Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02611


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Full Text
ANNO DE 1837. TERCA FEIE'A
21 DL MAvCO N. 65
Prrk*mkdoo. k Tvp.iib M. F.<1 F*i*- IH.17-
_ I SSKl
DAS DA SEMANA-
20 Segunda s- Mariilio D. Nao lia H. I'roc- do Sr. ios F.nf. na F. 'I (arpo >.
SI Terca s- Benio Au- l'rpc do -''os lint' em s. Anto-
nio.
'H Qurta de Trevaos. Btnrgdlo Proc ao E- na noa
vista. La ch as 4 h. O i> m da ni.
'.'.( Quinta de Enilocncas (rnar a Allrluia) b. Fclis e scus Como-
24 Sexta da Paixuos. Aga|Ma.
25 Sabbario da illeluia. Trtheo ji. Anniveisario do
Juramento da CoMt< grande (alia.
2ti ouiingo de l'a-co,i s. Ludu^ero.
Ttdo agoraderienrlr (I* no* meamos dencia, nioilaraco,. e eoergia.'eoniinuemoa coin
rinciliiaoios. e reinos limitados com admira-
Qo entre ai .Vaquea ruis culta*.
Proclanariit do Altvmhlta #trql i* trn.il
nbacreve-ae > looori. mena ir pagnaailiantarlo
nema Typi.jrrufia. ra da Crozes D. 3,** na Pi.:-
Ca correspondencias legalisartas, e aiinunciua; iincrin-
lio le atea crMi leudo doa proprioa agaigiianlea,
rindo *<*iiado.
CAMBIOS.
.i/. JLaOndrea 34 a 3(1 Os. Sr ro I,, cid. ou praU a
5(ipor cento de premio Nomina.
Lisboa)K> |inro|o premio, por metal, Nom.
Franca 255 H. por trance-
Rio de Jan. ti p. C- de pren).
Moedas de 64lN) |\..8 40O0 (i..7(Mla iiiK)
Pesos I ,,410
Premio da prata 50 p. c.
,. da leltras por me I n 3 por o\o
Cobre 25 pur rento de descon)

PARTIDA OS CORHP.IOS:
Ohnda _.T>-dii i iliaa ao niela da.
(i )i*iim. M'iandrat, Caraiba, Villa ninigiiape. "i'ilr, Hca'. de S. JoSo, rrjo d /roa,
HainliH, Pnmbal, Nova de Snata,C'dade do rVata!,
Vi|isip (ii)[.iiiiiniii.i, c Novada Princesa, Uldada
da fortaleza. Villas do Aqnirs, Monle mor novo,
Ararat Caaravol, Canind. Granja, InoeralrK
S. uVruardo, S. JoRo do Principe. Sobrar, Nova .
Pille. Ico, 8, Matheus. liertc lindo K.infcue. S
Antonio do Jarditn, Qucxeraniobini. e ParnaJii a
Segundase Sextas te i ras ao niei" dia por via da
Paraiha. Saiilo Anio Todas as qnia'i* Mr,w:ao
iiicio da. (laranliuim, o Bonito nos din 10 e .'4
de ada me ao meio di. Floresni da 13 de
cada mea ao meio ilia. Cabo.'Serinb.ieni, Rio For-
mlo, e Porto Calvo- nos di I, 11 e 21 de Cada
n-/'
*
PAUTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Gontinuaco do expediente do da 18.
, di OFF1CIOS.
-a.
SSenhor Foi prsenle a este G-
eu i ll'n i.) de 7 do crtenlo inez
i dei'5 das segumtea duvidas,
.que a V. S. propoz o Coronel da aeguu-
daLe^ia doseu Commando Superior :
i. A doecendo o Major da Legia a
quem deve cbarnar -o Goiouel |nu o Su-
bstituir P .
a, Sendo o Cocnraandante da Legiao
licitado a t.c lumia coi responden ial,
registar ordeus, iolu mac5es, atte>lad-s;
e lodaa miis tscripturaca, que se oQ're-
cer, nao tendo a Legiao Secretario, jueai
deve liser huma vez, que o Major f
lie obligado faser o Meppa e -ti iboir
ordos? |
3. Se ado:entj dtivo ser substituido peU Capitad m;.is
enligo. .
/,. Tendo a Le de 14 de Ab.il -ife t386
dei rogado o Coiift-lh-) de qniifirca e o
JuiY de Revi -la, e pjssado ois atinliui
iQvl para o Teen te Coronel Con>m.i>i*
dan le do B.lalhs sevste pode sem in-
lerreiifad do Cotiimandante dt L"g: pas-ar para a reserva e dar baixa a Cvuaida8 N g.indo ii.ele-lia ; c ne>te caso cinc. in-
tend-.r-tt deve o arligo i. il do De
cretudel* de JuUo de 834-jl
5. Se os iBciaes lie ipt>licafl o ar-
tigo 57 t:a Lei ue iS de Agosto de 1831
cruboia su<*s pateotiis ibe garantaS boje u*
pottos, que fQ deem peider p> r s^oteo-
ca roodeiiialorirt ou qnal.deve Mi'I
p;*na os que se na faid*rem?
t. Seos Prefeiloi, e Sub'PieteitOi, tiu
qua'quer Autiioridade Policial e pode
bem prefia requis95, a queo compete
chamar os Guardas ao Sei.vico, e neste
cao, eoconrando-se isordeni, a quein
deveca obodec.r os Guardas, se aos Pre-
scitos, e aeus Deli-{j- periores?
7. A quem deve entregar o Comm.m
do bum cnefe de Legia quando adoe-
ca, ou por qualquer outro L-gilimo im-
peiuieuto sendo seu quaricl di-tante
do Cornmaudo Superior e na occasia,
em que | oc um rnoir.ento nao pos-
po'sa p r lisar o tervigo ?
E esjiondendo a ella> rpre dizer
manto a primtii'a que, o Coronel Clie-
i'e de L"gH3 p-itic norurr d' s Ctpitle b
dos Corpng do sea Corjimando huhi que
.'ub litua no sea tenipoiario iuipedimen-
t'> : qnanto seinmd* que, huinOniei-
al Interior ou Guarda, que tetilla ha-
helidade pnde ser cncarrecado da escri-
piuiacao da Legia endo para is^o des-
peusido de algom seivico : qnanto
terceira fjue, o Capitn mftis antigo sabs-
Citua o Major no BafalhaS qaando este por
qualquer motivo deixe o municipio nu
doeya : quanto .1 quarta que; pela Lei
P. de 14 de Abril do anno p. p. baven-
do 6-dj commeliidas aoCoinminJante do
.Corpo as alinboico;s que exeicia o Con-
selli > de qualilicaca, lie hoja o ni asmo
Co'nrniiid.'iite a auctqtidade competente
partqualilicir, e nesta orrasiao pode el-
le passar a qualquer individuo paiviare-
sei va, d.'npeo-al-o do servico, e atron-
lerir-lbe baixa, vista de donjinenti/s
qne provrm a ,sm ir>cap*cidade para o
mesmo servico com recurso oPiefeito:
quiiilo a quinta q ir, diipond .ei ci-
tada <|ut:osotlici es di G. N. anda dv
mili idos, ou suspensos licim .osando as
bomas, prerogativas inherenn 8 a '8 se ><
ppstus, e n^5 marcando pena aos que n 5
se ardarcm, rjenhuma te Ihespolem im
por, t-eiu que a Assemblea Legislativa Po
riiical le.ulva a rep''ito a v'fta dest
duvid.i que Ihe sea' pecente : quantn
a sex'a que, sen (o a Guarda Nc:onal-u-
boidinada auPrdet, e in< umbin lo-l'ie
a-Le lser dis o'ver os ajunta'nrnt-is pe-
iig s s, poda*elle di p t da sun fnc* co-
no ju'gar ronvetiicn'e tranqni'i Mi
publica Revendo iii'ender-se com o*
nspeitiv s Gomro:-nJant s quando o' mo-
tivo pdo-qnal livtr de crpTg.ir a fo-ca
p.issi admiilir a rietaorfe d"~s-i
intill'geai ia. O* S-.b PretV'ftoa teem pa-
ra as mus diligf cas os Cidadjjs, hVe
nao aa&Gtfardas M^riftBes, q 1 ihe s'
sal'0'-.irtadi.8, e algWH Sil ia-los ('. N. ,
que o Cele to p ra' sita di pos".y< :
qwant a relima que, >e o C< mmitidan
te de Lcg'a -iloecr, 011 deix.ic n Muni-
co per s'g .in lempo tnWffircV*wCin-
mando 11.1 m vih ao Oiti ul rnais) gea
duado do-i Corpus da Lo^ia dan la
parlo ao Commandante Suqerior e-st
ao Govern da Provincia luqa.-o deqje
O impedimento 1 x'edj a dous me-> -.
Veos Guarde a V. S. Pala iodo Go-
V-roo de Pernambuco 18 de Marco de
1837 Vicenlo Tbomat Pies da Fi-
gueredo Caiuaigo. Senbor Con.m-iu-
d.iDte Snp.-lio:- dag GuaidlS N.u lollae- (|..
Municipio de G- inna, Francisro de Pau-
la Cavlanle da Albuquerque Lioerda,
plfitio de 1a do coi rente, visto ter sido
approvada.
portaras.
Ao Administrador Fiscal das Obras Pu-
blicas para faser retirar das mesmas eie-
cojber a Cadeia tons oa Calcetis vo-
luntarim que nao quiseivm Ci>Dlau nos tiebalbos publcos, virtonsini o ter
prop ;-.io em seu ylicio de 17 do corren-
te.
Ao Director do Aisenar de Guerra,
mdenatiao que empreste ao (Inmmin
danta do Ratalba de G. N. do P.>co jo-i
(iranadiiras e o competente coneine
para a niarcba do Dia ?5 doro.rente.
A o CoinmMiriantc da Escuna Vic-
toria paia pastar Gut df desembarque
do D-spenceiro da niisrca Escuna Manuel
J >se Coelho B'bos.i que v^i presjar
siia-. coritas na Corte do R;o de Janeiro.
CO MANDO DAS ARMA$.
Expediente do da 18 Je Margo.
OFFlCIOS.
do io:P98^J94 > q"ato sabido n
a bita ra.sa pedia, fobSe tsta tnour ,
porque naos todos os daentes lo-mp
diariamente ranudio? mu i tos rept tt-ui
os mr.srnoh, e qu.-c todos med i dias de
espaco de um a uutros. Due ho', q' ni 1
nuravilhei, e nthei isorbilanlis-ima a di--
pesa do receilu.u i", anda poique olnei;-
vei no exame tegad-.s, e altettad^is pelo l>> -Icji io, Jos
Lu| Innotenro P miscuaaienie a iJ5Ti>5 r-, qu-indo geral-
nentfl sabido do dis.'tico ile qualquer ra-
csituaiio, que poi|oe reuiedius ciiejao
a e^ta quatitia sesdo a ma-or p*'le de-
les do valor de qualro rnteni urna p-i<
Itaca prescindindo anda aa*im dj des-
vido ditcontO que t J 3 o 15 lii B i<>- cus -
turnar) f.iscr, nao dig> jt "'' Hospilaes,
e rte pai ti.dp.
Rima fregado como lu pil < Gavcrno
da ILiiia do exame, ledlic^-aS, e econ.olD-1
do Orcamenio dditpzi Militar, en em
fice da conlibemiau* dos aui'- aoteno-
res coosigoei 1 11 de Mam de 183 i
u Hospitacs R ginjxrilavs dan iclla Pro-
vintia t. sotnehe a quantia le ii'o
coDt0e,qQnbeptt>8 n.ilreis por me : icr as-a tui'i. i Mt-; cono pn "g'lva
ptdcriA ''i' siUacicso a "uro tal jcontts-
clbento ?' /
e'O" ".....
Uttavjaudo poi Mritoeobene*'ir ea' 1-
Ijo. io a mcu yer eacaudaics r ja.,.;f nos l..'1-s qu 8r< n e < ; I qae-
bia d 1 lio- le -. Ce ver 1 irmst t i>
piTJui.-o', 'Ula-riiJa Publu*i e do 1
aio b'iti ut io (no mu ter 111 ramio cri-
tniuoso por 'Kixa: -. pcar OS deu.- nuos,
per
bre a conducta, qua me eomiija, lomer
piir.'alva gnarda de meo devir, eicspoD-
al'i.lidade.
M.ruilbado en l'ae da d.-.-p i de
io;8P?t394o rs. i|uccon-uin;o de med-
t menlos co a trines o Hu-p.til Militar d-
dous pequ-nos Cornos, e nl po bam tiica* deque Jad exitia o defeim
para com seguranza me poder pronun-
ciir; pareceo-me conveniente mandar
txlrabir dos livros de cmit'lie'idde dj
me 111 > llop 1-1 tjda a diapeea dos doi.s
auno* de que f.-z 111 ru;.i o rereitoario
par* as poder colrontar, e deiidii-
iue.
I'ilfcsdnus mappis inrlnsos ronbeoera'
V. S. a axorbilancia das de-pesas d..-
quede reccitaacio ; pOique montando a
p. rus toda a conlatK'lidade daonello llos-
pilal nos iudicd)' 2 annos, <|ue decorn m
Ao Exa. Piesidente, iiifi.rin'ndo fa-
voraveiriif.te a suplir, 0U oC>pi'df>
nao -uiifirriado Vicente .fose Vireira
Milis t/ucaminbava aS. M. o I. p d">
do a conlirmacao.
Illm. Sur. O examedos litro",
qiiM V. S. me lemttoo rom -eu (Bciode
25 do pa.s,-d Fcveieiro, me pe?, em in-. para gora virreino de surprsa reque-
tena i imiracio e perplxit,.do so MOMii pagamento, ii-i.',. >i i tinhj
Jalo as arden, para .-. ups|n Bin 'iiTemt-
Lic), lemhro a V. S. urna Ci-mposicd
dodis outo t 25 poicara menasd ijuji i
pedida que o.-uu Cwiireni ido lit ii- le
ia' daviil ceito duque se t nj ix>',-;t-
do 111 II-sp ul de Maiiulu dvsta i'iovia-
cii e da iiialiea gcralrnetila seguida ana
todas ?< do Imperio rog.nlo a V. S.
quo (jtian O lenli 1 dt- d ir ao'.'Ov eino ,;0
ral cuHla da despega Militai, liajt den
t'itr 10111 loda clare 9 c indiridoa-
cap, paca qu' se coiib.i, a prim-i'.a
Vista, tju.: nao I i no leu, po da minba
i'J:i ni tj^H o .-liinn- tidi urna tal
lta, tn preju'o daFstnla, equebta
do meu ae'lo, ptu falta, de c.-onoiuia,'e
boa fi-calisio,i.
Remalto aseveiando a .V. S. qu* f.s
rubrica-idos respectivos Couurtand^nte no
reccituatio laoca-Jas sio verdadeiras e
qpe leubo providenciad o quando a ra
petotxige na u'iim parle.do mu rtle-
ituoolliciodc 25 de L'cVdiciio que fiea
d esta surte respondido.
Dcos Guarde fl bV. S. Qurl do
1
MUTILADO


if I ARIO DI P E R N A M B !j .< Ccmmando das Arm?s de Pernanihuco
18 de Marco de 1837. ',,m' Senhor
Jlo Gonsalves da Silva Inspector do
Thesouro Ignacio Corris de Vas-
concelos, C >mmandante, das Arma.
Ao CommanJante das Arm,s da Car-
te, resmetten lo a guia desoldado d<-
s- itoi d ; t- -i v i i 1 i daqmlla Gnarnigio,
Antonio di< Si"va A-evedo, que *egi.%
na Esrum Dasilia.
PORTARA. '
0 C.ipil iConsmmdtnte da Foitalesa
do Drcm, mandando qt>e posps e a da-
posicao da'Pnente Ajodante d'ordem Jo-
ro ('a Silva Gaimaies Jnior c presos
ol .ecolhidn^ Francisco Pedro Vinagre,
eEdiardu Francisco Nagueira Ang-hm,
que tinlia de cer >as?sd;-s pija buido da
F.s-cnna Victo is.
A Cmara Municipal da Gidade do Re< ife,
eseu Termo, emviitade daLei&c.
F s. ultima eperal apuracs dos ?los para
Depu'ado- Geraes e Membros da Assem-
blea Legi-lativa Provincial, hade ter lu-
gar no di.1 25 do frrenle, por st-qua'ro
horas da lartJe a Igra] Matris de S.
Frei Pedro Gonsalves, do Recife om so-
lemne Te-Deum, na ronfordade do ar-
DVERSAS R2P\RTiCOENS.
jflfandrga das Fasendaf.
O'Brigu<: Austiiarco Fortunato Ri-
sorto, viudo de Trie? le, entrado em 18 do
rorrenle, Ca jit Antori'o Scaipa, con-
signado-.N. O. Bkber & C.
Manifestou o seguinte:
100 barras de ferro, 9>o folhaa de zin-
co, 7oo barricas abatilas, 5 8 feivoa de
jucos, 5956 resteas d'alhos, jj5 barri-
ca eorn farinha joo barris cot) aseite
doce, 22 barricas, rom cominh s, 5o li-
tas com erva-doce, io7 caixas rom pa-
papel, 1 dita com vinho G ditas com
mi-sing, 10 ditas com ssso, 6 ditascom
vellas, 1 dita com roupa feita, 2 ditas
eorn cabdo, 2 ditas com licor, 5o grr-
rafs com dito, 8 Citas, lo buretas com
figos, 2 caixas com chapeos, 4 dit.-s com
vidios, 5 bar i* com binas.
Fora do Manifest.
t baceta com bejoteria falsa, 9.0 ditas
om mecha-, 1 ca-yinha com amostras,
1 ernbiulho com d.ts, le gi (as.
''8 9- das lo truceos para cujo lim
convida a tolos os Elejloi^s, o m-is C ta-
c1! s para asistir a este t.5*o'emne Acto.
E para qne chegue a noticia lodos man-
da publicar o presente e &fixf nos Iti-
pares do cosime.
Recale cm Scss. de 1*6 deiMarco de
1837. Eu Fulgencio Infante de Albi
querque e Mello S-cre'tario, oesrrivi.
Gaspar de Metieses VasroDC-Ib s de Dru-
mond,
Pro Presidente.
A n lomo Come Pessoa,
Doutor Elias Coelho Cintra,
Jos da linos Falc6 de Lacerda,
Thn/rfaz do Aquino Fonceca,
Antonio Luiz de Soura.
ltimos lempos o pen amento querido dos
Sabios edos Phi'antiopos, e nao menos o
desvelado ruMado des pn'n-ipes Gover-
nov, que no a migo e no novo Continente,
marcha t**fta do p<-cgrefS-, e promo-
ver o melhoramerito da especie huma-
na; era quanto l'o' iu.:al. que durante se-
ciiloi bavia trajinado nesla grande oba,
hoja m vez d a promover, Ihe p5e obi-
laeulos.
O primeiro titulo qu os lioasos G'?n-
cbius pubucas.
MESA DiS DIVERSAS RFNDA.
A pauta he a mesma do N. $}.
CORREIO.
O Brigue Bom Amigo, deque lia Ca-
pita Antonio Juaquim Fernandes, sae
para o'Ri > i'e Jaueiio no dia 27 do fut-
ren'0.
; .'laxo Irabel, receba a mala para
oMuaiiha a maiihl (n) p- Id, 5 I101 as
da t*rde.
EDITA ES.
1
Joie de Pinlio Rorges D.rfctor da as:g-
natura e Sub tic*5 das olasdaa No-
vo Padr.5 desla Provincia.
Faz saber que no dia primeim de A-
biil prximo futuro piDcipiara' na ra-
sa da Thesourjiis da Fasenda conforme
dpoem o Regulamento de 4 de Novem-
bto de i835 .-uboiiiuica dos conheci-
rreulos, eseduUs, que seacbc-5 na cir-
culaca provenientes do troco da ruoada
decobte rrcobida em tirlotude da Lei,
de 3 de Ootubro de i83, tendo prtfe-
rencia aqnelles, quando se api esentarem,
e devendo a nuama suhstituicaS contiuar
sucessivament daqutlla data em diante,
podem o?. poit todo os que nao forem Domingos, D-a-
Sanlos, e Ferias Nacional, de-d as lo ho-
ras da manb, ale a huma hora da tarde.
Directora da assignatura e Subi>lituca5
das notas do Novo Padra 18 de Marco de!
1837.
Jos de Pnho Borgrs,
Os Carpinteiros, carpnis, cinleiros, e
erven'es quaqui--erem tr^balhar n lu-as Publicas ganbando tanto quanto g-
nbo as obras pai tipular>s ficando tx-
emptos do reciutamer.to <'e primira li-
nha e doservico artivo da uaria Na-
cional, po 'em drrigir se a Casa da mesma
RepM-tica lo loa os dias olis desde as
nove horas da manhi, ate! rs duas da lar-
de, para f'serem seus ajustes.
Inspi'cpaG das ohras Publi as it
Marco de 18.7.
Antonio Carneiro Ii<-a5,
Insptctor G.-riil intei in .
de
Summamente instados, cedemos se-
gunda insrc5 das f-e^unies pascas Ofci-
aes doGiU'om P*itu^u-z, e qu i fo-
ro puldicaHas a pouco ero. qos?o Dim 10 :
o- b nignoa Le i lores, que aje laes pea^ax nao
lem inlerease, queirao de?ralpar por e>ta
vez a nova condescendencia.
CONSULADO DE PORTUGAL
im Pernambuco.
Faco saber, que pela Secretaria d'Esta-
do dos Negocios Elrang ros, me foi re-
mettido 11ra (fficio Circular com dita de
2 de Janeiro do correte auno sobre
total extinecio do trafico daEscravatura,
o qoal do tbeor seguinte :
,m Circular N. 1SuaExc. o Vi con-
de de S da Randeira ae tn< arrega da re-
melter a Vmc. os inclusos Exemplares
do Relat rao, e Decreto de 10 de Dezem-
bro ultimo, relativo total ex.1 nega do
trafico da Es.-iavatura, a lim de que Vmc.
o execute na pn te em que Ihe t car, e Ihe
de entro sim loJa a publicidade poj-i-
vel.
Dos Guarde a Vm. Palacio das Ntces-
sidades em 2O de Janeiro de 1887.
E para que chegue ao conhecimenlo de
todos os Sub itos Portugueses residentes
n'csti Cidade e Provincia, e dequem ma-
is possa interesaar, faco inserir com e>le
nos Jornaes de.^U Cidade, copia aulhenti-
ca dos Ejemplares do R I.iori >, e Decre-
to quaeom aquelle officio t'ircnl ir me lo-
rio enviados para que lenliio devida pu*
b'iciiade.
Consulado de Portugal em Pernambu-
co, a os 1O deMarvo de 1837.
Joaquim Baptista Moreira.
Coii.sqI.
RELATORIO.
Senhora !
A BLV'iWftV da frica ten -ido ncslei
des Res, A<>ga-.tus Ati de Vossa Ma-
ge-lade, accr< s enlarao ao de Rei de Por-
tugal, foi o de Alem m>r erw frica, e
o de Senbores de Guicl Erpunhala<,
pelas mios de ossos navegadores, dirit^i-
las p< la atrevida sciencia de nossos As-
trnomos, Q-iiiias Porlog'-ezas, dla
ext e iiiiadc da Europa .'alii ao para con-
quistar e civilisM, primiiro fjr. n o--
irar se nounares de Ceuta, lego, pssa-
d o tremen io cal) Rojidor, nao tar-
darlo a ganhar a^ feriis ragSes qu re
ga o Sen'gd, o Cambia, e Z.ire; don-
de, doicendo, e dobrando o Cabo Tor-
mentario, p-s-ai ao a decobi ir a Costa O
riental da immena pemnsafa Africana,
em oujo litoral fondaio Feitoiias, cons-
truirs Forl<8, e conquisiiro Povos.
Sobre varios fe'tos de frica, como em
tantos outro*, os Porloguezas tm sido
calumniados por historiadores modernos,
que leprsrntarfio no sos Guerreiros e
Navega lores traficando rom a espada na
mi dos have-es e das v>ds das Nai5 s
descoberlas. R todavi-, nSo bt um s do-
cumento em toda a primeira e'poca de
nossos deseob" iment >st que no prove que
o principal, equ-si on-o intuito do Co-
vtrno Ponuguez era a civili-acao doj po-
vos pelo rtn io ilo Evanrelho. O commer-
cio f i secundario, posto que meio rivili-
sador lambem ; ea dpnominaca foi urna
necea idade roosecitiva, nio um objo-
to.
Os erros de doutrina religiosa, e o vi-
rio das medidas p tilicas, eta do Secuto,
nio dn.i hom?ns.
A ludia p:imriro, de,)oij o Brasil fez-no<
deixr a Af'ica, ncs'o mata nlural cam-
po de trrbdhos. Mas a colonisap8 do
Brasil, eacxpl racio de suas minas; e
lem depie.s o inte e e de todas as os-
tras Potencias que houverem o peu qsai -
nha5 di A me 1 ira, lorio o m ores inmi
gs da civisdcio da Af ica, que nos s',
e rom tanto sacrificio de vida e faztodas
baviamos romecado.
O infame tr, (ico dos negros, certamen-
te urna nodoa indJevel na historia das
Nsces mdei as; mas nio lomos, nos os
prmepaes, nam os nicos, nem os peo-
res it'os. Cmplices, quedepoi* nos r-
goira tinto pecariii mais, e mais feia-
mtnt?. E-ntndar poia o m?-l feito, im
pedir qua mais se nio f>ca, daver da
honra Portuguesa, e do inl ios-e da Co-
roa de Vossa Maga.tade, porque os Do
minios que pessuiroos naqu^lla parle do
Mundo, fio anda os mis vastos, impor-
tantes, e tollosos que nenhuma afio
Europea possua naAfica Austral.
P. considerar o que a liulmenfe sio, mea
o deque sio puse*ptive;s. O estado em q'
se achfo devido nio -o ao mo Governo
que tem lido a M. t prestado a sua atten^sS quast excluiiva-
mante ao Biazil.
Oinaturaes da Aln'ci foiio pprisiona-
dos, e t'aojportados alem do Allanta o,
psra lomaiem rico om immenso paiz, cu-
rs habitar tes se iecu-avio oifilsatf.
L se n'uma memoi ia aitiga, qua bouve
lempo emquo na tilia de S. Tbom exis-
tuio denetete ngenhos de asCsoaW, que
o Governo de Poilugat mandiu HeMiur,
para na5 prejudicare-n a cultura da ca
na que naquille l-uipo provovia no Bra-
sil !
Em rilas Provincias Afucanas Mf-
tem ticas minas de 011ro, ccbe, fero, e
pedias nieciosas : alli podemos cultivar
ludo quanlo (e cultiva na Amei ica : pos-
suimos trras da nisior le.-lelida le as I-
llias de Cnbi verde, em Gui, Angola, e
Vlocainbique : graod^s rios ruregaveis fer-
tili-io algumas das nossas Provincias, e fi-
cditooseu comraercio; naque!l>8 vastos
territorios podereaios cultivar em grande
a cana doassucar, o atroz, ail, c.fle c
cacao ; ri'utni p'.lavo, todos o* gentos
chamados eolonic, e todas as plantas das
VIolucas, e de Cedi, que produzrm a*
especiaras em tl abnndtncia, que Dio
somente basteo ao consumo de Portugal,
mas que posslo ser exportados em mu lo
grandes quaotidadespara os outros mer-
cados da Europa, e por menores precos
que os da America, vMo que o cultivador
Africano nao ser obrigado a buscar, a a
comprar tiahalhadrts, transportados da
outra banda do Atlntico, como aconte-
ce ao cultivador Braaih iro, que paga por
alio proco, augmentando ainda^pelo is-
co do contrabando, os eravos que em-
PreSa"
Promovamos na Ab ra a colonisico dos
Eurrpeos, odesenolvimento da ana in-
dustiia, o embrego do mus capitaes; e
fi'uma im'ta serie de nnos, airaremos os
giandes resultados que cuir'ora oblive-
mos das nossas CoKlHSS,
Mas para ist) n.cess'iio que refirme'
mos inteiramenle as nossas L is Coloni-
aes."
Se pelo resultado se p -de ju'gar o sys-
tema d'uma.LegisbicaS, nenhuma pode
ser peiordoque a das nossas Posses oes:
seculos tem decoi rido depois que seachio
no dominio Porlugoez, a pouco differen-
tes e.-tio am civilisaca do que eu'6 no
lempo da ronquta, em quanto, romo
routrsste, a visinha Colonia do Cabo da
Boa-Esperanza, em muito menos temp>,
tem crescido rpidamente em pnptilacio
banca, e em riqueza.
A gloria decontinuar a grande empre-
za romecada pelo Snr. D. Joio II e lava
res-rvada a Vossa Magestade. A civilisa-
caSo'Africa de que tantas N*cas pode-
rosas tem desesperado, mais passivel
R.iuha de Poitug I, que em Suas Mios
tem as chaves das principies pe 1 tas por
onde'etla pode entrar, e cuja autheridade
oIm decida em varios pontos do inteiior
d.-quelle va t > Continente, que ae achio
situados mais de duzentas legoaa domar.
K ass:m como foi possivel aos Sobpran.s
de Porlngal *brir e Iradas paia arivilsa-
cio, que tienbam outio Piincipe ou.ou
fdser coirtmller, sec Ihes-ha tarobea* p< s-
iiyel acliiiiatisar, e f.r prosperaPna-
qaellas regides esta phn'a benfica.
Gomo preliminar indisp-nsavel de lo-
dssas providencias, que para e-te grande
fim, de acord ceo a Coftes Gsraes da
Naro Vossa Magesfade hio leixai de
Dar em Sus Alta Safodoiin, Rel?gift>, e
llumanidade, OS Seus Secretarios opta-
do ten hoje a honra da propor a V-via
Magestade, no seguinte Piojeclo de De-
t* creto, a intira e completa aboligio do
trafic da cscravalura nos Dom-nius Por-
tnguerts.
Searetaria d'E-tado dos Negocios E-tr-
Ceiros, em lO de Dezembro de t-896.
(^sfignados) Viscoade fle S da Bandera.
Antonio Mano* I Lipes Vivir de Cas-
tro.Manoel da Silva Pasaos.
DECRETO.
Tomando em romideraco o ReUtorio
do-Secretarios u't-tadodSs differenles Re-
parlic5e:l]i per bem Decretir o seguin-
te:
. ArL 1. Fica prohibida a exportacfo de
escravos, sej-i por mar ou por trra, om
tpdoa os Dominios Portugoezes, sem ex-
cepcio, quer sejo situados ao Norle, quer
ao Sul do Equalor, desde odia em que
na Capital da cuta um dos ditos Domi-
nios f r publicado o presente Decreto.
Art. 2. E' do mesmo modo prohibida
a importaca deesciavos feria por mar,
sob qualq'uer pretexto que se prttenda l-
ser'
nico. Todo oescravo que for im-
poita.Jo por trra, dever rer competen-
temente manifestado sua chegsda aoTer-
litorio P01 tugue/.
Ait. 3. E' exceptuada das regias csh-
beltcitfas nos4r,'Mos 'm ei. a expoita-
cao e importtco do e-cravos bita por um
Colono, qu*r nat ionul, quer estrngiro,
quede urna paite dos Dominios fortugue-
zes am A ti ica for etabelecer sa em oulia
parte dos mesmos Dominios no Continente
011 lltias Afi icarias.
unipo. E' do mesmo modo exceptu-
ada da rrgra estabelecida no Art. 2. a im-
portaca de escravos per mar feifa per 111*11
Colono, quer ntcional, quer estrangeiro,
V
1


DIARIO DE PERNAMBUCO.
sasssaBvssaa
zzzaBszzzzszzzrzstsrnzz
iw.J^nsrnsfflr;
!5
qUe da qulquer paiz nao sugeito Minha
Corea vier eslabelecerse em a'gum dos
Dominios delta em frica.
Ait. 4- A faouldade concedida pelo
Art. 3. mi principio dcsle Decreti ser
regulada pala nvimn seguime:
i. O numero de e-chavos exportados,
ou lirpo'tados, segundo a pern;is-*. ex-
cepcional de que trot* o refendo Artigo
5. n principio nunca podu ser mais
de dez.
S 2. Anles da excepcio dec'aiar o se-
nhor do escritos peante a A..thoiidade
si.p'rior da A fin lega do porto em que
em tarca, o ourheio de escravos que I va,
prestando llanca Jouea, e cenespondeu-
le ao valor desecravos que perten^eex-
portar, de como effectivsmjite os lia de
d'8 tinar-se.
3. De se ha ver piennclio o que de-
termina o antecedente se lavrai Au
lo em ura livro especial que para isso
baviri Aandt-ga, inserindt se no mes-
ura AuloadeclaiCa5 f.*it ralo s< nhor dos
e-rravos, e oTeimo da finca por elle
prestid.
. 4- A Authoridade supeiior da Al-
fandaga sndese lavraro Auto de q' tracla
o antecedente, enviai traslado au
thenlico do mrsmo Auto, era ca lacer-
iada de olliciS a. Authoridide superior
da All'and ga do polo a que o scnbor dos
escraves declarou de tinar-ae.
5/5.0 O seohor dos escravos pode
comCert'id 6 c*a apresentacaS delles, pis
rada p 11 Authoti-'ade supeii.r da Alfan-
d ga do porto a que declarou destinar-se ,
mandar requere a levanta ment da 6anc
que prestou na Alfandega d.< port > donde
sabio. Ihe ser minediatamtnte defe-
rido.
. 6. Nao se apieserjtmdo o senhor
di s ea> rayos cora el lea no praso de teis
mezes contados da data do A.to de qi*e
tracta o 3. > Auctoiidade superior
da Alfanoega do porto a que diclarou ir,
esta o praticar ofticialmcnte Authorida-
de superior da Alfandega ton e se laviou
o dito Auto para que pe s meios com-
petentes se faca effecliva a Ganes.
No caso probado de morte de todo) os
escra vos declarados, 00 de paite delles,
tBrabem 6ei o fiador absolvido do todo,
ou da paite correspondente da lianca.
Art. 5. Por cada escravo xportado
segundo o modo presetipto no Artigo 3.
in principio te pagaia 04 mesmos d-
reitos que se pagavera quando a expoita-
c.- do e-cravos era permiitida.
. i. Igaes dirit09 eeiio percebidos
por cadae-cravo que lr irnpoitado nos
caaos pennitti Jes pelo nico do refer
do Artigo 3.
. 2. Os tties'rwos direitos se peire-
beilb por cada un dos escravos que (>-
icm importados por tena.
Ait. 6. N.i5 se da rao Pasaportes aos
Navios meroant. s paro os teminos Afri-
canos situados ao sul do parallelo de vinte
graos de latituJe ta, tuitiional, sem que
seus dono* e Cap ti es ou toebtres te-
iiliam as-igoado 'JArmde nao reet harem
a bordo delles escravos alguns que n
s- jam os que pelo Ai ligo 3. dtste Deere-
to e permittiJo b ansp< ciar.
Ait. 7. Us Navios Portugueses ou
Estrangeiros que se apromptarcm nos
porlos desles Remos e libas sdjscentes,
e m<-u porlos ua Monarchia para nave-
gnrem paaa a Al ica ao sul do parallclo d >
vijesimogio da 1 tiluJe septentrional, se
rao visitados no da di sua tbida pela
Autboridadacivil do porto aiompanha-
da de 110 dos prineipaes Empregados da
Alfandega ou na ralla destes por umOf-
ficialde, os quats sob dadeejcaminara com o raaior escrpulo
c vigilancia oN.vio; e nao achanto cusa
que cause suspeita o deixario pulir Ji-
Vrernenle.
$. i. Encontrando p reta objerlos
que indiquam que o dito Navio vai em-
pregar-ie no tcheo de escravos, seio es-
te objectos tomados como contribndo ,
ficando incurtos os inteiessaJos no Na-
vio, Capu6 ou mestre, os Pillas, e
os Carregadores delle as penis ebauo
declaradas (Artiga i7. )
. 2. JJepoi, da visita nada pode
e
r rece
. 5.
hidoabordo do Navio.
No seo de o .vio MO rer
condemnado; deixando rom todo suspei-
tas de qua se dentina ao ira 6co de escravos,.
po.ii ra a Authoridade comp- lente exigir
fi.ioca sufficiente dos intrreasados no mes*
mo Navio deque nao faiio o dito trau-
co.
. 4- Se no etpaco de 18 mests n-5
houver donunria ou accu*ac5 contra o
i>fi nifado wtr Ihe h* levantada a fi -nca
e do mesmo modo Iba sei levantada a
ti niga anda quando dentro do rtfe 1 ido
praso eja aecusado te dpois for absol-
vido.
Ait. 8. Os cbjei tos- que se conside-
rara indi ai o piojet to da o Navio se d>s-
linar ao trauco de escravos v5 mencio-
nados na R lags annexa a este Decuto ,
que dalle fiZ paite ; e v^i a-signada na da-
ta de boje pelo Secretai io d'Estado do- Ne
gorio-Evangelio Presidenta do Con.
selhe de MiriiUio .
Art. 9. Nos Pas-apoi tei, que se de-
rem aos Navios meicantps paee os meo
cionaJos Territorios Africanos., ii 6em-
pre ex pi es-a a clausula de que s-.ndo
encontrados em contravencad a este De-
creto pelas F.oib tu^uezds, poderlo sar por ellas apresa-
das.
Art.ro. 0 cantes, que f-rem a qualquer dos pnrtos
dos mencionados Teu torios logo qua
fundsarem sui a > obligados a mandar ca
da ura o Passaporte do seu Navio Autho-
ridade superior da Alfandega respectiva,
|ue o consi v. da sah da do Navio a que elle pe trace.
I, No dia da sabida do N.vio en-
tregara' a dita Authoridade o Pas aporte
d.lle a ura dos Uffi aos da mesma Alfan-
d-ga pelo qual responder', para que
este passando a bordo d'oNjvia o tendo
acbado, pala revista que deve passar, que
elle n-5 cndut escravos, seru5 dos que
tacta o Art;go 3. lien lem a seu lior-
do obje< tos dos mencinalo) ni Relacan
ann'Xi a este Decreto entregue o m srco
Passaporte: aoCsp t 5 no arto da ae -fazer
devela, edepoisde ter suspendido. E de
as;im o Iriver cumprido a dito Offi'iil
dar Paita por escripto Authoridade
supai'ior da Alfandega q<>e a f.-r guar-
dar no Archivo deila.
5-
Achanto poioomesmo Of
&riol bordo escrav s cuja exportaca
prohibida por este Desteto ou algara
dosobjectos mencionados na bobredita Re-
lagtiS, far deter Navio e dar Parte
por escripto Authoridade su pe i r da
Alfandega para se proceder na conformi
date do me.-mo Deci et.i.
Arl. 11, Em todos os casos de trans
gres.s do di terminado nesie Decretse
impora' a pena do perdiu ento dos esrra
vos, que lo rain oljeto da misma ti ana-
gres sao.
. i. Todo o escravo ".ssim perdido
ficara' irmediatarnrntti livre e a Au-
thoridade competente Ihe pa sara' ex-offi
rio a Carta de Alforria ob pena de sus-
pensas, sea-s.m o nao rumprir.
. a. A Authoiidade publica a
Tutor e Curador legitimo dos libarlos
as-im feitos; e os dar' de soldada em has
ti put'licaa Mes'ros de cilicios merbani-
cos que sa ebriguem a eusinar-lhes es
mo mosofficios.
Ait. I. Em todos os casos em que
segundo o Artigo antecedente In perdi-
monto de escraros. se no acto da appre-
hens'5 ru forem encontrados todos o i
parte delles, se fara' sequestio nos bens.
de seus donos, compratoies vmdedo-
ics ou conductores, os quaes todos res-
pondeio in solidum pelo valor dos es
crvosqae fdtarem.
. 1. O valor dos escravos que fal-
taiemsera' sempre computado pelo preco
que 40 tempo do sequestro ti i erem no mer-
cado 08 melhores ecrvoa.
. a. Q sequestro sera' fato do mo-
do que segure toda a txtensiSda respon-
s.ihilidade sjgondo o valor dos escravos
quef.Wtaiem houver de ser muliiplicado,
ua conformidade das penas impostas o-
que fazera contrabando.
Art. i3. A flta de cumprimentodo
que determinado no ooito do Artigo
a. sera, punida alm da perda dos es-
craves cum as ou ti as penas impostas aos
que fazem contrabando as quaes Ibes se-
rio applicadas era seus difiranles graos,
s guodo a gravidac"e das cirenmstanc^a/.
Ait. 14. Em todo o raso de omissaG
ou inexactidao da cumplimento co ter-
minado no Artigo 4 a Authoridade
superitada Alfandega ircon er*' na pena
3ue Ihe fr julgada srgundo a graviJade
a rulpa.
. 1. O mnimo da pena sera' urna
11 u ta de quhln cntos mil ra.
. 2. O mumo mulla de um cont adlenlos mil rs. ,
c ni 1 ci d.'m uto docm.rigo, e inbabi*
!i lade para outm qual |uer.
A. i5. Todo o nrsle, ou Cp-
ta de Navio encontrado no Sul do vigsi-
mo grao de lalitu le septentrional n,,
ros fio dudarnos mi has de diat%nia rio
Contraente de frica, sem P.sispute na
forma que phscreve o Artigo 6. 011 a
quem a proveque f z aquella navegac6
sera levar o dito Passapmte ser.i'pu:iJj
cora Ira* annos de gal!s ; e os donos Ca-
pitio 1 u Me tradonfeiiJo Navo fieam o-
b igdrs in st liduma urna multa iual a'
metade do v;lor do mesmo Navio.
Art. 16. 3 A omi.-o cu negligen-
cia da Authoiidade Civil ou do Empre-
gado ou Ollicial de qi e trata o Artigo
7. sera' ponida cora a m. lta de leisteu-
tos mil rs. paga porcada um delles.
. unio. P.sti mi.lia sera' emtredo-
bro corn perdiraento dos seus Ca gis ,
e Ollicio-, c inhhbilidade pata outios
quaisijuer, ne Ibes fr provada com-
Tenis.
Al. 17. Soappli a las aos iransg es
sores do que determinado io-. ^. i. e
a. do Artigo 7. as p tas impostas ao^
que fazem ci.n'robando.
. nico. No caso prevenido por e t*
Auigo se Lia' imm dialarnente en b-iyo
obie a NVio euua carga para segur -nci
das multas em quepo-san ter incurrida
Cspii.5, ou Mestre, Pilotos, dorios e
Can eg, dores de'la pelas quses lodos re-
pondiio in solidum.
A't 18.0 O Quicial da Alfandega'q'
no ca>o do l.3doAlgi i.3 deruma
Parle falsa perdea' o si u ll'uio, 6car..'
inhab I pa a outro qua'quer e pagara'
uma multa de qutrcenlos nvl rs.
. nico. A Auth rtdade Sup-riir da
Alt..n lega que empregou o dito Ofh\ al a'
deu Parte f'.l.a pagara' lan.bem a ro J
ta de seis entos n.il rs., se da sua psr c
houe negligencia a qua I multa sera'
em Iresdobro com p 1 dmt-rilu d > teu
E-nprego e inhabdidade para outioqual
qu r, se tambora Ihe for prov. da a con-
"uivenria.
Ai. 19. O Governadores ou A'i-
thoridadis pi lu ipaesqueas vezes di lies li-
zerern era qulquer ten torio dos Domi-
nios Poiti'gue/ea, anude se pi ovar que
por sua otuissad ou negligencia ttve logar
a cxpailaco ou impoi Uffo de escravos,
que naos-ja a perra Uida pelo Artigo 3 o
deste Decreto, incorrero na peda dos
seas respectivos CtfgoSj e inlisbilidade
ptir tempo de cinco annos para reiviiem
nitros. No rao p->icm de su p da sua parte t.mbeiu li. alm de p-garem cada utua multa de de US
coulos de is., a cinco cotilos de rs. tera'o
a pena dedegndo par tspaco de cinco an-
uos emum Presidio no interior da Afii
ca.
. i. Os Capitfes, ou Mdtres, e Pi-
lotos OS Navii h queso tra'iio deesciavos, e es ni is individuas
eucarregaJos da compiy ou venda d'S
m -sirios escravos para laes Navios e di
aja condticfj para elles, s .Un rio pena
de ga's do dous a cinco annos e ura
multa de quindenios unir-, a dous con tos
de is. cada um e in soii.lu n.
. 2. Todos 0$ mais iiidiviJuos en
ooutiaJosa bordo do- Navios ejipnga-
dos no mencionado traGco nao tompre
hendidos no antee eienie, serio con-
demnades a s rvi.em dedous ate quatro
annos a bordo 1 a. Embirca.es de Guer-
ra do Estado sera venciment desold,
e na classe que se jolgar p r senienga, se
gundo a gravdade da-c.icun Slancias.
Art. a >. Qulquer contravtriioao
di>p tsto ne.te Uecrelo deelarada crim'a
puLl co e a sua aecusaela da oorig cao
e-pecial dos Procuradores Regios e seos
Delegados sob pena de suspensa. e c5
ptente a'm di-so a qulquer pess-ia do po-
VO) quepsdea' ser tambera tdinittida a
dar desunis di q'iilquer tobredita con-
ticencao.
Ait. ai. Naslransgresaesdes'eOi-
cratp n O ha presciipc.1. pVa n con|,ecjv
mcntoesp.'ciil dellaa, e iap0-is3 das pa.
U3S. r
Art. a2. 3 Oa Juisea de Dir to dos res-
pecbvoa DatnMoi aario os ?bmp,lentes
pa-a t .mar eotihei imerito dastrangress5ej
de te e)e r- to ; mas das sm8 sentencas se
.ippellaia'sao.prep)!-paite da Justicapa-
raoJJupiemo Tribunal doCorornercij do
R' ino.
%. ueiico. 'Panto osJuizes de Direito
couu o Tribunal pie>porcionaii,> d pana'
tono fonlejii-lica dentro dos limitespres-
ei i| Arl. aj. Os Cnsules, cVce-C5-
sules de Pjrlugal em qulquer porto ej-
lr*'tge ro a que foiem osi\.t>i,,.s Hortu-
g'itzes, si) encaregados da execocio di
pre ente Deciefo ; eailmidj alguuxS'
ir.vencoaclie, p dvrfo reqoeier cora-
plente Authoridade do paiz o embargo
no Navio, eirsaSdos culpados, f zen-
00 d-puis ic neltero Navio, p.csos e
f'g*ao Ministerio da Marinha pAra
m n lar tomar de ludo coahecioocnto pe-
la Aulhoiilade a quem competir.
i. O Cnsul, ou Vice-Coasul ,'
a quera te piovac oraissr na ex.euo?5
dest-.- Artigo, ee> punido com'a perdn
do seu vcnpi ego e inliabnidade para ser-
vil o.it-o qu. Iquer.
- 2. Em caso de conn:vencia tlem,
de lucorre as penas mencionadas no .
antecedente pagara'urna multa de dous
contos de rs. a cinco contos de rs.
A.l. 24. As s inmus piovrnientts du
tedas a n.ullas in postas-, e Bancas n
letant-das, se;i appluadas melade para
ofiso, em<.tadepara um cofre do qml
e provea as necessidnd que im virlude de te Decreto tiverera ob-
tidn M,a Carla de AToiria.
. i. As Gamuss Municipies do?
Diatiictos respectivos ssiio es a.lminis-
tiadoras diste cofre, e da tu aJminis-
tiacu dtilo couta a' Authoridade com-
pe ente.
. a. Nos casis cm que houver de-
nuucia aera' diviJila a qu.mtia em trew
partes, sendo umi paraoJisco, umapi-
ra o cofie dos libertos, e a outra para o
denumi.nls
. 3. No raso de apprel)ensu feita
6m letra, oudentro dofl porlos, anteada
se preceder a dirisa de que trata o an-
tcccjeitle, N tj ara' precipua a quantia
que por le compele aos appnheusorep.
. 4- Nos ra 01 de epnsaincnto fe
lo 110 mar se Sfguia' quant > a repart-
fcOeiapiea o que e^ta'determina io pe-
las Leis, e rtegulamentoanteriores.
Art. a5. O pie-ente Dicreto sera'
publicado na foima do costume peloi Go-
vernadores do 1 Dominios U t anur'nos
j l-gaque poreile forrerebico; raadando
a u eiisso um ext-mplar de lie a cada urna
' daCmaras Municipaes, s espcctivas
Alf.i:;drgas cao- Juisesi'e Diieito.
. nico. Pelo Mioatern dos Nego-
cios Es^rangeiios serio remet'ilos exem-
plares o presante Decreto as Legae;5es e
Ag ncias (.onsulares de Portugal em todos
u.t paiies Cstraugeiro.s.
Os Ser reanos de Estado di s difieren les
Repirtues assioi o liihain entendido e
ltaio exeiiilar. Palacio das Necesida-
des era dez ile D.sembro ciexntl oto ren-
tos trila e seis.
BAINHA.
Vsconde de Sa-' da Rinderr.
Amonio Manoe-1 L> pis V.eia deCastro.1
MaUi.el da Silva Pasos.
REUCAO'
Dosobje lo-, que sendo sellados"! bordo de
qu-Iquer Navio se devun considerar
ct-mo miicie.s da <^ie elle se destina ao
tiafio de e-cravos e o tornara 6Ueito
i-S dis|)"S:<.,5ei do Derrito de 10 de De-
8emr.ro dei856, da queeU mesma Re-
lac. fai parte.
1. E-colilh.-scom grades abertas en
vez de- serem fechadas segundo 6 pralica
nos Navios mercantes.
, a. Repartimentes Goherta corrida-
ou separaqOes era raaior numeio doquea
co.lurae o nccessaiio nos N^v os queel*
i
MUTILADO


4
A'iU.HAU
sem o Commeicio licito.
3. Tabeas apparelludis para formar
dib segunda Cobeila, conforme platicara
os Nvos de esrravatura.
4-^ C-arglheiias, alpinas anjinh-s,
o1 Cadeia-.
5. M.uur quantidaded'agoa em pipas
ou tanques, do que a nece. consumo da equipa^em de uro afio mer-
cante.
.6. Ljia quanliJade extraordinai a de
jvpasou barris pi-a ooDler lquidos, um*
vez que o Cap ta nao poeta I presentar
CerlidO Ja AUandega aoodd despachou ,
mostrando que os douo, do navio presta-
j-am tiaoca,vque assas pipas OH b.r.is s5
desunidos paia a/eite d-.- pairea ou de pe-
ate, ou para quelquer outru Comunico
licite,
1 Mii..r ijuantiJa-le deeelhas, ga-
D A RIO DE P E R N A M B U C O.
quero coevier que ten Jo pp.rccido.out.a j
pestoa com o niesm > in.roe, e psia ,evitar.
eonfesUcoens no futuro, de hojeen dian-
te se as in por
Antonio deQuei. Filgm-i a.
m*iUs, ou han jejas para mocho, d.r q..e
al neeasarias jara uto de rqupag-m de
uin Navio urticante.
8. s Uuiu (Jaldeira duraiior diroensa
do necesitarlo para uso da equipageni ; ou di-
versas Ca'deiras ero rnaior numero do que
as n ees-arias pana este efl'.;iio.
' 9.w Lji.i quantidade extraordinaria
de arroz, t'eij.. enano, peixe salgado, Ja-
riftlaa de pao, oandiuca, mimo, ou farfollas
de quslq .er especie,, |em da que ,ossa ser
oe.vs8uia pa/a ousUnlo da eqoipogfai ,
quandoquahpier de-oles objeotos n5 Faca
parte da carg, ecomo til se ache no Ma-
nifest.
Secretaria d'EsUdodoa Negocios E-iran*
giros, ero lo de Dezcmbro de i83t.
- ( Assignado) Vi>c ude de a' d B*n-
dwra.
E> la'Conforme
Joaquiu Bapii uMofeira Cnsul.
AVIZOS DIVERSOS.
OSir. Doutur Luiz Vicente da Foneeca,
quaira mandar procurar na uta do Cabu-
g Lja D. 3 urna carta e ura erobrulho,
lindo de Rio de Janeiro.
09 Ru-seil Melln & Cotnp. deca rio
qua Antonia Biztrra Mraleuo de xou de
si.rseu ca xeiiodadeo dia 18 do correte,
u por isso l'.-zern o presente anrtuneio para
que uingmra se el.ame ignorancia.
&~ Qjem tiver a'gnru s- brido ou ca-
*a tenea em a'g.inmd-s tu s do B-i ro do
Recife, que nao exced o aluguera 9JOOO
eVaaniaaetj QAuata para se tratar.
9JT" Quera annunciou no Diario pre-
cisar dj urna pessoa para endguar gr|-
raatcalmeute a bngoa Francesa, dirija-se
d ra atrae do muro da Panda U. i9.
fctfr* Na ra d'Agoa veide, sobrado D.
27 apireceo no dia i7 do coi rente u\n
negro por no i,e Jne que diz w esrraVd
dejanoel ddsSioioa morador oo wtio.db
C*'j.i' d slricto de Lourengo ; c.jo ne-
fi-oseoll'.rece ao pe.-p iclari,, pira osrr-,
vir, cerau este ignora o su. I gti-,,oa
nhoriaa-se publico para qqnto antrs 0
niesmon tratai (o :eu aja t-, v.to fican lo
e^a najeapotiiab.lidide de qoalqucr caso,
queacoitt. 9a aj dila.e>cra?o.
*9- JMaae-.m.i casa, arlu se urna niu>
nerap**, pro.i> bosn leite q .e 6e propBe
a ollar, sen Jo ca.-a capaz; ,eir, a
pertender < irija se a meso. rasa que a-
cbai coro i|Ueui traUr.
tj>" O .era a( boa urnas polcelras do
ouro,da Jg:cjado p.rai., .t a .,, de
O tas, seodo q -eir re.ltuilas, dirj.-se a
referida roa d OrUfl D. 19, qaeef& ae-
nerosaroentt! rcoiop*na> 93T N iu dr C;ue.ei;ii> di Roi-vis'a
venJaD. 0 p,t,,s...,e de lOO^re.saiu- I
roa coasegu. anca ero ora isomo.
*&* Uc^,ar,Crouod'a n d> borren
tedp.pateode. PeJr- urna cabra peq ,e-
ua ntux, tenda por sima dr ca'ega, .r
os oios, aendo era todo curoarimeitto da
testa, najJli (amaiella He ura lado e Je
oatro, o capotudo pret,., e pja barriga
brancaal o Mpioltao, ospj e as rao
pretas com Jijiras a mareta** apcnttido
cabio bi-anbo ; ubie pequ-ro t terjdo que
algueraa tenbaaxado, ou comprado, pois
que Toi fwUda, leva-a ao pateo da S. Pe-
d o p. 8. que sei bem recempensado.
An'cui': -ir J-iv\ peitvffpa a
i k&- O S.-.r. morador na Cii'sde dt O-
lliida_qm aju tou urna pieti rvo largo da
SsnU Cruz, na I5oi-i.>ta p.^de ir bscala
ptlo prec" que Iratou.
a/JT* Ou. m liver uro sobrado de d'is
ancaiesdentio do Recife, sendo na raho
rea ritan, que o queira alug3r riio exce-
deudo de 300 cu 400^ rtis por auno;
annuncip por e*te Diano.
# dol, queeslejanas cirennataocias v'peo-
B'uar (.lanmatica Latina e o quiser faser
rom residencia ua Povoacio djs Afogados,
'i Ihe propoici.na bons cominodos, e so
Irjvsl ordenado : annuiirie para ser pro-
corado, ou dirija-se a ra do Fogo ca->a
D. ti queo-baf rom quera ratar.
* 53*** O Colleclrr ta Decim', e Novoa
Impoatoa do Bairre da Boa-vista, faz pu-
b icoas rollei-tados que se acbo a dever
os imposlos ProvncMS das Olarias, Fabri-
cas do tabaco, t-<>riaiTas, e canoas, que
cornpnrevio nt Bepa: ticio do Sello dos pa-
pen o sslsfaser, oq'.-e atboa dtver re'ali-
vo toauooslinanc^iro de i836 a i857, e
nao o fasendo proeedei na fo. ma da Le.
*y* Mili* Franrisca dos Prazeres, faz
Tiente'ao iespeilavt-1 publico, que sua Mi i
D. Anua Mara do- Piazeres, all rn de aer
de urna ayancada Jadeao p de 80 annos,
e por consequencia caduca, de rmis a rnais
se a<'ha rouribunda de nisneira, que ne-
nhutna ernsideracio pude d^r a \da
priM-nt e K.lua pelo que tem sido aedu-
alna por Cou.-lanlino Jote Rapozo, r.o
so para tentar pleitos injustos comi para
lser testamento a feo bemGrio tal vez com
dividas ranla.-tia^, e imaginarias atiro de
lesar a annuoriante nica lirdeira da dita
sua Mil, ptr tanto j de ag. ra piotesta
contra tuda e qualaoer nullidade, antea
que ariebentem a^milbantes Irapissas urdi-
das ptla perfid a do avarenlo egoiemu.
W* A pessoa que pertende fa'Iar a
L'j'z Jozm de Samp.tio, a interesse dirija-
se a ra Direita casa de doi.i andares D. 53
onde mora, em o dia ai do correte, ou
d- *J Teon le^e deve procurar visto o dito
Se- paio adiar-so presentemente no Mon-
tero.
^F" O Sur. qoeem o dia 3 de Feve-
reiro Jevou, talvez por etigino, da sala dos
aut'os era Onda ura xapeo de sol e se-
da prela coto uroa listra ei.tarnada na bei-
ra, e o cbo (ingindo tronco de c^oa, quei-
ra ter a b >ndide de entregar no Seniiu. rio
ao Padie Veiiato, ptisdo contrarise pu-
olici seo nome.
t*^" A pessoa que da sal do e-rriplo-
rio do Juiz deDiieito da i'.1 varadociime
1-tou um liviinho em Formato dcfolhinha,
io passi'geirws por 1er excellentes como-
dos; (rociarse com Santos Braga ra da
Moeda n. i4i ou cero o Capitio Anlooio
Coelho Bibeiro.
PiraMaceio'
WZF* Segu viagrm o MiateS. Joze Bra-
/ilem:. quera uomtsmo quis'T onvgar,
<'U li tl^ qrtS-.'-.pee abordo f.l-
l.irr com o Me-.iae, fu "diado na praia do
Collegin, ounaprac da Boa-vista venda
da esquina da matriz D. I.
LEILAO.
Que priirnde faser .lozcph Bv na Tpr-
ca leira ai doroi lente as 10 hoias da ma-
nliinoarm.'sem doSnr. Costa na roa da
Saotrlla velh, da rnrgada E cura Ame-
ricana Catberine Wilcox viada de Ncva
Yorek, .or onta e risco de'quem perteo-
cei', e que consiste dos art:gs seguintes:
vellas de esperroeCcte alca trio, pe se,
breu,fariiih<, fumo, cidre, remo9, sbio,
macies seca^, presuntos, verniz, cadairas,
taboasde p nlio, e paospaia mastros.
>
VENDAS.
f SCaA VOS FGIDOS.
Oabixo assignado r.iga a todas as Au-
toridades i'oliciaes dos Bairro.s e Desli-is
do Becifc,Santo Antonio, Boa vista, i>..co
da Pnella, Onda, e das do interior, 6_
sira comoa qu-lquer pe-.sos, que -ouber
ou tiver noticia d'um escravo de nooi
Beato, fgido a a3 de Agosto do auno pa.
Sudo, de naci da Costa, alto, bem p,el0
da cor, tero de cada lado da cara dois la-
llios gran le.s, que prgio da teta e findao
noqueixo, ootros trez (albos no meio da
tpsta, p'-iioo barbado, ja pintando de bi|.
co, ternera cima dus dedos ndex de am-
bas smaos urna marea coroprida e-m cada
um, p o dito dedo da mio.direita, que tem
a marca ufo dobra, e muito coobecidq
na Villa de Marrio' p r t(f h !0 escriT0
doftlajor Jlo Pedro Jnior morador na
mesma Villa, e viudo este ao Rtcife com o
dito escravo venduo-u o ann'unciante : q
prendi, ou o runiiem prender, e levalio
a casa do abaixo ass'gnado na ra do llor-
las D. iaj que dar viole mil res de gra-
tifioatjio.
Francisco Joze Duai te.
Urna lipoia prompts, e ura pao cora ,
tornos para oulra igual: oa ra doCabag
D. ase dir quem vende.
y&? O* seguintes livros, urna obra de
Virgilio, una dita de Horacio, urna dita
de Selecta, Cornelio, Fatula, ipi-tolas
de Cicero, Ovidio, Arle Poelia de Hora-
cio em portugus, ProAdia Bonouimsis,
JulioCVzar, Noticiada Metbologia, Ora-
us ad Parnasom, Sant Mineiva, Djo-
cionario M..enum L xiroD, dito de com-
posifio p.-r Fonceca tudo ero muito boai
uso por preco mui enmmodo : na ru do
Queimadploj do Antonio Joze Rodrigues
de S uz-i n. 30.
Fugiu um escravo crioulo por o.
moG^rmaoo,no i.deOotub.o de i835
do idade de aa annos, tera os olhcs fuma-
endos, pernas a bracos finos, cor fula, tenj
no peito do p direilo u marca de uro ta-
Ibodemaxado, etem urna marca ao podo
pescofo em sima do borobro rsquerdo que
l'oi de urna relbada, e tem pelas costas ta-
Ihos de relho, o foi tarabem sai ra fb na
giade da cadeia, muito finta e retorico,
tob-ra corto Imgoa de Angola, tem offi-
cio de capinbeiro, de oleno, tm princir
piodepedreiio, e e bom canoeiro : quera
e premier o couduza as 5 ponfih na ra do
Peixoto ua casa de Joio de Freitas Torres
Galiudo aonde se Ibe pagar bem.
ocuteudo os Cod gos Criminal e do rioces
o, ea Constitu ci, l'.nha a bondade de o
restituir.
^4*" Qu-ro qul'er alugar urna pietapa-
laterviyode casa, e compra ra roa, p-o-
ciiremru* Dii.it 1 cas* D. 50 da prte
du naseente (pie echar cora quero tra-1 r.
V-f A quem Ihe hitar um chapeo de
rol de secU [reta novo, que n dia 4 de
I'everpi>o prximo pascado o troucea da
poitado Juiy (nao .-ci se p< r engao) o ex-
t-aptlo d- Municiptis Feliciano Joa-
quim dos Santos dando os sigtiaes rertos,
(|Uoio soja : lgu.-n.de c a)e juiljfiVaodo
se Iba entregail, pois o ra sino existe em
deposito. Este arrnuncio fas
Jt-ze Maiiade Amoilro Jnior.
tea* Quem quiser dar capim ajiajia
mearte por lempo i'e um anuo poto o
po- todas canoas do fiecife que cb*-i!ie pa
ra 4 b0'9, P0''* ajuarilia de 500J)000 r
pode dii igir-f.e a Alanoel Antonio da Suva
Mo( para tratar*
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de'Jaheiio
O bm conhecido e ve'leiro Brigue Na-
cional Buoi Je/.os si'gue imprcterivelroente
no din 2a do comiite, o anda pode rece-
b'-c a'p-im* ''i.v-, ,.v Urna negro de 20 annos poucoma-
is ou menas, bom chapeleiro e bora cosi-
nheiro: na ra Nora D. 9.
., W. Umba'ciopara v. nJa, taboasque
|a servil-So era armicio, barriz vasios de
lodos os tamanbos, e tmriea-, e ura% poi -
jaodeg.rral'is e b-li>s tasias : na venda
U. 30 da ttn da Conceiclo.
*aF 2 qtiartollas hoas j rebatidas: no
pateo de S. Pedro leja D. 8.
WF; Telemaco era froncz, hVloria de
SL Uar Montei, Guarda livros moderno
em Lancee, tudo por preco com molo : na
praca do coraraercio, casa do commerrio
luglez.
**" Na leja do Encadrnador Pri-ca da
Independencia D. a lema venda a col
leccio de c .mp .ndio. para as a ulas de pri-
men-as letras, conferido Douttina Cbr,|S,
oitbogralia, ArilhoJelica, ervirdsoTe pa-
-iniasmoraes, Irasladoa de Ab, manual
deconfij-o, cari s de silabis em m.raus
ciipla &c.
JTJJ?* Uro ca vallo russb I oro paceiro e
oariegadorllie meio, pi0p io para anbas
^s sellas es.;ro achaque: uolira da calsada
do Peuoto junto I vvnda da esquina.
Wr* Um escrava crioula, moca de aa
nnno* deidad*, muitodeg-nie p'-ra todo
o servico de odia familia, a "sabe cosjobar
jolnvfbf.eute b engomar liso, tem princi-
pio de costina, trata bem de meninos, e
muito fiet; eura negro de naci Aligo!*.
idade de a6a30 anuo,, ptopiio para (odo
servico oe campo, ou qufqoer f-brira,
sera vi-io : ooatterro da B>a-vi,ta 3. an-
d.r do sobrado D. i4.
*? Uro rooleque de 18 ornos b m
olliual de sapateiro, e sadio, p ,r preco c-
modo : na {ra do Muro da Pcniis, lado
direilo sobrado D0 18.
V Biblias ero portugus, Fraaeez,
inglez e Aie/nfo ; em casa de Bolla & Cba-
riius Freresno Forle do Mattos.
tW P.jjueiedo WorteN. 1 que con-
tera ar'g >s muito interessan'tes: vndese
00 Becife praca do cora raeris na salla res-
pe< livi, ero Santo Antonio na Tipografa
Fidadigna, e na Baa vista na praga arina-
zem de vi veres debaixo do sobrado do Sr.
Coronel Alraeida,
Taboat das mares theiat no F0Y10
Pernambuet,
ir *rgundrf ? 4h.30ra
- 1a -T:
J13-Q;
^i -Q:
2 15 S:
17 -D:
.
o
CO
Tur de ,1
T+1
W
.VTICIA5 MARITIjaAS.f^;?^
Navios entradrs no dia lo.-
-
Aracaly pe-lo A so'; |o dias do ultimo
p rio ; Patato Hara J-uiza, VI. Antonio
Pinto Lopes Jnior : s.l. I\.n. n3.
Rio Formoso; I4 horas- 8untaea S.
Jone Via gen te, M. Hemique Carneir da
Almeida : hsu.-*,r ; Manoel *Ganc. Ivs
da Si!va.
Dia 20.
Uenaj 43 horas-, S. Ave Mari, ,\f.
Fr^nci^oo Xavier Pardelh.s: assucar.-
Araraly p.l. Aaau'; 13 dias 00 ultimo
poilo; Sumaca Co/v.eico l'lor do Mar,
VJ. Antonia II .l.i. us Lima : sal q paltia.
Arac-ty; a5dia>; Sua.aca Be.ja Flor,
M. Joze II iio.at-i dos Santo* : varios ge-
eros. Pas agekcu Ftl de CanlaLc-h.
Safados no mesmo dia.
Tena Nova, Pataxo Iog. Selvalson, M.
Charles: asracar, tgoardent e mel.
Rio de Janeiro; Paquete Brazilia, Com.
o i." Tene-nle Francisco Bom-no da Silva.
Passageiios 11, eos pcc^oi Eduardo Fran-
cisco Nogueira Aug.lirn, Fraocisio Po
dro Vinagru, ura reci uta para Marinba, e
inais 3 prajas peituncentes a dille.entes
Navios.
nuic-, na Tip. nt M, F, Faria I857,
_^
MUTILADO

f
-v-
..


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