Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02567


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Full Text
ANNO DE 1837. TERA FBIRA
21 DE FEVEREIRO N. 49.
W1A
oas da semana.
1J Sernnda S. Eleutherio a- And. dos Jui ees lio Cr.
de m. e de ** The*o Chue. He t- Loa ch. as 11 h. e 58 m. da m
51 Terra S. Maximiano Re- de n>- e su.l. do J. de
O. de t. ''.
22 Unan* S. Margarida de Cort. es. da Th. P.
23 Quinta S. Lzaro Moog. Re. de ra. aud. do J. do
C. de m. e Ch. de t.
24 Sexta jfr S. Malhiai Ap.
25 Sbado Cetario Re. de m. e and. do V.
Q. de t. un Hinda.
2o Domingo 3. da Uuarctma S. Toralo.
Tido agora depende de n* mesmoe da nnnl pr
denea. modr raeso, c erier;iaiconlimiemos com
principiamos, e rimni apontadoi com admira*
Gao entre NaCoes ma[s caltas.
fVaaleasacie m JiumhUm ral 4 Oran!
ianacreve.se a lOOOra.menaaea pagos adantados
nena Tpo'i, ra da Crnxes D. 3, e na Pra-
ea da Independencia N. 37 eSH t ondea* recehem
correspondencias legalisadaa, e annunciosj inserin*
dos* lo* rratis sendo do proprioi assignanlet,
* rindo assiguadoa.
CAMBIOS-
f'ivfretro 20.
JLiOndres .14 a 3A D*. Si" poi 1 tri. o pra's a
Aopor cento de premio Nomina.
I.isltoa 55 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca 255 R. por frAhco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedae d 640() |l3..0g0 I3..20O
4,|0U0 ..?00a S800
Petos I ,,440
Premio da prata 50 p. c
da lettras. por me* I 2poro|
Cobre 2& por cento de descont
PARTIDA DOS C.ORHRIOS.
Oliada_T<>do* os dias ao meip da.
Osuna, Alliandra, Caraiba, Villa do Conde,
maaguape. Pitar, Heai de S. Joo. Ilrejo d'Area,
Hainha. Pnmbal. Nova d Sorra a. Cidade dn Natal.
Vil'as de Goianninli, e Nova da Prineeia, Cidada
da Fortalean. Villas do Aquir*. Monte mor no*.
racatv, Cascarel, faninde. Granja, Imperatrit.
S. Bernardo, S. Joo do Principe. Sobrar, Noa;"
RiKev. Ic, S. Matbens, K?chodn *n|rHe. S
Antonio do Jardim, Queteramohim, e ,1'arnahi a
Segunda c Sexta teira u nielo da por fia da
Praiba. Santo A ni So- Todas as quimas friras ao
MO tita, Garanbuns.,e Bonito nos Jiaa 10 e 14
rie rada mea ao ineio dia. Floresno dia 13 de
rada mea ao nieio dia. Cabo. Seriiiliem, Rio Fr-
rrVoao. e Porto Calvo- nos dios I, I le 21 de cada
me*-
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA;
Expediente do dim 18.
OFF1CIOS.
.' Ao Comrotndaiitc dsa Armas, par dar
o ieu parecer acerca do oflicio, que e Ibe
cavia do Director do Arsenal de Guar-
a.
Ao tnnroo, ordenando que mande
HrJJir ao <]. Batalhio, a Jote Riheiro dos
Santos psra por li renber o sold de Sol-
dado, a que rnenle tem direito >rn vir-
tude do A vito de a de M-i de 1833. **
pedido pela S eretat ia d'Estade do* Nego-
cios da G. en a, vislo nio provar ello, que
ra 2. Sargento qaando recabeo lerida
da qual ficou aleijaJo.
. Ao me-ran, pira mandar pagar pe*
la caixa do 4. Corpa de Artilberia des
pesa, que se fea do Grande Hospital rom
otratmetilo do Soldado Joae Vicente do
a. B.talhao da Brigada deata Provincia,
Expedicionaria o Pata, da qual eeio do-
enle, i-e ocha) addido ao r.ferido 4- Cor
po, conformo requisita o Iaspector do Ar-
senal de Marinha.
Ao Inspector da Thezoor re, para
dar oeeu parecer, sobre oque rpreaen'a
o Director do Arsenal de Gurna, no ofi-
cio qoe se Ibe enva.
mm Ao Prefeito da Comarca do Recife
communicendo-lhe, que o leu oficio do
6 do corrente puticipando t?r prendido
a Jlo Joae Antonio Alves Cortla do Ba-
i-lhiodeC. N. do Poco da Pan Ha, foi
eutrigue neatadatt. E porque pcs-.a a-
contecer, que partieipac6es de momento,
e urgente necessidade aejio aa>im demo*
radas oom grave detrimento do Ser vico
Publico; cumpre que averiguando, que
Soldado foi o portador daquelle < ffi. io o
faca punir.
Ao Commandante Superior das G.
N. do Recife, para mandar dispensar do
ervico dasmesmas, o Giaida doEUqoa-
drio de Caval'ai a dtste Municipio, Joae
da RessurreicaS, qoe le acha exercendo
f.inccei de Commissai io de Polica da
Freguezia da Varze/, conforme requi-itou
o Pftfeito da Comarca.
PORTA PA.
Ao Adro i nial redor do Cerreio para ns6
enirpRar a mala do BriguePrincipe Im-
peiiol qoea.guetisg.ni pira o Rio de
Jniro, aem qoe re< eba os Desparbos,
que a Piesi'iencia lena de msndar.
Navios Despachados do dia i8de Feve*
reiro.
Brigue DinamarqjieR, Sirius, para H-
bti'gn, Mnstre Schmidte.
Bi iguc Ingles, Newe Thomas, para Tri-
este, Meslie R. Sulberland.
Brigue Americano, Cynosure, pira a
liba de S. Thum, o Mtrcado, Blestre F.
WiUk.
DIVERSAS REPARTl^OENS.
jilfandega das Fasendat.
O Brgoe Braseiro Casaique rindo, do
Havre de G'-ace entrado em 16 do cor-
rente, CapitaS Antonio Cameirn Lisboa,
eonaignado a Elias BaptUta da S.lva.
Maoifestou o seguiste:
345 volunaea de diversas Paseadas, 4
ctixaa, rom drogas, 1 bar'il com aieite*
101 etica rom vinho, 1 barl com qoei-
)Ot 4"21 sextos rom baladas, loo barris-
cas com farinha.
MESA DAS DITBRSAS RENDA9.
A pauta he a mama do N. >4*
CORRElO.
O Pataxo Venus recebe as malas para o
Maianha6 boje ai do crtente as lo ho-
ras do da.
Brigue S. Jos Trionfanle recebe a
mala psra Lisboa, a mauhi (22) as 11 ho-
ras do dia.
ensucio contra o primeiro, e nao contra
o segundo.
fFDenuncia de Manoel Anselmo, contra
Miguel JoaS, por tentativa de mrte.
O Joiyscho materia para arcuiaclo.
Denun.ia de Praoritro Biiterra do Mon-
te contra Bernardo Josqoim da Ovrira,
porcrime deroobo. O Jury achou ma-
teria para a aecus^cio.
Sumario crimo eontra Antonio Jo-
quim por faea de poota. O Jui y
chu materia para accusaeio.
Danuncis do Promotor Publico contra
Moel Cnnsalves Lera, por furto de
ascravoa. O Juij achou malcri para
aecusacfo.
Sumario cr'nw contra Manoel Pesoa
deAlboquerqoe, por furto de everavos.
O Jui y achou materia para acuaclo.
Jury de Sentenoa
Sumario erime contra lose Marie da
Conreicio, por uao de armas defeta.
Foi condenado em 35 diaa de prisa 5. ,
Sumario crime contra Josqoim Joe
Leandro por uso do faca do p'>nte, e ten*
tati?a de roobo. Foi cond^mnado cm
a diaa de prisa, e maia cincoannos
a qutro meses de galles.
Sumario pelo crime contra Bertolo Eu-
genio Alves, por feimentos. Foi absol-
vido.
I
Tribunal do Jury.
SessaS dos Jurados no dia 18.
Jury de Accuzafa.
Sumario por crime do faca de nonta ;
Reo Jos de Barros Brsnro. O Ju. y a
rh'.u materia pata acco-eoa.
Sumario por crime de fui lo de C*val-
lo ; Reo Joae Nanea de Olir. i a. O Ju-
ry na5 ai boa materia para accosecad.
Denuoria de M noel Antonio Monte-
ro, contra Jos Rodrigues do Nsscimcnto,
e Josa Bento do Lago, por tentativa de
mottft O Jury achou materia pira e-
ARCKNAI. DE ARIltlIA.
Fas te aente eoa Operarios do Ar-
senal de Marinha que a manhi (2l) st
pagara* a ferie vencida a 15 do coi rente.
Arsenal de Marinha aode Fevereiro de
,837-
Aolonio Pedro de Carvalho
lospeotor do Arsenal.
rRBFBITSJRA Di COMARCA DO RftCIVB.
Parte do dia i9.
Illa, e Exm. Sr.
Parteripo a V. Ex. que das Partea1 rece-
bidas onita que a sainlie ordem foraft
fiesos para tetem destino Firmino
se da Silva, branco, a Francisco la-
nicio, p^rdo, amhos remettido pelo sub-
Prefeito da Ftvgiit'sia da Vanea, este por
ter de costme guaidar furtos em sua
casi, e aquella pr ser supeito de coni-
rencia com alguna salteadores, aos quars
recolhe em sua casi*
fiads sais conti<
Deo Goarde a V. Ex. Scrretat ia. d
Prefeitura da Commarra do Recife i9de
Fttvrreira.de i837. Illm. eEm. Sor.
Vicente Thomas Pires de Figueredo ,Ca-
margo Presiden te desla Provintia.; Josa
Carloa Tliaaeira, Prefeito da Comarca.
\iARi MCBICIPAL DB OLINDJL:
3. SessaS Ordinsris de ao de Janeiro
de i837.
Prestdhci do S,ir. Gnedes.
Abeits a SessaS, compareceraB osSe-
nhores Pasaos, Cardim, Dominguea,
Ferreira, filiando com tiusa os Sars.
Dr. Avellos, e Paula Lio.
Com parecen do o Si. Antonio de Albti-
querque e Mello para tomar po.se de Ve-
reador, e jurn desempenhar o caigo de
Vereador na forma da Le e tomu a-
senlo.
OSacret-no dandoconta do expedion-
te meociouou un oicio do Exm. I re-
sidente da Provincia em que determina
que a Camai a informe o etltdi de seu
Municipio, o a* provipenciaa a respe i lo :
iuteirada.
OuIrodoSor. Vareador Avellos, fe-
quiitaodo demiasaS de aer Vereador
visto aer ihcompativel com o ser Subj-
titoto do Corso Joridico : pelo que foi
detmttido, e se rosolveo qu se cbamae-
seoCidadaS emmdialo em vol*, qnn
heoPad.e Mestre Miguel do, Sacramento
Lopes Gama para o que seoffi i-se par
vir tomar poase na Seceso de a6 do CJri
utr do D tutor Francisco Qjmlh'-
guea da Silva pa.teripando na6 poder ec-
ceiter a nomeey* de Advogado da Ceil-
ra: irileirada.
Outro do Pical da Fregara t} b.
Pedro Mrtir dartdo conta d lu ftac-
liacfo : inteirade. J
Outro do ?itipl-nle do Fiscal de M-
rangnspe decLrando-se achar encommo-
dado por itso na6 podia comparecer parai
prestai o juramento : intt irada.
A Cmara nomeou Fiscal das Salinaa
na parte da Fregueaia da Boa vsts per-
tencente a este.Muh'u ipio o cidado Jos
Ignacio Alvet Ferr.ira, e pfa Suplenta
o Cidadio Jitiuto Udiigues da SilvaCs-
hral e se Ibe patecipase pdra vir tomar
posse na SessaS de at do coi reri'e.
O Snr. Vereador AU-uquerqe apre-
senlou huma indicaca laendo nella urrt
piolesta ; a Canina resolveo que na pre-
sente Sesje nao era demiaaivel taes pro-
te-to. .
Rc-olreo a Cmara que rts'o o adro-


D I A R 10 DI PER
-S
NA M
BUCO.

R para que*
patio turneado por esta Cmara se ter I Desernbro
ejcutado nomeavaS ao advogado Manoel Joaqui
d a Multa Silveia, posto que este taimase
le Secretario de ta Cmara, con ludo
como elle sabe dos seus ng.cios, e a
ss spreseniasse com sua provisaS do
Be cite e consta a e.-ta Cmara que el-
la pertente pedir demssaS de Src e-
li'io ; por t.uio Ihe f.isia dita nomc-
ac&5 de Advogado, ficando engaja-
do por 3 >o$ -oo annualmaote com a
ondica de dar lodos os |i imestrts hum*
nlaca do Estado das quertbes judirtes,
que estiver a seo cargo conforme os ter-
mos judiaes que etliverem a seu alean
canee,, de requerer a s uudienciusj Oque
esliver ja tea rugo conforme, os (eimoa
jndjciae.
O Serlirtb darnesrrfa Cmara deca-
rou qaed. faito nestaSessa6 tioba teori-
onada peJir soa deoiissaft roo eff ito
1 pedi qe per oonseqaencia estando
deseuib.rafado n'huma durida liaba de
catar o eng jmenlo pela quantit offeie-
cida e debaivo das mesmas condicSea de-
claradas, o que Cmara o buuve por de-
uetli o, e pee encajad; pela referida
qutnlia em qnanlo b m compiisse com
aeudever.
E logo a Cmara nomeou pa a Secre-
tario da mesma ao Cidada Jos Joaquim
de Figueredo, ep--rsa acbar presntese
Ibe difii io o j iramen'o dos Santos Evan-
gelios para que bem e verdaderamente
aervice dito emprego guardando em tudu
direito as parles na fjrmj da Le e rece-
ido por elle asrim o prometu cumprir :
v logo a Cmara houve por impostadoe
iiiiuduu qua se Ibe utrgaa-e 'it'go por
inventario, e asrgnou dito juramento.
HoVT.-O varios requeitoentos de par-
tes que fora de-pachdos na mesma Ses-
MV.
A Cmara resolver que s ofliciasse a5.
Exa. o Sur. l'iejidjnte, afim de se sber
be a mesma Curuca llie competa a nooei.
c;a do Promotor e Secretorio dos Bata-:
ahocinas Cv N.
E por. dar a hora o Seohor Presiden-
te levantot a SssaS, e para constar i
esta acta em que assigaara. En Mano-
el da Molla Silveiie Secretario da Cma-
ra a e ereVi. Gueds Presdeme, Ferre-
r*m Cardnn Pasios, Dotniugue, Albu-,
querque.
Est conforme.
ibro de l83(.-a .4h Rabia Miiosi Sr. ipjjcje ..rwihccimenlos que nio se podem
im Baptisti.Moreira. exigir-aqu, e serve mais para spr consul-
|ue: a i. couwcLmeirjto
dos Navegantes, Ytltwquieuiroai pijas* b-
lers!.ar fiz ioseri^!>.;pi'^th*;lo Joroes
desta Cihde, paik que tenba a devida
ptib'cidde. *;;,. ii'.
Consulado de Poi*lug*jerPcrnambu-
co, aoa 6 de Fevereiio de 1837.
Joaquim Baplisla Mureira.
Contal.
(tilo por hum .liomrm de in-trurcio do
que para guia d hom moco que entra n'
buro campo para elle totalmente desco-
ubecido. Pela iftcHade das communi-
clcues cora Haroburgo na5 seria ene*
to*o mandar ;vr huma porcaS eulficienre
do,|}equio Atlas de Stii hler, o ni os re-
arameadave q te eu conheco pela exacti-
dio,'iili'sima impivio, e txtraoidina-
ria commodidade da divisio, assim conio
pelo priQo, pois qie na Alemanha na5
cusa va mns que 1 thaler )0 grsrhcn, ao
INTERIOR.
S. PAULO.
O Secretario Jote Jo.iquim de Figueie lo.
r,\Sl*l.DO DE POItTuGAt.
em Pernambuco.
J,aquim Baptista More-ira ; Cnsul de Por-
tugal era Pernambuco por S. 1V. F.
A Seuliu.' a Dona Mara S'gutndj que De
o Guardo kc.
1'"C0 saber, q' pela Secretaria de Estado .
dos Negocios Ejtiang.-iros por fficib Cir-
cafarN. i5, e d..t.j de 16 da Desem
b o doanr.o potiuio r>as^ad., asVigrido
pelo Sub Scretario d'E>iddo Paula Mi.
cloi, me fui comunicado bivr s sjbe-
lecido na Tu^re de S. Lmenlo de Lisb >a
vulgarmente a Torre do Bogio um novb*Fi-
rolde mo* iinento perenne e roti(lo'regu-
Jar e cuja commuut^io e do tlieor se-
guate.
Circular N. i5.
Sua Excedencia o Viscan J da S' da
Baodeha, Sacrttario d'E tado d'eMa Re-
padica me ordena commodique a Vni.,
|U?e CCab de se e^abelecvr na T .rre de
St LoOietCo de Lisboa, vulgarirltite 'deno-
ninidoa Tone do Bogo situada a Sul
da Tone de S. Jolino ti's ntrada da Br-
ra na Laiihude N. 38*,, 59',, 2 ," e
na> L ngitude au O. do Obs-rv.toriO do
Gaifelb de Jorge de Lisb Ja g\, 07",
utn novo Farol de mova eoto 'perenne,
e rotac.5 regula-, o q paesdeS,, em 3, minaiot, duraado
mioi foica de loz 3,, segund. s.
-O.^iie trobo a.lioors dvllie psrtecipar,
avfiaj bheidade.
OaavGulidea V'm. Secretaria d''Es-
tado dos Negocios :tr*ugeiros,em 16 de
Achamos rntiilo rntrecsinte eginte
oflicio qua vem can u Novo Farol Paulis*
tao de 31 de Detembro.Fora bom qu
as pessoas entendidas na tr.atei ia della te
occ.upassem 5 com oque fariio algum ser
vico ao pait. E tamos mu ito atrazados
em bellas letras, pela maiur parte os rom-
p.ndiosque se lecm em toda* as escollas
do Bra7.il estso sin relacio algoma cosa o
pi oftf s o que tem a yuencia. Pos5a a As-
aen.blea deix 1 hum penco loas arengas,
soasbiigas, para cuidar hum da em.al
goma ecu/a de til. IN-. eremos que o
Goveino auxilala o nobie profeisor na
cnncluz da sua: tradme o govemo
ao ceilo def-ej < os mellioramenlos do Bra-
zil : que se anime e despiezeos embaracos
que aljjum.is v'ezesoimpedem de marchar,
huma vez que respeite a nac onali Jade e a
liherdad-. ,
Illin. SbV. Dr. Vice'-Direrlr.--Joti-
m-nieate hinio nio aerem as minbas luees,
nei'n a rninh i (xpeiiencis ^u(^ciet|les pa-
ra rae frmcerera boma reposta aalisfac-
loria ciicnlar que V. S. diriga sos l'io-
fe.-smesdas Aulas Preparatorias d'.sta A-
cadernia, mbar'aco este, qu se rae torna
actualmente anda mala snsivel pelo f$\s~
do pessimo Ha minha saud. Ele u'timo
motivo chriga-me a r.s|>ondfi- o m is sn-
cint mente possivel, porque as dores que
me'atbrmntio continuadamente nio me
permiitera liumaion^a appca^ic.
Em (ju.nto pnm.iia prgunla relativa
ao Con.'pendi que hei adoptado ta Au-
la; tVrilio d responder a V. S., que pa-
ra a Geografa segu o Compendio de Ja-
cqu'ei, excilente 11.-' du'as partta princi-
paes. d se eneja, na Gegraphia matbe-
malirn e physii a. Cbam'ei ests parles as
printi.paea da s i n. ia, nao pbr ju'gr a
terreifa, a politia menos necesaria, ms
pi'rncipalmnle em rdacab a si esub k-
cimeht. 'A midr parte dos Jov. ns que
Ve'm irtsfrair-se'feat Academia, nio-tro,
que bem as idds as mais geraes do inundo
Ih'S forsS communicdas, muid s ignori
a c .nfigraci da nossi teira, romo a
expetineia me tem mo.-tiado ; quasi todos
a >ua relacio com os oatros corpas rels
tes, ea fotniacaSjriy. ice da siipe ficie, por
que nat Aulas primarias nao se ensinio, ao
meii'8 niu te ensina bem, nem se quer
o- principios mais univeisae de Gaome-
tria e.Historia Natural ; que prepaiio pa-
ta esees coiiheeimt nt'S, de sor la que he
heeessaiio que os E>tudantes venh- co
rihereC aqu, qu o nosso mundo objec-
to das nos^as obseiVacs como parte do
Universo emgeral, para deppis ^er Ib so
msmo mostrado como .'prdpriedade de
a-s(ici<-6e hufnanas, repttida convenc-
crialmenle em con*equenca de fadoa his-
tricos. Por tanto es-as dut primen as
part'S da G ographia tem,sido o pi innpal
o^'^ttfd^simiBh"explic'scSs na Aula,
porque a ultima jai te, adquie-se fcil-
mente pelo estudo piticlre pelo Cur-
so de Hiato a. Pprtanio julgo conveni-
ente'que secoiiserve o CompenJio de Jae-
qoier, supprindo o mesiie. as falta que
nvlle se em ontrarcm na- parte poltica,
principalmente na Gegraphia da Amerita
meridional, iqcompl-ta ou incorrecta em
quasi todos os Compendios, como he sabi-
do. Em quinto ao Atlas, fie* a ua esco-
Iba ao arbitrio do Estudanle, por causa
da'diflruldade de se acbar hum numero
soTiieoie do m-mo othor no Rio de
Jim'-iro. O Le Sage nao approvo para o
eosino elementar, nrmente aqu; elle
, ^mpend^ifljiisf, Sl^v* nio roe c'wifc
ta qi.e eri-ta hum bom na lingua Fran-
cesa ou Poi tugueza. Pi incipiei no p'ri-
meiio anuo a heguir o Joio Muller ; po-
iem como este xcetl nte th tracta
sciencia onicamenle pelo lado poltico,
e relativamente b dreito e diploma U,
faZem-se mci seario* muilos cotihecimerttos
qne nio podem er exigidos de JoVens, que
111 paite nunca tive,i:io idea da historia,
muito menos nocoes dos factos. Quii goi lo, por que ten do na lernbi anga as es-
colas primarias da Europa, julgava que
Estudales de 16 00 18 anuos, ou mais,
de*iao conhe er a Hitoia mateiial, e
que n'huma A ademia devia-se ensaar
eoraente a sua paite raconal, pelo lado
poltico e diplomtico, ou taobem pelo la-
do pbilosopliiro moral j a experienia
me most>ou mmediataminte a nece-sida-
de d lancarem se aqui at as pi menas li-
nhas da scienria no esp rito da juventude,
como ooucas bonrosas exrepc5es. E
v.Qm flF ito p que po.de hum m"Cof que da
ftsenda d crear vai para huma Wll can-
t}'*l estudar ou decoiar tres,, qoatro e
cinco Minos a Selecta,._sp,eso, mesmo eem
aniiguiddes e outrosaubsdios ndispertsa-
VMS para o estudo dqs aulhores f 1 ulicoi,
oque p de hum tal moco saber do mundo,
da ociedade, dos governos ; que ideas po-
4* tile formar do pausado, ai nada conW
ce do
;e do presente P, Tproarei. % fallar,sobre
Ma triste experiencia q .e fiz o piimei-
ro armo, quaudo falfar dos nebnveen -
tes que lon.hp, epcoalrado no ensino da
minba Cadeira. B sta dizer sornente aqui
que ess.i expe iem u me fe* abandonar o
Joio Mljer, edar a ii4oia par postillas,
P1"*1^ qn ae pegue em muitos bous esta
belerment. Europeos, e que principal-
mente na Allemaaba, onde mais beesiuda
a Historia, lie un veisslnsente segn da.
Nestaa paslil'as live por bae o Compen-
dio de Historia Universal paia eatabeleci-
mentos mioie de Poelitz, Profesor Pa.
blicb da- Scienci.s dmnitrali.Vaa na,U-
niversidade de Leipzig. E*N Coinp'.niiio
he mui recomm. n lavel ; uM|e cocina
hum espiiio jii.to e claro, u'. le falla a
coiiscu acia de hum h.mem de grao Je ins
traicio, d'huraa imparcialidade incorre-
plivel, d'numa igualdade d.e carcter im-
pei 1 ukavel e de puris-imas inten(5es cer-
ca do a vid'ntamenio do genero humano
na mora) e na poltica. Este compendio
mostra que teu authorsabe oque be His
toiia Uaive.s.-I, conbeiimealo o>te do :
qual a maior parte dos Uistuiiadoies, prin-
cipalmente dos Fia ncezes, nao podem glo
nar-se, (Millol e Segur fallad por. mim.)
e hem o quil he impo-sivel a composic'6
da hum Compendio. Hnn s<5 tpmo a-
b auge toda ahistoriaat lSa|, aem que
falte bom ficto de iuflutiic a. mera I ou
poltica sobie a soniedade humana, obaer-
vafes lilhis d> probidade e do enthusia-rao
que anima o autbur plo bem un versal,
babituio asalmas jovens oobreza e ge-
neroaidade, e dao Ibes:.. inm pllur claro
obre a marcha das sociedades. Porem
ele bello Compendio lera bunj del' ito
nio poqueno, e he de ser esciiio em Al-
lemio. Animado pelo Euro. Sr. Cosa
Caivalbo comece atialazl-o, e mesmo
emparte a adequal o mais ao ensino li. a-
slairo, tr.iNndo mais e-pe, i..Imenie a his-
toria dsie Impeio, dos outros estados
Americanos, e de Portug^i, em quanlo esta
especialidad*'pode' pombinar ae com his-
toria Uuve.sl, |id-ia e&sencial, quenun-
ca se deve perder de vi-ta j porem desde
que esse Scnbor csssuu ti* dnigr a A-
;cademia, cessou tambera a liaducca,
pi'j' a miaba cuita nao poso m n Jir iiu-
premil-a ; por subsciipcaS he custoao;
e depois DsB tem hatide Director quese
interesa8se por semelhaote obra. Se
V. S. alcanc-siie do (lo ver no a promes-
ea de faser aa de-pesas da mpressa5 eu
rom muito gosto cent insurja, fcugeitand
depois a sedacio do estillo ao Senhbr
Doulor Francisco Bernardina Ribeiro*
A vista do esposto cieio que devo conti-
nuar a en>iri..r a hi-toii por pastillas, a-
ti! qne V. S. se lembre de hum compen-
dio conveniente, ou nt que o Gover-
no se imcnmba da lmpresss6 da traduc-
ca6.
Em quaoto ecopom'a da Aula tenia
alternado o ensino da Hi,toiia e .Grgra-
phla por achar bumainehte entorticboda e
preij qalituit ..p^ii Oji il uda n i es' a de visaS
da hora e meia que a le marca entre o
ensino de duas mateiias, que ellei pelos
motivos cima expendidos acba.mu di-
6'lt ss. No priioeiro anno ero que re-
g e^ta Cadeira ensiriei smente a hiato -
liaan'iga, por. querer dividir o Cuiao
Hisloiico era tres armos, c< de Cerrgravia J no segundo anuo dei bis-
toia inedia, e lambem neste anno finJci
a Geografa ; no anno c>rrent? dei por
ordem do Etm. Senhor Coala a
histoiia antiga somente .como fintiodoc-
ca, despresando tod >s os fados duvido-
sos, assim romo todos aquelles que na5
tiverao huma infl leucia^univeisal, e Ma-
tando como deve ser, o pric'pio da ver*
dadeira hi-ton'a da Cyro o Pe>C' ; lem-
brando a ex'tncia BaTmnrcmas ante-
liares, somente] em qnantoj as ver
dades univer-aes que a sua histo ia
milbica aprsenla ta 1 ei com ex.ti*
dio a idade me lia, porque e por
ella expbca-se o moderaiino, tanto mo-
1 al com politicamente e desea vol-
teado especialmente os dous princi-
pios motores, armas inesitiveis, com
que O cavaleiro gigante da media idade
desruio em seos mais prof nidos alireicea
o edificio da aaliguidade at<* a si mes-
mo, germraismo e hi 1 -tianisnio. Na
hlQiia moderna cheguei em aIguns Es-
tados al i8a4 ; na biatona da Eranea e
\lemaaha poiem sonieiite al a revolueio
Francesa, que tambera se feria dado ae
as miabas enfermidadas durante este au -
no nao livess m lieijneulemeate uter-
rompido ocuiso.de e. sino.
Emquanto aomethodo jt me espli-
quei -obre o que tenho seguido no ensino
da Geografa. ExplicacS s [\i mu ito es-
peciaes. sobre a paite math.ematina e Ci-
ca aliegta aTalla que en. oalrei de cou-
hecimentos,aindaq' supe ficiae8,degeome-
Iria practica e mesmo pura ,ea total ig-
norancia em obJHdo das ciencias natura-
es. Na paite poltica en^iaei eun lian-
do, islo he, pass..va huma lica de hura
ou mais ppises, tomando ei-ta lc^6, sup-
pria q q'faltava, e da va a nocoes hiatmicas
que.me paieciam ndispen>aves para o
objeclo d: Iiva6. No Curso a bistoi ia se-
gu o metliod syncroiii>li o, o nico
q* me parece adicmssivel para o ensiuo e-
lem. litar, parque ajuda omito a memo-
ria ptlo nexo que ha entre o factos con-
lemporoneoa, e da* urna ideia clara da
ofl leacia mutua dos Estados, e da for-
macao. das suas relr?5e8 ; conhecimento
nidSj-ea avel e entielanto dinllimopa-
ra quem iino a at os lacios uias geraes.
Oliservi-cea nofim dos perodos que nios-
tra5 as cautas da gandes epuh.s do es-
pirito humano, e por isso, da moral e
poltica supprcra o que dssipulos mai
adiantados, 1,10 be, acientes do material,
do esqujete da liiAona, appiendei ia pelo
mlbodo analtico ou pol.lico.
Eis o queme ocroneo em respoata
primeara parte do mcio de V. S. Pu )*-
aetadjspeusar-roe de responder asegun-
da, na qual V. S. exige a eupo^aS dos
iqcooveqieutes que tenho en.onlrado no.
ensino, e os 1 medios roa tra el I- s. Es-
tes remedios, nao ela al o presente til
vez ptm aa ma do Governo Central so
menos bod compUUmenie. Hum dot
p incipaes inconvenientes ja ficau expos-
o no aate edenle he a quasi letal Ma
de conhecmentos na maior parle dos JCs-
ludantes que em fr.quentar as Aulas
d'isia Academia. A educarad na6 forne-
recppbecimenlos, nao disperta ideias not
fllios da maior parle das familias, mor-
mente nos Jugues ceatraes. Nio he all
>



DIARIO DE P E R N A M B C O,
V
i
que o pii ou m i para deleite prop.io te
entretelo rom os iil'ios sobre os feitos ad-
mira vais d aniiqtiidade e despeita u'.l-
les a cui iosidade e o iu-tinelo do grande,
bllo e genrosa; --.que.hiso geogra-
phicas podem dar pis que ignorad a po-
sigaS da propria patria ? Poi tanto n5
he da educidlo que os meninos emlitbera
asprimeiras Meas da Histoii* e G;Og'a-
^ pitia t que em tod* a Euc.pi mai prin
cipalmeute nos paites niai* .adiar.tadoa,
sao considerados como nutrimeulo 1*5 in-
dispeneavel pai a o espi i'o cumo a re-
ligi-para o coraga. Se< as Aulas
publicas? Ma.iu.is Aulas p> imai as n*5
ae encina histoiia j colUgios que reuna
todos os prepuatoros no ciiculo do stu
ensmo nao existem nem em todas as ca-
pitaes das provincias quanto menos as
raberas d*t comarcas, como devia ser*
Prtanlo be gmenle as Academias que a
juventude brssileira pode obler os con he-
cimttilos geraes. de Historia e Gepgraphia,
ndspensaves para homens de letras, ni,
para lodo o liom< m que leve alguma edu-
cacio. Alera deque muitos mocos v< m
para c a'huma idade em que, princi-
palmente aq ai a memoria j nao tetn
tola a sua forca juvenil, para conservero
mateiial da scieucias H outro nen
veniente, e be, que oS ae pode ensinar
aqui o que p'ropiaixenle s devia ensiaar
ri'huma Academia ; pois que o Curso de
Hi loria devia ser aqui uin curso de po-
li tica ou a phflosophia da historia; a
Geographia devia ser lictada como hum
curso de estatistic diplomacia, edirti-
tb das gentes positivo. o menos s.
essas as msteria- que segundo o meu en-
tener, dvem ser ensenadas n'hum esta
belecimento superior. E nao se diga, que
somonte pr'p'ifatios podem ser entina-
dos elementarmente aqui ; a hi-toria-ma-
terial sim h;pteparatoii, m.-s a vr-
dadeira historia sa ana Y/se. emeUpbv-
sica hcompanh'ira insepatavel d todas
as scieucias sem excedencia do direto e
dasseincias administrativas; principal-
mente u'hum secuto era qu lodo o" etudo
ae riL-liua pai a a paite positiva ehistoii-
cs das acieo'ias. N*6 se diga que 5-5
smente preparatorios, porque os Bicha-
reis eabem.- 'abi Orno formados em sc-
encas jurdicas e to:i para matar parte -- ninguem negara
que a poltica estilstica pttencem ul-
tima classe. Demas direto das gentes,
diplomacia, economa poltica em histo-
ria e eslati.-tica ? eu nao o comprehendo!
Tolos que sahem formados d'eala Acade
roa devem saber bem ludo, o que n'ella ae
ensina pelo contrario torna se Ilusorio
o grao. Pi.n esle inconveniente de vi-
i em ca moco aem ideas geraes de .-ciencia
alguma, he commmn a todas as Aulas
prepaiatprias pelo deleito da- esc huas
elementares., e pela nem huma fo. caque
t ni aqui o Governo demandar le-ponsa-
bilisaros pas re'axadoi que nao fa. ulii
aos filhos ckegados aceita idade os meios
deinstrucca poder que em toda a sua
plenilude, e innegavelraerite pira bem
da piro exe> ce o Coverno Pi usslaho d
sorte que a Pru-sia tem feto os maores
progreisos nam-lr Cf* popular; eis por
que me attievi a dixer que tal vez nem o
G .verno Central pos-a dar providencias
promptas con ira este inconveniente. Com
excepcab da pbilosophia que he pro-
p iamenle hu u estado acadmico devi-
ser conlieeida* pelo Estudiles todas
as sciencias piep>rato is nos eu-. prori-
pio8geraes -- virio que sao necesitas
psra muilos que naos g ie.ii depois a car-
reira ltteraii* : -- na* Academias deviaS
elle aomeote aprefe.coar s-. Porem i^to
p.Ttance ao lempo e a sabedoria do Gover-
no e do Podei Legislativo.
A falta de hum Compendio he hom
grande ino.nvnienle somente porque o
postilar tira ramio tempe que se pdi em-
pregar mis utilmente no comp'emeul ou
eplicaci>de afgt Compendio adopta-
do; poim p lo que lenlioeipo to V. S.
^ qua oso rae oc orre providencia algoma
se nao a pr p -siciode -l^fum Comp ndio
por V. 5>., o i a traduecio do Pae.itz, ou
dalgurooulio, ti'Uo no Allemio se en-
contraren muirse muito bou-.
Hum arin he muo suiciente pira um
curso de G'graphia, pai a o ae Historia
uarece-me o tempo mu limita lo. Per-

tanto pens que ae devia eswbelecer hum
curso de deis jimios hura antea de entra-
ren! .s Esludantes no i. auno jurdico ,
outro annexo ao i. anOO, visto.que es-
se tem somente huma Aula, e anda que
os novos et*iut >s criam maia huma, as-
sim tnesmo nao seria muito, unir-se-Ihe
horra de Historia ; mesmo para habituar
os K-du dantes a huma seri appUeacio. No
a. anno do Cumo Histrico podia-se
< ii'io fazer huma repeticioda Geographia,
da qual cariio di-pensados aquelles qae
se di.stinguiasem ne |. anno na rosma
maliria. E para obitgar-i-e os Estudari-
tes a occuparem->e al ao fim dosseus e-
tudos n'est/s materias quasi inseparaveia
d Curso de Direilo, eu.achaca bom, que
d'ora por diante todos os E ldanles fic.s-
sem di pensados do exame de Historia e
Geographia at so 5. anno poiqaa as-
si m el les lem tres cursos que podem tre-
quentar nio Ihes rosta oWulpa alguma ,
e o i eceio d'huma reprovaco no 5. an-
no-- porque supp5e-se entio humixanie
ligoro-o, osobrgar oei-tudo da hil*
toiia ; de soi te que assim os Legisladores
quesohiiem da classe dos Bichareis, as-
sim (Tomo os Delegados do Poder Execu-
tivo tirados da mesis ciaste, nio strio
meramente llieoieticos, nem procurai5
axemplos e le- de piir.es cuja constitu*
fio e estado poltico Ibes he totalmente,
desconhecido.
'A Aala de Hi-toria ? Geographia devia
achar-.se na Y>nhanca da lM'liothoca ,
por motivos lio clan s que seria ocio.-o
apmtal-os, e e-ta Uiljlmlheca nioimente
pela tendencia do secnlo actual e |it-U>.s
en o mes desvarios que tem produiido na
legi.ilacio e tdminstracio de muitos paitos
a falta de conhecimentos das reUedes po-
lticas da pnsQlo dplpmsi>ca .de do-
cumento, histirco devia conter mais
o'irss modernas. Ha revistas ero abun-
dancia ; peigitt-fe por Herder, H eren,
Wardeps, Guita Tnie'rs &'c. nio ex-
istem na livraria.
Em qutnto ao regimem poljeial estou
totalmente convencido da utilidade do re-
gulament') provi.oiio de V. S. Hum Con-
tinuo heindispensavl, a vigilancia sobre
a irequencia dos Estuden,tes a pena im-
posta 803 rel-x dos ullissima para a sri
er.-cia ; poiq e pelo ovdo entio as im-
pressfS m.iis vivas mais til ainda p.na
a b a di ciplia e para liabi>uarem-se us
j o veris ao cumpt i un nto do teo de ver sao
n idid s Kohre cuja nece-sidade ni<> ha que
d sentir. Eu. p opoii.i att'n decencia pa
raa'guiiMS A ilas de nepaiatocios asso-
alho vidracas &c. porque hum E tab le-
eimento Nacional e Scitnlitco nio deve
em couta alguma apiesenlar hum aspteto
nissquinho n'is-o nio m> iuiito os Es-
tados 'Unidos'? Para Lntiuidade cu pro-
poiia Anliguijades e algumas noee* de
Mythologia e a aboliio das Selectas.
Sobre a abolicio dos pontn nos eximes]
de linguas, e da intil impostura ao
menos pela maior paite o tem sido* do
e-ame no Thomson nio ha que dter ,
porque as iaz5es fio muito obvias cu se
deve haver exame na Poesa Iugleta su-
hstitua se o Thomson pelo Milln que
he niais intetlig'vel e de inteies-e mais ge
tal. Compos>c5es nos > x une* de Litun e
Fianct-t paiece-ine nec s-arias poique
s por ellas podesse conhecer, t>e o E l-
dante en t roa no espii ito da I nigua ; as.im
Como se devia exigir a pronunciado Ell-
ees e ncuml'ic o Professor do nsiual-a,
porque parece vergonho>o que hum bo-
mem que gosou de huma educacio litea
i i nio sama p onuociar um rime de hu-
ma lingua ba muito lempo universal.
Antea do primeiro exame de qu.Lquer
Estudanie davia se, segundo m^o fraco
eniender exigir a'elle huma composi-
cao sobre hum oojecti qualquer. d^do na
lingua portugueza ; e e elle nao a tite-se
na pre.-enga de algum empiegdo da Aca-
demia sen eiros ortbog apeos e n'hum
esiylo correte na5 devia ser admiildo a
exame algum porque a experiencia. Um
mostrado a vergonhosissiina verdade que
mullos Es tildan les depois de r-ahirem da
Aulade-prnieias lelivs -- si .que a fre-
qientaraS nunca mas cuda na lin-
gua portuguea nao aabem escreter
uma carta correctamente.
Para animar o esludo das sciencias pre-
pirstrias e pira aquelles que quiterem
rosnante babilitar-ae aqui para seren Pro*
f.asures nosCullegios ou quaesquer Au-
laa Publicas crear se-hia um grao de
15 t bs re em Letras, fundad j n plena
approvaea em todos <>s prepaisloi ios, o
que n5 deixaria de estimular os E-ludan-
tes para aemolacaS,' que quasi n6 existe
a |0 : falta sanccionsd* quasi pela tacita
abolQa dos premios ; pois e-te premio do
grao devia existir nos preparatorios por
que nViles n.i se encontrad os inconveni-
entes que os piemios accarreta no Curso
Jurdico.
Rigorosa inspeccf sobre os prolessores
e E-ldanle | franca communicsca a < o-
adjuTaoad da parte dos Lentes do Curso
Jurdico, por consuquenria destruicao da
pe aiciosa e i idicula idea que cerlos
Pieparatorios n..5seivem para coisa algu-
ma* idea que comtnunicada a jovens inex-
pertos torna ridiculo para elles a Aula e o
l'i'ufesoor, desti uicio da ideia, que o. pie
paraloiios, abandonado* a si, sem nexo
c>m a Academia lambe m nao mil nem
sobie ella; ex,amesiigotosos mo.rmenleem
Latim, Arilbmelica f hilosophia His-
toria) e Geographia p.iieccm-rne provi-
dencias geraes, que possaS l..K'1-t salvar o
estudo.e disciplina as Aula Preparatorias.
Pens lee respondido, seguudo asmi-
nbas limitadas lu-e* a C i uUr assim
como tau bem ao Ollicio que V. S. diiigio
sos Professores.de Preparatorios junlamm
le com o Regulamento interino, ex giu-
do rifle. oes sobre ella. Re>lame regar-
rer.a heuevo'em ia, com que V. S. be-
nignamente desculpar* os enos que en-
contrar e prole tai que lu.do quauo le-
nhodilo niscio da minha lulima convine-
cao e.dodesejo de ser ulil a, Academia.
Daos Guarde a V. S. ao de Novembro
de 1836 1 l(D. !>(ir. De. J se Mana (le
Avellar B|0|em, y ce fiiiector da Acade-
mia. Julio Fiank, Profe*sor de His-
toria eCeigenlid.
(DaNo^oFaiol).
PROVINCIA DA PARAHIBA.
Illm. e Exni. Sr.
A Assembla I'r.vimiil aprovuu tm
Sessio de boje a Pesa que junto man-
da ofterecer a V. Ex, n resultado de
exame feito sphfe os Topi>os conieudos
ero o Relator o apiezentado por V. Ex*,
em a Sessio da In-t..Ucio que leve lugar
no da 16 do coi rente roe.
A ssembba jujgou de seo dever raa-
nfeslar poi este meio a V. Ex*, o aeuli-
mento de que est possuida peisuadida
de que de huma dRoa armona entre os
Poderes Pblicos Piovinciaes deve pro-
viro bem e prospeidade ,da provincia,
qoe a mesan Assembla tem a honra de
repi caen.tar.
Dios Guardo po Iilm. e Exra. Prezi
deote da Provincia da Parahiba do Noita
5>r. B-ti oQuaresina Trrelo.
Paco d'Asen blea Provincial da Para-
iba do Norte 31 de Janeiro de i837.
J.-ie Lucas de Suma Rangel.
Pre/.idtnle.
Joaquim Biptista Avondano.
i. Sacrdaiio.
Padre Domingos A Ivs Vtirs.
i. Societario.
A Assembla Provincial seconpia de
envootiar no Relaloiio de S. Esa. a enuu-
ciatfo de de-a que e-lio de acord com o
nosso bem estar.
A Assembla leconhoco, como S- Fx.,
que difeientes ramo do aeivico Publico
sug' ilos de presente a legras que nio ea'io
en. simona cornos coaium-s, estado de
illustracio, e iircunslanciaa da Provincia,
McUo deceito eitabelecidos sem pro-
veilo publico.
A qlilidade de algumas providencias,
indicadas pr S. Exa. jade t-mpo co-
nhecida por poucos homeus expecimo-
i^dos esl boje sem ronlradico rtc.jnhe-
cida por mu o d'aquelles que po lo le-
nhso divergido sobre os meios de conse-
guir a f.lecidade publica todava os seos
esforcos nio se tem dirigido a outro fim ;
ea expeiiencia que lala mais alto do que
certos principios, q o por estarem de-
pendentes de circunstancias pecullaies
nem stmpre sio applicaveis em todos ns
lempos e em todos os lugares levara a c5-
vcqo d'tsia verdade o, Brazileiros, e
enlio ella nio pudera ser contestada se
nio por aquelles, que desrooherem a ver-
dadeira tuigem de nossos m.-Ies.
Eulre as medidas poc S. Exa. lembra-
das sao mais urgentes no senlir da A sem-
b'ea aquellas que tendein a reduzir os mul-
tiplicados encargos dos nossos Juizes de
Paz a dar a nomeacio do> Offl.-iaes da
Guarda Nacional huma forma mais con-
centanea com os costumes lectbidosj e
finalmente a eslahelerer a Pob'cla de mo-
do que ella prebeuxa o iu. tiro, o que destinada. A Assembla
pois vai occup-ir-se com preferencia d'es-
te, objsctes, e f er os mdhoram. ntos que
Ii possivel n coubur no iiculo de suas
atribuicea : Ella conta com a coadiura-
ciodeS. Exa. que niodesconheceque as
Les mais bem pensadas se tornio d r.e-
nhum effeitoe piejudrites se o Gjrer-
iio nio iheg da a divida exet-ucio.
Pagoda Cam al daParsiba da N .re 51 de Janeiro de
1837.
Joze Locas de Souza Rngel.
Prezidenie.
Joaquim Baptista AVondaoo.
l. Secretaiio.
Padre D .mingos Alvares Vieirs.
a. Secretario.
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
Franja.
E pelo .Vliinsteiio para a abertura das Camo-
tas L gislatvas a pezr de ler-se tomado
as prtcaucdis decuslumenos lugares que
bavia Sua Magestide de transitar para
chegar ao palacio Bouibon, e ter-se for-
mado os convenientes corpos de guarda
nacional atropa de linba, poucos minu-
tos dep isdooortejo ler sabido dasTuilbe-
ries, estando inda pertoda grade que c5-
dut ponte Real, no momento em que o
povo, pelas fcussacciarmedes testemunha-
va ^eu amor a sua IVIage lade hum jo-
vem de a3 anoos de idade, decentemente
vestido nttnt. u tir.r s vida ao Rei des-
ca regando sobre elle huma pistola, quo
ftl mente nio o feio.
Esle Uoktico achava-se perlissimo da
carruage.n em que lila Luis Philippe e
na qu I seachatio sem dois (idios os Du-
ques de O leaos o de Nemours. A pessoa
do Rei, que nada encubra servio ao as-
sas-ioo de poni demirs. A baila passou
quasi a loor a garganta de Sua niagesta-
de pondo em mil pe Jagos a vidraga da
carruauem, passou entre os dois Prioci-
pas e Li cravar-se n'hum dos caxilbos.
Ambos os Piincipes fjrio leveraeute fe-
ndos pelas pai t.culas de vidro ; fe ida do
Duque de Oileans que be pouco cima
da orelha cubri lugo lodos os reus vesti-
dos dcssiigue. A cara do Duque de Ne-
rnouis ficou 'oda iavrsda pelos mesmos
pedaco da vidrac- Durante esta liiste
fcena o Rei ronservou-se impvido com a
maior coralera e huma vez preso o as- ,
sascino, conlinnou sua marcha para o pa-
lacio da Cariara dos D< pulade*.
As manife-laiSes de amor prodigalida-
des LuisPbilppe, tanto no seu traj-
elo roroo na Cunara, f.ro (antas, que
quar.i r-e tornam em frenes. Nio obalan-
t tso suctesso, reciton o Rei o discur-o
de aheitura com firmeza e sem a menor
altrselo.
A carrutgein da Ranha e dzs Prince-
tas preceda a de 5ua M-geslade.
As noticias mais intei estantes que nos
trouxeo Pqucte lnglez ebegado a este
porto ero 18 do con ente lio o bave-
rem os Caruatas sido obligadas levao-
ttrem o cerco de Bilbau depois d'hav<
rea t-ido derre lados por Espartero, que



DIAftIO D PfcttNAMUUCn.
**
tSB

fj ou senhor do campo da baUlhi e de
toda a arlilharia do ioimigo. Qaaodo re-
c ber-moi o-t promnotesdes'e interessan-
te acontec ment", 03 transmitaemo* aos
nossos linteres.
ja-se i ra da Ga 'eia do Recifo n. 13, qoe
ahite dir ande b?.
-*
THEATRO.
Despedida dos Expeclacu'oi Ginasticos
pelos jovens Dancarino, e ma lab >r que se
letirio para Maranho. Terca feira ai do
con ente, depoisqueos Proftssorea da Or-
questa exerutarem a primeira afona se
repretentar a reja siria S-nta Isabel
Rainhade. Poituual N. fim do primero
actoo J.iven Wn\ bar x-colar oa mais a-
purados e brilhanles Jogosde S.rie*. En-
tro quaes fr por despedida muitos a-
itida nio vistos : apanerndo o Retrato de
$."M."I. o Sur. D. Podro 2 todo ilumi-
nado, e Equilibrado. No lim dos Jogo9
xecut.T pila ultima ve os Equelibrios
de Forcis. Entre elles urna grande Roda
de S ge rom toda -ua ferrsge (muito maior
que a primeir), liorna grande meza de
untar, e um Jav-n oa giande eieada. No
fim da peca ex^euttr a Csxuxa; lin-
do cciu a grande sor le de comer fogo, e
vomitar fi>as.
Como a' Ea&b.i reacio do Snr. Pina taha
i nfaIb'Vi neme, se despedrm raes! a ultima
Recitado* seua benignos protectora*.
O restante do camarotes e bilbttnx se
Vendem na 1 ua da Madre de D. o< n. 1 a to-
ja do Sur. Peo*.
AVIZOS DIVERSOS.
Na ra da Alfsndega v> Ilu, ao pe* ''1 Fa-
brica de funileiro do Snr. Pina acba se es-
tibeleido um novo escritorio, e nelle te
continua despachar Navios, tirar Pattpor
ts, tanto p rao Imperio, como R. inoa
estrangeiros, folhas corridas, de genero Re-
exportados*; quera do mesmo pretender
dirijas* ao dito lugar que achara com
quero irao'ar, e promete-se que sei cim
toda presteza e brevidade.
sjrsj" Na noile de 16 do correte farta-
rfode um sitio na estrada do Arraisl um
cavnllo castanho el.< o. com urna estrella
na te ta, capado, e na p diieita com mar-
ea de um ferro que est quaze apagado,
por nio queitnar bem, alem de ont'O ao*
tigo que lem no quarto, e tem pela cara e
o po sinaes de ter t do rarrapa'o. Quem
o'pegar leve-o a roa de S nu Theresa na
a-a irnmi dala a obi a nova da Igreja que
tei geneizami ule rerompeufado.
t/jp Freta-se para qualouer poito du
Nortete o Ararat i s B>rcci Parah.bane,
que currega i2 raiza*: quem pertender
Uiiija-sea praia rio Colegio a tallar eom
Manoel Joze Cotlbo na m-sma 'Barraca.
V&" Tra pasa-se o arrendamento de
um sitio 110 pii -cipie d, errada do A nial
com boa cea d<* vivenda, casa de faiiuha,
e estribara, t-ido ro ado com bastante ps
ti para v.'ccas, curr. I das meama* junio a
casa, e com urna baixi plantada de es-
pira, t>s ai vore- toda-, com ffuctas : quem
o qwiser t a rut de Santa Th-ro/.a a rasa
i inmediata a que achrr 1 o n (u m tractar.
fr^e** O ahaixo a^-igon io annuneia so
respeitavel pobvii o q' Hlerredor dostbra*
do do Padre Joaquim voacio dos Afogidos, da quauliade 3 roo
tus de rit poi e*< riptura, sos iilba Joa-
quina Rodrigues dos Snto, e sei>s flhos o
pe tendeni vendi sem declarar este debi-
to, e encargo, e pna ninguem ser engaa-
do, faz9te aununcio gara atienen de quem
quiser coinprr,e negociar tal predio.
francisco Niiolo de Pontes.
%Jr* Fiaiicica Felisininda de Barro*
educa Hi.ninas, em primeirss Letits,
Grammatict P01 tuguen, coftura, e priti
c'ipios de \tu/iea al modinhas : quem se
quicc uiiaar do seo pretlimo, ditija-se
1 casa de seo Tai, airas da Matriz da Boa-'
vista n. 11.
sjLjsji Aioga-seum armaiem na ra do
Fjcautsaierjlo para rccolher pipil Ou
catxai de atine-r : qun o p'.tairder diii-
Ot abtixo atigoados fatem Min-
telo respeitavel pub'ico, que deifjudeier
seo caixeiro J4o Pinto Soarea d'Araoj >, e
pi. re*pondtm por traosacio alguwa que
t-lief.*ca m abono da ca.-a de boje em O-
ante. RetiL- SO de Feveieiru de 1837.
Antonio Fsrreira ds Cotia Braga 8c C
A pes .os qi.e precisar de um pe*
quena Rrailero de idade de I4 tunos p>
ra caixe ro de loja ou venda, o qual sabe
ler, etrrever, e contar e da fid*r a sua
conducta, diii)a-aeao Q"artel da Poli.-ia
a fallar com Cirurgiio Ajndtnte do m> amo
Corpoque Ibe dita quem c o pe tendente.
9X9 Alugt ae urna pieta que sai lia ven
der f. otes, e q ie nio seja viciozt: quem
a tiver equen-a fater ente neg.ci procure
no Qutrt< I de Polica o Ciruigiio A jinfan-
te du mesmo Corpo que Ibe dir quem per-
tende, 011 na Iravessa da e-ti ada que vii
para B'-lem confronte 1S. Amaro no titio
que foi do Padre Santo.
19 Precita- e de um feitor que enten-
da de plantacoen* tanto de arvui edo, como
de ortalice, e que trab ilhe : na ra da Crus
a. i\, 011 no sitio da vtiva de Jnxe Mar-
ques dot Santos na estrada dot A (Dictes.
JTJJB* Precisa-se de um menino para eai-
x iro de loja ; na Pisca da Independencia
leja de f -sendas n. 8.
JTJJJP" Pieeits se por renda urna OUi i.i,
com commodos para empregar dez capti-
vas; quem quisere tiver, dirija-se 1 p aagt-m da Madaoells a fallar a Manoel Ru-
arte Ribero.
}fW Antonio Francisco do R.goBir-
rot, morador no EngenboGinip rinbaem fas publico; que em seo .poder se
acba um si-ravo albura tanto bucal,
que foi aprehend lo pelea e nuociante: a petsoa que julgar perteacer-
Ihe, dinja-ae aqaelle Engeubo que dan
do o nome, sigoaet, e traje, ser-Ibe-h
entregue, ficando todava o sonunciante
irietponsavel por qualquer tucetso, que
possa ha ver.
jr^P* O Snr. qneficobcom o b paioF, furtado no dit 15 do cor rente hajs'de
o mandar Dtiegar a seo dono no venda da
esquina da ra do Rosario D. 15, se nio
pausar pelo de gusto de Ter seu notse de-
clarad*.
fjt^r* A pessoa que precisar de um ho-
mem para qualquer servico que se Ihe o Cla-
recer ; procure no beco do peixe frito
D. 4.
UT Alugs-senmsobradinbo na rus da
prais nobero do Leasa: quem pertender
procure na ra Fagundes'D. 3, declaran-
do se que se quer fiador a contento.
IflP" O abaixa assignado com venda nss
cinco Puntas D. 1% fas sciente so revp-ita-
vel publico a a quem convier que at aqoi
-e a.-signouAntonio Joze da Costa, e co-
mo tem apptrecido ouiroi nomn iguaes,
part evitar qu dquer dovida que pos-a ha-
?*, de baja em diante se sssign*
Antooio Joze da Cota Pinhro.
fJC^r* Precisa --e de 200$ rei a juros
por seis metes, eom penbores de ouro e
prata : quem quiser dar esta quantia ; ao-
nuncie,
jfjp P.eciza-sede urna parda, ou pe-
la forra paia engomare mais servico de
portas a dentro : quem esliver, em taas cir-
uiiiiatanc js tntenda ae na ra do lluspicio
c^sa do CuihuI Ingles.
sjrjr Perdeo-se una caixa de tabaco de
prata, de-de o b<-co las b>ia- at o p>teo de
S. Francisco na tarde do Doming 19 do
< orrente : quem schsr po te entregar na
Piacinha do LirramentD loja D. 19 que
teta 1 ecom pensado.
W Quem precisar de um caixeiro
Portugus para o mttto, loja, 00 vouda,
do que lem ba.-tante pratica, dirij-e de-
froote do Qmrlel da Polica L). 9, qua l
achara com quem tiacttr.
1P& rerdeo seda rus da Saots Crus a-
t a iua da Cadea velha, urna caria vio da
de Franca pelo Brigue Cacique, dirigida a
Antonio Gum -s Pe so-, e firmada por Jo-
ze LucioCerreia; a pesaos que a tiver a-
chado faa favor entregar na ra Cadeta
vclba loja n. 44 que Acara obrigado.
WF Ua homem toltoiro qus precisar
de urna ama p-ra airan jo de rasa, dirija-
te a sua da t'rua N. 3/j primeiso aadaf.
COMPRAS.
Na na ida Cadea do Recife ca-
za n. 13 compra-se dois contos de
res em medulas, a troco de moe-
das vellia de 6^400.
t& Urna meia romods usada: quem
a tiver para vender annuncie para ser pro-
curado.
19 U-n quariao capas de viujir : na
casa de duas portas em Fora de p >i t..s He
fronte do beco junio a casa que foi do Ga.-
par, ouannuucie.
jrjp Um e>cravn, caipna, pelo, de
pouca idade, e que seja peiito noseuoffi-
cio : a fallar com Joaquim Leocadio de
OliveiraGuimaraens, na ra da Alfmde-
ga velha casa n. 3.
YENDAS.
Dons carros da duas rodas, quise o-
vnt, e um palanqun] rico, chega !o pr-
ximamente da B vista leja do Segeiro Francs, Lus.
j^* Para fora da Proviocia um mole-
quede dde de 30 anros; < ffi ial de cha-
P^l-iro; com piincipio de cosinbeiro, e
abil para oqtro qualquer servico que se Ibe
offereca : na ra da Cadea velha D. 4*.
W Umi rasa lenea no Baii ro da Boa
v'sta no beco do qniabo: oa ra da Ca-
dea do Recifa n. 19.
ijp Um eteravo de naqio ctMtnge,
oficial de sspateiro, idade 34 a a6 annos :
n s cinco nontai vt-nda D. It.
%-W ma escrva de 16 snnrs, bonita
figura, sem vicio nem achaque, cote, en
goma liso, lava tae sabio, faz renda, e c -
tinha o diaria: na rasa de deas portas em;
Fora de portas defroate do beco junto a
rasa que foi do Gaspar, que tem tanque
d'agoa na ra de Santo Amaro e tiob-m
fe troca p.r outrs escrava de 7 a 8 tonos, j
ou raer vo ds mesma idade.
jp Vende 6e por mdico jmpco um
ptimo mulecote proprio para o servico de
agricultura por ler disto grande pratica :
na ra de Hoitas D. 45.
*J9* Um selim em muito bota uso eom
manta ds couro de lustro cii colada de ga-
lio de ouro em volta, de largura da duas
polegada* e freio de prata, e rabecadat de
couru-de lustro todo por peco c >mmo-
do : na rna Nova D. 15, se dir quem ven
de.
fjQP* Urna negra de idade de ao annos,
cotinht o diario de urna cata, ensiboa, e
tem vicio algum : na ra do R -ngel 0. 9
Subradn de um andar.
J9* Urna negrinba eom algum^s aba-
lidade*, idade de 11 annos; na ma da
Cruzar ai* zeta n. 10.
*/ar* Um negro do gento de Angola
muito possante, e serve para todo o serv
c>, lento do mato, como da piafa : nai
5 Punta- I). 13.
fJ9* Um bicudo preto, bom cantador,
e j antigo as gaiola : annum ie.
I0P* 14 Stccas com goma, 1000 couro
de cab a, e f.iinbi de mandioca em acas
grandes: na roa da Cruz n. 4.
19 Madeira do Jacaranda p'r preco
muilo com modo : no caes da Alfaadega a
fallar com Joiquim Pinheiro Jacome, ou
eom Antonio Perrina no mesmo caes.
jrjp* Saccas de faiinha fina de Mang" e
de Sururi vjnda do Rio de Janeiro; na
praca doCommercio loja de cabos n, 5.
%W 6 cadeiras ameriesms, em bom
estado, e urna mesadejantar de amar ello,
e um colxio grande todo por preco com-
modo; defronte do Quaitelde Policio D.
9- ...
*/9* Um Diccionario Ingles grande por
preco commodo ; na cosa do Euquaderna-
dor da praca da Independencia.
*/9* Um jogo de Breviarios e a obra de
Virgilio em hoiu uso : no alten o da Boi-
% isla D. 33 lado do norte.
sj^sa Garrafas da verdadeira panacea de
Sevain chrgaias da Marica, c mappas Tino-.
g.tfi.o, ecincnle demjarioba, ludo por
preco muilo commodo: em Obn Ja ladenra)
do Vaiadouro sobrado n. i4-
ty Um escrayo de a qfsnnos rauitcl
bom paJeiro, cosinbeiro, e abil para oh
tro qualquer servico : na rua| Oiraila pt-
daria U. 48.
flp* Urna preta da co-ta de 30 anno
de idade, sabe rotmhsr o diario de umi ca-
sa, e lavar de sabio, e Tamil.*, e refinar*
a socar, boa quitan d ira, e en tende do ser-
vico de campo : no beco da Pol sobrado
D. 1, no l.* andar.
jP Farinha de mandioca de su pe ior
qoalidarie na ra do Q-ieimado D. 7.
l/aT" Feriaba de mandioca de superior
qualidade ns roa da Croz armatem de C.-e
lao Jos da Silva.
ESCRA VOS FGIDOS.
9* Na noiie do dia i4 do cor rente
fugiiiu do Kngeribo Caxovia de Ipujuca
dais escravos, um cabra por nome 1*eli.su -
do, idade de ao ann< s pouco mait ou me-
nos, cujos sgnaea aio os seguinles: cara
bem bexigoza, altura, e growuia median:
e o outro de nome Este vio, idade de 18
anoos, rosto redondo, e liso, urna marca
em um do* tico?, e o rosto algum tanto
lorto p-T ler bidestuporado em pequeo;
ambos psgens de Antonio do Rcgo, os
quaesna oceaMio da fuga levarlo a caval-
Ios, um ruco bem gordo, e o eolro canta-
ndo mais disleito, ambos telladot sendo um
dos sellins novo, e o outro velh : quem
os aprehender lerc-otte es no lugar, ou
ao EngenlioGenipapo de Soiiabaem, tei
100^100 rti>d<; giatilicaco.
/y Deaaptieceo um negro crionlo in-
di rapaz, bonita figura, olbos grandes, tos-
t re mudo, coi po magro, pe pequeos,
levou Vestido calca da brim de rasca preta
camisa de rn.dap-.lio ; e cb-peo de palha.
Quem.o vir e quiser lvalo a seo senbur
Franci-co Joze de Magalbaeus Basto na
cus do Queimado loja de le ragetis, ser
recompensado.
jr^ Joze d'Angola, baixo, cara rum-
piid, muitab iba, idade punco mita ou
menos *5 annos, poralcuoha Jura Barba-
do, costuma audar em canois,. ou mesmo
acapim, e tenba, ou ganhando tal vez em
Oltoda, ou Afogadoa .* quem o aprehender
uode lava lo a ra da Alfandegs velha n.
5.
raboai das mares thmiai n Pan da
Parnambuta,
16 Segunda 11 61. 6m
-17 t; J 6 54 a
JI8 Q.
* 19 Q:
a 20:
?aiS:
" ai -D:
- 7 4-
- 8-30 a ) Tarde,"
- 9-l
2 10 6
10- 54 *
*
NOTICIAS MAR ITIM AS.
Navio entrado no dia 20.
Rio FormorV-, a4 horss; S. S. Jos
Viajante, M. Henriqoe Carnero de Al-
meida: abocar: a Mano< 1 Goncalves da
Silva.
Saludos no dia 19.
Livcrpobl; B. Ing M^po, Cap. Mavr-
rell: estucar, e algodio. Passageiro um;
Maraohio ; B n ca Santa Rita, Capitio
Alexandre Joze AI ves: agoard car, e fazenda?-. Passsgeiros 8, e 4 escra-
vos.
Dia ao.'
Trie-te ; B. Merklembttrges Hermano,
Cap. G. Thode ; asauoar, e cornos.
Stochkolm ; t. Sueco Birger larl, Cap.
P. O. Astron : asaucar, e couros.
PRR1., NA TIP. DU M. F. FARIA 18.^.


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