Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02563


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Full Text
\
ANNO OK 18.57. QUINTA FEHA

16 E FKVERETa N. 38.

i i .' '.i. '."
Prrh amb'ioo. Tvr.nn M. F.a* Par*- 10 >7
DAS DA SFMANA.
1.1 Setrnnda S. Gregorio 1- P. And. Hos .liiizes ilo Cr.
Jo m. e de t. iea. da Tiiefouraria Publica c
Chae, de t-
11 Ter^a S. Valentn M. Re- de m< e aud. do J. de
O. de e.
I ."i Uuarid Temporal ?. Faustino Se*. d.iTh. 1\
16 Quima *. Porfirio H. Re. de ni. aud. rio .1 do
(!. de m- e Ch. de t
17 Sexta Tcinp. S. Si.vino iCttaS da Th. Pul), nd-
ito J.de IS Sbado Ten.p. > Tlio.itonio lvi-1. de ni. caud.
do V. ( .|.- t pin 'linda.
10 Domingo 2. da Quurcuna^. Conrado.
Tr.do agora endf de no inesnmi dn minia |iro-
danaiB), moitrru^o, e etterfta'OOBtinueinoa cnni
principiamos, >rrenini apnntudot uom admira-
lio euirr au Na<;oe mal cultas.
troctamaf* da iii'fadm Qtai Brotil
8ulMK}re**>ie A lOnOri.meniao* pc n adi.lntarina
nauta TTpogmfia, rua das Cruzt's I). 3, e na Pra-
>;a da lirleMendoioia N.S7 eS -. onde rec#bm
corre>pondenea legalizabas,t annuncinn innerin*
rio natea fraila lando doi prnprioi auxipiiniue,
> viudo ig'iiadoi.
( AMB10S.
I'evrrriro 15.
JLiOndrrs3 a .1f> ||3 Ds. Si* poi l cid. o pra'.a a
Honor oeitto rie premio Nomina.
Lisboa SS woco|o premio, por metal, Nom.
Franca 'SU lis. por franco
Rio rie Jan. f> p. c> dfi pretn.
Moeilaa de 400ji3,.0.) is./Joo
4ut) 6..700a6800
Pcaoa l4W
Prem.o da prata 5<> p. C
,, da lettras, por mea 1 2poro|0
Cobre '5 por cento de descont
PARTIDA OOS CORRBIO.
Olinda _T<'df os di., no meto din.
O nana, AHiandra, Paraiba, Villa dn Conde,' Ma-
maiguape, Pilar, Kai de S. Jno, Rrejo d'rea,
Uaulia, Pomhal, Nova de Souca.Cidade do Viai,
VilUs de Goiannibha, c Nova da Prineeza, ('idadn
da Fortaleza, Villas do Aijuiran, Monte mor non ,
Aracatj Caicavel, Cantado, Granja, Imueratrls*
S- Bernardo, S. Joao do Principe, Siolirar. Nova
RIRe>, Ico, S. MatliriM, Reachodo Hangue, S
Antonio do Jardun. Quexerauohini. t l'arnalii a
Segunda* e Seita* feira ao mein da por via dn
Parailia. Santo AnlioToda a quintva feiraiao
meiodia. (iaranliuim. e llonilo no Jias 10 e'.'i
de cada aiez ao meio dia. Cabo, H-rinliaeni. Rio l'or-
mozo, e Porto Calvo ROl dia I. 11 e *l de c.dv
PARTE OFFICIAL.
A

PERNAMBCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expodiente do dia i4.
OFFICIOS.
Ao Ex no. e Revm. Snr. Bipo Dei-ce-
sanr, le-piiidnido, que (Onveui, que o
Reverendo Paiocho daFngoeza de Pa-
juil de Flotes, que fci dividida, laca < >
cio, que pretenda, e S. ixc. Revra.com-
munkou era seo oili 10 de 11 do coi rente
mez.
Ao Comraandar-te das Armas, res-
pindendo lile, que po Je fazer transportar
da Fcrt'leza de Tat uidai para el* Ci-
dade os vmle caixSes, que aliseachao de-
positados coutendo ohjerlOS, que Mi virio
ua exlincla guerra de Panellas, segundo
informa era teu cilicio de i3 do corre-
te.
Ao mesmn, resprindendj-liie, que
para poder resolver, acetca do que repie
lenta en seu oilirio de ii d-> coiTeute,
hernister, que mande o car o despeza do
concert dos Irez quai leis da Fortaleza de
Itamar.'C, que podem servir de pri-i. dos
Cusidas NtfCIOitae, e remetta o orcameu-
to.
Ao Corone! Chefe da Legio ds
G. N. deOlinda, oidenan Jo, tjue mande
dipeosar do S.'i vico das ruesrnas oh Guar-
das constantes da rel-c>5 que se llie en-
i, e qnj(>e acho notreados Commi>sa-
rios de Polica d Pedio Mrrtyr da mesma Li iade, como
participa o rlf-fetO da C'orcarca, que re-
quisita esla di-peiiva.
Ao Prefcito da Conaica do Recife,
rommuu'c~ndo-lhea expedica5 da ordem,
de que traa o antecedente c Hiri.
A> Teoente Coronel luspector Ge-
ral das Obras Publica, como unicando-
llie, que a vista da Ma iniurmacio sobre
o requeiimento di Mrquez do Reiil'e,
que pretende arrematar a:500 bra^s da
e liada, que desta Capital se dirige a Villa
de Seriubaern pelaqumtia de 5u:3o5,72()
lei-, apn sentando a descripco dastbtas
que deve i'azer, cumpie, que faca levantar
a planta da me.-ma Estrada, litar os ni-
elamentos precisos, e orc,ar as de.p /. s
da raportaucia tas obra, e estabeltca as
cmijicts para se ellas urreioat.rero.
__ Ao Reverendo Provincial dos Reli-
giosos Franciscari's, exigindo o seu pare-
rer acerca da pretencio do Revrtelo
Fr. oraingos da Sant= Cruz Costi, cojo
lequtrirainlo se I he enva.

COMMANDO DAS ARMAS.
Quarlel do Cooimando das Arm de
Pe naishuco 15 de Frveteiro de 183?.
Ordem addicional.
O Coman Jante das Armps em virtuda
de partecpac5''s que lecebeu do Exm.
Senhor Presidente fasconsar a Guarni-
COj que o Regente em Nume d< Impe-
ra lor por decreto de \j de Desembro do
anno p. p. Conceden demaS do servi-
C j*o Seiibor Alfces de primeira I, tilia
Mathm Ferrp'ra de Suuza, e que por a-
viso da Secretaria de E-tado tlo3 Nego-
cios da Guerra de n de Janeiro ultimo
ender addi>imeul:> a circular de a dj mesmo
mez acerca dos lostructoies das Guar-
das Na'-ionaes sao smenle considerados
pe manentes na Commissa de Instiudo-
rea es Senhores olliciaes Reformados do
Exen iio-, oo da cxliacla segunda Liolia,
que veucem sold.
Ignacio Crrela de Vasconcclio8.
Expediente do dia i5.
GFFiCIOS.
Ao Exm. Presidente, enviando a Pro-
pvsla doqu rtoCorpo de Artillieria, re-
frmala t;m ronformidad*' dodi^poslo na
consulla do Cons Iho SupteniO Militar de
'5 de Nevmb'O ultimo, p.-ra ser por
aeu intermedio levada a prtenca do Go-
verno Imperi-I.
Ao uiesmo Exro. Senhor, enviando
o requeiinii-nto do Tenente de Cassado-
ris Rodrigo Antonio Uiptista que pe-
dia permissi para reinar -e a Coi te a
ruja Guarni^aS pertenca, p*ra a'i tractar
desuasaude agrvala p r moles'ws ad-
queridas na Provincia do Para', e infor-
mando, que lioha sido le lemanita oc-
cular do m'u estada que era digno da
Compaixao do Goerno, q-e porequida-
de devin velar na comervayo do un ofli-
cial chefe de familia pobre, e que a
pouco vinhade axpor su vida pela P-
Ira. Que na Coi le no seio dos seus ,
comoatitmiva a junta de san le no pare-
cer apenso a supplica eocontraria por
coito este Teen te aqualie trata nwnto ,
que soa enfermtdade oxigi e que es au -
do por tudo ato no caso de ser difluido,
Ibe logava aexpadieo de s'asordeos,pira
que elle f jsse receido a bordo de qual-
quer Vaso Nacional que p*ra a Curta
e encaminha se, mindaii lo-lhe tambera
abonar aj comidj:i-s q'i" p->r Lei llie
competale.
__ Ao Comrnindmta da Foiialesa de
Taman'W, para fretar canoas, e mandar
transporlar a esta Capital os vinie cai-
xes e lodo? os ma.il ohjertos que ali se
arhavo depositados viudos d'Ag ia-pieta,
recoromentando a maior economa da Fa-
senda Publ ci.
Ao Gommandarde da Fortalesa de
Ilamanc maridando orear a despeza
indqv nsavei,ea proximada do oonserlo dos
limitis arruinados, que se di iin.- para
prisa dos officie> e mais prapa das Guar-
das Nacionaes, remetiendo a Secretaria,
o niesm< orc*mnlo depois de conclui-
do, pata ser pie.-eote ao Exm. Pv;si-
dente.
DIVERSAS REPARTICOENS.
TRIBUNAL DA RKLACA5.
Se.-sio de i4de Fevereiro.
Na Cauza d'ApelIaQo Civel do Jo>0 do
Civel desia Cidd Appellante Custodio
Moreira dos Santos, e Appellado Jerni-
mo Ferreira de M. nes PorUlla ; nao se
(omou conhecimento da Appellaco por
ser aprosenlada lora de tempo.
Na Appellaco civel do Juizo do Civel
denla Gidade, Appellante a Fasenda Na-
cionalj e appellado Joao Evangelista da
Costa Silva : se jnlgou pela reforma da
Sentcntja appeHada, e jolgada procedente
a p:nhora para o lim de prosseguir os
termos ulle or s da exeeuca.
No Pro-es-ocrime vindo do Juiso, de
Pac da Villa de Souza da Commarca de
Pon bal f Denti'ie.nie o Promotor Pu-
blico e Denunciado o Hachar! Mano 1
J-rotiimo Guedes Aucanforado ; olgou-
se sem elleito a pronuncia, e condenn-
dose n\ cusas Municipalidade.
Ni App'liacio Civel do Juiso do Civel
da Commarca do Limoeiro, Appeiante
fiera'do Aires Ribeiro, e Appellado, Ao-
touio Pereira da Silva, se julgou pela re-
forma diSentenca recorrida e compelir
.o Appellante l Accf0 intentad, e con-
denado c A; pelladn na custa de ao$rs.
juros, e cmtaa.
N Cuza de A pp' llecfo crime do Ju-
ioddP.zdo Pirto de Peda<, Atpllm-
te o Denunciado, Joio Fian. I0o di Al-
m.ida h App'lladi Mao.-el Simpaio
Co llo ; foi Julgada a refoi na da Pronun-
cia eahsolvido o denuncado.
Na Gauza Civel, de Revista entre parte
Recoi rente Hermenelgido Joie dos San
tos e Recorrido Joaqun Pereira de Cou-
Jo: fi>a julgados nuloa os AccorJo
di Rellac*) do Rio de Janeiro, e Con-
(imadas as Sentencias da prime ra Ins-
lana;
Atfandega das Fasenda*.
O Rrigue Ing'.z C/oirmercio viudo
da Jercry etiltalo en l4 do crreme,
CapilaS Vctor tlubeit, Consignado u
Henry Christoprles & G. Rjop.
Manifeatod o seguate:
1160 barrcis com bcalh?o i dita3
rom rap, i caixa coui inctrumeiilos pa-
ra fabricx de Rap.
MU-sA BA8 DIVERSAS RFNl>.\S.
A pauta he a mesma do N. a.f.
CORRBIO.
O Briguc S. Joke'IViunf-nlc de que lie
Capita Joa Gonsalves daRi.zi saepara
Lisboa no di.-20 do coneate.
0 Briguc Poj tugue-a, Lig'ro, recebe
amalla para Lisho*, a manh (17) as ;j
horas da manh.
Aulos existentes na ArlministreQ do
Con fio que dtvtrad ser remeltidos a
Rellag. d.sta Piw'incia, dep-a de pa-
gos o* 1 cipeclivos portes peloi utrrMI*
dosabaixo d-clarado-.
Autos cm que sa8 parto Mana do R sa-
ri) pieta de na-
caG por eeo pro-
ruiador, fl Anto-
nio A i vea Ferrei-
ra e Marcelino do
Campos Quares-
ma.
Dt0 dito A Fasenda Na-
iootl, e Jo-'C Jo-
nquim C.rnsiio
UA.
PllUl'T.1TURA DA COMARCV DO RBCIPV4
Parte do (lia 1.}.
Il!m. e Exm. Sr.
Par'ecipo "a V. Ex. que honfem pe-
|a duas horas da lerdo Cfliia a panda
de nmt casa na rua dado/, lobre um


2
prelo de nome Jos eicravo, o qual tnor-
i eu emediataraenle, se procedeu nos
termos da Lei.
Manda prender a Joa Baptista Bastos,
1)raneo, por ter abandonado o Brgue
Uuiio, onda se a cha va matriculado rom
proveilo para ficar en trra, e entre-
ga r-se ao ocio e a- deprevaces, a que
ja dea com meco, e tere destino.
Fora igualmente presos e tiverao
distino Domingos lose d' A breo, cabra,
remettido pelo Commissario de Polica
dodistrictode Fora de Port?*^, por des-
ordem ; Glaudini Hypolto Muti>o do
segundo Batelha da Guarda Nacional,
remettido pelo Sub-Prefeito da Fregue-
sia de S. Antonio, por injuria feita a
patrulba de Polica, em ser vico de ron-
da ; e Joa Soares de Almeida pardo ,
remettido pelo Sub-Prefeito da Freguesia
da S, por desordena.
Nada maia consta das partea recebidas.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Commarca do Recife i4de
Fevereiro de i837. II lm. e Exm. Snr.
Vicente Thomax Pires de Figueredo Ca-
rilargo Presidente desta Provincia. Jos
Garlos Tliexeira, Prefeite da Comarca.
Parte do da i5.
lllm. e Exm. Sr.
Das Partes r cebidas nesta Prefeitura
consta nao ter havido novidade.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Redi fe o5 de
Fevereiro do 1837.lllm. a Exm. Snr.
Vtente Thomax Pires de Figueredo Ca-
margo, Presidente da Provincia Jo-
ze Carlos Teixeira, Prefeito da Com mar-
ca.
ANN UNCI.
Em virtude d'Ordem superior os Srs
Commandantes dos Batolboens de Guarda
Nacional que nao tiverem anda recollii-
do a Seoietaiia da Prefeitura da Com-
marca do Recite os Livios de Matricula
dos respectivos Batalhes; haj.i de o
faeer coui a brevidade pos-ivel, para com-
moddade das ptsoaa intereasadas.
Teixeira.
Fiefeitura da Comarca da Flores.
I!lm. e Exm. Snr.
A par te que a pouco dirig s V. Ex.,
re.-peito a morte do Joiz de Din-ito do
crime desta Comarca be exacta por isso
que esto' deconformidade com asparles
llicaes, e ontrss informaces que te-
cho recebido ., nao t- do arraial do Toa-
zeiro onde teve lugar o baibaro acon-
tecimento como de outros contiguos ao
mesmo. A dif< renca que se descobre
he de couxas que na5 sa6 essenciaes, co-
mo por ex. re-perro ao numero de ho-
mens de que constava a forca; quenem
todos erad da Provincia da Baha, &c.
Tenbo empregado Ex. S nbor, neste
negocio todos os meios a meu alcance, a
fim de ver se os malvados daqaelle lugar
toffrera as penas merecidas de seus cri
mea, para que nao zomb m das Leis, e
Biictoridade.-i como eustuma. Permita os
Ceos que aisim acooteca.
Dos Guarde a V. Ex. fali 1 mente. Pre
feilnra da Villa de Flores 3i de Janeiro
de 1857. lllm. eExm. Senhor Francis-
co de Paula Cavalcante de Albaqoerqae,
Presidente da Provincia de Pernambuco.
Alexandre Bernardnodos Res e Silra.
Prefeito.
Da 14 de Janeiro.
Jury d'Accutacio.
Proceaso pelo crime de uso de arma
defexe, Reo Manovl de Campos O Juiy
DIARIO DE PERNAMRUC
achoa materia para acruxad'-
Processo pelo crfme deuti d ar-
mas defezis, Reo\*t*rfoi?l GattUei'lti-'tf-
des O Jury achoa materia pira aecu-
xacio.
Processo pelo crime de morte. Reo Ka-
noel Goncalves Mandes O JUiy ecnoti
materia para accuncfo. .
Processo pelo crim de o> de armas
defezas, e tentativa de morte, Reo' Mao'*
el Pedro de Medei.os O Jury aclidu
materia para accasacio.
Processo pelo crime de morte, Reo m-
noel Francisco de Mello O Jary achou
mateia para aecuzago.
Procesa pelo criixia de firimentos e ten
t.i ti va de morte, Reos' Sai ostia nao A'lves de
Millo, Manoel Ceriao, e outros -- O Ju-
ry achou materia para aecuzaca.
Jury de Senienca.
Processo pelo crime de aso de arma de-
fexa Reo Domingos Rodrigues Cabral
pardo, Foi condenado a i22 das de pri-
ti, que neo gr'j medio do Art. 3.a da
Lei da 6 de Oatabro de 1831.
Processo peto crime de uto de rraa de-
feza, feriraento, e coatuz5es, Reo Gu-
Iberme Antonio Crilo, foi condenado
811 das de pr/.io, que be 0 grao medio
do Art. ao 1 do Cdigo Criminal.
PubhVaeaS pedido*
lllm. S nhof.
Tendo oCommandante Geral Interino
do Corpo Policial representado a S. Ex.
o Senhor Presidente da Provincia a frita
d Officje*, que actualmente se obser-
va no dito Corpo por se acharm al-
guna dos tnesmos Officias empregados
em diflWeotes Commisses, para q' fora
norteado; fasendo ao mesmo passo j-eniir
a necessidade de que V. S. regres se ao
referido Corpo onde Os seus
str vicos devem concorrer para o bom
xito dos deveres que elle tem a des-
empentar : fio mesmo Senhor servido
annuir a dita representarlo ordenan-
do-me que di-pensa-se a V. S. da
Commissio, de q' eu o havia enca regado,
a funde que volte ao ser vico de seu res-
pectivo Corpo. E de vendo eu dar pron-
ta execucio as ordens do mesmo Exm.
Senhor Presidente, devo tambem diter
a V. S. que em virtue do exposto, o te-
nho nesta dacta dispensado do lugar de
Sub-Prefeito da Freguesia de S. Anto-
nio, e ndmeado para o Substituir nelle
a Joa Pacheco AI ves, aquemV. S. logo
que elle se aprsente trausmttira' para
seu conhecimrnlo e governo, todas as ins-
trurces, e ordens que desta Prefeitura
bou ver recebido, sobre assumptos de
competencia, execucio de;sa Sub-Pre-
feitura.
E comquanto tenhaS sido patentes, e
por si mesmo rerommendveis, os bons
e proficuos Servcos qu no referido
cargo de Sob Prefeito V. S. prvstou ;
julgo com ludo dever manifestar Ibe o
quanto me deixa penalisada a sua falta
no dito cargo pela prudencia zello, in
tai es-e e actividade, que V. S. serupre
eobe empregar no desempanho das 'if-
ferenies uneces, que Ibe fora confi-
adas ; por cujas razes se fet credor da
publica e geial estima, e da gratidio des-
ta Prefeitura, q' pelas ditas rasssse dispe-
da Saudosa de V. S. cuja pessoa
Dos Guarde. Secretaria da Prefei-
tura da Commarca do Recife 10 de Fe-
vertro de 1837. Iilro. Senhor Manoel
B erra do Valle I. Com mandan le do
Corpo Policial.
Jos Carlos Teixeira.
Prefeito da Commarca do Recife.
EXTERIOR.
Lisboa 22 de Novembro.
* llum Decreto datado em 15 do torrente
manda retirar e su pender das suas funec-
es os Iovisdos Portuguexes em Londres ,
Rt-s, Bfuxellas, pelo motivo de nio
baveim querido prestar juramento a
Consiituido de 181a. At que elles seja
substituidos serio as suas uneces pre-
enchidas pelos secretarios das respectivas
;leg4e8.
Bayona a de Dezembro.
Virite'e qoatro pessas de Artilhara che-
ig^das'dl-'glaterra diverc.o municesde
j guerra e huma companhia d'artelharia,
dezembacario em S. Scbastio, e sao
di atinadas parafguarnecer a fortaleza do
porto de P^ssages.
Goi itz 2a de Novembro.
Os restos mdrtae-i de S; M. Carlos X fo-
rio provtorainente imbalsemadosna nossa
Cithedral. S. A. R. o Duque o'Afigule-
ne, saa Ilustre e poza e 8. A. R. *
Duque de Bordeaux, propoem-se a passar
aqu o invern ; elles voltara Bohemia
tto principio da primavera. A soa inten
Co he de habitar por algfl teropaloHr..d-
chin, A prezenca da familia Real Francexa
attrhe aejai huma grande sffluencia de es-
trangeiros de destincio. A pbyzonomia
da nossa Cidade est muito animada. As-
aegura-se que S- A. R. o Duque d'An-
goulenedcve, ctmoguccessor de Carlos X
tomar o titulo de Rey da Franca. O Con-
de de Codenhauzem Major General ao
fervco d'Auat ia que veio aqu dar os
pnames da parte de nossos Principes fa-
milla Real de Franca foi recebido com
as maiores honras, e atlen Madrid a6 de Novembro
Na sessio das C res de boj o Pretiden-
te annuociou que ha entrar em di'cucio
o parecer da commissio de legislacio eobie
a pioposta do Sr. Deputado Baeza que
pede que as Cortes ronfimem a excluxio
de D. Carlos aO Throno de He-panba. O
Sr. Calatrava, Presidente do Cooselho de
Ministro te ve a patarra e mostrando
qu elle ja eslava excluid-) pelo Ait. 131
ua Constituirlo continuou : Importa
porem Rhrs. que as cortes fagio ver 4
Naci que nio be possivl de modo ne-
nhum ha ver a ma pequea tranzacio
entre nos eo Iafaote. Seria mesmo para
dezejar que as Cortes futuras renovassem
sempre eir declaraco vi-to que o luan-
te tem posto entre nos e elle hura mar de
sangue, e hum monte de ruinas. Eu de-
claro por tanto em nome do Governo ,
que todo o arranjo com o Prin- ipe rebel-
de he absolutamente iinp-ssivel ; he pre-
< izo que elle deponba as armas deixe o
Reino e reennheca os direitos de I/.dbel
ou que se resigne a huma guerra de exter-
minio ( Muitas vozes: Muito bem muito
bem. ) Taes 'o os sent'mentos do Gover-
no a he com o mais vivo prazer que os
exprimo a esta Assembla.
O Ministro do Interior se exprime em
termos semelhantes ,, Sm Srs. ajuntou
elle, terminando a palavra de maldicio
dever aceompanhar o nome de D. Crlos
at mais remota posteiidade. Ho pted-
io que huma bola ne^ra .seja deposta na
Urna para confirmar a proscrpco e a
morte deste indigno IKspanh 1.
O Sr. ArgUele fa:lou no mesmo sentido,
e coneluio. Eu convido as coi tes a I zer
immediatamente huma declararlo de ex-
clutio, e de comprehendtr hella o Inf.ri-
te D. Sebastio. Depois de haverem fal-
lado mais alguns oradores o Pretidente
poza Votos o parecer da Commissio. A
primvira parte do parecer roncamente
(xcluzio do Infante D. Carlos a. coroa ,
fof adoptado unanimente por i23Depu
tados presidentes.
O Sr. Cabalero propox huma adigo
ronceb da nestes termos : ,, Toda a auto-
ridada civil ou militar que conseguir pren-
der o traidor D. Cairos, devei appli-
car-Iheo castigo devido ao crime d'alta
ti tifio logo que a identidade da sua pes-
aos teora sido contestada. Esta propos-
ta foi remedida a comm^sio de legidacio.
Parix 6 de Dezembro.
Na correspondencia direjida de Bayona
aoMomiiig Cbronicle, se encontrlo si-
gnas detalhes interesantes, dos qaaes ex-
igimos a plssagem seguinle :
A heroira reticencia da Bil1 o descon-
certaos Carlinas, que fundaio grandes
e*pei ancas sobre a capitulado desta Praca.
Nos sabemos de pesso'S fidedignas inicia,
daaemtodo'ossegradosda coi te de Da-
rango, qoe D. C. se propunha transferir
seu quartel Beal a Bilbao ; ja o Pretn-
deme tavi entrouxado os seus trastes,
huma nova bandeira havia sido cara iai-
peih) arranjada a qual devii flutuar so-
bra as m#s altas torres da Cidade e para
cumulo de lodos os absurdos, tinhio-se
impiimido, e estavio promptos a seren
postosem circulafio, milhares de^exem-
pla es da bom joijaal que devia apparecer
como llulbdeGaeita de Bilbao, annan-
ciandoqua:a Corte acatava dteestibalecer-
se nsq'aelll Cidade. Ter ilo precito
queimar todos estes pipis e dezentrouxar
0 Scetio de cobre do Preteudente. Ha mu
corto que a tenaz Resistencia de.-td Cidade
he hum duro golpe para os Carlistas. S'is
mil homens de guarnicio equaze todos
1 ertcncent'.s guarda nacional, defendem
a Cidade a menos forte talvez militar-
mente fallando de toda a H spsnha, e
querido (.dos os fortes^vitinho tem sido to-
mados, exceploo quepjotege a maiiuha
lnglei(el Deseerto)^e-i gua'nifio zom-
ba dell? Batalbes de OOO^homens cada
hum thundaotemerite prvidos de bom-
bas, de balas e de munido de guorra...
O nico auxiliar da guamide be o mau
lempo, que nio tem de-continuado hum
instante de|i7 de Novemhro. .As no-
ticias que acabamos de receber do cerco da
quella Pra.cs sio favoraveis sarmas Con>-
tituoionaes. Os Carlistas parecem lenun-
ciar esperanoa de toTar esta Cidade he-
roica nico ponto na Hespanha a onde
reim huma coi age a toda a pioVa e hum
verdadeiro espirito publico.
Madrid 3o A Co .missi de Consliluica appre-en -
tou as Cortes nases-a de hojeo seu pare-
cer sobre as modifraces que devem fazer-
to na Constituiga de 1812 as quats sao
as segu otes :
A t. i. Ser suprimida toda aparte
regulamentar com tudo que de ve cones-
ponder aos Codigose Ltis orgnicas.
Art. a. As Cortes sea com postas
de dois corpos legislativos, que se deffe-
rencira entre si pelaquatidade pessoal de
seus membros, pela forma das suas no-
meages, e pa duraca das suas fungues.
Nenhuns destes corpos sera heridtatios ,
nem privilegiados. 4 Elles sera iguaes em
poder; mas as leis relativas < contribu-
ge, e ao crdito publico sera empre-
sentadas presentadas primero Cmara
dos Depurados e se na outra Cmara ellas
sofrerem buma modificaca que depo's
nao for ratificada pelos Deputado*, a san-
ci Real relefioar o que os D potados ti-
verem definitivamente approvado.
Art. 5. Pertence ao Re lem dos po-
deres que Ibe s.i attribuidos p- la Consli-
luica act< a. d faculdade de convocar as Cortes to-
dos os anuoi, e de fechar as suas sesses ;
3. a faculdade de prorrog-r e di^solve-
las porem com a condiga no ultimo
caso de convocar outras Cortes e de re-
unir em hum local determinado.
Art. 4- Os Deputados s Cortes sera
nomeadas pelo modo diiecto: ellas pudri
ser leeleitosindilinidamenle. ,
( Le Temps. )
VARIEDADES.
11 fluencia da civilisaga sobre a lber-
dade.
Eudigo, qoe hum povo he tanto mais
livre, quanlo mais civilisado,e vice ver-
sa :mas nio digo, que a sua liberdade
he necessarameute igual aua civilisagio.
Na verdade bem pode esta proposica nio
ser exacta, e defacto acontece, que quasi
nunca o seja. A razio he mui simples:
be porque esse povo he torneado de po-
pulaces mais ou menos civili-adas, do 4'
elle, cuja civilisado deve necesariamente
modificar o cfdilos da sua, e influir em
* r


DIARIO DE PER.HAHBUCO'
a lber Ja de para, bem, ou para mal. II um
diitricto depende do sea te mpo, as comar-
cas toca-se com a capital5 a Franca rom
0 resto da Europa, a En opa tem relac-
es con a Ameri. a, e a raca europea com
as naces d'A^ia, e frica.
t Neste estadojde connexio universal, em
que se aobo quasi todos os poros entre si,
bem se pode dizer com Terdade, que a li-
berdade) dojgenero humano he igual sua
civilisacaS, mas ningoem pode certamen-
te aiseverar, que a liberdade de tal povo
em particular sejajexactamenle proporci-
onal ao astado dos seus costumes, da sua
incluira, e luces. He com eT ito muito
possivel, e muito ordinario, que a igno-
rancia, e vicios de hum povo vizinbo, ou
anda remoto cheguem a contrariar o re-
sultado da sua instruccaS, e bou- hbitos,
1 zendo-o menos livre, do que seria, se nao
Tora a interposicio dese elemen'o estran-
geiro.
Nao hduvda, por ex., que o estado
de atraso d.i-inor parte dos iioisos depar-
tamentos offeuda muitissima a liberdade
da Capital. Nao se pode igualmente duvi-
dar, que a liberdade da Fianca padece
pelo estado dos paizes crcumvisinhos, que
sao menos adiantados, que ella. A Man-
cha nao subtrahe completamente a liber-
dade inglesa ao infl ixo do continente,
nem o mesmo Atlntico es Estados-Uni-
dos ao que resta de barbaridaue na Eu-
ropa. Qjando o Sur. Presidente Mon-
roc disse na sua men-.agem qup, alienta a
distancia em que se cha denos a An eti-
ca, a liberdade desta na5 se pode ressen
tir do nosso estado poltico, claro est, que
se enganou, e os factoi as-s o provaS, por
que o estado da Europa obliga a America
a levantar fortificacSes no seu litoral, a
sustentar huma grande mariaba, a ter nu-
merosas milicias, e hum exeicito; e nio
seduvida, que taes piecaucSesdip nd o-
sas, e eatiaordinaias, deque osjobriga a
lanzar mi {o estado irapeifeitojjda nm
civilisacio, na.deixio de muito offeuder
sua liberdade.
Todava, sej'a qaal for o iifluxo reci-
proco que a moior parte das naces exer-
cem humjs sobre outras; o ceno he, que
esta tem seus limites, e s muda un par-
te os resultados da cvilijaoaS, desenvol-
vida em cada paiz. Por iiso, p >sio que
O estado moral, e poltico da Europa, of-
renda a liberdade ,dos Anglo-Americanos;
a America S plentrional, fpoliticamente
mais civi-isada que a Europ tem por
e te facto, e pelo menos] deb ix > delta
relaca.>, liberdade em muito maior copia:
por sso a Franca permanece mis livre,
do que nacSes menos civilizadas que ella,
a pesar do. esforeos que fazern estas pela
reduzir aoseu nivel : por isio a Capital,
na$ obstante o pernicioso iofluxo dos de-
partamentos, gota de muito mais liber-
dade do que estes fpossuem, s porque di
le em8eu seio muio mais inttlligeivii,
actividade, industria, saber, liqurza, bos
hbitos, e geralmente elemento-, de ordem,
e de forca de toda a casta. Tal ve* que em
nehumi parte a liberdade sej a exacto mente
proporciona' civilisacio : mas onde esta
he raaisadiantada, he maior a liberdade,
emsumma tornia-se mais livres as po-
pulaces medida que sio mais cultiva-
da.
Se he verdade, q'ie a liberdade e->l na
raza da civilisacio, os povo*, que cha-
. tnamos selvagens, devem ser os menos li-
vres de todos os povo; parque sio pe-
smenteos menos civilis dos. Oshomens
.ssa primeira Hade da vida social anda
* r saben fazer hum uso extenso, e b*ro
entendido das suas forcas. Elle ainda na5
teui aprend.do nem a provee impamen-
te as suas preoisSes, nm a salisfase-laa
cjm regra, nam a contenta -las sem mutu-
ameolejse offendeiem; Elles igno.a,
como sja possivel, que numerosas povo-
acSes subsisU simultneamente no mesmo
lugar sem se prejudicar; e quandoas pro
duccSes naturaes de hum paiz nio poden
mais aecudir as necesidades das tribus,
que o habitio, o nico meio, qua conce-
bera, para augmentar os seus recuisos,
he extermiuarem-se huma*, s outias e
nela guerra diminuir o numeio dos con-
sumidores. Nesta infancia da socied.de
bem se pode dizer, que os boraens deseo-
phecem absolutamente as coudicoes, com
que he passivel sei livre.
Por que inversio singular Ha ideas cor-
tos filsofos do seculo passado figuriS
esse estado social pelo mais favoravel
liberdade? Quinto mais. inculto era um
puro, mais livre o chamavio elles, de
maneira que hum francez, hum ingles,
hum hotnem civilizado do seu lempo ira
a-cravo. Hum romano era hum homem
livre, com maior raioS hum germano, a-
inda mais hum trtaro, hum nmada, fi-
nalmente em seu entender o mais livre dos
homensea hum selvagem, hum algou-
quim, linm iroquez, hum hurn. Quem
sabe cavar huma canoa, construir huma
cabana, viver de pouco, andar cem legoa
pelos bosques sem nntio guia mais, que o
vento, eosol, sem outra provi-aS, seni,
arco, e flexas, e-.se he que be homem diz
Raynal.
Em quanto o* hnmens, diz Rousseau,
ontentario-sc com suas callanas rusticas;
em quanto se limitaro a cozsr os seus
venidos de piles com etpinhos, ou espi-
aba em quanto se contentaras de ornar-
se compeunas, eccaxinhss, de pintar o
corpo cotn diversas cons, de tull -r com
peir.-s agucadas algumas canoas de pes-
cadoies, ou clguns gro-srirus instrumen-
tos de muzio, em quanto, ero huma pa-
lavra, applieario-se a obras, que podiio
aer feitas por hum s homem, e -rnente
a artes, que nao demandavio o concurso
de muilas mos 5 vivario livres, robustos,
bons, e lelizes, tanto, quanto a sua naiu-
reza lh'o permittia.
Emoutro lugar accie-centa o nwsmo
iscriptor, que entre os selvagens nao he
possivel oppressa5. *t Hum homem, diz
elle, pode muito bem apoderar se dosfru-
ctos, que outro colbeo, da caca, que pie-
od, da (averna que Ibe servia de azilo:
mas como conseguir, que Ihe obede-
ca ?.. Se me e bulhio de huma arvo-
re, firo indemnisado, procurando outra;
e me atormentad em hum lugar; quem
me embargar de hir para ou'ro ? Temos
por tanto que, segundo Rousseau, o sel-
?agem s he livro por ter a faculdade ie
pnsar-6e para aquelle quando v-se in-
commqdado neste lugar. Mas por esta
parte o homeus civisado ei muito me-
nos livre, que o selvagem ? N5 ter a-
quelle tambem a faculdade de fugir ? Se
me atormenlao aqu, nao posso hir me
para ali? Ese o individuo nio encentra
aeg ranea em parte alguma na sociedade
ds homeus, nio podei sempre, como o
selvsg m de Roasseau, entranhar se pelo
bosques el ver tom ai feras?
Duncy-r.
(Do Piquete do Rio.)
CONRESPONDENCI\S.
Snrs. Redactores.
Lendo as suas galimavei fulhas, desde
da oiinha rhegada e^te Pait, nicas que
leio, assm como mis algn lupriroenlo,
e comrespondencias qne Cornelias sio des
tribuidas, tenho diz* r lhe: que, o Sr.
Ex Prndente dea'a Provincia, deve ja-
lai-se de Dos Ihe ter ajudado mantvr a
paz dos habitantes, que coro p udencii de-
ligia.
C< m a ao Adminiatnclo acabou cero
a guerra de P-nellas: Sucumbi a Ma-
taca d'Agua prela : Coadjuvou a f.rv da
Legalidade em Operacio no Rio Grande
do Su I; e da imsroa forma no Pai; cu-
ja Provincia, seus habitantes, hoje f-ozio
do direito d.s gentes, e da uniio Br*z.lei-
ra. Alem disto, suprio com aquillo, que
o pait da sua Direccio pudia dispensar,
nio > bi infici dos infehzes, como dos
Operario, que inda la esto curoprindo
o seu der.
Deo fim tantos prezidentes que existi-
tiio nesta Provincia, ( o Srs. Juizes de
Paz que tanto pudr tinl o. ) Suslou
o adjunto qne se formava para evitar a
nio se fazer Lei que cria va prefeitu-
tura ; continuava especular vantagens
bem do milhoramento da grande caza que
Govermva. Tanto se podia fazer, em um
cuito lempo como o p-ssado, por.m ma-
is nio Premita-me que Ihe diga, que quem
Goveroa nio pode agradar a ledos, c mu
lo mais em u.na ep.-ca que mesmo o di-
nhtiio nio ig-ada algum, p?r mai^
preaiados que estejo; esta foi a f>ngern i
e iato explica a opposicio contra o Exm.
Fx. Presidente.
So o Srs. Redactores com atiendo.
Seu constante leiloi.
Hum que n*o foi, e nem he protegido
do Exm. S'. presidente.
p. S. A fe'icidade de hum Povo .
de hum Poiz, depende do eeu Governo;
elogo qul encontr pessoa Apota pira
gero Ihante fim, deveria ser conservada:
e-te he o modo de m tender do mesmo seu
ja as ignado.
TI1EATR0.
H->je Quinta feira iG do coi rente, pri-
meira ora'oria, e dnnea d'arame. Peno'-
limo txpertaculoGynastico; depois queoa
profe-sores da Orch^ia tiverem de empe-
nhado a primeira Overiura, se represn-
tala a muito in'-ignr e b-m aceita pc* sa-
crO* Mongf s de SantilhinaNo fim do
l.#kcto se ex cutara pelo novo Dncri-
no chegado da Rahia os Jogoi Mal- bar. s
no chio. He esta a primeira vez neste
Tlieatro queo v execnter fora do ra-
me, e espera em toda diver-i lade de sor-
tes nio de'-merrcrr do outro seu romp-
nheiro do varanbio. No fim da Peca se
representar ntreme* iacroS.Gon-
c.a!o de Amaranteque tanto tem agredi-
do ao reap'MUvel pablico. Terminar o
Expe taclo com a aplaudida danca deA-
raroe.
Neste penltimo expectirulo promele
desenvolver -se o desem penlur mu lindas e
d ff'rentes sortes coroasquaes deixe satis
fcitos os benemeiitos Expedidme".
O reatante dos camarotes e bilhetes *e
vendem n na da Madre de Dos n. i>,
lo} do Sin. Pena.
AVIZ08 DIVERSOS.
A quera pertencer om relogio, qae foi
tomado um preto, diiija-se Secretaria
da Prefeitura da Comarca do Recife, que,
dando os signaes eertos, se Ihe entregar.
a/y () -e tiOifo res a juros] de d'is
por canto ao mez, c m b as fiamas a salis-
faciodo annuncante; quem oa pe tender
annunce para ser procurado.
ajry Arrela-se um sitio na estrada,
quevaideS. Amaro paia Belemjcom boa
casa de viven la, esti baria, casa paa pre-
tos, muitisarvores de fmtt s, cum mui-
to boa ba xa para capia e verduras ; quero
pe tender dirija-sea la do Collegio D. 6,
seguddo andar.
y- Roga seaosSns. I. F. M.,eM.
J. de A. vio pagar o que devem ao aban
assignado, quelle, a a annos, e tantos, e
este a mais de 3 annos: do Contrario uzar
se-ha dos Uitios concedidos pela Lei.
J. A. de Oliveirae Silva.
ijjpai Qn m precisar de um caiieiro
Rra-ileiro com idade de >4 annos sabe
bembr, e-crev r e contar, e nun-a Pervio
a pesoa nenhuma, e n fiadora soa con-
duela; adveile-se que so' para caixeno
de loja ; quem pre isar declare a sua mo-
rada para ser po. urada.
/y Quem tiver e qoiser alugar um
peto, ou pela, que sirva paia vend. r a
zenda com urna molher, diiij'-se a ra da
penha D. 8 para tratr do ajuste.
iy Quemquiser ir para um Engenho
quatrolegoasdi-tante da Piafa, toanar as
primeiraletras, giammaiica latina por
lugueza, d.rijs-searua do RosrJ larga
casade Jo?e claudino Leite.
yy. Nodia i4 do conente p r urna
hora e trtl quarlo* da tarde om pelo far-
tou um relujo d- ouro de algibeira, dos n-
ticos : a quem fr off recido leve-o a ra
d. Razirio larga ao P*die Fran> isco do
Reg Barros que recompnsala generosa-
mente.
yy Qu*n pecisar de urna preta pira
oservifo diaiio de urna rasa, e comprar,
dirija-se a ra do Rosario estreita sobra-
do D. 17. queachai Cora quemtractar.
jcy A pssoa que no Diaria de don-
tem anouiK iou|quurer lirvrr m om casa,
pole enoarainhir-se a ra doCab-g, so-
brado de 3 andaies uceadas de au, no ul-
timo andar achai com qinm sjuste.
a/y Quem aniinneiou quvrer ,\Q0
reis por espaco de quatro aae/.es, apremio
sobre boas firmas, dilija te a ra do Rosa-
rio c.-treita padiiia D. 9, que la acbai
com quem tiactir.
ary Quem p' eri-r d'uma ama do lei-
te limpa, com um fi'ho de 7 roe/es ; .no
Arraiolcasa de Ii Autonio, dir quem
be.
ajry O Sr. que tnounciou querer fazer
uma sociedade m r.oasrin d assuear,
qneira ap(,arerer no a. ao ar da casa pe-
gada a sacri lia dj .ivrameito das 6 horas
da m. agy Qu-ui previaar de um pequeo
Brasil, iro de ida ie de i.\ nnua "" cai-
xeiro do loja, ou venda, o qoal 9be ler,
M-rever, e con'ar, d fiador a i-ui con-
duita, dirija seao Qu-rtt-l de Polica a fal-
lar com o Cuu giio Aju.lanle do mesmo
Corpo que Ihe di quem eo pe tendente.
^ry Aluga .-euma preta que saiba ven-
dar fiuotas, a que nio stji vicite: quem
a tiver e queru ftser ?st negocio procure
ao Cirurgo Ajulante do Corpo Poli-
cial que Ihe dir qu>m pertende, ou
na travessa da estudaque vi para B. confente a S. Ama o 110 -itio >ue foi do
Padre Santo.
ry Anenda-se um grande armasen!
com pr.nea de enfardr a'golio; na ra
da MoHa do Barrio do Recife: a filiar no
Forte do Millos prenda de Joaquina Perei-
ra Babtos.
ajry Precsa-sealu'T uma pareiha de
pretos serradores e paga se por ambos
i$600 reis ver annuncie, ou dirija se ra da praia
serrara junto ao tanque d'agoa.
y Precisarse de um homem paia
fcitorda sitio, que entenda de toda quali-
dadedeplsj.tac.io, e que *aiba 1er, escre-
ver, e que se ja capaz de se Ihe entregar
qUlquerout'O negocio, di. ja se a 'raci-
nha do Livran-ntoloja de fasenda.s D. j9.
^ Qu-m pieoisar de um caixeiio de
18 a i9 ann-s para ma, ou oulro qual-
querarranjo, dinja-se a ruados Quaileis
D. A que alii se dai suas informaees.
y O Sur. q.ict-atou com O pideiio
na Cdade de O'iinda para ir trabalhar em
Sanio Antio, do principio da mes de Mar-
co, declare por eala folha se ainda precisa.
/y fon lando ao abaixo assignado
que se move execucio ,e paiten de o seo au-
thor fusrr aprehencio t-m dois escravos,
que allugou aoSnr. Andi Cavslcante, e
na poi e de ura terreno que arrendou, e
est cargo do memo Sur., desde j de-
claia p.ra evitar encommodos, que o iu-
thor diquella execucio pode ver ero sua
miotan'oo titulo poique pusue os tfl
escravos, dos quae* j pagou sia, como do
terreno que cima rmuciona ; protestan-
do por isso a nao dar passo ilgum, se f rern
aprehendidos estes hens.e nem apiesentar
outra juslificicio, ou titulo de posSd eoi
Juizo se d os que j tem com toda a lega-
lida-ie.
Antonio Heiculauo de Figueredo.
ajry Alujio-seesciav >.'para socar as-
sucar: quem'os pe. tender dirija-se a Foi a
de Portas lado direito, segunda ienda, que
achara com quem tractar.
y A pesioa que ai'iiuncioa ter urna
prela coro leite, para allugar, lendo bist-n.
ie leite, a buaw costme-, que seja fij, e
nio sendo de voniade; pois para ciiar
un menino de 18 das: quema tiver di-
rija se a ra iJieita sobrado do beco do
Sergado primeiro andar para ajusfar.
a/y Q.iem annunciou no Diario de
15 do ron ente ter uma ama de leite para
alogar, diiija e a loja Fr-nceza do largo
dsl.iv amento.
ajy Trocc-se um sitio ou vende-se
por uma morada de c^a terrea ; no lugar
da .Vladanella, no seguimenlo da eotiada
que vai para a varze.<, cujo tem cenlo a
trintl eqjatro brac e sete de largo, com ^a casa de taipa, fren-
te de pedia e cal, com sua cacimba de pe-
dra e cal, e varios aivoredosde todas al
qu*lidad *




msmrm
DI4RIOBEPKRNAMRUCO.
zcaose
niado Rosaiio defrcwle do beco do Tam-
bi cas* D. i4.
V9 Ha vendle pio'urulo, e nio sen-
do t>- sjivfcl sr bar-te no Recite o Sr. razano-
el Fi ancuco da Silva, para se Ihe rntre-
f'r urna caita Jo urgencia viuda lo A*m;
ri'L'a se ni rui'siii Snr, a qneira quin O
ule* mandar re eber nn ."v crin no O-
linda, t bras nocas cnbi. u'o n. 6, para on-
de pode u.ndar a resp sta, que ser cum
biivid-de reif*. tid.i, pois o Annnndane
sj se ob. ia por asaini ter prumctii-
do.
V&F Uezej* se fallar rom o Sr. L-U-
reneo Da da Cuuh', a n S\ Joze Joa-
qun) de Souza, e un ausencia dotes ^-eus
tilhoJ, >u herdtiro*, e nao os h.vendo
quem bOa retes fiser, a negocio de inte-
Tes-se, nj es |iiMJ da ra do Cr spo luja de
Joze Mari. Ceroidea.
$l2J* Qium precisar de huma pessoa
p-ia ama de casa a <*1 s..be coziohar ,
engomar, e n mais sen seo de huma Ota,
quem a perteudcr dirija be a ra do Ro-
zuid e Guosaga que acbaia cora quem Iralar.
NAVIOS A CARGA.
Paia u As.-u'
S gue vi.'gem rom a n.uior bri vidado
posaivei por ttf paite da carga piompta a
Sumaca Santo Anlonro Mi groao, muilo
vflleija: quencos tuesma quiser caneger,
cu ir do pass-gem dirija-e a Guimaraens
ciieira no rraaseai de Antonio JuauaisB
PtTeira ou bordo.
Para o A
11.
E5P* O Brgu E-cuna Del b-racio,Ca-
pilu MariOL'l Pe eir de S : quem no
mesen,) quiser rarrtg.ir, ou ir de passagtm,
- & 1 mi, rojo Brigue Escuna per-
tetide sabir com lo.la brtvidaJeT
LE LA O.
Me. Calmen' & Comp. nuera lei'o de
(ji-(uh-i limpas ) lanadas St-x'a feira
7 do coi rente as*io boras da maobi, na
1111 1 j-.ii/. u. 11.
COMPRAS.
Um esoiRve rarp'na, preto, de pouca i-
ade, enuefji peiito no seo oAi ios a
filiar com Joaquina Locadio de liveia
Coima raen-;, rua d" A l-.u-.lega re lia b. 3.
*i&m Um pardo de bonita figura que
sirva patapagem: na rua Nova csa do
DjuIoi Coqu'.i.
19* Um pezo de does arroubas, um de
um*, e m:n.i pezos miud.s a' dois pezos
deduaa librea: na paitara da rua lo Pti-
so'" das citlco Ponas OU anmmcie, por
e^ta lolha.
VENDAS.
Um moho bom sitio no piinripio d*
estrada da ;>,mtede Uili oom 40 pal
nos d frente, e fui.dos t' o rio, com
muilo boa casa de rvenda para grande W-
inilia, saiual|.i, roxeira, civallsrife uo-
niar de espiui O &c. : os n 11 inli n: s i
r jio-se a rrc,a da Uiio loja de livros 11.
37 e 36, que ihe dirio com quem doe
tracla.
^rjgr Para-fora da Provincia um esert-
. o do idade a 1 anuos, < (fie al de (\ a j> I i
ro, com piinci.iB de rosiuheiro, e alnl para
qualquer culroservico que se Ihe < ffeieva;
na roa da Cautota vellia D. 43.
Sz^" \3m ojolecote da bunita figura,
p upiio para ludo tervieo: no F01 le do
Millos prensa de Brito& Siqueira.
U.n n^g o de baclo Angico de 23
a 20 anuos, debooita figura, rom piinr-
pio de arranjo de urna cisa, por preco
commodo : quem perteoder annuiue pa-
ra ser pioi ura lo.
%&* Um prelo por preco commodo e
bom para o servido interno de urna c*<*t
ou para trabilbar cm sitio : na 1 u da Al-
fndega velha casa n. 1, no 2.* andar.
JC^ Um braco de l>a'a^a com snas
ruinas e pez s compleme*, e oiM um
braco dito mais pequeo) na n e-ma c.-sa
arima.
CJT Duas veuda, una 00 pteo He N.
S. do Terco, e oulra na rua detrae tic S.
Joze ; e urna negra lavade**, de nafto
Mocambicjue, a diobeiro avi-la, 011 a pr-<-
Zo conveaiente ao comprador dando lia-
dor ; oa rsipiini do beco do Lob.itj caza
D. 1,2. andar.
*y Grammatira francesa ibeoiia, e
pra(ic por Morteverde j TiaUdn da Mi-
zciirorrlia de Dos; oa ltimos lias do
liomem p"r Manoel Bcrnardes; Mnd- de
fomentar a indltala do rovo; Tratado
da Educacio fizicadis oriaDQai; Vida de
FiinesloGedeio por o Bario de London,
Dialogo'de Fredcrico, Rey de Prussil;
Breve describi de Portugal, e MeJitacooa
deChristo : na rua das Flores c.is ultima
junto aTypogr.fia.
i'olassa Rusiana de superior quali-
dade, embaniz de 4 airouba, recente-
mente chega la, por preco rommodo : na
rua da Cadea velba n. 14-
VJT* Pianos de difenreotel feitoj, por
pieco commodo : na naama ras* cima.
fcy 27 oilavas de ouro inclusive algo-
mas obras : na 111.1 das F'ores casa ultima
juuto a Fipcgrafia Fidedigna.
%& Urna e.icrava de 18 ennos, nrm
vicio, lava, engoma, cosinha o ordinario,
rendeira com piincipio de costuieiraj
vende se por preciso : na rua do Aiago
D. 5, ')ii dquer hora.
sem desconcert, por prec < commodo, cm
Olin a perteuder d rija-seao4 can'.osda mesma
Cidad a fallar cum a viuva do Cirurgiio
Antoo-oFeneia Lobo.
HCW* Urna negra mo^a bociteira, laca-
daifas, urna rommoda, e u.is buicas, lu-
do de jao^rand, e anda oovo e'mi bom
11 o, e vaiii' pessas da le rae de lea, por
prtQ-i cummod'>: na rua da IVI'-e'a defion-
le de una prensa nova no segundo andar.
*Ty* Um inolalo de la a 14 anuos,
s.-m vicio, e iiem achaque algum, bom pa-
ra pag.m, por saber andar com cavallos ;
na 1 un da peuha quem entra a esquerd so-
brado l). 10, ptimeiio andar, demanbaa-
t. as 8 horas, va larde al a.-3.
*/3pr Um cavall < alazio bom paceiro, e
eartega dobaixo al largo: na un do No-
g>.eir'obrado de um andar D. 0.
\f3r- Um.scollecces detiadados, obra
de muilo bom goslo comp zilvi'O, e por forma inda nio visla, todos
o. traslados escullidos de d -Aeren tes bor-
dados, cem muilo bo.is senteiigas moraes,
prop'iaapara menioas d'Aola d** piimei-
ras Letras: quem perlen-iir diiija-se a
rua 'Jo Livrm"ntoJI'ij de rniudeZas D. l3.
|q(r Umaporcio de lab-ado de piibo
propiio part estarada de atlirro a preco
mui'o commodo, por j>recsai ilesocu|jar o
a mi-eni : quem preiender falleao caixei*
10 do Sor. Joio Vallicos.
r^f Uiiia e ca va d-> gen lio de Angola
iiua enleude de COlinlia ensaboa, e Ira.
ii Un de tuzada; na 1 Ua do Q.ieim D. 6
tJr* Urna molatinlia muito espe la e
boniti gura, de 8 arino* poueo mais ou
m- nos, propria paiase eosia.r tolas a- a-
bilidades ; na rua Nova D. 13, segundo
andar.
V9* Paia f >ra da Provincia uina pre-
la ciioula,de 1 8 a 20 anuos, coso, e COS-
uha 8> frivtbr.eii e ; oinot\o da vendase
dii ao comprador : m rua das f!ro/'8 l."
andar do sobiadj I). 4 junlj t Typogr.fia.
IQP* Faiiuua de Sania Camarina de
superior qu.lidade; no Forte do Millos,
tua do Amoiim, por p PCo comod > no
ariiia-em de- Jote Carneiio de A'buquer-
qiie Maiauho.
VJP" S.irja pela, se las lavradas, prelas,
de cor, sel m, sedas riscadan, e lisas, se-
das matizadas do milbor goio equadade
a 9 4 annoa, prepn'o pa vo, cu rj 'q-r fabri' a c vm regri de 18 ; mem, velulopreto, lena m preloi de g-o-
goi So Usos, ditos de grosdemple pa^!, Pes"
roen de honiem, lansos de sda brancoi,
p > tos livrado", e riscado-, para pescoco
de serthoras; ex'p'ent-s chales- e meios
chales desrdz; ludo de moderno gOSto, e
por pri'go commodo: na loj de Manoel
Jo7e Gonc'ilve* Braga, junto 80 aico de
S.ini-> Antonio.
ICJ*" Don roaslros de s3pucio vecladei-
ra, He oito palmo) de rota, e cento e tan-
tas de comprim nto : na na do Cabugi
D. a, junio a toja de era.
Vpr Seis mlrieii'os de pontas de Boi,
por preco commod<: na pad.ria da rua
rto Peixolo das 5 ponas.
Tif U.ua ingra de 10 para i2 annos,
oniealguma coosa, e faz renda, e propiia
paia qnalquer sert90: na rua Nova D.
i".
jrjf* Mr. Cbam-U^n r7.idente na pa-
li do C'im> D. 1 i.* an lar, Acab de
recebur de Fran^^, loo libias de linha su-
perior qualidade lauto para cozer como pa-
ra fa/.er rendas, lium soi limento de sedas,
o Telados para co'etes, joias finas e ordi-
narias de bom gosfi, cordes de ouro pa-
ra rilujo, anoeis dito suspenso'ios de
gomma elstico e de seda, espingardas de
hum e dois ranos, pistoliS de algiheira,
caixa de ultimo go tu para rap, grvalas
de seda moderna e de todos feitios, cilos
de gomma elstica para bonnra, lencos de
cambraia boi dados para Sr" a- o-lumado
andar a cavado, veos de rendas de l'nb*,
e de seda, ditos de lendas de Itabo prelo
e brancos. renda liza dsela de lio, agu-
Ibas pi innira qualidade, bengalinhaa ae
ultimo go-to, E parlilhos pa a Sras. de
ultima moda teno ludo islo hum privile-
gio era Franca, Sua Sra. toma a medida
coniforme o coi po da pesioa que qui/.er
mandar os fazer.
Ify Pelo culo a obra intitulada Cur-
so de Direilo comner< i .1 por Pardissus,
anda nao r-ervida: quem a pertender di-
rija-te ao Pateo do Corpo Sant segundo
andar da casa em que teve cscriplorio Joio
Bapdsla Braoco.
W&* Urna duzia decadeiras e hum ca-
map, e huma c?ma de Jacaranda, com
dm>s banquinhas, e huma b-.nra de meio
de salla de angico, e huma pela do g-ntio
de idade i9 a 90 anuos, co/.inha o dirio,
engoma lizo, lava de sabio, e Um princi-
pios de costura, quem a pe tender a dita
Cicravs, eos trastes procure aira da Ma-
triz da Boa-viita u. lo, que se dir quem
vende.
YV Um negro para todo o servido ,
de idade 8u a 35 annos por 58o$doo reis,
na Pr-i(,-a da Baa-visla botica do BimuIo.
fFiT" Um bilbarde i/| palmos de com-
pi ido em bom estado, e completo de todo
os seus utein 1101: quera o pert*ndri' di-
nja-se a 1 ua de S. Tbereza casa D. a7 q.'
se dir quem vende.
yfF U n cavilo ru-so porabo, muito
lioin carregador, baixo at mciu, e bastan*
te gordo: na rua Diieila defronieda tune
do Liviamenlo, vvnda D. i9.
^ry Urna preta de naci mocanib:que
de idade 16 annos piuco mais ou meno-,
e lu ai moleque de i3 a i4 annos: na ua
da Cruz do Recit u. 58.
gdp 1 Um carallo p-eto de bom goslo,
que serve para qu dquer Seo. por er m. i-
lo paseiro, e manco; ea\i-ti taz fe, eo
pieco i5r$ooo ieis: na rua doCotuvel
lo na casa no\a <|ue tem cidros uas |aoellas
qutm vai dos (jiMiro cantos a diieita.
^rp" Uma inulatinia de idade de 5 an-
uos : em Fora de Port.'s pascan lo o beco
da Saude priniuna loja de sapaleiro.
tsjj Quem quiz r coaq>ir huma casa
terrea cita na 11 ua Une ti 0. 65 com cha-
os propiio e dezembarapados : na rua do
Crespo loja de Usenda D. 4 'lut achara
cum quem irat-i.
Y&" Excelentes Bixas cheg^das ullima-
mente cbegadis ,io P rl com a condii.au
de se receiier as que nio prg*rat, p^r
preco commodo: ua pioca I idi pen-
den ia loja 11. ao.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 5 do correte desapireceu
huma negra de nume Roza que repicsenla
ter 'oaunos de idade he de naci costa ,
Icvou vest lo s.iia de xila, cabecfo d Al
godaorinho, tem no mcio a cabrea falla
deoabellus, eos pi lorio pira o lado d
dentro, a pe-S' a que a pe;',ar derija-se A
rua do fs'ncho do Noa ca
r recompensado el tubera pode ser estar
oculta em alguina ca-a, nmguem fasss .nc
goi io com ella pois perien-e a herdeirosi
|tj" Do poder de Joz Luiz Guio.
fugio no dia 8 do crreme orna escrava
crila esfa'ura e corpo regular, hete pa-
recida e de norne Mari* aqual pe Unce
a um ?o 1 mano menor, ruja esoava fui
ebeg da a esta pcaca no d.i 3 do coinnlu
viuda dt Comarca do Rio Eormosu; ees
tando bem per.-uadido que ella voltou pa-
ta o lugar n'.mde vcio prcUsla u/ar dcS
meios que Ihe faculta a Ley contia quem
tiver em seo poder; essirn romo qnal
quer pe.ssoa qae a p g.r poder 1 valla un
Kua d 1 (,'a,h-ia (). 45, que ser rcconi-
pentado, cuj prela sabio com ves'ido dd
chita a/ul e fl tres amarelas e com urna
troxa con mais 1 oopa pao da Costa ,
Sp'tof.
V9* o dia 12 do conente i'ugio urna
esersva de naci angola de nume Joaquina
com os S'goaes seguiutes : ebria do coipo
cara redonda peitos emp estatura regu-
lar olhot apiombados o brauco dos olbos
bem alvo cor aven me I Inda fugio cum um
Rozario de ouro no pescoco sol.(arios de
trez pedrs ims orelbas dois vist'dos, um
hranco por baixo e outro de chatnalotu
verde por cima sabia pn.ua pao da cos-
a com bitas encarnadas quaze novo cal-
cada e foi comprada a dias a Manot I Do-
mingos da Silva m -rador n'nm sitio pas-
aando o Hospicio os apreheudedores *
tragio a Rua da Madre Dos loja n. ia que
sera generozarro rile reconpensado.
J3T* Nodia3v> do mes passado fugio
hum pelo por oome Filippe muito la h -
ou, pouca barba, a8 a 3o annos de ida-
de e levou vei-ti Jo calsa de brim brauco,
e camisa com listas encarnadas ; com o
. sigrial de ter o dedo do ji direilo loito
ara fora : qualquer CapitaS dv Campo,
que o p gar, leveo a rua da Crus loge de
caldereiros D. 47 que ser' recompen-
sado.
Na noite do dia i3 do correte pelas
j horas da noite fugiu^iuma preta de no-
rne Mara de n-icm, com a?, a a4 annoa
pouco mi>is ou menos, alta, cor preta,
denles, bem feilos, pes pequeos com a
signaes as costas ao lado da pa'; levou
vest do de chita, com plma> amaielas,
beta, e camisa de algodaS-zinho ; cuja
pela parece nova e fui da Vi Ja de Ma-
cei, e e-la' uesta praca a 4 paia 5 mcse ;
os apprehendedoiis leve-a a rua do ca-
buga' ao p do Sor. Bandera cuja preta
desionfia-se, que e.ileja acoitada nesla
praca para a lurlarem, quera souber dea-
te ntgocio dii ija-se ao nferido lugar que
guardar-sc ha segredo ; da me-111.1 forma
loga se aoSenhor Gou.inandante do Re-
giloe mais auclhoridades Polioiaes ala-
ga prender, no caso de-er encontrada a -
bordo de alguina emba cagio, e proceder-
se-se na foima da Le coutra quema tiver
aculada.
Taboas das mares chelas no Pone ce
Pernambnco
9 -Segunda 8
-IO-T: ?
j ii Q:
iSj: *
I a %
5'4-S: -
D:
- lb.30m
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6
54
4-
30
5-4a
6- 30
Tai de.
M
MOTICIA9 Martimas.
Honiem noentrou nem sabio F.nbir-
cacao alguma.
N II.
W1 Os airs. A-signantes do Diarro,
residentes nos 3 Baiiros desta Cid de, fi-
quern na intelligencia de s p gaiem a
suli.-ci ip.-, os do RecifJd e Boa-vista
Joz Gouca'ives da Poiciuocula; e do B.
de S. Antonio, Francisco Antonio dos
Siiitos. E advtrie-.se para m."s clareza,
que sao os mesmos, que Um stmpre cobia-
do. __________________________
WLa1.| HL TU', K M. V. FARI* l'i1].
-


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