Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02571


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Full Text
A>

ANNO DE 1837. SEGUNDA FEIBA

27 DE FEVEREIRO N. 46.

M. F.da Fa>i>. I8>7
das da semana-
97 SftrnoHa S. Leandro rr. A mi. dos .luiros do Cr.
de m. e de t. sea. da Ttieaourana Publica e
Chae, de t.
58 rere 9. Romao *b. Re- de m. e aud. do J- de
0. de t.
1 QiiHriH primeiro de Marco S. Adriao M- Ses, da
Th. P.
2 Quinta S. Simplicio M. Re. de m. aud. do J do
C. de m- e Ch. de t.
S Sexta S. Hemetcrio M. ssao da Th. Pul), aud-
do J. de O. de t.
4 Sulla, i o S. Casimiro. Re. de ni. e aud. do 7.
(I. de t. em Olimla.
4 Domingo 4. da Quaresma S. Theofio b.
Ttdo afrora depende de na masmos Ha usna pr
de una. uioderacio, e energa continuemos cun
principiamos, e eremos apnniados (om admira-
Qo cutre aa Nac.oes mais cultas.
Proclama,; da Jn.mbUa ral ala aTraill
8ariscreve.se a lOOOrs.mensaes pagosadiantados
nesta Trp<.grana, ra das Cruces D. 3, e na Pra*
Ca da Independencia S. 37 e 3J : onde se recehem
correspondencias lega usadas, e annuncmsi nterin*
do se ente rrstis sendo dos proprios aasifiiantes,
indo anaig-nados.
CAMBIOS.
Ftocreiro 25.
J-iOndre 31 a JW D. Rl'fNM l crd. ou pra'.a
JOpor cinto de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|n premio, por metal, Nora.
Franca $55 Ha, por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedas de 6..400 I3..000 1.1.,200
h .,000 6T00a 68O0
Pesos I, ,410
Premio da prata 50 p. c
., das lettras, por mee I '.' por o|0
Cobre S5 piircento de descont
PARTIDA DOS CORK ROS.
Olmda_T..d > o das ao meio di*.
Ojiara. Alliandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma
masRiiape, Pilar, Uea. de S..Joo. Rrejo d'Area.
Rainha, Pombal. Nora de Suma. Cirtude do Natal.
ViMasde (loiaiininlia. e No da Prineeta. Cidade
da Fortaleza. Villa Aracat, CaaCavel, Canind. Granja, Irapcratiia.
g* Bernardo, S. Juo do Principe, Sobrar, Nota
ElRer, Ico, S. Matheus, Reachodo sangre. S.
Anti uki do Jardini, Quexeramnhim. e l'arnahi a
Segundase Sextas teirn ao meio dia por va d*
Paraiba. Santo AnioToda as quimas l'cirat >
meio dia. Garanhuhi. e Bonito- nos ilias 10 e H
de rada me* ao meio da. Flores-no dia IS de
i. Rio For-
rada inex ao meio dia. Cabo. Serihbacm, ,.
nioxo. e Porto Calvo- Boa ilias I, I) e 21 decadn
niex-
PARTE OFPICIAL.
I 1 .11
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia a3.
OFFICIOS.
Ao Commandante das Arma*, commu-
Dicdti \o llie que lir5 seo effeito as dia-
posjc6es dos dous offic< s que I lie Pora 6
dirigidos em dala da ao, e a do crranle,
acerca das nomeaics do Alfeies Francisco
Murquas da Silva para instructor do
Bdtalhs.5 das Guardas NcionaI de Gura-
uhuns, edo Tenente Reformado Mano*
el Cavalcaote de Albuquerque, para Ins-
tructor do Batalho de tfazareth.
Ao Commandante Super.or das G.
N. do Rtcfe para providenciar, sobre
oque do oficio que e Ihe envia repre-
a nta o Iospector da Alfandega a resprilo
dos Empregadoa d'aquella Reparlic-6.
Ao mesmo, para mandar dispen*
ir dooeruico das G. N. o Guarda da
primen a Coro pao h a do EsquadraS de
Civallaria deste Municipio, Manoel Th.-
maz do. Santos, que se acha Horneado
Commissario de Pulira.
Ao Co.onel Chefe da >ga5aa .
N. de Olinda approvando a Propga ,
q' acompanhou o seo officio de 16 do cr-
reme dos offici es qUe faltar, 5 para o
segundo Battlhad da mesma Legiad.
Ao Coronel Chefe da LcgiaS das G.
N. de Serinhem, comrounicando-lhe,
que 6ca sem effsito o officio, que Ihe foi
dirigido em 2o do correte aobre o Te-
nente Jos Antonio Pinto, o qnal deve-
i.' seguir quauto antes para Nasa.eth,
e apreseiitacse ao tespect.vo Chefe na
Legiaq afim de instruir um dos B- Ihoes di mesma, conforme foi determi-
nado em ollieicio de Sude Jan-ico proii-
roo paasado, noqrjal lambemse Ihe om-
niuiiicuu nomeaq.S do Alfere Anionio
de Holanda Gavalcante de Albuquerque,
para Jnlructor do Batalha5 de Uona.
3 Ao D ector da Gollegio dos orfds,
pata remelter enm urgencia a informa-
ba 5, ecircunstanciado relalorio do esta-
do meimo Estabelacimento, que Ihe foi
exigido un o p. p. mei.
A Administracio doa Bens dos or-
laos exigira o com urgencia a i rj forma
ci e relalorio cirrunslaciado do estado
e gerencia da Aroini-lracio doa bens, que
Ibe foi cunads.
A Commissa Administradora dos
Iv-tabtlicimcnlos de (aiidadc, e exigin-
docum uigeocia a iiiformaca& e circuos
tanciado rellalorio do e-tado dos mesmos
K-.labelecimtntos.
PORTAPIAS.
Ao D'rertor do Collf gioa dos OrfaSea,
determinando a vista da sua represaota-
Q16, e da inforniaga a reapeito dad* pe-
la Administragio d<>s Bens dos Oifads,
que o v. denarfo da Cadeira de Msica vo-
cal e in-tnimtnial aaja eltvarla a 600$
13. e que i^ual ordena.lo lenba a Ca-
deira de Geometiia, e Mecnica applieada
as Artes.
A Administrado dos Baa dos Or-
laos rominiinieando-lhe O conteudo na
precedente Portara.
DIVERSAS REPART1C0ENS.
n.
ALK'NDEFA DE PF.RNANBt.CO
As arremstacSes por Alfandega, annun-
ciadas em editaes de 18 de Outobro do
annops8.sadot publicado em i9 do dito,
e annuncio de a9 do mesmo, continuad
em Praca de a7 do correte.
Alfandega de Pe nambuco a5 de Fe-
vereiro de 1837.
O Inspector interino.
Ja come Gerardo Mara Lamachi da ,
Mello.
CORRBIO.
O Pataxo N. S. do Livramento rrce-
bea malla para Angola hoje ij do cr-
reme asi 1 doras do dia.
O Pataxo Santo Antonio recebe a ma-
la para a Babia no dia a8 do oorrente as
ti horas do dia.
MESA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. a4, algada
pasaou a 8$o.io ra.
PREKEITURA DA COMARCA DO RECIPE.
Parla do dia i\.
lllca. e Exm. Snr.
'lVnho a participar a V. Ex- que a ra-
qui ija do Promotor Publii o Interino 4'
esta Coiuaira mandei tirar de Bordo do
Pataxo Nacional Vanos, que tero de se-
guir viagem pai.i o Porto deMaranha,
o pardo Fstlippf1, esrravo de Dona Joa-
quina Mara Pe reir V'ianrii, por ter si-
do vendido e embarcado por vinganca
para fora da Provincia ; e que das parles
rerebidas tiesta data consta qu<) foram
presos e ecolbiJ"S ao Cxllab toco do
Corpo da Polica, d'onde tiveram o con-
venante destino, os individuos seguintes
Francisco, prvto, escravo da viuva do
f-leicido Bernardinu de Sena remett'do
pelo Sub Prefeito da Fregaesia de Si oto
Antonio* por e-ur a insultar as familias;
ama preta remetlida pelo Comrnis-ario
de Polieia do Destrito da Estancia, por
ser enrontiada teca de-tino e nao caber
diser qoeni perlence; Jofio, preto, es-
cravo de Manoel de Carvalho Medeiros,
remetido pelo Notario da Fregoezia da
Boa-vista, por crirne de furto, d que sa
procedeoo oompeleme Autof; Jos Germa-
no, Soldado dd 8. Cumpauhia do Bata-
Ih5 7. de Cassadorea remet lo pelo
Sob-Prefvito da Fregnesia da Varzea, por
aer desertor; M..nool J.is, rreon'o, soltei-
ro, rvraettido pelo mesmo Jjpb Prefeito,
por estar nascirenostancias de tentar pra-
ca; e Julo Evanges'a, tambem creoulo ,
remetitdo pelo Sub-Prefeito da Freguezia
de Maranguape, pelo mesmo motivo.
Nada mais consta.
Dos Guaide a V. Ex. Secretaria ds
P.eleitura da Comarca do Rfcife 24 de
Fevereiro de 1837. lllm. e Eim. Sor.
Vieente Thomac Pies de Fgueredo Ca-
margo, Presidente da Provincia Jo-
le Carlos Teixeiia, Prefeito da (Jommar-
I
Parte do dia a5.
Illm. e Enm. Sor.
Das Partes r- cedidas nesta Prefeilura
consta nao ter havido novidade.
Deo. Goa Prefeitura daCommarca do Recife a5de
Favereiro de i837. Illm. e Exm. Snr.
Vicente Thomat Pires de Figutredo Ca-
mai-go Presidente desl* Proviocia.* Jos
Carlos Tliexeira, Prefeito da Comarca.
le. O Jury achon mntora para a eccu-
aacad.
Dito contra. Petiaberto Corris de Mello,
por crime do espon-abelidade. O Jurj
icliou matrii para accusac<<.
Dito contra Antonio Correia de Figue-
redo p ir ci me de faca de p nta. O Jury
achou miteria pira acruiaca.
Sumario contra o crnalo F;-li- de tal
Datatral da Paraiba. O lurv arohu ma-
teiia para accuz.aca.
Denuncia de Ignacia Francisca da Con
ceicad, contra o cebra Luco escravo di)
Con vento do (."armo, por crrqe de clfen-
sas gravis, feitas n'utna es r.in da De-
nunciante. O Jury achou materia pira
aci us'ca.
Denuncia do Promotor Publico con-
tra Joad Afooso Botelbo e Jacinto Al-
fonso Botelho," pelo crime de moi le frita
no P01 lugaez Joa5 Soures. O Jui y achon
materia p^ra aecuzacio.
Sumario contra Miguel Antonio doa
Anjos por crime de ferimentos e rouhos
feitos so Vigario J. ao Antunes Torres.
O J<" y arbou materia paia aecusapa.
Sumario contra Joa5 Manoel Ribeiio,
por crime, de faca de p rita. O Jury
achou materia para a aecusacio.
Sumsrio contra o preto Antonio por
crime de faca de pona. OJury achou
materia para acensa
Sumaiiocontra ocabo do stimo Ba*
talba de Cassadores Manoel Francisco
Mure*, porciime de amaras, e resisten-
cia. O Juiy nao achou materia piri av*
cuseC'd.
Jury de Senlcnca
Saturnio contra Ji.sc dos Sintos, par
ci me de fe imentos, e Uto de laca de pon-
a. Foi condemuado em um mnu esetto
meses de piisad.
Denunra de Jos Mana dos Prasere*
contra Manoel Pedio de Medeiroa poi
ci me de arm^s curias, ten la ti va de mor-
le. Foi condeomado em quatlo annos, a
oito meses d* plisad.
Tribunal do Jury.
ScstaS dos Jurados no dia
Jury de Acruzacn.
23.
Stss. do dia a4.
Jui y de a< cusicaS.
Sumario otitra o Alfots Barnardo
Antonio ils Silva L mb", por crime de
marte, e roubos. O Ju y achou mata-
ra para aernsaca.
Dito ceavtia o dito, por crime da mor-
Denuncia de Miguel Ferreira de Mfi-
lo, contra Fr..oci.-co Rib.-iio, por mim
de ftiment. O Jury achou materia pa-
ra arcu-aiaS.
Sumario con'ra Felippe Neri, e Izido-
ro Francisco Lopes, por ciiroe de leu-
meutos. O Jury achou materia para ai
cu/aca.
Denuncia de Madama Saint Martin con-
tra os pirtos Joad e Manoel, c-crav.s da
Jos Carlos Teixeira, por rima de roubo.


DIARIO D R PEBNAMBUCO.
Ojlury achoa maluia para accnsaca.
Jorv de Sentenca.
He. m o vindo do Juy da Comarcado
Bonito por caime de niorte. Reo Jase Al
ves da Cruz. Foi abselvido.
Sumai o contra Luiz J./.e de Barres,
e Thomat Jos de M II, por crime He
faca de pona, e fe rmenlos. Foi Vol-
vido o piimeiro, e condemnaio o 6tgun-
do ein 7o dias de pi sao.
Tiibunal do Ju
urliuii'.
y da Comarca de Ga-
llito, e Exm. Sr.
PalacipO a V. Ex. que no da a3 de
Janeiro, prximo passa lo abr nesta Co-
marca a lss.10 dos Jurados encerrei no
dia 28 por nao btverern rnas Procestos
a seren ju!g*dos.
Junto apieenio a V. F.x. a Rellac.6
dos criminosos, qu Lram julgados na
pres nle Sessa.
Dos Guarde a V. Ex. Villa de Gara-
nhuns a de Feverciro de 18.7. Illa), e
1 ira. Senhor Francisco de Paula (avo-
cante de Albuquero,ue Diguissirao Pre-
sidente da Prouneia. Joa Paulo de
Ca taino Juiz do Cvel, e Inleiitiodo
Cimtda Comarca de Garanhuus.
Relac&S des Reos que foratn julgados na
Sessad dos Jurados, que teve Tugar na
Couimirca de Garanhuns desde o dia
2 j, a' o dia 28 do me/, de Janeiro pro-
simo pasas do.
I. Mara Theresa d Conceiffo, par-
da viuva acusada de ter manda-
do matar o marido : fii julga-
da rom materia paia acu>aca : e pelo
Juiyde sealeoca foi condetunada aires
meses de pristo.
Nao me corfjimei rom a dfcisa do
Juiy p-rse nao ler imp .-lo a R a pena
declarada na lei, einitrpuz o compelen-
te recurso pava a Relaca.
a. Tberesa Mara de Jess, India vi-
uva accozada de ler moilo mu filha da
idade de quatioannos com luib.no cas
ligo: foiju'gida coro materia pra aecu-
saca : e pelo Jury de sen t rica foi demnada a dous auras de pris-. Con-
fortne me rom a deciatd do Jury.
5. Josa Vicente da Silva, pardo,
casado, aecusado de ler silo enci>ut rom liuma faca de pona : l'oi ju'gado
com materia p< iy de Sentenca fui juigido >>em crimina-
lid de. Confarniei-me com a dn 1 ao <1j
Juiy.
4. Jos Vctor! uo da Conctc 5 An-
sela 1 pifto, ia.-ado, seus boa, e tii-
lpilos, aciuzados de t rem qutima lo um
lossado ero trras, que lhs nao per-
tmeia ; loia julgados sem materia para
bccuzata.
5. Manoel Pereia da Rjxs, pardo,
ol'en o, secutado de t< ntar por muios as-
1 ociosos soltaros piesos da Cad-ia deba
Villa, e ter sido encontrado em urna das
Sallas da Cunara com orna faca de ponta,
e hnm formad, oculto para o rxe-moiiin :
foi julgado com materia para accuzac.;
epeloJu y de sentenca foi condemnado
a quinzedias depiisa, e multa corres-
pondente a metade dot mpo.
Nao me conf>rme com a decisaS do
Jtny porse nao ter imposto ao Reo ape-
na oeclarada na Lei e inlerpus o com-
petentb recurso para a Relaca.
. Theotonio Fere'na da Sila, bran-
10, c?saJo aecusado de queier peilar al-
guns soldados do Destacamento para a
soltura dos presos da Cadeia d>sla \ il-
la : foi julgado tem mateiia pa aecu-
taca.
n. Joaqu m Jos de S.rita Auna, pre-
to tolU-iro acudo de ter jurado falso,
para a ahsolvicaS da Re Mara Tberesa
da Conceica : foi jugado com maloiia
para aecuzac ; e pelo Jury de SPwlen-
ca fui condemnado a dois meses de pri-
sa e mul'a correspondente a matado do
lempo. Conformei-me com a decit-a do
Ju y.
8. c Francisco Antonio Bi-erra, par-
do, soluiro, ecciis-db de ter jurado falso
para a ab olvica da Re INI ai i a Tberesa de
Jezus ; fui julgado com materia para
accnsicaS ; e pelo Jnry desentenca : f> i
< oridcinna lo a (mis m-ses de prisao, e
multa correspondente a melada do lem-
po. Conformei-me con a decsaS do Ju-
ry.
Villa de Carabuns a de Fevxrero de
i837 -
Carvalho.
para em Cons. iencia absolver a quem I governo papular mas bum giverno d 'E-.
ella manda punir ? No ser islo hum lados bum ^oierno f >rmado de soher.
peijuri.? Demais, no'Brasil cuja fraque- nias indeuendentei. Ha por consegun('
ca das Le, ci>j< lian dura das penas to- ridiculo dar a bum tal governo o titu|0(|
dos reconhecem, no Bra-il onde a impu- governo do povo.
nidade tomou oassenlo da JuctQa pode
haVer e*sea rectios do mal proveniente d*
punicio? Nao Snrs., muilo pe. contra-
rio, o Hiasil sfie males e males incalcula-
veis por ha ver o nico Tiibonal de pe-
nitencia uzu.'pado, e ai rogado a si o po-
der de perdoar. Snrs. nio ju'gueis que
sou imxoravt-l, e que n.e.!. ro com os ma-
les da umanidade ni >, como homem de-
ploro e lamento infoitunios, de meu pr-
ximo, ni' romo Cdadfo e Religioso que-
ro ver punido o crime e castigado o er-
ro.
Releva p-ir tanto Snrs. que vos nfodei-
xeis fascinar pela* bonitas dootiinas dos
Advogado?, que rrspeiteis a L i punindo
o verdadeiro culpado e aqsolvendo o re
JCRiDOS.
Snr*. Jurados.Obrlgado pela Lei
3. ait. 4i do Cdigo do Proceso a ins-
truir-vos de vossaa cbi ig.cc-, en nao pos-
so deixar pascar sem reproxe ideias naste
Tiibunal assoalludas aiteira, e alambica-
damenie, que nos podem seduxir e rom-
prometer. Tem se dito que os Jurados
sao Juizes de contciencia, da qual podem
uzar livremenle 0' condemnando, 011 a-
beolveado o
mais conveniente, poique das penas, assim
como dos delictos, resultan malea Socie-
dxde; eque por tanto vos as deceS->s
das c.u/.a.-, se julgardes em contciencia que
hemelbor absolver, que condemnar um
Reo, o podis fazer. Sms. en lemi qui-
do seemiiiro semelliaritc* doot inas, mas
f lizmente ellas nao reper otiraS im vos-
sos 011 vidos ; e eu vos ou mostrar em ro-
mo nao tem a'guma app'icag.5 para vos.
Snrs., es-e preconUaJo poder de rom.-
ciencia que se nos atribue nio lem tanto
elasterio, rilo de^cricionionario, qne vos
d um aibitrio assima da L i, astima do
justo e do bone.-to ; qnando no evaiue d<>
facto bouverdes de avallar as provas, he
que as de veis petar n conciencias, para dar-lhe miior, ou me-
nor importancia, mais ou menos p< r. >, po-
dendo entaO obrar o mais bvre, e descri-
cionariamente passivel; potem urna vez
descoberto o fa> to, reconhecida sua exis-
tencia, desaparece o arbitrio c>ncien< io
zo, e l'a'a a Lei que marca sua crimina-
lidade, e .--oi* ad>trictos a d-claia-Io as-
sim ; do maulo modo, sal ido que o ac
cuzado he o autor do facto criminoso,
deveis d em consriencia julgi-lo inocente p siderac5es que a Lei nio mandou alien-
der. Snrs., jvosdisse, e agora o repito,
a Lei tem marchado as circunstancias
teuuantes e Ust fnaiivas do crime : se es-
sas pcis nad sedeiio ao f co, \< nao
podisem contciencia nem modificar o
penar, nem absolver o culpado.
He fardada que alguna criminbales a-
ccnielhad quea Lei com razad se deve ca-
lar quand" da imposica daimpena resul-
tar inaior mal a Soriedade, que do delic
to; mas Sin s. acasa sois vos L pialado
res, tratase de faicf urna Lei crimioil,
ou sls um Tribunal de Ju-tica obrigad >
a Lei exislente? E podis i ciencia atender essas dbutriaas ? N5Sr.-.,
ellas foia desatenebdas pelos uo sot L gis-
ladoresqudo ecreerao es ai la, i4 e 18
e ., Cod. ptn., I de-os pois, I orna i em
conideracio somente as doutrinaa nelles
escripias.
Snrs. he so nos clculos do Poder mo
derador que devemenliar as doutiinas da
Benthan, cssas bellas doutiinas em que
tenho tocado paia se es-ahr a negar cu
conceder a graca : be quando sa trata de
conceder urna amnista que s leem os Ben-
tbans, os Ca los Lucas j e que tio appli-
caveis soas doutnnas, emuito aiiendiveis
para que o Poder proprio prudeolemrn-
le se delibere a mandar sobreestaros pro-
cedimentos da Jutlic* ; e perdoar o cimi-
noso; tegalia ana txeutrica dos TVibu-
naes ordinaiios.
Snrs. qual he o voso Juramento ? Nio
prometis com o te.^emuoho d 1 Divindade
julgar a causa, teodo diante dos olbos
Dos eiL'-i? Ecomosaltir sobie a Lei
conhecidamenle innocente com o que
fnei a vossa folicidade e de no>ot Canci-
dadios, reconheceodo comigo he so da
impunidade donde podem provir irrepa-
raveis males a Soriedade.
J i.-'quim Nunes Maxado.
EXTERIOR.
Exportaci da Inglaterra.
O valor declarado na Alf'ndegadas cx-
poriaces da Inglaterra, durante o semes-
tre 6ndo em Jnilii ultimo, he de mais
d-i'.is milhSas o meio csUrlins que o das
exporlatdes do mesmo periodo no anno
ullimo, sendo as duas somirm de....
a->,ca3,4o7 em i835, e 2a,583,74' ero
i836.
(Paquete do R,Vl.
Montevideo.
Pioclamaca. O General em ebefe (Jo
Exer ilo Nacional. S Mido- TreS me-
tes de campsnba foi io vos baa Iriumpbar darabeliaS, cobriudo vos de
huma gloria imurcbael. Os conspira-
dores que hum dia so alieveraS a insuhai a
magesiade do Pov 1 O iental, pondo suas
maoa saciilegasno sanctuario das le'*, fo-
gera agora espavoridos, bascando no ex-
Irangiio asilo huma existencia mancha-
da p lo crime e atormentada com o retuer-
to e a ignominia.
S ildados A victoria foi O resu'tad >
de vusso pali ioiism >, do vosso val ir e da
vossa d>sciplina. Com estas viitudes, ten-
des Ilustrado vossos no mes, as guerras
dt Indepondencia e da L-berdade ; com
ellas fullea 1 e seris sempre invenriveis
para a anarqua. Suas c bey as est5 alia-
t rj a 1 vo-sas plantas evosa nobre mis
>io est ja cumpri Ja. O estandarte da
legalidade (rem 0 t rri'.oiio da Repblica e annunca por
tod de vo-sos louro Ja na5 ha iuimigoa a
quem comhater. I de agora gozar do tr-
umpho de tantas fadigas, no >o de vos-
S'S familias e a ati^f zer a vossos filhoaj perten^i ao exercito
qu destruio p ra senpre os < b-.-ldes noa
1 ampus de Ca pentai a.
O vosso General vos felicita pelo tiium-
pbo das leis ; e p^r s ; e em nome da pa
ira, vos rende gracat pelo sai-vico im-
putante, qu-_- Iba ha veis prestado.
Ignacio Oribe.
Pbarielpba 7 de S,-i. rabio. A esco-
Iha do futuro Presidente absorte n.-sle
momento a altenca publica. He no met
de Fevereiio prximo que o Presidente do
Seoado proceder a leilura rjis boletins em
piesenca das d iM Cmaras do Congieso.
O numero dos el. lloros he de 29't mai-
oria 148 se nenhum candidato tier ob-
tido a nidioiia a Cmara dos Represen
tantea proceder' eleicad. Cada Estado
dispoem de hum voto : ha actualmente a6
Estados assim a roaiona he de \\.
Esta parliculaiidade da Constituica ,
diz hum jornal Inglet piova, que o
Gorerno dos Estados Uuidoi nao he hum
CORRESPONDENCIAS.
Sis. Redactores.
Cbegando meas mos o Diario 0.04,
pssmei e q uase rilo cieio que a Coa',
respondeocia aella inserida fosse do S
Aratnio Barbota; porque he tio differeai
ta.do facto e lio cheia de declamacSes
quea nio estar aa-ignada por este Senhor'
s m duvida eu ru a leputaria obra sm'
em resposta minha correspondencia de
31 de Janeiro p. p. inserta no Diario n '
25.
N-ga o Sr. Barbosa que eu nio man-
dei voluntat ament a minha escrava Del-
fina amamenlar a sua filha bepoisfor,
cozo convencer ao Sr. Barbosa. Nao esti
ce 11 > quando huma minha escrava de norac
Mara crva filha doS.-nhor Mendooca
(caza de relacescom a do Sr. 11 nboza )a
que por mutas vezes esta e-crava supria
cora leile asila filha a ponto de nio nu-
der amamentar duascriancas e sendo m
sabedor disto mandei por aquella Mtrit,
.-na casa ilartcer lbe a outra escrava
nellina para criar a sua filha sendo o
portador que a veio buscar o Sr. Filica-
no em pregad o noTrem ? Seiistovo-
luntario ou forcado ? SA que eslcer-
to diito porem o seu estado social pi.
va-o de confessar a minha gneros idade.
Recorie o Sr. Barbota, dizendo to sua
Coniespondeocia, quea escrava Delfioi
(emendo ser por mm castigada se Jancou
a seus pez pedindo-lbe sua protecio ; que
ofTensa me fez ela escrava para temer que
eu a casliga-se ? Seria por estar criando
a filha do Sr. B foi criar por o meu mandato : Ser porqut
a escrava nio vem a minha cata para eu
ver conberer do seu estado amezinba*
la no cato de precisar socorrer, e dar-
lhe saude, para que eu nio a perca : por
que nao eslou prompto a trabalhar, e com-
prar eecravos para estes finarem-se* ou
pelo menos cahirem em huma debilida-
de tarde 00 nunca suceptivel de cura-
tivo por causa dos filhos dos oulros ? Nio;
porque a minha e-riava nenhuma culpa
tem nisso e ella nio poda temer de mm
cousaa'guma parque sabido por todos,
que esta escrava Del tina entre tolos os ou-
tros he prelerida ; e que na minha casa
nio se castiga escravos que por is-o sou
as ves-es mal servido : oude pois est este
terror do casligo? Est mente doSr.
Barbota julgando-se a si por mm pos
engaa-se a sua corageni da para po-
teger cautas injustas subtanicamente ; d
para proteger huma a furia contra vonla-
de do Senhor, e d fi talmente para ne-
gar tildo que Ihe nao pateca airoso e
digno de hum Bach !
DitoSr. Baib-za, quea minha escra-
va viera a m nha casa com sua licenc:, por
que fcaudoeu altenuido com a noticia dt
a 90 Judicial prea mudar de seotimen-
tos exigndo ludo amigavil, e satisfa-
eudo-me aomente com a vinda da minba
escrava a minba casa e que o Sr. Barbo-
sa a mandn como prova e documento
do mea dominio \ mas que isso to ni m
foi huma t >rpe astucia fasendo ver que a
sua caodura, a sene ir i la de nio o podi-
io defender datilada que se he aunava ,
e por isso puerilmente cabio no erro eras-
so da en viarme o que he meu 111 *
Em piimeiro lugar peresse que o Sr.
Barbota, pe tendeo Iludir ao Publico ,
nio declarando a hora que a sua S nhona
se dignou enviar-me a escrava ; porque
declara que as 4 horas recolhendo-aa do
Collegio Efeitortl deque he memoro foi
t stemunha do quadro o mais deploravel,
vendo sua familia em alvor.o; a tua fi-
lha em choros wm ter-ae tmamentado
desde a manhia e j em agitacie febril-
Oh Dos de Misericordia, nao permiue
que a minha escrava mona nem adoeja
na rriaca da lilha do Sr. JoaS Arcenn
Barbosa j poique se tal acontecer morra


DIARIO DE PERNAMBUCO.
na
crianca ao desamparo segundo co niega I linhas mal tricadas nt sua estimavel folha
ftllemes-mo na sua conrespondenca 5 que a fim do Publico n5 ficar suspenco a s-
. ... j 1 1. ...., .,.., ...;.i... .o. a _:it___1.______:____^_ _. ________
por d mora de 3 horas era roinlia esa a
!ri,nca dau-lhe feble : se fosse por hum
a a malcinava e tal ver morrea; ten-
do j 18 meses de mama Ora quem ouvir
jjto n*5 dir que be excesso de m-is,
quando a dita criiea tero sua pmpia Mi i ?
Ora aseverando o Sr. Barbosa; que a
esrava veio pela manhi, e que at as 4
horas da tarde ella nio tinha voltado, po-
de-se por isso sopor que com efTeito eu ti-
vtsse usado da torpe astucia enunciada ;
porem desmanchada esta Cadeia era que
pertende o Sr. Baibosa poro Publico a
respeilo do Juico que se deve faier do .-en
procedirnento e do meo passarei a expor
cora desgO'to de ver o seo crdito a tal
respeilo por trra e cobeito de vergo-
oba.
Vendo o Sr. Barboza que eu insista
na vinda da minha escrava, sapoz que en-
viando-ma seria oais cuncentaneo para o
fim que o Sr. Barbosa se propunha 5 veio
a 1 sera va a huma horada tarde, como
presencaiio oa Senbores Padre Lino Jo
xGoncalves de Oiiveira Jo-e Joaquim
do Espirito Santo e Antonio Jos de Fre-
t.is que e-tavio comigo na luje e nio
he critel que huma enanca coro 18 meses
naquelle lempo, e boje cora a2 de ma-
inenlaco cauzase-lhe a falta de 3 horas,
que deichou de mamar semilhante ex-
trepilo era sua casa e que este lempo u-
mco de taita do Lente uzease app eita febre que inculca o Sr. Barbosa ; e
segundo o extremossimo amor Paternal
de S. S. ja vejo, que a sua filha nio se
sustenta se 11.6 com oleite, e que outio
alimento na5 Ibe he propiio e ogeito da
sua proteca com a miuha esciava he de-
balita-la porque be sem du vida que nao
pudendo a minha esciava resist- cora les-
te at a sua filha hir para a esculla 00 to-
mar estado cahii em huma molestia que
a -na cura he du vid >sa e nao .-endo pro-
piiedade do Senhor Barboza (em sempre
a ganhar e nada a perder ; eque dii o
Sr. l5.rl.oza agora veio demanhf ou a
tarde a escrava ? Provado como est que
a minha e-crava apresentou se*me a huma
horada tarde, tem necesariamente ca-
hido por tetra sua palavra a tal respeito ,
is'o he, que a sua iilha na5 estava desde
manhi sem sustento de hite como diz.
Vamos raaisao fatto ; as 4 horas da tarde
estava a esciava em minha cata quando
me vieran talar os Srs. Jos Claudino Lci-
te, e o Afeies Jese Bernardo Fernandos
Gama pednido-me por oais lempo a c5
e-i vacan da escrava, loi conrelide mais a
mezes sol) suas pala vi as de honra e que
no lin? do tempo concedido seiia eu entre-
gue da dita escrava com aquella docilida-
de do meo genio, testemunhas os Srs.
Padre Lino Jo-e Goncalvt-s de Oiiveira ,
Jos Fidelis B.rrozo e Francisco Joze do
Rosario, que stava presentes conced,
e findo e-te lempo esperara a tolla da es-
crava ; porm deb boza julgou que era lempo de por em exe-
cucad a torpe astucia que imaginava nao
duridando com prometer as palanas de
honra de seos amig >s acuzando-os agora
em sua conrespondencia do imprudente
passo que dera pois este Sr. j mais po-
de anouir ao que seos amigos fizera5 por
transtornar o plano de criacad de sua filha,
tornar precaria o merecimt-nlo de sua pro-
teca eoxnvalhar seo biio, e sacrificar a
pobie escrava antes amiacada de castgo,
muito mais agora q' rae demandou ; quem
11*6 v a prepotencia e o o<-gulho que do>
mina no S'. Joi Arcenio Baiboza? Que
Magnta Hungaio! ... Agora penelre a
cauzadoSr. B tar-se da minha escrava ; este Sr. nao tem'1
captivos ( nao por os nad puder ter por
quejq oem tero para forrar a f-rca contra
" Le o escravoelheio, tem pata os com-
prar ) porm na6 achara para comprar
com as habilidades da minba e-crava, pois
cria asua filha borda cose engoma ,
easaboa, e cosinba. Eisaondeesta a Fi-
lantropa do Sr. Bai bosa ; nao be por se
compadecer da sorte do cativeiro da mi-
nha escrava, he sim por o interece que ti-
ra dalla; porque sendo Ibe confiada para
a criaca de sua filha, desfruta-lite todos
estes servigos, que ni5 be mo.
Rogo aos Senbores Redactores queira
fazar-mco favor do me admitirem estas 4
mil liante respeito e prometo nao respon-
der a mais nada visto nao ser do meu ge-
nio.
S >a seu assignante
Manoel Joze Tarares da Silva.
Snn. Redactores.
Lendo na sua Follia de ai deste mes
hum artigo roramunicado era que o n-
tbor se oceupa do despacho do Major E-
rniliano, reparei que elle salvando como
devia a inviolahilidade do Regente, pouco
ou quasi nada dice do Sor. Conde de La-
ge, que foi o Mi ni-tro dispachante, qui
do nes'e, e somente neste Erapiegado de-
he que devem p'gir a destruiga causada
ao vinculo mencionado por a Collonia de
Santa^ Amelia : eis a objeccaSQue n.
auim i-ando a Nacad o abuso, que da par-
te .Aq Governo e da dos Collonos se f. 7. ero
prejuizo da Propriedade do vinculo, est
ella desbonerada de pagar a-, pardas e dara-
nos cansados por es-a mesma destruirio.
Hum argumento de t ompa-aca me pa-
rece ser sufficieiite para fa*er oabir lio
sofistica objecca, p >r a analoga que en-
tre as cousas comparadas existe : lo: se
ofilho ou scravo d'um rico Prop Mario,
embora raesmo sera autorisaca de seu
Pai ou Senhor, lancar mo dos bens do
hum seu pobre e fraco vi-inho, invadir
a sua umilde habitac-, firc, quem neste
caso dere ser obrigado a reparar o mal,
que assim se fiser ? Pens que ninguem
nega que o Pai ou Senhor do agressor ;
logo supplicande esta conrlu-a do raso
supposto ao farlo em que-ta6, direi, que
veria recahir a fulminante censura que
hum lio escandaloso fado merece, e para | embora a Naci n 5 mandarse que o G o-
o que indispensavel era recordar acontec- yerno abusivamente, e infringindo a Lei,
ser irelhor expliracio essa Senhara nao
qui/- consentir, e assim annuncia desde j
que o 1 er,bo Ibi pausado era lecebimaaito
do que Ihe devia o Sr. E'ias Coclho Cintra,
a quem nada deve, enera pertende dever',
eoutros m declara que o receio que lera
nio recabe contra o dit Sor. Elias Coallio
Cintra, e nem anda contra sua mulber
e fiihos, mas poique cora as alleracSes dos
acontecimentos humanos he no-ivel que
sendo acuella caza de Coromercio pussa
paaar a admin'stiai.-s, e ne.-las se admi-
tem diflVentes caixeiros,
deve confiar de todcs.
s, e ninguem se
menlos, que anda nio estio apagados em
nossa memoiia. Convinha por tanto que
o e-ci iptor do a< tigo, lembrasse que o Sr.
Conde de Lages fazia parte do Ministerio
do ex Imperador quando foi levado a for
ra o Capito Agoslinho, rom despiezo de
huma supplica de todo o Corpo de Com-
mercio pedindo o pe dio de pena ultima
desta victima do despotismo, era remune-
raca dodislncto e nunca esquecido ser-
vido que Ihehavia feito, quando o Major
jor Emiliano ento Commandante de Mi-
licias de homens pardos, ai mou em a nou
te de a3 de Junhode i8a4 osseus rom-
hlente-, e com el les em scolta se propoz
a marchar para o B'irro do Rerife contra
os Portugueses ali exi-tentes, desatinden
do nessa occasiio asrogitiyas do Coronel
Commandante das Ai mas Joze de Bu ros
Falcio, e de outros, e at mesrao do Presi-
dente Manoel de Carvalho, pretextando
para assim proceder, a culpa que elle
figurara naquel'es commerriaules de au-
xiliaren! os inimigos da Patria, qu ndo
realmente nenhuma outra haviao comedi-
do que n.<5 f jsse o de terem ajuotado fa-
senita acusta de sua industria, e economa.
Convmha hmbrar qu? o Snr. Conde de
Lage f-zia parte no Ministerio qoando d'
aqu fura5 presos os denominados Ca va-
Ihisias a quem elle conservou em rnasmor-
ras por raaii de anno tem os mande j oi-
ga r, at que hura Oeputado era Se^io de
i8a6 gritasse, e pedase informac-a aoG >-
verno sckie este acto de tirana, o que
produzio a soltura inmediata de todos.
Convinha lemb ar que o Snr. Conde de
Lage foi o Ministro do deshumano reo u
lamento do Cear, quedeu hum esperta-
calo aoSeculo illuminado, a moi tanda le
de mais de qualro centos Brasileiio< sepul-
tados no ocano era resulla da penuria
crueldade com que fora tratados no seu
transporte paia o Rio de Janeiro. Convi-
nha lembrer que o Sr. Conde de Lage, foi
o Ministro que deixou impune, e em per-
petuo silencio o massacro de dusentas e
eincoen'a victimas nvenenadas no po-
ra do Navio ('alineo, fuodeado no por-
to do G'io Para. Ero huma palav a con-
vinha afirmr que o Sr. Conde de Lage
tem sido o Portugus, mais inca nicid .
inmigo ri'.s-o, que tem tomado parte era
o nosso Governo, e depois de taes recor-
dacts, procurar explicar os motivos desta
simpathia com o Snr. Emiliano.
Ser esta materia o objecto de outra
Correspondencia, depois que soubernios
aqu da deri-io do Governo sobre o nio
cumplimento da Patele do Snr. Emilia-
no.
Soh Snrs. Redactores
como fez, Uncas-e mi das tenas do meu
amigo, todava he claro que sendo Eee
seus Agentes ere turas da Na cao ( quera
cria tem adquirido por e-te facto s direi-
tos eebrigac5es de Pai) e obrando em seo
nome, est por tanto Ella comp>oraettida
apagar por E'l'-, da mesma forma que o
Pai pelo filbo familia, ou escravo, os d nos, que causar a propriedade de qualquer
Cidadio.
Quprendo expender algomas reflexe-i
mais acerca deste obpclo, d g>, que ain
da que tives-e orneo amigo justos direi-
tos que resta, os seus pr juizo-, e dado o ca-
so que elles o podessera faser, roesmo
as-ira poda o meo amigo encaminhar,
como fez a sua acca contra a Pgaenda Pu-
bli a, que dtve resp&nder p I >s abusos do
Governo, principal motor, e rumplice
no di :1o, e infraca5 da Lei donde pro-
vea as p idas, ed'innoH, cuja indemni-
sacad pide o meu amigo. E em conclu-
sa Srs. Redactores pergunto se a Naca5
Brasil ira f i qoe autorisou ao nosso Go
verno pira as grand-s, e desnece-sarias
depezas com guerras caprichosas, e com
OQtras que bem publicas sao, e todo o
Brasil sent os seus dos rfieitos; e se
e-sas despezas, ou dividas t- m iido, e con
tinuioaser, ou nio, sali-feitas acu>ti do
Thezouro Publico ? Em abono da minha
opiaiio cima sobre o dever ser livie ao
meu amigo encamiiibar a acc.- de L'bol-
lo contra a F. P., e nao contra os Collo-
nos anda no caso de ler contra estes leg-
timos, e justos direitos c(Tereco o Art. a7
do Cdigo Penal.
Perdoem Snrs. Re iaetores a imperti-
nencia com que to incoramodo Ibes tem
sido este
Seo Patrien Venerado e ob gado
Fele'ajMM Mara da Trodade.
Prenisa-se poraluguel de uro gi|.
dearmaspm em ras legularea do barro
do RectITe : quera oiiver dirija-se a ra
da Cadeia velha D. 45.
1T^ Piecza se de urn homem j ido-
zo que saiba bem esrrever, ler, contar,
e temg na de bons rostumea para o -enio da Co-
rnar. a da villa do Biejo M-dre de Dos
dictante desla praga quarenta e sei\ 1 goas-
quera cstivec nestas ciiconstancias e quites
procure no Foi te do malo Pitnea de Cor*
deiro Leile ou na ra do Rot*ri > larga
por cima da Botica de Beito'omeo Fran-
cisco de Souza, que acliai cora quem tra-
tar.
t^ Preciza-se de uro raixero de 15
a deseceis annos de idade q,e sejaPor-
luguei, para tomar coota de urna venda
na Cidade da Paraiba : na venda das 5
Punt*i D. 40.
tW Quera p,r vezes t queier tirara sua cusa entullios deqnn-
taes, dir ja-se a roa do Pad-e Floriai
casa D 3 queachaicom quem Iraciar.
**" Furlou-ses duas horas da noite
djdia a5 um cavallo, russo preto, frente
bronca, pe's e mios lanbem pelos, dina
grussas, cauda ripada, novo, e bnm ca re-
gador : quem o aprehender, e levar So-
led-de, sitio do Padre Juio Rodrigue-, sir
bem recompen;ado.
/^ Hiqoera se quera rurar de mo-
lis con.piradas, P qie se suhrnele
dar en grati6caclo( ro.ivculozo P.offes-
lanu
O inmigo de injusticas.
O Brazileiro victima do Snr. Conde de
Lage.
AVIZOS DIVERSOS.
Sors. Redactores.
Em deTesa do djreilodo m^uam go ac-
tual Administrador do vioculo da Para-
tive de cima, e em additamento s refle-
x5es, que ne^se sentido expend na Cor-
respondencia inserta no Diario de 23 do
correte mez, voa responder a segrate
objeccaS, que se pode offerecer a favor da
idea de que nio a F. P., sim os Colonos
Algum Snr. de Engenho, 011 outra pes-
-oa, que teuha negocios comercaes a ta
t-roesta Pcaca, e precisa de um homem de
capacidade, (oqoal presta fiador idneo)
para vender, comprar, e em pregar *M no
maisservico de sua casa, e mesmo para re-
ceber despai har, e embarcar para fora
quaesquer mercaduras: annuiiiie sua
,1,orada e se procurado.
*y A abaix > assigna la tendo no dia
Segunda fu ira 20 do correte mez de Fe-
vereiio de>te anno passado recibo de um
cont de res ab.ixo de urna ob< igacio que
Ihe devii em moeda de prata o Snr. Elias
(oeiho Cintra que a mandn lalsfater
por via de sua muiher .JSenhora D. Urra-
UMaiia, fura depois anzala por pe.-s >as
inteligentes que era pos< tempo aparecer aqu lie recebiioento como
divida paasiva da aonunciante, e nao co-
mo recibo de paga, urna vez que se sepa-
rasse a obrigacio, e no papal branco que
intermedia va seescrevesse coiza em que se
figurabas a Aununciante da devedora, e
porque indo a casa di dita Senliora D.
rsula Mara, e ixpondo-lhe Semelbante
receio para no mesmo recibo passado l-
ser, q.ie a is-o se offerece no Diario de
a5 do Crrente) nio qualqurr soma de di-
iiheiro, porem sm iuilha.es. e milhares
de cornos se p.r ventara alcansar sua
perdida saude : alero iii ., roga-se ao Sr.
Crurgilo dos Milagres, qe, bem da hu-
m.rnlade, quei.a p..b car o seu respeia-
vel nome, paraselhe tributar asdevjlas
horaenagens.e ser acrescentada a nornen-
clatuia des Santos na Folhinha do anno
prximo fiiiaro. Ditozo vmtrr, que con.
cebeu esta Divindade /
O Horoem das botas.
IflP* O abaixo assgnado rosa so Snr.^
Antonio Francisco do Reg Barros moca-
dor no Engenho Geuipapo im Serinhacm
que at.nunciou achar-se ero seo poder ura
esiravoque foi pegado pr outros BsrQl
queira por tbiequio verse o esciavo tem
os s'gnacs seguinle-, e annunciar : nm es-
cravo de altara regular, cor prcta, be?cs
muito grocos, groco do corpo, caa, e ca-
bega carnudas, e iedond-s, lem um joe-
Ihocom o ;o sabido par fora pela paite
de dentro. O tro negro, alto, seco do
empo, e bem feito, tem no pe.-coco de um
lado Irez riscos de talhos que letou com pla lendo qualquer destes signacn o
annoncianle procurar ao dito Snr. onde
Ibe determinar.
Antonio Rabello da S Iva Pereia.
fj^ Deseja-sj fallar ao Snr. Franc s-
co d'Assumpcio para se Ihe entregar urna
carta, para o que di. ja-se a 1 ua d Sana-
la velha m casa de Joze da Silva Biags.
tRaT* A Senhora Feliciann*, par^a, j
de idade, e que foi ama do Sur. Furnia-
o Joze Rodrigues Braga da ra do Quei-
mado, quiia annunciar a sua morada,
oudirigir-se arua da Cadeia velha no Ru-
ello, Botica que fui de Joze Pedio.
WW Preiira se de oro caixeiro, Nacio-
nal, ou Estrangeiro, que tenha muit. pra-
tica da praca, eque siiVa tanto para ai
oceupaces na casa como fora della : nesla
Typografa se dir quem precisa.
>'



DIARIO DE PRNAM BU C O.
O Sor. que diz cura todas as do*
lestias inda i ndo ricuraveis e tira noduas
doeorpo, dirija-so a rua du Bozuiio larga
D. a1, lado do n asenle.
HP Piecisa-se de uto um feilor para
sitio: na ni i Nuva eru casa de 1 homaz
d'Aquino Fonceca.
tjrj^ Dezeja se saber a morada do Snr.
Joio Mfioel deUliveira Miranda, quemo-
ion i ni It.nhenga, parase Ibeent'egsr um t
ca ti de circunstancia, rinda do Cerlio ;
annuhcie.
f^ Quem qu;ser trocar a mor.'dia de
urna casa terrea, sita no principio do at-
ierro dos Affogidos, com bastantes com-
modos pira grande familia, quintal roma-
do, e cacimba, por uro I.*, ou 2.* andar
nao sendo em iaaesiuuita : annuni-ie pi-
ra ser procurado.
W OS ir. Fti reir Jnior que an-
nuncioM 110 L).ario de S*bb-d > 18 Jo cor-
re te, saber aonie xiste um escravo de
naci Congo, de inme Piulo, di ij.i-sea-
Iraz da M-triz da Bua-vUla sobrado de om
an iar n. 28, paiads que tratou em seu annuocio, te ti os signa-
os seguio les que se ach fugido d-'sde 2 de
Agosto ds i83.j. O es. ravo, bera alio, e
bem preto, olln.s faraac'dos, nariz bem
leilo, dantos limados, boca grande e bem
feits, pescoco tirad, pastes largas, tem uns
boloens de carne as co>ta, procurando
ubi pa,cheo do corpo, desbarrigad, ca-
nda fio, pegrandes, do dedos gran-
de? dos pea um tanto iberios para dentro,
no jieito do p (lili* orna marea deIV1Ja :
do mesmo nome, e da mesma naci do
anunciado. O annunciante protesta pa-
gar (caso seja o seo) todas as d"spe;a< que
0 mesmo houre feto, egitificar genero-
smente.
9^ Aluga-se ura armazem na ra do
Encantamento para rtc >llier pipas o 1
Cdixas de assucar : quera o pe tender dili-
ja se 1 ra da Ca 'eia do Recife n. 12, qe
ahi se diioodc li?.
?^r* O Paquete do N01 to continua a
r r. Seu pi incipal objectj he f ..,..1.. 10a aojos deregrad. do Gover-
1 1 us rfelec-tdo*.
Com 1 o Paquete deixou de apparecer
desdi o fim doanno pausado, rog o seu Re-
dad rao Snrs. que qoiserem que elle con-
tiuue a Ihes ser des ribui lo, se diguem
manda' as-igoalo ni loja do Sor" 15 11 1 ira
ruado Cabug. Salii a unn vez por sema
na alein doi nmeros > xtraurdinai ios.
Preco 6 O por mez.
%&* Arienda-se ou ende se o cilio na
eniTU/.iihada das estradas de Santo Amaro
e 13c ie.r, com b ia cas* de v.ven la da pedra
e cal cacan a todo cercado de Jimio ,
estubuia e quarlo de pretos de tipa e
tem algumas boas arvores de fiucto, e
urna pequea baix-i para rapim ou ver-
dmas. Quem u pe tender dirija se a o
annascm D. 16 no Aterro da Bj vi?ta.
NAVIOS A CARGA.
Para a Babia
Sahiicoma maior brevidade possivel a
Sumaca Tamega, Capto Joz.e Antonio
Canitiro: quem ni mesma (juiser ca re-
gar, ou ir de pas^ag'in dirija se ao dito
Capillo, ou a roa da Cruz n. 22 om casa
de Antonio Juze uVwnj; m.
Para Lisboa
9* A Galera Nacional Flor do Rio
Grand-, de primeira fearrfa, e nova, se-
gue com brevidade por t r maior pute
dac.ig*; paia Prga ou paf-agem por ter
ex< ellentei coumodos d-ta-se com .Santos
Brag, ruada Mueda n. i4i, ou com o
Capilo AJanoel Jo/.e Femaiides Lima.
LEILAO.
Que fas Manoel Caetano da Fonceca
de 8 esrravos no d
li da sua residtncia, ruada Cade.a O. 4.
9* Lutikens & C. rezidentrs na ra
da Cruz n. 60 fazem K'o de fcacnda Iq.
glezas no dia Ti rea feira a8 docoireute
me/., as 10 hu asea manb>.
COMPRAS.
Na ra da Catieia do Recife ca-
za n. 12 compra-se dih coritos de
res era sedulaf*, a troco de moe-
das vetbftB de 6^00.
9" O Almocieve de pe'as, c o Diabo
Cxo : quem tiver uiuunri inda oics-
mo sendo tizados.
^J^ 2 cabrea que esttjio piux:m s a
parir: l'.llar com J0S0 Cario'l, e-n tro
sitio no Manguind as 7 doras d roa-
nbf, ouemseo armisem iu.i dn Cruz n.
41.
VENDAS.
Doaicairoi de dual rodas, quase no-
vos. e um palanq .im rico, chegado pr-
ximamente da B.-hia: no aturro da Boa-
T;ta b ja do Segeiro France?, Laic.
W^ Um sitio na estrada lo Arraial
quem ai para o Monteiro, e Caza Forte,
com urna casa de pedra e cal grande, e no
va, nutra dita maior era respaldo deanda-
me, bem edificadas, admitte i2 vaccas
pelo veiio, grande baixa mu to lrac pa-
lacapim, rom diversos .11 vuedos de fu-
tas; e no mesmo ende-se 14 Ta>cas de
dar leite, paridas, e afeitas ao pa.-to, e <>u-
tras ilhas do mesmo pasto, b >as de leite :
quemo per tender diiij a seao mesmo lugar
a fallar com Francisco Joige deSouza.
IfW No armascm de Antonio Joaquim
Pereira ao peda Cunceicio 00 Recife, de-
fronle da escudinlia, se vende f.iinba de
mandioca por pieqo commodo, assim co-
inoearne seca muito boa.
9* Parinha de Santa Catharina de su
perior qua'ilade : na ra do A mora no
Forte do Mallos aunasen deJeze Carnei-
ro de Albuqueique Maianhio.
W Uoijcavallos de ella srndo um
capado e outio bastante po-saole proprio
para Engenho por ser de boa casta: fal-
lar com Joio Carrol! em seo sitio no Man-
guind at as 7 doras da manhi, ou om seo
ainaiem ra da Ciuz n. 4i.
XP* Um cavallo, de cor preta, bom
carregador sellado e eiifreado, junla-
nenteum (elim, psta, e spadagao para
cavallaii: nonlterro da Boa-vola a es-
quei da u terceiro sobrado da parte da pon-
te.
*j3^ Alerce parte deom sobrado de
um andar s^to 00 largo do Livramento de
xu pir jn io, t a ti rya parte'de urna ra a
i re.1 sita na ra de S. Joze : na la do
Crespo raa D. t.
*5^ Urna venda na e.-tradi di Ponte do
Uxo. del.-, r 11- do portio do sitio do fdles-
Cido Bento Joze da Costa, com pouco fun-
do: quem a p'itender procure m raesma,
quedib'ixo de um subradinb que l a-
char cot quem Iractar.
*9* Urna m'dalha da Campanda da
B hia, de muito hom gosto : 11.1 loja de
ourives junto ao botequiu da pjrla larga,
1 ua do Rogelio.
3^ S.l de Lisboa abordo do Navio
Novo Aurora; a lallar na ra do Vigario
ia-a n. 8.
9m Fr commodo preco urna negra
1< Costa, nv-ca, e de boa figura: na rua
"d'Ag-c'S verdes casa teirea, q..e fica de-
|. 1 nt- (i:> s b H-'o l>. iG.
TW Vinbo do poi to engarrafa-Jo, *-
nho de Cb-irnp yne em gigos, dito de B.ir-
deaux em ix-s, servtja branca, epnla
agoartlt nte de Franca, gentbra en cix'-s
hol.-xa, e bdaxiuba, cha hy-son em caix s
de 12 e i3libiai, e em chumbos de 2 li-
bras, el perola em ditas de 2 libras, < h
pietovm caixas de 3o a 4a lib-a-, vellas
de sebo e espermacete, sebollas de Lsboa,
piezuntos e imgoas Inglezas, lmgoa, sjUj.
das, vacouras ameiiciias, queijos Ingie-
zes, e Hollandezes, salmio salgado, lin-
goa< de bacalliu, conservas de todas >s
(jualidades, ir.ustardi, anchovas em gar*
rafas, moihos de todas as qualidadcs, cha-
peos de palha e castor, sapatos c botas a-
meiicas, lona inglesa, g'ax', camisa-,
charutos americanos, e da H.vans, fumo O eprehensor podei entrega-Jo na Cidad'e
americano; ucelos, lucefess, puz de soda e da Parabiba ao Coronel Joaquim Bapti$t
Avondano; nesta Praca a Benlo Jo?e Per.
nandes Uniros, rua dngQuaiteis I). 7
na Villa do Asu'ao Juiz de Di-tito Baj
lio Qu resma Torieio, a quem pertenre o
m i j!11z; passa-, batatas em pigos, tintas
de todas as cores, azeiton.-s, sol em gigo,
inanliig, s.-bao americano, tzeite de pei-
xe, dito doce em barrilinh-,s, e tm ca xas,
e vari'-s outroj gneros todos da mrlhor
quali 'ade, por p. eco cornmodo : no arma-
zem ile S'i.yih & Davis, no largo do Garpo
Santn. I.
|Tl>" Um raninho Com um bem caral-
lo, e um piano luglez do nn Ihor goslo pos-
sivel em voze, e sement de ni lalice : na
pr.icada Boa vista D. 6
W Um escravo pardo, moio canoei
ro, e pescador : oa rua do Livramento O.
i3, no i." andar, lado direito, e nao tem
vicio o dito tscravo.
TW Sacras de faiinha do R o. p<>r pre-
co commodo; no pateo de S. Pedro venda
da csqi'ioa U. 5.
rjr* Uiai iam. ntecapim ce planta em
bnm feixes a i20 reis : na rua Nova junto
a ponte L). 36.
ff$P O Engenho Max-ido moeoteecor-
rente e coro safra para e-te cono de 183j,
comsti cativos e seis cavalgaduras: ua
rua da Guia sobrado o. 10.
JCJpt* Un negro de nagio Rebollo, boa
figura, official de s> QuaiteifU 7.
y Os Diccionario^ de Mocees quarta
e ultima ed-ti", e sem uzo algum, por
2oJ) reis: na loja da rua do C'fspoD. 12.
^tjT* Rap Princesa da Babia tm libras
e oilavas dito areia preta dito de Per-
nunboco, cha ison da primeia soi te ,
dito jier.-l.-i dito imperial em caixihas
de a libras e meia tinta de e-crever em
raeias garrafas sorlimenlos de cpalos
paia meninas, de marroquim d'cores ,
1 icos est-.j is de a oav^lh *s muito finas in-
glesas, tisourinha-de d'tamuit.i finas pa-
ra unhas, su perior^ trincas e botes de
reli* para guai necee fardase jujiMa, boa
graxa ded-rlu-tro sem precisar escova ,
pululas de famdia em suas caix >s de loo c
de 5j com seu competente loldet), bi:-lias
chfgadas ltimamente muito grandes e de
super.*ur< s qualidtdea com a cenliviodo
costumi da- que nao prgarem trocar-se e
oulras muitas miudesas e ludo por preco
commodo na Piaca da Independencia
1 j- n. -io.
*JLJP As seguintes novelUs em Portu-
gus Lince-, da Ventura Acasos d des-
grana e heroi>mos da Vii lude Mil e hu
ma noite Coritos Arbicos, Mil e hura
qu rt> He hora Piolho Viajante, Ro-
binson Crusae A Esliangeia, o Rene-
gaJo o Solitario, Choupiea India Du-
s Despozadas D-ius Int-liz- s, Illn I iro-
gnila ou memoiias do C*aleir0 d-.' Gar-
tines, Li.isa ou a Cabma 00 dezei to Joa-
ninh 1 ou engeitd generosa, Vcti.r ou
o menino da Selva Belthordo, Bdthor-
dmbo, e Cacissmo, Diabo Coxo Af-
fiucoc D. linda Viagens de Ahina ; Cur-
ios Magno : Na Praca da Independencia
loje de livros n. 37 e38.
*/y C.ipim de punta 24 '" 'xe ''e
a. roba poto em caza por fre^uesia ou ven-
dido a quem convier hir buscar no Tor-
io das cirii.o- da rua Nova esa da qui-
na para rua das Flor, s : na roesma casa
excelleote cafe' a i6ja libra, madeiraa
de loiro para portadas de ao n almos, cur
vas, caibos e nutras qualidade< de roaiei-
ras e tambt-m por ennomenda lijoUos
d'atvenaiia da filara de Apipucos.
9* Urna cama de Jacaranda mnito
boa de casado e uma banca do meio de
sala de angico de muito bom go t>, por
pieco commodo ; atrs da Maliiz da Bja
is'a n. io.
dito escravo.
Antonio mulato cor alaranjaj, ca>
bellos p'xaim. arruivadn, boa altura, e bom
corpo, espaiiaudo pouca barb, e sem
suissas, oariz xato, peinas meias arquijd.s
os dedos dos p. virados para dentro, um
dedo gronde de um p roa's aberto dosou-
lios, idade pouco m.s ou menos de IrinU
e seis anuo.-, com oficio de pudeiro, e co-
ziobeiro; co^e dealfaiale, e lavraderaa-
xido, anda de pss-aporle fa's>, rujo mua-
lo f i desta Praga de Joio da Si v ira |J.r.
g*-s, o qual vendtu ou tro ou com Joze
llenriqne de Albuquc que no Brejo da Ma-
dre de Dos aa|Ueroeomprei; fogiodfEn-
penha Serrada Fregueia de Unna no
m-z de 28 Novemliro de i835, o qu(|
ja toi incosiado em huma padaiia nest*
Traca, e por outra vez vendendo miude.
sas para o Norte ; os apreh#endedoies tri.-
i no mesmo Engenho S.rr. la recompensados.
A a3 do corrente tendo o abaixo
as ignado mandado um seo escravo a R_
beia comprar peixe deixou de volt.r
ate o presente, oujo escravo chama se Ma-
noel baixo, erlo procurando a cabra,
nai s sato com um sigridl de queimadur
na testa poi c.ma do loo direito, official
decnpaUro, condecido de rouita gente
'Csta Praca; consta deserto anda se a-
edar no lugar rlispondo sua partida para
oserta: mga-se poisa quemo conbecer
ou que pelos signaes tuplo, que o pren.
da5 e levemo ns 5 ponis O. ai loje de
fa^endas, que sera' b m recomponcado por
Simea Coiieia Cavalcanti Macamb:r No dia ao do coi rente fu^io urna
nef-ra d'Aogola, de idade 16 a i7 aun s
pouco mai-^ ou menos ; com os signaesse-
guutes : tem um taco em orna urelfia ,
bom filiante, hvou vestido de xila azul,
saia pela, patrio azul, quem dla tiver no-
ticia oup.gala, diriJ4-.se ao I eco do Lo-
bato D. 31 que sei bem recomptn.adu.
Taboat das mari ehcias no Fono de
fc.rnumbico.
a3 -Segunda 8 nh. i8m 1 Tarde.
-*a4-T: S o -54
?3 a Q.
^ab-Q:
5 a7S:
q a8 S:
29 D:
o
m
Maol..
Collelcs d sedas muito bem feilos
e Indos padrej, e uma fndi para a G.
N. na Praca da Independencia n. 4"
ESCRAVOS FGIDOS.
Rs 50^5000.
A'quem aprehender um escravo pa do,
alto, seco, com feices mulher, ps grandes
e mal feitos, cora uma grande sicatriz de
talbo de m-ehado sobre os relos de um
d'clles; ollkiit da lerreiro, e de nome
Mano. I Rodrigues ; futido a 4 para 5 an-
nts da Proiincia do Rio Grande do Norte.
noticias martimas.
Navio entrado no dia 24-
Terra Nova ; 36 dins; Barca Ing. Hat
of Nhltktven, Cap. A. Eary Ludcorc:
btcalhu : Ald & Gomp.
Baha ; 10 dias; ."i. Tainig, M. Joze An-
tonio Carneiro ; varios genero : Anto-
nio Joze de Amorim. Pa* ageiros ia.
S. Matheos; i4 dias; Pataxo Amizade
Con-tanle, M. Ignacio Antonio Carduzo:
farinha : ao me-mo Mestre.
Maranhio; 30 dias ; Pataxo Isabel, M.
Francisco Carnei* o da paz: va* os gneros:
Manoel Joaquim Ramos e Silva. Passa-
geiroa 3.
Saludo no mesmo di.
Falmouth; B. Ing.-William, M. WiJli-
am Red: a-sucar.
PERN., NA TIP. 11K M. F. Faria 18^7-

m
.


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