Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02601


This item is only available as the following downloads:


Full Text


AN-OK-I8CT- 0I-NTA E1HA
& E MAK^O N. 55.


tuim no
aa Typ.ob M. f.de rM*r. i^7
-=
ous Da SEMAK.^ t
i T<.*oi(<>r.lptnd*4BB0nnemrtiiti>i [ri-
6 Seanna S. Qdegario-, A* Itxe; n C*. {.>,. mod<,ra<;5o, e enarca jontinuenio.. cun.
rtem. e 4 i. es. da ,r.'ia;'ii'-lira e ;l : e .trcrnni B nom admira-
bae, d l'Lnanov asfl li. o 10 m. da t. I p *. if5. mala evita.
7 Tersa -ThoaaadoA. fti'i->i**' ta< 4M.i
0. d8 l, < do .-matan, mai i
8 Canaria S. Joap do Dcus- -es. d8 'J"h. P-
9 Quinta S. Franciica R. Re. de in.#dd. 1 J. do
C. de m- e Ch. do t. __
10 Seata S. Mcltuo cssao da Th. rb. aud-
do J. de 0. del. Ptoc. do r'a*.os oo Recp-
11 sitiado w. Candido M. Faa auno* a Vronlssima
Va. Priaccza Imperial D. Jaimarla (15) Nao ha
esp- _
12 Domingo da P.iixao S. Gregorio P.
.1rn.ll
Saocree-fa lOOOm.mrntaet pajrrxadlsnOilof
esta TvpKgraa. roa dat Cruce* D. 3, r. na l'ru-
ca da Independencia N. 27 e 38 i midett recebein
correspondencia leicalUada, e anounciom iimerin*
do t* ID> rrulli leudo do proprioi aitijrnante,
Tiiidi) luitutdiii.
;=
PARTE OFFICIAL

PEfiNAMBCO.
OVRB.NO DA PROVINCIA.
Expediente do da 7.
OFF1CI0S.
4o Commandante das Armas, derol-
t ndc-lhe o processn do Sargento G.
JN. do Destacamento da Catuca' J.6 de
Daos d'Assumpceo, afim de que o aja mi
relachar da piieo, mi que se acha que
sus o poni das fallas que comrnetvu ,
que sao atenuadas pelas testemui.lias ,
ijr do- omentos que elle a presen toa t
ele' pelo Parecer do Conselho que co-
nheceu da insuboiiaca do rele ido Sar-
genio; parecer que Iba ru pode ser ap-
plicado por ser elle G. N.
Ao mesnio, ordenando qoe aspee*
as sus ordena para que toda a ti opa de
primeira lioha da GuarnicaS desta l'ra-
ca marche no da sexta fera io do cor-
rat-ta aeouipanhando a Procis5 do Se-
ntar dos Pasaos qoe sabira' da Igreja do
do Carino, deveodo o B^talbao stimo
aconttaohar o M note de quinta feiis (9) sera* traladado
da agr*ja do Corpa Saoto para aquella do
Ca mo : fcaudo na Inteligencia d.' que
marchara' tambero no da a Guarda Nacioual -'e ta praca.
Ai Commamtante Superior da G. N.
do Recife> ordtuaiide que o 1., 2. e 3.
Batai.boas das menuias Guardas marchen
no di sexta h-ira 10 do correle arom-
panbando a Precissao do Saurrar dos Pas-
aje, qoe sahiia d* IfVjudo Carmo; de-
vendo es io ferite* d' s nfaiidos [Ja ti
ib5?s foiaweu na aole de qu.ule fira
e laxar ala piloa lados do Andor di >1.s-
icoo Senbor .quesera' trasl-ddo f* }<**
ja do OipoS'Blo para do Cuini) ; e
ficando 04 inteligencia de que tnibeui
maiglut es tornos de piirrjeira Linba.
mm Ao mu'.tto, obaei Vaodo-lbe que.a
Pfe'idaura o tw6 ao Comfnandantf- das
Armad se fl*\eio dirig r requitUo-
do orde'm para oa Cooimand-oies 'as
fortalto-a fec.ebi-ieM pr>** o Guarda*
NaciopaeH, que por au olor ida de coo pe-
tante Ihe. forejij le^eilido-n coneri'a-
rem, ou leUxBifru p r ornea da diea-
ma.
Ap meto i o, para o.denar, qnre a-
ja dispensado do stvico das G. N. o
Guarda doE.>quJiaS de Ca^aUria des-
te Municipio Joaqum Pedro da Silva ,
que su lycba nomead.0 Commutario de
PoiicUda'Var*ea. .....
Ao Coronel Chufe da IVguO das G,
Ao Commandante Geral Interno do
Corpo Policial, deven lo Ihe os papes que
acompaiihar*5 o se oficio de 6 do cor-
rele a ceica do soldado do me-mo Cor-
po Theodeio J>se da Coala o qual de-
TeiV mandar aprasentar ao Comroan
danta daa Ai-mas para sentar-Ihe praca
em um dos Corpos de iirineira Lmhi,
depos de dme nido do corpo, em que
serve,
Ao Commandante da Paquete Con-
cece reeoosmendando-lbe en conseqoen
cia do Atiso eipedido pela Secretaria n'
E tado dosNfgorios da Guerra de 15 de
Junho de 1836, qoe baja da tratar orne-
Ibor pocaivel aos Educandos de Marioba,
que lever a seo bordo para a Corte do
Rio de Janeiro.
A Cmara Municipal do Recife, res*
pnndendo Iba que naS be po*s v< I, qoe se
faeno pela admioi&tiacfo Has obras ptb
ras os reparos, dd que precisa a Cadeia
dcsta Cidade, roinmo a mesma Cmara pe
dio em seu oflicio de 18 do mea pascado,
P'jr que herido ouvid> o InspKtor Geral
Js referidas obra-, este infeimou i|' aquel-
U adijin.trata e>la' ja ^oblecal regada de
tibbalhos, e bia.iq'ii5 finalizauefSadi-
ania por faita de operaiioj.
A Cmara Municipal de Gqiana ,
volveodo Ihe > requenanent-i drspopu-
II io* dos predios urbana da Villa a>>
qua' ped-m st-r dispensados de paj*r a
detimo do ana\i*9 de 33 a 36. cuja preten-
do n 5 p le Im lug r por se na6 poder
dispensar n.. Le; ri'ando rom ludo 1>-
vre aos mismos > uireito de laaeiem as
assuoS iec!arriii6es ionfr.101 lancamentos
quando ce siniao p.ejudu-adoK, E rts-
poudendo-lbe quinto aoa aac!aieciaient que pede no oilico que acompaobou o
supiadito rqueriutento odre a aireca-
dc.a5 da taxa doaocraToi por e-tar em
duvida se o 5. da Le de 8 de Outubro
de j833 he tieq^ivela face da Lei do or-
caaoento da 3i de Outubro de i855; q'
aqqella Lei sbta'em vigor para aa laxa
de dona mil res por escravo, que tie-
verem veoeido ote o ultima do Junho
de 1836, e que desss data em diante deve
pagar*se a taxa de i^ooo reis como da-
t.raiinl esta.
CAMBIOS-
Marf 8.
JLiOndre 34 a S6 () Sf poi l c* i. t* prau a
.'Wipor cento f premio Nomina.
Lislioa 55 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca'SS H. por i'ranc
Itia de Jan. 0 p. c- de prem.
Mocdas de t400 li..gOi) l:lOllf>
4000 ,.700a 6800
Peaos l, .440
Premio da praia 50 p. c
. ,. da leltrao, por mea 1 por 010
Cobre 35 por cen de descomo
PARTIIiA DOS COHRKIOJ.
Uhnd _Ti'd..s dial ao iuei.> da.
Goiana, AUmndr. I'arailit. Villa do CoM, Ma-
mai^'iape, filar, llea: de S. Je.o. Hrejo d'Area,
liainlia, Poml>aI, Noa Se Smiaa. CiiaJe da Natal,
Villa de Go'Biniin'ia. e Xnv.i da Priet.a, Cidad*
da Fortaleza, Villas do Anuir*, Monte mor novo,
Aracaty, Cafiavel. ( aiiind, <5rana. Irnperalrii.
S. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Nova
BIKev, lc, S. Mailieiis. lincho do anpie. S
Antonio do Jardim. Quexeramobim. e Pamabi k
Sefundan e Sextut. iciran ao i'neio da por via d
Paraiha. Sunto Amito Todas a quino feira a
meio da. (Jaranhnnt. e Bonito no dia 10 e -t
da aoa oirz ao meio da. Floresno dia 13 de
cada aiez ao meio din- Cabo, Seriiiliacm, Hio Por-
mota, c Porto Calvo- nos dias I, I le I de cilda
mea-
Nacionaes de Olinda, para rnandr dispen-
sar do Ser vico das mes mas o Guarda da
torce ir Cornpanhia do primeiro BataHia
Antonio Basilio de Mendonaa qua ach
oceupadona obras Publica conforme re-
quisitou o Inspector Geral das mermas
obras.
C0MMANDO. D.V ABKA*.
Espediente do da 7 de Margo.
0FF1CI0S.
Ao.Exm. Presidente, fasendo ver que
a ThenoUiaria recusara abonar aos in-
feriores, e soldados ltimamente Refor-
roadoa, e agraciados pelo Governo Impe-
rial os t encimemos que Ibes conpetio ,
em quanto nao apresentassem aa respecti-
vas ProvisSas, e que n6 sendo rasoavel
que estes Militares ficassem a.ssim priva-
dos de seus sodios, e conieqnintemente
dos meios de subsistencia Ihe rogava li-
ve se ahondada de ordtoar, que a taes
Individuos se continuass a fornecer u-
nicanebte os sidos, ficando Fepunrlo a
pratioa, ecuslume reservado o pagan en
lo doi ninii vancimentoe, e peniSes, para
inundo apreseutis-em os ttulos de suas ie-
foimas.
Ao Inspector da Alfondega com-
monicando, que as seis horas e roaia da
larda do da 3 do correa'*, qocerido um
Guarda de nome Caelano de tal pasaar
poidctias daquella RcparticaS, se lioba
a e4e transito eppo>to a stniineda, que
munida se achata d'ordem para nad con-
sentir que pes*oa alguma passasse por ali
d*quellas horas em dianle, seguindo-se
desia opposicaS alguma re>islenia da pai-
te do Guarda e altercsgaS entre elle, e
a sentinella. Qua devendo as sentinella*
ser respeiladas e eoruprir exalamente as
ordeus que receberem, podendo confor-
iue asLiis VI litares pihJer qaes quer
pessaa, que as atacrem e que tendo
i teuiinella colocada a tras d'alfandega
ordm para na5 deixat p-ssar ningnem
depoi> das 6 boias da tarde importa va q'
esta ordem se cumprisse e que por tan-
to Iherog-va a bem do servido &eeolG-
cas.-a ao guardaa de *ua ReparticaS, que
por ali n6 traniitaasem dpois das
ittfeiida- horasafirt de evitar conlesla-
tea, quesempre perniciosaa ao-bem pu-
blico, iendia6 a desttruir a armona que
de*ia leiiidr.ntieos individuos daa diter-
as! iorpora\5es.
PORTARAS.
A> MajV Commandante do Batalba6
stimo deCassadoies, del>rrr.inando,que
em virtude de o'dein o Exm. S^nher
Pretldente commuuicada em oflicio data-
do de h.'oUm, considerasse addido ao seo
Bat.alha para neUa esperar sUa Reforma,
o pnmeiro Sargento da extinta Cornpanhia
de Ordeoaocas de Qo'papa' Jos Ale-
xandre da Ahaeida, por que tendo sido
leridos na porfiosa lula de Jacuipe, a Pa-
pila, e fica lo invalido, esteva compre
hendido as disposicOes do aviso ta Re-
partica da Guerra de 1 de Maio de 1883,
e .'como tal cem di tilo a percep-
c*6 do odo que tinha na ocasia m q*
aoflreo o Iliiirjt ntu.
AoGipita Commandante dquar*'
to Corpo de Anilheiia, delerminando,
qoe d'ordem do Exm. Sr. Presidente da-
tada da hontem considciasse addido ad
mesmo Corpo para nelle esperar sua Ra-
fal ma ao iuvalido lM..noel Jo.uiuim Jor -
je, que sendo soldado do extinto 4. e Cor-
po de Artilhiria e perdido o brocodi-
reito eu una salva dada no da 2 de De-
sembro de 18 6, Anivtrio do Imperan tea,
ha via sido igualmente escoso.
Ao meimo, mandando considerar
Voluntario o Fon el U"'b-lino Jo e Ge-
no ver., vito have* provado, que ja tinha
s mesmo individua aqueil|fp>r 'ig*no ta
havi pissado scua com o nota* d- Ur-
belino;
ws-
DI?ERSAS REPARTigOBNS.
Alfandega das Fasendat;
O Brigue Porroguet Delm, vindo dd
Liibo 1, entrado em 7 do Crranle Ce-
pilab Theotonio Jos da Silva Rosa ,
consignado a Thomas df Aquiao Fvace-
ca.
Manifestcu o saguiole:
77 moyos eduas langas de s*t, % saca-
das de ped.a, 2 cxas com tro*, loa
bar cas coiu aseilooas, a3 barricas cod*
sardiilhas, l5i barricas com vinbo, 1
caixote com Globos, 1 atado de mappa e
livres, caixas com guiairas, 1 dita
oom miodeaa, 1 dita com ditas, 18 bar-
ricas com ateiic, 1 caixote com fato 30
ppas com vioho, 9 ditas com vinagre,
9q bu-ricas conl carne, aa pecas coui ar-
enles, 1 diu com cordas de Liolio, %
eaixss oom chapeas para mulber, 1 dita
dom faieoda, icaixoles coa rap*, 1 cai-
ga com bolaxasfiuas, 3 caias com cho-
colate, a barricas com paixe salgado, t
campa de podra para sepultura, 1 caixo-
te com cortado vastido para Senhoras, 1
caiaote com drogas, 19 eaizfies com bar-
retinas para Senbora., 1 dito com chape-
os para bomem, 300 caisas com passas,
3 fardos edm alhoa, 1 caiga cem gorros
para Senhoras, 10 barris com atum, 3
caixas com toocinho, 45 pedraaiafradas,
25*8 ditas pora lagear.

LHOR EXEMPLAR ENCONTRADO ^



DIARIO
"!*
D| PBRNAMBUCO.
?!
i
1
Fora do Manifest.
*
1 stico foro dtnheiro de ,'prat*, iScar-
tujoi corn dito de ouro.
Uta\ DiS DlvKRSAS RFNU.V8.
A pauta he a mesma do N. 4'
CORREIO.
O Petaxo Bella Amisade, recebe a
malla para o Rio de faae. o, boje (9) as
4 horas da tarde.
A Sumaca Tamega, recebes malla paia
Baha luje (9) as 11 horas do dia.
ojio : que se o luciese pata vir tomar
posse.
Nesta meima SessaQ apareeeo oCarce-
reiro da C'daia, e, repre-entou q' o arre-
mtente da illumi^c5 da asesina tero dei-
x.do de dar algosas* vesea lases par* ser
Iluminada as prises, que o di. 98 ja
nao dao, assim com1 h .je Iba certificara
que o6 dava : resol veo. a Cmara que
se afficiasse ao dito Atremaianle para
Qr. J. M. Figoeira de Mello, Juiz do
Civeldesta Cidade, tiral-o assim de am
lugar de sua esrolha para oulro muilo a-
greste, e de go lando-o obrigal o a dar a
sua dtmissa. O lempo mostrara se nos
engaaamss na previ ao de.a pecaeguicafi,
fe Se ella na6 estender indi m-is, coma
teja o de lhe ebolirer* este ultimo lugar e
desta forma prohibiera a recepcab do or-
denado t bem quv mo s ja contra a C->n9
comparecer na priueira reunan pra dar tilpca.que tornou oa lugares de Magia-
PRRFRITotU DA COMARCA OO RBCrPE.
Parta do dia 7.
Illm. a Exm. Sor.
Sou a paite, par a V. Ex. que das
parlen reet b.dis consta que fortm presos
a minhs oiden, e recolhidos ao Calla-
bouto do ('0 po de Polica para te reta
de-to > Roa Vlaria, preta remettida pelo
Sub fele t > da Fregoesia do R cife, puf
lhe er aprehendido un caivete, com o
qu.llei iia gravin.*das6 paa as 7 horas da
noittj, era duaj paites do corpo a Inno-
cencia M..ria d ) E-pitito Santo de que
sa proceden nos termos da Lei; A. Custo-
dio, iriouloo, remettido pelo Sub Piefei-
to da Fieguesia do Poco, por querer fe-
rir no lugar da esa lorie a Jo.,5 Fran-
cisco, ilando-llie utna f .ccada, que felis-
mente o nao cff.-ndeo ; Severino Goasal
Tea, hespaohol ameiicauo, remettido pelo
Su-i-Pieleit da Freguesa da S de O
lida, por sur encontrad no lugar do
Fragoso am dssino, disenio que havia
ua 1'Ir., gado.
Tcnuo fgido no dia 6 do correte u-
raa p'.rellu de prezo* da Cadeia furam
logo capturados, e s'athad jt reolhidos a
mesma Cadais.
fiada mais consta.
Deo Guaide a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do R-cife 7 de
Marco de 1837. I"0, E*m. &**
Vieente Tbomax Pies deFigueiedo C-
nsargo,
Prca
it Carlos Te
aa.
te da Provincia Je-
ta. Prafeito da Coromar-
o motivo- por que tm deixade de cum-
prir as condicoea da arremataran.
A Cmara nomeoo aosSeohores Verra-
dor, e Fiscal da Fregaesia de S. Pedro
para examinar o concert da Cadeia e
faseroseu orcamento visto ter represen-
tado OtCarceceiiQ ser prtei o faep-rse.
A Cmara resotveu que se officiasse o
Advog.d da Cmara para comparecer
peante mesma na reuni-S do dia 6 do
corrate a lian de ceitos eschrecimerito*
tendentes a mesma Cmara.
Resolveo mais a Cmara, que se offi< i-
asse ao Senhor Vereador Pessoa ex Pro-
curador para quinto antes epresentar
sua- cuotas do lempo que te vio interi
menle,
Resolveo mais que o Procurador ap e-
sentas-e o couhecitneulo q' llie liai dado por
o-tt Cmara para titilo de cobrar os alu-
gueres da c.na que esta' a Mesa das Di-
versas Renda, pertencente ao patrimonio
desta Cmara,
Resolver mais que se officiasse ao In$-
pe. t >i- a Tbesouraiia de Fase 11 la para q'
hoja de m >ndar ao contador da Conta-
doria q je remetta a esta Cmara o re-
quenmeuto e m'is documentos que se a-
ctia anenos ao mesmu requerimente no
qual pede ser pg.i dos alugieres da ra*a
em q'e acha eolio, ada a Mesa d.-s Diveraai
Rendas, o qual se ada n eoi.tadoria
quazi a um auno.
Resolvet* mis que o Procurador man
dase fjovam-nte avaliar o 's ibrtdo em
que esta' collocada a Meza das Diversas
Rendas
HouTer.-S varios requerioieiitns de par-
tes que-e dispachara5 e por ser dada a
hora o Senh r Presidente lovaotou a Ses-
s*d. E para constar G esta arta em as-
t-ignara. E eu Jos Juaquirn de Fig ie-
do ; esrrevi. Guedes Prtsdeut', M*ci-
el Monteiro, La.tges Jinior, Ferreira ,
Albuquerque} Dominguea
Est confoime.
O Secretario Jos Joaquim de F gaeredo.
camaRv mviicipal de olind.v.
6. SessaS Ordinaria do 1. de Marco
de i837.
Presidenoia do Sur. Guedes.
Abetta a SessaS, estando presentes os
Senhores Vereadores Guedes, Ferreira,
Domirigues, Aibuqueique, L a^es J-
nior, e Macul Mon.eiro faltando com
icaall o Sr. Paula Ufa,
Lida a Acta antecdante foi approva-
da.
OSecretirio dando cunta do expedien-
te meucionou uui oficio du Insp.ctor da
Thesouraria desta Provincia faiendo ver
que o decreto de 7deutubro d-' i83i
queiegola a ca (a de Lei de 27 de Agos-
to de i83o sobre a .'necada^a daa de-
cimas 00a predios ihaoos que de\em
ser marcados o limites dentio dos qua-
ea deven ler lugr os lan^amentos, e de-
signaca6 dos lugares notave pa essa
fim, a feito qu se remelle e copia a ad-
xoioistraca8 da fasenda efi/.esse constar
por editaea: a Cama,a Bcou inleira e
maudou quese lemettejse a dita eliaf^
que menciona dito offi 10.
Foi eleito p^ra Fiscal da Povoica de
Bebenbe Capel la |Filul o Cida l Ama-
dor Aii'OiUO da v unh, epua Suplen-
te o Cidadio Maooel Peieir. B.aud-5,
mandou aCamdiA que se lhe likuesse
para Tirem lomar posse na primeira re-
unia : L' tam'-em uotneada o Cid utiu
IJarealiao Aa'.onio Pe reir paraconti*
Continuado do n. antecedente.
RcflexSes acerca da falla que o F. presidente da Piovincia do C ea< i dei igio
a iip-ctiva Asseml>lea Legislativa,
na ocrasilo de sua segunda a-
b^r ora.
Nada diremos a erca da forea" policial ,
porque estamos Onven ido* de sua iieces-
sidada para lurnar-se eff. riiva a p i-a dos
crm'njos, sua segu anca e justa puni-
cio, nem ta pou. o da construcca de bo-
as cadeias ; mts ru podemos deixar de
notir ao leitor a inulili lado da div.sa da
Commaica de Queixeram. bim alten
dendo que ella nod he mais txteusa nem
maii populosa do qu as outras segundo
pe leude o nwbre Pi evidentee Senador e
como u5 se julg o obligado a dar as pro-
vas de suaasseigao tambem n s foira-
remos a esse tiabaiho. Se a sobre di la
Commarna nao pode ser bem polli iada,
depois que se adoptuu o systema de um
so con eino de juiados em oada urna del
Isa, c.flH assegura o nobra Presidente e
S nador fac I scrllie-ba propor a cea-
Cd de um a. Conselho, u que por un-
ir parte seria ale menos dispendioso, e i
tando o paga mente d> ordena lo a um no-
vo juii ue Di eito. Taeif U-.5 no-sas prj-
menas r.flex -s simples leitna da fal-
la do nobie PresiJeole e S nidor, na prte
de >jue talamos ; mas atienden lo qi- a-
raides llega l*s por elle ra6 iin'i-6 fun-
damcnio, e p r conxguiute nab passav^o
de pietext is 'il^a nos tnt ter os verda
deiros n.olivo, i. na vc:itade de (vo-
tratura vitalicios osJuizes de Direito
perpetuos, em qnanto ua5 commettem
enme qued causa a sua demissa5.
Pascando a tratar dos ^Ihoramentos da
Ag cultura, e Conselho Ceareose o no-
bre Presidente e Senador neta qu '* a
nossa imp -rl-Q5 he extremamente gran
deem relagab vporlaca'S ; que este Fe
nomeno indica falla de producgaS no paiz,
e que por ultimo Irar un baiioa-rota ,
moimente se tivermos a infelicidad de u
ma seca que dimnuinlo no^sos gados,
na prive do dioheiro, q >e por compra
delles eolia na Provincia e que f-1 dimi-
nuir a falta de peto na batanea da expor-
tca6. Qaando lemos estas Inbas nad
po'emos router o nosso espanto vendo
que o n ob e Peidntee Senador ?e acba
ta5 atrariado no conhecimento da Sciencia
E onomica preseniemaute in ii>pensavel
a todos que goternao os povos e que no
Secuto i9 expunba principios cuja f.l-
sidade tmha sid.i dem.ipstrada depoi"
que apptreceo a gr. n le obra de S mth ,
inliluUda. Riqueaa das NafOes. B com
effaito o n lue Pre.denle nessas piucas
linhas, que citamos, anda he do num ru
daquelles, que acreditao oa ch..m balancja do Comercio ju'gaodo-a
tavoravel cj lando a expoitaee he m*i>r
do qje a mportacaS, e o excesso volta
para o piix expa'tador em moeda melali
ca; anda he d> numero dos que pensad
que n sta moeda consiste a vei dadeira ri-
queza quando be cei lo, que ella he urna
mercadoria romo outia quaiquer eque
com > guln8 o seo Vilo-. No mo nenio em
qu-3 temos taes de^parates tus pnlavras a-
i-irua mencionadas datamos as mos
nossa cabaca, e exclatuimos Meo Dos,
e til b meca governa o Cear Cada li-
aba escripta pelo nobre Senador e Pie
sidente eocerra um en o, que nos va-
mos lser patan'e chamando em no-so
appoii a authoridade d s melhores E 0-
nomistas e para mThir ordem de nossa
argnmentacaS distinguiremos eses erros
oas trezseguntes proposi'e-.
1. Proposigao, Excedendo a im-
p cae 5 exportaca ser isso causa de
urna bancarrota.
a Propon;.5 A mportac> exce
de expoi lacio pela falta de prodc-
elo.
3. Proposico. A entrada do dinhei-
10 em um paia he faoravel, p uqusd-s
toe a falta de iquihb io na balanca da ex-
po lacio.
Pnmeiramente o faci apontado pelo
ncb a importaco a'expoitacio no nos tiara'
jamis a ban< arrota com* elle pertenle,
e muilo pelo contrario dem t, que a Pro-
vincia tem lucrado 110 a o Comercio com
o exterior, o que ate corhVsa o n .bre
Piesidente e Senador qiuu o do artg>
Financas -ffi'im, que tila u av*tica
em lodosos ramos do seo engiidecimtntc.
Ora se a Provine a augmenta com o Com
m rcio ti qual existe, 0-0 obsiaote os em-
barazos que Ibe bao po t i como es-e
Comeieio lhe be def.voravel, e tiara'a
tioal a bancarrota. ? Esta conti-adica do
nobre Presidente e Senador que deteto-
iar aos esp ritos meno i afelos, ftz uos
bm'irar U>quedis^e o eel bie F, on mis-
ta J. 15. S y em umi nota ao eo Traa
do cerca de um esciiolor, que aflirmava
da Navarra o mestno que agora refutamos
- Ha evidente deludo i lo, que eu nao
nteodo oque digo, poique enuncio um
Londres, lhe rende 8<>, e que esies',6o
coritos, sendo abi empregados em merca,
dorias', e trasidas estas para o Ceai vs-
lem8ocontos, poder-se ha rssoavelmsn-
te dUer que a Piovincia tem perdido e
perdido 3o contes de n>. ? Qum tal af.
tirmasse e-iaria louco e dira pelo mes-
mo motivo qus ella teria ganho siucoenta
como-de re., se am na.fr^go tivetse fei-
tosubme.gir as ondas do mar todo o al-
guda5 exportado,'poique euttb na[colum-
na dos geneos exportados apareceria6 el-
ies, masnaS na dos import do-. J. Mili nos
seos Elementos d Econ. Politice, da !u-
sidos pelo Dr. Aulran e impressos na
Rabia em 1833, ero comprovacab do que
temos dito se enuncia da seguinte ma-
ueia #" O beoeoiio proveniente da tro-
ca de urna mercadoria p de em todos os rasos 'de mercadoria que
se recebe en*5 daquella que se d. Qai.
do um pan faz pe mutas u antes nego-
cia c m|outro, toda a sua vantagem con-
si-te n.ij mercad'lias importadas; ganba
pela ia pWiaya e por nada mais. '' Em
outro logar elle se|exprime|assim :,4,,Qu
do nma Na#6 permuta parle dos -eos
productos pelos de ontra Naca6 tienhu-
ma dellas'ganha por meio da ulienaci ; o
lucro de mb'S eai na moicado* ias que
iccebem por.troc^ dos seos productos. Sa
alguem diccsel, que, o ganho consista m
re.elerem dinbeiio ver-se ha quando
1 ivtai mi s da moeda que nenhuma Na-
c.lia proveito e antes pe de em pos-
Buir maior quam lade de raetaes precio.
sos, do que aqu< lia que Iba be necessa-
lia.
Continuar-e-bs.
VARIEDADES.
Extracto da Estatistica geral e analtica da
civi i-acib Europea, pub'icada em
i853 por M. J. Scboen.
Continuado do n. antecedente.
r
Applicicdfo das ciencias asarles, e s in-
dustria.
Mu i ios csriiptons admiti es grandes
piog 1 es os da Tech nica, sta .-rit-n. ia quo
tero por fin a app^i ario dos conhecimen-
to si eolticos, e daa artts nflu ir' 5 (5
ludo pri pend ni a crer que esta nema
scicni ia nao durar n uit>: pa a ju-lifi-
cartm a sua opiniio, aleg-5 o xenpio
queoff-rece a Inglaterra : son te dorarte
estes 20 ultimo anuos, os c pitaes tem
< rescido de tal maneia que ja lUbijis
para os est be ecimentos milu>liiaes ou
romnn-rci.es ;. e por c< nseguiote i rt-ciO-
se a No auno de ]8a5 formario-ae
aa cumpauhias psia a con^tiucclo de
caminbos de. ferro.
la para illuminacaio da ga?.
18 pra minti'a<,a6 em pauea
estrangul os.
8
53
11V
II.
para d ta no propro pa-
para diversos objedos.
priric:pio que a exp. rien ia e ns fdC'o
coutrad zem. E em verdade quizeia
o, que se nos demon-d sse come po le
per )er, qaem f-i eutrar para dentro de
i imi..r valor Jo qae aquelle que expor-
Inir1 Supp nhamos que um Nrgocim
te compra tiesta Ci lade una porca > de
recer algum novo afiliiad ampregaudo o, elguda ni importancia de 5j cpntos de
ou de remover para a uova Com uarca o I rs.
Esta superabundancia de capitaes ron-
duzio especol.tces hs ruis aii-radast
quclotjo seguid.s ne quebra as m estas. O aperfeicoament d s machinas
da vdpr, devido ao talento de W. M.,
co pi i-.iu mais ao adiantamenlo espanto-
so da industria, no principio do Socolo
i9: mas o tysletna continental, runebi-
d>> por N.tpoieao, foi cu ao- po>os a se
p ov.reui com seu prprio tiabaiho. D s-
de etitio mor pa le dat iih.-s do conti-
nente leu. fl reculo ti<> m que se j uso eicedem a Inglal-na, ao
rn-hos rifoisad rom el a no fabiidb de
muios objei tos. Mo se po I inda pc
e:n durdi a inospeiida le da "g'dlerra,
em qnanto po ler dar exircca tos -eos
produ. tos : do- sena mm.ricoi. moment-
neos nao ^ pode seguir outia couza seuio
que largan Jo o eo piect-dei m quinho de
I ti ato, adopUm oa principios I berats ab
; que este al^oda exportado paral solutos da um comuerciu universal.
MELHOR EXEIV


% DIA1IO OK PE
RWAMBUCO.
.
Fleoslo do comnvivio Europeo.
Oi aitigos princrpaes do commercio ex-
temo cou-i-tem em pro lucios brut -, le*
riti- e bebidas. O* brutos sio pincip.l-
mente tirados das eol.iiias: o tia trico est anda Ion ge da exlenca que de-
tejiriaojos Buppor-lhe.
C'aminhos e mei s do conmert io.
O rommer. io lera dous objectoa para
ooseguir: o primei. o de conservar orna
iel piecises; e os produ. t-s: o a. faz- r con
que c>s proriu tos p-didos chegm m aos
lugares do consumo, con a m> or de?pe-
za pos ivel, a fim de que os recursos pe-
ruoietios, e a batanea da naca5 menos
sol' o.
Estes dous obyectos o commercio nio os
po 'era conseguir, se nio quando exMy'tH)
em abundancia os meios necessaiio* de
transporte, e de communioacs. A E-r-
i cu* pode-se gab*r do rezoltadr dos se. s
slo'cos iste respeiio, e pode esj erar de
se distinguir, pelo decurso do lempo, ato-
di m is neste p -oto esseoaal. Ero to-
dos os paizes rivili ad >s,. h.a progiesso pal-
pavel em quatve a fatililade e vJucidde
do-transportes.
J ero Franca noannode i80l, serx-
perimeitloa quanto a* comrouoi.ac5es fa-
reis t^m cmctirido p'ra a abastan,*, e
goso da vid'. O-canaesa nde te podem
abrir sio pr. lerivei-- a toda-, a e-t- das per
que dimiouein asdespezas, do transporte.
CalcuUr-se que a Inglaterra em 50 anuos
tain dispendido 800 milho. s de f a iros na
construccio de estradas, e de c capiaes q' ella oeste -.bjecto te o empre-
gaao, sio os quemis Ihe tem tendido.
O melh amento, das estradas na6 tem
pouco contribuido dar em geral, um roo
vimeuto m-.is del.gnte todas as com-
municavSes. Em 1766 n6 partiio de Pan-
todos os dia* para a pioviucia, se nio 10
ra-ruagens. que rada urna, por um ter-
momedio, n-5 levava miii de i0 p.-1-ojs:
hoja paitem lodos'es d.as 533 vi-j ote-.
Alen, das mutas vanlagen que rebulta-
da presteza d s eommuoivacoes ba culra
inmediata que consiste ero que as Naces
nio tem Untas despeza* a facer para a cre-
aca5 do numerario. A ceaca do nume-
rario deve estar em re .cao com as ma-sis
e o val r das mercadorias que o commer-
cio pe em circolacio : e como cada mee-
da no de .tirso de um auno passa por mu-
ts mos; por isso bftf que a quantida-
du do nu.oar. ro em circulacao iepiesen-
ta o alor das uisrcadorhs divididas pelos
nmeros das ruutacSes do numerario.
Por coos'guinte quanto menos apres-
tado for o curso do numerario, msior
p.jrcio ser mcessa.is : edsqui se segu
queseen a facilidad* attual dascoromum-
racSea e mero* de tiansporte as N.cese
wrio ot>rigads a dUp-nder talvezodo-
bro para adquiiir a quan'idade de metaes
que mtio pierisaria pra fabricaiam
moed'S. Sej oque for, r 3 quartos pou-
co mai* ou menos dos recursos pecuoia-
lios n* Europa consisten em o.-ro e
prata; o outro qoarto secornpe de or-
den* sobre dinheiro, de nota de Banco,
cooiigoacSes sobie o Thesouro publico, e
outi as espacies de papel. Esta ultima qua
lidade de valores procura grau es beneti
cios ao consumidas, porque Ih-spoupr
a remedas dispendiosas de dmbeiro, le-
tras de cambio, etc. Esta circuo>tucia
bsvendo nuiaielmeole diminuido os das-
embocos e despeas do eomoierei. o
p-eco das mercadorias temcahido em urna
proporcio relativa.
N--sie8 ltimos lempos tem-se ebserva-
do qaeoslocioj do tiegocisnte tenn sufri-
do em extremo um grande nbatimento ;
mas tiob-rq e potle oizer, que o comm-
dante boje empiega menos capitel; e des-
de entii tem menos pi-oe>l a peic-b^r
dopreoo dau mercar, i, oque he til
lodos, no se pode con verter m prejui-
so de cada' um.
Rdito nacioral e pirticular dequlque--
lNluit-za.
E.nqual|U8r piic que seja, eariqBets
toda na<;o de qualquer nalureza ms
de
ou m
,noa avu!tdss nio deixio do inflair
sobre a-sorte de cada individuo; por que
a fifildide, a diver.-idade dos meio- dr ex-
istencia, eo apo'O necesrio as emprezas
parrcoiaiva depeniem do total do*> rtcffc-as J
sos da NagaS. Todava, coro t<)do** por lim quando empretiio oaseus cabeda-
es o aeu intei case pe-soal, ha por is^oque
nio be tanto a massa total ras riquezas
de um p vo, como a sua repai ticaS n ais
h-m entendida en're oa individuos, q e
detei urina erdadeiramenle o g.> da abas-
tanca narioital.
Pobreza.
. A desigueldade he urna das (eis funda-
mentaes da natu. e/, que em todas as
cousas tende dir.-tsi.Ude, e variedsde.
Querer exigir a igualdade em principio
nb oluto d*s m-tiiuices humanas, seiia
o mesmo que prelendar est-bel'ecer o des-
potismo o mais bravio a rtspeito de tudo
ijuanto be grande, robre esublime. Em
turno, he querer pagsar a raaoura sobre
todos os homens, fazendo ledos os indivi-
duo* mediocres. ?
Porem se o bomem for dotado de in-
telligen. ia, e de poder, f*eobrar, coa
sua industria, estreos, emendarlas des
igual Jarles injustas, e q ;e rcaculi-i a sua
digriidtle ; e melhorar por todos os ruci-
os de que dr-pe, a con-iica daquelles
de seus semelluntes que a natureza ou a
Cortina p.uco faore<-eo.
Todo aq it'lle que nio pode grangearo
que caiece, para stisl'zer as pr-csqps ur
g. ntes da vida em sociedad; he pobre 5 to-
do aqU'-lle q.iesem sorono de outrem,
u5 pode mesmo sustentar a sua vida phi
sica, he misero.
Admite se geralmente qi e o dcimo da
populacS da Europa e l no e-lado de po
b eza: mas nos p i/es rivili-ados be rr.ui-
to mais avult breza he da especie que se quali6ca de
meudicidade.
( Contiiiyar-se-' a.)
CORRESPONDENCIA.
Sors. Redactores.
Aparecru no sen Diario de 4 do corre-
te um ollicio do Piesidenie da Provincia
orientan 10 a Canina Muni ipal de Pau
tl'Abo acerca da duvida que se ih'oiTerecea
sob es compalibitidade ou incompaiibi
dade d'um Cidadio poder 00 n.5 aecu-
mular as funcc&es de Juiz de Pa* e Vi rea-
dor e igualmente o que I'role-sor d
Primr*iras letras ; e oomo a dioisa5 da Pre-
sidencia f .1 pela accumulacaS passo a fa-
str algumaa observar^5es qt.es> n-5 forero
rasuavea muito mi iMongearei em ser con-
ven.-id. O J.mdePaz, pelo ait. Oda
Le do 1. d'Outub'o de 1828 julg-i as
coudemuac5s de iu^j.oo rs. em qu q-
currem aquelles Cidatloa que nio 1011-
conera com a sua cdula para a* v..t
(desde Juiz de Paze Vereado e> e o pa-
gameuto u'esta mulla p.ocoovid pelo
Procurador da Cmara. Tambero pala
Le de 14 d'Ab il, ail. n das atir,
b mate todas as causas ttviv da Ornara qne
nao x ederem a 5-$ 100 rs. e esie podar ,
ou attiibuiclo exe.cida, seni exieptjo
de pes>pa ou corporagi >. Alem d'.sto c o
Juiz ue Pas a autiioridade a quem compele
o lser a comiliag 5 entre a Cama, a e qual
quer particular etc. etc.
Teuho puis iudicad alguna pontos do
meu imbaraco e pregunUre agora : A
Cmara cbanu a ron. iliarij o ti lad>5 que
nao votou uas eleiedes de J ni/, d. Paz e Ve-
readores e q >em laz e-sa c<>0> iac. ? O
Juiz de Paz que comparte como Cama -
rista Eis aqu o boriiem cumo Juia
parle un toda a extencafi. A Cmara
chuna ou chamada a concliaveo, a
esta peante quem feit-a ? Pe.ante o Ju a
de Pai que Joir. e parteao mfsutu lem-
po !
O Cid.dio para exerrer as f jii ces de
JuiadePaz juramentada pela Cmaia,
e ueste caso aqu.i tem -a o hornero j ir*nini-
tand se a si proprio !
Qjem pois ousai negar qua esta aecu-
muiac.ie e repugnante e qua pode toar-
LOTERA DO LIVRAMENTO.
Mais de urna vez se tem ja declarado ,
que o audamtnto da i'da da Luteriade-
pende daextrag.6 dos bilbetes ; e qumo
mais promptsnlente esta se effcirue mais
b m o reftrido andamento.
Entre tanto algumss pescas ba to impru-
dentes que sem attettfa ad cieacido nu-
ine>o de lo:ooo Bilbetes d que ae com-
( inaioi y que a do Semilunio e mesmo sem
neiihuina cmisiderac5 ae vincia, ou fallj de rucios despalmis eaa
quasi tolas as claises querein que seja.
amiiin. iado o dia impieUnvel do and**
ment da* rodas. Em consequencia oum-
pre notamente declaiar, que t-xiste aiuia
um rrescido n. de Bilbetes que nao
ceixa calcular o da, em que ett'acliva-
ir.ente andarlo as rodas. Iuo posto pre-
retar ianameraveis questdes inlc-entes,
e con te* y. c->t*e ioleirnnaveis ? Q lemse
nio retejar do alelo de Cmara PQuem,
|er mais ujtirja que tsnha poder e-parar
vantagern 8'ihre a Cmara ? Eis.qtii per
que me parece inqurente decisio de S.
Ex-%.
Vamos agora a tratar do Veread-ir que
Professor 'te Pruneira* ledas. Alem da
incjrnnalib'lidade rus.'ida da dsposic 8
liitarsl da Lii tm em ba nutras ras*
que compre .altender para a deci-a de
qnalquer cso ountroraiHO. Pela ci'ada
Lei do 1. d'Outobro de 18*8 ait. 70,
|i<-i ten* e s Cmaras a in-p E-rolas de Primeiras letras mas no oso
em questa temos o nosto Pi ..i.-s-or mero-
bro da Cmara, e por conseguir que fa-
remos? Ei^aqui ao que qoa'quer tolo da
ra responder que isso d'insperc:5 seria
urna pea e qoe at mtrno seria urna
impoltica a mu digno eullega Vereador* s'a Camrrs
fot.se ta5 indiscreta e tivesse tad pouca t-
tenci com um da seus honrados meui-
b. os.....
Compre a Cmaras o fraer-a] seBses
por aono, alem d;n extiao'd nanos que
o presidente podei' convocar ctir caso
urgente: cada sessa5 o diara m8 pde-
la our'ar menos de 6 dias(e as extraordi-
narias o lempo que O obierro da coovuca
ee5 elija ) cada st-ss-rd di ri nao po-leri
durar meno-i de 4 ora-. E qoeroduvidai
qrra odia destssa5 ser f-rindo pa>aos ra-
pases? Nmg.it m. --E quem 1 ega-que
a inslrucca primaiia padece por tal ra-
so? Tambero nioguem. A Cad< ira nao
tem Sob t tuto ( e nem fattmenla em vo
d'Albo se podeiu laucar ma 'ilni q.e
i -sst hahil) e por isso e por tudo s<-5
asfuncc5ea.de Camarilta iuteirameritscoD-
Irar.as ao bom desempenho doeeu ma-
gisleiio. m sainda eslou porta da Ca
mar. Conta ella en're os stius dignos
membros mais um Profesor th L'-tim e
portauto o que era que eumpria a este
laaer e aoouiro Prolesnor ? E' o que" el-
lesfiseia5, e chamem-lh*; oor isso tolos
mui brevemente sera'anuucirdo se por
vento 1 a continuar regularmente a venda
do- Bilbetes. Concorrao a o quillas que a nJa o uio Uzerio, e a Lo-
te, ia corr*r'.
AVIZOS DIVERSOS.
Ptecizt-se de nina ama de leite forra ou
ra'iva : osr.i das Cruzes D. 1 -Piiu-eiro
andar.
99^ Urca mu'lier desempadda p.o-
poe-.e a educar meninas besta Piara ou
fbra della m qualquer engerido Po-
v.>ca6 tu Villa le*, cscrever ront-.r
as-qoatio especies de corita j coser com
perhi<,a toda a qu.idade de costura,
bonlT, marcar ,'rendas, e lavarintos :
as pe soas que sequiseiem aproveiiar do
seo pTflfmd anunci para a anuuuciante
declarar sua morada.
fJT Pre.iz-?e de urna mulher forra
que -.ib. oosinbar e engomar, paia urna
i.'.|ji)'-i>a famii j 110 pnmeiro >. brado no
que m.-is tolo quem Uro chamar. Ti- i Hwpl- rio ii*'U:Jo isq'ueT'do* se dir qt.era
precisa, em cujo sobrado mua o Con ul
Inglez.
*& Aluga |. um -obrado n. s B de S. A ilion o, ou B.a-tista, qu< ni x
.ceda de 10; ou ia$ivis; ed-e 3 metes
adianiados : q e.r. o ttver, dirija-he aiua
dttraz d* Maiiiz da Boa vista casa D. i4>
\W Harendoemb.icado Faustino Bap-
lista, mest e da Canoa S. Caetamt, e Pro-
eiro da mesm.i L Francisco ambos mo-
radores na i.ha de It-mnaca, orna ca XI
de assucar bianco do Enguiho Ubica, per-
lencenteao Convento to L< ., o tl.--t* Ci-
dadt, com o N. 22, e com anenessi ao
Reverendo Pii ,'r do Carmo do Becfe, cu-
ja cauta se julga desenran i'.hada pelus
me-inos, urna vez, que nos Trapix? uio
s.< acha oseo desemburque ; pelo prezente,
topfl H a todas Autboi idades, ou pe.-.ioas,
qoe vierero ao conbecimemo deste, que
Iiji3 de participar ao Annunciante, o
qual vai p.ocedor arro competente con-
i.-ha a Cariara um tal tlabo d'u'rti Fiscal
q.ie eia remelcrgo '' e capaz de dar
um man atte lado ue l'r quencia api Pro-
tcSSOres Camaristas, paia receberem os
seus ordenados e o no isto e/a um de-
sacato que muito convinha p evenir puse
rao-ihe os q>iartos na roa e 6se a nutro
que patasoo e tem f p .1 tumbas cap z de ter o anoj > de
Ibes dar uiaus attestados.... E isto na5
0 1*6 bum i Ponha i-e cada um no lu-
gar dos taes Srs. Vreadores e ip-ponda
entad. Lembra-me a aropositp de ter
hdo numa obncula que haia um fi'ii-
rao que era Bi po a D<>que e appare. ia
Urnas rtses 1 orno Bi po e outras cmo Di-
que o quetmigou a curio ida le d'um
Campontz a preguntar poique motivo
que quelle br. se va dilF reulem.'O'e ves
ti 10 ora de Bispo, e ora de Duque ?
E' porque, Ihe responleiu velre-
ja Ue Bi-poque e vaa ao pao ti Du.|ue
que tanem Knl*, Ihe tornou o bom
duCamp-uez, quando o uiabo levar o
5r. Duqueo que-c.a feito lo Se Bispo ?
- a vivad os Camaritas pr. fe sores e
Juisea de Paz de rao d'Albo que j tem pa-
ralielos na bistori -- E ag-ra pre-
gunto eu pelo Camponrs: e qusn lo o
DiabQ levar os Camaristas Profesares e o
seu F-sral quem Ibes ha de pa-sir Mes-
lados de Irequentia f voiavei. s'elles nao
fie em a sua o!> igacad ?
Teuho pois provado que ha grandi-si-
ma in omptibili>fade paia a icumuU
cao de taes funeco.-s e qua o que se
depreheode da O.d. L. 3, ti*. 24. Por
esta Lei vigente prohib 1o a qu dquer J 1-
izojulgar em causa pcopriu Neste pre-
supposto fo' a decisao do Sr. Presiilente
assais irr< tfCtida e confio q- dar um erro que no e ei ser de v. nta-
de massim por se. vir a algie n ou por
nao ler roosuliade com midu>esa un ne-
gocie que lalvec repulasse de pequea
importancia, mas que grave na reali-
dad-.
Eu sou Seuhor Redactor
Seu asgname eobtigado
O Jusiiceire.
tra u M< -tr., Proeiro, e Oais pessoas com-
prehendidas neste furto.
Fr. Tbomaz de Santa Mariana de Jezus
Magnlbaeos.
Prior.
Precisa se de luz con tos de rea
p lo lempo de oitu nieges pernio, dando-
ae bees a hipotera: quem ver anuuucie
para ser p.ocur-do.
tarjas- i). Mara Tbere/a Joaquina Ve-
loso de A se vedo vendo a resppsta aos an-
n.iri* ios que ella n.esma tem feito pelo Dia-
rio de Pemambaco para que uinguem
compraste ou bp tecs>e urna casa de um
andar na ra das Trinxeiras D. aa de que
sem [_-eijo ae diz dona L.abel Goncalves Pa-
redes, lespo-ta quedecerto uo hadada*
poi esta uiulber mas pur alguem em seu
uome, decla>a que esla resporta he fal-
sa, uu alias UKutirtza porque semelbante
mulber nunca tere pleito algum com a
annunriaiile pelo Carloiio do Esciivio
P'erreira, o que Uouve por esse Ca torios
all existe foi euma execucio de um ore-
dor do cazal da annunciante, q-e poh"
rou a mencionada casa, decahtndo da P*"
nhon em giode Revista, nio prque ae
obstasse tal Paredes com teuiacomPe*

MPLAR ENCONTRADO



D I U O D K P E R K A MIIUC O.
I

1
tnl embargos de-tr<'eira f-rnbors, mas
pela nullidsda daacco que precedeo a cx-
ecucio, eq e juera qui er pode ver no
referido Carloi io de Ferreira. Dolara a
annanciaute, qoeo inventario de scu ca-
rl onde nio Go-Calves Paredes loi futo coila citaeo f negocio de venda, na pairada qtie vai para
iesu, u de sni riibns e genros (oto para
o corojo como para a partilha, que loi
julgsdasem opposicio de Paredes (Va., co-
mo lu.loet pattnte noC*rtorio doEscri-
o d O Ij desta Cida.de, hem nices-i-
9 de Poi loguezes mal i eiros de queco so-
mi* precisa e uro peeci-ado a tal Par-dea ou
juera por ella pretende vvodvr o que nio
iio *eu. ltimamente a annonrinote tem
prevenido qualquer incauto qoe prcten-
dease alguna negocio com aquella rasa,
entretanto quera pesar cii.io a comprar
le -a o drsgosto dea perder.
tP^a ['; n bimvm de boos costuenes sa-
ben jo lar, erecrvverse <-i--rt-e riesta pra.
ca para oaixeiro de venda, padaria arroa-
xem de assucar, ou para outro qualquer
negocio : quero preciar auaumi* a sua
morada p*ra ser p fjQ^ Rga-se ao S-ir. Agnstinbo llec-
riques da Silva, que baja de examinar cora
attencao, e irop.irnalidt.de as causas que
S. S. um ilestf> dias ieceb'0 pira desem-
patar, pois coosti que es Arrematarles ja
cootao cora o Veode!h> eu na Patroua ;
ensinar alguna meninos, dirija-ac a ru*
das 5 ponas roja de fasend* D. l8.
flh Aricndd-so dois sitios cora bia-
tanteo arvores de f. acto, con terreno p* l-Jtaatg
re plantarles, e.baixaa para capirote
lambeta um casa sem bulo prrpria para
alo Ifie ruga
O A migo da Jutstiea.
'J^f* Preciea se a!q_ar urna cusa terreo
ou sobiadiulu p. n uma pequea familia,
no Bairro de S. Aatonio, e pagaodo-se 6
intr.es adiantado (nao ex.-edendo de 7 a
)# r*'0 5 *1u BB brer dirija-se ao Quar-
ul da Policia a f-llar com o A pdanle de
Ciruigis, ou annuocie.
fjcjr Pieciza-se c'e um caiseiro para
renda, sendo Portugus pequeo m-
lhor : no atteri o do lo i- vis11 D. 31.
K *nr D se tt 300$ reis a premio com
hipoteca, ou boas Brutea : na luja de re-
lojOriro roa do CabugD. 6.
lajao Na rui d'Alfand^ga velha, ao p
da Fabiica defonilairu do Sur. Haa acha-
ae eslabebeido um esrritoi io a oe|!e *econ-
tinua a tirar Pd.sapoitea para dentro, e
'ora do Imperio, lolbts corridas, Guisa de
gneros Re* abortados, e disparhoa de Na-
vios, estrangeiros e Brasil, r s, lado rom
milita pre-teaa e brtvidade.
*W Quena precisar da) um rai*ei Brazileirode boa t onduota, tem bastan-
te pralica doi negotioj do commoieio;
quero delle pr.ci.-ar prj arjntem, loja, tu
roa, dirija-so a Pnci da IodepenJeoiia
n.3a.
IflP Na i ua das Agois verdes no sobi a-
do sonde rnortiu o Ooator Oaria, h urna
ama de kite parda cativa rom milito leile;
quema pe tender dirija-se a mesina ca*
para tratar do ajuste.
?flP A pe>soiquesnuunciou no Diario
de 8 do cvnenio prensar de lies conloa
de rene prea o um boas fi tn,s, quereo-
doum corito eduentos mil icis, dirija-se
a Botica da rus do Vigaro.
jsaa Precisa se de 6 a 8 g legos thega-
dosaecentementeaebtap.act, para fet<,
eoutros servidos era uro Engeuho peno
doataCidade: na ra do Vigaio casn de
Eli sCoelho Cintra, a Iratdi- com Nuno
Aflfooco de Mello.
afl^ Pranta Se Silva, declaro que lem
mudado a firma do armaacm siti na ra
d'Alf .udega reJha n. i para Hilliday Kvl
ley &. Corap.
tap D'uma dasjaoellas da i. cata do
afteiro da Boa-vista, fui saeodida para a
ra urna chave de borra, e foi apar.bada
por um aolatobo tegundo s ioformaed-
ea : dio se boas elvicaiae a quea a estre-
gar na mearoa cana, vu na ra do Vigaiio
in cas de Joie Joquim dos Reis.
jsV Quem anunciou querrr aer ana
de ca^o, que nad teoha familia, di i a se
ra do Noguera la^o do Sul D. 19 caa
vside defionia d'atn porta6.
yff Precita a de quatro oentoa da
reis a premio por tempo de um auno, df-
du-se por hipoteca casas livres e dtsemba-
raeadaa nesta praca : na roa do I.i vramen-
to loja do Herculanu Joto de Preitat.
WW Quem precisar ds um Brasileiro
q us sabe bem Jar e esc re ver, e principios
de gramtica portoguesa, para caixeiro de
acrila nesta praoa oufora della, ou para
S. Anua: na tua do Lirrament toja de
faamda defrrite da Sacrlia D. 25; oode
se vende pinos pratos, e verdes de muilo
bes qusli dado p rprtco com molo.
9W Na roa Diieitapadaria 0. i3 exis
le uroa caria que por engao ae tirou do
con eio para o Sr. Antonio Ferreira Men
de Gumartes, tontendo negocios de gri-
de ioteresse.
NAVIOS A CARGA.
Para Amsteidara
aflsv* A Galiota Holaod za Ured en
Hoop: quem n'el la se piopcier car regar,
se podara dirigir a Nuoo Maiia de Seix ra do Vigario O. 11.
ajea* A Laoxa Garop.ira lundi'da na
praia do Collegio segu viagem ao Assu'
coaa escalla pelo Rio Grande do N .rte :
quem na me-roa qaiser oarregar pode di-
rig r->r a mema Lama que perleode a-
bir por ratea i' das.
NAVIO A PRETE.
Fi eta-se pera qualquer- porto do Medi-
terrneo, a mulo vtHeira, e bem construi-
da polaca Sarda S. Jote: quem a peden-
derfretar dirija*i>e ao en c<>nsigoataro A-
dolb S hraroro; ra da Crur. o. 37.
LEILAO.
Lutkan le Comp. fazem leilio de fa
senda* In^b-xaQuinta feua cj do correte
as dez boras pela manhi.
COMPRAS.
Um canario do Imperio muito bom can
tadorj na praca da Iodepandencia n. a.
Wky Uma escrava que aaiba eosinbar,
caer, e engo nar, dirira-se a ra da San-
zalla nova sobrado 0. i3, uo segundo a-
ilar.
Tjr Una casa terrea sendo nos 3 Bsir-
ros deata Cidade, menos ero heco, e nao ex-
rede-ndode 890 a i:000$000 de res; na
praca do Corpo Santo acumena de cabos n.
i, ou annuocie.
VENDAS.
Novo D'ccpari Critico eE'ymologt-
codaliogua Portugnasa, compreheo.ten-
do: |.a lodosas vorabulaada lingua usual,
da quaes matossenioearoutiio em Blu-
teau e Mu aea, com a deoicio clara e o n
cisa de cada um e anas diversas accepc6?s,
justificadas por citaooes d. a autora cUssi-
cos quando o Caso o pede ; a.* os ter-
mos os rniis usados de acieocias-, anea e of
icioa; 3.* os maia notaveis termos anti-
gua e obsoleto* cojo conbe. imeuto he in-
diapensavel para a intelligencia dos docu-
mentos ; 4.* a >ynonimia, com rti xdes
criticas; 5.* a elymologia ansitica de
todos os terms radicaes, expondo osen
lido iig roso d.s laias primitivas latinas,
gregaa ice.} 6.* oa prrfixos, suOixos,
desinencias oa Ierm>n*c6es analysadas e
explicadas; 7.* obser vac es sobre a ortht-
gr.tpbia e pronunoia dos vocabulos; pr<-
cedido de urna introdcelo Gramatical.
Per Francisco Solano Constancio : na
Praca da Independencia loja de livres de
livroi n. 37 e 38, e na ra da Crus do Re-
rfe casa de Elias Baptista da Silva, dtfron
te de Aotonio Jeze de Amorim. Palo pro-
co lajjjjoo reis.
J9* Urna ciDoa de amsrello cora 3a
plmu&ptoi r fpj;iiiniea{ Vingena de Gnllivar, Oiaho
titxo, Luiza ou a Cabana 110 Dizerto, o
s PaixScs, Carlos e Mari Novel-
"iTKfplla, Emilia de Tourvdle, Carolina
de Lnasgcs ou as conilcdss da ami-*ade,
Noveilas nova.", r*ssa-lempo Ditertidej *
Aventuras de Loiiaodio : na roa Oireita
padaria 33.
tjqp Urna morada de casa terrea com
muitus bons cemmodos para nma amilia,
delronledo oitio da M..iris de Saulo An-
tonio n. 412 : quem a pe tender dirijas*
ao beco de Joo de Uirros n. 5i, pritaeiro
andar.
f/V" Pap.-I pautado para muxict : na.
ra da Madre de Dos loja dafconte'do be-
co do Encantamento.
*jqp* Um esersvo do gento de Angola,
de idade pouoom-isu menos de 15 a 1$
nnnus : no pateo doTeroo loja O. 8 das 6
boias al a 7 da manhi.
flp* Urna eacrara de an anuos, sabe co-
r.inhar, engomar, co.-er efas lodo o sev co de ama casa : na ros do FOgo ). 11.
*JQav* a cav.illos abzSes um muilo novo
e bom cari egador, e otro al serve para
cairo ; na Praciobs do Livrameuto loja D.
19, se dita quem vend>.
*flr* Bata'as por prepo commod, e ar-
roz de cs' a por 5$760 o alqueire e tam-
bera a retalh : na ra do Colb-gio D* 6. '
WW Duas partes do i-obr^do da esqui-
na da roa do Palacete, qde foi do tinado
Miguel de S una Fon le* : na ra do Ara-
go D. 5, a fallar cem o berdeiro Cosme
Vicente Ferreira. ^.
eay 2 bincas de Anqico modernas:
na ra do Rosario venda D. 11, ao voltsr
para o Collegio.
ajraa [J,r, paps-eapim muito cantador
com sua gaiols de anime, um canario mui-
lo bom, e um lucudo : detraz da Maiiiiv
da Baa-vixla n. 10.
*rj*" Um escravo m o lato bem apessoa.
do, piopiio para pagem, en leude de com-
nba e de ser vico de casa, e tem principios
desapateiro: na rus do Vigario n. 16.
i"* Aoitavae meia partH de um Bri-
gue Escuna denominado Coringa, emhan-
deiado em porlugres; quem o perteoder
dirija-se ao lrgo do Livramento loja de
couros e miudezss i3.
VW Um corresme de lustro com o e-
psrelho doiarado : no beco da Floranlina
D. 5.
VbIT* Urna canoa de conducir apoa, que
leva 4(35480, sendo o caneco a not< m, em
omito b.m e.stado : na loja de tenagem ao
lado do Corpo Santo n. 69, se dir quem
vende.
a?" Um sobrado em c bp proprios ns
principal raa da Cidide d'Olinda com
grsnda quiotal mundo, e terreno no oitio
fiara 3 grandes propiedades, bastan te are-
jado, e de xcr lente vista : na mearas Ci-
da ie ra de Msthias Ferreii a D. 44-
IW Dur-s cabras, ema coatuu a da a
criar menino, e ouira parida a pouco t^m-
po com bom leite : na roa Direita D. 32.
W Ve'ode-.-e oa troca-se um sitio no
I-igar da Agoa-fria leamo da Cidade de O
I nda di-lanli- da meirua rneia legos ; qde/n
per tender por qualqatr dos aegecios de
venda, ou troca por propriedade'* de cafa
aeata Cidade ou memo em Oirnda pode
dirigir-te a Jote da Silva Bregfe no Recife
roa da S<-zal relba a. ao.
la^a rjm negro de angola, meao de Jda-
lede 20 a 2-2 abno?, mu lo robusto: na roa
da cad> ia lo Ricit'e 0. a4, no priu)iroan
dar deb onte do Escritoria do Lui2 (romes
Ferreira.
a/9>> Um casa terrea principiada na j
rus da Al gris no Borro da B.-s-vi-ta com
bastantes materrtes pra a coatinoca6 da
mt-sma, e a maior parle das obras de 114a-
deiras ja leitss : quem a pi tender dirija
su ao bri'O da praoa da Boa-vi ta D. 2,
loja n. a onde lam bem arba5 -se a v^ri-
da Conttiluioio e Cdigos Ciimiotl a do
Processo em diversos formatos, encader-
nados, eeinbrocbura, por pn cus com'
iiiodof.
ICst* Do partes je um sobrado << .0-
tio naaspuina do rabeete que foi do fina-
do Miguel de Sou/.a F-.nle-i a follar e uo- dos F.cdeiioa, ra do Aiagu D. h.
jflpP* UtB* sTrrt;aea*o de m O'il que is-
la va armado a escuna da do,n g bi*s coru
ledos 09 aeo. perieO'as ero bom stado se-u
Iba fnlia. piano t -im, p-p qualqaer b>i; u.-irr. o uo um lar per.
I'tictu.tc a msiii
dar
S'.- rur
prego mu cvunuol", qutin pe 'e<;. 1
procure oa fabrica de r.-p atr.i i)., na
teiz rfa Boa-vista.
^jjp^ Anoade sopeiior qualdade che*
gado de Maraiibiernaacsia prec de dois
mil ri. cada arrob, e da-te por preco
commodo quando a po- co de 5 e (antas
tacas que txis'.e na fueMna casa cima.
KSCKA VOS FtJOIDOS.
No dia 3 do correte miz pel^x 8 hoces
da manli pouco roas ou meno- ug esciava di> gento de Angu a de nome Jo-
anua, deii>de de a> unos p>uco mau
on menos, cuja cscisva foi mandada da
ra da Florentina comprar urna pouca de
maoti-iga cleite, e nao voltou mais; a dita
escrava veio de Maceio' ha um me?, pou.o
mais ou menos, e loi comprada Manuel
Joze da Carvalho que negt ceia para aquella
Villa ; ella de estatua ordiuaiia magia
beicos grossos, e tem um geito na boca do
lado e.-querdo ; tem maicasda sua larra nos
hombroe costas, e giguees de ftidas que
lev., pouco nas perns,; ella bv(.u vesti-
do um vestido de chita azul claro rom ub-
res brancas e pretas e um pao d.< costa j.i
bastante uado; luloda probabdadeque a
dita negra e,i acoitada em filgama ca-a na
mundo novo, por tanto o senbor d'el'a pro-
testa haver de quem s tiver acoilado o cus-
toda dita negra, e mus prejuizos que da
sus faUa Jbe resultaren-! ; e sa a pessoa
quea temocoitado pe tedder cmprala o
Snr. d'ella est promplo a faser qualquer
eoutracto tendente a esse fim ; finalmente
quem p.gr a dita negra ou d'ella tiver
noticia podedirigir-sea ra dos Quartea
por cima do isni. Manotl Antonio deJezus
i. andar que recebei entreg da dita
negra 50^)000 reis.
9P3h Mo dia 5 do correnle mez de Mar.
calugio.a escrava Romana, crioala da ida-
de de 2i anuos, estatura b-ixa, cor fula,
testa pe mena, cheia do corpo, e algum
tanto biiriguda, levou vestido dechilaa-
zol.epano da cost> ; quem de ti esciava
t ver noticia entenda-t*. com seu Sur. na
ra Oireita casa de d-tsaudares por cima
da botica da Ignacio Nari da Fonceca D. r 1
que ser recompensado.
Jflp Quajquer capitoo de campo, ou
outra quilquar peasoa, que conhecer o mo-
lequue Adselmo podera pega lo, pois que
anda djr.oute de caz.i ta vadur;o u^ ra a
maisde 8 dia, e o entregar na ra Velba
da Boa-vjsi* eobrauo do um n^iac D. 16,
esei gralicado.
u
Tqboq da mr* nem$ n tt 10 de
rerna'ubuc.
HdT Zapatos de seohora de marroquim.
Doraque, e setiui, ditos de meninos, bo-
tius para ditos tanto de Lisboa, como
f aoceset: na praca da Independencia loja
n. 4 e 5.
WP* lima prt-ta, boa vsndedeira e cd-
pndeira, e sabe.lser todo ser vico de urna
casa: na travesta de S. Joze O. 18.
. 99* Sabirio a luz as Primeiras Linhas
sobra o Fi ocesso Civil em quatro temomos
imprastos na Typographia de Santos e C
em bom papel, a lypo novo. Vendem-
se na ra da Cadeia do Baro do Recilfe
s
1-> Jago oda
3-T:
5S:
6^-S: l
a
Manhi.
- 18-54
' '-
m
NOTICIAS M ARITIMAS.
Navio sahido no dia 8.
Liverpool; Barca Ing.Marz, Cap. Wil-
liam Llcyd ; a qual sabio para acabar de
car regar no Lmeirio.
putiaj., a tip. qb M. F. Faria I&37.
MELHOR EXEiV
_


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EU6BDPDOE_CB257R INGEST_TIME 2013-03-27T15:23:24Z PACKAGE AA00011611_02601
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES