Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02558


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Full Text
ANNO DR 1837. SEXTA PE1RA
j:i!j.. ..
10 M FEVEREIRON. 3.1.
?tnn-.umven, I Tvr.n M. t, Pai. IS.7

:~e~-
DAS DA SEMANA-
6 Refunda *9 ChagM de Ol A ud. los Juize* do Cr.
do ni. e tl<; i. es. (ianc. de t.
7 Terca >. flomoaldo \'y Re- de m. c and. do J.dc
0. de i. /
8UnnrUi de Cin/a (jcium ot Pa-cna excepto nos
llordingas) Proc larde. Nad ha dep
9 Umiiia Apoloain V. M. Kcl. de in. and. do J. do
C. de m- e Ch. de t.
10 'exia 5. fccnlostica V. essaS tl.iTh. Pul, and.
.lo J. da O- dit.
11 nhtito S< Lasara p. Re. de m. e nud.
do V. G. lie l ein lllimla.
I'J DoTiins"" I. da Qnm-sina S. Batalla Quitrn cr.
as!) h. c 18 ni. da ni.
Tido or depenrfr d> nos menino da nnsa pru-
dencia, irin tf tC:o. e cin-r principiamos, o a*rem<>i aimniadoa coui admira-
?0 entre Nai;oes inais cultas.
Proelaniif* da Antmblta Stral i Bratil
SubscreTe-se a lOOOra. Rienaaaa pa^onadiantadm
nema T |iii)r.r.ina. na das Crimea D. 8, e na Prn-
Ca da Independencia S. 37 e 3H -. Olideae ri-robein
correspondeiieia ley alisadas, e aiiinincins; inserin
do se at eral i tendn iliia proprioa asmiriiuiites,
e 'Viudo ( A.MBIOS. ..
Ftv.rciro 9.
Omlrfs.'i7 Ds. 't. i> cento de premio Nomina.
Lisboa .W por o|o premio, por metal, Nom.
Franca '2.VS Rs. por franco
Rio de .tan. I) p. c. de prein.
Moedas >lr K40 ., 4000 6,.7O0a 6800
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. c.
rifl lettras, por me* 1 ?poro|o
Cobre 25 por (rulo de descont
PARTIDA DOS ClHUlKlS.
Olinda_Tod.is os diamn nieto 'lia.
(Imana, .A liiaudra, Puraiba. Villa iln ('onde. Ma-
manpiapa, Pilar, Rea. de S. Joo. Brejo d'Arei,
Kainha, Ponilial. Nova de Sonsa, ('iiladi- do Natal.
Vi Iude (oianninha. e Novada Prineeza, Cidadc
da Fortaleza, Villas do Anuirs, .Monte mor boto,
'Araeatv, Cascavel. Cabnd, Granja, ImpcratriK.
S- Bernardo, 8. Joan do Principe, Sobrar, Nova
F.lRev. Ico, 8. Malhens. H ficho do anijiie. S
Antonio do Jardn), (iiexeiamoidio. e Parnahi
Segundas a Matan feira* ao meio dia por va di
Paraiba. Santo A ntao Todas ai quintas fe i ras ao
incio da. Garanduna. e Uonito no .lia 10 o'.'4
de ada me* ao meio di:.. Floresno dia IS de
eada uiez ao meio dia- ("abo. Serinliaein. Rio For
mozo, e Porto C?>lvonos ilian I, llc'.'l do tii'li
nina-
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
COVERNO A PROVINCIA.
Expediente do dia 8.
OFFICIOS.
Ao Commaridontedas Armas, para man-
dil passar pira o Bitalhn 7.deCassado-
les dep'iiotira 1tilia, onde ja tere a sua
piimeit'a praca, o tecru'a Jo^ de pen
Oh Ciui que se acli rrcluzo ni Fortale-
za du Brum.
Ao Commandanle Superior das G.
N. do Recile para 'idcnr que .eji sa-
|i t.i". i a a requ sica do CoramHn'Jnrile
. OUieiae* das niBmia G. N. para a luir.w-
a'gutu soldddi s.
- Ciicular ao IiHjictor Interino d*
AUandegi % Adrainistradnr da Mesa d--s
Diveis.,5 Rt'ti.is eloapejrlor do Ar>e-
nal de Mat uiba roraaDiioicando-lh'-s ano-
nia<;ao ieita pelo Governo dos Estados
Unidos da Anurira de Jos Ruy pira
Cnsul dos mesmos Eilado nosia Provin-
cia, e acotiBnuac'i da referida /lomeacio
pelo Repeine era Noae do 1 operador.
PORTA PAS.
A-i Conininaiidatite da Cu veta Doui
de Julho ordi-nmilo que entitgie 00
UUicvl de boulo da Es. una Victoria o
aixole que trouxe coto SeJulas do Rio
deJenero, podenoo drpois d.sto s giii a
sj.i Comiiii sac.
Ao eoEDtDaodaole dd Escuna Victo-
ria, j.nl'.l 111 nlaf I Ornl^Ulll dil-S-'iS0l-
li iats recetier o C'ixote de que traa a
pottria oieieoeuL', e eutregalo 11,1 Tli'.'-
noorana Geral.
Navios Despachado do dia 9 do Feve-
reiro.
Brig-ie Suero, Cari, Mostr All.' Ny
herp;, pata a Bahi*.
Dito Ameiicano, Le Barn, Me.-lie John
L. Chemniot, para NaW Y..rk.
Sumaca Brasileira, S. Jos Viajante,
Mstre ILnrique Carvallio de Alnieida ,
pai o Riotfiu-nioso.
Biiguedito, Camppa da Liberdade,
Mestre Lourencr d'raujo Guimaiaeos,
p rao Rio de Jaiuiro.
COM.MAKDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 9.
OFFICI0S.
Ao Insp ctr-r da Thesouraria di/enJo
eoi ie-i)o-ta ao seo officio de 4 do coren-
te qoe visto ler elle de fornerer ao E "Sr. Presidenta urna e d'offi'io do Te-
n-nle Reforrr*lo Joo Femandes de Cas-
tro, igi.l b que so liavia leqnisitaJo o
mesmo V.\ca. Sr. deprcraria pira a vis-
ta della formar o seoju^n na nf. rmaco
q e tinlia d^e dar ircroa da p-etenco do
mesmo TenenlP.
AoTenpnte Coronel da Forca do
Cal Oca defolvetido apatt.' de dnente do
Tenen'e Ajntlatite Joo Ignacio Ribeiio
Roma por nao 'ter vindo arornpaohada
do curapctt nie atle.-lado do Facultativo,
que ooropiavasse ino'es'ia como era de
ci.stiime ; mrmente, quan'lo da data da
parte comraunicaco media' j oilo
dias.
Ao Commandanle do Ratalbio ?.
de Cassadores, commomeando liarer no
meato para vogvs de umConselbo de in-
veiiigagio de (]U' era Presidente p
Gaplta IVDnoel Ignacio d^ Caiva'ho
Meidotira.oT. Antonio Jos de(S msa d>s-
aerro, eAIferesFiancuco Rodrigues Car-
doso.
PORTARA.
Ao Mjor Commandanle do R.lalha
srtj.no 'deCassadore-i, oi'dtnintlo qie re-
re; eliesse e i Depoit<> das
pracas desliuad.is ao Papa' para o Bal*lb do sen Ci-mmando o Sida Jo J.i<5 do
D.os da Cos'a, por assim o detei minar
o Exm. Presidente eui sen Ollicio de 8
du rente.
Ao C*pit<<5 Comra indante da For-
taleaa do Brum mandando < lectuar a
pas'igeni mericiodada naPoitaria ole-
re ei te.
Ao Commandanle do Bat'alh. stimo
de Cansadores remetindo um ofli. o do
Ex ai. Presidente, acompinhulo de 011-
Iro do E l'ar pedin io a cows rv.aca5 ali do Sar,/--n-
lo Ajudanle do mesmo Bilalda Salomad
Joaquim^Raioos para que bo.uves-e dd
dizer se couvinlia ao servico ,-eniclhante
ex gencia.
Nomeando ao C n-icio de Ca v.llio Mt-dooca Piesidente,
T.nenie Antonio J >-c de Sonta Cosseiro,
e Alferes Fionci-co Rodrigues Card so
Vogies, de um Consalho de love tig<;i5,
que tem deconhecer di conducta do Sar-
gento da C impanln 1 de G. N. da !in -
leiroa Jja de OrfOi de A -urappa, era
eivco noCitoc.t'.
DIVERSAS REPART1C0ENS.
Bispado He Pcrriamlinco.
Rs, 8:6o'J553;-i quanlia destribuida
P' los pobres dro Marlir j rWH S. Antonio, Boa-
vista e com u~ mesadas de varios Se*i-
narist >s cmo consta dos reiihc.s pasa-
dos p lo Rerereudissimo Eaeiivao da Ca
mata E -cbsiaslii-a Reverendos Par.i-
clios da* tres Freguesas do R- cile, Rei-
tor do Seminario, eifV todo o anuo de
t83.
Antonio Teixeita.
Mordoaio de S. Ex. Revetendiss'm'.
l'SHBUN'AI. DA I'.Kl.A'AO.
Sv-s j de 9 de Fevereiro.
Os Embargos oppostos por os t-
(redora* da cana de Manuel Mlb48 de
Fcritas ao Anor'o prolerid oot-a ef-
lesntcau/a de AppHl.icio Civel do Ju-
iso de D. do Civel desla Comarca, em i)' he
Emba gante Antonio G'mes Villar, fo-
raO despresadis mandando-se cump-ir o
acrotdo Embargado.
MESA DAS DIVKKSAS IIFND,VS.
Ron i'inentos i'a Meza de Diversa Ren-
ds do mes de J.-m-iro prximo
passado.
Disimo do Assucar desta Pro-
viocia............... 15:878$ ,ro
Dito do Alg'd. de dita.. 5:l7.#c)78
Dto de Miuncjs ........ 289^80*
Imposto annual das Embar-
cacSes de'cobirtas. .. .. ioa$410
Dito de 5$ sr.Jiob- o escravos
expoitados........... 4o$ 100
Taxa de IG rs. poi- caixis
inspe tadap............. 69$a8 >
Dito t.'e 4. reispor Feixos de
di'os.................. 5$ .8
Dito de 4 reis- por sacas de
Alg'dio ditas........... 3a$7ao
Di'film de 7 pir cero de Ex
tac.5.................45:559$475
Meo porcem dos a.-signa-
dt-s.................. i86j6>r.10
A:coi agem............. ^;4i6$)j(h
D>/iinos de Assucji* d*sA-
lagois v.............. i:afi3$9o3
Di'odo Rio Ciando do Nor-
te ................... t^i 3a
Dito do Algoda deit.i P10-
7$aj">
7i:0f9#839
O 'Vdmini.'.lrador.
Miguel Arcanjo Mouieiio de Aodradi.
A pauta be a raesma do N. a\.
CORUElo.
O Brigue Ufia iceba a tria la para o
Rio Giaode do Sol, S. C'atii.tiiiu \\--\-
(to) jh -i horas da t.r.le.
ARCI'.NAL nHHMUNlIA.
Far-se stenle aos jieraiios do Ar-
senal de Marinha que liojo terj' lugtr
o pig-oii'Mito di fiia vencida noulluo
de Jine ro p. p.
Arsenal de Marinha 9 de Fe ven roda
1837.
Antonio Pedro de Carvallio
Inspector do Arsenal.
PKF.t'1'.ITunA Di COMARCA Do RBCIPB.
Paite do dia 0.
IHm. e Exra. Snr.
Tenho a parlicipir a V. Ex. q-ted^s
paites Mivliid.-s ; n-la, que a minbaor-
dem lorara presos e conservados no cal-
labouco de polieia, para ttrem oconve-
n ente destino Manoel pret tscrav
de Antonio B ptista Ribeito de Fari, por
anlat fogido, mandado pilo Sui Prefettc
da Fieguesi.1 da S ; L011 renco preloq'f
dis ser eseravo da vinv.i Freir de r?ltl!o
por s^supor Tupido, remullido pela patm-
l!-.i de Pora de Po tas.
Nada mis consta.
Dens Guarde a V. Ex. Secretaria da
Piefeilura da Comarca do Rtcife 9 de
Fcvereiio de 1837. lllm. e Extn. Snr.
Vicente Tbomas Pites de Figueiedo C^-
mai'o, Presidente da Provirn i.i Jo-
se CarlosTeixeiiHj Pref-.-ito da Commar-
ca.
Kuitai..
O Cidarladio Franrisrn Ignacio do Atha-
ide JimdeP..* Splenla da Fregoea a
do S^nlissimo Sacramento do Biiiro da
B.ia viola, ein vi. tu Je da Lti Ve.
Far s.-ber que p ir motifoi p^n fttoW


DIARIO DE PERNAMBUCO.
e durante o impedimento do aclual Ju-
ii de Pz, tem removido as Audem i,
para oa di< s Seguudas fera,
quintas e .-ibh.idos pelas oito bofas da
manbai impteleriroeule.
E para qje chegue ao conhecimento de
todas mand u pob ie r o pi estro t polo
Diai o em que ta s miente atatirnou.
Boa vista 8 de Fcv.'i-eiro de 18*17.
Eu Jos Albino d'Oanla Clac.ro Es-
cribi o escrivi.
Francisco Ignacio de Aiayde.
INTERIOR.
Do bom Governo Constitucional.
bom governo, o governo vrdade-
rarnente Constitucional n6 he de ceito o
que se esfoica em plantar intrigas eue
os povos e os legisladores ; que quer sa-
near odios entre aquelles, o s institu
cSes : nao be o que obcecado por paixdes
ignobeis, por miseraveis c. bel-ecendo urna vrz seguir un piincipio,
jamis recuou, emboca sua maicha seja
desnotteada.
O bom governo conslitu' iooal naS be
^ aqueile que faz timbre em relia xa r os la-
,-os d- mural cortando ot da HeligiaS ;
iih be aqueile que comba da lei, qoe a
torce, que a caica, e, no ent ds, contra a le ; nao lio aqueile qoe ,
bem longe de cuidar nos intensa s da
Naci nicamente trabalba por inters-
bes privados.
O bom governo constitucional tamben
na5 be o que talve para {fins orcoltos,
entretem a desi>rdem n'uma ou n'oulra
parte do paiz, debiltando-o, e pondo
tro de-espero opovo, naS he o q"ue va-
lendo-se d'eta ou d'aquella circnostancia
d--giacad.-, qner coarlar os principios li-
beraes, be, a titulo de urgencia, enfla-
quece os cofres pblicos por meio de pro
digalidadrs.
O bom governo constitucional uhS he
0 que se faz loJear ou de gente ingnoran
te sera carcter s^n, opuiiaS ou de
hornera ab re cides por seos indignos pre-
cedentes por saas intences pone rec-
tas por sua recouliectda ambicaS.
Pois qual he o bom governo o go-
verno veniadeir He ogo'vt-rno que allende as justas ex-
igencias da Naci j he o governo dcil
para o bem, he o governo qoe nao escu-
ta as tugestoes do partido, qoe devetas
quer o bem do povo que ama a prospe
1 id-de geral.
O bom Governo ConstHuciona he a -
quelle que iu6 adopta um -y^temn tor-
tuoso ; he o guveroo franco, e sempre le
gal, que labe recoiihecer os seus deveres,
que dttetia c?prix< s, e moslia sincera voii;
t.de dcacertai: he aqueile que naS *n-
voiveo* ressenl intentos pes oaes cool os
publico* iutereises.
L'ma das primen as qoalidadesque o go-
verno roostiti cional deve urbe a fide-
lidade be o respailo e amor a Viitude,
sendo bempre r>clo, n5 exercendo o
patronato, e manteado a dignidade nac
onal.
O governo que gira fura de-te circulo
he un governo ai btraiio anti-consti-
tuciooal : he um governo arruinador o
niseravel; be um goemo que quer
s destruir, qqeqoer f.acionar o paiz,
pr nelbor ssptiafazer boas nesquinbaa
VUtas.
O governo que na6 ten a sua frente
homens deconctiio naS mercele, nio
pode ser amado, he indigno de r#ger po-
vos. Infeliz da Naca > que tero no
tal governo!____sua ruino estar' im-
miiHiJte !.. .
O Gincinanto.
Noticia do Rio Crande.
Temos dianle dos olhos duas ca tas vin-
cas d > Ho Grande datada" em 9 e 10 de
jy.vembro. D'tlles e t qoe o estado
"aquella Provincia u*5 pode ser mais
mseiavel do que he. Ja na6 fallaremos
tm IVlUs q" *' noe rtdMi s
um nontlo de ruinas, naS. fallaremos no
roubos, nos estrupo*, na desaoluclo, e
na miseria que o Continente o.mtiaua
a experimentar fallaremos dos fufando
malea de que se v agora mais que nunca
ameacado.
A Cidade do Raog^and esta' desguar-
necida, e osanarquistes.passea pelas ras,
escarne' en^o airos dii u>loi luuios dos
defensores da L gaiddB Si qualquer
forva dos rebordes se aproximar do Rio
Grande, o remedio que hav^ia' be rece-
bel os, e agasalba los que o R o Grande;
nao tem foren que oppo.-lbe. O Com-
mandante das Armas est como sempre ,
na -ua castumada apalhia, muilo humano,
e nvuito conteute daa suaa- facanha. Jo
io Cbrisostomo (heoquediiem asearlas,
que sao de pessoas fidedignos) Um resol-
vrdo m&combater contra b tima porque
si he boje Coronel, aos Limas o deve.
SlvaTavares tem um rclb co de mil e
tMito* homens, poun Coramandaote
das armas nio quer que elle f.ca operacio
alguma. N-> entanto Lima, Netto, e ou-
tros eolio todos os dtafl adqueiindo Lr-
cas.
Assevera-se que os quotrocentos e tan-
tos homens, q-ie, a titulo de emigrados,
entora n> Rio Grande, nao sao dos
partidistas de Frocto ; le gente que La-
vad* ja mandou a reforjar o? caudilhos
darebelliao, serviodo-se d'eale meio pa-
ra melhor desfaice. JaduasconUa rea^
coas be descubrir tentada pelos anar-
quistas, sendo o Machado, xguodo di-
tero, ochefe da segunda. E.te Madia-
do he o mesmo que leve agora boeaclo
de Presidente de Santa Catharina !! I
E ouze alguem diser que o Governo na
marcha direito !...
Tudo no Rjo Grande est em aban-
dono, todo promette a total de graca d'a-
quella malfafada la Provincia. E nao sol -
te um .' grito de descontentamente !. .
Me'louho be^ o nosso ful n 10. D.osacudi
aos B.aseiio .
OGincinato.
EXTERIOR.
Lisboa 21 de Novembro.
A Coinengi de Relem vai roduzindo
o seu cff-iloadivi.a5, e a discordia en-
tre os homens de S Umbro.O' Decreto
de 10 deN os Societarios d'Rstado derogando urna das
f.'ices carait'iisticas da C<>n liinigs de
20, foi aexplosab mais terrivel que podia
pieparar o Ministro l'as.ts 5 foi a bre-
cha aberta e franqueada, por elle mesmo,
aos inunigos para o a.-salio do Capitolio, e
a faisca do incendio, que >ob e a sua e-
phemera Dictadura hade formar U'na f tal
liohada de fogo !E' a ordem inalternvel
do mundo revolucionario g-vemio es
Carli-tas, elles de-fazem a su bra ; go-
vei n-16 <>s Con litucionaes, elles raesmos
secombatem, e deftfo m. Nao s o futi-
do da convenci feita, mas a marcha pos-
terior d > governo tem mostrado que os
hero-s de Setembro se achi, pelo me-
os, n'um p>it n'eutro entre a Cart.<, e a
Coustituica5.N temos para ver a;nda
um novo caminbo trilbado pelo movi-
mento, cujas roda- o Ministro Pa-sos na5
pode empeiran sob pena de iicar esmaga-
do, como actualmente j deve ter previs-
to. ... O artigo rommunicado iuse to no
Provinciano de quaita feira o signal mi-
s bem dado, e mais bem l'undament que poda bivera lim de por em aUrma,
e coniusaS o parido iiltra-constiiucional,
e trar de uiu au-.imo embaraco os fac-
ciosos da Carta lQueris faser of)po>ioa5
ao actual governo, queris alui lo, e ar-
rasal-o ? abi est o campo, ahi ea'io as
armas, eascouracas, osca-telios, os b lu-
aites, as trineheirae, e aarlilheiis grossa.
Pobre Faiso* Quando pensoo elle,
que is -eus amigo* iiieuXprobariaS o ter
r*sgtdo, e de-p'-diica o a CoostiiuicaS !
Elle que a coaquUtou forea de n< itar con-
tra os ant:gos actos qua ra>gva5, e des-
pedacava a Carta! Quando imagiiou 1-
e> que virando aj cosas sua querida so-
berana d > povo, haveria de ve-la algum
da em toda a so* plenitud* e conquista-
da poroutus, e pvlos mesrnoi rneioj que
aconselbsra pira a realisar !E' bastante
curioso Icr boje a falla, que o Deputado
Pasaos recitou na StsaS de a5 d'Ago to
de 34 contra, a Regencia de D. Pedio.
Disse elle entio, qe D. Pedio na5 podia
ser Regente pela chira e terminante dis-
pos^o.do art'go 9i da Carta, e fpetar
disso.'D. Pedro foi Regnte. Hoje disse
rao-llii? os Conptitu onaes, que nao po-
da sor tlcgivel pelo q1 e expretsamente
dipoeni o. artigo 34 da ConstituicaS, ea-
pesar, d^isso elle fez se elegivel. Disse en-
taS qae o Prn< i pe Filo^opho t-eri-i o pro-
prio a estianhir, e a doer-se de ta pre-
cipitada resolucnS da Cambia, eacciescen-
tou Aprese itai-vos a e le, e diz-' lhe,
Sqr. V. M. deu urna Caita Cn tloci
opal Naca Portugueza j V. M. ohrou.
prodigios de valor, coqa elles V. M; ga-
nhou para sempre n ssos coraces; quer
V. M. ver at onde ios levou o excesso de
no.-so amor, e a grandeza de nosso ieco-
nbecimento, e a vehemencia de no-s ad-
miracaSa Caita que a V. M. exclua da
Regencia, e que entre V. M. e n- pu-
nhi um muro de ferro ah a tem a seua
p rasgada, e esp.-d icada Agora, col-
locou o Ministro Pass s os seus amigos na
mesma penosa situacaS, e ellas tambem
he lhe apiesentaS, e di/.em Sn. quer
V. Exc. ver at onde nos leva o excesso
do nosso amor, a gandeta de nosso ieco-
nh-cimento, e a vehemencia de nossa al
m'r.ca pelos prodigios de valor que V.
Exc. obron 110 Campo d'Ourique? a
ConstituicaS que V. Ecc. nQ" deo, e que
punha um muro de ferro entre V. Eir. e
n. abi a tem a seus ps rasgada, e e pe-
dacad.. Ainda isto naS trido, por-
que D. Pedro, se foi Regente, foi porque
a maiora dos Deputados assim o decidi,
e nao elle, mas e Ministro Passos elegi-
vel por seu piopr.io mandado, vontade,
escienciaceita. E'qu- meiosdevem pro
por agora os x-amigos do Moist'oCons.
titucioiial elegivel p 11 airo menle po
drem resolver a gmve rmesla, que os
oceupa, e cicatrisar as fe^ i las da patria?
O* mesraos que elle, pira o mesmo 6m,
propoz na sesmS de a5 ae Agosto, isto
conv. cacao de um Congre.-so Ctin-titu
inte, e a revogacaS dos decretes e porta-
ras dilatorias al aqu promulgadas -
cerca das garantas, das eleiiJes, demisso
m, rootificaces e alleracSes, isto um
Congres>o Constituinfe s re a Dictadura
previa, nem a Convenci d* Relem, pois
asim coraoaoutorga da Regencia a O.
Pedro foi, naopiuiio do Deputado Passos,
em vii lude de a Cmara naS poderxp i-
roir a opiniS do Paiz, ne.n represenfal-o
por ter sido eleita si-m a necessaria hber-
dade, taral>em hojea .legibilidad^ d> Mi
nistro Pas-.cs em comequ'-ncia da Con
venci feita, e das Iran^aecSes projectadas
qae nio pod^m combioar-se de nenhum
modo co.o a R--\o'ucio de 10 de Setem-
b o que oitorgow a Constituido de SO, e
nio a Carta de Belem. Segundo vemos do
mesmo artigo coromunicado o Ministro
Passos j chamou ingratos aos Pnrtugue-
zesl Que deliciosas exp'ts- s paraosho
mens da CsiU A ing.atdaS do Depotado
Pasos abreviou amorte de D. Peiro, e
luje a iigrntidio dusamiges do Ministro
Pa^os ha do apressai-lhe a sua- queda;
tcom a differenca, que nessa ultima hora
nio achara um soldado dB Guard Naci
nal que, qual outro Manoel Percira, qu i
ra receber o abraco da morte : j e a queni
Iransmitti' o pobre homem o ab aqo do
Ministro Pas*o? o^dCarta? nio. Aos
da Convincio de Belem ? nio. Aos Cons
liiucunaesp menos.IL' na ordem do
mundo revolucionario o^ Con litucio-
naes, anda ho de vingar os Callistas.
(Ecco, de Lisboa.)
Proposta curiosa.
Vai propor-se sCortes que ordeero
q-ie as partes officiaes nio possio conter
mais de 1a linhas cada urna, e sem rasgos
poticos, nem traeos de novella; isto a
instancias de alguns povos de Andalutia
saquea los por Gmez, mu t s das depois
de dzer um General -a traidora faccio ja
nio profnala mais oslo Andaluz.
r ( Vev. Nc, ) .
llespanhs. Madiid, 8 de Dezembro.
Parte recebida na Secretra d'Rstado e
do D Governo superior po'itco da provincia
de Jsen Exm. Sr. Na noite de hn-
tem soube se nesla capital a inisperada
appaiicaS da facga de G me/. em Buena,
e urna avancada d* sua cavallaria em
numero de 60 em Alcandete; antes de ludo
deiam se as providancias ne^essarias para
a defensa como sempre se coctuma, e
nestaaltitude esperou-se pelo dia de boje,
em cuja rmnhi se soube que tinha av.-n-
r;ado para Mulos e Tonecampo, por cuja
razio os piejjara..vo.- pm a resistencia
firam mais urgentes, Dentro em pouco
obisei.Vou.-se das eminencias da povoaca5,
que a f-c?a5 se encarotnhava para a estra-
da de Menjivat diixando j direlt
esta cidade e o m> estado, e pouci
ordem que se va na sua mircba, fz
ciei-qoe tinha em denota ep-r-eguida,
e se naS Btemos nesta occazia uan soi ti-
da foi por taita de cavallaria. Gom elfei-
to aq ielTa presumptaS foi' sati-Lloi u*
mente cor fumada pis e-t tarde se re-
cehcu parte de' Alcandente coro esta mes-
ma data participando que a dita ficcaS ,
em numero de 8 a lo mil homens, tinha.
chrgido aquella villa as a horas da t^rde
de mesmo dia e que o General Alaix o
verificou s 11 horas Ha noite ; surpren-
deudo, atacando-os as 1 uas iteodo-os
fugir precipitadamente matando-lhes da
600 a 700 homens segundo calculo o
ficando em poder das no s..s tropas a iuai-
or parlada bagagem dons pedreros, 0
todo o tri-m.
Por um olicial que acaba de chegar da
Tonecampo distante urna legoa de t< ca-
pital e que fsllou com o General, Alaix
iss'fura que s 5 boias de boje tiuba par-
tido toda dvizio do seu comando paia
continuar na perseguicao de Gmez ten-
do-o vcilicad algums boivs antes a ca-
vallaria; e listo a faccio ter passado a
liez q'rtos de lego.* desta capital, e coro
direccio a Menjivar conro deiso dio,
asa Koras da laid- dehoje pruvavel, e
(i.ia/.i segui'oque as nossas tropas a alean-
cem erta noite na passagem doGuadalqui-
vir pela laica do dito povo ou pelas de
V llar gordo. O mesmo Genertl Alaix dis-
se ao dilo official que tinha enealregado
o> Narr'onaes dos povos de Alcandete, Tor-
1 cea upo, eoulros imnedi^tosse leunis-
sem paca apanhar os disparaos da facci)
que tinbain ficado por nio poder seguir as
precipiladts ma.icbaa dsquella e que nio
eraru menos d Bill.
Neta oc.adio, corvo as anterior- s a
Mili, ia Nacional de ambas as ai mas desta
capital lem se poitado rom boma e dci-
zio o batalhii de mobilisados os con-
valecemos que pe. lencero diriso do di-
to Ci neral, e a demais tiopa que guarne-
ce esta praca, todos aociav..m atacar os
faccioz. s ; e sahro urna columna com pos-
ta de 45o a 5oo hom ns de inf ntaria e
um Unco de cavallaria pira ILoquear a
faccio, eapiaro Sr. Alaix.
Ao teru nar esta parlicp9o chegou
umLNaci'inal d* Mallos, easse^ura que
na dita v.llaenlraram 180 prisionenos da
faccio, que vem escollados para aqui ; e
ajunta que a surpreza feita a Go nez em
Ale rodete N tal que p rtu em roupas me-
nores e embocado 110 seu raple hranco
montouac vallo, e ado se livrou de ser
aprobado pelas nos tropas.
O que lenho a satidacio de p-rtecipar a
V. E. paia seu conhcciinerito e de S. M.
Dos gaarde a V. E. muitos aun s. Ja-
n Ldl Notembiode i836. Exm.
Sr. Gernimo Su rano -- Exm. Se Se-
cretario d'E-tado o do Despacho da Go-
vei qatio da Pennsula.
(G'teiad- Ma Iri.l. )
Lisbo- 24 de Dezembro.
Por Cartas da Bainna de i2 lo c iren-
te consta qne o S Henot C<>mmrssa-
iio Ceral da Polici. dos Baixfls Pynneos ,
a quena S. M. Catholica acaba de mar
Comniendsdor da Ordem de Lalel a Ca-
tholica recebera avizo ofici! de ter o
.


DIARIO DE PERNAMBUCO'


General carlista Ilurralde, sin familia ,
mi] Secretario do Infante D. S^bastio,
duas rompanhias do 6. hatalhio da N.var-
ia e i5 soldados decavallaria >i lo sur-
prendidos e fiitos Diisio'n-iios de Grierra
pelas tropas da R i nh.- em o Logu de' Sal
dovendo e ronduzidos depois a Vi-
ctoiia.
Por noticias de Midrid de 16 do ror-
renle somos inloimados qu-- as % ^2 di-
vi-esq -e persegu rain o r-beld Gomes
as Provincia* da Andalnzia se acham
paito daqoelia Corto da iran to d Bys-
caia p.ra onde vio a marchas I oreadas o-
peior iie a. do coui o Geiier.l V-pn ic-
io. C.lcu a-e a torca d< s 1 as tre divi-
iftal en) 18:000 liumensque, juntas as
comm.ndadas pelo General EspaiUio,
formaio o duplo das que sa snpp5-' aos
facciosos, os quar-s serio definitivamente
obrigodosa algodonar Bilbao.
For noticias offici..es de Ceda de 16 di-
to sahem-'S que o oecgo pblico est in-
teiiament reatabeleci Jo oas Provincias da
Andalona, e que naquell* Cida le revivan
o Comroercio tendo-se >f- tuado as vrn-
das dos Ben Nacionaes p r prec dos : o que maior pnv< de confianca
que poda hover sobre o esuludo favora-
vel da guerra cjfil em H sp Consta tambero que a a7 do pretrito ee
-chsva em Roma D. Miguel, cora oe-
iibumis diop'-ct-s de se ariiscar a faZir
tentativa alguma boltil.
( Diario do G verno. )
VARIEDADES.
As Banca-rotas
Se alguma cousa cepaz de precipitar
os industriosos, acedamente as banca-io-
tas. Depois de espinlioso-, e proficuos
Ir.biliios Terse despojado d toda ou
parle de soa fui tuna pov orna bm a-rota
escandalosa, segundo nos-o parecer, o
que h 1 de mais proprio para desmoralisar
o homem o mais activo. As bina rolas
dcbixo das quaes suecumbem ta6 acti-
vos e honestos commerciantes nao -ao
declarad iid5 por velhacos 00 gentes incapar.es.
Nos pomos na prime-ira dasse todos aquel-
es que fazem de-pe/.as que sa'e m exce
dein beus teie^ ; ajuntando t-mbem todo*
aquellt-s que se conhecem fracos e cora
tudo usam de seu crdito tom de ordi-
nario. Mis se lembrarera que h5 de pa-
gar tudo o que comprareis mi que pe-
din m emprestado. Un homem de !> m
p le acoolecer na5 pagar bas dividas ;
mas para que elle conserve ste titulo
precioso, preciso que elle tt-nha a cei tez
fume de po er preencher s ia oln iac>5 ,
110 momento em que fat o cont>act0.
Nossa l.egalaca sobre os fallidos exi-
ge urna relnna prompta. Aquelle a quem
u prudencia e a etonomia tem semine
j;iiMiin o pai de uma numerosa familia ,
um homem que tem sempre marchado pe-
la verdade da boina e de urna severa
pxbidade, se ver arrumado por um ho-
mem bypecnta, abandonado a loma- pai
x5ea don le elle tem sabido hablmeote
ccculur as detorJens. *a'l protege, c?.
i- homem i inmoral e nu servu de
cousa alguma pa coro siu crdor ? Bem
depie si veris o rrime tomar 3 app re-
cer na cena .- m punir ; bem depressa a
a abastanza, a iqu serio seu ir-mi.
Ao "biigo de seus roubo* ou da fortuiu
de sua e-p escandalosamente lera arruinado e nada
ter delles a temer. A Le p ra elle ,
a se nao tem btVdo concordata elle pos-
suu dibaixo do oome de sua mulber ,
ou mesin > fui stii.nomc-, lulo o que Ihe
sobn vier ; e o cidor em ba tin-cria n
t i i ei o to seu meseno sopeifluo. i*os-
oi Cosl.urnes d'iem nossa cvihsaca ,
nossa poltica se vpp5>ra a que algum ri-
gor brja exercido contra o devedoc On-
oe a Justica offendida n5 ha ostu-
ms, nem civilsac-5 n.m poltica.
X me ueveis : a Lei nio voa deve ab-
solver p.Tacoraig, em qu.nto poe us
alguma cousa ; uto importa a poca, e
que importa a dtta pra um homem de
honra ? Qanto miis ntiga a data ,
tanto mais sagrada Mais o devedor na5
rico ; mas elle nao goza abundauria que
he procure a fo lua que vera de sua al-
lliancs cora urna outra familia. Vergo-
nha eterna ao homem que gusta das docu-
ras da fortuna diante que um mi
de M-iis crci'ores be sebs mergulbado no
srio da pobe/.a. Nussos costume.1 nos-
sos us< s devem mudar as regrts segui-
das au: a jui a respeilo-dos fallidos. E
urna honivei cbaga que de necessidade
drve fech 'r. N- cbaiiiauos t idas oa me-
diucoes de no ses Legisladores s be este
pauto import-nte de nosso Cod g 1 Comer-
cial. Nu .-i) a foMuna, mas a honra, e a
morali 'ade das familias nisso se acham inte-
resadas. TI. na banca-rota arrasta a pos
si um grande namero de outras. O flli-
menlu rom qua se desemb cha mam impoi (unidades do crdor f<>z
que pouco seja temida a b inca-rota por a
quelles que se conduzem mal para chtga-
em a este termo inuvit v.-l. Uma de-
cl-iraca 1 110 Tribunal, e oraa ausenc:a de
algumas semanas, i-I 9 pe felsmente
tranquillos sobie o futuio.
Que eacsn l.lo e qi.e desmoralisicio !
A razio se ?Itera lefleclindo ueste despre-
so da honra e da moral legalmente c->nsa-
giado. Todos os honestos industriosos
devero unir sua voz no-sa pira obter
uma reforma indi pensavel. E' preciso
que o carro do fallido nio e-ni gue m va5
o hone lo e laborioso crdor que mar-
cha a p. De outra raaneira animar o
o muo 9liar o trabalho e a econo-
ma, Anfigamente o devedor quejnfo po
da pagar se tornara escravo de sea cr-
dor e todo o fructo de seu trablh > era
p* este ultimo, *>t q' f s-e reen soinma que lhe ers d. vida. N'outio
lempo em Franca os fallidos traziam uros
marca que ade ti a todo o mundo que
se nio fus-ero nelles F poique nio exis-
tir he je este uso ? Uro diquplles respon-
den a um crdor iirsdb que dizia que ha-
via de obrigar todos os fafidos : Eu nio
sei be vos seris o mais foite. A impu-
dencia p le ir mis longa ? Qoaes>ioas
casas que irruinam aqaeMe- <|ue te diri-
gen) con boa f e principios seguros ?
Sib as que devera fallir. Os.hotnensque
nao pagaren) suas dividas, comprara ca-
ro e vedem barato. E bem impedem po-
s os conco1 rentes de comprar p>r J-iio
preco, e de venderem rom beneficio. Em
quanto um honrado f.bri, ante se a cnalo de ig'ses individuos : elle ni<>
poder jamis el.var sua fortuna ainda
que nelle baja todos os elementos dos suc-
ce>sos. Pode accontfcer queem prejoi-
to de suss faculd..des de seus me ios pe-
runiari' s e de todos os seus recursos,
sui curaba porq' lera ti lo a desgraca de
ter por concurrentes bomens que nao pa-
gando suas dividas, tenham sido pouco
escrupulosos sobre a maneira do procurt-
iem mateiis pira seu uso e sobre o de
e desfazer dos producios.
Se uma ppb e f.hrica se um pobre 0-
bieiro faieiido datnrio a uma boa cum ,
poiesse vivrr iguslar seun beneficios e
sua de-pe/a, nao deve ia ser tnui sensi-
vel ; mas qua um fabric-nte que rem
lb icani-s arruimm seu raiuo de Q.lus-
tria, sem beneficio algum paia elles ,
perdendo grnJeamimas aos qoe he de-
rara a roso, i* o que n nio podemos to-
lerar, tis 0 q (I)ii.> do Gobern.)
Polica coirecional de Pariz.
He asss curio/o o fado s>guiiite, nio
na tua essencia mas sim as re porta do
accusaiio e no iai5esque alhg.oj em sua
dcieza.
Presidente. Pachelot, e-tais accuia-
do de ter roubados i.vos : He falso sr.
presidente : uro ovo e nao vos. O
professo verbal diz ovos : porom i-uppo-
unamos qoe fosse t um oto iiio8beis
que he prohibido roubar tanto um ovo co-
mo mi ?
Reo. -- Ti ve ordem para o fazer.
Presid. -- Q iem vo-lo mandn ?
R. O sr. Dupuitren me disse 'quando
eu servia noho.pital-- amigo, quando
tiveres dores de e tomago tome logo um
ovo fresco e ci.,,
Presid. --Poicm nio vos diste que os
tomasseis sim Ob pagar. ( Risadas ) O sr.
Dupuitren nio vos bata de leceitar ovos
Curiados.
R.--Nio, nio; porm ru nio tinha
dinheiro, e bentia no estomago cei tas pi-
cadas. parece que he de propos to: .em-
pie me de quando nio tenho dinheiro.
De forma que naquella ocraso eu pis-a-
va pelo n errado ui qu* mudarn ovos
de urna para outra raiMstra elembrou-
rae logo, que um delhs me aliviaiia ;
rheguei-iiie enlio um pomo, e vi um bel-
lo uvu de psto, fiesco,'que hia cahindo
no ebio. Estava paia cahireomo hia di-
sendo 5 porm eu fpanbei no ar,. e esta-
va apunto de o luber quando o roeu ac-
cusador m di-se oh la amigo que $*t ?
Se nio fosse olhar sua id.de lhe daria que
contar; porem respeilo assu.^scias, eo
vou levar a> comissario. -- Moito obi igado
pelalattOOfl t, lhe respond 5 ejrouxeme
aqu.
Accusador. -^ Forio dousovos fui t idos
traba nm na mi e oulro no boleo :
Ten ha mi amigo, eu s linha um iovo
q' lhe pertence. Sr. p j dent-\ qu r abar
u qu eu lazia passava o mu destrmente
da mi para o boleo parto suhirahir 'ua
vigilancia e istu lhe fez suppor que erio
dous.
q tribunal conJenou Bachelot a um
OQei de pnza.
** Un m z de prisa5! ( exclamou n
i>. ) E outro mez mais de prevengan?
E ludo por uro ovo ? E por um ovo q id
eslava ci? Setivcse'a desgnea deroi-
btr urna fritada coudemnavad me a
morte ,,
( Pe indico dos Pobres )
com cara de philosvfo, e no erntanto ver-
sa se fica estt lei como tudo o mais do
t- mpo. Con sas son hadas. llavera al -
111.1 chribtan que duvide disto ? llavera
quem ignore, que ainda se pret ava do
hum edificio maior do que o giande Con-
vento do Carmo, se o hou veste, e ee ella
fosse de propriedade 1 eligi-?, pajaconter
luiiis trinta quarenta pobres doni'e-.''
(>e tantos ba em dit) llive hum deshu-
mano, que se nao comp.'dessa do grande
cancaco queteiia os fcelloaoi Sirurgi5e--,
se por ventura se mudasse para a Solleda-
de, ou para o Hospicio, o Hospital meo,
(| n.16 he o grande, depoia que lhe f.illou
a pixinxa do Paraizo) Ainda quando os dig-
nos Sirurgi5ej e Medico^, o vizitasstin ti
assiduamentecomo o fazem aqui noCar-
mo, enJ dutsou lieVc/.rs por semana se-
gundo diiem ? Ora islo he nao querer que
os patricios gozerasnii lOmmodos, e que
venhio os frade, que nu >a patricios p-t
I que to frade-, d.-sfructac o qoe he ten, e
fazer retrogradar as ros a*. Ndi, nada
de trades no seu convenio, em observan-
cia de seus estatutos, rom ordem, e dig-
nidade. Os frades sem communidade Sao
nocivos ; desreg ados, moran lo em casas
particulaies, e que lenha gerca5, isso
srn, assim heque^e quer os frailes, por-
que assim elle ^e desacredil. : tamittir
hades hu aignal de re' aso ; mas quari lo
ba tevoluv'Ses liberai;-, eos frades v.. ao
patbulo, euia sim, bois ifo o Irada
quando esli depen lcalos: is*o he sig-
gnal evidente de progresiO !
O'i! Srir.s. RR. estas sao badelladas oe
figo l Pois b^^ia por hoja: logo darei ba-
delladas de Ollicio d'agonia.
O Sino do Carino.
CORRESPONDENCIA.
Si a. Red<>res.
Ei-iue outra vez rngrado-lhe hum can-
l nlu nts paginas do seu Diaiiu e vou
em compaobia do meo comp tenle badal-
lo, o qual para mim ierve de lingua, e de
coiaca, poique coro elle di^o o quesinto;
e Vmcs. de ve.11 de star bem certos de
que S no sem hdalo, he como navalba
semgume: isto be, ni. serve para nada.
Desta voz nao me dii ijo Vra, dohrando
Craza, nem finados ; pelo lonlraro vou
repicando, ecom qoantono inleiramente
alegre, corno se espera sempre d'hum re-
pique, ainda que, ordinariamente o pra-
i.-r he doiepictdor, e nr do repicado;
como eu teubo iec uhecido que rneex-
presho u.elhoc repicando, do que doblan-
do, vou repicando iazer bum escla>eci-
rm rito minha correspondencia inserida
no seu n. 31, que pre.-edeo ao artigo s-rb-e
a estauracaSdos Frtdes Jetuitasem Bue-
no* Ane- : e he o segrate.
Que se na5 deve turo r a minha meta-
phora como em supp<>aicio de que luja
alguem na Commiss. 5 que se qneira, ou
possa oppor ao ingressode nnvos filhosdo
Monte Carmelo. .coro lrenca, com cen
ca : eu nio pos o ouvir pronunciar este
nome augusto da anliga sympalhia Per-
m-rabucana, sem fazei-lhe a devida conti-
nen ia u'numa badallada : l vai : ha-
la o:!!..
Nao senbores, eu na5 poda conceber
e capacitar me de lio groca parvoisse; o
q ie eu quis inculcar inet.-pboricamnte
doblando, e agoia o confirmo explic t-
mente repicando, he que na f mus. Ccm
rai-sad (gracas a quem .-a'-e pedir) ha quem
peit> nda emp.ilhar, e tornar Ilusoria a
deternuuaca legislativa da A-semb'ea Pin
vincial, negando a caza, e p<>rslergandoo
direilo de piopriedade dos I'ilhos do Car-
melo.... Oulra b bellada de ccntin cia:--haio.' !.. Estes s> lis para os phi-
losufos, ^a5 bignaes de agona !
Emquautu o pao vai e vem, l-'lga6 as
costas: he d< lado anligo. Em quanto se
demora, se empalba, se Ilude, coro a n-
foi maca da comms-a5, onde tal vez e loi-
ca da verdade, e justica nao de sm espe-
1 ancas, impiedade ant fradeca, e ao
p.tronaio; esi'per-se osofiimento, ale
nua-se o diieito, manga se dos hades, cal-
ca-se a regi.5, tampa-se na sociedade
Pedem-sc-nos a pobcacio dos segutittes.
OFFICIOS.
Illm. Senhor.
Tenho pncisa de sabir da Freguesa
por alguns das, partecipo a V. S. para que
Hit'Mili ti'oa c<>mo lhe cumple,
Deus Guarde a V. S. Fiegupbia de S.
Pe 1ro M.o tir, de O inda 1 a de JaneiiO de
1837.
1 lin. Senhor Capii. 5 Miguel Jos Ti-
xeirn, Juis de Paz Suplente detta Frgue-
tia.
Jos Antonio d'O'iviirae Silva.
Juiz de Paz.
I'lm. Senbor.
Tend extado alguns dias fora, e leridn
clugido mole,tu, nao pusse continuar por
algum dias com a vara de Jui/. de Paz ;
V. S. poiem como o Suplente quena
.substituirme.
Daos Guarde V. S. Ohoda 3 de Pe-
ro de 1837.
llim. Sur. Miguel Jos.' Teixeira, Juix
de Paz Suplente.
Jos Antonio deOliveira e Silva.
Juiz de faz.
ge
AVIZOS DIVERSOS.
Vendo o modo c< m que geme a pobre-
za na praca com os ijs, e atrevessaderes
defaiinha sem conseuiiiem os mvoi cama-
radas malulo ven lerem, todava dezejava
Saber antes de ftiouvr, a qoe Aulhnridade
perteme o milhorameuto de fa-ec d--s.-p.i-
recer aquell. coito, nao podendo coro lu-
do deixar que da esquina dw Fagundes t o
scbraJinbo confromeao cuvil a u< ite licao
atulhadas ascaas, e quando poc .-caso fica
a que o p'Vo pela sua pob e-a nio chega
aoseo precinho ; por lato como esu-ja a
Andar roeos dia- faco aataa duas hnha-; pa-
ra quem ca liear rogacem a quem compe-
tir (caso aparees o authoiibado para isso).
O que vai gemendo.
V9* Quem annunciou querer trocar a
Casa da 1 ua das A.^oas v> rdea por outra
maior, dii ja-se a mesma ra cas D. 3G;



B I 4 R I O DE P E R M A M n U C O.
qncucliai coro queco ti arlar.
$9m Hnr. que nominen.u no Diario
de 8 ilo crreme quenoarniaspm da Son
Col se desmam hivo o-feises de capim
pira f.ser de dois tiei, dos uae veni na
anov; eng na-re; os f.-ixes quo' l se
tem feito Je espin rom prado pelo mas
sor de Latinidade ne-t Ridade fz s-irnfe
ao respaila*! publico que ti e e arh* con
auli aberta da dila imgr'u na ra ai Flu-
id j'.ju'o a Typ ig-lia 5 to.'as as pescas
que q*uierem aeuttHar di.ijo-sea dita
casa.
3P* N'Ma Pnca i'etja <-p filiar ros
mo caix nopor o que vera na cmoi ni,. Srs. Lol Gomes T-Xeira, e Jozc LomenQo
terebega loparaa freguezia, e elle queier
servir t->do-i para estes conservaren! suas
J'regoeiias ew dito ai nx s.m, e ocipim que
tem comprado thcaio feiveseui tos quep >r
Cita vii e que 'o dismarxilos para o* fa-
xpr a niin.ira do* do turnasen, e juica as-
im ter Stisf-.ito ao Sor. do anuncio que
t.-lves in.i i ilo'n'wiD cliegssu a f ier si-
i'i-.iitr aniiuji< io.
C>i\ciio.
>gy- Quem qoietr ioc$ rea a juros,
a dois por cento ao mez com firasa, qiea-
rade, arinuncie, por ele Diario, pjraser
procurado.
?cy* Quena i'iinur-ci'iii eni o Diario de
Sabbado 4 do coi unte p. i-.ar de urna pes
aoa que tenli.i b a U-ti para es.'.r ver ein
ora escritorio dirija oe af..|Ur<*om loaa
Fr.nci.sio de Sou/.a Magalhaens Jnior no
Cadori > do roesruo rn ra das Grifan que
este dir tuero a pesjoa que est as cir- *
cuns'ancias exigidas.
t?3* Mii Hila da Silva Rodrigues,
faxacienlaao ivsx-it g ic-ra ouie airemali-r uns Stos com Si
(i.ii'rn s na m.i da Ribeira, pinhorados por
ovruco de Maooel Peiei-a de \Jo aes
.unir Felia M uiuhu FaJrio, que se di/, icr
mando da annunciante, vi toque e-li cor-
re litigio com odito oxccul.do pa.a uulii-
dade de matrimonio na ts'and > por tan-
toses her sirjeitos ,; salisfazer divid-, a
Hit jas j por ato- que a ann limitte proteg-
a rcveodiaos do pad.-r de quero o ar-
rematar apunas obteua senttnga a seo fa-
vor naltalaeJLi d.i .Wetropolc aonde M axa
por Appellacio; epu. que se nao chi-
laema ignorancia, e mais forca dt .. .eu
direitu Jaz o pi ezeute annun -io.
%jffm D-se urna porcio de calida -.
pesioa que n anisar pode ^e dirigir a ra
No> l ji de t'redcnco Cliavci D. 5.
*T3* Frer>*sa se d'um neg o orro, uu
cip'ivo, que entend de ro*in!ia ; na na
di CaJei.i lojadachap-o< n. 4*-
^3P" Q '.m ariMU'.Ciou no Diario de 7
lo crreme queer ronpror urna Aguln'
de Mariar, proeiire na rm d iCftU do Re-
cife casa n. 5i, oo le mora loze*Ignacio da
Oamaia, quj adiar uta ngulha.
V:5 Auga-j'! doii pelos erAlaras,
pelo q'ie-e n nvencionar rom s'oss-.'nlio
r s ; n:t ra da rraia serrara junto ao liii-
quod'agu i, ou anuunrie.
ttf* Nela Praga deapjd-ae fallar aos
Snrs. Mancel da C'Sti Braneo, e ao Sur.
Manoel p^dio de Kedriroa, a n< g icio de
ambos queiio por e-te Diario annunua-
rem s soas m<>r~de In-s fallar.
ty P'-c sa-K de uui raprt para uina
Bota, e rjoe j leoba pralioa ; oa roa
doRus..iio estre.ia RoIraaD. 12, p.ira tra-
tar. :o aja^te.
WW Q J'm piecjar de utni itiu'Ikt
para a oa de hoinem soluiro, sendo F tran
gaif", d.rijt-sea ra di aljubaJa da cnhi
. %o.
tJW Pie.-is.--i- de 400JJ) res a joros
da-ido a? por hipo I era uro mijo l.vre aden-
coibacacado: > ra eaa Trinsairaa D. 3.
V2" Qusim precita de urua ama de 1 a
a, dirija a rwa JasTih^etras raal terrea
L). iti.
f3P" L)eij,t ^ fallar rom o S ir. Pedro
J le Fulleca ni.i do fa!-cid > Maooel do
Caimo Raeheco ; e orno si-'gnora a sua
morjda, adecui.e para s Ibe. f.Rar.
TV Nodia 18 do correte sehadear-
rpaUr de reo.ta anoual a casa de sob.a-
d..*edoi> Mtida e.i sita na i'ui'Nom d.sla
Cid*aD. 8|; traen a narsaia peit-nter
da Taluia, a negocio, qoeirfo por este Dia-
rio annuncian m na suas inoradas,
%1^ A^leIJda-^e un iiio no Baiballio
COBfrojOte a c,i do Snr. Miran.la, com du-
aamoradvsde casis, catribaiia-para deis
cavalb.s. luto beiD segmo, e < ercada, con
tend arv.-ifs de t'i uto, algo ti ra de mui-
lo boa po laccfo pprupicio p de vareas de leile : q-iem p.et ndtr diriia-
se a r ua d<> Queimado loja de fasendas D. 8.
UJ Quem i nnimciou queier v-11 1
um. csrrava cosinheira, dinja-se a roa
da Cacimba sobrado de 3 andares que fai o
leraiUo da roa no I. an NAVIOS A CARGA.
Para o Ri> de Janeiio
O Biigue Nacional Piiocipe Imperial :
quem no nesmo q'iiser carrrgT, ou ir de
pa.-sagero oara o (pie tem exci-lhnl^s ci;-
11 odos que pariendo s-hir al o dia i5 do
coi 1 ente : a tracl.tr rom oCpi>o abollo
ou ua pi'Hca do Coran ercio.
Para a llha de S. MigUal
tt"3P* O Biigue Rraiileiio L''i Segundo,
Capito Antonio G unes de Paiva, lecibe
ai ida alguma carga e pataagtiros, e d tabir no dia 21 do enrente : os pve'eo
denles dirijaoe 10 Rec'fe ra da Cruz n.
i?.a filiar com .'ize Antonio Games J-
nior, ouroni o Capillo aboi do.
COMPRAS.
Mad. ira de louroe ainaiel!o,"de 30 e de
25 pal moa de cimprido : tm roa d- Santa
Rita n>.va caza ttrreaD. 18 lado dalgnji.
VENDAS.
.Mirrpareci ra Praca do D-.ntor Juiz do
Cital da segur, la atM d. Ccmhuroa o Si.
navarro, no du a< imi a< :\ dor..s d.< tar-
de, qu.- o ulliro di 1 por : x -iui,to da D-
zima i on'ra A tonio Peeira.
aj3 Aluga-se uina eacrava para ama
deKite(t-m que be ab.iadante e de boa
ipiaddd ) a rJicaduticuna : os prefeadenles dirijio-se
i ua da Ct u'. n. (ja, 2.0 andar, para trf-
tar do s o aji'fele.
Aijnoel Frauciico QotUfi, Pi-fes-
Folintias de Algibeira d (loso
\ intpns de porta a seisvintens, e
de Padre a pataca : Na Prac ida
lacle pe ulpocia loja de livros n. 37
e .38, ira loja do Sr. Antonio Jo?-e
Balideira de Mello ruado Cabu-
r na roa dosQuarlcis venda
U. 2, na Travessa do Vozario pa-
ra o Que i mad-> loja n. 7, e deiVou-
teda tgreja da Madre de Dos,
vend que foi do Rezende.
Un sitio, no principi-j da F.lr-'da do
Aria al, ch s j)ro|)rios, com baatamaa la-
raogeiras ovas, t- com ama extrema ijua
e cercada de rspinhoi; quem o qniser d-
rija-se .i ra de Santi Tneieza em a ca a
terrea peg d a*ol ra nova itameMna Igrtj..,
que ai har com quem tratar.
W I* ara f r\ da Provincia um escra-
va de naci de ai arme?, b >a engom >di i
ra, eos" muito bem chao, tanto coituos de
homein como de senboras, co in' a o diario
de urna casi com perfticio, lava de varrel-
la o sabio, boa vendedeira, muito fiel, e a-
visti da c(> npr^dor se dir o moluo por-
que *e ven le .* na ra DireiU S"bra-lo do
beodo S"iigado, prlmciio andar.
|K9" x-iO pessas d'omo do cnribo Por-
tugus, a l3<)000 red*; ua i ua da Cruz
n.i2.'
t^JT" Um cvall mdado bastante go*-
do e c ini ii,doi os andares muito novo, por
prego coinmodo : no irrnesem da i ua No-
va D. 4.
tCSfT Urna dusia de cd'iras, um cama-
p, e iiDii cama grande, tirio de jaciran-
d.com duas banquiohasida ang'co, e li-
ma banca demeio de siia lambem do mes-
mo : alrazdi MatrizaLi B a-vista n. i",
de s ditos
que -e (i'.i qupn ven
tifis'e-
TJ* Um cuzal do must >s, m^ers, e lio-
n;t"s, fiid o mulato bino fTi i-,1 de sa-
pKtro, e a mulata bdf tosluieira, e iB-
gomad- ira ; uina negra i uito inos^a, e
prxima a. s e sabio, c.;M'iha bem, e sab- todo o n ais
arranjodeuma cat-a ; um ptimo mu'eco-
tc b'im para todo o sei vico de agrii uluira,
por ter disto mu'ta pralioa ; a Iverte s- que
tambem se faz t'.d' njgori.> por troca de
oulros : na i ta de II..r t >.s rasa D. 45.
^TS* Venda m par pieoislbuma Mera
va di gento, rn C>, bonita figura, engo-
ma, cosinha^ e boa horet-'ira, e fa: o m^i
'eivico de una Curt : na Ribeira di Bo.-
vista lado di> ti'o tcr<-eira casa antes de vol
tac para < CotoVel'O.
*/3^ Um rioI('(|U de naco Ang da roT
13 a 14 annos de ida.lt*, benita figura, e
bastante sadio : r.a roa DieilD. 5l,
'*J|r* U n sobrdo de dois andares e o-
to sito no porto das canoas do [ie< ife. em
xos foieiio-: na tur di Laraugeira D. i3
loja dj mr<-inpiro.
W Um moltq'iea: 16 a l8 annos,
bom efii :hI de carpi tai ro, s-m achaque
algnrn, e av ta d> Comprador se dii o
motivo, oso te ven'le com a condic;\j do
ser pira lora da Ierra, ou mrsmo pira o
rratiolouge de.-t piara : no Fo-fedo Ma-
tos e taleiro do J >p.quim Jote de Figueredo
a qudqupr hora do lia.
WJ" Una ne^ra de o/J nnos .* ni roa
do Palacete em casa de F>ancis"o Guucal-
ves doCftbo.
-Jl'JI1 Urna neg'a cfl*sor'ge d" idade de
8 annos, cosinl'-a o da to de umi cxa,
e.-istobo, pin vicio ali;nm : na rna do
R-ng I D. 9 sobrado de um andar.
VJP* Urna cscrava de Angola, mos'i,
cosinba e quitaodeira : no deco do iVIa-
rc. D. t.
jTjp* Uin.i venda na roa de Manorl Coa*
co esquina de S. J. izo D. n, tem com mo-
dos para familia : na musma ; a qu-l se
vende por o dono se retirar pota a Parala-
ba.
*T2?" O muito vcllero Rrigue Inglez
Carolina consliuidodos melliores materia-
", fu rado e encimlhailo de cobre, e rom
todo* nsperttDGM e sobrecellentes, e est
p'Oiiptu pira immeJi^lHmente seguir v
gem par* qualquer puilo: a tractar com
os signatarios Vl,c. Calmont & Comp., ra
da Cru n. 11.
- %tiy* Vlernoris H ta'rraa, e P litica.-
da rrovincia da Rabia por Ign-cio Accioli
d^ Cerqueira e Silva r na Inja de Fredeii-
ro Cli-ves, ra Nova D. 5.
Ity Un terreno na sira -la^de Juo de
Barros que vai para Bdcm 5 rom daZeiitoa
e qnarenta e tantos plao^ d<.- frente; q em
pert' n Ict di' iia se a rua do R'zati da
Boa-vista D. 6, esquina que volta, para o
beco do Tan hi.
Wp" Um eicravo apto tinto para o
servico intei no, como externo, p r pro-
co commodo: na,ri&cii,bi d.> Liviamento
D 25.
V9* U borlada cora peftasde cor*, p lipoia : noatterioda R-a-vista i). 16.
.&" Por. preco rento commodo r-apc
rior ca ne stea do Rio shfra nova: abordo da Sumaca ],{ te No-
rembio fuadidi na praia d> Collegio,
p lo min lo, e em prrocos no F, rr'ptoriO
de Manuel J >; qnm R ;moi e S Iva.
^3p U.Tia prett de ar a 23 annos, ni-
ou'a, c sinha o-da vio ile uina ca-a, rnuito
toa en-ahoadeira, e boa baireiera, e ch-
g. m d 1 :r : i,a- 5 punta I), id, 1 andar.
3^ Um piano em bom uzo, e p-.r pre-
co 'ommodo : na 1 ua do Fogj D. i.
sr^r* Lama rh gula iiltiinamcntc de
Feca, p. r preco commodo: na praca ila
Inde|)en'ten' i lija do Sabuii rtluju'iro.
%&* Urna vend sita no largo <'o Ti r-
co cm poucoi fundo*, e nio se qmr di-
nheiro, esim deiobiigas; no beco do Lo-
bato sub a liulio do lampiao.
Wf* Snperio'ea chap-os de castor pre-
to, e brinco, enn>linos, dj uitima moda,
duts can ocas grandes, e bastantes fortes,
e uro piano de aupen rea vo*ns e aGnado,
tuda : na roa da Caileia velha I). 45.
ff^ Um 1 cama de aogieo. ue caiados
mi luj ive colxo e lodos os mais peitences:
na 'ncsm.ic>sa cima.
eh : it a v os f 1; (: 1 ioos.
No da 7 de Janeiro, fgo de horda da
LaiiZl gaiopeia, foediada oa piaiadoCo-
li g o. uona caio poi uoin L>n> o, de 111-
co Anaol 1, e pan-te ci'oulo, com priuci-
pio de liarb, e-latura cid 11 ra, m ig>o,
rosto enmarido, com oro piqueno aoita
110 anta de uu ollio, ufli. ihI de i > i 11- .
r.', t muito g go no IVIl.r : os apreheio
dcdoi-j levein no abordo da mesma Lm-
X 011 nar 0.1 da Cruz loja de A'it nio
Tejeira L< pas, que 1 eceb. ro a gratif.
cacao.
%r2T IVo dia 7 do < oriente me? fu^io
da c.sa de Jo/ePe>eira da Cunha, um erf-
cravo por nmre ioic, n-i, > ugola, s.
la lua li.> x p puuc < lad'riono fallar : esta
prct p'ii leocia a M.uiael de Souz* L'fo
do Engenho iMar^nliio. tt-odo si lo a das
p>gado no Englobo Ca deiro do Sur. Jja-
quinada S lv Pcreira, e e-perava-se po.-
ladorea daqnelle oulio Engenho para o
ond u/.ir m s elle po/.-se em fuga ardes dis-
S Uv n lo 1 na tiouxa deroupa furia da
loin diversas pes-as de oiil.os prelos; ro-
ga-se a lodad pes.-oa que delle liver noti-
cia de o mandar pegar e candililHio a casa
do aniiuociaute na rua da Cadeia que sera
generosa minie recompensado.
dade 20 anuos, binito, roso comp: ido,
estatu a ordinaria, coma fa'tadeum den-
te n f ente, cab. lio rPnte 110 cich?co, of
ficio deerainbeiio, calc e cami a de p.no
de algo ao: qmm prendel-0 entregue-u
no beio do pe se frito, bu rio siii da pas-
sagem do Caldeireiro a J;aquim C.elho;
Cintra.
W No dia 31 de Jnei gioaoabaixo bSiiguado, hum i'sciavo or
noine Francisco naci sngolla, de boa
eslatiira, punta de baib<, caro um tanto
giaode, orelbas pequeas, e muito uni-
das a cabeca, he bem peto, e tem noca-
neo dibdixo da relha dou< crneos a-
baixo um do o.tro, e as peinas tanto fi-
as, mnilo ladino, levou vestido camis*
de bnm cora babados, e calsa da me-m 1
-fasenda, tliapeo de plba ohado de pre'o,
e corno he mudo ladino, pode ler muda-
do Un I rajos, e so' os signaes do carpo de-
leni rrgul*r, emende de padeiro, s-ria-
dor, ecanoeiio, em que se oceupava ul-
tmente, levou viole md ieis em prata,
que hia entregar 00 mont-iro, doqde se
a usen ton :- roga se a odas as passoai 11
quem oconhecimente desle rajtO chegiie,
e qualquer capita de cmp>, e mesmo
paaoa ptico Jar, mandem-o pegar com
seguranza, mandando inliegar na rua dos
quarlvis D. 4, a';irl< g-nero^amente saia'
recomoen-.-do de lodo o t'ab.hoque evo
o mesniu se 6er.
Wanoel Antonio deJesus.
Tabeas das mares chelas no fono 1 e
!?crnamhtic0 *
1 -Segunda 3 4 30m
3 Ti
4 Q
6 -S:
8 I)
3
ai
o
- 5-4*
- 7- 30
- 8 20
- 9 54
- 11~ 4a
- 12- 30
Maa.
Ta-d<
NOTIi-iASM \RIT1UAS.X< u'.".
'kimi'rBi
Navio entrado no dia 8.
nfafivioj frdtSj H^te Santo Antonio,
pe-
Ton.
M. Ficinrisio Jo/.e (.'e/r : couro-
dras de ain. la
38. P
aomesmo mestie.
.ssageiios 4.
Dia 9.
Mal.ga 5 70 das; Caico H-sp. Cataln,
Cap. A| paii: N. VI. de Seix is. Ton. 97.
Saludo no mesmo dia.
Rio de Janeiro ; B. Campio da Librr-
dad M. Lourenco de Araujo Ga mi-
raeas : vario* geueioa.
-

iiiu-.., na iiP. dk id, F. I'ara Ib-'y.


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