Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02548


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Full Text
ANNO XXIX
QUARTA FEIRA 28
DE SETEMBRO DE 1853.
N. 218.
DI\R10 DKMPEMAIBl(O.
i", i
Bastel
(rlf I I
encido,
te Furia
Rio < Babia.
hkoi
Mal
iraca l y
; Cetra'
piraiil..!
Para"
rllipo DA SDBSOHIF9AO'.
ve-so a 15*000 poriinno, c 18000 por
ico adianladu, c lo "rim |>or quarlel pago
i rana do son prnpriotario, M. Figueirta
i |n .m;.i da Independencia, n. 6 e 8, e no
ia iloSr. Joan Pcreira Marlins.
a o Duprtd.
ti a Joaqun) Bernardo Mcndonc,a.
dad Joso Rodrigues da Costa.
a Joaqun! Ignacio Pcreira.
ti a o Anlouo de Lentos Braga.
ti a o GuilhcrmeAugusto de Miranda
n o Joaqiiim Marques Hodrigucs.
> o o Justino Jos Ramos.
Sobre
Ouro.
I'rala
CAMBIOS DE 37 DXSBTKIfBBO.
Londres 27 '/ 60 d.
l'aris, 343
Lisboa, 95 por rento.
Oncns hcspanholas .
Mwdas de (9l(K> seibas
,< de 69100 novas
.. de 49000 .
PalarOcs brasilciro9. .
Tesos coliiinuarios .
a mejicanos .
Atjf.es do Banco. .
Descont de Ledras .
89500 a 209000
......169000
.....169000
.....99000
...... 1W30
.....199*)
,.....19100
..... 10?
......Dal
NOTICIAS ISTIUNSIIBll.
Portugal .
Hespanba
Franca .
Blgica. .
Italia. .
Alemanlia
Prussia. .
Turqua .
Russia.. .
Dinamarca
30 de Agos.
8 de
8 de
4 do
3 de s
3 de
3 do
26 de Jul.
31 de
31 de
Austria. 3 de Ano
Inglaterra. 27 de
Sama 2 de >
Suoria. .. 29 de Jul
E. Unidos. 27 de
Mlico 16 de u
California. I de Jun.
Cbili ... 12 de o
Buenos-A 2 de Selli
Montevideo 4 de o
NOTICIAS DO IMMUIO.
Para'. 1 de Sellir.l
Mamullad 3 de i>
ir.n., 10 de
l'arabiba. 13 de
Alageos 31 de Agosto
S. P. do Sol 31 de Agos
8. Paulo 4 de
Minas. ... 26 de
Hile Janeiro 14 de Sclb
Baha.... 19 de o
PARTIDAS DOS COI1B.EIOS.
Ulnda, todos os dias.
Victoria, uasquiuias fciras.
Caruar, Bonito o tiaranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, ExiicOricury, a 13e 28.
tioianna e Parabiba, segundas c sextas.
Natal, quintas fciras.
DIAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. Clcofas.
-'7 Terca, ge. (jome e
Damilo Irs. Mu.
28 Quarla. S. Wencet-
lio duque M.
29 Quinta. S. Miguel
Archanjo.
30 Sexta. S. Jcronvmo
Prcsp.
1 Sabbado. S. Remigio
B.
2 Domingo. O SS. Ro-
rio de Mara.
AUDIENCIAS.
Tribunal do eommercio,
segundase quintas,
Helaeao'
(errase sabbado.
Fazenda
tercas escxlasas lOhoras.
JuiZO de Orphaot
segundase 5. asIO horas.
Primeira rara do cibel
tercas e 6. ao nieio-dia.
Segunda vara do cieel.
quurUis e sal), ao raeio-d.
Sclembro
nova as 9 horaa, 21 minutos e
10 QHu,lus da maulia.
nulos ccenle as 6 horas, 37 rai-
t n La cheiaSgndosda manhn.
24segundos thoras c 4lmiuntus e
25 (.loarlo mingoauTS!"1"'
imiiutoa o 31 segundo hora, 12
PHXAMAB. DE HOJE-^ollla.
Primeirao e :mminutos da larde.
Segunda Oe 54minutos da manha.
(SUS
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO, DA PROVINCIA.
Epedlte *o di* 26 de mimbro de 1853.
. OlllcioAorompi.indnnlc das arma, aulorlsan-
do-u, cni vista de 8uas nfnrmaroc, a mandar pas-
ar c-ciisa do servirn ao furriel do nono hatolho de
fanlaril Joo Francisco de Carvalho, aceitando
t mi -cu lugar o soldad" do mesmo bolalho Joo
Pfrrreir, que leudo flnalisadoa son praca, mi pe o
mr-uno urriel oflerecidn para concluir o lempo ele
ser ico que Iho faltava.
piloAo mesmo, para mandar |Mir em lihcrda-
Ldc" ii'irula Manuel Pcreira llamos, por ler iiprc-
Cadu i-enjJu legal.Coininunicou-so aocbere de
, pulida.
bao*Ao mesmo, inleiraiido-o dehaver
tisaduau itspectof da Ihesuiirariadc Panuda
dar iudeiunisar u halalhu I
anniiadeqolromllr
- que
INTERIOR.
auto-
man-
de lafanlaria da
no caso de estar nos ler-
runla em duplcala uuo S. S. reine!
I'
pro-
Pilo Ai> inspector da Ihesuuraria de lanuda,
aevoliendn os paliis relaiivos ao pagamento que
odenfunicl do i. balalhlo de arlilbcria a pe An-
i Jos Machado, ila gldlilieaco que del 100 de
djci como voluntarlo, olimde que S. S. proee-
lj i n-pi'ilo nos lermo de sua informacilu de li do
nnienlc, sol u. 7."i8. Coliiiiiiiniroii-sc ao rom-
in.iii'laiile das anuas.
pilo Ao cnsul potingue!, diado que. rom
jinfunuar que remelle por copia, dada pelo ius-
iB'clur do arsenal de marinlia, responde ao ollicio
,m que S. S. requisilou o deseinb.irquc dos subdi-
to-de-na iiaroAnlonio Perreira, Jos Callos Mar
lias e lenlo Jo- Vieira, que arliialmenlcsearban
nrvindo iiobriguc de guerra Ciiiope*
DitoAorapilajo do porto, declarando que o se-
crclari" daqoella capitauia ful dispensado de servir
iij actual wssao dolar) desla cidade, segundocons-
lou de olllcio do [un presideule daquelle Iribuual.
' |)[o Ao inspector da lliesoiiraria da lanada
iiioviiiri.il, iitleiraudo de baver aulorisado ao direc-
I,,, da obra publieai a comprar ccnlo c ciuroeiila
rail.......nal i-, rada mil paraanilaiines e lelbriio
dj obra do rae da roadotapibarllie, c bem anim
Jiiwnl.i- folhas de papel de desenlio de boa qoali-
,1.1,1,-1- le Hubo a 100 rs. a folln, paro os Ir.ibalbos
;ra|iliiro- daqoella reparlfr.lo. OIDeiou-H noalo
sentido ao mencionado director.
Hilo Ao inesiuu, diendo que mande pagar a
Manuel do llego llanos, nrrcmaliiiile do lerceiro
lauro da eslrada da Banda quaniia de sIo^kio rs.
! a que elle lini direilo, por baver extrahido dasev-
Svare dtquella ulna 27 loaras cubicas de pedia,
fcundo decarou o director das olu as publicas.
riiiiiiiiiiiiiiiMi-se a esle.
HiloAo mesmo, puraque, em visla dnrompe-
Icnle rrrlillrailn, mande pagar a QirialovAode llol-
laiiifiCavalcaiili Mello, airenialaulc doreparo) da
parle da eslrada da Victoria, comprohendlda entre
n|ialeiMla inalri/do. A logados e o marco de 7,000
erara., a importancia daprinielri prealarjlo u que
lein direilo, por ler fclo inelade das ulnas de seu
(Oalralo.Commuuicou-se ao director das ubras
pu libras,
llilo- Ao direclor do rollegio dos orpllo, inlei-
randu-o de baver em visla desna inforniarao, ilefe-
rhlliMiravclincnle o roqoeriineulu em que Mara
Malliildcs da Conceii;flo, pedia fosse admiltido ua-
quellr cullegio um seu. lilbo menor Amaro Mala-
qni.1. do- Santos.Igual coininuiiiaijilo se Te/ a ad-
miin-U,o;.iii do pali imonio dos orphftos.
UtaAo coininandaiilc do cor pode pulira, para
maullar dar baivae apreseular na serrclaria da pre-
5idenria, alim de se espedlrem as cumcncutfs or-
ilens, u 2.- -ingenio daquelle torno Plancheo Mo-
rrira lima, ni soldado jlanoel Joaquini do Sonu
l'cira/. que |irelcndemengajar-sc para icrvfro do
nereilo, vblo lereo sido julgado aptos para o ines-
mo ser co.
DitoAo mesmo, nleirando-o dehaver em vala
dc-iia iiiforinai#o, cuncedilo os seis diasde lieen-
n que pedio o9.' eommandante daquelle rorpo,
Kron.-j.ro XavierCivabanlc Luis, para vir a e-la
rapilal.
lliloAojui'K niuucipal supplente em everciro
lu lermo do Pao d'AIbu, diendo que, rom o pare-
Si que remella \n copia, do comclheiro preslden-
Irdaielaeo ; responde ao sen ollicio de ISdeogot-
lo ultimo.
Varettr a que te refre o offieio tupi'/.
lllio. e Em. Sr.Emillindo, romoV.Evr. <'vi-
r, nirnlareeer sobre o ofllco que incluso, devol-
i- do supplenlc do uix municipal do termo de Pao
l'Albo, que procura ser esclarerido, cerca de de-
lea ou nao pormillir-so ao profo.ssin do ensillo pri-
iii.iiin, lenlo l-'ranri.co do Parias Torre-, iiconllliu-
Mo do tiereleio da proli-ao de advogado em pte-
[ jiiii do publico serv ico. Iciiho a di/er ; que 0 dllo
(e-sor mi |uidc ser privado de evercer eata n.
|iiili.-o, nao sii pela eaieuci.i do Ici que lli'o
ImIm lApre-samenl.'. e nao seren repugnantes
real a- lourcoes do referido emprego.e asila ad-
acia, como l'amlieiu porque da occumulucSo de
leoulra, nao resulla impossibilidade de poder
- desempenhnr nllsfacloriamenle as ohrigar^le
inagi-lerio ; o tonto islo lie assim, que antever
de direilo em sua infoimacao, serum eslas
iila.iAarlamcnlo.oqoeo icio aneciado polo
Miado .upplenle. he por motivo de iuleresse,
is inlrlgU, eja mais por amor do servir pu-
i.ju/
uulr
Meo.
Dciiiai.,0 advogado nao he verdadeiio empregado
puliliio, i-rcsla livremenlescii palrorinio, o auxilia
parles litigauu conforme Irala e ajuala, taluda e
Iraballia em horas opporlimas, en de que se Hala
leu ile (al maiieira combinado as cousas quo nao
earapronielle o lempo doemlno ou eiertirlo da au-
l.i. ttgundo alllrma o mesmo jui/. de direilo: se
pala (aliar elle aos devores do magisterio, Bill oslan
asnuloriilailescompelci.lcspara llie fazerem ellccli-
1t a re-poiisahilidadc, e darem oulras providencias
legae. Assim pens.
lieos gaurda a V, Exc. Recifo 20 de selembrn de
1853.lllm. c Evin. Sr. Jos liento da Cimba o l'i-
gueiredo. pre-idenle da provimua de Pernamhiico.
Antonio lijiuidu de tzeredo.
PintaraAo agente dacompanbia das harrasde
>a|ir, rcroinincnd.iiido a expedirode-uas ordeus,
rara quenrja Iransporlado rom seguranca para a cor-
le, no primeiro vapor que passar para o sul, o por-
I0giie>. Antonio Jos da Silva, quo ser mandado
para burdo do mesmo vapor, pelo chele de policio
desla provincia.Communirou-so a osle.
COHMANSO DAS ARMAS.
Qmriel do commando das armas de Perna-
fcuco, aa cidade do Reclfe, em 26 de etem-
bro de I8S3.
OBDEM DO DA N. -
l> coronel roniniandarilo das auna interino, no-
mea o Sr. 2.- rirurgiao alferrs do corno desande do
everrilo, l)r. Miguel Joaqum de Castro Mascare-
ul'-i-. para tender o Sr. 2.'Crwaii0 alferc do mes-
mo carpo, llr. Ilo/endo Aprigio Pcreira CuiniarAes,
qneaearbacn serv icono presidio do Fernando de
fwoelia,
Noiiiia igualmente, o Sr. lenle do 9.' balalbo
oemfaiilaria, Ignacio domes de SI Queiroz, para
tr-aiar commando do deslacamcnlo do mesmo pre-
Mio, reuiessando ao balalhao 8.' da mesma arma,
*qual iierlcnre, o Sr. lenle Manoel Sabino de
til.
. 0| iiunieados devem embarcar no da ultimo des-
'". visioque o palacbu l'irnpwna, que os lem
"trmpurlar, se faro de velas din sulmequcnle.
. tnesuiu coronel |ircvine aos Srs. cominandauli's
2JP.que lem piaras deslscada no referido
r'i'idm, ,|||(,., |,n,.j,i|.|ni,i desla provincia resojveu
'"''' diada |.....na do sobredilo patacho para
^Mllc presidio, -eja o primeiro de rada mei
uiidjdedeveraoaproniplar os objerl
"" liara ditas praca.
MniK-el Munii Tarara,
1(10 llr] .\M.IItO.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
I'rraidenaa du Sr. Murirl Mmleirv.
Negocios da Parabiba.
OSr. //iii/i.<;pela ordem :Sr. presiden-
a rain.na se iccordar de que o uobre depulado
r Pernambuco, ba pouco exonerado da presiden-
i deininha provincia, em nina das sessocs ulli-
mas. dirigi nina arrusacilo mui gravo a mu meu
irin.io. A nalureza da aceusacao o o dever que me
assjsle de defender a honra de urna pessoa que me be
lan conjuncla e cha/a, me leva a pedir cantara a
grata de approvar a urgencia que vou propor, |iara
que cu posea mostrar tora documeiiloa a injusiea de
semcllianle accusar.io.
A cmara lemobservadoque nu' nao basido pos-ivel
realisar antes osa dele/a, ape/ar de ineus e.forcos;
os dias de aabbado, designados pelo reainienlo para
a discuss.lo ile requerimenlos, leeni sido desde inui-
ln consumidos as bocas proprias coin um requer-
uieiilo ielatMia provincia do Kio-raiiilc-do-.Noi i,-.
A i'onliniiai es-a ili-cuAo, me parece que vrela
licar privado da deten que lano me rumprc fa/.ei;
peOa que me be lo chara.
Pero, pois, cunara que alteada DO dever em
quo me acho constituido; rogo aos Sis. depidados,
que se enlloquen! em meu lugar; c cont que se
dignaran conceiler-me a grai;a que pero.
Cuusiillada a cmara a esle respailo, be approva-
da a urgencia na [urina roque id.i. liudo por is-o
preterida a discussao iloieqiierimenlo relativo ios
iiegociiis do Riii-tiraude-do-.Norle.
O Sr, /'residente : Toin a palavra o Sr. Ilen-
riques. Advirlo o nobre depulado que esla ds-
euasRO, na form-i do regiiueulo, nilo devo evreder a
Ireaq.....ios de hora.
o Sr. Ilnirii/ne: Sr. pr-sidenle......iM me
orcorreu ipie livesaede euearregar-tne peranlea c-
mara do. Sr-. depuladodatarofa ton) que vou (era
honra de oceupar a sua allcucao! E na vcrdaile en-
Iretendn relacoes com o nobre depulado pela pro-
vincia de PiTiiamlnini. lia pouco evouerado da pre-
sidencia daquella que lenlio a honra de representar
neMa can, nunca me occorreu que com lamnolia
itljuslifa 0 ilu-lealdade, o COI leliibuicao do a|ioio
sincero o leali|ue piesle a aibninislraco do nobre
depulado, fosse por elle aqu aggredido na pessoa de
um irniao que me be mu charo, e que. quer como
particular, quer como runceiounrio publico, sualan-
luu coin toda a dedicac.io e lealdado os principise
poltica adoptada pelo nobre depulado em sua ad-
inin.IraeAo.
presideule, que nos dous
honra de orcupar a sua al-
ibi de dous termos da mi-
Piauro. eu Iralei ao nobre
un Inda a deferencia o
pie leudo da evpi'n o
Sr.
liv
A cmara ouvii
discursos com qui
toncan a respeilo do
uba provincia, NalulN
depulado por l'eiuainbuco
delicadc/a ; a cmara i
-la
ilr
alo. e
I que o
oslado de exaltaran e evcaudescinienlo a qnechega-
lam essesdous lemos, nenhuina censura, por mala
pequea que fosse, dirig ao nobre depulado ; a c-
mara navio Analmente, que ate em doren do nobre
depulado eu refer no casa fados, que por ello me
haviara sido communicadoa parlicularateule. Ku
di-.c que o nobre depulado me referir que, se o
governo imperial lite concedeue a lorr.i querequ-
silra, ella nao duviilari ir Pianci'ialm de, rom
o prestigio de nu cargo e forra de sua auloridadc,
acalmar as paiioes, ronter os ilcsordeiroa o lazer
capturaros criminosos.
Fiainda mals; icalisamln-o ademissllo do c-
llele, que commaudava o deslacamenln deN'aluba
Jai dorante a administraran do actual vice-presiden-
le. eu disse na casa, o o nobre depulado o cuylir-
ninii, que cssa deniis-auera llovida a ronsclbos c a
insirurc?s suas. Daqui a cmara vero que. Iratau-
do eu ao nobre depulsdi.......i tanta consideraco,
foi elle suininamenle injuslo, fui sobreinaneira des-
leal para contigo Iranndo para BdlMuarto, enra
conveniencia alguina, sein que w des-e mesmo ne-
ceaaidade, onomedameu Irtno. Oque veunnde
dlier, Sr. presideule, fui conreando pelo nobre de-
puindn quando nu.nrincipio de sen discurso decla-
ren que na discnss.in havlda na rasa nenhuma cen-
sura se liaba felto neni ,i- admiiiistra^oes onleriore
i sua, neill a sua ine-i......; ueiu do sen surcessor.
Eo sei, Sr. presidente, (pie o nobre deputndo se
queixa de que eu o provocara, declarando em meu
discurso, que SolMsIiao l.insde Araujo se buspeda-
ra eurilina ea-a vigiaba ao palacio da presidencia ;
na- j.sn nao piule passar de lucro prelevto ; o nobre
depulado mo pido deivar do r.....uiberer n contra-
rio. Em primeiro lugar, lano o oobredepulado re-
roohecctl que o nao rensurei. nAo provoipiei, que,
romo ai-abei de d/.er. roufeou que ueultunia raii-
surase llie re; em segando lugar, o meu discujr-
so, em que vciu oasa lili i-lcrile, (o prtnmnciailo na
rasa no da 22 de Julhn, o o nobre iiepulado respon-
den no dia ullimodease mea, havenilo porlanlooes-
paco ile nove dias, e no decurso de lodo e-se lempo
niiuca o nobre depulado se me moslrou oflendido ;
e lauto assim que. rallando ainda en, e dando-me o
nobre depulado ililerenU's aparlet, nao iratou de
seinelbanleobjeclo.
Dernaja, a cmara se recordar de que cu n
le da vida e rosliimcs de Sobasliao Una ; ni
que elle era innoceule ou culpado, bom un u
ilail.iu ; apenas me oceupei coin u seu assas-ii
em relacan souienle.i. rirn.....lamias alr
aroiupanbaiam; e bem v acamara que nada di-
/uiiilo em desabono dos eoslumes de Sebastian Lius,
que pelo contrario declare! ser nina auloridadoeonsti-
luida em minha provincia, nao pedia [ireleiider oi-
fender jom.iisao nnbre depulado rom a dCLlararao
da biispedagem da Sobaslllo Lius na capital da mi-
nha provincia, em lima casa vi/inha ao palacio da
presidencia !
Ha anda nina unir consideraran, o vem a ser
que indo o noble depulado miaba casa no da se-
giiiule Aquello em que aqu ralle! pela primeira ve/
sobre o oslado ile Naluba e Planeo, 6 lialmido a ta-
sa respailo, disse-meque nada linba a uolarno meu
discurso senao nina especie de cunlrailircao ; |ior-
ipiaulu, padindo eu augmento de forca para a nn-
nba provincia, accusra ao mosmo lempo a forra
uella exislenle da perpelraco de mu assa-sinalo
horroroso; Boque Ovo de responder, explicando o
meu peusamento...
O Sr. .s'ii r Albutnierque : Nao fallci desse lac-
lo, porque tivesse de oceupar-ine delle na cmara,
O Sr. Ileiirii/ncu.:... dias depois ralln um
nutro uobre depulado pela minha provincia, a ebe-
gandu-mc cu ao nobre depulado, dis-e-lbo que ia
responder, e sustentar a eiaclidao de ipianlo ovan-
cara peanle a cmara ; entino uobre depulado me
disse o seguiule : a ncho prudeute que nada diga,
porque so lomar mais parle tiesta ili-ro-ilo, se sald-
r mal. u Ora, en que nada receiava a respeilo de
qoalqucr dbale sobre os negocios de minha pro-
vincia ; eu, que romo o nobre depulado nao ignora,
relai.us eiitrelinba rom Sobasliao l.in-, a quein vun
a conheccr pouco anle ilc partir para esla corle, a
quem nunca escrevi, o que uo liieram oulros quo
buje o deprimem. enlendi que o nobre depulado
como que ludia em visla, desatara quo eu hrasse
derrotado ncsla qucslo, prcvalecendo quanlo cx-
peiulia o oulro meu nobre collega, e lomei a del
berarilo de responder a esle, prevalido com carias o
doeuuicnlns que nao havia Iludido a cmara em-
quanlo primeirainenle Irouxera ao seu conbcci-
iiienlo. Ncssa occasio o nobre depulado, creio qoc
prevenido por alguem que inlercssava indis|m-lo
contra njioi, perguniou-inc, e leudo eu dilo que
Sebasliao Lius nupedra em urna casa viiinha ao
palacie da presidencia, live em vistas censura-lo de
qnalipier modo, ou Inorar euntra elle alguma m-
siiniai;,io desfavoravel; respond quo minha iiilen-
rJto Mra mostrar com isso a convicc/io em que esla-
va Sebasliao Luis de sua innocencia, pois quoao
contrario nfo procurarla urna casa, qual a do majas;
Nicolao, eollorada no coraco da cidade, na tt
mais publica da rapilal c vilinbaa da priiueua au-
loridade da provincia. ,
ii Sr. su e .lliuqutrgae Eu soube disso so-
0 Sr."lleiinqni-i : Beni v V. Exc. que quem
.,- inopa crimino^) nao procede como beliasliao
l.in procedeu : o receio de ser visto o observado, o
lemor da captura, dicta sempro e aconsclbo lodo i
desvio ila piibliridadc; a ininha obscrvar,o, p.u-
era inleirainente procedenle, c linba n alcance que
venbo de declarar; e nAu fui impensada, romo inc-
lus reflecl idamente disse em seu discurso o nobre
depulado. Daqui v a cmara a injuslica c deslcal-
deeoin ipil' comigo pruredru o nobre depulado,
procurando, mas feli/nicnlc em vM, desluslrar-ine
com essa SgJjressgO injusta a meu irniao.
Sr. piesidenle, cu nao posto acompauhar o dis-
curso do nobre depulado em cortos Ircchot ; nflo
lenho milicia disse caso do nobre depulado ; ignoro
csses actos ilc gencrosidade de que lano alardeou ;
lo sel d......- deapent, que a cusa (le seu bolsinli.i,
disse elle, (pie li/.era coin a repre-sito de Crimea e
captura de criminosos. Da fbiha publica da minha
provincia,que Iranscrevia osaclns olllriacs do no-
bre depulado, eu vejo mullas a repelidas ordem ex-
pedidas por elle ii Ihetouraria da lanuda mandan-
do pagar despena rom diversos objeclos, o com a
conduecAo de recrulas para a capital da provincia ;
e dus h.ijani.'osioincllidos ao lliesnuro publico pela
inesiua tliosuiaria. vejo (pie esla em trade de or-
den, do uobre depulado, nuexerririo de IK5I a Sol
dis|ioiiilra ellerlivameiilc com o rerrulainenle rs.
I:27la680, restando a pagat 1309230 rs.; c que no
eaercicio crrenle al o moa de abril, cm que o no-
bre depulado deisiira a presidencia, dlspendeu el-
la com o inesiuu objeeto 2:li70,->iSOrs. o (pie ludo
pref.ii a somata total de 7:318*390 r.; enlrelanlo
que pouro* fonm os reinitas furcadus ; e lano as-
sim qucsuhjmln 0 numero delles no primeiro exer-
riciu a 128, romo se v do relalorio da guerra, ape-
nasdous foraui vuluulai'ins e8 engajados. Se olho
para as despejuis serretas leilas pela polica, as que
o uobre depulado dea a entender baver procurado
poupar rom o seu bolsiulio particular...
osr. Sii a .illiin/iicrquc: Nada di-e nene
sentido.
O Sr. Ilriirii/ties : ... cu vejo que do balance
da Ihesousaria da lanuda consta que o nnbre de-
pulado di-peudra seerclainenlo, lloseineslie ad-
dicioual mi exercicio de 1851 52, a qiiaulia de rs.
3IQ)0ui>, o na eiereicio seguiule liKVMKMl rs.; sen-
do o lolal 09.51)000 rs.
Deiturei liimbem do parle case prestigio deque o
uobre depulado nos disse bave cunseguido rodear
OKU nomo j IIO Sel onde itto leve lugar, porque
miles da presidencia da minha provincia o nobre
depulado lienhum cargo publico overeen quo po-
lln Iranrao nu nome lauta importancia.
o Sr. /'ucs Brrelo: Isla he inuilo reavnten-
le para a ili-ciiss.io !
OSr, fittriquenBalourespondondo ao dis-
curso du nobre depulado: se nao era convenicnle,
elle o uo Iroiixesse.
OSr. Sil c llliiiiiiiri/ue: Pude diier o que
qui/.er.
O Sr. l/inrii/iies : Eslou exaininandoo ditrnr-
su do nobre depulado ; eslou gustando dessas full-
ees; mas u ceilu beque na minha provincia lllffo-
ri'iili- a.-a-sinalus, e enlrc ellos 0 de algumas pea-
toas nolnvois, o mesmo autoridades, como live j
occatiao de rererir, liveram lugar na adminislraejin
.lo nnbre depulado; ei.su milito depOO colilla essa
celabcidaile de sen nome, deque o nobre depulado
iodo linio de si Julgou dever proveuir-no logoeni
seu primeiro di-i ui-o.
O.S'r. I'uei lami : Nao disse isso ; falln em
materia da repressno de crimea.
o Sr, Henrtqut: E ueiii eu disse (|ue Irou-
tesse i--o a oulro respailo; mas nasn mesmo oan
seu mime nada ciiu.egnio melborar a iiiiuba pro-
vincia,
i //u um uparle.,
Sao, uaosabirei du circulo do q
o Sr. Pan Brrelo : Podo
na vida privada!
o sr. Heurlqun Deisoosln tarara ao nolwe
depalado ; quaaloa miiii. uo seria jamis capa/ de
orcupar aallunro il i cauaia (um vida privada
de alguem ; IralO de arlos olliciae. ; c eslou em meu
direilo : se lenho locado uesses objeclos que venbo
de referir, he porque o nobre depulado a quem res-
pondo, nilo sei a que proposito, a uu ser milita pial
laucia, c essa vaidadeque o cararlerisa, i...... riles
se oceupou cm seu discurso.
Sr. presideule. nada direi lambeni acerca den
exiilainenlii, que o nobre depulado nos disse ever-
ci'ia-ubre osdisliiiclos cx-presidenles das provin-
cias ,le I'ernamburn e Cear. II nobre depulado
mis declaren em nina ca la que leu dirigida por elle
ao nobre minislro da jusiica, que havia desperlado
ao uosso honrado c nobre collega, oSr. llr. I'r.ni-
citco Antonio Rlbciro, cnlAo presidente de Pernam-
buco, e ao >r. Almeida Rego,.eul , e p.ii-lantn alo nnssn uceupar-
Itacurto do nobre depulado;
le. -endo recoabMldas a lulel-
c xelo pido serv ico detses iio-
cushi aerr ipie o nobre depii-
0 em adiniuislrarn, o ciedles-
n ; iiinguem de tarto vera nhi
e be olllcial.
entrar laiubem
; uo se
c......----i p
lili
Coi
me
declararel ai
ligoncia, dedil
bies cv-presid
lado. ,l|.....a. illlCUlI
-c de qualipier moil
u le do
nns ii
ules
senao evpre-ses bem vivas de un nrgulbncoiulem-
nsdo pelas regras da decencia c corleunia.
o sr. Si r Albuquerqne : Interprete como
lli? parecer- nilnhas palavras.
O Sr. /''/e.t Brrelo : (> desperlar ald quer dl-
ier rominuni'.r. pedir, ou reipi-il.u.
o Sr, fenriqnn Basa Inlerpretejlo be sin-
gular ; e uo ilepoc favoravelnieulo para com o in-
terpretante : lela o discurso do nobre depulado, e
nhi achara o que venbo dediier. O nobre depulado.
Sr. pr,-ii!enli',Vbeiusciiipreilc si. como que scave-
sou a exprimir-te para rom os seus rellegas de urna
maueira ponto conveniente ; assim, ofllcTando a um
olllrn dislinele presidente, disse : o Apruveiln a oc-
ca-io para /n: senlir a V. Exc. que face empregar
luda a (liplumacia, allm de que teja reconhecido o
direilo do cnsul desla provincia rom preferencia no
de Pemambnco para a arrecadacffo das Panndas au-
li.igaila-, ele, a Me limito, Sr. presideule ; he mulla
philaucia ; be umita vaidade !
o Sr. l'nei Brrelo : Esla diKasata be una I
ini-i'i i-i !
OSr. Ilenrii/iies : Miseria be de quem Irouxc |
rsns cnusas para a dinuioBo : cu as eslou analvsan-
llo. I're-ciuilire lainbeul, Sr. presideule. desse- me
Ihoramentos lijilranllro que o nobre depulado no
atseguroo,que havia mandado fa/erem minha i
vincia ; nao sei quaa
camal a que o nobre depuladn nao foi exarlo ; pul-
que os i'iellioramenlos livdraulicos (pie se H/eram
em dous ou Ires engaitos de nanear de minha pro-
vincia foram determinados pelos respectivos dono ;
ellos he que pagaran! a despea; e nao sei tomo o no-
le depulado pean chamar isso asi. Ilcvordade.quc
o uobre depulado, concluida a obra, fui assi-lir i bo-
lada o moagem, o em um delles nos enconlramos ;
a (uve multo em cuidado que seu nome appareees-
se ei......ia lamina de cobre enllocada entrada des-
sas pioprieiladcs ; de sorlc que una das piinicuas
cousas que se via ao pendrar as casas de moagem,
era urna lamina em que se lia o seguiule: o peilo
un aunosle tal, pela engenheirn FusB, na adininis-
Irar.io do presidente Antonio Coelho do Sa c A Ibu-
querque j ms nole a tmara que o engenheiro,
que reconheeia a folien de ludo isso, linba o cuidado
de faier gravar em rima o seu nnine, licandn por bai-
lo o do nnbre depuladn, presidente entilo da pro-
vincia, o que assim mesmo se ia (-(informando ; por-
que parece quo iwuco se (lava dos melboramenlos, c
s o lisongcava a inscripcao do seu nome as Ins
I,iiiniia- em cararlercs amarcllos.
O Sr. I'aes Brrelo : Islo he qoe he miseria.
o Sr. Uenriqui: Se he miseria, o uobre de-
pulado por sua provinria be que a Irouxe para a c-
mara ; e, apezor de miseria, o nubre depulado se vai
incominodanducom ella.
O .si. /Mes Hrrelo : Ora, pelo amor de Dos!
n Sr, llenriqnea : Analysando, pois, cases oc-
ios de que o nobre nubre depulado nos den noticia,
emostrando quo o nnbru depulado -c equivocara,
pastare! agora a acensado feila a meu irmo.
ti nobre depulado, Sr. presideule, di tu que i uo.-
laudo-llie por inforniarao do cadele-coinmandanle
do deslacamcnlo do Naluba, quo Sebasliao Lio
i a capital de Pernambaro ou da Parabiba,
dirigir orden reservadas a meu innao.joii munici-
pal do lermo da rapilal, e como delegado de polica
enenrregadodo expediento della por ausencia do
respectivo ebefe, detei minando a captura do niosino
Lins ;e que, cnlretanlo.teudo viudo esle ii cidade, e
visilado, e sido visitado pelo chafe de polica, que
era meu irmo, segundo una carta que cu aqu ii,
nao se eunipriran as suas dclerminacAcs, lalvez por
csses preconcetos de que desgracadamenle alguus
se deixam posauir da conveniencia de qunesqoer al-
laiifas.
Procurarei, Sr. presideule, conler o juslo rcsenli-
nicnlo e indgnaeo, que em meu espritu uo poda
ileixar de produ/ir Iu infumlada c injusta aecusa-
rAo. c procurarei guardar ludas as conveniencias na
lefe/n de una pessoa que me be In chara, e que
lano me merece. Na caria que aqu Ii nao se falla
uessns visitas deque Irtou o nobre depulad
um espirio prevenida c indisposto podara tirar a
illaco que elle deduzio; a caria ah esl transcrip-
ta em meu primeiru discurso ; da qual declaracao,
da que mullas patanga da capital Isilaram a Sebas-
liao Lilis, lian se segu que o li/esse lanibein o chele
-le polica, a cuja casa eUo foi, como na mesma car-
la mui claramente se diz, queixar-se apenas contra
o- aaeestos eioleneiaa du cadete.
Pei;o a cmara que se reenrde, que n uohrc depu-
ladn nnsii nan tpresentou documento algum pelo
ipial provasse ipie havia dirigido ease reservado a
meu innao.
OSr, /'ce.-' Bamlo : lia do apre-eular.
O Sr. Unifiques Como nao exhibi a mais pe-
quea prava do rccebimenio da mesmo raservado,
., nobre depulado, que arcusava, devia fazc-lo. Ou-
v indo a meu innao a respeilo de semelhanle aecusa-
ein, cu vou lar acamara o que elle me diz em rea-
posta em caria de 23 de agosto prximo lindo.
'( Elle, referindn-sc ao Sr. Sa e Alhiiquerquc, lisio
ii se pejou de avanearnaramara urna falsidade,pois
(i que nunca leve comigo conferencia alguma necr-
ii ca de Sebaslio Lius, c nem a tal respeilo me man-
n don chamar. Indo eu a palacio, depois de haver-
(( Ihe otnciado acerca de Naluba, fallar-lhe sobre a
u baiva do soldado da mmpaiihin lixa, Juo do (oes,
o que elle havia promellido, pcigunloii-mc elle o
o que era aqulln de Naluba ; e Ihe respond que
a nada sabia alcm do que conlinlia o omelo, masque
u en dava seniprc alguma quarentena, pois (pie o
o cadelc da amigo s constituir inimigo.de Sehas-
ligo Lins : disse-me cnlu elle : poreni, o Lins
ii he lun bomem ; e passaiuus a oulro objeclo.
ii Das depois, ou no da seguiule, chega Lins coin
i ns oflltios do delegado de lermo, mostrando a per-
(i tagnleao (pie Lins eslava soll'rcndn pelos exceaMM
i( o violencias contra elle exereidas pelu cadele; se-
ii guma vez Ihe oflirin em dala de 20 de abril, e
ii faro arnmpauhar do proviiuenln do recurso do
.i Flix Lins.
ii Cnnhcrendi) a inclinacau delle a favor du rade-
ii le, e a grande iudispusieo contra Lins, s Ihe pu-
k de dizer em cunversa : e agora oque faro V.
" Bxe. cun esle pruvimcnlu '? Respnndeu-me, c
o nole os termos : na verdade que elle aprsenla
o um papel de liv ranea ; porni as urden, cslo da-
" das.ftgo Ihe fallei mais em negocios do Naluba,
ii aloque no dia 2K, quandnelle vein despedir-sc de
ii uiiin, apenas Ihe pergunlei so aquello negocio de
i Naluba licava assim. e que eu desejava devolver o
i piovimeulo ipie recebi ; eja nos degrnoa da es-
ii cada me responden elle : ainanhiia maiidu-lhe ;
ii c no dia seguiule maiulnii. Nulo (|uc anles de of-
ii firinr-llioeu.ja alia havia receido c respondido
o a otario do cadete, o recoiiunendailo em reei va-
k do ao rhcfe de polica a priso do Lins ; mas nasn
n i.....mu dia sabio o Claudio para a Babia da Trai-1
ii eo, c cu para um inventario nlni da Jarnra, e
a por isso vo ler os odelos ea-a do Claudio, e I i
.i Hcarlo ; ceii nenhuma ordem recebi e nem elle
i m'asro.....ninicou ; e. lano Sebasliao Lius ligo li-
li uha rriino, que, romo lera valo da folln que pu-
k bli.-avn a correspondencia ofncial, elle o presi-
u denle ordenou ao cadete, em resposta a ollicios
a desle, que suspndean a prlso delerminads con-
lia o mesmo Sebaslio, c proseguiste eniilra lelix
o Lius. Na mesma fnlba consta un oflicio delle di-
rigidoa inin ('inrc-pnsla.ein o qual apenas me
ii di/, ipie lien indurado, e que ja havia expedido as
o suas ordens. Quanlo a essa alliancas, votse luin
a -abe ipiem he mais capaz do cnnlrahi-las, oqiicui
ii para pndei estar vivemlo pnlilicnmcnlc lalvczas
ir eunlrabissc !.... o
\*, pois, a cmara ipio meu mano au receben as
ordens de qoe Iratou o uobre depuladn, c que se den
n qiieeu Ibc coiuiniiniquei nqui, o consta de um
mesmo aparte enteeu discurso. Sahiri.....w mesmo
iba da rapilal chetele polica0 0 delegado, e nada
mais natural do que Irem ler ,i cata daquelle as or-
dens que a elle eran dirigidas. V a cantara, que o
nobre depulado leudo dado ordens ao cadelc para a
captura de Sebaslio Lins, ruino criminoso, as sus- |
penden depois por jnlga-lu Innocente ; o por ulli.....
as in-taurou, maudaiido-o perseguir de nuvn : no
que he devido n brbaro assassinalo de que elle foi ^
viclima.
Qao as orden de que n Irala, expedidas a meu
mano como curanognilo da policio un ausencia lio
respectivo chefo, foram tur a casa desle, prova exu-,
bcraiiicmenic o alicatado do mesmo ltele, que vou i
ler : a lllm. Si. Hr. ctale de pulidaDi/ o barba-
rol Manuel Tcrluliuuu Thomaz lleuriipies, que a
bem de seu direilo se Ihe faz inisler (pie V. S. -e dig-
ne declarar pur seu re-peilavel desparhn'sc-V.S. Irans-
millio ao su|i|diianle, na qualidade de ilelcSudu que i
fui rio lermo desla capilal, alguma ordem do S. Exc.
o Sr. presideule desla provincia, Antonio Coelho de
iS.io Albnquerbue, acorra da captura da Sebaslio
I Lins de Araujo. osen lilbo.lelix Lins
npplicanle durante a astada de V. S
Tiaicao, neiibuina urdciii do S, Exc.
respeilo. P. a V. S. as.iin Ihe delira. E. II. Me
Muiinel Tertuliano Tkomai llenriqHei.Qaando
regressei \U coinmissn.qiio melevou a Rabiada Trai-
r.io, por ordem do governo, foi (pie encenlrei nnta
secretaria o ollicio relalivo al prieoea de que (rala u
supplicanle, no qual nan Irausinilli nrdem alguma a
respailo, nina ve/, queoa individuos de que faz men-
ro, schaviam retirado desla capilal para o lermo do
Inga, para ondaroram Iransmitlidasn ordena. Sa
erelana da policia da Parabiba, 22 de agoslo de
1853.CartVo. o
Esl, pois, demoiislrada. Sr. presideule, a injus-
lica du nubro depuladn : esl demonstrado que elle
sieo que o vede, e porlanlo procedem mui regular-
mente.
O Sr. I'uei llarrelo :O chore de policia nao dis-
se ipic-arhou estes olllcio fechados.
O Sr, llenriquet : Tarabea) nao di! o contra-
rio ; he isso inuilo natural ; c como queria o uobre
depulado (pie os achasse '.' aberlos ?...
O Sr. Pan llarrelo : Esl claro : o delegado
os descra ler aborto.
O Sr. llenriquet : He claro para o nobro dc-
pittado, prevenido como se ocha ; o note que se o
achasse abati, uo dira a raigo porque deixoo de
ronuniiuicar a urdeni deraplura ap delegada que
nene casodeverla ler Kiencia della.
') Sr. Pao llarrelo : O que he verdado be,
que o allesladu nada prova.
O Sr. Ileuriques : Para o uobre depulado sei
provalia o cuulrariu dcquaulu cm abono da xcrdatle
c da juslira, podesse mostrar o imprudencia da ac
cusacu feila a meu irmo ; quera 0 uobre depula
duque u ebefe depolicia dissesse: u Recebi o odien
las nios de meu fmulo Puo, ou de meu escravo
Bellrao, c eslava fechado, lanado, etc., etc. t 0ra,
isso he muflo pcqtiiniin....
OSr, I'aes llarrelo : 11 chefo de policia di/,
que nao foram n casa delle.
O Sr. llenriquet : Diga o nobre depuladn o
que Ihe parecer ; o quo he cerlo he, quo quando o
nobre depulado ex-piesidenle do minha provincia
acabou de fallar, oslando gil na pona daquella ban-
cada a r.dlarruui o Sr. roiiselbeiro Sebaslio do Ro-
go, c lalvez lanibein que ruino uobre depulado ines-
mo, ebefe depolicia uasAlagoas, o nobre depulado
nte disse do seu lugar : o he verdado que indo eu
casa du ebefe de policia, a sua senhora me disse :
aqui osl.iualguus ollieios...
O Sr. I'aet lurrelo : tjue maiidou lev ar os of-
licios ao iranio do nubre depulado.
O Sr. llenriquet :.... aqui eslo os ollicios v hi-
los do palacio, u Ao que o uobre depulado respon-
Icu que us mandasse levar au delegado.... *
lina l'az : O quo disse. fui (po a senhora do
chefo do policia dissera que tinlni mandado essesof-
'icius ao inno do nobre depuladn.
) Sr, llenriquet: Nu heevacln ; o nobre de-
pulado disse o (po ou roferi; e netu o nobre depu-
!o, chele de policia das Alagoas, pode eslar ao fado
leslc negocio.
i mu fos: Esta.
O Sr. llenriquet : Pois cu declino de seujui-
i.o : u allesladu que Ii demonstra a cxarlido o a
verdade dequanlo cxpui, o conlra ello uo pmleiu
prevalecer arlos do inemori ..
O Sr. Pon llarrelo : Nao declara lal; faca
me u obsequio do ler u despacho,
" Sr, llrnriquet : Ja o Ii urna vez, o au es
lou dispo.io a servi-lo a esse respeilo ; rasla-me
pouro lcni|Hi, e lenho ainda mullo que dizer
lenho ainda um argumento : o nobre depulado
lisse que as conferencias que Uvera com meu ir
nao, i.....ferencia que s exislirao na iuiaginao di
nobre depul.idu. rnniiniiiiiciira suas visla o ordenn
respeilo de Sebaslio Lins o Flix Lins, cuja captu-
ra linba ordenado, apaur do provinienlo que em
recurso alcancara o ulliinu do juizn de direilo da
respectiva comarca ; mas coran conciliar isso com o
ifiiein que meu mano Ihe dirigi em 96 da abril
dnus dias antea do sua sabida para ala curte, do
qual so euuhece que elle ignorava essas mesillas vis-
las c ordens? Eis o ollicio :
k lllm. o Exin. Sr. lenho a honra do passar ns
ii nios de V. Exc, o ollicio junio do delegado do
o lermo do Inga, acompanhadode oulro do l.-juiz
ii de paz da Iregiiezia de Naluba, quo representara
ii conlra os o\ces-os e violencias, (pie conlra o dilo
ii jui/ de pal o.ua familia, ha coininellido o corn-
il mndale do dcsIacanieulodaquellafreguezHi. Del-
ii ie vero V.Kxc. o trama que so urdir conlra odi-
ii lo jui/. de paz de rcsislencia e lomuda de preso,
" coin o lin, tomante de perseguido com prnressos.
" Delle vera V. Exc. que, no dia 18 do correle,
o desfeebaulo-se contra elle, em orcasiao que ebe-
ii gava a janolla, dnus lirns que felizineule se em-
ii pregiiram as pareda-' o lelbas da casa. Subluel-
ii lu eoiisideracao de V. Exc. a leilura dossobre-
ii dilos cilicios, devendo sement nrresrenlar que
K realmente lem havido seus exceaanada parle da-
ii quellc cnmmaudaulc, puisal lem demitlido ins-
ii pectoree de quarloiro, e nomeadn oiilriH. Do
ii alvarjuiilo conhecer v. pAc.queforajulgadoiu-
ii nocenle Pcliv Lius, lilbn daquelle juiz de paz,pelo
i cri me de que era acensado. Digne-sc V. Eve. pois
.i providenciar como oolender conveniente; e tal-
ci ve/ fusse prudente a mudenca ibupiolle enm-
I. mandanlo por oulrn de cnnlianca ; mas X. Exc.
u resnlvera comn parecer mais ncerlndn.
i. Parabiba ti de abril do 1853.lllm. c. BlUI. Sr.
ii Dr. Anloniu Coelho de Sa o Albuquerque, presi-
k denle da prnviucia. Manoet Tertuliano Tito-
a mas llenriquet. a
Na leilura desle uflirin, que o nobre depulado em
um-aparle no meu seguudn di-cur-n coufessoii haver
recebido, se dedux ovldententente (pie o meu irmo
ignnrava cnmplelanienle o olijec'o dessas conferen-
cias que o uobre depulado nos disse aqui Uvera rom
elle. Se ella, livossein evislidn, o delegado mi enn-
Irariuria em dilu olllciu o pcnsameulu e vislasda
presidencia, o nem dara a esla noticia e informa
; visto que i
, na Rabia d
receben a lal
cao de
qnaes lu
O Sr.
tus que a pri-siilcucia sabia, o sobre os
a j conferenciado,
De que dala he n ofh
Pui Barrel
llenriquet : J
qu
disso ipie
de a-
wegurando
Co de suas
tom pot
uto a oslas.
a exaclid
daquella
ellos fossem ; e posso declarar i I'"" prudenlo o clrcumspecl
i,uara,(piemeu mauodevia eslar ao I
ordens assim. porque as Icaria recebido
que com elle leve conferencias. Qui
cmara nuviu ipic meu mano couletla
do semelhanle asterego ; e a respcil-
[iroprio rbefe de policia declara no despacho, qn
acabe! de ler, (pie ellas foram ler n sua casa, c qu
ah asacbou no seu regre-so da Rabia da Traieao.
<) Sr, I'aet llarrelo : Acbou na secretaria e.scs
ulrins.
O Sr. llenriquet: E onde queria que os achas-
se '!...
O Sr. I'aet llarrelo : O mio do nobrodepu-
lado nao ia a secretaria '.'
o Sr. llenriquet :. A secretaria na Parabiba
be na propria casa da'residencia do ebefe de poli-
cia, c por isso os delegados, quando licam pur au-
sencia do ebefe de polioiaoucarregados do expedien-
te, o do cm sua mesma casa...
O Sr. I'aet llarrelo : No expediente o suhs-
liluem.
O Sr. llenriquet : Eraliora ; mas esse expe-
dienlc hedado niicasa ila mesmo delegado. Eu J
fui, por oceasio da cxccui;ao da lei que creou esse
funecionarios, delegado de policia na capilal da
minha provincia, eservi na ausencia do chefo de
policia cm minha mesma casa ; uo me parecen
prudente ir ii casa alheia, o l oslar em um servico,
que na minha mesma |M>dia desempenhar.
o Sr. Paet llarrelo: Onde dava o expe-
dienlc-.'
a Sr. llenriquet: J disn que na nimba ca-a.
O nobro depulado sabe que os delegado do chefo
de policia lem escrivaes por elle nomeados, o a
cojo cargo esl por lei faxeroexpedieiile da delega-
cia.
o Sr. t'iet Harrelo : Para o expediente au ;
cm loda a parte os delegados vo serrclaria.
ii Sr, llenriquet: I'ara oexpedieols tira : lu-
da Ici. Na minha provincia ja diste que os de-
legados o do cm sua |iropria casa ; nu lia dispu-
so meu irmafl.na qualidade do delegado an-
ido do expediento de policia, eslivesseao rao*
iutencoes do uuhro depulado....
r. Paet Brrelo : Elle nu falln nislo.
. llenriquet : Ora, so falln ; lein o seu
-e convencer; o mellior be o nobre do-
ai-mecunliiuiar ; rogo-Iba que mo nao
, a hora esl a dar, e lenho ainda de 'li-
es llarrelo: *- G
Boque se disse.
IIMIII
mas referiudu
cv.li Li-
no .
II !
blil.
(Ira
carreo,
loda- i
O Si
o sr
(liscursn. c
pillado dei
jnlerromp;
zer mullo.
O Sr. /'.
cxaclamcii
o Sr. llenriquet : Eu lenho referid
mente o que se date ; son lo incapaz cuino n nu-
bre depulado do fazero centrarlo TBM, ia dizendu,
se meu inanneslivessean fado das intensos do no-
bre depulado, uo misara rouleslar pur esse olllcio
u poiisaiueulu dn governo; enlrelanlo esse ollicio
he nina conleslacau formal de ludo ipianlo se disse
occorrora nossas eoiiferencas.
Tenho, porlanlo, apreseuladoa cssa, docuinenlos
dos quucs ronsla (pie meu irmo uo rerebou essa
ordena reservadas que o nobro depulado deca-
ron liiiham sidu expedidas pama captura do Sebas-
tin Lins.
O Sr. Sa e .lllmqiierque : Receben nao so em
nOirin, rumo em eouleroncia.
O Sr. llenriquet: Meu mono o o ebefe de po-
licia o couleslam ; e n nobro depulado nao preza
mais a verdade do que qiialqucrileilcs.
Seubuios, so meu mano quizesse prolegcr nesse
negocio a Sebasliao Lins, relacionado como he na
Parabiba, e no exercicio da delegacia e cncarregadu
miel ni.menle do expediente da policia, mo Ihe fal-
laran! raeio o recursos para realisa-lo sera compro-
molliinenlo de sua rcpulaco, Irausgredindo os seus
devores: uo conseuliria, se houvesse recebido as
ordeus do uobre depulado para a captura de Sebas-
liao l.in-, que esle eslivesso de publico ua capilal, e
que fossesua mesma casa acompauhado deoutrein,
qual o major Nicolao, como conla da caria que a-
!ui ti desse major, quiexar-se do eommandante do
csiacameiilu : elle o preveniria de alguro modo.
Fdro misler.Sr. presldenle.ter emniui poucacon-
la o -i-iiiijiici.lt, du dever c da dignidade, e essa re-
pnlaro, i|uc Io naliirabncnle lodos aprerianios,
para un empregado enllocado naquella posi^ijo abu-
sar lo notavelmenle de suatallribuicocs, o da con-
danca do governo '
De mais, meu mano serve desdo limito, e (em e\cr
cido diuerenles funcefics publica-; em 1812 fui no-
meado promotor publico da romaica da capilal pe-
lo Sr. desembargado!' Pedro Rodrigues Peruandes
Chaves. Servio coin esse seiibor, com oSr. Jardiin,
como Sr. Noves, como Sr. Franco de Si ecoiu oSr.
Caruuiro da Campos,
Ora, leudo sorvidocoiu lautos presidentes, o pre-
sidentes de pul ilica dillercnles e mesmoopposta, bem
v a cmara que mou irmo nao quererla uoduar
hojo lima repulaco assim adquirida, occullnudo ou
.lo ciiinpi iuilu ordeu a respeilo de Sabastiao Lius,
liomcm sem po.ico vanlajosa esein inlluencia nula-
vol na provincia.
OSr. I'aet Brrelo :Ha pouco lemnodiiia que
era urna influencia.
O .Sr. llenriquet: Ku Ihe explico dizendu,
que era elle influencia em Naluba, mas nSu bonieiu
uolavel por posicao, familia ou forluna. Depois,
mou mano foi Horneado cm 1849 juiz municipal o
orphos do lermo da capilal ; servio com o Sr. de- .
senibargador Joau Antonio de Vasconcellos, que n
nomeou delegado de policia do mesmo lermo ; ser-
vio com o Sr. coronel Amoriin Bezerra ; servio com
o mesmo Sr. Nev ; c servio finalmenlo com o no-
bro depuladn pnr Pernambuco, ba pouco exonerado
da presidencia da minha provincia ; de lodos esses
presidente merecen o inaior conceito, a manir esti-
ma ; como, pois, boje se pretende denegrir de seme-
lhanle maueira a sus replalo 7 !
Aindamis: o uobre depulado se recordara que
em agu-iu dn .nu passado ordenou que meu irmo,
na qualidade de juiz municipal, se dirigase aos en-
geulius Tab o Aliiav, alim de fazer capturar guar-
das-cnslas que conslva exialirem nesses don enge-
iiliu-, protegidos pelos respeclivos donos. O pri-
meiru de-e- engolillo- pciieuce ao coronel Kstevu
Cnvaleanli de Albuquerque, |iessoa muilo conheci-
da, o dislineln por sua familia, pela sua fortuna e
pela posieo social ; o segundo lie do leneule-curu-
nel .Manuel FlorentinoCarnciru da Ciinha, iriiiu
do no-so ox-rollega o Sr. Joaquira Manoel Carueiru
da i'o uli,i, c pessoa imporlanlc lambem pnr sua fa-
milia, porsua Turbina e posicao social, |iui- quo a
esse lempo era elle um dos vice-presideule da pro-
vincia.
Enlrelanlo incii irmo uo Irepiduu em -ali-fa/ei
aos seus deveros o curaprir as ordeus da presidencia
expedidas pein uobre depulado ; nao recuou anle
(pialquer cumpromolliinenlo que llalli podesse re-
sullar-lhe ; nu allendeu proxiraidade da eleicau
geral, em que ou me aprcseiitava como candidato;
e iimo podia deixar de interessar-se, c desojar elle
muilo a ininha rceloicto ; foi a oases dou engenhos,
ellcluou pii-ne- e deu completo deseinpenhoiis or-
deus du nobro depulado, que o louvou por isso ; o
al julgou convenientes e acertada as medidas por
ello proposlas ; convindo notar-so quo (libamos
relacoes de amiade cura o ultimo daquelle proprie-
larios.
Ora, scir.cu innao em agoslo prximo passado,
as proximidades de una cleuu geral em que cu
me aprerentava cuino candidato, procedeu assim, s
se deixou guiar |>elo nobre seniiincnto de sua dig-
nidade e dever, como ser presumivel, como sera
crivel que depois do feila a elcicau, e em abril denlo
auno, livesse ello um procedioicnlo diverso, e para
com um cidado collocadu em circumslancias mui-
lo menos favoraveis c lisougeiras'.'!
O Sr. I'aet llarrelo : He muilo louvavcl de-
fender a seu irmo, mas esle argumenlo nan prova
nada.
O Sr. llenriquet: Para mim prova muilo; e
si a prevcncilo do nubre depulado o leva a doseu-
nhecer a sua forca.
Eu vou ler, Sr. presidente, o oflicio pelo qual o
uobre depulado agradeceu e louvou araeu inno n
coinplclo desenipcnho da commissao meliudrosa de
que o encarregou.
o leudo prsenlo o olllcio de Vote, datado de bo-
je, cm que me communica o resultado da commissao
que Ihe fui incumbida, de pimeai e punir os au-
tores dn altcnlado dn lirnda do poder da escolla du
preso que (evc lugar, prximo ao eugcnbu Tab,
disiente da Taquara ; assim enrao de prender os cri-
minosos o guardas-cosas que exislissem no dous en-
genhos Tab e Aln.iv ; c intoirado de quanlo rae t:v-
poe, lenli a louvn-o pelo bom desciupenhodaquel-
la conunisso.
(( Passo a lomar em consideraco as medidas que
me tambre, de cullocar (oda a forca do destacamen-
to cm um ponto central, donde posta vilsiar e vare-
jar oslugares.queos criminosos coslumam frequen-
lar.
ti Dos guarde a Vine. Palacio do governo da Pa-
rabiba 17 de agoslo de 1852. Antonio Coelhode
S e Albuquerque. Sr. juiz municipal do tcrinu
desla cidade. .
No exercicio das funcres de delegado meu maiiu.
se ha comluzido da maueira constante do allestado
do ebefe de policia que vou ler : a Atiesto que u Sr.
Dr. Manoel Tertuliano Thomaz Ileuriques, delega-
do do lermo desla ridade, lora deterapenhado cora
iulctligoncia e probidade a luncce- inherentes ao
mesmo cargo.
k"Serrclaria da policia da provincia, om I8~.de
levereirodc I8VI. Claudio Manoel de Cat-
iro, a
Como juiz municipal e orphos, meu mano ha
servido, rumo prova o allestadoquo voo ler ; e no-
le-se, que esses dous alleslodo foram dados rnuiln
anteriormente a esta discussao, o os lirei porcerli-
duquc aqui esl da secretaria da jusiica, mide es-
lo iuslruiudu a pelicao que meu mano dirigi ao
governo imperial para sua recunduceo. Diz o al-
leslado : a Bazilio Qiiaresraa I'orrcaU Jnior, juiz
de direilo do chine da primeiras comarca da Parahi-
ha du Norlc, por Sua Magostarle Imperial e Coilali-
lucioual, o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde. At-
leslo.que o aupplicanlc no desempenho de uas fun-
cos do juiz municipal e de orphos do termo desla
idado, lem cuniprido'com muila honradez e miel -
liaencia as fiiuccocs inherentes ao seu cargo ; o que
a esta inlelligencia unida una longa pratica de jul-
gar se tem tornado ptimo Ipil, Cidade da Para-
biba II do feverciro de 1853. Bazilio Oaaret-
ma Toireilo. n
Ora, um magistrado qoo procede assim, que ser-
ve cora dillerenles adminislracoes. o serve sempre
nem, com dediraeo, zelu c probidade, como iria
boje iiihIii ii --o, i ni orrendii no defeilo, cnllainlu ni'.-
sas alliancas illicilas que o nobre depulado, roedin-
do por si a meu mano, leve o arrojo de irrogar-
Iho :.....
O Sr. I'aet Brrelo :O arrojo ? lio boa! o
que enfeude por arrojo ?
I) Sr. llenriquet:Sim, arrojo, digo bem ; o
lalvez devesse dizer mais ; foi o arrojo, nu retiro ;
a rcpulaco, a honra de um individuo, de um em-
pregailo publico, he un bem muilo precioso ; o
nubre depulado uo linha, nem lem o direilo do a
denegrir nesta casa sem quoexhibisse urna s |iro-
va.....
o Sr. Su c Albuquerque: Sao fui cu, foi a
verdade, eu coulei o faci real.
Sr. llenriquet: A verdado visla pelo prisma
do despeilo o da paixAo ; eu lenho documento.
para mostrar-lho quo o uobre depulado, alin de
iiiexsclu nesse ponto, como fca provado, o foi em
ludo o mais ; fui inexacto quanlo a historia do as-
sasainlo de Sebaslio Lin.; foi inexacto quanlo a
Piancn : foi inexacto quanlo ao chefe do policia ;
foi 'nevado em ludo !
Sr. presidente, lenho ainda documentos cm abo-
no da i epulacu do meu mano, do seu zolo, dedica-
e-iu e nleircza nu-ervicu publicu.
O juiz de direilo da comarca da capital da minha
provincia, procedeu em maio prximo lido n cor-
reicilo, e nenhuiu provimenlodeu quo desfavoravel
sejaao juiz municipal o delegado de que trato; ne-
nhuma alleracao sollrram asdecisocs o despacho
desle.
Tenho aqui corlidoes dos (res o-crivao do foro da
rapilal, c vou lelas :
Osescrivos dcalo julio certifiquen! ao p desla
e dos aulo, livros c protocolo que foram submol- .
lidos correicoque lndou no dia G do correle,
consla algum provsmeolo, eatranliando ou roprovan-
do algum tejo ou despacho desle juizo. t.uiupram.
I'aialiiha 1:1 do maio do 1853. Tertuliana llen-
lii/uet. Eu. cscrivoabaixo assinado, roriiro
provimcnlo bouve em auto, livros ou
, que
prolorolos,eslranhaiiduodespachos dosle jui/n. II
referido he verdade. Parabiba 11 de niaiu .le 1891.
O escrivao, Antonio llenriquet de Almeida.Cea>
tilico que peto rncu cartorio, nenbuin provimenln
houvo em correico conlra o llr. juiz municipal cm
raido doscucmi reg, nem em livros, nem em m
los. Parabiba 14 do iniiiu de 1853. Em fe du
verdade, Joif Jeronymo lludriuue- l lunei.
J MITII ARO L


linos do ola de me catlorio protocolo das aooi-
enca)e procesaos quo faram submellidos ej
rao, ha lauco Iluda, e DO mesmo dos anleric
consta ler havldo provimenlo algum cenlri
juii municipal gano*! TerWll.oo ^'T" '%r
riques. Farahiba do Noria 1* < malo de 18*1.
de verdade, Manod Ze/irlno arda d.
Sr. presidente, lenho spresenlado i rasjf proco
merdoso raines pelas quaes nn populado n
denlo easa accusae.ao mjusla dojib documentos
quem mo referi lenho palo* aunara vio que
que i ilcslroom o aniquilan, de que Iralou o
mea irinGu nlo rcccbcu^iiir .I rpita I no mes-
nobre depulado, qiu>rfconimisso o diere de po-
mo da em quo paclsa desle, quo a encontrn em
liria, fui ella le-iiobro depulado nenhunia prava
ana tiecrelarysiia palavrs nao podo ser mals vallo
aprese!
ionios de autoridades o sobro malcr.
se que o nobre depulado fura inc
dos negocios de Naluba o assaasinalo di
rio
til
IS,
ebasliao I .mi- ; c vou provn-l
O nobre depulado disse que adiando-so
oiilubrodo anuo passado no engolillo Taboras, onde
tinlia Ido assislir o csses melboraineiilos hidru-
licos que conlr* a verdado dos Tactos elle nos disse
que mandara fazer, alai llie appareccu o alfares As-
sumpedo, aeuro de Jos Scveriuo da Slvcira Cala-
fange, de Naluba ; quo esse airares Ihe dissera que
ja cslavam descoberlos scus assassinos, mas quo nao
poda persegui-losiiorqueeran protegidos pelos po-
i entallas do logar ; que o nobre depulado ruslou a
acreditar islo, nas qno lal Toi o rcenlo de convie-
rto rom que o allercs Iho ralln, que nao pdde de-
ar de persuadir-so que elle lallava a linuuagom da
verdadc;emseRUiido lugar, que llio rra apresen-
lado um passaporle dado por Sebasliao l.ins, c re-
conherido. Ora. analysemos eslas roioes : prmci-
raincnle a conviceSo he um acto de nossas facilida-
des inlellecluics, urna dclcrmitinoiio de nossu es-
pirilo, um-aclo merainenle interno he o resultado
de nossos juizos, do nossos raciocinios, que nos leva
a compenelrarmos da eiaclidto 011 verdade de una
dea, do um principio. Ora, da forra dessa convie-
rto m pido conhecer o principio o individuo que
esses raciocinios faz ; o como lie que o nobre depu-
lado |>ddo conhecer da ccnvIcrAo em que poda es-
lar o alleres Assunipoao a respeilo de ser Sebasliao
' l.ins o mandante da tentativa do (en assassnalo 1
He para niim objedo singular.
O segundo argumento que aprcsenlou o nobre
depulado fui um passaporle rccuiilici-ido. Sr. pr-
ndenle, eu duvido muilo da veracidade desee pasea-
porte ; nao quero can) islo coulrariar o nobre de-
pulado, islo he, mo quero dizer quonao Ihe Tossc
apreteulado algum papel, que elle qualitirasse pas-
saimrtc ; mas duvido, eonlcslo que Sebasliao l.ins
o desse.
n Sr. Patt llarrelo : Cm que rondamenlo
oolllesls ;
O Sr. Ilenriques: Sebasliao l.ins de Araujo
era houicni utllie csagaz, c na-1 poda ignorar que a
nossa legislarlo dis|iensa passaportcs aos lrasi-
leiros; alm disto, se disse que o mandatario segua
para l.imoero em procura de sua mil por I i ou I i
minos. Em priinciro lugar, no l.imoeiio morn
Sebasliao l.ins, e la lem prenlos o amigos e per-
ianto una reromiucndacdo sua era suflicicntc pro-
leocao desse individuo ; depois, a circumslancia
dos laes 1-2 ou II anuos muilo depoc contra a ve-
racidade do rarlo.
Ain l.i ni .i-.
Sebasliao l.ins de Araujo era 3.'supplenle do
subdelegado, e poda ligurando-se cin ejercicio dar
o passaporle, que ncasc caso so toniova legalssinio.
O noliro depulado devia lambein considerar que
i-,o GaTalaogelieinimigoflgadal de Sebasliao l.ins;
o lano assim quo um scu lilho, segundo o depoi-
mciitu quo Indio aqu de duas Icslemunhas, eslava
na emboscada em que aquello l.ins ro assassinado,
a que poda ser Mugida a letra de Sebastian l.ins, c
ral... o recoiiliccimenlo. O uohro depulado sabe
que, como disse, nao linha relacoes com esse ho-
incm acamaraouvio que niio Iralej do sua mora-
lidad*, mas dovia ronceitua-lo bem, pois que alm
demoliendo :!.' supplenle do subdelegado de N
tuba pelo cx-prcsdenle o Sr. Ilr. Jno Antonio de
Vusciiiicollos, cidadao muilo escrupuloso c muilo
probo, lo elle elcilo I.- juiz de paz da n-cgiiczm, o
que denota conecilo c estima publica.
(i Sr. Presidente: Eu devo observar no Sr.
depulado quo os Ircs quarlof destinados pina os ne-
gocios da Parahiha estao terminados.
O Sr. Ilanriques Eu vou acabar.
O Sr. Ilenriques: Ora, o nobre depulado nos
disse quo o cadetecominaiidante do destacamento,
lauto ronhecifa energa o vigor com que O nobr*
depulado proeairar.i puni-lo, se niio ruinprissc exac-
tamente as -ii.is o.leus, queseguio a Sebastian l.ins
al ao Ingii. lio o que, Sr. presidente, nao est de
arcordo rom os relos os documentos que lenho
prnvam o contrario ;e, ou o nobre depulado nocx-
pedio cssas ordena em que lallou, ou o cadete nao
le/ caso .lidias. A captura de Sebasliao Lins, se-
gundo o nobre depulado nos disse no sen discurso,
roi determinada em oulubro, c depi
com o alfares Assuni|u;ao ; porm .-
do inesin.i anuo o nebro depulado
sidenle da mesa parochial da Trege
arla da.elcii.-ao primaria dessa fre
comparecen como cleiior. para org
sa, Sebasliao l.ins de Araaip. Aqi
que Irouxc da secretaria da camar
______usmmm
' --eslacionada, cujas oceurron-
lados pela forca^ v s_
cas paseo a*^,,, ,,, n0 quar|ci Ha povoa-
AcliatuK; no.l
l.ins, que os ditos
OUlor em sua easa. Api
ila rliegada do allercs llrlari
naipiollu povoacao, c queja
ordens do govorno ( que en
Carvalho), o dito alteres di
ilmigol do refei ule Tinado I
vadir-se i.r descuido di
x
Ii
lio logo se propalou pelos niniig
sos se linhan uto
nin panel.)
Tem
is da entrevista
'.lile nexenil.ro
ceben do pre-
da de .Nadilla a
peda, na qual
nisacfo da <--
i est essa acta
i. i /Honrando
Sebasliao 1.1
i.ii,
II10S, pul:
Naluba em pie
cadele que ah eslava nao o capii
as ordens do nobre depulado ; -
para notar le/ pouco caso desso
nobre depulado nos disse que ce
seu lime em materia de punidle,
he um crime Anda mais, seuli
apiiareccu en
ie-ii primaria, i
u, nao rumpri.
ique he mal
ligio, de que i
rcar (
le crime*; e issi
K de do-
ise
zembro do auno passado o nobre depulado rocclit-i
do scrrelario do collegio cleiloral do I ngii a aulhcii
Mea da respe, ina eleieao. Helia se x# que Sebas
li.lo l.ins do Araujo roniparcceu ah como el.-ifiii .1
Naluba. Aqui est a aullienlica, adiase na sccrc
laria da cmara ; e como he quo poderemos con
ciliar com esses relos o que nos disse o nobre ilepu
lado 1 Onde csso vigor nuco nobre depulado vei.
aqu ostentar, quaudo Sebasliao l.ins em novembr.
c dezemliro eslava em pleno dia, nao s oni N'alu
ha, como em Ingii '! (aiiirilie o nobre depulado es
las cousas: explique essa runlrailii-rao Se o no
bre depulado fiaba expedido ordens para a prisi
de Sebasliao l.ins, qual era osen devrr saliendoqui
elle depois da expedico dessa ordens ainda eslavt
sollo I Nao era punir iiiinicdiatauente o cadele '
Mas o nobre depulado nao o roa; ceomo onlao no-
diz que ieiei in oque exaelamento se passou i! Os
relos provara o contrario.
" Sr, S e Mbuquerqnc:De que dala Turara a
lunillas ni den. ?
O ir. llenrquet:\. Exr. disse que de oulu
bro, e islo consta do sen discurso...
O Sr. S e .llbuquerque : Nao disse islo, ni
l.illei em oulubro.
(' 4tr. llenrique :-() nobre depulado disseqoe
a 1K de mil i.l.i o do anuo passado se arhava no rugo
niio I 'alinea.....de linli.i ido a.sislir aos melboramen
lo, hidraulirii, eque ah compareieu o alleie. \.
Miinpi;ao, que ileilariiu que cslavam rnnliei id... -en
assassinos, porm que ralo era poraivel persegui-los
porque erara jirolcgdos pelos polontados do lugar, e
quo aln expedir ordens i
captura de Seliastio
o Si: Si e Mbuquerqne :Para o lilho de Sebas-
liao Luis.
n Sr. Ilenriqun :Nao, o nobredcpulado Tallou
de bebasliao l.ins romo inciirso em crinio de morle,
consta islo do seu discurso; entretanto cm novem-
bro c dezembro Sebasliao l.ins andava cm pleno dia
por Naluba e luga, comparece e Tiincciona romo
cleilm, c o cadete quo se ada presente nao o pren-
de O nobre deputado mesnio depois o miga, in-
nocenle por lolormacao do cadete e por ultimo
muda de resolurao, qualilica-o de criminoso ucrse-
aue^) mililaiineiito, e elle acaba virlima do tan-
tas imprudencias c excessos Como conciliar catas
rousas?
Sr. presidriile, pela declataco que V. Exr. me
rtadequcesl.iv:.....eiininados os tres quartosde hu-
ra, l nili- corlado o fio do meu discurso, deiun-
ilo de ler alguiis documentos que Irouxe para i-.i-
ienlear coinj.i-ia c di ideiilnmcnle n case a iue"'--
tidSo do bstorjeo que O nobre deputado Tez a
peilo de Seliaslio l.ins e keuataassinali) ; lerei
reo um ollii-io do delegado do Inga, dirigid.,
eliefcde polica dn miiilia provincia, a respeilo desse
Taclo. Esleofiicio he de 3S de unho ultimo. Kola
V. Exr. que Sebasliao l.ins fui assassinado, c o che-
Te de polica, pai a ler uToii. .eilo desse
llenlado. como corada d certidea e copias que
aqu Iciihn, t.n preciso pedi-Is ao cheTe do poli-
l'eiiainbiico, porquo o coinmandante di
rae-
pe.
desiaeamonlo iiegnu-se presla-las no delegado doj iercceu iempre oonOanca do nobre depoladi
"pi" por pioposla sua araba de ser cuulirmade pe
tres das
i Correa da Silva
eslava de p c das
Jo a linha o cadete
iii.io.. dadas cornos
un no da ItS.le uni
.. mandu-llie cercar a easa sob pretexto do pren-
' der os individuos que so lluham evadido da pri-
sao, e eslevo a casa cercada ale o dia segulnlc |ie-
ic las (i luirs da manilla, e au achaiido-se all a-
ii quedes indviduos.prcndcraina um lilho domen-
ii cionado Lins, do nomo Sabino, sera crime algum,
o duc Toi condolido pela escolta o entregue ao mes-
ii rao alfares Bclarmino c uo dia seguinlo, depois
o do mcio-da, locando-sc a reunir, sabio urna pa-
o Irullia compnsl.1 dos inimigos daijucllo liado,
.i nldadoa do corpo flxo o dos do polica, do erdem
.. do dito alfares, a postarem-se em piquetes na Scr-
ii ra-Verde, lugar denominado Campestre, dirigido
a pelo parlicular Antonio Bernardo de Souza, pos-
e lando-sea tropa soldada pela eslrada, co demais
o nenie pelo malo; depois do que, locando all um
a c.cravo do refaido l.ins, fai logo preso c consc-
ii rtilamente cabio nos piquetes ou emboscadas o
llnado Lins, e igualmente um Manuel Clmelo
ii quo ahi se ada recluso na prisao ; oslo fa logo
n preso, o aquello vollaudu a toda rodea a escapar
.. das raaos dos scus inimigos, lev ou tres tiros das
o emboscadas, i que /i:e.e a menor OttpotifUo
ii a sen> aggreaom ; estes o seguirn! gritando
a morra o Caboclo, clogo adianlc rabio oinfelii
do enalto em que la motilado, eji baleado levan
ii la-sc, e procura escondei-so ; mas scus inimigo
n chegando-se a elle, o acabaran! de malar a Taca-
i. das, baioneladas e tiros, e islo ja na provincia di
i. l'ernanihuio, no lugar sTolO-Bodo, do Icrino di
ii l.imoeiro, o nesle i-oullrto aiipareceainihius sol-
o dados faridos lev cmeiile.
I De-so lugar sondo rondu/do o cadver pan
o aquella povoacao da Barra, o depoflO no quartcl
i< no dia -!u do incsniu nicz fai fala a visloi ia com
ii assistencia do alfares a os peritos, que itci.rmmi
ii de. tambar t dmmtr odoa o/rtmeit/o que
i. linha ii cadver, por niio rom-ir o dito alfere
a Sao eslas as InformaCSe*. mais niinuriosas o exac
i. las que pude colher de pessoa* ldedignas daquel
( le lugar, pois que do alfares roinuiandanlu di
,i deslacamciilo so pudo ublcr a inTiirinarao qm
ii junto remello, por Ihe ter exigido oflleialmenle
ii urna vez que ralo me quii apparecer na casado
< unidla residencia aili .... llana.
II OqilC tildo l--w a.ieonl........-uln de V. S. CM
.i cnmprlmenb) de meu dever. Dos guardo a V
S. minios i.....os. Delegada da villa do Ingi -22 d
jiiiihn de 1833. Illm. Sr. I)r. Claudio .Manuel il
IJistro, diim chcJc de policio da provincia dal'a
rahiba. Joo de Mello AStltio, delegado sup
pente.
Ilaqut se tnaniTesla, Sr. presidente, que nao se dci
essa opposirao e resisleneia por parle de Si-haslia
Luisa Tria publica que o assassinou. Daquls
maniletla a inicua ex.icliilio e verdade de quaul-
eu i-xpuz i cmara sobro csso lerrvel acoiileeiineu
lo; epara que acamara se convena completa.
perfailaminte lerei anda um oulro offlcio.do .pial
se evidencia que o proprio actual vce-prosiilenli
reronhece a cxa.-lid.io do nobre depulado a os.o re.
peilo pela conviceno cm que est, e ordens expedi-
das de conforinid-iilc rom ellas, de que lal resisten-
cia fai toda imaginaria.
Vou ler un documento que o prava.
a N.tyt!. Illm. eKvm. Sr. lleleriiiinan.h
.. V. Exr. por sen offlelo de honleni datado qui
.. soja instaurado pelo delegado do terrn de Inga o
.. nroceoo pela morle do Infali Sebasliao Lio- de
Araujo, reconlioce v.Exe. Hilo Urhaetdaml*
.. leneia que nbrigatJM a e-iolla a tirar-lhc a exis-
.. leticia; existo como un pdenle V. Exc. existe n
.. corpo de delicio falto no cadver do Infalii l.ins,
.. o sendo essa peca de bastante iinpoi lancia no pro-
.. COBO, peco a V. Exr. que me seja entregue para
.. enviar ao delega.....
n Heos guarde a V. Exc. Secrelari.i da polica da
e Parahlba 2\ dejulhu do 1833..Illm.o Eim.
.i Sr. lir. Flavio Clonii.......n Ja Silva Freir, vlee-
. presidente da provincia. Ochofo de indicia.
.i Claudio Manoetdt Catiro.
Bases documenlosque acabo de ler eslao aulheii-
lica.los pelo amanuense da secretaria do ebefa de
policio, econihinancxaclamenlccomodepoimenlo
de duas tc-leiniinlias. que Tor.-i.n chamadas a jurar
nacapilalda luinlia provincia pela viuva dn lllfalil
Sebasliao l.ins de Araujo, a qual viudo traanle
vingar pela jmliea a morte de aeu infali/. marido,
araboii na cid:.....victima da tebreai.iarella.
Nos,hus dcpoimenlosdequc Talto.se declara-quo
Sebastian l.in- ueiihuina resisleneia Te/, eque ape-
nas vira osen pagem preso pelo desiaeamonlo, vol-
tura as rodeas ni ravallo o disparara a correr, e des-
ca rcl-ar.lnl-llie enlao qualro (iros que o iiialaram ;
e p .ra que :, ras, se convence de que ludo s-o bii
um iiaina do cadele, cu aprsenlo o proprio original
de nina ordein que elle dirigi ao inspector.....piar-
leirao, datada da 3/1 de malo, i quaudo linha sido
assassinado Sebasliao Lins, e ello eslava ilemilli.hi
(loe.....mando:
.i Illm. Sr. Nesla dala rlirito ueste ponto, com
ordem do L-overni. para prender 0119 criminosos
.i queaquisoacham lugilivosda llana de N.ilulia;
o ordeno, porlanln, a Vine, se me aprsenle jii.alii.i
de .Icscmpenhar as ordens do mesnio Exm. Sr.,
ii I cazn.lo consigo luda a l.uc armada do seu
.. quarleirao.
o lieosgnarde a Vine, llana de llodoconenit de
o malo d 1833. Illm. Sr. Jus Marlins, Inspector
.. tiesta barra.francisco iieni.-io deCarcalho,
n primeiro cadele, caminan.hule da loiea...
Sr. preside....., O nobre depulado conlesloii-nie
Inda sobre o que ou di.se a respeilo de Plane....
OSr. Prndenle: Ja o.nolue depulado lera
Iransposlo um quarlo de hora alm do lempo que a
niara- Ihe conceden para os negocios de que se lem
ciipado, o por iss......
OSr. Ilemiques: l'erdoc-nie V. Esc., ddhe-
tcontinuar por maUalgun minutos, que breve
alm o que leiilio a dizer.
O Sr. Presdeme: Nao poseo petmitlir ao no-
bre depulado que continuo wminrraetaodo regi-
ment,
O Sr. Ilemiques : Porque V. Exc. nao ejerce
para comign a ine-ma lolerancia e generosidado que
lera ti.lo para cora uniros?
i> Sr. Presdeme: Nao possn rasgar oregi-
enlodacasa.
(' Sr. Ih-nriqnes: Penle-me V. Evc...
binacio com as autoridades das provindasdo Cca-
- r e Vernamburo que cotilinam com aquello ler-
mo, o que icliu sor de summo iulcrcsse i causa
u publica, c mesmo que o destacamento de Pianc
nao deve estar all sein muvmiento, e siniem dl-
(( ligencias sobro os mesmos criminosos.
ii Nao vilo os otlldos dos nspeclores a que se re-
ii ((reO mesmo delegado, |>orquc ntlaarompanha-
a ram, e s sim o do lenle commandanto do des-
ii tacamenlo do Pianc, em que Tai ver uto ler ar-
n mmenlo e munic/ao alguina, sendo eonvenieulo
que V. Et. mande indagar que Om levramos ar-
maso municAesque acorapanharsm ao majar An-
ii Ionio do Dos e Cosa, quaudo para all segaio e
n eslava estacionado. Aguardo as ordens de V. Ex.
n Doos guarde aV.Ex. Secretara da policio da
ii Parahiha, ti de julho de 183:1. Illm. c Exm.
o Sr. l'laiio Clenientino da Silva Freir, viec-prc-
u sidenle da Parahiha.O cLcfa de polica, Clau-
a dio Miinnet de Castro.
V por tanto a cmara que ou profar urna exac-
lidi.i quaudo avaneci ncsla casa que nao hava em
^
licoos, que cr
vidas dos cda
dados estavar
nenio ao baca
orque nao lomo Icli:
ministro dos 01
marque da e lio
imposta do co
i dia de boje n un
Planeo ncm armamento, uem n
all gcral o susto co terror, eque
dudaos prestantes, dasproprias au
expostas a ser sacrificadas a cada
litarle de humeas perversos !...
Sr. presidente observa novainento ao orad,
que jai passou muilo da hora, que ha materias in
porlanles a tratar, e que nao pode continuar.
t Sr. Ilemiques : Obodoeo a V. Ex. Tinha
anda muilo a dizer; linha de entrar na analvse
dessas alliancas deque trata o nobre depulado ; li-
nha do apresenlar Tartos nfllciacs scus em opposirao
as leis ; linha de diier anda algiima colisa sobre o
ebefa de polica ; mas son obligado a obedecer a V.
Ex. Se esse nobro depulado me aguredir aind
correrei a fallas publicas,
monte esta diseaste.
lio lulo um olli.-io do Si
eslrangelros pedindo que si
ra apresenlar n cmara un
OSr. Presidente design;
ra da larde.
O Sr. Si e Mlmquerqii
digne ooiiccder-lhe urgencia para no espaco que me
deia at i cltcgadn do Sr. niiiiistro. poder elle res-
ponder ao nobre depulado o Sr. Ilenriquos.
Consultada acamara, annue ao pedido doSr.dc-
pul.ulo.
ti Sr. Presdeme: Tem a palavra o Sr. Su c
Alliiiqucrquc. Devo obsenar-lhc que s pode Tallar
at a urna llora.
ti Sr. S e .llbuquerque : Sr. presidente,
quaudo pe., primeira >.-/. eu Uve i honra de fallar
ncsla casa, era lii-ui fali/. a mulla posirno. Sendo
ainda administrador da provincia da Parahiha do
Norte, eu Uve afortuna de poder comeear o meu
discurso declarando que uto era iii-iiba intoiicao
defender n mil.lia adininislracao, porquo ella nao
havia sido acensada ; cu Uve entaa sonienlo de ex-
plicar rerlos relos que haviam sido landos ao cu-
iilieciuieiilo d.i casa de una ra.....-ira lenebrosa c
pouco exacta por um nobre d*|.......I" rapresenta.....
daquella provincia ; esse nobre deputado havia co-
migo ealguua de scus collegas pedido aogoverno
imperial aiiainenlo de Turca para a sua provincia,
justificar.. sen pedido, feendo felw de lod^
-.pie
mo mais acertado Ihe parecer. Vmc. devo
ii l.imliem dicigir-se ao commaudante do daslaea-
(i metilo, deterniiuandu-lhe o que necessarie far a
ii bem da plida o bMiefl nesse negocio.
Dos guarde a Vmc. Palacid do govorno da
ii provincia da Parahiha, em 18 de abril de 18*3.-
a .1. C, de Si t Mbuquerqne.Sr. Ilr. chafe de
a polica, o
Sr. presidente, o irmSo do nobre depulado recc-
beu este ofllcio...
ti Sr. Ilenrqnet:Nio, aenhor, nao recebeu ;
e is.il mesmo provarci ao nobro deputado com docu-
mentos.
O Sr. S /llbuquerque :Os documentos do
nobre depulado nada provam. O allestado do ebe-
fa do polica, que elle leu ii easa, diz apenas que o
meu offleie fai encontrado na secretaria da policio,
mas nao ainda lacrado, c lodos sabcni quo csses otll-
dos consllucm a tradcao da sccrolaria policial, e
nidia de. em estar.
Sr. presidente, ha justamente unta parle do dis-
curso do nobre depulado cuja resposta nao possu
bem dar-, he aquella que diz respeilo a Tactos parti-
culares, c a despeis por mlm fait.n no alcance da
repnsslo do crime; porque, seuhores, nao posso di-
zer ludo qiianlo til a cssu respeilo ; mas, se a pala-
vi a de um administrador publico merece conside-
racSodc xs...
Militas io:es:Merece, merece muila coiisidc-
racfo!
t Sr. Figneira de Mello :V. Exc. nos merece
lodo o concello.
O Sr. Se.llliuiiuerquc:.... cu vos assevero
que gasle dinheiro de ininlia bolsa particular; que
rom todas as forjas dediqnei-ine n repnsslo dos I
mes,., captura, c piinicaodos criminosos durante a
niinlia adniiuislra.o na Parahiha do Norte. (A-
potadt.
guando nao hoiivessem oiilr.is r.irlos-quc IssODTO-
vasseni, baslava aquellc que o nobre deputado ara-
Iumi de expi.r na casa, c he elle O fado de haver eu
collocado armas leeacs nos cngenliosTab c Abiav,
do coroutl EslevSo Cavaleanli de Albuquerque edo
:(,- viec-prcsidenle da provincia Manuel l-lorenlim.
Carneiro da C.uili.i. Por amonta kegurane.lt indivi-
dual e da protecrao dos meas presididos, euallion-
lel a riqueza, o parentesco prximo, as relacoes de
auiizadc, a posieto social elevada, o nutras eonside-
raees que ilinii-ilmcnlc sao quebradas nesla poca
de corle/Jas e .illenriies. {.Ipoiados.} E, seuhores,
quaudo um administrador publico assim procede,
lem iiIcnoAo de conseguir o bem daquellcs que ad-
ip.
de
api
rgui
ilicuo
uto
i m
nhora re
mo contra-
ilo r lim
te cu
1 til. lie
o V. lepa Ex Indi
mas nao
Ifoi e lid le s-di
nlo da 1101 no-
t Sr
llilinil
ii Sr
ti Si
Presidente: Se
ir Torca, entao pude ce
llenrique': Eu peo
rncela lioenca para le
. Presidente: Se qii
I.
iihor, |
a loleri
obre di
l- quel
leputado quer
e a v. Exc
Torca, ,.,le
.-ol
her a, nao faz esc
sein ineoiiveliiei
dictorios..
II Sr. Ilemiques: Nao apoimlo.'
ii sr. Si r UbuqutrqHt: O nobre depuladi
proferio dous discursos, e em ambos files leve i
o.....i.....do respailar n'om ponto a verdade, leve.
cuidado c ajustiea de declarar sempro que nao ac
cusava ao entao adminlslradar da sua provnola
porque esse administrador nao liaba eommellid
nenenos, neiiicriincs. .lpoiildos.J
II Sr. Ilt-iui'/ues da um aparte.
OSr. sor .llbuquerque:...assim en pude en
Irar naquella discussfo i.....i o meu et|
o tranquillo, guardando lodo o decore
nobre depulado, aos relos c poslcao
UM linha entre os administradores publ
t Sr. Ilemiques:l-'oi o inesino que
clamaeBei, i
Um Sr. Depulado: Ainda lia pot
predenleo lancar o ridiculo sobre o nobr
Oulro sr. Deputado: Quixlaneai
conseguio. (Apotaiot.)
OSr. Pr.-.id,-,,te:Allcne.lo. nao pi
lir dilogos ; sii he tolerado mu ououtro
lado.
t Sr. Si e .llbuquerque : A r un.
(cmuiih.i, que com qiiaulo cu fasse l|
emboscada pelo nobre depulado, no con
discurso, nao abandone! todava o Ierra
dentelo, da decencia e da verdade; luye porm, se-
nheres, o minha poslcao be bem dlffcrenle ; u ad-
minislaador cujas relacoes oamiude anda honlerp,
segundo a Unguagem do nobre depulado, oram ob-
Jeclo de Torlun.-i e de lioiira para elle, o administra-
dor puldiroq.ieiialinauai.eni de lionlein do nobro
depulado era apenas susceptivo! di
un oulro crio, c islo inesino por I
que todava o nao linha eoiumelll
est rra das gratas do nobro depu
da he por elle censurado, aecusad
ver ci.....nellidii ciinies...
t Sr. Ilenriq
pul ido lenlia coi
t N,-. S e Ilbuqiierq
niiiii, Sr. presidente, nao
para defender a si mesmo ; por quanto ui
um silencio modesto, mas louvavel, cerca
Tactos que, sendo contados, poderlara con
svmpallnas publicas em seu favor ; oulra
respeilo sagrado a um passado de ainizad
areusador c o aecusado. embota seja este vielhii
innocente da aeeasacjlo, respeilo que nlo abdicar
aquellos que nunca abdicam a sua dignidad?, si-j.
qual far a situadlo de ana vida (HDoiarfo) ; outra
lili........nlo. o pnsirao do aociisador, a decencia d.
, aecusado e a categora e dignldade dos trilranaes i
dosjuizes, Tazein com que o acensado so encolha ni
defeza, sendo osla as.ini prejudeada : liejnslnincn
1 lo osla a minha poaieao Imjc ella he ma ; o uesl:
dinieuldade em quemeeeho, farol umappelloi
: minha generosidado e moderacao na dlscussllo da
quelles fallos que di/.em respeilo ao meu cu acto
particular ; um appdlo verdado o as leis do paii
I na apieci.n-a.i daquelles que dlient respeilo ao
meus deveres e carcter de administrador pubjico
o flualnenle um appello benevolencia o iijiisiio:
Ida cmara e do pala na daelsio da prsenle causa
na qual he aocusador de um lado o nobre depiita.li
pela provincia da Parahiha. neni sompre raipavel
nem sempro Justo, ncm serapre tul nssuaspalavrai
e asseveracoes anda de lionlem, e do nutro oex-prc
sidenle da I
move
t Sr. Si e .llbuquerque :Declino, porquenam
quero as lisonjas c os loovoros'coro que o nobre de-
pulado moda haiiioni applainlia lodososaclosderol-
nh.i adml*Mra(la. o nm lambein os rigores ein-
jn-licas con. quo elle hoje (raduz por rrimeaos ae-
toi os mais innocentes, os mais regulares ddla. (A-
lotatlot.) A cmara que me ouve. o palz que meju
de ler, o governo imperial quo couliece e apnrovou
oflicialmcnle a minha ndniinialraclo, e flitidinonlo
a provincia quetive a honrad* administrar,sempre
rom a mira em sua prospetidade, silo os que mo
hilo de julgar. Apolados)
Se o nobre deputado, ou ua cmara, ou na im-
pronta, Millar ainda a esta discussRo, declaro que
n,1o lite respoiiderei; porque parece que islo me de-
terminara a veneraran e o respeilo que voto i posi-
{to, que, lalvez sem merecer, ja occupe, e i verda-
do dos fados. Entrego pois a decisilo desla cauta
cmara e ao paiz. lApoiadot).
Alguns Srs. Deputados :Muilo bem.
t Sr. Aprgio :Em toda osla qtieslo nao dei
um s aparte, (fisadat.)
II Sr. Presidente :Allencol
libero, convido a meus intuiros ci>IUwa,
guiado, nicamente pelo mrito qu. no, ,|." I1",
elejauuis a horneo que mais ttulos itu .i, T*.'
fcrecam, pela sua nlelligencla e il|u,i,.2"'.f-
mtstura com rcconhoriita probidade e Intel *
di,
t Se Ilemiques:A i
i-z eu nao sei, os Tactos sai
uneolo. i;/.-.reelamar
ti Sr. Pues llarrelo:-Su
Icntiln cora qu
pblicos, ignu
l>e'in oslnmien
t Sr.Si e llbuq
quella parle do discui
ppcllidou-medo
lie
joule, na qi
tilico oiain grandes o
pilla Ta/.er prosperara provii
aos meus cuidados; procur.
dota-la de indi.omnenlos ni
meoceopamlo simante de d
pregados, promov com todo
......ilerial dola. {Apoiado
perial cuidado a sua ngricull
na, o fabrico do assucar, o a
"cubos, mande! buscar na n
geiilu
ivzhc: lorare agora ua
do uohro depulado em qu
liiloso.
lidade de administrador pu
meus desejos c ompcnliii
rovincia que fai eonliad
curei com toda solicitud
.s moraei e maleriae, na
niltir c uiimear em
do o descnviilviineii
| Mcrcecndo-iiie es
ra, o platillo da can
lucilinas dos scus en
lili provincia um en
ido
: Nao disse que
eludo dimes.
: Infali:
a aecusado
ininietter mu
hoiiiem, ni...
hoje nao si,
j dc'ha-
obre de-
nle para
niaaplo
ia. ve/es
le rert
uislar
vczes
cutre
mi
do
litado:
t Sr. Ilemiques: Nao
OSr. Presidente: Jal
nerarum quarlo de hora que
ha-so o seu discurso, e o que mais quer O uohro de-
puladoque Ihe ruca?
t Sr. iiem-iqurt:Respondoj a v. E
ro apenas ler o oTIicio do dicto de polica dirigida
Odelegado de Pianc, que o nobre depulad.....I
respeilo a mira disse que eslava apenas elll-cslait
irregular; cuiiiprc-mc provar a esaclldao do quan
to avaneel. a mostrar que o noble depulado nao l.i
oxacto ni inrorinacao queden acamara.
qu
, Sr. I
i junto
nli.
.. n.su. ni
cimento de V. Exc. o oficio junto dn delegado do
lerinu do Pianc, e por elle ver V. Evo. como
os crines vio aili se reproduxindo de urna ina-
ncira espantosa por Talla de Torca disponivcl para
perseguir c prender os criminosos que sem res-
pello as leis e :is autoridades, fazom alarde de
cus erimes, pondo cm susto os hnmens parifico-,
que viven) ainedronlados cm suas casas c blen-
das,
ii Se porvcnlura foase possivel rcunr-sc os pe-
quera deslaramentos que ae achura nos din. i en-
tes Icrmos da tereeira comarca, ecommandados
por um ollicial inlelligenle e valcnle, o mesnio a
assistencia do Or. juiz municipal do termo, du-
rante as exploracos militares, de cedo seria de
muilo proveito seguranza individual e publica.
Acabo lamentando, csudo albinia ...apilan Se-
veriaiio. que araba de rhefwr daquello Icrnio, a
falla de municao quo acule o destacamento, es-
tando os soldados a seis cartuxos, alm da falta
d sold que seiitcm constantemente.
o Dos guarde a V. Exc. Secretoria da polica da
Parahiha, IS dejuuho de 1853. Illm. oExm.
Sr. Ilr. Flavio Cleiiiculino da Silva Freir, vice-
presidente desut provincia. Ocliefado polica,
CVourfio .lanoeideCaitro.n
Vou ler agora mitro olllcio em consequcucia itre-
lo delesado do termo de Souza, pessoa res-
peilavel pot su ordem publica, que
! lid :
litera, o do
nhiba, que emsiia adniinislraoaop
nliciliiile e zelo os hens c mclbi
los da p
O mili
aliada
scus o
idenle
idailo
iepulado, Sr. |.r
pou-se de relo, de ordens mi
nior parlo insignificantes ; ose
lignos do resposla, o com elle
dil
ilud
.Hiere
np:
**" M" eje* .lir a delegado do Inga a rospeu
*m!Hm"[
" I"1" umprimentofije enrl* de V
.. datado ,|e. Hilo e.
ba.e ahi fiz luda dili
as mais ver.taritsrs
do infali/ s
linha sido a

ibas
perial no importante lugar de conima
e superior da guarda nacional.
Illm. e Exm. Sr.-Snbe a presenia de V. Exr.
.lucio junto do deleitado de Boina, em que faz
ido lastimoso do termo de Piano., onde
aruiwdf criminosos perpetran! nsaassiunloso
torea de quar-
irteado coin-
sios anteriores,
provincia da Pi
com rigorosa i
liessiia chara a
qualida.le de I
verdade pura e
portando de ol
sedimento, qu.
Sr. piesdenli
que consignou i
de polica olio, i
pola
loi.-i
liei.
O nobre depulado lachou-nie de desleal, porque
leudo eu no meu discurso,proferido em una das ses-
arrado cerlos Tartos uccorridos na
ihiba do Norte, i essa nairae.i
rilado, e Uve por hoo de tocar en
nobre deputadul; senliorc, cu n
ninislrador publico devia dizer;
nuera; fai o que t/, ralo rae ira
der Tnsse a quoin fOSM desle pro
ra meu dever, nfcrooarrependo
o nobre deputado pela niaiieira pul
relos faz una insiiiiiai-aoaoeher,
o dn provincia da Parahiha ; ci
I, hospcilci-ii cm palacio por mullos
uiezcs, aprosentei-o era dill'erenlcs engenllOS, re-
roiiunendei-o cora o prestigio da primeira aulorida-
de da prov inda, c ajudei a soleninsar cora a minha
picsenea esses inellioraincnlos, assislndo bolada
de alguiis engenlios. Cunipri o meu dever pro.....-
vendo csses melhoramonlos hydraulicoi, c creio que
o nobredcpulado nao est aulorisadoadesconhccer
esses serviros por miiii prestados,. provincia, c he
ella quo-nwtm do agradecer, i.lpoiudos.i
OSr. Cornadas Seres: E dorarlo a provin-
cia Ihe he agradecida.
OSr. S I .llbuquerque:Quilnlo a ene dvs-
lico com insriipr.i,. cm letras de miro, ralo fui cu
que oilelcrniiiiei; apenes consent ; nao Imuve val-
dado algiima demlnlia parle, e so houvessr, sjever-
..lelnaserperdoada, porque quaudo o, que nada
praticain conseiitoni caceitam honras scinehTaulcs,
parerc-nie que aquellos que afamrai censa l.i/ein.
lanihcm podeni ruiisentir c aceitar : Toi sso o que
ti/, c apinvoiui agora osla solo.....c OCcasiOo para
agradecer a esses dislindos Paralibanosasua deli-
cadeza para comigo.
ti Sr. Ilemiques di um aporte.
OSr. Si e lllm/uerque Agora,Sr.presiden-
te, lorare nos negocios de Natalia. A cmara c o
paiz pareceque me dcleriniiarainipieeii me demo-
re p........este assiini......o por sso responder! ao
nobro deputado comas pidivrai daesoripluraPar-
t sepullis,Ja ligo vivo Sebasliao l.ins do Araujo,
e tu-dever de chrislgo rcspellar os morios, fowein el-
tesquoin fossein, ros.em quaes r.i.sem e sua ni..rali-
dado e os scus ocio-, lio nosso dever pranlear a sua
morle; he o que raro ueste momento. Nao loco
mais ueste punto, do qual me oocupci largamente no
meu primeiro discurso.
Ou.......a Plane, seuhores. fai I do um oficio do
qual eu n.iii lenho eonlieciniculo; nao sei desse ne-
gocio, e naiiesluu por eonseguiule habilitado para
tratar delle ; OS oftleios que me faran dirigidos no
ultimo vapor pelo Sr. presidente da provincia da
Parahiha t.n .un extraviados, c n.io rae chegaram it
raaos, estando hem porto dolas.
t Sr. Patt Brrelo :Foram vistas sobre a me-
sado archivo da cmara.
OSr. Sil e llbuquerque:- llcsejo que este fado
fique consignado no meu discurso.
Sr. presidente, proinelli ser brcvo.ruinpri-lo-hei.
Hilos osubjectos de que se uceupuu u noli
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
S.'SESSAO- ORDINARIA HE 17 DESEIE.M-
lllio DE 1853.
Presidencia do Sr. baro de Capibnribe.
Presentes os se-hores IteitocAlbuqucrque. llego,
Ilr. S Percira, c t.amciro, rallando os mais sculio-
res, ahrio-sc asessiio,a foi lda e appiovada a arla
da antecedente.
Nao boiivc expediente a Iralar-se.
A cmara resolveu que seolllcassc ao a.lvouado
para reverter os papis da Bernardo Antonio de
Miranda, que Ihe Imam remetlidos por despacho do
13 de abril d'cste auno.
I)csp.icliaram-se as pelirocs do l)r. Jos Francisco
de Paiva, de Juaquiui Antonio Carneiro, de !''rau-
cisco Joao Honorato Sorra C.rniilc, de Manuel Elias
de Moura, c levanlou-se a sessao.
Eu .Manuel lerreira Aeciuli o esrrcvi un Impedi-
mento do secretario. uni de Capibarb, presi-
dcnlc. Gamtro. llanos Hrrelo.llego.S
MSESSAO ORDINARIA DE m DB8ETE1I-
IlUO HE 1853,
Presidencia do Sr. baro de Cainbaribe.
Presentes os Srs. llanos Barrero, Rogo, Ilr. Sa
l'ereiru, t taniciro, rallando os mais senhures, a-
hi io-se a sessao o Toi lda c approvada a ocla d'antc-
i ni li'dn o Hgainte
BXPEDIENTE.
I in oficio diiExin. presidente da provincia, ap-
iralii a aireuialaeao aunual, que faz Francisco
Mvest.....i.ido di/imo do capin do planta-.
ipiaiiliade i0041000 rs.Iiiloirada, e niaii-
e lavrar o respectivo termo, c participar con-
carscler, como osles a .|
tos de que, Srs., s assim occin,nl,,
sl5*o a que lem direilo. Uo esta j viva *
do iWflii/o ii.Vpr,oj.,/M*saj,
Dr. Francisco Joao Carneiro da Citaba
l)r. Alvaro Bsrballu de Uchoa dralcami
Itr. Joao Jos Fcrreira d'Aguiar. "
Ilr. Francisco de Paula Baptuu.
Desembargodor Jeronvmu Martlgiaoo Fio
Tencnle Francisco Ranhael de Mello nu
Dr. I.uiz Flippe de Souza l^fjo. *^-
Dr. Antonio da Cunlia Figueirodo,
Uiriu de Capibaribe.
Dr. Antonio Coelho de Si o Albuqucrnu.
Dr. Joao llyrcnno Alves Maciel. '
Dr. Jos de Ssi Cavaleanli Lie,.
Dr. Ignacio Joaquim do Souza Lean.
Msnoel Joaquim do Reg c Albuquerque
Teuente-coronel Maneel Lucas de Arauio'l'
Augusto Fredcrico de Oliveira.
Dr. Braz Florenlino Ilenriquos de Souza
Antonio Joaquim de Mello.
Dr. Anloniu Epaminondas do Mello.
Padre Venancio Hcnriqucs daRczcide,
Dr. Francisco do Heito Barros Brrelo.
Ilr. Anselmo Frourisco Pirclti.
Ilr. Joaquim de Souza Beis.
Dr. Antonio Maria do Pars Noves.
Dr. Joaquim Pires Machado Purlrtla.
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva.
Ilr. Jos Quinlino do Castro Lea.
Ilr. Antonio Alves do Souza Carvalho.
Visroude de (ioianna.
Dr. Mai,...-l Joaquim Carneiro da Cuuh.i.
Dr. Jos II .v mundo da Cosa Metieses.
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavaleanli.
Dr. Antonio Peregrino Maciel Monlclro.
Jos Podro da Silva,
Coronel .Mauoel Pereira da Silva, fpaje.1
Ilr. .lo.,.. Francisco da Silva Braga.
pro.
Jos,
por
don
l.lilon,
Ouli
da peli
das loj
inesmo, ronredendoa:
ara para pdr em praca
praeada Independen
ullerocido pelos Incala
e annuiieiar pracas pal
lloi
ISUI
is. 18 e ti
las mesinas.
ilias-JII c-2\
-.Man,
do i-or
Oulro do presidente daeommlssuodo hvuienepu
blca, pedindo Ihe esdarecesse leamarn, se he cu
virliidc de lirenea onde oulra qualquer lialiililae,
que n Ilr. Pedro de Alhavde Lobo Mostoso, -c o
liaiiee/. Gosscl lliuion, aniiuiiciain expondoa venda
em suas pharmacias ntedicamsnlos.Que se respon-
dessequea cmara ralo lliesconceden licciiea para
assim pralicarera, o que o dito Gossel j lera sido
inulta,I., pnrexercer illegahncnlc a arle de curar.
Oulro do ndvogado, devolvendo os documentos e
a pelicaiide.llerraudo A......lie do .Miranda, a qual
linha esperando por uniros documentos, quo cm or-
ficio do.....ra dala pedir, para ii vista de ludo ex-
por o seu pcnsainenlo.Posto era discus-j, resol-
ven a cmara se offlciassea peasoas de criterio, pe-
dindo infarmacoea sobre o laclo de haver o dito Mi-
randa obstruido, em detrimento do publico, as es-
tradas existentes de lempo inmemorial, que d.ixam
transito para o rio, sillo da liba, povoacoesde Api-
pucos, Honleiro, Faieodas, ele., allm de se tratar
deasrcsiiiiiir a seu amigo estado.
Oulro do fiscal de S. Antonio, Informando sobre
a pctiraiidc Jos Joaquim da Costa Maia e oulros,
reipieicnilo para cale.uoni a su:, cusa a travo... d.,-
I.riizc.-, daiidn-llies a cmara a podra precisa,
Manduii-se reineller ao engenheiro para iuToiniar
qno porcao de pedra ser liecessiril.
Oulro do din, angenbeiro cordeador, informando
que o siiniidouro que piolen,lem t.,/.oi Foules v Ir-
inao uo horco da Calabouco de
diinensi.es que as que ellos qi
constriiccau nao resultar prejuizo as rasas .los it-
quorenlos c uniros predios, visto que a ra lio es-
Irejla.Ilefrrio-se aos peticionarios no sonlldu de
Ibes seren marcadas pelo engenheiro as dmcnsOcs
o.....pie pode ser failu o sunidouro.
Oulro do mesmo, informando eerca da pelidle
de Maneel da i'aixa,. Paa, arrematante da obrados
reparos do quarleirao dosul da lilii-ira do S. J
!
de
lejulga preciso (aaer-se un
divida a praca da Tariiiha, da
quarleirao, dolirada c ligada a
mas que Ihe pareca oonveniei
couslrurc.lo, i.....planto elle a;,
breve un, projeeto completo
sproveitando o que for mil da
dilie
a pnrede m
-una liarle d
paredes do
le sobrestarle nes
escuta o que sei
de inerea.I piihlir
ribeira actual.A
: p.io
citoria
uto de
o nobr
depulad
mo quo n.io
me-heisiim
siderae.iod.i
islo lie, dia>
metlido um crime ni
contra o qual ja hav
peiro de oslar elle nr.
pronuncia.
II Sr. Ilemiques :
poder, tteclamarei
tISr.Sur .tthuqu
asquees a cmara da
'ivid.....pese apre
I"......acia, era um h
una ordem deprisfo
sealvanidedesproii
de prisao, c sera as U
H acompanha-to, e ere.....tea
pona. Apoiado,. II,copa,
in faelo, que Tul eiposlo :i con
mi una das a.....riores essbos
depotado quo eu havia com
ndando prender um iudividui
i nina ordem de prisao, a des
i.ni o, I,, da..... alvar. do des
-Apoiado, fa
'erque :-Sr.|
circumslancia
.i-ii'-i
un
xcesso de
esiilenlc. nao se
le que este In-
i mu alala de des-
oir o ,pial Ja havia
lembro-se tambera de que e,
cia. sendo posterior a ordo,
nulidades da le, era irrogii
lar a nuil.., e como tal nao poda emb
ila.-idiniistrac.iooilalei.
OSr. Ilemiques :O nnhrcdepulado
aniiiillaruin acto da poder jiiiliriario, qu
pendente.
OSr. Se .llbuquerque : O |
deiro. mas no he lio lato como pe
ir a aeciii
rtes
lado
applii
uto da
ido
II
debaiii
confian
declare
que ti
uto, dominado .!.. sent
veril ule, aeudi rcpcllindn MSI
nlo consent que o empregado que serv:
das mininas ordens, c que mereca a in.....I
-.-i, roste nesla casa acensado injustimenle
que au havia sido esse magistrado aquell
ola lido relacoes com um liomein criminoso, con-
tra o qual hav ia ordem do prisao, c sim o irinao do
nobro deputado. Mas o nobre depulado disse que
son iriii.io ralo sabia das minlias ordens; seuhores,
aqui leudes um offlcn da presidencia cun dala de
ti de abril do 1SV1, islo he, quaiidn o irmSo do no-
bre depulado era ebefa do polica interino :
llcsercado.Ao ebefa do policio.Rocrbcndo
ii osle soverno o ufficio que em original Ihe remet-
* lo, oque Vmc. me devolver, do commandanle
i do dcstocamenlo da povoac5o de Naluba, que
i mo communica o criminoso prorediineiilo de Se-
basliao Litis de Araujo e de seu filho Flix l.ins
o de Araujo ; e nao convindo qno csses criminosos
a continulo a zombardas leis, lenho nesla dala
n expedido ordem ao delegado do S. Joo.para fazer
ii partir para Natuba, a so apresenlar an cadete Car-
ii valho, commandanle do destacamento la nslario-
(i Hado, 0 destacamento de linha exisleule om S.
o Joao, paro que, assim reforeado o desiaeamonlo
n de Natuba, o dito eumniandante Carvalho caplu-
(i reos refandus l.ins p.-ii e filho, eosconduza para
i esta capital com toda seguranca, afim de serem
n pnveessados nSo si pelos Tactos narrados no cila-
ii do ullieio, como por niilriH erimes do qoe es ac-
opiiiaopulilica. Se Vmc. enlonder que
a as autoridades poln. saliendo da ro-
, nao revetam Bala
., i-iec'iilada. evpoca-llies ordens a respeilo dessas
a prisas. Se iiousar dilTerenterociite, procoileri
cm pode |.
trata. O poder judi
pial dove v ra quaudo ell
.-aiiiloopodei administrativo
reapeitados sera actos que Ja
peilo a oulro poder.
OSr. Ilemiques :O no
indar apenas responsabilisi
OSr.Se HbuquerqmE
le DlOlO, seuhores, de que lie ari-u-ado
denle da Parahiha do Norte ? De pene
Ipiohevcrda-
, nobre dopu-
, especie,lo que se
m circulo .leal,,, do
leilravasi, ambara-
luJeila-M a ver des-
porlain um desres-
e depulado
Di. Enes
i ex-pred
^iai
BEPARTICAO- DA POLICA.
Pan* do da 27 de setenabro.
lllin.eEvin. Sr.Paitiripo a V. Exo. que da:
parles hjc locol.i,las ue-la repartidlo, Consta leren
sido presos: rdelo da sulidelegado do primeln
dislrlclo dosle termo, o piolo secravo Augusto, sen
deolarai ao do motilo: a ordem do subdelegado d;
Ireguexia de S. Jus. o soldado da 8.s compaiiliia di
corpo de polica, Miguel Aichanjo do Barros, pul
ler raplaiii) una moca, e o portugus Jos Mari
Vicha ,l<- .Mallos, por ciii.....lo iiioed.i falsa ; e a or-
dem do subdelegado da Iregueila da Boa-Vista,
Francisco Claudino do Almoida, Bcnciliclo Jus do
Rosario, I.uiz A......do de llamburgo, o Viccnlc
Ferreira de Barros Piala, lodos para correocao.
lieos guarde aV. Etc. Secretaria da polica de
Pernamhuro 27 ilcselenihro de IM.VI.Illm. c Exm.
Sr. ronselheiro Jus liento da (ai,,lia e Figuelredo,
presidenloda provincia, o deseoibargador fue-
tuno Jos da Silia Santiago, chele depelicia in-
terino.
ii?.
COMMERCIO.
PRACA IX) BECIFE 27 DE SETEMIIII0A5
MOKAS DA TARDE.
Cola;ocs ofilciacs.
Compras de muros seceos salgados a |:|nr<
libra.
ALFANDEGA.
Bcndinicnto do dia I a 26 ... 2\n
dem do dia 27.......- -Jhltta
Desearrrgam hoje 28 de neta .
Brigue americano'!. PrlneemerrailoriaL
Patacho nacionalaula Cracdem.
Brigue dinamarqus.Industrielariidia c Isa
Brigue nacionallUrirapipas vasia
lliate nacional Flor de Cururpe gentrui
paiz.
Iniportacao'
Brigue americano llio. flrnce. viudo de |'|,,b
dclphia, consignado a Ilenrv Forster ,V (i
libia, maniTusInu o seguinlo :
lili eaxas fazeudas do algod.io, ll barriscar
varea, 2011 barriqunhas bolachinha, 10 ineia
xas cha, 120 saceos farclu, 80 dorias cadei
barricas graxa, 2 eaxas medicina, 1,(;KI |m
Tarinia de trigo ; aos mesmos consignatarios.
CONSULADO tiKHAL.
Hcndmcnlododiola26.....GMgtj
dem do dia 37........ |
6:3
DIVERSAS PROVINCIAS.
Bendime......India 1 a 27.....
ItliCEBEDOBIA DEBENDAS INTERNAS)
IIAESIIEPF.BNAMBl.CO.
Beiidimenlodo dia 27...... :jll
MOVIMENTO DO PORTO.
yariosenlradotno dia 27.
m6 dias, barra brasileira Firmeza, de Jl
tifiadas, capullo Jos Francisco dos Sal...
paacm 1.1, carga sal. Veio largar o nraliro
ceher ordens, c segu para o llio do Jancini.
dem8 dias.patachu brasileira Paquete de l/sn
i-apiiaii Manuel llalhinude Frailas. Vciu lar
o praloo c seguio para Macei.
Coliuguiba dias, hiato brasileo S. Jmn,mm,
\2 toneladas, nieslic Placido Jos de S.inl'.lnsiJ
cquipagem (i, carga assucar ; a Shramni Wa
le] i\ Companhia.
Vacio '.i/i;i/i) u mesmo dia.
AsmPatacho hiasileiro Auna Elisa, cm lastis.'
Suspenden do iameiao.
EDITAES.
O Illm. Sr. Inspecli
rial, cmcuiii|.lmenlo da
menle da provincia, mal
lia 28 do Miembro proal
iiienlc a praca para ser
, Ii,
da Ihesnilraria pr,
idcn do Evm. Si. ist-
ia fin publ
lo \iii,huiro
arrematado aqueta!
. unen
ida da
> iln Ui
illfai
ilclcr
i:orresi,o.\e.\(;i.vs.
cnit
ipn
-I ir,
Huid
Je n.l
que 11
d''p'
llai
t Creio que nao de defender mu crimino
og-lu '.' Tamheiii creio que ralo de dilapt
insenlir na dilapidadlo das rondas publicas
eno.! hcuccusaitosoiuen'c,rid!ie!n-so bem
iver consentido, com sus impasslbilldado
ivo crime prolegesse I um oulro crime
encalco ja iaui as leis do paiz (apoiaifts
iver a punicilo de um scelcralo.
este pa.-ii, senhores, cu cnlcndiquc gira
culo de inhibas all luiicies ; eu etllend
usurpava os dlrellu do poder judieiario
as protegaos direilosdo poder aibniiis-
iiilra os assallo. ilaquello. Eu entend, Ii
i, quo ara mou dever nlo consentir pela,
da lei que um crime tosse protector do uu
quo lio
quo ape
Iratfvo e
railinenl,
fomulai
to crime
O Sr. Ilenrques :O poder judieiario he que
era o coni|ieteule.
OSr. Se .llbuquerque :Entend que cum-
pria um dever pralcaiuhi ene acto ; mas se librando
a cotim.clli um crime, declaro : cmara c ao paiz que
so algum dia r.'.r aio.la administrador publico, semo
achiir cdlocadn tas mosmas circumslancias, mo re-
co.irei dianbtde igual respensabilldadi proeederei
do mesmo modo que proced, porquo eslou persua-
dido qucsA actos de vigor por parle da autoridade
podem salvar a sociedaile nessas lulas desiguala a
deploravels da iimnoralid.ide edo crime contra a le.
. lpaadtn.j
Creio que o estilara c o paiz estarlo convencidos
deque oex-presidenle da Parahiha do Norte nao
eomiiielleu crime algum mandando prender um in-
dividuo que havia cemmelli.lo um usasslnato, era-
bora prolccsos e sean talos se oppozcsscm.
O Sr. Paes nrrelo :Apoiado.
O Sr.Si r llbuquerque :Asalm, pois, nada
mals dirci a este respeilo. Antes de lindar meu
discursoconiula a cmara que ou declaro solemne-
mente que declino do jiii/n ,lo nnhrc deputado lio
|ulsa,nenio de minha silniiuis(rac4o.
O ar. Ilenriquti:E cu do d* V. Exc.
leioao sincera dev c ler por roiiscqiicuciu n-
falli'.el u......oi-iosenlaraoexacta ; c una represan-
ISCio exacta sup|..ie uu ele,lo nao .,', :, capacidad*
inicuo, mal uocessaria para conhecer os verdadeiros
inlereases dos seus commllentes, mas lambein as
q.iali.lados morac. do independencia c lirmeza de
carcter capazos de o fazer abracar o bem geral e
eembaler por elle a ilospeilo dos obstculos eobver-
ii.es dos iuleresses Indlviduaes.
Recordando aos senhores eleilores esta verdade de
Supremo alcance, com a qual se rain pode transigir,
sein que se siiilam os males prniei.ieiilcs da sua Irans-
gressl.....usamos leroiimieiiilar-llies iniiitu partieu-
larmeiitcaos do interior da provincia] -ol os auspi-
cio, da niesini, a pequea lista que aballo se segu,
conleiidu o mime de algum ridadlAS cm quem pro-
lando volar eonscienciusomciile para deputados pru-
vineiaes.
O l.oin senso c a consciencil dos senhores eleilo-
res complelarau a minha lisia. I;,, cleiior.
ti. Srs.:
Dr. Alvaro Itarbalho l'chiia Cavaleanli.
Padre Venancio lloniiques do Bczcnde.
H.u.i.-I (.ipil,lili,,-.
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavaleanli.
Ciiiiuiicii.lador Domingos Malaquiasde Aguiar Pires
Ferreira.
Dcscmhargailor .Manuel lleudes da Cuuha o Aso-
ld.
Dr. Antonio del lio de Sa e Albuquerque.
Dr. liras Florenlino Ilenriquos do Souza.
Dr. Cosme do S Pereira.
Dr. Joaquim Pirca Machado Prtela.
Jone Pedrada Silva.
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunlia.
o Jos Carneiro Monleiro.
Bernardino dos Reis c Silva.
Dr. Mauoel ClenienliiioCarneiro da Cuuha.
Desembargador Cortarlo Jos iU Silva Snol
.Iri.Beideiore:Approiinui-sea i-poel.-i da olei
c3o para depuutdosproviiieiaes, esendo boje costo-
sentar-se no corpa eleiteral aqueflel it. no-
me, quo (em de representar a nossa provincia, cu,
quosou cleiior c aliento a importancia que Ibeicco-
Major Florem
Uf. Alesandr
pirante a junta da hi
Ihesouraria, a obra do acude da y
que, avaliadacui3:300)OllOrs.
A arreirailaciio ser falla na forma dos s
2f e 27 da lei provincial n. 2sti de 17 da mi
IHtl, e sol as clausulas especiacs ahaixo copi
As pessuas que se propuzerera a esta nrremalicb|
couiparecan na sala das sesses da nicsma j
dia cima declarado, pelo ineio dia, conipelcnle-)
ineiilc habilitadas
B para constar se ,,,.,-!,. afllxar o |re*ts
publicar pelo Diario.
Sccrelaria da Ihesouraria provincial de l'ers
bur, 20 de agosto do 1833. O serrelarie, .'i
o Ferreira if.lnminriuro.
Clausulas cspiriiics para a trremlefBa.
I.,' As obras do acude do Buique, -cr.,- Icilsio)
nfarraidade com a planta e orcanienlo, appst
vadus pela directora era en-ollio i- .i, -,-i,i.i,l.
:qi|irovaeo do Evoi. Sr. presidente da provinril
ra impoi tanda de 3::IOIISOOO rs.
2.' Eslas nhras deverao principiar no j.razo d
(O das, e scr.io concluidas no de 10 metes, (>
lar da dala da nrrcmalarilo.
3." A importancia desla arrcmalarilu ser pI
em 3 preslaroes da maneira seguinlo : a |.riaitin
dos dous quiilus do valor tolal, quaudo liicr rmiJH
.luido melado da obra a segunda, igual a primo
ra, depois do lavrado o termo de rccebimeals pi
visorio ; ,i lerreira liualincnle de um quinta dr|i
do rereliimuulo delinilivo.
1. O arrematante ser Abrigado a roiiiiirain'i
a repartidlo ibis obras publicas rom aulercilenri
de :iu dias. odia I,.,, ora que lem de dar |,
acocea,, das obras, assim ronio Iralialliar aegM
llmenle l.i das, lim deque possa o enccnla*
eiu-ai rogado da olira assistir aosprimerosIridian'*1
',.' Para ludo o mais que nao esliver es|
as presentes clausulas, scguii-se-h,i o q
mina a lei provincial n. 286. ConTi
crelario, Antonio Ferreira AmuHciario.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro'
cial, era einnpi iraenlo da ordem do Exm. Sr. I*
da provincia, manda fazer publico, qnc
de selembro prximo vindouro, vai nos
praca para ser arrematado a quem |wr me
petante a junta da Ta/enda da mesma llicsn
obra do acudo cm Paje de Flore-, avahaos *
3:IWlgMI0Ors.
A arrematad] ser failaiia forma dos ai -Is.alj
da lei provincial n. 2Kt; de 17 de malo de isai
sol, as clausulas especiacs ahaixo copiada'
As pessuas que so ptopoteren a esta arre
comparecam na sala das sessoesda inesraaj
dia cima declarado, pelo lucio dia cun
mente habitadas.
E para constar so mandou afllxar o prese
publicar pclu Otario.
Secretaria da lluesoiiraria provincial de lerna
buco 20 de agosto de 1853. O scrrelario, .<
mo Ferreira d'.lmiunciaro.
Clausulos especiacs para a urrcmalaaio.
I. As obras desle acude sern faifas de cual
inida,le comas plantas a orcamcntos, apresealliaj
doKvm. Si. presldenloda|iiirm|
liadoibl.UIWIOors.
bras dolern principiar no iirazojj
2 inezes. o sera c.....-luidas no de 10 me-es a col-
lar, confaime a lei provincial n. 286.
3.a A iniporlaraia desla arreinalacao sera |i.J
em 3 preslac/ies da maneira segiiinle : a pruno".
dos dous quintos do valor tolal, quaudo liyert*>J
cliiido a melade da obra a segunda ; igual l1".
nicira, depois do lavrado o Ierran de rcceln
provisorio ; a tereeira linalinenle, do um quw
pois do leeeliiuu n!o iteliiiilivo.
4." O arrematante ser ubrhjado a con-moaasj
a reparlieito das obras publicas, cora antecede
do 30 dia, o .....lvo em que lem de princi|rj
obra, assim cuino Irabalhar segoMamcnls dora".
lidias, lilim de que piusa o engenheiro cnesmn
g.ulndnolil.i, a-si-lic ao. primo,ios Irahallios. J
Para ludo mais que nlo enliver csi*,"
eutas clausulas scgui-o-lia o que
mina a lei provincial Ii. 2W de I" de i
1851. Con/orme. O accteiario, .me
reir d'.lnnuir
.. ll!
idiai
nenie
,. las
Lili),
latas*
ula,"
,-lenl,'
indi
approvaei
..Je
.t.-iei-.,
,ii,*l
ii /'(
iai i-rn A r\r\


cid
I) II tr.i. Sf. inspector cui.mriiuci.tu daordim do Eira. 8r. nwsl
de 5 do corrcnle '"'
M.ai.Ua
'"publico, que no.di ,* *
iranio nta d nd* ''" "1,*",a ll"?"f"
'*, ha de arremalar a quem por menos Oh*, I
".',', ,1o lorceiro Jtnro da ramificacilo .la estrada do
f,,, ,a a villa do Caboavaliada en. H:'J>H00(l.
' .arrematar-So era hila na forma dos arl. W
r'li lei provincial n. 2H6 de (7 de ma.o do
Ly c ob as clausulas especiaos aballo copiada,
V pessoas que so propo/crcm a cala aircmala-
j cmparecam nasal* das leMbea da niisiiiajuii-
lj, nos das cima declarados, |lo mel da, com-
i |l.'|o..le..ieiilc haliilil.idas.
K para consCar se mandn nTlxar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
\ r tentarla da lliesouraria provincial dePcrnam-
poco, (i de selembro de 1853.-0 Secretario, /info-
lio Ferreira d' Annunriarao.
Cltuiulai ttnmae* pura arremataran.
|,i As obras do 3, lu.ro da ramilicaedu do Cabo
' grio ledas de cuiifonnidade com a planta, perlis c
hus riscos juntos ao ornamento approvado pela d-
n*-lori.i en. conselho, o nprcsentndo a oppn.varf.o
,|,i|-Ai.i.Sr.prosidcnlo da provincia,na iinporlantia
,le ll:!W38000.'
>. I) arrcmalaulc dar,, principio as obras, no
nraude M 'tu, c dever conclui-las no de ti
iumcs, ambos contado, na forma do arl. :ll da lei
provincial ... -RB.
t.' (I pagamento da importancia da arrciiuihicilo
i,mIi-,ii-so-ha cm qualro prcslaccs iguaes al.",
depois de MU a torca parle das obras ; a muida,
depuis do concluidos dous Ierro, ; a terrera depois
ao iciebiincnlo provisorio; caquarta depois
ln ga deli.iilivo qualdevora ler lugar un -
noli do recebimei.l.i provisorio.
I... .Seis mcics depois de principiada as obras o
;u..'matante duver proporcionar transito ao publ-
,,iim. Indn a exlencao alo lance.
.',. Para ludo oque nao se acha dcleru.inado as
presente!) clausula., non. no o. camcnlo, seguir-sc-ha
i, que dispOt a lei provincial u
Tara a llabia, sabir breve o l.iala Conttitui-
cao nicslru Francisco fausto da Cuaba UHau-
cauri: quein nu mesmo quuei irrogar,.... ir de
pasagcin, pode Iralar en... Amoriin Irin'.o.s: na ra
da Crin, u. 3, ou cou. dilumcslrea bordo.
Veudc- n barcaca denominada Safa-Raiea-
Ua, do lote de 1,800 dv.de boa ronslrurr.li. o promp-
la a navegar, a qual se acl.n fundeada a volla do
Forlo do Mallo., para ser evaminada por quem a
pretender, o para ajuilar-ee com os correspondenles
Amonan Ir.nAos, na ra da Cruz. n. '.i.
Vende-so o lirigucaiuerirniio Un. I'rinee, do
late de I.\g lonoladas, ou 13,000 arrobas, a tratar
em casa dos consignatarios lleurj Forstsr_ Ca
panilla,dealro do prazo do 13 dias, c m nao adiar
uestes dias a venda, seguir pan. o llio de Janeiro.
Iloiilcmcbegoudo Assa valdr barca na-
cional Firmala, segu para o Rio de Janeiro no da
JO do eiirronlc as H boras da manilla, recebe passa-
geiros c escravos a frclc, para o .pie so Iralar;. uni-
canioiile boje por todo .. da, ron. Manuel di Silva
Sanios : na roa da Cadoil n. 10.
Para o Rio da Janeiro.
Sabe no dia -JO do correle me/, o palarl.o nacio-
nal I elu:, para passsgciros nu c*cravos a frele, os
pretendemos di.ijan.-se na ra da CrOI, esrriplor.o
... lu.
auno de-
JM.
DECLARADO ES.
Crrelo (eral.
O pal.icl.o nacional l'elii:, recebe a mala no col-
n., para Kiu do Janeiro amanilla ao lucio di...
Por urden! do Exin. 8r. presidculo da pernio-
ria. c-l.i aborto o concurso substituirlo das cadei-
i.i, de Ingle e franeca com o prau de 00 d.as, con-
1,1,1,,, da dala desle. Os oppoaitoTM devero n.s-
never-se .le 13 lias antes do dia preflll......forma
Su ...I-. 30 31 do rcaulamciil de Id de malo dn
|sj|. Directora do tyceu, 13 da Miembro do
isvi. O amai.ucusc, Hermenegildo Marcelino
rfr Miranda.
lie ordo... do llb... Sr. capilo do porl... se f,./.
publico paia conbccinienlos de lodos os propricln-
,,,.. ,is embarcacAea empregadla ..o Irafco .tus rioa
Mvegaveii desla provincia, que en. virludc dos
arl-. "de Vli do i-cgulamenlu das rapilauias devero
lll llar as Brenca, anuiias, c 0 arrolamoulo das
,lii,i einliarraces, Uto no prazo de 30 diaa, lindos
quaei ie impora ai mulliiaaquelleaquedeiiarem
do le -eii.oll.....le dociimenlos. Secretaria da ra-
|iila..ia do porto de l'ernambun. 8 de Miembro de
lit.>u impedimento do secretario.
Joanllolierio AugUttO la Silra.
Pila contadura da cmara municipal do lie-
dle M fai publico, que n villa do artigo5. dore-
gulan.rnli.de-.'" de jullio de 1X32, deven. Indos.,
poamldores de carros qur particular, qur de alu-
bmI, curucas e mala vehculos, viro... pagar den-
tro de 30 dial contados do lilillio.ro an ullill.u do
o.iliib.u pruximo vindnurn os in.pnstns divido
M que nao comprim! tica... suieilns inulta de
per ceulo do valor do Impotto, o ao .1..piona i
rideucia, o que paracnnslar faco o pie:-
l.nlori.i da cantara municipal do llerifc
bro de 1853.O ronlador,
Joaquim 'finares Rodotalho.
l!.-al compnnliiu vapor.
No dia I. do oulu-
bro eapera-M da Eo-
inpa o vapor Scrrn,
cDin.ua.idanle Slrull,
o qual depuis da de-
para ns porlos dos.il ;
na agencia, ra do i'ia-
LEILOES.
V Quiola reir 39 do cat-
^M i i 1X& renle, M 10 o inei honu 1*1 ^Ib ^l"1 niiiiilifi.'i ii paulo.
H _^^ ;iuciil(! AnluiHM l.iui lol-
\/^l/ k&'' cm sc" 'n,,i,Mn,i r"il
J*y/J>('li *.ni/ -'- <1"' .'-."i
^v'-SmSr^'^' lo,'il 'l' '!!'i'',l'l,l''"<
a^lflaWl , K aflHr.-%'iiiMi^ r ii-;idi";, vidiu-.
divervoa, SOdoiiaa de eliapoi de palha de Italia
para homan e meninos, u.napurc.'.u de salto.i.-ie.
ios, quadrnsdiw.sos, cnlngardaa do dona cannos
para caca, charuto, da llalli... Clndieiro) para ll.eio
do mIi, lanlcrnaa, ca..,iol,.l.ros, um pian., i...He/,
rolocdo. de pare,le, unta poreflo de lloros arlilicia.s
..Iros mu
pata cnfeile de cabeca c para o pcili
loa obJeelM .|",- Mrio vendido! por barato preco.
O agona Ollveira far leiuo da mobilia cm-
plela a moderna, tanto de jacnrainl.i como de ania-
rello, de unta familia proiimamenlo a relitar-se dea-
la praca, conaialindoemaofai, conaoloa, ...e-as .,-
uuudaa, cadeiraa UMiaoa, lilas de Imlanco e de bra-
cos, un. rio leilo francci novo de Jacaranda, com
cortinados e culcln.o de ...airoqui.n taiul.elil novos,
loilete, i..uradores, rommodo, mnrquczia, Invnlo-
rloa, .no-a le iai.l..., l.ai.q..i.tl...s, randelab
II
.Iros muiloa objeclusl
II) horas da ma.d.aa,
l.da .na da Mal i/d
reir, US du curronl
ariua/ein grande do
... en. leillfo .lina .ol.
a taberna de l'ianci-ci
la Silla Memlcs, illa na ra do (alumino, dn
polla.ni., de ra. I:833830, cuja relac.lo oslar;
lente no icio da venda.
ulnas de prala.
30 du ioiie.il". as
umlar da caaa n, J
Ilojc, quarla
ras da m.minia, no
landega, se vendo
das pe. len.'enles
In-fei
.10lo
Vista.
11 bu-
les da nl-
1 de divi-
Uarques
Antonio do Oliveira Jiiniui remallo para
llii, do Janeiro idos, Justa e lle-
nodkto.
Prcisa-se do um caiiciro do 10 a liannos,
rom eujlima pralica de taberna nu sem ella, sendo
de bous coilumcs e dando tiador a sua conduela:
na ruada Sen/al,. Nova ... 1, taberna.
l'.,-ci-a-.e da un.,, ama para casa do liomem
casado, para Iralar de unta soiiluna ditenle, c servir
de norias n dentro, que fac,n alguma coslura o co-
mino o dia.io, o ,|.ie i.'ui'lenba familia; pagare
bem o.eu Irabalbo, agradandn ; lie para morar cm
..... sitio roolloperlo deall piara: quem a islu so
qui/er sujeitar, dlrija-sc ou largo da Trompo, so-
brado u. I, que lem taberna por balto, que achara
com o ooo tratar.
.:------, i^nnn ll^lllOl,||l,M.tf'^r'M'*M-M~^isMltl^,
Tlram-.e nodoai em qunl,or (una.
Til n.n-se com a niaior perfoito toda qna-
lidade do nodoas por mais enlrai.liadas que
cjam, qur de gordura ou de nnlra especio
cm sedas, pannos tinos ccasemiras, deixando
ludo cm suos cores ualuraes sem manrba
nlm sigual algn., na preju.lirando de ma-
ncira alguma a fa/uinUi, pelo que sc respon-
sabilisa o annunclanle ; limpam-M casacas
rom a niaior peiloioan, deiva.uloalc as tolas
sem sigual algum de gordura. Krroliem-se
lodasas .iiroinincnilas desla i.alureza, c .101-
S auea-H luda limpcn a perlelejlo noiervi-
|| ..o," bou. comoraioavel proco: na ruado
1S lliupirto, pri.....i... casa paaando o qnarlcl.
Y]-:.-:-.-r ... :.,::UiV:,.-M.,,i.
Deaapparecou do lugar das Gurcuramn, ..o
dia -J do crrelo, u.na muala de nomo Tbereza,
que representa te. II oniius dei.lado. cslaliira re-
gular, magra, c nuil ..cabello piulado de l.rauro ;
Icvnii vcslido de chita com aaaenlo a/ul claro c.lo
r.unageni, con. bailado, o panno da l.'ta cun lis-
lias encarnadas; cala mulato beben, condecida na
Venda (iianile por umW leilo j ha anuos : roga-
se .. lodas as autoridadespollriaesecapillei de cam-
in que a peguem e levem noiilio da .Manuel JoM
N.ines de Moileiio-, asCnrruranas, ouonisua casa,
na ra de S. Miguel, nu- A togados, que se uralili-
oar.i gencroaaineute.
Alugam-M duas canal terreas, em Sanio Ania-
, ao p da fuuilioau, por proco comniodo : a fallar
m Jos Jaclllllio do Can albo, em sua lahern.i ai
poda r.iiiiiicai..
(juom precisar do um liomem livrc para cra-
lo de..............ionio tiara comprar na ra ou mes
no em caja, ou onlao de qualqucr coehaira, dirija-
la nu do Nogiiei/a, liberna n. i9,
io qncr.
: de 5D0DO0O n
,|iolhcca em III
lilas legll
.a
asm
10 h> |irinn|ii'
pie HQ ilii.i ijii
Prorlwi-i
.../(-. sobre I
lislanlo
Tere
lala
ile s. i'i.uin-i
na Dirrila lia M. w
iro que leiilia sala
i, o i|uc presto lian'
proinio por Mil
i tic rcipioiro-,
lia i ii.i da Oiilcni
lllii ijtH'lli piTci-.l'lC
lio pralica Ir lja la
i uoiiea tic sua ciui-
AVISOS DIVERSO 3.
30
ole. t'.o.i-
;:l de Mlem-
litigase a peaeoa que apanl.ou un. leneinho
liran.o com as pona- bordadas, o obsequio de o
mandar entregar na niaoslieila du Hoaario u. :l.l,
poilMbe-M quem li.i.
Ilan.-se 300*000 rs. a juros sobro poiilnue; de
nuil, un hypolheca en. alguma casa : quem qui/or
ai.mu.ci.
t^^^^@ $ \%\<**% ^H**^
i CONSULTORIO CENTRAL 110- ($
MEOl'ATHICO.
i ilu rosll.li.e, MgUirn
pmageiroi, Irala-eo
n. i
Coilectoria da cHadc de OJinda.
No dia I do .minino prximo viiuluiiro, as I bn-
r,i- il.i lacle, de casa da residencia do Sr. Ilr.jui/
nuilicipal dolcrnin do Oliuda, se lia de arrematar
de venda, por ser a ultima praca, um sobrado em
ch.io- paiprios c bastantes commodos para grande
familia por lor Ires .alas, um asilo e (i quailos, em
unidos.... Minies lugares para negocio, na ruados
I Indi,i Canil...... I i, com os fundos para a ladeia
,,i Mi.euroi,lia,'un valor de 3,3? rs., em que foi ad-
judicada a (anuda nacional,por ronla do que Ihc de-
ii .io.,Joaquim deAlmeida Cueles. Collacloria
ll'Olluda-il deseloinliru de 1833.O escriva... JoUo
Hnrale!* Itmlrigaet Fiama.O cnllcclni, l-'nin-
(luit/as salgueiro.

N. II liu^i ilns Criizet
II
o-uli.i- lodos os dias denlo as H
anhaa alo as J horas ,1a larde,
lilea IOS dnnticilins das J hura
Cu
da ...
Vis
dia..lo.
as nudedia- agudas e gravosas visita
secan feila a qualqucr luna di
iioile.
As

t
ule
da IVesEuezia
< Mbre i r-
inservou lu-
rorreiilC at
ni ien iiniiii, i
publica, e pre-
|uc inaa apgrava wlc
a casa ln fallecido um
polciacs
muH s\*u
por
ilia 5 do
ilia
mr.K .lo parlo, priicl|M
o. liil.i-. rom religiosa
u ila {a]
N
um cail
miiide/
duela
Hnga-so as auloi i,l
de S. Jo-, lu],.....le laII
mandado de N.S. do Toi
soplillo desdo as lll horas
as s horas dn di.1 i7, um coi pi
islo ciif*detrimento da slluliri
jiii/ii dos auu.llu-iaules,
iirocedimenlo he morar J
intnoclor Ir quarteiro ::::
(h arremalatilen rfc carro* funel rw.
Lotera do I?.io de Janeiro.
Sumos Inrrnilos a esperar pela viudo
iln vapor Biiliiuini pura prinos a" veiula
os billictes do lolerin cinc nos vem por n-
(iiielle vapor. Tennis aviso deque (iita-
naliara dev sabir .lo Iti de Janeiro pata
este porto em do corrente, devera pon
eliegtir a i du futuro mez de outiibro, e
Ira/ir a lisia dcsses liillii'lcs, (pie [lorrinos
Lotera de N. S. do Livramento, casa
da Esporanca roa do Queimado,
n. 61.
No din :l'l do crrente andanl na rodas desla lotera
e na rusa cima, na prsc,a da Independencia luja ;
do Si. Fortnale, enu largo do l.iv mnenlo, luja do
Sr. Arenla raeslii a venda um completo sorlimeiito
do cautelas e bilbcles da mesma loleria.
ililheles......49000
Molos.......28000
Decimos...... 000
>'igesimos..... lO
Eslcvlo Cavalranti d'Allinquprque, faa cion-
(e ao respcilavel publico que, lu.ven.ln em dins do
agosto du auno passa.lo abonado ao mu sohrnliu
Joaquim Cavalcanli do Alboqiicrqueua quanlia de
300000 rs., c a Manuel Teirein cm igual quanlia
forain os mesinos abonos ler a casa dos Srs. Novaei
e llaslos; e leudo o aimuncianlc iiuindado a seu
nlliu Juilo de Si Cavalcanli do Albiiqiicrque pasar
ambos os abonos, os Srs. Novaes A llaslo. s llie
aprescularaiii o de Joaquim Cavalcanli do Alliu-
quorque, o mais ni.l crdito destela quanlia de
aunii.iciante, o por que sen mencionado lilbo rerti-
s;is>e pagar sen.olhaule crdito, aquellos Srs. conlra
(oda a esprrlaliva allirniaram-lbe, que o abono II-
i.ha sido vuealinenle, o desla surto ronseguindo il-
ludlr seu lilbo, for.-un pagos daqurlla quanlia de
oi.'^Miors.; cooperando muito para bao dito-
i,'ni Um aquellos Srs. que, om seu poder mo exis-
tia ...ais aliono algum dnannnucinnlc ; guando pelo
ronlraiio devem ellos ler o de .Manuel Teiveira ; o
coma o ii.is.mu nut.uucauto litio ti/.esse vocalmente
seincll.antc abono le 813)000 rs-, segundo falsa-
mente dlueram aquellos Sis., por so fa< scicnle
para que ningiiem receba em pnganienlo, ou faea
....Ira qualqucr lranuc{So como referid,) al.....o
dado a M.....el Tciveia.cvislcnle em pudor dos Srs.
Novaos cV, llaslos, da quanlia do SOOfOOO rs.. pola
quo o inuuncianla ja o pagou, o prelende cm lein-
pu pedir a e-sos Sis. o eieesso que Indevidamonle
roceberam de seu mito, como lamben, os juros
complenle! ossim como lambem provar-lhei a
mu fe rom que se lioiivirainein senielhonlc nego-
cio, un f cerlamenle indigna de homcni dados 10
commercio. Kecifc z\ de fovereiro do IK!^. Dia-
ria n.3:l do 8 de na..o de Isla.1
PauloGaignou, dentista.
Pode ser procurado a qualqucr hora em
sua casa na ra larga do Rosario, n.
.'16, soaunilo andar.
m^ym>smmm)^Xrmxm \
Os oledores de Francisco .Marques da Silva
endo receido do memo mu., rclicjlo de
.leiuenlos a lalieiiui ipie o iiie.nio pos-
ido C imaro, sin......nulo rs. l:853Sj)0 :
Monde
divid
S.lill I
fa/c-.i venda en. lili
Uarquw, i
dita relao,
quem ...ai
fllarquea p
blieo |i
pitra ralearen) caire
do dlvida; a qual
illercccr sem reserva
rslar ao ronii>ra r coala do dllo
>i o producto de
i'i entregue a
alguma. Odllo
Oficlarerinioiilog
noce
monto
bri
>p
i promover cobraiica,portcr legal-
veraeidade das (lvidas i quem
red
i illa 28
i patente,
icnino i!
aluda ii
om anteceden
IrmNos ; c no la
> armaiem grande
do correnlo, .t- 11
quizer examinar a dila
iliiija-so lo ucriplol lo
do raes la aifanuega, n<
lioran da inaulia, ealan
IVeci-a-'C de um i
nos, que sniba oscrever,
para calseira do utna
praca: quem pretender,
sario ii. |H.
Aluga-i*e um prelo proprlo para lodo < servico
fo, n. II.
o Sr. Bernardo Jon ila Cunlra dehou raixeiro doaliuixu anaigua lo, deede odi _', lo cr-
lenle. Candido .liberto s. ii Afolla.
rYvisa-aea loila as peuoasque lem penliores
idailo -lo 14 an-
aendo branco,
isa ilo negocio rra desla
lun i son na larga de IU^
.la !!..
THEATRO DE APOLLO
Recita extraordinaria-
or.MIT.V-l-ElHA a* DE SETEMBRO DE
Subir n acini pela primeir
ni,ni applandido drama en, .'
II UVKIMIKIIUI i>:
Persoaagana.
Conde d',
idc.
'Aiibeiive
Carlos d'Arbel.
O Sr. Cauglois.
O Ib. erfaul.
l'uii.iiiKoa.
.lo.^e Mauricio
Antonio Can:
Eslalajudciro.
rniuiro brabalbador,
Segando i.lem. .
llorleuCla d'Auberive
tanlina Lanejeis. .
Ca lolii, uiulbcr de A
K-ldajadcia.......
Jlarinbeiros, (ral.all.adores, etc.
lindar oexpectacolo com ajorosa fan.a
O PHENOMKN
..Ionio.
1853
vcii'este Ihealro.
idus ..Ululado
i. nwu.
Actores.
OSr. Monde-.
a .i Ainoedo.
. o n Colmbra.
.i .. Beterra.
o o Pinto.
i. o Heis.
0 i. Cusa.
1 o Sania llosa
u o pereira.
n o Hoiendo.
II. Manuela.
I). Joanua.
I). Osal.
II. Jcsiiiun.
oo
O FILHO DO MYSTESIO.
tu que reprcscnlarao os Srs. Costa, Monde
Be
que
que
lll,
..bel.
. Coimbia, I). Joan.ia, e I). Leonor Ursal
loin.i.endar ao publico o drama Marinheiro de
opej hodispoilar o grande mcrecimenl.
enipic foi icol libio no Ihealro de S
.ilo menos o sera i.'csla noile por scus pe pe
admiradores.
Os bilhesdl camarotes, cadeiraa, eplalea ai han.
H desde a \en.l no Ihealro de S. Isabel, cm na
doaclur Jo-e da Silva Heis, o no Ihealro de Apoll
uo dia do expeclacuio.
Principiar! as 8 horas c meia. ______
AVISOS MARTIMOS
PARA A BAHA
M';;iiirn" brevemente o hiate nacional
Fortuna, caplfib) Jos Severo Horeira
Rius : pura o restr. d seu carregamen-
lii e passnfjeiros, tratn-se com os consig-
Datamos, na ra la Sen/.ala n. 134.
Para Maceio' e Penedo
sal.e nesles dias a barcaca brasilcira Diligente,:
quem nclla quier carrcaar, dirija-sc a Tasso Ir-
maos.
Para u llio de Janeiro scuuc com toda a brevi-
dade n brigno nacional Marianna, capillo Jos da
Canlia Jnior, ; recebe nicamente alguma raiga
miinla, passageiros eescravosa frote : quem no mes.
no quier carregar, enlenda-se com 0 capitn OU
cm. M. I. de liveira, na praca do commercio n. H.
t) oapilao James I.. I.ambert da galera ameri-
cana llanlresM, arribada a este [Mirlo na sua via-
ian ilc Sandwich Islaud para Ne-Bcdford, pren-
sa a risco martimo sobre o casco, carga e frete que
eandoz, para necorreraa despegas reila, do cerca de
*fcWSlT(JUO de rs. : os pretendenles queiram inan-
iroposlas no escriplorio dos consignatarios
Haurj l'orslor (Companhia al o fim do crranle
c/, un ra do Trapiche Novo n. 8.
Ccara', BlaraKliao' Para.'.
Segu com lircvi.lii.li' o liiigue Con-
(|uem no mearan quer csare-
i!1"', ...i ir de passagem, dirija-se losd
Baptijia ila Fonseca Jnior, na ra do
'gario n. V, primeiro un.lar.
(Ipalaebo Boui t Marco segu para o Rio
(raudo no Sol nu dia 30 do correle ; re,
laenle pasan m, ,,.na o que olfcrece eicellenles
| can.ino.los.
i Para o Assu, sabe n estos das o hiate Flor da
: qncm n'elle qui/er carregar oo ir
'" paxagem, dirija-sca ra da Cadeia de lleeife
.'.primciio andar.
linele,
piouip- i
S lidio. >
fy Dr. Sabino Olegario iMilgerol'inho. ..V^t'^ Vv^^^!,^'** ^'i'.'-'V'
Sr: ttedaelore*.Sondo licito a qualqucr recom-
mondar sem candldalos para o assemhla provin-
cial, ou aprsenlo o ..mi disliudo cidado, Jos
Tlio.ua/ deCamposQuaresnia, que por >uaoi|iorion-
ci.t, he dignodcaaa honra, rmeleilor.
The.e/a Ma.ia.le S. Pedro eseu lilbo, viova
do finado Jacob l.nh de Carvalho, pronrielario do
eugenho Cumbo.....lermo de Agua Prola, fuicm
scicnle a lodos os ciedme, da casa do-en finado ma-
ridos pal, quo o dirijaui a Antonio Evaristo da
Rocha, proprietorio do engenho Universo, no ler.....
de Agua Prola, no pian, do dous ...e/es, pm -i nu
por -en- procuradores.....m seos documentos logali-
sados, para iralarein de seos dbitos, pois se ncha o
n.e-i.io incumbido para o l'a/er.
(Juom livor um pelo idoao 0 oquolra Rlugar
para lomar ronla de um sitio nos Afosados, por um
proco em proporgo a quas] iienlitim Irahalno, que
lleve e-iai a -en cargo, procuro na ra estrella dn
Rosario n. '-i*, segundo andar, para ajuslar.
Na ra da Cadeia dn Recite, hija do -obrado
n. 59, precisa-se fallar aos Srs. Marcolino A ni.......
A lies de Carvalho, Lourenro Jos da Carvalhoe
I ...... i-iu Jos Alvos de Carvalho, a enlei.de.el..--.'
com Jos llias da Silva.
No dia -jj do correnlo mr detapparoceu o
prelo It.iMii.iiulo, de cor lula, estatura regular, ca-
ra larga, heicu- uru-so-, harlia cerrada, rondidodl
liera
! -alo
la ili.
Bal:
-i.
a vendo a e
Dcsej
ionioslierdeiroa do Bonvenlura Gi
nenio mesma oda,lo. para se ll<
quanliaquo Ihc lie devedor Anin
lo, morador na provincia \.i V.i
liui pudem os lierdeiroa dirigir-ae
i ,: iSS3
plblica(;ao' do instituto i
IIMICOPATIIICO DO BRA-
SIL.
\'AllK-.MliCI M IK) IIOMEOPATIIA :
. um volme de mais de BOU paginas : e !
DICCIONARIO l'iil'l I.AII DE MEDICI-
.NA IIOMEOPATIIICAi em : voiumea |
tana.
uesla eidailo, pa-
mcalves, fallecido
es" enIcegar unta
, Barbosa do Brl-
rabiba: para case
a ra da Cadeia
ule,
lio I, dea
. aasignalur
dia ^8
da ii. Is, que us van buscar ate
lo contrario ponieran sen direiln-
Hotel da Barra.
ilutar prosima en. dia..le. principia.u
is para mesa redonda no Hotel da liar-
a, a :lll-(KHI ra. inensae-. por aln.ucu e janlar, dan-
dii--o \iiilio canil, en. priucipio ; a-si.ii eninn aceita
avulsoa lauto para almeno o Janlar, romo para pe-
lisros, a qualqucr lima .ludia, e pelo diminuto pro
(o do IgUOO rs. No momo llolel aprumplam-M
janlares para a praca e para campo, bom com
lian.bies, loili.os, peni-e oulraj quaesipier quilida*
di <\<' asaados, a procos os mais rommodos; aftiao-
i evrellei.te arranjo, em vialn do opiini
... queso aeba pieseuleincnlo prvido,
i llolel dual boas sals dispouiveis,
Tendo dissolvldo a soeiedadeqUeliveco.il Del
lino Miguel da ('.osla, na leja da niiiiilram. sita ni
ra larga do Rosarlo n. 11, parlicipopelo preaenle
a lodos us dev clores da dila foja, afim de que nJo se
cha....'... a Ignorancia, pniencondo-ma ledo o acii
vn da loja ; a qual cunlim.ar debaixnde mi.iha aif
niinistracAo, nflo leudo o dito meo cv-socio n.aia ge-
rencia alguma em dila luja, tirando todava rospon
livai pelo debito que no mesma coi.lrril.iu : por isso
nao.paguem senilo ao ahaixo ossignado, se nflo qui<
teram ler o denlo de pagaren, em duplcala.
' ldaurdo dit'Cotta Oliteira.
Aluea-se o arnutem, no qual sempre-teve la-
liorna, c no mesmu lem armaeo: no pateo doler
JO o. t:t!l, a (rutar com o seu proprielario Joaquim
Copes de Aln.eida.
t'.ONSl l.roiilOIIOMr.OI'ATIIir.Oa^
A Ra do Collegio n. 25. pri- (g)
, (is meiro andar. ^
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, til' B
t;al aos imlircs, to- Jjg
8 as 12 Ii6ras da W
las
constillas l
dos o* dias
manufia.
Pralica qualquer operacao de
cirurgia, ou de parios.
Hcci'lir esclavos doentes para
iiatar de suai enfermidadet, ou
la
us vHf)
azerquaiquei'operacao, pr
'J/Ji co commodo. (^)
O 39 A,
con ir un 11- an Rosario de Sanio Anlonin, avisa aores-
peilavel publico, que iln lo grand lortimenlQ
<|iip he do roslumc lor, tlcbisroilos, icccltcii uKima-
incnlo rontendo ;l \i\mn e. dlUl ile (i, rarle1 de I libra c
iliios ronlendo l dosia dos quo cotloma Mmpr re-
re her
Aliiua-se por prero ronnnoilo um silio, nn lu-
^;ir denominado Sol'Anna de dentro, rom i .:-.i
pata grtndo i 'nuil.i, eocbelrn, eslrilmria e liai\u
rom capim para dous cavados : a Iralar com I.uiz
GomM reneira, no Momleuo.
ii Sr. Antonio Joaipiim Alvos Teiveira nuci-
r apparecer nu na do Araglo n 'i, ijue muiu
llie ih"*oja fallar a nCBJOCto que Me ilz rospcilo.
o abaixo aaslgnado, escrlvSo 1.1 inundado do
Senhor lom Jess las Dores,cm S. (ioncalo. iiilo-
riMdo pola moa rogedora, romiiU a (odoa oa aaoa
ainadoa IrmAca para se roi*niremom mesa (toral, no
t-oiisislorio da mesma irmamlatle, em udlavdo
correnlo, as II hortu do (lia, alim.le Ir.ilar-se ila ,ic-
lura de calacunibaa no conillcrii
Pedro l'tittto do* Santos.
Deloucfae, rclojotiro,
vendo e concerta relogioa, por commodos
preQoa : na ra Nova n. II, loju de Mr.
Gndault.
I'rcrisa-se fallar com o Sr. Antonio Auunslo
Haclel) a licuor i o que Ihc diz. respeilo : no anna-
r.oill le Joao .Marlius de Itarrus, na travosa da Ma-
l o de leos.
rVntigo deposito do rape prinoeza dt Ho
de Janeiro, rtrotvo, mcio jtosso, e l-
no, nn ra ta Cruz di> Hccic n. '2~*.
Viuva I'crcira minos, da venda dcslo rap, arlenllflca aosconra-
midorea denle artigo, qua havendo lautas e lo dif-
Icrcnlcs qualidades de rap, quocIkOgam a confun-
Illr-S0, que o rape por olla vendido lie, n do falui-
emle Balevflo iawe, um dos mal antigos lo Impe-
rio, o que deseja olKcrvem, porque conOndos em n
boa qualldado de seu rape, laulo em aroma, como
tora propriedade do se conservar mullo iroaeo,
suftella i aceitar qualquer porc.lo, que por tle-
fcito le qualiil.iile llio fi.r cuueitidn. Tara mais
immodidado de sou freROezea acaba docslobrlo-
T um deposito filial, na ra de Apollo n. J.
miKxmmumwBa
ANTIGA
nndo
./mi
mi
no ii,-iii
a r.ii.i
i'in.
voluniu-a. be crloulo, mullo Ii
ra da cidado do Ico, o al.i
wodol>aula BaplUlaCnnici
capil.ics le campo a Hpn/e-
iii, v pmleni le. .ir a c.i-a ila n. ' pndei
h-lii
urna verlllu pouct
dio, viudo fia seis m
pertenciaanS:-. Iranc
ro; recommenda-se ao
liensan do mesmoesen
seu scnbor, na roa I>ii
smenle rocompcuNid.
Prcclsa-so de urna ama que compre o coziiibc,
para una casa de pnii-*a familia : na ruada Sonztlli
Velba ii. 7.
Jos Marques da (osla Soarea lom tasando n
lores pie lia vis dado om nina procurac^o an Sr.
o (lo RegO 11 mi.i-, e nao pOJc desle j=i > Hila
sciibur fa/er uso la mostna prnciiracao, qud lira cas-
tada c revogada*
(llcreee-so una ama para Imlo o servico de
qualquer casa de familia ; prefere anlesdo liomem
aoltciro: quem precisar, dlrija-se n ra do Ihealro
AVISO AO CO.MMKItCIO.
Osabaixo nssignados oontinuain
(riiiiciuear ii todas nsclassesem
ral os scus siiiliini'iil.is de l'a/.cn-
aus por lia\..s pivciis, nao'me-
nos de urna peca un nina ilu/.ia,
a ilillliriin, mi a pni/.o, conforme
te ajuslar : nu sen arma/ein (la
praca doCorpo Sanio, esquina da
ra do. Trapiche, n. 18. Ros-
troii Rooker < Comnanliia, nego-
ciantes i'j'lczes. (is mesinosuvi-
sSoao respeitavel publico que abr-
rain no lia "> do corrente me/, a
.sua loja de la/en.las ila ra do Col- y,
lejjio e l'asseio Publico n. 15, di- P
rij'ida pelos senlioies .lose Viclori-
no dePaiva e Hanoel Jos de Si-
queira Pitanga, pata venileiein [
...i- atacado e a relallio
_K3E3s^!33 B^2E3E3S^B'
I'erdci.-se o da -J~ So n.rrenle, da rua di.
Aragto praca da Boa-Villa, ara canivolo ift cabo
de ma.lrrpcrolii, o de du.is follias, sendo nina ilcllaa
lirga c mitra pequea : quem o aclinu, quelra Ir
mingar na roa do Selw n. -JI, mi neall l)pugra-
phla.
Treii-.i-sc do um IDianadnr CipM, que amns-
secenlresue pan; paga-fe licm : I Tallar na Ira-
vesaa da Madre do leon n. SI.
Quem sejulgar eredor de Jos Morcira >*la Sil-
va Jnior, queira .piescular sua contal an Sr. .Ma-
nocl Joaquim Carneiro Leal al o ilia Hile ouliilini
pruximo iulmo, para se poder eonl.ceer o cslado de
na casa.
__ Alusam-sc o segundo andar da casa da rua do
Caes, e o quarlo di rua du llri.m, em Kiira de Por-
tan, pcrlencenlos a I'. A. da Cunlia & Convpanliia,
amado Vigario n. II.
__ Arreiula-so um slho para te pausar o f, -ti, ni
estrada dn Monlcirn, com escellenle caaa, olriba-
ria e cocl.eira ; o pre^o l.e raz.nvol, e i|ove-sc pro-
curar ou na rua do Crospo. escriplorio do Mri.nlo-
ado, das 0 horas da manl.Si. as :i da linde, ou ci-
lio em su;. ras:1. no atoudego, qualqucr hora do
'' Antonio l'edro do. S,...... >.......U para o lio
deJiiueii nomo l'e-
dro, Joaquim, l.aurenlii.o B Klorencia.
le mal.
Obra
n.ilia. i
rectoral
cinienli
q.
de ihi paginan cada um.
india......savelsa Indi oa |iab do ta-
mborea de cngcnbo, aacerdolca, di-
de Collegioi nu do oiil.ns eslalicle-
I, capil.ie de miv ios, mi!.mojo., el
n'.i|iii'i ut us pcasooa, que por si ni.'sin.'.s
Kerem conlicccr oa proiligioioi etleilns .
o Ijttlacro l'i-
ciedadei naci-
la
I,, lii.uienpaliiia.
/v/o /)/. Sabino Plegar
na >, mombro de muito* toci
ncii i i etrangeira*.
IM.is duas obras, quoaerao
diversas e-l.u..pi.s coloridas, e
oque lia deii.ell.nr i.ron.i de
mcopalhica. Qualquer dellai
n lodaa as oulrai, que al In.je
i-;.,!...
L'rcco da aaaignalura USlOOO.
AMigna-ac i......ata do autor
Ciu/.es, u. II.
(I VADE-MECL'M lom do aaliii n ln/
brevetnenle, valo J estar mullo adianlada
oa impo -
\. /(.As aisignaturaa scro reccliida
ule o dia :ill dotorrenle, de conr.innidado
com aseninlires calabelecidaa no prospecto
publicado ueste Diario, Ilesa
ni se iccoborSo sondo pau
menle.
Consultorio central liomeopulli
diis Crii/es. o. II.
ulornidi
iccrram ludo
medicina lio-
lio pieferivel
H leu. publi-
ru.i da
dia em diaiilc
; illllliodiala-
rua
rranceaa de lanatoa laaeail.
ledade, aos desejoa <\f -cus ireguefci se i
l.otai um depiisilo de seos prodlicloa, lio
Uua-Vlsli ... >, loja de cliapeos de sol
spoiluvel publico oiiiouliaid mil lindo
luda- us modal a do lod
L :1S^^515:^3S:;^
l>rocisa-aede mi
leja fiuiii ou captiva, paga-so bem
I IMa lia '2*1
o Si
a l erro ilos
na ni
lllllO, (|I|C
do Amo-
. Ge
Alio
jiiidlfn, morador no
ndade le apparecer
ruina i
sera*
ilaumi
Mdia.
ncalo, ollL'ial il
jado., (oillia a I
no Coelho, anegocto que uno iguo
Na i na lidia n. 13, precisa-i
i|uc lilla comprar,coKlnliar eengonnnai
consa ; a casa ao lem ;i pessoas le familia,
luga-se umaeacrava moca, crioula
com mullo bom lei lo para dar a alguma crlanen i
quem a pretender, dlrl/n-so .1 roa do Torrea por ci-
ma do arman 111 do Sr. Miguel Carneiro, quo aclia-
rcom quem halar.
Pao' quelite da* 6 as 8 borai da tarde.
Ni roldarla delrax la malrii da Bon-Vnla 11. df,
dn [.* lomea oulubra emdianle, h i%er pao quen*
ic no ilc|ni-ito dama do Rangel 11. 13, < na iiHwna
liadarla cluia, como se cosluma uaspadarfas doltio
tie Janeiro.
I'rcrisa-se alujar umsilin que Icnlia boa cosa
de vitanda para familia, uaixepara capim. c paa-
(orawlouro para ouGo\accas,uolugarei legninlea:
(aOchangi, Estrada Nova, Aplpucos, Helienlie, 011
outros luuans polo bem acaluga una casa mi iliu pequeo ou grande
liaSoledcde : quem liver podo procurar na rua da
Cadeia rio Hecife n.5i, QUO scilir quem quer.
Osennunclos publicados ueste jornal em Ule
7 do crrenle com as iuiciaesj. I. H, \ nao se
enlendem com oSr. Josdltldro Borgea Leal.
Gustavo Joo do Bogo, embarca para o llio de
Janeiro osen eacravo de lime Caaemlro, mualo.
I'rccisa-se ila um eaixeiro para urna p.ularia
que tenluj pratica denegoolo e que aalba lereeaere
\er, cque tIO tiador a sua coiidnila, t> juulameiili
um prelo para 0 servico da lila padaria : no paleo
ila Sania Gru, n. 100,
Oabaltu asigimdo avisa as pessoas que temeon
las cm sua loja de cliapeosda praca da ln lepeiiden-
ca, n. :t, que quanlo antes vonliam r>o manden
pagai oaaeua debuosM uio quiurom ler o deagoalo
de ver mus nomes por extenso ueste Diariu.IJoa-
rentura Janr tic Catiro Atetado.
Ot rredorca da mansa Taluda de Jos Dias Si-
mftet), tjne aiutlc mo apresentaram sims emitas 011
dociiinenlos ao atlmiuistratlures Victorino de Cas-
Iro .M.nira e Jos Joaquim Pereira tic Mcndonca,
qociram as aprr^cnlar uo praio de K das para se-
ren verificad e descriptas as relaees, que os
niCMiHisadininisIradiircs lem de presenlar.
_ Precisase atugar una prtU, escrava, que aai-
ba coxinhar o (axer lodo maisenilo de urna casa,
paainlu-se-Mie o ipic BO convencionar: iinem liver
cjnicr fa/.er oslo negocio, dirija-sa a Iravaasa da
.Madre do Heos II. 1, que alii achara com ipiem Ira-
lar.
Alir-u-se urna casa com mailni.
ra pando familia, e a tnai-no do Itio:
leader, falle nn atorro <1,1 t**^ Wa "
andar.
tln
endn
, ln
lo de calcad ^ ti
eos, se encane:
reine 11,1 RU oli
obras de cneonm
-eidimcs Mpaleir
nclitos, beaerro,
prefa commotlo :
doR, vendem-se lambem
O abaUo aaslgnado
qife esli situadas ai cas
., na So-
olveu a
Ierro da
anude 0
numen
t- pie
mcerlOH O ludo qnc
bem se loma medula pan
um promplidSo c asaelo ; os
iscnconlrarAo na mesma loja avia
ni.irroqilim o eanmrca, ludo pm
lodos os objeclos ucinil menciona
m porc.M..
nliordireclodotwlos.er
da- mas da Aurora.dc 11,
10 02; do tilcrro da Doa-Visla de n
delrax da iiMlrix da Boa-Vista, de na. >
Hospicio de 11. ::.:.. ; da praca ta I
11. I a 32: da rua do Aragode n. I 1
sario, de 11. I V.-2; ta CoiiccicAo de 1
pal.....la Sania Cm/.. de us. ;>, ,, (, S i
I a KB ; i.lieK; tli
a-Visla, d<
15; I i GJ ; d<
lll ; ila 111,
da ruado Cama
de ns. I ;r2ii; tl>
do Poro, le us. -jh
das referidas casas,que
pauar o- foro*, que
do Pires, de ns. ;i:i, 35, :i7 e ;;*>
rao.de ns. I,:ie.'.; doTambi
beccoda Bomba, de n. 2 n lo ;
e 30 declara aos possuidores da
veiiham no prazn de i~, ilia
lAo a dever, noli pena do usar n alniivu assignado di
direiloojue llio contare a lei. e sabom lodosquc ni
pii-lem allicir as rele idas iaw-t wm liceue.i o naga-
liiculodo Uudcmlo, pena de imllidade das aldea-
coc./fii Unrigue da Silva.
Auendam.
i'erdeii-se lionlem ['2't do eon
Praia, caesdCollegio, ruada I
CorpoSanio, um (elogio pequeo
malladoda
en i urna ta
do .ir, He
nliora, es
/id e-curo, com una flor de hrilliant
faces eoiitra petla na face opuesta
de
jcctosli
nnniodffs pu-
ipicm a pVn-
,17, leneini
nulamente perdcii-se um alfinelo, em t|ue ia pen-
lenleo ineainorelogio, leudo em um dositinetes as
lutoslellras. M. C. I'. II. M.: quem deseesol>
(icia dirija-so rua Perinola, sohrado
1.1"', que ser licni rccompeusadoi
< m 1 ."/ ; i !;-Vf%*.
ao niiuco.
'; j No armazem de fazendas bara- i
tas, rua do Collegio n. 2, R
W. vcnilc-so um completo sortimento n
|r-j de fiizendas, tinas e rjrossas, por ^
9 |.ir.-..s milis l.ni.Mis do (|tie emol-
as ni i|n;il(|ii.'r purte, tanto era por-
ra (iles, como n ratallio, nfiinncnndo-
se nis compradores un si'i privo
sj [Mira todos : este esbil>eleciiieiito
'"." iiliriu-si' de conillinacBo rom i
s-; ucinil' parte dns casas commerciaes
y iijjli'/as, liiiiici'/ois, nllemSasesuis-
a sas, para vender fazendas mais em
,'.' unta do que sr lem vendido, epor
5 islo oflerccendo elle mniores van
taj'i'ns do que outro qualquer ; o
piopiiciario deste importante cs-
labelecimento convida a'tollosos
leus patricios, eao publico em (te-
ral.paia que vciiliam i a' bem OOS
si'iis iiil(-rcssi's) comprar fa/.cmlas
baratas, no armatem da roa do
Collegio n. "2, de
Ai.tii.no l.ui/. dos Sanios.
B mea lana masfmas*mssft
.Madama KoutiiT, modista l'iamc/.a, ni
rua Nova n. 58,
acaba ilc MMScr pelo navio tlnidenl um linilnwir
ti....'ido .la ili.i|ti'os ileacda pura |.aascio, ele frliro
i'iilcil.ido. para nioiilni... de ncnliora, runuoi.i- de
eimhraia .'o... nuingai bordada.. prcparaj^DV para
veslir-^e por balso ,lu palild. chale* pilos o lniiii-
cos, (loes de culii.r eaparlHiai, nioins pn.a srnliorn,
onfeilcsc lurlianlos para lunle.s e Itiealros, (las lar-
ga, para rilos, luvas de jiollicu hr.iiir.i para sonlin-
r.i, r.imisii.tiai 'bordadas, lencos de at-dn, liiv.i- ,1,-
casamento, ligan, rnniciras, manuiiilos houl
dn do lui.i-ioio-, in.iiil.is [irelas du suda. iinil,n;oo
de lilm.il, vestuarios, da aeda pai a menliaat, dfloi pa
i.i iiioiiiii.h,, lci|..cs. franja, pretas, loucaa de bap
litar, niiiilas uiitia- launda por pretil commodo. I
a
HOTICA
HO0U2OFATHICA S
RUA has ciu zh.s ras 5g<
Fundada por
I tiOSSET IIIHOM.
Esto ealauolocimonlo poaraa laduaoa mc-
dii lia lentos,nii'- agurn experimentada, lano
na Europa como no brasil, o preparado, po-
las machinas da invi-iioao do |ii. Mure.
Carleiraa de Ii lubnsatc 160, por procos va-
riavi-i-, couforni. a qnalidado das cai*as, a
|6 i|iiaiiiid,idc dos remedio! e toa, dynimi-
'.->- saooo-,
25:000 rs.
B I ma CAUTEIBA nim 8| prlnetpaea
JH 11 uicdtoa lioinopalliicose.'t ultras liillert'iiles,
Sfi Endispensavcis para us prnclnlanles que se
? qulzerem couvencer daverdaue Ha nova me-
ca dfeiua; conlendo alm de mullos coosclbos
>5 Clnicos, a palingenesia .le \H ineilicainen-
B Iubosavul*os(eada um ).....||000
Tinturas de lodosos meJkauneiitoa em iras
eos to i., onea............ .^MHJ
INa mesma miira eiiconlrar-sc-ha sempre
W um uraiule sorlmi;iilo tle Inios em porlu-
M une/, e franco/, e eitiliiu lutlo quanln lie ne-
^ cesaario para o esludo e pralica la liomopn-
LhllAIIIA HOMEOFATHICA.
28 lina (l.isCin/rs 28.
Novo manual cmnplelo du Dr. Jalir, A voluines.
Diccionario dos lemos de medicina com 107 oslam-
pas, porNjslen.
llomeop:dlia xelerinai ia, por (unlher. s
Tralamcnl das multslias de pelle, por Jalir.
Tratado da fehre amarella, por Tlimuas.
Organon ta arle tle curar, pur llalmemaun.
Atlas de anoioinia com mais desoo gravurascolori-
das, por Masse.
Tralomenlo das molestias cbroDicas, por llalmc-
innnu.
Manual tle anatoma, por Coala.
Momeopalliia domestica, por lleriuj.
Ilonieojialliia domeslica, |nk Bigel.
Memorial do liomeopatlia, por Uaaa.
Tratamenlo daa molesllaa venreas eda pelle, por
AI lom} r.
Blemenlos de liomeopailiin, 2.a cilicao, por liotwcl
Bimonl.
Tratamenlo das nwlestlai venreas, pelo meamos
l'alhoimnesia tos medicamenloa bomeopalliicos lira-
sileros,e posologla ou admlnisIracSo daa dosel ,
Irailu/ido do franee/, pnr SAINOS.
SALSA 1'ARRII.IIA.
\ cenle Jos tle rilo, uniro senle em remam-
bueo de 11. J. I). Sauds, chimico americano, faz pu-
blico que lem cllOgado a esla praca una urautle por
ciio de frascos tle aaba |>arrillia de Sauds, que sAt
\ii.l,iil(M,iineiile fal-ilicados, c preparados no Hio
de Janeiro, pelo que sc de\em acaulclar ost
midores de lAo prcriosu lalismaii, de caliir ueste
enaano, lomando as tunalas romiequeiieias que
Bempre eoetumam Iraxer os medicamenloa falsica-
dos e elaborados pela mao daquallea. que aniepoeui
-cus iiiterc>sesat>s niales e eslraios da humaiiidiidc.
Porlaolo petle, para que o publico sc possa Hw.n
dosla fraude e dwingua a verdadeira salsa parrillia
(leSaiuIs da lalsilicada e recculcnienl aqu rliega-
da ; Ufliiiiuurianlc faz ver que a verdatlcre se ven-
de iinicaiiieiile-eiusua bolia, na run da laincoic.'m
do Hecife u. (I ; e, alm do rereilnario que aeom-
paulia cada frasco, (cm embalso da primeira pagina
seu iuhiio impressu, ese achar sua llnna em ma-
imscriplo sobre o iuvollorio iinpresso to mesmo
fracoa,
"l'"'*" Fabrica de chapeos de sol, u praca -/iF*
da Independencia, 36.
noel Jeune, cliegado ullimanicnle ncsla cida-
co, que Irotiae com sigo, um rico ecomplclv sorti-
menlo de chapeos de sol, tanlo Je soda romo de
pannioho para liomem e senliora, ricos chi
seda coa cabos de caima da India.dilus coi.
linas, 'lilosde annacn de neo, com ricos cas loe* do
nnirlim, bengalas e ouinw molleaobjcelos das mata,
moderno-i e vaii.nlus, a--m como Iroirxe lambem
um lindo M-rliinenln de sodas e panninlios para i 0
luir qtialtpiei armaran usada : lodos entes onjoclw
mencionados,concerlan io,o pnunptiilo,
(..ii uccos mu ia/u,nei-, c m;u< liai.ilu do que cm
lira qualqnei parle; vsmdeiPrsa cm norj*oe a va-
jo.
*5bB2 2 2 a.5"c w -^N -P
ft r; o ~ % 5, BSi^aSSa-lB-*
2.3 e. S &
r
33
2 sr
FUI III
s ^ tjl
Fl

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3S8--S?S
5S|Xa*
3 P- ^ = ?
S 3 f 5-= I
os-*
[1


= 2.S* o-
' = i^-TSXo 3
iBrifll'I
1 5 q.2. .c?
Precisa-se alugar um molcque: na rua do
Trapicho n. II.
WISO AOS SEMIORES DE ENGENHO.
Alienta,a, .:i .unli-s vanlapciu na muagem re an-
na, provcnieiilesile ler o, lombores ila, mowidas
licrfeilninenlc lonn-.iilos. oal.aiiu aasignado resneilo-
samenle lenilira aos scnliore* do cimcnlio que na
liin.lirSo |ierfelaiiu-nlo lomear de novo um jogu de lamlio-
r, c .i | .! i .i i e endireilar o, denles da, carretas com
t.n.l.i |.reslci.i, quesc |H.de ciilrega-lo, uo meamo
.Ii... evilando-M assim o ineonvenicnlc da demora
tus carros eo Impele d moagem; i.-ii.. romo que
a mesilla tiinilirAo se acl.a sciiiprcsorlid.-!, nao sude
as niocii.las de diversos lamaiilios e moileloa, e-
ii.ni tamliem de rollas dcnladas, lano para agua,
mu para anlmaes de loda, a, pruporrfies, a saber :
illa, volla c quarla, vollae Ierro,
lia por v volla
meia, duas, Ires, quarlro vollas. ele., etc., e por-
:iue qualqucr senhor de eiiRcnlio querendo ac-
eelerar a sua ninenda.a fin de moer mal, canna no
mesmo tci..|K>, ou retarda-la, a Hin de esprcincr mais
liquido da mesma camiR, pode sem demora escolher
-odas competentes. Kuiidicjo do ferro na rua
llrum passando o chafara. D. II'. Botonan,
engenhcini.
lauto
Man.
IIOMOPATHIA.
55j O 1)11. CASANOVA mudou-sc para
-* Kecifc, na rua do Trapiche Novo, n. 11, se- a
',, alindo andar, na casa onde sc acha o consu- ,
S lado francci, ondo |de ser procurado a R;
3 qualquer hora do dia._____________E3
Na rua da Cadeia de Sanio Antonio n. :i,
deseja-?e fallar com os scnliores ahuixn niei.cioi.a-
ilos : l-'rancisco lijnario da Cmara l'imciilel, Ma-
nuel (inines da Silva, l.ourcnro Ferrcira de Sorna
Jnior, Kraucisro de llullauda Cliacnu, Aiitouio
.lo-i- ile .Mello, Francisco Joaquim da Cosa, Joio
,lo Ileso Barros. Jo.lo llodrigucs da Silva, Jos Por-
firio Tcoira de Alcndoni;a, Francisco l'eieira do
llrilo, Joo rhonia di Sanios. Francisco Ierre., a
l'inlo, Manodl da Silva Barros, Simio Rodrigues
do l'.spirllo Santo, .Manuel Sirino do Caille, Jos de
lUrros l'ali-.io, Jo.lu 1.111/ Pana, Ju.To Cavtlrauli do
Mello All.i.qiicrque.V'iccnlc Alves Branco,Joaquim
Itiiilrigiios'do,Sanios, Antonio Brasllino de Molan-
la Cavalcanli.Jos Ciiiieglllldcsdl Silva.Manual-Jo-
ic .laSilval.eile, FranciscoAflonsi+lc Alh.iqucque
Mello, Jos Cardo/o ('..n.ilcai.ll, Jos de Benevidca
l-'aleflo Jos Kodrigues de Carv.-ilho Domingos
I'crcira Uniidim, Patricio JosTavares de Vasoafi-
ccllos, a negocio, c fuz-so este annuncio por esta for-
ma por assim ser mais fcil Iralar com estes scnlio-
res 0.1 alguem porelles.
Ignacio Luis de llrilo Tabardo..
Casa de commiraao' de escravos, nn
rua larga do Rosario, n. 22, segan-
do andar.
Nesla caca rcrchem-se esernvos por ronimisso,
para seren vendidos por conla de seus senhores,
aflaneanilo-se 11 I.0111 Iralamcnlo. nssim como a se-
giiraiirn dosnicamoa; nao se poupandoesforcospara
que os mcsluos esclavossejan. vendidos com promp-
lid.o, iilini de que seus scnliores, lijo sollram empa-
le com a venda delles.
ATTENCAO'.
Nova fabrica de chapeos de sol, 110 ater-
ro la Bou-Vista 11. -2.
O dono desle cslalielecimcnlo lem a honra do
participar ao respcilavel publico pernambucauo,
que Iherhegou pelo ultimo navio ebegadodoHavre,
un grande sortimento de chapeos deso, lano do
seda ro.iin ,lo nanninho, rha|iens com cabos do can-
na da I..din em caricaturas, ricos chapees do senho-
ras, lano de panno como de seda, um grande sor!i-
incnlo de seda, o pimniilio cm pera, para col., i.
qualqucr annarilo usada com asseio.- lodos osles oh-
jcclos cima mencionados, vendem-se cm porcao o
a relalho, con. grande reilurrao dos preces. No dito
eslal.eleeimculn sc eonscrlain os dilos ohjeclos com
BSMio 0 prompiidao, por preco mais commodo do
que cm oulra qualqucr parte.
Manuel de Almeida Lojies. com cusa de
consignacSo de escravos, na rua dos
Quartcis n. 24.
Nesla casa rerchem-sc escravos de commiasao pa-
rase vender, lano pora a provincia como para fra
della, por conla do seus dono,; afllanca-se o I10111
traliinienlo c seguranza dos mesmo, ; o lambem
-onipra;-.i-se o pagam-sc bem, agradando.
Alumno', o chex.lro.
11 Sr. Joaquim Pereira da Cosa l.arangeira, nn
se pode relirar para fra do imperio sem que pri-
meiro saldo conla, com o aballo assignado, e Irala u
quanlo anlos de Ihc vir pagar, do contrario Icr do
ver empreosen noine nesla folha.croga-seaqiinl-
nuer capillo de navios de o nao receber a sou bor-
do, sem quo elle aprsenle recibo era romo pagou
ao .o 1 n iiiir..... i.-, e se acaso o receber Icrao de |sar
pul algum ncommodo.
Manoel ,lnlonio de Sonta llibeiro.
A'IIENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADB.
Paulo Gaignou, denlisla rerebou agua denli-
frire do Dr. Pierre, esla agua rouhecida como a mo-
lino que lem aparecido, ( e lem muilos cloaioso
seuaulor.l lema propriedado de conservar a bocea
clieirosa e presenar das dores de denles: lira o
goslo desagroilavcl que d cm geral o charuto, al-
binias colas desla 11 um copo d'ai-.ia sao sufileie..-
tcs ; lainlie... se i.char.1 p deiilifricc cxcellcnlo para
1 cnnserv.ico dos denles : na rua larga do Hosaro
n. 36, segundo andar.
DENTISTA AMERICANO.
DENTES ARTIFICIAOS.
7 lll A DA CRUZ 7.
I). II. Bajnoo, cir.irgilo denlisla, lem a honra de
preveuir ao'publico, que afaba de receber dos Es-;
ladiis-Ciiidos, pelonlliimi navio, DM1 grande sorli-
i.ieoioilos celebre, denu uiinorae i.....irrupiiTcw,
iuconteslaielmeiile ldoscomosii|ieriores a todas as
pulraa q.uli.liiile- que irui apparcrido ale boje, so-
bre ludo pelaran perfeicao com que iiiiilam a 111.-
luren. D. II. Bavunn, conhecido pela perfeic*.
daiaoa, obnu '' moderacAo dos sen, preros, ronli-
ihii 1 applii.ii' denles arliliciacs pelos niclhoressvs-
leiiins adoptado, na Amrica e F.uropa. sem ne-
nhema alleracSo nos preros bem ronhecidos de sc-u
oalebclccimentD.
PRECOS SEGISTES':
Por chumbar u.n denle de 28 i 5*000
dem de bolarcnda u.n 7& 12*000
AVISO JIKIDICO.
dos primeiro elemento, para
Heos do iiirocivil, innislii-in eerrigida a.-icrescenla-
d,., 11.^0 * 11111, i.ii.i,, ccriM din despachos, interloculoria, e di-
llniln.i- dos jo!'.;.idui jliio iulercssanle
a<- pi incipianle, e... prica quo 11 ios servir de fio
conduelo. : ua praca da ludcpencucia 11. ti c 8.
\


m
W


f
No din ID tte selembro do correle anuo, pe-
llo 10 hora da iii.olIi.i.i,.sHhiiHrik dd praia do JangH)
onde t.--i.li.ini, pan ircni a pesca, como coslumn-
vaiu, uin pardo forro de uasecnca, do oome Alanuel
francisco Tos-ira,de '20 anuos de idade, |)ouro inais
ou menos, aliara mediana, cor morena,ratwllos ca-
cheados e prelos, rnslo coroprido cum afumas mar-
cas de bniga. Mrfl cmpralo, ollios e borra pe-
quouo, sobrancelhai Techadas, cooi bastantes cabel-
los, comb^o de barita, o qual bo lllho deClaudi-
no Teteira dos Sanio-, morador na praia de S.
fram isru da cldade de Olinda, e o crioulo l.ouren-
co fllhodc una tal Kosa, moradora no lugar dno-
miiiodo Colovello, freguciia do Marangua|>e, sendo
i|iie forain ambos em orna a jangada perloncenle
aostilhos do fallecido Anlonio Ruflno, e al o pre-
sente nao vollaram, ncm ae salie noticia dclles, pelo
(|ue pede-so encarecidan-cule as autoridades poli-
ciaes. e niaia |iesoas moraddra pelo litoral dcsta
piioiucia, que uo caso do que apparcra cmalgnma
la praias do meaino litoral alguiu cadver, se dig-
nlo, a visla dos 6gnue* aqui exaratlos, examina-
reni, alini de caso recoubccaiu ser o de" algum
dea individuos aqui mencionados, dnreni publici-
Jade para que chegue au conhecimenlo de suas fa-
miliaequc aeocliam consternadas, com o que muilo
Ibes agradecern.
Atlcneu II s.tut.i rcligiao.
A mesa regedora da innandade de N. Senbora
d'Aaiuinpciio da imperial capell.i das Fronleiras, na
Estancia, do tinado mestre de campo llenriquc
l'nis, venerando fundador da referida eapella. Sra.,
osla innandade participa ao resneilavel publico
<|iie, em unidos das do mes prximo de outubru,
Ilata dar principio ua reparos que neressila
mullo, o Sacrosanto Templo da divina padroeira,
e que para eale llm bouve por licm nnmear I
rnuimissoes para as nrreeadar/tcs das csmolas |H>r
mel de subscripejo ; por lano, a mencionada mesa
espera luda coadjuvariol por parle dos benignos
de,otos sinceros e caridosos da semprc Virgeni Ma-
ra ; pois que esla regeuria actual lera lodo o zclo o
eousciencia devida para lo sanios filis.
Eiporlam-so para o Rio de Janeiro os escra-
vos l.uii, Luisa, Alesandriua c Virgula, pardos, a
ser eulregues a Joao Anlonio Alvcs de Brilo.
Maiimiauo Francisco Higucira uarlc, em-
barra para o Kio de Janeiro, a sua cscrava mulata
do nomo Alaria.
Sequdira cV I'ereira, embarram para o Rio de
Janeiro, a sua escrava de nomo Rosara, crioula.
Offererc-se urna parda forra, de boas quali-
dades, para ser ama de.honicm sollero : na ra do
Nogueira n. 1.
Lotera de N. S. do Livramento.
IJejKJi da iiiaiiliin andar iufallivel-
mente a rodas delta lotera, no consis-
torio da igreja da mesma Senbora, soja
rem por vender, e o resto dos mcsinos
ncha-sc a venda nos lugares do cosi-
me. O thesoureiro, Joo Doiningues
da Silva.
Alugu-separasepassara fetta duas
boas Misas, com commodos para fami-
lia, pintadas para nao fazer uespezas, ao
passar da Testa: a tratar na Torre, sitio
no Leo, de Francisco Jone Arantes.
Aluga-se o sitio na estrada de Joao de Ha: ros,
ilefrouto dusilo do Sr. Juo Manocl Mondes, rom
vaiiosarvoredos, duas cacimbas (Tagua debelier,
e una grande casa com 5 quarlos, roziuha fura, etc.:
a tratar ua ra do Calinga, botica n. II.
Precisa-se de un rapaz porluguez. de idadede
11 a 16 anuos, que (coba alguina pratica do laber-
ni: na ra Novan. 10.
Cnilina n oslar Hiralugar osobrado de Ana-
cielo Jos de Mondonga, silo nos (k>elho*,com gran-
des commodos para una decente c numerosa fami-
lia : as cbavos oslao no sobrado iminedialo para
quem quizer ver,
Aluga-so un sitio em Api pucos, intitulado
Zonaue, rom boa estribara e cociicira, escellcnlc
para se passnr a fcsla, por baver baulio muilo per-
lu : quem o pretender, dirija-so a ra da Cadeia
n. II, ou uo cugenbo Dous trillaos, a fallar com o
prop ielario do niesmo engenlio.
Aluua-ncu primeiro andar, da rua do Trapi
che u. 10, proprio para esrrplorio : a Iralar ni
niesmo, ou no liolel Francisco.
Sr. laaBOel Jos de Souza l.uua lenha :
boadadede se dirigir a araca da Independencia ns
'Jl a :tO, a negocio de sen inleresse.
Joaquim ile Olivara Mua.
Aod.r a moda coas poaco dlak.iro.
Na rundo Queimndo segunda toja n. 18, vnde-
se luas do pellica pela pira honieni, senborae
meninos a AOOrs. o par.
Pao' de familia.
O proprielnri da padaria dclraz da malrit da
Boa-Vista, n. -26, pretende no din 15 do rorrele,
presentar ao publico o mclbor pao que lem appa-
recldo eo mala arredilado no llio do Janeiro, o
qual ha condecido pelas pcaanas que lem rulado uo
Rio. Su so Vende no deposito da rua do llaugcl, n.
13, c ua, mesma paliara a pessoas que quizer com-
prar, fazer anas cuconiniendas na nicsina casa ci-
ma,
PRKCO0.
Um.......160
iiio.......ho
Na rua da l'enba n. S-t. primeiro andar, se di-
r quem vende I rclouio de caisa de ouro, em pon-
i pequeo, que pode servir para senliorn ; I dito
do metal dnurado, muilo bom regulador, 2 rorre-
les para relogios, de ouro de le, 1 par de brincos,
e 1 dilo de rosetas pequeas, ludo por pouro di-
nbeiro.
Vende-SC una crioula, moca, de ptima con-
duela, que cose muilo bem, faz Inbyrinlbo, cozinba,
engnmma alguma rnusa, e be nmilosadia, d-sca
conteni: para ver e Iralar. na rua da Cadeia do
Kecife, sobrado n. 29, primeiro andar, das 9 horas
as 3 da larde.
t- Vende-sc tuna (ahorna, rom pioncos fundos :
na rua Imperial n. 1:1:1: a Iralar na mesilla.
Veiitlein-sc chapeos de castor linissimo, blan-
cos de abas largas, ltimamente chegados da Ingla-
terra : na loja n. 3, ao lado do arco de Sanio An-
lonio.
Lenrosde camliraia de linlio, linos,
a.llOis,
ua rua do Crespo, hija da esquina, que \nllu pat a
a Cadeia.
A visita de Anlonio l.niz VirAes vende, para
pagamento de seus credores, a taberna sita na rua
das Aguas Verdes u. IN, com os fundos nella exis-
lenlc, do cerca de l:5H03(g)0 rs. : Irata-so romos
jrs. Tassolrinnos.
Vcndcm-se l esrravns, sendo 6 ditos doler-
Mcode rainpii ; I negrinha muilo linda, com idade
da 10 a |o aunes; I casal do csrravos, mocos ; -2
esrravas de lodo servico ; I (lila de bonita ligara,
pie rose e engnmma : na rua llireila n. 3.
Nlaaaal de coala leltaa.
Na ruada Madre do Heos n. 31, acha-.e a venda
0 manual de conlas lailai de assucar. Esta nina su
c\igc um emprego de olhos, para mostrar o valor
de loda c qualquer quanlidade de assucar, seja quo
prato Mr, desde KtHI re. li :lglHKI rs., pelo preen ja
sabido.
Cera de carnauba.
Veade 10 cera de carnauba da un Muir que lem
viudo do Araralv, em porcSo, e a relallio por pceo
ronimodo : na rua do Hangel n. I.
Vcudem-se 3 vareas erioulas, muilo boas de
leilc c gordas, un.a parida do poneos dial, e duas
prximas a parir : queni as pretender dirija-e ao
sitiado l.eal, na Torre, que achara com quem Ira-
Irar ; >endein-se por querer-so acabar com este ne-
gocio. No mean aillo so vende un cavailo para
carro, de cor rodado, nove a gordo por proco c.....-
modo.
Ao liniii c barato
AVI KillllADK E SUPEKIORIUAUK
S A.L S A P A K K11. H A I) E IIIIISTO L
K SALSA PARRILIIA AE SAMIS
Attencao'
A SALSA I'ARRII.IIA DE BUISKII. dala des-
do iltJ, C lem ronslanlenienle DKII
pnlucn sein neeessiilade de recorrer a [loinpiisos
annunrios, de que as prepararoes do meriln podeiu
dis|H'iisar-~e. (I sucresso do l)r. BRISTOL lem
provocado inliuilas invejas, e, entre oulras, as dos
Sra. A. H. 0. Banda, de Ncw-York, preparadores
o pro[iriidarios da Kilsa parrilba condecida pelo li-
me de Sands.
Estes sciHiorrs solicilaram a agenria de Saol par-
rilba do Brislol, eeomo nfln o podcasem obler, fa-
hricnran nina imiltirn de Brislol.
Eis-aqui a rarla que os Srs. A. R. II. Saiuls as-
crcvcrain an l>r. Brislol no ilia 20 de abril de 1812,
o que se aclia em noaso poder :
Sr. Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, cV.
Nosso apreciavel senhor.
Em todo o auno passado temos vendido quanti-
iadtt ronsideraveis do cxlrarlo de Salsa parrilba de
Vine, e pelo que Ottvimaa dizer de suas virtudes
quelles que a lem usado, julgamos que a vendada
dita medicina seaug.......lar nniilissimn. Se Vnn .
quizer fazer um rnmenio coinnosco, (Temos que
nos resultara muila vaiilageiu, lauto a nos como a
onda
lia, muilo rrcscaoi a
un evcellcnle ipiei-
i nina arroba, hoiu
do Scridii: na lloa-
i, pililo
bonilos p
c 200 re,
na rua W
babado
COMPRAS.
Coiupra-sc lodn o Iravcjimcnlo \v,w,\ a roherl
tl<> lln-jiiKil l'eilrn II: a trillar com o director An-
lonio Jos Gomes to Correio.
G>mpra-4e quulqucr \*qva velha lo meUI cha-
Miado lo principe, prcremido-se o que soja maU
claro : na rua do Colcg.o n. r>, lalierna dn l;on
lw.
Comprain-MC cscravos, e vendem-w, recchem
se de roiiiini^i, (anlo para a provincia como para
(ora ilrll.i; na rua dos Quarleis D. ~\, secundo an-
dar.
Conlinua-sc a comprar holijas e pairaf.in \nsi-
a : na laberua da rua tarpa do Koaaro u. fO.
toni|rra-sc um par ilc malas Brandes do \ii-
acm, com pouco uso: na na dr Cadeia <\o Hcrifc, n.
fO, primeiro andar.
Comprain-Ke garrafas i"-i|n n.i-, que lidiam
servido a a|(uas de SedliU, Vichy o SclU : na rua
I,ii ^.i do Kosario, n. ',\G.
VENDAS
Vcnde-se una (ahorna, na na Imperial n.
17!: Irala-se noCaes da Alfaudega n. 5. .
Vcnde-se urna rica loalha de labyrinlbo : no
segundo andar do ullimo sobrado da rua das Cru-
zas dircila, quem val para S. Francisco.
Vende-so urna labciiia, sita no becco da l.in-
goela n. 3 : a Iralar na mesma.
Lotera Acham-se a venda aosprecos ahaixo, as cautelas
da lotera de N, S. do l.ivramcnlo, na rua do (,)uei-
inado n,:l7 A, c u. 20 ; piara da Independencia n.
10, e no aterro da Boa Vista n. 18, correado iufal-
li\ rmenle no da 30 do corrcnlc mez.
I.luarlos.........l-JKi
lleeimos......... liMI
^'igesiuius........ 320
Vcnde-se um relogio, patente suisso. com cr-
lenle de ouro, milito su|iciior pelo scu machinis-
iiio, c por proco comuiodo : no aterro da Boa Vis-
la, loja ii. 78.
Veudein-sa radeiras, sofas, consolos,
e bancas do meio de sala, de jacarandii;
.ludo do muilo bom goslo e inais moder-
ruo possivcl ; radeiras, sofs, eonsolos,
' c bancas de meio de sala, de angiro :
radeiras, sofs, consoles. c bancas de
meio de sala, de oleo ; unirquezas, de angico ; di-
las de oleo o de amarcllo ; cadeiras de balance e
guarda-roupas, de amarcllo ; camas franeczas, d?
jacaraiiih; ditas deamarello, c oulras muilas obras,
qoc a vista -lo comprador se mostrarte ludo por
preco muilo coiKinodo : na rua da CamhoadoCar-
ino n. ti, loja Je ni.iu nono.
Vcndcm-se arrcios completos, sepa-
' celos, tanto |iara rarro, como para ca-
brolcl, chegados ullimaincnlc de Fran-
jea, pelo navio Orcide.nl, por pre^o mui-
lo roininodo : na rua da Cruz n. 2u, primeiro aiular.
Vndese um deposito, com poucos fundos ,
com eaixocs para assucar c bolacha, na praca da
Saula Cruz u. Vi: a tratar no mesmo.
Vende-se um eavallo rodado, bom
para carro, e gordo : a tratar na Torre,
no sitio doLeo, de Francisco Jos A-
lanten.
Vendein-si' 7< vaccas, l>oas de lei-
lc. ciiotilas egordas, 1 parida de pou-
(usilias, c i prximas a parir: a tratar
na Torre, nositio JoLean, de Francisco
.lase Araiiles.
-Veiideiii-se aaceai com muilo superior fariuia
de Santa Catharina, por preco coinmodo : na rua de
ViKilto armazem n. 12.
Fara o rayan da boaa (esto paaaar a fMia.
Veinlcin-se na rua larga do Rosario n. :i:>, loja,
i cavallos lions andadores de bajo a meio, sendo 3
, a-Ullhu. o I melado.
Attencao'.
Vrnilom-se riquMiuas espadas para nfliciaes roi-
lilaVcs, pialeadas, c de lolhrs bordadas, de mili liein
ajoalj, Jas mellioies que lem viudo a este uici
i.......noulra qualquer parli
me papel .1. peso mu bom, esma.
diloalmaco aKIrs. a resma: ua
rua do Oucimade, loja de :17.
Hf :o|lo. lagleaa* aa aro da arata.
Venilei de llcane VaulaACoana-
nliia, rua da Cadeia do Recife n. 3a, lano paro lio-
inem como para senbora.
mu i
Vendem-se queijos de n
por cuinniodo |ireco, bem coi
jo de maulciiM, pesando i|i
liara prsenle por ser do scrl
l'isla, rua da CunceiriVi, n.
le sal.
Chitas baratas.
Vendom-sc chitas de corea lisas, de
dies, rlaros e esruros, a 120. 110. ISO
rotado ; dam-se anioslrasrom penlior :
va, loja nova u. I!.
Vestidos baratos.
\'endein-sc voelidm brancos de don.
."IIOOjs.. dito de hahados de cores, a."c'iOO, ditos
bordados, a I5.VKI, ditos de barra, a laDOO rs., dilns
de i as-as piulada- de 2 e i hahados. a 6*000 rs.,
laniliiaia. ile -lpico, com S varas o rirle, a 3300,
cassas franrezas, a :lr4K.I0 rs. o corte, cassas chita, a
29tHMIrs. ; ilain-se .....Iras de lujo rom penhor:
ua rua Nova, toja nova u. I(i.
Vcinlc-sc a nielboiTiirinlia de San-
ta Catharina,em lacea grande, a ."),s")i>0
rs. : no arina/.cni do Forte do HllttOt o
20, delronte do 'apicbe do algoduo, un
a Iralar com Manocl Alvef Uncir Jn-
llior, ama do Trapiche n. I i, pri-
meiro andar.
Vende-se um resto de avemplarea
da obra Itapliaci, paginas da jinenlil-
de por Lamartine, verano portugue-
sa de I). Carlos Ruido \ Spano : na rita
do Trapiche n. I i-, primeiro lint'
Em meio uso.
Vende-te um par de bancas de
de Jacaranda', obra bem acabada
nao lie (oleada : na roa de Norias n. Ii2
casa lenca UUC lem a lenle piulada de
azul, e portadas brancas.
Bou LAFFBCTEUP
o nafra auloriutio por ieetto da comelho nal
f itrelo imperial.
pilaos rccomiiieudain o arrobe
lo pelo gO-
Vi
mais
I
al
nilc-so por S
.IcTOO h de
l.i na
on\ier dirija-:
Onn-
iKuiule:
-.linli.i-
s iniiilu
il'.
abrir,
C (|IIC
I"'
dosho
tu med
Lallecle\, romo M
venino pe'a Koal S
tliramenlo d'um cu
em sc-crelo, rsl em
:lu liO jiniiiK; cura railicahucidc em |
i pouca dwpeu, sem mcrciiri
rieihidc de MedieiiM. Este i
lo agradavel, c fcil a tonar
iro na biariiilia real AHle iniifl
meo lempo.
Hecrites da
pclle, implngent, as ron
ceras 0 os accidonles do
da acrimonia hereditaria
mlharros da tollga, .1-
dos oreaos, precedida do
Muidas,
I
c<
tqoenciM las MnuMi ul-
1 narloa, da idade critica e
dtvs humles; coDvm aon
eontraecten, o fraquexa
abnao dai InaeecOea ou de
cura
que >
oda<
auti-s>pliililico, o arrolie
lempo o-- limos rerentes ou rebelde*
>oiu incessaiiles semeonaeojuenria doempr
paiha. da culndia, ou das injecres que ie|ur-i'ii-
am o virus sem neulralisa-lo. O arrobe l.alleclenx
lie espocialmenle leroimucmlado contra as iloeu^afl
inveteradas 011 rebeldes ao mercurio e 80 iodurelo
de potasio. Vendo-se em Lisboa, na Indica de Bar-
ral, e de Antonio r'eliciauo Alvos tle A/evedo, pra-
.I de De Pedro n.KS, onde acalia do chenar nina
t;raiide (irean de n.-irralas uraodes o pequenaa, Vn
das directamente de Caris, decasa do Sr. Hovve.m-
LatTcctciiv l, roo Hirhev 11 l'aris. Otformularlos
dam-se ialis 0111 casa do auente Silva, ua piara do
li. Petlro n. H-2. .No l'orlo. em rasa de Joaijum
Araujo; na Hahia, lama t\ Irmios; om l'oruam-
hnco, Soum; Kio tle Janeiro, Kocha .\ Tillios, el
Moreira, loja do droyas ; Villa-Novrf. Joan I'ereira
de Mauales l.oite; l.io-(ramlo, r'raiiciseo do Cau-
la Coulo i\ (..
VENEZIANAS .
AteiTO el Bon-YJsiei n. 53.
lem um sortimeulo de veuo/anas com fitas ver-
Mr- dr 1 mili, c de I M. com calva o sem ella, e se
roncera e se troca as novas porvelhas, a volitado do-
comprador.
BAMIA FIIAM1/A.
\ ende-sc hanha Iranreu em latas de -J a 3 lihrns
cada nina, assim como a lihr.-i, meia lihrae i|uarl,is,
pelo diniiuulo irero de 13000 rs.. a libra! amado
(Jiieiiuado loja do iniiniiv.i- u. |<), do Antonio Jos
do Axevcdo.
Vende-se muilo superior fariuha de Santa
e,illi.n mi.i. c S. Malheus, medida a visla do com-
prador : a hordo do brigoe lirasileiro.I/ii/ik, tun-
deado perlo da Alfaudega.
'Vendem-se relo(jios de ouro, pa-
tente ingle/., os inelliores que lem vindo
a este merend, e do mail Screditado
fabricunte de Liverpool.: em casa de Itns-
sel Mellors & Companliia, na rua da
Cadeia do Itivife, n. 56.
Vendc-se um prelo de ni(in, anda moco, o
qual he loiin canoeiro e remador : Irala-se na Mn-
gocla, no Berife, com Antonio Setubal.
Cobertores escuros,
de algodo, .i mmi i-, ; diloa a/ues e enramados,
muilo grandes ecncorpados, | J40 is.: ua rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-se vigilo da Madeir.i de superior qua-
lidldermquarlose nilavcldcjllipa, por prero eimi-
inodo: iio.irni.ueui de N. O.llielier i\ Conipailliia
ua rua da Cl ul n. i.
A elle, que se estao' acabando.
tjiherloraede tapete muilo grandes, peliiiliminu-
l,i preco de IjUIO, dito mais pequeos, a 80 rs.,
roleluisdc s.ilpieos hranco., a largKI, hrim Irauradn
escuro, do liabopuroe muilo lino, a tilo rs. a vara,
chiles de assenlo escuro c bom panno, a MO (s.
covado: na *rua do Crespo, loja n. b.
Vine. Tennis niiiilo prazer que Vine, nos real
obre esle assumplo, e se Vine, vier a esta cidade
daiiui a um me/, un coala scmclhaulc, leriamos
muilo prazer em uverein nossa holica, rua de Fui-
Ion. n.T'.l.
l-'ieam iis nrdensde Vmr.seu- -eguros servidores.
(Aaslgnailoa] A. U. I). S.VNHS.
C0NCLUSA0'. .
I. = A anligiiidade da salla parrilhii de Brislol he
Claramente provedi, pola que ella dala desde I83,
e que a de Sands sn appareccu em ISI2. POM na
ial esle droguista nao pode ohlcr a agenria do llr.
rislol.
. z A superioridade da salsa parrilha de Brislol
he inronlislavel: pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, e de una porfi de oulras pre-
paraeK-s, ella teui manlidoa sua repiilae.ui em qua-
si inda a America.
As niimeiusas evperieueias feilas com o uso da
salsa parrilha em Indas as enferinidades originadas
pela impureza deaaaaue, eo umn eiilu obtido nes-
ta corle pelo lllm. *>. llr. Sigsud, presidenle da
academia imperial de medicina, |ndo illuslrado Sr.
llr. Anlonio Jos PcivoKi em sua rlinica, eeoiaua
Blamada casa de Mude na llainluia, pelo lllm. Sr.
llr. Salinnino de Oliieira, medien do evenilo. e
por varios uniros mediros, permitilo boje de pro-
rlamar allauenle as virtudes ellica/es da sal-a par-
rilha de Brillol \ ende-sc a 59000 0 vidro.
O deposito de.l.i s,i|-,i iniiduii-e para a Indica
' frauce/a da rua da C.ru/., em frente an rhafari/..
DEPOSITO DE CAL E POTA8SA.
Cimba cv Aninrim. recelierain pelo ullimii navio
de Lisboa barris com t de superior ral em pedia
para o fabrico de assucar, e vendein por menos que
emoulra qualquer parle : c para ferhaineiilu de con-
las um resnalo de pola-.i americana: ua rua da
Cadeia do Recife n.SO.
Vcnde-se a verdadeia salsa parri-
lha de Sands: na Indica l'rance/.a. d
daCrilZ, em Ireule ao clialanz.
(MO RS.
i.i-iiri rs., urna Upograpliia
i\ pos mullo bem surtid
un prole do Ierro e po: a quem
a rua das Cru/.es n. R, segundo aunar.
Venileiu-seeineasa.le Me. Can......
pan la, ua praca dn Corpa Sanio u. II. 081
viiiho de Marseiileem caivas de :l a t duiia
em novellus eearreleis, breu em barrira
grandes, acode niila.suriiihi.ferroinajez.
ACE.NCIA
Da Fundicao' LowMoor, Rua
Sonzala nova n. 42.
\esle eslalieleeiinenl" continua a lia-
ver un completo sortimento de moen-
das c nicias modulas para eii;cnlio, ina-
cliinasde vapor, e laivis de Ierro balido
e COstldo, de lodos os lamaiilios, para
dito.
AOS SENI10RES DE ENGNHO.
O arcano da inveiieao" do Dr. Eduar-
do Slolle cui Hei lili, einprei'ado as co-
lonias ingle/as e liollandezas, com gran-
de vaiilaj'em para o inellioianieiilo do
assiicar, aelia-sc a venda, cni lulas de 10
libras, junio cun o metanlo de cinpre-
ga-lo no idiomti porluguez, em casa de
\. O. Itielier i\ Compatiliia, na rua da
C.ru/., n. i.
Na rua do Vigarin n. I'.l, piiuicirn audar, ha
para vender, fnrelln miiilu novo rliegado pela barra
liriilitliii, por prero commodo, ejunlaineule nova
calvirgemde Liabna.
.MIADOS DE PERRO.
Na fundicao' de I). Starr. (Si C. em
Sanio Amaro adia-aC para vender ara-
dos de Ierro de supeiior mialidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na luiiilicao de C. Starr & Coinpariliia
em Sanio Amaro, acha-se para vender
moendaa de cannai todas de ferro, deum
inodello c couslriicciui muilo superiores.
Tiiii:sri:--sssr.
lie reconcliouado um carreiMiuculo da verdadei-
a I.ii nili.i lie SSS raininlio, e vende-se por mullico
preco : no e-criploiio de lleauo Voulo ,\ (lompa-
nhia, ou nos >ous arma/eiit uo horro do (mu alvo.
DOCE lK BACOHY.
CIlCSOII iccoulemenle do .M.uaiih.ui nina pO(|iieua
poican de*ledelicado do'-e, o inellior (pie lia, lauto
pola sua excelleule ijualidmle, cuno por ooiuervar-
se por milito lempo em porloilo estado : \ende-so-
tiii can de I tmle ,\ h niilo. na rua da Cdela \ ellia.
AgencU de Edwtn BCaw
OIA'A) m MMlAjA EMBOTIJAS.
\ ci n ! NovU. It ; a incsina Casa chegou una
porc&O (te alvaade df nova com]
milito superior eui (|Uai(la Vcndein-sedozc cadcias, um p;.r do conwlos.
e uoi |i;n de bauuiliuliai, luoo u jararatida, Uiua
dtiKa de radeir.15 ooinnmesn redonda de meio de
sala, de amart-llft, llhlo eoM pOOCi um>, o por pceo
fominuiio : quem ipii/er dii ija-se ao palco da rihei-
radoS. Jos, n. II, que se tat negocio a vonlade
do comprudor.
Vende-se nina escrava, tle ncelo, 11 qual sabe
rnziuliare ensahoar: em Fura de Portas, na rua do
Pilar, laberiia 11. 145.
Vendem-se vareas paridas, rom hc/erros : a
tallar com Guillicrmc Selle, o para vedas no seu si-
lio dos Afosados, junto a iureja deS. Miguel.
Vendc-se urna escrava, prela, do 18 a 20 an-
uos, de bonita ('mura, c muilo desc111hai.1e.1da pa-
ra lodo servico: Irata-so na rua larga do llozario,
loja tle miudezas 11.22.
Vcnde-se una escrava, hoa ro/inheira, lava
muilo hcni desaojo o hancla, c he opluna quilan-
dora : em l'ra de Portas, na rua do Pilar 11. 51.
Manocl da Silva Sanios contina a venders
superiores farinhas de Wfto das marca-. Fontana e
1 ..llr--.1 : a Iralar no caes da alfaudega, 011 na rua
do Ainoriin ne. Mi e 5M.
Sebo refinado
Vendc-sc no dcptisilo de carnauba, rua da Cruz
n. l).
Orno.
nein barricas.chceado ulli
Keller & (.ompanliia. na
Vende-se ri
te : em rasa J
Croa n. .V.
iiamno-
rua ila
da
PRELOS.
Vcnde-te no armazein do Sr. Aunes ,
farelo em surcas de ") arrobas, por me-
nos preco do que em oulra ipialipicr
parte.
Viudos superiores de llueellas
liriincii o do Colare! [linio] ra barril de quinto:
vondem-eo rm vasa de J. Keller o C
Taixas para engenhos.
.Na l'iindican' de Ierro de I). \V.
Bowmann, na rua do llruin, passiui-
dn o cliafaii/, continua liavcr um
completo sortimento de Uiixai de ferro
fundido e balido de ~i a 8 palmos de
bocea, as qttaes aeliam-sca venda, por
pceo commodo e com promptidno.:
enibareain-se ou carre;.iin-seeiu carro
sem dcspe/.ii ao comprador.
POTASSi SUPERIOR
\eudc-se por prero muilo com-
modo, no armazein n. 7 de ces da
alfande;;a, de .lose Joaquim I'ereira de
.Mello, ou uo CMiiploiio de Novaes t
Compnnliin na rua do Trapiche n. ."H.
Xa rua do Visarlo 19. primei-
ro andaj', lem para vender diversas m-
sicas para piano, violan e Nauta, como
sejam, ipiailrillias, valsas, rcdowas, BcllO-
lickes, modiulias ludo niodernissuno ,
cliegado do Itio de Janeiro.
VIMIO 1)0 I'OIUO MI 110 FINO.
V'ende-.sesii|ii'rior vinlio do l'orlo, ein
barris de i., e S. : no ariiia/.einila rua
do A/.eile de 1'eiv.e n. I i. ou a tratar no
eseriplorio de Novaes iV Coinpanliia, na
rua do Trapichen. 34.
No armazein da Iravcssa da Madre
la/.eiu ile.l(
no caes d
a joa-
Ml'.in-
loea de
de lieos n, II, e uo arn
iniiiii I'ereira de Helio
(lega, vende-se farinlia de inaiid
superior ipialidade.
FOTiSSV.
So anligu d"pliio da rua da Cadeia do Hecfi
ariiii/eni ll. U, bagara vender limito nova potan
da Ku"a, aniel cana e hiasiloira, em pequeno \:
lis de .molas; a hoa mialidado e preces inais h
|ue em oulra quahpier parle, so alli.ii
ralos di
aos (pie pt casal em
(aiiihem ha barris fia
xiinamenlc chogado
Vendeiu-scluna
as da llussia : no ai
Conipaiihia, ua rua d
rar. JNo iih'suio depovlU
de Faislioa em pedra, pro-
as.briit/a,
na/riii di
Croi ii. |.
brina o
N, o.
meias lo-
Bieber &

nlioiro ma-
ilo-ainenle
engenhos,
MVMI) wii.i.lAM BOWMAN, e
cbinisla o fundidor de ferro, mu n
anniiiiria BOJ -enliures proprielarios
l'a/en.lnros, o aorospoilavol publico, que osen osla-
bolecimenio de ferro movido por mieliina do vapor,
na rua do liii 11] i pajeando ocltafairtf eonUua em
el)eclivoi\cirrio.oseiicliacompletamento.......lado
com apparelhos leila riinle caila matules peras de machiiiismo.
Habilitado para oinprobeiuler quaesipier obras da
sua arlo, David Williain Howinan, deaja mais par-
ticularmente chamar a alleuea publica para as so-
guintes, por ter dallasarande tarliineirioja' nromp-
lo, em deposito na misma fundicao, as tpiaes rons-
fabri-
idiia.
Na rua to Apollo n. (
,\ CoinpaillliBi acha
iiieiiliis de tai'
lacomo ruin
i a do totlos i
maebina lio
4 cavallos,
casa do puTRl
escovena pai
do Oaudros:
UO da fabril
lulo-se, oiih .'
i, ala
as de f<
, mocil
ia, etc.,
amanb
filial |
pai
para
hrc,
Ibas
T.......-
da Gru u
i de .Me. Calmonl
constan lmenlo bous virli-
roenado o balido, lano ra-
as iueliras todas do forro pa-
blas para armar om madoi-
. o modelos os in ais modei nos.
ira vapor com Torca de
adeias de ferro cslauhado
por monos prero que os de eo-
navios. ferro da Sucria, e fo-
Iti por barato pn
de Todoa oa Si
le N.. II
tl.i Ir
ntotn
Baha,
na rua

I Imillas om sua fabrica podom competir com
cadas em pai/ ealranfleJroi laoloeni proco <
qualida.le de iiialerias primas e mao do
sabor:
Machinas do vapor da melbor couslrurao
Moeudas do caima para oiiuonlms de lod
manilos, movidas a vapor por aguai ou animaos.
Rodas de auna, monillos de venloe seria-.
' Manojos iiidepondeiilos para cavallos.
Rodas dentadas.
Auilhcs, lironxes e chumaeeiras.
(;avilheso|iaralusis de lodos os I unanbos.
la i vas. paroeSt rrlvos e bocas de rornallia.
UoiolKM de mandioca, movidos a ina OU por ai
macs, o prensas para a dita.
Cliapasde rogaAe romos de fariuha.
Ganos de ferro, lorhelras de ferro e do bronze,
Bombas para carimba e tic repuso, movidat
man. por animaos ou vento.
I.uiudasles, uuiuchose macacos.
I'iensaslivdraulieas edo par,.fuso.
Ferrasen*para navios, carroso obras publicas.
la-
Vcnde-se urna casa pequea de i-edraceal,
lila no Poro da Panella, defroule da isreja: Irala-
se na rua do Raogel n. 54, Con) ^ Iclorino l-rancis-
co dn- S
Veude-ie iuta o saa canoa de a-
marello, nova, p nega urna
familia, t para m't e Iralar fal-
la-so com Victorino Francisco dos Sanios.
Barato.
Na rus do Crespo, n. 9, vcnde-se para acabar,
chita fronrea muilo fina a2IOrs. o covado.
Vendc-se urna escrava, rrioula, do S aanoj de
idade, coxiulia e engomiua Hollrivobnculc : na rua
llireila n. I.
Vonde-se a loja de faiendas, da rua do Pas-
seio n. 21, com poucos fundos : a tratar namosma.
u rua do Qiicimado, loja n. 47, de Joao An-
lonio de Araujo, vendem-se ricos cortes de vestidos
do camliraia de eSaTOS, pelo diininuhi proco de :i>3!)
rs., ditos do dous hahados, a 19600, cassas do coros
do inellior goslo, a P00 rs. avara, chitas .lo ultimo
gosto do Pars, a 300 rs. o covado, peras do cam-
hrnia lisa, francesa, com fi i\2 varas, pelo diminu-
a proco tle :ty,!Hi, lencos doselim do ullimo gosto,
para grvala, a 13000 rs., chales de U, proprios
para assenhoras lraerem por rasa, a l^lttOc tJMiOO,
corles do calcas do meia casomira, dos mais moder-
nos, a l Niiin n < -iit-, niM.is .-na. para lioincm, a
160 rs. o par, oem ilu/ia, a l^'iOO, ditas de cor, a
a00rs.opnr.
Vende-sc muilo superior doce de guiaba, em
cai&asde 1 libras cada nina, a prero do H^tMN, rs. a
arruba, proprio para presento, c se afllanca a sua
qunlidade : na taberna da rua Direila n. 100.
ATTENCAO.
Vendem-se livros c ineios ditos de pao
de piala e ouro, chegados ltimamente
de Liiboa c por preco coiiunodo : na
rua do Trapiche n 17, cscri[ilorio de
.lose Tei\eiia llasto
Fumo em folha.
Vi roa da Crin n.^s. veDden>ea i.nii mai inui-
ln siiiioniir lamo i'in ImIIi.i. olMgldOi lia pnuro, da
I; lu a iiri-ro*mili r.izoavcis.
\'(.'iiiieni-so ealelrai dOaSfacalv, mullo alvaa,
chegada ullimameiile i na re dn Cror do Recife.
arniii/cn n. 33,
1'i.iliJl.
"M : lu
'"* U
Vetidoni-se |iiaii( fortes Ue su|*rii.r
de, fabrieailiH pcln mellnir autor liamliur
rua ila Cruz. n. I.
Veilc-> o ilio qiic foi dn fdlccid,, j
rias de Carvnlho, no luitdr de Bcbcribe ilo 1,
nominado dos cr.iveirus, com casa dovi>eiida'*l,,l*;
dra, coiileiiiln s.,l.i adhnle com dous qm,iu )*'
de detrd/. cora dnnaajuarlos, sulau aramle cni' i
graodc ecopiai. Uioa caa dejaina com sai', "".""*
qaarlos. airar dous qnarlt, eslrilaria |nra|r"j|
vallos, e solio para pelos; um lellieiro no/JS
|i.n.i casa de farinlia, com eilribaria .,iri "'"'
vallos; niuilHs arvoresde lralaa,eean wiiai <",
ros, manguciras, cajueiros, manj,iH,[rjJ .'''"I'"''"
(girofe) laraniteiras, M|liseiro, |ii|lei' '\" ra de pao ole. ele, lerronoi para lu,, ._',*''
malla de raiioeira, leudo de fundo iiulniSul' C
cas, c dr frente qualrocenlas, pela |ra ."':
pouco maisou menos, sendo o fun.li> (|c |UCI|0T.rw
gura : quem prelender entenda-sc rom u m,
JoAo Pinto de l.cinos Junini.
'".Sr.
1'fiTASSA DA RliSSIA.
Vende-se superior potussa da Himl,
Americana, por preco milito ci)iiiinu na rua do Trapiche n. 1 .-arm.ieipS
llasto Irinoa.
TAI XAS DE FBRO.
Na fundicao' d'Aurora em SarJ
Amaro, e tambem no DEPOSITO v
i ua do Un ni loro na entrad, e defi ..
te do Arsenal de Maiinha ha' i'mm
um grande sortimento de taichai qS
de fabrica nacional como estranneW
batidas, fundidas, grandes, peiiueim
razas, c fundas ; e em ambos os
cmsIciii i|iiiiidasles, para
noas, ou ejirroa livres di
ig
carreguj
I despe/a
ireeos sao' os mais commodos.
IH
Necessidade para a fesla.
Vcnle-sc um carro de qualrn roda rom
qnalro asaentoi, podendo ser puiada por
niuiiu dous cavallos, landoarreioipara am-
bai aaiorleii muila em eonlaeiuivoi na
cnclieira da run Nova u. ."!.
;Ra*lwTM^l^ft,aa%lRKa*TOias
Cal del.islHia
Vende-se, na na de Apollo n.-Ji, a mais nova
ipie evisie, vlnda na barca tiargaria.
Moinhos de vento
eombomba-. de rcpuvn liara ri-uar hurlase liaivas
de capini. na fundirn de II. W. BowniM : na rua
doBrumns. 6,8el0.
Veude-seum eabriolcl muila leve ebem cons-
truido, por preco muilo commodo! na rua dos Pi-
res, coclieira nova.
Barato.
Na rua du ('.ic.|iii,n. 9, \ciiilem-se corles de cam-
liraia de salpicos.a 2-7 r*.,dailllsC0 com (i palmos de
largura,! 19 rs. oeoTado.nanno verde escuro mullo
liiin a 3g000 e 3*30(1 o covado dilo axul, a SSWO o
covado, e oulras muilas faxoildll per diminutos
preco,
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fundirdo d'Aurora acha-se coiislaiilenieiile um
ciuiipleio mrlimonlo do machinas de vapor, tanto
d'alia como de balsa prenSe de modailoa os mais
pprovados. Tambem se apromplam de enciiimnru-
da de qualquer forma une se poaMm deasjarcoma
inaur presteza. Ilaheis omriaes serlu inaiidado.
para as ir asaenlar, o os lanrieaiilaa como lem ceeuimo aliancam o perlilolrabalbo del las, oae res-
ponsaliilisam por qualqner defeilo que poesa nidias
apparecor durante a primeira aalra. Muilas machi-
nas de vapor construidas nesle eslaltelcrimcnlo le
estado em constante sen cu uesla provincia 1(1.1
cat fu aiinos, eaponaa lem esigido mui iiisitauli-
eanlea reparos, e afgumai ald noulivosabsoliilainen-
le, iccresceiuhi ipie u cousuinmo do cuiihuslivel he
mu inconsideravcl- OaienlioroideeugenlMi, pnis,
cuuir.is quaeaquei pciaoM que precisarem de ma-
cliinia.....siin rospeilosamcule convidados a visitar o
eslabolecimeulo ein Santo Amaro.
l-in casa de liriinii l'racger iV Coin-
pauliia, na rua da Cruz. n. 10, vendc-se
o seguiule :
PIANOS FOBTES dos mlliorei auto-
res o de moderna eonstriiee^io.
INSTRUMENTOS DE MSICA ptinior-
chcslra 0 bandas inililares.
OBRAS DE OURO de loda a qunlida-
de edo mais apurado gosto.
YIMIOS Si..Maigol, Si..lidien ecliam-
pagulie
LONAS dedillerenlcs (pialidades.
BRINS DA KUSSIA.
MOBILIAS DE PERRO, como sejam,
cadeiras dedillerentes moldes, mesase
sofas,assim comoconunodiis demogno e
cadeiras de hatanro desnid. viudas de
V ranea.
ALCATIFA para sala a mais luida filie
lem viudo a esla praca.
Ol.KAIJS eiim lindas pinturas de Inic-
ias, ele., para mesa de meio de s.il.i t
hincas.
CHARUTOS da llnvana vei-dndeiiTjs.
MOLDURA 1)01 HADA para g.n.rui
cfto de salas e fltiadrOS.
12,000 rs. a duzta.
Siiperiure^liialha. depaunn de Itiihudo INirlucom
prido, proprias para tiinpar o ros-
pelo diminuto pieco de I '-'iii.i li/i.i : na luja
da rua do t>es|io n.
Cera de carnauba
(ainliiiiia
muida
|ii.>
KAI'K l'IIIMm IIK LISItl),
Na rua da Cadeia dn llerife, loja do faieinla fe I
Joan da (anili i de Magalhos, vcnde-se a r\.-||,
le pilada deslc r?|i, o mais fresco que lem ,
pela galera Margarina.
Deposito de potassa.
Na na de Apollo, armazein il I..
Itels. existe superior jiotassa do Kin i
Janeiro; assim como da Amera
IJO ra/.oavel.
Vende-se em casa de S. P. J.aM
ton Compaiihia, na ruada Sen/.al.i N
va n. M.
Vinho do Porto, siipetior(pialiililr.in
garraladu.
Vinho Chcrv, em barris de (piarlo.
Sellins pura montara, de liomein c le
nbora.
Vaipielasdeliislrc pura cubera de cirro)
llclogios de ouro patente ingle/..
ESCRAVOS FGIDOS. _
Attencao'.
Anda contina andar lujiili desde u da U il
lovciiihro, a mulata de nomo Bernardina, quen
presenta ler de :1> a illaiinns de idade, cum oisii
nacs segundes: cor alva avermelhada, rosto om
nrido, naris grande, olhos um lano |>equen -. ti
helios crespos, lem haslantes manchas de pial
lo corpo, bracas a costas, aliara regular, um
cliria ilii rorpo, e tem as maos trmulas quand.
em qualquer eooia ; levou vestido branca,
de quadros eiic.iruadmenisos, sapaiosderuui
panno do 1.1a encimado e hranco, c mais a'
slroupa ; a dita escrava helilha de lioianim, e
i- alguns prenles, e ja por .'ivcs se tcm visto
iii j por la, e cin Cruailg) aomle lamheni lem par
porlaulu, roga-se asaulorioapeapulleiaes, n
de campo, ou qualquer pessoa do novo, de
hende-la e leva-la a I.unira do (.armo n. .18, |gj
liiciro andar, uu rua da Cadeia de Sant'
n. "i, primeiro andar, que se dar.i muilo liuagajl
tilieaeoo.
Nn ilia (i de ji'uiho prOXIinn |iad
sado l'iigio de bordo do patacho nacioj
nal Espadarte, enlao humeado no por
do Itio de Janeiro, um escravo uaivJ
escuro de notlie Cvrillo, idade de la an-
uos, natural da Capitana, lem no pello
nina mainicula bastante .guinde, '.illa
um pouco vagarosamente, e levou val"
do calca de ciscado e camisa branca. B
como se suspella ipie tenlia vlinio |>an|
esta cidade Inlltulaiido-se forro
illtoi'idades a sua appreliriis.u
i" I
l.iulgl
I"-'I
,i-l
as .
ipier pessoa do povo (pie o capttin
cebera' boa gralilicacao, entref
tal
(a
din proprio p.
inri
de
ido
ido d'aquell.i l'.ili
-sacare ruup.i ,le
mu
cravos, por i
Vende-ee presunloa Inglaumuilo novoa para
Oainbre, talas cum boueliinliai de oda inglexa.quei-
j.is de prato, eoDaarva muilo noval, semeules de to-
das as qualiilades de horlalice, chegadasidliiiiameii-
le: mi rua da CrUI n. iti, defroule do Si. llr.
Cosme.
SCSS>8S:S:W:i8SSS
F.rtaha d. mandioca,
a mais superior, que ha em Pcriiainlmni, a &
#. bor.lu do briauo MMICO, (llegado de Sania
S'Calharioa, fundeado na praia doCoHeaio, i
.*:; ahi vendc-se preen commodo, e lambem '-i
5$ Irala-se doajusteda mesilla, na praca do Cor- '.i
;. pu Santo, esc iptoriu n. I>.
Vendc-se mu molecote de lionila liuura, lioui
eminbelrv, pois nao s sabe eoainhar o diario de
urna casa, como o cvlraoriliuario, |his api onipla
um haiiquele sem o soccorro de mais alguma pessoa;
um bonito mulalinlio com oflieio de sapaleiru, e de
hoa conducta, proprio.para pagem ; um dilo muilo
bonito, um moleque do lannos, milito lindo c es-
perto, qualro negros para cnxadn, una negra |ier-
feila i-u/rulieira, muilo moca c de hoa conduela,
urna dita hua quilandcira, lamliem moca, mais tres
afra! inorase lohnslas, duas uiiilaliuhas de 10a
l^annns, muilo lindas, proprias para serem dadas
de mimo a alguma menina, per seren amito es-
perlas : na rua larga do Untarlo, n. 2, segundo
andar. '
Veejdo-so grasa do Hio (irande: na rua da
Praia n.TO.
\ eiiileni-sc telas coinposlas do carnaiilia ose-
ho, c raciiauha dn primeira surte, a eraia du Kio
brande : na rua dns Pues n.lW, se dirn quem lem.
VaodenHM rilando- superiores, om eaisinhan
de 100, a preco de :Inioii rs : na loja i. :|. ao lado
do arro de Santo Amonio,
Ven ii- do puro llnho, para cini.i
de HtlilU, I prern de HWOO rs, : na loja n. 3, ao
Indo do arco de Sanio Antonio.
.llandas, grades a porU
upiar cariase sellar,
osde maOe arados de farro, ele, ele.
'linridade das suas ulnas, ja' Rend-
ida, David Williain Unni.in garante
eonformidede com os moldes a (tesa-
os pelo, senliures (pese di^tiarein de
......eiHlas, aprovellaudo aoccuiae pa-
lios seus numeroaoa amigoa a Iresuazai
ni que tem sido por (dles lloarado,
Gamas, c
Alm da sii|
mele reconlie
a mai'.rvacla i
nhusremelliilii
fa/.er-lhe enrui
ra agradee
i prefereocii
e aaaeRura-lliea que nao pou|iara~esforcosediligefl
cas para couliuiiar a merecer a sua cnnliaucu.
Vendem-se tualhas de pannn de liuliodo l'or
lo, parroslo.....lellior que lem viudo au merca du
alfOOOrs. cada Una na rua do Crespo, lujad,
esquina que volla paran Cadeia.
j Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Babia.
f Vendo-se em rasa do Domingos Alves
Malheus, na rua da Cruz do Recie n. : primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, |SHm como lio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
proco muilo commodo.
ramde ortliaeato d. paaao. laos e ca.- .
adras.
Na i ua du Crespo, luja da esquina que vollo para
a Cadeia, vende-ee panno nreiu, a StuwssaviOO
rs.; de ourelu branca, a SHIIOra,; dito francs, o
.iSOOcsOOOrs., c muilo superior, a liglNN) is. n
covado ; dilo .i'ul. 21800, SKIOOa DgKKI m.. e
muilo bom, a 5>500rs. dilo verde, 2MM e i*Kl
i>. ; corles de casemiri prela iuleslada, a 59'iOt) e
S]MjD0 i s. ; dila france/.i e de cor de tridas as quali-
dadesj por |>reco comaabdo.
Vendem-se relogios de uro, pale-
te ingle/, por commodo preijo : na rua
da Cruz o. 2(1, casa de L. I.eeonle l'"ei-iiii
a
>\ Couipaulila.
G. STARR C.
respeilosamoDta annuociam que no sen asieuao ea-
talieleciniealo em Sanio Amaro, continuas faliricar
com a maior perfeiejo o promplldio.toija aquadade
de machinisinn para o uso da acricullura, Davega-
i,an e manunKuira, e que para malor commodo da
seus niuui-ii.M.s iVcmie/es e do puhlicu em ueral, lem
alierlu em um dos grandes rmateos doSr. Mesqui-
la na rua do llruiii, aira/ do arsenal de mnriiiha,
DEPOSIfO DE MACHINAS
construidas un diloaeu eslabelecimojilo,
ah adiarlo os compradores um completo sorti-
menlo de muendas de ca.....i. com lodos os melhii-
ranicnlosaLuns dclles novos r orisinaes) deque a
osperienclao......dios anuos lem mostrado a neces-
sid.ide. Machinas de vapor de baila alta pressiio,
laixas de lodo lainauliii,lauto hallas rumo fundidas,
c.inn- de nio c ditos para couduiir furnias deassu-
r.n. macalnaa para muer mandioca, prensas para di-
lo, ionios de ferro halidn para fariuha, arados da
ferro da mais approwidn ronslruci.-.w, fundos para
alambiques, rriviw c norias para fnrnalViis, e urna
mil....:.i.' do obras de ferro, que seriaeufadunhn
enumerar. No mesmo deposito evislo una pessoa
inlelligcnlc e habilitada para receber ludas as en-
nineuilas, ele., etc., que os iinuuuciantes contan-
do coma capacidade (le suas odicinas e machimsinu.
e pericia de sen;olliciaes. se compromctlcni a faaor
ejecutar, com a maior prcslcta, perfeicao, e esastl
eulifiillllidaile r..... nsinnihdos OU descillls, C imlruc-
cu.'s pie llio forein fornecidas'
Brlaa Ir.a9.d0 amarallo de paro Itabo, a 1,4^0
ra. o ni,*
voude-sc na rua do Crespo, loja da e-quina qno
Milla para Cadeia.
Vende-se o mais superior chocolate francas
quo tem viudo, e diversasqualidades de conserva!
.ilinienl.ir-, muilo boas para aoni e in.u- proprias
para embarca lios: na rua da Cruz do Kecife, ar-
inirera n. (>-. N'> mesmo arniazem laiubem
de muilo hoa riilla do Kio Grande.
|iia>
11
111I1
na rua do Vigario 11. ll, segiiiKloaiidari
escriptorio de Machado iV Piuheiro.
Anilla contina a citar fgida a prela H
de uacan. de meia idade, com os signad seg
cor lula, estatura regular, cheia do eorpo, l
(picn.i eenriigada, olhos |icqiieuus c enpaj
larrea grande, rosto meio cumpridu, falla
pellos pequeo-, barriguda, ponas linas, le
de denles na frente, levou sai a nsul quaai M
misa do madapnlao, panno da Cosa rom
brancas, c com pouco uso, c levou mais um I
ro pe(|tieuo com chicaras e pires lirancu- sem
duas lunillas pequeas de madapollo coni b
lias puntas. Ksla escrava fui cninprad.i no maiuw
eorrenlo aoSr. Manocl Vieira da (tosa, moraJore.
Tigipi, aoude consta que ella esli, pm ja ter sai
eucunlrada nesse lugar; c por isso avisa-M
sua- desse lugar o capillos de campo a appn
da mesma, que levando-a rila do Pilar, 1 ilnrnan
10, ser generossroenle recompensado
Desapparcecram na lund*aod'Aurnra, na ihsu
de I'.l do agoslu, os prelos Miguel, Angola, 1 Isa '
anuos pouco mais 011 menos, estatura regular, I
co do corpo, rosto marrado de besisas; Manuel, t
go, idade :ui anuos, baiso, um lano clieio durorjaj
levou calca de riscado d'algodiio, camisa de niail.p
l.io, bonete, cli,-i|M'o de sol, amitos fallain di
do, c nao lecm barba. Suppoa-se lerem -i'l" -eo
/uin- : rogn-se a quem os apprchendor un dello I
er noticia de dirigir-so a mesma fundicao qu
iem recompensado.
Desappareeeu no .lia .1 de junho desli aafj
dn sitio du ahaiiu assiguado. na entrada de J
llai ros. c scu escravo jose.Maramhique, lera de na-
de pira mais de 40 anuos, he magro, cara euru
dan, inhiBiido, foi comprado ao Sr. 1-rancisc
llio de Carvalho Siqueira, que declarnu lar
lo escravo du Sr. Dr. Iluarqiic, e que llio f'
ilnlo pato Sr. Aiiliuiio Hicardo do Kego : ro
autoridades policiaes c capilaes de campe d .
dercn o mesmo escravo, fazendo condiuir a rua ti-
reila, 11. 21, esquina do hecco da l'cnbi, que se
riMamenle se gralilicar.Joar/uim llernurdim *>
h'iijueiredo.
Desappareoeu no da 2:1 do crreme ubi
cravo, erinuln, por nome Zacarias, de IH aLtlaa-
nos, honila liaura, vestido com calca de ri-cadae
camisa de ni.nl.ipol.in e cha|ico de palha ; le"*
eavallo russo pomlu, com cangalha, em que ima
para o Kecife buscar urna carga : roga-sc a toda* I
autoridades policiaes ou capilaes de campo 'te I*
garem e leva-lo a scu senhor Domingo Jo-e Mar
lius, em Henifica, com taberna junio a culiada
ra os lli'iin'iliii-, ou na rua Nova 11- bo, (l
rccoiupcnsados.
Anida continua eslar fugido,delc l
CO do correle anuo, du cigeiiho de Si
iiliu. freguciia da Vanea, o escravo Sil
signaos seguidles: levou camisa cceroula de al
fia Ierra, reprsenla 1er 20 anuos de id
|huico larga c lalhaila, altura regular,
- mil.11.11.1.1.1, lio alguma cousa fula
1 Anlo-
:-er*
nlo Ainaf
a *
mi
irai
o falla
III toilw *,
lentes: quem o pegar leve ao mencionado ennenn.
que ser bem rcconi|iei,sado de seu Iraballio.
Uosbaiso assiguado, fugiu no dia M i'~l
rente, um escravo, crioulo, de nome Ignacio, '^v.
ollirin de correiro, eslatura baisa, rusto red* >
pnuea liarlia. olhos glandes e alguma rousaia1
llio-, porm nao muilo vivos: levou eamis
do nlgndaoazul: rogo a quem o pesar q,w
ao enuenho Kodrigues, na fregnezia de S. I.|un
11 Malla,ou ua rua da Ciui do Kecife n.aft
ser recompensado.
Seliaslidu Antonia /'( WrrtS
Acha-so fgido desdo selembro de l^'s
iiiiiUIii de minie Kavuiundo, de idade dcJSai
estatura regular, hom corpo, cabello prclui
iillius, 11.111/ a onec paqueaos, denles mimo
barba, ar irhlonho, feicoes groaseirai po' '
de e-pinlia pelo rosto, (leve ler marra de *'
oescreve mal: quem o pegar, romluia-o 1
Collegio n. I, d'oude reeelier lOOSIIIO rs.
caira
r.ia
rail I
Pera.i Ty. a M. F. Lb^kVT"


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