Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02606


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Full Text
i
ANNO DE 1837. QUARTA FEIRA
15 DE MAR^r> ft 60
wmmm he pehha
ruioo. A Tir.o M. r.dc 10*7
DlA8 DA SEMANA.
13 Sefrunda S. Rodrigo M- Aud. do Jofae do Cr.
le m. de 1- se, da Tlieiouraria Pulilica e
Chae, de t.
11 Ter;a 9. Malthides R. Re- de m. e and. do J- de
O. de t. Qnario cal h- e 48 m. da m.
15 (nana S. Henriqne R. ^e^. da Th. P.
16 Quinfa 5. Cvriaco M. Re. de m. and. do J. do
C. de m. e Ch. de t
17 SexW As Dores de N. Sra. sessaS da Th. Pub. and.
do t. de O. He t.
18 Sbado *. Gabriel Arcanjo Re. de oi.e aud. do V.
H. de l i'i" Oliiida.
19 Dominen de Ramos- S. JOZR Esp. de X. fnra-
Proe- das C bagas de t.
Ttdo agoradeptode de no memn .ia minia pra-
dencia. moderacio, eoerg-iarcontiiiuemoscom
principianta, seremo asnntadn con admira-
;ao entra at Vacan raais culta*.
flltral i Mratll
8ubereve.*ea lOOOri.mensaei pagotadianiado
nesia Tvp.i^nfta. ra da Cruzes D. 3, t na Pra-
ca da Independencia V. 37 fSli oudee recehem
correapondencia* lenalisada. e annunii-ii nterin-
do e eie rrati- endo doi proprio ii|rinnte.,
e vind'i ic;iiadn.
CAMBIOS.
Marfo 14,
JLiOndre 34 a 36 D. Srpoi l ced. pra'a
.Vipor cento He premio Nomina.
Liilioa 55 por o|o premio, por metal Non.
Franca 855 H. por franco
Re de Jan. 6 p. c*'de prem.
Mne.iaa de 6..400 I2..g00 l.1000
4..00 6..700a 6..W0
Pe m l0
Premio da prata 50 p. c>
., da* lettrai, por me* I n?poro|o
Cobro 25 por ceoto de
PARTIDA DOS COHRRfOS.
Olini1a_Tcd.ii o diasan meio da.
Ooiana, Alliandra, Paraiba. Villa di> Conde, Ala-
ma|iiape. Piar, Rea. de S. Joio. IJrejo ri'Area.
Hainlia, Porabal, Nora de Sooaa. Cirtadt do Natal,
Vn'as le Goiniminha. e Nova da Prtnceas, Cidada
da Portaleau, Villa, c'.o Aquirn. Monte mor nov.
Araeatv, Cacavel, Canind, Granja, Imucrainzt
S. Bernardo. 8. JoSo dn Principe, sobrar. Nova -
K!Re. Ico, S. Mathens, Kearhodo tiangue, S
Antonio do Jardim, Quexeraineliim. ? Parnahi a
Segunda e Sextas feirat ao meio lia por vi Ia
Paraiba. Santo AntSo-Todas ai quintis Islraaaf
meio da. GarHiibun. e Bwnitonn das 10*24
de ada me ao meio lia. Flore'no di: 13 ds
rada mea ao meio dia. Cabo, Serinhacm, Hio Yof
mono, e Porto Calvonos dia I, I I o -I dr cad-t
mea- ____.______
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
GOWRNO DA PROVINCIA!
Expedienta do dia 14.
OFFICIOS.
Ao Exid. Presidente da Provincia das
A'agOts commuDi ando Ibe que a bordo
do Paquete Bfisili < ra rt mettiil a O Sohla-
do desertor Josa Francisco de Araojo per-
tencenlea Guarnilo da referida Provin-
cia, o qual vai acompanbado da compe-
tente O'iia,
Ao Commaodante das Armas pira
ordenar, que a Guarda da Cadeia actual-
mele fcita pela i.* Linda obadeca e
cumpra as ordeos do Piefeito em quan-
to n 5 poder ser feite. pelo Corpo Policial,
tju na5 e.-t complot to.
Ao mesmo prticipando-lhe que foi
despern do exercicio de Instructor da. G-
N. de Garanhun* o Alferes Francisco Fer-
reir da Alcntara em consequeocia de suas
molestias, eque foi normado para o su
ISslitoir o Alferes Francisco Marques da
Silva a quem ordenara', que siga o seu
destino.
Ao Inspector d Tuezouraria e ao
Coronel Chefe da Legia das G. N. da Ga
renhuns comniunicando-lbes o conloado
no Olcio anterior.
Ao Com nanJanted*s Armas, res-
tpondendo-lbe, que pode mandar pra
)oi-do do Paquete Brasilia alirn de ter o
competttnte destino os Soldados deserto-
res Jos Francisco de Araujo e Antonio
n SiIm de Azevedo.
Ao Commandanle Superior das G.
N. da Goianna approrando_* Propon-
tas queenfiou f de um Alferea para o
Batalbia de ooianinha a do Cirurgtio
oior e Quartel Mestr da Segunda Le-
giio, e commomcandolbe, que firaO
expedidas as ordens para se na requiii,5es do Coronel Cbefe da referida
Leftiau, e doa Commaodaotf s dos BatalhSea
H. 3 a 4, a excepca5ds 6jo armas por
as nao haver despontveis.
Ao Dr. Pedio Dornallea Pessoo, c5-
vidando-o par asaistir a Inspe. c-5 dos
Coi pos d G. N., a que se tem de proce-
der no dia 16 do coi rente na Secretaria
da Pref-iiura deta Comarca.
Igual coovile f >i dirRido ao Cirur-
ia Jo Francisco Pinto Gniraaraens.
Ao Coronel Chefe da terceira Legio
das G. N. do fteciffa psra comparo, er
em o Palacio do Governo no dia 16 do
correte me* ao da a fim de tratar de
cbjecio do Sarvico rablio.
PORTARAS.
Mandando pass.r Patenta de M^irr do
Batalhio da G. N. do Bonito a JtGai-
Iherme te Ar.evedo, am lugar do fallecido
M.jor Fel* Justino Correa de Mirand*.
Ao Coii>mandante do Paqat-te Bra-
silia para receber a *eu bordo, e train-
portar para a Coi le o Soldado diseMor
An'onio da Si'va Aravedo que Ihe sera'
remeltido pelo Com mandante das Armas.
Ao roesmo para recebara sen bordo,
a transijo! lar a Provincia das Al-g,>' o
Soldado disertor Jo-e Francisco de Arau-
jo devrndo ali entrgalo s orden do iea-
jeclivo Presidente.
COWMANDO DA ARMA*.
Expediente da dia i3 de Marea.
OFFICIOS.
Ilfm. eExm. Sr.
Casos a qua a Legislitura na6 preve-
nio, e que o Funcionario Publico sen
o iiecessai o apoio, a temeoio de errar,
vacila em suas decios, e outro recurso
Ihe na5 refta que solicitar da primaria
Auothoridade os precisos esclareoimen-
tos.
O Tarto que a V. Ex. vou apn asen-
tar um dastesqua pursoa naturesa me
constilue etobaraijado na maneia d'o re-
solver, por iJnaS encontrar n Provi
sa5 de 20do Outobro de i83 regras, q*
me babelitem a del.berar com a certo
em certo, e determimdos casos Milita
rea, que por complicadas duvidas offere-
cem sobre aua genuioa interpreta-
ca6.
Joa6 Ramos Soldado desertor do 4
Corpo de Artilheria, foi a pouco preso pe-
la Prefeitora do Rio Formoso e 00 ac
to da pritad faaeodo uio de urna pi-toi.
de queseachava armado, rejjtio, e fe-
rio gravemente a um Soldado da Patru-
Por e*te acontecimento oi el'e proreK-
sado pelo Juis competente na forma da
Lei, e recolhido a Foi tlese de Tamari-
dar, onde ae acba a tninha disposica,
cmo me commonirou o Prefeito daquel-
la Commarca ero seu oilicio de aa de Fe-
fereiro ultimo.
Dous crimea da naturesa diversa tam
este toldad commeltido, um de deaar-
Ca6 e outro de esistencia ; pelo pnmei-
ro deve esponJer a Coiselh.. de G ierra,
e pelo segundo tem de ser jalga 1o em o
Tnbunal do Jury; re.ta aaner-se por
qaal dalle* deve primeiramente respon-
der. Se no f >ro Civel pelo da resiatencia
por ser de oa nures mus grave, ou
se no Gonstlho de Guerra pela desertad
coromeitida, 00 ae liiislmente eiqueeido
ente lleve ta aonteote >?r julgalo por
aquelle coja gravidade a Lei fulmina
una finia, queda serto o inhabelita de
voltar, e continuar no ssrvico de seu B-
lalhaS.
Q..iseraque V. Fx. a espeito raaol-
vesse, de lorma que par o facturo se
nao veja este C>mmaodo fo/cado a re-
clamar aemelhanta^ eacla racimen toa em
idnticos casos.
Dos Guarde a V. En. Ornarte do
Comrsaodo daa Afmas de Parnambuco
l3 Seobor Vicente Tbomat Pires, de Fi-
gueredoCaasai-go, Presidente da Provin-
cia. Ignatio Correia de Vasconcelos,
Gommandante das Arman.
Ao mesmo Exm. Senhor, infor-
mando o reqoei imento de Antonia iVfai ia
do Espiu'to Santo, que pedia d*msst5
para .-en fillio Antonio Joaquim de Sou-
Z, toldado do quarto Corpo de Aili-
lheria.
Ao mesmo Exm. Seobor, requi-
tauio a expedica de suas orlen ao
Commendanteda Escuna Biaslia, para q'
recebes o 'a seu boid't, econdo^sse a en-
tregar a respectivas Aulhoridades, o-S.)l-
dadus desertte Jo>e Francisco de Ara-
ujo, e Antonio da Silva e Aievedo esta
daCavalaiia da Corle a aquella de Ar-
tilheria das Alagte
Ao mesmo Exm. Senhor, remet-
iendo o requerimento do Tenante Re-
formado Ignacio Antonio de Barrse fa-
zend-i ver que no Hospital de G*rdd
se achtva terolbido desde Novembro do
anoo prximo pascado o Alteres Ajudan-
te da extiuto BitalhaS 78 de Cateadores
da Gaaroia5 do Ceara* Ignacio de Bar-
ros FaloaS de Albuquerqne MaraujiaS,
qua no acto de sua chegada se u5 tinha
aiiresentado, enema ttfl raspeito reca-
bido communicacaS algnraa.
Que o mes'iio T- nenie Coronel p des-
te olficial mustiara no reqierimento, qoe
san filho se athava completamente doo-lo,
que nao pdia peimanecer MqtielM
Hospital, por aer um official dap'imei
ra linha, e nao est#r por isso no cas
de ser recebido ali, sem que sapti-'fi>e-te
as despesa* de seu corativo, e alimento,
e que linalmente e vi o. precisan de
her abandonado por falta de meiua poia
nenhum sold recebia por aqu.
Que nestas circunstancias paaava a de-
precar a sua g lia e que em qoanto esta
Ihenad vie-*e as m6s, achava de ju-tua,
que alie losse addito respectiva clasae
mandando-se por ora abonar metades dos
sidos, que Ihe rorapaltisse desde No-
f.embio dotniu Bndo rev*ulo c o
pagamento do cuta melada para quando
viease a guia.
Queo estadoeaique setia reduzidoes-
te offi.-ial era certamente digno de c ra-
p.linao, eque naS o mandava ja Irau fe-
rir para o Hospital Regimental por el-
le nao offaiecer os precisos rornodon pa-
ra o tractamento de uhj desale de il n-
tuisss.
Ao mesmo Exm. Senhor, lisenda
que em confomiidade de 6ua-> d linba reoilhiio a Capital o A Teres F>aa-
ci.^co Ferreira de Alcantti'a I..-t-u parcial do B<>talha5 de Guardas Naria-
naes daGaranhuns que n (>o mua-ea do
Rio Formoso te ai lia va em traimentode
su Miude.
Que o estado cadavrico coan que esta
ulliul ae Ihe tinha pies -nt.d.. o havia
11pulid 1 de o fser marclura seu des-
tino ; que o m Juula Uesaude ; que este ifirmava pide-
cer elle aannos urna i fl m c crni-
ca de estomigo, gaios e intestinos ; que
precizava curar-se, e ser dipens> de to-
do o servico Militar, em quanto salir rase
em uto de remedios, eque 1*0 4o j* este
olTcial sido julgado inauto pa o servi-
co d*s armas, portal mol ir < pr pisto
para r> forma paracia tSeitado que
toes desonerado do Etuprego de Instructor
por ser difcil, e qaase impos'vel omba-
lef se aerueliautea iolermidad'- quindo
crnicas, ptenlo oa5 obstante resolftr
a reprit romo uiilhor convu-vt.
Ao Major J. G. de> Mure- Msysr,
respndanlo o ueu officin de 1 que
aportara eoubesae do Auditor de C ra
e a ua infermidade prometa be 'cu-
ja, por qua DStte caso corm .b. ffitea
parausar por alguna dias as reoaioei -lo
Conseldo deque era Presidente, qua uo*
moaar Auditor inteiino, porem |ue a
a molestia do Auditor se proloii/;ase,
lancar-e-ha ros do recniso, que aLei
outhorgavo.
Ao Commandants do quarto Corpo
de Artiln'ria, ei:gi'do saber n. Sk. s^
sem prejuiso do ~ei vi$o do Corpo poda
ser do mesroo dispensado o segundo T-
ente Aoaeleto Lopes de Sauta Ann,
paia ser empregado em nutro de Com-
roisaao.
_ Ao mesmo oomunicand.) qua por
impe'iieoio tsico nao poda btr hoje
ao Quartel do Corpo do seu Comas iodo,
como Ihe havia inteligeociado; oqueteiia
loctr em outro dia. ________^^^
-"DTVEHaAS RtiPAR^C/'^Nb.___^
mmmtmmfm^Kmmttmmmaaa
MUSA D4S DlVbhbAS Rt-NU.vtl.
A pauta bes maama do N. S7.

TT


-W
CORRETO.
O Correio de Pj de Foi es iec*be
tnaJli boje 15 do cnente >u meio dia.
ARCKNAL DE JHAR1JIHA.
O Arsenal de Marinha precisa comprar
no dia i7 do currante os geaeros tc-
guintts ;
Pregoj de assoalho doa-e mil
Dilv* de farro ptqueno dez mil.
D to de bote! grande doze mil
Di(o caibries, desasseis mil
Lmha el Merlino hmn quintal.
Brozas surtidas, quat.ro dusis.
Tinta branca, Irinta barris
Biim 'Iuglez, ou da Rucia, trints pes>aa
Lona Inglesa de numero lan.o, trin-
ta pt*as
Carne sslgada, da* bar; ia
FejnS, dea saces
Assucar, dez rroubis
"Virilio, urna pipa.
Arsenal de Marinba 14 de Marceo de
Antonio Pedro'de Cirva Lj.
Inspector do Arsenal.
rRBFBTTCRl DA COMARCA DO RBCIFe.
Paita do da i3.
t
' Hlm. Exm. Sor.
Das partes boje recebJas consta que
lora presos, e recolhidos a minbi oidem
ao Calabouco do Corpo de Poli' ia, para
lerem destino Manoel Jos de SouZa,
branco, por ter dado icm um pao no par-
do de neme Jos6; Mari.. Theieea de Je-
stus, preti, por ser encontrada as 10 he*
ras da noite a fazer grande alarido, ea
proferir palavras obscenas; Manuel pre-
to, escravo de PioRiio Antonio Esteres,
por ter insultado a patrulla ; e Tb-resa
Mara, puto por ser encontrad* urde di
to.te adoimir na portara da I^rea do
Curpo Santo, todos remmetiios pelo
Sub-Prefeto do Recite Mara Joaquina,
parda, lemeitida ptlo Sub-Prefeito deS.
Antonio d'ordero minba, por denuncia
de ter era sna ca-a pess as li re para as
ven er a t tul. da t sera vas ; Gu.lheune
escrero de Mi-rcelino Jos Lop.s, e Joa-
quina esciavo de Francisco Joaquina Pe-
reira da Carvalho ptetos, remedidos
pulo Sub-Prtfi.ito de S^nto An'onio, por
seren encontrados a noite endurodo um
cadver: Florencio Das Lima, pardo,
entregue por dous Soldados de Polica,
porlheterem appreberiiiido utn punhal,
que o arornpanhou : Januaria, prrla es-
crav dfl Jo. qu m Antonio de Yin anda,
por.sar encontrad fura de Ki ras esup-
por-se fug'da; e Seveno Geraldo, ja5
btm paid, remettido pelo Sil Pief lo da Vaiz-a por ser desobediente e de
m condu< ta-:'
Mada auis consta.
Dos Guarde a V. Ex. Se retis da
Prefeitura da Cuaima rea d<> llecife i3de
Ferri'eiro de i837. Illui. e'Exm.
Senhor Vicente Thomaz Pires de Pigue-
redo Camargo, Piesiden'. da Prono, id
Jos Cailos Teixeir, Piefeito dista
Comarca.
DIARIO D*;JE
pardo, remettidV .'pelo' Sb -Pri-fei to d
S-nto Antonio, este .por .me er oppsto a
pnsa6 o aquvlle, por ser encontrado
larde da ooite, e dmuibu i'ar a p-trolha
de ronda ; ManoeJ Antonio Cambuta ,
pard<, remeltido p* 10 rorcmi*siio Polica" do Dentudo Has jS ponas, por
ter tirado de um pnrmal para ferir ao
soldado que acomp.rili'ou o dito Gomis-
sario ; qued'01 'ero minba hi\teoi prpc
ra d<< i< iWi'0 C*mbu', para ocondit'-ir l
a minha presenca para rrria ave1 guaci ;
Francisco, pelo, escr.-vo de J. de C. P.
de Andrade, entiegnepor um soldado de
P..l.ri, por J.he ter encontrado um.cai-
vete g ande que o a. ompanhoo ; fran-
cisco de Paula, pardo remellada petames- '
rao Cbeomis^ari > de Polica d^s 5 omitas,
por crime de furto; Jos de Torres B^n-
deira pardo remetido pelo Carrerero
d Cadeia, por se nao-querer a paitar da
UK
BUCO.
ruusraa Cadeia ; Jos Antonio dos Santos
pardo, remellido pelo Sub-Prefeito da
Fraguasia da Varzea por crime de mor-
te, e de tentativa de nu-ina crime; Auto
nu< Francisco da Siiva^ pardo, remetido
pelo Sub Prafaito da Freguezia da Se',
por se ter aprebeodid ama fn-ca de
ponta pelas oito horas da noite no lu.;ar
do Fragoso coja Fleca o acompanhou ;
e Eitev5 Jos d-Suita Anna, remettido
pelo Sub-Prefeito do Poco, por ser des-
ertor do stimo Bat.tllia5 de Cofiadores de
pnm ira linba.
Nao occorreo mais novifiade.
eos Guarde a V. Ex. Se>retara da
P eleitura da Comarca do Rt-cife 14 de
Marco da 1837. libo, a F.im. Snr.
Vieente Tbomaz Pires deFigneiedo Ci-
margo, Presidenta da Provincia J--
ze CarlosTixeira, Pi'efeito da Con.mar-
ea.
Prefeilura da Comarca de Nasareih.
Illm. e Exm. Senbor.
Parteripo a V. Ex., u/,me echo no lu-
gar desde o da ultimo do mez p. p., e
que at hoje-oenhe-D aconiecimenlO no-
ta vel lem apparecido a excepca de dois
lacioras, que publicamente na nimba do
na 6 do cun?nie esparicaia a b, m in-
dividuo uenta Villa, o qud >endo emedia-
tam rila socorrido pela Polica foram
os mcsrms capturados e r< colbi los a C*-
d*-a.
Ou'rosim que entre as Auctcridades
dota Comnarca rai apparcendo algu-
ffli airnonia conforme pretende, e en de-
zejo toqaeguir sem quubra ao Servico
Publico.
Dos Guarde a V. Er. mnitos annos.
N'zareth 9 de MafoS de 1837.
Iiim. e E&in. Senhnr Viente Thomaz
Pues de Figueredo Camargo Piesidenie
da Provincia de Pernambuco. An-
iooo Peirira Buro-o de Uoraes, Pre-
fetoda Comarca.
ADVEfeTEiNCIA
crip^ao do Contrato sobre os Pa-
quetes de vapor art. 6 onde se
diz oilocentos cotilos, lea-e -- oi- {
to conl<$ : &c.
-^ O Expediente, que hontem
demos he do dia i3, e nao 12.
VRJEDAES.
extracto daE^tatl ifa getal e analtica eV
cTlisac6 Europea, pub'icii* ern
i833 por M. J. Soboeo.
DoGovemo ou do poder execuliro.
Continuado do n. antecedente.
gocios do estado. O pai lamento sendo
sobie tudo comporto de elementos aristo-
crticos, n;5 se temrfali-ado muitosper-i
EO J)arO n'. 58 na tranS- ge j com tudo as consequencias teirivei
do y-iema .-doptadn je marif-staS muis
vezas. Opai lamento tendo maia cousas
a'trtar 3o que pode xpetir, a mor pn>
te so fa.-em com p Ocracler di-tin.tivo do poverno limi-
tado as mormrqui-s constitu iorma, se
re u a urna iepie-entac>5 nacional, no
que n speit a.'S in p.istos e as dej-p-zaj,
a ie>puns.mli e a pariicipaciu do O'gno popular, em
oroiar a Jis qq-.i"t--:rea*io a liberdada
individual, o drito .de poprip*ade do
' cidado. Quando s< br8 estes d ffd en '< a
pontos,-' a C^iV rfascS m'arss repre's. mati-
vas no he completa e inteira, o sy-Urna
con-titocmnal perde toda a sua di^nidade
e i.tiiidade.
A repre-entaQlo nacional n Europa he
organisda seguido tres syitemas d i f Fe -
temes.
Na Hungria as cla-ses inferiores nio t m
paite nos negocies pblicos: o clero, a
uubie/a, as cidades livres reacs, sio as u-
nicas que roncorrem acompor a represen-
tacio nacional. As cidad.-s por serem
rnoi i'oucas nao podern rebaler a iifli-
encia da ai istocraria secular ou .clerical:
e por i so se julga que a constimir.ao de
tlungria ser a peior de todas, a mesma da
Suecia, a sua repressnlsca tem em si fer-
mento de deslruica. Na Prussia, e em
alguns estados da Alemanba icm se ulii-
mamente estabelecido por expeiien.ia,
constituices du Estado., organisadas de
um modo conforme ao espirito do lempo ;
cout tudo naPms-ia, tem-:e cingido ni-
camente i criar Estados piovinci.es. Os
membros da nobreza immedidta, os pos-
fui.lores de trras tenhoriaes, burguezes,
camponezes tem sido chamados na con-
Idrmidade de um sysleraa de equilibrio,
cujas cowbinaedes sao dignas de elogio- ;
mas esqu-cera5-se nesta oreanisacio das
capai iiled.s, dndose importancia da
mais propriedade.
Em alguns Estados tem te seguido a
adiiinl>tra.;ao do TATaiMoirio dos or-
FAOS.
P.rn'o n AdminisIncaS do Patrimo-
nio dos O f 5i e hada arrematar a qiism
mais dt-r a por teuipo de trer. annos que
Iia5 de ter piincipio no prun.iro de Ju-
Iho prosiiuo futuro as rendas dassaguin-
te4 casas.
O t t>ma ron lituc onal nao he mais
do que urna cbarltneri desde que se
procura, a -a p5a o direito na forma das
darisSes, en5 na natuieza a eseneia das
mes'mas cousas. O poder do E tado nio ba
a reuniio de todos os poderes : posto que
hajo alfmn cuja crigem equivale a um,
niu Ibe be com tudo permittido de abpor-
Vel os ; como nascem de rircunstamias,
rio he da competencia da autbniidade pu-
blica ciea-l"?; sio cousas qua contem um
principio moral eterno. O homm en
cerra am si um imperio que nenbum po-
der externo tem o diieita de atacal-o. A
familia he um circuito, dentro do qual
govena um poder que nenhuma auiho-
ridade pode derrocar, as familias se reu-
nem em commare*s e municipio^, os qua-
es e.-ta5 de pos-e legitima de um direito
particular que be sagrado. O* conselbos
se leunem emeultos, cuja existencia eor-
gatnaaio interna derem ser livres, e i-
seuptas de t> do ex.me. Com tudo os
homvns polticos que sequalica de libe-
raes, su os que extinguem todos os direi*
tu!, prirados paia enriquecer com elles
o podar do e-tado, nio'pedindo outra cou-
sa em-compensacoseoa6 urna forma, pre-
ferida por elles na ana applicaca pratica.
O que o 'bsoliitismo de Luis i4 bavia a-
in-)a deixado em p em Franca, as liber-
dades individuaes, a assembla constituinte
acabou de o derrubar, e apezar Ha- for-
mas asmis popularas, o governo franez,
durante todo o periodo npublicano, na&
foi mais do que o abaolulisrao o maiscru-
el, e por isso em qunto nio te demarca-
ran os verdadeiros limites do poder pu-
blico, nenhuma forma ser sufli< ienie, e
lodas daiio motivo orna Ciiiica mais
ou menos severa, mais ou menos fun-
dada.
Por msis esforr.09 que a revoluca te-
nha fcito comra o ab olotismo, todava se
pode affirmar que o seu reinado de f*cto se
estende desde a Pennsula at na Italia, a
Estad s Ottnmanos. e desde a Rusta, na
dirrecio dojji.l n-Oeste, a' na Auslris,
na Prussia, e na Diuairarcs, e em algn-.
cutios Estados pequeos; a-sim o seu im-
peli emprehende os tres quintos do sol
europ-o, atois da aroetade dos leus ha-
bla tes, rn*i esta forma de governo mus-
ir am aspecto mais favoravel na Toscana.
repiesentco nacional pura, isto he, a
que se funda sobre o numero de individu-
os e pgamento de imposto. Todava .
a Noruega ha que tem orna reprfsentcio
inttiramente pura: nesie paix o clero per-
deo os seus privilegios, a nobreza foi ani-
quilada ; os ha mais senio cidadins a
N.
Parte do da I 4.
Illm. s E.m. Snr.
Sou a pirlerioir a V. Ex. qua das par-
tas hi je recebjds consta lerera sido pre-
sos a (i i ol a ordem e rtc libidos ao Cala*
bo*eo do Coipo de P,lci, d'.mde tiv.
ram o complente de.-linoM a noel Bt-r-
nardino, pardo, remet lo pelo Sub-Pre-
faito da Fi egaesia do Pecife por Iba ser
aprehendido umeitoone, queoacompa-
nhou ; Raimundo Jernimo, simi-bran-
j, e Msnoal Francisco do Nascimeato,
M

zo na ra de S. Gon-alo do B.iir-
roda Boa-risla.
11 dito dita.
12 ditt do cebo dito.
|3 dita por detrs do as^ougue dito.
i.' dita do Rtf-aiio dito.
As pessoas que as qui-eram arrematar
podera comparecer em seus fiadores no
dia 15 do rorrete mez ua i a sdes da mosma Administrad.
Cata d-i S Patrimonio dos Ortaes de i837.
J. M. da Cruz.
Eseriptura'rio.
uaPiussia, a ua Uinamaica ; e aonle se
aprsenla deum modo repugnante, mo tas
Cwnzas com orrem para esse resultado,
como por exemplo na Hespanhs, e na I-
ulia, o rgimen mooaial, e a influencia
dos nobres : na Rus-i o militar.
O Governo dividido nio pode t-r lugar
senio nos e-lados republic. cup.5 o mais pequeo lug r no quadro
dos governos europeos; sua o actual he muito superior a dos amigas.
Nos psizes de que se tr. ta, nio se con. m t-
camponezes. Ninguam duvida que esta
erganisicio baste psra tratar dos inters-
tes punco complicados da Noruega, que
verso sobre uuueracio, creacad de ani-
maos e commercio, porem nada < m ou-
tras circunstancias mais graves o espioho-
sas. Ora urna representadlo assim combi-
nada, ha d-saproporcionada nos seos ele-
mentos, e vsga.
O meio que temos para sabir da difl-
euldade, eteimo medio entie as constiiu-
ices da Estado, e rppres>.,iiac-5 naci*
nal pura, ti nosystema das duas C-
mara ; mas al hoja nao se lem anda per-
cebdo todas as tantagens pos-v. i- de le ;
pique na compo.-ic de urna dllas, tem
se cuidada mais em tirar os elementos,
nio d.-s cls-es mais n> pifiantes da soci-
eiade, po>em dis m*is distin> tas j e que
e lem exclu-vainente f iudo a outra.
nao sobio a base das ccnununHades, mas
stgundo a do numero dos individuos edos
inipostos.
F.<,o--e es pares hereditarios ou vitali-
cios : d se ao sobeano a facul tade de os
nomear no stuarbilrio, ou que o obri
guem a toma-las em csthegoiids di te. mi-
na las, tudo se connegui' desie ty tema,
excepto urna repie-enlacio que se confor-
me com ascircuottn rommodada manter as paites so idas do
Estado. Ao lado da aii-tocacia lerritoii-
al, p-z-se a moderna da mdu.-tiia e do
commerrio; he indubitavel que esta se-
te o e.io de 6xai-se um termo dems-i- J gunda nio sepode deixar impunemente
adameuta cuno por lindar os podares, e separada.
porrmio de presidentes, proruia se as
repblica federativas conseguir urna es-
pe- te de unidade, que faltava a anegas.
lVida tem sido mais prejudicial ao bem
dos poros da Europa, a ide'a de que se te-
ve de querer transportar ss fermasdo Go-
reino dividido no moosrquico: a este
respailo a Inglaterra deo a impulsio, tiren-
do iotertir opirlamcnto em todos os ne- I que na applicacgo. Tim-se tentado na
Urna cmara electiva firmada segando o
ty tema da rspresentaco pura, nio he
muito propria para sopor apar de urna
beieditaria. A experiencia nos tem mos-
trado tanto em Franca como no Reino dos
Paizes o.ixos, e em muitoa oulroa Esta-
dos Allemies, que o systema de repre-
sentsca5 pura he melhor em tiieoria da


DIARIODEPE
iii i
RNAMBUCO.
*
Inglaterra em rara da reforma para se fY
ser a su* compo-icio m-is confofme e-te
ty teme; porem estas lente tiras tem exci-
tado al^nns recejos. As iaiperfeicoes qoe
fe man test-5 do cori-li u< -ionali-mo de
hoje detooDstrto que elle tarnbem n*5 be
mais do que Urna irausic'5.
iina '
Orgariisaco dds Authoi iddes.
.....ir-
-..,2
-
melhor forma de gowrno ser eoa
forca e-em vigor, se a organisaca das
aua difF.rente-repaitices, e atirthortila-
de- nao l'or c >rapl. t Q ...si lo lo o E*<
tdos cuodei to sao mi' i -roni Jornia
b ai oiguii-ad^s do q ie na6 er5 os en-
ligo*.
m piirooiro lugar, tem**e em toda a
parte separado a* cousas iVteoi' neis e
ligado as paites da administracao (|tie
tem Uiq patito de semtllunea e de con-
tacto. /
Co sigan lo, tem-se orgujudo mu
b&m as anthoridade para o expediente
dos negocios. O, ubjettos de localidade
bu tr.t.dos por nuthoridad s muoicipa-
e-, a para o que rt-tpeita aos nter- -s--. ge-
ras, umaeuthoridade dedistricto quelhea
he superior (como na Franca os ub pre-
fetos ) os negocios de u-n dtstricto nuis
extenso, cu de urna provinca sfo dirigidos
inspeccionados pelas au'horidsde pro-
virii :iaes ( as quaes s- poda comparar em
Franca os preferios.) Em quanto aos ne-
gotio- geraea, a sua rtireccad lie confiada
sauhoridade. centraes, cojos cheles re-
unidos (o ministerio') deliberad e resolvem
ern coijselho as providencias de moro rito,
e cons.ulto acerca das gran les reformas
qoe ronvir fazer em emitas do Estado, o
conselho de E.-t.ido presidido pelo sobe-
rano ou seu hedeiro etc. et. Em dD pa
queno numero de grandes Estados, como
na Fianca e Ku-ia, teiria um-y'en.a ri
goroso de centraliaca5, que he em cp-
posicio rom as circunstancias. Emoiiios
grandes Estado, a provincias e suas au-
thoridades tem urna certa consciencia in-
depeadeole, e alguma coose da p-oprio,
recompensa com vaatagem os inconveni-
entes que podem resultar da multiplicida-
de ou diversi'ade das formas. O dema-
siado numero de ponto centraos ha pre-
judicial : existem al a3 na TWana.
Em terceiro, as authoridades, conside-
radas cada una por si, sa5 hoje mulo
melhor org misadas e com postas do que
era5 antes. Qua> em toda a parle res-
peito das docisSes, ou deliberares ju4 aes, tem-se adoptado a forma rolleg al cu
de conselbo. Em quinto execucio das
leis e das decisoes administrativas, letn-se
estabellecido nos Estados modernos ( m
Franca, na Hollanda, e ua Blgica) a for-
ma secretaria. Em alguna E-la los, como
na Prussia, a foiina geral he a dos conse-
Ihos; roas em consecuencia da divisao dos
negocio, e de alguma adroinistraces in-
dependentes, tem tambem surgido certa
loima secretaria. Em geral as aulbonda-
des secomvoern de horneo eirperimen-
tadose peculiares. A ordem doadianta-
meoto he de tal mane ira regulada por I i,
que o fnecionano publico n5 depend n-
do de favor he remunerado segundo osen
merecimento. Em geral o empega-
dos do govtrno n 5 podem ser aibitrana-
mente deroiltdsou refoima-tos, nem pri-
vados deseo lugres oenad por motivo de
culpia ou inca parida des avrriuads ordi-
nai lamente te da a causa da de i is-t5, q
trz sea.preo guso de uma pens 5 de apo-
sentado.
GOTERNO INTERNO.
Legisllo e Admioistragfo.
O governa interno se resume em legis-
lacio e admioistiacio a le-peito das for-
jas externa de tegUlaca5 ha em todos
o pases civili-ados urna tendencia geral
para be formarem novus cdigos. O do
direito piu-siduo foi o primen o modelo; o
cdigo que Leopoldo dac a Toscaoa foi o
eguti Jo estes done succedeo o de N*po-
le6; odepois apparca o civil e p nal
ausiiiaco: do qual o Baverez ffrreeeo
oma eipecie de leflexo, e que f. adop
tado nos pequeos pi acipados Italiano!
do Norte. Na Ioglatei ra cada rex se aente
Dais a carencia de um clico novo e apu-
rado. Em Roma pa merob-os do corpo
diplomtico forao obrigado reconhecer"
que era urgente.a precisaS a corapilaqa
de u^m cdigo regular para os E-lados da
Iiireja. He da dignidade de imi N^ct5
in !et). ndt rite nao querer que as S'iasjeis
ri5 se mi-tnrem roo JS estjangeiras :
mashemister que tilas ron e-ponrao com
n isjMMto n-cioual e com o* procesaos
da derio ex m. po a este, respeto : as addicSes
succes vas de novas dsp>sices legla<<
?is, quesR fi^era as leis romanas adp-
talas, p oduziro cdigos quea^oi dedi-
Tersas roe.-; em (alentado, era para de-
zej' a intiodu ijio do coligo N polelo .
"u do Austraco : desde que na5 se recu-
sar sera di-cernimento todo quanto o es.
pti to d<> se ul > reqoer menos opposicSo
injusta t-esoIFtei.
Em quanto <> que rpepeita as formas
extei na da administrado, rixbesem ra-
ao que se queixio da pioprn^ao domt*
nar qua Ihe peicel.e n ; e do vag^r com
qoe exprdem o negocios e de omi or-
ganisacio excessivamente dispendiosa; que-
i-i-m que qua-i tu lo fique regeitado e da
qni ptot o urna nmena papelada e q'
conli >ne anda retardar o expediente
dos negocio he a dislrib >ica5 minuciosa
e pf dantesca que se tero f it adoptan-
do -se a forma ccllegial. As-im na Pi us-
sia o negocio judicial mai- diminuto cu
ja so1u9*5 dt-p nde do urna regencia supe-
rior passa porteaos de 48 pe^soas", an-
tes que as paites bloressad'as tej5 avisa-
das ou intimadas para comparecerem.
A excessiva despesa nao resulta inme-
diatamente das fumas externas da a.lmi-
nislraca, se nao poique ellas requeren)
o einprrg'i d um grande nuniCD de pe.
soas : m is todas estas despegas .-a5 >us tiveis de serem reduSidas pelas aulhori.'a-
des superiores, como icios das f>i mas
cXterua de admin^rrgio.
BSta lanca-mos a Vista sobre os redita
d->s Estados "Europeos, e a txiih divids
para 8" conhec< r os xecsivos gastos da
sus administrac-5,
as sub-divi 6es mit- riac o enverno
infernse divide em tres rep.utic.5es, o
de Ju:.t"ca o do Fisco e o de l'oci.
A Justica.
Quaado em consequen ia (\o augtnmo
das riquesas, se multiplica5 as deman-
das, sepsrarem-se as causas citis das de
crreccad 9 criminaeii he de um=i urgen-
te ru Cf-si^nde p^ra ellas se exp'd:i em com
pr5 aci/niece Ha qoe I les
paizes, em que os grandes c rpos judi-
ciaes rronera todas feralusas ns satWat-
triboices, em que ficaS a mor parte do>
proress >s por se terromarem.
Ha ainJa na Europioutro nal mus
prejudicial ao interesst-s d<^s litigantes ,
S5 as desfiarcada- depesas jadcieS.
( Cunt ni.ii-11.'-'- a)
CORRESPONDENCIAS.
Sors. Redactores.
Lindo em seu Diario de 8 do correnle
o olli. i" do I l.n. Snr. Pitfeitoda Comar-
ca pai ticp.mcoao Ex n. Sor. PreiiUente,
ter-se achadoaberta numa janella da cs*
contiguas ln-p<> cao, a qual serve de de-
poiitu de raateriae das ohias publicas, jul-
go do mt-u dever como p ,rltiro da Ins^tc-
CO ct i t.fi, ar ao publico que n.-nhu.i.a ge-
re-rcia lem coraig) esterado, ira dear de
iniihas obr'g-ce^: m me rtfio aqui as
partirulaiidales da rele ida pa. te do Snr.
Prelito. Ro'o-IIhs Snr.-. Redactores a
publiccco distas quatro linhas.
S.u Venerador^
Joze da Fonceca e Silva.
TI1EATRO.
Penltima oatoria, Quatta feira i5 di
M-rco ; B< n fi-io d- act, r J pp* se lepre/M.ta a be1M--ma Prca sacra
Sa'Atl Ii.bel Rainha de Po lugal. Os io-
teiv.ilka dos actos >erio prthen. hiOi de
excellenles,Overt<.ras fimiamio tr.doyfx-
pe. lacnlo cera o bel'ssimo Entremei sa-
cioS. An'onio de Li.-b a Imando seu
Pai do Patbulo.
1836. F.ntr das ,
t83S. ditas
1814. dt'S
i836. Entradas,
i35.
icJ4.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Notas commerciacs sobre a pra^a do Rio de Janeiro durante o anno de 18^
MOVIMEMTOS DO POrP.TO.
Com os mais portos nacionaes.
IgTfl Emb. lotando ti,788- T. Sahidas, a o< 8 Enl>. com 132.356 Ton.
9* n5ii7 m -- i 97. i28.i 6
6 g 105,8-5 ,, -- i6a
i
i 117,685
i
Com os portos estrangeiros.

i*
66j Emb. lotando 146,398 T. Smid ., 6a9 Emb. cora i4o.ai4 Ton.
57 s *. i34,9i 522.....59743 ,,
583 ,. ,. i3i,479 585 139,847

n
Exporta96es dos principaes productos.
i836. Caf,S. ouB. 7o4 385 Assucar, Cx. 2-,54 : S. ou D. a7 836
lW5. ., 627,165- I9166, a4.389
i834. 539,117- 15,8 7, 20,-28
i833. ,. ,, 563 i95 i5,ooot 18,4^0
Couro) 155 o o.
iee,67a.
l87,53o.
?
i

Rendimentos pblicos.
i836. Alfandega , 4,a4o.3a&757 -
i835. ? 3.53:oa4t3J66> -
i834. > 3,584:7650)a7 -
1833. i 3,283961 ^629 -
Meia d.>s di veriaa rendas i 4?2:657^5)4 7.
1,294 i23$9..a.
i.4a5j26:a3.
1,563.99 9a 1.

s
1
Cambios sobre Londres e Apolice de 6 por cento.
i836. Valor medio do anno Londres 58 fff Apolcea preeo medio do anno, 87 a5/88
1835. M 39ad/i44 i 8l 8/9
i834. M -39u/2o ,, ,, 60 63/loo
1833. 37 3/4 5i i/J
Reflexoes.
Sentimos na5 puder apresentar aos nsos^os leitores hum igual extracto do roovfm. nto oommrrcial de norss provincia, o que cu,u-
prremo logo que os documentos precisos no> vierero as mos. Noenlaoto, desde j podemos afiancar q je seo resultado compa-
rativo pupo, c-. {ju rdad. n5 he inferior ao da Capital ; o mesmo podemos diser d > mais portas do mpeno, ende tem
reinado a tranqollidade.
E-te augmento prngressivo do oommercio h.- huma prova dos progre-sos do trabalho do Cap tal da propriedadee riquesa
do pa(. Elle noi a-segura mintendo-se a boa oidem hum futuro feliz e tanto mais prximo quanto mis deprrssa se levan-
tarem os tcopecos aro numero que eta sujeito a. tranacc5es commerci ; quando fe. eonaiderftr a clas-e dos negociante*
como da homens probos, e elle figuraiem, asi como ostricultores na Representaca Nhci he^com le polticas, que todos o anno-se fasem e defcfasem que adiantaremos nosso hem-estar, quaodoo ntreies mte-
riaei tanto carecem de auxilio. Se o commerco que em lugar de achar protecga s enconlrs vexame e iniu ticas ra assim
uiesmo progiedindo, que ponto de engiandecimento nad cha;ra elle, ae nossos admin-stradotes o tivossem em devida con-
ta ? E nonsa ag cultura, essa outra fonte de riquesas que atteiicio tem merecido de nossos legisladores ? Quaes as leis protec>
toras por eilea decietadas ? Quaes os premios 00. auxilios qiea animem ? Qiaes a estradas e canees que tnto concorrejn pe-
ra a felicidada do poros progress da cirili-aca baratesa efacilidade do transportes ? Nada, nada disto tem cabido do re-
cinto de nossis Assembleas !... Posia a Sessa de i83; triser-nos melhorcs nsuJU'los do qu a antecedtnte, :obie tudo di
que a ultima ; taca si5 os nossos mu sincero votos.


DI1I0 DE PEElAMBUe).
AVIZOS DIVERSOS.
Tundo Jao t?e C*rvall\o Paea de A irii -
de pn'Ji'o um Buhte da AILudeta da
qidriiid'ie 2 /j-^iB; reis coi prata, venc-
do .m a5 da Fetwero do ce rente anno,
.secado solne o ahaixo asignado, cojo bi-
Ibele recibeu da Allaiiilega em pasamento
do seu ordenado como provou pela certi-
dio da mesma Alf ndoga ; o dito ebaiao
assgnado fa puhli o <{ue tein p'fjo, por
termo de conciliario parante o Jo> de Pac
dVsle lctiri o do Recite, en nfiii" J lo de
Cat vlho Paes de A ndi ade a quanlia raen-
nonada, re pons.-b liziodo-se o d to Car-
vaiho po'- qualquer conte-t*c.io une possa
ha ver. Rccife i o de Mano de 1837.
J-tio M.tu'S.
Tendo-se projecl* lo a instituid
de Imai Colltgio para a *n-ino, e educa-
ri doj tnKiiniis quer intt roo-, quer ri-
lemos a pes oas que se qoi-erero ulil aar
rlirijio-ae a loja d livro- da Piaca da Im-
depen Jencia n. 37 e 38 para avi-ia du
pl..no (|'if s- Ht b* i>a mesura loj < (vnhatJ-
ierii. O Co!l g o ter lugar logo que se a-
prtseuie um n>rncio suficiente de .Aluno*.
Hellm mino de Anuda Camera.
B^af" Qiiem precisar de urna im.i de lei-
1i, dirija-se a Tora de podas breo deSa-
idts n. 4 do ldo da mar grande.
WW Osannunci s do Sur. Joio Sergio
Cez-rd- A ntrade, inseridos dos Daro* i
, N. 44 e 4? "i sao fundados oiti verdadr
* ine calumn-o; me arco*dio ojoto,
qoe na Ralci do Rio de Janeiro, su M
obteve no pleito, que eu aqu havia v-nn-
d, e de que a raeMiia Sendo-n inlerp ae-
ra recurso deievisla, por motivo que ca-
lo, cono grande atojiacio dss pessoas er~
tendedoras da materia, nenli >m direilo
)he d para imped.-me de vender iscra-
Voa, ou quae*quer hens, pois qu* aquella
quesiao nao sobre e.-8'.-s meamos bina, os
quaes n m por ete, nem por qualquer
outro m'd. m considerar li'gio-
eos. O Sur. Joao Seig ignora e-la
Veida-ie to p.ilm.i j ed-ie linar persua-
dido df qe us seus aonuocios nao prodH-
tiio o elfeilo quedezejn. Eogeoho Juo-
di b' de Marco de 1837.
Joie Venancio Pmenta de Ca valh-i.
Arrendarse um sitio no lugar da
Caa Forte, principio da estrada do Arrai-
al, rom boa casi de viveoda, Iructas, e
bom p.so d'agoa de beber, e Ierras paia
plantel : na ra do Collegiorasa D. 3.
*-*** Abiga-so no Mondego urna casa
con- g'.-n le quintal, e boa agoa de beber :
na e-tu ca>a atima.
*jr* O Vendelbio que nao agoenta la-
d reos respndelo Snr. Hum qve nio
goita de engaos, que a sua pergunta fui
diiigida aobnr. Aferidor do Municipio do
Recite, quemn na Boa-vita e b- m co-
nhecido por Fiancisco Fernandis Vianna
de Azevedo.
V9" A pessoa qun precisar de urna ps-
r>ea rapaz para mestre de primeiras letras
para fora o"esta rraca sendo em alguna En
gctibo perto da mesma ; annum ie p.-ia
s*r procurado.
a^" Precisa-se alegar un moleque, que
aaiba coHinbar toCiivelmente : quem o ti'
ver dirija-se ;io al ttrro da Boa-vista o. 39,
OU inuiirie.
V^ Pi xed-s da Fonccca Coitinlio, de-
z Machado, e por iso roga ao non.o Sr. o
cbrquo de Ihe declarar sua rr;den %V ^ p^ssoa <|ue aonunciou no Diario
querer saber Ha morara de Manoil Anto-
nio Alvea de Brito, queia primeiiarneiWe
ae enii nd' r com Filippe J ze do I",pi' ilo
S'nli', que Mtirn.hi. g> ral d d>* A'cga se um sitio na e*tiada qoe
vai o S. Amaru, para beln com boa ca-
za d<- "irenda, est> 1 baria, casa pra pretos,
etm tiiuitai arvores de fiucios, baixa para
rapim, verdor a, muito boa agoa para
bc'er e m btatantec-mpo para plantar rue-
!oeos, e dU i qum peiu-nder diii-
ja-st t rna do Nogueira sobrado de um an-
dar D. 6,
y Qjpb precisar de um rapa* Br*r
ziieiro para c*ixejro,on psra qnalqier.oo.
cupacio qoe eej, o quel sabe le# escre-er
e contar .of'rivfdrrenlf.nte, di'j-sea Bpti-
c de Cypnaano Lua da P^z 1 rea do
Coi lf pi.
fcjr* Qunn quier dar 300 en 400$
a jures de dois po' rento ; anoonc'n na
morada para se diser quem os qi paco de 4 metes.
Wr Maria Roza d'Assumpcio, viua
O faescido Manoil Rodrigues do Pasto,
avi?a- pes-oa-, que custuu.io cortar os
mangues para leubas nos alagados do ten
sitio da P-H^em ao porn'C do Rio Bebiri-
be, que desee He Olinda para o Recite, que
it deixem de ro'inusr para Ibe nlo obii-
grem proceder criminalrrenie contra
He-, como Ihe per minero as Lea, oque
de cerlo fra se contiouarem depois do pre-
sente aviso.
W Hor esqnecimento deixou-se ficar
na calcada da ra do atierro da Boa-^ista
urna chave grande dy broca de urna porta
de ra, cuja chave he nova.e de c ee.-t lerendo; quem a acbar dirija-se'a
roa do Rosaiio e-treiis raNI do D- poa tao
ger.1l, que Ihe da' o ochado- e Ibe ficar
b'igalo.
tW Preciza-se de 001 prcto que saiba
COtinhar : quem o quiser alugar nnottcie.
*TV ama do Fagunde-' D. 3 ^edi'
(iii'in precis.1 de um ortalleiio pra um si
tu.
yffr A pesfoi que annuncioii queier
servir de ama n'uma casa d poura familia
dirija sea ra do Rosa-io larga Bolica de
HaitbolomeoFraniiscode Sonsa D. 7.
Y9~ Quem p Vnlio decaa, dirija se ao b co do Loba-
to D. aa.
fcV D-'Z'ja se f.Har com o Snr. Anto-
nio L'-audro da S*ilva para negocio: na
roa do Cresp > l> ja D. 5 Mo do norte.
IrtP O Paq.ete do N re h.je h que
se pode 4 Ora venda OOI lugar' S hon'eui
inoicados; pode ^or tanto ir quem quiser
compra! o. que o adiar.
mr* Pe'gunta-se ao muito alto, e nfui
topolcrosuSr. Inspeitor da Alfandega, se
selimhiou de pesquirar ( se os E01 pregado^ da m-^ma, que sao
Guardas Nacionaes, f.ilta'io, ounio mar-
cba na Se*ta feira de Passos, alim de que
no primeiro caso (como seos Pupillo-) Ihe*
applique algurnas palmatoad s. Den un -
ca rematada, he o mea.no que isto pode
cbaroar-S". Que tero o Snr. Inspector da
Alfandega com o ser vico das Guardas N'-
cionte-? Etaiio estas t*mb m dcbaixo
de sua inspecQao ? Se a*sim fo^se, oh que
f .11 una! Eotio se veria oque he des i-
puna, orderu, pericia, e gacho Militar ; por
que 8. S. (que chegou al Sargento imlu-
y.in) pira a tctica, e para todo que he
gov. 1 iur>C' tem V9*dedo. Satisfeita esla
pergunta, < uir.-is igualmeatecuri .*as tem
a fazer-Jhe
O Bits.
Ojote 5 ;o$ r?. a juros de dois
por cento >< mez por t"mpo de um eono,
coro hipoteca em p>epriedade de casa ; a
pes.-oa quo jiim'i- faser e te negeci dirija-
aj a roa Han Aguas verdes u. 10 confionte
ao sobrado da mesma D. lo.
*jrf^ Q.iem quiser mandar criar alguma
crianga de le te em casa partico'ar com
todo trs'amento e delicadesa dirija-ss a
roa de Ortas sobrado D. 47.
IKa? Quem precisar u'urn rapaz Rrasi-
|. ro de boa conducta pira criado o'^lgu
ma casa ou roes i; o para page, de que
tem b'Stante ortica; annuorie a sua mo-
rada para ser procurado*
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
O bem Ciinliecidoe velleiro Brigne Na-
cional Bom Jezos segu viagera a a<> do
correle, e inda pode rereber alguma car
ga e passgeiros, pars o que tem "Xrel'en
le comino i"* .' tracta-se com Sant s Bra-
ga roa da M.....U n. 141 om o Capitio
Auto ti o Coelbo fiibeiio.
JPP-S
faEILO.

A. Sthramm f1eiiio de OOcaia coro
ps*as vinda*5 p^ro de Cetle 00 Brigue
S.rdcS. Jore, Quinta feira 16 do ren-
le m-z pilas 10 hora, da manhl, porta
do armasem de Ant uno Joaquim.

COMPRAS.
Duas cabrinhaa, sendo de bui qualidade
elsileiras: quem tier annuioie.
rjr* A pessoa que tiver a obra co his-
toria de S. Clair atete. e se quiser desf-
ser dell. anuncie.
fcj U.n sitio boro, oque seja perto da
Fraca, ou urna casa terrea nos Biinos de
Santo Amonio, ou Boa-vista I naiua do
Cabula D. ajonto aloja de cara, ouan-
nuucie.
WW Um jogo deGL-bos Geogrficos :
quear I i ver aonuocie.
VENDA 8.
Beijamim Cons'ant Curco de Polilica
Constitucional : na l'rac da Independ-ni-
cii ni leja de Im ros n. 37 e 38.
QT Boa cal de Calar, luuio de Smta
('.it'iai ina, meins de sola, cuneos se-ros
para embarque, c perleoce* de embarca-
edes : no arm-seni de ka I que foi do falles-
cido Bento Jjze da Costa.
VW ''e' ''e larang-iras pira enxertsr,
ditos de nirieiros para cercir, ditos de li-
ifieiras d'emb;go. e da Percia, ditos de ro-
zeiras d'illexandria ditos de parreiras
moscatel de xero, di'os de roweViras, e
ditos do .'smins : no sitio de Francisco
M.uoel da Silva Tav.rss.
ICavT L'ma preta crioula, do "ir^ annos,
boreteira, e coinbeira: sem vicio algum
(vende-se por p'ecisio): na camboa do
Carmo cesa n. a58.
IQp- Um vefa coro seo competente tra-
cado ; na ra Nova lo/a dech-peos D. 17.
ajT Duas oanoas grandes, urna prga
em uro rrnlli iro de tiiollo de al venara, e
ootra pega ero oito centus di o*t proprias
para atierros e urna dita de eanaira pro-
pris para conduzir familia e carregar le-
rh i, todas bem construidas : na* ra do
Queimadnloja de ferragem D. 5.
VJT Um sobrado de dois andares e so-
to, com grande quintal n n-av-s-a de S.
Joze: quero o pe-tender diiija-se amado
Colbgia casa D. 3.
*W~ a cavallos, sndo um rugo p>d-e7,
de boas andares, e bem gordo, propi-io
pira senhor>, eo outiocastaoho boa figu-
ra, capas para uro carrinho : na ra do
Rosario la* ge, casa do lado do poeote n.
6.
VW Um rtfe com os seus peitences
para Sargento de Guarda Nacion'l ludo
em boro e-dado : na ra do Cotovello D.
64.
^ Um carrinho de a rodas, pintado
e fjrrado iie novo, sendo alera de muito
mane ico, muito forte, por Ur todas m
molas de asu : quem o quiser comprar
falle ao Segeii o no attei rn da Boa-vista de
nomo Luiz, onda se echa o mesmo ca ro e
arreios.
jrJP* U na negra de a4 a a5 annos. tiom
um filho muii muito esperto, com 6 a 7
annos, costaba bem o diario de urna rasa,
lava, engoma, e milito 6el, enlose vende
por moi 1 ve.s rienbuns : na ra da cadeia
velhan. 37.
*fV Sapa tos pira s>-n horas, de sel i os,
doraqtie, n.arroquim, e Couro de lustro,
tanto de Lisboa, romo franceses, e bolins e
saptlos para meninos : na Praga da Inde-
pendencia loj o. 4 e 5-
J9" Una n-g a de nacfo Mucambique
anda moga, eicellente lavadeia e cosi-
nheira, sem vicio algum, ou se troca por
um negro que sej* borne possnte: a quera
convier o negocio procure na ra da Al-
fandega velba o. i, segundo andar.
V9* Para torada Provincia um mole
que forte e sadio, de 20 anno-, cora offiaio
de chap- leirp, e com principios de coi-
nlu iro : na ra da Cadeia velha D $5.
1Ca*~ Urna porcio de pranxoens de ama*
relio e fouro, sendo a ducia de castado de
amarelloa 50> reis, edeassoalbo de lou-
ro a i0# arrot bmico era seereft de al-
queire da medida *elha a ii^J) rea, dito
em barricas a 1 atraa: na venda da es-
quina da ra do Cordoniz que volta para a
ra da Moeda.
/jr Contnoa-aea vender ptimos |.
cores de diversas qnalidades prompto para
t nibii. ricar para fora 'a Provincia, em' po-.
ci grande e pequea at cincoenla a 180
a garrafa : na ra da Roda lado do sol D.
15.
jrjT ooe tantas barricas vacias que lo-
rio de farinha de trigo; na rus do Fegua-
deaD. 3.
-, tx9> Tratado de Fsica em a voluntes
com estampas, Manual de Fizica e roe teo-
loga 1 vol. com estampas, Diccionario de
geograba I vol., c mi 5 rartas, um mole-
que canoeiroo peicador de rede muco, sa-
dio, e nunca fugi" : vende se para paga-
mento de letras que esli a vencer: na ru
DireitsD..;.
jrjr Um estojo de Cirurgia novo n a-
pirelbadode prata, e alguna livros de Ci-
rur^ia: na mesma caaa cima.
/y* Urna nema ladina do gento de
Angola, idado 24 annos, cosinba o diario
de urna caso, e 5ao reis por da ven-
dendonarua; a fallar coro Antonio Joa-
quim Gorreia Galhardo, 111 ra de 11 n tai
d.44- ,
jcar Urna venda com pouros fundos no
alieno dos A togados pastando o viveiro :
?o mesmo lugar em c*sa de Antonio Mo-
co, vende-so a diaheno, ou a praso.
B8CRAVO8 FGIDOS.
Fogionodia i3 de Marco urna preta
crioula qoe representa ter 30 a 35 anaoa,
de idade com cabellos br.iocos,|porrn mui-
to poneos; levou vellido de rhila, a pa-
o de beata ja uzado, eharoa-se Micaella,
e andava vendendo laranjas : os tiveheo-
dedores l*vem-na a rrca da Boa vi.-ta D,
gg, que seri generosamente rerom.pens.i-
Uus, assim como a quem der noticias.
?/4kv Fugio na manbi de liontem (13)
om moleque, de naci Angola, idade 16 a
18 annos, magro, ve.-tid eoiu urna camisa
azul riscads, e 1 alca da pao da costa :
quemo peglr dirija se a ra do Quinta-
do D. 4 que ser bem recompensado.
av* No da i9 de Fevereiodeste anno
fog> do Eogenbo Cazocira, junio a Villa
de Goiannaum escravode noroo Felippe,
naci Mussambique, de idade de 30 annoa,
de boa estatura, com dois denles sbei tos
na frente, bastante barbado, seco do cor-
po, pernas finas, /tem na tests, e face u-
ma marca do gento de Mussambique, le-
vando camisa, e siroula de algodio, chapeo
de palha, o qual escravo foi comprado oes-
ta Piafa a Estevao da Cunha Mendes Aze-
vedo, em 30 de Agosto do anno passado :
os aprehen redores levein ao dito fingenho
Gaxoeira, ou nesta Praca a casa de Joze
Antonio Alves da-Silva, morador as Bar-
renas, Bairro da Boa-vista, pois em quil-
quer das psrtea serio recompensados.
Taboai das mares theuts no Puno tir.
jTernambue.
8Segunda g nh.4a.m i 0-30' (Manhl.
9-T: 1
-aiO Q. * 1 18 1
" Q: - a- 6 . (Tarde.
* iaS: 4 54 1 i
5 13 -S: 2-3 4a * 1
i4-D: a 4-30 >

ira
noticiab martimas.
Navio sahido no da >4-
Trieste; B. Ing. Caroliot, Cap. Jobo
Vaitane: atsucar.
**, ata Tir. o M, F. Faria I817.

MELHOR EXE
a.


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