Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02608


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Full Text
ANNO DE 1837. SEXTA FEIRA

17 DE MAKC N. 63.
jjlu. : i-i.m
.1______>! IM jj;
fltn-*>ritoo. Tf.m M. I*.4e Pi- IH.v*
;;;""inr
DIV8 A SUMAN A-
H S-rnnda S. Rodrigo M- And. do* Juires do Cr.
de en. e de t. =es. d Thezouraria Pob.tca e
Chae, de t. ^ .
14 Tena Malthirle* R- ,4>'- ** m- "urt- do J- d*
O d t (Hurto cal h. c 43 m. da ra.
13 liunrl S. Henrique 11. M. cU Til. P.
16 Quinta S. C-riaco M. Re. de m. and. do J. a
C. de m- c Cli. do t
17 Sexta as Dori-s de X- ira. sessao da Th. Pul, and-
.Jo J. de O. .le.
18 Sbado 8. Gabriel Arcanjo Re. de m.emtd. do \.
O. de t eni Miada,
10 Domjo de liimo!. S. JOZC Esp. du J. Snra.
Proc- das Chap;a;i de t.
Tcdoagoradepende de no meamos .la no*a prn-
(leno.a. inodaracao. e energa :coiiliiniein.i eom .
principiamos, e lerrinm pontedo C"m admira-
.;ao euire aa Na<;oet maii cultas.
rVoolom ifis da iiaHu i Ora*!
9ulcrere-*ea lOOOra. niensae* pagoiadlantsdot
nesta Tipografa, na daCruzes D. S. e na Tili-
ca da Independencia N. M e :iS ondas* rrreiiem
correppondeiioia* le<.ilisadas,e aiimincin! nterin'
do r ale irrnii i.'iido dosproprios at*ip/iiuiiti,
rindo assirtiado*.
CAMBIOS'
Jlf.irrO Ifi.
JLiOndrr *4 h W l)s. jH* bI I,, ccd. on prata a
.iOpor eruto de premio Nomina.
Lisboa65 por o]0 premio, por metal. Noin.
Franea 256 Rs. por t'ranro
Rio de J;n. (i |'. 0. de prem.
Moedns tic ,.!('( I'.!8fl0 I3..0H)
4(IO0 6..T00 6dt
Peao I..440
Premio da pr.it 60 p. c
,, dte lettras, por mez I a 9 por <>|0
Cobre por rento de. drkcooto
partida nos rn'.HBios.
()lin.ia_T<'d.i i da* so atol* da.
Uriana, Alhandra, Paiailta. Villa di. Conde, Ma-
,-iiai|THape, Pilar, Rea; de 8. Joo. Rrajo d'ire>a.
HamliH. I'ombal, Nora de Soasa, CMade (A'atv,
Villa* de (ioiaiiiiinlia. e Vova da Frioeen, Cioaa*)
d* Fortaleza, VilU do Aquir*. Manta mor noto,
Ararat*. Cascare!, (anind. Granja, Imp'.ratr:.-.
S. Bernardo, 9. JuiJn 4o Principe. Sobrar. Mota
BlRrt. Ico, S. Mailiru*. Reiilin ilo aiiicuc, S
Antonio do Jardn*. Qufreii.tnoUiii. e Parnalit a
Se^nndas c Sestas triras ao ineio in Bor via a
P;irail>a. Santo AntloTodas aquintas reir*
nieio da. Itnranliun*. e lioii|toun. ai? 10**4
do , alia met o telo di*. Cabo. le'rtntient. R> ror-
moao. Portt*Cal--nodiBa 1, ll-o l de eao-i

PARTC 6FFICIAL.
PERNAMBCO.
GOVEUXO DA PROVINCIA*
Expediente do dia 16.
0FF1CI0S.
Illro. e Exm. Sr.
Oetetvlo f-ser-B o Cortej. no R*>lrat(J
rJeSua Magotade O luipniador, i a5 d
ii>eeote aier, Di* tle Grau-le Galla, e
Ftftl N Juramenlo Consl-tui^ Poltica du Im-
perio o dr-m'S nst Acto so-
Isnioe publ:cj derocslr.c5 o* noi-
eo8 re^peitfs, acataraento e eraor a Fes-
sua AugUiU do Mesa.oSeolior, edanos-
a ad^eis n Mooarchia Constit-.-cional
por fificidadl arreigtd* no Brisil; con-
vi Jo a V. E*. para comparecer ein o
Palacio desteGoverno as la botas da m-
nh o'd>|nelle dia.
Dco Guarde a'V. Ek. Palirio do Go-
yerno de Pcinamboco 16 de Marco
g ,837. Illm. e Eira. Senltor Fran-
cibco de Paola Cavalcanti *e Albuqoer-
que, V.ice-Presidente da Provi-.cia Vi-
cente Thaoiax Piren de Figueretlo C-
tt"0' r j- -j
__ Igactei conTiies lorao du igido ao
Eso. biHpo D ocestino, Senadot.-s. e De-
pulajos, Aucl)idadei CWt* e Bceltoi-
atcaa, Co'i^uKs Erang-iroi, Cotpo
rj Comtelo, (.befes, e Ea.pie^.td.s H
F.itHe pubct-, P*rocho** P<-s?oas Ti-
tulares, e PieUdos das Ordens Religiesas.
Il!m. e Exm. S;n.
Segu nett4 occa i* pata Macelo
a Sumara trnto Antonio Vencedor a 6m
de tondusir o eslo das madeiras enco-
menrladas par as Pcntea dt>u Ci'iade, e
para remover algutu ncoriTvnicnte, que
ijor ventura pessa abi aparecer, rogo a
V. Ex. q'ieira terabondade de prole
utreste negocio ceitode qua.tsmbcm me
fer* seospre prfiopto pira cot-dijuTar a
V. Ex. no Publico ?erv!C>.
Deqs Guarde a V. E. Palacio do Go-
verno de Perpambuco 16 de Marco de
lg37_.Illm. e E\m. Senhor Prrsi-fenle
d* frotiocia dan Alagoas Vicente Tbo-
xna* Pire* de Fig'ieredo C-nigo.
_ Ao Coonmandanle das Arman, para
ordenar tjue o corpa* de primeira Linha
rJiGuarnic' desta Cidade seforroemem
Grande Parada no dia 25 do correle
Aniversario d> Juramento Con tituc.
PolitioA do Ioipeiio, e mircbecn para
o largo do Palacio a born hor.i d; _tard"
do referirlo Dia para faerero S deridas
contrnencias, e darem a doe^igai do es-
tilo ; ficaud.) na inl-ligenria d; qoelnm-
bem l'.rm.'to as 3 L*fi5es de G. N. des-
te Muni.ipio, a de Olinda. e aCompa-
Dhia Mouda do Corp't Policial, que
todas fifio debaixo do sen Commindo.
Ao m>Mnn envi^ndolhe, oh pro-
< m os dos Soldados Iguacio Antonio,
Constantino J se da Silva, e Jo-e Correia
da S Iva, ju'gados pala Junta de Jtistic
u fim de dar-lbe o conveniente deslino.
Conlinu:r-se-ha.
commanoo D.\8 armas.
Expediente do dia 15 de Marco.
officio?;
Ao Exm. Pirs'denle, informando f.*
voravebnente o lequerimento do pri-
meiroTt-nenie ioequim Jos de Faria Ne^
ves actudlnianteernpr-gado na impecca
das obras do Arsenal de Guerra que
por is*o pedia se I be abonasse oa verci-
mentos, i'-ie anleriormefito percebu pe-
la reparlicag d*sobr-as ptiblieas.
Ao tnesnio Exm. Senhor reeu-
viiindo o lecruti Manoel do Niscimen-
lo que por nienlecaptn e aUijdo,
nao podia tr piaca dos Coi pos da Guar-
uia.
Ao mrsmo Exm. Senhor, infor-
maiih favoratoenmonie o requerimento
de hoea Mara do Carmo, que rfferecia
nmsm .fiibopara asseni^r praca pin lu-
g\r de ootro de nme Manoel Oomin-
goes Saldado di quarlo Corpo deA.ti-
Ibetia.
- Ao me9mo Exm. Senhor, ligmfi-
enndo, q' coma informac^ dada resta da-
ta no reqoeeimen'o do prioje ro Ten- ri-
lo J. J. de F. lN'eve, fi'-ava sati.uito o
studespacbo de h^ntem, Hado ubre o
officiod> Director do Ar-.enl de Guerra,
qoedt-volria.
Ao roesmo'Exm. Senhor, romrou
nicando haver exped !o o'dem ao tom-
man Jante da Guarda dCadeia, para
que se preslasse as requi'ic' que
Ihefossem fritas pelo Preleito da Cora-
roana, conforme Ihe linba ordenado em
seu-oflicode i4 do corrente.
Ao mesmo Fxm. Senhor, diaenda
qne o segundo Teoeota AntonioJose de
Mello eslava no Com-nand do Forte do
Buraco, e o segundo Teen te Anacleto
Lopaj de SaotaXnna que tinha a prcctal
aptjpa para ser empiegado lia Reparti-
c das obras^ publicas, ale do sor nj
presente anho o ThMoureiro de Cala do
Conselbo d'A:lininistraQ do4.3 Cor-
po, e que Le por n.5 pedia rr desviado
para fora delle, C-mmandava urna Com*
panhia, de cuj> C'-mmando naft podia eer
dispensado sem gravt prepuso do ser?i-
po, nne la cfajse doe plcioea era aciuai
rucntenaqiit-lle Corpo o mais atropela-io
pela absoluta IMla do* que por Le s6
dados s Cokn^aohiaa. Que para dar
urna ueifeit idej de qoanto expuoha,
bealava diser, queo Secretario ecumula-
va aa suis funrc5e-s de Ajudante, eque
nm n-eaonn ofln-ial Comnaandav.a doaa
CoiOpinhia, faieido oa Cadetes Estados
maioies. Que neataa ciieoo8tnoia| e
qoandu mister se f.-sia reeoflier algunaof-
fi tes do Corpo eirptegados Pora im di*
veisaa ('ommi'<-5'", era qoanflo Ihe orde-
na va por u'ti oflicn d>' '.) do rorier.'e.
inmdas-e 4viresn'r ao Tenentc Coronel
li'pe. lor Ceial das oh*a Pulilicrs un dos
OBciaes'aciire mencioiudoa. Que qui-
aese por la lo tentar ero conio>raea6 c
expendido, e a rrspeilo restitrersa cemo
Ihe pneemse mais are''a'o.
Ao Presidcn-le da Jun'a de Sude,
para qne ein Junta, e m lace dos requ r-
menlos 9 documento-' de Jo^e fl* Silva
Costa, eSebastian1 Jos G'-m-s qne s-di-
cilav servir o lugar de CifurgMO Aju
donte do qti.'flo Corprrde Aitrlberis, q.ie
se ada v*g i, list.-e sobre elles nint-x--
nu; derapacidade, dcVulvendo depuis dito
papeia com seo patacer.
Ao Capitn Commandinle dt Fi>r-
ta'e-a lu Urum, disendn em resposta *>
seo olli-.-io de i i do corrent-, q'ie por f*l
la det-niciats n car a reqoi irv q,IP ftsa de uro >uhl
t-rnt em Ju^ir do Vferel M. L. de Mi-
ta
Ao menmo respondcnJo n otilro
s. o rfli io de ij'.ual d.'ia di-endo qu_-
convinlia tx-inisr por maia ajgomteai*
pu a m-Usiia de Soldado do Di-pos'lo
M. n:el Lutada flox, pori-sn queoCi
rurgoolor, enca-i r_ a ludo eot-v re.-nlhi lo, afii mava q' aua
jfe'mdadv (p,') era 6 ti it.
PO'.TaRIVS.
Ao Commaudante -Interino do qnar-
lo Corpo d Ar'ilfvria mandando, de-
ruilir ao Sjldido Antonio J.iaquia por
a si-m o d,terminar o Exm. Presidente era
seo de paixo de 14 deste mez.
Ao roesmo, mandando que o Secre-
tario em face do Uto de Reg-tro do ex-
tinto 4. Corpa, extrabtsse tima copia
sutheotira dos a-sentsmemos de praca
do f.lesi id, primeiro Tenenle Jja de
Assompija, e a remetlesso a Secretaria
Multar,
DIVERSAS REPARTICOF.NS.
ii*aT*ww hmii trnitu"rn t
TlIESoURARIA O raoVINCIa.
EOIWL.
Na Sensntj da Thefotnatia de Fasendi
desta Piviocia de ao do t-oraeote me,
se hade tone luir a arrcm;t3t,a<> do contra-
rio da illutiii'isc.i 11* Cidad f' R''
Cetife e linda sobre opieaj de 116
reis diarios per rada uta lampia ; c quan-
do nt s'ja a>i-etii qu..cs quer propostas, que lujad de ofo-
reeer <>s I citantes o respeito da meatna
illii'ninac*5.
S-cielaria d*Tbetourarta de Peinaras
bu.o i5 de Maift de 16S7.
Jorqutt" Francisco R.*h'0S.
Olli. 1 ti I.iii.'t.
..
Jlfunddga das Fasendai.
AE-cnna Hepanholli Saltador, vinda
de Uarcelona, e Malaua, entrado ein t
docxreoie, Capita JoaoBottl, conai-
gnad-i a ^Ic. Calotoot & e C.
Manifest* o aeguinte:
roapip** oda viubo, it8 raei ditai
roradito, 2^0 lrra en dito, 5o b.l-
las de pipil pardo, 36 chapeos deso
de sed, 4-'Oo ladrilhoi ordinario, i8o
reileai o'alhos 2oo ganef6es, com agqc-
deitte, 6 10 caitas com panas, 100 tam-
boreles cin figos, 3o quartolas com a-
sete doce, 210 birria rom v.obt, l catj
xa com bixavi
asa
- MESA DAS D1VUB6AS RENDAb ,
A piuta he a mesma do N. 5j. ( .
OBRAS 'PUBL-, CAS.
rica, e Exm. Snr.
Tenho n hrnra de abmelter con-
deiac/ de V. F.x. o projectude urna
Companhia de oBciaes nttchanicosetra-
balhadores, para terero empngadca nai
obres Pohlicas, a fim de Vossa Excallen-
cia Ihe dsiod.tioo deque ujeigai met
reredor. .
Talfei oonvtoka ao nomero de aBa-
XEMPLAR ENCONTRADO
a _
I i






DIARIO DR
P B R N A

M BUCO.
( mchameos acrascenlar 4 offic'acs de
Ferr fo cora o joroil de i?8oao que for
nenio e aoj ou'ros na propongo d sen
tueicciai' iio. Se o prcj emmendas de V. Ex. j eu lenho ganho
urna grande vantagem, pelo que elle fo-
de concner, para lereffeit o artigo 31
da Le Pro Dos Gnaide a V. Er. InspeccoS das
Obras Publiras 10 de Marc-i de 1837.
lilm, e Fxin. Stnhor Vicente Tbomaz
Pires de Figueredo Camargo Pi evidente
da Proi ncia. Firraino Hrrculano de
Mo raes Aocoia, Teneote Co.onel do C.
de Eugenlieiro:.
Compoiica de urna Companhia de Offi-
ciaes mechanicoi, e Trabajadores en-
gajados pira trabalhar as obras Pu-
blicas.
- Esticos) pan bis pode ser coroposta do
modo leguiule:
llum bim mest-.e de carpina
Doze officiaes decarp.teiro demaebado
Desolo oflhiaee de Ca-pinteiro de obras
brancas, cu Carpina.
llum bom mesire de Pedreiro
Vinte equatro olliciaes de Pedreiro
O to c.nttos
Seiscaboqueiros
('incenla Taladores
DuZepios trabalhsdorcs.
Coadic&es do engajimsuto.
1. O Governo pegara' aoi Engajsdos
ps.-agem e asuts ftmilus, aduntar-lbes-
1.a' oque for necesario pan sen est-
bil--cimento, cunta/ nos llospitaes os q'
oquseiem ser, pura toda esta de-pesa se
discontar dos jornaes que vencerem a
raz* de 5 por ccnto dos mearnos jor-
naes.
a. O Governo Ibes dar' sempre que
fizer, ou era obras suss, ou em obras de
pilicularies, cora os qoaes fira' 01 -
justes ntcessarios.
3. O GoTerno tambero se obriga a era-
pregar os menores tendo ti omos de
idade em o qual esa.) o jornal, que es-
te Teccerem aera' junto so dos uhefs
de familia a que p.i tencem para se veri-
ficar o descont de qna trata o rti6i 1.
4- Oepe8 de (er 6do o Gaverno em-
bolsado dss despezas feilas cem os en-
gajados seraS estes obrigados, a trabalhar
uas obras Publicas mais cinco annoa, pas-
cados os qoaes Ihes sera' livre continu-
ar, ou d-ixar de traJbalbir as ditas o-
brea.
5. Os Engajados devem trazer fer-
almente que nao he co-turoe fjrnece-
rem as obras, do contrario ser-Ibes ha
fornecida pelo Co^erno romo paite do seu
esUbtlecimeulo, para pag.rem na fur-
nia do art'go 1.
6. O Mestre de carpina tera' o joanal de
jpaoor*. eo Mestre de Pedreiro 1#8oo
res, os officiaes perfeoi de Ca-pinteiro
i#28 de carpira i$>eo, de Pedreiro
canteo 8oo res, da cabouqueiroi 6io ;
os taladores 48-3. O officiaes que na5
forem perf.it .s venceraS is jornaes, que
corresponderem so seo merecimento pro-
porcionrlmente aos q'acima vio apuntados.
Oj trabalhadores venceraS fao ra.- tendo
miis de I9 annos, a4o leado mais
de 16, e 16 tendo la al 16.
7. Onrigar ce ba5 os engajados a traba-
lbar onde o Gobern os quiser empreg ir,
foroecendo-lbe? esta qualtel quando o
trabalbo for futo fura das Povoace.,
c nestas t-m qnanto nao acharen cazas pa-
ra habitaren) sendo, neste ultimo caso
descontada dos seas jornaes a despeas que
e Governo fizer.
8. Em quinto durar o eng-jimento
n6 podertO os engajados trabalhar a
particolares so na5 ceat licenca-dtrftover-
1 <. As contravences a qualquer das
coadices a que os engajado se sug-ila-
rem sera pjnidas segundo as Lea em
vigor, i.'ji.
11. Os Engaj rdos d vtm assignar ter-
mo de erig] -metilo contend esta* (on-
dices, lavrado perante o Consol ou A-
puente Dra;i'eir> se c houver, e do con-
trario perante a u'orid.de loe.I ropa
declaracaS de na5 hacer Qonsul. E le
termo deve ser tarrbem n-signi-lo pelo
Encarregado do Eng-j ircenin e reruet-
tid 1 ao Govemo d* Piovi'i- la, O Encanegado do Eng.tjamento
n.>5 deve contr.-ciatr este se nao coro pea*
soas qne a li bebdade ero seus oiicios
juntem boa conducta eco^ttimes.
Inspergi das obras Publicas lo de
Maico de i837.
Firmino Heiculano de Maraes Ancora,
Te 11 tu te C. do C. de Erigen lien o.
admimsTRAcao do patrimonio dos on-
faos.
Perante a Adminis'racio do patrimonio
do> Orlaos se bi > deaneroatar a quera na-
is du*, e por teropo de 3 annos, que hio
de ter principio no i. de Jolbo proxi.no
futuro as rendasdaS segoioles casas:
N. 16 na ra da Cadeia do Bjiro do
beife
IR Dito dito
SO Dito dito
21 Dito dito
aa Dito ds Madre de Dos.
As pessoas que as quierem am untar
poder coropaiecer no dia 18 lo crrerjte
Tic/, a 4 h.ir.is da tarde na casa d aitsoel
da triesuiS Administracio coto seos .Jo-
res.
*. Caza das Se-s5fs d'Admi'ii 1/acSo do
Patrimonio dos O fos era 16 de fra 90
de 1837.
J. M. da Cruz;
E cripturario.
orna vez perdida nao exponhao Piofaa-
soi- mendicidade. Resta que os Illustres
Representantes ProTi'ncites, olhem rom
aliencio pa consiliando o rigor, qne deve recah'r so-
bre os Profe-sor.es radios, cora a boa pa-
fi-, por iss> que> estt con v ida para o
Magistsrio Cidadios instru Jos editos
dtsh tn impo.taat.-s fonc.s; e 68 por
man fidoo>$.-) assira nao accontec.r, e
honver d-? piscar o dois aitigos cima ci-
tados sera augmento algura d'ordenado ,
verernoia di-erca geral do Publico '
ginerio; porque, qual sera' o hornera lao
tallo a'abtlidade e capacidade para 011-
tro qualqoer genero de vida que te
queira sujeitar ao Emprego du Profos o<"
Publico coa t*5 grandes desraatagsns ?
Eo queaeiia' pn's d* n4trurQao da rvloci-
dadecom o obtscul) oopo to no Capitu
lo 8. cao ProfessorfS puticulares que
os ob g a serUinb-ini exsminados co-
mo os Pblicos ? Assa cohvencid es-
t^misda bj* i', e melhores iriteciQ5etcom
que fui f.-itoo referido Projeeto do Lei R--
gul meot.ir n. 4 e milito maisioda ^
deque ha daser atten4id<8 as nos.ss ra-
a- por is o que s-5 lil.li's da verdade ,
e do desejo de vik melliorada ( sto pre-
jnizo da Naca5 enerados bom servido-
res d'ella, ) a nstiUocio Publica de qne
tan'o necesitamos. Oatras inuitas rssea
poleriamos ex 1 en ler aiula poreou for-
laino-ri'is a este trabalbo, n>5 pata nao
strm jf t-nfadonho ootto por ellas erern
ta salientes que salta logo aos olhos d >s
que uih pino pensaren) e s lindare
aos dizendocomo Jos L>n a^ler no sea
s'em Britacco d KducacaS : Q >c
*ei vieo mais iuteres^nt- '* pode ft-ei ao
Estaco do que ode lbe innlru r o- filhos?
De tO'ios 01 Eaopieg >a Pblicos o m-i- in -
le es-ante o deed'ic.ir h.?m a eoocidade.
U Kstado de nada nece.si a nitis quede
bou-Cidadios; ora a Nii <"a nao quem
os faa } ira a boa educica.
COMMUNICADO.
Estando prxima a nbertara da Asam-
blea Provincial, e 8gundo n->s parece ,
de vendo lo>;o entrar ero di-cus-io o P10-
jecto da Lei regulara -ntar da,' Aulas d'es-
ta Provincia seja-nos permetjde eraitiir
a nossa oppinin a cerca de trez anigos ,
que elle contera porque em lodoso* mais
assaz combinamos. O art. 1. da Ca-
pit. a. diz: O honorario que oa Po
fessores pe cebera 00 houverein de per
eber sei considerado dVsta forma,
t ea paites como ordenado, e o mais
como gratiibac,io que ua5 approvutar
aos Piolcssores queestiverem por qual-
quer causa impedidos por mais dequinze
ias. Ora esta disposicad n>5 seria n-d^
injusta se os Profesares tiveaem d'o.-de-
n*do 8o >$>, ou i:ooo^J)ooo r<. ; porque
uma vezapparecido o iuipedimento mar-
Odo ficaria o Profes-or com 6 >oJ>, ou
7> $000 1 s. quintias que ora a mais
rigorosa economa se cu-la boje (a vista
dacarestia de todos os gneros) a passar
sern mendigar 00 ser pesado a Sociedad?;
porem sendo os ordenados actues as-az
me-qumhos, mormente os de Primeiras
L tras ; a que estado nao hcai reduzido
o pobre Professor, qne be bom rusia a
rnaoter-se com 5oo$ooo rs em rima du
ama cama corno se mantera' com os trea
quartos d'esta qoantia ou 3;5^aoois. ?
E' ito poi claro e evidente. Eoajuc
diiemos ni a vista do art. 5. Cap. 3. ,
cuja disposica que, logo que o impe
dimento legitimo exceda a trez me/es, o
Piofossor deve ai.ida perder ametade dis-
tes trez quartos de 5 >o,$ >oo ra. ficand
reduaidoa 187^000 rs. d'ordenado ? Ser
possivtl manter-se ura Erapregado Pu-
blico as re^es carregado de familia em
um e.tado em que muilo mais i-e gasta ,
com asa quansii? Suppomos que nia-
guem o affirmar. A idea pois de uma
no, ou ds Aulhoridade a quem e tiver
confiado ramo do servido das obras pu-
blicas.
9. Oj Engajados sera5 sageitos a for*
mar goardaa p< liciaes nos deslrictos g r lili cacao que teja soraente percebida
dss obras, se sssim convier ao Governo, j dorante o excrcicio muito nos parece
c se sugeitaraS a serem costmandados 1 aocertada porque pode a respeitu d'al-
pelas autoridades, que o Governo nome- j gona, trnalos mais assidaoe ; porem el-
ar. Ja de ver ccrescer a una ordenado tal, q'
V\R1EDADES.
Os Aerostticos.
Desde o instante em que se deixa a ter-
n, at O fromento em que sech-g. al-
tura a qne he permittido, ao b.m.m pe-
netrar na itmospb ra, p ssa-.^e por uma
!>uc essio de .-ensn s n >vas : c momento
o mais agr la vel, he o em que se a* pira
da trra. Durante os pritieiros momen-
tos uaa-cens-16, e al 300 loetan pouro
mais ou menos, um del ite dtl.cado ac-
panba a viagr.in .ria. Nada podo dir
melbor iiet do que eutio se seote, como
o. s.nih j que as vezes tembs, e nos qna.
es parece nos quo balaocamo-nos no ar
Como os zephyros aqoi a realidade fz as
rezes di illuza5. A admir4co que logo
aspira o expectaculos da natureza, se u-
n e a esta primeire seotimento. A meti-
da que o horisoote se dasenvolve, os ri<>s
apreseri'a ao mesmo lempo suas sinuosi-
dades ; as ii.ia.de>, e habitates de to>de a
e-ipecie (fFreccm-se em multidio. Con-
to-se as estradas, a os caninlio. q e as
ligio ande si, e esta mnima paite ito es-
pectculo oio deixi de tir seo interesse.
As diff rentes produccSes da trra fazem-
te uotaveis, de uma maneira dia-incia pe-
la variedade de suas cores, e a diverstdade
de seus rtlxos Ura campo de trigo se
distingue perfectamente -de um campo de
graos, ou de uma plantac5 de viubas.
cima de 300 to zs, as p-oporces di*
minuem mulo sensivdmente; es homans
precera ja insectos-, a athmospbera trna-
te consideravelmente fra 5 entfo le b
varias pessoas no bote, o silencio cansado
pela admiiaea dos primeiros momelos,
ce.-si; comelo a interiogarem-se, eac5-
larem-se reciprocamente as observaces q*
fasem, e as novas sensaedrs que expeii-
m^nlio.
Eu breve teropo f^rca de asrencfo do
balo, faz Ib'o ebegar a 500 ou 600 loezar-;
com um ir o mais penetrante, sanleiu se
zuni los nos ouvido-. A' 1000 (o. zas he
pre iso gand esforcos para se f.ser 00 vir
a yo/., o vtbiculo do som, pela grande
demm 190 da den-idde do ir. A da-
ierra, he levada tl ponto, que he precj.
soabrir-se oalcapio para dar-lhe maier
sabida.
A 2000 toezis, ordinai lamente o fro tor.
na se muilo rigoroso } a upeiflcie da tr-
ra parece confusa ; a, grande estradas as-
semelhfO-se acordos; os los parecem
libeiros j o ceo be seren, e mu tas v#ffg '
de um azul escuro. A 3000 toezas, ni0
tet mais do quo g- andes mas.as; se al.
gura grande cstrondo, um tiro de paca
por exemplo te faz oUVi'r, ab.ilio se as a- f:
bobedas celestes, e o bala., vibra : senes.'/
ta distancia so!ta-te algum passaio, cabe
ou vea com difli.nld.de, por causa do
pouco apoio que asazis a<-ha5, 110 arque
be ani' rarificado. A 4000 toezss, dis-
tancia qne parece ser o termo a que a
roaior p,rte oos I10m.ru pos-o ebegar o
isolameoto he completo ; m,s este poulo
he insuportarel pela aspeieza do fio e
do incommodo geral que se sent em to-
das as parles docorpo. Rio se ouiem.sii
a voz, seniocomfo maior Jiabalho ; osa-
nimaes pequeos moneas. Aqu ai nb-
servaces devem-se fazer muilo rpida-
mente, por quinto obillio, nico obj^cto
quefere a visia na irnmensidade do e>peco
parece prestes a anebenlar, pelo gr.nd
i oa peto com que o gas lylregeno sabe.
A- aburas da athmospbera pe'dem-se sm
profundas trevas. Aqu acaba a natureza
pbi-ica.
O desperdicio do gaz, e muitas ve/ej a
sna condensacfo pelo fri, fizemlogo des-
cer o b.llao. O ar lo na-se menos fio, e
a trra, que ja nao pareca senio urna mas- >
sa co o de xar ver as anas prodoeces. Tu-
do psiere brotar, e iiilic.r-se na toper-
fi' ie. As ai rores, paracem pequeas p||.
las; quinto mais se aproxima, mais as
massa sedasembaracad e ofrrecem o as-
pecto de uma ridade, de um bosque, de
um prado etc. Ao depoisdutioguem-se os
homens, os auioaes, e finalrmnle chega
o m men'o cm que de novo se toca a tr-
ra. '
Um aeronauta hbil sabe demorar a
vootader e.Ie momento, dispondo pro-
posito d> lastro que leva o baila.
Koala -I-m diaao, atravessar grandes es-
pacos, e divagar por cima das ai vores; di-
vertir se do susto que asua presenta cau-
asaos *n rases nos campo-; osgitis ea
fgida flesles moslrie Ihe que reconbecem
a prenca d'om enle e.tranho cuja for-
ma os es pauta. Muitas vezes oaeonau.
ta pode t mar aioda novo v'oj e se du-
rante a sua Viajero o acasj a favorece 16
taea do g hydrogenio contida no b.lllo, pois da partida, elle Jane
dilatado que comeca loga .. pllUr da I par.qued. com am qn.dOpede. Sopp6e,
to delle ser testemonha de Uma trovoada,
ver desenvolver-te a seos pe novoa b-
jectos dignos deadmiracaS, e desconbe-
idos ao resto dos humanos. A constitu-
lo disiiuvens, as grandes operace que
seeffectuio no seig dellas, sa bem febs,
deve-se pensar, pra insplrarera respeito,
e mismo um ccrio temor ao human que
as aborda pela prirmira Vez.
Desde 1783, poca da descobe.ta dos
aro.taotas pelos irmios Montgolfier, al-
guna mil lis res de experiencias setem feito,
muitti ciicunsfancias difTereotes; no nu-
mero doa aeronautas alguna tem havido
qne fi/era mais decem ascencSes, e quo
tem descido era sparaquedas, etc., en-
n-ttinto a arte aerosttica apre-euta lio
piuco perig*, sendo praticada com 0100-
nhecimentos necesarios, que no espaco
de 50 anuos, nove pessoas tmente tem
perecido infelizmente uas occasiSes em qua
se eotregario experiencias; e sempre a
imprudencia, a incuria, ou um concurso
de ciiconstancias fortuitas, independen-
tes da vontade) humana, occasionarlo es-
las catstrofes. Contentar-nos-hemos em
citar aqoi aa nove victimas destea ensaios;
a pnm iia e a mais illu.tre fo Pilartre
d Rozier.
D poii deste, o ronde de Z'mliiccsri
do qual f,i admirador e amigo Kotrtbue,
er.contiou amorte, sam nenhuin fruclo
>ara a sciencis, n'oma eeeperieocia exces-
aivamete perigosa. O.ivai morreu em
Orleans, em a5 de novembro de 1802.
Mosment fez em Lille, no dia 7 de abjl
de 1803 a sua tJtioaa experiencia. Este
areonauta tioha o costume dt
em p, sobre uro taboleiro
Ihe servia de bote. Dea minutos de-
ao ar um a-
le elevar-so
mui fraco,


C9
DIARIO DE PEBWAMBIJCO.
eqieenla asoscillacSes do ballo, as ira
des. Moi-raerit, que foi echado "roeio enter-
rado uaij do* fossos que corcaS a ci-
dade.
Biiorff f.-z na Alemanba ura grandenu-
meio de ascen-.-'- iezes; po em no dia
ij de julbo de i823 en Mtnhein, o bal.
lio enflimou-se ou ar, e o p bre *s ultimas casas dacidade; a queia
f^i mortal.
Fui timbero pila feg, que ac.bou m<-
daiiii Blrtin li .rd, cuja omite acontecida i
nosa vista, heuraexemplo bem palpa-
se! dopngo que ha em aproximar o
corpa mais coajbu.-tivel da uatureza, o
gaz hylrog*nio, ao elemento que pode o-
petar.lio rpidamente a de-liuic, >. In-
vern a das as eo 5es em, b-llj guarne-
cido defogos.de artificio, madama Blan-
. bard se entregava ^ a e-te perigoso ex-
do pelu ar, a coroa de fogo que suspenda
au neo areo-Udo. No dil 7 de Julho de
1819, ella parti de Tivoli as dez boras
e oh-ia da imite, urna laica de artlicio,
ou foguele, tpcou f goaogazj orna parte
do ballo cunuraio-se, e a aeiouaua foi
despedacar-se sobre urna casa no baino
de Moritmai tre ( me de Provence n. 16)
Mr. Harris ex-ofn-.ial de maiirjba in-
glesa, tuilia teilo cout ntr. Graham, ae-
ronauta inglez, varias a-ccnses, que Ibe
derfo a idea de construir tile mestno um
ballo, aoqual aplicou diversas aruelioia-
c,6es suppostas que parecer n6 terem
sida baot conctbidos. Em maio de 1814
elle t'iit'U em Londres, urna experiencia
niK na apparencia leva um grande suo-
ceS'O, mas lerminou-se desgraciadamente.
No mais alto do ar, parece que o areonju-
ta qu rendo descer, abri oalcapio; es-
te e>a di-proporcionado, e alem disso ti-
n'ta un defeito de coristrucct<5, que im-
pedia de tornar a fechar completamente.
A saida do gaz se fez rpidamente de inais,
eobtlbio desceo com tanta rapidez que
mr. Harris perdeo a vida no choque que
recebeo no tocar ,tna ; urna joven Mira.
que o acompanhava apenas licuu farida
ligeiramente. Finalmente, Sadler, cele-
bra aeronauta inglez, que tirilla feito ja
um grande numero de viag ns aeria, a
que n'huma de suas exuedices linha a-
travessado o canal d'Irlanda entre Dubn,
ellilyhead, (re te lugar a largura he de
36 a 40 legu<>) pereceo junto Polton,
*eui 1 iglatena, de 14 na maneira deplora-
vel, eai'29 de Sete-n.bro de i824. Pri
vado de l.-stio, em eomequeoria do sua
longa demoia na atmesphera, e obrigado
a descer muito larde sobre edfi< ios lera-
dos, a violencia do vento o fez esb'rrar
con ta urna chamic, e deste 1 hoque elle
foi precipitado fora do bote. A pruden-
cia, e o saber do aerensuta, nio podem
eotrar em duvi la ; mr. Satler lindada-
do provas em iv..is de 60 experiencias.
Cin'.un-tam as Insten, e hem diffct-is
piever causufo sua perd: he este um
verdadeiro naufragio aerio, c m > um na-
vegador que se dt-saeilai.a sobra rochedos,
e vem dar costa n'uma uoite tempestu-
osa !
Semelbsntes desgracas, sem duvida,
ra5 para lasljmar, percm na6 ha nellas
nada de extraordinario, ou que deve es-
pantar. A o vegagp martima, tem t -
do bastantes victimas, e dermis de nilha-
r cada da. Se reuii>ntarmos origen) de
quati todas as artes, varemos Os primeiros
enanos marcados por accidentes fue-tos,
asciencit doeaerostaotos he anda mui-
t > moderna, para ser justo o affirmar-se
que est isempta de per ig >l
Coro ludo ist<>, a naVegaeio no ar nao
be utn soubo'. Nio se podo, sem injustica
contundir este penaaraento, coro as rbi-
mras, que a silencia, easlouras ind'ga-
cea pbilosoficas do i6ei7 sculos nos
transmitlirio, eque rom rac.5, ha muito
llampo se lem abandonado aos novo AI
beit grandes, e pequeos que anda eea-
piesentad as vezes em acea. Nada mais
racional doque a idea de urna nutica -
ria, n^ dedusida do principio aerostti-
co. Um grande numero de wbi-s em to
das tsp irles do globo, tem leeonhecido a
possiblidade, e profetizado o estabaleci
ment. Em Franca podero-se citar, M-
couheeimentos mui positivos olo eotrao
em duvida.
Fourcrcy disse tambem algumi couza
6obre este assnmpto n'onira classe de
homens de mererimento dilTerente Gre-
tey Bernadin de St. pierre e oastio-
nomo Oelalande nunca duvtdra5 q' tam-
bnin lo.se dad 1 aogeni) do hemem con-
quistar o imperio dos ar%<. Pau'y, de
Geni b> a inventor das e-pmgaHas da spo-
lela fas a e,te respeito eih i8o4 orna
experiencia decisiva -m Paiis, e nesia oc-
casia acho 1 um apoio bem precioso, jun
to .--o mir.-chl Ny.
A descoberta dos aerostantos excitou a
admiraca e despertou em toda a narU
ide4deortia navegicaaeiia. H'iima
cianea qu araba demscer disia Fian-
ck in em 1783 vista do primero bai-
lan ; e lo^o no anuo seguinte Eale ,
moibund) consagrava seos ltimos ma-
rnentos no calculo da marcha de um bal-
hSnoar. Kilzebue a qu m se nao po-
do negar algoma rectidaS na ideas a o
titulo de grande escriptor, na desden-
hou tambem de marcar em slguns de
bo.escriptos a sua opiniad sobre este ob
jco. Amigo do infeliz conde de Z.m-
siicui se elle n.6 p ro* de orna irnaginaca rdante aoube ao
merips fazer JihWo* ao zelo e ao grande
tal uto dame celebre aeronauta. Em i784.
i78d, i786, mudas academias fiancei e esirangeirass ojcupna d-ste impor-
tarji objecto ; masa pdilica, 9 as tem-
pestad.s reroluciontrias sobreviera, e na
tormenta em que a ni do estado parece,
e onde antas ideas generosas se afog -ra ,
vio ss tambem desupparecer por algum
lempo o espirit de inv^og m, e de inves-
tiga<5es scieotificas. Foi t em 18 4 que
rfliios os sabios applcarem attenca aos
a rostautos. Neta epo*a mmr. Biot ,
e Gay Lussac merxbros da academia das
s.ieucias, emprebendera urna via^em
aaria \ pjbco tempo depoia mr. Gay Lus
sao s fes-outra. Ne*la experiencia oae-
rouanta dedicou fe a o'seiv.coes, cujos
resultados fora quasi idnticos aos que
obleve mr. Boberotaon ; no aono antece-
dente em Hamburgo, na sua assengafi cr.ro
mr. L'Hoeat. Mr, Gay Lutsac assm co-
mo mr. Rabci tson e mr. L'II est ele.
vou-ae a 4ico to zas poueo mais ou me-
nos, demorou-se afumas oras na atmos-
fera e deseto a 3o lagoas de distan :s do
ponto da partida.
Ja'desde 1785, o Dr. Platain o Blan-
cbtrd via de cima de ser b tes *bj-
xar-se o nivel dos mares que atravessavaft,
um da Irlanda a I iglaterri pelo Cna ,
laigo de ao a 3o leguas, o nitro teira a ['ranea pelos pas->iw deCnlis; e
este mesnio Blaoibard noaanu sejumW1,
faverecido por um temperamento seco, e
pela feliz disposigad dr saos o> goa, eleva-
se em urna de .-ua,- experi'n ;ia- alem de
5-oj toezas. Vmte aunos ao depois vio
p r varias veses Jjcques Garneriu atra-
vesar no seo b.lla a distancia que separa
Pariz do monte Tonnerre d'Aix-la Cha-
pelle; enviar Roma em 16 lio-as o
b.llao imperial que levava a noticia do co-
padecimentos em i7eat, que m>ve
ralo a nimba simpithia v nao tenbo es-
claiecimentos bastantes para f-s-i-/h,e a
delfesadi censuras que tenho ouvido em
algomas reuniSes de amigos a que lenhn
ssistide; tomo o accordo de publicar
pela impieirsa dous factos de que alem
thia que tanto me inHioava o Padre A-
leorar, por fora da qual Unho ai 10 rHi-
las veses -eupanegrita ; e he por me
outraa que rom bstanla magos tenbo vis
to o 7 de Abr o outros jomne, acusa-
rem o G-.vern- a ta\ar-m-o de >eromei-
mo que promote a drsordvm e a imu>o-
d outros muitoa oa.xus.o; p^r wieo) os- ralidade no Imperio) e de cei lo cu cora
q'ie me marcee. 10 mais romi terac5 de-
sejando que a sua publicaca .mova al-
giem queseache nuis habilitado doque
eu a f..er-lhea deffeja que muito p a-
zer me da>a'.
I. Que o Padre Alencar g^ndo boje
Presidente do urna PVovinctl e Senador
do Imperio aguardou o dia'a de Dea m-
bro doanno p. p. Anniveisai o Natalicio
do Jovem Mouaicha para baptian um seo
filbo, equeseletrou esse acto soletnue-
m-iite na Salla do Docel antta do Cor tejo ,
armando se para is.o um alear debaixo do
mesmo Docel q' cobre o Relr.clo do Mo-
nircha. Emboia sse o appraseniador d*
crianga o seo Ajudante d'oidens, embora
fose o parocho memij q' a b plisas-e, em-
bora fistaac alie quan'os fe tejos Ihe pare-
cese; eu me ntd impoitaria coqi a in-
fraccaS das |. is dis iplinares da 1i eja que
mandaque os ii h.s dos P.dres .-ej ba
plisados em Parochia diversa daqu-Ud em
que uaacem tem solemnidad* alguraa e
qie quaodo o seja na mesma Par orbia do
nsimento, se baptiiass.- com a maior
taiticularid.de pjSivel : ns5 me impor-
tara com iso digo porque ao Sr. Bispi
pertence exclusivamente a ponir/aS por
inl.aeoSaa siailbaatea. Masque o Padre
Alauar na5ach^se da m is proprio pa-
ra o baptisameiit-idesto filbo se n.6 2 de
Des.mbio, q>iando segn.fo tem se dito
jae.tava o Palacio iheio das p.s.-oas que
conooiria ao Ca tejo j que oa achise
salla mais propria para i.so que a do
Docel, a que nessa o6 achasge ontro lu-
gi.r malhor para levantar um altr, re n<6
debaixo do mema D .ce! ; i-so be o qu
me tem abalado o conceito que fasia do
Padre Altricar porque alem da urna es-
pecia deprolanaga do Thrrno, falta
de respeito ao Ctlefe da Nac,a6 pi ece-me
amexsnplo terrivel d imnior a. Que o Padre Alencar inculcando
figad.1
ser um pouco governla e chamado por
isSO Chimango a vista de fado, isas e dos
despachos doa EomIsdos e ootroi jasdem
fui forje nastti o que se potsa diser, ou
r,ue deffeja se possa lser a gente Oue oes
go tema.
Qi'eia. pn's, Srs. Redacores, dar pu
blicidade ao qu leohb 'lito t om o fien
de ver se pparec- que-u dealroa e e
outrs aecusacoes que por abi he fa.im ,
pois por oraeiuda nao dei'xe'de ser
Um dos rffiigoadofao Padre Alencar.
AV1ZOS DIVERSOS.
Tando Joio de Crtamo Paes de AnJra-
de perii'0 um Bilhete da Alf.ndega da
quanti* de 21^187 res cm pial*, venci-
do em a5 dol'everriro do correte aono,
asteado sobre O b-ixo assignado, rujo bi-
Ihete recebad da Alfandega em pagamento
do seu ordenado como provou pela Certi.
dao da mesma Alfimdoga ; o dito aba'xo
assigoado f.-z p bljo que tem pago, pac
termo de conciliario parante o Juiz de Pas
d este B.ain o do R^cife, ao mesmo Juo du
Ca valho Paes de Andrade a quantia men-
cionada, re^ponsabilizndo-se o d.to Car-
valho por qualquer c tutestacio que possa
havr. Recife 1 o de Marco de 1837.
J00 Matbuea.
rovnenta oe Napolea. Nao obs'ante a
apezas dos es lo reos solados de alguns h >-
mens generosos, a arte aerostaiica tem
permanecido estacionaria antra no. Pa-
rece ter-se perdido de v>sta iuteram a- vantgens de urna navegaga& pelo ar, a
o govtruo v estriar e perder-se na inac-
;*u urna das mata bellas descubcrtlstalrez,
que o ganio do homem tenha eogeridrad.
A nvegaca6 pelo ar, oliera ce ntr. tanto
vautageus ni un o maiores do que aprsenla
a naveguta martima simples, ou por va-
por ; este novo modo de trausporia pelo
ai, para bou eus e lasen das deixaria
muo de si o -yslnna de canats c caini-
ribos de Ierro.
( Dupuis Delcourl.)
( Eucydopedie Cath.dique. )
CORRESPONDENCIA.
Sis. Redactores.
Como tenho a'do um dos af&ieoados ao
**i Guyioo, Meiveau, e NJensuier, o)os Padoe Alencw principalmectc P'os saos
a versa 5 ao. assas-jn exeica por
assim diser tn.-ces do Poder Modera >or
pars com aquellas que por quaesquer re3-
pellos merecen a sua coaiemplava e pa-
ta prova disso r ki 1 so que tonio o B1ho
de um tal Lmes Barreira do srrta6 da Q i
xeramobim Indo Povoa<;a do Pijui-
eeiro da Provincia de Piaohy pretexto
de arrecadar bensque tinh 6 ii-ado por
inorte deseo irmafi qu lora a*MSSBs4a ,
p ra cofa airc.adacao o Padre Alencar Ihe
namitra dar aoxi'io de torca aun da se
el la a reqois la-se ; rouhara e redusira
< iiuss a nasa e currats d^ Pazeuda de uro
tal Meirt's que rui.bar.i e igualmente dea-
truia tii J.. quai.io o mesmo M r i ti-
nba em sua casa na Poroaca ; que ma-
tara dous homens que cncomioo, n* Fa-
sends e fiualmtnte (roqxeia para Q i-
x rauobim alem do mais 2oocabpc*de
gado vacuas a todos os cava I los que pou- '
d* ajuntar ni Paseada de Me tes. Que
de-pos de tanto etr. tendo escapado mjrte paiaquefoi pro
curado e.? queixara ao BaraC Presidente
defiauby, e viera a Cidade do Sear
munido de preratori mendacSesdo Bara solli< iiar a prisi6 'os
jelinquen'as mas que ludo fura ineffi-
caz ; porque o Padre Alencar de.e-j.ndo
S-TVii a lamida do, meemos del;nu,uantes
que ba uumeio-a e naa eleives Um fa-
vorecido < suas ch.pas fuera vr Cnla-
de o tal Lopes Barreira pae do principal
dalinqueote e fasnlo-se Juiz ds r-u-a
conseguir q .e o Meriss retirasse com
on o contar Oiizvntos mil m. para
iudtmn^acaS do damoo que soff era e
1 1 cuera aa pracatorias que ficaio abita-
das, e os dtlr.qoentts u.6 tem soff da
nem receu sofTmr o mais le** iocofomi
do, teulo o aleroi pass^-lo da iua pelo diss'ibor de lar sabido de au catas
lanas legoas de distancia pare vir ser tes-
leinuuba da impunidad* da seos qg|res
sarcia
C*m effeto Srs. R dadores a rer vax
dade camo tenbo ri*ieo arXrmar sem cfi
tradifs6, declare qae ]iae vai desvara-,
coio em mm sqw U aftieaS a simo.;
1 ^ava Haflr-
Conoest.ja prximo rccolher-
se a n.ocda de c. bre, e o abaixo asigna-
do inda lauha em seu poder tal moeda per-
Wnrvnle aos possuido.es de cautel|4s pas-
stdas pelo u.e mo a lempos, concebidas
n Btermos, val para o portador tanto em
moeda de cobre corrente boje, ede.'xa, ou
fica em meu poder Fulo a qumtia de tan-
to enwnoedade cobre cerreute ho;'e ; cu n.
lira que os possuidous de tses caute!La
peiihioquantoaotesrecebeiem, certosque
exisle paia eslacntr. gt moeda milhor do q'
a que entlo girava, pois este eucomodo de-
vaiu tai' mus linos, a nio quem tem sido
vel depoitaria, aliuo recolher por coa-
la de quam pe tenca., pois que a Jei a rea-
pe ito aaisim o determioa, o que previne
p ssuidores : cura 1 tambem ao Sur.
fO
Antonio Jaourrio aeLrsi, morador do
Biejo a'Areia, qu8 a lempos deixou a
guaidar dais .-unio-i Jio* da ccoro com
moi 1a de cob: e xaraada xanxa n, de cajoa
nio tem cautella.
^Francisco Manod da Silva Tavares.'
bra .".. .I.
Precisa sa .-ulular orna rasa de so-
de u u ou dous andares e lajea,
nio sendo em ra muito asquisita, e se
for nss mas do Bangel, Livramento, da
Praia, R./. .rio estreits, pateo do Carino,
lepis do Hospital, ra das Cruzes melhor :
quem a liver e quiser ellugar dirija-se a
[iraca da Independencia Lji n. aO que t-,
cba. com quem Iratar.
WP" A abaixo assignads fax publico que
emdiasde Noven, bro doanno p.p. apa-
recen va Cidade Olinda em c-sa da Senbo-
ra J ion na Pereira one tiobsm mora a
anuuncirnle : Ma i Clarada Boa O a co-
ndecida por Barlioa, levando cornsi-
go tirnaescrava de noae Felicia Naqio da
Costa, alta, e com sicatres de alporcas
que leve no pescoco, pedindo que nos am-
bas Ibe tivessemos aquella negra omita,
pois que um seu rredor llie queiia F ser
penbo.a, e nast mente ficou a dita negra,
oodest.-ve por esnaQO de quatro, a cinco
te nanas, ecomo no rim deosa tempo des
cubrir a mesma uegrar que efa ese avade
Antonio H-bello da Silva Pareira p a e a
participar a seu senhor j porem deiconfi-
audo a eacrava que eu a queiia entregar
ao seu legitimo S ir. fugiu para a rompa.
nhia da dita B01 boa, e peuindo-roe o dlo
Rebell que eu fosse pasiar um da com
Boibia para ver se por ssa neio podia
descobrir onde ejU y( a sua aserava ; assim
o fiz, e ^o^me'tni a Borbos. qae e'1*
i

*



da rio de plrmambuco.
ras
NAVIOS A CARGA. ,
Pira Genova
Slii impr. terivelm^nte a 24 do cf-
renle, rigut S do Sullauo, o quil ain
da pod recebar de 30 a 50 cautas dVsu-
car. oh o .u equivalente, noto, turrlo
le'i obre, e b tes 1 onm ido> para pa-sag"ir.s : qu-n s*
qiifer ulilisar, dirij 1 -e jo seu cous'grja*
i -ii.< J ao Fin o Je Los.
COMPRAS.
Uffl qrjtrta > m. bjas carnes djim foer-
toesoia tornara a levar e negra, ernaisum sej possivel despedir-se de todas as p s-
- oog'o ijUv-' Italia junto rom a negra, e is-o so.-, co.n) quem lem tidp rt-lapoens, e aa.i-
f..i terca feira de eiurndo de e rente 1 s-a ie. p-la bruyidade de Ma m : por
sij fa/. es'e antiuticio, nio ; fim de que
llie reh-vem cst.i impr. vi-la talla, fiilia do
.11 i/.:-; como triibdin p.r.i t ibutar acs
grato, e h ro IOS Pe naubuuanos es stos
justos, e tincares piotestus degraiidio un
vii lude do Ik'GO aculhimenlo, que II.e prrs-
tario di.rar.te o esp.go de uno luslro cora
pelo, em que aqui midi,
IjCjr Q .'.ni lUDiiiu iou querer sur ca-
xeiro de qualquer oci pjgir, dirija4a a
rut do Liv-ia'uenio loja ueiouios D. 10.
^> Q'.cmatiriiincioii nm c.-rrau pa
ra vender, cauoeiro e podeiro, diiija se a
padat i.i da rm dos Qua> teig D. 6.
*ry Queru precisar de onia nnlher
psra, engomar, < o-inhar e coser, di: ij*-se
a ru.i dos Assouguinhcs na casa da esquina
di fronte do a sougue.
2^ Peame o Juif de Paz dsta Fre-
guesa .ie S'iilo Antonio em sua porta no
"a 18 i c rrt.nl>; mea na btde ai rematar
a qm m mais dr una pip de Mtih do
tatreito no valor de 50v4)000 reis, per-bo-
rada por execiivio de J-fo Fram i m Re-
g* Coclho a seo deveder Jote Mara de
Ara >< m da qu- Depo^itaiio Joje Gutical-
Vts Ro 1> igues Franca*
tXtgr Nj dia 25 de Fevereiro tomn
conta ora 01 ro de duas saccas de feii-5
fraioh p- quina da 1 ua do Ringel o f do Ribeira ,
;< outecer qtio a nao levou a e:a esiro
a 'Otra veo la; roga-sa a ese Sr. que as
lem em eu p -der va as 1 estituir na vpn-
da cima, fie n do se to que -e Iho p>gr
a de-p*"> que fet rom as ditas sacas.
?Wjr* Quem preci-ar a'ura rapaz Biasi-
leiro de boa conducta p.ra criado d'algti
ma c-i-a 011 mesroo para pa^e, de que
lem botante pr.ti,-a ; annuaciu a sua mo-
ra Ja pi IQP" O Sr. P. R. B. morado!* no
BaiiTo de S. Amonio queira ftser o obse-
quio da hir esgatar uns peoliores na ven-
A1 deftutite do Livrament > O. i9 pnii
6 dii dos ti ar no fin do mez da Do
zembro d 3t a ate ao pi esento na5 aprc-
Ceh docontiurio ver seu oome pur ex-
ten c.
*Sr* Q lera q 11'ser m>ndar criar algorra
critoet de leite em rasa paiticuiar coin
todo ir.it...ti; ni.1 e dilirade.sa dirija se a
ra de 0< tas,sobraJo D. /[7.
7 i i > o pr.i c.xciro da roa, curriptaou
iiie-ino almsein e qualquer oolra c-xei-
xaiia poii o tal rapna muito diligente
a in'en ie *e algum d -tes dittoi aiianj s
p >r ji ter p< tica delles da' fiador a sua
cono ijuis r utilisir anuncie a sua morada para
ser pro' urado e se tr/Ur do negocio.
?J?" Q.iem precisas de urna mulber pa-
11 ama de nlguma caza diiija-seao b>.-cco
do L'haio 1). aa.
*3 Trata-e de cavain rom as-ein ;
d iodo-se c?pim de printa e gir -pa por
.ireQi n,rorro lo : n> be<-o da Adique D. 5
so dir' a "lid-; se tratar do juste.
'TV" Faz-se sci-nle ao publico que o
Sr. Antonio Joaqui.n Ciu-.d-- *lzerra,
mo adr 00 Pm iioinrello do Tinoda
Ci la la ^e O inda lu'p.tecoj co r>p t"-n-
lerocnte uo a rs rav.i da turne B.^edl,
ci lala de 18 anuo pouco in^is un oieos
a Lu* Antonio da Silva liurgu>; e isso
se pie vine fa a ninguem a u.oci*r e
uera cluioai-ac ao engao.
aimi, ecomo poj-asse 15 dia e ii apa-
recpse a B.u bja tor-iei a sua es-,
iu.if'do .Ha me p.-ssa a diser que i'ao roe
qutrtvmaisem su- casa, po.que j\sabia
que eu tudo tinba parlii >pi to ao d'lo Re
bclb, e reapondeu-me seu Ribo q--e ja ti-
nba eadidoa negra para pe lias oefngo, e
tudo isso jurarei se preciso for, a p^r que
a Senbori Borboa n>> cump ometa a ou-
tra ptssoa, pov isso f#a o pnsente aouon-
cio.
Joitfiua Mara.
^Pp> Ticriza-secrm e^penho fallar-te
coni o Snr. Man< Usciv:i o - como ignora-?e a 11 rala, queira deca*ir
por sta lo b-, ou dirigi.-s? a isjn'na da
rrvcirilia d l.iVianu.uto leja do Baigcs
l'onre re Le .n.
JpJ" Quem precisar <"e udi criul* pa-
ta 1 ii' ie qua'qwtr ca-a c.'pne, dirija-aa a
ra duTi.

-Antonio da n rand'.
%^ Preii;-se alogsr m and-r de
sobrado, 00 rorsuio'aj.i terrea no B-irpo
do Rere, ain la we-mo sendo em bero;
preata-bc fi '01. e pga se lUdOSalriieuta :
"tF A Commis-io AJniini'lraiva da
Sociedad? R.'rvoniao- 'l bea,trl, em virlu-
d-> d' 1 *doit. <5,*d>a Batatal os, rou-
Tida a> > nrs. S&CIOS da noe.ma p v.< q>. se
dienem C'*.npiVecer no eia iy o oor e le
ai 9 fio as da n aubio no Sali o"'A l.inde-
gt velha, para cumjuifneu'.o do ili^poslo
uoart. 3g0.
V^- i'esjp'tre.eo ( e sop5;-ie ter silo
fui irdo p.jr nunca ter fgido, e '-i b r
re U Praca camiulio nc-m cane'ra) na noi-
U do dia r 5 10 c rre-ip ** 7 'ora', do po-
t'erdoab.ixj asignado tnora >oi DO J?o.
n'Aio ua! rao!iaho aeu p s'gnaea seguintei: ida e 16 annoj, baito
e iuu ttnt > gr"C"rc.r marceleula, cab.-*lo
b-stanl,. lux inii', olrns ca tlohos, p^r-
asalguma c'oata arquiadas e pe b.sian-
ti:-gianivs e rom ttclUriaes de e c.avos
que ai oda oa canteres : levou vesii 'o c-
r 11 isa de ij-iro'xjrgj, cale 'e britu liso par.-
Uo, df X4ndo to l 1 > m do 3 Cernina "d-iotr* d Cotdpanhii Mul-
tada d- M'inicipaes Antoni.) J nuai o Pa
Brretomorardbr no.itii do Livratnent;.
O abito.Hjig'i.i.io roga as Autiorilad-'s,
e ao Sur. ComrrHrHante di Regalo do
po 11, tjfle nao he dsem pas-agem, e quem
oai>reb n ler lv^-o .ao dito B-noto, no
lieefaa rint tiio G mer.Va.'-soa, ou a loa-
q 111 Frnci>-C de Vie.io Cavalornle na
ra da Auiora.
loza de Araujo Nunes.
M)^n* r ecn-i-:e de ura mullier de meia
-iil ;>-, 1 ue se quena sug-iar engomaj,
e toser h urna ra tonto dt:ta fraga l4 l'SOa-j quem qaiser,
dir jt sea ra d'lr.z <<> M.t i*. d Boa *i"
ta Ua B >a vi la D. l/ji '|ue abj acbal a
nesma familia p.ra tietar do ajuate; ad-
verte-re, que se prome'e levor ceta toia
?decaocenr^, e como.dade a p?ss.>a m i-
cada, assiui como e restiloir d* Riesma
forma e;ia praca, qoindo nao agrado a
i'caid- ncia d \ illa p.ra ond K>r.
Va" Dase 20 ) ieis a jii; os d- a por
cenio.'O mez sb pn:iores de ouro, ou
[nata, ou lemas C0ll|eot0 J qie-n os
quis"? af nuo* ie.
f:3>** Pr i/a-.se de um fti'or p ra um
ato di-tan ti- ua praca (loas kgoaaj quem
aVtiVer rieatta < uciifistai.cias dirija-se a
praciolia do Livraaunto D. 29.
V&* A quem Ihe f.lur uai rh?p,o de
sol de.seil. prU, novo, que [10 dia 4 de
Fevertiro pe, ximo pas-sdp o Iroucata da
p .na do Joiy (tilosei se p- r engao) o et-
t'apia'o d<.8 iVionicipita Feliciano loa-
ijunn do-. San'os >'au.!o o ignaea furtos,
(quo-aio ieja Igum.le. a)e ju>lfi aedo
ailite rmtxtgaii, poiso m-smo exi^-.le em
di-po.-ito. E>te anin-m 10 faz
J ie Alaria-de Amoiirn Jnior.
f^P Manoel Francisco Ramos Junicr,
Be bar-1 f>rmado em S'-ien.-ia. Juri ;ics,
e Sociaea, t' mo le retirar ce desl. p. oin -
Vineia no d a 18 do coi rent-para a p 0-
vincia do Ceai Giante como nio Ihe
se 1101a iageot, e se f r capado sei mi-
Ibor : na rm do Fogo D. 11.
if&T A pvi-soa que tiver a obra cu his-
MoriadeS. Clair Maolei ese qaiser desfa-
scr duili anuncie.
VENDAS.
A Arle Potica de Horario Iradotida, e
ciraenliida por Jroniino Soa.is Barbo'.a :
111 leja dp Enquadernador da Pi ac.ada la-
depetidencu.
%Cje* Um rife b-nd, birretina de pel-
lo, e urna dita de olilo, tufo novo, por
prci;oomm*.do : no Tiap'xa da Alfande-
ga Vellia.
*W Urna exrellente pront iedade deno
miii.ol ->Campos veides sita maigi-m do
rio de U ma, com rnl-ia leg a de le, r pro-
pria psr 1 lod)o genero do ci iac5' s *" p'jn-
'ac.s, e o-in romoOitlade para poder vr>-
ber em a Enaenbos q'Je Ihe filio in.i
V'/inbos : <(>[> tn se troca por um sii'o,
casis n--ta praca, ou mes.no por escraVos,
torn.'udo-s oqii" justo for, sendo o valor
toa p'edos, ou esclavos permutados : ua
Boa-*ista, ra det az d. M Iri/. I). i4-
W9' V ni ne;ira de a4 a a5annoa, c< ra
um filho mtKo milito esperto, com 6 a 7
anuos, ro-iuha bem o diar o de urna casa,
lava, irigoiHa,e muito fi^'l, e nao-e veno>
por motivos nenluins : tu iua da cade*a
velha o. 37.
irgr Veftdtf-M, ou Irocj-sa por urna
boa baria -le rame embora enm hlgam u-
zo, um g do de verde, e Rini aeu romcetente cairi-
nho: na Boa-vista, 1111 deli.z da Mal i/.
D.l4..
QJ^ Urna escrav.t crinula de 21 a 2a
aonos, btfto parecida, tem achaques, sabe
coser lio ; e v nd-se paia fora da Provin-
cia : no b'.-co do Sarapatel to lujada um
sobrado O. g.
V^ Por coramodo prico um globo de
meio de sala, grande ovado que serve pa-
ra lu* lano de vtlla, como da azeite : na
ra d'O tas s.ihrado 1>. 5a.
tey Urna negra mora, boa I. vadvira e
cos;nb.ira, e tiu-bernte tioa-p,r uii tie-
gioquer,eja pjssante : na rila dsA'fande-
ga vrlba rasa 11. 1 no segundo andar.
5"JJr* Um |if'(u-no sobiado na roa da
Sencilla nota,e nutra rasa terrea na San-
zalla velha, rol.as com chaos proprios :
quero perlender declare quanlo ante pa> a
aar procurado, etracta>-sa do compttenta
-juste. -
VST Um forte pi.mnozem Olinda la-
deii a do varadouro n. 11 .
fST Umiprelajde 18 annoa de idade
pouco mais, ou menos, muito boa engu-
madeira de saho, cozc, e cos'nhi sfrt-
velmei ti : na iui d'Orta-, sobrado de um
md.rO. 43, uue faz esquina como beco
que vi para o Pocinho da p.nella.
O* Os S'giiinies livrosOiaqes de
C itero un Latim, Tito Lrfia, Qjmtiliano,
Logiea, e MetliHzi.a de Genubao ; Dic-
cionario de C.o?iStain-i.,, Francez, e Portu-
gus ; Guia da ^onversago Prancexa pdt
G. liamon-era ; He-.riade de Voltaiie, io-
ciuiiari) Ingles e P01 tnguex ; dito Portu-
Qtlfl h L.ltio por Fonema ; dito IbgVl e
Francas por Boyer, Har^tio, talo por
proco rommodo: em OKndd rm de S.
B. nto, l..do do Oe-te O. 20.
XClf 4 D'' "dos bon* cantadores : atraz
da Maliil da Boa- ta D. 17.
W" Urna pela de nafo Aoeo'a, que
representa ter 'JOannos, bonita fin-a. la-
va t s.-bio, engoma liso, e rosiolu o dia-
rio de u-iia -aa^, os s.,f ivelment-; einui-
Iti l..-a vtnded.ira dd roa: no Boa vista
1 na do A-auto n. i96.
ICjr 1200 ban icas abatidas, e lavanda
pjr preuo cooimoln: qoeui as perteod^j
amiuncie pra ser procurada e lazarse o
- j'.stp.
f-aV* Urna escrava moga raca, ro-i-
nhae compra e vende m ra fat todo
survig-j d cas j rua do'Foto l). II.
IHajp" Boa cal de caiar, tamo de Smta
Cthaiina, raeios de sola, couros >eccos
para embarque, e pe tences dt? embarca*
56-s: no arrn ci.lu Berilo Joze da Costa.
m
t*
ESCRAVOS FGIDOS.
Gappar nagfo Cas.nge, idade 22 a a|
annos, tsUtura oidinaria. cheio docorpo,
c&beca ordinaria, olhos pequeos e mioi
apellados, nariz chato, ventas grande* e
arregladas, be'cos groi;os, pescOco curto'
mos grtndes e largas, peito chato, per-
as fines e lem urna sic.it; iz na peina di-
reita, yes pequeose chato--, cor afectada;
lew.u ciro.ila de nlgodo entrampado novo
e coh le branco; sabio sem camisa em o
dia 15 do oaprtrhnider levt-mno <>traz da Vlatii/. da
Boa-vista, tegunda t-rsa, a entregar a Ma.
noel Elias de Moma, o qu-l grati'-ficata
gencrosatTiente. '
MJ Fii^io om negro de neme Joaquina
de nato Morambiqoe, marinheiro da Su .
maod 14 ?e Nov. rubro, no dia i5 do cr-
lenle mez as 8 horas do dia levando vesridu
eamisa eca'sa de btim xeia de alcattio.
chapeo < inbrido, aPo mnilo prelo e bem
piopo'-cionado; e quem n pr gir o ronduza
a casa de Juste Bapti la Pu^iiri de Farij na
ma da G-dt-ia a,. p Sanio que seta gencrozameute reeompea-
lado.
W^ Fugio no dia 11 dj corren te mex
de Marpo um triol, qu-' ciiou'o de not.o
M guel, lea |4 annos de idc.de seco do Cor-
por, bstanle feio da rara, nariz chato
pequeo, *.Jhos peqoenns, e muito aper-
lados, tem sido j sutrado as na-'iga', foi
v oltvou um le. ror o peseteo: qil'lquer
(vpilo de campo orfoulia qualijuer pe-
soa que o conduzir a J.,in Nepomucenr
Bano.o na rua da Cadeia do Recifd lofl
o. 27 ser getiero-.amente pa^o.
Vf Nodua i9 de Fcvuciiodesteanno
fugio tio Eiigeuho Cxoerra, jun'o a Villa
de Goianna um escravo de boma Felippe,
nagio Mussambique, de dade de 30 anima,
de boa estatura, com dois denles abeito.i
na lenle, bastante barbado, seco do cur-
po, pe ras fioas, e tem na testa, e fice u-
ma maica dogenliode Mussambique, le-
vando camisa, e simula de algodio, chapeo
de pilba, o qir.| escrtivo foi coro prado oes-
la Pi^a a Eslevio da Caoba Mendei Aze-
vedo, em 30 de Agosto do nono passado:
os aprehtniedores lvem ao dito Erigenh*
Caxoeia, ou tiesta Prava a cs de Joze
Antonio Alves da Silva, morador as Btr
lenas, Bairro da Boa-vista, pois em qual-
quer das partes serio recompensados.
8r" No dia 4 do cnente fugio um oe-
gro chamado Flortncio, crioulo, de dade
de 25 anana pono mais o menos, rbeio
docipS, altoe.xi da peina fquerda
desmeotidtem pequeo ; cunta ter fgido
para as AUgoas: os aprehendedore no.
dem levara tata de Bulh Se ChuVnnes Fre.
res no Forte do Manos.
Tabeas das mares theiai no Fono re
Pefambute,
- iih.4a;m jManhl.
- 0 30
- 1 18
- a 6 > Tarde.
- a-54 ,
- 3 42 .
- 4- 3l>
8Segn -' 9 -T: .JiO Q. da a a a s
i n-g: -
* iaS: 5 13 -S: * c
11 rD: 0 B
NOTICIAfl MARTIMAS.
Navios sahidos no dia 16.
Rio de Janeiro 5 Sumaca 14 deNovem
br, M. 3 o o Lu z Carneiro : gneros do
pas.
S. Migaeldo Su!; Sumaca S. Antonia
Vencedor, M. Urbano Joze dos Sautos :
ganerna do pai?. Pas-ageiro 1.
Barcelona 1 Misticollespanbol Catar, M.
Aguoliubo Maiistany : lgodio c cduiou*.
rBRw, ha TfP. db M, F, Faria i87,
i
:
.
r
1 -


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