Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02568


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Full Text
ANNO DE 1837. QIMRTA FEIRA
22 DE FKVKHEIUO N. 43.
JHI-U4-
-j '. 'i 'i f'
PuMkii...... Tyf.m M. I*.d Ki
IH.-7

\
das Da skmana.
2) S^ynnda S. Eleutherio n- And. dos .luines do Cr.
de rn. e de t. *e,i- ''a TheaourarJa Publica e
Chano.ae t. Lata <'b. s '' "'' r,s '"* m
SI Terfa S. M;i\imiai.<> Ral- de m- e mi. do J. de
0. de t.
'22 Quaru S. Margarita le Cort. Ses. da TU. I*.
2.J Quinta S. Lzaro vong. Re. de m. aud. do J. do
C. de ta- e Ca. de t.
24 Sexta jjf S. M atinas Ap.
25 Sbado S. Cexarto Re. de ni. e aud. do V.
G. de t. em Olinda.
2fi Domingo 3. da Quaresma S. Torcato.
Tidn agoradeprnde ln noa mennoi da nona prn-
dencia. moderacao. e iiericia.-conliniieinoa eiom
ohncipiaiiini. e ereinoa ponudo coin admira-
rn entre ai Nacoex inaia culta.
Proclamaba da Jittmblta Btrml dt Rratil
SiilurtrTf-ir lOOOra. menaaes p? o admitailoa
neaia T itografia. roa das Crnzes D. S, e na Pra-
ga da IndruRiidiMici N. 31 3H : onde e rerelii-m
oorreHpondviiaa Ie,galita4at,c annnnoioM iiianriaa*
iH ir anta gratia pido doa proprtoa aaaignanlea,
i' viudo asiiifnadn.
t AMBIOS-
Fevtrciro 21.
J_Ondre MI a 30 !)< Si* POl lrd. ou pa'
SOpor ccnlo iie premio Nomina.
Lislioa 55 por o|o premio, por metal, Nona.
Franca f55 lis. por franco
Hit de Jan. 6 p. r. do preni.
Moedas de ,.400 I3..0V0 I.1..200
4ooo 6T:M>a tiHoo
Peana I,.410
Premio da prata 50 p. c
d'a lettrat. pornu-r I 2 por o|0
Cobre 25 por ceid de esclito
tMRTIDA DOS ClMlURlO.
Olinda _Ti>d >* 01 dia ao meio da.
U-M-tii. AlliHiidra. Pamba, Villa do Cunde. Ma-
mnv Hainha, Pninlial. Vova de Smi/a. Cidade do Natal,
Villas d Goianninha, e Ni da l'nneeia. Cidada
da Fortaleza. Villas lo AqiniH". Monte taaar noto,
Aracatv, Caacavcl, Canind, Granja, Imperatrz.
S- Bernardo, S. Joto do Pin.ripe. Sobrar. Nota
Klllr. Ico, S. Mathcus. Kcaeho do aanrae. S
Antouio do Janlim, Queaernmoliim. e Poroahi a
Segiid;i Sexta* (eir* ao meio da por va di
l'aralb. Santo AnfaoTodas as quinta le i i as '>
meio da. (iaraiiliun*. e Bonito-HO* ai 10 c 4
de' aaW mea ao meto di*. Floteo da i:'d,.
rada .nca > meio di. Cabo. Serinhaem, HlO Koi
nior.il. e Pinto Calvonos da I, 11 21 de. ..m i
mez- ___________ _
PARTE OFFICIAL.
i'i iTf i" iF i"
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA;
Expediente do da aO.
OFFICIOS.
Ao Com man dan te dea Armas, para cx-
paadir as convenientes orden, a im de
que o A Mures Francisco Marques da Silva,
parla para Garanbuns, e se aiiresenle ao
l-orooel Ctele da Lego tas G. N. d'a-
qaelle Municipio, paia servir de Insline-
to do Bdlalhio Ha Villa, em lugtrdo AI le-
us Francisco Ferr-ira de Alcntara, qae
deve ir instruir o Batalho de Urina,
Ao Inspector da Thezourarii, par-
tiripando loe, que o Tenente Jote Anto-
nio Pinto Insli ucior do Balilbio da G.
N. de Unnas fui lemnvido para o E-qua
drio do Hio Formoeo, e m.h lluido pelo
Alteres Francisco Feneira de Alcanlaia,
Instructor do It.ita'h -5 de Garaobuns e
qneem lugar de-te foi nouieado o A Ce res
Francisco Mirque da Sdv..
Ao toe&nio, rommunicando-lbe, qoe
em virlude do Impetial Aviso de a da Maio
rio i83, ixpediiio pela Secret ria d'Esla-
do dos Negocios da Guerra, foi mandado
addir ao Balalha5 7 da Cnssadoros, Ju-
ze Ri1 iio dos Sniito, que licou aleijatlo
na Guerra de PanelUs, a lim de rec-ber
porali o sold de Soldado, a qnesoroente
ii.-m direiin, visto nao provr, que era 2.
Sargento quando foi aleijado.
Ao tnt-smo, p parte que Ibe toca Hesolucad d* Assem-
blca Geral Legislativa, de i5 de O .tubro
do anno pasado, acerca da fixaca das
J urcas de Mar para o anno fnanceiro de
l83"ai858, de que te llie cuvia um ex-
iniplar.
Orfi-io simelliante fui dirigido ao
Inspector doAisenal de Marinha.
Ao Prefeito d Cimarra do Re.-ife,
di/.ondo lite, que foi pre ente ao Goveroo
o seu olDcio datado de I7 do crrente -
companhado da ic.-posta, que Ibe deo o
Couimandanle Geral Interino do Corpo
Policial, negando sea minisliai -Me u m.ip-
pa diario da Foiga do mesmo Corpo. que
bavia exigido; que'sendo attendivtis ns
rases ponderadas pelo mesmo Prefeito,
sobre a utilidade desta exigencia, e fot a
de toda a duvida, que sendo-lbe subordi-
nada a Forca Policial, e pudendo della
Jispor como roais convenimle for a bem
do servico da Pclicia, tranquillidade e
trguran$a p"blica, qoe Ibe he conliada,
deve o respictivo Comnr}andnto dar-lhe
lodos os esclarec meato, e informar,Oe,
que delle exigir; e bem p'Tsuadi'o o Go-
verno de qoe por ettas ra;5"S nao t'tn o
Prefino invadido allrir.uices alh-ias, e
qoe lhe ca'ie ordenar, e na5 faser teiitii-
sic5es ao Corpo Policial ; tem a^ora olli-
ciado neste rae-mo sentido ao rtfei'do C-
mandan-e Gral Interino, que tamb-'ra se
diiigio sobie o indicado objecilo, Ostruto-
do-o, de que elle he obrigado a cumplir
todas asuidns do Prefeito tendentes ao
deaempenho do sen Cargo ; e a furnecer-
Ihe por con-egninte o mapp* em qnes-
tio.
Ao mesmo rommunica-ndo-lhe, que
f-i mandado di me requis'ton, o G. N. Domingo* de A-
icvedo Coutinho, Commissaiio de Polica
do 1. Di.-ti icio desta Fregueziai
Ao mesmo, esponriendo-lhe qoe
esto em vig-r as crdpns expedidas pela
Prea;dencia, Prefeilura, sobre o reeru-
t'mento fiara o exercito, e Marinha, e
bem assira todas as mais, qua nao tenha
sido derogadas.
AoCommandante Superior das G.
N. do ReciTe, communtcando-lhe que a-
chando-se oome-do Commissaiiode Poli-
ca do t. Disti to desta Fregue/ia, G.
N. da 6. Companbia do a. Bilalhio, Do-
mingos de Azevedo Coulinho; rumpie
que o mande di-pmiar do tei fico do tnes-
010 Bitalho, conforme requisita o Prefti-
lo (I Comarca.
Ao mesmo, para informar sobra o
moljvo, porque a G"arda Nacional nao
deu no dia 19 do crranle a pttarnicf.5 da
Praga, aegundo partiripou o Gotnmand-
te das Armas nooffkio que se Ibe en-
via.
Ao Coronel Chefe d Lcga da G.
N. de Garaiihun.t, communicando-lbe,
(jue o Alteres Francs-o Ferreira el'Alcan-
tai-a, ntroetor do Balh 5 diquella Vil-
la, f em logar dt lie norrn a lo o Alfivs F'rancis-
co Manjues da Silta, que krevemente par-
tii.
Ao Coronel Ch< fe da Legio das G.
N. de Serinhaem, refpondeodo-lhe, que
ronvem, em que o Tenen'e Joze Antonio
Pinta In-trucior do Balalho Je Infante-
ra de Uuna sej < removido para oEsqua-
drio de Cavallaiia, e substituido pelo Al-
feres Francisco Ferreira %e Alcntara,
conforme reijuisita em su ofcio da 10
do corren te.
Ao Inspeclor Geral das obras Pu
blicas, enviando-lbe a Planf, e Plano de
urna ca/a de eorrecC'5, qoe clTereceo o
Dr. Simplicio Antonio Mavr'gnier; a Bm
de que o examine, e informe com o seu
paiecer, declarando, si couvem por se
em execuga este mesmo Plano, un redo-
l! o a menor ponto, eacromadal-o mais
o-atado da pi'polaca, c R'-'nd.'S Publicas
da Provincia, que das suas in lsp>navt'i-t
desperas nao pod dar anda ruienle
aobias pra se applicarem a urna obra, co-
jo orcamento seemi830 foi de 800 cu
los de res, boje exceder lalve de rouito
mais.
Ao mesmo. enmmunicando- lhe, que
-querendo a Cmara Municipal desla
Cidade, noolFicio qua se lhe enva, que
oconceito, de (|tie preeisa a Cadeia sea
enca regado a Admiiiistrago das Obras
Pi.bieas, por ssiro convir a Fazenda Pu-
Dlica ; cumpre que d o seu paiecnr a este
re-ppito, remetiendo um ornamento ap 0-
ximalo da despeza, que se poder fa-
zer.
Ao Fnspeclorda Alfnd nitando-lhe, que nesta data fui ordenado
ao Director do Arenal de Guerra, que
lhe fot eca laclavmotes e l3 Tragados,
reefbendo as gran deiras que existem na
mesroa Alfandega peitencentes ao tefe, ilo
Arsenal cotifoi me rujuisita em seu ufficio
de 16 do con ente.
Tendo presente o ol icio que Vmc.
acaba dedrigir-ii't) rom dala de 18 do
coi rente, e o do Prefeito d.sla Coni..rra,
acompanbado da rep isla que Vmc. lhe
d-.o lulosob-e a persuasio em qoe Vmc.
e^l deque ufo he obrigado a n.iti'strar-lhe
o inapta dirio da forga do Corpo de
seu interino ("omraando, qtie exigi;
cumpre dizer-lhe para seu esdar.ci-
mento, que sendo a Forca Policial su-
bordinada ao Prefeito n5 pode aancto-
riaga desH limitar-se ta smente a re-
quisitar (> orno Vm. se expiime^ e em-
pregara mesma Fortja no exercicio de
suasatlriliuices pois que lerdo do usar
della com preferencia a Guarda Nacional,
cmo mais conveniente jungar a bem do
servico dn Po'icia tranqtiilidade e se-
gu anga publica que a Le Ibe confiou,
he claro qoe deve exigir todas as infor-
ma; oes precia*!, e t*r conhecimento do
estado elf tiro do Corpo para p'der
deliberar nos casos, em que hit) Erar
insuficiencia, o que de cesto nao be o mes-
mo, q' entrar nasua fi alisaga, ee.-ono-
mia ; sendo oulrosim da toda a eliden-
ca que
em ias.. de sua auclorlade
ellisn.' feq'iesla ao Corpo P-lic al, e
s;m ordena ; e que Vm. por c -nseguinte
he olu igido nao so a prestar Ibe o np-
pa em quesla como a enmprir, tod.s
as demaisordens que por illa foiem a
Vm. dirigidas em desempenho dos de-
ees de seu c.-rgo.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Go-
verno de Pernamb-ico ao de Fevereiio de
1837 Vicente Tbomaa Piret de Fi-
gpetelo Camago. Senhor l'rancitco
Manoel Acciole, Commandanle Ceral In-
do Coi po do PoHcia.
F< i por mtn iccebido c.un a mai-
or satisfagan o Pla di umt Ci de
Gorrecad para esta Provincia o qaal
V. S. me oH.-rereu en ollicio dtste ruez.
Fica ai ima de lodo o enevrecimento, os
luuvoies que lhe 1*8 devidos, tia so pa-
o ncansavel zelo, e interese qui V. S.
tero n > aug-u ni", e pcnspsiidadndo nos-
so Pai/, como pela caiidade, qua o ani-
ma a favor dos desgranados ciimino-os.
de cuja sorte lauto se lem ucenpado e
cuja vid', he eos1 ume dewrdenada* procu-
ra ver reformadas j^or m^io do tiabdbo,
e penitencia. Agcadicenio po a V 9.
quirito lie pos-ivel o seu gentrot" e pa-
tritico olfereciiticnto lhe comaiuoiio,
que desejando ipu.luiente ver romecar *
qu um li til estabel'cimmto, po-su
ja a remetler o roe-mo Plano com a plan-
ta respectiva ao ItaapPC'or Ceral ti.s n-
bras publica, para ex-minar e emiitir
o sru pa< eccr,
Deu Gn-rda a V. S. Pulan do Gi.
verno de Pernambncn ao de Fvei>i'0
de 18.S7 Vicente Th.inai l'ir.- de Fi-
goedo Camargo. {jVnbor Dr. Sin p'ict-
o Aolouio Ravigniar.
PRT.PliS.
i) Presiden'o d Provicia rtmetendot
passaporte incluso para o Rio de Janeiro
ao Sr. A. S hr.imn tem rasponddo o
seo i.llii iu eiu que o bolet. E ii< a na in-
l-ligencia ; ,de que dorante a una au-
sencia, liea eiiCirfegido das lun.5 s do
Consolarlo llmovci i uno, e Vive. Consu-
lado Sardo, E>ne loS h amru.
Palai ida (li.v.-ino de Peruamliuco 1
de P'eyeniro de 18^7.
Vicente Thoma Pirca ioPfgiiercdbCa-
margo.
O Presidenta drt Provincia ordrna, qu-
neio. pela Fo-lale$as, neD pelo R-g:t.o
do Porto ftepoaha embacaeo ao S-til">-
A.Schiamrn C -nsnl llanovctianno, e Vir
re-Conaul S rdo qoe agtie viag ni pa-
ra o Ro aje Janeiro abordo do Pq-le
Ing'es..
Paaco do Cove<-nn de Pefnambuco So
de FeVvreiro do 1^87.
C.>margo-
AoDireitor .o Arsen. 1 da Goerra,
nidenando q..o fnrnga ao Itpector da
Allandega, la cUvintt. tragadas,
recebendo do itiesmo, as granad ira, i|ue
ali exiatem perleorentes ao leferido Ar-
senal.
Navios Despachados d-. da de ao Ftve-
rtiro.
Brigur Bra>iFtir, S. Jo Ttiunfante,




-^assel
^F

DIARIO DK PERNANBUCO.
para Lisboa, Mestre Joa6 Gonsalres da
Rocha.
Sumaca dita, Boa F para Poito
legre, Mestru Antonio Jos Vieira Ra-
billo.
Pataxo dilo, Venu*, para o Mar-
nhi Me.-tre Francisco Gregorio da An-
tis;
Dito dito Santo Ambrotio para a
Babia, Meslie Manoel de Sousa Ro -
cha.
Biigue Barca Inglez, Maiy, para Li-
verpool, Mestre Hoyd.
Brigue Americano, Hepe, paraSwan-
sen, Mestre Fredetick Baikman.
COMMANDO DA ARMA-
requisitado outro Corneta, que si/bstit'uts-
se o que de ordem do Pr'efeilo estafa pre-
so.
Mfihto.
Expediente do dia ao.
OFFICI03.
Ao Eim. Presidente, communcando
nio ter feito hontem a Guarnieo da Preca
como liie rumpria, a Guarda Nacional -,
que nao tiuha .si .lo instruido do motivo des-
te po edimento, qae naSera o piireiro,
que a Tiop de Linda tinha sido tiope
lada, e pedindo finalmente providencias a
respeito.
/o mesmo Exm. Sor., informan lo
o rtqucrimento do 1. Cadete do 4- Grpo
d'Artilheria Jlo Maiinlia Pas Bar reto, e
disendo, que quaodo em sua supplica a-
pensa.ao mesmo requeriroento hacia dado
o despacho em sentido opposto sua pre-
tenc-a, tiuha tido em ti las as di po>ic
es do Art. 4- da Lei de a6 de Agosto loan-
iio transado, e as do Art. i. do Decreto de
2 de Novembro do mesmo anno, que mar-
cou a forma do recrutamento, e eatabele-
ceo oprocesso de 4 aunos de ser vico para
os voluntarios. Que se nao tendo tile en-
ajado para servirosquatro annos, e pe-
dido somtate para continuar pelo lempo
auequisesse, podendo por efe motivo
speii'-:e, ou pedir sua deraissio quan-
do lbenarecesse, era claro, qu nao lipha
prehenchido asiondiccSes da Lei, e ha'5
tinlia direto a gratificacaS que reclamara.
E era oulra seria a inlencaS do Legisla-
dor qaando chamando norament par o'
sen ico a homens ja dimittidos, e ao* que
tivessem deac*br o teropo de ei vico, oa
admiiise sem a esencial cnTcaS' d aer-
virm o prazo marcado aoa voluntario,
do conliario se criario rorporacoes de
homens, que eendp nomados pira qul
quer servio de poitanca, cmo o, do
Camp.-.nha, poderiaS no momento miii ar-
riscado reclamar saaa 'bafeas, e dar-*e-
lhes. Qae em face do expendido, o pa6
tendo o Cadete feito a decjaiac*6 do enga
j amento na6 lhe pareca com direto a
que requera, salvo se elle ee sugeitasse.ao
novo engajamento, e isto da datado seu
ultimo requerimento, podendo todava o
ipesmo Exm. Sr. dQm-lo como melhor
tntendessa. -. |
Ao mesmo Exm. Sr., duendo eue
a lequUicaS feta pelo Major Director do
Arcenal de Guerra Ibe pareca justa, e^e
nuta conveniencia, e economa, ae( sja'5
debom expediente da Rdprta'6 do Ar-
cenal por onde taes obra ex<> feifas, poi-
que sendocerto, vi iveWebtcdn1ccjdo
o roubo de lempo, que os perarioa,, e
ServenttsTaiio aoservico pela madres-
earia, edistracSas em que pastarle-' quan-
do nio tinhlo-huma peaaoa e^osa, que
aobreeleaVigaMe, forooao era por ut^li-
dade ao augmento do meamo servio, que
bouvnaa utn ofcialda conli.nce.do Pi-
ector, que ai Brease execrar as suasor
dees. Como porem oto pode se este apr-
tco ser preetado pelo Vce-ttrcor, qae
liaba constantemente de vig'ar, e pfrov.-
denciar as diversas oficina* da'queJJ* Eat-
belecimento, maior rasa6 ecrekia oque
ficava expendido. Q-e esta platica ja
m-mUJ emomras Provinciaa liona po
dusdo hons resultados, vadeado ass.m e
ficaremeomo al* agora laea obras eerai-
Mdaa com dispendio excessivoda Fexenda.
Oae Je'a'ta maneira tinha cmprido eeaa
o qe o mesmo x. Sor. deteiminava em
eo officio de 18 do correte.
Ao Cornmaudenle da Forca doC-u-
ci, dUendo lhe, qae Teole Coronel
Ciinmindiute doBat*!hlo do Poco hafi*
Ao Secretar ib ^litar, maridando passar
por rertidio o tnebr da Proriorta d 26
ue Ab.il de itofWSmWWm *-
Iinrto Regimentd'r\l{BWa.
Ao mesmo, mandando pi^r por
certidio oibeor do cilicio do Exm. P.rv-
sideote, que communicava "cdifi^i,c5
dos Pos'os del. Tenenta, e de Cpita6
Antonio AffonsoVisnna, actualmene'em-
pregado no 4- Corpo d'Artilhei ia.
'-**-' --' |fj-:||
ero das cinco ponas, e-te por ser encon-
tradp a dormir sobre urna calenda, e a-
qulpor estar emdeanrclm com oulra
mlBr, 'que na ocoasiao de tamhem ser
piW, srVbtriio, e Manoel Anselmo,
remetitfb peleib-Piefeito da Freg-ie-
sii da Luz, p*' desertor do Bitalha'6 ae-
timo db Cas>adore-i.
*fiia miiis cbnla.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prifetura .da {Comarca do Recife 2l de
Pevereiro de 1837. IUm. e Exm. Snr.
Viefente Ttaomas Pitea de Figueredo C^-
margo, Presdanle da Provincia Jo-
ze Carlos Teixera, Prefelo da Commar-
ca.
rii
tt
-i mr\ i
'fotitikS^ ?RfPA;tTICO|fS.
MESA os diversas rendas.
A pauta he a mesma do N. a.{.
correio.
O P-taxo Pernambnco, de que he Ca-
piia5 Jos Ignacio Pintela, aai pra S.
Cathaiina com esralla pelo Rio d Janei-
ro e Santos ao dia 1. de Marco prxi-
mo futuro.,
O PataxoN.. S. do LTvramento recebe
a mala para Angolla no da u6 do crten-
te as 4 horas da tarde.
l'REEEITcini DA COMARCA DO RECIFE.
Parte do da ai.
Illm. e Exm. Sr.
F prender, e recolher o Callabonco
doCoipo 'dePlirk a Antonio Borges ,
Soldado da primeira Companliia do mes-
moCoi po, por ir fhonlrado np quin-
tal da ca^a de Hrclno Tose d Fre tas,
c f.i-ier-se susp*ito.
Foia igualmente piesos, e tivera
destino Joa Gomes da Costa e Ma-
thas Gomes Moreira, brancos, remt I ti los
pel Commandante da Patrulba, que ron-
dn depois de meia ooile no destricto d:i
CorppSanto, por'trem sido ecOntr,ado
em desnrdm com urna mllnr, aqnal
eslav'aS a Tosiltr depois de me *ttm
querido dar palmatusdas, e loto vesti-
"do ; J.* Mri pardo, remltid pe
lo segn lo Commandante Luis da Costa
Poito Crreir, \>m insulto feilo'ao Cai-
xtiro de huma taberna na ra do Rosario
estrella, ao qual ameacou pora a primeira
oc.-aio, que o ncontrass' na casa forte ;
FHppa Mi a da ~Gncca5, e Mara
tasyirgeos,cabis,'remetlid.8 pelo Com
manan te da guarda da R beira da Boa-
vista ', p >r hi'iga.
Nada mais consta das partes recebidas.
Dos Guarde a Y. Ex. Secreta i a da
Prftura da'Com'mrca do Re.cife ao de
Favereiro de iB37. IHm. e Exm. Sor.
Viceqle Thomat Pires de Figueredo Ca-
margo PiefTdntedeat'Pfovioria.- Joae
Carioa Thaxaira, Prfeit d'Comarca.
Parle do di ai.
Illm. e Eira. Snr.
TnoVaparecido honteMiJela* duss lio-
ras 'da 'tarde m cadver no arenal da
FUrtalesa do Buraco mindei o exami-
nar e se conheceu ser preto, e ter soo
tloga'do.
ForaS pr>oa mnBa ordem, reeo-
IhMoa ao Ca1l-bouco do Corpo de Pficia,
donde ivei?5 diferentes delinoa An-
tonio Fiancsco de Agniar, pardo re-
mcltido pelo fticial da piimsira Ronda
do dito Ctrpo, por "encntral-o armado
d ccele; fUia Mstica parda e o pre-
to, denorae'LuH, escravo de Felicianno,
com ealbelecimento de pda. ia ns ra
Direita, ambos remetlidOs pelo Comman-
dante da Pitalba, qneiropdrfu no detri- |
m*
friftAbb Jury.
Sessa dos Jurados no dia
Jury de AccnZaca.
20.
Sumario contra GonsaJIo Nunes por
crime de fuito. OJurynat choa ma-
teria paia accosacao.
Dnuticia do Josa J.iaqurm Maiq'ies
Braga, rootra Jos Rodrigues Soares, por
ci iu.e de roubo. O Jury acboe materia
para acnuaco.
Denun i* de Jjso Francisco a Costa,
contra Manoel Machado por crime de fe-'
riment >s. O Jury na5 achou materia
para a accus^c<>.
Sumario contra, Aniceto Pereia da
Crua, ManoeFelis, por ciirae demorle,
e contra Jos Ferreira de Abren, Manoel
da Siiva, L de Frang, e Ant.r^iMa-
cel da Silva 'BiseTr*. O Jiy chou
matria pura'acc acto, e n5 c.. ti Ira Fe-
Hppe' Brk, e Antonio Jos Firmiano.
Sumario contra Jos Rofln por feri-
riij-oios feitbs em Lui Jse do Ckrmo.
O Jo y achou materia para a acusacao.
Siuiario contra Fl'incisRo da Pax dos
Santos, por crime de uso d'atnas dfeshs.
Q Ju< y^aebbd materia pirta ccnaea.
Denuncia d Manoel FiartcSsco das Cha
gas COnt'ra Isabel Mafia, d Jetb<, e Jda6
de Paula, por crime de ferimentos. O
Jury achou materia par SCcasaco.
Sumario contra Antonio JrioqUim do
Sanfa,: por crme fde faca'de pona. O
Juiy naS'iti'Vo'ttrateiia.
Sumarlo CniVa Maria Isabel de 'Jess;
a "Joa5 de Pattlapor errm* mrinVntos. O
Juiy achou materia para a re usa gao.
Jury dSentertea
Sumario contra Sebs*stia5 Antonio ido
Reg Barros por crirne de roobde es-
cravo. Foi cdhd mtiado pelo Jurjr no
grao mnimo do Artigo 5y doCo/lg
.Crim--il, e ib olvido pel Juta'de Di-ei-
'to por aer hta pena imposta ko cr me
de furto, e n pbder'iaste ttfE:i' 'Pi'o'moior.
Sumario Oontra Manoel de Campo
por ciime de u'- de eslO0;'ie, tetata*iiva
de liimento. Foi coodeftatu em 7 nie-
les de p'ris' grao mximo do Art. 3.
'da Le de x6'de Oiitubro'de i'83i, iuais
i98 dias de prisa grao medio do A ligo
aoi do Cdigo Penal.
Denuncia de Francisca Maria da Con-
ceicaS, contra Manoel 'Fancisco de Mello
pelo ci itflede mora felfa a Frahisco Cor-
rea Barbosa. Foi c-onde'mnado etn 4
'anuos de prisa5.
Uapeeeajaatl
C.OIAR MUHICIPAL DE OUNDA.
4. SessaS Ordinaria de 10 de Feveriro
de i37.
Piesidettcia do Sor. Guetfs.
Abeita a SessS, e'sta'ndo pk-sehts os
Snhrea VereadOres Pa<>s, Cardim,
Do ni ligues, e Ferreira, faltando ~Com'
caza tt Sara. Paula Lio, e sera ella
O Snr. Aibuipiei que.
Lida a Acta antecedente f approfa-
di' .
OScretario da'n'Joconta do expedien-
te inenciouou um officio do lua de'Pax
di Figuesia de Sa6 Pedio Maitir: ia-
teirada.
Outro Ido Cidad5 o Pad.e Miguel
do Sacramento Lopes Gima pedindo es-
cusa do logar de Vareador, para que for'a
chamado fasendo ver que lhe era incom-
pativel acceitar e^te honroso cargo em
'comeq'uencia do seu: emprego de Director
do Curso Jurdico : a Cmara o houve
por e curo, e reiiveo que se cbamaase o
outro Cidadio emmediato em -votos.
Resolveu a Cmara que se chamaste ou-
tro Cidadio para t>apprir sb repelidas fol-
laa doSenhor Veieador Albuqueque.
Na mesma Sessa o Senlior Vejador
Cardim pedio sua demissaS, alegaudoser-
lhe incompativel nesle exercicio porisso
que n*5.^>dia eumpria com os de veres
^te s !irvtto-Mra Lgsatur pissada : a Cima-
'fa'aVrtcVo: rsWa'-'diiraWtB e ma-rdou quo
se chaase o CidaiaS immediatio em
votos.
A Cmara reaolveo que se oBciaase ao
Collector dadecimj, paraq'se regulassea
respeito das robrancas das mesmas pela
enliga divisa*'; povhwo que nad-a se lu-
va alterado.
Resolveo mais a Cmara que se nome-
asse huma Comtnssa5 para iiif'irmar do
estado actual da Igf'j'a de S. Sa-
bsstit, e tfa'alf*ias era irtude do Of-
ficio que foi presente do CidadaS Miguel
Jjsa Texera em q' partecipa do sen mao
estado, e log^ fdrS nom'eados os-Se-
nhores Veieador Ferreira o Fiacal da
Fregnesia de S. Pedro.
gNa mesma Sessa5 resolveu a Cmara ,
que visto a presentar grande ruina a bi-
ca do monte q' se nomea-.se huma com-
niissa Cbmpost* dos Senhores Veieador
Ctrdm, e o Fiscal da me-raa Fiegoesia
para 1'js v hum orfamenio para ser pre-
sen te a est Camira.
O Fiscal da Fnguesa di S, apresen-
tou hum documento Constante da depe-
a que fez cora o interramente de hum
CavallO'que na"*ri enterrar impor-
tando em 3#52o ; a Cmara mandn pss
sar mandado' da dita quntia. -
Em consequencia de ter representado
o Pise I da Frfegtia'siVde" S. Pedro Curtir
qe existia hum ptqu'eno rombfr no
atterro do baldo, e a nec<'bssida'de que
baria de >e tapar logo, para hlo conii-
noa'r :-a Cmara esolveo que O mesmo
mimdse entornar, e a vista'da suacOn-
ta seria acredtalo.
O Presidente miVCou SeSsa5 pifa o
da 1 4 do corren te.
Houvera vai'io< fc^iimnts de par-
tes que fir'a de-pichados e fexon te a
Sessa s ibbrxS da t ':i de.
C para cunetar fu sta acta m, que
asslgrfar'aS. Eu" Jos* Joaqnitn de Figue-
redo Secretario da Gartrtra a e*re.
Guedes Presidente PaWos, FWreira,
Domingues, Cardim.
Est cnfYme.
O Secrtaii Jos Joaquina de Figueredo.
VARIEDADES. -
Eoohmia Social. Os Opera, os.
Se se compara d.*a classes laboriosas do
lempo em que vifeuios com o seculo ul-
timo adferiem*becom assombO'sis Hn-
rbensoa progresos e o augmento notavel
no bem-estar dSfm'dias. E te e'xme di-
lata o coi-avo e taz ompfeliander muilo
bem porque o preguicofo estadista aecon^
t.nta'cra attear esteuemrameoto aem
procurar actelerar-lheo desenVolvimelo.
Vivenio s pata shir do da, eteslemu.
nha dd'pr<:gressOs j eT.ctudos dexa
ao lempo b cuidado dos progreaids futu-
ros ,'e indica-come cidadios perigosos e
turbulentos os hotnetis que pertendem ,
que destfe'o me^no riomento o salario'do
operario baste para sua manuien?o. Qoal
seria pirfsu assOibro, se se \ht demoos-
trsse'que cate salarie tal'qual se pede nio
^ todava a jdsta remuneradlo do traba-
Iho pis de toda a necsidsde qu se-
ja tal a remnraTQle que dixe' *o traba-
ihador urna sobra para os mos lempo ,
para as neetssidads da vehce ?
O trabklho piodut a Hqueza, ditcm os


DIARIO DE P B R N A M B U C O.
-a
fc-Abu
l

economstis, e os moralistas que militas
?eses to tsmbeui economistas sem o sa-
ber ; isto significa que proiue sis qae
fomimK, isla que depois de ejecuta-
do trefrslfao e p gas todas es despegas,
depois de satitieitas todas as necesidades,
iica em excedente e como de reserva,
uaa poreJfo dos productos obtidos ptljt
trabilho. Sefosse de outro modo, e o
trabalbo nao produziss-- oais do que con-
torne o raundo^no te melhorara vi-
rer-se-hia nada mais do que coto o dia
presente, e nunca se teiia reserva com
qoe'poder estender m lbo p ra proiuzir orna nova reserva.
Uai pequen diminuidlo na fincas p ductvas, urna leve escaces fui recuar
inultosseculos airz o genero humano.
Se todo o mundo se adianta porque o
trabalbo produa auisyiquea do que con-
torne. Ora bem justo que ea trab-
lbadores d sfructem de urna parte deste
excedente deprodcelo. E acaso e*ta
repai licao verificarse no estado actual ?
Os trabalhadorea resenlem-s* deste aog
ment confitante da riqueza f As mio-
ras commodidades ilativas das clarea la-
boriosas responden) a estas quest5es.
Com ludo .inda que ellas temj gsnlio
muito inda-que a remuoeraoio do Ira-'
balho seja Ul qual pe mil te o uso habitual
das cousas a que u'uutio lempo jamis se
teriam atrevido a aspirar boje e-tio mui-
to uijisexpostas que u'outro tempo ascri-
tes. que as submergem n'uma ocio-sida Je
breada. Oj operarios eram mis po-
bes anteriormente ; as oousas qae ag ir
olham cmoda ptiweira oeoessidade eram
utas para lies ioxo descondecido. A
roupa branca os vestidos c panno, os
capatos de como nao Ibes eram indis-
pensaves; viviam mal nao ba do vid ,
mas viviam uniformemente sem eudi-
mentos nem aobrasaku-; no ton", iam os
espantosos eiteitoai das irisas eonmefci-
aes que periodicaouente wtn assolar o
mando dtstruir todos os effeitos do bera
estar, abiocver o tapial accumulado e
-matar- de miseria ama grande porcia des
operaras sem trabalho.
Supteondo que elss-crises no posm
ser vi*adas ,- que o qoe w oecessrta p*Ta
que o rrab Haada' i p>ssf sem ti coP'-Qae
tea salario Jhe permirt a acComolacio,
qae recba tais do que g-s1e. As caixas
de eoen-mia tem prevado q'e un moi-
tOJ oasos esta tcoumulacio possive 5 mas
iato na basta precoqne o seja sera-
prs. Eta nfo ulna opinilo excntrica ;
pelo contraria ha longo tempo qoe fe tem
ronbecido eta neeessidade ; tem sido for-
mulada raui explcitamente pelos Ghris-
tos ao pie-crevetem ionio mandado a ca-
idade e mais adiante no estabelecimen
to do dizimo quando na sua origem
prescreveram que a sua quaita parte f< s-
t-e destinada a f*zer que vivessera os po-
bres ifito 01 operarios sem trabalho ,
e sem recursos accumulado. -
Os ItOfipitaes 08 ettalielecitnenros de
c ii Hade vieraiti pela sua v- z .ettestar a
insuficiencia dosahrio para msnter o o-
perario duran lo os di.s de flga. Em to-
dos os-tem pos a saciedade tem reroslioci-
do a oeoessidade de dar d.* um modo ou
de outro aos opranos urna poicio do ex-
cedente da produce" Creada pelo triba
Iho .porcia que devia per'enier Ibes.
Tem-se declamado muito contra a c5-
t ribo coas para os pobres e sem embar-
godisso, seae recoohece com todos os pu-
blicistas o dever da sociedade pera com os
indigentes nao de ve considerar-te c >mo
urna injasiica urna imposivio que giavite
com igualdad febre todos. ma l*i de
pobres no urna monstruosidad ; mas
aeassombra porque indica um esjado:
monstruo-oemqu o salario doVebaiho
insofficiente, a emflue impoiiaiite vir
em auxilio do trabalhador. Urna le de
pobres prova a miseria nioa cria. E
m remedio paiigo' indubiUvabueots,
um remedio que desmoralisa o mesmo
ue o* hospicios pois como eates oo.i-
u,maostrahalbadoreaa coatar con, os de
,n U e a faeer qae eote em tua Saris porcode salario que devia coos-.
Stuir seas eeurso.,!e aogmeai.r o c.p.-
racional. Mas .. que a luo.al ,^a
tracco maior das cl.ssetlbor.o... olo
cursos t 1* ovsalsrio -nwHior repsr
tidos, a industria melbor plantada no
permiltam o excedente ao maior numero
possivel f uinir lei de pobres no de mo-
do algam urna oousa immoral e sos jus-
tlca necesidad eftlo consignadas nesta
opmiiode Pittede PufFadorf; a na-
eio deve pro|K>rcionar sabssteocia a to-
do- os cidadios. ,,
E* astim que p sshir de smsaciu es miserias senao por
meio de nma rvolucio ou de ama lei de
pobre*. R' seguramente a menor da sasqueoslnglezes dep >is de se terem a-
poderado d solo e dos truc tos do trabdbo
de saos milhes de homens Ihes dem al
gumas partculas das ri.iuezas arfqui i las
com es t-eus bracos; nio ba por certo
um grande mrito d'um Iadra5 em dar
urna esmola de algumas m ed.ru q rile
a quem privou da bolsa. Al'i pois urna
lei de pobres at sera orna obia de sa-
badoria pois poderia evitar s revoluclo.
Porm nio baMa proporcionar a subsis
tencirf ; oEtado deve tambem aos seus
individuos moral e instrurcio. Alm de
que o bem estar m tialmen* do estado intellectu! do ho-
iiiliii e nio se tem calculado anda bas
tan te' b-a a influencia da educaclo sobre
a .osnms e qualidede do trabalbo executa-
do, e por ronseguii*ta sobie a sooomi do
capital creado e ccumulado. Longe dis-
to quasi terapre se tem separado estas
duas consta a inteligencia e o bem es-
tar material, romo te fos^rm em ludo
ndependenles. Tem-se ouvido q<- ns
trabalhsdoras \f\leIngentes sao menos sr-
daos para o tr. bslho; tem-se buscado
d'rgir seas estreos pas um t obj cto ;
tem-se queiido materialisar olionnm em
eabir na conta de que este eis exactamen-
te n croinho mais recto para condutir
ao anniqalamento da liqnexa que nio
sevr'a sem intellig-ncia. Nio se tem re-
flexionado em que lalvez s a rutlligen-
cia qoe e tnister dirigirse para obier o
resultado que mais importa um salario
que permita economas.
O celebre James "Mili, cuja, recente
perda nunca chorar demasiado o mun-
do dizem ama das suasobrssque o ho-
rnero nao dispSe mais que de ama ^
c .usa st.biafa trra e vem a srr do mo-
vimeuto. Toda a economia p Ijtios est
rasomida nsta i^* de proa tub'lim'idade
notavel. Com efleito n5 se trata na
creacad das riqu-zas mais que do movi-
mentO. Pordm talvez teju'lgue que din-
tel licencia o^odeve diiigii estemovimen-
t ? -E' irxdilT rente para a creaclo das
riquezas que este movimento se opere des
te su de outro modo ? Nao se c^tribs to
do pulo rontrsri > em qua a ntclligencia
presida ao movimento ?
O Salario repilo o" insuffii iente se
na6 permilte s accumulac5. Na'6 obs-
tante isto no estado actual da sociedade
iiupossivel augmentar o preco do tr ba-
lho ; esle preco e ts em rasao directa do
consummb ds poluccaes; se ha mais
obra que bracos^mgmenta ; se pelo con-
trario os tiabalhadores s.i'6 muiti nume-
rosos o salario diminue. Sem disp .la o
melhor seria une o trabalho crescisse
ploporca6 dot bracos. EMC simuliapeida-
de est conforme cora as rers da econo-
mia plitica ; e na6 se pode negar ao
meaos, qae o equilibrio se esl.beUce fi-
n*lmote; roas entre tanto os ope.aiios
padecem pois o Balado poe *er insulR-
cieote. Onde pois se ha de buscar o re-
medio detles males? pela uos parte
julgamoa afcha lo abundante no desenvol-
vimento das f*coldadea ihtellectuaas do o-
perario. Existem recursos immen-us pa-
ra o eu bem estar todos ao seu alcance ,
todos na sua niio t se tracta de Or co-
nhecer* A intelligencia tras comsigo a
pi-adencia o espirito do regohmeoto ; a
intelligencia Sttggere as asaorai?5es, aa
caixas desoccorros. mutuos os recaros
ndustriaea cia faz mais habis *s mo, mais perapi-
eases os olbos ais robusta a aaade, pois
preserva de virios e de enfermidades.
Sem que a<-je necessario entrar ne>te
momento em longos desenvolvmentos, e
(acil demonstrar que quioto mis eXerci-
tada ett a inteligencia mais alto o sa-
lario ; e por isso o chtfe do Eslado pn-
tueiro opeiarioda n*ca roais retribu
do que o-mioistro ; esle mais que o prefei-
to en o periodista o magistrado mais que
o mecnico ; este mais que o pudren o, e
essim succetsi va mente at ao iofimo da es-
cala dos tr Inlhadores onde acharaos o
simple servente levando um frdo, e dan-
do voltas a uma roda &c. Ete nao em
prega mais que nma porc- infintivanser-
te pequea da sua intelligencia gira u
diraita ou esquerda caritga ou arroja o
sea f*ido,, tobe ou desee; n5 empreg
ntiis que a sua torca muscular, e poi isso
mesmo n^5 tem maism que pensar fena
no modo He a reparar, ao passo que s'6
necessarias di>>trec5es mais ou menos d-
vis m.iore-. o menores, para os que
euip'Pgam a intelligencia, e nao como o
corregidor que fioa satsleito quando tem
comido.
Na i de admirar que esle ultimo tra-
balhador teja menos retribuido que nsde-
mais; e as-jm deve ser p is at urna
consequenria do principio da igualdade ,
ato, da justa repaitica das rerotrpen-
ase. N'uma inesmi nfneina o operado
twii intellig' nie o quI por isto t cuida
melhor no teu tralmlbo ; execota mis d
pre-.sa ou mais exactan ente a ua taiefa ,
esta melhor pago que o sen dsiuho. Se
esta intelligencia .-e augm -na, e desenvol-
ve m*i- e mais, te 'ppl> a a um outro
trabalho ou se a excede, se faz mdiro ,
advogado, ou artista seu Irahalho ain
cs pois qiie seapplica com especialidade
osaUrio ; o qae se da so trabalho n^ateri-
al apenas sen ivel, apenes tuflleienie pa-
ra que o home.m Mihsjtta eotempoche-
ga a passos agKsnt.-dts em que este tra'<
Ibo gros^eiro ficar sub ti'mdo em todo o
anjb'to da tena pelas machinas, cr^aeso
da humana intelligencia.
E' pois a cultura da intelligencia queco-
vem buscar hoje por todos os meios poNsi-
. veis, como uielhora-la para melborar a
con.iiyado operarios; pr mais que se
Ibes repita a e te que n>> preciso pen-
sar epa no b m cstai rY'' 1 "e .,e
mais velqe c>m Mes lujis ".P se conseguir
putra couea mais do que augmentar o nu
mero d"s,i bi jo- e dos es.t regados pe que
se falt.iaoobjecto princp.l, qnal o
..de Ibes nulc3rque para cheg'r a timi-
Ihapte bem esjar fy ico. preciso um ins-
trnmrnto e este t sn|.lligencia ea r-
tio o conduzem.
( Temps. )
. XIIEATRO.
Despedida..dos Expe< ta< nlos Gipast;cos
pe|o>jovens.bncariuo, a Malabar que sa
lelirio para Maranhao. H je a do
corieate,.deposqueos,Pro{essore8 da O
(]ue,,la exeruiareui a pi.imerasjnf na se
representar a peca s'cra ; S.?na Jtabd
R.inhade Po>tugal No fim do pnmeiro
.aclooJaven.Malabartx-f atar os mais a-
puiados e b'ilhantes Jogos de Surtes. En-
treo misef-r por despedida rnuitos a-
inda nio vistos ;api\cndo q Re|ralo.de
S, VJ.oSnr. D. Pedro 3* todo iilum.-
nado. e Equilibrado. No lim dos Jogos
fxecutT pila ultima vez os Equelibnos
deForcss. Entre elies urna grande Roda
de S^gerom toda sua ferrage (muito uaior
que a prmeira). Huma grande mez de
intar, e.umJav. n na gi ande arta. No
fim da Peca execptai a Caxuxa; fin-
do c/m a grande sorte de comer fogo, e
vomitar filas. ,
Como a Bmbjrcacio do Sor. Pena .sabe
ofallivdojente, se. despedrm .iieata ultima
Recita do seus benignos protectores.
O restante dos camarotes e bilbde se
veodemna ja doSor.. Pen*.
Francis o de Paula Brandio, faz sciente
i seus fisgese, que des do dia 20 do cor-
rente, brio o seu e^blecimento de
cafr' e caz*- de pasto onde ie-
cebei essignatorss de comida mental ,
por pj-ecoo mais rmmodo segando a ca-
restia dos vveres: ih'-spedanem 3 pes-
soas com toda a decencia : cfTerece huma
salla muitadecehte psrs j.ntares paiticu-
laie, e obsequiosos. Igualmente faz &c-
eniequ- tem hnm bem montado nii.iuh
n'outra aaffa particular para quem, por
meo d'numa tocielad quizer srrenda-
la pai-a ser o dito billar piivativo dos so-
cios : ; ^alla he a da frente, por Couie-
(|nenci.i he fresca, e mu clara, e larga, O
ann..nciante faz lamben Ceito, que rece-
be assignatuiaspsra jintai cbamuiode me-
za redonda, das a h ras e meia, as 3 la
taide : dar (leudo asignantes, ou em di -
as determinadas) a mu superior topa du
tartaruga, j pelo tununciaute feita com
bni successo no l .tul da ra da Cadtia.
Quem quizer servir-se do que aqu seoffe-
rece.dirjs-se, ou mitidetuas stsignatuias
(Xplicadax, a quali|U<>r hora, no Csf e
C ni < dos O.inr t i D. 8.
Vrj*"* O "Di Xo assignado leudo iinun-
i iado i m 7 de Juubo do mino finco, que
Francisco Antonio deBiitoiia Ciicuropci-
zio, ou Franiisio A bii-o de Unto, nao era
luaisseu caixeiro, e p i isso uo poda em
seu m me faser lianzacio alguma, nem pas-
tarrecibs, de novo prefine sob'eoices-
mo obj' cto, para que nao te chame a igno-
rar.ra, por rohstfli'-ihequf o mesmo Rii'.o
em teu notue tem liludido Ijumas pessoas.
Elias Baptistsca Silva.
IMS O-se um co?ito de icis a prer0
obre hipoteca, ou firmas a contento; a
f.llarci'tri o caixeiro da Lja que vira pa-
la a cadeia ii dodo airo de S jrjr* A luga se urna < asi tei rea arabida
a pouco, e futa a moderna, na ra nova
da Ti. mpe, toda envidiar,uda e pintada ao
goslo mo'dei no, com bastantes com modos
para umu giande fim lia bom quintal
murada, ebiacirimba: qutm a perten-
dei dirija-sea mesma casa que se achacom
e ciito, ou a tua dos Tanoeiros armasen)
deasiucar n. 5 quetbhsi com quem tra-
tar.
tjSP* Antonio Faiias Barana Coidei-
ro 'Snb-tituL.' que foi de Jote Bcrnar-
dn'i d- Sena, faz sriente a todos os P. 9
def.miiias, q e abri Aula de primeraS
letras, de ler, itcievcr contar, o de
Gin ralica Portuguza, o que pr-met
sati.da.~er a todos (que do seo prtstmo se
quizer utilizar ) 0; m toda a exaclid 5, e
tesve'o posivtl, CD s ra de Sauta Ria
o .va I), i.
Sflp- Quera qui-er dar 360^J res com
segur.-n u em uma negra boa vended>ra
deoa, e mu:to fiel, por epico de dois
m-zi; anouncie par ser procurado.
ajty Prerza-te de 300$ r*is a juro,
por lempo de a s 3 m*?rs, sobre boas fir-
mas: quem tirar encanis*
a/y U-.'e 200^J) res a juros de por
rento ao mtz i-ob p nhcie* de o uro, tu
prata : quem os.qiser annuncie.
ajy -M., Foi le do Mallos padaria e re-
finacionova l). 43 precia-se de um la-
pai que saib.i esertver sofrwelmeot.ee con-
tar ; sssm ooiio lamiera ie preci/.a de
uma i sera va por alugoel, que taiba lavar
o cosinhar, ou mesmo de urna roulher de
dade p.^ra o mierao fun.
gama Arren4a-se um sitio, no lugar da
Caza Foiteqtliade, qua vai para o Arrai-
aLopqi casa de viveuda, arvores de rutos,
abastante ler.cno para pUntace<, porpre-
co com modo : na ra do Collegio 3.
M OabaisoassgnarJo fe ver aos seus
devedoresque dodia l8do co'ren.le era
dianle n.ogutin pague a Miguel d'Azeve-
dVelaioupa, po.-jue deixou de tor seu
oaixeiro. .
J ze nernardmo Lial.
ajama precise-se de uma pessoa que l
nba alguns principios de cosinha para a-
iodante da dita: quem estiv.r ueMas c.r-
cunta.jcias dirija-e a caa de pasto nova
da ruados Quaileis 8.
ary Dtaa-usieceo um menino de nomo
Domingos, de 6 pata 7-111101, pardinho
hlho de Francisco "Xavi-r morador na ra
dosBairioshaixos, na note do d:a 20 do
coi rente as 8 horas, da porta do mes-
mo Pai : quem delle liver noticia du-ja,-se
a ruado B >sario istreit*, leuda de fuinl' i-
ro, ou na Igreja de N. S. do LivrainentO
que l achara seu pai.
Oscaixo assignado au-s o Hnr.


DIARIO DE PER
NAMDUCO,
i i nm-rnr
P
s
en
Arrematante que baja de mandar receber
o importe de quefoicollectado, visto oan-
nuncante m avhar impossibiltado de shir
a ra.
Jzb Pereira de Alcntara.
IfSF Na noite de 16 do corrente furta-
i io de um sitio na estrada do Arraial nm
avallo castaoho claio, rom una esUela
na te la, espado, e na p dueita rom a mar-
ca de um ferro que est quaze apigado,
por nao (primar bem, alem de cutio an-
tigo que tera no quarto, e teto pela cara e
carpo sinaes de ler t do carrapato. Quem
o pegar leve-o a roa deS-nta Thereza na
casa mmediata a obra n:na da Igr. jj que
St' geuerozarucnle recompensado.
*Cp" Precisa ne de um offi:ul de fu-
lero qu saba fazei toda obra de iolha :
queco estifrr uestas cii i unstapcas dii ja-
ne au atierro da Boa-vi,U U. 53, lado do
norte.
J3^ Precea-sede i50at200$ res a
premio com ba firma : quem quiser dtr
dirjase ao atterrod Boa-vista luja D. 33,
que lase dii quem precisa : assim como
lambcm se precis i de um men n > para cai-
xeiro do mni loj i.
tty Preciza se dd um menino de 10 a-
t" 14 a-itios, B>a>ilero, uu Portuguez, pa-
ra urna pequea loja de miudozas : quem
esliver nestas circunstancias dando fiador
a sua conducta, d rija-se a Pra^a da Boa-
vi ta Botica D. 10.
'fW O Snr. que offereceo 110JJ rea
pelo c-iVdllo pode drigi-se a ra das A-
g oas verdes D. io, sobrado do 2 .-rulares.
^9" Domingo 19 do corrente pe. s 7a-
t 8 horas da manhi, cabio da janelli*
b iixo, da casa n. 53 em a ra da C uz, um
anelio de curo: a p ssoa que n achou,
sendo tenba cooscieucia, e o epeira res-
tuir, dirija-te a casa .cima que ser re-
compensado.
>X3^ Tr-passa-se o arrendamento de
um sitio no p opio da e-i ra la do A raial
com boa casa da vivenda, casa de fariuha,
e estribara, todo rucado efira bjstante pas-
1 to para vaccas, curr.-l das rnesma* junto a
casa, e rom urna baixi plantada de ca-
pim, easaivores (odas com duelas : quem
* o quiser v a ra de Santa Thereza a casa
immediata a obra nova da mesran Igreja
* que" achara ro.u (u m tractar.
tSJ^ Aluga-se um armazem na ra do
Encantamento para recolber pipas o.j
aixas de assucar : quem o pe tender dili-
ja se a ra da Ca 'ca do Recife n. ia, que
'ah se dir onde li .
COMPRAS.
Na ra da Cadeia do Recife ca-
za n. 12 compra-se duia con tos de
reis era sdalas, a lioco de moe-
das velhaa de 6#400.
fcJP Um e-cravo, carp'na, prcto, de
pouca idade, e q e si-ja peito noseu offi-
cio : a fallar cmi Joaquim Leocadio de
OliveiraGuimaraeos, na ra da Alfande-
ga velba casa n. 3.
jrj^ A obra Gil B?z, inda nus-no
ir/ada, ou troca se por outros liv os tam-
bem osados: n i ra do Qucimido loja
D. 13.
Hy Utos molata quesaib* coser, en-
gomar, e tratar de meninos : na ra No-
Va 26.
^3P* Ptssas de ouio do cunho antign :
no ai maztm de vid ios ao lado da Cadeia.
LE LA O.
A' porta dos arroazens do Antonio Joa-
quina Pereira se fu-a lailao de urna paiti-
(l.i de queijos pratos em raxinhas, v indos
fle Amsterdam na Gtliota Ured & Hoop
110 estado em que se acli-re.n ; por corita e
1 isco de quem pe tencei; 00 da 22 do cor-
rente raei, as 11 horas do d -.
VENDAS.
Dluscanes de'duas rodas, quase no-
tos, e um palanqun) rico, chegdo pro-
ximamcotc da B. hia: n> altrrru da Bou-
vista loj1 'to Segeiro Franccr., Lui.
fW* Um ravallo ruco muito bornear-
regador baixo at mt io, de bonit* fit(ur,
e bastante gordo, muito prprio pua ae-
nlioia por ser muito manso : na ra Di-
rt-ita dtfronte da tone do Livramedto D.
i9.
jry Um mo'.eque crinlo de a5 annos,
o-inlia, e ffi iil de sapileiro : a lallar
com Antonio Joie de Souza Teixera, na
roa do Collrgio o. 13.
*y Umaesravade na^o Benguella,
ladina, boa lavadeia de varrella, ro-inha
o diaro de urna c-, e sem viiio de br-
inda: na rui Di>eita 38 defronie do
beco do Sentado.
* a/jr Tafi-t ebncosde lil de linbo nmito finos: na
ra do Queimado loja D. i3.
|r^" Um cas-odc n*viocom nove- pal-
mos da cumplido, todo proroplo d'vbra
demadria, armado em (urvtta, com aa
portinhola-^, para pepas. Todo de me
deia de cedro rom urna-bonita figura de
NapoKio paiaa pii : na ra da Floren-
lina casa do entalhador Joao Cbruostomo.
VF* Um biapo novo de balanca com
suas roinpeUntes conx-s, e pez' s de oito
airouhas menosduas libras, e com o mes-
nn um braco nuis pequeo, todo por pre-
co coinmiidii ; na ra da Alfanilega elha
D. 1, no segundo andar.
V&* Boas b.za*: naPra( da Boa-vis-
la Bullir !). 10.
|^" U n bon to negro de idad de 25
anno?, pento offirial de sapateiro eseive
puapagem por montar t>em a ca vallo:
trata se com S-ntos Braga ra da Moeda
n. 1 4 1.
jTar* Um ravllo mpo : na Boa vista
no beco do Vean no sobrado novo.
J37 A terca parte de uid sobrado, de
um andar sito no largo do LivrameDto, de
xio proprio, e a terca parle de urna ca^a
terreasita na ra de S. JoZe: na ra do
Crespo D. 8 lado do mi.
fcy Urna txcellcnte escrava criouta,de
17 a 18 anuo*, a qual cose, e fncnm o-
fnvtlmente, com urna cria de l3 mrzes de
idade, da qual te n bom, e bastante leite
para rrinr, e sem vicio lgum : na Boa-
vista, ra dttrai da Mati iz, casa D. ItJ.
Ify Vende se, U troca-se por urna
bicia de rame um grande banbeiro de
Bandrea oliado de veide.com ieo compe-
tente carrinho : na mesma ca^a cima.
f/5P" Urna canoa de conducir agoa em
bom estado que traz 4#*80 em baldea a ao
reis : no poi lo das canoa ao lado da casa
do Snr. Me quita, orde tem canoas ti'agoa,
que o memo dono dellas tem ordena de a
vender, ou ao lado do Corpo Sanio loja
de ferragem 11. 60.
fry Urna venda na ra Ha Conceicio
da Boj vista D. 3, com poucos fundos, e
tem ianxo: na mesma.
''&* 34o meios de sola, e looorouros
decba: na ra do Bosario laiga D. a la^
do o nasr-eu'e.
iry Urna negra do 16 a i7 ann >a, em
achaque algum : no porto das canoas, casa
defontedo sobrado do Mesquita, l. an-
dar.
a^jaa Urna venda com pouco- fundos, e
rommodus pra familia : na ra dosQoar-
teis D. 9
fQp> Urna negrinha de 10 para l2 an-
noi, sem vicio nem achaques : na ra No-
va loja de ferragem D. 10.
jry a vaccas orna paiida d po'ico,
e outra prxima a P*'ir, e.-ta ei no sitio
doCapito Santiago n'Agoa-fn'a, ea outra
no sitio da viova de J 10 Marques do San-
tos oa estrada dos Afillos.
rtr* Um ec-avo de naplo Aogo'a, ida-
de de aa anuos bonita figura, bom traba-
Ihador de enxada, e abil pa qualquer
teivigo: na roa do Rangel lado dn'Ao
indo para a Ribeira ultimo sobrado de um
andar de varande def-iro.
8^. Urna escrava ciioula de 18 anno?,
boa ama de casa, compra, cosinha, e en-
goma: nacamboa do Carmo no segundo
assougue dafroute da casa pintada de ver-
de n. a58.
/3^ Urna negra crioola, c>ze, engo-
ma, lava, e cosinha 6 diario de urna casa
aindamoca de22 a a anuos, por pi roiri'iiodo: 00 Ierro da Boa>vista D. 30.
Um negro io gento de A'igola,
bonita figura, s-ra f icio, nem achaque,
propfio para o servico do campo, ou ga-
nhador, e -abe caiar : no atierro da Boa-
vi ta D. 14, nda (pe lem arco.
>/y Um es ravo de naci de aS annos,
pioprio para todo *ei viro, tanto do campo
comoda'Praca,e bom cosinheiro : na ra
do Fogo D. il.
y p4 que de id. de de ao annos 5 < ffi ial de ( ha-
P'l iio; com p'iucipio de cosinheiro, e
abil para oul 10 qualquer Servign que se Ibe
cflvreca : na ra da Cadeia v^-lha D. f
WW Um seiim Inglez t m bom uzo : na
ra d'Alfandega vtlba n. 9.
em 10 cai*;s, por p' ec commodo : na 1 ua
do Quein^ado 1 ja de fizei.das D. a.
tJTJp Um esrravo mo90, e lobusto, de
bonita figura, sem vicio, n bom cosinhei-
ro: na roa Oireia Botica 36.
%jp' Um negro do gento de Angola
muito possante, e serve para lodo o servi-
co, lano do malo, como da praca : inu
5 Pona. D. l3.
tpy Faiiuha de mandioca de s-ipeiior
qualidade na ra doQ icimado D. 7.
%ry Farinlia de mandioca de superior
q'i -lidde na Praia do Collegio armasem de
C.-elino Jos da Silva.
:?*fj!^p* Urna loje de couros com poucos
fundos: na roa Dirtla L). 3i : qjiero a
pai tender dirija se a mesma ou na ra do
Padre Floiianno D. a3.
yff Uma es clente popiedade de-
nominada Campos-vardts sila a mar-
gem'do rio de una, com meia legoi de
trras pr^piias para todo o gene: o da pl*
taces, etreaces, tem casa de viven .la,
saiiaalla, e eilrbaiia : tan,bem se troca
P'r um cilio ou casa tiesta Praca lor-
nando-se oque justo for segundo o va-
lor dospie da MatrK 0. i/f
|t9* Um (itio de Ierras as mais proprias
que e couhecem para plantar alguda],
ro Ibo f'eijad, eioca; na huma de roo-
ci perlenceotea a Jo-e Joaquim Pereira
Cam pos, as quaes ouve em legitimada
scu Sogro o Tenenle Coronel mauoel Ara-
nha da Fonceca e o di'o cilio tem Pren-
ca de a'guda avamentos^le fazer fari-
nha casa de morada e quasi toda a ter-
1a anda robera de malta virgem quem
peitend-r diiiju-se ao mesmo lugar a tra-
tar como annunci. rite.
19 Saccaa de farinha de supe. !>r qna
ldadedoBio de Janeiro com um alqueire
aeaculido da med 'a velba por 5<)76o e
sem saca por 5J4' n* 'u'1 M**1'1*6
de DeOs venda da e>quiua que volta para a
cacimba. Na mesma venda assma st cf-
f race urna ama parda que sabe iazer to-
do o arianjo de urna caza com familia ou
sem ella e d fiador a sua conducta ;
qu*m a pi tender dirija-so a dita venda'ou
anuncie.
Ijr^ Na loja da ra da Ca J a do Reci--
fjn. a, akm d* algumas obias impre>-
sa> na Typ. g'ap'iia de Santos e Coirpa-
nhia ada-Mi venda em brochma e
brevemente sa achara cncaJei nado o
L.vro intitulado OaFradisiolgados no
Tribunal da Baza5. Esta Obra que
desde a su 1 publicaca5 em J.i-b a no anno
de i834 mercero constantemente o aco-
lliimcnio das pessoas imparciaes (orna-
se para n> aciuaes circun lam n-. Os que reronhe
rem a utilid.de das Corporac >ps Regula
res, ou si j 1 Religiosa, nu Politicamente
con-idi-ia.-.oj encondaiio ncsti Obra so-
lidos argumrnlos em que fi moni, e com
que defendi o juizo que tem formado :
os que gnor-5 huma tal utildade, re-
conheie-a hio lu da evidem ia : e os
qu acintemante tachn de perniciosas se-
miliiantej Corporapes veiio completa-
renle refutados os seus capci sos sophis-
mas.
/y Urna armap.<5 de loja com tojas
as tidiapas da mesma propria p.^ra miu-
dezas oufazealas, um bah de calsado
de L'xboa, para raparigas e Senboras o
qual he de sitim doraque, e uiarroquirn
decores, urna porfa decapttos de cor-
davaSpara homem alguns p r s feilos
na tena petos, c bi a reos, urna porgo
de (lit )j decoiro pret 1 e de inari'oquitn pa
ra Seohoras feilos na teria, coicos de
cabra em branco e tintos, 8 dusias de bu -
lli 3 Jegraxa dos pequeos 16 eondepas
grandes e pequeas um bah de miude-,
jai que alm de p'fifos rommodos abte-
se lo por loo, 3 chapeos para men mi
de seda guadenO|ie re s c de bom g s'o
urna porpad de el pret os perlmden
les dirijso se a ra do mondego O. 5i e)
tettdo o comprador urna pes-oa vnde-
se a dinheiro a vala e taubem taelade a
crdito.
4
ESCRaVOS fgidos.
50#000;res.
D-sed- granfii apio a quantia acirra de
rincoenla mil leis a quem peaar c e-cravo
adianle declarado. Fogiodi passigem'da
Magdantla do sitio de Joaquim da Costa
I,nie no da 12 de Janeiro do corrente au
no as 6 horas da larde um negro por nome
Joze do gento de Angola, estatura al-
ta e gordo, peinas algum* couza arquiadas,
bistanle buhal., levando vestido calca
de brm e camisa de algodio de mangus
curias, cujo negro d:z ser mineiro deouio:
qualqm-r pesioa que o peg^r o poder le-
var ao dito Snr. na ra da Madre de eos
loja de f rienda*, cujo negro tem urna cus-
idla quebrada, e tolas as las est com
pujado, eoio pode faser muit.. forpa. Es-
te escravo veio do Maranhio pira ser ven-
dido aqu, por causa dcsta mesma moles-
lia, e eile diz ser casado.
trjr* No lia 37 de. J.miro p. p. f..gio
um mol. to, de nome Francco carniceiro
com 20 anuos de idade, baixo, bem coohe-
cid;> u rui do Rmgel, tenJo dos signaes
que lorio de feridas, um no p-iio do t, e
ooutio na junta do dedo grande ; levou ca-
misa, ralea b>anca: log.i-se a lodos os
Sni i. mtrchatiUs, e a toda pessoa que del-
le souber denuncie, 011 mande livzer na
ra de Sania Rila nova, I.do do nasceme
D. 1, que ser recompensado.
V No da ij do corrente Fevereiro ,
u gio do poder do abaixo a-signado um
pardo bastante alvo representa ter de
idade ao anno*, estatura btizooe rtfor-
cado le vou ve-tulo camisa deiiscado en-
vainado etalpa de brim preto velha, o
dito paido xama-se liidorio e escravo
doSr. Joaquim Candido Gomea. Quem
o apieender'seudo n'e>ta Prafa pruonre
ao ano uncante e sendo fina o poder
conduzir ao togenho Merces,que em qual
quer parte ana grat.ficado. O auoun-
ciaote protesta contra quem o tiver ame-
ziado.
Joza Joaquim de Lima;
Taboas das mart thtttat no Fono d
e
Pernambueo,
It -Segunda S 61. 6m
m 17... T: 6 54
Jj 18 Q. *< 7 4a
^ i9 Q; - 8-30
j, 20S: - 9-<8
^aiS: ] O 6 a
aa -. 10- 54 >
Taidt
I
NOTIClAa MARTIMAS.
Navios saludos no dia ai.
S^vausca ; B. Amr. H pe. Cap. Baik-
mio : ci'bre.
Nova-Yotck ; B. Amr. LeParnon, Cap.
Joo LeClemioaot : assucar, couros, eal-
god".
Himburgo; O lera Iog. Janvrin, Cap.
Peion : assucar.
Demorara ,* B. Ing. Planet, Cap. Duma-
resaz; lastro.
B-.hia, e Rio |de Jmeiro; Paquete Io-
glez Coi kalrice, C>m. ougis.
PBIIN., A TIP. DU M. F. PARIA I8J7.


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