Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02604


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Full Text

ANNO DE 1837. SEGUNDA PEIRA
13 bjf. MAKC N. 58.
p--K^~i"""f k, Miaf.!t.i.iii;.'i'?^.T
fn >AMiM o. a* Tvr.na M. t. de Faia- la>7-
DTAS DA SEMANA-
1S !S>eun ce in. e do t. ses. da Tliezouraria Palluca t
Chae, de t.
14 Terca S. Malthidcs II. Re- de m- e and. do J. d
. de l. Qnano c. al h. c 48 ni. d.-i ni.
15 Uara Henrique H. bes. da Th. P.
16 Quinta S. Cvri.no M- Re. de ui. aud. do J. do
C. de ib. c Ch. de t
17 Sexta As porus de N- Sra. sessaa*ia Th. Pub. aud'
do J. de O. iie t.
, 1H Sbado S. Gabriel Arcanjo Re. de ni. e aud. do V.
(i. de t em "nula.
10 Domine-" de Runos. S. JOZE Esp. de N'. Fnra.
i'roc- das Chairas de t.
Ti. do aguradependt ij> nos meamot da noni prn -
dencu. moilcraco. e euergiaicoiitinaeino cnm.
principiamos, e itrrmni spnniadot con admira-
"ao ntre a* N'acoes maii caltas.
friicfumac i1 d* iii'mMia 0rl 4* t'aill
Suliicreve-aea lOOOrs.mensaes pagoaadiaiitadn
nest Trpografia. rm das Cruzcs D. 3, e na Pra-
t;a da Independencia N. 37 e Si onde e. rpcelivn
correnpiiiideiicm* le|r.'liirt*9, e aniiiiuciosi insrrin.
do I* tea rralia rndi) dosproprios iciunirt,
T'nd *ani-nad i i.-.j.u.L. ... ag
CAMBIOS.
Mure* 11.
JLiOndrc SI h .10 l). Si* poi l cd. ou prati a
'Xipor cento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, N'om.
Franca 9M Rs. por fmneo
IIio de Jan. 6 p. c de prem.
loeda de 6..400 I..80 ll,,OK>
4..00 <..700a 6800
Praoi K.44
Premio da prata 50 p. o.
daf Icttros. por mez I 4 1 por oo
Cobre 'i'j por cenia de dcsciintu
PUITJDA DOS CORK ROS.
('linda T >s o itias o meio oa.
(loiafca, Alhaiidre. Pareiba. Vjlla do r.i naic-ufepe, filar. Real tic S+Joio. Bm. .1 inm.
Il.unba, Poiubal, Nora de Soura. Cidaue tl'> Natal,
V*ll'a de Hoianninha.'e Nova da l'rineexa, Ciduds
I Fortaleza, Villas do Aqnir, .Monte mor liorn.
Aracatv, Cascare!, Caniud, Granja, Iwpcrutiii
S- Bernardo, S. Joan do Principe. Sobrar. Nova
KlHc, Ico, S. Mathena, Reicliodo Kanpt'ie, S
Antonio ,to Jardn), Qoexeraiiioliim. Parnnhl *
Secundase Sextas leiras ao meio di* por va da
Paraiba. Santo AnioTodas as qiiinu* l'eiras M
meiodia. (araiih'uns. e Hnnito nos .lian 10 e 54
>iu < ada mes ao mr;<> u'ia. Flores nu di 13 dn
cada otas ao meio .lia. Cabo, Sanoliaem, llln Fot
rana, e Porto Calvo- noadiaa, I, II e 21 de. ciifl.
n#-
PARTE OFFICIAL.
a
PERNAMBUCO.
OVERKO DA PROVINCI*.'
Expedienta do dia io.
OFFICIOS.
Illustrissimo Ssnbor Sendo jui-
la e de milita cunrenenria, e eco*
nonria arequi ica, quefeZo Director do
Arsenal de Guerra o"" ,,,n official de sua
confianca que saja por lie. encarrt-gado
do cenhecimento, dnecca, fi^calisaQad,
aadaruento das obrai, visto que tal ser-
vico u. po'Je ser eficKZiuenta desempe-
nhtdo pelo Vice Director, qu tanlemente de vtgisr obre outros diQ-
rentea objectos. e licinas d'quelle Esta-
heleciaietito ; sondo oulio- sim constan-
te O bons lestiltadoo, que letita ptatied
se Itm lirado em outrti Provincias, co-
mo tudo V. S. informa : determino que
teja incum'iido da indcala CoromisSo
piimeiro Tenenie Joaquim Jos de Fa-
lialNucs, pulo mesen > Direcio'* *po"-
lad vista a tantagem, que dr-rece r'i
e hfivico deste oflicial, por Uso que, alem
le 1er os precisos contin iroento*, reuim
a qualidade de perlencer a roit Aitittres, naquelie A^senul empreg-ida :
o que communico a V, S. para sua inte
ligcncia a ix.pv.-dic.5 dts oidens que Ihe
cuiiipttirem.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
rirno de Pernambuco io de Margo de
,837 Vicente Thomsz Pires da Fi-
gunedo Camaigo. lUm. Scntior Te-
nente Coronel lanicio Coneia de Vaacou-
celius, Commandanle das Armas.
. Ao Inspector da 'Chriotirari*, par-
tecipando Iba que por despacho da Pre-
sidencia de 8 do corrente tuer f .i conce-
dido a Berlatnitio de A/ruda Cunar.-, de-
missa do Lugar de Amanuense da Pre-
eilura da Comarcade de >..iito Anla.
Ao Commaudante Supeiior das
(iu.idos N.iiorues de Goi.noa, pmi
mandar (lispeusar do S> rvico das mes-
illas, os-Guai-'tas Manuel B>serra de Me-
nests, e Jo^e Rudiigues Couras, que se
acha nomeados pelo respe-. tio Prtfei-
to, ComiBis-ai io de poluta ds Vil'a.
A- Piel ito (I. C uinman-.i de San-
to Anl-5 COfoniuncando-lbe a demi.sS
concedida a Belarimuo de Arroda (Jama-
ra do lugar da Amanuense d'queHa Pre-
t'eitu'a, a iioroeaco de Jos Marcelino
da Sla Brnga, para o referido l"gr.
AoPiefeiio da Comarca de Flores,
enviando Ihe urquflico da Cmara Mu-
nicipal da Villa de Sanlj Mari, fim de
que a vista delle d as previdencias que
l.uc-m necessarias, e que cjuberem as
suas atti>buic6es para que se mantenha n
aquella Villa, a ordera e tranqujli lade pu-
blica f sendo prender os desordeiros pi-
ra rerem p oci-ssados, e punidoi na for-
ma da Le,
A ('amara Municipal da Villa de
Santa Mana. comiTiunicandj Ihe o con-
teudw no oficio ntet-edente-
A Cmara Munii pl de Olinda, per-
ti pando Ihe que tendo de o misar-be
um lerceiroBjialhtO deGundas Ncionaes
rosen Municipio, cump dpstribuic das Companliias de que se
elle deve rompor, emarque as paradas
como incumbe o ai tigo 3a da Le de 18
de Agosto de 183 i.
Ao Teneute Cor"n-l Chefe interi-
no da LtgO dasG. N. d O inda, res-
pond ti lo-llv, que furto expedidas as pre-
cisas ordena ao l'r< t'-ito da i'umo '-a paia
fa/er reoonhecer o Teoeole Coronel Com-
mBndanlH do 3 Batalliln, e Garuara Mu-
nicipal para repartir as Companhias de
onc s drve r, mpor o mes o Bdtalhi, e
Gsar s respectivas parada-.
Ao Director do Arsenal de Guerra,
repondendo-Hi?, que paieccndo 'eieco-
nhecida vautagem a ieqm.MC.a6 que fet de
um Ofli 'al a quem fni'*iiet;ue do io-
nhecifiitoto, diiecc, BscalisaqnS, e itn-
dameut'i dts ob>as do irustno Arsenal,
nao i pelas ia-s que ponlerou, como
pelo que a respe to infoimr-u o Comniau-
daote das Ai oa< j acaba de ser Horneado
p.ira essa Commi-si-t o |, Tenniie Joa-
quim Jo7e -'e Faria Nv^s pelo mbnio
DireCIOi 'ndigiladp.
Aoli-suector Geral das Oua* Pu-
bliraa, cominuoicaudo-lba que Icirln sido
nomeadu o i. IVnente joaquim J ze de
Faii* Nevea, para ^tr empn gado no Ar
seal deGueua como requisit.u orespte-
liyo Diredor ; cun.pre i] v o di-p. n-i-da
Commisso etn que se a< ln debaixo das
.ujs ordena; visto que como reeOfilie< e o
m-sino Iuspecior Geral, o ser vico diste
UII'h'jI no refeiido Arsenal ha do maja u-
tilidadeao Servico Publico.
A > Director da Substiiuic.o dt N-
tas do Novo Padrad, prti-ipaodo-Ihe a
nomea dos Santos para asigniitai io das refr-ridsf
Notas, em lugar de Joze ClauJino Leite,
qUP ae escu-o i.
Foi presente a este Govern.o, osfur.lli
ci de 7 do oriente, em o q'ial part-ri.
pa-ihe (er sido feita mi rcmuiuni ac-6
constante dos document inclusos, pelo
Cilado Feliciano Joaquim dos Sib'.ps a-
cerca da r. spons.ihiiiil^do, em que consi-
dera estar o Comuiandants d > Corpo Po-
liciil Francisco Antonio de S Buratt,
d rruinlia de SOO^J) para com a Faienja
Publica; e que dse) ando Vm. nao pres-
tar-se senSo pelo strict" deer do sen Em-
prego, sem sombras de adlieiir, ou pojar
motivos que pareci pai ti. ularcs, roya-
me, qoe bat* por bem iletaronar^he se
deve pe's-meios Ic^oes d-rtin'1ar do dito
Commandanle a indemni-acada Fateoda,
-- Ao Administrador da Me. da Df-
versas rendas cn.inni.nioando Mt a- or-
dens expedidas pdaa duas precedealsM
P^rtaiirts.
Ao CidadaS SilvestreGoacB?"fts
Sintos bomeandu o AsiueUrto i? Po-
t-a .'o nevo radji
&zrzctmcr.-rTzi7ZBCE.i9ir.
v- ...*,;-:,^v'
a
URBK DA5 DIVEriSj.5 RlND.vw.
A ^auta he a meteva do N. Sf
*-aat-n*M
quan:o o Govi-n... verifique aind.. mai, I "" ......iHlllaMTMtf.M.wwgl
or outros n-eio,, ou iofo. macea que j DlVERSAS aSPARTICO
juljar a pr- p'.jiio, e oe nece^s"ladp, a
responsahilidade rt'eMe, e n;6 s tlTenc o
ii-tatuo p.n bet o facer a iiidetnii!sai;t- ;
eamriHpraia compre me dicer-lbe, que
Vm. como Piovurad r, e F:.cjI da Fatenda Publica, e como entendido
n.-s Lejs di vera tbrar cm virtude d-H.s,
e in.lep- n denternt-riie do |iiE' d'S'e Go-
vt-rnd, aq-nui lo'avia parece, que antes
de se fartficar a existencia dess.i dii-la, ou
diriheiro retido, ? antea da to saber u o
referido Ccmmsnd'anie o ifcnsa pagir,
tu entregar, na A deve ter logar 0 amora-
go dos ne'OS jodteiaes,
DrosGuai'de a Vm. Palacio do Cnver-
no ae Pev-nambuco to de utrqode 1837 -
Viceike Thumst Pietde Puei 1 1 C*-
mrijo, -- Sr. Pro.-urador Fi c-il da \>i-
rend.Publica AntsUilO Joaqun fli; Mel-
!>.
COKtiKi.
PORTARAS.
Ao C-.mmm.'ndante da Fi'cnn.t Victoria
coimunicaiido-lhe, que constando
Presidencia q-ie eanoai e Jauyad^s tem
soluto -..rugidas sem dripaclu> d< M.-sa
d-5 Divvi j a ionds sem seren enibai-a
C*d>s p< lo Reg t'f> do pollo ; Ihe Oi'dena
(oe advirta eo oHicml delle eucarrgido
por gilante no desemuaoba dai ohrigtyo-s a
3111 rarg 1.
-- Ao Io-pertor ra A!famh?ca romrnQ*
ni quecanoxs e jangadas carrejados, faltan-
'o se eo dever de c despacha.! m pela
Meaa das Divettai Punas e de pgin>s
respectivas Diieitos saiern psla barreta
psia os Porto* deseo d.atipo \ Ib orde-
na que ni 'jij.n'o Se na5 c< l'oca ali a Bar-
ca de Recistro qn.* seap.nmpla faca re
gistrsr pflo fiscaller qoe est sei viudo de
Rarca de viga as canoas e jangadas, que
ti' ei iro de sair p- la mencionada barreta ,
e as de ter quahdo n. 6 se u ostr reci des-
pachadas ; oev.-ndo para is-o mandar
.co'locar a ref.iida Bai.ca de Vigia que
guarda o ancoradouro d descarga na jun-
Cs d<**te irrfio anooradoaro, c do qu
ser>c para f.brici. Mandando outrn sim
qu>? um Esallerda Alfandega rondo dia ,
e noite de E. a O. pela fralda da Coi Ai
dos Passariuhos para impedir a ida de
tais Embarcafts qu?ndi non ttlirretn
de'sacliad***.
O Brigue Velo, de qon he CapitaS Sa-
aquiro Vivir* de M-iga'hes sai para o
Uiu de Jaueiio i.Q Gts 4 o crente.
rr.areiTRa o. cona&CA no nacrn.
Parte do dia si..
lilm. o Es io. Sor.
C.n a niinhiorOem foram preot a r anCa'abouco le P dicta J--*5 ?vret-
eiof pardo radseltdo pelw SubPrefif
do Recifa por drsordero, e.pe.ieoe
f^rir a ur.ia muUiee com tirca uaviiha ;
l..a iVlanotl, e Mara da Cunceic-0 pre*
toa, ieoieit'-iJt ptlo Conmeudanle da
Gua-da d-fibatra da S.nto Ar.t no. por
(staretn em deor em, da .|->ti -a
r esta orn acbela quebradaj MiftMl
Anlnoio, preto, por sitar picouciada *
piiss p'lo Ju'i de Di"it> do cre da
primeira Vara; lo-a da Silva, e A!*Kan-
dre Jn-e proo, reot-llido pelo &vb-
pitfelto le 6. le:ro Mattir da Oin''a ;
este puf ''' adioj e istar m ci-unuslan -
cis de sei lerrntalo, e cquclle f>ct 'strt-u-
oniilraio as du.s hofta da maiihs, taai
li..e.ica, aenda soldado do .Corpa de pu-
lira.
Nada mais donata*
Di-o (ua'de, a V. Ex. S'->reiaiia da
PrelVitura da Cntiinarca d Recife ll c
p'evrrein de ir37. Illm. e Eitm.
Senbvr Vicente Thornae Pires de Fiftae-
redo Camat{>o, Piesideu'.o da Pruvio i
Jos Latios Teizeira, Pisf-.io d.it:s
Comarca.


2
DIARIO DI PRlNAMBUCO.
m
01UA9 PUBLICAS.
Pela a-Jurnstica Fi-al das obris pu-
blicas tem de aiuslar de imprentada a po*
tai a da c.isa da Diverus i en las ge os Mistrts pintores que quisere.n faser
ta pintura podem mncorer nasalla
da dita Administraba para tratar do a-
jusie efeter e ;bra, aquello que por
Den ? fuer; no dia i3 do emente me*
de llerao,
AmiriYrca5 Fkc.-1 n de Marco de
i837.
Moma,
/"idmiuilra.ior Fiscal.
Terso de Cintrado e ajuste que o Ga-
^(i no e Sua Maijestade Impcial o Se
nbos Dono Pedro Segando faz comTar-
raed Tnotnat, estabeiecido tiesta Cor-
te para coi; huir della at a Cidade
do Para' por meio dePaqu-tes de-Va-
por as malas e oficios d- tne-m> Go-
verno ; tend] IhepermetlHo lom ru
ta etojes por si, ou p.'i* meio de
ama I u > p Artigo i.3 O Enpresirio Joa Tar-
rand Thoflaaa apiesentare' o numero de
Paqut-iei da Vip'-r, que sejulgaiern ne-
crssar par cofiduzr com tegularida-
de eniiii-, ho-a* de tei minadas, a> ma-
las eUlii>s io Governo, desde a Cida-
dedo Rio de Janeiro at o de Para' a ?-
ce-versa.
Artigo a. Logo que es'es Paquetes
se ach rtm prontos para uat egar, sabirso
imp ttri.tliiJf yie doPoito do Rio de Ja-
utuo uos das piiraeiro, e dcimo -quin-
to de cada mez, com destino a Cidade do
Para', fa.-eudo tacalla tanto na id* como
na Tulta pe'os Partos da Baha, Pernani-
boo, G ', e Maraoh.id, em ca la nm
ahite Porloi demmorar se-ha6 os Paque-
tes quanto muito, qusrenla e oito ho-
boias.
Artigo 3. Se por interesse ou negli-
gencia do Empresario dos Paquetes dei-
xaitm estesde sabir dos Purlos nos das
lio s estqj ilad-s o dito Empresario pa-
cata ou Governo como multa a qnantia de
tmenlo* e ttenla mil res p-r cada prazo
de vinie -q-ialio horas, queexceder a
hora da partida ordiuaria it a da puli-
da effeitiTa.
Artigo 4. Por nutra parte, se os
Paqueua forera retidos e dcixaum de sa-
bir- so dia e hora e-tabelerida poreffet*
de ordem do Governo-no Rio de Janeiro,
otados Piesidtntes as Provincias o Go-
verno ptgara' a"> Empresario Paquetei huma igual quanlia de duzen-
tos e setenta mil res, turbera porcada
praso de vinte oquatro hoias que exce-
der a botad partida ordinaria, ate a da
partida tfediva: para que os Paquetes
dcvadem'rar-e por eOaito de ordena do
Governo 0" Rio de Janiro, cd s Presi-
dan te u s Provincias, he iudispen.-ave!
1. : que e>tas ordena se; a 5 dug da.- p:>r
Kr t<>, ou ac dg-nte da erapiesario no
Purto, od na auen< i' c empadran uto des-
te ao Coauneodaiata do Paquete abodo :
a. que nanee demora c. zida por
tnotiv. s de-ses ,-.:d n. po ia leader se
a iris ci que renta e oilo tioms.
A rugo h. Deas l'-cr.is snles d- sa-
billa do P dente, qn-uuo a tainJa ho'-v r de aer
de na'x^ff os GoiDUtandaotei ir.m a
tur.*, boacar cBia, ce coja ciiiie;',a
paaaaraQ recibe: qnando uorem es {/
qoetts cbigarCOi a qu.iqer pWte, as
Balas que piid elle hvjrun." te.aen'ie-
gotia a palada de BOD&aucs que ai ir.
reetber a Lorio I VanJo recibo da #u-
thoiidiJe-ooip-ieate, para d-^encirgo da
responsubelntade do G jinmniidanie.
Artigo 6. c O Gueerno se obriga pa-
gar pela conducca d.ia maj*s e allicios
que o paqueti-s recebaran! uos pai to> don-
de sel.irem e ri.-qui.le- < m que tocaren
po
i e-ca
la, .q
(j.iriiM de oitiii:eijius contos
dermis r.i u mez |i-g*i rusta Corte a
O'ii-r o da em que o piimeiro desos
ftqu o -..hir barr fora e os roais ae
acii-rnn |>n)Dios pra cotiiiuarmn | T*-
auiUndade das fisgeos conforme o artigo
fegu o
Artgo 7. O Piq ifcloi poiera5 coar
duzir por conta do Empresario, pi
fag-iros e carga que arhtreoa eo Go-
verno os referir' para a conduccnS de -
us pa-stgbiros, e carregameato de mu-
uiyOps p i',- n i.. por todo um fi>.te ra.o Reosenviidos pira julgamento docrsda-
d a e vagbund>9 nunca ser 5 adaiti-
dos abordos do piquete*.
Artigo 8. O- Paquete* 6c^r.S sugei-
geitoi as fisca!L-c,fl5 das Alfan leas eeus
Regnlamentos do Poito, em q-ialquerda
q u,.Ue qoe tocarem ; a sui descarga pj-
rem sera' feita logo que chegaiem coa
preferencia adequilquer outia embar-
racad anda aie-rn que esta se che j..'
descarregando ; quando neste cuso nao se-
ja p)ssiel fas> r a de ambos simultanea*
mente.
Artigo 9. Os Paquetes *er8 naci-
na'Rdos Brasileiros egosara5 dos pri >i-
legiog das Embarraces de Guerra, com
etOepcao' somente do diapa-lo n<< p>imeira
parte do ai ligu ant*"%eden!'>.
Artigo 1 O Goveono permitir' o
ui ioes da Mariana de Gneira B asi -
leira commaniUrem os Paquetes, se-io-
rein por aa solicitados ao mesmo Gober-
n pelo Empresario, ficando ao cargo des-
te patjimento d.s gratiricdc6es com que
se conTencionar com o ollici*!, o qual
percebera' da Fasenda Publica soAenta
meio sold da sua patente, como licenci-
ado, acoja cla.-sc passa a pe tencer duran-
te aqaelle serviqo.
Artife 11. O l'.mpresni 1 se obriga a
dar principio a navegacaS dos paquetes
conforme o ajuste dentro do pivzo de
desoito meses contadas da datado presea-
te e em garantia d sta condica6 e das mais
aqui e*,irad.is-, dtqositara' em noee me-
ses datado do presenta no Tbesouro Pu-
blico a qnantia de de* contos de res
em apolicas da divida publica as quaes se-
rn ali conserva las por todo o lempo q
durar este contracto perceb?ndo com
tudo o dito empresario 08 juros qae for
Ven endo u deposito, o qual dep>!>ito elle
perder1 seni dependencia de Prore.-so
judicial no es-: de faltar a e?ta condicio ;
e no oso de ni5 se f-t-er este deposito
dentto dos nove meses conta Jos da
data do pre-ente perder' o di-
reilo a lodos os privilegios concedidas aea-
le contracto o qual sejulgara' aullo, e
desde logo ezliocto para ua6 progredir
por diante.
Artigo 11. Se dons ou mais P. queles
se inliabehtarem ao mssmo lempo para
navegar em coosequeocia de naufagio,
ou de o.itio acontei imenlo impravi-to,
be permettiilo ao Empresario o saptiaf^-
fer ao -eu contracto com Emb-rca(;6.s
de vela por e>pco de de* ni'SJ, para
dentro deste p ago rep.rar os ditos pa-
quetes ou mandar vir o-.tros que os
subalttOaS, sob pen < de perder o depo-
sito, e extinguirse o contracto.
Ai ligo 15. Fora dos casos dos doas
i' I gns anteoedntcs o pea rite contraeto
durara' pelo lonpo de qamze naos,
Contados d.i d ta em qoe praticaruente
lVer principio a navegac^ d >> paque-
tes, e eo G ivf">no para o lu:turo ae re-
golver a id. piar o mesmo meio ds or-
respoodeacia paraos poriosdo >u!,s ra'o
Empeaiio preirMo a qualquer alio
c itiorrente a rssa E -pre a, h que *s tina rondicSea aejao roais favo-
raveis a Faseoda Publica, ou ao menos
igu.iH as q-ie Artigo 14- S^o Empresario agenciar a
Companhia <-omo Ihe he permeililo, illv
o parteci.aia' ii5inedi^tmente ao .-
rerno, rom o- runo dm adminKlradores
que >e tornarem sulidaiios pela tespon-
sabelid.des do contracto.
Eui ( de q'se pafsou o presente asig-
nad" pelo Senador Jos Ignacio B .r>.n,
'dinistro eSccielaiio de Estado dos Ne-
gocios do Imperio, a pe'o dito Empies*-
rio J>8 Jan and T/iomca na respeciiv*
Repartic-' aos vinle e di-ui das do mez
de Abril do anuo de mil oilucentos e Uio-
ta e seis.
Est conforme.
Luis Jsquim dos Suatos Marroco
N. o -J,
O Regente era No me do Imperaor o
SenhorUom Pedio Segando, Tem Sanc-
ionado e Manda que se exeeule a Reso- posta; eolretanto como esle estado de
aca5 seguiete da Assemblea Geral Le- couzas na5 p.dia durar, resultou que
a exportacio inglesa diminuio ate o ponte,
em qae podara a< h-r na importacfo o
seo competente retorno, e que todo tomau
o seo devido equilibrio e marcha regu-
lar.
c
lucs5 seguate
gislaliva.
A'ligoi.6 Fica approvado oContrac-
to Ctleb-ado pelo Governo aos vinte dous
de Abril de mil otocento e tiinta e seis,
cora a rasa deTarran i Tomas, se os con-
tiatidores concoid.-rem : 1. que
tejs contemplado entie os portee d es-j
c^la o de Jragu.< lia Provincia das Ala-
go*s : a. em (|ire o tempo do contrato
na8 exceda a de/ annos.
Ariig- i. Quando nao conrordem,
fica o Governo auihoriadu para contra-
cta r com qaalquer individuo, ou Com-
panhia Nacional, ou E^trangeia a em-
presa de paq ietes por vopor debaiKo das
condiges que julgar m.s vantajoaaa.
Artigo 9, Fia-a revogad.is as dispo-
sic8es cmconlraiio.
us'avo Adolfo de Agoilar Pantoja
Miniitro e Secretar o deE^taJo dos Na-
gocios da Juslica e encarregado interina-
mente dos do Imperio, sim o lenhi
entendido, e faca exi.-cul.ir com os di.-pi
dios naces^arios.
Palacio do Rio de Janeiro era qu'tuze
da Ouiubro es. dcimo quinto da lunlependencia e
do Imperio. Uiogo Antonio Feij.
Gustavo Adolfo de Aguilar- r..ntoja. ,J
YA
ifjm
Coatioaavo do n. c 56.
ReflexSes acerca da falla que o Exro.
presidente da Piovinciado Cear deiigio
respectiva Assemblea Legislativa,
oa occasifo de sus segunda a-
bertara.
O que temos dilo bsstar para conven-
cer aoleitor, qua errnea lie tambera a
Segunda proposicfo do nobre Senador e
Presidente, Se a impoitacio excede a
expor(aci) porem isso reale naturalmente
de ser o Ccnercio prospero, porque do
contiaiio a Naci perdera e nao da falta
de prodcelo, poia os peodurtis impor-
tados nio pjlem ner comprados sen,-6 com
es pro Juctos es portados e se o sao com
dinbeiro, este toi antes recibido pelas
meicadoras vendidas, de maneira qae
em p fica ssmpre a nossa as-ei ca-i. Dr* ,
caleore Escriptor e membro da Acade-
mia Francesa nos seos Priocipi .s das
Scieocian das Riquezas L. a. Cap. 8.#,
di* oseguinte : He erro fundameolal li
gar palavra exportacio ,, a idea de
riqueza e ganho e a palavra ioportacio
a de pobreza e peda. Ou se exporte ,
00 se importe, empre trocas se fa-m.
Excepto quaodo se nao quer pagar, nio o
pod ra reraetter productos sera os r-cel r,
nem recabar se 11 os remetter ; huma ex-
pjrtacao he necessariamente seguida de
unportacio, e -iuilhantemente esta d^-
qiilh. Para detmintr estes l>cto,,-oi
rni-ter de&truir esta verdade : produi to
scom pioductos se mercio. E rom tffei-
to os Eitrangeiros ou Na. ionaes que tra-
zem estes productos e gneros, na achas-
sem lucro em rendell $ quera os obri
ga'ria a dar sitnniiuiie pa-^o ? Conlinua-
nao um Commerrio qua lnes f ,sie ruino-
sa, deixando de emp egr os 6ius CapitatS
em unir iuiustiii ? lio punco do qoe mais cunvem a,os seos
iota estes? P>Jj urna iuJust ia c.juti-
nuar ciro poneos lu ros b; o ctaio da
He finalmente errnea a 3.' proposicfo,
q' dedusimosdo embrog' >de p.lavras q'
fez o nobre Presidente-e Senador, uto lie,
Ce que a entrad. do diobeiro he u il a um
paiz, porque d>stiohc a falta de equilibrio
da exp-rtagiG. Ja nos vimos, <|<-fio er-
rnea era a .proposicfo do nobre p.e-iden-
tee Senador quan o diste que eexcesso
da importacao tobre a expui lacio prodtl-
suia a himarrota ; sejue-se poi que a
ra-5 d| utiliialo, que elle de-iob io
ementiar o dinbeiio p'um paizqualquer,
fuudando-se na f.tls ddde daquella piopo-
sicfo vem a ser igualmente falsa. Eu-
tretanto como o nobie Pre.-idente e Sena-
dor parecee.itar persuadido de que tssi
imporlagio, sendo feita en dinbeiro ,
torna-se p->r is-o tnrsmo mais vantajoza ,
mister he que Ihe digamo, quedissone-
nhumts vantagens resultad, poi* se um
N-giiante em troca dos productos que
expo'tou, trazem vez de ouro e prata
amoedada productos de diversas qualida-
des, he rio prora evidt-nte de que ella
encontra ah^maior lucro, e por conse-
guirle que ra*iur lucro tem tambera o
paiz, a que dito negocirntepetence, pois
o lucro dos particulares forma o lucro da
Naci. Essa opini 5 do nobre Pres den-
te e Senador s-ria exacta e verdadeira,
sea obiervacio dos factos ufo aos bou ves-
se demonstrado que o dinbeiro nao he a
nica riquest com > ouirora se pen iva ,
eque u.ua Nac.- qualquer perde Com a
importacao qmndj excade as necessi-
di les da circulaca por sua grande a-
buadaacia. E com effaito, quando em
u i) paiz existe numeraria suficiente para
fazer a circular;* a importacao de nova
poiga deriomeiari) feria effeitos noci-
vos, e bera obrara o Governo, que fa>
voraetsse asna expoitaga para os paites
em que elle tvesse mais valor, porque do
contrario asua abundancia fara diniouir
esse valor e comprar por co i-egu-ut* a
mssma quantidade da cousas por um prece
dobiado. Supp mharaos que no impe-
rio exist 6 6 ).-o mil contos de res, que
sathfaa5.-as necessidades da circulac- e
que por eff tos do Gommercio oa deor-
deos do Governo eutravaS para dentro
delleoalros 6000 contos de is.; seria re-
sultado infalhvel a dminucaS pela ameta-
de do valor desse dinbeiro e como os Ne
gocianles sofre io com isso urna peda,
seriado seu inteies-e, exportar essa quf-
ta superveniente pa outros paizes em
q ,e odmlieiro tives-e mais valor e tra-
aer dalles tinlii:.! gneros o mercadori*
as, queassim viessem augmentar o* Ca-
pit es da sua re-peetiva JN"*5 o. Dios na
sua ja citada obra, fallan 'o-obre a moe-
da se exjjii i.e do aeguinte modo :
Triste sera a situadlo do pa z, para o qual
sempre entrasse dinbeiro, e nunca a*his-
se. O valor do numerario abalera ; e se-
ria mister cirrcgar conideiavel quanli-
dadedemneia ( que estoi varia ) sem com
-Ha se pod- rem t -r mais objectos em to-
ca el:. A opinia que faz tomar o nu-
merario comu 11
qu- -z-1
deve s r
'Sx'iedade ou cirennstan i-s pa/ticula-
1 ea.ssim obrigioao G'dado, que el-
la se entrega ; mas nunca danio uros per-
da con lanle, porque cutio teiia niiitcr
leval-o para a osi po> Orates. Gonce .'ta-
inos iiiiju que se da em um pii* t-.)
grriida impoi lacio iic mei'cadoriiS eslan-
^eira^, qu estts ni po iem achar um re-
torno culliciente, queni perder em si-
inilliame bypotbese ser o E l'.epgiro ,
que se vera na nece sidade de vender mus
barato s suas mercadorias com que rnui
to 1>K'< ai .1 a N.icio importad >ra pois lu-
ero ie-u-ts-m duvida alguma da !>ar..te/.a
do piegcs. Tal foi o que vim isem l826,
quando o Gommeici I iglez ini on-iclet j-
(I.menle exportou para as ex-','u!onias
HespinhuUs grande porca de productos,
que artt je nao podeifio exlrahir. O Com-
merejo Britnico perdeu m.iis as sobre-
ditas ex-Coloniss gmli.nio pela r.uao es- I
dos hD;ierj tauejuigad por aparenciis.
Q-raudo Se- peiiaava que os mtlaea p e-
cioois fasi.i a rique-a dos Estados, de-
va dir-ae muita i-pp >rtancia |0 Calculo
da so orna das uouipras e vendas feitas
ao Eslrungisiio..... Foi isio o que se
chamou la'nici do Commercio rom a
qual se pr pasaeenrequeciaeuempobcaa, A fu-
lilidade desl opin tim sido oplima-
ruente deaion trada. ,, PortarJo gera-
mente fall'ufo nao biintrier.se, anlm
paria paca una Noa5 cum a importacao
do Ovitnaraci e quando e.la tem lugar,
nunca a sua utidude resulta pela ras.<5
00 nobre Senador e Presidente, mas das
necessidades da circu'gao.* ^e o nobre
Presidente e S'nadcr ae liouvesM'.dado ao
Irbalbo de Jer ura desses mu tos livi-os1 de
Economia poltica que anda nas mos
deqaalqwerlhegaln ; se julgas-e que p.-
1a goveinar os povos, he mister ru ig-
nurar os principios, pilo monos geraes ,'
de ulilisaima Soiencia ; se elle prt&atas
,
'


DIARIO DE PE* NA MBUCO.
s
i
mais 01 homem de letras 0 ni5 os das
tretas e os consuliasse-, talvez n5 di-
cesse os desparates, que se lm n sua ce-
lebre peca oili'.'i.l e que Sa6 ditos com
urna luuucencia que nus causa d e pu-
na.
IS. allongarem >a mais as nOssis refle-
xts sobre a folla do uobre Presidente e
Senador posto que anda sobre ella mui-
to tivesseroos a dizer, se us lemc:S. mos
ubusir da paciencia do leitor. Euueiau-
to stjaues licito pedir ao nobre Presiden-
leeS-iiaJjr, que quando liver de l'aier
discurso que ilevein coi rer tod>oB.d-
s 11 esti' lidos pelos hormiis instiuidos,
procura piimeiraim-nle ornar seo espirito
com os uecessarios couhecimeiitos ou a-
Ji pecaa oolros, que Ihe fcQ laes o-
bras. Do cotraiio initj padecei o id-
ceito qoe leba adquii ido u .6 siiitin s
porque in.ujo- ? este
aCab ra um dia porque, beiri ioirij a
t-lt aile Nabucodouo or, iii.0 leo soli-
dos lundui tit s, mas sim pea de bino.
Tal vez que n6 tendamos p>tu fim a que ,,o> propusimos ; endeuulo
aos l.coens mpa.rcikes, paraos quaeses-
frevemos, peguntaremos: O 1 Im. e
Esm. Sr. Alencar be dguo de fcdm.ii.s-
tiar qualquer Provincia do 15 as.1 i'
pi, U. O Alencbi- eui um tr.xj deseo
Relotorio dia, que osassacinos Um dimi.
nuido, porem para se padeiem avallar o.
cffeito* de hU adiiiiiusU aca acerca da i e-
pres*a criminal seiia mter saber, se
os outros i rimes teui ou iia diminuido
ou augmentada ; ee os criuc de homici-
dio nao a ter5 leiio por uieio do euveoe
luait-nt etc.
EXTERIOR.
Hespinhs.Madrid, 4 de Janeiro.
Real Decreto.
Quereado premiar de modo solemne
os suH- imeotoa e virtudes, tanto dos ucii -
toa defensores de Bilbao ao longo a*
perlado sitio que pela terceira tea aca-
bio des. ffrer, como dos valentcs que com
tanta gloria hio salva lo aquella Villa n s
memoiaveis aceoes de a.{ e a5 de D iem-
bro ultimo j e confum.anoo-ine rom o
piteen- do meu Concibo da Ministres,
sou servid decrt.r em nonie de minha
Excelsa Filha a Raioba D. Isabel ai o.e-
guite:
Ait. 1. Com toda a effosfo do meu mi
teroal amor, declaro que lem pieencludo
completamente as miuhas esperanzas, e
merecem igualmente toda a minha gra-
tiJioopovo de Bilbao, sua guai nica, e
Milicia Nacan*!, o General em Chele D.
Baldomero E.-pai lero, oexerco do seo
commando, a Marinna Nacional, a auxi-
liar Britnica, e todos os individes, tanto
He-pindes, como Ingletct, que de urna
inaneia lio heioica lem defendido, I i
bertadu, e coopera.to para salvar aquella
iunnorial prava, e cujo briihantet tsfjr-
cos tem cuneorrid todos para dar um.
dia de glona naci.
Art. a. A v,l!a de Bitho ajuotar o ti-
tnlo de invicta aos que j leu Je muitu
nobre e ruuilo le Ait. i. AC'ii.H.a da invicta 'Villa de
B.lbo lera euacoipp otratamenta de En-
cellencia, cada mu do seus inembus o
de Si nlii. r,,i era qoanlo s-^iir o ;eu eiu
prego.
Art. 4- Conceda a todos os b.talbes
da gaarrnto de B-lbo de ana Milicia
Nacional o oso, na basta da biiguia da ordena niillar de S. Fer-
nando.
igual BTaoa ro cedo aosco-pj-i do tx-
crc o libettador, qu* Miba i do occ-jai-
o de se destingnirem m-is, sguudo o joi-
zo do General em elide.
Art. 5. Corice-o uun crin de dijtinc-
cie, ujo modelo v fi'a approvare, que
deverlo usar os defensores de Kbaococ
a legenda : D- leuden invicta Bilbao no
aeu Uiciiio sitio: i830".
Ait. 6. A BftBama aro/., mas somenle
com a legendaSalvou Bilbaoconcejo
aos soLados, olliciaes, o clnes do exer-
cilo libertador, e a lodos 09 individuos da
uiarioba iKicionil, ealliida, de guerra e
mercante, que contribuirlo gloriosa e lelis
mente para levantar o Mlio.
Art. 7. Hei por bem conceVr ao Ge
neral em Chele D. Bardomero Espartero,
para ti e seus descendentes em liuha di-
recta, a roerc do titulo de Caslella com a
denominaca de Con le de L'ichana, livre
de quaesquer impostos ou pkgamentos.
art. 8. Nasigiejas cathedraea, ou ns
parochias oais antigrs, u-s povos onde
a< nao ha, de toda a monaichia, se cele-
b mo urnas so'emnas exequias pelos valentes
que mcrrt-ro 00sitio de Biio, eraso-
peraces para o fzer levantar. As tropas
do fzarcilo, qu^ guai n'-cerem oa poyos, e
a Md-cia Racional, concorrerio pjra so-
lemniar estas exequias, fasendo-se a hon-
ras qu* marca a o denaco militar para um
C*p 'o General.
Ait. 9. O meo Gaverno pmpor s
Coi tea : i. que se lep-iim cuata dan*-
fa<> lo les os edificio.'* de propriedad parti-
cular que te iliao si lo d^st nidos pela
vaccr sitiadora d invicta Bb > : 2. q>'-e
tambem costa d.i naci, q'Uiudo o sen
estado o permittir, "eerij- no ponto maii
conveniente da invicta B 1 >o um mouu-
ment) si-nidcs e ungestoso, que lecorde
poitt'rdade sen valor e p liilisuio nos
sitios sustentados contra a faeco fiatrici-
da : 3. que se concedi > viuvas, e orlaos
dos deferisores e libertadores de Bilbao
as penaSeS a que respectivamente o>
julgarern credores, dcVendo esta des-
peaa fb'mar una capitulo espetial rio cr-
camento geral dasdan Art. 10. Govein.-dur de BU>", o
General em chefe do e\e cito, e o Ccm-
mand-nle das l'o'Cas naves, qi.e o tim au-
xiliado, me propolio com a maior hieu-
dade pelo- respetivos miniteri mais premios a que em pai'tioblar se le-
nha feito credores os individuos do sen
commando. Assim 9tasis entendido, e
disparis o necessrio para o sen cumpri-
nieriKi.-Coma Rufirim da S. M.Pala-
cio, 3 de Janeiro de i837.-r.ra B. Jo/e
^Maria Cal. ii a va, l*i bidente do Conseibo
da Ministios.
(OoDiaiio doGovemo de Lbo.)
V\RIEDAbES.
Eitratto da Estatifica gerl e_analtica da
civli-acs5 Europea, publicada era
l853 por M. J. Schoeo.
ORGANlSAC\0' DOS ESTADOS DA
EUROPA.
Bazes fundamentaes da compoaifa5 de
Um EstaO,
Continuado do*n. antecedente.
P/psentemen'e os E tados Europeos se
conipe'sem nenhuma *ltenc5 bases
foniamenues cima me mi., nada?. Ot que
qoerem identificar completamente o Es-
tado com o Governo nio oensio que a ix-
i tencia de lmgus, religies diversas, etc.
seja a'guma cousa reil vi\a/., qoe a
natUTcn tem orgaoisado, du rapsrlle J
te pensamento rom urna i lea ri-tocralio,
cleiooi tica, ou democrtica. Os libe raes
que paia sefazeem importantes servem
se sempro do nome de Nacao, n*6 coace-
bem luellior urna veradeiri a-lmir istia-
t.5 popular; querem lambem quj cada
fracvio, cada mteresse 1 ical e parcial is
t.ja suhordini-io le onlorme ios iot--
ressas gerae*. Ju'gad b*er tud feito, or-
giiisan lo b?m o poder cSecutiv, rn?s
im qosnto ho pnvo, n rur.-6 em consli
(ai-lot porcon-eguiote, a constUiic-S dos
|)um>< na IC.irop* ind- de s.-ti Cactorieap-
pre-enta. n percebe-a violumbraa da
a acerN paiao da igu.dJa.tn que tem
semeado mais od o- d. que dcsahioxado
seniKiientos de fraternidarta, ou notase
MSM antiquadas demaroacS.^ eir re as dif-
fe.eiilea cJassia da popol xo da sua forma mais canegoza. f Russia, en*Hungra, sin outroa paites
a nobrea he que pode possuir grndaa
propnedades; ej.he iaempta da toda a
qualidade de impostos. D Iisafa6 lem Hito prrgreso, acondici da
clasie media (do 3. Estado)' se tem gran-
demente modificado; mas esta f.acc.
da sociedade, requer anda urna no-
va organisas;a5 em muilos estado, em
quauto ordem dos camponeze' nio se Ihe
-tem dado anda a e-tima que Ihe compe-
le. Na Russia os g\\0 dosC-mponezes de
finbio sempre no estado des A oig-ni-acio d pregados) nafoitarem, porque elle ha.
deser como Napole5, qiielrasia oa ma-
pas dos Regimentos piolados as unbas ,
para as quaes ol bando, ja a.bia que for-
ca tinli.i aoudo estvi5 como csiavifr,
eo quefasi etc. etc. Hora ex aqu Srs.
Redactor, s o que fot e-te N[)ole de no-
va especie ou antes Queixote n'ouiro ge*
naco; que tanto lem meiecido a confi.n-
baas e ruraes, nio guarda sempie uro qj e simpthia do Sr. Menislroda pasen
termo me^lio entre os don. exiremos. L- ca, a ponto de lli<] manjar caitas brin-
nias vetes as municipalidades, como em i cas croo quo tanto alardeia, mos
t ando-as a c;t u canto, e jurando qua ba-
de facer e acontecer o Sr. NapoleaS Al-
fandegad.
Ba^-ta Si8. Redi* lores por agora pir
q'ie emquanto naS se quebrar o rnpu I)-
d.lo o heiu'e iocomooar de quando em
Franca, sao demasiadan ente dependen-
tes da admiuistiaci superior; outr s,
como naAutiia, e cutio- pailiea, ellas
por s, v linercente administran, e p r
magiotradoS d. sua escetba. 0-> iei; da
Sacona tem concedido a aigomas munici-
palidades, e priviVgio de uno darem con- I criando, o llie serti sumui.iinente ebri
la^ d sua aJmnislracso : ^o Piussia nio gado por adrtitir no seu b-'m concettaada
se Ihe podo ngara glon'a de se distinguir ; jirnalestas mal trabadas liabas,
entre todos os estados a ropeos pea b n
daje, e bcdorui te tua *d.i(iiji-tr(-.. A' Si ruta 'Alfandega;
( ConlLui-e-lia.)
Sr>. Pudactores.
TI1EATRO.
0 Beneficio de Jvo J ze Lepes be Qoar-
U ira io dt Maico com a i-eca de Saftt
Apareceo em fia? n'Alfandegao Sr. Ma- i Izaba!, e Enlicmez di. Santo Antonio.
noel Zafirino dos Status que s.guodo i
se dizia natornaiia nquald iep ruci,
sem q-ie vi.ssem do Rio de JineiiO nom a
dos reitOfes e Conleremes sen filho F.
J. dosS.nlos, e-'Su Cunha :o F. le Pau
laSouza Pinto, os quaes n ferad COQ-
lempiad.s n'aquelles lugaies em as uo-
rnicei prosisoriasque fes o Exm. Pre-
z dente ; com o que i. S. tanto se el ou,
punto de mandar hurn E viado no Rio
zssasses
A v I z o s :;: v E R s o s.
Teodo Joio t- Ctrvalbo Paes de An ha-
de pardl o um Bilhtte da All-nde-a c'a
quauti de 214^187 rea ira piat-, venci-
, do im 25 doFtvertio do coi rente anrto,
deJaueito, para ruia h.n >.-* niiafa I-i BPCradosohieo abijxo at-Sgnado, cajo bi-
escollndo ua6 seu fibo, por ser md. 1 lliete red b-jo da Allandega em pjgameuto
omito criaoea, e nao sabe, lal.r nnPu. j do seu ordenado como provou pela eerli-
blico maso dito I'aola p.i su- bom ia- ; dio da me-na All'-ndoga ; o tilo aba:xj
aJH inteligenle de p OcipiOS bobll, e ; ssigoado fas pub'i o que tem p go, por
so!.re tudo desen.li raCocio moCctf, e termo deconcihacio perante o Jui* di* Paz
ia5 desi-ml) racado que sendo piocui a- d\-ste B dor de papis deu parabens a sua forte- Caiva'.hu Paes oe Andiv.de a quanlia meu-
oa de Ser nomisdo Cuarda d'AHandega nonada, te poris.4>ditando-se it tu ('ar-
para ter de que viver porque nem os | valho por qualquer cente t'ciouue poma
oreaos da Cadera queri- confitr delle ; havtr. Recife 10 de AJarco de i837.
tua8 causas; es aqu o Itotnem porgucm
o Se. Manoel Zetirmo laotnseempenlia ,
e nao se ('' Mou de dar huui altcst'do era
que di que b.ra hum dos q iatro c in-
feren les a quem se dev'a o grande reri
JoO Mll|)UFS.
Procura Se una casa grande, e
com quintal, na Roa.vista cm urna ru.i
dimento d'Allandega ; nao rae sendo pos- | regular, com pieferei.cia 110 alteiro:
sirel s ber quaes sa5 os utios dois ; por quem lrer annuncie.
queooutro hera seu badil fillio e ta i W" Precisa-se de urna rasa no atierro
hbil que querenda o E-crivad lar-Ihe ] dos Afjga^osao redas cinco ponas na no
hum liro mestre para escrip'ii-ar oSr. i Baino de S. Antonio ; e da se em catata do
Inspector dissa Ihe que 11. o fite-sa por j alugu. I dois nuzes -dianiados, e que a ca-
que seu Gibo anda linlu I. Ira de menino za nixceda de ic$ tris: quem tiver
de escala, p-.im nomeia o d.l.i a das
Feitor inlenuo bem >oiuo ao tal guarda
Paula, a isto com iujuslica inanife-ta,
altando por cima de doza ou maiiem-
pre" dos a quem dedirtito peitencia taca
nomiaqes ; porem deixemos estas a ou-
lias bagatelas e vamos ao mais. Apare
ceo comj ja disse o Se M.noel Z-firino;
nao qu 1 castigar a Provine a de Pernam-
buco deixaudo a Alfnndega por tanto
lempo ntiegaaa rpina e aodes'.* como diz S. S. que Dos durar- te o lempo
if sua ausencia poie.n nao re cono >
ediai o que di S. S. co 1 o q *e Nm a on
lejio ; i al o he que n.s me s em ..ir* S.
>. l nao tem hido, tem rendido m-i^ i o
que n'quel>seiii qO la tm estado : e se
r i=to prova d- ha ver lapaa e desleixo ?
aunuiii le.
jtjr I)-.se aorJ5 res a premio, com
penbores, ou byputeca, ou mmmo boa fir-
ma : quem quitor diiija te a ra ireila
loja de sel* iro 19.
a/jr Por esquecunento deixou-se ficsr
na calcada da 1 na do atierro da Boa-vista
urna iba ve grande de broca de urna porta
de ra, cuja chave he nova e de casa quo
seesl aiendo; quem a acl^r dirija-se a
1 ua d R:jsai io estreita ca-a do D. poii'tario
geral, quo ll-;e da' o ochado- e Ihe liesr
ob'igado.
t.Ji" ()n-m tver u 11 sol rado de dois
andarea que tenba baslante commudo pa-
1 a U'iia grande familia que queira altatar o
qu-nitscja pm m 'is de aun^Jj) nis por
ann autiuii. v por esta fwiha, e lo^.n de-
rlarsnd fin qae 1 us <> rtilo sobrado*, e
de certo qu- no ; ao louu-rio prova que ,
qnand>S. S. se acba a testa d'aqu-U v, : j u 11 Uniente a so.* rada para ser precu-
parurio nao d go que baja rapieedes
le a a", pon m b-i nurca lal mnrosida leo
i espediente, qua faz deminur c > ^ i ---.-.-
?
, va-lmenle os renJimea'" 1 ep.qu 1 po
' que t. S. con orne m.nla pa. ie do p mpo
i em couaa*, I da, ou redie 'l> e d'-nr .ssaua. que :
,0 ftaeeil mala do que baCol lac IU O e ,
! Htraa! oexpeJianta -eres en io de m-i-
' amis, ascootipuadaainvatbe! queatrm
coDstantcraar.te t apuaJif caxuladeS. S.
qu ai.rvssj le p.te-.t:.,r a biiapnvj8|
lina, acontecer.do alc-m disto que S. S.
nada tasque na va logo daf pa l>- a algum
despachante que eocontia detpoat) pa
augmenar-lbe a ni-s-aJ.., noque l _pmais horas, disendo que tudo aqulb he
piraos homens ( nataivlmoute os empie-
iaao.
t/y* .' luga s" mea ama de leu escrava:
na r <-' "' Mai! i no a. andar dure*
l>ra :' G ) bnias da 1. anhi.
t- Piecisa cu uma ama que seis
fina nn c ti'U para ciiar um minino, e
qus nio leiid.i '. I.>, d.iija-i; rsu des.
! (filarle > pailai i D. ij.
s/sja Qualquer Si'. PropnVtasio que
: lv r [1" a a logar no Huno 00 li-.ile, era
I ij islqner ra, ou mesmo baco, algutn an-
dar 'la si b'ado, 011 casa leir-a, para pe-
quena lawilif,adn lo se fidr .o alug.it-1
j ques'K >x>en alnente; anua uoie por e*la
olhi p-i-- ser p.curado.
,T" A i reo ia se uro < casa de um andar,
ou de I i-. 1 m o no Barrp de Santo An-
tonio do ftecife n.s piincipacs iu



DIARIO DE PE R K A M BUCO.
rece-e 50$000 res de luvas, b roa9 sen-
do que apiade : quem t vf, ou ,souber di
j-ijt se ra da Larangeira D. s.
V3T A pe-soa que animar toa pelo Dia-
rio n .\0 perlender Jar noticia de um pre-
to q'e tata fgido por nome Pau'o, per
leu fule a Jo/e Ignacio Refreir R.beilo
senlior do Engeiho Ti'arunhen uo Destiic-
to de Guicidoj, pode oii igir-se ao mesmo
logar ai ima, ou ne>ta pr*ca a Jone Perei-
r. da Cunta, que Sean beiu recomp..nia-
do.
vr^s Precisa-se de um hornera que en-
tendade pUataefo para trahalhar era um
tilio perto da praca naia.D.reiti D. 34-
WP* Pieciza-se sa'-er cora urgencia a
morarlia de Man..el Antonio Alvej .!e B< i-
to ou Manuel Antonia Alte do BrttO J-
nior a negocios de seus intaresscs.
* Perdeo-se una escama de barreti-
na dourada p, rncente a um mi'itar do
4. Corpo de Aniliiaria de i.' Liaba, no
Bjirro do Recite, na oecasiio que rete-
lidoCoipo acompanbava a Pr..cslQ do
Snr. dos Pasaos : quera a (ver adiada en-
trege na Praciohi do Li*. amento na loja
do Snr. Joze Cteves Vnna que ser re-
compensado.
*P* O Kelojoi iro Jlo A'itonio de
Saboia, tendo rccebid > para concertar ura
reloj > pequeo fie rrpeticio de curo, b-s-
taatedaiiujnxadj ; de ura mobqie cali-
?o, e0egunioo vallor do ralojo aeha ser
lunado j assim qoem Ihe faltar a'gum re-
lujo queira qnanto antes ir ver, se sei sen,
lia talla, o relojo ser concertado, e entre-
gue, por ufo poder er retido etn mao do
uiesiMoSsboi*.
93T- Afuga-M na ra Nova a loja.D. n
aoode t.i fabrica d chapeos: quema per-
ttndur (iniji.aea rr-esmaiua ao primeiro
andar da mrsm* raa toda e qualquer ho-
ra queacbai con qu.-m Irertir.
*^ Precisa-te de una amad.- leile for-
ra oa cali va para criar um, enanca ja de
cinco aieze: rid ra do Mundo Noto, so-
brado do larnptio e dna qoem pre i-a.
VW* Desipare e. da sallado 2." andar
I). 3t na do Rosado e.-t'eita, urna bande-
ja dfl prata, cora urna tez-un de esptvilar,
don Biguaes segrate*: a bandeja de or-
matura de uuia c las c sobre quatro \.t bollados \ quera
della soqber ou Ihe for offei ecda atieren-
d > restituir dinj4.se a nusma tvsa cima,
quesera bem i compensado; e a ptasoa
que-a livar comprado se restituir o seo
oiuheiro e mai alguna neompema.
>C3s^ Precis-:e -lugir em moleuue, que
s,tib* COeinhar sofiveimmte : quem o ti -
ver dirija se ao aiUrro da boa vista n. A,
C4I IMl!UI:f|K.
ajrajr- Quera perlender engomados cora
to la p:if ico e limpeza.e por pr-'co n.ui-
to commodo, dinja-se a ra Cu Rangel D.
Ity fiefeiindo aoannuncio qoe Sumos
a ib Je I' ter, iro, temos boje a lie ura de
annoooiar, que o dois Deposite] para o
v-etida dos chapeos das notas Fab icas ralle
ariaajadoa, a aabur um na ra doCollecio
0.4 e autrona ra daCadii vtlb D. il.
Peiuaidbmo ii de MYco dfl 1837.
J Ziimoer & Come.
dM/ii! & Coi p.
At.gu.lb Classtn.
co a soa morada para ser procurado ese
tratar do negocio.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
O beis conhe-ido e relleirn Brigue Na-
cional Bora Jetus segu eui 20 do con ente
aicraa podereceber n'guma c..i (.i ijassi-
peiros para oque tem excelentes c-nnno-
dos j tralaoe com Santos Braga, r.ua da
Moedan. i4i, ou com o Capillo Antonio
Coelbo Ribeiro.
COAIPRA8.
Umj casa larrea tn qualquer dos trez
Ra. rus do RecirV, nie sendo en b'-cos, e
qnenioexctda da 800) a i.OOO^JOOO de
na: 111 irraea do Cor^o Saut- tiniem
d rauca n. 5, que hchara com quem a-
cbai cira a juntar.
tfiSP Ura ca vallo novo g->rdo com bons
andares: tu ra da Cruz 11. 5.
tCaf Do'smil p.i de espiuho deviveiro
pava terca, e mil pea de lima pan o roes-
ico : aununcie.
VENDAS.
Pei-guntj-se eo S. d rbiel que
t-m sitio no Cordeiio quemo autorisu
nd^r piihli'. flin- rite rolas ooagoidrea, oPtif.it:. drsta cora-
BMiOa uu*i io pois coos d-me quem
tem drtdo ordem pira isto a ningeera, com
a so reapaata ti cara saiisfeito
Hum que as d6 tiaz.
flP* Q.iara preci.arde um rapaz Por*
toguez de iJade a > anuos para lacaio ou
buue ro do qoe lera ulguma pralca anun-
cie por esta felba pra ser prucura''o.
arJpP Quera pncisarde um rapas Dra-
ziltiro p*ra exeiro t?e 'U escripia loja
ou mesm almasera d'a.-sucar f reiina-
Cao e qualquer oulia caxiiarv nil o tal
rapaz lie multo dil-g'iile e ntende deal-
guns de.-te d.-tos auanjos p->r j ler prac-
tica dclles ; as.im como .-abe beei ler
escrever, c .rilar e tudocooi pi-rfeifa, e
da liapoi- a su conduct.i ; a pe,so* q.ie
jieii;ar e dJle se qui>ar utilsir, anun-
Os segura tes lirros na praca da Inde
pendeii.ieiK-u loja de liviosn.37 38 0
LaSte lo (ieOraville 4 ms; Corna ou a
Italia, por M. de btaal 2 tomos ; a Noile
do Camello, por 1'..-s.ilho, autor das Car-
tas de Echo; o Novo t ompadie uatlieus
3 lumu.; Beulhaui UgiJaco Civil e pe-
nal; O.to p ns e rtempeoya? | Tracy
Ideologia; Virgilios; Magnuru Leueoo,
Cornelius ; Fbulas; Salustios; Horati-
us;Tilo Livio; N.vo mlhodo, Sudase
de Dantas ; Alto Lili, e oulioa niitus
I i V IOS.
WW" Boa ral de cai^r, fumo de S.nta
Cthai ina, rtieiu- de sola, ecucos secos pa-
raembrquev e pe eterices de einbarcagdas:
no aronas.-ra a sal que fui dv f-lleucido
Bento Jo'xc da Coate.
*!" Urna begrinha de i.a anuos, t:tn
principiu lio a-er rendae costora, t- iiiui-
tosadia : no beco da Lingo.ta ftida n. 4.
te di 1 a quera o vende.
1X9* Esleirs pequeas de Angola em
pequea) po i.Sesa aio reis rada utna : lio
armasem do fallescido B.i.tu Jote da Costa
na ra da Stuzalla vdha.
Wkv* Ricos eparelhos de chi laviados e
lisos, biciaso jar roa iavrados de boro coS
to, sl.ai ovadas redunds e de djfferenies
Uamiborf, caslica.s de varios l.manhos,
coucus, copos, lindes faqueiros, caixas a
b.lcaa, ludo de boa piala, e do raillior
go^to pos ivel: brincos de biilbaotes, alav
ca-itamb.in de br i I ha ntes com peroles fi-
nas, aunis de dilos, cordoeos acollares
le lodassgiocuraj, de ouio maissupe-
norde mao de le, CMtasdtfomo, e'oa-
lois de lirillnnles, todo birt0 rm ca.
ts de Jo-'q-jm deOliveira eSouaa 00 ajilar*
ro da Bja vi-t, d.s 9 as u horas da mi-
ubi, v da? 3 as 5 d.< tu de.
e^JT" Um .acravo criuulo, s :ci virio al-
gum, icbusto, de dadode 16 aunos, honi-
t fiuia, oin.inl de bauleiio: na ra do
R.iigd sobrado 24, e se d-r o motivo
poique se vende.
jr* Ura bncode balanca grande rom
Hiiucoaxas, e pazos de 2 arrooba a! 1
libra, e um caldeiifo de cubre grande,
proprio pira cosiubar era algaras f-brica
oeescravos: na luado Vigaiio 11. ai dis
nove horas da raanb ai 1 da tarde, e das
3 as 6.
1Qr Uma neara la lina do gento de
Aogola, iilado 24annos, cosinlia odiarlo
deumacasa, e 5ao res pur dia en-
deiidona roa ; a fallar cum Antonio Joa-
qai.n oireia Gaihardo, ni 1 ua de.Uortas
u. 44-
liajT" iaccas de arroz vindo ultimsmen*
te do Aiaiaiiho por pieco commodo: oa
ra da Madre loja n. 12-
\f&* Para tora da provincia um mole
qu: orlc u >adi>, de aoaonos, com oficio
de chaptleiro, c cora principios de C0)-
nlieiro a na ra da Cadeia relha D. 45-
U Una poicao de amar, lio de cos-
tado de bom cumpriraento, e largura; e
dois po* proprios vara embonos : a fallar
cora Camilo Joze Velloto di Silea moia-
dor no lai^oda raz na Povoaco dos Alo-
gados.
?/"Jar* Urna escrava de n->cio ; ptima
paia o sei vico do campo, sadia, e foite : os
perten'tenles procuren na quarta casa dua
A togados, aosairda ponte.
JCJP" U o esciavo de bonita figura, sen
vicios, comosepodei verificar, canoeiro
>'I a Uiio .- quera o pe tender, i-nuuncie
paiaser procurado, e daie-n se todas as
iiilonuaueMS eat ficar a contento alguns
dua.
jCn^ L'ma esciava de nagao Cabinda
de 28 iincs, sera virio algura : 11a ra
do Alecrjm ao pe* d Fisal liarata.
J" Uun escrava de naco moca, sabe
cosinhr.r, lava nuipade s..bio, e faz lodo
o sei rico de urna ca a e r.oinp.a e vende na
ra ; na roa d> Fogo D. 11.
VW L'ma mulita idade de 3a annos,
labecosiobar, lava engoma e fal to lo o
ser vico de ca; na ra do Aragio lalo
da Vlatiiz D. I7.
\fi|" Una prrta de a6 annos, cosinha
lava e b.a veudedeira de ra, muito fiel, e
sem vicio alguin : na ru do Cab^g ao
p da loja do Sur. Bandeira.
vX^v*" Urna escrava criiula muito sadi,
c aioda moga, bonita lisura, ramio deli-
geute para todo oarranjo da urna casa por
er mudo ladina esaber b.-m coiijihar, en-
gomar liso, e tem principio de costura :
na ra N'iv |oji de trastes U. a6.
W Umuioleque de 1 a anno<, proprio
para quolquer ofi.-io, ou seivico de urna
c*a : na praca da Independencia loja. n.
'4-
V3P Ura preto bom canoeiro : naiui
da Cadeia N.iva D. l\.
"Ity* Chpeos de palha do ultimo go^to,
cliegdo-d.' Franya pelo Cacique, para se-
nhoras, sem serem er.feitados e enf. ilados:
os loja de Kredenco Chives ra Nova D. 5.
?fla** Um rolo novo de auierel'o mmto
bern feito com cinco palmoa e meio : na
ra Direita D. 34.
V3T* Tijollo barato em quanto eslou
quebrado: na Praoa da Jndependeocia n.
10.
tfls>* Um elim em bom u-o com todos
os seis pertmees, e cinco partas era b esiado : n^s 5 Ponas U. 6.
sTJr'* Por preco commodo um cavall >
ru so minio bom carregdoc, e esquipa-
der : na ruido Ciespo toja D. 2.
(ny T.lbas de vidro cha pr.to de
p na branca : n* nova luje de louc* ni
rui dis Ciuz.s n. 36.
dinhonoTo, um tinto disbotada e x.i-
peo braoeo da boeta, bastante amarrla.
do; os aprehendedures leven no sitio do
Arac estrada do remedio que serao gu-
arosamente recompensados.
X3T Francisco nacaS Casaoje fugi lo a
6 do correnta znez de Marco, com caiga
de brim brinco e camisa de algadaosinbu,
idade poucu nais ou menos a5 annos es-
tatura ordinaria bastante seco do corpa,
e um tanto opado da cara araai elaco pur
andar doente beieos groasos, pe e mos
pequeas, e baiba, cabellos dacabeca grande, eslava
no mato curndose, e vindo a Praca de-
sapareceo ; ejulgaae andar nettaCidade,
os apieliendedort8 que o pegaren levem
na ra Direl.i 2, andar do sobrado Y).
13 que e-era bem 1 compensados do seo
trabalho.
%&" No dia 1 a de Ja miro do crrente
DO, fugio urna esciava de nome Marca-
lina, ciioula idade 3o a 35 annos alta,
secadocorpo, pumas finas nariz chalo
exeio de marcas de bex g-s falla muito
bacn, e voz alta ; s-u Sr. tem certeza q i
ella est aga^alhada por un su j- i to ai
una caza, -a no termo de 3 duslbea
nad mandar entregar proceiei juaicial-
mente e pv blicar a casa un ie ella existe e
no entretanto quem a aprehender levai a
ra do Vg-uon. ai que seca bem re-
oompeosado.
Da-se 5. #000.
Mauoela, Jade de aa a 24 annos, fu-
gio no roaz de Me,o de 1834 con os si-
guies seguintes : alta, eheia do corpo,
cabellos araarelados, beicus grocos, sendo
o de cima m-is grosso que 0 debaixo, fal-
ta de denles da par la de cima p la frente,
algunas marcas pelo roslo de panos brao,
eos, grossos, mas pipudas e bem feitass
qualquer peasoa que a aprehendel-a ter-*
de gratificacaS o p.emio cima, o raes-
no seofeiece a quem della der noticia
certa eaparecendo recebera* dito pre-
nieio di.ija-ae ao pateo do Carino ,-
bradude hum andar D. t. Tems-descon-
ban?a de estar acoitada em alguma rasa
por saber han, |.v-r .upa e engonar,
o promete se todo o segredo aqu.m ades-
cobnr.
Taboai at mari thfiai no Fono Pernambuc:
EISC2AVOS FGIDOS.
Fogo do logar de Cruang era %t de
Dezembro p. p. ura mo cabialhado
Cabellos con idos, estatua proporcionada,
bem fulo do corpo, 1 ese pe rus c. m prin-
cipio de pedieu o ; quemo pegar diiija-
ae a Joio Lop-s de Mendonca no qoeaura
logar, ou oe.ia praca prenca do Caineiro
Monteiro.
%&" No dia 4 frrente fugio um
negro chamado Ploren a, criuulo, de i-
da.ede25 anuos punco raais ou nuuo
cheio do corpo, a^lo ei^o da prna es-
qoerda desmenlida em pequeo; consta
ter f. gido paia as Alagoas : os ?pr. hende-
dores pxiem o levar a casa de Bull &
Chivannes Fre es no Porte do Mallos.
*CJP A ai de Jan-iro ultimo fuga um
esciavo de nome Joze, nayao Mozambique,
idade 50 ano'-s pouco rnais, ou menos:
baiso, grosso, cor alguma c-usa fula, cara
redonda, MacaauaeJttaj uru dente de or
ma lirado a:,nte, ps cbafog, e .quaodo
anda pucha p-.f urna pma, por a ler
quibrado.: es aprJiendedures leven no ao
sobrado D. ai por cima da Botica rnais
prexima a tone do Liviamenjo que serio
bam re. omp.-iisa.ips.
*y A 17 co p. p. un escravo cabra ,
por nome Noberto altura ordiuaria, seco
do orpo dada- 3 > a 2a annos 10ra
urna belida no o!h j dircito ler.iu ralsa
de biim preto, camisa dn raadapotad corn
pregas, clete braued % jaqueta daiisca-
-; iO
8 -Segunda
9 -T:
Q
j 1 a -S:
3 13 -S:
i4 -^D:

NO11CIA0 SIARITIUAS
ti avio an irado no dia 10.
Rio Gande do Snl; 3i dias; B. Ara-
paro. M. Isidro Domingos dos Pjss o : car- i
nn seci : Joze Frao< seo Maitius. Too.
Dia 11.
Carrsragihe; 8 dias; Sumica S. Jor.e
Vencedor, M. M.noelSuaraa Butellio : as-
suoir e madeia : ao mesmo Hestre. Too.
Cal) de Lesie, lerdo sabido de Sag Ifa-
bora8mezes a p.8-a da Balea ; Galera
Arar. Thamwi, Cap. H. NerJcerson : azti-
te: ao n eifOo Capillo. Too. 350.
Mar Pacifico, tendo sehido de New
Loo Ion a ao mezea tambera a pesca da Ba-
leii 5 Galea A.nr. JohnAlann, Cap. A-
bralnm Russell : eite : so me3mo Capi-
lio. r
Navio sahiflo no dia 10.
Assu*; S. Sanio Amonio Milagroso : va-
riosgenros. Paasagciroa 17, e 3 e^cra,
roa.
fKRoi-, asA nr. db M. F. Faru ij7.


Full Text
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