Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02543


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Full Text
OE SETCfldREb IHT 183.
WP?-"^ QUINTA tXIHA 22 v :_- ,, DK sfciLmBHO w la. w. vr
ANWO \1\ ___ _________ *_ ^A (#H)|/Jes geaamafia i ._________' .. -!_______' .....- '' J---------1 _______-_____
DIkRIO DE ttPEBMMBUCO.


1190 da anaaoaxr^AO'.
e-karrevc-ae a 159000 poranno, e 48000 por
,1 rajo adiantado, e *V>00 por quarlcl paso
J11, na casa do seu proprielario, >/. t'igueira
aFariA, na\""'.a a" Independencia, ns. 6 e 8, e DO
Jiu de J. casa do Sr. Joao Pereira Marlins.
Bal
gaar
r"'
ijarem
firaliiba
Ibui
Aracaly
Ceara'
llaianliJ
, Pata'
t. lluprad
a .lii,i.|iiiin Bernardo Mendnnoa.
a Jos Rodrigues da Coala.
a Joaquim Ignacio Pereira.
o Antonio de Lemos Braga,
a GuilhcrmeAuguslo de Miranda
o Joaquim Marques Rodrigues,
a Justillo Jos Hamos.
CAMBIOS DI 31 DISITIMBBO.
Sobre Londres 27 a/' 60 d.
Pars, 315
Lisboa, 95 por cenlo.
MKTAKS.
Ouro. Oncas bespanlmlas. 289500 a 29900
MoedaaTeWOOvelha...... "*
a de ? novas......*>
a do 4JO0O.........
Prola. Palacoes brasileos........ '">
- Pesos columnorios.........J
a mexicanos......... ?r^
Acces do Banco......... IJI.
Descont do Ultras.......ali
HOTICIA1 UTBAJfOBIBAS.
Portugal. .
Hespanlia
Franca .
Blgica .
Italia. .
Alemanha .
Prussia. <
Turqua .
Russia.. .
Dinamarca
30 de Ago.
8 de
H de >
4 de *
3 de
3 d
3 de *
.(i de Jtil.
31 de a
31 de a
Austria. .
luglalerra
Sui-sa .
Suecia. .
E. Unidos.
Mlico .
('..llllnl 111.1
Chili .
Buenos-A
. 3 de Agos
27 de
2 de
29 de Jul.
27 de >
16 de >
1 de Jun.
.12 de
23 de Jul.
Montevideo.'.i de
noticias so mraxo.
Para'. . 1 do Selbr.)
Muranhao :i .le >.
Ceara'.. . 10 de a
Paraliiba. 13 de
Alagas . 81 de Agosto
S. I'..I" Sul 31 de Jul.
S. Paulo de Ago
Minas. 2 de a
II de Janeiro 25 de
Babia.... 31 de a
riBTIDAIOOS OOBABIOS.
Olinda, lodos osdias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruani, Bonito e Garanliuns, nos das I e 5.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
1.ni..1111.1 e Parabiba, segundas e sellas.
Natal, quintas feiras.
DAS da semana.
19 Seguuda. S. .Janua-
rioB. M.
20 Torca. S. Eustbaquio
21 ojiarla. S. Malbeus.
i Quinta. S. Mauricio
M.
23 Seila. S.l.inoP.W.:
S. Thecla.
21 Sabbado. N. S. das
Merce/.
25 Domingo. S. Justina
M.
AUDEUTOIAS.
Tribunal do eommircio.
segundase quintas.
Relafao'
tercas esabbados.
Fazenda
lerdas cseilasas lOhoras.
Juizo de OrpHaot
segundase 5. as 10 horas.
I'rimtira rara do ciml
lerdas c 6. ao meic-dia.
Segunda cara ih riret.
quartase sab. ao rocio-d.
Selembro 3 La nova aa 9 lloras, 21 minuto* e
Dtscguudos da manilla. .
a 10 Quarto crescenlo as 6boras, 37 mi-
nutos c 32 seguudos da mantisa.
< 17 Los clieiaas 7 horas e 11 minutos u
?segundos da manhaa.
8 horas, 12
minutse 31 segundos da manhaa.
rnXAMAM DI INI'
Primeira iis7 horas e 12minutos da manhaa.
Segunda na 8 horas e 6 minutos da larde.
PARTE 0FF1CIAL.
(inicio Ao
quo, vi-I"
prel nicni
pretenden
puraque ellas
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta Ste la 194* setaaskro da 1863.
tlllicioAo presidente da cominissao de hygiene
Mblloa. Em resposla ao eu ofllcio do 26 de agos-
lo prximo passado, lenho a dizcr-lhe que, consi-
derando-s o secretario da .ommissao de livgieuo
publica competente para em noiue da mesilla eora-
msao olllciar ao provedor da same, he come, ucii-
I. que esto lamben) responda |>r Intermedio do so-
eelario da provodoria, poi; que usa.-ls.J- do ***
l de 29 de Janeiro de 1813 e 7- do do 29 do seleni-
ta,, de 1851, que marraran! em oral us deteres dos
TClarios das duas repartinos, quanlo ao seu cs-
ardiente, dani-llies idnticas ellribulcfles. hnlre-
anlo nara etilar conleslariVes seinclbaiiles a quo se
den entre a coiiiinisiio de li>gicue c 0 provedur da
saude coiiMn que se continuo na pralica ate agora
Muida dr olllciar o Hiere de una das repartieses
directamente ao aucrcsrlarecinicnlnsou informarAs* sobro ubjeclos
do servir" a spu cargo, e islo quando laes informa-
ras nao pinsain er dadas em sessllo.-Rcuictleu-so
Lia desle ofllcio ao provedor da saodc e boni as-
.10. un ctcinplar do regulainonlo daquella coininis-
ip, dueinlo que cssa conleslacao ler-se-bia evitado,
WS. me. Iioutesse comparecido as sessfics da iiien-
cjouaila i........balo.
HiloAo provedor da sau.lc. (.nnipre que, som-
nrriiuc V. me. mandar lirar de quarenlena, ou de
olMitai io qualqner cmbarca^Ao, o participe sein
Wrda d lempo a conunisso de higiene, romo dc-
kiiniii.i.. decreto de 29 de selembro de 1851, e que
niodeitc de comniunirar-the as circumstanHas que
de novo occorrem, al que se resolta a cessacSo da
oareiilena ou da olnervac,Jo. t'.ommiinicou-se.ao
presiilenle.la referidl conunisso.
dem do da 30.
ouimandanlc das armas, ilir.cn
e boa conduela as sele pracas
las na relarn, que remelle, as quacs
ir corno entonos, de S. S. suas oidens,
tigam opporluiianienle para l'imcn-
leiras, fi/cii.lo regressar psra esta capital igual uu-
merodepriica-dasque eiisleni destacadas noquella
colunia.
Ilrlaian i que se refere o of/icio lupra.
Aaspseada Luil Jos do Monte.
>nl I.. I Manoel Leandro.
Joao Piulo Riheiro.
Joaquim deSanl'Anna.
o Filippe de Santiago da Cunha.
a Angelo Jos Pereira.
Ricardo Jos,
I i/ciaiii--o as iieressariascommunicaces.
HiloAo |ilesideiile do.coiiselho administrativo,
(ji.i promover a compra de KKI varas delirim, edas
ealdeiras de Ierro meneiona.las na relai;ao que re-
melle, por copia, visto que sao uecessarias ao arse-
nal .le guerra pira poder uUslaser dinv.cnles pedi-
dos dos corpi do cirrrilo.Neste senlido li/cram-
seas uecessarias couunuiiica^es.
DitoAo director geral dos indios. Acusando a
rttepcao .lo ollirio, que V.S. me dirigi em dala do
7do correle...../, leuho a dixer-lhe, que. nao h.i-
len.lo creilito'para as dospe/.as coin o foruoclmento
de lerramentas aos indios da aldcia de tambres, de-
ve de esperar ordem do governo imperial, a quein
ton solicitar providencias a respeiln.
loas providencias que V. S. lombra para a
irn das plaiilaoiVs dos indios da serra do
nesla dola onicio a cmara municipal c ao
delegado de Cimbres, para que pelos mcios legaes a
suadis|Hisic;lii providciiciem deino.Io.quo os ludios
nao -olVi.iin delrimcnlo em suas lavouraspur parel
dos cirailoros degadnseus vir.inhos.
I'iro inleirado de que V. S. participa ;icerca da
sua protima viagem a (anibres para Ta/cr mediros
terrenos do> indios, c litar a res|vectiva renda, e ap-
provan.lo esla deliberadlo, remello pelo indio Pau-
lo.Mvcs Pcilnsa ngroromelro e correnle que \'. S.
|icile para .. inedicao ; os quaes detero ser resli-
luilii. a repartir!) das obras publicas, depoisde
(tila i inedicao.I)erani-se as convenientes ordena
a respeito.
HiloAo ilesciiihargailnr chafo de policio, inlei-
ran.lo-oilc liaver remedido ao inspector da lliesou-
raiia da la/enda provincial, para mandar pagar, es-
tando nos termos legaes, a coala da dspota leila no
un / ilc agosto ultimo eom o sustento dos presos po-
bres ila cadeia do lermo do Brojo.
HiloAo juiz relator da jimia de juslica, remet-
iendo, para sercm relatados em sessao da mesina
.un .i. os procesaos verbaes dus snldados I-ir mino
Anlouio de I.biliares c Manoel IVanrisru llamio,
uerleureoLss ao segundo batalho de infanlarla.
Inleirou-se nocominandanle das armas.
Hilo^Ao director das obras publicas, para que
i|o,.iilo antes organise c reinctta o orramcnloo plan-
ta de urna |wnle provisoria que leve do servir cm-
quaiito estiver em couslrnccao a actual ponto do lie
rife, que vai ser Teila de novo.
DitoAo niesiuo, inleirandn-o de hater, de con-
(orinidad coin osen ollirio .lo lionleiu, recommen-
dadoa cmara municipal do Rio lormoso.que lome
aseu cargo a(onservai;aoda obrada iKintc e ater-
ro do rio desso lime, e a de Soriuliaein, a da ponte
doAnjomandandotarro-Jaslodasas semanas.(H-
liciuu-se nesle sentido as mencionadas cmaras.
Dito Ao inspector do arsenal de inariuba, dl-
lendo que pilc mandar collorar notoinenle no 01-
Iremo mulo da barra do porto desla ciliado, a hoia,
que d'alli loi lirada lim do ser concertada, visto sor
de etlrcma neccssidailc, a conservacao da referida
l-n.i naquelle lugar.
Hilo AocapilloDomingos do Luna Veiua, rc-
oieileiulo,por copias, os ollicios do coimuaiidaiile do
...rp.i de polica, promotor publico desle termo, e
procurador flseal da llicsouraria provincial, dos
quaescousla, que oei-lerrciro coimnaiidanlcduqucl-
Ic rorpo, Sebaslilo Anlouio do Reg, dislralnrn a
proletlo de a.lianlamenlos leilos a diversas pracas
domesmocorpo, a quanlia de 1609280 rs, queSinc.
Ilie entregara dos dinheims ileslinados para paga-
mentodotloslacamenloctislcnlc nessa comarca .le
llores, ceiigindo qneSmc. responda combrevida-
de, solire os punios dos citados onieios que Ihe di-
zem res|ieiln.
Hilo A' llicsouraria da Oizenda provincial, in-
IOLIII]Tlll.
in.i
I ruli.
(rir.miln-a de liaver milorisadu ilreclor i.a* o-
Iir;i- (Milihr.i-, a comprar para a obra ra lliodcloiirn, redigo, que, sepiundo dcclarouo meii-
cionariii In iM-ini-, \rmli'-'i' a viole mil rs. a duzia.
OilEciou-so nesle senlido ao suprariito direc-
tor.
l*or(ari.i Aoacenle da companhia das barras de
vapor, para mandar dar pass-mem |wr conla do go-
veroo, para o P.u, no primeiro vapor que seguir
para o norte, ao soldado Anlouio Jos Saraivu, que
vai servir na provincia do Amazona*. Inleirou-
60 ao commaudanle das armas.
Dita Demitlindo, de OMformidadfl rom a-rro-
0Mla do desemliaritador chefo de polica, do cargo
de Icrceiro supplenlo to sulnlclcgudo do primeiro
dlstriclO da Tregue/ia de Bi,/.i>ito<, a Ignacio Joa-
quim dcOlvcIra, c nomcando para o substituir, a
Joo Bczerra de Va-tconcellos Torro-*, e para quinto
c se*lo supplenles, do mesmo subdelegado, a Ma-
noel das Noves Vieirae Manoel Francisco Vieira. -
Ccnnmuuicou-se ao mesmodesembargados
l>ila O presidente da provincia, tendo cm vis-
la a propona do leuenlc-corunel commandanlc do
lilalli.lodcarlilharia da guarda nacional domunlcl-
piodoltecire.datadade I.") do corrcide.ea infonmiciio
do respectivo coiiimandanlc-superior interino, de 17
desle mes, NM.V6l.os tennos do artigo .M da lei ll.
wtde 1> de Miembro de 1850, nomMrpnnflfflcises
do referido batalllo, aos cidadi.os MgUinlen :
fintailo-maior.
rencnle-quartel-iticslrc Antonio Jos Texeira Has-
o.*.
jv s Primeira companhia.
i'.;i['i: ni \iiiuiiu, M.ii.pir, de Amoriin.
relenlo lleniardo t;.Mlioso A\res.
Alfcrcs Alvaro Pereira fjJLK
Segunda rompanhia.
CapitnTbomaz deAquino FoMer.
Alferes Joio llaplisla da FonMCa Jnior.
AlfercsJoao Chrboslorno PachecoSoares.
Tenrirn romjianhia.
<",aililao Manoel Luil Uoocalvea Jnior.
Tenenie l.uz de Franca Mell.
Alferes Jos (jomes Leal Jnior.
QuarieompanAUh
( i|-ii i i Manoel Al\cs liucrra Jiiuior.
Tenle Miuucl Carueiru.
Cutimiunicou-se ao mencionado romniaudanle su-
perior.
ERHATA-
No expediente publicado lionlem, em lugar de 20
deve ler-se '2.' lauco da esliuda de IVio d'A-
r;i!>\ii!!i(i.
COMARCA DE NAZARETH.
19 de ieleml>ro de 1SS3.
Depois da ultima que llie einlerecei, n.i la leni
apparecdo conlra o socego publico, uem contra a
segu auca individual : o que llOUVO de mal nola-
vel foi qiiererem os presos da cdela e\adir-se na
noitc de I i desle me/, por un rombo, que linliam
comerado. e que bem poUCO fallava para comple-
mento dos desejos dos laes mlllanlea. l'elizmeute,
poiiii, anles de clie-.uem a p-le resull.ido, UIM de
cnlre ellos sempre os ba !) ou por timidez, ou fos-
ae porque KMM, mamlou chamar o commandanlc
do dcstacamenm, e poi linio mi pratoi limpos. Oe-
i am-se luuo as providencias que u caso pedia ; c de-
pois mandaram-nod dar mu pawelo i bsn c.ipial,
onde lerflo dedivcrtir-se poralgnm lempo.
J Uve occatifto de Tallar da ruindade da cadeia
i'jqui, se cadeia m nulo chamar udefeiio, mua
coulieco do pelor, sendo mullo para admirar que,
ape/ar da vigilancia das senlinellas, exislam presos
dentro.
Nao son daquelles que ludoqiierein ler sem olliar
para ns meios; uo, entendu que quem queros fina
ilevc antes ler os mcios, c por bao dlrol que, nflo
pudendo o cofre dn provincia consignar quanlia al-
guma para a COlUlruedhl de una cadeia, de que
lauto precisa o municipio, seria muilo para desejar
seria milito luuvavel mesruo que a cmara mu-
nicipal marebasse adianto, laxando recolheros fun-
dos que aststem por mos de particulares, como be
fama, e applicando-os construccao de urna cadeia
que, se nao podeste cnncluir-se em dona, uem cm
tres anuos, concluir-so-bia cm dez. cmdo/.eouem
dezeseis : de vagar se vai ao longe.
Pode bem sucreder que a aasembla, vendo o em-
pcnbn da cmara, consignaste algnma qtiola -para
ajuda-la ; eslou mesmo que nao deixaria do o fa/er.
(.limpie pois que o Sr. presidente da cmara, de
quera alias formo o mclhor conceito, d Impulso a,
esta idea, que, segundo uncu dizer, Inmbem lie-na '
svozes nao se cxecutain grandes emprezas por fal-
la de disposirto, que inais se agurava anda pores-
ae prejnizo que muilosleeni de dizer : quem >ier
alraz feebe a camella.
Parece que os habitantes diMc lugar van compre-
hendendo j.i que os homeus n3o fo rain creados para
vivaren. Intrigados c em ilasharmoniai como bes-
tas aelvagens: Iratam agora de formar uma socieda-
de de conlrihuinles, para engnfanwnto de mua com-
panhia dramtica. Nessa socieilade entraui lodos os
que quizercm, sem dillerenca de cores pnliras, ou
se ni,1 permillirem, inipulilicas, que lie o que bem
pode liaver aqui pelo mallo...
Tainhem preparam-se para festejar o da, de S.
Mi-ui'l na sua capaila de Ala^'ia-d'Aula.
A felra lein continuado ahondante de nenie, e de
viveros; mas nflo sel porque o preco ho sempre o
mesmo, cuino ja Ihe leuho dito.
Por ora nada mala se di/, acerca do Pessoa de S.
V cenle, parece que vai-sc desgoslaudo da vida
militar.
Corre por aqui1 que o rapiflo Camialo vi remo-
Nido para a Parabiba, nao se poda dar inicien cr-
dito a semclbaulc noticia ; porni muilos, o crcio
quo as autoridades mals do qucuiniiem. jn senleiu
d anie-niiio que nao venha ella realhw-ae, o que
deve ser muilo lisougeiro para aquello militar, que
tein sabido viver entre as intrigas, sem quebra de
sua dignidade.
( Dr. L. H. C.arnciro dj (ainha, tendo conclui-
do ,i-causas deque eslava cncarregado, rotirou-se,
deivando multas saudades cnlre os numerosos ami-
gos, que couta nesla comarca, o> quaes lodos fazem
FEMANDO DIPLESSIS
MEMORIAS DE DM MARIDO. (*)
W JmlaU'j Ji/JI.
SEUUNM l'ARTE.
I Conlinvaf3o. I
Hu niio linlia inlcTTompid.i Cesarina...Ella cini-
iiiiuou aasin:
Minha saude eslava complelamenle reslabcle-
riila, quando o acaso olterecu-mo om recurso ho-
nesto e imprevisto : o marido de minha prima em
ua qualidade de capitn de navio-mercante alra-
'essnvade Franja para a America; vull.....lo de uma
de suas visiten* elle disse-nos que me tinli.i achado
"na etcellenlc cundicj.i. a de dama de companhia
w una i..-., compatriota rica o idosa, que liabila-
.a New-York-i eumprasriniente que ou .ntftodess.
alnmua inglesa allm de (XMlcr dar onlens aos eria-
ds casa dessasenhora. Aeeitei eom muilo goslo
I., orrerla inesperada, occiipcimc dous inexes em
prendero ingles, o marido de im.il < prima I illa-
" l'crfeilamonloessa liuguii, suas li.Oes servirani-
"'"do, Iraballici noile e dia, c quando elle ,ol-
*)f Vida Diario n. 211. :
lulii\ r wlui""'0 l'uhlitiinos antes desle o Capi-
tn li America levou-ine saliendo hastaute de in|le
para faier-nie rniiipreliruder. Oeapllo apresen-
lou-me i noasa compalriola, madama de Surtal,
ella .i-i .iilmi--.' demim, e hv ininba coudicAii.. mais
doce que pode. Eu titio do sua lenibrauea, l;cr-
ii,iii.Iii...c lieos conlinuata a |irotcaer-me; porqnan-
lo un li amor se bavia turnado lio iiinorcnte ipiaulu
fura culpado.
Bu : Anjo querido! Ah uinii quesillo me
ipieiiu.i os labios...e nao nusn dirlglr-llia,
Centrina : (Jual qucslao, Femando";
/-.V : E seu casamento ?'
Crimina : No numero dos amigos inlimos de
madama de Surval conlava-se un dos li.unens mais
bunradosde Ncvv-Vork, vcllio amado c estimado de
(o.los...osenhor JeHerson.
I.u : Que diz 't
Cetarna : Donde vciri, Fernando, essa sor-
presa ;
fia : Que o senhor Jeflersnn amado, esti-
mado, c venerado de lodos I essedevasso .hiloa ira-
pulse que pela inlamia de seus cosliimes fui duas
vezes expulso das cidades em q:ie resida I
Cemrina : Mas islo lie urna mentira horren-
da urna calumnia etecratel All Fernando 1 es-
ta offeusa memoria do mclhor e do mais nobre dos
homens me he cruel...oh bem cruel...sobreludo de
-lia parte !
E vi lagrimas enrrerem dosolbos do madama Jef-
ferson, cnsiasfeiciesetpriniiain umniiilionaclo do-
loross. Fiquei eslupefaelo, evidentemente as in-
lormaraes recolbidas pelo senhor (olofrcdo sobreo
marid do Cesariua cram completamente falsas, ou
cnl.io ella ron engaada pela hvpocrisia di
seravel.
__Cesarina, disse-lhe eu. perdoe-me le-la ollen-
dido iuvolunlarlamenle ; vnu cvplicar-lho era duas
palavras a causa demeu erro : ludo oque llie res-
volos para quo venha elle fliar sua residencia aqui
como iilliniaineiilo prnmetleu.
Quinto i salubridadc tamos indo sollrivelmeiilc
Saude e diubeiro. -V.
Carla particular.)
COMARCA DA VICTOBIA,
19 de setembro d. 1863.
Sabio lioje desla cidade para essa, preso, no
meiii do uma escolla do guarda* narionaes, o gran-
de assa.siiio Juno Hispo de Barros, por antonomasia
Borliolela, pardo, moco, c de bonita lignra; eslaon-
ra Toi presa un engenbo Cachang da freaueiia da
Esrada, palo subdelegado do segundo dislriclo da
inesnia, o major Mariano Xavier Oarnciro da Cu-
nlia; louvores poissejanidadosaeslecmpregado por
ler livrado a humanidade de una tal lesa, que di-
7,em ler un grande numero de morios, e ser deser-
tor do i.ilavo batallin. lieos o queira rondii/ir a
salvamento a seu dcslino.e nao permita que elle cm
raininbo ilalinim viniquc o ponba a salto de justo
castigo que o aspan, o que ha muilo ji devia ter
sollridu parasna rorrecraoeeteinplo dcuutrnsque-
jindos. Victoria 19 de selembro de I8.VI.
O I irlurirnte.
(dem.)
JURY DO RECITE.
Sessao' do la 21.
I'residenle.n Sr. Dr. Aletandre llernaidino dos Real
e Silva.
Promotor publico, oSr. Dr. Abilio Jos lavares da
Silva.
.idrogado, oSr.Dr. Antonio l.ui/ Cavaleanli de
Albuqiirrqiie.
Itrn, Juan Anlouiu Haptisla.
A's III borase tres quarlos. reunido o mimeru de
:t!i jurados, ikerta a sessao, loram mulladoa os do
dia aiitccedeule.
A'I borae Iros quarlos acabados os debates, reu-
nido o conselho a sala dascoiifcrcneias. tollarain as
- horas 'i, e cm t isla de suas resposlas fui o reo con-
de.....ado a I me/, de plisa., -imples, c multa enrres-
poiidenlc a melada do lempo, grao mnimo do or.
*>i do Cod. Penal.
I.cvnilnu-sc a sessao as J horas ,1, licaudn adiada
para o dia sciaiiule.
REPARTICAO' DA POLICA
Pane do dia 21 de selembro.
tiln, e Etm. Sr.I'arlc. ipo a V. Exc. que das
parles boje recebi.las nc-la reparli^an consta lerem
sillo presos : a nrilein dn subdelegado da fregue/ia
de S. los, o porluuuez Anlouio Joaquim i'eiteira
de t'.artalho. por ebrio e desordeiro; c a ordem do
subdelegado da treuue/ia da lloa-V'isla, Firmino,
cscravo de Simocs da Silva, por andar rugido.
Daos guarde a V. Esd Secretaria da policio de
l'ernanihuco JI de selembro de 1S.VI.lllui.eExni.
Sr. conselheiro los lenlo da t'.iinlia e Figuelredo,
presidenleda protincia. O ileeraibargauor, Cac-
lamj /oit da SUta Santiago, cliele de pollcia in-
terino.
IMUIIMIIO.
ConlinuacAO dos versos do Padre Manncl de Snu/a
Maaalhes."() I- soneto fui eilo aos anuos da Kai-
nli.i II. Maris 1, enicujo dia se feslejavaiu conjunc-
lamenteem l'ernanibnro os rasanienlos dos liifan-
les de Portugal e Qslella. O -- ao Bispo D. Diogo
de Jess Jarilim. O cntico a Nos.a Senliora da l'e-
uba, Jiinlainenie coin os oulros dous do incsmii Poe-
ta, que ja lomos publicado, se lem conslaiilenieiilo
canlado, desde que forain eoinposlos, as novenas e
testas da niesma (iloriosa Senliora na sua Igreja des-
la cidade../. /. de M.
som;tiis.
Iloje fa/. anuos, que nasccu Mara.
Exemplar da Virlude, c ila lirandeza ;
llujc anuos faz, que a deu a Nalureza ;
Mas dar-nos tanto bem SO Deospodia.
Mil lioucstos Amores ueste dia
Se cspalliam pela Corle Portuguesa ;
Vuaulo cantan pela Kcdundeza :
Moje faz anuos, que nasccu Mara.
Casal am eom igual folie dado
Aosl 'ilhos, c vio ro'a f. rea sua
Fren ler agora o Irmao la Blernid ule ;
|ii/,> do : Nao ha Teinp o, quo a dt strua
Km s cu- lillios reinita a sua idailc.
.Vas ii lude- us anuos p u'iielua.
Kmliora crie oS"l na Terra adusta
I'.- \ espurio o metal mais eslimailo,
Ouc das liorriveis eryplas ile Tantos ilesvelos, lautas villas cusa.
Faca resplamlccer a fronlc auuusla
Das [icilras u llicsouro abreviado,
K os riros mineracs, que dio cuidado,
Que Mi' mostra-losao Avaro assusla.
ol Minas to Brasil! Matargrandwa.
A M.o mui|mleulc em li creara,
(zimo Jardlm ila Humana Nalureza.
He dadiva do Co. lie prenda rara ;
He las prinlucccs tmla arique/a
Nenliuma a I' m Diogo ae compara.
CNTICO.
Estanca de repetlea'o.
O' Pcnlia bella, e pura !
o' Penha sublimada !
O' l'enlia immaciilaita.
One Ueosgosla habitar I
V .Moni.- da Pureza !
O' Penha da Mara !
Tu novia alegra.
(> nossu abrigos lu. .
|ieita me interessn. Ilimlem BStava conversando
eom.....a nesaoa que habitoa mallo lempo na Ame-
rica, c como liulia saliiil ha BlgUM Bnnm de sen ca-
samento, e nao a juluna anda viiiva inft>inia\n-me
do que era moralmenle 0 senhor Jell'ersim....Nao
ooso repetir palavrat que acaban) de oll'ende-la lao
profondamente ; mas acreditando em inforniarocs,
cuja llnctridade uno podia pAr em duvida...eu de-
via erar que a delicadeza de seu coracao, e a justa
susceplibiliilade de scus sciitimeulos reliuiosos fo-
ram penivelmenle provados por easc casamento.
CesariH Oh muilo obrigada, mcu amigo,
pelas mo* palas ras (rafas a Dos, voss nao lie
mais que o echo involuntario calumnia, que mais me sorprende do que me revol-
la Mui doloroso me seria pensar que voas itfp
cumparlllhava ineus sentimeulosde vcucracJo icio
liomem de bem, cuja memoria me ser sempre cha-
ra e -.;-i..-.i !
i.u : Ndo |,r>.. dizer-lhe de que peto esla aa-
severac.li> de sua porte me allivia o coraco ; eslava
sompro perseguido pelo pensamenlu de que esse ca-
samento Tora para vosseuma fonto de desgoslos.
Cesaran : Ooca o resto da minha historia,
Fernando, o como cu, lia de horrorisar-se de uma
calumnia nflo meno insensata que odiosa !
Como ia di/endo, o digno o cxcellente i;enhorJer-
feraon era um dos amigos ntimos de madama Sur-
val ; nunca velho algom reuni mais risouha bon-
dade mais pulidas c mais ama veis virtudes ; elle
visita*a frequeulcmcutc a madama deSurval.e pas-
sav.i quaal lodosos serdescom oosco; uo cabo de al-
niDl me/es essa senliora, j mu idosa, rabio doen-
te, e llfi :i dtsgraca de perde-la. No dia seguiule
ao de sua morte o senhor Jeflerson que al cuino
ouuca me deixaia sup|>r queseocoupavade nim,
disse-me simples e iiobretnenle islo :
Seubora, leoho lido muilo lempo de aprecala,
I
Penlia elevada, e firme
Para o abrigo de tantos,
(Jue (em nos Montes Sanios
Os uiudameulos seus !
Ib illiam de Siao as |iorlas,
Por ondea paz so aclama,
Oijeo mesmo Dos mais ama,
One as (ondas de Jacob.
II
Mil glorias sobre a Penha,
O* mvslica Cidade
Da snmma Divindade,
Cantar se ouvem de ti '
i hi.tiii. alegra banha
A lodos que le habilam !
Pois que se felicilam
Na Penha siusiilar.
III
No Monte Orcb se abraza
A sarca enverdecida.
B nunca lie consumida
Pelo llagranta ardor,
o' Penha de Mara I
O' Monte da Pureza !
t>no cm cardade aceza
Se abraza cm puro amor !
IV
Naspenlias de Kclhula
Se abriga a alllicta tiente :
All Judillivalenle
Triumplia do luliel.
o' sacro asylo forra I
(' Penha bella, c pingue,
Onde se nao extingue
A vida, a Braca, a paz !
V
Nocilo do Olvete
Imprcssas, e estampadas
Deivou suas pegadas
Cbrislo subiudo aoCo.
O' de Mara sania
Penha de mil prodigios,
Onde nao ha vesligioi,
Mas lodo Dos esta !
VI
Moyses noSinai Tere
A Penha eom a vara,
Oue em borboloes brotara
Trrenles decnstacs.
hiramos eom suspiros,
Tiramos coin ternura
Aquella Penha pura,
(Jiic a vida nos darJ.
Vil
Rin urna Penha vrgeni
(,iie lodos mis sabemos,
Jos, c Nicodenios
Sepultan! a lesus.
O' Penha pura, o bella,
Por Tora, e mais por dentro,
Oue encerraa no leu ctfulro
Da morte o vencedor -
VIH
Sulii, teis devotos,
A' Penha inacccssj\el,
Sub, pois.be possivel,
Oue be fcil para os Kous ;
i-.ii.i he Monte de myrrha,
Oue as Almas ni-s consola :
ticinci qual Irisle Kola,
IX
Tu i's "novo refugio
('oulra a infernal filada,
O' Penha immaculada,
Oue Dos gosia habitar! -
a vida s nusso amparo,
Vi ultima .i-i'in,i
Tu i^ iHMsa alegra,
Onosso abrigo ea tu.
(Dntinnnv-ne-hii.
PBIICACAO A PEDIDO.
Tendo em runsiderarau o que me toi represen-
tado por parle de Vine, julo lonteniejlte deela-
ra.r-llic, (|ue n.lo deve ninseuliri|uc os aeloresda
riinipauliia desse lliealrn, teulian seena aeliama-
do dos espeiladiires a nao ser cm das de seus lie-
nelieios, ou quando li/crein a sua estra, e que esla
delegara esta disposla a empretiar os meios neees-
sarios, para rumpriinculo do que nesto llie comiiiu-
neo.tiiii de prevenir as seenas luinulluariasque
por veres se lem dado nesse lliealrn, no que proce-
de de eoolbrmidade rom a ilispnsiean dn arl. 18900
regulantenlo n. I(i de :tl dejaneiro de IKt.
Dos guarde a Vine, delci'aeia do I.' dislriclo
do Recite, I de selemlirn de 186% Sr. empresa-
rio do llicalro de Santa Isabel.Manoel Clcmen-
tno Carncirn ila Cunlui.
YAIIOAIIE.
DO VERDADEIBO, DO BELLO E DO
BEM, POR MR VCTOR COUSIN.
Nao pretendo fuer um artigo critico sulire c-la
nova publicaran tic Mr. Ciusin.
late-la conliecida por aluuiiiascilaees. a desper-
tar no leiloru desojo de recorrer ao proprio volante,
tal tic ineii pronoiilo.
I'cln imples titulo da olira, podc-scjulgar que os-
le voluiiic adrara a phllosophii inda. Ao verdadei-
ro, se refere a psvcluilugia e a exposicau dospriue-
pns universaes c ueressarios. que san a liase de Inda
a setenis ; o bello, a llieoHa das arles, o que baje
se chaina a esllielira ; ao licui; linalnientc. toda a
moral. Mas peto helio e pelo hein, como peto ver-
dadeiro, Lodo espirito recio e justo, remonta ao prin-
cipio primario, rausa universal, ao verdadeiroe
ao liein sulislaucial, ao proprio lieos. A sriencia de
lieos em pliilosopliia, se cliama llieudieea ; a ilieo-
dicea, pois, lie a corda da olira de Mr. Cnusin.
.\ que se propoe Ur. Cousin publicando asa re-
lamo de philosopliia'.' Klle mesmo o etplica em seu
prefacio. Salie-se que inolim nrodu/.io uma pala-
tra lieni iiiiiocenle, ou que linlia laltez por nico
defcilo, niio apresenlar un senlido bastante claro s
pessuas, que nao silo bastante fsmiliarissda ruin a
lingna pllilowphica, a palat ra ccleclisino. He de-
bati deesa npreasto que -e procura Infamar a i>i>s-
nossa ralba amiga n.lo etisle mais, c eu me (.....si-
deraria o mais feliz, dos homens, se podesse pasear
cm sua conipauliia ns pomos dias que me reslam a
viver...I'or favor, senliora, niio se engao sobre mi
ulias Intences, son telho, V. me. be mura e for
mosa ( perdoe-me Keraando, eston referindoas pe
lavras do senhor Jell'ersnii i pcro-lho smenle que
se digne ser para mim o que era para madama de
Surval, una ii/in>i....uina' /illia....c nada mais....
I'urin como a pnqiosla de dama de conipaidiia .le
um liomem por mais desoque soja, nao pode cou-
vir ,i sua dignidade, fai.a-me, senliora, a honra de
aceitar minha mi......
Eis o liomem contra quem nin se cuvcrgonbarsm
de imagiiuir iufames calumnias! arresceutou ma-
dama Jeflerson eom a inalterada, levando sen len-
co aos olhos novamenlo hanbados do lagrimas.
\ .iiilniii-., cniocao de Cesarina, a diauidadedos
termos em que, segundo sua narraejo, o senhor
Jeflerson Ihe pedir a mo, ludo me persuada da
falsidade das accusac,oes feitas contra elle |ielo se-
nhor liotofredo ; a menos que Cesarina cega sobre a
realidade, e levando o reconliecimeiito ou o respei-
to liuinauo al urna especie do herosmo nao consl-
derasse un dever defender mesmo pela ineulira a
memoria do liomem, que Ihe dera seu nome, |ior
mais justamente que fosse atacada essa memoria.
// ; As nolircs palavras quo vosse acaba de re-
ferir-me, Cesarina, so coin Mello a melhor respos-
la a uma calumnia, do que snlo ler-me feito oecbo ;
ningueni podia U verdade mostrar mais delicade-
za e geuerosiibide do que moslrou n senhor Jelferson
nesss circumslancia,'
Ce*arina : E elle cumprio sua promessa, meu
amigo ; al o dia em que lite a desgrana de per-
d-lo, foi para mim um pii.....o mais leruo dos
pais.
losopliia de Mr. Cousin. O eclectismo veio a ser um
iii.iiislro, foi arcusadodc lodasasperlurbacflesdo se-
culo, o quanlo menos o coinpreticndiam, mals dis-
|voslo se eslava para crer que elle occullata negros
nstenos. U proprio allicismo jS niio sda lao mal
em cerlos ouvidos. O que he o ccteclismo ? I'm
llmptes melbudo, [Hir mein do qual se procura ei-
Irabir, dos ililereules systemasdephilosophia, oque
elles roiilm dr verdadeiru, e formar dessas verda-
des parciaes um lodo que respunda plenamente a
verdade, tal qualo liomem be capaz de enmprehen-
dc-la eom ns meios naturacs de conliecc-la, que pos-
suc. Coufesso que islo suppo que a philosophia
cnitm a verdade, que todo sysleiua philosophico
i.mili.-ni a eucerra, que a humanidade idiilosophan-
do, islo lie, faicudo uso de sua rallo, nao lem iulei-
rainenlc perdido seu lempo B sen Irabalho ; e eis-
aqui sem duvida o que explica o dcscncaileiamenlo
de paitoes, de que o ecleclismn tein sido o ubjeclu.
Os homens habis pelo menos, souberam o que fa-
ziam. ti ecleelistno he o adversario natural da es-
cola que proclama a flaqueza absoluta da philoso-
phia e da rnzao.
Seja como for, nao sendo o ecleclisiuo senao um
inelhoito, mo be no eeleelismo que se deve procu-
rar o lim c o verdadeiru carcter da philosophia de
Hr.Cousin. Oespirilualismu lie a Idea fundamen-
tal desla philosophia. Arrancar o imperio a philo-
sophia da sonsacan, escola niatei alista, que reina-
va sem parlilbann comeen desle serillo, tal foi seu
lim, em parle seu resultado. Finalmente queru
principiar aqui redendu a palavras Mr. Cousin;Ja
lenho otilo mais do que quera diser.porquanloqoem
ini-llnu do que elle piide dar cunta dn espirite, que
ii dirigi em sua langa e hiilhanle cernir, c .In uli-
jcclo que elle se propoi, etponiln aos ollios dn pu-
blico ueste novo volunte, oquadro resumido de seu
ensillo philiisophico'.' Kis-aqui como Mr. Cousin se
explica em seu prefacin :
'i Ha muilo lempo quo nos pedem de diversas
parles, que reunamos em um rorpo de doutriua as
Iheiiriasdissciniliadas em nossas dillerentcs obras, c
que resumamos em justas proporrocs o quo se lem
querido chamar liossa philosophia.
a Ksse resumo eslava lodo acabado, l-'allava-nos
collegir liees jii muilo antigs, porem mui punco
derramadas, por perleiieerem a urna poca cm que
a l'aculdade de Letras nao tinba anula iienhiiineeh'
e lamhcm porque mo se podia cncnnlra-las leal
em aculkei;ao cnnsi.leravel. que raniprebendc todo
onosso primeiro ensinn de IHl'i. i Ittil. Balas li
ces eslavam como perdidas na mullidlo; lirainu-
las il'abi c as aprcsentainus a parle severamenli
corregida, na esperaoca de que .leste nimio, serilo
ai.e.sivei. aum ur.....le nuinero de Icitorcs, e que
ha de appareccr melhor o seu verdadeiro carc-
ter.
As IK licies, que eumpc o presente volume
lem islo de particular, que so a historia da pliilosn
pliia llie ministra o plano, n philosophia propria
tente desla oceupa nelle o primeiro lugar, c que
cm vez de investigarles de crudicilo e de critica
ellas apresenlam una esposicjlo rcgolarda doulrina
dcs-.lc enl.in asentada em'nosso espirito, e quo mo
lem licitado do presidir a todo- os nussos traba-
IhOS.
o Bale livro, conten porlanlo, a espressilo xesu
mida, pnrm otarla, de noss.i cnnvieeilo solire os
pontos fiiuilanienlaes da sciencia philosophica. Ver
se-ba abi claraineule o melhodo, que he n alma de
nossa empresa, neasos princi[iins. noasoa processos c
nossos resullados.
.i Itebaixo destes tres piinlus capilaes, o l'erda-
ileiro, o Helio e n llcm. abracamos a pstclmlogia,
enllocada por nos a frente de (odaa philosopliia, a
eslhelica, a moral, o direito natural, mesmo n dirci-
lii publico cm urna certa medida, Analmente a llico-
dicta, eese perigoao poni de reuniio de todos os
systenias onde os dillreules priueipios saocon-
deinnados ou justificados pelas suas coiiscqucn-
cias.
u A missilo de nosso livro he advogar elle mesmo
a sua causa. Desojamos sosenle que seja aprecia-
do, e queo julgiiem peln que elle lie realmente, c
neo por urna opiniao mullo acreditada.
.. lciina-se em representar o eeleelismo como a
doulrina, a que se comprasen) dar nosso nome. De
claramos que o eeleelismo nos he sem duvida mui
lo charo, porque he aos missus olhos a luz da histo-
ria, da philosophia, mas o centro dessa luz est em
nutra parte. O eeleelismo he uma das ap'plicaces
maU importantese maisuteis da philosopliia que
professainos, mas nao lie o seu principio,
a Nossa viT.lailolia doulrina, nOSSH ver.la.leira
handeira he o espirilualismn ; essa philosophia to
olida quanlo generosa, que romeen coin Scrates e
l'lalno, quen Evangclloi derramen no inundo, que
Descarea posdebaiso daslbrutulas as mais severas
do genio uioileruo, que foi nu seculo XVII urna das
glorias c das forras da patria, que inorreu eom a
grandeza nacional no secuto \ Vil I. e que no co-
meen dote, Mr. Ilover-Collarl veio rehabilitar no
ensillo publico, ao passo que Chateaubriand, Siacl,
QualremerudeQiilnej fransportavam para a litlc-
ralura e para as arlirs. Coin juslica se Ihe da o no-
mede esplritualismo, porque seu carcter he eom
elleilo subordinar os sentidos ao espirito, c procurar
por lodos os meios, que a razanappruva. elevar c eu-
graiuleeer o tiiimein.
Bill ensina a espiritualidad!' da alma, a liberda-
dc c a responsabilidade das arenes humanas, a oln i-
g.icilu moral', a viitudc desiulerewada, a dignidade
da juslica, ni belleza da cardade ; e, alm dos li-
mlles desle mundo, musir nm Heos, autor c lypo
da humanidade, o qual, depois de o iwfoitii eviden-
temente |iara um lim, lulo o ubandonai.1 un desen-
volvimento myslerloaodoaeu desuno,
........ Coiieotreai segundo as nossas forras, para
etallar, defender propagar esla philosophia, tal he
o olijcclo que ccdii nos suggero e nos tein susleiila-
do no curso de uma carreira jn longa. onde asdilli-
culilailes niio lem rallado, tracasa Heos, o lempo
lem roriiib.irailo antea .lo que enfraquecido nossas
cnniicrnos, o terminamos como principiaiBMi esta
nova ediccaode nina de nossas obras prinripacs, he
um ultimo esforc em favor da sania rausa.pela qual
combaleinoa ha perlo de lt> anuos.
(reio que silo iiobres o cloqueles essas palavras,
que o livro continua do principio anlini.
Agradecemos a Ur. Cousin o mo responder lan-
os lilaques irrellertidns, pnrm licm vilenlos, se-
an ruin a esposlrfl.0 de sua philnsupbia. (jiianln a
mim, no meio .le um grande nuinero de paMgeiM,
que dosejara citar, e que mosirariam sufleieute-
mcnle o que he esla philosophia Uo cruelmenle ca-
lumniada, a escolba somcoto me ambarara. Con-
ii'iii.u-me-lii'i eom mostrar na primeira parte, a do
verdadeiro. o capitulo do nivstirismo.
Sabe-se que o niyslicismo lie duplo. Ao lado do
myslicismo religioso ha o niyslicismo pbilosopliico,
mais desarazoado e perigoso lalves do queo primei-
ro, corrompendo a razio, e tirando lodos os elees-
sos da .uprr.iu a., de umsceplicismo, que prucura,
as fiimniuiiieae.H's extraordinarias eom o co, o
quo nao atrevo esperar do eiercicio, de uossas a-
coldadcs naturacs. He esle o carcter dos lempos
cm quo se nao er mais no que he spprovado, pela
r.i/.i'i de crerein linio oque ella condemna. Evite-
mos estar ahi eom nosso magnetismo, nossas me-
sas llamantes e nossos fluidos myaleriosos. Doitn
pulanlo de parte o capitulo do myslicismo, apezar
desua iippi'iiiiuidade.
Fra misler citar a parte do bello de principio
alim. Mr. Cousin desenvolvis eom gosto toda a
arle do seu eslt lo lio puro e l.io In iIhante, e sobre
a nalureza das" ideas, a esposiyilo aue eujenlas-
se fazer .lidias, me cooduzria muilo longe.
Alem disto, fdra-nie bem difllcil, se eutrasse na
qucsl.in, ndoesprimir alguinas duvidassobre cerina
pontos da theoria dn autor. Que Mr. Cousin re-
cusa elassilicar entre as artesa eloquencia, a tiisto-
i ia e a philosophia, pnuco importa! He o nioliyo
desla exclusilo que me espaula; sinto-me pouco dis-
poslo a admillir coin Mr. Cousin que a eloquencia,
a historia e a philosophia nao lenbam por flu o bol-
lo, tal como Mr. Cousin o caracterisa, islo ho, o
ideal eo infiuilo, oque reduziria a historia a nao
ser senao urna chrnnica sem cor, a eloquencia um
meio paasageiro do persuaso, a philosophia una
sciencia como achiiniea oua phvsica. Tildo que nAo
allingc o bello ou o ideal, lem urna vida beui cur-
ia lias obras do espirito humano, e pens que lie,
porque se elevaran! al o universal, at o inlinilo,
al o ideal, que Uemoslhenes e Bossuel, Pascal u
l'latao,Tliucydides e Tcito no morrero jamis!
Sem insistir m-la discussao, cilarei alguinas pagi-
nas etccllenles de Mr. Cousin sobre os nossos poe-
tasdo seculo XVII, depois de ter hilo lodavia mi-
iihaseJcepc,oesa Tavor de Haciuc, parece quo Mr,
Cousin o abale um pouco, ao passo que eleva de-
masiado a Coriieille. Eis aqui essa passagem:
ii Em que lempo, pelo menos ntreos modernos,
se vio lloresccr ao mesmo tonipo tantos poetas de
primeira ordem'! Nao temos, he verdade, nein Ho-
rneros, ncn Ilanles, nin Millons, nein mesmo Tas-
sos. A epuncia eom sua ingeouidade primitiva,
nos he prohibida; mas no llieatro apenas temos
iguaes. He que a poesa dramtica lie a poesa
que nos conven), a poesa moral por eicellenciu.
que representa o liomem coin suas diversos paaaees
armadas urnas contra as oulras, as lulas vicenlas
da irludee do crime, os jogos da fortuna, as li-
gues da providencia, c isto em um quadro peque-
o, onde os aconteciroenlos se opprimem sem se
confundirein, e onde a acc,o marcha eom passos r-
pidos para a crise, quo ileto fazer apparecer o que
ha de mais intimo noeorae.io dos personsgens.
o bigamos u que pcossmos; aos nossos olhos,
Eschylo, Sopborles, e Euripitles reunidos ulo con
Irabtiaucam a Corueillc so; porque ncnbuin del lo
coDUCCftU e exprimi como elle, o que ha uo mun-
do de verda-deirameute loranle, urna alma grande
em lutacunisigo liiesma entre uma paixo generosa
c o dever. Corneillo he OCV lor de mu patlutico
novo, descoubecido a anliguidade u X lodos os mo-
dernos antes delle. Elle despreza fallar s pgixAea
ualuraes e suballcrnas; nao procura excitar o
i ni c a picdailc, como quer Aristteles, que se
la a erigir em mximas a pralica dos (iregos.
ce que Comedie leu l'latao c quiz seguir seus pro
ceitos : elle se dirige a uma parte ditersamente ele-
vada da nalureza humana, a paitan a mais uohro o
a mais visinba ila virlude, a admirarlo ; e da ad-
mirac,o levada ao seu auge, elle lira os eleilos
mais poderosos. Concordamos que Shakspeare seja
superior a CornelHe pela cxlensao e riqueza do ge-
nin drainaliro. A uatureza humana parece estar
sua .lisposicao, celle reproduz as seenas diversas da
vida em sua belleza e em sua hediondez, em sua
grandeza o emseu atillaineulo; o so aventaja na
pintura das paltoea terriveis ou graciosas. Ulhel-
lo ladv Maclielh, lie o ciume, be a ambicio, como
Julielia e Desdemona sanos nomes immorlaes do
amor novo e desgratado.
ii I'orm se Corncille lem menos imaginacao.teiu
mais alma ; se lie menos variado, be mais profundo.
SeuAn |.. .'in scena tantos caracteres difleronles. ik
que aprsenla sdo os maiores que podem ser olle-
recidos ii humanidade. As seenas que musir silo
menos crucis. porm sempre mais deliradas einais
sublimes. O que he a melancola de liando!, a dnr
.lo re l.ear, c mesmo a desdenhosa inlrepidezdeCc-
/ar itiaute ila magnaiiiindadc de Augusto esforcan-
du-se para se tornar senhor de si mesmo como dn
u nivel -o, itiaute de Chiincna sacrificando o amor a
Imina ; solo ciii.ln diantc desso Paulina que at n9n
sent no fundo do seu coraco um suspiro involun-
tario por aquello quo ella uio deve mais amar.'
Corncille se conserva sempre as regines asmis
elevadas ; elle he alternadamente romano ou chris-
la... lie o i ii le pelo dos hei...'-, o cantor da irludo,
o poeta dos guerreiros e dos polticos. Nao se dove
esquecerque Shakspeare hequasi s em seu lempo
ao passo que depois do Corneillo veio Hacine, que
s poderia ser bastante para a gloria potica de urna
liaran.
o Hacine nao pode eerlamentc ser comparado
eom i:..i iioillo do genio dramtico. Elle he mais
liomem de letlras, nao lem a atina trgica, nao ama
iioiii.oiilieee a poltica o a guerra. Quando imita
Corneillo no Jle.candre, por ctemplo. e mesmo nu
Milhriilalrt iinila-o muilo mal. A scena liio gabe-
la do Mi lili niales, CXpollllll SCI! plano de Clin palillo
a scus lilhos. lie urna passagem ila mais bella rhoto-
rica, que nao piule entrar em parallel coin as ce-
nas polticas c militaros de .'miiii, de Serlorint,
principalmente eom essa primeira scena ila Mor de
Pompee, onde se assislc a um conselho 19o verda-
deiru, to grande e lao profundo, como na"o foram
jamis nciihum dos conselhos de Hirhelicu ou do
Mazarino." Hacine nao tinba nascido para pintar
os hroes, mas pinta adiniravelmcnle o liomem coin
uaspaixoes naturaes, c a mais natural como a mais
tocante de todas, o amor. Tambom be eminente nos
caracteres de mulher. Quanlo aos homens, lem
necessidado de ser sustentado por Tcito ou pola
Un : Koi Minenle para voss nm pai apezar de
sua belleza ?...apezar de sua inoculado'.'
I emrina : Eu amata sempre a voss, l-'er-
nando...qualqucr nutro casaiiicnlu leria sido impos
sivel para mim... En era apenas a filha do senhor
Jeflerson.,.a inaisrespeilosa e a mais dedicada das
lilbas...mcu ceratao ern seu !
Minha alegria foi extrema ouvindo estas pala-
v ras de madama Jellerson ; era-mc lao doro cr-la !
Ah exclame! cu ebrio ile gozo, mcu corac.no
laiulieni, apezar de inultos desvos, (cni permane-
cido todo leu, lasaiiiia !
Meu Eernando, lornou ella rom um sorfisoo
um olliar encantador, por favor nao me perturbe a
memoria rom lito lernas palavras; deixe-me acabar
a iiarr.ic.5o do passado...lie eom alegria que fallare-
mos do prsenle.
A morlc ile madama de Surval deixava-me m-
dicos recursos, o o futuro me inquictava. Do mi-
nha parte eu linha pudido apreciar tamhcm a ele-
vacuo do carador do senhor Jeflerson ; as oon.lioies
.lu ras.nucalo que ello me propunha, pcnnilliaiii-mc
viver de na lcmbranca. Kcrnaudu...e isso sem ver-
gonlia, sem remorsos ; porquanlo eslava resolvida,
acontecesse u que uconlecessc, a nao (ornar mais a
v-lo ; rasei pois eom o senhor Jeflerson.
?m : Depois dessa afilio vusse veio a Franga...
a l'aris'.'
Cetarna : O senhor Jeflerson pensara scr-ine
agradavel propondu-nic essa viagem, a qual cu de-
sejava...c lemia ao mesmo lempo.
li: E porque 1
Cemrina : Voss babilava em Franca, J-or-
iundo...
Ea : Assim voss tema approsimar-so de
mim? ft
nu : Sini, meu coracao llie periencia ;
mas cu niio eslava neis livro, e considerara um cri-
me aos olhos de lios, uma infamia aos meus pro-
pros olhos engallar meu marido...(Ique Ihe iligu o
admira, meu amigo t l'arece-lheeslrauho que de-
pois ilo ler indignamente engaado a Jacinlho, eaae
anjo ileliondade. eu estivosse lirmeiiienle resolvida
a permanecer lict ao senhor Jeflerson "? He porque
piesenteiuciitc sou chrisla. Ouca-me, meu Fer-
nando eu o amo, oh !......amo como nunca inulber
alguma anin Meu amor sobreviveu aus desgos-
los,n nossa separacao, aos aunue...e eom ludo seo
(ivesae lornailo a ver quando vim a Pars coin o se-
nhor Jeflerson,loria preferido moriera Irahir meus
llveles. Felizmente pouco lempo depois de minha
.'llegada em franca livo noticia de seu casainonlo ;
scnli ao principio ama dor pungente e quasi deses-
perada, depois elevei minha alma a lieos eorei |>or
Toase, meu amigo, orei laiiicm por aquella que,
mais feliz do que eu llie consagrava a vida .
u : Oh Cesarina, quanlo amor quanlo
amor I que devo fazer para lornar-ino digno delle !
Ceturina : lleixar-se adorar.....meu Fer-
nando...
Nunca me esqucccrci do accenlo, e do olliar do
madama Jeflerson ao pronunciar estas ultimas pala-
tras. l..incei-moa seus ps; mas Tazando um tio-
lento r-dorc sobre si mesma, ella repellio-mc eom
uma meo trmula, despreudcu-se uov menle de meus
hiarose disse-me eom emojgo moslrando-me eom
um'geslo a imagem de Christo :
Ah Fernando...t*ss se esquece dianle de
quem estamos.
Teruel a assenlar-mc longo delta apoiando sobro
a mi minha fronte ardcnlc. Cesarina nao menos
ni lu liada que eu guardara silencio ; ernfim ao ca-
si de alguus minutos ella perseguio eom urna voz
alterada mas que so foi pouco a pouco serenando:
fC'oiilinuar-se-na. ;
IIVii".
ilimi-X a
Pare- N. I
pro-
t
MUTILADO l
m



Escriptura Sania. Com as mutilares, ello he frtil,
o as r pensare fallar com urna veraridade perfea
realzada por oma arteeiquisila. Nlo Ihe ped ncm
Emilia, uem Corneille, nem Paulina; porm ouvl
Audroinaca, Mooiraa, Berenice, Phedral Aiuda
mesura imitando ah, he original, deia os amigoi
bem lungc alrai de si. Quem Ihe ensinou a de-
licadeza encantadora, essas perturbates graciosas,
ossa pureza Da propria fraqueza, easa melancola,
alguraas vezes mesura ossa profundeza com 099a lin-
guagem ni.iravilho9a, que parece o acento natural
do corelo ,|a mulher? E costumam dizer que Ba-
riue escreve melhor que Corneille: digan) quoescre-
veu dillereiileuieule, e como se cscreveria as duas
pocas to dilTcrenles, cm que clles viveram. Cor-
neille falla a lraguagem dos horacns de estado, dos
capules, dos. theologos, dosphilosophos, das mullio-
res illiutrM, de Blchclieu, de Holian, de Saiiil-Cj-
ran, da Descartes* de Pascal, de Anglica Arnaud,
de Madalcna de Sao Jos, a lingua que Moliere aiu-
da falln e que Bossucl leve aleo seu uliimo suspi-
ro. Bacine ralla a de l.ui/. XIV e das mulheres que
vi.uii o ornamento da sua corte. Suppouho que as-
sim fallava Madama, a aniavel espirituosa e infeliz
Henriquella; assim escreveu o aulor da Princesa
de eleves e o do Telemaco, ou antes esta linguagero
lie a do proprio Bacine, cssa alma frgil c Icnra,
que pjssou depressa do amor para a devocao, que
se deleilava na poesia lrica, o se derramou com-
plelamenle nos coros Alisther e 'Alhalit. sobre-
ludo nos cnticos; cssa alma lo fcil em se coin-
mover, que urna ceremonia religiosa ou urna re-
presentado A'Eslher em Saint-Cyr, a locava a pon-
to de derramar lagrimas ; qoe se compadeca com as
desgrasas do poyo; que achou em sua piedade c em
sua caridade a coragem de dizer a ventada um dia 1
l.uiz XIV, e que se eilinguio ao primeiro sopro da
desgraea.
Moliere he para Arislophanos o que Corneille
he para Shakspcire. O aulor do Piulas dos o'tif-
pes, das Num, tem sem duvida nina Imaginadlo,
um enlhusiasmu faceto, um poder creador cima 1I0
(oda a cumparacan. Moliere nao lem Un grandes
coccptoespoticos; (cmcousa melhor lalvez, lem
caracteres. Se son colorido he menos bullanle,
seu buril ha mais pendrante. Elle gravou na me-
moria dos lioinens um ccrlo numero de defeilos c vi-
cios que se chamaro para sempre, CAcart, le
Malote imaginaire, lesFemmnlavantes, le Tar-
tufe, Don Juan, para nao fallar do Mlsanthropc,
drama separado; 19o locante romo ngradavel, que
nao se dirige a mullidlo c nao pode ser popular,
porque exprimo um ridiculo bstanle raro, o el-
ees na paiiio da verdade e da honra.
Todos 09 fabulistas amigos o modernos, c mes-
1110 o engenlioso, o puro, o elegante Esopo, scapra-
limam por ventura do nnsso 1.a Fontainc ? Elle
rompoe seos personagens c os poo cm secna com a
hahilidade de Moliere ; sabe lomar a lempo o lum
de Horacio c mislurara ode com a fbula ; be ao
mesmii lempo o mais ingenuo c o mais apurado dos
escriplores, e sua arle csca|ia cm sua propria perfei-
rAo. Nao fallamos dos Conloe, om primeiro lugar
porque condemnamos o genero, dopois porque 1.a
Uname desonvolve nellcs qualidades mais italia-
nas do quo francezas; urna narrado chcia de nalu-
ral, do malicia e do greca, porm sem iieiihiim des-
sos traaos profundos, temos e melanclicos, que col-
locam entro os niaiores podas de todos os lempos o
aulor dos Deu-r Pigeons cdo I iellarilc Aos trois
Jeiinet Cent.
Nao desdamos cm por Boileaul no mcio dc9lcs
graudcs liomens. Veio depois dellcs, he verdade,
mas lio da sua compauhia : elle os comprolieudc,
os ama o os suslcnla. lio ello que em 1003, dopois
da liaili des Femmes e iiiuilo .iiil<-- Ao Tarn fe c
do Misanlhrnpe, proclamava Moliera o meslre 11
arle dos versos. He elle que era. 670, depois d
queda de l'hdre, delfcudia o vencedor do Euripi
des contra o successo do. I'radon. He ello que, .111
lecipando a posteridade, foi o primeiro que publi
ruejo que ha do novo o de nleiramenlc original 111
Ihealro de Corneille. Elle salvou a pnalo do vo
lira trgico oflereceudo o sacrificio da sua. Parean
lando l.uiz XIV qii.il era o pseriptor que mais hon
rava seu reinado, he Moliere, rospondcii Boileiu
c quando o grande rei, em sua decadencia, porse
guia, Porl-itotal o quera apanliar Arnaud. encon
Irou um liomem de ledras, quo dissesse diantc d<
imiierioso mouareha : o Por mais que procure Vos
sa Magcslado o Mr. Arnaud, he bstanlo feliz par
11 adiar, a Boilcau nao lem Imaginario a inven-
to; ello ii:m he grande seno no senliinrnlo enr-
gico da \crdade c da juslira ; leva al palito r
goslo do bollo e do honeslo. lie poeta forra da
alma e de bom seuso. c mais de una vez seu cora-
> Ihe dicto.'. ,......os mais palliel
Cis-aqu
uno pens, grandsimos poda
llM
anda temos oulros; quero fallar desses es|
cnr.inladurosou sublimes, que elevaran) a prosa al
poesia. Sonicnleatirccia.eniseus bellosdias, uf-
fereee lalvez una semdhanle variedade do prosa-
doral admiraveis. (Juera os pode contar 1 Em pri-
meiro lugar Froissard, Kabelais|e Montaigne do-
pois Desearles, Pascal e Malsbraurhe ; 1.a Kurhc-
loucauld e l.n Brutcrc ; lUIz e Saiul-Simon ; llour-
d.ilone, Flcchler, Vencin, llossucl; ajuntai lautas
mulheres mmenles, leudo a sua frente madama de
Sevign, e acompaiihandn a oslas Monlesquicu,
Voltairo, Bous-can o Bulln.
Na parle do bem um capitulo me den logo nal
vistas ; he aquello cm que Mr. Cousin cmbale a
moral do nlercsse com una forta o eloqueneia sin-
gulares. Eu o cito quasi todo.
Segundo a philosopliia da sensacilo, o bem nao
he oulra colisa senao o til. Subsliluinilo o ulil no
agradavcl, sem mudar de principio, se tem adiado
um refugio commoilo contra muilas dllruldados;
porque se podera destinguir sempre o nlercsse hem
entendido doinlercsso apparenlc o vulgar. Mas,
ainda mesmo deludi dessa formula 11111 pou.-u -ni.
til, a doulrina, que eiaminimoi, nao dcslroe menos
a listini r.i.i do hem e do mal.
o Soaulilidade be a medida nica da bondade
das aceOe9, nao devo considerar senao urna eousa,
quando so me prnpbcuma artAo para pralirar ; que
vanlagens podem resultar dala para mis: '.'
11 Siipponho que um amigo, cuja innocencia me
he condecida, calie do rcpcnle 110 desagrado de um
rei ou da pluiAo, souhora mais invejosa o mais im-
periosa que lodos os rcis, e qUo lia perigo em Ihe
permanecer lid, o vaulagcm cm me separar dellc.
Be de um lado o perigo he corlo, de oulro lado a
vantagem he infallivcl, bu claro que devo ou aban-
donar o meu amigo desdiloso, ou renunciar o prin-
cipio do inlcresse, do inlerosse hem entendido.
Mas lalvez se me dir : Rollectis na incerteza
das colisas humanas; pensaes que a desgrata vos
I .."le .11 icomii'clh i tambera, o nao abaiidonacs vosso
amigo, no temor do quo nu vos abanduncm um
dia.
Bcspondo : Em primeiro lugar, quen futuro he
incorlo, mas que o presento o nao he; so posso recn-
Iher graudcs o otidonles vanlagens de urna nccilu,
lera absurdo sacnllra-las probahilidade do iima
iufelicidadc possivd. Alem disto, rrcioquo todas as
prohabilidades do futuro sao em meu favor : lio es-
la a hvpolliese que temos figurado.
11 Nao me Tallis da opiniao publica. Seo interes-
sc peasoal lia o nico principio racional, a razilo pu-
blica dte alar contigo. 8alia fosso contra mim,
seria uina onjccf'o conlra a ordade do principio ;
|iorquc como um principio verdadeiro, racional-
mente aiiplicado. revollaril a conscienci publica 1
NAo apresentois lao pouco 091 emorsos. Que rc-
inorsos posso cu czneriiucntar da ler seguido ver-
dade, se o principio do iuleresso he com clfeitoa
ordade moral ? Pelo contrario deverci ler salisfac-
tao disto.
o Keslain .as penas c recompensas da oulra vida.
Mas como se pode crer em urna oulra vida, cm tun
ivilenuque eucerra o couliecimcnlo humano nos
limites da sensato Ironsformad ?
11 Nao lenlio porlanto nenliummolivo pata guar-
dar liJclidadea um amigo; c todava o genero hu-
mana mo impoo osla fijcliiladu ; so cu faltar a ella,
tico deshonrado.
Se a felicidadchc ofim supremo, o beme o mal
nao eslo no acto em si mesura, mas nos seus resul-
tados Mhtea 011 funestos.
11 loiilcnclle, vendo um liomem quo era lovado
para o siipplieio, dizia : Eis-aqui um liomem que
caleulou mal. Ilondcso segu que, se eslo hora.....
nio livesse feito o que fez, lerla evitado o supplirio,
(eria calculado bem, i sua conduela leria sido lou-
vavcl. A act-io porlanto torna-sebea ou m secun-
do o resultado. Todo acto he por i indillereiile, he
o ecaso que oqualilica.
n Seo honesto nao he seno o til, o genio do
calculo he a sabeiloria por eieellenria; que digo '
he a irludo I
o Mas este genio nao cala ao alcance de lodos ; ri-
le suppoe, com umalonga esperiencia da vida, um
olhar seguro, capaz de dMceruir todas as consequcu-
eias das aci;oes, una intelliaeiieia bastante fortee
bstanlo vasta para abracar pesar suas probabili-
dad*! di vareas. O mancebo, o ignorante, o pobre
de Minio nao poderao distinguir o bem do mal,
" justo doiujuslo ; o siiopoiidn anda mesmo a pru-
dencia a mais consummad. que lugar nio fira na
proruuda obscuridad, dirs coikm luinianas parao
acaso C parao imprevisto No svslemn do inlcres-
se bem entendido, he mi.tor na realidade do nina
grande seicni ia para ser hornean liouesio ; he pred-
so milito menos i virludeardinaria, coja divisa lem
sido sempre : Faso o que de\es, succeda o quo suc-
eeder. Mas osle prsncipio Injustamente o contra-
rio do principio do inlerasse. He preciso cscolber
nlre clles; se o interesse he o principio nico re-
ouhecdo pela razilo, o desinteresse be urna mentira
o um delirio, e na ledra um monslroineomprchon-
livel na ualureza humana hem ordenada.
1 E com,ludo, a huinanidade falla de desinleres-
ao, e por elle nao enlende de nenlutm modo osse sa-
bio egosmo, que e priva da um prazer por outr
mais seguro ou mais delicado, 011 mais duradouru.
N'ingucm jamis acreditouque fossea nalureza ouo
grao do prazer procurado, que constituale o dcsin-
toresse. lli-se smenlo este nomo ao sarrilicio de
um inlerosse, qualquer que fr, a 11 m motivo puro
de lodo interesse ; c nao so ogenero huirranoenlen-
d lisia odesinleressc,sen.iocrequo uinlaldosiute-
resse eiisle ; o jnlga a alma humana capaz delle.
Ello admira a dsdicaelu doBegului. |rarque nao vi
que o interesse livesse podido lovar esso grondo lio-
mem a ir procurar longo do sua patria, entro inl-
migos crueis, urna espantosa morte, quando leria po-
dido ver tranquillo o mesmo rospeilado no meio
do sua familia c de seus eoucidadaos.
a Mas dir-sc-ba, a gloria, a paivo da gloria, foi
quem Inspirou a Begulus ; he ainda o interesse que
esplica o bcroisino apparoute do vclbo romano.
Coueordai que 011IA0 cssa mancira de entender seu
interesse, lio absurda al n ridiculo, e que os h-
roes sao egostas hem loucos e incontequentes. Em
voz do crguer estatuas, com o genero humano Ilu-
dido, a Bcgnlo, a d-Assas, a Sao Vicenlo do Paula,
avcrdadeira philosopbiaos devo mandar paraos Po-
ln Maiiun, flm do que um bom rgimen os cure
da gencrosidade, da caridade, da grandeza d'.ilma,
e os conduza para o estallo sao, para o eslodo nor-
mal, aquello cm que o liomem nao pens senAo em
s, e nao eonhecc oulra le, oulro principio de areAo
sen.loseu interesse.
a Santo ha liberdade, sou.io lia maisdislinctao
eaenrial entre o hem e o mal. so ha nicamente
inlcresse bem 011 mal entendido, nao pode baver
obligarlo.
a He em primeiro lugar evideiilissiino que a
obrigatosuppoe 11111 ser capaz de a cumplir, que
o deter n.lo se appliea senAo a um ser li\re. I)e-
111,iis .-, natureza da oluigaeao lie lal que, se fallar-
ni'K a ella, nos sentimos criminosos, ao passo que,
se, cm vez de'hem cnlcudermos DOMO interesse, o
livcnnosentcndido nial,nAosc segu senAo una coli-
sa, he que somos infdize-. Mas-ser culpado ou
infeliz, be por \enlura a mesilla eousa 1 lia duas
Ida radicalmente diflerenlcs. Podis aconsdhar-
nic que eu entend bem o meu laleresse.tob pena de
eahir cm algiuna desgraea ; mas 11A0 podis orde-
uar-me quepromova be.....meu inlercsso sob pona
de erinie.
ii Jamis se eonsiderou a impriideneia como um
rriinc. Quando ella accosda......alenle, be mili-
to menos como nos sendo prejudicial do que romo
mostrando \ieios da alma,a leviandade, I iiresunip-
rao, a fraqueza.
.. Assim como temos dito, o nosso verdadeiro in-
teresse he muilas \ezes o diseeriiimcnlo mais
dlfflcll. A obriaieao be sempre iiiiinediala e nia-
nifesla. O desejo o a palito a combaten! intil-
mente ; em lo o raciocinio, que 1 paiilo trata
pos si, como um esclavo dcil, tenia esmaga-la de-
baiiodc urna mullidlo de sopliismas baslaoins-
tineln da roiiseiciuia. um grito da alma, ulna In-
tuidlo viva o segura da razio, tao dilTercnlc do ra-
ciocinio, para rcpcllir lodos os sophisinasi fazer
que apparera a obrigaeao.
1 Por mala urgentes que sejam os impulsos do
interesse, se pode sempre entrar cnironleslaeo e
areommoilai'Ao rom elle, lia mil modos de ser
feliz. Vos "me assegurae* que, me ronduzindn eu
de lal modo, ebegarei a ser feliz, bem, porciu eu
prcllro o repouso a fortuna, o dcbaiio do nico
iranio de vista do fdicidade, a acllvidade Dio I
11. -II
mal
l'i
Nada hi
iselbar a alguem sobre seu
fcil em ficto do honra.
Alrm distoo til na ortica se
rlaes, quer espirltuaes. Mas os poderes, de que a
iniiiade di-pe. n.lo sao ella; porque ella uto dis-
on dellea de um modo absoluto; <> uuieo poder
livre he o da volitado, mas este o be cs-endalmotile.
Se a vonlade reconhece leis, essas leis nio sao mo-
vis das molas que a movem; sao leis idac, a da
justita, por eieuiplo.
11 A vonlade reconhece esta lei e ao mesmo lem-
po a conscieucia do poder conformar-so com ella ou
inlringi-la, 11A0 obrando de um modo, sent com a
oonaeienoii de poder fazer do oulro modo o rocipro-
cameate. Ah Mbi o lypoda liberdade e ao mesmo
lempo da verdadoira gualda Je; qualquer oulro he
urna moulira. Nao he verdade que os homens (e-
nbain o dircito de ser Igualmente ricos, bellos,
robustos, de gozarem igualmente, em urna palavrf
de seren igualmente felizes, porque elles dilTerem
originaria o nece9sariameute cm todo9 09 ponlos .1.
-u.Mialuriiza, os quaes correspondem ao prazer, i
riqueza, felicidade. Doos nos fez com poderes des
iguacs para todas oslas cousas ; e iqui a gualda.Ii
he cintra a nalureza e conlra a ordem eterna, por-
que a .liu'i.i la.le e a diflerenca, assim como a liar,
moiiia, be a lei da creafJo. Sonhar tima semelhan-
le igualdadc he um conlra senso nolavel; be um
desvario dcploravcl. A falsa gualdado he o dol
dos espiritse dos coraeilos mal formados, do egos-
mo inquieto c ambirioso.
A verdadeua igualdadc accila sem vergonha
tudas as desigualdades edemas que l)eos fez,
nao est nu poder do liomem nAo eiling
senao modillca-las. A nobre liberdade nada lem
dcdcsembarai;ar-se rom as furias do orgulbo o d,
oveja. Como olla mo aspira ao dnmimo, tamben
e cm virlude do mesmu principio, nao aspira IA.
pouco uina igualdade chimenea de aspirilo, d
belleza, de fortuna, de guzos. Alm disto, aind
que aaa igualdade fosse possivd, seria d,o pouc,
imporlaocll ans seus olhos ; ella elige algunia ron
sade diyenameole maior do que o prazer, forlun,
o posirao, islo he, 11 rospeito, igual ao dircito sagra
do de ser livre 0111 ludo o que consliluoa pessoa, os
II pessoa que he vcrdadciraiiieiile o boniein ; eis
aqu o quo a liberdade. erom ella a verdodeir,
igualdadc, leelamaui, ou antes ordenara Imperio
sanenle. Nao se deve confundir o respailo com a
boineiiagcns; presto lioniciiagem ao genio c 11 bolle
za ; respailo a bumanidailc simiente, o por olla en
leudo todas as nolurczas livres, porque tildo o qu.
11A0 be livre no liomem, Ihe he estrenuo. O bomeii
pois he o igual do liomem, precisamente por lud
que eonsliliio o liomem, o o reinado da verdadoir.
Igualdade elige da parto de lodos o rospeito, inesni
do que rada um possue Igualmente cm si. o moro,
o volito, o feio e o bonito, o rico e n pobre, o lio
moni do genio o o liomem mediocre. .1 mulher e 1
hornera, ludo que tem a CODJClonCia de sor un
pe-soa e nao una eousa. O rospeito igual da libcr
dado eoniiniini he 0 principio 10mesmo icupod.
deicr e do direito; be a virtilo de cada um e a so
goranca de lodos; por um acconlo admiravol, he
dignidade entre os bomons c tambem a paz na Ierra
Tal boa grande o sania iniageiii da liberdade a di
igualdade, que fez baler o coraran de noasM paos 1
o de Indos os boiiicus vil I liosos e osrlareeidos, do
erdadelros amigos da bumanida.le. Tal lio o ideal
que a verdadeira pbilosopbi.i prosesuc ilravcz d
seeulos, desde os sonbos generosos do um Plata
alea- solida- 1.....repines de um Monlcsquieil, desde
a primeira legislaeAo liberal da mais pequea ridt
,10 da Creca al aos trabadlos da assoniblea eonsl
luinlc, al nona inmortal declararn dos direito
a A philosnpliia da scusarao parte do um prlnc
pi que a eoudena a coiisequoneias lo desasir)
sas, nanlo as do principio da Mberdadc sao beucl
ras. taniluihlHi.li) volitado rom o desejo, ella ju
linea a paiilo, que be o desojo cm toda a sua lord
a
.. difliril do] a paiito que lio precisamente o contrario da lber
interesse : nada dad. Ella .leseueadeia dcslc modo lodos os dse
jos o Indas as palios, lira lodo o freio inaginarAi
resolte no agr- c aoeorai.Ao: loma o Iraniem milito menos frli;
tavel, iilo lie no prazer. Ora, em laclo de prazer. I pelo que possue, do que degneado pelo que Ihi
ludo depende do humor c do Icmpcraiiieiiln. 1,0- : lUll; faz que teja seu vizinbo com oolbn da iiitcji
;o quo nAo ha bem nein mal em -i, nao lia prazc- 011 do despiezo, e leva inccssaiilcmcnle 1 soricdado
res mais uu menos nobre-
6 ha lirazeros que nos
islo deponde da nalurc
porque o interesse ln; IA
leude como Ihe conven
elevados :
adain mais 011 menos, e
de rada un ; eis aqu
caprichoso. Cada um o
L'mgosla mais dos go-
zos dos sentidos, nutro dos pi azores doospiril
dororaco, e a este a pais.lo da gloria snbslituc os
prazeres dos sentidos, aquello o prazer do mando
parece mudo superior ao da gloria; cada hornera
lem suas palioel proprias cada hornera lem sua
mancira particular de comprelionder seu nlercsse.
o al mesmo, o meu interesse de huje nlo he o do
mana 1. As retoluton da sade, Idoa, oa icon-
leeimcntos fazeni em uossos gustos, cm nossos liu-
idiliraeoes. us un-
ida
mores grand.
perpeliiumeiitc, c rom Hosco iiiudam nossos desejos
e inlereases.
a Oulro lauto nao me siirccde com a obrigaclo.
Ella nao evisle ou be al.....lila. A ideia de obriga-
eto implica a dealguma eousa de lnlloxlel. Islo
si. be un detor, doqu.il niiiguem poda oiimlr-se
debaivu de nenliii.....retedu, o que O he para lodos
pelo mesmu titulo, lia nina eousa. diantc da Dual
lodos os capricho! .le meu espirito, de iiniiba llNagi-
nacAo, de iiiinba sen.ibilidadc detem desipareeer,
he a idea do bem em a obrigaclo, que ello Iraz.
A es... mando supremo nao posso oppor nein ineu
humor, uem as circumslaneias, nem memo a.dif-
(ciildades. Esta lei nlo adradle demora, ncm ajus-
te, tem desculpa. Logo que ella falla ,1 iiiiui 011
a tosen qua.....el lujar, eueulnslancia o dsposi-
co cm oslejaiuos, nutra eousa uto lomo para fazer.
se nlo obedecer. Podemos nAo ubedcrer-lho, pul-
que somos litres ; mas toda desobediencia .1 le nns
parere, a nos meamos, uina falla mais 011 menos
grate, em man emprego .le nossa liberdade. E
lei violada lem sua lncelo penal inmediata nos re
oraos, que ella nos inflinge.
.. a nica pona que nos inipDo osconsolhosd
prudencia, mais nu menos hem comprchendidoi
' d monos bem observados, be linalni.....e mal
ou menos felicidade e Infellcldode, lira ncrgunlo
aouporvcnturobrigadoaserfeliz' Pedo a obliga
rao rabil sobre a felicidade, islo lio.sobrc nina ron
saque me he igualmente imnoaslvcl nao procura-I
sempre o oble-la t.iiila.la',' So aou obrigadn, he
mllter que estoja cm meu poder cuniprir a nbriga-
rAo Imposla. Mas miliba liberdade nao pode qnasl
nada sobro .1 felicidade, a qual depende rio mil eii -
eumilanclna independcnlea de mim. o nasso que
("ido liidn sobro a t irludo, porque a virlude nao he
sena......ipregodl liberdade. Alem dalo, a leliei.la-
do nao......111 si innralmenle iiirlbor. uem pelar que
a iiifelieid.ide. Se me prai arroslor .1 desgraea, be
dcalgiiiu modo mu negocio entre mim e ella; pos-
so ser um Insensato cm pausar c obrar deale modo;
be una buieura. se quizordos, mas louriira uin be
rrinie. So roiiiprebeiido;inal meu inlerraso, posas
ser punido pelo petar, nlo polo remorso. \ det-
pode eainagar; olla nao me avllla, so pr-
.1 ni
iima
i:.
i-1.......
do algum vicio di
il.u : tu nan s un
que so otile a do
rinn|.n bonda bom
lograra ese pl
cunta a prudencia;
e rcliriih.de be nuil
0 o hornera aspira 11
is que be obligado so
.segunde, ao lado o
olido, existo .1111,1 le
liria u atiesta o lo.l
eco, urna presrripei
era pode esmur-sc se
1 So o inlcresse lito
r nina conscquciioia 1
de dircito
notar .
al. Na
lano qu
1 felii"
que
esloirisnu o dizer a
. aeonsclltO bastante
...I., se poder, que se
eresso, queae lujada
lado. Tciibo em gr.111-
ru lmenle eilabclecer
11.a, e a til lude oulra:
ssal ianienle li felicidade,
lie i virlude, e que pei-
na do interesse bem cu-
al, si,, be. ruino a rous-
genero humano o reeo-
nipeiiosa, da qual ni,.-
rime e sem vergonha.
resent a dea do detor,
11 lieiessaria, n.lo apres.....,1 ln
co.a do direito; porque o detor e o direito se
suppocm rcciprocameulc.
o NAo so dte contundir o |.oder e o dircilo
ser ni.do ter um poder miiueusu, o do fura.-.'
raio, a de nina das forras da nalureza ; se cll<
livor a lilierdade, he apenas una causa lem
para .1 narrhia ou para a Itrannia.
n Ondoqueris, comcllcilo, queme loteo inlo-
reaaeapoi do desojo? Meu desojo lie corlainenlc
sor o hornera mais feliz, que for possivel ; meu inlc-
resse he procurar s-lo por todos os inoios, qune!
quer que forera, nina vez que Dio sejam contrario.
ao sen Ora. Se n.is.i o primeiro dos boniens, o man
riro, o mais bello, omais poderoso, &.-... farei lu-
do para conservar as vanlagenj que reo-lii ; so a sor.
I me fez uasrer 0111 nina posirao monos dotada,
com urna forlona mediocre, talento! limitados c
de-ejos i......ODSOS, pnrqiie be preriso que o ropila-
ni.is, o desejo aspira ao infinito, farci ludo para sa-
bir da mullidlo, para augmentar meu poder, rainlii
forlona e meua gozos. Julgando desgraciada .. ...i-
iih.i po-irao neslc mundo, para mu la-la, medito,
promovo as igilacoM, be verdade que sera enthu-
liasmo, sem fanaiismo publico, porque o Inlcresse
s.i 11A0 produz- essas nobles loucuras: mas debauo
do agucado aguilhle da vaidado c da ambicio. Eis-
1110 pois dragado n fortuna c ao poder, o interesse
reclama cutan 1 seguran.;,., ionio nvocava antes ,1
perturbaran. A uer.-ssid.iilc da scgiiranrn maleva
da anarchia i ncccasididc da ordem, com lano que
ella soja em meu proteilo, o 1110cnnverlu i-iu Itiau-
11.1, se posso, ou valido do ltraimo. Conlra a anar-
chia e ronlni a Itrannia. estes dous llagellos da li-
berdade. a iiuie.'i uinralba be oscnlimeutu univer-
sal do direito, fundad.) na Mime disliuceAndo bom
o do mal? do justo e do ulil. do boiiesln e dn agra-
davcl, da Virlude C do interesse. da volitado e do
desojo, .iasonsacaocdaeonsciencia.
1. .Mostremos nimia una das cnn-eqiicncias ncros-
sarias .1.. .1.nilrina do inlercsso.
.. I ni sor litro, na posse do principio sagrado da
juslira, nlo a podo violar, saliendo quo doto o que
pode segui-lo, sem rcroiiborcr iinihcilialaiiienlr. que
merece um castigo. A idea da pena n.lo be 11111,1
idea iridela!, emprestada aos clculos profundos
dn. legisladores ; sAo as legislarnos qucdesraiir.ini
na idea natural da pena, lisia idea, corrospoiiden-
d i da liberdade o juslira, falla neocss.11 amonte
nudo as duas primelras 11,10 etislem. Aquello que
obedece c obedece r.iiulincnic nos teas desojo!, pela
edcelo do prazer o da felicidade, Impondo quo
futa, sem iicnliiiin oulro motivo seno seu interesse,
um arto conformo, ao menos externamente, a regia
da juslira........lie por ventura algum mrito cm fa-
zer um artusciiidbai.le .' Nciihum absolutamente.
A conscieucia nio Ihe allrlbue nonlium mcrllo, o
nlnguem ll.c de
porque ello 11A0 pon
parlo, elle projudlea
,1 si mesmo, elle nlo
de dizer, assllll romo
rocido um.....tnictu.
faz, miv lem nina lal,
ln uu iullg-la, he
acias; mas que rapo
enca da liberdade o
nborida o aceitada?
leselo propende para
le du inlercsso. assli
ocenlru da Ion
lili,1 Imada do in
I......d 'lesear
MN ; netlfl CattO
que rocoudiizi-l,
; ilislo, elle be p
por se ler oiigaui
iilceiiiieulo uem recnniponsa.
nu seno cm si. So, do oulra
IOS uniros quoreinlo servir-so
so sent criminoso, o nlo p6-
ninguem, que elle lenhi roe-
L'n..... litro, que quer o que
c pi.de cunfurmar-sc rom ol-
1 nico respunsavel por KM
is.ibili.la.lcpide b.itei na ail-
lo nuil regra de juslira roco-
t) hornera da seusarAo e do
1 seo proprio batn deliaUo da
1 romo a podra he impedida
pola lei da gruvarAo, <
au se tolla para o iiorl
ciar-so mi prosceiirAo de so
O que se dote fazer? Pa
1 ao verdadeiro caminlio 1 en
luid... E porque 1 pergunl
do. Mas o erro merece 111.
homem. E1I011 mftllo persuadido q o nlo pode ;
porqoo toda a prava daeiislcncia de Heos soppoo
no espirito humauo principios, que a sensatto
nlo reconhece : porciernplo, o principio universal
o nocessario das causas, sem as quaes eu 11A0 leria
nccesildado do procurar era de poder adiar a cau-
si do que quer que for. O que quero estabeleccr
aqui, he que no ayilema do ialeresse, o liomem,
n.lo possuindo nenlium allributo vcrdodeiramciile
moral, nlo tem o dircilo da dar a Heos aquillo de
3ue elle nao cnconlra vesligio algum nem no mun-
0, ora om si mesmo. O Dous da moral, do inte-
resse, deve ser anlogo ao liomem dessa raesma mo-
ral. Como Ihe allribuiria ella ajusliea e o amor,
i.lo he, o amor desiulcressadu. de que ella nao lem
a menor idea? O Doos, quo ella podeadmitr, ama
a -i mesmo, e nlo ama nenio a si nicamente; c
11,10 o considerando como o.principio supremo da
caridade c da justita, nao podemos reciprocamente
n. in ama 1.1, nem adora-lo, o o uuicu culto que po-
demos preslar-lhe, he o do temor quo sua omnipo-
tencia nos inspira.
.i Que sania eipsmuca podcrianios lerem om lal
Dos? e nos que nos roamos por osla Ierra, nto
pensandu sent cm nos meamos, procurando so-
menle o prazer em una felicidade miseravel, que
souriincnlo) iiobrcmcnle supporladus, pelajulliea,
quoosforcos generusus para inanlcr o desenvolver a
diguidado do nossa alma, que ternuras virtuosas pe
los oulros. p.iilonuis ntloi.-.-oi au pal da liumanidadc
como ululo. ii sua justita misericordiosa? O prin-
cipio que melhor persuade ao genero humano a im-
mortalidade d'alina, be ainda o principio necessark
do mrito o do demerito, o qual, uto adiando ueste
inundo sua eiacta salisfacAo e devendo aclia-ln en-
Irclanlo. nos inspira que nppcltcmos para 11111 Dos,
que nto poz em nossos corarnos a lei da justita pa-
ra n violar elle mesura a DONO respeilo. Ora, aca-
bamos de ver que a moral do inlercsso dcslroe c
principio do mrito e do demerito oeste inundo 1
li
luda .. pi
. dcsle 111
innipolenlo,
caprichos da
lira humana.
icnlo
-lo; assim n,lo ha nenlium appell
un..; ocnbiiin recurso para um jui
inteinmenle justo c bom, conlra o
lorie crunlra as impeifeieoes dajus
Tudu so araba para u I,.....em entra
a niorlc, a despcilo dos insidelos
prescnlinicnlos de seu cor.irto c inesmo dos
principios do sua razo.
.. Talvozqiieosdiscpulos do llclvcliiissc gloren
debatercn livrado ahuniaiii.bide dos cuidados 1
esperantas que a desviara de seus verdadeiros inte
resses. II- um servlco que o genero bumaiiu aprc
ciara. .Mas, j.i que ellos encerrara lodo o nnsso dos
lino ueste mundo, pergiiulcmos-llies, que sorlc (Ac
digna de intoja ellos ubi nos rcsert..... que orden
so.-mi eucirregam ellos do nossa felicidade, que po
ilion emlini deriva de aua moral.
.. Ja osbamos. Tenioe demonstrado que a phi-
loaophia .la seusarAo nao coiibocc uem .1 verdadein
liberdade ncm o dircilo rccoiibecido. O que be con
olfoilo a vonlade parosla pbilosopbia ? He a ileso
jo. Que lio o direito? II poder de salisfazer sen-
desejo. V vista disto, o Inniiom nAo he livre o.:
diroiloheasuaforta..
Ainda mais, nada prrlcucc monos 10 boincni co-
mo o detejo. t> desojo vera da nccessi.la.le que 1
I.....lem lulo faz, mas que asollro: dn uie.iilo niiuli
que sollro o desojo. Kcdiizir a vonlade ao desojo,
be aniquilar a liberdade ; be anda peior, be pu-t
mide ella nao lilla; he orear nina liberdade falsa,
que tem a ser u inslruracnlo do rrime oda miseria,
Chamar o liomem para omisenielbanle liberdade,
he abrir sua alma a desejos ralillitOS, quo dio ln
mpiissivel salisfazer.
O desejo lio por sua natureza sem limites, e
iiossii pudor be mudo limitado. Se fossonios siis na
mundo, poderiamos salisfazer lodos os nossos deso-
jo)
ti.
Mas estamos uim iui.,1.1. ilra os ou
cora desejos ii nos edesiguac que osl em ...itpiiiuuus imanaos, 0 I.ogo que ios, a iaiiald II lll .,1 MI si limitados redo be 111a chime
lodos os iliren s forras sao de is sAo dosig sigilaos o j.ii pe i.lo rq......I" 1" podein .lei
leo ser. Dct -se pois re, r 1 en igualdadc
. alibor.lado; ui eolio so .0 11ra so for
falsa igualdade como nina falsa lihcrdad
a liumanidadc iiiarrlia 110 seguimciilo do um piran
asma.
- Toes sin os clcmcnlos saciaos que a moral A
inters da nolilica. Comaos elementos, desaft
lodos os polticos da escola da acusarlo c do inlc-
resse, que dooni um so dia do liberdade c do felici-
dade .10 genero humano.
a Logo que o dircilo be a lona, o oslado natural
dos I......CDS entro Si be o guerra. Desojando todos
as niesnias eousas, lodos ellos Ho nccessai iainenlo
llimlgos; e ncsla guerra,desgraradus dos frarns.uAo
so do rorpo, como do espirito Os mais r.iHcs, sao
es scnbores de pleno direilo, e j que o dircilo be .1
forra.a fiara .levo queivar-se da nalureza, que o
nao fez forte, c u,lu do homem forte quo usa do seu
direito oppriuiinilo-o. O fraro chama cm sen uti-
do .1 astucia ; c be nesla lula da astucia o da Torca,
que se dbalo a bumani.iailo.
11 Na verdade, so ha smenlo ncrcssiilades, dese-
jos. paisSes, interesse!, com forras diversas era lula
unas ruin asulias, a guerra, ninas vcz.es declara-
da e sanguino-lenta, nutras vezes surda o el.ca de
baite/as. est na nalureza das colisas. Nonhiima
arle sorial piideniiidar cssa nalureza; pde-sc 011-
rnbri-l.i.inas 11A0 dosti ui-la ; ella reaparece sempre,
toma o rasga os veos rom que a omoltc nina legis-
lo nicn
Mcdil
'osa.
1 li-
li arlaiil.. lll:
.lila.le cutio n
di lloren I os. rospeito o .lirados
nesbibeloeinieiiloda jasllca r
Iructivcl de paitos inimigas!
Illr seiiiu peiluibaoes iiilinila
nulos Indos estos malos reunid
la.le para seros que 11.111
eousas essoiici.ilmcnle
I ande nlo ha direito.
em una base iudcs-
! Il'nl.i lln piulo s.l-
oppressao, ou
um circulo 110-
11 Talvez'me pergunlem, como no seculo XVIII
lanos c.pirilos dislini-ios, lanas almas belas -e
lem podido doi\ar sodiizir por um svslema, que de-
veria revollar iodos os seus senllmcnlos. Itespon-
dorci lembrniHlo que o seculo XVIII he uma reac-
eao iraiiioilcrada contra os errotem quo liiib.i aca-
bado Iristemenle a clhice do grande scula o do
grande rei; islo lie, a rotolue.lo do cdilo de Nanita,
perseguir..,, deluda o pbilosopbia litro o elevada,
urna du tocto estrella sombra, e a Intolerancia
con,, sua insep.ratel ron,.....ibeira. .1 I|J|.....ri-ia.
l-..les eteossus iletiai.....auar .1". etoe..ns roulra
no. i'ii.i.i.....a de Mainlcnon abria caminho a mi
lama do Pompado.... Depois da nimia da devora
.eio a da li.eiiea ; ella invadi ludo ; ella deseei
la corle para n nobreza, para o clero o al para
poto ; arraslou osinelbores espiritse algumasto
zs n genio ; poz uina phllosophia estranba no ln
zurda nliilosophlaaelonal, criminosa, perseguid,
-uni I111I1.1 sido, de nAo ser inronriliavel com (.
lili i.li.inisuio. I ... discpulo do Loche, que l.orki
> loria negado, Cundida.- substiluio a Desearle-, en
no .....tur de Candie e da Pucelle duba subslllui
um eserlptor, e doo-me pressa era dize-lo^ nqelles
|ue rouservaoi ainda alguna preconceilos a ssle
ospoilu, os.-riplnr lio luminoso como elegante. Nel-
le revivara no estylo e no pensamentu ai grandes Ira-
iicoes du seculo XVIII; 911a liuguigem be dea Des-
ertes e de Malebranche ; a pbilosopbia, gratas a
Dos, be uma arle as ralos do Mr. Cousin, porque
nao se contenta de eipir a ordade, enfeila-a
cora asmis bellas o linas cues. Eis-aqui por que
lo, que Mr. Cousin nao Icnba roalt cnsiuado e
esrriplo, c porque mcjulgarla feliz se podssso con-
tribuir, pela iiiinba parlo, para fazer com que fosse
lido e-e novo livro, fudo e resumo de trabadlos ja,
anligos, mas de trabadlos renovados por um peusa-
icntu. mais fu rao talvci.c por ora lalonlo que us
inos em vez de ctifraqucccr, depuram e engraude-
!m. S, deSart.
(Journal des Dbale.)
COMMERCIO.
PILVCA IKJBECIFE2I DE SETEMBBO AS 3
IIDIIAS DA TABDE.
CelarCcs uflicincs.
Cambia sobra Londres a 27 3|* .1. fit) cl|V.
llcsronlo de ledras de I mezes 8 por ccnio ao
anno.
Compras de assurar.
Mascavado regular a lili rs. por arroba.
ALEANHEUA.
Itendimenlo do dia 1 a 20 .... 18.,:lt).">j99:i
Idcindodia -21.......11 "la-i a.
' rom.
'lueno
ici
09 a.
do 18;
I76:I2.VjI1!1
Barca
Brigj
Dticarregam kofi 22 de setembro
ngleza Toicn 0/ Liverpool mcrcadu
cm JOOrrs., penho
lua da Bocha conlr
igloz .Ibraliam e Sarah farinha de
trigo.
Bacana pnrlngueza.Imizademerradorias.
Hiato nacionalaurorageneras da paiz.
Importarjao'.
. liriguc nacional Sara, viudo do Me Grande do
Sol, consignado aJoaPereira daCanha, manifes-
tou o seguinle :
10,79a arrobas carne, !lj .lilas sebo cm rama, Iw
eoiiros, 22 pipas t.isios aos ninsigualarius.
limo nacional Aurora, Indodo Aracaly, con-
signado a Jn- Manocl Marlins, manifestou o se-
guinle:
:>li meras de sola, SSO rouros numlos ; a T. Setc
S, Corapanhii.
291 inoios desala. 1.1 rouros salgados, 211 inolbos
lidies decabra, 9 ditos muros de .lila, I barril azel-
tc do mamona ; a Amonio Joaqulm de Souia Vi
beiro.
:ii:l mcios de sola, 59 inolbos pedes de cabra, I far-
do peonas de cia ; a Domingos Bodrcucsde Au-
drado.
II raidos sapillos, :i ditos chapeos de palha. 36 mu-
llios peles do cabra, IC ditos esleirs ; a Joaqun.
Franclaeq.de Alem.
.1 suecas uniniii.i, I fardo pernios do fina, 30al-
queiressal: a ordem.
I.tlinmei... .le sida. .Vinmlhos rouriiilins miiidos,
30 ditos esleirs, 9 calas velas, :i ditas tapaloe, 1
.lila pelmas de eni.1 : a t'.anuuha iS I i.....-
CONSIT.ADtltiEBAI..
ttendimanlododialaaV .... 5:646*1^3
i.i.-u. .1...1.1 -_'i........ S3S0
IV
jititillstiO.I
DIVERSAS PBIIVLNCIAS.
Bondii icnlu do dia la 20. ... . IS6fT4l
dem lo da 21....... vjsai
164)63:
BECEIIEDOIIIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEBNAM BUCO.
Itondinionliidii .lia 21...... 883)399
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilon linionlii di. dia I a 20 17:117291189
dem do dia 21......... 1:283)989
18:355)978
MOVIMENTO DO PORTO.
1 Va 31.
illeiro Comlllaici
o l'auslu da t'.i
irg.i aasucar;
Narioienlrados
Coliogoiba10 dias, hiato 1
do CIO toneladas, meslre I
nba Bitaneourl, equipagem 10
A......imV Iri.iao..
Aracatj pelo Ass21 dias, c do ultima parlo 18
bialo brasiloiro .Huma, de X, toneladas, mcsln
Manocl Jos .Marlins, equipagem 11, carga sal
muros c sola ; a Jos Manuel Marlins.
Buenos-Atres2lidias, brigue hcspanbol (('si-
./.ir, ,ic 160 toneladas, capilAo Boavenlura Aus-
Irich, equipagem 12, carga carne ; aAmorimA
Irmos. Veio refresrar e segu para Hilvana.
Guayaquil75 das, escuna hamburguesa lluuo,
do IIHI luneladas, capillo Informan, equipagem
I, carga cacao o mais gneros; locapilao. Veio
a osle porto refrescar o-og.io pira llainbiirgo.
Aracaly12 dias, hiato brasileira Durtdofo, de 13
toneladas, mostr Joilo Hcnril|iies do Alenla,
equipagem 5, carga varios gneros; a Jos lia-
noel Marlins. Pa.sageiro, SebasliAo Marques
do NtKlmenlo.
Naci saludo no mesmo dia.
Ararat) Hiato brasilciro Capibaribt, meslre An-
lonin Jos Vianna, carga varios gneros. Passa-
geiros, Antonio Jos do Frailas, Jlo Errroir.i
latan-s, Jos Lconardu l'avares, I criado o 2os-
cravos, Jovcncio Aulho dos Sanios Meiidnura c
I criado, ledos Antonio da Silva e 2 criados.
EDITAES.
la in
lo
qu
menos li
o d'Allio
iris. 21 1
do IH.I
'I 1
lira.1
nliibi
lll,
I 111
., du
nlo
re e
si, nao he pessoa; ello podo iuspi
icspt
iiiguom
le
Ion. dctcies |
in.los
nli do niiibos
india, se .les-
bia at dizer
sao o mesmo
. Com elfel-
Ici
alio grio u le
redo ao rsped
elle.
a O detor e o ilireit.
he a liberdade. Elles as. em no raesr
eiivolvcm e morrera juntos; poder-so
que o direilo o o detor lornnm-seum, 1
ser encarados do dous lados dilloreule
lo, que lie o meu direito a vosso respeilo, senao o do-
ver que leudes do a io9|ieiliir.les, porque son um
sei livre'.1 Mas vos tambera sois um sor livre, cu
fundamento do meu dircilo o do vosso dever (orna-
se para vs o fundaraanlo do um direito djiial o cm
mim de um igual dever.
o Digo igual com a igualdade a mais rigorosa.
porque a liberdade o s a liberdade be igual a si
nir.iiia, Tudo o mais be diverso; e nislo os lio-
mens diflcrcni; porque a Mniclhanca he ainda dif-
fereuca. Coran nu lia deas fulhai que sejam iguaos,
nao hadnushonicns absolutamente iguaos no corpa,
nos suuliilns, nu espirita, nocora(lo. Mas nao be
possivel coiirebcr-se itillcreaea enlre u dvre arbitrio
de um homem o u de uulru hornera. Sou livre uu
nlo; se sou, sou lauto como vos, e vs lanto como
en. Nao lia nislo mais non) menos. Sun .una pes-
soa moral tanto e com o mesmo titulo, que oolra
pessoa moral. A vonlade, que lie .1 sedada liber-
ilailo, be a mesma era lodos os liomens; ella pode
(cr a cu servico instrumentos dilicientes, poderes
dinercnlc, c por conscgujnlc desiguaes.qur male-
sdbo. c nai uma 1
emperna nio ler.
inlercase; a peo
>.....s-o-d da so
lii para Inapiraj
.a., eicellenles,
usa cm si. que ella lio mere
alegiiiuiamente arelo mili
sio, os oulros motivo, perdn]
lira apenas un eicrcicio da foi
amoralidad.'. Enlaoliiise p
11111-10, uu malaiii-nu, romo se
animal, qiionllondo ora tez ib
nado nu rurta a rabota deb
(lo devida iiuiliea, maideb
golpe do eulellu ; o easlig
legitima, rana ovpiacAo qi
a ordem qua
mo pedo esca
be una forra
era sou oncab;
., ti apparel
da na iin.iinn,
razio, nlufail
vez, mas nA.
Ofl
A punidlo, mino a
110r.1l no-t sleina do
que um acto do defe-
lado ; Ira ni oiomplo que olla
11 terror sal 11 lar. Balea mollvoi
.rresccnlur-sc que cssa pena lu-
la, o que so appli-
cllida. Tirando-so
1 sua aiituriilaile. e
1 destiliiida deluda
o o criminosa; re-
ala qualquer nulrn
ervir. tlciuulciu-
o da santa repara-
;o dos ferros 011 do
Ao be urna satisfara
cuinprcbenilids pelo
la ans seus proprias odios rom
violn ; be urna tempestado 11 qual
1 lio o raio que cabe sobre olio ;
s poderosa da que a sui que tora
odeila pui Ierra.
lo castigo publico obra sem duvi-
dos potos; nas iiAoesclarere sua
mu conscieucia ; inliinida-os lal-
lelbora. Do mesmo modo a ro-
ilpio
que I
ejulgarpoi
rompidas. Us I:
l0 non. Ko bom
.. Nio Ira esloii
1 esloiois.no, 11.....01
un,,,,, opion, is.no. Atraque
1 pralira as Ibcori.is tirttiosas
[19 a Dos, in-Un, lo do r
inruusequeule o boiueui honesto
.- lliei.ri.i-. AssimuolculoXVIII,
Lmnil generosos ,- ......s desinleres-
-so muila. tozos 110 reinada da pill-
ullo c .1:.......al do interesse. mas
rdadequea pbilosopbia da sensa-
al do inlerosse deslru.iloi a.le lu-
mocidade,
eti.....1. o
leria lalvez
compensa nao be mais que um illraclivo junio a lo-
dos os antros. Como abl nio lia incido, propria-
ineiilc fallando, a recompensa he siinplasmenlo rana
taiilngem quo so deseja, quo se dcsfrucla, o quo se
oblcui sera dar-lbe nenhuma idea moral. Desle
modo se degrada c so acaba a grande InsUtuicJo,
naliir.il c divina, da recompensa da virlude pela fe-
licidade, da repararlo do erro por mu sollrimenli.
proporcionado.
o Podemos pois lirarsla conelusao sem rccoiar-
mos que ella soja contradira pola anal) se, nem
pela dialctica : a doulrina du inlcresse Isa incam-
palivel ruin os fados mais codos, com as contic-
COes mais seguas da buinaiiidadc. Ajunlainosq.iii
sta diiulriun 11,10 lemenos incomp.ilitel cora a es-
peranca de um oulro mundo, onole o prineipio d.t
justita ser medrar redimido do que ueste.
n Na indagare! se a raetaphUea s. nsualista po-
de ebegar a ura ser iiilinilo, aulor do uuiverso e do
a Corneille c Bossuel, como llourber o Vanloo
linb.iin substituido ,1 Lesueur c Postn. A moral
lo prazer c da interesse era a moral ncccssaril da-
[piella pora; mas nlo sedo
O ludas as nluiasfnss,.
Mr. Bmcr-Collanl
i,, lio enervado con
mana lalsinea 1
era desforra, gt
condena como
desviado p..rn
us......Imeniosi
sidos moslrarai
lo.......la da se
nlo he mono, t
rao be falsa e a 111
da a iiuirali.tule.
Eis-aqui a pbilosopbia eorruplora
esai pl.ilas.q.bia responaavcl por lodi
nales da nossa poca tjuautn a in
uma censura para fluter a Mr. Cousin; mas seria
mullo diversa. Na verdade, censuro a Mr. Cousin
le. crido demasiado......uiih.Iio cmplela do cs-
piriluilismn, dopois dos curios anuos de seu casino
puldieo. Sinlu que elle lulo loaba consagrado mais
lempo, man- esforms.lodo o b.ilbu de sen talento,
tola a madrela Je mi idadeem desenraizar o 111a-
leiiali-iuo quo. fomenlindo roinoum ccriucii occul-
lo nos cor.-irocs, acaben por den amar sua iuflupii-
ria nos cspinlos c por ccrar o socialismo do I88.
.V geracAo lil.cr.il o oonsliliicioniil de 18:10 surredeu
dopressa uma geraclo louca, nlo pelos grandes eini-
.....rlaes principios de KM, mas pelo drama c pelas c-
raotoes rcvolurionarias, pela aprrsenlatlo cm sce-
na da anarrba o por essa poliilca l'.luil. quo uo
exalta 011A0 faz agitar um ilutante um poto, .i-uio
paraodciiiirrabir oulra ez na proslratao c nodes-
goslo das ideas alias e generosas 1 Comludu, so a
primeira ncressidade de um poto he ler easa deae
do liaiupiilliib.de. sem .1 qual a vida social lio im-
1.....11 el, porque se deve,idmirar, quando a liberda-
de secuufuiidio coma anan-hii, de que uina mesma
1 u|irii\.uun as rrri.se Nao se diga quo a philoso-
fl.ii. nada leria prevenidn.quc ella nlo leria impe-
dido que as -jo. ,u r.es se procipiliissem nos etesseos
do um falso liberalismo ou as illu.no. de um libe-
ralismo insensato 1 A pbilosopbia pode Indo ; sua
Influencia so esleu.le a ludo : ha pliosopl.i 1 uo
ruudamcnla de lodos os niovinienlos bous ou nios
que agitara os povos. O desprezo mesmo da pililo-
-npliia be aiod.i uma pbilosupbia, uma triste e de-
ploravel pbilosopbia.
Mr. Cousin nlo he sement ura philosopbo, he
Olllm.Sr. iii.prrlnr.la Ibesouraiia pruviurial
inprlraonlu da ordem do Em. Sr. prcsidenli
.Nimia de 19 do concille, manda fazer publi
e nos dias IS,1!I o 20ilcoiiluuroproiiim vilo
, perante a imita da fazenda da rao.1.1.1 tbe
luraria, s.- ha do arrematar a quem pur
;ra obr:.....21).- lanon ,1a estrada do Pii
aliada em 11:220*^)00 rs.
A oiroiiiatar.u. leni folla mi forma dos
i du lei provincial ... -Mi de 17 do n.ai,
sob as .l,.u.ub.sc.peeiaes libaiio copiadas.
Al peanas que se propozerem a cala arremata-
do, comparecara na sala dai sessocs da mesma jun-
ta nosdjai ..rima declarado., pelo tocio dia. compe-
iciileinonlo hablllladai.
E para constar si- raandou ahitar o prsenle c
publicar polo Diario.
Secretaria da ll.osnuraria da fazei.da provincial
de l'ernainburo. 20 do Miembro de 1833. t) >e-
erciario, .InloHio Ferreir d'.lnnunciarilo.
1 'lmalas upeciau para a arrtmatacao,
l.i As ubrasdi. 2.- lauro da airada do Pao ,1'All.o
serio dotas do eonl'oiinidado com a planta perfile
mais riscos junios aa arei.nienla. opprovado pela
lirceloria em cin-ellio e approsonlado a appruva-
i-.in.lo Ktm. Sr. presdanle, na importancia do
11:2208000 rs.
2.. o arrematante dar! prineipio as abras uu
grato de um mei, o deven) eoncluMas nu do 12
metes, ambos contados na furnia do art. 31 da lei
provincial 11. 386.
:t.-i i) pagamento da importancia daarreroala-
eflo realizar-te-ha cm quilro prnlacaes iauac
a primeira, dopois do foila a Ierra parlo das lloras;
a segunda, depois do concluidos dous lercos ; a
(ereeira, depois do receblmento provisorio, ea
qiiarla, ib-puis da entrega definitiva, a qual nevero
ler logar ura anuo dopois do receblmento provl-
01 mdicos, rirurgioea, bollrarios, dentistas e ua,i
ras residenles nesla cldade aprescnlar 09 sen, j|,'
mas mesma comraisslo no praio de 15 ,n, r~
que ella desses diplomas eilrali 09 eaolireclmsii
necessarios, sob pena de ler posta era (ici,r > I*
posltio do artigo 99, do dilo regulimeub, n
abaiio transcripto. 7"yi
Sala das se90cs 19de selembrn de tKVi
Dr. Joaquim fJano Fnica, nIesilu,.
Art. 29. Sera quo se Icnba feilo a natric 1 f-
modo determinado ni-sto ragulamcnlo, nao l .'
o eiercicioda medicina em qualquer ,|f ,,., "
mas, anda qua lenham lido precnchid a ra*
toes do ortigo 35, e que gosem dos fvWw',tL T1'
Gc27. t)s infractores incorrerJo ,,a *"*
501009 ra., pela primeira ez, e 110 o,, "'' *.
dias de cadeia, as reincidencias. '*
O Dr. Jos Itagmunia da Cosa "en,-,, ,
municipal supplenli da segunda tarar d
mtrcio.porS. */. /. e C.
l-'urosahcr aos que o prsenle ,- l.tai \ln,
.lia I. do outubro prximo ruluro.ie lia d
lar por vonda a quera mais der dopois ,la ad
.leste juizo, na casa das audiencias, os
guinlc9: Bomnaldo crioulo, i.la.le V
Orloncio, crioul, idade 15 annos, cora urna nit
bigo, avallado era JO rs.; Anacido dib. ,
SOWOO; LourenrodT
dado 17 airaos, avadado em 600 rs.; iua '
Angola 50annos ivaliado cm 250) rs., Ju5e u,
nio, com uma bdido 110 odio esqucr.lo, Aajafl
idade 50 annos, avallado cm 2.509rs.; Maia\,
tflo Catango com urna cria ds 15 mezes, avabada
.dospor eiecutlodc Boave,.
Jos Aleandve dos Sanl
E para quo drague a noticia do lodos iMriJ.j
passar edilaesque serao publicados pelos jonu,, ,
allhados na prata do conimercio c casa das audlsa.
Dado c pausado ncsla cldade do Becife, aos 91.
solcnibro do 1853. Eu Manuel Jos da Molla
crivAo o lubscrevl.
Jos llaymando da Cala Menezei.
Dllhn. Sr. luspeelor da lliesouriria provi,.'
eial, era cuiuprimeiilo da ordem do Extn. Sr. mi.
denlo da provincia do 5 do cnrrenlc iiuaae,
fazer publico, que nos dias 27, 28 o 29 doniesaao
perante a junta da fazenda da mesma thesour!
ra, se ha de arrematar a quem por menos i,n r,,
obra do Icrceiro lanto da ramlirac,do da .-.Irad*.
Sulpara a villa do Cabo avadada em ILm**,:
A arrciualatltoser feila na forma dos arlsVaf
o 27 da lei provincial 11. 286 de 17 de niai
1851,c sobas rlausulas cspcciacs baiiu co|i
As pessoa! que so propozerem a esta a
rao. e.....porcrum na saiadussossoes da racsinaj
la, nos das cima declarados, pelo meio d,'
pctenlenionle habilitada!.
E para constar se mandn miliar o prsenle,.,
publicar pelo Diario.
Secretaria da tliesonraria provincial dePernia.;
buco, tt de solcnibro de 185:1.t) Secretario, MI*
nio Ferreira d'.lnnunciarilo.
Clausulas especiaes para a rremalacio.
I." As obras do 3, lanto da ramificaran ilnCbo
serlo redas de ronforniiilade cora a plaa, perlii<
mais riscos juntos ao ortaraenlo approvado j. I., ,1,-
rorloria cm coiiselho, e apresenlado a ppravaal
do Eim.Sr. presidcnlc da provinria.iia importll3
de Ii:!l9:gj000.
2." O arrcuiatanlc dar.i principio as obras, as
prazo de M) dias, e deveni conclui-las no de 19
inezes, ambos roldados na furnia do art. .11 di lii
provincial 11. 2S0.
3." U pagaincmloda iraporlanria da arremataran
rcalisar-sc-ha era quatro prestadles iguacs ; a l',',
depois de feila a torta parle das obras; -,-uuJ.i,
depuis de ronrluidos dous tercos; a lerreira depois
do rerehinionlo provisorio ; c .1 quarla depois Ja m-
Ircga ib-linilita qual devar ler lugar um anuo de-
pois do rerebinieulo provisorio.
l.n Seis mezes depois de principiada as nina., 11
arremtame deter proporcionar transito ao publi-
co cm luda a eilencao do lance.
5. Para ludo oque nao acacha determinado naa
prsenles clausulas, nein uu orranionto, seguir-se-lu
u.quo dispoe a lei provincial n. 28.
DECLARARES.
Mu
piadas as
ir transita
ipi
ol;
doler
lento,
idr
informeOse
ioura'iiu praviu
da jimia da bi
dialldeoulii
idiinenlo
os niuni
nlilmen
ule i pra
r proco olfei
I*
Vi
dli
i. Seis mezes depois de p
rremalanle detor,. propon
111 toda a alinelo do 1
.'..' Para ludo o que 11A0 1
as pir-cclcs clausula! nem no O
so-ha o que dispoe a lei n. 380.i
.retalio, .inioiiki Ferreira tAm
o lum. Sr. Inspector .1,1 Mu
cial.oni ruinpi-iiiiriiln du rosotuctii
zonda, manila fazer publico, q
bropro..........dunra t ai non
ser .1110111.1 lado a q
le a mesma junta,,.
mo do gado cavada
Limociro, avallado
Brcjo ....
Cimbros .
llores e Florcita
Boa-Vista cEni.
A arremiilarfln sr
contar do I.
1856.
Os licitantes que se propozerem a esta
co, rumpsrcfiiin na sala das soasaos da 1
ti.....> -lia aiim.i Indicado, pelo meio .1
leni..........e lublliladoe.
E para constar so mandn ndhar o prsenle o
ubhrar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial uc I'crnani-
buco, I. de setembro de 185.1. O secretaria,
Antonio Ferreira d'Annuneiarn.
NAo lonleiido lodos os esclurecinicnlos pred-
ios, para que se possa dar cump Imenlo ao dispostO
no irtlgoSa doregoUroentOde 29 de setembro de
18.51, a lisia doi facollalivos ltimamente romcltida
pel ramara municipal, rommissiro debtgiene pu-
blica, e cumprindo fazer-se a matricula de que Ira-
la u arligo 28 du mesmu regulameulo, detem lodos
Por ordem do Mira. Sr. desembirgador ebefe
de polica interino da provincia, so fat publico |*
esla repartirn, que a um suldado deserlor 110 arla
de ser capturado, fui apprehendlda u.na carl.ir
cura urna sorania do dinheiro, em olas de diversos
valores, que se suppfic fucloda ; e que por lauto 1
pessoa que so julgar com direilo ao referido diulies-
ro, ilctora apreseiilar-sc nesla mesma repartile,
manilla das cun cnicnlcs pravas, afim do Ibes as
entregue.
Ser. otaria da pulida de l'o. ua.nl....-., 17 do agosto
l- l-s.i. O primeiro amanuense,
Jos Xavier Faustino llamos.
I'or ordem do Eira. Sr. presidente da protie-
1 ia, lili airarlo o roucursu i substiluitAo das cailci-
ras do inglez o fraucez cora u prazo de 0 dias, coa-
la,ln. da dala desle. Os uppo.ili.io. ilcvcrAo im-
crovor-se at 15 .lias miles du dia predio, na frm
dus .iris. M c II du n-giil imoniii de 12 de maio 1I1
1851. Directora do l.tccu, 15 de scicniliro Je
1853. o amanuense," Hermenegildo Mareelim
de Miranda.
O aballo asignado, cnsul de Portugal nesla
provincia, participa .1 quem possa iulerr-u. que
he ello aclualmciilo n procurador bstanlo nesla n-
dade. da Sania Casa da Misericordia de Lnniula.pro-
vincia do Angola, c que se acha Icgalmoulc autur-
Mdo para a rubrnncn nAo s de foros, liiudeinioi c
aluguds do casas, mas do quaesquer nulrns rcnJi-
rrcnlos que possam pcrlcncor .i nicsiua Sania Casi,
l'clo que pode a lorias as pessaas que a lal respafl
lenham a tratar, hajam do dirigir-so nos dias ulM
ao consulado de Portugal (rasa n. li, derruido do
Trapiche Novo', as horas do seu expediente, datl
da m.inliAa, iis i da larde.
Joaonim faptisla Moreira.
De urdeni do film. Sr. capillo do porto, K 11
publico para coiiliocimentos de lodos os propricfl-
ius dos .ni 1.1.1 ..or.es ouipregadas no trafico dos riwt
nategaveis desla" provincia, que cm virlude dos
arla. 70e7(l do regulameulo das capitanas deverM
solicitar as licanca aunuas, c o arrolam. nlo d
.lilas cnlbarrarocs, Islo no prazo de 30 dias, luido*
os quaes se impon, as multasaaquellosquedeit.nea
de ler soraolhaiilcs dnrunienlos. Sccrolaria da ra-
pilniiadnpnrloilcl'eriiambucoS de selcnibm de
185:1.No impedimento do secretario,
Jo,;,, Huberto Augusto da Silra.
Em observancia do dbposto nuari. 19, da lo*
I"
IHJ CU]
IiiiiiIu
lo imposto .1
pina soguinti
icni .- 729O00
.......(12911(10
.......1339000
....... 325)000
....... 2170000
feila par tempn de 2 annus ,1
de jullra de 185:1 a :;.) de junl
a que so propozerem a esta arri
imala-
ajun-
nuipo-
ruccoc! de 31 do Janeiro do 1851. lera de se
ualarciu dopois da pruiinia uudienria do Sr
uiz dus felosila a/oiola nacional, per cirrui
nc-ni.-i us seguinlos bens : uma ptima casa ti
lita na ra dos ll.iirrus Balioa, 11.18, com cu
lenlru, quintal morado, o cacimba meein
iii.i. I iiliiil.nla .1 vluva UO AlllOUill da I!
uuiuiariea, uma dita mei'agua no liern
pado da Candna do Carino, runtciidn sala oq
u 2509009, a Francisco (ieraldo Moreira Tcmpo-
I; mu terreno na Magdalena .mies da ponte gran-
- .11111:12 palmus de frente, e 1.50 do fundo se*
infoilorias por 1929000; uulru dito no mesmo la-
r annoio o cimo com nal fundo por :W19rs. ; uma pequea rasa de lai-
cal dito lugar com 19 palmos de fenlo e 56 .le
iiiolasive o quintal, durillos proprios, por
IOII9 rs., ludo penliurado 11 Jo*' Joaquim Bercrri
Catalcanli.um terreno nolugar dos Coelbus.ricgui-
zi:i da Boa-Visla, rom 80 palmos de Irania por IIW
rs., a Francisco Xaticr ds Pontees Coulinho; 01a
1-1 rito de iiuinc'Anlouio, cora idade quereprcscii-
la 7(1 anuos, por 1.50 rs., a Manocl do Ahneidi la-
mo ; um piano de eicellenles vozes.i bainburauB.
rohi caita de magno por 3.5119 rs., a Vicente Cardlo
Amos; ti cadeiras, um canap, um jogo do bancas
de' inadcir.i d'oloo. o .,,11,1 mesi de inein do sal de
jararaiid, cada objeclo avallado do per si, o lodo
uo valor de ,509 rs.. a J0S0 Frcdcrico de Abren Re-
g : quem pretender lacs bens dirjase a horadj
gar do rosliinio. Becife 21 do setembro do l8il.-
solicitador do juizo dos feilos, Joaquim Tlieodort
Parante a ramara muniruj.il da enlode *,
(ilinda, estarlo era prego nos .Ivs 5, 17, o 21
proiiroo tindunrn mez de seloi.il.ro, pina -en "< "'
rematados por quem mais der por lempo de um au-
no os segrales imposto pcrlaumiles ao palnmo-
uiu di.........1,1 cmara 1 aforicio, 2109OHO rs.; iiopo.-
to ...bre cabera de gado 1.111 un. 726JO00 rs.; di
doc.pl.......planta; 705100 rs.; dilo do nlrada*
porcos covclhas. l.jtlOOrs.; dilo de repesos, 2051!"
rs.;dila.lcmasratcsol.nioleiras, 369&00 r>. i
de medidas do farinha da praca,'LIOOrs.;dHo
aluguel das casas da rlbcira, l&I^WOrs.; di ".
um armazeni pequeo 110 \ aradoui.., K9tKNI rs.,
dito ile .-..lio arinatcm grande nu 1, .-sinu lugar ii
Var.idnuro, 129U00 rs.; subsidio do gado sumo,
29I00 1.. (I. prelendoiile. poilom coraparcrcr ni
casa das cssoos da mesma ramara, ira rcferul
dias, n.....idos dcliadores habclilados na lorma 1
lei para poderem lajanr, so... uquo nlu pode ""
admild.los a fazc-lo. E para que ebegue a
de Indo, se, .11......ou publicar u presente. 1
.amara municipal da cidade de Olind
ordinaria de 27 de agoslo do 1853.^oa"
calcanti de Albui/ueri/ue, presid
Daniel Caialcanli I elles de Orneara, ecrclano.i
cscrevi.
na
da
1 sessaa
f'-
,Kduardo
li


OllRTA RECITA DE ASSKA.TIR..
Ollim FEIU 22. HE SETEMIIRO DE.1.833
b da Sr\o do ..mf "ol........of.r.ur., .. rande orches.r., or ,,r,nc,p,o
l'i'j'Mi- da e*eenc.io
ovo c precxcellenlo drama hist arico
un "( actoi, denominado
a ropro-rulacao
0 )' Senna.
He/e na.
II Amodo.
I Pinto.
1) 11 Cola.
II Mendos.
11 Colinbra.
.. D Sania Rosa
>i Roxondo.
a Alvca.
Pereira.
N. V
A Sr. i. Joanni
V .N
A St. D.Jezuina
iii no a |/ioi;hihkiid ut << >--------
CEMPAREDADO.
( u.inoslopeloSr. Aiilunio Marn de Soma l.ul.o. premiado pelo .011,01 valono reil de l.i-hoa, 10-
Jdjdo 110 lYcatro normal da ra dos Conde, o lamben, noi do ltn.de Janeiro o Baha. A dedicado
tKki. o aulor deste drama a un do priinrin lilleralol porlumves, o Sr. Almcida Garrid, lie o niaior
tosi que podia obter. ... lnn>Ri
**' PER90NAGENS. AClOltJ.s
__ 1 ..........< Si. liis.
Giiii.ai'e.la.l'< .,.........
Muro I',..-, ehanceller mor..............
liwlre de.Vii- ..................
tadeiro. tonda do (turen...............
1. Jii.la-. Judi'ii Ihesoureiro da rainlia...........
ntAne>, lanoeiro................
Tema. erabaisador cailclhano.............
Kflvaro, conde da Arraylo..............
II... I'ereira. lidalgo porltiuucz.............
Aliare* da Almeida, veedor de medre do Avn........
ilirlim, li.uili'in do |iuvo...............
lu. heraem do povo.................
p ni. rorlCiJO*...................
A rninlia !> Leonor.................
Bn.nl 1 iiiullicr da DOV..................
Sai.cli.i .lila dlla.................
Oscilado de Lisboa,coilc5os, hoinriisdopovo.
A cena liccm Lisboa, o primeiro arlo na orara dos l'acos da lamba : o segundo n un .1"- ni
ana, o o lerceiro 110 inlorior da Igrcja de S. Marlinlio.
UEMiuIYUAO IIOS ALTOS.
PKIMKilW) OS BANDOS.
Adoradas enlao do reino as enlcs,
(/odio que ocrupado os pellos linha,
Absolutas cyiexaa e ardenlea,
I'a ao povo o furoi, por onde villlia.
Can. I.us. (' I."
SEGUNDO JOAO' DA BARROCA.
Alvcjavam-lhe as cana das longaa barban,
Pelo nearo burel que o peilo cobra,
(I lempo que lio longo lempanado,
Pela acorvada frente, llie .Tif.ua
Messes, onde lalvez a nweidade,
Virosa lourejou : lioje oque reala,
Raro respigo ao cegador cabido,
Tira coi baca do ligado argcnlo.
Como que as humanas cousas relindos,
Se cncovaram as Cacea dcscahida* ;
Os olhos, onde a lo/ quasi asseinclba,
A' lampada, queardeu noTabcruaculo,
I ni.'ira a noile, c ao arralar do .lia.
Fallece ii iningua d'olco. .
farrel. Camn, c. !.
TEHCIIIHO A VIN6ANCA,
.Mas elle rinliin cofD causa deshonrado,
Oanle V'lla (cito Trio morir.
r.ita mais abrilliintar agrama, lodo o vestuario c parle dotarenario lie novn
neu n.iu se lem (tnipado a de-pe/as aflu do leUftBMr ao publico.
A pedido de milita* npaanaa lerminar o dlverunienlo, rom a inuilu oinir
mtau&oi lem oblido do publtfio, c se iuliliila
A ESCAPA DE JIAO.
I'rni. {piar as 8 horas.
.1 caraclei; a 1 n-
ula roinedia, que lano,
AVISOS MARTIMOS
Para o Kio .le Janeiro segu com loda a hrovi-
J1W1'o f.riquc nacional Mariaiwti, capillo Jos da
lluiilia Jnior, ; recebe unirainenlo alguma carga
IrninJ.i. paasageros e sacravoa o frele: quem nomos-
looqui'.i carregar, eiilcntla-.-o com o capillo ou
I. .. M. I. de Olivara, na praca no eomiuercl* B 6.
I) capililo Jame* I I.nmbcil da galera ameri-
mim' llunlreu, arribada a oslo porto nasuavia-
Igeni de gaulni.-h I,lad para Ncw-llcdf.ird, preci-
In a ri,cn marilim sobre o casco, carga e frele quo
lamn/, para occorrer as despeM- ledas, de cerra do
lUtlimisiHio ,|c re.: os prclondenle* queiram man-
liiiii mai propoalas no escriplorio dus consignatarios
lllcn v l'urslcr i\ Companhia al o liin do corenle
lii'v. na na do Trapiche Novo u. 8.
A barca nacional Vonesa dove cliegar de A-
Im'i alo o lim do coi icule me/, c lugo que cheguo se
Idernorjr,. -1\ horas para seguir sua viagein para o
|ak> de Janeiro ; recebo passugeiros e escravos a fre-
1 Iralar com Mannelda Silva Sanios, na ra da
lli.li-i.i 11. 10.
Tara 0 Araraly saho imprelcrivelmenlc no
'!i.i 29 I. correte o hiato anglica, por lera maior
nrte.la carga piompla: quem nellc qui/er carre
r un ir de paasagenii dirija-se -. ra da Cadala do
lerile n. 19, primeiro andar.
Rio de Janeiro.
Sfiuciinprelerivelmcnle no lia J", do crrenlo o
Ifcem ennhecido brtgoe escuna Laura, recebe rarg
" ele cominodo, passaueiroseesrravos. ospreteu
. ilirijain-se aos consignatarios J. II. da PonaB-
Juuior : na ru do Vigariu, rasa 11. 1, priineiro
Indar.
Para u Ituliln sulu1 com a inaior
Ibniidiitle jtossivel, por ter parle de aun
Icaria, o veleiro hiato nacional Amelia :
Ipara o reato da carga v pauageiros, Ira-
lla-c com o inestre 1 bordo, 011 com No-
fraet & Companltia, un na do Trapiche
. ~>\, primeiro andar.
Cear', Haraabao' e Para'.
Segu com hrevidade o liriguc Con-
gjweio : (iiicm no uietnio ciniiser carre-
F"', ott ir de pansagem, dirjante n J"
Mplisla .la Fonseca Jtinioi-, na 11111 do
IVijario 11. i, primeiro andar.
l'ara o Cearil o Asaii seguir rom hre'i lado o
Iwin eonlierido brisue l'ai/uele de I'eniambtirn :
paem uelle qui/er .-anegar, ou ir de paasagcm, t).i-
Ira queoltrece os melbores coinmodns, pudeni di-
IHgir^ea Maunel (iouralves da Silva, em scu cs-
leiiplurio, na roa da Ca.leia do Itecife.
LEILOES.
(Juinla-fria 22 do
rorrete, as 10R2hora?
da iiianliaa em ponto, o
acento Auluncs tara le
1.1o em scu armazem
ra i\a Croa n.'iT>, de
trastes do lodas as qua
_ lidades, novo* e usados
Jjihos diversos, 1\ du/.ias de chapeos de pal lia de
Halla para lioincm, urna porcan de abonelCI liii"-.
loros diversos, quadroa dive'rsos, espingardas para
tK^. charutos da Balda, eandif iros para mel de
M1.1, lanlernas diversas, candolabrtVs diversos, um
Piano iuRle/. deescellenles vozca. relogio de pare-
*, e oulros niuilo* ohjcclo iiue sero entregues
*m limites.
(Juinia feira 'I do correle, pelas 11 hora
a''lanicia, a piula da a mlliorcial desla
nKt, lera lagar o loilao p.irajerem vendidos, por
"torisacSo do Sr. Ilr. uii da segunda vara do
"'Milenio.en manca do Sr. cornial de 8. M. I".
yjrjII,taneao do ageoteOllveira,* caaco da bar-
aora.-il.-ira litptraiira, rom us Iresmaslros roaos,
'"nru|.,-, e.-iicliarcias correspondentes aos rue*-
"* luaslms, e dous ferro* cnni dous ped
'"i"1"-. o.ue so acham com o referido cateo, ruja
lim!.'* '"' l|uc"j m*'* '''' f"'"c 'i'-diaco de
dii "' V* ,'"'0' no c,'o'0 em fue sr acham
""" oUaetea sobre n haiio da barra .1 sie [nulo,
or r.u pique diu |rca a la sabida ruin deali-
la.i lo,P,|o A*s, rom a ohrigaran do arreroa-
rivf 2" r""" r*n'ove-l08 do lugar, ecorrer o
IldA.il'"laucrHue -eja, e tero alguma rosponuhi-
""" eoosigoalarios.Novaea o C., nem dcnn-
iiuija.i de prcen011 descont do quolquer impoai-
i;ao j n.'in iesmu de alguma recl.iinar.in por o
muislado de qualquer dos n-lriidus objeClo* ; O
qual leil.iosc faz por .-nula .1"- seguradores a quem
loi .onipclcnlenienle abandonada (lila barca.
(t agente Oliveira l'.ira lailu por mandado do
lllin. Sr. Dr.julzde direilu do civel o commercio
desla ri.la.te, de lodas as (errageu*, arinacflo .- :nai-
uli-ncilios da luja, -ila11b aterro da lla-\ isla 11. 16,
cojo invcniario piule s.-r examinado no oscriplorio
do dilo agcnlo! arre-lado ludo a requeriineutn de
.liu" Fraiicisco Prenle Viauna, .le accotdo rom os
mus credores de sen eoiuinum dovedor Jarhilho
Soares de Mcnc/essaliliado. Ji du.-urrenle, as 11 ho-
ras da inanha em Minio, as indicadas loja e ra.
Grande loilao'.
Ilruon Ptaegcr fi Companhia, f.irjn leil.lo, por
Intervengo do agente Oliveira, do melhur sorlimen-
lo de erraeeus lina- e grossas e de toda a so: ti- do
miudezas: aevla feira, 21) do crrenlo, as 10 horas
da niaiihua, no seu arma/.-in da ra da Cruz do Ite-
cife.
Terc/a folra, 37 do crreme pelas 10 hora* da
nsanba'a, no trapiche do Cuaba Am da ra
da Moeda.
Ter lugar o venda em leilo publico, por auto-
risacSo do Sr. De. juiz da sciuud.i vara do com-
mercio, em pie-cuca doSr. cnsuldeS. M. I-'., por
inlervcncao do senle Oliveira, O por conla dos
rcspeclivn* seguradores, dos salvados da barra bra-
silea Csiirntrtril, a qual fui pique a sua sabida
deste poilo nuil deslino a Sanios icio .\s,, o roil-
sislem os nie-uio- em raastareos, yergai, relrauei,
trangueja, pos de culello, de juanete o gavea,
veame, hule, lancha coul faleiva e^axiele. ferio,
maior c menor, aurrele, pedaros de cabo,, relalhus
de luna, brin/au lee., paos de juanete, espa de car-
ro, enrerado de lancha, pipa* 0 qnarlola- vaalna,
roil,1, de l.-ine. oseada, do porlal e de deulro, lin-
eo, .le Ierro, liandeiras, e si^naes. braca-grandes
de Iraqueles vetarle, gavea e juanete de proa, ade-
ri,sas.la, eslasa, di- gavea,' rabos de labor r de li-
ulio c curro, e d'apnarelho, molloc* e eavernaos,
laboas, inalaguela*, toldo,, ciha, barril rom ulglim
alralrfl.i, ferros de porlal de irielal, panolMH e ra-
caroias, rrlnba de mandioca, resto* de Unta e oleo,
uniros arligos miu.los.
fin/ Jo, .la Cosa Amorini fa/. leilo, buje
do crrente, o pul., da alfaiufega, de Ocaivas ruin
queijns Ihunengus, cbeuo.los piuviniainenle peln na-
vio 7'<".'/i 0/ /,irrritil, em loles a vonlad? dos com-
pradores, pelas 10 horas da manilla.
Attencao
Aluda rnnliu.i audar fgida desdo o illa 12 de
uovembro, a muala de uonie lletnardina, que re-
prsenla ler di- 3 a lOannos do idade, com o*ig-
uaes seguinles : cralva averinelliada, n.
prido, naris grande, olhos um lano |iequi
bellos crespo-, lem Matante* manchas de panno pe
lu eorpo, braco* o cosas, aliara regular, um tanto
cheia do curp e lem as mlos trmulas qua.ido pesa
em qualquer cousa ; levou VeatldO hraiu-o, chales
de quadros cnc.iruagass e rovos, ouro, um
panno de 1.1.1 enedrna.lo e hiaoro, e oais akllin.i
loupa ; a dita eserava he lillin do lioiana, el lem
.ilsuns prenles, o j por 'lvc/.es se lem visto andar
por hi.ecm (auan-jj ,-ionde lauhrm lem prenles;
petiinlo, roca-so as autoridades policiaca, capime*
do canip'.. ou ipiahpirr pesoa do povo, de appie-
liende-la .- lvala ,i Cainhoa do Carmo u. 38, pri-
meiro andar, ou na da Cadeia de 9anlo Antonio
".-'"i, primeiro andar, que se dar.i muilo boa gra-
tificarn.
Na noileido domingo IRdocorrenle, desappa-
rercu do eiisenhn Tupaeura, urna eserava crjnula
denoine Rila, ruin idade de :IS anuos |niuco ninis
ou m.-nos, cum os signaos seguinles : baisa, cheia
lu corpo, lem dolado direilo junio no queivn infe-
rior marca de una lislula e lem sempre aquello lu-
aar grosso, lem marcas do hevigas pelo roslo : lam-
bem j leve lislula da nutra parlo doqueivn que
hem se divulga, cuja csrra\a foi de Porlu Calvo,
por lano roga-so a qualquer pessua que della sou-
ber, prcbendain c lovcni-na no engenho cima
mencionado, a entregar c seu senhor, ou nesla pva-
.;a, no paleo do Carmo taberna n. I, de Antonio
Jnaquim Percha de Snu/.a, quo serno geuerosa-
nienie rocomponudoa.
Manoel Elias de Moma annuncia norcspcila-
vel publico, espe.iahneiile aos sen ulicos IrSRUC-
tea, quo lando concluido .. procaaw arbtlral que
Ira/.ia eoin seu ex-aoclo, lem aberlo a sua botica 11a
piara da Boa-VIsla o. 1\. Ilnsnceessario he invocar
quaiqier especie dererumniendac.io ; lodos quan-
sse lem .luiuido botica do annuncianle sahein
111 que dcsveln c ctcrupuhl sao all aviadosoa me-
dicamenlo*, niln s.i pelo que respeila no assei,
promplido o elahuiac.io con-ciencinsa, senn lam-
ben] pela boa qualidade das droga*, que o annunci-
anle caprlcba em ler das inelhorcs, das mais novas,
e por eon-euuiule mais proprias a operaron) os elci-
i.isque della* espera a medicina.
\,,da -j:i dou-urrenlese ha de arrematar, de-
pnis da audiencia do Sr. Ilr. juiz do civel, 1 fules
pequeo*, 1 safras, li leazo*, -' inalhn*,a lomos, >
engenho* de furar, I palanca com braco de ferro.
e I tari a. ha. nsqua?s lien- vio praca por eveeu-
...io do Manoel do Ite/en.le lleco llanos, conlra Jniln
Paul.) de Souza, e lie a Ultima praca.
I'ed.'-se a seuhora II. Iinbelina llosa do- San-
ios que mande ver ueste convenio de Santo Antonio
do Itecife. dii.l, caria, \ inda-das Alacoas.
.\tuca-,e mu niuleqiie cun idade de JO anuos,
para sei vicn de casa : quem o pretender, dirija-se i.
praca da Independencia, luja 11. I.
Attencao'.
Desejando-M fallar com o Sr. JoaeJoaquini Pena
l'iiialla. O lian sahendo se u niesinu senhor arha-se
uesla capital, uu a sua murada, faz-se misler queso
,|lu senhor por este jornal cite sua murada, alim t\
l.-,eio,.iprucu|-a-lu.
Qoem livor caives que furain de dopoollo o
u- nucir vender, anniineic a sna morada, un diri-
ja-so a na do Colleglo 11.5.
Precisa-se de um menino de idade de 10 n 12
annos, para raiveiro de um pequeo cslahelei-inieu-
lo : quem pretender, dirija-se junio ao quarlel de
policio, laberaa n. t.
Precisa-se do ama ama quo saiba co/inliaro
diario de urna ra*a, c fazer o mais eervloo : nu hir-
co do Toreo, snbradu n. Si, secillidn andar.
Dlobllia usada.
Cullliniia-*e a roceber Inda a qualidade ib- molii-
l,a e nulrus quaesquer nhjeclns nvulsos, nn so de
ma.l. ira cmodo metal precioso, para vender, inb
as .nndic.ics que se acham palale*, proinelleiidu-
-i- o bou. Ir.llamen!.) dos inesinos ohjeclos: no pri-
meiro audar dn sobrado n. lili da ra da Ca.leia do
Itecife, por cima .lu armazem de louca.
Sa ra da Cadeia de Sanio Antonio n. :MI,
de-e|a--e fallar com os sonliures abis.) menciuna-
jln, : francisco Ignacio da Cmara Pimenlcl. Ma-
l.neir.mue, da Silva. Lonrenco l'erreira de Souza
Jnior, francisco de lloiiand.. Chacn, Antonio
Jos de Moli, l-'ranrisco Joaqilllll da tisla Juan
il< lleco Itarros, Jnao Rodrigue* da Silva, Jo,i; Pnr-
lirio leiveira de Meiidunca, l'rau.-i,eo I'ereira de
Ih ib, .lun Thoiua/. dos Santo,, l-'raucisru l-'erreiia
Pul... Manoel da Silva Barrea, Simio Rodrigue*
do Espirito Sanio, .Manuel Siriuu duCaill, Jos de
Barros Paleto, Juan Lu/ Pena, .lun Cavalcautl de
Mello Albuqucrquc, Viccnle Al ves Brinco, Joaquim
Rodrigue* dos Sanios, Antonio Braailioo de llnllan-
d.i Cavalcanli.Jose Cunee.....IcariaSilva.Manoel .lo-
s da Silva l.eile. I"iauri,ru Alliui,u|.l.- Albuqnerqile e
.Mello, Ignacio Pranciaco Pcreira da Silva. Joa Car-
dn/uC.nal.-anli, J.i,.- de Bonevide* Palean, Jo,e Ro-
drigue* de Corvalho, Domingo* Pcreira (iondini,
lir. FranciscoAIToiimi Fcrreira, Patricio JoaATava-
res de \ascuiu-ellus, a negocio, e fa/.-se osle annuii-
cio por esla Ini-ii.a por aaaim Mr mal* rncil Iralar
cun estes senhores uu alciiciu pul ellos.
Ignacio i.uiz ilr Brltti Tahona.
Carrosa* de alugncl.
Alncam-sr crnica, para .arrecar liaslcs, niale-
riui -. niadeii.1- e nutro* quijcsquer objeclos, ludo
luir preco cominodo: a Iralar na rata em calilo da
ruada Concordia, ao pe du alagado, mi na pracado
capim, laberna do Pimenlcl.
SV\)S.
SALSA l'ARBILIIA.
VicenloJos de Brito. unicoagenle em IVniiini-
liuco ilc H- Ja IKSandi,elilmico americaitOi 'iz pu-
hiirn que lom eliegado esla |n)ii;;i urna grande l'iu-
cao iU: IVaicOM verdadeiramente fabifleados, o prc|tarad de JaneirOf pelo qno se llp^cln aeaulelar oheoiMu~
midorcD de i"<> nrerloso lalismnn, engao, lomando .1* nunealas conaequenciaa que
sempre coslumam Iraxcr nietlicamciiloe f.dsiiir;i-
iltw e elaborados pela mRo daqiiellei que anlepocm
sen- ieiew- aiM malea > edrasoa da liuinaniuade.
I'orlaillo (M'ile. |iiiii que o publCOM|KW li\nit
ilesfa rraudoo dnlinRua a venladcira saha parrllha
dcSandn da faknficaila o rrceiilenienle aqu rheja-
da ; o annuncianle faz ver que a wrdiuleirt 80 *cn-
de unicamenleeuisua ludir, na na ila Conceii^ao
lu ll.i ilr n. lil ; e, alm do rccwHiariu r|uo aroin-
ji.imIi \ cada frasco, trui embalie da pjimeira pagina
scu nome Imprcasu, r se adiar h Arma em ma-
niiHcriulo Mlrre o invollorlo Improsso do mcamo
traeos
3
Qoem llver para alugar nlgumt caa prijuena
que ten ha doun qunrtos, quintal e enrimba, e que
son aluyuet i*.lo etceda do HJtlOOrs., dirija-te a ta-
berna da na l. e deiieficar ai cha-
i ser vilaamesma, cdopoisse fechar o ne-
gocio ; promclloc Iralar a propciedade, e d-se
mullo lioin dador.
Anti|jo deposito dorarn; piin de Janeiro, grosno, meio fp'OWO, e fi-
no, na na du Cru do Rociie n. 2.~>.
Viuva I'ereira daCunlm ciuarreRada, ha muitos
annos, da venda des le rap, scienlilica nos consu-
midores desto artigo, que liavendo lanas, e too dif-
fci .'iitc-s qualitlades do r.qt, que chegam a con fun-
d r-se, que o rapo por ella vcnditlo he o do faliii-
Canlo BsfevflO t.asse, um do> mais anliRos dn Impe-
rio, o que deseja ohservem, purque ronllados em a
boa qiKilidadc de scu rup, lano em aroma, como
em lera propredade de se conservar inuilo fresco,
se sugeila a aceitar qualquer pnrr.io, que por de-
Tcilo de qualidade Ibo fdr engeitadn. l'ara mais
conUatodldade de scu*frcRUOzos araba dceslsbele-
cor um deposito filial, na ra do Apollo n. 2.
aviso ao <:(ttnnauno.
Os abfltxo anignado, continua
a tranquear a toda atolMetom
jjci-nl o st'iis soi liinciitiis de fn/cii-
diis por baixoi presos, nao'me-
iinsdi- tima |ici;ii, ou tuna dltzia,
a dinlwird, ou a nrazo, conforme
so ajiijlar : no son aiiiiii/oin da
(liara do Coi|io Sanio, c|iina da
ra do Trapiclie, u. S. Itos-
iron Itooker cV Companhia, nego-
ciuntea inglezet. Os tnetmos'avi-
sQoao retpeitavel publiroqueabri-
ram 110 (lia "> do concillo iniv. a
sua loja de la/.i'iiilas da ra do C.ol-
logio e l'assoio Publico n. 15, di-
rigan polos sriilioros Joso' Vjctori-
DO de PalVB <: Manoel .loso do Si-
qticira Pitanga, [tara venderem
>or alacado 6 a rolallio
(l^r. Joao l'aulo domes de l'aiva queira ir
crrelo de Olmda rcreber nina ralla \imla do l'ara.
Na ra da l'cnlia n. \, primeiro andar, pie-
risa-sc fallar rom osSrs. aballo declarados, a licen-
cio de iuleresse: .Manoel Kste\cs de Abren, Joa-
i|tiim Theodoro tle A!bui|uerque Maranbao, los
(Iouralves rVrirra llosas, PlUlICiaeo l'cijtlc Mel-
lo, lie! Nicoliodii Itomlim, JoVi Lopes Lima, Then-
lonio Tridenlino Cor de Anta, DoOBlngoa Jos l;cr-
nandea tuimarloa, Anlonlu l.ui/. tle llagalhleac
l'elix Yieira da Silva.
O abaito anignado roga a lodo* os teuhoret
BUbecriplores favor da familia do fallecido desem-
bargldor Domingos Nunes Hamos l-'erreira. hajam
de romparecer uo da se\la-l'eira, S8 do correnle, ao
meio ilia, no escriplorio doSr. Manoel Juaquim Ha-
mos eSil\a. ni ra da Cdelo do Hcrife, para de-
leriniuareui o deallno que lleve ler o produdo da
suli-rriprao que se arha empreado em apolicrs da
companhia de llelierihe, desde selemhro a novew-
hro tic IK'.I.Miz Comes /-Vrrr/ivi. f
tlllercre-se um moro com boa Ictlra |tara rai-
\eiro tle qualquer einpregO : quem pretender, pro-
cure na lahrira de rharulos da na lana do llosa-
rio n. '.Vi.
IL Lui/a Aunes de Amlrade Leal e siias mn
n:\<< I. Senhorinlia de Asseca liitaucourt Leal de lle-
zende e |). Thereza de Jess L-al, lecm aherto una
tula do primeiras ledras para o sexo femenino, aon-
loae enslna a ler, cscrever e contar, grammallca
nacional ear>thmelica, fraucez, inglex( msica \o-
l c danta, para o que tem contratado mealrca para
aquellas Vacuidades que itfn se acham habilitadas
ensillar ; ensina-se a coser, corlar, bordar de
seda, de laa, de froro em lalauarca, de suslo c ca-
cuiide, lnl)\i intliar c oulras ohras propiias do MO,
eaoenslaarao oulras quaeequer artes conforme a
ronlade dos nada. Receben) meninas internas, nielas
pensionistas C exleruas. O* pas que as qimcrcm
honrar, conliando-lhes as Mas prc/adas lilhinh.is,
(Iranio MUsleHos pelo augmento que ollas lerSo,
lano em eatudes coma em ludo que toca a boa edo-
Jlo. para o que os pais que qui/ercm matricular
suas ninas, .pdenlo riirigjr-ae ra de Sania Hila
ijiiom vetll A.t libolra o segundo sohrado de
inlai, ao no ilo di* veranda encarnada*
tm ;,:.'-v.-;-o.:.::;:.n\-
$i Tlram-i>o nodoas em qualquer fazenda. fl
** Tiiam-su com 1 maior perfeirao hua qua- Sfc lidndo do nodoas por mais anlranhadas que M
.-y:, sejam, ipir de gordura ou ile onlra eapeele M
,'. i'in sedas, pannos linos e casciniras, deunndo s
ludo em subs cons naluraea sem mauclia B
W nem sigiial ulgum, iiAo prejndlcando de ma- :h
pr Deira alguma a raxenda, pelo que se respon- -m
Qt sabillsa o annuncianle; limpam-ae cosacas D
S com-a maior perfeico. ufilkandoald as to|as *
J sem algnal algum de gordura. Recebem-se M
H lodas as enemnmendas desla ualnreza, e aHi- M
''',. anri-se toda a limpe/a o perfeico no seni- pl
*% JO, bini romo ni/oavel pren : na ra do ^
Ilospicio, primeir casa pssando o ojnarlel. m
mam :mmmmmMm
Oflereeo-se urna mulher porlugueaa para ama
de rasa, servlcu de portas a dentro, que sabe fa/rr
lilo servini : a fallar na rila do Seho 11. :l.
Oueni loi o dono do eerravo Domingos, crloo*
lo, que fui do ourlvcsTavares, que morn na ra
ilo Lauugi'i: drija-aeao engenho Colinguiba la co-
marca de Na/anlh, que ter; noticias corlas deste
Preelsa-se de um hornero sem familia para
Iralar de um pequeo sitio, na Capunga : a fallar
11a ra Nova n. 51.
apBDeWBBOBB
HfllOPATflli
O Dll. CASAPOVA muilou-se |>ara o gj
Hocife, ua na do Trapiclie Novo, n. 14, se-
Ejodo andar, na casa onde se acba o consu- ^
do francez, onde pode mt procurado a
qualquer liora dodia
O abnixo asaignado, tendo comprado ao Sr,
Alfredo de Montav urna moenda palele de qualro
1 ylindros, fccndo os dous grandes de Mi p l
da di.inu-iru das que ciiraeni da caima mais quluie
por cerrto do que o ordinario, c leudo o meamo Sr.
Alfredo de Mornav ulado-a no engenho velbo do
Caho,e*la renolvidi 11 \tiidcr dila moenda anda por
nieiKH do seu valor, uu Irocar por oulra^ do tren c\
lindrof, que nao cejadas depalenlc do Sr. Mornav
O annuncinnto pedo ser procurado na ra da Au-
rora ti. Vi. das II da rnanlula al ai 4 horas da tar-
de, ou no engenho Vclho, que achara com quem
Iralar.
/tntamo dos Sanio* de Siqneira Cavatcanti
lYccisa-M alusar um prelo para andar com
labolclro na ra : na ra do Pil.n hiberna 11. 40.
Carneiro fgido-
No domingo, IK do correlo, denapparcccu da So-
ledade, um carneiro branco, grande, gordo, rapado,
com nina marra em una das orelhas, o rahcllodo
pesroro haslanle rrescido, e a lila dos quarlos corla-
da ha pouco: quem o levar na ra da Solcdade, ca-
sa da quina do Sr. Ilerculailo, dcf'ronlc do sobrado,
ser hem recompensado.
l'rccisa-sc de 11111 moco para caixero de hiber-
na,de l_' a l(i anuos: na ra ila Seuzala No>a n. '2ti.
nem precisar de una nciira paraalugar para
lodo o ierv Ice tle urna rasa e sem virio algum; dirja-
se a ra do Itan^el, 11. 'Mi, primeiro audar.
DeieJ&-M fallar a Sr. O. Thereza, viuva do ca-
pillo l/.idoio que iiiorou cm Limocro, c ullima-
ineule as 5 ponas : na na dos Hur^gs, padaria,
u. 31, a negocio do seu inlcresse.
Manoel de Souza Ultimarle, morador na ra
do I! 11::. l. n. :i>. primeiro andar, precisa fallar rom
o Sr. Jos Antonio de Almeida (iuimai.k-s, ualural
to CODcelbo de Filsueiras, do Forlugal, islo a nego-
ile scu Inlerease, assim como percisa fallar ao Sr.
Joaquim 'le Castro c Mello, lilho de DonmiKos de
Lastro e Mello o de Joaiinti, da frepicziadcS. Hrilli-
1110 do meamo (amcclho de Tilgueiras, ou muilo es-
pecial favor far quemdcr miliciasdesles individuos
111.....jama ra enumero cima.
ao rnico. i
No armazem de f'azcndas bara-
iui, ra do Collegio n. 2,
vende-te um completo tortimenlo 6*
de fazendas, linas c (Mossas, por f^
I..

negro.
a ra do
lli'iiui ii.
andar, aiudti -
o, no sc-
: precisa de
ama seca, tiue wiuii engom-
ii'in, co/cr c iiu'sino de co/.i-
, assiin como ser milito lunna
I. ..i conducta: (itietn tjuiiuir
Doarecer para ajustar.
AVISOS DIVERSOS.
No .liu 90 !> corrale, na tala dai audiencias,
pcranlc o Sr. I>r. Juls de .liroiin .la primelra vari
.i civel, so ha.de airemalar,por venda, um litio .lo
Ierras, denoOlinado .Miranda, un lucir ilas Crcora-
nas, penlinrailu por Joaquim Tellc* linchado a Ve-
rnica Mara ilu Bspirilo Santo, earrivlo Molla.
Itoya-so ao Sr. Maiun-I lose Leonardo ou pes-
an que fa.;.i as u-jr-, por elle, .le apparecer na ra
.la Traa, "n. 15, a iieaoco qno llic ili/ respelo.
.Inlnuin ile Souza Oiinili:
Koga-se a Sr*. I). Marrolina Hila Mara orulf-
vera, moradora M PassaRem da Magdalena, quo La-
ja do mandar na ra da I'raia, a negocio que nu
ianora. Antonio de Souza Duinle.
t) Sr. Antonio Augusto Maciel, queira apare-
ccr na ra do Trapiclio n. .1, que se llic deseja
fallar. C. J. tollig & Companhiii.
Oahnilo astignadu declara pelo |ircscnle, que
nada deve no Sr. Jos Theodoro de Sena, anles osle
Sr. llic deve um saldo de mais de 203UOO rs., co-
mo hem provam os documentos cxislcnles cm seu
jiil.'f, que, a s.-u lompo, sero rcmclldos ao seu
rnii.-i.menle Joaquim Sdvador, para un) ajuste
de oonlas.Izioro Camello l'esma tle Siqucira
Caralcanli.
Qualquer homem solleiro, quoquizeralugar
una sala iiiiu dous quarlosde um primeiro andar.
iu> paleo do Collegio : eiilciida-socoin Jos dos
Anjos Yieira d'Amorini, ou cm seu escriplorio no
inosino paleo do Collegio, ou na casa de sua resi-
dencia, na ra Koya n. fill, sognud andar.
* A pe*oa que liver para vender um lilliio
para moularia Sesenhoi........segunda mi, uncir
r na ra do Aragoo n. In. nu na ra do Quel-
modo n. 7, que se llie dir quemquer comprar.
>'as mesmas casas cima s. dir quem vendo urna
ciil.iiinli.i para senliora, cm segunda mi, mas
eul iilllllo Irnin estado.
Quem precisar de um hoinem para foilor re
qualquer um sitio, dirija-se ra Uiioiia, laherna
0.2.
i) esenvao da Irinandade do SS. aacrniaonlo
da freguexia de 8. Jone dest cidade, convida por
i.r.li.....I.. Sr.joli da monis kuiaiidade, a tn.s o-
charliiu.is irinns para ni-a oral, no domingo
proiiiDO vindoofo 23 do corrale, para se Iralar da
eleiroda nova mesa regedora,
Procisa-ae alugar um prelo para Iralialhar n
(a lynographia, por aluguel uicnsal : na librara,
li aM da piara da lndc|......len.ia.
Por menos preco do que cm outra
qualquer parto.
.Varna lliroila, n. :i:l, ao p da holira, laMRI-M
le.llos iuale/.es e de liara, pao-de-lo, haudjasde
bollinlie* com lumias da masma maesa a de alienim,
ramos e lamliem com pirami.las aaaim com) podios,
arroz, de Icilc, semc.to, aletria de omis, papo* de ali-
jas, pactis le nala c decarue: na inesma casa, ha
doce do loda as qualidade*, lauto seceo como de
ealda, lata* com dure .le a.iialia inlcia, lamliem se
tai jaira de inocul.
Da ci.la.lo de (oianna dcsapparercu una pe-
la .le n.....e Marsella, nacio Anuola, que represen-
i.. :;u anuo*, bem rallante, olhos empapujado, na-
riz chalo, heicos grosso, no hraoo lom una marca
de queuiadura, no turno/ello d'um |> lem una si-
ealrli a'uina i'eii.la, com altura a corpo regular : por
isso roga.sn a qualquer iicssoa de |>ega-lu, que sera
lieni rerompensadi, levando naquclla cidade o Sr."
I). Francisca da Rocha Morrer, nu no Itecife ao Sr.
Hartliolomeu PrancifCO de Souza, na ruarlarga .lo
Rosario, ii. 36.
fjnrovc.lor da coniaria do Senhor oni Je-
ss da Via Sacra, lem convo.-a.lii nina mesa gcral
para o .lia domingo, *.' do correnle, pelas II hora
da mulata, alim de Iralar de Barios aogocto* .le in-
lerease commuin da iiinsma confruri, o porisio
convida a IikIos os irmao* em geral para que rom-
nanea......i referido da o hora, na sua igreja de
Sania Cruz.
Perdcu-se no da 18 do correnle, na occaio
daihrisma cm S. I'edro, um par do pulreiras, sen-
il,, una maior que oulra: roga-*o aioe**Oa que as
acliou, o favor de a levar i ra darMraaajerta n.
IK, que sera gratificado.
O ahaixo assiun.ido previne ao respeilsvol pu-
hlico, que a esclava .Mara e seus lillios Mareollao,
idade de lo anuos, e Luisa, idnilu de 5 annos, o*
quaes -<- acham cm poder de francisca Xavier, mo-
radora na povoacn dos Afogado*, sao pcrlenreiiles
an casal de seu tallecido pa Anlouii) de So ln.ll-
eulle Lilis, visto que aste no anno de I826 fes doa-
rfioda referida eserava, entilo de Hialinos, a .lila
Francisca Xavier, parosla gozar dos sen *cn ico*,
em qtiaut vivease, que por morlc da donalara,
rollara a eserava c lillios que por ventura lvess.t,
para o poder do doador ou de seus henlelroa. Ten-
do o auno passadi. .Muuol Antonio I-erra/ juslili-
cado que era rasado com l;raucisca Xavier, rom o
nlenlo de chamar a si os csrravos, o Inlegerrimo
juizjulgando por scntenca jusliflcaesjo,mandou
que fossem depositada a eserava Mara e sua lilha
Luisa, t mise dando o mesmo a respeito de .Mar-
*^ lenlino por dser-se ser ello rorro Ble que ojuslili-
f caut.- provese eompelenlemonle o dominio que i-
& li ha cm refer,los esclavos ; sabedor dis>o o aliaixo
aesignado polio vista para oniliarsos de terreiro
senhor, que seo.lo llata.lo a revelia .lo mismo Per-
ra/, fui,uu aiin.d julgadoB* o abaiso sssigaado
cumo procuradoi uesus mil rnanos, reeenende
os escravos, dolle* fe/, entrega n Franriara Xavier
no da K do correnle mez. Todava deseonllandoo
abaiso assignadoquo a mesmo Perras faca algomi
cousa que llie canse cmharacos a jusllicar o scu
direilo,nao podeudo dar as providencias de proiupto
p.-la longilude cm quo se nrha do lugar, roga ao
lllni. Sr. desciiih.uyador chefo de polica, que nao
conceda paasupurle para torada provineiatos Bles-
mos escravos .aria. Marcolioo el.u/ia e juntamen-
te pede as aiilori.la.les poiiciaes da hreguesir dos
Atojados que nellos loiiham suas vistas, dandoa
providencias necesarias por olguin slnislro que
.os.a acontecer, avisando imniedialainenlo ao alni-
vo assi^na.lo, que satisfar lodas asdespeza*. Du-
tro -no o abaiso assignado pelo prsenlo, prolesta
|iela inculcada alforria ilo .Marroliuo, vr-lu niim a
I laiii-is.-a Xavier, romo simples usiiliurliiara, nao
linha direilo a conredcr-llie a llher.lado. como em
lempo conipclenlc se nioslrali J.- mais prole-la pro-
rodir conlra todo aquello, que por venan lizer
alguma Iransaooao sobro ditos escravos.
Cola,i.-.la Victoria-JO de agosto de I853.
jv ilr Su Caralcanli l.hu.
Precisa-se fallar rom o Sr.*Anlonio AagUflo
Ma.iel, a negocio que llie di/, respeilo : no arma-
zn) de Joan Maililis .le lluros, na lr.ives.sa da Ma-
dio de Dees.
Antonio Carlos Pcreira de Burgos Poncc de
l.eon, faz srcnle qu'c na.ln deve ao Sr. Julo I ran-
cisro .le Araujo, romo demonstra pelo reribo infra,
o porque ole o prsenle o seu val nao llic fui enlre-
auc, lem assiin publicado para quem lalarassar pos-
sa.Herelii doSr. Antonio Carlos Peroira de Bur-
go* Ponrc de Len, a quanlia de IOI)OIKI rs. im-
poilan.-ia de um fica da mesma quanlia, que o .lito
senhor me passou, rujo lira lirar.i sem uonlium ef-
felo, o nao rarodelle entregue por niio o encontrar,
poiein Inao que apparei;a serei phrigado a enlregar,
rujo lira foi de una szm da compra que o dilo se-
nhor fez do Blufea* Una, o par oslar paso o larls-
feilo passei o presente de niiulia ledra e signal. Ci-
dade ila Victoria enis.iiitii Anlo IU de selemhro de
M.Sao rs. liOJXK.
Joo Franntco ilr Iraajo.
Ila-se dinheiro a premio em pequeas porenes,
sobre peuhores : quem precisar, dirija-se aollcina
de ourives defr.uilc do lliealro de S. Francisco, que
all se dir quem di.
procos ninis l>a\os (lo ijiio cm ou
lia tiualquer parte,tanto cm por- ti
ees, como a rctallio, alliancaiido-
ie aos compradores um s preco
para lodos : oslo estabelceiiiiento
aliiio-so (lo combinacSo com a
maior parte das casas commerctaes
inglezas, iiancc/.as, allcmaas i:suis-
sas, para vender fa/.t'iidas mais cm
tonta do que se tem vendido, epor
isio ollerecendo elle maiores van-
lagens to que outio qualquer ; o
proprietario deste importante c-
i tabeleciinento convida a* lodos os
M seus patricios, cao publico cm ;c-
^ ral, para (pie vciiliam ( a' lun dos
y seus inlci-csses) comprar l'a/.eiulas
3 liaralas, no arma/.cm da ra do
]f Collcj'io ti. de
Antonio l.ui/. dos Santos.
Casa de commissao' de escravos, n<>
ra larga do Kosario, n. 22, segun-
do andar.
Nesla rusa iTcrl-rni-M! rsrravos por rnnim.so,
para aarem voodidoi por conla deaeui senhores,
aftanc,aodo-a0 o liom iralamonlo. larimcoma ase-
uiir.inr;i ilos niesiiKis; ii se [io|i;iniloesfori;os |uira
qne M misinos rsri;i\o*spjam \eiilironi|>-
ftlflo, iiini deque *rus wnliorea, nao BoOtramempar
tr-rom a venda Irllrs.
Agencia de patsaporte, titulo de residencia,
matricula de escravot e illiminaco'ei ; na
ra da Frata n. 43, primeiro andar.
Claudino do Kogu Liina daroacha paeMporleapa-
ra dentro e fVa <> impero( (iinlo <\c rtudeiKaf
matricula escravos e illinihm rom i m ~i/1 ccom*
modo |rero.
Fnbllcaco'ei beapanholat.
Km., : c oulras obraa escripn em Idioma hrs-
pniihol, nillda Imprettallo com excellenlea umviir.is,
por preco mullo commodo: na rasa n. *>, ilofrprtte
do Tranfclie Novo.
IVnlrii-sr ilo-ilc o limar denominado H.oro,
al o herr lo Vera* na Hea-Visla, na noile de ti
do corrento, um roloaio inqueno, orltontat, rai*a
de ouro, o mostrador da prala( rom crrante do pa
na < ouro, rom urna rorrenliulia, c presa a ella mn
lopa/iu amarollo engaalado rin ouro : a pessoa mo
aclioui i|uprendti reailuir, lenhaa Imndutlrdeo u--
var a scu dono, na ra aira/ila mal i/ da Boa-Via*
la, rasa u. I'i, ou no paleo ilo l'arai/o, wbrado i
2B, i\\k scr.i ^enrrosmienle cralilirado.
ATTENCAO'.
Nova fabrica dcclinpeoa do sol no iici-
ro du Boa-Vista u.
) dono ileslc eslabeleriinenlo lem a lumra ile
parlji-jpar ao rrspcla\el puldico prruamlnirano,
(pie lliechegou pido uliinio na\io eliegado do Havre,
um grande sorliniriilo de rliapcos de sol, lano tle
KCda romo de paniinlio, riMpeoa rom rabos de can-
oa da [ndfa em caricaturas, ricos chapeos do senlio-
ros, lauto menlo de soda, c paillillitlO cm pera, para roluii
qualqoor armarn usada rom asseio: lodos osles oli-
jeclos (.cima mcnriiinados, vemlein-se cm porrilo o
a retalIto, com grande redurro dos preros. .No dilo
eslabelecmcnio se couserlam oadiloMobJecloacom
asscio c prompiido, por prcro mais eommodo el
que em oulra qualquer parle.
Ao publico.
Sao bem ronlieriilas nleli/menlc urnas nodoas
amarellaras deipiese \rcm alarailas as pelas desla
ftrara, ruja enrormidade apparere \i*ivelmeulc ua
ftiee, c por lodo corpo, chamada vulgarmente
quipllaOU principio tle inorplia. inolesli;i (jur
("in sombado dos eflleaxei ramodlos da medicina.
Cliegotl a e-i(.i praca urna siudiora, que sem pro se
dedicou asemrlhanle Iralamonlo, ohlcudoo dcHej.i-
doelTeito cm multas prelM de diversos scnhorci
tlesla praca. A praliea de longos minos, o remedia
elra/; qne lem emprei:adu pura aniquilar IAo hor-
rivel enrermidade. lio o hom o feliz resollado sem-
pra ohlldo ; obrinam-na a aumnuiar (pie nc nao
curar radicalmente lal enfermidade, perde, alm le
son honrroso Irabidho, a uralillraca, que para o
ruralivose lionvcr estipulado: a Iralar un Hoa-Vis-
(a. na Volita n. Kl.
I'recisa-se de un fttrnoiro odeum amassador
i Iriiliir na ra Dircila n. n!l.
A pessoa que annuiirioii querer alutar um ei-
cravo para o irrvico do casa, pauando-sc mcnsal-
inonlo o que se ajnslar, appnrc(;a na rua do Range]
o. 21, que arhara rom quem Iralar a qualquer hora.
PauloGaignou, dentista.
S Pode ser procurado a qualquer hora era
r? sua casa na rua larga do Rosario, n.
S 36, segundo andar.
DENTISTA AHFRICAM
UjNTES AHTIFICIAES. j
7 RIA DA'CRIZ 7.
I). It. ll;i>uon. riruruiA.. ilfiilisln, lem alionra.lo
prevenir o publico, que araba de rc.-obrr das Ea-
i.iilos-l ui.tos, polo iillimo navio, um grande sorli-
mculoilos rol.'bres denles niincracs IneorraptrVBla,
iiicoiilpslavcliiiciile lirios como supe iorc ,-i lorias a*
oulras qualidade* que lem appnrc.-id.) ale boje, so-
bre ludo pela rara pcrfei^ilo rom que imil.un n nu-
lurexa. I). H. Ila\n.in, eonlierido pela perfeico
ras sua* obra* e a ino.lcrac.lo do* seus preeos, eonll-
n.i a applicar denle* arliticiae* pelos tnelliore**>s-
lema* adoptado* na America c Europa, sem nc-
nliiiiiii nllcrarno nos preco* bem conliecido* de seu
esliilK-Icciinenlii.
I'IIKCOS SEtiUlNTES i
l'.u i'buinbar un) denle de SU i
_____ ?---------------
.......II" '! II.....
TenJlToilulio asslgnado, podo an mo da
A nlonio (orne* Villai diversas latras de algn da
seu* devedores para sercm cobradas pelo dilo Vil-
lar, entra oulru, dos senhor**, coronel Bento Jos
T.emcnha I.ins, e Francisco JoseTavares Lira, pa-
ra, recebidas que fossem, ter entregue o producto
das mesmas, ao abaiso asslgnado ; acontece que
lendo agora exigido do dilo Villar a soloco desle
negocio, este ss recusa restituir o producto, que
por ventura lenha cobrado, ou os proprioe docu-
mentos, no caso que ainda nao eflectuesM roeebi-
menlo algum. Sorprehendi.lo o abaiso asslgnado
rom nula audacia do dilo Villar, oio obstante as
cautelas, que emboa e devida forma passtra, eas-
slgnSra de seu punho, e dever-lhe comideravei
quanlia* provadas por credilo, letras, e escriplura
publica, agora appclla para urna demanda, seu l-
menlo fuvorilo, declarando islo mesmo perante al-
Kumas pessoas de recoulieeida prohidade, que se
achavam na loia dn Sr. Joaquim da Silva Caslru:
querendo rom esle inslito e inaudito procedimenlo
arruinar ao abaiso assignado, pai de numeroso* li-
llu>-, em pagamenlodo* mai* valiosos serviros, qua
chorando com lagrima* nos 0II109, desvalido, e per-
seguido implorara de joelhos, o recebera do abaiso
.1-1.M111.I11 n mais decidida prolcrro ; o qu. be
nesla cidade da mais publica iioloriedade; o .Me
modo lendo conquistado com *olucos a amizade,
serviros, ogrossasquanla(con*lanlea de documeu-
los) do abaixo assignado, hoje quer-lhe pagar com a
mais fel c negra iugraliddo. Assiin o abaiso aasi-
enado so vi> na dolorosa precisil de avisar ao* dilo*
similores, seus llovedores, que nao pnguero ao refe-
rido Antonio lime* Villar, o que aiuda csleja |ier
1.1 -ai. visto como cel promplo a provar com docu-
menlos do dilo \ illar.nan llie pertoncerem dila* di-'
v idas. Francco Catalcanli de Mello.
Mu noel de Almeida Lo|>es. corn casado
r.iiisi|;iiu<;iu de escravos, na rua dos
Quarteit n. 'i.
Nesla rasa recebem-se escravos de commissSo'os-
ra so vender, lano para a provincia como para fura
dola, por conla de seus dono*; allianra-se o bom
Iralamonlo e seguranca do* mesros ; e lambera
cnmprnm-se c pagani-ao bem, agradando.
rrecisa-sc alugar urna negra captiva, qne fara
o servico de urna casa a Independencia n. 31) e 38.
t'rerisa-ae de urna ama de leito para aucarre-
ir-sc da 1 liarn de um menino reseemoascidot na
roa da Cadeia do Kecife n. 29, segundo andar.
Lotera de N. S. do Livramento.
No da .tu do corrento andnm infallivelmente a*
rudas desla loleria, seja qual Mr o numero de bllbe-
lo* quo elisia, o o rcslo dos mesmo* acha-se a
venda no* lugares jii auniniciados.
A quem fr olrcrecido para comprar ou cou-
corlar um allinelc do pcilo quadrado, com vidros
para pdr ralielloe, o qual linha ilenlro urna flor de
os, c est ruin a Iranq.ieta quebrada, Iraga-o a
esla lypographia, que ser generosamente recom-
pensado.
D*lonel>a, ralajoairo,
vend' e concerta ivelogios, por commodos
pi-ecos : na rita Nova n. 11, loja de Mr.
Gadault.
Aluga-sc urna casa, na rua do t jildeireiro.com
irmacio para venda, na esquina da Iravesta do
Monleiro, a qual esl livro do imposto: na prara
la Independencia,' livraria 11. lie.
Aitafloao', o chex.lro.
O Sr. Joaquim Pcreira da Osla Larangeira* nao
se iide retirar para fra do imperio tem que pri-
iiieii.i sol.le rutilas com o abaiso assignado, e Irale o
|.mu.1 anles do llie vir pagar, do conlrario loi .1 do
ver sempre o seu nome nesla folha, eroga-sc a qual-
quer (apila,, de navios de o nao receber a seu bor-
do, sem que ello aprsenle recibo em como pagou
ao annuncianle, c se acaso o rccclwr lerSo do passar
por algum iiirommodo.
Manoel .-Inlonio de Souza Hibeiro.
ANTIOA
BOTICA
HOMBOPATHICA
-*BSf Hl'A HAS CHIVES --
Fundada por
I.IISSFI IMIOYI.
I^lo eslabeleriinenlo |>ossue Ukloaoil n*-
tl 11......Milu- al acora experimentados lano
na Europa romo 110 Brasil, e preparados po-
laamaclunasda imoncao dn |)r. Mure.
Ca Iriras de l luliosalc IliO, pOC procos va-
raveiXq conformo a qualidade da raixas a
quanlidadc do reincdio e suas d\nami-
25:000 rs.
L'MA.r.AHTEIRA com os 21 prinripaes
romedin* liomopalbiros e I) obras dillereulr-*,
indispeusaveis para os principiante* que se
3H1/C1 mi convencer da venlaue da nova me-
iriua ; ronlcudo alm de muilos ronselho*
rlinious, a palhoffenesia de 48 mwlicamen-
lo*.
Tulio* nvulsosfcada um ).....1S00
I inliirasdc liidososmedicainenlos em fras-
cos de J, onca............9000
Na mesma holira enoonlrar-*e-ha sempre
um .'raudo sorlimenlo de livro* em portu-
uuo/ o francs, e emfini ludo quanlo he ne-
i'ossario para o osludu e praliea da homopa-
- "li-
dem da bolarcadaam
.VKKm
79 a i-OOO
AVISO AOS SENSORES DE ENGENHO.
Alenlas as Brandes vanlageii* na moagem de .-an-
na, |iinvcnie,desde ler o* lamliorcs das niocndas
licrloilumenlo lomeados.onbalso assignado respeito-
samenlo lenibra aos senhore* de couenho que na
sua fundlcSo de ferro cm Kiira de l'orlas *e |id8
|ii'i ii-n.imi-uii' lomear de novo um jogo do lambo-
ros, e aparar c endireilar os dente* das carretas com
lana piesleza, que se pode onlreaa-los no memo
da. cvilau.lo-so assiin o inconveniente da demora
do* carros e o impale da rooagern; astimeomo quo
a mesma fundirlo so acba sempre sorlida, nao de
novas moenda* do diversos lmannos 0. moilelris, se-
nao lambem do imlas donladas, lauto para agua,
romo para inim.ies de lodas as propor;oes, a Haber :
\11lla |Hir v.)lla, volla o qiinrln, volla e Ierro, volla
e meio, duas, Iros, quarlro volla*. etc., etc., c por-
lanlo que qualquer senhor de engenho querendo ac-
oderar a sua moenda, a lim de moer mais caima no
meamo lompo, uu relorda-ln, a lim de eapremer mal*
liquido da mesma caima, pode sem demora esrolher
as rudas compclenlo*. I'uiidioilo do ferro na rua
do llrun pussamlo orhafari*. D. W. Bmcman,
eiigeiibeiro.
ATTENCAO, t'MCII ItKI'llSITO NESTA
CIDADE.
Paulo CaiiiiiiHi, donlisla rerebeu agua denli-
frice do l)r. Fierre, esla aou.i r.inlierida romo a 1110-
llior quo lem anDareri.li>, ( e lem muilo* elogioso
son aulur,) lem BjBopriedade de conservar a lioi-ra
eiieirosa c preservar das dure* de denles: tira o
goslo dcs-auradavel que da em Reral o rharulo. al-
.unmas gulas desla 11 um cupo d'agua sao sufll.-ii-ii-
lis ; lambo) so achara, pn deiitifriee exrellenle para
a .-ouservarao dos dente* : naj-ua larga do llosario
n. 3li, segundo andar.
TFabrica d. chapeo a sol, aa traca
da IndepaadencU, a. 36.
Ilauocl Jouno, eliegado iitlimameulc nesla rkla-
de, Km honra do participar ao respeilavel publi-
co, quo Irouxo com *ii;o, um li.-o a lonudclo orli-
menlo de chapos de sol. lano Je seda como de
panninbo |iara homem o senliora, ricos chapeos He
seda com cabos de caima da ludia.dlloscum rarua-
luras, dilo* de arma(io de ac, com ricos casloes do
marliiii, bengalas e uulros muilo objeclos dos mais
moderno* o variados, assioi como Irouse lamliem
mu lindo sorlimenlo de seda* o panniulioa para ni-
hrir qualquer arma.Mo iisada : lodos cales objeclos
inciici.iiiadiM,.onccrlani-*oeoin asseo.e prompli.li.u.
por preros mui raioavois, mais baralo do que em
oulra qualqner parlo; vendem-so ;cm porcltoe a va-
ATTENgAO'.
Cuta di' coininisso de escravos, na rua
da Gloria n. 7. -
Nosta caa recebcm-sc escravos de eommisso lia-
ra se vender, lano para a provincia como para fura
dalla por 1.ma de ten* dono*, aflanca-ae o bom Ira-
lamenlo, c assim como segurancA dos meamos, c
lambam compra-e, e paga-se bem agradando.
asU


\
maasBsemamsammmmmmmmmm
A pessoas que tiverem tido contu
i oni o fallecido Antonio Bi'andSo da jKo-
cha, liijaui de as aprcsentar no prazo de
8 das contados, para fechar o balunro :
na ra do Crespo n. 11.
Aluga-se a paitara da ra Nova, que fo de
Beato Aniuiiiu Dogos: a Iralar na mesma ra n. 3.
O abaixo asalgnado, desejaodo conrordar com
a vonlade de alguna de seus amigos, que lite le"
pedido Ibes venda un pedaco de trra, ara mu
toa quurleiroes de seus terrenos, silos na ra Po-
va, por detrs da Concordia, Iravessa dos Marlv rios,
e dita do Monteiro, para edillcarem : o ahaito as-
iguidu deaejando, nao so servir a cales, cerno a to-
dos que apreciaren! a edifica*}*, c quizereinedifi-
car em ditoslerrenos, pelascomniodidadesqueonere-
cem para sua edilicscao ; lem reaolvido rclalhar o
' segundo e lerceiro quarleiro, com o fundo de 150
palmos, e a Trente que cada um quizer escollier, por
terem qualro frentes cada quarleirflo, pelo mdico
preco de 59000 es. por cada palmo de frente, com o
foro de 20 rs.: as pessoas que pretenderem e quize-
rem aproveilar-se dos molliores lugares, pdem en-
lcuder-e com o'mesmo abaixo assignado, morador
na ra larga do Aosario, padaria n. 18, ou na mes-
illa ra da Concordia, com Pedro Antonio Tclteira
Guiuaraes, que para slo esl aulorisado.
Manoel .1. de Jesut.
.Precisa-sede um caiteiro de 10 a 14 anuos:
na ra da Senzala Vellia n. 48.
Atti'iii
COMPRAS.
Compra-s lodo o travejamento |iirn a coberla
do Hospital Pedro I): a tratar com o direrlor Au-
li'iiiti Jos Gomes du Crrelo.
Compra-se quolquer peca vellia do metal cha-
mado do principe, prefer mIo-e o (|uo soja mais
claro: na ra do Colico n. "i, taberna do Fon-
te.
Comprain-se escravos, e tendern-se. recelwm-
se de commiasa, tanto para a provincia como para
fradella; ua ra dos Otiarleis n. 24. segundo an-
dar.
Compra-se urna casa terrea soflrivcl, no liairro
de Santo Antonio ou S. Jos, <|uo teuha bom quin-
tal, preferiiido-se na* ras Dimla, Aguas Verdes,
Hurlas, Camboa do Carino. Flores c Cru/cs: (juem
tiver, aimuncio por este Diario, ou ilirija-sc a roa
da Virarao n. 9.
Compra ni-se constantemente garrafas pretas.e
botijas, a WMW rs. o cenlo, e brancas, a 80 rs. cada
urna : na rubrica de licores de Itaitao \ Macedo, ua
ra Direila n. 17.
f.onpra-se urna balain;a grande para pesar
assucar em engenho : quem a llver, tur ja-se a ra
da Cadea Vcllia u. i!4. primeiru andar.
Compra-se urna cadeira de bracos com as suas
coni|>eleiiles correas, que esleja em bom e-dado : na
ra dasCnues u. 2, ou aiiinuirio (Hiresla Milu.
Compra-se um diccionario de Funseca, fraijce/
0 porlugue/.um Telemaque, e sraminalica de Baur-
^aim, ludoem bom estado, e urna lorucirade bron-
ze, ou de cobre, ou ferro, para tanque 'agua; no:
.iiimi/i'hi de ra Nova n. 67.
VENDAS
Veude-se um oplimo csbriolcle coberto, com
lodos os seus arreios : no pateo do Hospital do l'.i
raiso, nacoebeira dos carros fnebres.
Vende-se um moleque, crioulo, sadio e robus-
to, deidade de fi aunos, pouco mais uu menos: a
tratar com Manoel da Silva Santos, na ra da Ca-
dea n. 10.
Vendo-se um moleoue crioulo inuito moco,
de 18 auuns de idade, sabe coziuhar, fazer doces
do todas a qualidades, refina assucar, ludo com
pcrfci'.'o, nianca-se ni < ler molestia alguma cuco-
berla : avista se dir o preco porque ha de agradnr
ao comprador, a ligura e sua* habilidades pode
ser vikto na ra da Cadeia do Hecifc n ,.">i.
Vende-se urna taberna bein afregnezada, pro-
pria para um principiante, lem commodos para fa-
milia, na ruado Colnvcllo n. i "i : a tratar na mes-
ina ra u. 9, padaria.
Veudein-se palihis de panno fine preto, palitos
de merino da China, de cores: na ra Nova, D. 2,
aira/ da matriz.
Na ra Nova, loja n. 2, vendem-sc
t Ib apeos fraueexes da nimia de Pars 7>~r00
Lencos de seda para sen hora.....I-mini
Sapalos de bezerro para meninos i000
Veudem-sc charutos de llavana: na luja, n.
2, da ra Nova.
Andar moda com pouco dJnhelro.
Na ra do Queimado segunda loja n. 18, vnde-
se luvas do |>ellica prcla para huinein, senhorae
meninos a 500 rs. o par.
Chitas escocezas.
Venilcm-so chitas etcocezas do furla-cnres, e de
padres lindos, a 160 rs. n covado, e 't&'rOQa pe'.'1 :
na ra Nova, loju nova n. Iti.
Vestidos baratos.
Vcudem-se vestidos hrancos do dous habados, a
5&000 rs., ditos de habados de cores, a 57>OO, ditos
bordados, a t&iOO, ditos de barra, a -i un i rs., ditos
de eassas pintadas de 2 e 1 habados, a 69OOO rs.,
cambraias de salpico* com 8 varas o corte, a ;tff'>00,
cassa* franco as a fejOOOrs. o corle, eassas chita, a
29OOO rs. ; ilam-sc amostras de ludo com penhor:
na ra Nova, loja nova n. 16.
Chitas baratas.
Vcndein-se chitas de cores fitas, de bonitos pa-
drees, claros e oscuros, a 120, 140, 180 e 200 rs. o
covado ; dam-se amostras com peidior : na ra No-
va, loja nova 11. Ili.
Vende-se um sitio na praia (IeS.Fra11ri.ro.
coui 50 ou 00 i"'- de coqueiros, ecom casa de pedra
o cal, rcctilicada de novo por dentro,boas Ierras pa-
ra plantar, bom lugar para passar a Testa, honi tan-
que d'agua para beber e lavar roupa ; vende-se por
preco com modo : em Fura de Portas n. 145, segun-
do andar.
Vende-se a taberna da esquina da ra das
Cruzes 11.2, ou se entrega or balance a um caiiei-
ro, dando fiador a sua conducta : na mesma se far
lodo o negocio.
Cera de carnauba.
Vende-e cera de carnauba da melhor que lem
viudo do Aratalv, em por rilo, e a retalho por preco
eommodo : na ra do Kangel n. I.
Vcudem-se duas casas terrea, urna na na da
Aurora, B.30, em chaos proprios, e oulra amado
Mondcgo, 11. (i", lambemem chaos proprios, ambas
bem construidas, c com boas accomndaces. Assim
como duas parles de um silio, em S. Amaro, junio
ao cemilerio, que fui do fallecido Fraucisco do Pau-
la Freir, com boa casa de vivenda, sen/ala e estri-
bara, ludo de jn'dra e cal, e urna ou Ira casa na
frente do dito sitio tambem de pedra e cal: quem
os pretender dirija-so a Manoel Elias de Moura, na
praca da Boa-Vista, 11.28.
No arma*om deJoao Baplisla dos Santos Lobo,
11. ti, Iravessa do arsenal de guerra, vende-se ar-
roz pilado fin saccas.s
Vende-se urna cscrava crioula de idade de II
para 12 anuos, de bonita figura, sadia, com princi-
pio de aU'umas habilidades ; quem a pretender pro-
cure na ra larga do Rosario, n. das 6 da ma-
iih.la at as 0, e lo meio da, ate* as i da tarde.
Vende-se una escrava, crioula, perfeita coil-
nheira, cii^ommadeira, lavadeira de barre I la o sa-
l.i">. sem vicio, e haslaulc sada, sendo o motivo da
venda, nlo querer ellaacompanhar seu senhor para
fura 'a provincia : na ra da Calcada, sobrado ama-
rollo, 11. 12.
Pao' de familia.
O propriclario da padaria delraz da matriz da
Boa-Vista, u. 26, pretende no da lodo correte,
Bproeolar ao publico o melhor Pique (em appa-
recido e o mais acreditado |no rTm de Janeiro, o
!ual be condecido pelas pessoas que lem estado no
O, Soso vende no deposito da ra do Kangel, n.
t3,e na iiiesma padaria a pessoas que quizer com-
prar, c fazer suas encmmendas ua mesma casa ci-
ma.
PRECOS.
t-'m.......160
Dito.......80
Vemle-se urna prcla, que sabe coziuhar o dia-
rio de urna rasa, e lava de sabao : na ra doColle-
gio u. 12.
Vende-te o deposito da rila do Aragao n. :W ,
proprio j),ira taberna, por ler armaeflo e casa, lem
commodos para* inorar familia, pois he a ultima vez
que se annuncia, porque ja e-i- em aiusle, e qoem
mais der eslu a preferir.
Vendse a mcllior familia de San-
ia Gatlianna.t'in gaccaa grande, a 5^500
Vi. : DO ai-ma/rn. do Forte do Mullos ti.
20, deronte do (rapiebedo algodao, ou
a tratar com .Manoel Al ve Guerra J-
nior, 11.1 ra do Trapiclie n. IV, )ii-
meiro andar.
Veucto-ie um reato de ejemplares
ta obra Hapliuel, paginas da juventu-
t\r por Lamartine, vei-to porttigue-
iax de D. Cario (iuido y Spano : iii ra
do Trapiche n. XK, primetro andar.
barateiro da (Vente do Li-
vrarin'iiln.
Chegaram ao dono dcsla loja, lindo* brincos doo-
rados rom-coraltliH, a carij^. para senhoras eme-
ninas, inuito estimado pelas senhoras de Parii, fa-
zenda moderna : vende-se por pouco'tjinheiro, na
loja de miudezas na frente do Uvramentn.
C5va ac torcal, il, pellica eseda, pa-
ra senhoras.
Chegou novo sortimenlo de luvas, de todas as
qualidades, para homena esenhoras, muito mais ba-
rato que em parte^alguma: na /rente do Litramen-
to, Ipja de miudexa*.
ZW Sellins inglezeB. -^
Vendem**e sel lins inglezes
de patente, de primeira qua-
lidade, proprios para n fes-
ta : 110 nrmazein de Adam-
son Ilowie & Companliia, na
ra do Trapiche n. 42. No
mesino arma/,em veiidem-se oleados pa-
ra assoalhar salas, muito ricos, tanto em
qualidade, com em gottto de desenlio.
Panno preto e de cores.
Na luja do sobrado amarcllo, nos Qualro Cantos
da ra do Queiinado 11. -20, ha para vender um com-
pleto sorlimento de panno preto e de todas as cores,
sendo limito fino e cores Ihas, c pelo barato proco
de 49OOO rs. o covado.
Hicos braeeleteinle coralinas para
senhoras.
Vende-se, nfrenlo lo l.ivramcnto, alXIQprs.
cada urna, franqueiam-sc as amostras ilevando o
coinpetenlo penhor.
Meias cruai brancas e de ultras,
para meninos, menina-, senhoras o hmeos ; agu-
Ibas francezas, rm caixinhas de papis surtidas, a
00 rs. a Clisa ; ricas lilas laM'adas para ciuteiro de
senhora; livelasdouradas e de madrcpcrola para a
mesmas; litas largas de vellido, a 010 rs. avara;
obreiasde cola Iransparcules ; carteirinhas peque-
as pura leohorat; pentcs ile bfalo de fcirliar. romo
caivetes, grampas em caiviuhas, a 120 rs. cada
urna ; retroz das mais lidas cores, que se pode de-
sojar, para lencos e coser sedas ; cscovas para lato
c cabello; volantes para armadores, o militas oulras
quinquelharias, mais baratas que em parle alguma:
ua frente do I.mmenlo, toja de miudezas de Fran-
cisco A. de Pinho.
No segundo andar da casa da ra doCollcuio
n. 8, vende-se um ptimo escravo, de naco: ,1 tra-
tar na referida casa.
Vendc-sc urna escrava, ilc liarn, muito mo-
ca, bonita figura, parida de pouco, com bom Iclc,
cuzuha, lava, ciigonima e he quilaiideira, sem vi-
cios, e a causa da venda Mdlrai ao comprador : a
rilar na Cambas do Caoao o. 38, primoifo andar.
I'VIIA III Hl rIEGISAI.
Vende-se um bom eavallo para cabrio*
lele, sendo meslre: trala-secom Munoel
Cardoso da Fonseca, na praca do Corpo
Sanio.
Em meio uso.
Vende-se um i>ar de bancas de
de Jacaranda', obra bem acabada
nao he fblcada : na ra de llorlas 11. ><'
casa tarrea que tem a frente piulada de
azul, e podadas brancas.
Vendem-se btalas superiores, a tlfOOOra, ca-
da arroba, extracto de losna, a 8(M) rs. a garrafa,
cha prclo, hooMopsIllico, a I.1 1 ma a libra: na Ira-
vessa da Maiho de Dos, armazn! piulado de nWo.
Cal virgem de Lisboa.
lia para vender barril doral nova, viuda de Lis-
boa na barca Margar ida, he a mais nova que exis-
te : na ra de Apollo a, 18, mi na praca do Com-
mercio, escriptorio n. (.
IUII1 I.AFFECTKIJR.
O uniro auiopUadO pordeetSo f decreto imperial.
Us mediros dos hospitae reconuneiidam oarrotM
Lalleclcuv, como aenuo o nico aulorisado pelo m>-
veruoe pela lto.il Sociedade de Medicina. Cito me
licaueulo (ruin goslo auradavel, e fcil a lomai
em secreto, est em uso na marinha real desde man
de ou .unios; ma radicalmente em noocolempo
com pouca despeza, -!n mercurio, as alleccoes pello, impin^i'tis, as cousequoncu das samas, ul
ceras, a w BCCideDtea dos partos, da idaile critica e
da acrimonia hereditaria dos humores', COflVom SOS
calharros, da bexiua, as conlraecoes, e flaqueza
dos oraAos, precedida do abuso das iimecccs nu de
sondas. Como anl-s>philitico,.o arroba cara cm
pouco lcni|)0 os Iluto* recentes ou reMdos, que xol
vem Inceasantea aera conaequencia rinetupragoda eo-
paiba, da rubeba, 011 das injececs que repreaen-
liini o virus sf'tn neulralisa-lo. I) arrobe Laueclem
he especialmente recoimuciidailo contra as doeucas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio cao ioilureto
de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de llar-
ral, e de Antonio Feliciano Alvos de Azevedo, pra-
ca de I*. Pedro n. 88, olido acaba de tllCgsr unta
uramlc pprcSodo Brralas grandes e pequeas, vin-
das directamente de Pars, decasa do Si. Boyveau-
LatTeclenv 12, ruc Hichev a Pars. Os loriuularios
dani-M' gratis etn casa do sjenle Silva, na praca de
I). Pedro 11. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Ara lijo; na Babia, Lima A Inu.los; em IVrnam-
buco, Soomf Hio de Janeiro, Korlia 4\ Flhos el
Moreira, loja dedrouas; Villa-Nova. Jlo lVreira
de Magatea Leilo; Rio-Oraiide, Francisco de Pau-
la Oiulo a 1 .
Vende-so ama prcla de nacuo, de meia idade,
boaengoinmadeiraccoziiilioia, com um lillio de 15
anuos, cria da casa o lifin he ptimo para um pa-
gem por ser de linda ligura, e lem principio de la-
paleiro; s se xemle mi e filho: na ra do Quel-
mado, loja de fazendasn. 22.
Vende-se um OBVallo de boa ligara : a Iralar
ua ra da Camboa do ('.armn. 12.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa^Vuto n. 55.
'lem um siirlimoiilo .lo venexfinM com lilis mt-
des ilo linlm e iililir,
e que
ANTIGUIDADE B 8lrERIOItII)AlE
UA
SALSAPAKHILHA DR BRISTOL
sobre
A SALSA PARRUIIA DE SAXDS
Altencao'
A SALSA l'AHKM.IIA liK BHISTll. rtalade*
le IKK!, c lom riinslaiil........itBmanlldo ;i ua re-
ma nc.'0S!'laJc do rerorepr pompo*
aunando, ae Ouo as prepanc(0e8'4e rnerilo imhIciii
d8|icnsar-. O aiiccesao do l)r. BKISTOl. lem
provocado infinita! unoj.i-, o, entre oulra, a dos
Srs. A. II. I>. Sancl, de New-York, preparailnros
e proprielarios da salsa parrillia conhecida pelo 110-
iiir da Sands.
Eslcs Muliun-s snlicilaram a agencia de Salsa par-
rlha de Itrislul, ccomo nflo o podessem obter, l.i-
brlearan nina i/fo de llrislnl.
Es-aqu a carta que os Srs. A. H. 1). Sands es-
crevoram ao llr. Brislol no dia 20 do abril de 1842,
e uue so ada em uosso poder:
. Sr. Dr. C. C. Britlol.
Bfalo, &C.
Nosso aprecia\el scnlior.
Em todo o annn passado lomos vendido quanli-
dadet consideraveis do extracto de Salsa parrilba de
Vine, c pelo que ouvimos ilier de suas i-irliidet
qucllcs que a lom usado, julnainos que a venda da
dita medicina saaugmentara muWssima. Se Vmc.
quizer fa/.cr um coitceni comnosco, rremos quo
nos resultara limita vanlauciu, lano a mW ennm a
Vmc. I cilios mullo praier que Vine, nos reaponda
snlirc esle nwumplo, e se Vine, vicr a esta cldade
daqul a um me/, ou ODUH M'inolliaiilo, loriamos
mullo praier cin o verem noni botica, ra do ''ni-
ln, ii. 79.
l-'icam lis ordena de Vmc. mu MRoroa sen Idorea.
[Aatigoadoa] A. It. D. SANOS.
CONCLUSAO".
I. c A anlL-uidade da>alsa parrilha de HriMnl he
claraineflle provada, pois ipic ella dala dcsile IH32,
eque a do Sands s appareceu em IHi2, poca na
ipi.ii isic droguista nao pode oblar a SBjsneis lo Hr.
Bralol.
d. A superioridads da salsa parrilha de llristol
he ioconlesuveJ; pob que dSo oManto a concur-
rencia da de Sands, ede urna pniT.o de oulras pre-
paiacots. ella lem mantillo a sua repulacao em i|ua-
si toda a America.
As DJiiMrosss BXperienclai relias com o oso da
sal si parrilha em todas as ciiferinidadrs originadas
pela Impuro*! iloiangUO, cu bom xito oblido nes-
la crlr pelo lllin. Sr. |)r. Siiiaiul, |iresideiilc da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos IVixuln em sua clnica. BOmauS
afamada casa de mude na Gambos, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino deOtlveira, moilicn oo asercitoi c
lor varios oulros medicea, awnniltera boje de pro-
clamar allainenle as \h lude-, cllic.i/es da salsa par-
rilha de Bristol vende-se a "v&Y.HI o udro.
( denosilo desla nlss ininlou-se para a bolica
francesada ra da Cruz, em Iroulo aoelialariz
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cnnlia & Amorim, raecberam polo ultimo navio
* Liaboa barr com i i do superior cal om podra
para o fabrico de assucar, c vciiilcni por monos que
em oulra qualquer parlo: o para reehamenlodecon-
las um rstanlo de polaia americana: na ra da
Cadeiado Recffc n. fiu.
Vende-te a verdadeira salsa parri-
llia de Sonda: na botica fivinceauti ua ra
da Cruz, cm irente ao cltalaii/..
liOO.OOO RS.
Vende-se por .VH)^HM rs., ninalyooorsplda rom
mais de700 i de lypos mnllobem lortidos, e um
bom prole de ferro e p o : a fpiem convier dirja-se
a ra das l'.rn/cs u. 2S, seu mulo andar.
Vendem-se em casa de Me. Calmonl & Oun-
paubi.i, ua praca do Corno Santn. II, osOKUinte:
vinho de Marseilleem COtsai de .'t a (i du/i.i
em novollua ecairelis, bren em barrica
pandea, a^o de mHaOaorttdo,ferro Inglesa
AGENCIA
Da Fundicao' Low r.loor. Ra
Senzala nova n. 42.
Neste cstajieleciment continua a ha-
iini completo aortimento de moen-
4
Vestido* dr barra.
Vendem^se corles de vesdoa de chita de barra
fazenda de no vos padres e gustos, peIodiinin-.lt-
loja do obraJo
ilo da ra do Queimado n. 29.
Atoalliiid
Xa lujado s.ihrado amurallo, non Qualro Can los
da roa do Queimado n. 2I, vende-se aloalhadi" de
puro Hubo e de varias lariuras,
do; dito de alRodao flnsindo linh, a ^OO e 2S006>
n.avara ; gaardanapoa adainaw
ii roiinno
1 e 28
linio
ditos de 20800 c :&~>00 rs. a du/ia
Vende-se urna escrava, boa cozinbeira, laxa
muito bem de sabao e brrela, o heoplima quitan-
deira : em Fra de Portas, na ra do Filar n. 51.
Vcudem-se 12 escravos, sendo 6dilosdelodo
servico, I canal; 1 negrinba muito linda, do idade
de 12 annos, e 3escrivas de Lodo servico : na ra
Dircita u. 3.
Vende-so um cabriole! descoberlo, usado, sen-
do, inu ilo forle, por 200000 rs.: na ra do Trapi-
cho Novo, primeiro andar, n. li, oslo no largo da
assembla, o. 20, para so ver.
Manoel da Silva Santos contina a vender as
superiores familias de Irico das marcas Fontana e
Galega : a Iralar no caes da aii.mdrja, ou na ra
do Amorim ns. '>( e 08.
Vende-se um braco de balanca grande, mulo
proplio para arunuem do asquear : na ra da Sen-
zala Nova D. I.
Sobo reOn.ido
Vende-se no deposito de carnauba, ra da Cruz
n. 19.
Geno.
Vede-oogeaaoem barricastchegsdo nltlmamna-
te:em casa J. Keller e\ Companhia, ua ra da
Cruz. n. 55,
PRELOS.
Vcnde-se no nroiazeui do Si
farelo em suecas de "> arrobas,
do iin.1 om ontru
, linhas
muito
da
noa preco
parle.
Vinlios
aneo) o do i;
vondcin-so em
Aiiiii's ,
por inc-
pulquer
sniwriorcs
Bticelras
ilo quintil:
PERRO.
Slair. & c. em
para v<*n< IT ara-
a vouladedo
roncera o Bfl troca as aOVSI por xelha;
comprador.
IIAMIA FUAME/A.
\ endo-se lianlia tranco/a em latas do -1 a :l liliras
cada nina, aHim como a lilira, meifl librae .juarl.is,
pelo diminuto preco de IjOO r., a libra: na roa do
(Juoiinadu loja demiudo/.as n. 19. do Anlmiio Jote
de A/evedn.
Vondo-se mullo luperioi' lai inlia ilc Sania
Calliariiiii, o S. Alallious, medida avista docom-
pradur : a bordo do liri^ne lirasilciin Midu*t run-
dcado perlo da AlfandeRa.
PAO' CRIOULO.
Na padaria da ra da Son/al.i Nova n. 'M, e no
deposito da ra ilo Kauuol n. 1:1, aok-se a venda
diariaiviouleo liollo pjo crioulo, aliticailo por celin-
dro a moda do Itio de Janeiro, u ipi.il alcm da su-
|ierioridadoan paocommum lom a vanlai;ein do sor
denlo de rccolier o mais pequeo BOlpde suur do
Mnaiaadori visto sor amaisado por macliiua : as
mesmas casas acharan sempre as pessoas de lium
ijosloo somiinle:
l<'alias da rainlia por.
dem idem imperiaos
dem de familia .
Aramia de ovos ,
lliscuito de amante. .
Aramia pura .
dem laranjas. .
Ilolachiulia 11._I/ .
Fallas doro
HiMuilo doce......
Biseoiliulios.....
Vendem-tie relogios de
Ml
80(1
SI III
(lili
ton
imi
'iim
JtHI
21(1
210
320
ottro,
tente nglez, os melliorcs que tem viudo
a este mercado, c do mus acreditado
fabricante de Liveriiool: em casado Ra-
te! Mellors & Companhia, na ra da
Cadeia do Ret'ile, n. 30.
Vende-se um preto de lodo snico, Iwm com-
portado, por ordcni de luna pessoa de fiira: no ater-
ro da Uoa Vista n. 60.
Cobertores oscuros,
de algodo, a 800 rs. ; iliin- kuh o "oncarnados ,
nulos eeneerpadni, a I9t00nu: na ma du
Crcs|>o, loja da equina quo volla para a t'.adeia.
Vendo-se vinlio da Madeira de su|ierior <|na-
lidado oniquarlosi* oiUToadapipa, por proco rom-
modo: noarma/.cmda N. o.Biebcr \ Companhia
ua ra da Gnu n. i.
A ellos, que se eslao acabando.
Coberloreade lapele muito Hiaudes, polo diminu-
to prec,o de Ia400, ditos mais peq......os, a 800 rs.,
eolcbasde salpico* brancos, a 18000, lirim trancado
curo, do linlio pomo inuilo lino, a 610 ra. avara,
dulas do amento eicuro e boro paMO, a 110 re. o
covado : na ra do Crespo, loja n. ti-
llas e ninas mociiilas para engenlio, ma-
chinaide vapor, c. taixat de ferro balido
c condo, de todos os tamaiibos, paro
dilo.
AOS SKMIOIIF.S DE BNGENHO.
O arcano da nveticao' du Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, em pregado nal co-
lonias ia;lc/.as i- biillaiule/.as, com gran-
de vaiitugem para o rntrlliocameiilo do
Batucar, aclia-sc a venda, cm lalasde II)
libras, junio com n mclbodo de empre-
ga-lo no idioma pnrhigiic/., ciu casa de
\. 0. Bieber & Companhia', na ra da
Ou/,, o. i.
Xa ra doVIgarlo n. I'1, piimciro andar, lia
para vender, Tardo mullo novo cheilfldo pola barca
Gralidto, por preco colhlliodo, ojuulaiueule nova
cal viruoni do l.islioa.
MIADOS DE
Na fundicao' de 1'
Sanio Amaro acba-sc
lins de ferro do superior quulidadt
MOENDAS SUPERIORES.
Na luiulicao de C. Siai r ,\ Companhia
em Sanio Amaro, aeba-se tiara vender
muanlas de calinas toda de ferro, de um
modello econatruccSo muito superiores.
Vende-M um aacravo, ptimocoilnhelre : no
paleo doCarmo, taberna n. t.
Superior fumo era folln,
vende-so om casa do Taaao fundos.
TIIIF.STE-SSSF.
lie reconclioaadu um rarrefamento da verdadei-
ra [arnlia de SSSrominlio, evonde-sa pormodeo
proco: noisuiplorio de Deanc Voule c\ Conipu-
nhia. ou no< uri armazena no Iteren dotioncalvea
DOCE DE BACOAV.
CIlOKon reccnleiiieule do Haranlifio nina pequea
poiciio dosledi'lir.nlo doce, o melhor (pie ha, lano
pela loa ccllcnuj qoalMadCi como por conservar
se poi niuilo lempo cui perl'eo estado: venilee-
em eaaa le PonlotS Irniio, na ra daGadela Velua.
Acucia de Kdwin Maw.
Na ruado Ap)llon. li. arma/eni da Me. CalmflUl
5; Companhia* aclia-ee conalanloiuonlo bona sorti-
menloi do laiaaa de reno rondo a lialldo, lano ra-
sa como fundas nioendaa ineliraa ledas de ferro pa-
raanunsea, SRoa, elc.dilafl [wra armar em raadei-
ra do lotlo-os liunanliosi* inudcloswmaia modernos,
! machina hoisonlal para vapor com Corea de
\ ca\aiios, copos, paasadeiraa do rorro calanliadu
para casa de purgar, por menos pieco ipieosde CO-
ine. escovens para navios, ferro da anecia o fo-
llintdo llandres : ludo por barato preco.
Depoiito da fabrioa de Todoa o Santoa na Baha.
Vende-se, enicasa doN. O. Ilieher \t'.., n,i ra
da Cruz n* slajodaO Irancjado d'aojuolla Labrica,
ninilo |iropro para saceos de acucare roupa de es-
rravosi por preco eommodo*
Vende-se prcaanloa Infflezealimito novos para
fiambre, Islas com Imtaclitnliaa de soda inie/i, jos de pralo, conservas minio novas, scinenles de lo-
das as qnaliilades de hoi lalice, che^ulas iillimanieu-
(e: na ra da Cruz n. 46, delronla do Sr. Dr.
CosmOa
?:-::'::::}::%?>:*?: ::'::; ; : :
,*; Fartnha de mandioca, %
3% a mais superior, que ha em IVmainbiico, a 'i
;; bordo do hriyue Minerva, abofado do Sania W
v c.iiiiiu-iii.i, fundoada na praia doCollegio, '.-i
t)tf) ah vende-se nrceo eommodo, c lamben) C
J: (raase doiijusle da mcsiua, na praea do Cor* &
;- no Saulu, escriplorio n. 0. ftp
*e9:#:a:t*3W#la)S3
Vcndc-so um molecole de bonila figura, bom
cozinhairo, pois nao s tmbe coziuhar o diario de
uma casa, como u cxlraordinario, |Kis aprompla
um banquete sem o soccorrodc mais alguma pesnoa;
um honilo mulalinlio com ofllco do apateiro, e le
boa conducta, prnprio para pai{cm ; um dtlo mu i lo
bonito, un moleque de I^auno, muito lindo e es-
perto, qualro negros para enxada, uma negra per-
rafia coiiulieira, muito moca e de boa conduela,
uiiKi ilila boa qnlandeira, tambem moga, mai tres
negras inora;, e robustas, dua* iiiulalinlias do JO a
lannos, multe llodsa, proprfai para aerem dadas
de mimo a alguma menina, por lerojn mullo ei-
portas : na ra larga do RoaailOi a. t, segundo
andar
QiUullXU de santos ja' envidra rudo, a
500 r l,sS( rs.
Troca-se um reslo de quadros de diverso* aan-
Ina e sinla*. j.i promplos* para ornar as salas, ou
quarlos, per pouco dinheirn : na frente do Lvra-
ineutu, loja de A. de Pinho.
;idc J. Keller &(
Taixas para engenhos.
Xa lundicno' i\c li'ny do I). YV.
Bowmann, na na do Bru, pulsan-
do o chofariz continua liaver um
completo soiiimento de tnKas ele ferro
umlido v balido iU'. 5-a H palmos de
bocea, as <|uaes acbam-sc a venda, por
preco eommodo e com promptidao':
embareani-se ou carreijam-seein carro
sem despe/.a ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
\ ciidc-sc por priro iiiiiilo rciin-
modn. no a|*mnzem n. 7 de enes du
aflaiuluga, de Jote Jonquiui Perera de
Mello, o(i no escriptorio de Novaes &
Companliia na ra do Trapiclie n.- Til.
Na ra do Vigario n. 10, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu*
sicas pora nimio, violSo e flauta, romo
sejiin, (juadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickw, modinliai, indo modernissimo ,
chegado do Hio de Janeiro.
VINHO 1)0 PORTO MIITO FINO.
Vende-se superior vtnho do Porto, em
barrisde i., 5. e 8.: no arir.a/.emda ra
do A/.ciie de Peise n. M, nu a tratar no
escriptorio de Novaes i: Companhia, na
na do Trapichen. ~>i.
i\o arma/em da Iravessa da Madre
ile Dos n 0, e no arma/eiti dejse Joa-
quim l'ereira de Mello, no caes da AHiin-
dega, >ende-se farinlia de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anligg ileposilo da ra da Odoia do Hecile ,
amiaiein n. U. lu para vender mulle nova polana
ti.i Itussia, americana e brasllelra, em nequemM bar-
r* de I arroba*; a boa qualidade c preco* mais ba-
rato* 'lo i|uo rm oulra qualquer parle, so .inianram
que precliarem comprar. No meamo depoallu
ruin cal de Maboa cm pedra, pro*
Chapeo* do Cliili' a <-arijo.
Vendem-ae bom chapeos do ahili, a cariji, abas
um tanto malorea), a :190(KI etoOOO ra."cada um :
nrrenle do l.ivramente, loja de miudeaa do F.
A. de Pinliov
Vende-*e um boro torno, proprio para tornear
madeira, e metal, por preco romniodo : na ra No-
va 11. 19, primeira andar.

Necessidade para a feata.
Vcnde-se nm carro do qualro rodas com
quatro msenlos, podendo ser puiado por
c n dous cavados, teodo arreios para am-
as sorlrs, umita em contaenovo: na
ilieira da ra Nova n. .rl.
Cal de Lisboa.
Vendc-se, na ra de Apollo n. 21, a mais nova
quo existe, viuda na barca Margarida.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para rosar borlase baia
de rapim, na lundicao de D. W. Kowman: na roa
do Brum ns. (i. s 10.
Casa da esperanca, ra do Queima-
do n. 61.
Nesln casa, o na praea iU Independencia, loja do
Sr. Fortunato, esl a venda um completo sorliinen-
lo do cautelas e liilliclos da lotera de Nossa Senho-
ra do l.ivranicntn, cujus roda.anilaininrallivclinen-
le no dia 30 do correte.
Ililhcles........InlKH
Meios .......2000
llociiuos........Niiin
Vigetimo*..... (20
Palitos feitos.
VandanHsj palilns do patina o easemira.por iireco
milita coininnda para lii|uidar: na loja do Boorado
.iiuarclla, nu- (guaira Ciuilus. da ra do Queimado,
ti. .
Cotes de vestido a 2,000 rs.
Oiutiniiaiii-se a vender cortes do chita lara, ca-
res livas pelo barato precu de JgOIK) cada corlo : na
lofa do sobrado amarello, nos Qualro Canloa da ra
do Queimado, u. 29.
Sedas para vestido
Na toja do sobrado amarellu, nos Qualro Cantos
la ra do Queini.idn. n. -J9. ha para vender um
limpela sai lmenlo ,1o sedas brancas e do caros pa-
ra vc-l ido, o que se venden por proco muito coni-
inoilo.
Vende-M um ando completo para UTO (aval-
lo, mullo oroprio para cabriolle, novamcnle chc-
Kadfl de Franca, o iiiuiln em conla: om rasa de F.
Sauvage A Companhia, na ruada Cruz, n.8, otani-
hoin vendoui-sc uiuilo boas vaquetas, para roherlus
lo carra--.
\cnile-so um i escrava muito boa vendedora
na ra, faz pilo-de-hi e biilinhos do todas asquali
hules: uarua iloCollogion. 91, primeiro andar, se
'iSli
'All
lamheni ha hair
Kimameale chegadosi
. \>inlem-se lonas, brinsaO, brinsr
na* da Kussia : no armaran de N. O
Couipauliia. ua ra da Cm/ n. t.
meia* lo-
Bleber g

I>.vvii)\vii,i.iamiu)\v.ma.n, onaonlwiro ma-
chfnhla e fiinilitiur do forro, miii resAcItoumeDle
annunrla ros Rcnhores proprielarios tic eiigonhost
raicndeiros, e sorespellavol poUleo* aueosoa osta-
belecimpnfo ilefcfro movido por imcliina ilo vapor,
;i ra il<> llrun panando ochafatit. roulina om
cllrt li\nr\orrco, OM*arlKinnn|)l('ljiiiK-iilonmnliilo
ruin apparellioB i.* prmeira qualiilado para i por-
foii.i ronfe^caOda uialora pe^aa Habilitado para emprehendr (|uanquer obrasda
simarlo, David YViiihini Bowman( dewja maispar-
linil.iniHMiH'Hianiai a allonr.o'i paltllca pura W6-
guinles, por ler deltas Rrande orlimenlo Ja1 promp-
l, om deponilo na motiva fundirao, as <|iiw- eons-
Iruidasemana rabrira poilom compellr rom as fabri-
cadas em pala eslranneiro, lano era proco, como em
ijuaiiiaiic ilo material primas o maO do obra, a
saber:
Machinas do vapor da mcllmr consIru^aA.
MoemlhH de colina para ensenhos de lodos os la-
manlios, movidasawanor pr amia, mi animaos.
Rodas de auna, monillos de vento eserras.
Manejos indeoendenles paracavallos.
Rodas dentadas.
Auuiiioi., bronzes e chomaceras*
Ca\ illuVs e parafusos de lodos nslamanhos.
Taixas, paroes,crfvose Imis de Coniallia.
Moinhos do mandioca, movidos a mafl <>'i poranl
maes, e piensas para ;i dila.
Cimpas do rooaOe Tornos de rarinha*
Canos de ierro, loruoiras de ferro o de bronxe.
Bombas para cacimba o de reposo, movidas I
inao. por animaos ou vento.
Guindastes, Rutochose macacos.
Prensasli)dmiilicas ede parafuso.
Fcrraffeus para navios, carroso obras publicas.
Columnas, varandas, orades o porUes.
Prensas de copiar cartas o sellar.
(amas, carros de maoearadosde ferro, cfr., or.
Ali'm da superioridade das suas obras, ja' seral-
menl'recoiiliecidn, David William Dowman aaranle
a mais osuda conformidado comes moldes c nhos remetlidoi polos tWahOresqueae dlgnaraoi di
fazcr-lho encommondas, aprovoilando a era iaO pa-
ra agradecer aoa rus numerosos amigos e fregueiei
a preferencia rom quo lem ildo por ellos honrado
e asseiiura-llnM <|uo nao poupara esforzse diligeo'
cas para continuar n merecer a sua oonOanca*
Vciidoiii-se toalliasde panno do HuhodoPor
lo, parroslo, o melhor pie lom viudoaomeraado,
a 19000 n. cada urna : uarua do Crespo, loja du
esquina que tolla para a Cadeia.
W Deposito de lucidos da fabrica ^
de todos os Santos, na Baha
S Vende-se em casa d
gl Malheu
Ldir qtieiU Vcll.le.
Vende-se jpanno un ferrete proprio para far-
das por ser muilo liuo.eor lixa: na na Nova, n. -
Zuimra.
/ulmira lie unta fa/eiula do seda de um lecido e
cines laes, quo enea illa a (odas as pessoas que
\eeiii; sene para maneslosos vestidos, para senhoras
irem ao lliealro, saraos, visitas ele. etc. ele, vnde-
se snmcnle no tirando eslalielecimenlo de faxendas
baratas da ra du Crespo, n. 11, c ( lo baratissfmo prero de iWI rs. o rovado.
FUNDICAO' D AURORA.
Na I.iiiln.i,i il'Aurora aeha-seeiinslaulonienlc um
eomplelo sorllnienbl ilo DMchlaas le vapor, (auto
d'iilla rumo de haiva pressao do modellas os mais
approvado*. Tambem se apromplam de encamincu-
da de i|iiali|uer l'i'irma i|ue se inissain desojar eoni a
iiiainr prealexa. Ilaheis omi'iaos serAo mandado*
para as ir acontar, e os falirioantes como tem do
rasliimealianean o perfeilo Irahalhn dellas, cscros-
pousahilismi por i|ii.ih|iier defeilu que possa nellas
iipparei'er durante a |irimerasalra. Militas maelii-
nas do vapor couslroidaa neala eslabaleelmenlo lem
estado em eonstanle servieo uosla provincia til, 12,
e.ile Hialinos, o apenas h'iii e\isido mui insiiiuti-
ranles raparoa, O alguma* al neuliuns ahsalulamen-
le, acereaeendo ipio o eonaummo do eonbnatlvel lie
mui ineoosideravei. Usscnhomdeengcnbo, pois,
0 oulras quaesquei peana* que preciaarem de nia-
chiiiismu silo reanelioiamens convidados a visitar o
eslaheleeiiuenlo em Sanio Amaro.
Km casa de Bruna Prueger \ Gonrf
panllia, ivi runda Cruz. n. ID, \ i-tn le-si-
ii seeuinte :
PIANOS FORTES dos melliores auto-
res ede moderna construccao.
INSTRUMENTOS DE MSICA paraor-
cliestra e bandus militui'es.
OBRAS Di: OII10 de toda i. qualidtf.
de edo mui* apurado gosto.
VI\ll()SSl..M(iiot,St.Jiilciicrliain-
pognlie
LONAS dedillerentes qualidades.
ItlNS DA ItlSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, .como sejam,
cadelras ili^ diilerentes moldes, paesa* e
sof *, assiin comorommodiis de moijiio e
cadeira* de ldnnro de sipo, vindus de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda jue
lilil vmili a esta piara.
OLEADOS com lin.lapintura*defrno
tas, ele, para mesa de meio de sala e
llancas.
CU ARITOS da llavana verdadeiro*.
MOLDURA DI)1 HADA para guarn.
rao desalas r (lliadrOS.
12,000 rs. a duzia.
Sii|ierioresloalhas depanno do linhodo Porlncnni
1 vara 'i de compddo, pronrin* para lmpar o ros-
to, pelo diminuto prero de I_'^ini:i,i du/ia : na laja
da na ilo Crespo n. ti.
Cera de carnauba.
Conliaua-M a vender a iiinisMiiierinr cora dcear-
iiaiiha. que ha ueste morcado, em porcio o a rola-
Um: noarinasem dama daCrui conaonlo o eha-
larii n. I.
Vende- vm escravo, muito mo
e debonita gura, parapagerj,,0110 ^
uio tempo robusto, para todoeqUa|,mw
servico, por *er muito diligente : no *g
Ierro da Boa Vista n. 37, segund,, andaTI
T VeiMe-se urna parte de trra do .iu0 i3
na freguciia de Beierron : quem a pr*lei| ,i
ia-M a cidade d. Vicloria na ra do Meio, *!
junto ao moho que le dlru iiuom vende ""
Vende-so um mulalinlio, de bonii', lieur. i
10 aunode idade : ua ra da Cadeia do l( r ', '
ja de (.icudas n. 51, de jlo da Cuuti.M^ if\
lanu. "
Na ra do Crespo,n. 9, vendem-sc cotm a>
brala de sslpicos, a rs.,damaseo eom 6 Mh?l
largura.a 19rs. oeovado.panno verdee*-uronnaf
lino a 3*000 e 3#j00 o covado ;dilo aiul S
covado, e oulras muitas hiendas per 'dimuintli
precos.
Gaaemira para carros.
Vedem^e casemiras inglesas, bonitas cor
pnas para forro de cirros,: na loja n. 2, da tul V
va, alrazda mgtrii.
Barato.
Na ra Nova, n. i, vendem-se
Corles de calca de easemira de core por
Ditos............
I lili i- ile rol hilos de mismo u Napuledo .
Vende-so a taberna do aterro da Boa-Vit!j*
8, a segunda depnis que passa a ponle, do Uoo
reilo; o motivo be o dono nln poder estar iidlj ,
fa-se* negocio com desobriaa ou pr.o, e rom
iiiiiin- que o comprador quier: quem preicm)
dirjale a mesma labema.
Alinctes dourados cora pedra*
Vendem-so ricos alliuetes dourados o cun pedrat
para peilo de senhoras, e dilos prclos para luin, Qj
do por eommodo prer,o : na freiilo do 1-ivr.iuie.i.
Vendem-se pianos fortes de superior i|ua|*v
de', fabricados pelo melhor autor bambargeei: m
ra da Ci n/ n. i.
Vende-so o sitio que foi do falecido Jos ae*.
ras de Carvalho, no luaar de Boberibe ilo baiiTZ
nominado dos craveiros, com casa de vivenda i|tBV
ilra, contendo sala dianlc com dous quarlos, diu
de delraz com dous quartos, soto grande, i ionio
grande o copiar. Urna casa do laipa com sala t rio*
quarlos, airar, dous quarlos, eslriliaria para Iretoy
vallo-, e -iil.ia para prclos; um telheiro que ktk
para casa de l'.u inlia. com eslribaria para dooou
vatios; muitas arvoresde frutos.comosejain,cuaisiJ
ros, nian.iieiras, cajueiros, maugalieiids, ir.neink
;girofc) lu iiu:imi,i-, sa|ioliseiros, pinhcir,is, rntUA
ras do pao ele. ele, terrenos para toda a riiliunu
malla de eapooira, leudo de fundo quindenial bnj
i;as, e de frenlo quatrocenlas, pela beiri ilo
pouco maisou menos, sendo o fundo de menor I,
gura : quem o preleuder enlenda-so com o llhi.y
Joao l'inlo do l.einos Jnior.
atte^caO.
ivi-os e meio* ditos ilc nu
Veudem-se
ii do Brum logo na entrada, e defronJ
te do Arsenal le Murnlia lia' sempre
"MSI
DAURORA
C. STAItK A C
de peala c ouro, chegado* ullirti.unenle
de j-islioa e por preco comimulo : ni
ra do Trapiche n. 17, escriplorio di
Jos Teixeira Basto
POTASSA DA RUSSIA
Vende-se superior pol.issa da llussia.j
Amei'icuna, por preco muito cominodi
na ra do Trapiche n. 15, armazen? di
Basto 11 iii,'nis.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundirao' d'Aurora em Santo
Arnaco, e tambem no DEPOSITO
i na do Brum log
di
nm grande sortiraento de taichai Uinloj
do l.ilini-a nacional como (atran^eira,
batidas, l'undidns, grandes, peuueass
razas, e fundas ; e em ambo* os locara
existem (piindastes, para Carregar c
noas, ou carros livres de despea, (k
precos san' os mais commo RAP l'RIMEZA DE LISBOA.
Na ra da Cadeia do Recite, loja de faiem
Joan da Cunhn de Muadlhacs, vende-se a evcellafj
te pilada deste rapo, o mais fresco que lein vino*
pela galera Manjtiridd.
Deposito de potassa.
Na'iua de Apollo, ai'inii/.ciii de Leal
litis, existe superior potussa do llio de
Janeiro ; assim como da Amerira, a rm.
i;n ca/.oavcl.
Vende-e em casa de S. I'. Johiu-
Ion iS Compaithia, na ra da Senzala No-
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidud
gnrraiado. .
Vinho Chcry, em barr* de (piarlo
Sellins para montara, de lioinem c se-
nhora
V:ii|uetasdeluslre|taracoberta de carrol
Relogios de tico iltente ingle/.
Vende-se um cahriolel limito leve e hein rm*
Iruido, por prero minio eommodo : m ra dos B
res, eocheira nova.
Vende-se una prela, do narao, de 33 anuo^
pouco mais, ou menos, de bonila li-m i. ennoinn
deira lavadeira, e cozinheira ; ao comprador se di)
o molivo porque so vende : a Iralar na SnleiLde,
silio dos qoslro ledos a qualquer hora doilia
Vendo-se tima rica cadeiriiiha de hraeu-, qui
si nova, por preco rasoavel : no paleo du l-nnaj
n. Ifi.
Vendo-se urna mulata, ptima coiinlieinca
ra do Viuario n. 31.
Vende-se urna |ierfeila canoa de rarreira, qm
contal pessoas : n Iralar no porlo das canoas il
Kcrife, com oeauociro Jos Francisco.
Vende-so mercurio de Lisboa, cm raivinlms d
I, e t libras, pin preco eommodo : na ra deA<
pollo n. IS, armazeni de Tarroso ^ Oimpaiiliia
di
U.
ESCRAVOS FGIDOS.
em casa de Domingos Alvos
na ra da Cruz do Becife n. 52,
primeiro andar, algoilo transado daquolla
fabrica, mulo pruprio para saceos e rou-
pa do oscravos, assim como fio proprio para
rodos do pescar e pavios para velas, por
reco muilo eommodo.
Grande sorlimento de pannos flnoacc.se-
miras.
Na ra do Crespo, laja da equina que volla para
a Cadeia, vende-se panuo jirolo, a :l5(IO;i o 3*300
rs.; da ourelo branca, rSVSOO r*.; dilo fraoce,
tR'i'McjanoOr., e muilo suicrior, a 680I"'. o
rovado ; dilo azul, a 2JJ800. :ljt(Ki e 48(100 rs., e
ii.uito bom, a SOO rs. ; dilo verde, !H01> o 13000
curtos do casomir prcla infestada, a 50500 c
69000rs, ; dita Iraiiceza e do edr do todas as quali-
dades, por Naco roinutodo.
Vejadein-serelogios !.....tro, paten-
te inglez, por couujaodo prago na ra
da Crua n. JK), casa de L. Leconte Fckui
>V Couipanliia.
respoilnsameiile .iiiiiuiiciam que no si-u cvloiisn es-
abelecimenlo em Sanio Amaro, continua* fabricar
eoin a maior perfeicjoe praiiiplid.io.loda iquIMada
de luaeliinismii para o uso da agricultura, navega-
cao e inaniifaetura. o que para inaiur i.......nodo de
seus niiineo-os ftvsguesos o do publico em BBral, lom
iberio om um dos mandes arma/.ous do Sr. Mosqui-
la ua ra do llrun, aira/, do arsenal do mariiiha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
COnsIruina* no dilOMU eslaheleciineiilo.
'Ili .iili.n i, os eiiiiipradores mu eouiplcln snrli-
inenla do moeudas de canoa, rom lodos os mellio-
ramentos ;al|iuua delles novos eoriutuacs) do que a
evporieiH'ia de mullos anuos lem mostrado a neces-
sidado. Machinas do vapor dehaiiaenlla |iressao,
luisas dclodolamaiiho, liiiilolialidas romo fundidas,
carros de mi e dilos para condu/r formas deassu-
cii niaeliinas pora moer iiunadloca, prensas para di-
lo, fuios de ferro balido para f.iiinha, arados do
ferro da mais approvada conslruc(;5o, fundos para
alambique*, calva* e portas para fornallias, c urna
iulinidado de obras de ferro, quo seria enfadonho
enumerar. No iiiesmo deposito eiisle uma pessoa
iuiellueiile e habilitada para recebor lodasascn-
coiniiienihis, ele., ele, quo os aiinuneianlos conlan-
cloiooi ,i ciparidade de suas asVcIno* e inarhiiusino,
o pericia de seui offleiaes, se comprnmollem a faier
cieeular, com a maior presleta, perMeto, eesaola
ronroniiidadocom osinodelosoudcsenhiis, ciuslruc-
r/ies que Ihe furom forueeidas*
Brim trancada amarello de paro listas, a 1,440
ra. s corte,
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina quo
volla para a Cudria.
Veude-se superior enl do Lisboa, por preco
rasoavel : na ra do Viiisrio, armazem n. 7.
Venda** o mais superior chocolate francci
que lem viudo, e diversas quididades de eooseivns
alimentares, muilo boas para sopa e mais proprias
para embarcadicos: na ra da Cruz do Herir, ar-
inaioin ii. 61. No inetmo armazem tambem te ven-
de mullo boa colla do Hio Grande. '
Desappnreceu n 3 semanas, o escravo r'irminCj
crioulo, estatura renul.u seceo, ptapallietados |ini
veniente de bichos, olhos fraudes e mciu visaml
mo rinlii'i j.ui.ln pelo direilo imi ter sollriilo inn*J
caeclada, e moito dorminhoco : quem dclle livs
uulicias, pegnem o levein a Aulouio Jos (lomes o
Correio em Sanio Amaro, quo ser liem uralil
cado.
Desapparceeraui na fiiiidicaairAurora, na noi*
do t'.l dcanoslo, os prelos Miguel. Aullla, .IjileW
annoS pouco maisou menos, estatura recular, c
eo do corno, rosto marcado do boticas; Manuel, Co*
ao, idade 30 annos, hnio, um lauto eheio do rnrpSi
levou calca deriseado d'algoilio, camisa de nuilar*
lo, bonele, chapeo de sol, ambos fallam ile-rant*
do, e nlo leem harha. Sup|M)c-se lerein sido sed1
zidos : roga-se a quem os apprcheuder ou delirio
ver noticia de dirigir-se a mesma fundirao que enj
bem recompensado.
Desappareceu da ra da Cadeia do baiim di
Sanio Antonio n. 10, defronte do lliealro velli.j
escrava Thercia, prela, de noci Gdiiiida, Imita
crossa, boicos salientes, e calcanbares rarliadi*'
lom :10annos de idade, pouco mais ou nieiio-, Bfl
calriz.ein forma de lalho, no roslo ao \ie do oiividsS
lovou vestido de cbilii amarella e rota, panno d*
Costa}, cem um dos pesum pedaco de rorrenled*
que se desprender : quem a apprchonder e enlr*'
gar ni dila casa, ser recompensado.
Anda continua estar fucido.desile 15 ilenu?
.eo do ni.....I......un. do engenhu de Sanio Amari
iitia, fregnexia da Vanea, o escravo Silvano re"
signaes socujntes: levou camisa o ccroula de al-isOl
da Ierra, representa ler 20 anuos de idade, rar* *
pouco larca e Ulhada, .llura recular, no fall"*
sembaracailo, he alguma cousa fula e lem lolix *
denles: quem o pegar leve ao mencionado pncenn*
que ser bom recompensado de sen Iraballio.
Do abaito assicnado, fucio no did I:l do cor-
rente, um escravo,crioulo, de nomo Ignacio, tem
ollirio de rarroiro, estatura baita, rosto redwdi
pouca barba, nlhos ctaanles e alguma rniisa verme-
Ihos, pori'in Dio niiiilo vivos: levou canusaertlr-*
de alcoihioazul: rogo a quem o peca ipii'""
ao encenbo Kodrigues, na freguozi. de S. honre
da Malla, ou ra* ra da Crui do Hccife n. W, t*i
ser recompensado.
Srbatlio Antonio Pao Barril'
Aelw-se fgido desdo selembro de IHIS "
mulato denome Hayotundo, de idade de*"1*
eslulura regular, bom cor|m, cabello preluo rrrl*
olhos, niria e horca pequeos, denlos miudos, l***1
barba, ai Irislonho, feicOos groneiras por ler o"*,
de espinhi |ielo roslo, lleve ler marra de v arria, !
o escreve ml: quem o |iogir, cnnduia-o u ra
Colleglo n. 16, d'onde receber lOO*) rs. ____
Pcri -T. s U. t. os ria. -*
sei
Di
Vi
Nd
cid
II.
da
Ai
pat
Vil
le
val
M
Ion
1
vm
I-e,
di:


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