Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02613


This item is only available as the following downloads:


Full Text
V
ANNO Dr 1837. QUINTA FI
23 DE MAliCO N, (7


fmiM'fi'i ni. i Trr.na M. K. i* y i IBS7-
DAS DA SEMANA.
25 Secunda Martnlm D. Nao hadwp. al o da
:S. I'roc- do ?r. BOa l'ni". ni F. lio Corpo "\
SI Terpl s. DCDtO AO. l'roc. do aos F.nt cm s. a uta-
nio.
'.'2 Quarta de Trovase Fanigdio Prnc- aos Iv na DOS
vista. Loa cli 4 li. e S5 at. da m.
23 Quinta do Badoencas bniarda*ee at apparocer
a Allcluia) s. I'elis e SCUS ("omp.
21 Sexta da Paixnos. Agaplo.
2j Sabbado.da Allcluia s. I renco n. annlvenarlo do
Juramento da Const. grande (alia.
2 IJouuii-o de Pasooa s. I.udugero.
Ttdo acora tfenande de nos meamos ra nos nm-
lenoia. moderacao, e eneratianjonsjliwoflMiscoms
prme.ilun'iioK. e rNMM apuntado cora aduiin-
i-o ciure as Naijes Btail cultas.
ervlatnaqai da Jt$*mblu> ttrnl Brattl
Sahcrf>re-se.-. lOOlm. mfinjn papirsailiantarlOH
nea'la Tvpoa, rana, ra dan Cruases D. .'< e na Pra
ea d. Initapendnola N..S1 ai : ondateracebem
correspondencias le*aliaada, annunoiosi Insera*
do ae astas arratis seodo dgaproprioa aaaifiiantes,
a iini|iii..i.;iui>.
CAMBIOS.
.V.irro 22.
Ja-i Ond rea S\ a :1 l)s. Strpoi l;, ead. os prata a
.^(>|ior rento de premio Nomina.
Lisboa 56 |>or o|0 premio, por nidal, Nom.
Franca253 lis. por franco
Kio de Jan. (i p. ( de prein.
tfoeriut de ti,,400 I2g00 |30ti0
I ,,000 G700a ii.,HU
Eeaos t.,440
Premio da piala 50 p. 0>
' .. da* I.'llias, por mea I :\ S i'.n o|0
Cobre 25 por rento de descont
PARTIDA nn- COliaSIO
Ol lula .. Ti da.
mm guape, Pilar, Kea. de B. Jobo, Rrejo tl'Jrea,
Kainha, Ponihal, V<, de Sienta.( idadedo x il
Villas de Goianninha, e Nora da Priueeaa, i
da Fortaleza. Villas do Aqilirs, Monte mor no*o,
Aracaty, Caacavel, Caninde, Granja, Imperatrus
S. Bernardo, S. JoaTo do Principe, Sobrar. Nora -
KlKe>.leo, S. Mailiiu*. IIcacho do tanga
Antonio do Jardim. Queieramobim. u Parnalil *
Segundas e Beata* felra* ao malo da poi visa d
Paraiba. Santo AmiAo Todas s* quii"'M luirs ao
meloda. Garanhuns. a Bonito no im It)
de'ada mea ao mdto da, Ploreno > a
cada otea ; > meio di. Cabo. Serinhaeni, Hio rer-
nioao, a Porto Calvonos dlaa I, lLefI dcada
inca._______ ..
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do da si de Mareo,
OFFICIOS.
Ao Exm. Prrsideaie comtnunicando
lia ver em conformidade de Mas ordena fei-
to passar pira bodi do Paquete Brasilia,
o presos Francisco Pedro Vinagre, e Edu-
ardo Francisco Noguoira Angclim, que on-
tena mesmo sguiraS para a Corte.
Ao Juiz de Direito do crime da Cu-
roarra do Rio Furmoso disendo, que
passava dasde ja n sua dispo-ici5 o sida-
do desertor Ja Rirnos, que es acha re-
colhido a Fortaleza de Tamandar, visto
que tinha piimeiramente de ser julgado
nu Tribunal do Jury pelo ci me de re-
sistencia a patrulha que o preitdeu, e
grave feimtnte que fez oesca orcasiaS
a hum dos Soldados da mesma P*trulha ;
pruvini'id > que nc.te sentido se havia ex-
pedido ortk-ji ao Commandante da For-
lilesa, e rogando que ca90 elle (soldad )
osse abs'lvido o nao mndame por era
lilerdade por iso qaeliaho de respon-
der a CrunseiaM de guerra pela deserta5
quecoirmxt'O.
Ao Pref ito da Commirea d'i Rio
Fo> ruoso, rsp(iii-lemlo ao seu ofliiio de
9.2 de Fevtrairo ultimo e iiiteirand -o
dai disposir.oes ilo oflicio antecedente.
AoCommandinte Hterino da For-
talcsa de Tarnandai, p evinindo que li
caT;i i i)i-p.,'ii:. o do Juiz de Direito do
ciime, o soldado desertor Joa5 Runos;
mandando que elle fosse elliminado da fo-
?ha dos presos pobres de jtialica, e ottru*
indo-o da niioeira porque dito boldado
pa -ava a ser soeconido.
Ao Inspector do Thesouro, respon.
dendo ao seu offi. io de 16 dicorrente,
pitenttando as raxes porque con'inua-
va a ser alimentado por ronta do Estado
o escravoLuiz recolbido preso na FoiUle-
,ra de Tamandar, e significando, que
uesta data havii expedido oidera para que
6.' n*5 incluisse n follia dos presos pobies
de Justia existentes naqueila Forlalesa
o soldado desertor JoaoRtmo-, cujofor-
jiecimeoto patMftsl ser feito p*lo 4.
Corpo de Arlilheria onde ficava addi-
do.
AoMajor Joaquim Caetano de Sou-
za Cosseiro, In-tructor Geral do Munici-
pio de auan th, disendo que mi po-
dendo continuar o procedimiento que Mi.
litarmente se bavia ji principiado alis-
ta da bOa parte c accuz.'ca contra o
segn 'o Cadae Manoel J.-aquim fVIo'tei -
ro, Initructor percial d'> rimeiro I5 lh5 do m-f-ra i Municipio, por o iC'-o-
nhoc*r a facetfa ProvistS di io d'Outtibro
do 1854 '*' compaencia do foro Civil,
que havia mandsdo relaxar di
prisa o Cadete. Que entretanto rom >
pane ofl" ndida, e aecus-nte fi. ava-lhe o
direitu do proceder Civilmente contra elle
elle, se iatu lbe conviesse.
d.versas rsparti^oens.
MKsA. DAS DIVEItSAS RENDAS.
A pauta lie a mesma -Jo N. 5y.
w s a
CORnBlO.
O Coneio deGarahuns, e Bonito par-
le boje (i'5) ao mtio dia.
ARCENAL DEMARtHlIA.
Faz-ge sciente aos Operarios do Ar
seoal de Marinba que boje f-e pMara'
a feria vencida a 15 do roirenle.
Arsenal de Marinba 2a de Marco de
i83;.
Antonio Pedro de Cuva'bo.
inipector do Arsenal.
pnnruiTun* da comarca do uccife.
Paita do dia ai.
illm. e I'im. Snr.
Pelo oflicial de Eitaio do Coi po t!ft l\>-
Ixia foi-in^ parteoipado hoatein vocal-
mente deiiuma para ai daas horas da
Urde ler elle tido n.iliii.i deque havi^S
fgido doi> dos calcef.'.s que csta tro-
prega los iio3 trabilb^s da obra da estra-
da ao Manguioho e o snldiJo que os
g lia tiara, einrotdiatjroerite dei aspo.
viJencias, quejulgu i sentadas, p^ra a
captura dos ditos fugitivos.
Pda volia das oito horas da noile fu
rao aa Q.iartel d < Corpo da Polica tres
Franceses e um dilles ieprea?ntou que
osen caixeiro acabivj da ser agred lo
por d"U< ni lividuos na Frega-si i d-> rte-
cifa, q'jlhe lisera dous foiimcntos leves, c
que de;larara depois ter sido por trigi-
no pois qae files piocuravi o patrS
d i dito raixeiro.
Pelas qualro boras da tilde !oi alioz-
menln assassii ido cora huma facadft na
rua do Arag., Manoel Gonsalves Men-
d?s, luaneo, "cujo assahoo deix^O
de S' r pre-o pela velocdade, c>n> rpie fu*
gira logo que co'imrelt'ia o dito enoje, e
lento dado at providencias, cjue u i-, .
exiga lico na diligencia de colbor as
inoimaces, e exelarerimautoa preciaos
pa detcobt'U i>iem suj* o dito osssi-
no.
Fora presos a nimba orden), e rece-
lliiiloK ao (JalUb oici de Polica para te-
rem o competente destino Manot-I
Jos, pardo p-.r furto de urna cano ;
Lucas da Assumpca5 pelo liberto,
por encontrado a ;noite ebrio, e^KorT-riu-
do palavns obcenas ambos lemetlMos
pelo S ib-Prafeito' de Santo Antoni <
Francisco das (hagas Medtirns, Guarda
Nacional, lemetudo pela patrulha quo
roueou no distinto da Matriz d.i Boa vis-
la, por ttl-o encontrado a ooite armado
de baiomta e (intu aO ; Jos Jos ci i-
oulo re.nettido pelo Sub-PrefeitO de
Maianguape para re i tila.
Nada mais consta.
Dos Guarde a V. Ex. Serretaria da
Pie'eitur da Comarca do Ricife 21 de
Marco de 18J7. lllm. e F.xni. Jior,
Vicente Thomaz Pies de Figueiedo Ca-
rnario, Presidente da Provincia Jo-
ze CarlosTeixeia, Prefejlo da Commar-
ra.
a
Parle do dia 2a.
Illm. eExm. Si ."
Dis parles boje dadas consta r(ii) (braQ
presos eiecolbidas a miraba .ordenaao caU
lalioUQO do m.rpo de Polica, para le-
ivm o conveniente di tiuoi Jo.< Fran-
cisco pirdu, remetido pelo rommaudan
tnd patmlha da Boa vista par lor.-ido
eficontrado aespancara um mo!ei)ue de
menor dedo; laty, prto, esciavo de
F. A. do Oiveira, rersettid* |>elo CYm-
mandante de ootra patrulha do desllie-
to do Corpo Sanio, por ter dido luga a
nina piel, que he acbdva f.i^idu d.i ia-a
de seu stvilior ; Jia Antonio, marinheiro
do Briguc ,Veloz, reim Uido peloCorn-
mandanteda outra patialba, doditodis.
tricto, por estira dormir subie acd-
ca'la.
Na5 occoi reo mais novidade.
Doj Guarde a V. Ex. S-rretaria da
Prefeilura da Commarca do llecife il e
F'rtVerviio de iH37. lllm. t Exm.
Seubor Vicente Thomaz Pires de l''iguo-
redo Camn'go, Preside' di Provia.ia
Jos Cailos Tcxera, Pie Rilo d t'aroarca.
obras PUBLICAS.
Os Carpinteii os, carpipa, can tetros, '.
t-ti venles, "quequi-.erem trabilhai naa o_
bras Publicas ganliando tanto qianlO('-
niio nas obns paiticulares fuando x-
i'iiipins do rec titamei.to de prmeta !i-
nba e do sei vico activo da Guarda Na-
ciuii.il, podem dirigir se a Casa da uv.-.-rn..
Repirliciij loo'os os das uteis desde as
nova borasda niaobi, a,l ps duad da lar-
de, para fasercm seux ajustes.
Inspecya5 das obra Publi.at 13 de
Marco de 18.17.
Antonio Carneira ,^i,
lnsptctor Geral iol ina.
urar5^CF,rr*nrji?2-{a-crKi:U axj k<:\: i: bb : raz 1
IXTFJUB.
Por.TtG L.
Liberdade de Imprens.
Su'slituid a Ca ta d< 26 pela Comti-
(UifCodeai, pateco ipie deva o o~er-
nu, 1 braoJ 1 de boa f d*elaar desda
logo se coni o fu to adniit'ido -e admtt-
t a igualmeote todas as outi coaequeu-
lies, '- po con eujnts se vigora n !e-
ajiflsoaS decrr-iads sagtuido os piin ipios,
u durante o periodo que iig^ia a Cousti-
luif.' de '1 >. ; cusa COOlinuava ara III a
11 < a promulgad 1 no reinado da Carta.-
N 5 o l'et ou por m' iv ou por incu-
ria, un 1^1 e 11 s#ba operan- S-j po-
itra ii icvuga.la eajH-cificadaueQ'ea l-cialji
v*a6 ooiisima, aatt' ota m aao v'g'-jr,
segn Jo 0' piin>ip.oi de diretloa 1001-
inum. A conaaquenria he nscesaiia e
dalii lsuia que oSViodo duas leis deji
berdadade imprenta urna do 22, nutra
de 34 -be por et> u n- par qaelia
que deeregalar*eoescriptor publica.
Faca I appUtvf^ o h obt a 1* fl '>'
a iu p' ia de iiin^ aUministr.iv qae ro
s-ule u.na lei, a cujoi oliios lie o maio.
ciime de .->buu d f nderos piii.i ijiios p<.
laaquaesalleat no poder M i< claro:
a bi de 2.1 grada coii.i pimoiro abu^o
escrefer coatrao*yten>a cotaQ adoptado,
e a Tii de 34 eatabalera ie-picl?anu-me o
misino principio ; -laqui alidtaato-
d-.unna qualuuer diflrenta forma de *>'-
Urna poltica de 2, paiquasosSaioia 10
seria aitenUr contra a le do Basado quo
por lis eapressamants li vedad '. Mal a
leda34 hcqita iali fg-nta: I 0 aa-


DIARIO

uundoella, he altamente ciiminoso quem
e*creW coaira a Ca ta I<--i *to Estado por
ella reconhecida. Aisim paos onrot> m-
paraneos que al.og- a C.jnstituio^ de
22, dfiFerenle da da 26 sao grttwmenie
culpados de abuso contra a le de liberdade
de imprensa porque somos regido! que
mondtriio.-'idddtt e \,n euteou da boa
iP?
Mu decendo da qus-ta le direito ao
ficto e baveftdu rt's pro posto cumprr a
l nos conceda a Caita j e n n< s nega a
Constituidas de 22 a fin de evitar ;'s ra-
bulicesda roa' pedimos aoGovemoq'
D B P
i. taJi.ii.gi
BINAMBUCO.
o .
qu.
nos declare categricamente 1 i.
das leis de librda ie de impreca es I a' ero
vigor; e 2. se taz leo; 0 de gmid.r
fazar guaidar essa iei.
Nem venha5 os e.ct plores roinisteiiaes
diser-nos que sao ociosa laespe gantas;
pois que ditferindo muito e mimo urna
da outra le, e podendo o Governa, com
o mesmi pod-r com que po 'e tauU coli-
sa que lhe et-' vedada dw qu<- rege a
primeira e nao a segunda, apcsar de a neo
haver por hora revogado, carece o escrip
tor publico de ber a norma poique deve
negar .-eos pensamentos.
A'm disso, tambem havemos nvater
que se os dia s* teotioni guardar etsa
Jai, pois que ha urna por ah se falla em
que intenta suspender as garanias do c-
dada, eser qo.tb.aras imprentas onde
teimprimiiem peiioos da opp.)sc5 ,
perseguir os reda, torra condecidos etc.
etc. para desta si le G' mar a sua inda
vacillaote Dictadura, e gov. rn-r nos a
seo bel praser e ai bit i O'a os prece-
dentes da actn I adtoini trac toms mas
do que proraveis estes rom jtes que cii
culo por toda a Capital, e que aeos pru-
piios apanigindos- os pira iros a pro-
palar eco tjdos os lugaies um punco fe-
quentados. I', po.to que isto partea incri-
Tfl, de certo o tuG sera' j ara qtnn cons
derar que o actual miuuietioteclivamen-
teaeinvelio a si proprio da authoridad
dictatorial iuvadindo e osurpudo lo-
dos os poderes, e concentrando o^ 11 >quin-
qaevirato, porque tos qtlatro Ministros
na5 ha quem nao aggregue o Mentor mi-
nisterial, u conu outros llie chama,
Ministro univer.al sem p.ista.
Concluindo : ou o M ui-terio nos res-
ponde pwlo seos servos a seriptis ou na5:
nopiimeiro caions, a dcspeirc do. pu-
nhies, os dem-nciaremos a i'j. tug.il e ao
mundo cciu.> inimignb c.vill sos da libei-
dadequeapugo. i uo segundo ciogin-
do nos le cuja observancia nos far af-
fiancada os mostraremos p*hn eo. actos
Biuito diversos do que se inculcad.
J. M.
Os Jnrumort).-'.
Das le a revolucio de 9 de Satembro,
nao se ouve Miar em tod >a os grupos cm
todos on cuclos senaS fin juramento. He
ota a pai> ra tu tgica ; c cumo que o tes-
ternunno do siopno de ago, se na5 de
ferro, que s baos iulcles P01 tugete
vai pesaudo ; e como, desdeaquolle di* ,
iient unta so linha lera os pet ioiiico8 or-
ios da op ni<0 pnica, esciipto sobre
tal melena expiremos sobre o assumpto
algumas cooideraoes.
()janio fice de um movim nto espi
toso emsi e as suas consequencias ap-
parecem homens qe, naneando a m.s-
cara patentea todo o seo figadal odio ao
hroe ao secuto e a tudo qoando dt-IIe
procedeo homens tambam se erguem qt
tem o arrojo de se declararen! amigos de
J). Pedro <- e-.tes.na6 devem ser nem te-
ro receio algum de tocar orna mateiia ta5
delicada, trmbora airostem os assasinos
punhaes e as prosrripc.5edo poder.
Dizemos pois, ebeiual.o, que a so-
ciedade caminha p.-ra a su total dis^olu-
ca6 O p^ijurio he sintifi ado Jura-
mentos ba6 sido extoiquidos pela maior
d -s violcucia a coCj0 moral. M s
quevahmtais juran.eiuof ? n.illos em ai
inesmos, por srem prestado* sobra ma-
teria vaga c md.-te. mmada nem obriga
nem iraofcendajin.
Ah Portugueses! Alnin hontem ju-
rada a Carta de D. P.diO, e ja hoja d-
rcrapa juramento,! ?.. e onde, soldados!
enda a gloriosa divisa de vo s ondea divisa que prasenoioo sagrados es-
pontneos bem aCtitos juramentos? De-
sapparecco e ti ocou-se *m ruina para os
que lbe quise^stm anda buje tributar de-
vi.lo-, cultos em ruina para os que por
ella derramaraS o a-ngue e padecera mais
de que parece comporiavel ishumna5lor
cas em ruina para riles para aos pas,
p.ra as quet idas espo-a. e paraos innocen-
usfihnhoa I i !
E con o ousareis vos homens que
pie-idis do-s 'S destinos como ousaieis
propor no tosso Ccdigo Ptnal castigos
contra o petju io! E que mal bavia feito
essa misera e mesquinha para ser puos-
traogida, e seo Ilustre esposo, ao passo
que (mida e cot do? E para que? A tanlidade do jura-
ran uto nunca pode ser violada pois que
de outra maeira rotos seria5 todos os
vnculos sociaes.
Vinculo venirando urna vez devida e
hvremente dado, tu para sernpi e obrigas ;
que 1*5 immtidaval tomo o mesmo Dcos,
qi.e te santifica na5 poda a foNtadc dos
homens adulterr lea naluresa !
( Amigo de D Pedro.)
( Jorn! do Commercio.)
VARIEDADES.
Extraito da Estatistca geral e analtica da
civiiaaeaS Europea, publicada em
l833 por M. J. Schoen.
Continuado do n. 64-
Crimes.
Pode-se considerar o numero annual
dos Crimea, romo o dos ras, intentos e f'l-
Uscidos: 5 cii cun tiic.i's da vida Social
n<5 podt m pioiuzic nm nu ero cetto
de malfeitorias, ellas ^ dad n.i-rimt rito
as occasio ". alem disto, a qoantidade d< s
oiimes commettidos, he em tod< s os casos
a pedra de toque com que se pode co-
nbecer a mo alidade relativa dos po-
voj.
Se os crimes sa multiplican alem de to-
da ptoporca com a populafio, e a rique-
za de um Estado, entao se pode inferir
que os itentimentcs moraes tem afrotx
do. lufelismente nao he se nao mu cer-
to que ocrimes se augmenta de um mo-
do notavt'l, na ra r paite dos pii/es civi-
S'dos. Sna Au-tiia nocomprahenden-
do a Hungra, tem se visto p 1 alguns an-
uos diminuir aquantid mes.
Natureza dos Crim's.
Nota-se orna grande d'ffrenca quanto
a nalureza do-, crimes, entte os Estados c
vibsados, e os paites nao pul, i idos.
A Hespanba pasa com razio por Re
nra-entante de todos os paizes que ficarc.5
pM da civihsacio moderna. Seguudo
a iiumeraco dos crimes commettidos era
1826, se notou que os atintalos contra a
propredade f trio mui poucos em quan-
to que contra as pessoas Etrefi em gr numero. Com tudo os 4/5 do total do-
crimes folio de urna natoieza mui pouio
grate.
Nos p.izrs c'ivilsados da Europa os t-
tentados contia a propriedade 'orma a
grande maioridade dos crimes.
Beneficencia.
Existe sempre urna relacio pos'tiva en-
tre as vii tu Jes e os vii io< de uuia^oca.
N<>8 temnos contra oa povos em jue os
.rimes preceden de urna forca brutal, e
de urna ezcessiva atrogancia as virtudes
tem de ordinario um carcter heroico.
Qu* h via de run's comm in na idade
media que t> furto e o hon.i- dio? Com
tu lo f i neta !poca que se virio homens
emulheies cons-crarem-se iatramaota
asocconer os pobres e os enfermos, aos i
quaes ningue.n se auimava ch gar. Em1 |
quanto nos que no vivemos mais em j
um tempo de vi. tudes heroicas. As revo-
lu^ea politicas nos tem algumas vezes
traudo esse periodo, n?8 b por pouco
tempo.
A vit tude dominante da nossa poca, ha
a beneficencia que se maoife-ta por dons
voluntario} par. alivio da humanidade
soffredora. O Ciegos tem achado nos
soccorros das N6es Earopeas, os meios"
necessarios para manter a *ua longa e
eanguinoleuta lutt contra os Tuteos, e aos
Polacos tem se acu lido.
Elobollecimcntos pblicos e de beneficen-
cia.
Nos est-bell cimento* a favor dos po-
bre*, tem se ttdo maia em considerar0
salvar de urna ruina total, aqtelles que
lutSo contra apb'eza. As aizas ecouo-
micas e de soccotro tem se multiplicado.
Semambatgo de tes estabellecmentos pro-
prioa a promover a tida regrada, as pri-
s5as anda esto clie;as de gente pnzapor
pequeas dividas.. Desde entio tanbern
se formou em Inglaterra urna sociedade
para a soltura distes prezoa : outras ius-
tituic5es que ao pimipio fora mui lou-
vada9, sedeixatio, desde que a experien-
cia asdesacreditou: nesta clabse se pod-;
incluir e.-p-.-ialmente aa casas dos expos-
to, que nio tem seivido seno por aag-
meatar o numero dos illigtimos q ie se
exp.'i
Eff tos de oivilisac-,5 sobre os bons cos-
tumes.
Nio he do progre-so da industria nos
paizes ricos que pr cede o incremento dos
crimes, roas da repaitic^S difeitu-.sa dos
beiie da fortuna : porque de^ta di>trbui-
cao desigual resulta da um lado a indi-
gencia, do ni.tro um mo estado de cou-
sas prejudicial ao bem geral L-m quanto ao
cen-otm -.
Nao ha nioguem q e nao conheqa que a
indigencia he que prodnz a mor parte
dos crimes; por iso o delicio que mais se
commette nos p.ies civilisados he o tur-
to.
Tod.ivi \ nio sio nos Baixea menos ricos
queseacha miis ind'gencia ; pttis que o
g o da pobreza nio depende da rnassa
maior au menor das produccSes e rique-
zas d um paiz, mas da boa ou m 1 tprii-
cao dusseus recursos eriquetas.
I'tdependet.ternente da indigencia, urna
das causas principis dos crimes, vem dos
exeessos do cun^umo, como embriaguez
e jogo.
1
Influencia da cultura intel'eclual sobre
os bons co'-tumes.
Posto que a ignoran ia e a 111 Je/a no
se podem empa.elhar com os >ios costo-
mes, com tudo nem toda qualidade de
cultura intelleclual, nem todo ogosto pi-
ra i4 ai tes pole tender ao melhoramento
doscostume.-.; antes ro ilo prejudicaS a
m direcco queied ao eoAno; a m es
colha das leitoras, e os gosos demasiada-
mente frivolos, que subministradas ai tes.
Os mdicos de Pars tem demonstrado e
influencia pern cio-.a que um f.err:elhanta
estad j de cousas ex reo sobie a sa.ide :
e de ta cultura intelleclual mal enctnii
nhada como mal entendida n s e o des-
ciment das policas, o des.'oncei tos das
ie!<-9es d dou< sexos, eo numero pro-
grefsiv< dos s jieidios. Gomo se p>da.
isto espiar de outro modo, qua'tdo a
Beapanha nio ipp.es-ntaannualiotute, se
nao 10 cosos de-u culio, e que na Cor.-e-
ganiose encontrase nao uto Ilegitimo >o-
bre 26 naaiimcntos?
( Conlinuor-se-la.)
O TRlPO.
, Na Ja de o perder.
Cada um entende de sua roanera, o
en pr. g > do ttmpo.
Lord Hionghin, o liotnem mais labo-
rioso de Iogldtena, militas vises sai da
cmara dos lords, depc/is de mti* naite e
as ciiulro horas ja eU' de p.
H O Dou'.or Cott.m Maitber, quecouhe-
cia o valor do tempo cm todas ascouzas,
nao quera perder um minuto* Para
oble este 1 cuitado, linha esciilo em
grandes letras na porte do seu gabinete
S le breve.
Ursinus proles-sor na universidade Je
Heidelberg querendo impedir os vadios
e seqiiislas de o interrotnpevem duran-
te asstias horas de tiab.lh., escreveu a'
entrada de sus b bliotheca : amigo ou
quem quer que aqui entrar, expouba o
seo negocio deptes>a ou va-se emboca.
O Sabio escaliger, tinha p'.stc a frze se-
guule, na porta da seu g*bintte : Tem-
pus rciutii esl ager maus, ( o raeu lem-
po he o meu CampoJ.
A mxima favorita de Shakspeare era
(i Considerai o tempo como ptecioso de
uiais, para ser pa sado a pairares
Os amigo; sad verdadeires ladi6e> de
tempo dizia lord Biron.
Um pro. mador velho, do Chatete ti-
nha ocostumede deslaser-se dos c'ientes
imporluni'S e dos que epperava pouca
couza com est<.s palavras : Meos bont
amigos, o leu po perdido m5 entra cus-
ta-.
dia um soldado ao grande Fi edeiii o,ap-
preseritaudo-lbe un reqnerimenlo para
a patente de tenente. Se ta me di.ce
res duas, re.-pundeu o principe, mand-
le eulorcar. Ass'gnai repcou^o solda-
do, O monaica admirado desta prei-eo-
ca de e-puto con. edeu-llieo que pedia.
(Veletr).
(Do Correio Mercantil.)
CORRESPONDENCIAS.
Sis. Redactores.
Como vi,se humas lnbas no so Dian'o
de 22 do coi ren'e, a ie;peito do digno Sub
prefeito da Fieguezia de S. Pedro Mrtir
deO'inda muito mealegiei por ver que
accio Marcial elle praticeu no da da Pro-
ci-sio, entrando com a sua compnhia de
con,mi desemhainhadas : louv..res eternos aeiaS
dados esse valente Patiiota que tem re-
duzidoOlodo a tal tucego, que rondan-
do por nones inteiras as ras, senconlra
lie, que assim mesmo comm a mil I,co-
as arista da pespe. t va daquaJIe chefe de
polica, que pode querer cutiL-lca : po-
rem inda esp.ro muito b.eve twger gran-
des eterno, elogios aoSnr. Mouttiro pa-
rardiereeu ame soar pelas cem b. cas
da f,ma, e ha de ser querido elle chamar
paiae polica, ou coope.ar para seren
Guardas hum n.oco p^rdo fo.ro, qu mo-
ra emeasa do Snr. Conego Doutor Ro-
selles, que nio lendo cflt0 ,em bertef-
10 anda todo gamenho n..la e da pelas
1 uas, so desacreditando familias: e o Sr.
nala, quej nio he exudante, porque
samda reprovado coro 3 fiR no Icrceiro
anuo, uaosemat-icuiourmis; e sem tr
offioio nem benefici.., mo.a accn.panbado,
tem escrava, p-^m fardado, e anda muil
to gamenho Igualmente seosdoos eavallcs-
que mocos ta iodustroses, e o Para pre-
eisaodo de gente!
E5le facto espera que eteroise o riomi
do Snr. Monttiro, t todos os hablante.,
dtsla Ulinda esto aUrntoa aubre isto,
moi mente eu que sou
Pi" de f.imilias.
Sms. Redactores,
L \a Mote.
Trez.f rnosos R. R. R.
l.eou o Oxal.
. l.-iii hajio os Lentes;
C' c ca c c. ..
Desde que existe a Academia de Olinda,
nunca se fez tanta justica, como em re-
P'Our atse homem intitulado Joaqoim
Raptisia ti,. Mello piinieiramente, edepois
Oxai. Nunca estuduu, nein tem princi-
pia para i so : vive de subsctipcaS, e nio
so sustenta f.miiu, como tem cavallo de
ettr baria para m, outiop.ira hum escra-
vo pagem agaloado ; anda acceiado, indi-
nheirado, &o.


Sera. d'Engenhos, vinde ver, como
traii, e se irada a vosa rust aquelle que
quddo sai por ahi a pedir-ves vaicomO
huin p'-bie mendigo, e choiando. J n>
f*llo de andar pedindo .quinta nof v
pira cazar. AstenSo (Alio subioiipces:
nada u'abuudancia: outros verdadera-
mente neeessitad.s, e dignos de comp.i-
paixad, nao ha quem os favoreca !
Asignado o Uuutji Jjze Firmo.
Snr-. Re (actores.
MultoaatfeitO fiquei quando cheguei
nesta Piaca com a minlia farinha, tendo
ordem de vender uo lugir designado at
b..mi hora da tarde, e d'ali por diante
na cidade onde meiuor ru cooviesse, tem
ter queiu me obrigisse a vender, seoio
que seria pegado pea a Praca e meno>
quem meajudasse a forca a contar o meo
dinheiro naalzib ira, e a final vendo um
d.sm.is rfinados, aaSbuias dodiacou
humas cunta mui'.o grandes uo seu ter-
reno, ecomuquam j de lodo tinha per-
dido a-i esperanca-i d'ali tomar assento;
poretn Sor-. Redactores, qunto na5fi-
quei admirado quando loruei segonda vea
v ndo de novo o que bVa referido ? inda
inais que deitando a vista por alguraa das
casinhas, acbei que estavao ebeias de sa-
cas, tanto da tena como do barco, e em
cada venda das que fioa6 em fren le da
Ribeira, lium -ac, que querendo o fre-
guezes comprar a raim e aos meos cama-
radas, teta lo.o por re-po ta dellescom-
prem aqui, que a dos Malulos na6 presta
JN.-5 do ptixe que quando se acadsr a
Cuaresma tem de moner muita gente da
pudrid*5emque se achara. No deixo
deagiadeccr o grande cuidado que tem to-
mado o Sr, Sub-Piefeito no negocio que
cima ezponho; porem melhor seria des-
cancar os Camaradas que ali se achaS be-
liendo vento, e reunir os seos Commissa-
rios, e nomiar um por dia para ali estar ,
q ie talvez aja alguna que para o futuro
descanc,e algum soldado de primera iiuha
do ligoroso seivicoem queseachao.
E>le favor pede aos S ra. Rectores.
O Matulo vexado.
Sis. Redactores.
Hujc que ii o Diario de Quima feira 9
do coi rente Mu cj em que vem a cor-
respondencia d Ju.ticeiro j qne imuia-
ranbadonasduvidaa, que Um seusura
o Exm. br. Prezidente Camargo pela
dcscis, quedeua Cmara do Pao d'A-
llio : que o consuliou 8 ibre a posse de Ve-
reador dadas aoJoiz de Paz, e ao Prole-
sor de Primeiras Lettras d'aquela Villa ; e
como o Juiticeiro ( que m.ltior seria lu-
justiceiro) piincipie uuf urna p.rgunta
( as vezes a moda paga ) eu Ihefaiei duas;
i'rimeira que Lei ha que prive de volar,
* por consiguite de sersm votados para
Vereadotes o Juiz de Paz, e o ProLssor
de Piitneiraa Letras? SegunJa a' qu.m
compete propor ea quem compete jul-
gar ua iucouiualtbilidade das lunces d'uin
emprego com ar de Camarista ? Mas como
julgo que as duvid** do Justiceiro pro
veuba de ignorancia de tacs principios
por nao be Ur dado ao ti abalho de ler to-
dos os artigos da Le de i. (l'Outubro da
i8-.au ou se os leu apioveilou-se da sua
fingida ignorancia para labem dirigir sua
MOtori ; tu veiei si dasat as frageis li-
gaduras, comque leceu os argumentos,
om os quaes julgou ter provadoa inoora-
paiibilidade de se poder xeicer conjunte
mente as fuucSt de Veteador com as de
JuizduPas, ou Proessor de Piimeras
Lettras, e por conseguiut quantofoi jus-
ta legal e reflectida a descisa do Exea.
S.. Prezidente.
Pelos artigos 3. c e 4. da Lei de 1. de
Oulubo de 1828, eart.^ai 23, e 24
das iutruccSes de I. de Uezsinbro do
mesmo anno a respeito podem ser Ve.
readores oo Juizes de Paz todo* os C-
dadios que podem ser Elieitorts de Pa-
rochia adverlindo-se qoe pra elleitor
neeosario alem do de.psto no art. 9i
da ConstituicaS que teDhu na treguezia
a sua reidenciacom animodealifixaremo
DIARIO D EPER
r^r^mmmm | l l l l. l.I.M. M. ILMM^M
seo domicilio; e para Vereador que te-
11 ll d
    Termo da Villa, ou Cidade etc. Sao po-
    rm excluidos de votar os menores da5
    HiiiiosTitc. eos maiscomo te acha no ari.
    92 da Con-tituicad que o Justiceiro por
    bondad* queira ir "Ver e d'elle deprehen-
    der que nao esta privados de v>t>r, e
    por conseguiote, de aerem voladus para
    Vereadorea tanto o Juiz de Paz como os
    l'rok'sso.- de Piimeiras Lettras. Como
    pois qder privar estas pe>soas u'ura Ui-
    ieito, (jue porL-i Ihe garantido ? E en-
    ta ( pergaoUra' o Justiceiro ) em que
    roto havea'excut-a ? Aqui o remellemos
    em corpo e alma para o disposto noait.
    i9 da ja citada Lei ; e vora', que ao el-
    Uito na5 appioveita excusa excepto :
    I. Molestia grave e prolongad*. 2.
    Emprtgo civ.l, Ecclesiaslico uu Militar,
    cujas oluigaces sejjo incomp<>t:eis de se
    txercereai conjuu< tamenle ; e aqutlle, q
    se esc usar (art. 2o) appresentar a C-
    mara os motivos que juiili jiicn a escu-
    sa ; e se ella (Caitiara) os joigar legaes
    asim o declarar etc. E' por tanto evi-
    dente a vista da d lutrioa d queso o elleito pode propor x incompa-
    tibilidade que tem o seueropiego comas
    func 8 de Carnauba: a qua s e ni-
    camente 1 C mar empete julgar a rts-
    ptilo e ern tal caso, e que julgando le-
    gaes os motivos podera' cbamar o..tro no
    praso de oito das, Robas penas do art. 21,
    ou sob as do art. i5, si o contrario pr.t-
    ticar.
    Temos ale aqui respondido cora o que
    ha de Le vam-s hipoteses pelo Justi-
    ceiro adiucttidxS. Cb&ma a Cmara a c
    ciliacao Cidada, que na5 votou as el-
    Uiv.s de Juiz de Paz, e Ver-ad..res, ou
    ella chame, ou seja chamada o Juiz que,
    Verea-lor como parle motiva o si-u
    impedimento ua forma da Ord. do L. 3.
    tit. 24 e vem o*eu Sopplente (comoem
    muitos casos ) julgara causa. Teafl de aer
    juramentado o Ju/. e ent.<5 era ja elle
    Vereador : qae implirinria hiver ? Sen-
    do como s 6 os vereadorea nove nao
    sabe o Justiceiro que com 5 pode Ja*
    haver SessaS ; quanto mais rom 8 exclu-
    indo-se o Juiz Vereador n'auuella ni
    que vem prestar o juramento ? N5 te
    ina o Justii'tiio o cutello da ornara, que
    tiver um Juiz de Paz Vereador, que o
    ca-o est come deve ser remediado ,
    pois n. j'i.-to que por t-5 frivolas ra-
    =5es e contra lei a'e seja excluido til
    vez um seu dn > membro isto que
    urna verdadeira cutilada na Lei e digo
    mais que se fos-e um dos nrmhros da C-
    mara de Pao d'Alho faria o possivel que
    se omittisse urna tal con ulta cerno pura-
    mente ociosa, e dene. essaria.
    Voinosas iucompatib l to ser o elleito Vereador Profesor, que
    quero Justiceiro, qae seja ex luido da
    Cmara nao s pela iucompalihilidade n.s
    cida da disposica literal da L'i ( que a
    nao mostiou ) como p-r oulrascascs en-
    tre as quacs urna dilUs, cmaras insptccaS sabiu as Escollas ella
    se tornara una pata, e ate urna impolti-
    ca ofiensiva ao seu collega etc. Necessa-
    ii) seria conceber-se urna cmara que
    se composesse toda deautomatos, nao t
    sactuaes, romo os que os succedvssem
    esMvessem em tudo e por lodo coudes-
    ctudentes para com aquelle seu nico c-
    panluiro a ponto de iicar tolhida no
    cumplimento de um de seu-, mais impor-
    tantes develes aiuda para com os outros
    Professores para a sim ad nittir-se urna
    tal hypoUse que ta gratuita romo in-
    verosmil ; e anda ruis, que podando
    tecabir a comiss.5 de iaspecea em nes.o-s
    na5 camaiistas que estas fossem patio-
    ciuadi as, ou condescendentes ; salvo si
    na phrasi do Justiceiro nao ba mais urna
    pessoa honrada e proba, 011 qae todos os
    profassoies de Priuieiras Lettras *rja5 rela-
    xados em suas obrigac,5es. concluirei a
    final mostrando, que nem urna imcom-
    patibilidade ha na dispo*icad literal da
    Lei. campresesmaras faser 4 SessSea
    no anno, ecada urna por 6 das pelo me-
    nos alem das-extraordinaria! e cada sessaS
    diaria nao podera' dorar mais de 4 bo-
    tas M ( q11 manhoso Justiceiro com si-
    nistto imeulo e malicia inverleo o sen-
    tida destas palavras, dizenJo : po,
    dar'durar menos de \ horas ) e por
    N A M Ii II c n.

    couceguinte podendo sera Sessa a'uuia ,
    dius tivz, ou anda BIMi* de 4 horas ;
    nao tera'o Professor tsse inU-rva I de ho-
    ras vagas no decurso do dia que que-
    rendo sacrifica-las ao seivico Publico o
    p.ossa fazir sem que Ibe *eja perriso fe-
    liaros das deScSsdes indepeudentes da
    substituto? Um cottheci eu que nao
    obstante achar-se empregado na cernir;
    xa quanto ali esteve n mea deixou d<-
    dar aula fastndo por conseguinle ele t..
    gratuito, e voluntario seruc* ao Publi-
    ca, as hoiasdcslinadas ao seu cmodo,
    qui talvez na5 fose capaz de tanto, o
    celeb>e Justiceiro ; jorque em veidade
    i to de irabalhar aem geufaar e com al-
    gum aacrifii o cu>ta ininto ; e da caa Pa-
    tria, (a que muitos chamao Mai,) o (|ue
    a maior paite dos Jusiiceiros deseja5 ra
    var-lhes as entranhas em ti oro as vtzcsde
    pequeos, OU de rediculos Seivi^or.
    Nao se rerorda o Justiciro do, quesuc-
    cideo o anno pastado clianur-se aqu o
    em outras pules Juizes de Paz u Venado-
    res de trez doUs ate de um vto para
    seivic e houve pai te end desle lalla-
    ra6? Ora siassim succede alias aqui na
    Prica que n6se poiera' ijuizarao, q'
    v..i p r css.i.s Vnlas E coiuo querer ex-
    cluir o Juiz de Pz e os Profe-soies, que
    tal-ezsja os unidos besaes lugares -nais
    conhe dos, intill guites, ecap-ze-?!
    E' quanto me cumpie res)onder ao
    Magruuiiuo Justiceiro que a tint* do
    zelo, que inculca pelo bem Publico, e em
    benrlicio esoecaJ da edueaOaS Priaiaiia ,
    te.11 deixado ver a >ui inju tica e
    pa \,5 ale i lo1 naudo se por i so, Juiz
    incompetente para HJuiZar em ti caso ;
    pos lauto seia capaz de olusca-Ihe a 1a-
    ao pjra uo -o' innovar, e invertir as o-
    las como fez; como ate tax..r de 4 iire.
    n.'iidi ,, a Uescisa lt gal do Exm. Sr. Pre-
    ndente que alem ua Portara, ar, que
    esta'firmado, supmabund.5 dsposic5es
    de Lei ; p irquo assini, e nao d'outra ina
    neira devia obrar.
    Qieirao Srs. Redactores dar lugar e=-
    ta Correspondencia t-m oteo Diaro, cum
    o que lbe ser' agradecido =<-u eoustaule
    leitor.
    O Anti-Justiceiro.
    rL u /vi-'-ini
    AVIZOS DIVERSOS.
    O abaixo asignado faz sciente a toda e
    qualquer pessoa que tiv e obrigacoens tuas, queira aprtseut r no
    praso de oilo dias contados ta data (.'-! t-,
    e 11S0 o fazendo assiiu licario sem efi' t
    algum : e avisa tambem as pe-s as que li-
    veiem panboies com o praso j lindos os
    venbio tirar sem falta at o I." de Abiil,
    dorun'raiio os vende ou empenha para
    faser seUs pagamlilto^.
    Francisco Antonio deCarvalbo Siqutira.
    %3J? O Snr. que n'hum dos Tnbun.ies
    desla Cidade pedio pra ver oras, e o lei-
    liode Htn relogio iitontol, Caxasal'one-
    te de ouro laviado, mostrador de prali
    letras domadas, faltando-lle o vidro; esc
    deixou Iicar com elle ou por esquecioieii-
    tOj ou por pessa ; qoria maidar ou ir
    entiegar ao dono do dito Milog:o (a quto
    ade conhecer muite bem) alias giava se
    loroai seria, e sei pubt.cddo o uotue des-
    se Cutioso do alheio.
    \prj^" O Snr. Manuel Joze Rizei ra, que
    morou as Ali*g"as, queira procurar urna
    ca la de iropoi lancia, viuda aquella Cida-
    de ; nesta Typograa.
    yjs Quem annunciou no Diario de
    hontem (2a docorrente) querer comprar,
    urna pela ou mulata, parida de penco
    lempo, sena cria, com bom e bastante le-
    te; duija-se a ra do Vigarin, casa do Sr.
    Elias Coelho Cintra, aonde ex ste para ven
    der urna molata mos>a, que alem de Ur o
    que o refeiiao liiUDcio eX'ge, tem mais
    algumas habilidades que contm muilu pa-
    ra u arranjo d'uma casa.
    SjrJJF Na ra das Ti inxeiras D. 8, conser-
    ta-se tuda e qualquer ubra de tartaruga,
    comocaixas pentes&r.
    Sj^. Ptecisa-se de 300^ reis a juros
    com p^nhora tm urna esciava parda : quem
    os quuer dar annuncie.
    3
    Quem precbar de um rspai Por-
    tuguez para csixeiro de eaerpturaffo ou
    de oulra qualquer occupatata qoe sabt bena
    ler escrevor, e cunUr, o sabe Fruiic>z j
    c m aprovacio 'Aula de comercio, e h-
    bil pata este fin, clirija-se a n.a do Livra-
    mei.lo IcjaD. 25, que se Ihe dir queme.
    ente ao respeitavcl publico que s nao raa
    pouaabi'isa por qualquer cousa dada ten
    quu ibeaprcaentem uidem do m'Stxo por
    eocria.
    jrp- Manuel Francisco Guimaraena ral
    saber pilo presante snnunco aos Snrs1.
    Collectores e erretnatantea das Agurden-
    les de produ. co Bi asile ira, viohoseniais
    bebidaa,tpiiiluosas quedeads o da 21 d"
    prsenle tnez de Karco nao continua a ven-
    der mais unos generes na sua ven Ja as 5
    Puntas, poique de (averna passuu Iserio-
    ja de fends e p ra qu os roesmos
    Surs. arrematan(e rancia fas u pesete Bnouncio.
    HaV* IN'a tolde do dia 17 do correlo
    desaparejo de un litio d. Solledade um
    cadelloatravessadu, grande, oralbascorta-
    da*, cor verm.lha, levando no ps/ococo-
    leiiae correte, supe-se ter ficado pela
    Boa vista: a pessoa que O ti Vtr, e quiser
    restituir, pudei dirigir-se a la dos Mar-
    tirios ledo da Ig.ej* D. 8, que ser gene-
    rosamente giatiti a Jo.
    Wt*" Per Jtu se desde a na do Qjema-
    do a a ra da Reda dois Requer uenlos,
    dspachados pela Junta da Faz-nda, per-
    teoceotes 1 Uion zio Gomes do Reg, se-
    nhor do Bogoobo Pirapama termo d" S .ri-
    lo Anlo, tendo em um dos lequerimen-
    U>8 urna ceni iio nnndada passa. pela mes-
    ma Junta ; quem os tiver adiado e qui-
    Zerrestitui-losdirija.se a P.arinha do Li-
    vramenlo venda du Sur. Cardial, ou a ra
    da Iluda D. 27, que ser gratificado.
    3? Qualquer Sor. solleiro ou viuvo
    nio teodo familia queundouma ama de
    casa de porUs para deotro, cosnha odia-
    rio, engoma, o cose, procuro na Boa-vis-
    ta na casa de sobiado de um andar nos
    qualro cantos na casa i. Snr. Maximiano a
    iilar cooi ojseu man Antonio Duarte que
    Ibj dir quem lie.
    19a JVas 5 ponas loja D. o, exse u-
    ma carta para o Snr. Joaqt-im Pereira Ca-
    bial. ,
    ^y- Precisa se de nm bornea que en-
    tends deplant p-ens, p.-ra um sitio: nmo
    sttiver nest.isc rouataocias dirija sea' ra
    do Fagundes I). 3.
    t3r* Na mesma casa cima sabe-se
    quem d 600$ reis a ju.osde 2 pur recto
    tendo com hiooleca, ou b< as firmas.
    &*F Quem eotirar as ci cunstanrias
    de ensinai g ammatica porlogueza e Ari-
    thioetics: ar-nuricie para ser piocuradq,
    V3P" Precisa-Si de um Portuguez, ou
    de outro qualquer eslracgeifo de maior
    ilade, queentendade plantacueas, e qaei.
    ra zellar um sitio lora desta provincia, di-
    rija-se a ra d Collegio armasem por bai-
    x-i do sobrado do Exm. Presiente.
    55* Manuel Joiquim Pinto Mixado
    Guimaraeos faz publico que ninguem com-
    pre urna casa terrea sita ua ra dis Agoas
    verde* psrtencente 1 riancuco Borgesdos
    Sanies L.ssa por esta estar pelo mesmo
    Guidiaraeai penborada nos allugueis pata
    ten pagamento |i l< Juizo de P..z comp-
    leme pela quanlia de 4,000 rea do
    principal fot a as cu-tas que ecoulaiO a<
    ti nal.
    MP* Perd o-tc urna < brigacio daquin-
    lia de SCO^000 reis m-s-.i J.i por Joaquim
    Joze Fen i-;i, J mGj;-: de Carva-
    io, e Amonio Gjhks Piolo ao fallescido
    Jciu Luii Vctor L'ttiei, cuja ubiigagaqio
    pe tenes so abaixo assignado por ter reci-
    bido o fallescido Leotier em urna trau-
    zarc&o, e como t dita (bi igaco se peides-
    sc, por i*si .-vis a quem a tiver echado
    de nada taller porestarem avi-ados os de-
    vedares.
    I .Inocencio Gomes Pinto.
    IBP" Querr. quiser alngar urca ama de
    leite cativa com muito bom leile paia cri-
    ar; procure a senhora que mura defronte
    do F01 tedas cinco puntas casa D. 4, pelo
    lado de S. Joze que achara com quera tra-
    tar
    VW Nj ra daAlfand.ga velha aop
    da fabrica de funilero do Sor. Pina, a-
    cua-se cstabekcido um esa lorio, entile
    i
    \ .
    .



    'Aum-.'ji'AjaaaMj wwm j
    DIARIO DI
    P E R N A M B U C O.
    mi
    ;p-_8 JtuaiKiMltf!iigEtggggK^Wtff!TCWmumiiUnaK^KBn
    se continua a despadir Navios, tirar paa
    portes, lauto pan* o Imperio, como para
    Bttinos Extrengeiros ; lolliis coiriJas,
    guiad de geueos itexpo>tdos : do frustro pe< tender dirija se ao dito li-
    g*r, que achara* coen quera tratar, e pro-
    rae [ e que sera' coui loda preslts e b.e-
    vidjde.
    t*j*a Desapar-ceo de junio do bola*
    quii do Senbor Antonio de A'Uiner-
    quer e Moli, Ra d.i Bosnio um ca-
    vallo ruco pedrs, hura tanto de.-ca-na-
    d> alias caida para uro a outro la-
    do mtd:anoem ttoion'io, tomleiroda
    culo oa p, ou qoerlo; o qual t-nd >
    quebrado a corda 0<*m que estav itdo
    sahio encaogauVdo a de?gr pewa ras
    dej'a l i lade ; e como pode au e !er que
    tenlia cshiJo cin ins-, que oqutira re-i-
    tuir a s-u dono pode dirigir se ao dito
    Botequini p:ino entregar ao masmo Al
    lu p.erque, OU DO < i'io B bei'ouro do
    ii/jgenhj do Biuro, J st Viira Brasil :
    esc pelo coutraiio rog--e anual uuer
    ptasoa i|ue del le souber ou tiver noticia,
    a querer d.ir, dija-se a s mencionados
    uare? que arndo eu d-no impo-sa lo
    us o'!t> guardara' a giedtv, romo ]{)
    agradecer'recompensando u do teu Ira-
    ba!i, e t.sioi (t* a qu-.-m Belmente o
    euw-'gar.
    fc-7** Qu'Mi qii'-er arrendar, onciiti-
    prar um c.lio em terreada Monletro, uii-
    tinto lego, e lueia datta Ciiade rom if
    vore.los de frutas, um grande cercado,
    que qjein 'o estn ler-se pode ter-se cera
    vaccag de Icite, ou ru -i-, poristo :jue lem
    de leste a o.-ste ra.-i legoa detestada, ora
    uro rtax-j correla de muito boa go
    de invern, e verlo, e ni ni la trra boa
    de toda plantado, porisso que ha trras
    anda nao cultivada : (u m o pret lder
    nhtja se a na da Pea ha sjj alo O. 1 >
    segundo andar.
    t&'' No da i4 do correnre a 2 horas
    da no te pouco m.i, oa menas da For-
    taleza das 5 p jo tas fortaraO um iran.e-
    Yu gios-.o cura passador dellagrio,e
    um i elogio d'ooro esm diado com uto
    cupido, mais esmaltes, ecmvdro no
    mostrador, e ju"taaur:td uai bon de pa-
    o asu! co;n Tundo de sola e glz laigo
    verdade ro : o annniicianle roga enca-e-
    cidamentes.is Srs. onres ea qaaiquer ou-
    tras pes-oas a quera l'jrem ofeicci Jas taes
    pesias, s pod- rao tunar como tur lados c
    ms Ira rio a casa de Francisco d>. Ba: ros Fal*
    cao de Lacei da n roa do Cotuvelo D. lo.
    du : i.* toJos os voraholcada hngua unial, I ti.dos mai>iiecesssrios paia C. N. do Es-
    dos qoaes n.u lo s nu euconliao tm BUi- qiudi^, tildo era ryuito bem estado stm
    deleito albura, e ror pre^o mui coratnodo :
    ?Us. 5 Pontas D. 48.
    *f3l* Un t'!aviuute para cav^l'aria qua
    7.1 novo por preco mui commodo ; na raes*
    ra casa cima.
    V9* Ujia escrara mona, ro-inha, engo-
    ma, cese, e i lo i- ti servico cSe uuia c-i-a:
    na iiii do Fogo D. 11.
    >'* Um cv.'llo prcto, qnp s-jrve para
    paielba de cirio, por tpr j; andado tra
    carri'ibu ^o': oa Boa vis'a Botica do
    Biauo.
    1CP" Farinlia i'o Piio de Jar-cii o <'ro ate-
    cas de 3a'qaeires : noarma^cm devidns
    .o lodo da cadtia.
    "i^" Uji preio rpojo b'nn para todo
    servico, ir-nti d.s enxada rumo de soc.r
    as^ocar, Loin canoeiro e irep.dor de ro-
    queiro; na ra Nuvaloja de ferragimt).
    10.
    tf5J* A pcase du uro te>rtno no lui?ar
    di S,nto Aman), tu ni f.ente para a nn da
    Autora, coio 60 palrm! de Frente e mil e
    lanos de filudo : quera p i tender aunun
    rie.
    V&" Um negro do g^mtio. d'Ang;U,
    (pie npres-uta ler drt Mfctif) a5 annt.s, bo-
    nita figura, cora oilicio de cafnireiroede
    e*rpiod: no principio da ra de Hortas
    iicooiiaoe
    teaii e Morara, rom a dtfi cisj da c.d-i um e suisdiursis accein.s,
    jusificadas por cit ic,5es dosai'l re* *:l j-s-
    cis quand'i o ca o o pede; 2 o- lar-nOS
    es ruis usados de g encas, arles e offici
    es; 3, os mii noiaveis lemos antiges e
    obs jlftoicnjo eonheoiraento li^ od'pensa
    ve: p.na a ute'ligermia dos documentos;
    4o a synoiiiu n, com icfl^xOca c ticas;
    5. a. i y nologia anulyti a de lodosos l- r-
    moa raucaea, exponJo o s-nlilo rigoroso
    das reia-a primitivas latinas, gr os predios, sclxoj, desmencias os
    tenni'iict-s sna'y ads <; explicada} 7'
    obai vagues kebre a orttiographia e po-
    nuncia dtia vocsbolos ; prece-Jm de um
    introdurcloGran>a S*'auo-Constanrio : fende se na Pea. a 'ia
    Independencia lo/a d- livros n. 5^ e i!,
    ' oa rua da Crus lo Reeifa c*a de Ea1'
    Baptisia da Silva, defronte (le Antonio Juze
    de A ni rira. Pelo preco de i2<^)ooieis.
    ' Pritueirls L'nhBssohr*1 nocesto
    Civil por Perora* > Soasa, ern brochura e
    nc d< rnaH s m .j.* : Ct n ititoicfo com a
    E-ida Ti forma, e Godigoa, do rr^cesso
    c< n a-j ron pet breos BcursOf, e O rito nal rom as Leis,
    que tem alleiadoajgo! u aitigos ;
    em 4" c ?*'" i2, unihe, ou separados,
    ro,):essos coi ptimo papel, eos de 4
    ov;m largas margena, annot cp; e alguna
    i"ei mediados de papel i'mpo : collccco
    J. compendios para oto da aulas dopr*
    me'ras Letras, oontendo Catbeei*aao da
    Doutrina Chrlstl, ortbogfaphi*, A> ibme-
    tita, Hegras de Civilidade e Mximas Vio
    raes; meta encade'naci : Eem'nlos-dp
    Geographia, e ConMtuicjIo d' Impeiio
    p ira uio dea mesmas Aulas, em 8." brocha-
    do : Arte Latina de pertira a 500 : o Fro
    deajiilgadoa no trl>onal d. raso, eocader-
    nadoseern brorbura : Ramalhrte de fr-
    grantea flores, co; tendo ;< te cfficios para
    06 sete dia> da semana, oracSas para a con-
    fis^io, e rineo novenas : cutis de enterro,
    Letras, eTratados: excellcntes impres-
    ea eoi lypo, papel, acorruclo' vendem-
    se na rua da cadvia do Bairro do Becife lo-
    ja n. 2.
    %jP Um cival'o preto que puxa car-
    ro, tm boas carnes, I i-.: bem csrnga b.-ixn
    p-r pceo muilo comuiodo : na Pia<;i da
    Boa-vista D 9.
    WfcV Urna rasa terrea principiad, na
    rua d'Alegta r.o Bairro da Boa vista coro
    oiju.l IbadP'5ojS ra. e promete nao bastantes msteriaes para a continuacia da
    querer sabes* quem avia o lai-.
    NAVIOS A CARGA.
    Para o Rio de Janeii o
    O bpiii conhecido e veHeiro Brigue Na-
    c >niBora Jezussegua impnterivelmente
    no dia ua do corr Ler alguma carga sendo pouc, assiin co
    rao pass*g-iros por ter excelleatta romo-
    ios; tracta-se com dantos Biaga rua da
    Moe.fa o. i4 ou com o Capillo A o Ionio
    Coelho Bibciro.
    Para Santos
    ytjf Spgue viag.iii a'' 15 do Abril o
    BiigueEcina lir> l'-iro Comeicio muito
    velleiioerom bailante-! cotcm d s : quem
    nells t)uisir ca regar ou ir de paesag'em di-
    r'j-seaoaima>cra de Pedro M da iui. qu1.' chara co n quem tratar.
    inisaa, e a maior paite das obras de ira
    r'e^ras ja l'eitas: co largo da P.aca da Boa-
    vista L). 2.
    3P" Um completo sorlment do b-
    eoh prrtos e bran. o?, e pe-coiohoa He filo'
    de lindo, lorio de muito hora gr>elo : na
    luja de Antonio t Curaba Soares Cuinn-
    r*ena, na do Crespo.
    atS*- l'mi preta com tuna filba de seis
    ores; cusinba muito b.jm, faz d"C-, e
    nsh.wi, 0 de muito b^a conducta e ni
    tem vicio nem achaque: ?e lado da !\la
    triz de Santo Antonios br.-do D. 4, <> na
    rua Nova rmeseos de lo oca Gma I. 12.
    ijTJP* Una venia na rua do R..ngel,
    com 400JJ teis de fondo* ; quem a per-
    tender dirija-ae ao pateo de N. S. do Tei-
    o na veo la que fal esquina para o beco
    do L< balo raa D. t.
    *lS'1 Um m gro e naci da Co ta, rom
    officio de- pe'draieo, ilade de a5 a 30 annos:
    na padaiia do Sur. Antonio Joze Gornts
    na 1 un d S.vi'mIi velha.
    fJtTJr* Urna escrava crioula de lions eos*
    turnes, b a oiigoinadeira, cos'ureira, l
    vadeira, : cosinheira, bonita figura, sem
    !'>! i a.-Iguma, urna dita minio loa do-
    c. ira, e outro diti lavadeira e cosinheira
    2 escravos s^rido um delles bom cosinhei-
    roe i .busto p-r qualquer servico, 1 dito
    propriopaYs todo sorvic'i tanto de campo
    como da pa9a, e mais um d to bom cos-
    nhir".'na rua do Crespo D. 11 a tractor
    rom Guimaraens Fcrreira de man ha al as
    8 bcras, e i tarde de 1 bora *s 4.
    Ij^r A paite de urna casa sita no atier-
    ro dos Afolados : quem pertender dirja-
    se as cinco rentas na loja de fasendaa i'.
    24 para tractardo?justc.
    W^ Urna barretina nova aparelbada,
    G. V. ou mc-mo ofBciai do E. j jad ao de
    Novo Dicciooai o Critico e Elymo'og- Cavallaria, assim como bem canana, talim
    co ds iJDgua Poit'g'iezs, comprM'.coJ o- | com paita, s-.'llim com coldras maca &c. e |
    D. 3.
    %& Urna mrdata mega, o hbil Dir
    lodo o -eivico de urna rasa: na ruado
    Queinaado loja de L endaa D. o.
    tjy U01 estojo Ctimplelo oe bnns fer-
    ros novos de tirar denttfs, chegado a pouco:
    na ru* Nova D. i5.
    fei*" Vtnda'-se ou trocare pop rasas pri
    01.n.)a, ou nesla i'r&ca, um Kitio 00 lugar
    de Agoa Iris de bafxo esira'la R al do Fia-
    go/.o Jiitante da Ci tademeia legna, e tam-
    bera sa vsnie eom praso, a cora i-eguian-
    ca. O un n. en do >iiotem bastante ter-
    reno, n. fferece plantcoens de ls*ouras
    tnto 110 invern c mo no veio, por ler
    d.otro em si o rio Agoa-fria, e llagad s:
    uf ;1 o*, ou oileiroi sio cobertos ce gro,a
    capoeira de maxados, esondo queiio pa-
    acri..c5ode gados pode sustentar dose
    yecas tem que seja necessario pa toralas
    fora dooito sitio. Quem o pe tender itt-
    curea Jozt|da Silva raga, na rua d S.r-
    zala por delraz da oasa do finado Bento
    Jote da Corta 3." andar.
    COMPRAS.
    Uin psrravo. < IBoial da tintiro e qqe
    sej moco : no Es riptorio deMaooelJoa-
    quim Ramos e Silva, iua da Main: dj Ue-
    Cf.
    UsT" Urna bloca rna meo uzo, que
    possaa escriver 3 a 4 pesso.'Sj anoouoia.
    VENDAS.
    ESCHAVOwS FGIDOS.
    Da-so 5 $000.
    IVTauoela, mttlalaj de 2a a 24 annos, fu-
    gio no me?, de Meio de 1834 ron os si-
    gna.?s aeguiotea : alta, vbea do corpo,
    cabellos amareiados,' beieos groos, f-endo
    o de cima mais groSo que o debaixo, fal-
    ta de dentes da parte d.'rima p la Frenlej
    a'gumas marcas p lo roslo de panos bran,
    eos, grosia, mas papuda.-, e bem feitas :
    qualquer pessoa que a preh*>ndel-a t-ra'
    de graliticavao o piemio cima, o mes
    lao seobrece a quem dola der noij.ia
    tria, eapaieeendo recebara'dito pre-
    raeio, dirija-w l0 pateo do Camio so-
    brado de hura andar D. 1. Tero s- descon
    banca de esW acollada em alguma rasa,
    por saber bem lavar roupa e engoma^
    o prcmeteae lodo o segredo a quem a des-
    eobrir.
    WJ" F- go no c'ia 2 do rorrente um
    cobrinha esonro, qu?-8 ne^ro, dado de 12
    a 14 annos por n >me Jo?, com os signaes
    segoinles: camisa de chilla aanl, aem cal-
    ca, a oreiha eaqu-.-rda lanada at o meio
    pela parte de sima, mui novo, por cubi
    mulivolalvrz se intitule forro : OQalquer
    peasoa que o pegar o podar laear as 5 pon-
    as loja U. 48, 011 Je ser bem recompen-
    sado.
    %W Fugio na noite do dia 16 do ror-
    rente urna mgra de sacio, boa figura, e
    bastante launa, por parecer crioula, tem
    dois panos na cara, e cora falta de dentes
    em sima, ievoa ve-tida camisi de a'gado-
    sinho, e vestido de silla, e mais urna trou-
    xa cam qualro vestidos de xita ja uzados, e
    um bramo decaes, alem de ra miase e 03-
    bevoens: os aprehendedores levem-na ao
    penltimo sobrado daa 5 pontas, ou no
    Quaitel do 4." Corpo de Artilharia 40
    Ujuaitel-mesiie do mcimo,
    No dia 15 do corrente fugio de
    cilio Chachara em Casa-forte hum
    pro-
    to de nome Boque, alto e giosso, L-in
    pieto, inda mo^.-o muito ladino, p..H
    grandes, levou vestido catria dea!g,da5
    velha, e cal.sa de bfim 1em';em ve:ha q
    huma c.'r.'pvca na cabrea asul, com un
    taco tirado de tuna banda rom chadrea
    em roda enea na de sopporque
    ande denl o u li*- i ouevudosin.
    do agoa em canoas por ter de eos-
    turne: os aprehendeJors o le no ermaaem onde se rende Cupisai na rua
    da Aurora do Tenent Corooei Francia.
    oa de Olaoda C.'Vdl'?!)le ; alias Domen*
    eioado Citio [hacham que ser5 rscom-
    pf ligados. /
    Fugio na noiie d> i:a i5 Jo pastado (l
    ma fSCravo por noraelabai/de nacaol ..-
    catire, estatura mediana, seca d* corpo,
    ttm DBS costas va ios lalbos, e juntamen-
    te dois nospeitos, consta andar pelo heti-
    fe procurando quem a queira compiar,
    bem conheoido portee readedeira deleite,
    quando ugio evo.i um pao d.i <:,,sia bes-
    tantemente vel.'io coro riscas azur; a pea-
    soa que delli liver noii^s oa a p-ga la po-
    der levar no cam|io da Huma noQuarlel
    da Companlu'a montada a entregar a Can-
    dido Pe eir de Souza que tu. it.$aoo i>.
    degratiScaeSo.
    ^A i9 de Marco fugiouma mulalinlu
    Jva, n-<5 mal parecida cbelos enrrosira-
    oos a um (auto corrido, bem fal muilo espeita i iade de 12 annos, foi
    (scrava de Juao Thoma/, que morou na
    luada piaia ; quem delta souber ou ert-
    fonlrar leeam-na a rua direita venda que
    fui du lalescido )i-ae da Peoha, onde re-
    eebara' sua gralifio ci, nao atenJen.lo
    ja nunca de^culpas q>ae a dita mulatiba
    car.
    Taboas at mar$ heint no Fon de
    Pernambuco,
    11 Segunda | 4h.30m
    Tai de;
    12 -T: 2 5 42
    13 Q. * 6 30
    411 -Qs - 7-i8 .
    s i5 -S: 4 8- 6
    06-S: - 9 42
    17 D: n 10- 30
    $8? NOTICIAS MA RITIMAS.
    - i-i iljjf
    Navio entrado no dia 22.
    Aracalypelo Aesu'j 8 dia.s do ultimo
    porto; B. Escuna Aracaly, M. Joio An-
    tonio !a Silva : sal r paihs : Antonio
    Joaqoim le S'-uza Ribeiro. Ton. i50.
    Pas-ageircs 10, e y estraves.
    Sabido no uinsmo di.
    a
    Rio Formozo; Somica S. Jota Viajan*
    te, M. Benrique Carueiro de lmeiJa:
    varia g- ncoi.
    ERRATAS.
    No Diario de honem r,ns nitruccSes
    dadas palo Teoente tsoroei Comma o Jan-
    te da Expedica Mnraj, depuia di pa.
    I'vramandei, (pagina segunda, quarta
    col. L. 59) lea se o seguinte piriodo
    aquella Vil!. a Bsoona Pelotas caro 5o
    prac., nambuco com ordtrn de se tmpregareni
    emesploraijes por 12 di s, fitidaoaquaes
    derem recolhec-se atapit liver engaado em tfieu juito sobre os ne-
    gocies milaies daquella Villa. V. S.
    providenciara' como entender. Para c-,
    mandar &c. &c.
    Eaaf, a Tir. 01 W. F. Faria 10^7,
    ^
    t


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVI4MOQST_ARQ4VV INGEST_TIME 2013-03-27T17:09:52Z PACKAGE AA00011611_02613
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES