e*
ro.s ( laubvoi sm njoUitiv.,o! InUtiz
Portugal! Tu oa6 p*sas le sum Vetho
v- Od muda pobre, eperdulario! Abl
n,..:, tu sabe o que quuea 1
A^ca parosftlo uossos Leitora.j, que
Ibes peguntemos : que ganhou a Naci
com t mans do Sculo 1 un; ninguem
-c revo' (iu-. se ;,-o i:-.a iu.tliu ar 00 es-
taco. Eu' que mlhramOS nos? Eiamos
huma Naci CoBitltula ; titih-.m-'. h.m
Cdigo V tilica, que giauti: na S' iiti-
' tos, a po*peraa i vooude la Ri<,ha,
4. CtMM, e dos Pases Eatraageiroa I E
rjae lemosbeje? Nad-. Ao Cdigo da
iiois s lirii.-s succeJec Ditira CGo-
v-rno, neme a dos a fi Constituida!
A's n *- garanta; 1 anarqua soemui-
s>ds! A'vo?: daLii, o oapr bo 4e aaia
^u'ia m furea laj Nu<-b<:i la le At cuta
oG ffroo t-i.ba crdito i Huje ang.-iem
d I e 6" I' feliz Purtug!, tu alo pascas
dahtisn Vslbo gateiro| vst^-jo a meca
pobie, pai u'l re!
Porem h* quo sa a Nao,5 aaStesa
luc btiftj nrvo Co.o, em que p'aticamcata
lu'rari nudol A nors Constituit}to '-io
teronom de Caria! Em de duna
O.'1'M, teii dcisCssj buroa da tseo-
Iba do Fuvo, c iutra d SOtolb do /W-
.rcha, que continuar a ttf o sea Velo!
Sao do a ^i o, eeme pai* imitar o M.usa- '
nsres be !? p>gDntar, para qqe f.. (auto
espj!K dua*. ; tirfir o po n quena o tu ha ; redu-
zir inmenso P- rielarse feme, e
desc-prri*5, e fazar-uoa passar por ese
mundo poltico per bum Po*o sem cara
cter. T-l be a minia do Beoulo-I
(Do Artbero.)
CUNDIOS.
Bata 28 de Fcveie.ii o de I83\
Londres......... 25 ./3
Jf'S............0 por r fr.incj/
Lisboa........,.. 1ji5 por esn^j


DIA1IO
Pernarobuco .....
Rio de Janeiro....
" Dobles Hespan...
Pecas de 64oo....
Ditas le 4060. .
Pesos Hespanhoes.
Piala eunhada...
Descont........
'Cobre..........
15 a aopovc.
5 p. c. de p-emio
a5f)O00a a6000
13^500 a i4#000
7&000 a 7#>S00
ilO pro c.
nO pro c.
i'/, a p. Citonoti.
15 p. c.
Moeda papel......5 p. c.
(Do Diario da Babia.
PublicacSo Literaria.
Sanio-: luz a traduce; o das instituicSea
do D.reito rubrico E clesiastico de X.vier
Gmeiico, e acha-se a venda ein Orada
i ua do Varadouro a. |5.
AVIZOS DIVERSOS.
.^
O abKOs9;grado Un o a oorie-pon-
dencia doCalcas IVdas inseric no
D-arin N.66. ein que dt qu < Snr. Ma-
nual Zel'eri:. dos S.iiitos au va u s< o Ir-
mo a f.i'xar op<'Scio ao ebaixo as ignado
na jrrerotUgao d* C'patazia da Afatide-
ga ; declara qoo nao hoajve tal.poMgio;
t> que rnnv-dando o abaxo ssrijinado eo
Irino do Snr. nnoot 1 ZeTsrino para esa
artemalagao pOC ter eacravo*, elle nao qois
aunuir.
Vicente Ftrreira Gomes.
do Corpo Sanio, p tartaruga ,>inta:l., do as luirs iniciaea A J C L : qu chou, e qu#rendo-a restituir a seu legiti-
mo doo>, dirija-se ao Foi te do Maltona
Prensa da Cordeiro L*ite, que sei gene-
roJamente gr-ticad".
tjEga* Arreoda-se una caa terrea na
ru* d<> Cotuvello D. a junto as novas do
Snr. Ta varea; pracurem. na ra do Viga-
rio 13.
|&v" Troca se por um peqoeno sitio a
moradas de casas de pedra e cal, quintal
murado, e cacimba, queiendem por anuo
84^)000 rail, sendo o dito sitio da band.i
da Ibura, ou qu nho perto: que perteuder annuncie
eua ra roda pr* se tratar.
ftjp Perdeo-se urna pulceira de coi .-1
rom atacaJor de pedrao brane-s fingindo
ama flor desde o Corpo Santo al S. Fran-
cisco p.-la ruado Vicario at ru" da Mo
eda no Forte do Malos : quem a achou di-
lija a ruado Coi doniz u. 7, eae dar o a-
cbado.
Q> DerUrassao Sar. Antonio Fian-
cisco de Miranda que o anm n o do dia aa
to coi rente nao se enteude com o mesmo
Sur.
y Precia-se d'am coi-iohero (forro
cu captivo) que fc lodo sPrvico interno,
e externo de casa d'ura homaro solteiio :
natua da Cachi* do Recileloj* de chapeos
U.42.
%qr" D se a premio palo lempo que
conviera quantia d* 200 hipoteca de um e ciavo que seja fiel, ican-
do osorvico do ine-mo p< lo premio ; quem
quiser annuncie, ou dirija-se a roa do Col-
Jegto da parte do poeote, juDto ao Destri-
buidor do Juizo.
rtT Da-ae 300$ ret a juros-de a por
rento rom p-nriG d'-u: n, prta, ou boas
Urnas: quem perlm^er difija-se a asta
Tipografa onde sed.' quem os d.
IjUP* A p.'fsoa que no Diario da Per-
nao.buo de ao do correte n. 64. s oie-
*recepar* caiaViro de escripta, .enJo que
queira fasar ecripta de urna l'.ja, dirij*-
tt: e ra ''oQaeioi*do loja 7.
ttaf W* ra da P.i por dedaK da ru
das Florea na terceira csmi nova indo da
ponte da Boa-vista prteisa-se de urna ama
de le te.
ajCja Arrenda-sa tim sitio na a-trada
que vai de S. Amaro para Bellem com ca
mv v!*fii3, aatrivaria, casa para pn t s
cono boa agua pa b-bji, mttitw ai vo-
lts de (rucias; quem partri'Ier dirija sea
ra doiV'ogutrira aobrado de um audar D.
. A pessoa que por eagano tirau ti-
ma caita doConeio, vinda do Rio de Ja-
neiro, N. 655i, escripia por Joaquim dos
S-nto^d-lgueiro, para Antonio Francis-
co dos Santos, queira por favor entrla
na pad.ria D. i4 na ra da Lirangeira,
qae se Ihe fica- ebrigado.
iy Precisa-se de um feitor qu en-
tenla'de plaota5-o, e que saiba tratar de
verduras: quem estiver nestas circuns
tancias dirija se a ra do Collegio D. 6 00
segundo and^r.
yy No dia a5 do correte mea de
Marco antea das qu.^ro horas da tarde des-
apareceude um sitio que devida pelo do
Remedlodaparteda.nl umeavallo rasta-
nho com urna coi da anasto tendo os ig
naess-'guint-s: urna muda por fasar, r-
bano, caisb.do, nao sacode o cabo, to'o
f.ix.do, com um p calcado da junto para
o casco, quer pT-incipiar a ra regar ; quem
delle tive noticia o queira participar no
pateo do Carmo no -ob.ado oCuronel
Joaquim Beraardo de F.gueredo pnmei-
ro andar ques-r bem lecompensado.
jrar Existe no, poder do abai.o esaig.
nado um oatallo alasio grande) e gordo,
que conducir um seo e*-crao de norae
Antonio, fug-do desde 3 de Julho do auno
pasudo, e recolne" se a a5 de Fevereiro
p. p., e eonfesicter ronduzido o roeocio-
nadoca vallo era p-fi dos dias de sei ciCo
que trb-.HtOU ao S.. Juiz de P z da Palma
Joo Fr nci-co de Anuda como o an-
nonciant'' njtse queira responsabisar pe-
1-. ixlravio que pnssa ter o mem iiinafio
cvallo. fas o prjPMolC Winuncio para que
o dito &ir. Jit d* P baja de vir no s to
Chacduou no.Eng>nho Apn pag^r s
diai des-1 vico ao .baixo a^signado, e Ibe
ser entregue o seo cavallo.
Francisco de Hollandi Cavaloante de Al-
buquerqus.
aflap Ao p do viveiro do Muir do la-
do eiqucrpo oasa D. 17 em ranxo para ca-
valios, pagando-ae por cada um 80 reis
por noite, e 40 re\s pdf dia, para e que
o dono do rauxj corre risco ao ditos cva-
los.
ja Para fora da pra^a se 1 le rece Um
Brasileiro a enaoar pr-meiras letras a|
cunsalumoos: quem delle precisar diri-
ja se a ra do p.lacete, ca.a da viova do
peixoto.a qn.l est por acbr eonda se
dir quem afi>u de ti arlar do seu a juila,
eadverle-se que o -nnuucianta tem todos
osrq-isitos para essefim.
^y Quem pe de. uro alfinete de pr-i-
to na Ig' ? j* do Ce po Saile em o rU S^x
'afeita da paixio para o Sabbido d'Ale
luia. dirija se a ra da Boda do lado fo
sol D 15, quedaodo os lifMH lbe sei
entregue.
porcolana rico para jantar, umdito deaT-
rnoco com as pecas g. andes de caequinM
fina, 50 pares de mangas de vidro pinta-
das e lavradas, 3 maquinas de engomar,
30 pecas de ganguinba, e oulros mais ub
jects que sa lario patontei na ocoasile o
iailao.
NAVIOS A qgRGA.
Para o Rio de Janeiro.
O Bem ron herido evelleiro Brigne Na-
cional li m Jeius, seguoem 3i d cr-
ranle aind4 pode reetber lg' sendo p..uca, e Passageiros, paia os quaea
tem exceleotea com modos trata-se com
o Cor.sigoa'ario o Santos Braga rus da
Med* n. l4( i ou rom o Cap. Antonio
Coalbo Ribeiro. D/claia-se que n^<5 se-
quo o anunciada Bcigue cima no dia 2a
do co'rente por f.l-a daraarujoo qul sa-
bira' piefixamente no di* anunciado.
Para o Rio de Janeiro
f9* O bem conlie ido Pataxo Paque-
te do Ri> "ahi' impreeriTelmcnte no dia
lodop. fu'oro Ab il : quem no mesmo
quiser carregar, ou ir de pass-g m dlfij -
aeao Escriptorio de Gaudino Agostinho de
Hanos, ou abordo so Capillo Joio daCou-
deca.
LEILAO.
Que far.Alpbonso St Martin na aua loja
da ma Nova, no da 30 do crrante ai 10
horas do dia, a saber: um pirelho de
C0MPSAS.
Tret cave los dos que se comprarlo pa-
ra passar a fVsta : ao p do viveiro do Mu-
nzdo ladoe.qoerdoO. i7.
WW Cruzdus novos rortugeies s 7ao
cadaum: na loja de Joze dos Santos Na-
ves, 1 ua do Cabug D. 8.
VENDAS.
Sabio Sabbado a los um peridico de-
noramado o Conseqoente : vende-se
na Typug'vfia Fidedigna, fu das Flores,
na Praca da Independencia loja n. afija-
da se ene id' roa livros, e na ra do Cole-
gio leja de fazendas D. a, por preso de 60
reis.
m Umescravo pardo, mogo, rano-
eiro e pescador: na ra do L.v.amento
1 andar d- aobrado D. 13, no lado dn el-
lo, encontrarlo pe>soa autboiisada para
esseneg'CO. .
UTP* Um ptimo ocolode ver ao ton-
ar : na r"* d Wadta de Daos U. 29.
jar* Um mulata com moiio e bona
IcitP, ceie chao, engoma 1 o, e cosinha o
diario d'nma casa : na ru Nova D. i2.
VfT Urna p.eta om urna lilha de sus
meses coaioha muito bem e faz doce: na
mesma c*sa cima.
VW Um negro de 18 a 20 annosdei
d.de, robu.to,asem vicio algum, pi^opiio
para qoalquer aertifo na ra do Que-
mado I). 11. c
. tjy Um preto meco boni'a Bgura,
bom sotador de a-sucar e trepador de co-
queiros e canoejro, e muito f-.r.e do cor-
lio : na ru. No ") d* farragem D. 10,
cujo escr vo ganha 640 por din.
frjf Urna negra. 111098, tero l-onita fi-
gura, >abe bcmengc.mac. eser, en'ahoa',
rosinhar.e vestir lera um* Senboia : no
atterodi Boa-vista v. a9.
yaa Um* es rava crioola mos de 23
anuos de idadt.e muito diligente paiaio-
dooseivQ'de urna familia, e sabecoai-
nhr. engomar liso, e lem pr Oiipio de
coatora, trato de monioa, e mn o bel, e
um negro de naci Angola e de 30 snqoa
propifo para lo t o servio do campo : no
atterr-. da Boavi la tetceiro andar do to-
brado D. i4.
tBjr> Capim de planta muito verde em
bou&XOS a 16O ieis a .rroub- : no ai-
maseln da ra da Aurora mediato ao
do Sr. Major Florencia, edois mil tijoll s
no s'ij Chacen, aonde tambem se vende
fritesaos pretos ganbadoies, pelo prego
de3ao, do lamanho que elles podeitm
carrfgar.
flar Um moleqoe, qn* amdan-o tem
ai anuos de idade, sem virio nem acha-
ques, maisdo qo* ser vadio : narcelo
Araga da Boa-v sta caza de Jernimo Jo
se Foi leira Guimaries.
ta^a Tijlos de alvenaria, posto a obra,
por precojeomodo a v.sta da qu.lidade :
nesta Tipografi-, se dia' quem venda,
prego, e amostrados dito?.
ESCaAVOS FUOIDOS.
D'Sapareceodo sitio do Arraid, no dia
6 de Mio de i836, nrae-crato do abaixo
rss'gnado, com os s gnaes st guies : Ma-
nuel naci angola, al.-nma couza idoio,
cor fulla, cit faltas de denles, naiir. res-
tacado, p* spahelados, a discaderado :
qualquer pes-.ea que fuer eotregs do dito
esclavo, te. a cenlo a cincenla mil reis.
Joo Carlos Ptreira de Burgos Ponca de
Len.
No dia i9 de Marco fogiouroa mulatioha
aira, nt6 mal perecida abalos nrrosca-
dos o uro lauto corrido, bem falanle o
muito esparta idade d ia annos, foi
escrava de Joa5 Thomaz que morou na
ruada praia ; quem della souber ou en.
contrar levem-na a ra direita venda que
foi do alescido Jse da Peuha, ende re-
cebera' sua gralific-'Citd, nao atendendo
ji nunca esculpas que a dita mulatinha
cer.
fjQ^ No dio 15 do corren te, fugio do
cilio Chachan em Casa-forte hom pre-
to de nome Roque, alto a grosso, bem
prato, inda mosso, muito ladino, pes
grandes, lev-ou vestido can-isa de algodad
velba, e calsa de brim tambem velba, e
huma carapoca na cabeea asul, com um
taco tirado de urna bjnia com chadros
em roda encarnado, a he desupporque
ande dentro do Recife, ouconuzm-
do agoa em canoas por ser ja de eos*
turne: os aprehende lores o letevarad
no arnirtsem onde se vende capim na ra
da Aurora do Teneute Coronel Francia,
co de Olanda Gavahante.; alias no men-
cionado Cilio Chachaco. quesertS recom-
peni; dos.
tjrjP*' Se offerece 5?^ooo ra. de grati-
fi-acao i peasoa q-e. descobrir um ne-
gro fgido em 6 de Seterobio de 1835 ca-
jo tem os siguiies seguintes : baixo e seco
do corpo caa compiida eseca quando
talla be assub'ando e g^gue j.ndo re-
presenta ter 4>e tantos anooa^le idada ,
lem urna das yernas to> tas do joelho pa>
fa b.ixo, este ne^ru foi escr&vo do fa-
lescido'Joiquim Pires Ferrrir* efoi ven-
d Jo por mi" te do d to Ferr ra, he caza-
do o tal negro e deixu a roulber cuj
ehaina-se Maria do Bozsrio, e elle Joa-
qun Fires, quando fugio dissa a raulber
que ia pai a o Sul vender miudesi s em urna
sesia quem o peg*r leve na Pracinba do
Livrainunte ioje de faseudas D. ig, qi.e
recbela de gratiiicaca5 assima declarada.
3oo^oao
frty Benedicto negro do gento de An-
g'i'U de ilade pouco inais ou menos de 2o
annos estatuto e coi po regular com si-
cali iz de uro ulbo na faca esquerda e cu-
tre na c bega na' m*6 esq evda lem O s.e-
g ndo dedo coi lado pelo meio ; fugio no
dia 2a de Janeiro p. p. levando calca de brisa de veila, o ap>ehendedor
leve-o ao seu Senhr o Sautos Biaga ra
da Moeda o. 4i que recebera' os 3oo
mil is. a mesma quamia se offence a quem
denunciar aonde ixi.-le dito negro guar-
dando se segredo pas que ha-toda a pro-
V.h'iade de ler sido fui todo._____________
Tobos das mor* the.ias no JPri0 o
Pernambuc,
22Segunda a3 T: 34 Q: .$25 -Q: I l0h-5Jm fttbtbl. i 11 4a a ( 0 30 > j 1 18 /Tarde.
. a6 -S: - a- 6 [
S37-S: a8 D. g .- a- 54 1 3 3- 4 J ._
NOTICIAS M RITIMA8.
Navio entrado no dio a5.
Entrou arribado, Tndo de Angola im
0.4 das o Brigue Portuguee Rpido, M.
Marianno Joaquim-Nunes: carga pipas
d'agoa salgada : consignado a Antonio Jo-
s de Magalhaens Bastos ; o qual segu pa-
ra Cabo verde.
Dia 26.
Liverpool; 58 pias ; Barca Ing. Su-
per bal : varios gneros : Rozas & Bia-
ga. Passageiro 1.
Terra N luda, M. Roben: bacalbo : Cockchot
&Comp.
Saludo no dia 37.
Maceio'; B. Escuna Carioca, M. Flo-
rencio Faireii a de Sampaio: sal epalba.
Fassageiro 1.
ERi-j OA TIF. 01 M. r. FAAia 187s
r


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