Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02564


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1837. SEXTA FE1RA
17 DK FEVEREIRO N. 39.

P.AMoeo. Tti.bi M. F.de F*m. I87
DAS DA SEMANA.
18 Seeimda 9. Gregorio 2. P.. Aud. ios Jatees do Cr.
de m. e de t. sus. da Thezouraria Publica c
Chanc.de t. .
li Terca S- Valentina M. Re. de m. e aud. do J. de
1.) Uuaru Tcmpon S. Faustino Ses. da Th. P.
10 Quinta S. Porfirio m. Rol. de m. aud. do J. do
C. de m- e Ch. de t .
17 Sexta Tomp. S. ?i vino scssaO da I h. ful?, aa-
do J. de <> del.
18 Sal>a.lo Tcnp. S. Thcotonio Re. de m. e aud.
do V. O. d> t em Olinda.
19 Domingo 2. da Quircsma.S. Conrado.
Ttdo agoradepende d n menino da nom-a pru-
dencia, moderacao, aenergiaieoniiiHieinor.onm*
principiamos, e remo apnntadoi cora admira-
lio entre a* Narjoe mais culta.
aVealamac?* ia JntmbUa rol i* Uta%\l
9aocreTe.ea lOOOm. menaei par;nadiantadoi
neota T*craaa-, rua da Crnaes I). 3, e na Pra-
(ja da Independencia N. 37 e 38 : ondeae rccenrMii
correspondencia* legalisadag. e aniiiiiicui; lasara-
dote estes *rati sendo dos proprio alienante.
r mulo .i( nado.
CAMBIOS.
Fivertiro 18.
JLOadres 36 80 II- n' Sf po 1 ctd. o* ateta
.Vipor cento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Non.
Franca 255 K. por tranco
Rio de Jan. 8 p. c de prcm-
Moe.las de S.,400 \\WM I3..SOO
400 ..TOO a 68,0(1
Pazo I..440
Premio da pr^ta 50 p. c .
., da lettras. P"r m<" 2 por o|0
Cobre 25 por ceuto de descont
PARV10A DOS COIIHRIOS.
Olinda _T(>dns os dianao nielo da.
limu, Albandra, Piiraifon. Villa do Conde, Ma-
maiiRiiapr, Pilar, llea. de S. Jofio. lrejo d'Areia.
Hainha. I'nmhal. Nota de Souxa.t'idarfe do Natal,
ril'atde (inianninha. e Novada Prineeaa, Cldade
da Fortaleza. Villas do Aquir. Monte mor noto.
Aracaty, Cascavcl. Canind. Granja, Impcratris.
S. Bernardo, S.Joao do Principe. Sobrar. Nota
RlRet.lc, 8. Matheus. Reacho do augur. S
Antonio do Jardim. U'uexe'ramoliin Parnah
-Segundas e Sextasteira ao meio da por va <\\
Paraiha. Santo Antjo-T.-das a* quintas le ira ar.
meio da. GaranlidiU. e Bonito-no Oas 1(1 e *4
derad metaome.o da. Flores-no da 13 de
rada mea fto m.io di, ttol'o. Serinl.ac.n lio lar-
e Porto Calvo- m* dlaa I, I le i I de cid*
inozo.
niez-
PARTE OFFICIAL.
Vi .
PERNAMBUBO.
OOVERNO DA FROVINCIA.
Expediente do di* i5.
OFFICIOS.
Illm. e Exm. Snr.
Teaho prsenle oofficio, que V* El.
difiri a et-la Presidencia em data de 3o
de Janeiro, cumpriodo certificar-lhe que
licam dadas as providencias, querequisi-
ta no ultimo pargrafo. Apreveiio esla
opportunidade para pattecipar a V. Ex.
que meacho na Administradlo fiesta Pro-
vincia pua a qualoGoverno de S. M. ,
Houve por bem despachar-me ; e pode
V. Ex. contar cotn-a tnioha coadjuva-
blico, e com mioha obediencia para o
particular de V. Ex.
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do Do-
verno de Pernarnbuco i5 de Fevererode
i837- 'lfn. e Exm. Snr. Presidente da
Pi ovinc;a das Alagoas. Vicente Tboraaz
Pires de Ftgueredo Carotrgo.
__ Ao Presidente da Relago para in-
formar sobra a ptetencio de Jos Jer-
nimo Rodrigues Chaves, COJO requerimen
4o se Ihe enva.
Ao Inspector da Thesouraria di-
sendo'llte, que parterip.uido o I-ispertor
da Allandega Manotl Zeferinodos Sanlo^
queesia' livre dos critnes, que llie impu-
laia, e q' ja se dea hZ* na culpa ; cum-
ple q e ex peca snaa ordens pra entrar
lie iio exercicio da Iuspectoija de qtie
lora tuspenso.
Ao Gommandante Suppeiior ,-1*
Guaids Nac;ooaes do Recita, commu-
oicflndo-llie, que rep-esantando o Cora-
m^miante Inttriiio do Corpo Policial, que
,psra formacio do Consulho l,q e devt-
8o responder quatro Soldados do roesmo
Corpo a peqas tioba comparecido o Ca-
u'ta do tercetro I3alalha6 de Guardas
I\;iconaeJ Maxmianno Francisco Duar-
ie e n6 os dous como sa batid orde-
nado; Cumpte que o roesmo comman-
dante Supcii.r extraolun o a fdlta, que
houve no cumpriroento da referida or-
dn e exigindo informarlo do* motivo^,
a nao deixe 6car impune, be por ventu-
ra na6 fer juBtieada. ;
__ A Piefeito da Comraarca do tteci-
c,fe ordenando-lbe que a vista do que
representa no reqtierimtntoqae;e Ihe en-
%la o 'Pnente Rt forma Jo Joao reman-
des'de Cablio cncarregado do Forticn de
K, francisco de Olinda, v as providen-
cias, para que ses em na disturbios, e in-
sultos ali platicados fiseod.j lecrutaros
os perpetraderes, se e^livelem na cirruos-
tancias le servir ou na primeira Ltna
OU na Marinha.
Ao [Inspector Geral da9 obras publicas,
para Mandar waminar pela Mestaranca
desua Reparllco a obra de que pteciga
o Forte de Po Amarello, conforme pro-
pot em seu ofRcio desta data.
Ao mesmo corrjmunicando Ihe que
Pira expedida aordem que pede etn seu
i fficio desta data para a compra das ma-
duras precisas para a conc lusaS dai o-
bras das pontes desta CHade.
Ao Coronel Chefe da LegiaS da G.
N. de Olinda communit ando -Ibe que
para tratar de nhjectos de servido publi-
co cumpre que comparsa em o Pala
ci doGovenio, 6 mais bieve, que Ihe
for possvel.
Ao Inspector do Arenal (le Mannha
disendo-lbe, que tendo sido reintegrado
doexercicio de Pratico d. Barra, Jos
Fernande da Silva Mant. Jnior por des
pacho do eX-Prcsidente, e devendo esse
Despacho ser cumprido, escuzada he a
orden que o mesmo Inspector pede em
seu officio datado de i4 do porrete, pa-
ra ser elle reoonbecido como tal pelo Re-
gisto do Porto.
A Cmara Municipal do Recife com-
municandolhe, que nao he posaivel por
ora saptifater a requisico alias justa ,
(]ue laz em officio de 9 do corrente mea
deseisliomens do Corpo Policial, para o
ciimprimeuto de a-Iguanas, que os Fiscaes,
por si somen'e as nao p dem fasercum-
prir, vista a falta de praQas que o rel, ido
Corno tem pelos dest carDe'it'if, que ex-
istem as differentes Comroat acas, e pela
guada, que d os calcetas empregados
as obras Publicas; a que loo que >e
reolberem os sobrehilos de^lacmentos,
o que sera' breve Ura' lugar a indicada
iequi>ico.
Ao Dirrclor do Liceo, re-p'ndendo-
Ihe, que pode o Professor deFisa d^r
lices ao meiodia visto como pondea
convir m-'is esta hora os alumnos, pois
,qiie un tera5 a -eguir outras aulas do Li-
eo as qua 8 nao devem mt.d *r de horas,
00tros a quem oulra ora i npossibililaria
de seguir a aula da Fisica aqual con-
vem, .que seab-a somen'e as segundas,
quait's, esextrs leiraa, afim de, que o
os Alumn s possaS meditar, it^l ttr, e
estudar a lija, que ouvira ese prepa-
rein para a do dia seguinte como se pra-
lica nos pases illuslradoi. Qe a ma-
chtna eletrica que o m^srao Profeaior
requesita Ihe sera' brevemente enviada ;
equanto aoi de mais indumentos de
vera' faier urna relaco dos que julgsr
itidispensavei-' para a sai aula com o
orcamenlo aproximado do que poderaS
rustar, a fim de sp pedir a Aaxemblea
Ltgislliea Provincial o preribO dinheiro
pera a compra.
__ Ao Dulor Jos Eutaquto Gome*,
pata informal- onde existe a machinas-
ttrica que servia no exliqcto Hospital
Militar.
PORTAEIAS.
Ao Administrador Fiscal das Obras Pu-
blica auclorisapdo o para comp'ar asma-
deiras conataotea da rellaclo, q* o Inyec-
tor Geral enviou em officio de 9 do cor-
rete, afim de que nao parajisem as obras
das Pontes deala Cidade.
- Ao Inspector do Arbenal de Mari-
nha, ordenando, que faca retirar da Lan-
cha que servia de Registro e rt-colber
a Escuna Victoria a que prtenre, a en-
ie que se acha aoserviqo da rneucionada
Laucha.
Ao Director do Arsenal de Guerra
ordenando que desonrreo Majar Manoel
do Nascimento da Coat Moiteiro e\-
Precito da Commarra do Reciffe, da res-
ponsabelidade do Armamento que rece-
b:u para faser a Polica carregando-
o ao actual Prefaijto o Majo? Jos Carlos
Teixtira.
Ao Inspector Interino da Alfandega,
ordenando, que deixe desembarcar Ii-
remenle o instrumentos roathematicoa
pertrnceittes a dous officiaej de Marinha
p'ranctses, viudi-s em CommissaS a esta
Cidade.
Natos Despachados do dia i5de Feve-
reiro.
Lanche, Santo Antonio, Meslre Fran-
cisco Jos Cesar, para Mace'.
Ccnoa, Conceicio do Pilar, Mestte Pe-
dro Galdino Pinto, paraGuianna.
B igue Blgico, ConaUut, Mestre Ary
Van Schie. para o Canal.
Brigue Ameiicano, Neptone, Mestre
S. L. Raymonrl, p Briguo E cuna logl'S Kara, Mestre
R.boil Fauclouaih, p.ra Falmoutb com
~clla pela Paraiba.
Barca IngUza, William Russell, Mes-
tre Robeit Bruce, p-t.ra Liverpool.
Brigue Sjeco, Cari, Mestra A. .W.
Nyherg. leudo despachado para a Baha
no dia'8 do crrante, tranaferio a vil-
gm para Slo,kolm.
COHJMAllK) DAS ARMA.
Expediente do dia 16.
CFFICIOS.
Ao Exm. Presidente, rigni6caudo-lb
qoe tendo de Ihe informar a ceica da
pretenca do Tenenle Ajudanta Refor-
mado Joo Fernandes de Castro e nao
o podendo faser sem que tivesse presen-
te a pova le d' officio Jexigida pelo Con-
selho Supremo Militar, ao lospector da
Tliesouraria a baria rfqui-itado; porem
respondendo este que tinha de epviar-lhe
i^ual f de OIicio pata o mesmo im ,
que a elle se encaminhava ex'giodo-n ,
para com conbecimento dar a referida
iniormaco.
Ao roesmo Exm. Senhor, enviando
urna requi ica5 de ohjeclos precisos ao
Hospital Reg mental do Batalhio stimo
de Cassadorea conforme dispunha os
Aitigosi4, e 85 do Til. 3. do Regula-
ment dos mesmos Ilospitacs, para quo
a ella ae t-ervice dar o competente des-
tino.
Ao mesmo Exm. Senhor enm-
roonicando que se tendo dirigido offici-
almente ao proprielariodo engenho Tim-
b, para qneem ooofornadedode suas ot-
deus ptesiasse ao Commandante da For-
qadaOatuc as precisas informacSs pa-
ra aell'ectiva peiseguicSes doa negros a-
quilombados vinba de leetber em res-
posla o officio que Ihe transmita, por Ibe
paiecerem rasoaveis a conforme com os
dados, que tinha cclhido da posicao da
Perca ; extencia das mattas e iun-c5ej
dos nebros, as r*fl6es que o mesmo
groprttario faria e sobre as quaes re-
sol vesse romo mais acertado fuase.
Ao mesmo Exm. Senhor, informan-
do favoravelmente o requerimen lo do se-
gundo Tenente Avul.o Felis Miguis,
que ao mesmo Exm. Senhor pedia ser ad-
eudo a uro dos corpoa de primeira Linha
para por esse meio veucer egraticacao
addtoiooal, em compeosacaS dotrabalho.
e responsabelidade que tinha pelo lugar
deQuartel Mestre da quatla e sexta clas-
ses, que oceupava.
PORTARAS.
. Ao Mejor Commandante do Bata-
Iba5 7.0 de Capadores, enviando um Ot-
ticiodoExm. 8r. Prezidente datado de
a3 de Janeiro ultimo, actompanhado do
utna parte acusatoria do Major Joaqulfn
Caetaoo de Souxa Cossuiro lnst ructwr
Geiil do Municipio de Naz--relh contra o
. Cadete Mainicl Juaqt.im Monteiro ,
Instructor parcial do 1. rUallia d<.
mearao MuRripio, e da ioiWnweao da
v /


DIARIO D RPERNAMBUCO.
Contabilidade Militar quem o mesrno
I'.xtn. Sr. iiundou oiivir sobre o objecto
da accusaca do referido Cadete; assira
como outro oflkio do mesmo Msjor apun-
tando s Testemuuhas que com seos ,de-
poimentos podo corroborar a sua pai te :
determinara ao dito Sr. Major Comman-
daale que nomeasse mo Conceibo de
Invstigaco, paraconhecer da veracida*
de oa Dio varacidade dafparte accusato-
ria, O qual procedondo neate negocio com
urgencia e ciicunspeccto Ibe desse em
resaltado o seo parecer.
Ao Quartel .Mesti e Affonso Honora-
to Bastos, remetiendo o requcrimente d
Anna Mara, e guia do Soldada SiUestre
Pereira da Silva, para que a vista Jda
mesma guia cobra se do Thesouro o que
a este soldado se e.tivesse a derer faaen-
do o pagamento a quem competiese, em
conformida das ordens estabelecida*.
i i
DIVERSAS REPARTICOENS.
TRIBUNAL DA RELa:ao.
8essio de 16 de Fevereiro."
Na Caua d'Apellacio Civel dc-luiso dea
Oifos desta Cidade, Appellantes Diogo
Born & Comp., e Appellados os Adminis-
tradores da casa de Manoel Mathiaa de
Fieitas, e a menor Paulina por seo Tutor
Francisco Ludgro da Paz so julgou pela
reforma deSenlensa appellada.
Na AppeMaco civel doJuizo do Civel
desta Cidade, Appellantes Bernardo Las*
serr & Comp. e A p pe la do Francisco
Goncal vea da Ro ha se julgou pli reW-
nu daSsntensa appallada.
Na Appillacio Civel do Juiso do Civel
deata] Cidade, Appellantea Fateoda Naci-
onal, o Appellado Joaquim Goncalves Mei-
relies foi confirmada a Sentensa recorrida.*
Na Appellaco Crima do Juizo de Jura-
dos desta Cidade, App'liante Luiza da
Franca, e Appellado o Promotor Publico,
ae nio tomn conheciment do Bicuico por
nao se verificar algom dos casos do Artigo
3o i do Cdigo do Processo.
MESA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mesma do N. 4
CORBEo.
O Brigue Liio Segundo, de que he
CapiU Antonio Gomes de Pt"ti sae para
a liba de Sa5 Mguel Dodia 2b* do cr-
tente.
A Galera Santa Rita recebe a malla
para oMaranhae Para' hoje (17) as 5
horas da tarde.
A Sumaca Boa-f, recebe malla para
Porto Alegre no da ao do correte as 4
horas da tarde.
Autos existentes na Administras 5 do
Correio que devera ser remettides a
Rellag-6 desta Provincia, depois de pa-
gos os respectivos portea pelos inteiressa
dos abaixos declarados.
Autos em que sad partes Francisco Josa
de Mello e Ma-
noel da Paii o
Vas eCarnerro.
Dito dito Anooio Jo*e
Gomes, e D. E*
mi lia Carolina
Riverea da Silva.
Dito dito FelippeJustini-
ano da Coata Fer-
reira, com Loia
Francisco Pache-
co, e outros.
PREFEITORA DA COMARCA DO RECIPE.
Parte dodia 16.
Ulna. eExm. Sr.
Indo a una delgencia de Servico publi-
co fora desta Cidade, decaminho prend
a Jobo Jj*e Antonio Alves, Corneta do
IJ..talha de Guarda Nacional da.Fregoe-
sia do poco, por tel o encontrado no lugar
de Apipncos com urna faca de pools, que
Ibe foi aprehendida, e da qual sejproce-
deu a auto de acbada.
Nada maia cansa. ;
Dos Guarde a V. Es. Secretaria da
P Fevereiro de 1837. Illm. e Etm. Snr.
Vieente Tuomaz Pires de Figueredo C*-
margo, Presidente da Provincia Jo-
ze Carlos Teixeira, Prefeito da Commar-
ca.
Promotor 1 a da Comarca do Recifa
Illm. Sr. Dr. Juix de, Direito.
PerjrnteV. S. Denuncia de Francisco
Gonsatves, estabelecido com padaria no
Atierro da Boa vista, Cassimiro 'de Sena
Madureira Promotor ioteiinodasta Co-
marca, pelo 'que vai expor :
O denunciado as 5 horas da tarde de 7
de Fevereiro correte, obueando [da bu-
perioridade'de suas forcaa, o da confian-
za nelle posta fee em seu caixeiro, o
menor Antonio Joaquim Soarea dentro de
ana casa a principio e depois no quintal
da mesma, as contuges constantes do
corpo de dilicto junto, de que ficou o
paciente muito maltratado e doente, e por
serem feitas at com os ps bastantemen-
te injuriado.
Menee o denunciado ser ponido com
as peoaa decretadas no Cdigo aos a ti ino-
res deste dellicto revestido de circuns-
tancias ti5 Hguravintes em respailo a ida-
dade e opo^icio do offendido, carecedor
do outra protaccio que nio seja a das
leis que fulminio castigo ao'seu aggres-
sor.
Digne se V. S. de mandar, autoada
esta, e notificadas as testemonhas a mar-
gara, proceder contra o delinquente re-
ferido. (Stguen-se;as tebtemunha-).
Cassimiro de Sena Madoreirs.
JURY.
Jury de Accutagio
Em 15 de Fevereiro 1837.
Sumario crime por faca de ponte
Reo'Joaquim i-i Leandro ciioulo for-
ro. O Juryach u materia para acensa-
dlo.
Sumario crime por faca de pontn
f. rimeoto Reo Jtronimo Joze dos San-
tas. O Jui y aobou materia para aecuza
co.
Denuncia de Luis Josa de Macedo con-
t a Joio Mximo Pereira e Miguel Arcan
jo Vlontanha por crime de faca de ponta ,
e'tentativa. O Jury acbon materia para
ecutacio.
Summirio ex officio por crime de ron-
bo RR. Rafael da Silva. Domingos
Antonio Feneira e Manoel Goncalves
Lera. O Jury achou materia para secu-
tadlo.
Jury de Sentenca.
Processo pelo crime de roubo de escra-
vo -- Reo Luiz Gomes, Crnelo. Foi
condemnadoem 4 annos e meio de galles ,
e na multa de doze e meio por cento do
vallor do objecto roubado.
Processo pelo crime de offencas fiticas,
Reo Ignacio Jos das Fronteiras. Foi c -
demnado em um mes de pristo, e multa
correspondente a melada do lempo, e na
indemni acf o.
Proceso pelo crime de nzo de armas
defesas, Reo Alexandre Fernandel, cri-
oulo. Foi condemnado em i25 das de
prizio.
INTERIOR.
S. PEDRO DOSUL.
Proclamacao.
Bravos Companln-iros da primeira Bn
gada de Cavallaria llontem obtivestes o
mais completo triumpho sobre os escra vos
da Coi te do Rio de Janeiro, a qual, inye-
josa das vantagem locas da nossa Provin-
cia, faz derramar sem piedade o sangue
de voMos compatriotas, para desta modo
faze-Ia presa de suas vistas ambiciosas. Mi-
seraveis! Tod. a as veses que aeus vissate
lites se tem apre-enta lo diante das tarcas
livres, tem suecumbido, sem que este fatal
desengao os faga desi-tir de seus planos
infernaea. Sio sem numero as inju ticas
feitas pelo Governo. Sau despotismo he
o mais atroz. E soffreremos calados tan-
ta infamia />No:'''uosMs]Compatriotas os
Rio Grandenses esto dispostos como cs
a nao soffrer por mais'tempo a prepoten-
cia de lium Governo tyranao, arbitrario
e cruel como o actual.
Em todoa os ngulos da Provincia nio
soa outro echo que Independencia, Re-
publica, Liberdade ou morte. Este echo
magestoso, que to constantemente repe-
ts como huma parte deste solo da ho-
mens livres, me faz dtclarar que procla-
memos nossa Independencia Proviacial,
para o que nos dio bastante direito no-sos
trabalhos pela liberdade, e o triumpho que
hontem obtivemos sobre estes misersveis
escravos do poder absoluto. Camaradas I
Nos qne. compomos a primeira Brigada do
exercito liberal, devemos ser os primei-
ros a proclamar, como 'proclamamos, a
Independencia d.-ta Provincia, a qual fi-
ca desligada dai demais do Imperio, e for-
ma hnm Estado livre e independente, com
o titulo de Repblica Rio-Grandense, e
cujo manifest s Naces civilisndas se fa-
r competentemente. Camaradas Gri-
temos pela primeirs'fve j Viva a Repu
blica Rin-Granden.se 1 Viva a Iodepen-
dencia Viva o Exercito Republicano Rio-
Grandenle Campo de Menezes, n de
Setemkro de i836 Antonio de Souz^
Neto, Coronel Comuiandante da primei-
ra Brigada.
Acta da declancio da Independencia da
Provincia Rio-Grandense do Sol pe-
la primeira Brigada de Cavallaria do
Exercito Republicano da mesma.
Aos 11 domee deSctembro do annode
1836, no acampamento volante da Cotia
do Rio Jaguarfo, ochando se a Brigada em
grande parada, estando presente o Coro
nel Commandante da mesma, Antonio de
S>u?a N to, eosOfficiae, Officaes Infe
riores que subscrevem por unnime v5-
tade destre, e ti opa da dita, foi declara-
do que a Provincia do Rio Grande d'ora
em diante se constitua Naci livre e inde-
pendente, com o titulo de Repblica Rio-
Grandense, nio .' por ter todas as facul-
dadea para representar entre as demais
Naces livres do Universo, aei So tambem
abrigados pela prepotencia do Rio de Ja-
neiro, que por tantas vezes lem destrui-
do aeus fil'nos, ora depriraindo sua hon-
ra, ora derramando seu sangue, e final-
mente desfalcando-a de suas rendas publi-
cas. Por todos oa motivos^jjque se de-
clarars em a prxima reumio da Assem-
blea Nacional Constituate e Legislativa,
protestio ante o ser Supremo do Universo
nio embainliar suas espadas, e derramar
todo o seu sangue, antea que retroceder
de seus principios polticos proclamados
em a piesente declaraco.Antonio de
Sonta Neto, Coronel Commandante. (Sr-
gue-se 5a atsignatuias de Chefes, Oflki
ciaes e Sargentos.)
(Do Defensor de las Leyes.)
Aqui tem os nossos leitores huma
sublime prodcelo dos nos>os Republi-
queiros. Foi esta declaricio solemne fei-
la anteriormenle da Repblica de Ja-
guario, e por isso a gloria que cabe a estes
albletai. deve ser anda maia brilhante do
q je a que a circunda aos patrilas puros
daquella Meoicipalidade. Desta arte ob-
servarse o rpido crescimento da Repbli-
ca de Meuezes, que j eslende os seus do-
minios al a longa dist.ncia que dista d-s-
se ponto sempre Republicana Villa de
Jaguaiio.
Quanto nio ha de a posteridade vene-
rar esses campos de Menezes, que ouvi-
rio pela primeira vez o grito sem par d
Independencia, sollado pelo sapienlissirn.
Neto, e os teus bravos da piimeira Briga
da do Exercito R puhlicauo .' Pena s r
que o Commandante das Armas nio d
tempo ao ni>s*o sabio eatadista para com-
pletar o seu maniftstos naces civilizadas,
que deve ser obra prima, se atiendermos
ao genio extraordinario, ao saber profun-
do do digno successor de Bento Goncalve-,
do Ilustre Corooel da primeira Brigada,
bomem que nio adiara na historia antiga
e moderna quem o emparelbasse as suas
proeza-, a nio ter bavido, mesmo no Bra-
sil, os Pinto Madeiras, Vicentes de Pau-
la, Malcberese Vinagres, cujos feitos im-
morts.es pretende imitar o hera proda-
mador da Repblica Rio-Grandense. Po-
bre bomem Desvairou-se de hum todo,
econtinua a fazer papel de hroe de co-
media, e terminada a pega, lera de ir re-
presentar o mesmo papel ridiculo que es-
to hoje fazendo os atus collegas, objecto
de odio de todos os B azileros sen a-
tos.B.
(Lbeal.)
D creto.
Sendo patente os revoltoso* prece 1 i m en-
tos e as hostilidades manifestasd Gover-
no do Brazil contra a liberdade, honra, e
interesses deste Estado, por prfidas insi-
nuaces de hum partido, que*;nada mais
aspira do que agnlhoar ao cano do anti-
go cativeiro, e opprimir com toda a espe-
cie de males e horrores da peifidia e da
guerra civil aos honrados Rio-Granden-
868 ; e sendo bum dos pi incip.es deveres
do Governo tomar todas as medidas que
jolgar acertadas, nao s(para tornar effe-
i ti vas a segranos efrespeitavalj] defeza do
paiz, pondo-o ao abrigo das desesperadas
tentativas de quepossa laucar ma seus
inimigos, mas tambem para privar quanto
seja possivel aos subditos daquelle Gover-
no, que fazera a este Estado huma guer-
ra devastadora, dos meios e recursos com
que iutentio tyrannisar aos seus habili-
tes para sustentar o seu pueril orgulho.
O Presidente da Repblica decieta:
Art. I. Serio desde j postos ero effec-
tivo seqaestro e arrematados em basta pu-
blica, ou vendidos por conta do Esta-
do:
1. Todas as merradorias existentes
as Alfandegas, Fovoac.---, e casas parti-
culares deste E-tado, perlencentes aossu-
bJitos do Governo do Brazil;
a. Todas as mercadoms ou quaesquer
quantias pertencentes ans mesmos que 1 xis-
tem em peder dos cidados deste Esta-
do;
3. Todos os p edios rsticos e urba-
nos queesliverem as mesmas circunstan-
cias ;
4- Oigid's, animaes muars ecaval-
lares, escravos, movis, ernbarcaces ou
parte dellas que igualmente pertencerem
aos subditos do Brazil.
A't. II. Serio considerados subditos
do Brazil, e como lies declarados immi.os
da Patria, todos os Brazileiros residentes
as diversas Provincias do Brazil, e oa
habitantes do territoiio deste E>tado, que
oecolta ou abertamente, por qoalquer mo-
do tem hosliliaado a causa da Indepen-
dencia, ou que exi tem as pracas ocu-
padas pelos inimigos, se dentro do prazo
de 60 dias contados da dala do presente
decreto, se nio apresentarem ao leg timo
Governo da Repblica.
Art. III. Serio levantados os seques-
tros e restituidos os hers quelles dos com-
prehendidos no art. 2., que dentro do
prazo indicado no mesmo artigo se a*
presentiiem a este G >verno, os quacs re-
ceberio burea indemnisacio paga pelas
rendas do Estado, equivalente ao valor dos
bens sequestrados, caso tenhio sido ven-
didos 011 arrematados.
Art, IV. O producto dos bens seques-
trados, arrematados 00 vendidos eatia-
i5 para ocofie das rendas do E-tado*
Joze Pinheiio de Ulhoa Cintra, Minia-

r.


DIARIO DE PERNA.MBUCO*
tro e Sicretario de Esta lo dos Negocios
da Justiea, e nterfmenle dos Estren-
geiros, o tenhaassim entendido e laca ej-
ecutar.
Feito no campo de Piratinim, aos 11 de
Novembro de i836. prinaeiro da Indepen-
dencia e da Repblica. Joze Gomes de
Vasconcellos Jardim, Presidente. Do-
mingos Joze de Alooeida, Ministro e Se-
cretario de Eludo d"interior.Estcon-
forme.Jjze Joaquim da Silva Maia, Of-
ficial Maior.Est conforme.Juio Joze
Dial de Castro Miranda.
Rio G anle, 10 de Dezembro.
Aqu lhe remedo por copia o decreto
do celebre Presidente da Repblica, o qual
decreto chegou hoje a esta Gidade i 5
horas da/arde.
Ficamos bstanlo satisfeitos com o des-
pacho de Beato Manoel e de G enfell, e
lie de esperar que nio 6quem no ei-que-
cimento outros muitos que tiohem mere-
cem recompensa. Bento Manoel ohrigou
os rebeldes a passarem o Candiota, pa
os poder encontrar era campo raso. Am-
bas as forcas an lio vista humas das ou-
tras, e consta que os anarchistas anda
nio foraS batidos, porque a presen ta a
negrada (500 a 600 homens) na frente, e
que nao convem prejudicar os senhores
dosescravos quequasi todos sio da legali-
dade. Bento Manoel lera andado manhei-
raudo a procurar golpe seguro para pou
par aangue ; conta agora com 3,000 ho-
mens, alem da gente que tem tm varias
pontos da frontera.
Silva Tavarea est hum pouco para c
do Jaguaifo, efoi mandado por Bento Ma-
noel correr as'immediacSes do Herval, a
ver se d depoia hum as alto na Capital
da Repblica (Piratinim) e se nafi houver
transtorno, daqui liuu 3 dia?, salire-
mos do resaltado.
(Carta pelicular.)
(J. do Commercio de a8 de Dezembro.)
Rio Crande aa de Dezembro.
. Tenho que reZuUar-lhe a tristissitra no
ticia da surpreza du valente Silva Tarares,
por huma torca frroupi'ha ao mando de
Canavarro. Este acontecimento, que
tem sido profundamente sen ti lo pe -e ver-
dadeiros legalistas, pasa >u-se da maneira
seguinte. Bento Manoel, que se acbava
em Candiota desde os fias do mez pausad",
destacou Silva com lao homens para poli -
ciara fronteira de Jaguaio, e ao mesmo
tempo reunir a gente que podase. A
meiocaminho, S Iva receben od m do
General para retrogradar, porque havia
noticia de que Neto man hava s Silva. He de notar que Silva para ir para
o stu destino tinha de pa-sar pelas forcas
de Neto e de as deixar na sua retaguarda.
Com efieito S.lva marchava aieunir-se
aoexerc t> quau Jo reo b u novs or tens
de ir para o J guarir; emoa das marebou,
e foi acampar-se junto da casa do sogro
o ide tinha lliechegado a farai i do listado
Onental, e de que estiva separado ha
roas de io mere*.
No da segtunt-" estando de Gommau-
dante da o> ta o Tenente Coronel Vargas,
Silva foi casa responder a huno oficios
que tinha recibido, esperando ogo de
pois continuar a marcha. Seiia iso. 9
horas do dia quando repentinamente fui
atacado o acampamento por 16 > homens ,
ncaminhario se logo 5o a cercarem a ca-
li onde eslava S Ira. Foi tal a surpre-
za, que ludo Rigi nao podendo Vargas
nem os Oficiaes reunir maisagenle. De
salte que o Silva vio se apenas rom buns
poucos de bravos aoiu ladoj: assim mes-
rao resisti eso na ult.roa extremidade e
vista dos rogse das lagumaa de sua nu-
merosa familia *e resalveo a capitula.. O-
artigos da caPttlU^ constio da copia
UAqui ha algumas couras notaveiaa le.u-
* Que Canavarro, que aprisionou
Kba offiereceu por vi.es os .eussemeos
a Bento Manoel e este os recusou-, dahi
seguiti.se Canavarro declarar-se pelos f,r-
roupilhase fazer nos grandes males por
que surprehendeu ao Tenente Coronel
Loureiro depois o Tenente Alberns ,
e ltimamente ao valente S Iva.
2. Q ie nio era acertado desligar do
Corpo do Exercito huma pequea forc,
que tinha de atravessar pela frente de hum
inimigo foi te e numeroso e deixa-lo a-
traz de si.
3. Que be escanda'osa a proteccio
do estado visinbo aos fanoopilhas, pois
que Canavarro batido ltimamente por
Caldeirio i se tinha refugiado no Estado
O.iental; e d'ali, com os emigrados e
gente de Servando passon a este lado e
fez a einpreza que cima referi.
Cima piisio do hroe da lealdade sof-
freu a c*ua da Provincia hum grt'pe fat.^1,
potara nio est perdida, se o Governo os-
tentar fi. meza com Montevideo. e soober
cont-lo na neulralidade ; se Bento Ma-
noel nio desprezar o ioimigo e der s o-
p rato s mais energa e unidade e se o
Presidente empregar medidaa de seguran-
za contra os influente* dos farroupilhas,
que a n cessidade fez p'8 ar para a legali-
dade, masque, animados com a impu-
n dade e generosidade malentendida que
o im ellas tem havido nio perdem bun
momento de machinar acontinuacio da a
narchia.
Agir corre que Caldeirio retomara
Silva porra esta noticia precisa de r6-
firmacio. Dizem mais os homens que dio
e*ta boa nova que nos dias 21 e aa ti-
nhioouvido estrondo deartilheria para os
lados deJagoaiio, donde preaumo que
houve algum ataque entre Bento Man el e
as forcas de Neto,
Capitulacio de Silva Tavares.
i. Serio tratadla cerno prisioneiros
de guerra lodosos Ollicios e mais pravas
apri iouadashoje, bamcomi aerio guar-
das dos abaizo firmados, os rs. Tenente
Vasco Marques de Souza e Manoel Mar-
relino DorneU, que serio inseparaveis
dos firmados durante o tempo que esti-
verem prisioneros rom a guarda por el-
lesnomeada, bem romo debaixo da ad
mi.Tisragio dos mesmos, todos os raai
pri ..neinos.
a Que s entregaro suas armas e
monce*.
3. No caso que cnveiiha ao Invern,
se effeituar a liberdade dos filmados, p -r
meio de trocas.
4. No caso de se atacare m as duasco
luanas nio deixa i por is>o a guarda ,
tomando do dito Sr. Vao<, de sa con-
servar junto dos priso "eiros para ga
rantirem.s u-svids; em casa de revea
os firmados ailimsio seren os Sis. Uth
ciaes, e toda a escolta que os guardio ga-
rantidos e postos em liberdade co-n di-
mito salvo de smiein l'MQa a que per-
ten ern com toda a -ua equipagera e arma-
memo. Em tiran /a de que so pas^arao
dousdestetheor, sendo hum entregue ao
Sr. Tmente Coronel Ceromadanle d
loica aprisionadora.
Casa do Bonifacio Jos.- Nones, i7 d*
Dezembro de i836.
P.Uioneiros as nado-.
Coronel Jlo da Silva Tacares ; Capillo
Serapbim Caetano; Jos Viei.a Nunes;
Alujante Francisco Feij Tenente G*-
ouino Dotra Pedro Ganga.
3, Soldados ( morios 6 ou 8 ).
( Carta particular. )
iZ de Dezembro.
Silva Tavares foi su. prehendido e pre
go. Tero sido grande o senil nenio e
sendo sabido e-te suc-es-o na occasiio.-m
q.eia a-comoca. o The.tro au.pend u
se a reme enlacia.. Hum alfai-te, mnito
farroupilha, sabe .do ca noticia, bebeo
publicamente s-ude da pnsio do Silva j
|oe> que sabio da taverna fizerao-lhe a
r.i. com huma fuada, de q e mor.eu
n > dia seguinte.
N Norte os presos tentario evadir-ae
dap.esiganca mas felizmenle fo.lo pre-
sentidos. No dia seguinte fotio presas no
bul algumiJ pessoas por snspeits de trs- |
marero huma reaeqio porm hoje j es-
li solta- I. ..
Paula A'ano esteve policiando a costa
do Camacuan pofm logp que so reti-
rou para Porto A'egre aoio Gongalves
oomecou a reunir gente e eslava com 6
homens, quando de la veio o biate que d
esta noticia. Com a vicloiia do Fanfa
muitOs julgro --t > arab>do e por issso a '
deiesa desla Cidade foi posta em grande
ielax<;o ; mas com a surpreza de Silva
tem goia havido mais algum cuidado.
Beato Manoel segundo inlb de pessoas que tem vindo do ejercito, tem
doos mil e duzentos homens de fileira 8
tandoeom a infantarit que dizem ser mui-
tboa, ea ai tubera. A esse lempo an-
da sejhe nio tinhio reunido o* aoo de
Polio Alegre e as (oigas do Caldeirio e
d j Loureiro. De maneira que pode a esta
hora ter tres mil homens. Todava a guer-
ra vai-se prolongando e a Provincia he
quero geme. ( id. )
( DiT Jornal do Com. de 16 de Janeiro.)
EXTER JOR.
Bayona 3 de Dezembio.
He certo que o Espartero consguio por
em pratica o plano que havia concebido
de pasar o piqoeno rio coja pa>s-ge lh<-
pe mittio esi^balecer-se d.fr.mtede Bill aj
sobre a mirgem rsquerda do Nervion. A
oc> upacao do forte de Burcena pelo. Chi is-
tmos tem por rebultado principal o
permiltir aos Barcos de vapoi Iugl-zes su-
biremoiioa p^uena distancia de Bilbao.
Nac lorente asseguia se que os Carlistas
perdero a:5oo h mena. As feidas de
Cautani.ri quecommandava a vangi.Bi-
da de E-pai te-, o e ao qual se deve o suc-
cesso desla batalha nio sao perigoia-.
Pariz i3 de Dezembro.
Os saques hidos de Portugal sobre a
Praca de Gen .va por muitoi ceios de
roii francos, acabl de ser prolestados.
S.be seque estes saques tinbio sido des-
contad* s aos Mig elitas a fi-n de lhe Tor
necer os meios de formar e pagar a algn
bando., e que depois de hum virte dos
sacados sem acert f -ronl, os portadores
conlavio com a uUrveiicjie do Rei Crlos
Alberto pai a fornerer as fundo- no Umpo
-lo vencm.etilo. M s patee* que S. M.
Sarda ja nio tam bastante dinheiro para
estas transaccSea, ouquej e>' caneada
deofonecr aos Carlistas e Miguelea-.
Poi outrolado, os seusalliados lhe con-
teni a ulil.dade de algumas remessas que
o Be fez com grandes despezas expoudo
osseua navios, eosaouamainheiroa; a-
\m d.sso tod..sa- despezas da albanca nio
podem recair sobe elle. Depois que o
Papa le.uzou t do o secorro peconiano a
D. Miguel, esleP.in.ipe, se tero pesso
JmenleindiviJadocom a corle de lu-
rio porhiaia quautia sss-Z avultada, e que
a final aei p-eoiz ajunlar es demais ja
pedidas, oo. despezas d. mesma Coile.
v ( LeTetnp. )
AVIZOS DIVERSOS.
Upa o abaizo assignado annuncia ao
Sor. Joze Rodrigues do Psso que declare
onde devodeizar as chaves da Ioja que lhe
a.ivndei, poisqaese fin za o quarlel que
lhe dei no dia l7, e u a'.aixo assignado que.
l-.aseoircgar no dia l8. protestando no
serespousatisarm.is pelos a'ugue. do re
faridu dia i8em dianle.
Maicrlino de Campos Quaresma.
Upaf Quem quiser rebater una Gua de
ven.imeiilo d- B.talhio de G. N. de U.i-
nJ, parasopgar quando for recolh.do o
Archivo a Tnezoura.ia, dando .-e de rebate
26^5 rs} annuncie.
O abaixo assignado entina Latiin.
RhetoriVa, e Geografa ; na roa do Rosa-
rio estrtila sobiado D. 34, piimeiro andar.
Alibi.sj Joze de Oliveira.
ytfT Arrenda.se un stio'na estrada,
que vai de S. Amaro paa BelcAn]com boa
cisa de vivenda, esti baria, cas para pre-
tos, m-iitas arvores de fi uct s, com raui-
to boabaiza para capitl e verduras ; qurm
pertender dirija-sea tua do Colirgio D. 6,
seguddo andar.
CST" O Padre Jlo Antonio Gaio d
clara ter con>pia>lo a Joo B'i anrisco de Pi-
nbo, esua mulher. osibrado de irez an-
dares da rui do att rro da Boa-v>ta D. i/\:
e pas que chegue a-> cociherim: nto de
quem tiver de reclamar fobre o uiesino
predio, faz o prsenle annuncio.
jTj^ Quem preciar de urna mulher
parda para o sei vico de una casa, tzrepto
engoma, e comprar na rilo, piocure na ra
que atrave.'sa da do Araglo par o pateo da
Santa Cruz D. 30.
iy Qu>lquer pai de familia, morador
fjra desta Praga, que queiramlla urna ca-
za capaz, e sustento para cn-ign Ihos as primeara* Utr.ia, p >de di'igrse a
Pi ca da Boa-vista sobrado I). 7 que ah a-
char com quem iractar, e justar ; afianv
cando os annunciaiites, que, plenamente,
serio pr-he>'Z dos 01 ^ells dev.res.
|fla) O aba xo asignado, roga todas
as aiith'.i nlad.s Polieiaea dos Biirros, e
Desti icios do IVfilie, ShiiIo Antonio, Boa-
visla, IV o da P. Helia, cd-s do interior;
assim como a qu-lqoer pessoa, que suu-
ber noticia deuma mulata denomeFr-m-
cisi a, fgida a 3 l de Outisb' o d> armo p.
lindo de 1836 de idadv de 8 a i9 atino4,
alta, ebeia i'o corpo, acabraihada, cara re-
donda, cabellos coi i ido.-, o corlado com
marra fas, toda tnaicada de bexigas, com
urna lurruga as costas, procuiando a p
esqnerda, ps gro*sos, esp-n ralhados, a
qual mulata a ouve poi compra a Manoel
Pinto morador no Affogalo j a prendi ou
mandein prender, e leva-la a serrara do
snnuuciante eiu a ra da Praia ji.nto ao
tanque d'agua, que se p gara t ida dttpe-
n, lem do que se prome'e ioo$ooo res
ile gratifieaciO as pessoas par culares que
a prendeiem, ou den. m noticia certa onde
ella exisle aejlada, prom tenlo-se guar-
peipetuos gredo a quem denunciar.
Joaquim Portara Xavier d'01i\eira.
Precza se de um homem, ou de
umaSenbo'a, j idoza, e com a necesa-
ria capacidade para en.Nnar a ler, es rever,
e contr, e mesmo grammatica Portugueza,
paiairparao Sertio deGimbes: quem
e^liver nestas ciicun tanci 9, e quiser, pro-
cure no Ferie do Mallos, prensa de Cor-
dero Leite, ou na ra do Rosario laiga, por
ma da Butira de Baitolomeo, quea-
chr com quem liactar.
agp Qu brama de bous rostumes para ama de
alguna cazi de hoirrm solttiro que nao
tenha lamilla, ruja mulher he muito ca-
paz de lomar coma de qualquer c^za e di-
zmpenhr os arranjos necesarios a pes-
soa a qu*m conviei lser dito negocio au-
nuncie.
a/^> A pessoa que precisar d- um ra-
paz Brasilhei-o Cebo condui la paiater
caixfcro de roa Ioja, oua.roas.mde
as-ucara ou oulra qoalqoer cf-zerana,
a excepcaS de venda ; cujo sabe I em ler ,
eterever e coniar, a lem bastante pretu a de
,-ax ir. ra de cobranc* ; qu-m peiUndor
quera declarar a sua morad* para ser p.o-
curado.
hp ()u*m annunciou dar a uros i5o
mil rs. o'iji-se ao ateno da Boa-vista
cata D. a- ,n^ <*a P ",e g0 liC'0 diiei-
to.
yfff Qa> m quiser um rxeiro Bian-
leiro para Ioja ou I vr.ria ou botica di-
r a-S" a i ua do Nogne ra sobrado I. an-
d-r. io, que a.hai rom quem ta-
lar.
t/J* Quem quiser prender muzia
0u a loe r flauta quatromil ieis por me,
diiija sea ru Vdha rindo do (Ierro da
Boa vista, do ledo diieito a piimeira casa.
t^5 Quem annunciou no Diaiio de
Quaiia leira i5 do couenle l>r urna es-
ciav com bom leite, e co:turo.idaia ciiar.,


D I A*R IO DE PERNAMBU
^mmmmmmmmmmmmmMmt
V'iria se ao beco dai I5inenn na segunda
cata terrea, no Bnrro da lija vi>ts a tratar
doajuste.
fflp Precisa-se de (iOO^J res a juros
sobre boa> lirm3S: quena quer dar es'e
dioheiro anmincie.
^9 O abaizo assignado por sai boa*
dade lo-na segunda ves a fater t>ciei>le a
qneail m penhoes era sua loja de couros
iu raa do Livramcnlo, que no praso de 8
diasquero f ir lira los, do coulrai io serio
vendidos pira seo p4gm>ento, e para que
nao sj cbameni a ignorancia faz este ta-
guudc aviso.
Joio Munizde Souza.
tj{^ Q iem precisir de un moco de i7
i8aunos de bou cooducla pita oaixeiro
de loja, venda, armascm, ou ra di queja
tero pralica, e ascreve bem $ dirija-se a ru
dosQuarteis D. 4, que sediiquem o
>-rti inl> nte.
^a^ D-se 800$ reis a premio sobra
penhoresou hipoteca era predi s UVre a
oesembaracados nesla r-racajquen osquiser
procure na taverna da ra do Livramento
L). lo, qne se Ihe dir <]uem os d.
*&* A pessoa que no Diario de Quar-
tJ feira i5 do crrante aim mciou querer
400$ reis a premio procure ua uiesma ca-
2.1 cima.
&* Quem quiser orna ama coin bas-
tante leite, dirja -se a ra do Cano 11.
f5P" Quem Ibe faltar urna canoa bruta
iMIecom Joaq-jm Jme de Figueiedo no
Forte do Matios.
tr^> Na iuj Direila sobrado D. 14 a-
<-ha -se urna carta viuda de AogoU pira o
Senhor Juiu Fin.ico Crne'uo}au-
aoute Jernimo Antonio de Souza.
gQBjai Qaem precisar de urna ama par
casa de hornera bolteiro, dii ij -se ao beco
do Pa Jr entrando pela ra do Livramen-
to do ladj isquerdo, na loja do sobrado
D. 2.
IjCjr Precisa se de 400#]Ve a juros
de 1 e m-.'o por cento ao mez, por tempo
de um anno, com hipoieca em urna parte
de um sobrado : a quem convier aunuu-
cie para ser procurado.
ypf PurtaraS ds casa D. 32 na iui
0 itiia no dia i2 do crrente o seguinto ,
1 transelim gioco com paseador, 1 an-
nela com blufeantes, i dito com dia-
mantes \ dito lavrado c >m lugar para fir-
mi 1 par de brincos lavrados a mu lerna ,
coln diamante, 1 alfineiie de peito de dia-
mantes 1 fivela de o uro lavrada para
bintOf corceo deouro 1 cruz de ouro
lavrdda i'botadeouro: 6varasducor-
dadeouro, uos eotvst.1 de bracos com
chapas de ouro 1 rosario. As pessoas ,
a quem foc tferecido algumas ou toda- as
referidas persas poder pegar o vendedor
e leriirem a taesma casa onde seraS genero
aameute recoin peonado?.
LEILAO.
Me. Calmcnt & Comp. fazem lei'ode
frondas limpas e variabas boje Sexta feira
i7 do corrate as 10 horas da mauh, n*
ra da Cruz al., II.
COMPRAS.
Escravos ladinos, que tenlio bonita fi-
gura ns praca da Boa-vala B-tUa D. t.
ar Taboaa de p oh ib a : no deposito
pcdbibd : no depo:
geralde rap areia pieta: na ra da Cruz
n. 5a-
yy A NovellaCarolina do Lichsfi-
eJJ^couplet-, ouso'osguudo volume:
na ra do Colegio D. 3.
fEjT T.ez port,d*s da pedrada trra,
prouiptas : na rua uVQuaileis D. 4*
VENDAS.
Foliiilias tle AJg.beira a dote
vinlens de porta a seisvintens, e
tle Padre a pataca : Na Pra<;a da
liKle(iedencia loja de livros n. 37
e 38, ua loja do S:1. Antonio Joac
Bandeira de Mello ruado Gabu-
g, na rua dos Quarlei venda
L). 2, na Traversa do Rosario pa-
ra e Queimado loja n. 7, e defron-
teda Igreja da Madre de Dos,
venda que foi do Rezende.
Um muito b;>ro .titio no piincipio da
estrada da liante de U b com 450 pal
moa d frente, e fundo al o rio, com
rouito boa casa de vivenda pira grande fa-
milia, sanzalli, mar de etpiohos &f.: os pi-rt lideniesdi-
rijo-se a PraQa da Uniio loja-de livros n.
37 e 36, qu Ihe dirio com quem deve
irada.
yy* Urna negra muto boa cosinheira,
lava, ef.z todo o servico de casi, a qual
vende-.-.e por n atierro doi AlTog^do*, sobrado de dois an-
ddres, d' fronte do viveiro do Muni/..
flf A Histoiia da Grtci autiga, para
uso da moi idde, traduzida em Portugus
pelo pre$-> de qualro mil reis: na praca
da Independencia o- 37 o 38, loja de livros.
f/y Umoculo de ver a< longo por
preco comuiodo : na rua de Hortas venda
dd esquina que volta para o pateo dS. Pe-
dro.
ajry Urna cazara tiova q-ie sirvi oo
dono trez ve/.es, de pao a/.ul fino, p"i'
preeo comraodo (eende-se por neces>-
dad-): na venda d< roa Nova junto a pon-
te D. 3G, se dir quem a vende.
Ujaj Urna escrava crioula, nuca, com
urna < ra, com varias abilidades, e sem a-
cbaquealgum, e inuito l>oa ama de leite :
na tua estrella do Bosariosobrado n. 3i,
no segundo andar.
aj Vende-se, ou arronda-te ora sido
no Munleiro, com dais moradas de casa
sendo urna de pedra e cal e a nutra de tai-
pa, Undo esta duas salas, ama adiante e
outraalraz, trezcamarinbas, oosinbafora,
urna estribara e mais um quartsfora : e
a de pedra e cal tem qnatro camatinbas,
duas na frente e duas atrae, coto duas sallas
unja adiante o oulra atraz, cos'nha fot a
cmdois fornos, um de assados, e outro de
coser pao : no sobrado atn-z d Matriz
da Boa vi ta em que mora ] -aquim
Pereira Homem : a-sim como tambem se
vendem, ou allugio-se duas canoas pc-
queiihS. ,
y Umroolequede 9 io annos de i-
dade, proprio para ensignar qualquer of-
fic-io oarua do Arage na Boa-vista D.
4a.
ajry Na nova loja da travessa do Rota-
rio para o Queimado n. 7ba para
v. nder um grande sortimento dediveisos
folhe e Impressos de differentes qoali-
dadrs ; a Collecco dos l'odigns e com ca-
pa le couro propria para 08Sara. Juites
de Facto j Folhinhas de porta, d'argibei-
ra, elatias; pertrnces pa-a menims d'
escolla; boa tinta d'escrever; mperior
xa Isson ; e mmto novo raed Princeza de
Lisboa, Areia preta da Babia e Peinam-
burano.
ajy Coa nrgra de 10 para i2 annos,
cote alguma cousa, e faz renda, e propria
para qnalquer serf9o: na rua INova U.
i".
If^h Umravallo ala 0 b rn andador;
ero b -as'arries, e por pr-co commodo: na
prava da Boa-vista sobrado d dois anda-
res n. 5, 'tue sedu quem o vend'.
jr^ Urna preta de bonita figU'a, de
naci Angola, cora idadedeaoa aa annos
poucomau ou menos, sem achaque ntm
vicio algum, e cosinha o diario le urna
casa, ensebes, co>e chao, e boa v-ndedei-
ra : na rua do Cabug loja de miudezas ao
p do Sor. lim-'eira.
BjBfca Farinba de S-inta Catharina de
superior qualidade; no Forte do Mttos,
na do Auioiiin, por prego cmodo, no
armasern de Jote Carneiro de Albi.quer-
que Mararihio.
yy Vende-se por piec'sio, urna escra
va, do gento, moga I o .ita figura, Ufa,
engoma, cosinha, boceteira, e ve>te bem u-
ma senhoia por ter sido esclava de Estran-
geiro, aun moleque crionlo, moao. e
sapateiro: na ruada Santa Cruz do Buti-
ro da Boa vista, lado direito D."4a.
a/jp Urna escrava crioula com 18 an-
nos de idade, bonita figura, apta para ar-
ranjos de casa, sabe fazer doces, cose chao,
nio tem vicio, nem molestia, avista do
toinpiaJoisedii o motivo porm.c- vui-
di'a, declaia-se que tiobdm se troca]por
um escrVo liobem moco voltando se o
que for ras mento ld)n 0. a5-
jrajr Umaporcio de tab >ado de pinbo
proprio pai estacada de tterro a prei;o
milito commodo, p >r precisar desocupar o
auiH-em : quera pretender falle ao caix'ei-
10 do Sur. Juao V.atluos.
r^" Um pretocrioulo, com ai annos,
co inheiro, muito deligente, e proprio pa-
todoe qnalquer hcrvico : na rila do Rosa-
rio eslrcl loja d< miudtzas.
jqp o sobrado de dois andares, sito
no poito das canoas; na rua da Larangei-
ra lija de marcineiro D. 13.
ajqpjr Urna cadei'a rica, e um piano
novo da melhor fabrica de Inglaleira;
paus para mastaro-, vergas &c. e duas
Boticas pequeas, prnpi ias p*ra viajante,
ou familia particular : na rul da Cru u.
10.
ty Boa farinba de m odio a, do Rio
de Janeiro, enH sacan, com alqu.iie faino
(ebegada proximainenie) por preco com-
ando ; na luada Cadeia do Recifc caza
n. 28 de Joo Maria Seve.
ajy Um terreno na estrada de J- i)
de Barros que v.h para Belem ; com duz-n-
Usequarenta etant na rua do Rosaiio da Boa- vista D. 6, eoqui-
na que volta para o beco do Tamb .
ajty Vemle-se, ou troca-se um cavallo
preto, bom para carrmho: na rua da
Guia estribara do Alemn Antonio Sauer.
ffW Sarja preta, sedas lavradas, pretas,
de cor, sttim, sedas riscadas, e lisas, se-
das matizadas do milhor gosto equa-Jade
para vestidos de senhoras, e collelesde ho-
mem, vellido preto, lensos pretos de gro-
gorio lisos, ditos de grosdenaple para pes-
coco de homem, lensos de seda brancos,
p.etos lavrados, e riscado-, para pesclo
de senhoras; excelentes chales- e meios
chales de seda; ludo d moderno gosto, a
por .preco eommodo: na loja de Manoel
JozeGonpalveaBiaga, junto ao aioo de
Santo Antonio.
ajry Urna sobre cazaca cor de rap*, e
um colte de sarja preta tudo em bom
estado na tua do Nogueira sobrado 1.
andar D. lo.
fjy* Na venda da esquina do beco do
Trem se coniioua a vender t idos os gf un-
ios pe< tencentera venda de meos bebidas
erprituosas a retalbo c-mo ja ^ fez ver
aoSr. Anematante por esta fulhaem 5 do
raez p ssado, a mesmo o Sr. Coronel Me-
netas a o Sr. Joze Joaquim Dias Fernan-
des. Ese continua a vender arroz branco
em alqoeire, sacas, fcijio molatinbo,
ralbo caixas de albtria de boa qulida
de e as libias a 2oo rs. farinba de Mara-
nhan a 12o rs. em porcio a 100. A-su-
oar banco mascavada em arroba.
yy por preco da a5oJJJ r>. umi pre-
ta de a4 a6 tonos do gento de angola,
a qual anda fgida e negociando poraua
conta ua Cidade d'Olinda e ReciFe ,
ella be para todo servico de urna casa de
homem solteiro tanto para fora como
deportas a dentro ; os pertendentes diii-
j.i5-seaIoja deReb.joeiro na Praca da In-
dependencia n. 3a, qoo se dii quem
vende.
oorrente lev-ou vestido] calca e camisa de
brim con s signaes signintes : beicos
baataiita groc'S estatua legular
tem
um p um tanto encbado e com o ddo
grande e m nirao sem unbas por cauta
de fefidas que leve bem conhecido por
tiaballiarem padaiias 5 os aprebendedo-
re levem-o a tua de Orlas sobrado de ui.
andar D. 2i. .
yy Nodia i2 do mea passado fugio
urna escrava de nome Marcaliua, criou-
It, repsenla ter 3o a 35 annos, alta ^
ecca ao corpo, cara comprida nana
chatn, etodacheiade manas de bexigas,
falla mu bmi, levou vestido de chilla
azul, e paono da costa utado porem he
provav! ja teuha uzado de outros trages,
pelos seus ardaos e de quem a sedui'o ,
poii qoo a 5 do con ente rtcebeo seu Sor.
urna caria de Jos fiap ista de Almeida
m la.>-eachava em sua casa e que elle nao
punha ilnvida comprar se o preco convi-
das-e qnarido ella foi vista ruste me-m
aaqoi nouecile, e rne-mo antes e de
pois dis'edia, por pes.-oas ijue eonh ceuc
portanto seu Sr. protesta usar dos meios
judiciaescoutraquem lirer oculta am
sua casa poisja lia indicios de quem se-
ja o arranj idor de taes palrauhas; a pea- .
toa que denunciar a taz* onde ella existe
scoitada ou a pegar indo a rua do Vt-
g u 10 casa n. 3 ai ser rtcoonpeucado.
a/y Fugio no dia iodo coi rente urna
escrava de nava Songo por nome Joaqui-
na que repiezsnta ter 24 aunns de idade ,
com os siguintes signa> s ecca do corpo ,
cabeca pequea um lauto comprida tem
ao p das orejhas urnas costuras de fer-
elas denles b< tu limados nariz afilado ,
subrancelhas fexadas pestnnas grande-,
e alguna carossos pelas costas urna mar-
ca de fe Ja que te ve e um dos melbores
signaes he quando anda estralarem os ps
como caba, apelid5 a por camuengue,
levou vestido de xita branca ja uzado e
pao da costa quem a pegar leve ao
pateo da Penha casa de tres rotulas ver-
des.
BjJJF1 'No da 3i de Janeiro p. p. fu-
gio aoabaixo assignado, hum estravo por
nome Francisco naci augolla, de boa
estatura, ponta de baiba, cara um'tanto
grande orelhas pequeaas, e muito uni-
das a cabera, he bem preto, e tem no ca-
xai^o debaixo da -relha dom carucos a-
baixo um do outro, e as pernas tanto fi-
nas, muito ladino; levou vestido cansa
de brim com babados, 9 calsa da mesma
fasenda, chapeo de palha oliado de preio,
e como he muito ladino, pode ter muda-
do de trajos, eso' os signaes do corpodt-
vem r>guiar, entende de padeiro, sena-
dor, e canotiro, em que se oceupava ul-
luiTuite, levou vinte mil leis em prata,
que bia enttegar no monteiro, donde se
ausentou : rogase a todas as pessoas a
quem o conhccimeule deste rviso chegue
e qualquer capiia de campo, e mesmo
pessoa paiticular, manderu-o pagar com
seguranca, mandando i otregar na ruados
quarteis 4 aonde generosamente sera'
recompeusdo de todo o trabalho que cum
o (uesmu se fizer.
Manool Antonio de JeSUS.
ESCRA VOS FU ti I UOS.
50#000 reis.
D-se de gratifi aco a quantia cima de
. incenla mil ieu a quem pegar c rscravo
adiante declarado. Fugio da paasagem da
Magdari'la do sitio de Joaquim da Costa
Leite no dia 12 de Janeiro d j correnle an
noat.6 horas da larde un, negro por nome
Jote d 1 gento de Angola, estator* al-
ta e g >rdo, pe n.s algum COiua ai quiadas,
bastante baibado, levando ventilo calca
de biim e camisa de atgodo de mangas
curtas, cujo negro diz ser imneiro de ouio:
qualqutr pessoa que o pegar o poder le-
var ao dito Sor. na rua da Madiv. de Dos
loja de fazendas, cujo negro tem urna cus-
tella quebrada, e tolas as las est rom
puxado, e nio pode frser manta forca. Es-
le escrato vtio do Maranhio para ser ven-
dido aqu, por causa d^sta oieaina moles-
iii, e e le diz ser casado.
Joo naci Aogico fugiJo a a do
HSHBHBB^
'abuut da$ mares cheias no fono ce
*crnambuca.
9 -Segunda |
- 10 T:
Jll Q-
*ia Q:
* i3!>:
i. > m
X l<\-3.
, i> -D:
o. -
= -
lh.30m !
a 6
a 54
3 4a
4-.30 a
5-4a
6- '30 j
Tai de.
A
NOTICIAS MARTIMAS.
navio entrado no dia 16.
Aracaty pelo Au' ; 9 dias ; S. Lelmira,
M. Joze Joaquim Alvis: sal e mais gene-
ros : T. de Aquino Pinto Bandeira. Pas-
sigiro 7'.
rr.Rrt., ha Tir. d M. F. Faru I0J7.
1

*
MELHOR EXE


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EPICOQHLX_L4RK9H INGEST_TIME 2013-03-27T16:58:08Z PACKAGE AA00011611_02564
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES