Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02539


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Full Text
^ XNtto **'*
SABBADO 17
O
DIARIO M
DE SETEMBRO DE 1853.
N. 209.
PERMMBUGO.
PBI90 DA SBSCBJF9AO .
rnno, e 1SO00 por
rtH pal" adianlado, c 1.iOO por quarlrl pago
23, na na do seu proprielario, M. Figueira
,.vAfi,i, na pra^a da Independencia, ns. 6e 8, c no
LidaJ.caM doSr. JoaOPereira Martius.
E, > F. Duprad.
a Joaquim llernardo Mondonga.
a a Jone KiHlrigue* da Costa.
a a Joaquim lenacio Pereira.
a Anlnuio de i.emos Braca.
11 a (luilhermeAucuslo de .Miranda
n Joaquim Marques Rodrigues.
11 o Justino Jos"Ramos.
g
Rraalbl
Nrfl.ll
Aracaly
Crara'
H.ii.iiiIi.
I'aia'
CAMBIOS > 16 Di SITMBRO.
Sobre Londres 27 '/> 60 d.
a taris, IH.
a Lisboa, 95 por renln.
MXTAXS.
Ouro. Onras liespanliolas HKfidO a 298000
Modas le 6l0t> filias...... 3000
a ilcfiSlOOno.as...... KcOOO
de mn......... 9000
Prala. Palaroes brasileiros........ IHj
J'esos roluiiinariiH........ 19 10
a mexicanos......... lSHOO
Aceites do Bailen......... 10 %"
Ucsrunlo do Ledras....... 'Jallo
NOTICIAS IBTBANOFini! .
Portugal . 30 de Aros. Austria. .
Hespanba . 8 de Inglaterra
Franja. . . 8 de Suissa .
Blgica. . . 4 de d Sueria. .
Dalia. . . 3 do E. Unidos
lomanha 3 do Mxico .
Prussia. . 3 de a California
Turqua . . 26 de Jul. Cbili .
Hiii,i. . 31 de Buenos-A
Dinamarca 31 de )> Monlcvidci
. 3 de Vaos
. 27 de
. 2 de
, 29 de Jul.
27 de i)
16 de 11
1 de Jim.
12 de a
23 de Jul.
Para'. . 1 de Selbr.l
Maranbao 3 de 1.
Ceara'. . 1 de
Parabiba. 13 de
Alagoas . 31 do Agosto
NOTICIAS DO HCPKBJO.
S. P.do Sul 31 de Jul.
S. Paulo \ do Agoa
Minas.... 2 de >
H de Janeiro SS de
Babia.... 31 de
PARTIDAS DOS OOBAIIOI.
Olinda, todos os dias.
Victoria, nasquinlas fciras.
Caruarii, Bonito e (iaranliuns, nos dias I e 13.
Villa Bella, Boa-Visla, Ex cOricury, a 13e8.
tioiauna < Parabiba.seguiulascscitas.
Natal, quintas feiras.
DIAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Macro-
bio M.
13 Terca. S. Aula V.
II Un.11 l.i. I:\ II.11 .in .1.1
S. Crin.
13 Quinta. S. Nicomedes
M.
Di Sella. S. Eufemia V.
M.
17 Sahhado. As Cbagas
de S. Francisco.
18 Domingo. I -1.1 das
Dores da SS. Virgen).
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
frlarao'
tercas o tunados.
Fazenda
tercas esetlasas lbnras.-
Jateo de Orphao*
segundase 3. as 10 boras.
I'rimeira rain do rirel
tercas e ti. ao meio-dia.
Segunda raid do cieel.
quarlasc sab.ao meio-d.
EPHEMEHIDES.
Sctcinbro 3 La u 3t segundos da mauhaa.
a 10 Qmrlp crescenle as (ihura, 37 mi-
nutse 32 seguudos da manhaa.
a 17 La rbeiaas 7 boras c ilminulos e
24 segundos da manhaa.
a 25 Quarto mingoaute as 8 huras. 12
minutos e 31 segundos da manhaa.
I-BJKAMAB. DI HOJI
l'rinieira .i>:l huras c 2minutos da larde.
Segunda M i horas e 6 minutos da luauhaa.
m
PARTE OFFICIAL.
GOVEHNO DA PROVINCIA.
E.pedlenie ato di. loda .ttembro da 1863.
Iiniin Ao Emii. bM0 de Oapiliariue. duen-
do que nenhum inroiiveiiienle ha om rriinir-w na
i ..i das sessow da cmara municipal ilesla culture a
,iniiiv -17 de 5 de maio do :..... passado, co icgulainenlo
uie Jido para sua exerucao.
Dito Ao coniniaiiilanle das armas, tiara
JllSI' II
.ira man-
,.r por m lilierilade n remita Antonio J.w da Sil-
...que foi jingailo incapaz para o sen ico un exer-
,il .e-unilii consta do leinio que S. *. rrinellcu.
,. ,,. \0 Impedorda Ihesourararia de fazenda,
,,,.....laudo a expedicao de suas nrdens no sen-
liJuili' seren ubsliliiidns por oulros os 32 caval-
|0) da i nin|i inhia Oa de cavallaria, que, segundo
,i,ii.i.i il" ilhi'io que remelle por copia, do coronel
comniandanUJ das armas, estilo eni djum estado, sen-
do 18 dits que fonal comprados iillimamente pelo
lenle Joaquim Jos de Soma para rcmonla da
,.....mi rompanhU, c II que se acbam emnenrieo
desden principia do auno pasudo, conforme se de-
,1,1ra na- iluas rclarncs que laanhem remelle por co-
pias.Ciiniinuiiicon-sc ao referido coronel.
Pilo Ao mesiiH), declarando haver o inspcrlor
ili, arsenal de inarinlia participado, que remcllera
10 ncianianlc H. Koxllc nina conla na imporlancia
lie .IWI^KIO do alugel dos objeelos prestados por
Huelle arsenal lo brigue ingle/. (ieunje llowoij,
.ilini de sel essa qoanlia recolhida a inclino tbesoii-
nria.
I>il<
(ni i|i
_ Ao memo, doMiheiidn o requorimento
II.....higos Delinques Mafra. romo tutor de
i lleodalo Henriqoea Mafra pede que so Ihc
in.ni'lc itassar lilulo dos terrenos de marinha onde
Birlwill nliliailas as casas terreas ns. III, II e i
na i na iln Pilar, as quaes perlcncem ao dito
gjy lillin, alim de que S. S. delira ao supplicanle
Hiler..... llena infiirmacilo, que por copia ra C0-
brindoa que a respello den o Hgondo lenle An-
lonio Kgxdio da Silva.
Iljlo A me.uiii. i-ninmuniraulo, alim de que o
tai a miniar ao iuspeilor da alfandega, que por por-
lana ilesla data coucedeu ao feiloi coufcrcnle da
i.........lalfindega Ulil Antonio Ahes Mascarcnhas
adousmein de Hcenca com xcncimcnlos que pe-
ili<> uen n.ilai de sua saude.
Kilo Ao chele de polica, inleiraudn-n de lia-
\, ii lecihodn ahiuuel da rasa que serxc de cadeia no
iri i.....le Florea vencido nos meros de Janeiro a ju-
uliu iiliii.....c Ik'iii assiina ola do (rel porqaeJoU
IVreira l.ins dono da barraca l>. .l//onm ajn-lou
r.....lucir do termo do Rio Kormoeo para osla eapilal,
He- criminoKH e a esculla que os acompaiihou.
Orlo Aiijiii/. relator da junta de )ii-lica. Iians-
milliiido para ser rehilado ni sessan da mesilla jun-
ta, o proeatn \erbal do soldado do segundo bala-
lli <> da iiilaulaiia Anlonin Pedro da Silva, Com-
iiiiiiin-nii-\i> ao coronel coitiinandaiite das armas.
Milu Ao director do arsenal de guerra, recom-
iiHinhiiiilii em vista de sua loformaeSo, que i.n.a
anniplai e enlregar ao i-nmmaulanle do corpo de
licia, ns artigo de equipanienln c mais objeelos
iiiciiciiiiiailns na rclaciin que remelle, enviando a
cania da despea que so hotixer de fuzer com laes
ajfdos, alim de ser salisfeila |iela Ihesouraria da
bitada provincial.
Af/n.o que se refere o offieio tvpra
hrli |iislolaa
ISO
Bnailt com bainha deeouro......IWi
Jlnvil.i-.............20
l.iiinu-.la- dilas..........HW
Dilasde nialolM..........ttai
i.....ti..............itai
Com.....le .lilas..........2811
Manila* de urna praca........370
Cwreas de dilas. ,.......1011
tsrnacs.........: loo
Mnnlii- p......nferior........ 8
t'.iiiiiniunicoii-.-c ao presidente do conseibo admi-
in-lralivii, para informar o modo poique podem ser
.....rados esa objecin.
Milu Ao inspector da Ihesouraria provincial,
oramandar entregar ao padre Florencio \a\ici
Uasde Alhuquerque, procurador do reolbimenlo
Jr laasraas, medanle a cautelas ihu- S. me indi-
ralas, o cunto de res volado pela l.-i do orcamento
liaenlepara oscoiicerlos deque necessila o inen-
rionado recolhiinenlo.
Hilo A admioisIracAo do patrimonio dos or-
pli.io., approvando o contrato que fe/, aquella ad-
iinin-liar.io era virludc do artigo 15dos estatutos de
Rde Janeiro de 1847, com acosa daviuva Cunha&
l.. para o forneciuenlo dos medicamentos precisos
ira o collegii dos orphilos.
hilo A directora do Ihealro de Sania Isabel,
iuleirando-a de haver concedido a permissao que
pedio Manuel tiuncalves Agr empre/arin daquelle
ilii'.iiio, pata ir a corle engajar acloies para a com-
puibia dramtica ilo mesino Ihealro.
I'nilaria Coiiieilendo an airi'inalanlc do dec-
iii'i-iiouo lauco da estrada da Victoria Jos Joaquim
lid- Cbagas lies metes improrogaveis, para dentro
dada pcaxo concluir elle a tobredila obra. Fc-
(Hiii-se as neressarias coinmunicacies.
Hila DeinilliniloiissU|iideules do subdelegado
lia hegiic/ia de San Frei Pedro nncalvee abaixo
dn tarados.
I.' Francisco Mamada de Alineida.
;. I.ui Antonio Vieira.
.- Manuel Lobo de Miranda Delinques.
i.' Joau Francisco Tcixcira.
I Ol III I MI.
FEIIMMIOIHPLESSIS
ni
MLMORIASDE DM MARIDO. (*)
-uj nvosasnit jmis
SEGUNDA PARTE.
i~
VIII
i Coiitinuardo. i
Pelas de huras, lermodo scnlo dos hoineiis lalio-
nosss, os quaes por suas orcupaces sao obligados a
letaalarem-w redo, a velha criada Irouxe o cha la-
ilcnln de mu glande bolo novado anda fuinmcgaule,
tojo aspecto regosijoo mullo IOS mocos. Ksla refei-
'..iii passiiii.>e slegiemeule, o no momento cin que
rata um dispuuba-se para sabir, approximei-inc de
maiUma Rav mundo c disse-lhc :
Nao |isso exprimir-lhe, scuhoia, o pra/cr que
Inc nesie dilicioso sero.
Esla em suas niiios, Mr. Ilunlessis, renovar
M'us pra/eres, \'. me. nos achar tonos os domingos
a larde em lamilla.
Nao me esqueccrci disso, mas permita que
llie Icinlireque me feto favor de prnmcller-mcscus
'"iiselhos ierra de una rircnmslancia mui grave
Jara mhn, a qual poder* aprcsenlar-se qualquer
Miiiha sinreridade e mciis ronselhos, pois que
*. me. m'ea |ede, Mr. Duplessis, nunca llie falla-
ran; u senhor me achar em casa todas as noiles,
porqueilc manhaa... acreseenlou ella sorrindo, JoAo
0 cu \ .nuil, para o noso e'criplorio, e s vollamos
"i nuco horas.
'.lunilla ia despedir-nie de madama Rav inundo,
V'iiHne reiii'iiliiiaioente um pensamenlo ao espi-
j. linliifreilu havia estado muilo lempo na Ame-
r,ca. e lalver. podesse dar-me alguiuas inforinaces
"reMr.leflefaoo eCaaarina; imrque miuhare-
jaale enlrevisla com ella lancav.vine em nina |iro-
oinila perpleildade, da qual nao fui roiiiplelamen-
''''i-ii.ihido peln encanto des-......,
Appraiimet-me, pois, dalle,elomanda-o paite,
Quera, sennor, pedlr-lhe um fator.
Wde Mara n. 2H7.
o.- I.ui de Franca Mello Jnior.
Dita >omeando de conformidade rom n pro.
noata do desembargodor chefe de polica os cida-
dilos abaixo declarados, para siipplentes do subde-
legado da fregiicnia de San Frei Pedro GonealveSt
I.* Barharel Joaquim Francisco de Miranda.
2.- Jos (lomes Leal.
3.' I.uiz Antonio de Siqueira.
i.* Francisco Jos Silveira.
(>. Francisco Xavier de Olivcira.
Intcirou-sc ao mesmo chefe de polica.
Dita Ao agente da companhia das barcas de
va|ior, para mandar dar passagem para a corle, IMS
lugares vagos para passageirus de estado, ao barha-
rel Antonio Joaquim de Figueircdo Si-abra c ao
padre Manoel Caelano de Aducida c Alhuquerque.
EXTERIOR.
aPromulgacao1 dos decretos < Del
Tuto.
as musas du vencravol holmla,
pailro profcwo u'l snnslno Comi, pastora doPIbrae*
J notiriamus que oh decretos del Tillo para n Vo-
IMruvel SOTVO de \)em, Audre BoImiIh, jwnlli, B
para a cneme, Sor\a de Dos, pastora de l'ihrar, na diocesede Tolosa, foran pro-
mulsados em US dejuidm, dia deS. Joo Haplisla,
na -.h i i-i i.i da Baslica de S. Joo Lalcr.ui. Eis-
nqul ih promcuores desta ceremonia.
Todo o Sagrado Colleglo, a ProUiia, o cabido coneios de S. Joilo, os mendiros da rnniircuac.ln ce-
rn la Socied.ide de Jrsus. reren .un o Santo Padre,
sentado em sru llirono. i) carden I l.anibriischini e
o cnrdeal Altieri ocrupavam um hitrar dislinclo, vm
qualldada de relatores das duas causas. Os l'ustu-
Iadores e aihouados esla\am de joellios dianle do
llirono do Sanio Padre, i) Eira. Serrelnrio da Sa-
grada Congroga^io dos Riioa, leu inccearivanunte
M dOQI decretos, e iinniedialameiilc depos da le-
tura, o Keverendo padre l'ierlinij, visaiio neral da
Companhia de Jess, e principal Tnslulador da cau-
sa do Venera\el Hohola, pronuuciou com emocao c
sempre inlerrompdo |or suas lacrimas, o se^uinle
discurso, (pie trasladamos do italiano :
Santissimo Padre,
i Kis-uos ouIra vez pro-lados aos ps de Vossn
Sanlidade para llie rendennits, em nome da Compa-
nhia de Jess, a mais profunda homenauem da \\-
va cralid.lo rom (pie sumos inspirados por este se-
cundo decreto delittilivo, que Vossa Sanlidade cmn
tanta hondadese dicnou publicar, na causa da liea-
(ilicaclio do venrra\el padre Andre Itohola.
O priinciro decreto Toi una das ultimas conso-
lacoes oulorcadas n.i (erra ao nosso Padre ceral, de
piedosa memoria, poneos dias antes que elle fosse,
como estamos persuadidos, rcunir-sc no co rom o
\eueravel marl>r, cujas preciosas reliquias conser-
vadas sem coiTUpcao em INilosk, na Itussia Branca,
elle leve lautas ve/es a felcidadc de re\creneiar e
bajar como eu proprio.
Este secundo decreto que l'oi publicado nAo he
smeiile para nos todos urna immensa consolarrio.
mas alm dsso ser;i nina animac,ao especial para os
padres que da Europa, da Asiae da America se apres-
aram a lr Roma* a Hm de dur a' Companhia mu
no>oChere.
Cinc espera i ira nao lenlo riles de achar para o
Padre Itoolbaati um dicno surcessur como elle pro-
piin, Kgundo o espirito ecoraeao de Oeos, quando
vitin que ,\os>o Senlldr nos den ao piloseu Ibrono
un llovoiulerccso^'., E o evemplo de um Hema-
M-ntiirado, que pelo amor de Dos e da le Calholi-
ca sollreii l'io longo r cruel lonneiito, que macua-
nmidade nao iuspirar.i a nos lodos para pelejarmus
com valor as halalhas do Senhor, e defenderniosa
causa ca honra da Icreja seuique temamos os peri-
cos e a morte '.'
Sanlissiino Padre, eu aftirmo que laes -lio os
senlimentos que sempre bao de %i\er em os nossos
l'i'ilns. Supplico a Vossa Sanlidade que se dlgDOda
ronflrma-loa por meio da sua benclo apostlica.
Ilumildemenle imploro islo por amor de miin mes-
mo e de loda a Companhia concrecada na pessea dos
seus represenlaules, dehaivo da sombra da Sania
S, e sob a palerual nroloc*lo do Vicario de Jess
Chrislo.
(.Hiaudo o Hcv. Padre Pierlinc pronuuciou este
discurso, o padre Eslrade, camarista do honor de
Sua Sanlidade econeco de TolflM, l'oslulador da
causa da veneravel liermaine Cousin, pronuuciou
em frailee/ o secuinle discurso :
Sanlissiino Padre.
< J.i sao passados dito anuos poUCO maisou rae-
nos desdo que urna jo\cn vrgBTO, urna pobre p.islo-
ra. simples, dolada de um romean recto, teniente a
Deose evitando o mal, se apreseulou anle o Ihrono
lo Soberano Poulilice, supplicaudo ser jubada. A
reputarn das Blias \irludesc dos milagreaqoa pra-
licou, a coulianca e a de\ueAo do povo para com ella,
llie pareeiam dar o direilo de reclamar a honra dos
altares.
<( liilroilu/ida pelo aususlo predetOJSOT de Vossa
Sanlidade ueste Santuario de joatica, eslabclecido
pelo AllMmo ueste inundo para julcar dos juslos
fcilos e da sanlidade, ella iuvocou em sen favor o
leslemunbo do co e da Ierra. A fleraeiio passada,
com elleilo, por meio da mais constante e da mais
secura Iradico veioallcslar as suas heroicas > rin-
des ; a \oz de Dos, pela raa parle, conlii niou-as por
va de inunmeraveis c cslupendos prodigios.
<( Com ludo, as discussiH's foram serias e anima-
das, as inveslicaces numerosas c seseras ; ella licou
Com muilo costo, Mr. Duplessis, eu me jul-
garla muilo feliz se podesse ser-lhe til para alcu-
uiacousa. yue manda de seu servico?
O senhor esteve muilo lempo na America ;
conbeceu nesse paiz um hanqueiro rico chamado
JelTerMtn?
Eu 1 evclamou (lolofredo com urna exprcsso
de admiracao c de profunda averso; eu conhecei
semelhanto homem!... Depois encaraudo-me com
espanto: Perdoe-me, Mr. Duplessis,... Vmc. igno-
ra uecessariameiite quem era JelTerson !
Sim, senhor,... ediriia-mc juslamenle a V.
inr. para ler alcumas i o forma roes sobre elle.
Essa icnoranria de sua parle e\plrn-me como
pude siippor que en livesse as menores relaeoes
comesse iniseraxel. Pois imacine, Mr. Duplessis,
ludo o que a rao f mais Impudente junta... nao di-
reimeamo a devaaeidao... norm atrapla mais
icnobil, a depravacJfO mais c> nica, aos desmanchos
mais revollanles, pode oirerccer de mais repulsivo
ede mais ahjcclo, e lera urna fraca idea do que era
JelVcrsou!
Mcu Dos, senhor, que me esl V. me. di-
zendo!
KAosessc Jclierson devia sua immensa forlu-
na i fraude o a usura, mas passaudo a vida nos lu-
cares mais icnol>cis abi cnlrega\a-se a lao asqueo-
sas orcias, a tilo abominaseis excessos, que a indic-
naeAo publica foreou-o a sabir de Boslon edeNew-
Vork.
Seni possivel!
Ah Mr. Duplessis, se esse miscravol nao
houvesse sido urna monslruosa cxcepi;ao, leria sido
o opprobrio desse nobre e ciando po\o americano,
que pela ausleridade de seus costumes, por suas
varonis virludes familiares, c pela elevaeflo do seu
carador nacional moslra-se inxis que nunca digno
da lihcrdade conquistada com o s.mgue de seus
pas!
O que V. me. me revela, senhor, confuudc-
me ; poisouvi dixerque, viudo a Franca essa Jef-
Tcrson, rccelieu em sua casa a melhor companbia de
Pars.
Melhor do que cu osenboi sabe o que heaso-
ciedade parisiense... A inoralidade daspessoas que
llie olferefeni li-slas hrilhniiles, e Ihc dao encllen-
les hanqueles be cousa quasi iiidin'erenlc, e a esle
respeiloo mondo lem a couseieneia lo larca romo
o aatomagOos* .
Me verdade... mas prn-;iv;i qurdejKus do S6U
casamento Jellersou...
Sim, lornou otofredo inlerrompci.do-rae, es-
se boniem casou com a viu\a de un amigo de in-
fancia seu e ile Joilo''
victoriosa, e a sua saulidade, maueira do ouro pas-
sado airasez do crysol, appareccu por estes meios
anle os olbos dos mijos edos homeus mais brilhanle
e mais sublime.
<( Hujc a sua causa Iriumpba ; o orculo sagrado
que se fez ouviramiuncia ao mundo que em breve
ovodo Sanio dos Sanios ser rolo pranos deinar
ver sobre a cabera da pobre pastora os raiosda au-
reola de immorlalidadc, cora que a sua formosa
fronle est cercada na pompa dos cos.
a Citoria a Dos, que se diguou lanzar um raiode
luz sobre a sua humilde e modesta criada, e que
quiz que d'ora em vanle lodas as uaoes invoquen)
a sua hemavenlurada.
i l.oiivores o mil aclos de louvores sejam Iribu-
lados ao Sanlissiino Padre, que deu a Igreja Cali;
lira mais um exemplo e urna prolcelnra.
l.ousores ao Ilustre e cminciilissiinoanebl, (o
Cardeal l.ambruscliini), que, havendo lomado esla
causa debaixo do seu poderoso patrocinio, amou-a
desde o seu comeeo, e vio-a felizmenlc chegaraoseu
glorioso hm
memhros desta religiosa e veneranda gerarehia.rha
mados a julgar a causa 011 a scrvi-la, os quaes lo-
dos deram Msltoeeasiio prosas de um zelo t.loac-
tivo e de um inlcresse I lo patbelico.
(i Honra e lousor, linalmenle, no joven e po ad
socado ( Sicuor Francesco Mercurelli, defensor da
causa J que deseos ol seu na defeza da causa lo bel
la dedicaco e lo dislinclo tlenlo.
(i As eli/es nolicias da prxima bealificaco da
Veneravel liermaiuc (Cousin se cspalhanlo sobre
noaso pall eatravesdo mundo scinelhanle a urna
rhamma de luz, e por lodas as paraecus levaro
grande coiileiilanienlo ao poso cbrislao. Os campos
de Pibrae, partietilarmenle, que leslemunbaram as
suas anglicas virtudes, osseuspasloradores, os seus
liosques, eujos echos lautas se/es repetirn! os as-
iculos das suasoraeoes, reperruliro de lodosos ta-
llos os lis muos de Iriiiinplioe os cnticos de alegra.
As palas noticias subido tambem ao reo para ale-
o .h 11 i.... c veneravel arrebispo, adornado por
un mntenlo com a purpura romana, que elle ha
muilo lempo merecer em consequeuria da sua ge-
nerosa adhcsAo cadeira de S. Pedro, c pelosassig-
nalados sers icos de um longo e sanio episcopado, c
o qual, antes de descer sepultura, recosijar-se-lua
de beijar o aliar que as augustas mos de Vossa
Sanlidade esto prestes a lesanlar.
a Aanliga Igreja deTohna, Sanlissimo P.idre,
iiiscrevei.i rom orculboo nome inmortal de Vossa
Sanlidade nos seus annaes, os quaes a exallacu da
Santa Pastora est prestes a enriquecer com una das
IOBI niitis cloriosas paginas.
Eslou convencido que esle aclo solemne ser
aaudado por loda a Franca como um novo rasco da
boudade de Vossa Sanlidade, e como una doce re-
compensa a sua sincera dedicarn i sagrada pesaos
do \ icario de Je*us Chrislo, e igreja romana, a
mi e a cabeea de lodas as icrejas. Este aclo so-
lemne losar abundantes fruclo* de salvaeao s uos-
sas liis provincias, onde a relgio mais do que
nunca parece estar resumindo o seu imperio. Em
verdade, esla nos a graca de Dos, rico de mlsen-
cordla, cerlamenle ba de acearaolar entre nos com
mcrecimeulos nosos a earidade c piedade do justo ;
excitar o fervor e restituir o percador co de.scrcn-
le f ea jusliea.
Seja Vossa Sanlidade para sempre abencoado,
por amor de lao erande benelicio Cnnio o inlerpre-
tc dos aenlimeolOS da profunda cralido mauifesla-
da pelo dicno prelado que enverna com lano zelo o
felicitla.le a dioeese de Tolosu, a qual llie fra ron-
dada pela auloridade apostlica de Vossa Sanlidade,
Cialdao igualmente manifestada por erande parlo
do episcopado e clero francez, inlcressado nesla
sania causa, por milhcs de liis que se ufanam de
reconhecei em liermaiuc a sua salva-guarda e a sua
bomfeilnra. em nome de lodos, depnnho aos pea de
Varna Sanlidade a sincera exprcsso que os anima;
digue-se Vossa Sanlidade areila-la !
ir Diauc-se lambem receber a homenaecm parli-
enlarde nft menos sincera e Ilimitada cralido do
humilde l'oslulador, feliz por (er vislo o romeco e
o (tu desle sanio (rabalho, e por llie hascr consa-
grado dez anuos inleiros da sua existencia. Chega-
t\\ ao limite da sua missao, elle loma a lihcrdade de
rocar Vossa Sanlidade so digne arresrenlar aos
fasoresque lem ainonloado sobre elle, espccialmen-
le nos m ios dias, o de abeneoa-Io de no\o. Crali-
do c amor para sempre o consersariio ligado a Vos-
sa Sanlidade, como um lilhoao pai, como um servo
ao amo.
O Santo padre, que linha escolado coma mais be-
nigna allenco, mniedialamentc roplc.ou em ilalia-
uo por una duslas allocuces em que a felicidade
da expres-nio anda sempre unida a precisan c clcva-
ro do pensamenlo. Apenas podemos dar una ali-
is se suceiida desse inacnilico improviso; mas com
ludo, nella ver-se-ha o coraco e os senlimentos do
Sanio Padre. A soz revclasa emoco, mas era to-
dava lirino esonora, com essa parheular suasidade
que bivios aquellos que se lem apprnximado ibi nosst
sencrasel |>onliliee llie coubecein. e que (irofunda
mente abala os cora enes.
O Santo Padre, recordando oslas palasrasdo Psal
mista: Oomimudecortm inufks esi, indulto est
Ihimimn fortihitliiiein rl iriviiiuil se, di-.se| que
os vestidos do Altissimo eram composlos de duplico
mageslade( lima de torca, cramleza e vigor, a oulra
desegnrancsii graca eallraccjlo. Que a icreja lilha c
esposa doDisinoMesire,resplandeca comoElleiies.
le adorno com dous aspeclos;que nella sernose ncll
seremos para sempre unidas, forca com formosura
c o valor quealroula os pericos com a al Iranio da'
lie verdade,senhor...
Agora lembro-me que nunha innaa fez-me
um dia dianle de Joo a mesma pergunla que V
me. sobre esse homem ; porque parece-me que ella
conhecia a moca com quera elle se casou... Mas pe-
te r responder a minha irma, que nunca ouvira
fallar nelle a faz-la corar de aversao saliendo o que
era esse miserasel.
O inlcresse que lambem me inspira a viuva
de mcu amigo de collecio indiizia-iue a lomar de
V. me. informaee- -obre esse Jellersou, disse eu i
Cololiedo; eiiioiilei-a ullimamcnle, e eslava curio-
so de saber iudireelaincnlc qual fo asorle desse ca-
samento.
Pallando fraurainenle, Mr. Duplessis, para
consentir em casar-se com um homem lao deVBSSO
nao obstante sua opulencia, he preciso que una
niulber seja [Ao euhieosa quanlo profunilauenle
corrompida, a menos que uao esleja otmplelau.eu-
lecegae.. Preflrocrer que a viuva deseu amigo ea-
livesse uesse ultimo caso.
isso he ni.n- que provavel, seiihur, porque
JoAo a conbeceu e llie dira como cu que julga-a
incapaz de ler por cubica casado rom semelbanlc
homem, sahendo serdadeiramente o que elle valia.
EnlAoessa iifclidese ler sollrido cruclincn-
Ic.....
Era JelTerson rasado, quando, como V. me.
acaba dedzer, a indignaco publica e\pulsou-o de
Boston e de Ness-Vork?
Pens que nao.
Talsez o rasamcnlo oiivesse emendado?.....
Semelbaulo liomem eiueinbir-se I All Mr.
Duplessis, quem por una borrivel depravaeAo si-
veu al aoa aessenla anuos no lodazal dos peiores lu-
gares... nao so emenda mais nunca.
Nao possoexprimir-lbe, senhor, quanlo cssas
suas uformaeics me sorprenden! e me allligcm |or
madama Jcflerson... mas retrospeclivameule, se as-
sim DOMO fallar,... pois felizmeule ella esl agora
viuva... Ah V. me. diz bem. essa pobre moca d-
se ler solt'rido cruelmente 1
Assm be de esperar por amor della mesmo ;
seus solfi imeiilos provariam que era digna de me-
lhor snrie.
Alm disto, senhor, nada pode faz-h>suppor
que madama Jellersou, aulorisando-se alccerlo pon-
i com os desmanchos de seu marido, leuha (rbi-
do seus doseles?-----\ ehiouica escandalosa da Ame-
rlca ii.io accuiava de nada essa moca?
De nada que en saiba, porque, repilo-lbe,
meu aliare Duplessis, quando estivo m mesmo lem-
|hi que esse homem em Boslon e Ness-Vork elle n.io
era casado... So (piando ebeguei em Franca be que
humildes e oecultas virludes; que uaquelle mes-
mo dia os dous nidos da igreja, cujo Irumpho liuha
sido soleinnemento reeonbecido, minislravam um
novo evemplo desla assoeiao dos mcrecimeiilosdi-
vinos em que se v n glora de Dos, mesmo cora-
m un cada a Sua Esposa. Aqu omarlvr, a quem
os mais crueissofirimentos nAo abalaram, e cuja s-
lenle e vigorosa f alTronlou os esforcos do um m-
mico cruel; all a fraca virgem, incgnita ao ho-
mem, dolada de um eoracao cuja celcslo formosura
s era conhecida por Dos, e cujas sirludes s a
niorle, e morle prematura, revelou o esplendor.
Ao pronunciar estas palavras, um peusamento
melanclico alravessou o corado do Sanio Padre;
ello nao podia deixar de fallar dos dous liis sersos
que a morle roubra sua igreja por um golpe rc-
iculino: (Sua Eminencia o cardeal Brignole e sua
-secuencia Carbaldi, Nuncio de Pars.)
Dos he Senhor ; elle loma e chama a Si quan
do queraquellcs cujas virludes Elle lem examinado
sufllcienlemenle; iiosciisiua \n esle ineioque I
da a uossa cousolarodcvceslar na misericordia que
vem do co.
Enlflo resumindo os pcnsamciilos, de que estes
Irisles accidentes o (iuliam dislrabido, o Sanio Pa-
dre acreseenlou fjue, como se via no exemplo da
bcinavenlurada (icrmainc, os fruclosdas virtudes
cbrislAas, c.i, ueste mundo, se nao liinilasam a vida
daqucllesque asexerciam; que ja grandes grabas
eram espargidM do tmulo da pobre pastora sobre
os paizesqueocercavam ; e que iudubilavelmcnle
eslas eraras se dillundiriam com a mesma abun-
dancia em roda dos aliares que forem erigidos sob
invocarlo da Bcala.
Disse elle que, por sua parle, nao senta consola-
co mais grata ueste mundo do que ver os fasoros
concedidos por Dos Igreja de franc,, e o rpido
movinienlo que restiluio aquello paiz ao leconhe-
cmento e a pralira da I < .
Depois vollandooiitra vez os olhos para o mrtir
de Chrislo, cojos restos permaueciam n'uma regio
consignada ao erro; o Sanio Padre deiiionslrou que
uigue que era derramado pela f, nao era desli-
nudo a licar sera ferlilidade. que sera ao mesmo
lempo urna foule de luz c ura germen de vida, no
meiodeum paiz mergulbadonas Irevas da cegueira
e as sombras da morle, prolecco e defeza contra
os crios acunes, em miio Ir dos quaes os respccli-
sos habtenles ah procuram derribar a igreja.
O Sanio Padre disse em conrlusAo que indubla-
s cimente a nova iulerccssao que a Companhia de
Jess deparava mi co ser-lbe-ia um pcnbor das
heneaos que elle llie desejava; que eslas bencos
Ihc eram especialmente neressarias neslc momento
para substituir o Padre de quem o co a linha se-
parado; que quanlo a elle, de boa vonlado aprovei-
tava aquella occasio para publicameiilc expressar
cnlimenlos que Ihc pcrmilliram parlilhar de
urna maueira lAosiguilicaliva o pezarda Coinpaulua
r occasio da morte do padre Boolhaam, senli-
menlosde profunda cslma pela sabedoria c pela
prudencia consumada daquelle Ceral, assim como
te perfeila ssmpalbia pelas virludes queodislin-
niiram. nlopesSO desejar nada mais em fasor
la Companhia de Jess, disse o Santo Padre, do que
lar ao Padre Boolhaam umsuccessorque se Ibcas-
scmelbcem lodosos pontos.
Depois deslas ullimas palavr.is, o Sanio Padre,
lendo laucado a sua bcuco sobre os assislcnles, deu
opea beijar ao Padre Picrling c ao Padre Chic-
jiiui, l'osluladores da causa do Bemasenlurado
Bobola ; a Moiiscnbor Eslrade, Poslulador da cau-
la Hemavenlurada Cername; c depois delles.
Jesutas de lodos os palies, que sicram Boma
para arlcieAo do Ceral, equesc achasam reuni-
los na sacrislia de Sao Joo de l.aleran.
KulAo roncluio-sc a promulcai;o solemne dos
nllimos decretos que Sagrada CongrecacAo dos
Hilos linha de publicar ncslas duas causas. Hiles
terminan! pela seuuinle clausula :aO nosso Sanio
Padre lambem ordenou queso lizessem cartas apos-
tlicas na forma de um breve, prescrevendo uo
lempo devido, na Baslica do Vaticano, a celebra-
dlo da bealilicacAo. Estes Breves scrAo assigna-
los logo, raas bao de ser publicados smenle na oc-
aslio da ceremonia, que lera lugar cm Sao Pedro.
Julga-sc que a do Bemasenlurado Audre Bobola se-
ra solemnisada no me/ de novembro viudouro, e a
la Bemaveulurada (crimine Cousin na primavera
de IH*). (The Thlct.)
REPARTIGAO DA POLICA.
Parte do dU 16 de setembro.
Mlm.eExm. Sr.Parleci|Mia V. Exc. que das
parles boje recebidas uesta reparlico, consla lerem
sido#presos : a ordem do subdelegado da freguezia
de S. Frei Pedro Con^alves, Joo Bicardo Pereira*
por briga, c Joo eseraso de Antonio Das da Silva,
por criuic de furto; a ordem do subdelegado da fre-
guezia de Sanio Antonio, Beraldo osrravo de JoAo
I.uiz, para ser castigado, e Bebiano de Jess Bau-
deira, sem declaradlo do moliso; a ordem do sub-
delegado da freguezia de S.Jos, o portuRucz Anto-
nio Joaquim TcixeiradeCarvalho, lambem Miude-
claragu do motivo, Joo Tasares de Souza, para
averiguaces policiacs; c a ordem do subdelecado
da freguezia do Poco da Panella, Jos Antonio m
mio, lambem paraavcriguaees fiolicaes.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica do
Pcrnainhuro Id dcselcmhro de*l858*lllm.cExm.
Si-, conselbeiro Jos Bcnlo da Cimba c Figuciredo,
presidente da prosiucia. O desembargado!", Cae-
tanoJoxr da Silva S'inliai/o, chefe de polica In-
ferid,
COMMMDO.
Continua9.10 dos verso do P. Manoel de Soa-
sa Magalna'ei.
(I prime i ro sondo be feilo ao Bspo l>. Diogo de
Jess Jardim. O secundo por occasio das Testas
doscasHinculos dos Infantes de Portugal, o Hespa-
nba em 1781, os quaes se celehraram aqu cm Pcr-
nainhuro no mesipo anuo, e no dia natalicio da Bai-
nha D. Marn l.-\ sendo capitn General JivsCesar
de Meno/es, e Bispo o dito D. Dioco. t) lerceiro
soneto Toi pela chegada do Bi-po D. Jos Joaqolm
da Cunhadc Azeredo Coutnbo.
A quadra djs primeiras qualro decimas foi mote
dado pelo Capilu Ccncral, cm particular, ao poeta
por occasio dos predi I os festejos, e regosijos.
K os ultimes versos, qtie anda boje se caulam na
fcslisidade de Nossa Seubora da Pcnha, f-loso po-
eta quando nao linha de idade talsez anido 18 an-
uos, o que anda por IVdJ, segundo as tiolirias (pie
temos colindo de diversas pessoas anligas, que desde
uieninos raulasain, eouviam cantar esseslindos ser-
sos, combinados escrupulosamente com a poca do
do Aulor.
1 Com,
.1. ./.
titai-*e-ha.>
de M.
PERiMAHBlCO.
JURY DO RECIPE.
Seuao' do da 16.
l>resdenlrto Si*. Dr. Alcxandre Bernardiuo dosBcis
c Silva.
Promotor publico, oSr. Dr. Abilio Jos Tasares da
Silva.
.drogado, o Sr. Dr. Joaquim Elvro de Moraes
Carvalho.
A'sll horas reunido o numero do :lt Sis. jura
dos, foi aherta a sessao, sendo multados em l.VSHKI
os inesmos do dia antecedente, e rectificado o cuca
uo de hascr sido contemplado boulcra na lisiados
dispensados o Si. Francisco Sercio de Mallos.
Submeltido a julgamculo oproresso do reo Fran
cisco Xavier Soares de Mello, aecusado por crmc
de morle ; depois dos debales, recolhido o ronsclho
sala das confeieucas, volta poucodepois, em vista
de cuja resposta foi o reo rondemnado uo cro mi
nio doarl. I'U do Cod. Penal.
Ccsantou-se 11 aessSo as i Imras da larde, lcando
adiada para odia secuinle, as II) horas da maub
soubede niiiiha irmaa, que elle se havia CSSadl
cora a viuva de um seu amigo de collegiu, e que ci
(avam-se as feslas brlbanlesqucdava em Pars esse
cslraiigciru; mas, repilo, lal era a averso e o hor-
ror que me insprasa, que eu disse a minha iruia
que o 11A0 cuubecia, alm de nAo ter que fallar
nelle.
Muilo ohrigado. senhor, por essas informa-
roes, disse cu a tiolofredo despedindo-me, ellas re-
dohrain oinleresse, que me inspra madama Jef-
ferson.
Ella merece sem duvida esse inlcresse, meu
haro Mr. Duplessis; adeos, pois, espero que o ba-
semos de receber muilas vezes no domingo ; como o
senhor v, aereseeutou tiolofredo sorrindo, por mais
ferozes republicanos que sejamos, a vida de fami-
lia lem para nos grandes encantos, e, com praaec o
Meo, o senhor he quasi de familia ; com elleilo.
nao lie o senhor de alcumasorle iriuAo de JoAo ?...
tanto pela visa c mulua amizade que os une, como
pelos sers icos vcrdadeirainenle fralernaes que llie
lem prestado?
Depos de o 1 o adeos cordial de Joo, do Mr. Co-
loridlo e de Cbarpenlier, dexei a casa de madama
Bav inundo, e vollei para meu aposeulo, onde aca-
bo de cscrever a narraco deste dia cheio de inci-
deules lo disersos.
i\
Acabo de rele'oslas paginas; nada esqueci, tal
foi esse dia, laes sAo as impresses que seufi; resu-
ma 1 no-nos c relucamos.
Um facto para mim domina lodos os mais.
Esse fado he o encontr de Cesa ria viuva!.....
uva dricobanqueiruamericano Jellersou. Quan-
lo a inoralidade desse homem, quanlo a origem de
sua fortuna tralarei disso brcscinenle.
Eu aqu eslou confessando-mc a mim mesmo;
leixemos, pois, de reticencias ; digamos a serdade,
eso a verdade, soja ella qual for.
t) bem primeiro, o mal depois.
Eis-aqui o bem:
Sim, ao aspecto de Ccsarina, tornando a v-la
mais bella que nunca, ignorando se eslava siuva 011
, mcu animo amor, amor assim rompielaiiiculc
4$tJtUtr$uQdot despertoq mais rdanle lalvex que
ilr'oro.
Sim, experinieiile um eulerneeimeulo profundo
10 peusarem nosso Albo, e senil pungjeniei magoas
quando soiil>e de sua morle.
Tal he a verdade. Face face comigo mesmo, nao
minio! Sim, a vista de madama Jeirersuii sent um
novo amor eomplclamcnle desinlcressado, poi* iq-
'imii um sn\no.
Se eu nao sisera lAo empobrecido,
De ouro lino um cajado boje sos dera.
Seco doCvsne canoro a voz lisera,
C.aulara o VOSSO ser cnuohrccido.
Sei quede vos, Prelado enriquecido.
A minha dala a escusa merecer;
Que cm louvar-vos vos nAo engrandecer,
Porque nasccslcs lodo engrandecido.
Mulos farAo melhor, mus por vaidade ;
Por dadiva, e lousor .obra oque clejo :
Do amor sobra a liel sinceridade.
Feliz mil vezes cu boje rae vejo!
Nao adiando que dar, leudo vonlaMc ;
Yin chegaudo applaudir, leudo desojo !
SK.IMIO SONETO.
O DOMO Arlo exulla de alegra !
Nosso Moiss lem gustos semclhaulcs !
Pelas nupcias dos ptimos infantes.
Pelos anuos da incljla Maria.
Exprime o costo de um a Artilbaria
us llnguas, c clamores fulminantes
Do outro o C.lero em ebeiros fumecanles
Da gomma de HM, que aos CCos envia.
Cesar guerreiro os louros alllauca.
Quando sobre osaltares com lernuia
Bruta o Jardim os frudos da E->pcraio;a.
Ambos coslamde ver lo lirme, e pura
Nos Es|Misosdu paz a securam;a,
E nos anuos ila Mi nossa veiilura.
TEICBIM som:to.
No dia em que nascc.i o Scrosanlo
Bispu (1) das ncesaa almas, uesse dia
Cbecoii o nosso Hispo : oh que ulecra '
Enxuga, Pernanibucir, ciixuca o praulo.
Por elle o Mundo suspirava lano ; [J
Nosso Paiz por esle asss ceiuia :
Des labios dellc o leite, c o niel corra ; :t.'
Da braudura esle Iraz o doce encanto.
Bompcas correles vis ,1 em que forcejas !
Inda, lerusaleni.suspiras ? luda
NAo sacodes o p ? "1 Que mais desejas
Vem, Chrislo (lo Senhor. consola (Huida I
cm nome de Dos (i Bcmdito sejas 1
inmensos goslos Que dilosa viuda !
0 Prelado, e o general
Se cnehcni ambos de alegra
Pelos loros dos Infantes.
Pelos anuos de Mara.
Pelr. I. e. -2. s. 2.'.
V
Que
ti Isnio r Vi. Y. 8
(3 C.111I. es \.\ . II.
i 1 Sil III .".-.'. V. SI
ti lllllll m. III.
I.IIC. '. 3!
Moroca v'e rila era riun ; lenbo direilo de insis-
tir nistoa Eis-abi o bem.
Eis-aqui o mal... e sera 111011100 mal?... exami-
nemos: Quando Cesariua exclamuu radiosa :
Femando, tom me ama oiiula... son riitra .'
Estas palavras 8ou tiut desperlarain-iuc im-
medialameute esle pensamenlo:
Cesariua he a viuva de um homem pndero*a-
me/Ue tiro... eu extoa gutui arruinado... ella me
u ama anda.
Este pensamenlo lie ambicioso, be odioso, con-
cordo... mas he sincero o lenaz ; pois sem embargo
das repentinas peripecias desle da, o das disliac-
cltc* e eiuoeoes que esses incidentes me causaram a
cada instante, sinba-mc esta rellevAo ao espirito :
(i Cesariua he VIUVi de um homem poderosa-
* meiile rico, cu eslou arruinado, celia me ama
K anda.
\\.\ pinicos das, conversando rom Joo, c anda
lominado pela doce emoeo que me causava nosso
encontr, eu nao pude mpedir-mc de perguular-
Ihc:
i Crs que madama Jclfcrson leuha berdddo
K a Immensa fortuna deseu rido^ n
Esla nelle, Ipeur das lembrain;as que 1110 des-
pSTlSVI a minha entres isla com madama Bas mun-
do, pcdi-lhe seus couselhos na pies sao do una
paoxima cveiitualidadc, sin be, de meu casamento
com Ccsarina I
Euiliui, anles de sabir da casa de madama Kns-
rauudo ped ascu rmao iiifonnaccssobre Mr. Jcf-
fersou. Essas informaroes sAo horrveis, merecem
ser mcdiladas; j sollo o ellas.
Meu casamento Com madama Jclierson depende
evideuteuienlc de mm w'i... nao, me evclamou ella:
Fernando, voss me ama, sou viuva! s Nao era
jaso dizer-mc : Minha mito hetua ?
Coulu'co por experiencia o carcter, os scnlimcn-
lose a r.VfHiVdeCcsarina ; se ella me ama anda,
viuva ou nao, seria minha ; ora se ella cuidasse s-
menle cm renovar nosso uniAupassageira, 11A0 me
leria dito : Sou viuta!
Nao, durante a vida de Jacinlho ella era nunha
amante.
Sim, quanlo mais rcfliclo neslas palavras: Son
riura, mais me convenc) que deviam tigolflcar cm
seu pensamenlo : (a Cascmo-nos?... Bu rasar com madama Jefler-
BOnT.ta Vejamos.
O lado morjl da queslo priiileiranienle, o QrdiV-
rial depois.
Quando Jacinlho morrea estivo a ponto ile casar
com sua viuva... porque n.lo oliz?... Folhoeinos
esse diario do passado, elle me responder, e nanea
Oloaa.
Todo o Povo alegre vejo
Com miseinjoi-s, com ideas,
Farsas, mascaras, choreas,
Moslras do liel desojo '
Te eu com versos festejo
\- glorias de Portugal!
Neste goslo universal,
Expressoem diversos modos.
Se distinguen) entre lodos
O Prelado, eo Cenerat.
Costa o excelso Prelado,
Dos nossos Kcis 1.10 querido ;
Gostao Cencral valido,
Dos memos Reb lo amado.
lu sobre o Aliar sagrado
Os votos ao Co cuta ;
O "iiiio c'o a I iti.iiii.ii 1-1
Os nimos afervora.
Ura, e oulroa Dos imiilora,
Se cuchen) ambos de alegra.
Com impulsos vehemente*
Pens 0 Prelado dizer :
Disino, Elerno Poder,
I-otile de lien- peni 1 aneute !
Vos aos Filbos excellculcs
m.in-i.ii gracea abuudaues;
Os nossos Cbefes Keiuantes
Vos no Cousorsio os ligaslea,
E o nosso bem seguraslcs
Pelos lacos dos Infantes.
E11IA0 com temos loncos
Jos Cesar de Mcnezcs
Une, e apella maltas vezes
Ao bom Prelado t-iu seus braco*..
Tainhem estes sejam lacos
< Llie diz) da nossa harmona.
A Dos, rom sania porfa,
lnin.it as mos, supplicai;
Bouai por cllcs, roaa
Pelos anuos de Maria.
Que lindo bolao de rosa
Aquella Roseirs lem.'
\ .1111.1 niiiguem Ihe chega,
Abaixo nao sai uiiiguem.
Glo.a.
as faldas do despeuhado
Daquelle inaccesso monte
lem Cupido a sua fonle.
Conserva Flora o seu prado :
lina plaa lem gerado
A Nalurcza pas "liosa.
Ol! que vista deleitosa,
QOQ os meas suspiros cercana !
V, Fabo, que bella plaa!
Oue lindo nublo de rosa !
Boto, que a nova Hoseira
liini..11 com lanos aliubos,
Que o cerra m mi vos espiuho.,
luda cm bulo llor primeiro.
De unta, e oulra ribauceird
A funlc regando vem.
V, se inda nao sisle bem ;
Oh Fabo, que uerfeicao *
Ameno, e gentil bolao
Aquella Koscira lem.
Toma o ih-'Io, se duvidas ;
Mas uo cousiulo, que o cotilas.
Vs .is encarnadas folhas.
lemas, fechadas, eunidas ?
Suspiro em continuas lidas ;
A subilla se me nega:
Se poidio o p, escorrega ;
Cupido me 11A0 acode.
Vir abaixo ella uo pode,
A* cima ningoem Ihc ebega.
Intento o monte subir,
A fonle desojo ver ;
A Plaa queru colliei,
E della o botAo abrir.
Nada posso conseguir,
Porque o Dono n.lo con vem :
E lanas espas lem,
Oue ella mesma se lastima ;
Pois uinguem Ihe chega a cima,
A baixo n.i" vai uinguem.
(Continuar-se-ha.)
Cntico.
Maria, salci-nos!
Aos voseos devotos
Vinde, soc cor re-1 ios.
Vossoamor nempenha,
O' \ n -.ni da Pcuba '
Penha donde mana
A fonle vital.
Salve, MAi de Uro- !
Bainba Suprema
Sobre os Aojos seos.
Sois M.11 de concordia,
De misericordia ;
So- vida, doeura,
Es|icrauea sois.
O* Mai do Senhor,
Excelsa Mara !
O* Tbroiiodeamor,
Salve ouvi os brados,
Que nos degradados
Da rtele Eva Filbos
Vimos suspirar.
as Icnibi aneas, que elle encerra tero sido raaisuteis
deconsullar-se duque iiesta circumstaucia.
Esaquio que eu eserevia enlo em mcu diario
depois de lar ponderado o pi c o contra dense casa-
mento uo ponto de vista da inoralidade de Cesariua
c de minha repentina renuncia vida de mancebo.
Depois de ler pergunladoa mim mesmo se olTereci.i
1 viuva de Jacinlho serias garandas de felicidade
para o futuro, acahava profundo esla queslao 1 (raus-
crevo lielmcnle ):
. Ccsarina enganou a Jacinlho ; porque razo,
quando fr minha mulhcr, nao me engaar ella
tambem ?
Sem duvida ella ama-me extremosamente mas
muilas vezes ao amor mais ardonlc succedo a frieza
c a saciedade... llevo confessar, que depois da iu-
1 (errupcAo de minh.is cutres islas com Cesarina, de-
pos que ella nao me apparecc mais como oulr'ora
ebeia de paixo e de volupluosidade, mas vestida
de lulo, grave, melanclica u muilas vezes banbadd
ern lagrimas, lenbo sentido ganhar-me o resfria-
menlo; nao podera ello ganha-la lambem um dia ?
E quando nao me liscr mais amor, n.lo deverei te-
mer quecedendo ao ardor de sua ualureza Ccsarina
me (rale romo a Jacinlho, que conservaiido-mc tal-
sez alleic.ao e rehpeilo sua maueira, lome um
amante f
s Ora a esle pensamenlo de ridiculo o de sergo-
nliii tudose rovollava em mim ; nao mesenlia a ros-
jieilo das desventurasconjugaes nem com a placidez
orn com a pbilosophia de Jacinlho.
(( Depos fui U...1- adiaule, percunlci a mim mes-
mo se tora o primeiro ainanle de Cesariua ; ella me
assegurora muilas vezes com umaccenlo de perfeila
sinceridade, que eu fdra seu primeiro amor ; rnat
M mulbcrcs sao Iflo i m peno I rasis 1
Alm disto nao se linha Cesarina por assim
dizer ollerecido a mim ? urna mulhcr ale enlau n
reprebensivel leria mostrado lao pouco recalo f
Bem como cu, mas em oulra poca, Judo Ras-
mundo viva na inlimiiladc de Jacinlho ; eslava eu
erle de que Joo nAo Iota tambera amanle#de Ce-
snrlnaf
a Nada me provasa que inhibas iluvidas fossem
fundada*, nada me pros asa que o nAo fossem. De-
nsas, eu me linha mostrado fraco o incrdulo a este
rcspeilo, c sem esse riume retrospectivo; mas no
momento de alar um laco elerno, que poda depois
perlurbar-meo repouso e a honra, achava minha>
nriolurik*s muilo e minio Icgilima*.........
EUoque en uioralmeulo pensasa de Cesarina ha
alguos annos.
Os acoiilccimenlos-ohio'.iidos depois dessa poca


0m
l remend de din .
Chinando de miL*o;i,
Pedimos i, I VIH :
Nesla vale irislc,
Onde a pena axi-ie,
De lagrimal cheii,
De mirria, ais.
Ouvi, eia pois,
No-,-- Advogada !
Mostral quanlo sois.
Ollius piedoSOS,
Misericordiosos
A n desgranados
Terua MSi, vohci.
Depois de acabar
O cruel dolerro,
Dignai-vos mostrar
.Ir-II- i ir,ni lo,
yuelie Iruelo beiudilu
Desse fel/ vcnlrc.
(Mi! Mai de Jess!
O' clemente Ouvi !
O* Pia Valei-nos!
(V Doce Acudi!
O' Virgcm Man !
Que a IIcos, que nos crr
Cr asios us pastee !
Por lodos n'vii.
Para que por vos
As pronicssas sua
Merecemos nos.
AHsim upplkamoi
Porque nos \ejarao*
Nessa Klcnm Glora
Pora sempre. Amen.
riBuacOEs 4 femiio.
Ix-se na Jal-
ai do Commirelo de 5 do corrale
mez de agosto:
A TILIDADEEOPROaRESSO.
O Baiar Fulmnense.
Qaando ha iiisliluircs cuja base explica a maior
negurauea uo desensolvlmenlo (lo todi a prosperi-
dade de harem ; quondo o eiperlmenlar dos rc-
aulladoi dama noproxas cnconirn o espirito do
proajreasu iodo o icio o actividede de nata dvilba-
gaobem eaiwleriaida IntoolaaUval baque nanea
de solira, mas alai sempre necessarins e alela, se
lornam os loavorcs c a promulgaran da idea por si
o por sua jiisiidii^o vautajosa.
Doqui queremos Rea concluir muiloscnsalainciile,
cm favor da euiprea da Illm. Sr. Bernardo Xmi-
er Piula ile Soma, iiisliluidor iloSeguro de lli-
Iheles de Lotera, alias muilo mucciluodo pro-
prictorin do Basar Fluminense, c do <|nnl j;i lomos
,i muilo aceita c opplaudida ossociocAo, dcuomi-
nlda Pude qanhar e nunca perder.
He-de qae ipparoceu efleclivada aquella grande
idco.lndos'.alicuiquolnniovimcnloquccllo nroduiio
iioanitno da iinprensa da pail. Assim foi que lo-
do- o- orejaos preeminentes de lodos as crenras pu-
blicas esociaes, o mais exponlaneainenle aa deeidi-
ram e se proclamaran] em favor da grande causa
dalorlnnu publica.
Isioj.i he nao e ama garanlla, como igaabnenle
relo que por inrontcslado nao pido aos olhos do
booi aeneo paaiar deaapettebido,
F. conselos dos nona c proficientes eneilos que
loda a InsliluirJo do Illm. Sr. Bernardo Xavier
Piulo de Sou/a pode Irozcr e vai oflcreeendo, nos
nao podemos iiomdovcnins tergiversar em ornnipa-
nhar o cspirilo fiultlico, que pan loco IramJgioa
arcilou lodas as vanl.ifions da emprezn a quo DOI
referimos.
E censcqucnles rom oa nossos bons desejos nos
eeagralulamoa, c a conaideraefe de tojo o pah en-
deregamos mais esla decidida c muilo espontanea
obaerveeio em convite.
l-io heQue se i,., nlilidade oas empresas cujo
Djeuero eapeeial he a nnlegem da Iranquillidado e
teguranca dos eapilaaa empreados, ella l,i esl na
do Seguro de llilliele' de /.alerin ; se lia mcio de
nio desvalrar-w o desojo ainda o mais ambieioao
lafpicllc que ludo pretenda calcular e amonloar,
elle ibl esto as garanliai da assoriocan ; se lia II-
iiolincnlco-pcculni;oo nalajosi para lodas asi-lns-
ses. qaaaaqaer que srjam os meios, ella ehleeM
igualmeala na empreu do illuslre piopriclorio do
Bazar 'Inminente.
tlompctc pois a S.S. euipenliar-se na inimicSo de
lodo o cu ilcsenVoIviineiilo, c coola conscieiiciosa-
nicnlc no prospero c npplaudiilii re-tillado, de lo-
dos os que, por seus contingentas, lenliam de repre-
sentar a nlilidade das empreza* como a dcsle
ganara,
l.e-se ao Corriio Mercantil do llio de Janeiro de
."> do correle me/ de auoslo
Helo de nao perder as loteras.
Xiii niilr eu r/iiad facimos, aulla til gloria.
Jugar nas loiei ias, i-io lie, arriscar o prodneto de
noss;i industria e Iroliollio nosse sitrvedonro de lan-
as fortunas, onde a Mala c incxoravcl realidade
aesfll em u......rnenlo as mais llsongeirat espe-
rauras de quo.i lodos, soconi lucro pira liem pnu-
cos; joi;ar, di/.enio., nas lolerias sem nunca perder,
esto uiiiissiuio c quasi Inaeredllavel detidoralum
mosliou-uosconiapplauso geni 0digne propriela-
riodo Hazar Flomineasa que ero [ios-ivel reolisar-se
por mole de vanlajoshsiino seguro que elleealabe-
leceu dos bilhelea e cautelas ; porm Jogar nas lole-
rias, nao s sem nuica perder, mas com una vehe-
menle probaliilidade (como quo elerada a crio ile
eerlea de sempre ganbara islo lie que parece nin
sonlio, urna perfcila utopia: onirclonlO cxaiuinai,
leiloie-, cnmallcncriooseslaluliis I, aoeiedade de
,,ni I,i, minlia m.incira de
I
devera aeaaa modifle
veri
No, de nenliunia sorle.
IgnorocomLlelamenlo quil baja sido a conduela
de madama Jcllcrson depon de noaaa aeparaeo ;
ma- por via de Mr. liolorredo, pes-oa de lionra e de
ctccllenle Julio, sei que esse Jellerson, enriquecido
pela fraude e pela litara, era mu liomeni 15o i.....is-
Iruosamcnlc devasso, 1,1o desraradaincole enlreaue
i crpula, que a indicmicrio publica cxpulsou-o duas
vezes das rulados em que resida.
I)c dunseousas una, como luslamenle oltservou-
me Mr. Gelolredo : niii.i mulnerqua ca-a com so-
nwlhanla mberarel aal pTofundanienla corrompida
oo completamente cesa.
Pois l)om confean que o auado mo oln Igi a
crer muilo mais nacnrrupcSoilo que cm ana logenaa
cegueira a rc-nrilo ilo Mr. Jcflorson.
Vamos, pob, Ooaadaniente ao fumlo das rousas:
urna mullier quej perverlid.i aceila ou procura por
cohica urna lal uiilo. ca solfrc alsuns anuos, deve
ler-so lomado uin monslro debaliex e de depra-
vado.
lie vrrdadc que pode ser quo Osarina baja sido
cega om ana mcolba, ou ,pico ci-imcnto iculia rooa-
plelamenle mudado o muilo son ; porm, apear de mlnha boa vonlade e doma
poHibllidade e-las duas li) |)ollicses me parecem me-
recer pouro crdito.
Em raz.io meamo deataa davidaa, minlias apprc-
licnsoes para o fuluro acea da moraUdade de ma-
dama Jellerson devem niiainenlar. Arrece anda,
que lenta cinco aunes de maUqos ella, a qnal esta
na flor da mecidade, ao pnsso quo cu loco a idade
madura lau vixlnha da vcllucc.
f'esarina amn-nie como aiiljgamoule, convenho ;
mas diiqui a poneos anuos meas cabellos comerarao
a emliranquccer, c ella estar anda com toja a ana
formosura ; as morenas de sua compltelo comir-
ram-*e muilo lempo!
Mas ponliamos de parle esla diffcrcnc,a de idaile,
ponbapoa da parle mearao aa consequenciss possi-
reisdVprofunda de-.....ralisaolo dolidas ao casa-
menlo de Ccsarimicom Mr. Jeirerson, admillninos
emflm, que eu me aclic alisolulnineiile na mesara
roiuli^ao em que estova para com a viuva de Jacin-
Iho, quando as reflevo que acalw de Iransrrcver
impediram-me de unir-iue com ella.
Porque consentira eu boje nessa linlln. que n
inspirava naquelle lempo lio liv.is apioeheii-ws lui-
rn fuluro?
Porque '.'
Nada de equivoco 1'orqnr iiuulnina Je fierran l,e
irnra de nm lioniem pnileraminenle riea.
loteras denominada Pode ganhar e minea per-
,1er;examlnoi com aliento eases inlereasanlcs es-
tatuios queacaba de publicar o Sr. Bernardo Xa-
\ier Pinto de Souia, o espontneamente rendorcis
lodoa nm trbulo de admiraclo ao talento doese no-
bre eonimerciaiilo que, urna vez applirado ao eslu-
do b conceptu de urna idea, quo alia parece Uo
aiida, lem della deduzido resullados 13o impnrlan-
Ics, que se torna credor da consideraco e apoio uni-
versal, demonstrando oulro sim que o mrito, a ca-
p.iridade, o predominio emflm da inlelligcncia lem
lugar em lodosas prolissoes: o quo nos parccAra so-
nho, o |ierfeila utopia, ronverleu-sc em saliente
realidade!
Com cffcilo, quem, analjsando com madurez o
lino dclienado plano do Sr. Xavier Pinto, nao un-
ir louo sincera eonvicc,ao de que elle lio eminente
o inconleslavelineiilc proficuo, lano para o publico
romo para o emprezario (so osle fr por aqucllc ca-
balmente coniprcliendido e coadjuvadn), ofterecen-
do vanlagcns irreeusaveis a todas as diversas classes
do sociedade, desde o menos aquiulioado de teres
al o mais opulento dos enlodaos"' Com ligeiras
rellcves confirmaremos a veracidade de nossa asser-
r.M, aiuda aos mais sceplicos.
i:-uih'i;.(i*.-rii,j> por ilu imi-1,,1- aos individuos per-
Icneculcs a classe menos remediada : aluuin de ni
por mais mesquinlia que seja a sua posic,.1o, nao
precisar alguma vez para veslir-sc de unta jaque-
la, una calca, mcia duzia de camisas, etc.'! Todos
mo reponderiio pala nfllnnalivo, porque sio olijec-
losde indispensavel necessidade: o quo fazeis |iorcm
vea? Idcs a urna luja, compris aqucllcs objeelos
desembolsis o vosso diulieirn, c o necocio esl con-
cluido ; salisfazcis sim i vossa prccisio, mas o vosso
capital licou perdido, n.lu he assiui .' Pois liem, sa-
bei agora que o proprietario do Bazar Fluminense
vossupprira com esses e quaesquer oulros olijeclos
de que nocessilardes de lao hoa ou mellior qmilida-
de, c sem dovlda por ma is commodo preco porque
o sistema adoptada pelo Baur be comprar barata-
simo c com ilinbeiro visli para poder vender lia-
ralo mas o negocio nao lira concluido para vos.
porque o vosso dinbelro vai anda ser applicado na
lotera em una vasta escala, onde una mar, nvulla-
da importancia di capital, liem romo oseu pru.len-
te calculado cuiprcuo vos alliaucam (|uc podis obler
nm lucro avanl.ijado cm relaroe proporconalnien-
le ao iiumcro de nreftes que tomai des; comprelien-
deis pois que nlin ,1c recbenles os objeelos de que
precisordes, o iossocapital 'que licaria perdido em
oulro ipialquer lugar onde fitsscis cnniprarl vai ain
da sor manejado cm vosso beneficio, licais ainda
com o dircilodcpcrecbcrdcs um lucro* mesmo maio
que o valor desse capital Qae sobrenianeira consi
dcravel proveilo Alguem emboa f,; podeconles-
la-lo ?
Alen disto, quanlas laisiiinas inlo vai inesiuo csl;
empieza poupar, quanlas amargas deceproes acau-
lelir I Aquello que. Oxeilado pelo vicio ou pela am-
bit.io, c umitas vc/cs fallando a deveres sagrados
pn\jiia-sc do ulil e uecessario, enipregaudo na lo
Icii.i o sen nico vinleni, ludo poniendo, porque a
serte Ibc nSo foi propicia ; c conliiiiiando a jazer
namesmaou em maior penuria, pode agora jocar
mais allbulaiiicillo e livrtfdaquellc lerrivcl perigo
porque nunca perda, pode ganhar, o em iodo o ra-
so remodeia sempre suas precises com algum dos
muilos objeelos que o Bazar lbe frampicia propor-
cionalmente ao valor de sen capital.
A ulilidado resullanle para as classes media e
opulenta da sociedade lorna-sc ainda muilo mais
preeminente, porque dependendo a BBUafaefo lo
-,,.i- [irecisc-, ^,i/o- o desojo- I 111 [ >i t-i.-i, ,1c in.ii-
aiullados eapilaes |ara obleremricos vestidos,eos-
losos adereces, ele. etc., sTo lambcni mais fundadas
e de mais eoiisideravol valoras probabilidades de lu-
cro no joao das lolerias, sendo inislcr adverlii que
sr o respeilavel publico eovnprehender devidanenu
a magniludee nlilidade de semelliante empreza.
Iioni ando-a com a ana concurrencia c auxilio, o pro-
prietario do Bazar Fluminense deve por son pro-
prloinlere.-sc1 capricliar em cleva-lo a um grao tal
de completosortiinento, quo possa salisfazer plena-
incnlc a todas as variadas precisos eeiigenclaa, ain-
da mosmn do mais requintado luso.
Em face do vaiilacons lao palpaveis desafiamos
agora ao mais emperrado o socoro calculista, que
nunca aequif augeitar a expr o :nenor real aos aza-
res ila lolorio, dosaflamo-la acora a quo rom sinre-
ridade nos diga, s,. nao lera eooecas de experimen-
tar a sorle pode fazo-Io sem o menor reccio de fui-
Barca francesaOecidenlraercadori,,-.
Importarjao'.
Brigueiuclcz Abraliiun Aj Sarah, viudo de ri-
me, consignado a JN. O. Bieber ^ Compaulila, ma
nifostou o seguinle:
m massos de adaailas para pipas, ), ai tas ps
pe, 1476 barricas lariuba ; aos mesouis consgnala
ros.
CONSULADO (ERAL.
Ilenilimeiiio do dia i a 15.....4:0129118
dem do da 16 '....... 311969-3
2
1:II73jH16
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmcnlo do dia 1 a 15..... 71tHns
dem do dia 16........ .'ilglnti
1229860
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DEPEKNAMBtICO.
Ilcndimcnlndo dia 16...... .'>O0972l
CONSII.AIIO PROVINCIAL.
Rcndimcnlo do dia 1 a 15 13:70<>sMi:i
dem do dia 16........ i 189768
.
11:2:11197:11
MOVIMENTO DO PORTO.
Kavioienlradot no dia 16.
ParabibaSdias, liiale brasileiro Flor do Brasil,
de 28 loneladas, incslre Joaquim Antonio de Fi-
gueiredo, equiiaccm 5, carga loros de mangue ;
a Antonio Jos de Castro.
AracalySBdiaa, lii.iio brasileiro Sania Cruz, de
31 loneladas, incslrc Viceulo Fcrreira Lopes,
cqiiipagem 1, carao ruuros c sola ; a Caminlia (\
Fllios. Passagoiros, Oiidio Antonio Saraiva o I
csrraio a entregar.
Baha8 dios, patacho brasileiro Hermina, do 182
loneladas, cairla Jos Andr do Hala, equipa-
geni 10, cm lastro ; o Manuel Jooqum Ramosc
Silva, Veio a osle lorio recober pralico e scaue
paro o Ass.
Rio de Janeiro28 dia, breiie nelez Salnica, de
217 loneladas, capillo E. laulkiier, eqolpagem
'.l, em la.lro ; a Dcanc Voule A Compauliia.
Naioi saltillo* no mesmo dia.
AearacPatacho brasileiro Bamlacto, mcsirc An-
lnnior,omcs Percira, carca varios ceneros. Con-
duz 1." passagoiros daquollc mesmo lucar,
Rio de Janeiro e porlos intermedios Vapor bra-
sileiro Imperalrlz, ronimaiulanlo o Llnenle
Joaquim Salom Ramos de Azcvedo. Alen) dos
passoceiros que Ironxe, leva para os porlos do sol,
Jos Pedro Carnoiro de Albuquerque, Jos Anlo-
nio de Mendonrac I cscraxo, Pedro da Silva lle-
co. Ir. Ileurque do Caslello de S. Pedro, Jos
Joaquim de Olivera, Joaquim de Azedo Maa,
Joaquim do Azcdo Villorouro, Jos Scsisnando
Avelina Pinho, Jos Antonio Rilieiro. JoAo Ba|i-
lisla Telles, Dr. Lae, Anlonio de Jess Souza,
Amonio Moreira da Costa, I). Mora Joaquina
da Purexa Costa, loao Artes Uoerra, llcrrulano
Bernardino l'erreiro Gomas, 1 otcrlvao da arma-
da, I colnini-.aro da armada, llr. Anlonio Joa-
quim de I iciieiredo Seabra, Manuel Joo de
A......im. Dr. Alfonso de Albuquerque Mello e I
escravo, folia Nquel, ineel Lull de Abreu,
Moiimd Coiicalvcs Agr c 1 escravo, Antonio
Luis da Silva, 2 escraxos I entregar, 3 prclos
fonos, 13 roerulas para o exercilo c i ditopara
a Mnrtiha.
Il.unliurcotillen lianiburguoza Ocano, capillo
Fokl.es; com a mes;na carga que Irouxe, suspen-
da do lameiran.
EDITAES.
Iflrao sen iin'\ora\cl s>slfinn, porque em lodo oca-
so nunca perdo. catrelanlo qae o capital pode ainda
reildcr-llio um bello p >educlor premio.
Km concluSO riuminenscs, ltra rinofl do loda a* nacionalidades, clnesea e coiulrcs,
ptnimi'i e-i.i empresa lio altamente hamanlfaria,
que te por um lado hr prove I osissinia ao que no
lio rico, lambem presta Ulilldade c 11R0 prejudira ao
opulento.
COMMERCIO.
rllACA 1)0 RECIFE16 DE BETEHBRO AS3
IIOHAS DA TARDE.
Coiaces ofllciaea.
Cambio sobre Londres a 27 :l|l d. 6" d|v.
Desconlo de letras de 15 diasIpJ por eenlo o
mez.
ALI ANDEliA.
lien,lmenlo do da 1 a l.'i .... I5:582M
dem dudia 16....... 3:5851016
I2!l:ll:l--':,ll
Di
Brigne Ingli
iirrei/nni Iwje l7 t.lbralitim e Saraforinlia de trigo.
I'arquccn estouqnasi arruinado...
Porque ouilim me be iinpos-iiel reuuiuiar aos
prozTes e co/os ipic urna grande fortuna |h'mIc dar.
A conaslo be de tuna espaule-a incenuidade.
Examinemos acora se esle novo casamenlo me a-se-
urar a grande fortuna que cobijo :
He este o lado male al da quealio.
Meu priuieiro rasainenlo foi um rasainenlo de
rmcenieneia ; nWU segundo casamenlo ser um ca-
tntenlo de dinheiro'l
Ttri madama lefleraon iieniado a lotalidade ou
si'unonle urna parlcdos bous de son marido ? Ou uso
tero bordado senao alguns restos de sua ulica opu-
lencia ?
Como podere d'agora al amonliAa ler inform-
is''- evadassobie essa fortuna ?
Sim, be preciso que amanilla me aprsenle em
casa de Cesarina rom inhiba resolaeo j lomada;
pois ella dsse-me*: a Fernando, sou vi uva, ambos
estiraos lvres. Eu pasearla seos albos pelo ulti-
mo dos horneas, so nulos de lomar um partido deci-
sivo inquiris-c della o que poema, alm dislo snlo-
me incapaz dessa basxeza.
Ma- emflm supponbo que Cesarina seja rica, co-
lossalmenlc rica... lie pilo sen dinheiro i/ur. me caso
eiim ella, o esse dinliero lie o finio das fraudes e da
usura n que Mr. Jellerson deven sua forluna.
No fundo orla ultima ubjeeeSo pouco me (oca ; a
viuva desee hornera haiegalmenle bcnleira de seus
bous, e nIO be responsovcl pela orccni delles, com
mais forte razilo eslou ao obrico desso responsnbili-
dade. Cerlamenle eu preferira que esses boas l-
vessem una Atole mais ligilima, mas sso nao passo
de urna parlicularidadc accessoro.
Ami repilamo-lo un ccru.scm (leriplirases: Ca-
so com madama Jefferson pelo sen dinheiro !
Com tildo antes desabor (pie ella era viuva, sen-
li men amor renascer mais ardenle quod'anles!
Islo be vcriladc ; mas vamos anda urna vez e resolu-
tamente ao fundo das cousas : se boje eu livesse a
convicetu do que Cesarina he pobre romo firou por
mortede Jorinllio, por ventura quercria casar-nic
com ello'.'
Niio, mo, oh .' mil rezet no !
Assim he um casamenlo de iuteresse, nm casamen-
lo de dinheiro que procuro.
E porque nao onde esl o mal'.' onde esla a
bailesa f NRa verana lodoa oa dias aja mundo seme-
llianles easamenlos'.' Nao vemos lindas mocas eosa-
rempor iuteresse com vellios libertinos rarorhv-
ino- | Nao vemos ni.ncelms cosarem por iuteresse
com velbas i ni nula- Kc- easamenlos inlinila-
menle mais repugnante* do que serio o ineu, pois
Cesarina lie bello o iloslunihror. pois en omo-a o so-
Dcorilem do Illm. Sr. Inspector da Ihewnm-
ria da fazenda se faz publico, que uo dia 20 do
correle ao mcio dio, ira a prora pranle a mesmo
reparlielo, pora ser arremalada a quem pur me-
nos fizer c molbores vantagens paro a faienda of-
lereeer o obra dos reporos do que precisa o quarlel
da Soledede, que devor ser cxceulailo segundo o
plano e orcamcnlo, organisados pelo cngenlieiro
militar, c que ser.lo palcnles nesla secretario,as
poaaoaa que os qnixeren consultor.
Os prelenilcnles dexerAo comparecer na sola das
scsscs da dla Ibe-ouraria, un dia e boro mencio-
nados com seus fiadores, na forma do cosame.
Secretaria da tbesouraria da fazenda de l'ernom-
buco, 10 de sclembro de I8VI O oflicial maior,
Umilio Xacier SobrHra de Mello.
O Illm. Sr. inspector da Uioaodraria provin-
cial, em cunipriinenlo da ordeni do Exui. Sr. pre-
sidente da provincia, monda fazer publico, qneno
dia 211 de sclembro prximo vindoiiro, vil nova-
inenle a prora pora ser arrematado a quem por
menos lizer, peronle a junta da fozeuda da inesino
Iheeouraria, a obra do acude da povoacao do ltni
que, ai.aliada em 3:3003000rs.
A arreniolar,ad ser fcila no forma dos arligos
21 e 27 da loi provincial n. 286 le 17 de maio de
18.il, esob os clausulas especios abaixo copiadas,
A- pes-oas comparecam no sola dos sessOes da mesnia junla ni
dia a cima declarado, pelo meio dia, compelenle
inenle babilitodos
li pora constar se mondou olfixor o prsenle o
publicar pelo Diario.
Secretaria ila tbesouraria proxincial dei'eruam-
luiCO, SO de ogoslo de I8'>3. Osccrclario, .Inlo-
nio Ferreira d\iniiunciaciio.
Clausulas e I.JI As nitros do acudo do Buique, senlo feitasde
ronforuiidade com o plonla e oreanienlo, appro-
xados pelo dircrloria em conselbo e aprcsenlados a
appruiaefio do Exm. Sr. presidente da provincia,
na Importancia ,1c 3:300(000 rs.
2." Eslos obros ilexerao principiar no prazo de
6(1 ilias. e serlo concluidas no de III meses, a mil-
lar da dala do ariemolanlo.
3.-1 A Importancia dcsla arrcmalacno ser poco
em 3 preslaeos di inaueira seguinle : a primeira,
ilos dous qiiinlos do valor lolal, quondo liior con-
cluido melado do obra ;a seglindo, cual a primei-
ra, dopois de lavrado o lernio de rcccbimenlo pro-
visoriot a Icrreira liualmcntc de um i|uin(o depois
ilo rcechiinenlo dolinilivo.
1. O arreinaloule sera obrigado a eommunicar
a repartirn das obras publicas com onleccdencia
de 30dias, odia lito em que lem de dar principio
o evi'inc.o das obros, ossim como Irabalhara segui-
lanicnle 15 dios, illm de que |wsso o cngciihcirii
'iirarrocado da obra assislir anspriinciroslrabalhos.
nios quasi ila mesma idade, esses easamenlos desper-
i.-nii acaso a renrovaege *.' monos que isso... o dea,
prezo? menos ainda... a admiraclo do mundo 1 Do
nenbiuuo sorle Ellos sao perfoilo o lioiirosamenlc
aceilos das pessois mais riaorislas.
Mas na vida intimo O hoinom, fallemos cloro,
pie rendeu-sc u nina mulher, pode ocaso conservar
mi dignidade l Nao cabe elle forcosamenle cm urna
especie de dependencia vergonliosn c quasi servil ;
pois be sno mulhor (pie, como dlzcm, lem nas maos
os conloes da Imita '.'
Fjn priuieiiii lucar o homein veiuodeiramenle
dicno sabe sempre fazer respeilar sua dignidade :
depois dislo ou trago pouro. ou nada, ou milito, o
liomem be legalmentc constituido o ebefe e o admi-
nislrodor ilo-bensda couiiimnboo ; logo so cilc he
que lem nos nios os rordaes da bolsa.
Ali men Dos Bem sei que se casar-me rom
madama Jellerson e sua fortuna fr enorme, expe-
rimenlarci de lempos em lempos secretas liamilha-
ees pensando quo be ella que fomece ao meu faus-
to : experimoulorei mesmo olguns roiuursos pensan-
do que nao obstanls ser olla adoroxelinciile bella, eu
mo tona casado, se fosso pobre.
Mas sao esses os inconvenientes inseparaveis de
mi,.ha nosiele, inconvenientes de pouco alcance, se
os comparar com a sorle que me espera, caso eu no
coulroio esse casamento rico com lano que seja ri-
co); inhiba ruina rompila esl eminente; com
mais dous anuos de luxo, lerei do eseolhcr cnlrco
miseria c o suicidio. Em face deslas duas extremi-
dades mlnha cseolha nao he duvldosa. lie pois a
roerle.-* a nimio... e eslarei ainda moco, ebeio de
desejos, de paixtos, o do sede de gozos I
No-me engao, nao quero enganar-ino sobre mim
mesmo.
Cerloineulc boje rozo dcliriosamenlo desse mo-
desloscnio intimo om rasa de madama llaxmundo;
o Xain jaune a um sold diverlio-mo muilo, do
ine-iu.i soiic quena Suissa duronlc ininlia viagem
com modoma de Mcligny e nossos amigos eu aeba-
xa deleilc cm ir lomar leilc n"uma cboupana suis-
sa; porm nao me sinlo feilo para xiver Uc lacti-
cinios c habitar una cbouiiann, inlol E quondo
saldado da casa da ma i de Jlo, vi as filhas e a mu-
lher do boneslo necociaule lornorem a lomar seus
i,!,,!.!,,,,,. e seus mantos e estenderein cuidadosa-
menleiH lencos sobre seus ebajieos para presrno-
los doacuaceiro iuniiiueule, e os rapozesmunirem-
se ile cimrdo-rbuvos olim de |uiiipaiem a deepaai de
um liacre, isso me fez pena, e nniira sent mellior
o preco de meo carrinbu eleganle c niaeo que mo
Irouxerapidaroeule, em quanlo o ueaoeianle e sua
familia palejavom no lomo da ru deSaii-.Morliiibo,
5.a Para ludo o mais que na ealixer especificado
nas presentes clausulas, seguir-se-ba o que deter-
mina a lci provincial n. 286.Conforme. Oae-
crelario, Antonio Ferreira WAnnunciofio.
Olllm. Sr. inspector da Iheeouraria provincial,
em eumprimcnlo da ordem de ^gm. Sr. presidente
da provincia de 10 do correle, monda faxer publi-
co, que nodial3 deoulubro prximo vindouro, vai
tunamente a praea para ser arremalada neranlo a
junla da fazenda da mesma tbesouraria, a quem
por menos fizer, a obra dos colicortos do ac,ude de
Tracunhaem, avaliada cm 6058000 rs.
A arrcmalacao ser feila na forma dos nrli. 21 e
J7 da b'i provincial n. 286 do 17de maio de 1851,
As pessoos que se proposerein a esta arremata-
c3o, comparoian na sala das sessoes da mesma jun
la uo dia icima declarado, pelo mcio dia compelen
tcmentc hobeliladus.
E para constar se mandn afllxar o presente c
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da tbesouraria provincial de l'crnam-
linro, 13 de sclembro de 1853.O secrelario, An-
lonio Ferreira d\lnnunciafi\o.
Clausulas etpeciaes para a arremalaeilo.
I. As obras dos reparos do agudo de Tracunha-
em Ioi-o-Imo de conformidode com a planta e or-
namento, approvado pola direcloria em conselbo,
e aprcsenlados a approvacao do Exm. Sr. prcsulen-
le da provincia, na imporlancia do 6O.iJI0O0rs.
2." O .o 11 ni.d.Hile 1lara principio as obras, no
prazo do 30 dias, e dever conclui-laa no do 3 me-
xrs, miados do coiiformidsdecomo nrl. 31 da lci
provincial H.286.
3." O pocamenlo do im|iorlo da arrcmalacao,
icali/ o -c b.i em duas prcslacocs ; a primeira, do 8
decimos da mesma impnrlanria depois do rocebi-
incnlo provisorio, c n segunda, do dous decimos, na
occasiflo da entrega dcliniliva, a ipial devera ler
lucar um anuo depois do rcccbimenlo provisorio.
i. para ludouque nao esliver delerminailo nas
prsenles clausulas ncni no orcamcnlo, seguir-sc-
liaoque dispde a lci provincial n. 286.Confor-
me.O secrelario, Anlonio Ferreiratl'.lnnuii'ia-
riio.
o Illm Sr. inspector do Iheeouraria provin-
Ciel, manda fazer punlico que, nos dios 20, 21 e22
do crrante, pcranle a junio do fazenda da mesma
Iheeouraria, seiba de arrematar a quem mis der,
oseavallos ahoiio declarados, que foram julcado-
bens do evenlo.
I'm pequeo cavallo, quarlou de cor
caslanlio, avahado em......30?Ot)0
I'm ravollo quarlau de ir russo pc-
dre, avahado em........2tr-000
Os pretendenles comnareeam na solo das sc.-so.es
da mesma junla, nos dias cima declarados, pe
meio dia.
E poro Constar se Inandou oflixor o presente c
publieor polo Diario.
Secrelaria da Ibesouraria da fazenda provincial
de Pcriiamhucn, 13 de selembro de I8VI. O se-
cretorio, Anlonio Ferreira ii Annunciurilo.
Olllm. Si. inspector da llicsourorio provln-
'ciol.em cuiuprimenlo daoidem do Exm. Sr. presi-
denlo da provincia de 5 do correnlc monda
fazer publico, que nos dias 27, 28 c 20 do mesmo,
peanle a junla da fazenda da mesma Ibesoura-
ria, se lia de arrematar a quem |Mir menos li/or, a
obra do lercciro lauco da raniilieoc, do estrada do
guipara a villa da Cabo avallada era H:'J!i33000-
A arrcnialaeno ser fcila na forma dos o Is. 21
e 27 da lci provincial n. 28ti de 17 de maio do
1851,0sobas clausulas especiaos abaixo copiados
As pessoas que so propozercm o esla airomalo-
ejo, compareconi na solo dos sesVics da mesma jun-
la, nos dias cima declarados, pelo meio dia, com-
petentemente habilitados.
Fi para conslor se mondou afli.xar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ibesouraria provincial del'ernain-
huco, 6 de selembro de 1853.O Secrelario, Anto-
nio Ferreira Annunciarilo.
Clammlat especate para a urremaiao.
1. As obras do 3. lonco da ramilicoo do Cabo
ser.o Ir Ma- de roiiformidadc com a planta, pcrlis
mais riscos junios ao orcamenlo approvado pela dj-
recloria cm ronsrdbo. c* apresenlodo a appiovaco
doExm.Sr.prcsidenlc do proviurio.no Importancia
de 1i:!Ki:t90(NI.
2/1 O arremalanle dar principio nsobias.no
prazo de :l dias, c ilevcrn rouclui-las uo do 12
mezes, ambos miados na formado arl. 31 do lei
provincial u. 286.
3." O paganiemtoda importancia da arreinalacio
realisar-se-ba em qualro preslaces iciiaes ; a 1.a,
depois do feita a torga parle das obras ; I segunda,
depois de concluidos dous torcos ; a terceira depois
do reccbimenlo provisorio ; o a quarta depois da en-
trega definiliva qual devoro ler lucar um anuo dc-
poi- do rccehimenlo provisorio,
4.. Seis mi,'/,'- depois de principiada as obros, o
orremalonte devora pr.porrionor trousilo ao publi-
co em loda a exlencao do lance.
5. Para ludo oque nao scarha delerminodn nas
presentes clausulas, nem no orcamcnlo, seguir-sc-ha
o que dispe a lei provincial n. 286.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial, em ciuiiprimeiilo da ordem do Exm. Sr. pre-
da provincia, manila fazer publico, qnc no dia 20
de setemhro prximo xiudouro, vai novanicnte a
prora para ser arrematado a quem por menos fizer,
peanle o junta da fazenda do mesnia Ihesourorio, a
obra do acude em Paje de Flores, avaliada cm
3:1903000 rs.
A arremalacao ser feila na forma dos arls.21c 27
do lei provincial n. 286 do 17 de maio de 1851, c
soh as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerein a osla arremalocoo,
coniporec.ini na salo das sessoes do mesma junto, no
dia' cima declarado, pelo meio dia coinpelcnlo-
mentc habitadas.
E para constar se mandn afiixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secreloii.'ida Ibresouraria provincial do l'crnom-
buco 20 de ogoslo de 1853. O secretorio, Anlo-
nio Ferreira d'Annum:iacilo.
Clautulus especiaes para a arremalaeao.
I.s As obras dosle acude sero feitasde confor-
midode comas plantas e orcomcnlos, aprcsenlados
opprovaco do Fxm. Sr. presidente da provincia,
no ImnrUnciade 3:1904000rs.
2.a Estas obras devora principiar uo prozo de
2 mezes, c sonto concluidos no de 10 mci.es a con-
Inr, conforme a lei provincial n. 286.
1.a A imporlancia desla arroinaloc.io ser poco
em 3 preslaces do moiieira seguinle: a primeira,
los dous quintos do volor fnl.il, quondo livor con-
cluido o melodc do obra ; a secunda ; igual a pri-
meira, depois de lavrado o lermo de rcrehimcnln
poslo que a forluna desse industrioso soja cerlainen-
i.n, solida, quanlo a miiiba bepreraria.
Bem sei que eslospcnsanii'ulos sopueris,e inos;
mas noo posso fozer que uo seja o que sou, como
me di/io oslo manliaa Joo Rajmuudu.
Nao, moquero descalilr, (picro ler boa vida, boa
caso e boa mesa, e isso me he possivcl, so madama
Jellerson be rica.
E nene caso que feliz estrella nao he a minba!
estar qeasl on iiinondo e lomar n levanlar-inc com
mais fausto c mais esplendor quo d'anles, rosondo
nao com Ulna velbo ridiculo c Icio... porm com
limo dos niullieres mais lindas de Pars !
Pallando francamente, quem beque no meu lu-
gar podeiia hesitar?
Ouecxcellcnlcoosa liei do (or! que bellas eoval-
caduras! que grande lino! a quonlos bel de fozer
leveia I... Pois o boato do mioha ruina tcm corrido
surdnmcntc;
Oh quonlos bao dedizor :
o Como he feliz esse Duplessis'. ludo lbe sor-
ri... coliio-lhe acoro dos niivcns e bem a prumn
una viuva encantadora c rica de milhocs...
Serio Ires vezes lolo so noo oproveilasse o occa-
siflo! Esla dilo: caso com madama Jefferson... sob
beneficio de inrentario.
Todava... roBietimosaindl, a queslao he grave,
deixemos de loucos cnlex os.
Pois bem!... Cesarinaama-meainda, be rica de
niilln'ie-, c cu caso rom ella... Mas-e depois ella me
engaar.' Mais que niuguem posso duvidar da ri-
gidez de seus principios sem mesmo fallar do seu
'asmenlo com esse bomem niouslruosoinenle de-
pravado No esquoccu ella por niiin seus devores
duranlea vidade Jacinlbo. l'orquo nao os esque-
cerio lambem por oulro?
Mas quem me provo que ella os tivesse esquecido
por oulro que lulo por mim?
Oucni me provo que seu casamento com .Mr. Jef-
fersun nao sejo sno unir inlldelidadc pora romigo?
Nlo se lem visto paixocs sobreviverem oo lempo e
an-a<,m, I.', iinciio-:' Emlim eis oqui um farlocons-
l.inli': se Cesarina he rico, noo linha para lomar a
asar-se oulio embararo sen[,o o da eseolba desde
sua viiivez.1 Mas bem longe disso ello preferid es-
perar, vir lodos os diasespiar-me sem duvida a fin
le iuformor-se por si niesnia de miiibo v ida Inlima
mies de vollar o mim, ipierendn IbItCS -iibineller-
me a provis pedindo-me o sacrificio de modoma de
Molignv.
Sim, quanlo mois refliclo, Ionio mais me be de-
im-liado quo son uniro homein que madama
provisorio ; a teroaira linalmenle, de um quinlo de-
pois do recebimealo defiuilivo.
I." (I ancmleiilc ser obligado a eommunicar
a repartirlo dat abras publicas, com oulccedeneia
de 30 dias, o dia livo ni ipie lem de piiucipiAr a
obra, assim ruino Irabalhara segaldainenledurante
15 dios, flm de que posso o ougenlieiro oucarre-
gado da obra, assislir aos primeiros Irablhos.
5.a Para ludo o mais que nao esliver especificado
nas prsenles clausulas segnir-se-ha o quo deter-
mina a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
IJHI. Conforme. O secrelario, Anlonio Fer-
reira a"Annmciacdo.
O Illm. Sr. inspector da Ibesouraria provin-
cial, em rumpriincnto da resoluco da junta da la-
zenda, manda fazer publico, que no dia 6 de oulu-
bro prximo vindouro vai uovameule praca, par;
ser arrematado a quem maior preco offerecer peran
le a niosmo junta, o rcndimenlo do im|ioslo do diri-
mo do gado cavollor, nos municipios seguinlcs:
l.iinociro, avaliado aniiualmenlo em 72000
Brcio............''O***1
Cimbres...........1238000
Flores e Floresta........32.>?>000
Boa-Visla e Ex.........2178000
A arremataca ser fcila por lempo de 2 annos a
contar do I. de iulho de 1853 a 30dcjunhode
1856.
Os licitantes que se propozercm n esta arremata-
ba, comparecam na sala das sessoes da mesma jun-
ta, no dia acuna indicado, pelo mcio da, compo-
loiilemcnte habilitados.
E para constar se inandou afllxar o prsenle e
publicar |ielo Diario.
Secrelario da Ibesourario provincial uc Pernam-
huco, I. de sclembro de 1873. O secretario,
Antonio Ferreira a"Annunciarilo.
Cartas de edictos.
Ocidadao Francisco Baplisla de Almeiila.juizde
paz da Pregunta de .V. Jote do flerife, em ii'i'ii
de da lei lie,
l-.ion saber aos que a prsenle carta de edictos vi
rera ou della noticia liverem, emeomo Anlonio to
me- Villar, me fez a pelic.ro do Ibcor seguidle :
Diz Anlonio Comes Villor, que qiier fazer cilor o
Francisco do ('.osla Arrulla de Atollo, para na pri-
meira audiencia desle juizo I lie pagar por meio con
dilatorio, o quonlio dc92?H0rs. proveniente de fa-
zondas compradas na lujo dosuppliconle, o que pro
va rom a cunta correnlc junio ; c romo mondo ,
ort. 2">, do decreto 737, de 15 de novenibrodc 1850.
sendo anisados nos logares pblicos c pelos Joman
poro no caso de se passoreni os 30 dias, como mon-
da o mesmo derroto, ser llovido o supplicodo como
citado, c so proceder nos mais termos ila causa, son
do osiipplicaulc adinillido a justificar urna l.il au
zeucio, paro aflnol ser condemniulo o supplicodo ni
pedido, c cusios da lide, sob peno de revelio : por
Ionio, pede o V. S. Illm. Sr. ni/ de paz do dlatric
todo Bairro, lbe delira na forma requerida. E
II. M. Antonio Comes Villar.
E mais senao rouliulia om dilo |ielira pela
qual, c meu despacho uiondei que jiislificosse ; cm
virtudc do que produzio o supplicanlc suos leslo
miinbos, e siiliiudn-nie os aillos concluso-, momlci
avista dosmesin.islesleiniinbas.poss.ir o presente C
lo de cilicios, com o prozo de 30 dios pelo Iboor do
qual, scchamo e ciln ao referido 'justificado, par;,
que dentro dos 30 dios compareco por siou por sen
procurador bstanle, pora se proceder aos termos da
conciliacao no formo da porlioipaeflo supro Irons-
cripla, 11' ni do roiuparecer a primeira audioncia
desle Juico, que lera lugar i iroroedlsli, depois ,i>
lindo o dito plazo sob peno de se proceder a sua re
valla. Pelo que ,loda c qualqiier pe-oo. prenles
omicosou eouliecidos doililojustilicoilu, o podcr.lt
fozer seiente do que cima fico exposlo, c o porteiro
do juizo nllltor o prsenlo nos lugares doeosluin
escr publicada polo iinprens.i.
Doda e possoda nesla frcoiiczia de S. Jos do Rc-
cifeaos 15 de selembro de 1853.
Eu Jos lionoolves de So, esciivoo a subscrevi.
Francisco Baplisla de Almeida.
O Dr. Jos naymundn da Coila Mrnezrs.Jiiiz inu-
nirpal supplente da 2.a tara do cinnnieina nes-
la riilade do Redil de Pernambuco par S. M.
I. c C, ele..
Foco saber oes quo o prsenle edilol virem cm
romo por este meo juizo no dio 17 de sclembro em
a solo das audiencias, se lio de arrematar por ven-
da, em proco publico a quem mois der o secuiule:
Acharaos que vol t:is2l) rs., a parle (pie robo o
Francisco Burgos irAssiimpr.lo, como administrador
de sno mullier, nooliicuel do casa terrea no nlem
da Boo-Visla u. 27, a quol avahamos cm 550S1KH)
rs. por auno eiilrondo a dcima, rupi parle do dilo
piedio vai a praca por cxeoiicondc Jos Moreira Lo-
pes, contra Fronrisco lincees de A-siinipcao. Toda
a |iessoa qiicem dita porlo qnizer lanar, o norier
fozer no dia da proco cimo imlicado,c este ser pu-
blicado o aftlsado no lucar ito coslume, e que sera
lambem niiblicod'i |ielo iinpreusa, na formo da lci.
Cidodc do Rccife de Pcrnambiiro 21 de agosto de
1853.Pedro Tertuliano da Cunha escriva escrexi.
Joti lliiijniunilo da Casta Metieres.
O Dr. Custodio Manoel da Silra (uimariiet,
juiz de direilo da priim ira rara dn rommcrcio,
nesla cidade do Rtctft de l'crnamliwa, por S.
M. I. r Constitucional o Sr. D. I'. II. que
Dos ijuardr ele.
Foco sobcr que por osle juizo so hoo de arrenio-
lor por vendo, em praca publica, que loro lucar no
dio 23 do correle mez, pelo 1 boro do tarde, na co-
s dos audiencias, 2 camas francesas de Jacaranda,
obra lisa com cupido, avoliados em I00.-SHKI rs. rada
una, c dous guardas roanas de aroareUo, avaliadoa
cm.iO.'sOOO is cada um; penborodosa Carlos llenri-
ques liarnos, por execusso de Jos Saporili.
E poro quo cliecuc a noticio de lodos moiidei
iwssar o prsenle edilol que sera publicado pelo
imprensa. e dous do niesino tbeor que serio atusa-
dos na prora do coinmerriii c na casa das audien-
cias.
Dadoc possado nesla cidodc do llccife do Per-
nambuco, oos 10 de selembro de 1833, eu Manoel
Joaquim Baplisla, escrivoo interine o eacrevl.
Custodio Manoel da Siten Cuimaries.
Real campanilla de paquetea inele,,
a vapor.
jNodhJOdesi
deve chegor ,! ,s7'
vapor T0, nm^
danto Rivel,
pois da deme
qualilt-
a do eos.
urae, seguir para Europa, para passageiro, .*
io na agencia, n. 42, Trapiche Novo. **
A cmara municipal do Rccire, ronlrala -
quem por monos llier, a raediflcacla de ,: """
coa-, que fazom parlo do seu palrimon, ,., J"
lugar da Solcdade, oque se acliain lud,,^ o,, "
das : quem o pretender dirija-se o raen,,, ttl'"'
com as suas proposlas e condi^oes, n dlaa ti)"!,
c 21 du correnlc. E para conalor so iiuini., ,,^f'
car o prsenle.
Poco da cmara municipal do Rerife era i^
ordinaria de 16 de selembro de 1853: li.irfoi
Capibaribe, presidente. Nn iropedimenlo do ere
lario. O oilici.d, Manoel Ferreira Aceioli.
O presidenl e da assembla geral da. irriau,
las do banco de Pernambuco, convoco a reuiiti
Iraordinaria dos mesmos accionistas para se Iru.
dos objeelos j declarados no edilol do convni-a,*.
para o dia 8 do crranle, iior se nlo liaver iciinid,
o numero exigido para se deliberar. A reun if.
r lugar no dia 26 de selembro do renlo anuo, .
11 horas no lugar do coslume, e para a volarao im
de proceder-so na conformidade do arliuo 21'dosft.
lalulos. Recife,8deago9lo do 1851PedroFrii,.
ci denle.Jos Bernardo (atrito Alcanforada, m.
meiro secretario.
Aiicnnl le inarinltu.
O ai-in.il de man i, lia compra no dio I1, i.
rento ao mcio dia, presos de cubre poro fono, i,
mas de diversos dimeucoes, popel olmaco ede be-
so do primeira qiiolidode, e Una branca dcziwo
as pessoas que quizcrcni Tazer semclbonles vrinl,,
, nu,p.n ecam no secretoria com os suas pi0|m-u,|
as cumpoteiiles amoslros. Sccrelorio da iospecdi
do .o-cual de uno nilia de Pcrnomburo lde -cli-'i^
bro de 1853.No iiupciliineulo do secretario,
Manoel Ambrosio da Conreina ftisYUt,
O conselbo adiiiinislralivo em viftude ib..:]!
Im i-aces da presidencia da provinrio, em ollii-in ,
DECLABACOES.
Btpado de Pcrmambuco.
O ah. c IImii. Sr. hispo iliuecs.ino iiiin.!.i ;in-
nilDClar que pcl.i tilliina VW, uo prsenle nno, ail-
m i nis I ra. i o carmnenlo Je selembro, na i^reja de S. I'eifro desla ridude,
eomeeando as 1 horas da larde. Vovameiile>e ld-
vcrlcque os adultos deven) dispor-sc enm a cnidis-
slo saerainenlal. Ueeife :MI Je aui.-lo tle I.SV1. Pa-
dre t'ranrifco Jar Tacarr* da Cama.
Jcierson lem amado al a<|iii.,
de amar d'ora cm dianle.
o uuicoqtic ella ha
Todava ho cnusa eilravaganlo Quando eu pro-
rui.i\,i pnlexlot paradeixai tleruniprii ojurameu-
lo Je casar rom a tiuva dcJarinlho, persuaJia-me
Ji)...o<:pie ma engaarla pemdaviilano fu (uro...
Moje quero i.isjir rom a viu\a queiro americano, e veuho |K>r lim a capaellir-mc
(.)iuil Jeslas diiassupposires lio a \crJaJeira 7
Se Cesarina me enaanou, se ella deve sobre ludo
eogauar-ma ainda, que inferno nao er ese c.isi-
menlo... apezar Jesua opulencia !... Iliaeravol de
mim!
Sei ipianlo sofTri com o meus aeressos de riume
eonlra Joao ; e alias Albina era pura !... eu uo li-
nda casado pur rubina uAo JepeuJia della.... mi-
nba fortuna era -upeib.r a sua... IVrein ver-meeu-
nnado por ama mullier queleria quasi o du i-ilo Je
di/er-mc : Cafe-*s... eti he '/lie \nujn tIUU flV (JM-
zas.'... n
Morle e furia !... cu a malaria e ao seu amante
lambem...*
Ocio que \alc a pena que N pense nisso...
E ja nisso pensei quando prc\eui a madama Ha\-
munJo de quo poderla preclear de eselaiecer-ne
com seus eousellius ; ella mo lem dado mil piova
Je sua pro fu n Ja penclnieau, de sua sa^aridade, e da
seuuraueadc seu juizo ; alem Jislu raras vetea aMM
mullier se euuaua nn apreoiafao de ouira mullier ;
anlcde decidir-me esse casamento, ser-me-ba f-
cil imluzir Cesarina a fazer urna visita a maJama
Hu> mundo, cslabelecer entre ellas algumasrebnis.
c depois drei mai de Joao:
Conjuro-a,scnliora, em nomc Jo meu fuluro,
em lime da minba aniiza Je, |>eln seu tubo, estuJe
a madama Jellerson, c disa-mu n'uma palavra se me
aconselbaou nnquemo c.isc com ella ?... EnRa-
nei-inecomplelainenle sobre o carcter do Albina...
Dabi i esuli.iin as dcsra(;as de meu primeiro casa-
menlo; V. me. a conbecia, senbora, mais do que
nos, sua mili e eu ; be pois .i sua penelr.n;oque me
lirijo apora... |HKsaella poiipar-meosdesKosUMquc
solTri, e que (iz sullrcr t'io cruelmenlefl e^sa pobre
Albina!..
Ten lio nn 1.1 f llo profunda e blo relleelida MKO-
liJez Jo jiii/o iuumlu, quo bei de
ei(ur iudiibilaxelmenle sua opiniao m*la ilceur-
rencia.
Cerbimcute a deslumhrante peropecliva de um
cisameuto opulenlo me seJU e Iranspor/a ; mas se
livesse somente a suspeila de que Cesarina devia um
oda acost prximo |>assauo, e de 13 Jo unrem
me/ lem de comprar os objeelos seguinle*:
l'arato i), balalhao.
Panno verde escuro, eovaJos 81.
Para oh. balalhao dearlilharia a pe.
Pannoaiol. eovadaa l,7;i; napato*. pares mi.
Para o 2. de infamara.
Ksleiras 1WKI; sapatos. pares IIMN ; handeiNii
perial de seda t.
Para ol. balnlha'o de iufanlarUt.
Sapatos, pares 355.
Para o arsenal de guerra.
Papel earluxinbu, resmas. : sola curtida, niew
100.
Pama companhia fu de mvallaria, de artil>->i
meio batal/vii) de cartulore da prorinria do (t
r, Kimpanhia fUa da provina da Parahik
eHdeiiifaniarirr.
Alandiio/inho, varas 1,575 ; lionelc* rcJonJiix p>
ra reerulas 50 ; bonetes cumpriJos |>ara o *. lw,.
(hilo de mi,inl.ii i:i '-2 ; bonetes compiitlus p.iri i
rumpanhia de artiliresTO; brim branca liso, ur
IHIII; holoes bianeos Je osso, duziasWHI; lm|r
pelos Je AMO) du/ias 7S : bandeira Imperial Je*
Ja i ; casemira cncuruada, covados 17; capa debrii
para bandeira 1 ; capa de oleado, para bandeira I
esleirs de palba 5(H; grvala* 50 ; baste par lun
deira I ; bipis. duzias : maulas de la .Vi; bulUn
da Je forro, covados 77'J ; penarbos Je l.la pin ,
cumpaubia de cavallaria Bfl : pecas de lilas aal|
para silbas \ ; panno prclo, co\ados l.VS ; va\mv
azul, cov.iJos5*; papel .ilm.in, resmas 10 ; |> de peso, resmas \ ; peiinas, reios S; sapatos, iij-
resl,3
As pe*snas que quizerem vender laes elijerln.
apresenlemas suas pro|H>slas cm cartas fechadas n
secrelaria do conselbo administrativo, cslabelM
no arsenal Je guerra, as 10 horas Jo dia ti do ro
renlo mez. Secrelaria do conselbo administialiv
Ju arsenal de guerra I i de selembro de 1853.Jf
de BritO nijlez,coronel presidente.llerntirdo l't
reir do (armo Jnior, vogal c secrelario.
A cmara municipal do Kecife manJa |>uMi
car para coiihccimeiilo Je lodos a postura adJicion*
bato Iranscripla, appmvadn prox isoriameule n|
uoxernn da pro>inca em M Jo renle, aqutldi
piiblicaciio desle cm dianle passa a ler cnecuco.
Paro Ja cmara inunicip.il Jo Her fe em MeA -
t Je sclembro de 18-VU liaran de Captkttrik
presidente. Na impeJimenio do secrelario, o 0&
cial Manoel Penetra AcctoHi
.Irliijo addicionai sposturas.
\'t a prohibida a pralica de se rouduzircm ra veres, qnr para as igrejas, (pir para o rcniilrnu.
em canos Je qualquer naluic/.t, destinadosanM
publico. Por rada infracto pagar o prupjiVf.iri)
da cocheira ou seu administrador a mulla Je te
rs., e o Jupio na reinciJeneia. Pa^n Ja caan
municipal do Hcelfe 11 dejunhoiie 1853.0nt
de Capibaribe. presidente Fluorita, MameilrU
Almeida, Francisco Luis Muciel f'ianna, Cut
Jos do le/jo, Antonio Jos de Olfirira. A||i -
V0 provisoriamente. Palacio Jo go\emo Je IVr-
namhuco em 11 Je sclembro Je 1853.Fhjiitirtdn.
Conforme nfllrial maior, Joaauioi Pirtt M-
rA'/o PorteltO,Conforme. No impcJinenlu d-j
secrelario, o niirialManoel Ferreira Jcrioli.
Por ontcui do Evm. Sr. presidente J.i primo-
eia, est abarlo o concurso *i sulisliluicao J.is cilla*
ras de inglez e francez com o prazo de til dias, imi-
tados Ja Jala Jcsle. Os oppositures davrrl.....
crcver-Mf al 15 dias antes do dia profio, ni WnW
dos arls. 30 c 31 Jo reculameulo de 13 Je malo <>'
I Sola l-iiecloria do l,\ecii, 5 de -elcmbio 1853. O amanuense, Hermenegildo Marvcli**
dr Miranda.
Perante o conselbo d'aJiniiistrac.Ki naval
de arrematar o foriircimcnlo dos gneros atiabad1
clarados para os navios d'armada, eBcalarcadlirN
nal e en ferina ria de marinba pelo lempo a saber: a/eile doce de I.islioa, e do Mcdilerrii.K"
dilo de carra pato,' assucar bramo, arroz Jo Mar*
nii,io, aguarJcnle de 0 gri>c( bacallio, bnlurb
cafeem earoco, c,irne\erde, dita secca, farinli.i.ffi
j,lo iinil.ii.nl,,i, lenha em achas, pao, loaeinlio*
Santos, vinagre de l.isltoa, es|>ermacclc Je rompea'
ctaat e carnauba em velaa : os concnrrenbs pouefil
comparecer para esse lim na sala das sesees Joret
riJo eou-elbo no dia lli do correle pelas l Imn
do mesmo, muniJos Jas amoslras, epropoillSM
que deelarem os ltimos prceos, o quem ai
Pcranle a cmara municipal da ridaJc *
Olinda, estarao cm pregao non dias 5, 17, e
prximo vinJoui o mez Je selembro, par
11'
i*'
i om Jl
,, i.r.fe-
'lil qw
dio eaquecer-M de seus devores naneen
riiiorein vezes lir.-ir no ennilijlo preco
me oclic, c ir fotalmenle ale oo lim... ale mi
ruino completa... al ao suicidio...
Assim resumamos.
Amanilla lici de ler unta enlrcv islo com(>-oinn.
Se adquirir nmviccoo de que suo forluna lieU
qual ifcsejoi eslareiein eieellenle posicln |mio i*-
dir-llic o lempo da rellcxiio c faie-la enconlraHI
com madama Raimundo, depoia do que me arl
rcrerei com osconscllios dcslo.
Se porem me rcslarem dividossolirco ferlunsel
madama Jellerson, ou se soulier queo marido >" II*
deivou urna mesquinli.'i lieronco, ocliorei mil es"-
plloriM pora recusar suo inon, se ella mil propolfi
A manMa pob asa enlrevbla I Que iuflueni
pode ello ler sobre mea lulara I.,. No venl ule luie
me o rorotoo ueste mmenlo... sim hole me o co-
rara escrevendn estas liulias...
A maallfa pois.,. esse dia sera novo poca do mi-
nlia vida 1
Jo siio pasMdos annos depois qae escrevi ele da-
rlo, meus cabellos elo (gora quasi branros ; acd*
de (ranserever estas paginas rontendo minhas I*
prsales sentidas lia vspero do dio em que (In
ler uni enlrevi.l.i deii-iv.i com niailaina JeDellS
Non quero procurar drsculp.u -me o inrus pro|iri
olhos ; aqu eslou roufessando-me : eu via sbrale
do uesse casamento o meio de flssrpiior-ine eal
cozos nioleriaes, sem os quoes nlo pedia pensl
couvcnlio em qoeessedeseje era vergonhnso; w'
uni c BCeilS mlnlll altuacJJo, quem no men laj*
Hilo torio peiuado assim .'
Qoer se conrease como en a v enlode, qm-r *o fc-
cliem sohrc ella osollios.eslo verdode existe. A- ea>
comslaiicios accessorios podem ser dillerenlc, i nia>
o que he invoriovel he o rundo dos scnlimeok do
li,iiiiriii pobre ou arruinado que 'toa o unir,, /', ''f
salisfuzerseut gastos dispendiosas casase eonanl
mulher rica I
NlM lie pois, repito, e para rallar verdodeiMiiicn-
le,a minha nroprio historia que cslouconlaiidooqai:
mas o de lodos aquellos, ruja posicjlo he olalos'
minha : em urna polavro a liislori dauuclln qu<
por cubica esli cm vspero de conlrolnr um icmi-
menln de dinheiro.
Eis a rozaoporque pensando que podem senirof
ensiiio, esrrevo estos ponios, cujo uniro ini'iil.....
Irislc nclito lie, romo ja disse, Ulna sinreliila*
absoluta por mais retobante que posso poreccr.
R acora eunlinuo o Ironscrever o meu diouo ue
lerrompido na resperl do dia em que dev io lci mol
eulrcvisio rom Cesarina.
iConlinnar-S-liit.
llT
do
esli
lu
l.i.
VI-
Illa
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ar,i
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l.oi
lili
i, ii-
lf,
,|in


. .1,1,1! |r quem mais der por
lempo do um an-
ule imnolo-- perttacentcs 10 palrimo-
lSS mar?: atiri <**! ""i;^
..... ,' ..luw.. Hn oml'i lacena), iJicml r. 'lim
r l^tan?.r7WI00 rs. i .lito .le ..I. de
''"',olSe, ll t>.; '"".", mle mncale? c hiuelelra, :MW r..; d.l
'- ,ll.,lefariuli .la piaca, I.SlOUra.; dito de
1 d *" ***& -* '"
riTiJ"'"1 pequeo no Varadouro, 169000 ",
" ,,,,ulro arma/.cni grande no mcsmo luaar .lo
,'.%uro, I2>000 re.; Subsidio do gado >uino,
udn. Os prclcndonles podcni comparecer na
' ,ijees da menina ruinara, nos referido*
'li,, munido de fiadores habclila.los na forma da
?,' liara iwdcrcm linear, sem o que mi pdenlo ser
I ..'lilos a fa/e-lo. K para que cheguc a noticia
,, |,|ii. se mandn publicar o presente.l'.iro da
mam iniinicipal da cidado .le Olinda em seartlo
'Jinaria de r, de agosto de WM.Joaquim Ca-
.irl, ,/r llbui/uerque, prcsidcnlu. HinarAn
,,,/ CacaleanU l'elle: de (Mtura, secretario o
ete%i
_ l'cla inspceloria da alfan.lega se fal pobllco,
une a reqoeriinento de lleanc Vonle & Companhia
le lia de arrematar em liasla puhliea, porla da
ini-in.i repartilo, o da 19 do correle, aenobdo
lieoilia, Olieras de panno de llgodAo eelraaadas
lelo nipim; sendo a arromalac.lo livre do direilos
l .iirciiialanle. Altandega de l'crnaiiiburo II de
miembro do 18.(3.O inspector,
nenio 7o."1 Fernaiiilf llarro:
O abaixo awignado, cnsul de Portugal nesla
rovinda, participa a quem possa iuleressar, que
e elle acliialineoCe o procurador bojliuilc nesla r-
ilnile.ila Sania Cata da Misericordia de l.oanda,pro-
vincia do Angola, c que se aclia legalmciile aulori-
sa.lo para a nriirinca nao si de foros, ladennos o
alugueb de rasat, mas,le quacsqiier nulros ren.li-
irenlos que oissam perlencer inesma Sania (.asa.
Pelo que pede a ludas as pesuas que a lal respeilo
renham a tratar, liajnm de dirigir-se nos illas ulela
ni consolado de Portugal (casa n. i, defronto do
Trapicbc Novo), nos horas do sen expediente, das
da niaulila, as da larde.
Jotmirn llnplula Murena.
lie ordem do Eim. s. director eral da lutrur-
cil publica, faro saber a quera roiivicr, que osla a
concurso cadeirn de inslriirc.lo elementar, do
primeiro grao de Cruangi ; rom n praro do 60
das ,1a dala desle. Ilireclonn (eral :i de selenibro
de IK.VI.(Iamanuense arrluvisla, t andido kntta-
i/uio Ceinr de Mello.
lie ordem do lllm. Sr. rapilflo do porlo. ao lar.
publico para cooherltaenioe de lodos os prnpncla-
ios dos cmliarrarfle empreadas no trafico dos nos
iiaw'.MW'is desla provincia, que em virlu.le dos
arls. "Ocli ,1o rcgiilainenlo das capitanas deverao
sollcilar as brencas animas, o o arrobimeulo d.is
dil.H embarcarla, isto no praio de :I0 das, lindos
os quaes se iinporii as imillas aaqiiellesqucileixareni
de ler semelbanles docimieulos. Secretaria da r;t-
pilania do porlo de IVrnainburo ."i de selembro de
IH.*I.No iinpi'diineiiln do serrelario,
Joto Haberlo Iiigwli da silrn.
3
Ptcinc-sc aorcspcia>d publico, que a recita aiiDunciada para domina 18 doeorrenle, ><'' lee,
,ii, em comequeneia de se adiar ensatando o drama Intitulado o Emparedado qual deven
ni ,i scena quarll l'eira SI,______________________
AVISOS martimos.
Orapitao Jamos LaLunborl, ram WrtiirfjM nnibadi n ule |irlt iiasaa vjagem
de Sandwirli Mand para Soii Bcdord, prorlsa .i
rheo mariliiiKi -obre ueascoeflrelfl que cundus, i*;*-
ii tHTorrorasUctipMasfoia, de cerca do 30:0000 'le
i-., t nrelcndeiilos (|ucimih niaodar as nun pro-
nmlM em rarlai fechada*, no oscriptoro il< coiisie-
ii!,itj'i. Ilenrj Foraler i\ Companliia : na ru.i ilo
t|.l|>Mln,' ovo, n. s.
lio de Janeiro.
Seguoinitirolerivotniouto no il.i "i docorronloo
bon coiiliecido brigue eacuna ljanra( recebe carga
pM dele co.....wlo, |KageiroaeoKravo,oipreleD-
.kiiics dirijau-ae .ios coiuignuUrfosJ. i. da Poiuo-
caJnior: nu ruu do Vigarioicasi d. 'i, prmelro
.intl.ir.
Para a Babia.
Sexuirn brevemenlo o Niale nacional Fortuna,
npilo Josd Severo Moroira Rioa, para <-nr2i ou
pasageirm Irala-se coin ue cvoalgnalaroii uaraa
\U Sen/al.i n. /;
Para I;i!!:i salie i*oin : mnior
bfevidade powivel, por ler parte ti*: bub
CWffUf O veleirO lliatC nacional Amelia :
para o festo da carga o pattageiros, tra-
l.i-s.' ciin O mk'sIic a lioi'du, ou rom No-
.ai's&Compnnliia, na ra do Trapiche
ii. 7)\, priineiro andar.
Ceara', SSarankao' Para'.
Segnc rom brevidade o brigue Con-
m'iV.mi : (|iiom no tnesmo quixer carro-
car, oiiiitlc paasagrui, diri ..a-so a Joso
lt.i*ii>a da Fonteca Jnior, na na do
Vi;;,irion. |irmoh"o andar.
Para Kio do laneJro Mftalrii rom hrcvidMle
o brisue tMo por j lor n malor parle cana
|T.>iii|i|i, o <|u;il iiimlii pode rorclicr iluuiim, nssim
nndo earravea .< fele e pasMgelrot, para f|uc lem
befl coinniodm : Inta-oo un ra da Crua do Rocife
H. l rwriplnrioda Amorlm A Irmaoa.
L'ara Ccar e AmA legotr mm brevidade o
bem ninherldo brlgne /'nt/uele ifa Pernambuc :
iuciii iipiir qulxer cari eajar, oo ir de pasMgomi pa-
o qaeiiflerece o mrlhorp-* comatodoOi poderA dl-
njir-'aMi.....el (ionralvc* da SI I va, em scu cs-
rriptorio, na ruada Gnela Para o Ana'
Air o da -jn, o palactio naelonali dmurgoBO, para
rislmlacarua, Irala-sccini Homar,lino Joso llon-
icnu tV liniiit. amado (Jnciinadu n. 11, ou a
Ionio miii o mr"-ln\
AVISOS diversos.
I'rerk'i-scahijar nina prela que laiba loar,
agonanar acollonar l>cm; da-so i.- -io ra, men-
aa>: cpinn li>cr aununrii1, uu ilrija-se ra do
Cibaga, loja u. 7.
yucni proclaar de um perito cosinlielro fran-
ce/, ilirija->t' ra do Trapiche Novo n. 11, anna-
itai,
rroria en alagar nata negra canlWa, que iara
iiarvleo da proa easa de pouca laniilia : na prara
iit ludependeueia n. 36 c :h.
Tiram-se rolralns a clco o de miniatura rom i
ii i |n'ii'-ir.i.': na ra doGollesio, lajadellvroi
it. % mu em S. joo do alaiigidnho, eau junio a
Egraja.
Maimol rrauci-i'ii daUoraeaao relirar-aedaa-
Ii ciliado, alio leudo lid lempo de deapedir-ae daa
(ateoasqueo lionraram coin atauai vwilan,anrade-
iv-iIhn polo prosenle a Mas ohh]uom allencOe,
f "iiti.n iiu-vi aeo limllado psUnMM na cida-
4c de Sobral.
l'u'cisi-so Av umcaixelro de lo a liannon,
''un urlica de taberna ou aero ella, <|uc soja de
bow ruMunica, o ilo iador a ra coaducta : na na
daScnzalaNova n. I, liberna.
(t aliaixo nssiciMdo fa/, rerln por meio drsle,
-i"Sr. hi^ i.ui/ de Andrade Urna, morador om
lerrai do engealio Pao da Coia, que na nolto de i i
ib rurrente velo le ao siiio do abati avignado, na
BMradii iit\.i adlanleda Magdalena, urna prela que
un cJiamaMe Uira* e aer eacrava do meamo Sr,
Urna, valrndn-se do aliaixo aaalgDado para a loin-
prai; prtenlo, pode 0 inesmo Sr. deliberar o que
llic.i|iriiner a rospeilo da mesma esrrava, lirando
" Ibafio wlgnado deaobrtaado por pialquer sinis-
lioqiio |HiMia arnnleccr a dila ewrava.
Jofto Antonio l'itlaceen.
A nmllier que ealiver nas elrtaunalanclaa de
nceher inm rrlanca de iros mexea para cria*la em
ii-i can, medanlo o proco que se convencionar,
Mf eanunclar a sua morada para ser prorurada,
ou A |ir.*u;ique levou as amostras de bien da ca-
de madama Ronller, na ra Nova n.58. qnelra
atadar entregar.
rTtcia-ae ilo nmealxeara de idade, paralo-
mar eonla de um deposito de padaria, dando dador
1 que se iiic enlreaar: a Iralar na ra do Cutovcl-
1" II. L-l.
- fellciano Vea da AawaeJo, morador ni Boav
*'*<-i, tr,i\t'",i do berro das Harreiras, fa/ ver ao
nipeilavel publico, que lem eosltime de faacr via-
y ue crrelo particular parao centro ouqualquer
aatra parte que precise : quem Nw diriair-ee ao dito Jopar, quo se dar o conbe-
'iiiii'iiio ncretwarin para o dito lim.
"~ iVluaja-ae ama eacrava moca c muilo sadia,
'""ilrinii |ci |0 pira Criar algom menino: quema
("Hender, dirija-so ra do Torres por cun.i do
"aiifin ,io Sr. Mimiet Carneiro. que adiar com
l^ii iralar.
Aifpiiil.i-se. ao entrar da estirada nova, pr-
"*"* norlie do ferro, um arando sillo con boaca-
"i'. Mnirnfi,i-a familia, oocheira, eslribaria, nr-
'"')" pan lado, e rasa para nvravos iudepeudenle,
"Ms ''''n.i' l,i|um para lrnr duan oaraas diaria-
naue >, il(.i,, o verao, i>aio para 10 vaeraade lei-
. i-inio e taulo* pe- de arvoredo dando frudo :
iwiti ii itrtiendfr, dlrlja-ae ao meamo sillo.
Quem prcrlfar de urna negra co/inlieiri,oque
sabe comprar na rna, poreommodo proco, dirija-ae
a roa larga do Rosario, lalienian.il, que se dir
quom lem.
Carros de aluguel.
A co-luir quo fui doSr. Mamciie aclia-M refor-
mando, o lem jal bous c gordos cavalloa; por bao ro-
ra-c B09 IregOOZea que qui/oiom maiidarein mi ircm na rua da Gadola do Sanio An-
tonio n. ."i. Advcrtevse quo aa vlagoui eertw lellaa
por menos dinhefro poauvel
I'recisi-se ile nina ama ile loite para enca ro-
gar-se da crlacSo uta da Cadeia do Reelfe n. legando andar.
UlTeroce-ae para ama urna crioula ipie coil-
niia e ai o mab servico de casa : no pateo do Car-
ino, bija do sobrado n. 7.
Antonio Jos Leal Iteis embarca para o Itio de
Janeiro a sua r-ennade nonio llcrnardina, cabra.
ANISO AO COMMERCtO. G|
Osaliii\i)iissi;iiail(is coiitiniiain Wj}
9 Rrnnquenr a toda a$claneem \-'
ffCI'al l)S Sl'IIS SOIiillUMlloS ll"' lil/.CIl- 6d
das por baixoa pirois, nao' me- .j
mis Pi;a "ll urna ilil/.ia, J
a (linlicim, 011 a prego, coniorme b3
se ajuslar : no sen aiiiia/.cni la '31
prara doCorpo Sanio. i'S(|uiua ta FVJ
rna ilo Trapiche, n. S. Ro- i
iion Itookcr i\ Companliin, n.;;"- rS
('antes il'glczC8. Os iiii'Sinosavi- Lj
sioaou'siicia\rl publico que abr- W
rain no .lia .") do corrciilc nuv. u Ej
uin loja de faxcnclai da na do Col- 4
legio e Passcio Publico n. I">, ili- 64
l'igidll [M'los sciilioi-cs.losr Viclori- ,.j
nu doPaiva c Uanoel Joso de Si- ".^
nucir Pilanga, para venderem fjj
tincado e a retallio.
Idilio nina pela ilci\ailo, ja al-
{{uiii lempo, um anel deouro, em penhor
de ninas aniosiias debicos, (ju levoudo
loja ilo aba'ixo nstignado, e asiendo ira-
/.i.lo, por lsipui'inu'iilo lleiXOll licor 0
dito and, o como o nao tenha procura*
do, i'si1 ignore a i|iicm perlenra, opre-
iudicudo buea', na referida loja, que dando os
ignara ivrios se Ihe entregara Josi"
Al\i'S ila Silva 'iiiiniaiai's.
OlefCCC-tO mu luwo de lina ruin lucia para
riisiuarmwlca ; lanH) ranlar como locar: a Iralar
no paleo ,lo r.irai/o, sobrado uoido -i Igreja, segn-
Jo,an,lir.
l'rccisa-sn ilo uin rana, para cahcira ilc na-
darla : a Iralar na roa dai l.aranuoias n. Is.
.los Xavier Raualino Hamos narlirlpaioaseiii
ainiuos c inais pewoaa, a ,|iii'ni inlereaaar noasa,qua
mu,iii a ,oa roaidenela do alarro da Boa-viala,
p.ii .i a roa do CaldelroIrOi na ficuiic/ia .le S. Jos,
easa ii. ",.
Lotera de N. S. do Livramento.
No .la 30 ilo eorranto andam Infallivelraenle ai
roda, desla lolerla, aeja ,|iinl f.ir o numero "le liillie-
tcs i- cii'ln, e o rpslo dea niesmos aclia-se a
venda nos lufuirofl i> .iiinni,ciados.
U.wa-i- ao8r. .1. I. II. I... ip.cira appaioci'i
,1,'nlro de H dias. na casa n. -J2. da rua da inalri/ da
BoH-\'isla, para concluir o neijnrio que nao ignora,
,io eoidrariose publlearll oseu nomo por oxlsnso
nesla follts.
ii abaiso auianado, faz selonlo ao pobllco, ns-
sim como ao Sr. adminislrailor Joaqun, -Mara ,1c
Carvalho, quea easa n, ',1. lia na rua do Kanucl,
i le mui do ler arma/cn de seceos mas sin, lie inora-
dla, c por iras DtajOO lodo o lempo, .pie dilo nrma-
zem r-ieM' collelado ,.......crala do eonlieemienloe
cerlidao. Jo$ /onardo.
Aliiua-se n easa do Calinga ao lado da ponto,
muilo iresMObstanlocominoda para lamilla; quem
pretender, dirija-se a casa do llr. nromolM publico,
a Iralar com o iiaeharcl l'ranrisco Bredwodesde An
PauloGaignou. dentista.
S Pode ser procurado a qualquer hora em uj
g tua casa na rua larga do Rosario, n. 3
5 36, segundo andar. B
JBHI0EiWeXB9j155S8B2^2Sfe!J:2
I'rancisco Jos Corro GuimirM derlara.que
a reipie. iinenlo s, alii\aram-se e.lilae I chamando
a colieiliaeio pelo julio de paz da lrei:iie/i.i de S.
Jos desla cidade, a Jos Gabriel l'ereira de Jara
Jnior, paralhc auar a quintil de 1:807^117 is.
com o prazo de :lll dias.
l/urlaiain na uoilo do dia t:l do eorrrnle. do
pesenen de un menino, mu cordo lino com duas
VolbU de ouro, c urna liga de licoruc encasillada em
oiiro, di mo direila ; de.-conlia-sc que Toi a escra-
VI do Sr. Vilal, de nomo l.uiza, por scrqueni e-le-
ve com o menino, e di/ein ser acosliimada a c,is
liiineadt'iras: pede-so as panos, a quem Mr "Mere-
cido, de o lomar e inundaren! u rua Direila, liber-
na n. IC, d'onde fui furlado, c d-se alviraras I
quem descolirir. ,,,,
_ () serrelario da irmandade de >. S. do l.ivra-
inenlo, or nnlem da mena, convida a ludo os ir-
inos para romparrrerem no con-islorio da nicsina
irmandade, no dia 18 do eorrenle, as :i liorns da
larde, aflin de quo reunidos em mesa geral. p"--.un
clegeronovojuizquc lem,le rogar a mesilla iniian-
ilnde nenie prsenle anuo, a lerininar em IH'rt.
RUA DAS CRUZES
BL33IE31TTOS
HOMEOPATHIA.
SAHIO A LDZ A SEGUNDA EDICAO
d'csla obra romposla pelo proressor liomopalba GOSaiET lll'IOVI ; revista consideravelnienle
auiinenlada, c redlgldl de proposito para os principlante, que quizorcm de boa fe cxpcrinienlar a nova
medicina.
Illlll 0:000RS. IM.IOVIK.
NAo precsiinios boje prov.ir a utilidndo de>la obra : a nrmeira edir.lo escotada em menos de
dOM anuos, nao deixa a menor du\da nenie |>oiilo. E>lo Micressu nioslran Elementos e o modo pelo forros, para Imna-los rada Vtt mais diuum doarolbimen(o(|ue o publirocpji/ Ihe prodlgallvir,
l'restanios DOQCa alleuro critica que algUM doutores allo-lmini-opallins li/i'ram, lano do nos-
so Irahalho, como da prrpaiarAo dos nossos incdicamculos ; esla Trart^ao diminiiln jnlua ter o dlrcilo de
mald/er de luilo ipiauto dclla nao emana, e quer que se lome cuino palaM'a do E\aimelbo Indo o que el-
la produz.
He pois aem o menor escru|>ulo de rouseienria, que 1104 resoUemo* n publicar esta secunda edi-
cin, .iiini de convidar o puldim ,1 Mperlmoolar nom doulrioa Ibrnacoairdo-lM <" miaioi; nlu duviiiau-
do i|ue, as peoaoai coiHMJMIcioaaai que su ronveiiceiem da V6fda.de, procurar-io adquerir ronhccimenlos
niais vaalOfl no! MvrOi que n eaMo publicando, lauto na Europa, como no Itrasil. Sa/iienl' *nt.
AO PUBLICO.
O desojo de smim-; ulM a Immanldade, ennrorreiido rom oipie pdennos dispor para aliviar os mlH-
monios dm que padecem nlamiiaa enfermldades, que, anotar doa caluixoa da ntodicliia se lornam. a malor
; da- w/cs h'Ih b!i'- no loirjo e faslidii'-o (ral.iiuentn al boj" coollfcido e empicMtlo. nos anim.im a
iiilein> 1 nos liabilaiilea ilosla Ma provluoia ^ noaanu Mirlaos na arle do cnra-lan radiralineulo por un
uiiM s\>iema, and.i ciilreii'H .|.-roniiccido. (is cnrallvoa Inalanlanam pralicadoa, \isia de mu los c-
uliores.em paasoaaronlirldaai|acaofriani de rhcuniallimioa a do novralfllnft, onlramlo ncoae numera o
Sr. Joa i.ivuidro de odoj do Vawoncefllo*, uin nargonlo de um doi balalliftea eilalenloi neala cidade,
do um esrravo do lllm. Sr. ruajor Antonio da Silva Gunuao, liaalarao para convencer da efflcocia deesa
iiomi inelhodo de curar.
As peeroaa quo so quzerem Iralar da* moloillax, atiaiio declarad, podeiHo dlrlglr-ie ao eonsullorlo
de Sanlua Marque, na rua :.i Caileln do Reeln) 11. 't. I molo aulle dos 'li.is uleb.
ADENITIS, iitM.n'i;'t;..tt! 19 glndula*. AIITIIHITE. dor mu arlIeiUaeflM com Incliacfio inltamalo-
ria, pie se muda Hnalmcnlo rail nos oolucoa. CAKDIAMtIA, dar conlinoa ou intermitiente, no ealoma*
iocomseu-.if. 1 en va* CEI'IIAI Al.tilA, ili>readocalieracuiiUiiuaou peridica. I>VSRCA, darexa
lo ou\ido, nrovcnfculo do rniHllpa^Ao ou i!c ricuinaiino. HV8TKHIA (nypueondrladasinnlherea his-
ec|itiliilidadooxlrema do sjatemii nervaao. OIKI, lAl.f.iA, ddres de denlea |a*ovenlenlc de rearriameiilu,
nu por oxeilacflodoh\stena nervoso. SYRIGMt'S, tunldo dos ouvldoseom dvaeeea. NEVHAl.ilA, dores
nervouu. BIEL'MTISMO, dor naa partea mu^eubwwc Drosas. BflnalroeolooulraamokMlaadoflgadoq
los Inlesllnoa, espasniodicaH u iiareliticaaprorenieiitcaduri iiuppresaftea daa fUDcrjoai e da anemia do sxsiema
uer\"so. s pobifs ucrAo Iraiadoa B^ilullanieoleiapreacfltaiidoaioalado dos seuarea|ieellvoa paroclraa.
N. II. rodemos buje alianrnr quciienbuin Individuo, quesoIlVcw da Rola ou ibcumalirino nos pro
curou, deuflis du pubicar lodc ilo auiiuncioi que nao eucuidraaae um alivio contlderavel no primeiro cu
rallvu. ueixasM ile llrar comidelamcnle pSo no ."). u ti.-
AOS DENTES.
J. Jane, o bem conhecido deulisia, ln maia de 10
aniKH neala pra^a, podo ser procurado a qualquer
llora na tua ri'-itli-neiajia rua Nova 11.19. I.~ andar.
mmmsmsm wtMmmmm
iioSfor\niiA.
O 1)R. CA8AN0VA inuduii-se parn o E
j Itecifc, na rua do Trapiche iNovo, n. 14, e-
rn cundo andar, na casa onde *c acba o ronsu- M
j3 lado francei, onde pode ser procurado ,1 t
53 qualquer hora do din. _____ Y
BMBBBB&Bm EBasBnaam I
Joanna Francisca de Kiueiredo retirare pi
ra u Hio de Janeiro, e le>a em sua companhia don
lilbos menores, um criado de uomc Mauoel l.ou
renco Carneiro Monleirn e sua cscra\a de nomo I.
ne/.
O Sr. Bernardo Jos da Cmara, queira \;
ou mandar na rua da Cruz n. .Vi, caa de J.Kcller
A c.-.
Alu&am-se casas para se passnr a fesla, com
Ihuis comiuodos, no si I o do Cajueiro : quem as pre-
tender, pode dlrlgtr-ae ao mesmo silio para njulur
aenria de passaporte. titulo de residencia
matricula de eseravus, o illimna<;es : na rua da
l'raia n. 13, primeiro andar.
DENTISTA AMIUCWO.
DENTES ARTIFICIAES.
7 RIA DA C.RIZ 7.
1). II Ita.Mion, clrurglSo dentista, (em a liorna de
prevenir ao publico, que araba de rceber dos Es
ladot-Unldoa, peto ulumo aavio, um grande aorli-
mculo dos celebres denles mineraes ncoirupli\eis
inconlealavelnenle lidoa como superiores a todas as
mitras qualidades que lem appaietido al boje, so-
bre linio pela rara pciTcicuo com que iimt.im a na-
lure/a. D. R> llajnun. conhacido pela perel(flo
das-nas obra-- e a moderaran dosseus procos, conli-
na a applcar denles arliliriacs pilos mcllioiess^s-
lemaa adoptados na America o Europa, sem nc-
nbum.i jilleracAo nos pirro, bem coulMCidofl de seu
calabclecimcnlu.
I'HEUIS SELLIMES:
Pora chumbar2 denlea. .v-'khi
dem de bolareada um ... 7^ a lsjuoo
ANTIGA
i BOTICA i
HOMlOPATHIOafi.
25 rua do Collegio 29
PROPRIEDADE DO DR. P. A. LOBO MGSCZO.
Balo calabelecimanlu aclia-ae prvido domedknmeulo* todoa viudos da man acreditada pbarinaria
do unlvenuA PHARMACIA ESPECIAL IIOMEUPATIUCA l>E CATEI.AN E3J IUIUS, e hwo dis-
pensa de qualquer rceominendafAo e fai todo o bou principal elogio. O mcdicaineulos sflo pre|mradoa
com os mala purea e perrellos plubuloa, que por sua qualitfade sem Igual vBo os que inala cuslam a ser
deleiioradns pela lnimidade. c por eonseRUliie os que malsconvem ao nosao clima .vcrdadeesla que lem
sido confirmada por todas as pessoan quo lem posauluj) medi menlos de ouira qualquer botica c desla.
10,000 A 24,000 RS.
Venderse por este pretu urna Iwllca le 'l\ mcdlcamenloa, conforme > lamanho dos iubos c a quali-
dade iloscaixas.
Un sempre pininplascailnr.i* do Sia lluboa, pot presos dciuaaauumouu] cummodos, c lel'or-
mt-ao qualquercarleira ipie noa|ireaeu(c.
Tulios avuLsos l|000 rs. Vidriado mola onca do lindura 2^000 ra.
Na mesma pbnrmacia vcudo-ae einailernado por
20,000 RS.
J\01O MANUAL
IIK
MEDICINA HOMEOPATHICA
oijnro
Esla olira.
podo precnchei
cania dnqnoll
los ei
I
T-- BE. ./lIIHSs
TTADUZIDO E.M POKTUGUEZ
DR. PEDRO DE ATTAS.DE LOBO NOSCOZO.
a priineha e principal de Indas as ninas que Irall.....In lloinoeo|Mlhia, lien
o lim aquo liu dcsliiinrla osatUfaicr a curloaldade ilo IoiIm as pcaaoasnao a
pie, rom quimil, llfln o -ejain, leiu preciado lio e\cree-la para acudir nos seus
BI10NT.
pns-ne Indos
nuca que
h da arle,
..dhinieu-
.- de sua lamilla, ajpiicando-llies'roniodiou'lil o quo om pouco lempo poawi liugui-lw.
ra rarililar a qualquoi poma d poyo i lulelllienela desla Iniporlanlnsima olira, oadoouli
Uialinier lino quelraie di.......licilil, ser olla, aeoinpanliada du
lili'.i.liiNAIIIo lilis TKiiiin.s IIK MEDICINA
.uniendo: a dtfloiclo clara ,l- noiiUM de Indas as nioleslias, euperilieando na aymptonim polouuacs cada
nina-e tai conliocor, e disliuauir dooulra: a niaior parle do tennoaileunatoinlao plijalologia com
e\plracao sullicienle das rulicciiol que cada orgia OICCUlI 0 sen in.nhinisiuu, ,l.,s lernius de cln-
niica, pliarmacla, ele., ele. Esia ulira aclui-seJii no prelo da Ijpograpliia doSr. Mauoel Kiguoiroa de
Faria, osahir romanniior brovidwlo possivel,
l.,,u que salur esla entrar no prelo di niesnia lypoRnpMl VAIlE-.MEI'.l M HOJJEOPATIIA,
pelo l'i. I'. A. l.oli Moscozo, que lie ,, roannio da, inileriiM conlcudmnoMAMiAl, liOJAIIIt. e
en. todo, aaoulraa princinaos obras do homeopalliia : naliir om Ibrmalo pequen,,. pro|irio |wraae levar
conuiioilainenle para qualquer pal:,'. Aasiuuatruil para o meamo lio do .1*000 ra. panos no a.in da en-
Iroga di, exeinpl.u, no consultorio lionievpalhicu. rua do Colleiilo, ii. i, primeiro andar.
AOS liAliOS.
Joaquini Gomes dos Sanios Marques, discpulo e geme do Sr. A. C. Forte, com
privilegio exclusivo para curar a gaguc o imperio
POR
MJ.GESTADE (I IHPEH.%0K
iffere
empre
siv
elicensn da jauta central do hygieno publica,
io respeilaM'l publico sen- lervicoa na arle de curar radiralmenlo uguez. A elUcaeia dmmeim
Ins. en Feliz resullado ,l,> sen ensinoii secoiiherc na rapHoldo Imporio neala pro\iiirii, mide
um'grande numero de Individuo, esto roniplelamcnle livrua de 13o lorrivol deleito, o Sr. rariiea.depoia
de ineslrar i-erlllicadns dos pilucirosmedicoa dcNc York, da Jamaica e l.is principiescidaih do Paei-
lico, iprosonlou a S. M. Imperial ices dos seus discpulos que mal soOriam, e prnvou a iitfulliliilhluUe
do sen syslenia. As neasoaii que M quince.....halar, acharan o annundanlo na rua da Cadeia !' IteciTe n.
10, primeiro andar, das n s:: horas da larde de Indos os diasque no rnrenide guarda.Tendo o annun-
cianlodorelirar-se breve......depara outra provincia, oqucromlo oaleadisao diruini pena deque au o
movelmente oinlerosse, convida anda- aspessoaa iwbrcsae.....pareccrommunidas dcatlestado de
sen- respecuvoa narochos, em quomoslrem dellciencia de meios,
.V. //. Pan eonunnidade das seuliniasque soquierom Iralar, resnheu
lirir sen consultorio das S ', as III da imiie de lodos o- dias m un i i......clonados.
ainiuncianle a a-
I). I.UU Anus ,le Andrade Leal, C -lia-ina-
II,,- li. Senhoriulii de Asserc Bilancourl Leal de
lle/.cnile, c II. TlieroM de Jc-ii- l.eal, leein iberio
un -u,i can nina aula de ili-llll,',;.'," primarla para
o mo limlnino, anude se ensina a Mr, escrever, con-
lar, araminilica nacional, arillunetiea, (rancea. in-
ala, UlUsiCI VOeol, dan-a, e Inda qualquer laculda-
dequco.pais quoirammandar eusinar asauaaUlnas;
eli-inie a COSCr, corlar, bOTlHir de diversas quali-
dades, labyrinthoada pasaada edoenclior, luerea-
CUIld e nutras nina-, prepria- do -,'M, : OS pal-que
as qui/eicni liiuuar ruuliandn-llies suis prosadas
niliinlias l'uarau saiiieilus pelo augmento qi.....II
lera,, em eausdoi, como em ludo quanlo loca boa
clucacao. e promelle hala-las cen Inda a delic.i,lo-
za, para u que poderlo sor nrocoraolia, na rua .le
Sania Hila ( oulr'nra Paguadea n. .'. quem VOBI
da ribeira o segunda aabrado, ao p do de varanda
cnearnndn.
Alaga-a. un mulato, nnn 18 anuos de i,I,ule,
um virio,......ii llol, obediente, e Irobilln solri-
lehneule de sapaleiro ; llUga-SO si......i.le a quem
delle precisar pan Irablliar pelo ofllein, ou para
criado i na roa da Gula, n. (i, segundo andar.
M@K.: .: ; :;;-
;- l'recisa-sc atuqar um sobradiubo de un, ,,
Jr; andar, proprio paffl una pessoa snlleira : 0
4$ quem o livor dirija-se ao Patseili l'uldico loja
__ |'rccisa-se llugir um prelo paran servico de
tasa, pagando-se niensiilmenle oque se ajusfar : Ira-
la-se na rua da Sen/.ill.i X'ellia u. 1IG.
__Alusa-se urna prela quo cosinlia o diario do
nina caaa, ensalma e faz o mal, servico, be liel c nao
Ini vadla! os prelendcnlcs Iraleni na rua da Scn-
zala Velba u. Ili, de inanhaa al as 10 horas, do
4ard.da.3as4.
__O Sr. Jeruiiunu i.ezar de .\Mlo, morador em
9. AmarodeJlboataO, lenliaa bondadodeapparecer
na ra du Queiinadu luja u. :U, que selhedeseja
fallar, PftOUiteo '"" "'''' ('uiuiiiinei.
A viuvie Mhosdc Francisco da Coali Gim-
pello lem reaolvldo relalliar um riti ,l>' Ierras que
possuem junto a nonio dos Remedios, com fredo pa-
ra n rin e para estrada : quem pretender comprar
parle ou lodo, pAle cnlonder-se com I.ni/ Darlos
,la Cu-la Compeli, morador defronle da capella dos
Remedios.
Ca.n de cmnmiuao' de raeravos.
Ka roa liiieila, slita,In de :1 andares, defronledn
licccn de S. Pedro n. 3, receben.--e ascravo. de ani-
i,n- ii. lezot para ue venderem de esmmiasfo, nloae
leaiuln poreaM Irabalho mais do que 2por conlo
e lem -e leMircousa alcuina ile cnmedoijas, ollero,
COIido-se para islo Inda n se'juranra precisa para OS
dilot e-,i, >,, ,
A quem ronerecido para eomprir nu enn-
eerlor nm aliloele de poito quadrado, em vidroi
para pr cabellos, o qual liuba ilenlm una flor de
dilos, e e-la rom a Iranquela quebrada, Irana-n a
esta(vpograplila, que sei generoaamenle recom-
pensado,
Alnga-M un ptimo escr.ivn, proprio para
senic,. Iiilerno e externo do qualquer ra-a, porscr
ii.". liel: a Iralar na rua Imperial n. I(7.
preeisi-ai doislOWsOut) do ra. obre h\ ponie-
ra em nina casa, D0f lempo do un a dous anuos,
pagando-ae os juros meaaalnwnte; imnele ou Ira-
le-sc com Virlerino Eraneisi-n do, Sanios, na rua do
Rangel ii.aa.oo rom o eirorgUo Joan Domingos di
Silva, no p do Sania Hila nova, encarreuadns de.le
negocio,
I'reei,a-se do nm pequeo do \i o II annos,
que lenlia algoma pralicade hiberna : na rua Au-
gusta n. 91, se dir unde c com quem se devo Iralar.
AVISO JURDICO.
A seifunda edicc,,lo dos primeiros elementos pal*
lieos t\" fdromil, mai-bem corrgida e aeresecula-
da, nao s a respeilo do que altern a lei da refor-
ma, comu acerca dos despachos, iuleiliiciititii.is a ,h-
Iuin as dus julgadores ; ubra essa lau iularminili
aos principiantes em pralica que Ibes ser\iru de liu
conductor I na prora di Independencia u.fi eS.
HOMEOPATHICA
IB III A HAS (III7ES-a
Fundada por
GOSSET
^ Ksie eslabeloclntelid
*gv dlcamenlMaUS RKoniexperinieiilMlor*, i.mio
. ni Enropji romo no Hrasil. e prenrmloi pe-
M Im maeliiDns ile Inven^aO do br. Mure.
M part Iras . porprorosva-
'i:. rtmfnrmeaqnalidndedan eaiai
g qiniiilliliiile du remetlios e smis l> ii.ini-
]j5 s.|rcs.
125:000 rs. 1
81 X\\\ CARTEIRA rom os \ nrliicinaefl ^
m lemeiiioslioiii\ipflihicose3ol)wdilTerei.lcs, m
x^ iiidipensB,eifi pura os prinriulaulen pie m Vx
^>:. nulzerem conveurer davenlaile ila nova me- u?
03 (liciiii; ronlondo alm de mullos coiuellHM ^S
w elinlcoa, a pnlltojieiiosla de 18 inedicumen- S
H Tabofl VUlsos rml,i um 1.....I^IMK
fe Tinturas do lodos os medicaiueiilos em Iras- *3
'i, cosde^ onea............^m >^
Y< Na mi'Mnii bol ira eneonlrar-se-lia sempre ^}
3 um gratulesorllmenlo de Jlvroa em porlo- (^
M ue/ e rraucei, e cnilm ludo qunolo he no- Q
m ressario para o esludo o pralica da boineopa- ^
AVISO AOS SEMIORES DEENGEXHO.
Alenlas as Rrandoai vanlafiens na muaffcni i*1 ean-
no, provenieoicsdc ler os lamborea das moeudas
perleilainenle toni^dosioabaiso asignado respeilo-
sanenle lembr.i .ios Mlinorss ile enuenliu que n.i
iun rundifo de ferro ein Fri perfellanieule (ornear res, e aparar c cndlreUar os denles lana prestla, (ue se pode enlreea*loi no mesnio
da, evllaAdo-so asslm o Ineonvenlenle di demora
iiu- carros e <> im|ia(e da amagan.; asslm como uue
a mesma fundic^use arliasonipresorlida^ nao iodo
novas moeudas do diversos tamaitos a modelos, o-
nAo tambera de rodas dentadas, lano para auna,
como paia animaos de lodus as propoi^oes, <\ saber :
volla pur volla. Milla c quarta, volla e Ierro, Tolla
e uieia.duas, iros, quarlro vollos, ele., ele., c par-
anlo qnc qualquer senlior celerar a sua moens, a Rm de moer maiii eanna no
mesnio lempo, uu retarda-la, a lim de espreinernias
liipiido da mesma raima, pode sem demora csnillier
as rodas competente*, rundirn do ferro na rua
do liriiui passaudo oehahrb. i>. ii'. Bo>mont
engenlielro.
#
que ii
Clin sJ

Adverte-se a quem eomior
transferidos as audionolas do |naoiiepai
lo primeiro dislriclo danregnela de Sanio *
rVnonfodo Reelfe, para as U horas da lar- <
le l das segundas e aoilas-feirai de lo- ,<+
las as semana-*, (pie nao Torem sanios ou le- ^'
lados. i-g?
Arliii-si: a venda, ouaicrdada de
emprazaraento portempo de \l nnnos,
para se levantar um engenlio, eonlbffme
as vondiriiet adoptadas pelo* interanadot,
uma poir.'ui iIi Umicuo, (pie so separan
doengenno Aldeia, da freguezia do Bio
liuiiui.su, e forma boje por si s uma
propi'iedadc distinctn, com a denomina-
efto de l'iilini'lrii tendo meia legua
.In fiiiiiln ou mus, i'ti.iO bracas defren-
te, pOUCO inais un lucilos, c ixiiilronlni1-
la im 6* ungenlios Sipo, Cabera de Coi-
co, l'arui/.i) c Floresta, Silos na niesnia
Ii c;uc/.ia. Assc;;iii"i-.sc, ipic (lila propnc-
iLuiePalraeira ollerecida ao uego-
cio*indicado, alcmdeno tei sidoculti-
vada em terapo alginn, eui m/JJo deicar
ni ni lo i lisia n le ilocic'cnlio de ipic se clcs-
iiiciiilinni, c imiiiT em si grande e im-
portantissima mata-virgein, be de mais
a mais ilc iiniilii lina iiualsdude, e lem
todas rs proporcoes para se tornai
excellcntceugenbo : aquemeonvier
dir'nesta tvpograpbia, onde deve
rijir-sc.
Lolcria do Rio de Janeiro.
Pelo vapor (itianabara, queesperamos
ebegara'do Sul, a Itf docorrente, rece-
bcreiiios as listas das loteras 18. das rna-
trises da provincia, e l. do Estado Sani-
tario : os premios scrSo pagos
seliiT a aistl'ibuicSO das lisias.
Pao' de ramilla.
O prnpriclarin da padaria delr.v da inalri/. da
Boa-Vista a. -ii, pretende un da IS du crranle
pr.......lar ao publico u melhor pan nue lem ippa-
reciilo, e n mais acrediladu no Kin de Jaueirn, o
qual lie cnnhecidn pela, ncvois que lem eslido no
ii,,: wjmeiilase vende nu deposito da rua du llin-
el u. I.'l, e na niesnia padaria: M poBSOM quci|u-
/ercni eomprir, larto as aun eiirninniendas mi mes-
ma casi .iciuiaipiecosum 160um diloHUrs.
ATTENCAO".
Casa de connnissiio ile esclavos, na rua
da lllm ni n, 7.
Nesla casa recehcin-sc escravus de coinniissau pa-
ra se vender, lano para a provincia como pira l,ta
dclla por eunla de .ensilnos, a!an<;a-se o linm Ira-
lamento, e assim como seiiuranca dos inesmos, e
Ininhem ci,inpr,i-se, S pat;a-se liem .gradando.
I'iecisa-se ile nina ama, coin bom
leite : no aterro (la Boa Vista, loja n. "iS.
I'ii'iisa-sc ile nina ama de leite ,
forra, ou captiva, ipie lenba bastante e
lioin leite : na roa il.i lilmia n. "S
nm
, se
ogoqui
. LIVRARIA H0NE0P4THICA.
28 Kuh .lasCrn/.cs 28.
Novo manual eomplelo do Dr. Jahr, .4 vnlumes.
Diccionario dos termos de medicina coin 107 eslam-
pas, por NvsIsjBa
Homeop.iUii.i \cterinaria, por Gunther.
Tralamenlo das molestias de pelle, por Jalir.
Tratado da febro amarclla, porlliomas.
Organon da arle de curar, por llAhnemanu.
Alias de anotomia rom mais de800 grasura colini-
das por Masse.
Tralamenlo das molestias ebronicas, por Haliuc-
inaun.
Manual de analoiniA, per Cosa.
Ilonieopalhia domestica, por Hering.
Iluuiropalliia domeslira, por Itigel.
Memorial do liomcnpatlia, por llaas.
Tralamenlo du molestias venreas e da pelle, por
Alloimr.
Elemenlos de homcopalhia, i." cdiro, por liobsel
Bimoiil.
Tralamenlo das molestias venreas, peto mesnio.
Palhogcnesia dos medicamcutos liomeopalbicos bra-
sileiros, o nosologa OU administra cao diis daen ,
Iradurido do friinrez, por tiossct Bimont.
SAMIS.
SALSA rAKIIII.ll..
Vicciilc Jos de Hrito, uniro igenle em l'eruam-
buco de B. J. I). Sands, rbiiuico americano, \,u pu-
blico i|ue lem elieitado a esla praca uma itrande |or-
<;.mi de frascos de salsa pai rillia de Sauds, que ao
M'rd.ideiriiiin'iile l.il-il'u.ulo- c preparados un lim
de Janeiro, |reluqno se |e\em acautelar os consu-
midores do Ido precioso talismn, de cahir neslo
engao, lomando as fuueslas consequencias que
sempre cosluniaiii Ira/ei os medieamculos l.d-ilu t-
dos e elaborados pela indo daquclles, quo anlcpoem
scu-, iulerrsM-s aos males o Csliaifus ta bumanidade.
I'orlanlu pctle, para que o publico se postea librar
desla frautle e ilislimiua a verdadeira salsa parrilliH
de Sands da lalsilicatla e receulenieule aqu clie^a-
da ; o aiiuuunanlc Taz OT que a \erdadeira se ven-
de un.cameutecmsufl botica, na rua da Omceiciio
do ll"' ih- u. til ; e, alm Jo rrcciluurio que acum-
paulia eada frasco, lem embalso da primeira pagina
seu nomo iinprcsso, c se adiar sua firma em ina-
niisniplo sobre o InvolloT impresso ilo mesnio
liaros.
Arrendarse ou vende-eaum aillo nacsiraiiado
corredor de S. .lodo, boa casa de podra c cal, boas
Ierras, c fundo para o rio Capibnribc: a Iralar na
na do Crespo, leja, n. n.
Aluga-se por Jimi-hki rs. por fesla, uma et-
ccllenle casa no Iuhst aa campia ta Casa Ferie,
com cxcelloule aoiSo, muilo fresca, e lem cochelra e
estribarla : quem a pralciuler, dlrija-aa .i nial;or-
inosa, a quarla casa lenca, que adiar com quem
balar.
Aloga-seuma casa, na rua ilo Caldeltelro.rom
armaclo para venda, na esquina da Iravcssa do
Moi i le ro, a qual OSl llvn du imposto: na praca
da Independenela, llvrarla n. e h.
ATltoCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gaignou, dentista receben igua deuii-
fricc do Dr. Pierre, esla agua conbetida romo a nio-
llior que lem api>arecido. (e lem muiros elofliuso
euaolor,) lem a proprieilade (lecnn-ervnr a Meca
clieirosa e preservar las dores do denles: tira o
o~io desagradase! que d em ucral eliaruto, al-
umas golas desla n uin copo d'noua to sulflcien-
les ; lamben) se adiara p deulifi ice evcellenle para
conservadlo dos denles, na rua larga do Rosario
;ii, -vgundo andar*
Auein-ao', o chexelro.
OSr. Joaqun i Pcreira da Coala Laraogalras nao
se pode rellrai para fora do loiperln sem que pri-
meire salde coiilaa com oabaiio asslgnado* e 'rale o
quanlo anlesde ihe vlr pagar, du centrarlo lera de
\er sempre o seu nomc nesla lullia, eroya-sc a qual-
pier eapllao de navios de 0 nao recebei a scu bur-
lo, srin que elle ipresenle lecilio cin COBOO pagOU
io uinuucianle, e se acaso o receber lerdo de passar
por .il-iiii ncoiiiiiioiIo.
M'iiiort .tnti'in le SUX Itibeiro.
Kclouchc, relojoeiro,
vfinlr econcertai*elogio8, por commodoi
precos: na rua Nova n. II, loja de Mr.
idault.
Ai) PUBLICO.
No armazcm de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
u vende-se um completo sortuneBlo
!Jj de fnzendas, linus e grossas, por
,,'.j |irci;(is milis ImMis (lo que ciu 011-
VA Ira (lnkliier piule,
. se ao, compradores um so preijo
^a para todos : este estabelecimento
'" nliro-si! tic coinbinaruo nnn a
maior parte das casas cpmnwrciaes
iii)liv,:is, Irancezas, aUemaas e suis-
sas, para vender azendas mai, em
conta docpie se loni vendido, epor
islo oUerecendo elle maiores van-
M tagen, do me outro qualquer ; o
vs proprieta rio deste importante cs-
^ tabelecimento convida a'tollosos
patricios, eao publico em ge-
ra que venliam (a'bem dos
srns ulereases) ennipiar la/.endas
Si lmalas, DO arnia/.eni da rna do
,.l Collegio ii. "2, de
Antonio Luiz. dos Sanios.
WWSM&rffflnRflUMtlBi
TFabrica chapeos de .oI, na praca
da Independencia, n. 35.
.Miiiiocl Jcuno, i'heuado ullitiiiinieiile nesla t-iila-
ilc, k'in liinira do participar au rcspelliv.1 imbli-
i-ii. qui> Irooso i.....lino, un rico coimplclo sorti-
menio ilc chapeos .1, ral, linio J. soa '' pinninho pin homem aenhora, rko.chapso.de
si'iln com iilios ,1c caima ,ln liiilifl.illtus com rarira-
lunis, iliius rio ai mai; .In rio m.o, cum ricos is|*s ,lo
niarflm, liorigalas o ouira mullos nlijeclo rio* mais
modernos, variados, n-im como Irous. Iimbem
um lindo snrlinicnlii ilc si'diis c panninho pura ru-
in ir quilqoer armacjlo asada i iodos osles obMclos
monrlnnMos,concerl.....-aec.....aawlo.e prompudao,
por precos mu raioaveia, mili lualo do uuc em
nutra qualquer piule; v-ndem-sc rm porr.'ino a a-
^,tv,4aV *V* *v*** '"* **v y
iXcONSUI.TORIHOMEOl?ATHICO
' Rua do Collegio n. 25. pri- fa
meiro andar.
O Dr.,P.A. Lobo Moscoso, da'
consultas gratis ios pobres, to-
dos os dias das 8 as IS hora da
\ manba*
a Pratica qiuilquer opai
ciriirgin, ou Recebe*esclavos doentes para
tratar do suas enfermidades, ou
i?) lir/crqualqueroperacJRo, porpre-
\ incommodo.
'.' .>'..->"c>i*t-v *aa>^1$> *Q& a>$)
Carrocas de alugncl.
Aliiii.'im-si' carrocas par riirreuiir Iiusles, uialc-
lines. iii.uieiriis o uiiti-os quieaquei objaclo, ludo
por proco commodo : a trilar na casa m cilso di
rua dn Concordia, lo p do llagado, ou na peleado
rapan, liberna do rmente!,
SALSA I'AKIIIMIA.
IIK
n Tea s m~r a -a 3
, lano ciu por-
- J
seus
ral, 11.
9

i
1
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(fct:
aj
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As
alsa m
iiiiiiiimi-.....|mt......iii> feilaa ro B *SO di
ii ilh.i em IikIos m i-nlermiilades. OrtOlllada
iiela mpureu dosangoe, eo i-om eio oiiiido na
orle i.eliilllm. Sr. llr. Siaauri. iiresidenle d;i ica-
ilcmia Imperial de modinun- pelo illiislradi. Sr. Dr.
Aiilouin Jos Peliolo em nu I.....' a[a-
iii.ulii casi de saude na Ge-t-oa, pelo lllm. sr. Dr.
nUirnino deOilveiri, mdico dp oxcitii.i e \m mi
rioa ,.....os mdicos, permit..... i>jc de prsrJaauar
".......*mi$gU?B&UL
BRISTOL.
ida ajamAi eonlain duas libras de li-
Nola.'
ii svt|s;i i ll I lili I
niinenlc vetolal -
OU
inmiiicK*.
(piolo,
orno p
tuni.
O tleptisilo desla salsa
lY.iniw.i da roa da Crns,
je Rrisioi be earanlldfl
imii nwrenriOi woo, poia--
niudou-se pora a botica
ciu Irona a cbnari*.


-ai.
A liiQH-e o Ierren o .imlmi da casa do alerm da
Boa-Vi(a n. 6: a fallar coiri F. A. do Oliveira J-
nior.
Aluu-*0 un Brando si lio com duas isa pedra e cal. irruir murada, cin frente a igreja dos
Mili. 11 : a fallar coro F. A. deQKvoira Jnior.
Na ra Jo linnn n. 20, srjjiin-
A do mular, tornante a precisar de j)
ama deleite: r[iiem [uizer, nao "
Slra/.endo fillio, dirija-st; a casa a- IjS)
cima para ajlisiar. ($
O ahaiioaMignadu, faz scienle ao respeilavcl
publico, c principalmente m bu freiueies,(|ne em
coiisequenria da obra que se est fazcudo no sobrado
aoudo o abai\u assienado linda loja na ra Direila
ii. 111, lenizo mudado |Hir cuiquaiito para a ra da
I'cnlia.n. 87, primeiro andar. Antonio l'rreira
iln I.mj'i Ultimara
COMPRAS.
i 111 i ,t se lodo u Iravejamcnlo |i;n .i a coberla
du Hospital Pedro II: a halar cun o director An-
lonio Jusc (iome* do Corrcio.
lannpram-se escravos, pagam QB bem agradan-
do ; o letclwn.-se de cominillo lano para aprnvin-
i.i rumo |i,n;i fra ilcll.t : na ra ta Ijlora n. 7.
i'.'i:nj'ia-se qualquer peca vellia do melal cha-
mado do principe, prefenndo-so o que seja mai
claro : na ra do Culfcgio n. '2-~>, taberna do Fon-
te.
Compram-sc escravos, e vendem-se, recencm-
sc de commissa, lano para a provincia romo para
fradella; na ra do* Cjuarlcis n. t, NgODOO an-
dar.
( "iiii'i .i so urna casa terrea sullmcl, no bairro
de Sanio Auloniu ou S. Jos, que lenha bomi quin-
tal, preferindo-se na*ras Drrala, Aguas Verdes,
Hurtas, Cainboa du Carino, Flores e Cruzo: quem
I i ver, annuncie pur este Oidii, ou dirija-sc a ra
la Viraco n. !'.
Corapnoe un travo, crioulo, de lii a 15
anuos, de bonita Bglira, c m'iii vicios ; paKa-se bem,
agradando : na ra do trapiche n. '.
Compra-se urna rasa terrea, cuiqualqucr uin
du> ha i i rus desla ridade : a tratar na ra Vcllm nu-
mero 123.
Coiupraiu-se constantemente garrafas prctas.c
botijas, a t&HW rs. o ccnlo, e brama*, a SI) rs. rada
nina : na fabrico de licores de llm > t\ Macedo, na
ra Diicita n. 17.
VENDAS
ilirir,
e que
Vendte um par de bancas de
de Jacaranda', obra licni acabada
uo be Coleada : na ra de lenlas n. (2,
casa terrea que icm a fenle pintada de
azul, e piuladas brancas.
Redes alcochoadas de cor
mullo grande c de bom goslo : \endein-fcc na na
do Crespo, lo a da esquina que volla para a Cadeia.
Casa da euperanca, ra do Queima-
do n. 61,
Nata OH, O na pra(l da Independencia, lujado
Si'. Forlun.ilo, osla a clula um cmplelo sortimen-
lu de caiilela c billioles da lotera de Netta Sendo-
ra do LivrauMDlo, cujas rodasaiulamiuraliivelmeu-
le no dia ;I0 docorreulc.
Billiele.........laOOO
Meio.........i**!
llecimu........sfiOO
Vi-i'-i.....-..... ;*120
Carta, lioH* para voltarte,
Yeudem-sc carias muilo linas para \ollarole, pelo
diminuto proco delito rs. obarallio: na riiado*ue-
mado, luja de miude/as, n. .")7, de Allonso Pedreta
do A.....ral Branda.
Sao' o. verdadeiros.
.Na i ua da Cruz, n. .V7, vendeniHfB rilando, de S.
I'eliv de Ur
quer parle.
indio, mais barato que cui oulr.i qual-
Vendeiu-i
Ierro balido
(loulpdlibia ;
9 para
a este
na ra
de Af-
Aof enhore df engrnho.
se por prcro muitocoinmodo, formas de
para assucar, eiu casa de I'.. J. Asile) t\
na ra do Trapiclic, u. 3.
Piano.
Vende-se por preco muilo rummodo, um forte
pleno ile cauda do celebre autor llrowuod
de una coiislrucoao muilo solida e propno para re-
sistir a liumidadc* de rasas terreas. por sso opliuio
para so lar nos silios : na ra da Cruz, u. 31.
Carne de sol.
\ende-se carne de sol milito nmi cuerda: na ra
.la Seiu.ala Nov.....22.
Ao bello inadami,uio pernambucaoo.
Vcudein-se riquissimos peules do larlaru
alar cabello, dos inelhores que teni \iudi
mercado pelo diminulo preco de .V)."*II0 rs.:
do Murmullo, nove luja de miudeas, n. .'i7
fonso l'edroso to Aiuaral llramlao.
Ao, Bcnbores acadmico,.
Vondoiu-sc InVM de pellica de superior qualida-
de, inuilu INIVM, pelu diiniuuto preco ile I^IIMN) rs.
o par : ua ruado (uoimadn, nova loja de miude/.as,
ii.i7.de A. I'. A. Brandao.
Muita atteocao' ao barateiro.
Na rae do CJueiiuado, nova loja de miudezas, u.
.">/, de Allonso l'edroso de Amaial Brandilo ; >en-
ilem-sc luya de pellica de poni inalc para liomciii
esculleras, pelo diminuto preco de IsOOO o par, di-
las de seda Iracadas de cures para boiiiem c senliura,
a iNMHIe |M0D;dilai brancas de lorral as mais de-
licadas possiveis, a I^KKI o par ; dilas de lorcal pre-
las para senboras, liornens e meninos dequalquer
tanianbo ; dita, de lio da escocia inesctadas, para
meninas eseulioras; meiasde seda brancas para se-
nboia, a J~ ik) rs. o par ; muilo lindos c modernos
chapeos de sol de seda de cores para lioniem, pelo
diminuid preco de KylHX) cada um ; e oulras umi-
tas niludeiM que se vciidcm muilo mais baratas do
queciuoulra qualquer parle, dlnbfllro i '. isl.i s
para adquirir fretmezia.
Altencao', senhores do borne barato.
Vcnilcm-sc lu\as de poulo iuglez, para liomem
i- Malura a loOOO rs. o par, dllaa prelas do pelli-
ca para boiiieui muilo novas a I3H() rs., dilas de
seda (raneada para liomem c seuliora a I N.ini e
IItW i-.," dila- de torcal brancas, iimilo deli-
cadas para senhora [ullliaa moda a I^HHIrs., dilas
de seda enfciladic- pura senhora a IXKI rs., agu-
Ibas francezas a -JXI rs. a cabial, ponlcs de larla-
iii-.i para prender cabellos muilo delirados a
-"II rs.,diloslisos i l-"iiiii rs., um completo sorli-
mcidu ile perlumarias muilo linas, as quaes o an-
iiiiiii i.iiii .mi .inif suas boas quididades : na ra do
l.lueimado loja lie niiudctis n. 19, do Antonio Jos
de Azevedo.
Na ra Augusta,taberna de Victorino Jos Cor-
rea de S.i couliuua-sc a vender alm dos mais gene-
res bous e baratos, a boa inauleiga frauceza, a ."mJ(I
rs. a libra, dita maleza, a BlOrs.. sendo da inclbor
e 'un- moderna, cb superior llvsson", a l-'iji) rs. a
libra, lando do mellior que lia no mercado, e alm
disloa boa carne do sol e linguicas, para se peliscar
antes de lomar o cb.
Vendeni-se batatas superiores, a I -'i i r. ra-
da arroba, cvlraclo de losua, a 800 rs. a garrafa,
cha prelo, homeopalhiro, a IstiOO a libra: na tra-
vesa da Madre de Dos, arinazenl pintado de ruo.
Vende-se um uplimo escraM>, propriopara ar-
nazem, ouservieodc campo, de muilo boa condue-
la, mais 3cseravinlms sendo nina negrinba de idade
II anuos, e un molcque de ulado I.i anuos, cun
inulaliiibo imiilu liiulo, proprio para aprciuler qual-
quer oflicio. |H>r ser muilo cs|icrto : na ra da lilo-
ria, u. 7.
Vende-so um rnhriolcl descoberlo, usado, sen-
d.....uilororle. |ir dOOSOtKI rs.: na rila do Trapi-
i-lie Novo, primeiro andar, n. M, estao largo da
assembla, n. 'JO, para se ver.
Veiulc-se um bom osrravo proprio para enec-
nlio. por mo Icr habilidades : ua ra do Nogucira
n. :l'.i.
Vendem-se liescravos moros de bouilas figu-
ras, ptimos para lodo o snico, nina linda negrinha
de idade 12 anuos, :| esclavas mura., lavam <
i'ozinham bein o diario : na ra Uireila u. 3.
Vcude-so o sitio que fui do falcrido Jos Zaca-
ras ilo Carvalbo, no lugar de Bcbcribe de bajo, de-
nominado dos craveinw, rom casa dovivenda de |>e-
dra, cunlcndo sala adianto coni dous quarlos, dita
ile dclraz rom dous quarlos, sotao grande, rozinha
grande c copiar. L'ma casa de laipa com sala e dous
quarlos, alraz dousquartos, eslriharia para Iros ca-
vallos, e -Ulan para prelos ; um lelhciro que serve
para casa de farinha, com estribara para dous ra -
Tallos; muilas arvores de frutos,como sejam, coquoi-
ios, inaugueiras, cajiioiros, maugabeiras,cravoiros,
-i-. 1. larangeiras, sapolisciros, piulieiras, fruloi-
ras ile nao ele. ele., lerrenos para toda a cultura, e
malla do capoeira, leudo de fundo quiuhciilas bra-
ca., c de irru,' qnairocenlas, |iela beira du rio
pouco maisou ni.'nos. sendo o fundo de menor lar-
gura : quom n pretender enlenda-se rom o 111(11. Si
Joao Pinto ilo l.einos Jnior.
VeadeflMa i Herawa nac
lodooservico, I negra que elig
o diario, Ulna linda negrinha di
pi eco mallo em coala : ua run
11, segundo andar.
Vende-ec urna ewrava que ngnniiua o cozuilia
bem o diario do urna casa, e lein Iwa......lucia : na
ruado Fogo, n. 93. e dir. quem >cnde.
__Aiudaie rouliuiia a vender lencos de retroz do
varia crea, barreliulios para "egurar o cabello de
criancas, lavas com dedos e sem elles, poulo de un,
chegidas ulliniainrnle de Franca ; e assiin lamben)
olldos paniecclesiaslicos, renda de palmo o mal,,
fi'iia. enm agulli.is ile meia, proprfai para salas
branca ou loalhn, o varias poca de muica pura
piano, comosejiin : wabas moilernissiina, polkas,
quadrilha dos Lombardos, e oulras ; ymplionias,
cavatinas: no segundo andar do ultimo sobrado da
ra das Cruzes, quem vai para S. Francisco, amulo
lamheni so incumben! de bordar a branco, n ouro e
a maliz com perfoii;ao ; a ponto do lapetes. a laa ou
sedas, paisageus, ramos ou figura, faier meia de
qualquer forma que seja, toncas c luda e qualquer
roslurao bordado que se ensilla e usa no pan
Na loja da esquina da ra do Crespo, que volla
liara a do yuoimado, ha lencos de relroz do varias
cores, barretinhos para segurar cabellos de enan-
cas, poni de niie solidos para ccclesiaslicos, che-
gados ulliniMiicule de Franca.
LOTKHIAnO HIO DE JANEIRO.
Ao 20:000.1000.
Na casa feliz do qualro cantos da ra doQueima-
do n. 20, vendem-se os muilo felizes bilheles, meios
bilheles, quarlos, oilavose vigsimos da -1.a lotera
do oslado sanitario, cuja lisia se espera no \aporde
Ib' iii i i clles.se ipici .'ni tirar bom premio.
Vende-se iimn esrrava, crioula, do idade de lli
a IK anuos, a qual cozinha o diario de una casa, e
cose costura grossa, nao lom vicio nem achaque al-
.iiiii: na ra dos Marlvrios n. lli, taberna.
Vende-se urna casa torrea, sita na travesea do
Serigado, c anligamenlc boceo da Car\alha, com -2
salas,2 quarlos, cozinha fra, quintal, cacimba, e
em chiios proprio, livre o dcscinbararada do hvpo-
Iheca : (rala-se na rasa cima n. 3.
Vende-se a lo r. cada arroba, do muilo
boa bolacha, feila do farinha de trigo, cvellenlc pa-
ra escravos: na pallara da ra larga do Hosario nu-
mero 18.
Chitas de barra.
Vendem-se chitas linas, do barra, com um peque-
o loque de mofo, pelo barato preco do 200 rs., 0
cuvado : na ra Nova, loja noa u. 16.
Ao barato.
Vende-so eamliraia de salpico, rom K i aras rada
rorle, polo barato proco do :ls.">00rs.; cas-a, Iran-
rezasdo bonitos pWrbai, a 3M00 rs. o corle ; ves-
tidos de umbrala Inania do barra, a ioOOO rs.; ris-
cado franca, muilo largo, a 2S0r. : na ra Nova,
luja nova n. Ib.
Chitas baratas.
Vcndem-sechitas, decores livas, bonilospadrees,
claro o cscuru, a 120, 110,1110, ISO, c 200 rs. o co-
vado : ua ra Nova, luja nova n._lli.
Cal virgem de Lisboa.
Ha para vender barril deca nova, viuda do Mi-
boa na barca Margar illa, be a mais nova que evis-
tc : na ra de Apollo n. IS, ou na praca do Com-
mercio, oscriplorio n. 6.
KOB I.AFFECTEIR. '
O tiniro iiuturiailo mr ilerimn iln rmixclfio real
e enrto imperial.
Os mdicos dos hospilaos rccoiiiinendam n arrobe
l.anclouv. como sendo o nico autorisado pelo go-
vernoc |iela Beal Sociedadc de Medicina. Bale BH-
dicanicnln d'uiu guslu agradavel, c fcil a lomar
cm socrcln, est em uso na inarinlia real desde mais
de i.'1 anuos ; cura radicalmente oiu pouco lempo,
com pouca despoza, sem mercurio, as aleccies da
|ielle, impingens, ascousequencias das sarna, ul-
reras, c os accidonlos dos parios, da idade rrilica e
daacrimunia heredilaria dus humores; convm ao
catharros, da beviga, as conlraccfios, o fraquoza
dns orgaus, precedida do abuso das ingeecoos ou de
solutas. Como anli-svphilitico, o arrobe cura em
pouco lempo os lluvns rcenles ou rebeldes, que vot-
an incessaulcs sem coiisequencia do empregu da co-
padla, da cuU'ha, ou das injeccilcs que represen-
tam o virus sem iieulralisa-lo. Oarrolie l.allecleuv
lie i'.|'i'('ialmeiile rocomniendado contra as docncas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao indurlo
do potasio. Veudc-sc cm Lisboa, na botica de llar-
ral, c de Antonio Feliciano Alvos de Azevedo, pra-
ca do II. Pedro n. SS, onde araba de chafar nina
grande pnrcaodo garrafas grandes e pequea, viu-
das iliroclaieiile de l'aris. de casa do Sr. Bowcau-
l.alfeclciiv 12, ru Bicbov l'aris. <)s rorniiilarios
dain-ee gratis.....casa do agenle Silva, na praca de
I). I'edru n. 82. No Porto, em casa de Juaquini
Arauju; na Babia, Lima cV Irnios; cm l'ornani-
buco, Soiiin; llio de Janeiro, Bocha & iilhos, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joao Tereira
de Magaics l.oiio; Rio-Grande, Franciaoo de Pao-
la Coulo ,V I..
Voudc-se una linda garrota tourina : uaCa-
punga. sitio do Mr. Dubourcq.
Na ra das Cruzes, n. 22, vende-se um mulato
do 18 anuos proprio para pagein.ou oolro qualipui
orvico c nina rabriliba de !l anuos, com principio
do costura e um escravo crioulo de 30 anuos, para
servio de cani|io o una esclava de 2(i anuos per-
fcila engonunadeira, cose bom chao, cozinha, lava e
faz ronda.
No armazem de Vicente Ferreira da Costa, un
racsdaalfandegasc vcndoingigos comsuperiorserve-
ja, em duzia, e btalas inuilu novas, cm gigus de su-
perior qualidade
Vende
ga ;ja pela
na armacao
ea da Lapa
se una evcellenlo (ahorna na Capun-
ua localidade, como pela elegancia de
: a tratar na mesilla, com Joao Francia-
VENEZIANAS
Aleteo da lloa-Visla i
I mi um surlimciilo de veucziauas
dos de liulio o de lila, rom caivn ai
ANTIlililDADF, ESfl'EHIOKlllADB
DA
SALSAPARRU.HA DE ItltlSTOL
sobro
A SALSA PARRILHV BE SAMIS.
Allcngao'
A SALSA PARBlLIIAUEBItlSTOl. dala des-
de 1812, c lom conslaiili'inenle m.iuinl.i a sua re-
pularilo sem necessldade do recorrer a pomposo
niiuncio, de quo as proparacfte, de mrito podein
dispensar-se. () successo do l)r. BRISTOl, (em
provocado infinitas invejas, c, entre oulras, as dos
Srs. A. R. I). Sand, de Ncw-York, preparadores
o proprielarios da salsa parrilho conhecida pelo no-
mo de Sand.
Estes senhores solirilaram a agencia do Salsa par-
rilha de Bristul, o como nao o podessem nbler, fa-
brirarai.......a imititriloilc Bristul.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands cs-
croM'iain ao l)r. Brislol no dia 20 do abril de 1812,
o que se acha cm nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Bri'lol.
Bfalo, Ae.
Nosso apreeiavcl senbor.
Em (oilo o ......i passado lenios vendido auanli-
dailet ronsideraveis do exlraclo do Salsa parrilba de
Vine, o polo quo ouvimos dizor do suas rirtitde*
quelles que a lom usado, julgamo que a venda da
"la medicina se augmentara muilitiimo. Se Vine,
quizer azer um romen/o coninosro, eremos que
nos rosiillaria milita vantagem, lauto a n como a
Vmc. Temo niiiilo prazer uno Vine, no responda
snhrc i-ilc asumplo, o se Vine, vior a csla ridade
l.i'l'ii a um moz, ou cousa soniclhanle. loriainos
milito prazer cm o ver ero nossa bolira, ra de Ful-
tun, n.79.
l'icain ordenada Vmr.scu seguros servidores.
(Asignado*) A. II. I). SANOS.
COXCLUSAO".
I.e A anliguidadc da salsa parrilba de Brislol tic
claramente provada, pois que ella dala desde 1832,
cque a do Sands s appareoeu em 1812, epooa na
qual esto droguisla niopode oblar a agenciado Dr.
Brislol. .
2. =A superioridade da salsa parrilba do Brislol
he inrnnlcslavcl; pois que nao obslanlc a coiirur-
rciiria da do Sands, c do urna poican do oulras pre-
pararnos, olla Ii-iii iiiaiiliduasu.i reputaran cm qua-
si toda a America.
As numerosas ovperienrias fritas com o uso da
salsa parrilba cm lodas as enlormidade* originadas
pela iinpuie/a dosangue. eo bnin evilo nblido nos-
la enre |>clu lllm. Sr. Ilr. Siaaud. presidonle da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jns l'eivolo em ana chuica, o em sua
afamada casa de salido na tiainba, polo lllm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medien do evorcilo, e
|hii* variiw uniros mediros, |ierinilteni boje *\i' pro-
clamar altamente as virtudes efBcaioi da salsa par-
rilba de Brislol \eudc-so a .'OIIO o vdro.
O deposito desla salsa miidou-se para a bolica
frauceza da ra da Cruz, cm frente ao chafara.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cuiiha rSAmorim, receberam palo ultimo iiavio
do Lisboa harris rom 1 a de superior ral em podra
|iara o fabrico do assurar, o vcndcni por menos que
cm oulra qualquer parle; o para feohanioiiln de cun-
tas um restante de polassa americana: na ra da
Cadeiado Hcrifr n.O.
Venilc-se a verdadeira salsa parri-
lba de Sands: na botica francesa, da ra
da Dril/., em frente aii cbalari/..
OO.OOO RS.
Vende-so por .VHrjOOO rs., una lypographla rom
mais de700 .i de Ivpo muitn bem sorlidu, e um
bom preln de forro i' p ni: a quem convicr dii ija-se
a ra das Cruzes n. 2S. segundo andar.
Veiiileiu-oi......aa do Mr. Calmonl & Cnm-
panbia, na prara do Corpa Santo n. II, osegilinlo:
vinho doM.useilleein raixas de 3 a ti duxlas.liuhat
em novclliis e rarrolei, bren om han iras muilo
grande, ajo de inihi surtido,forro Ingle!,
AGENCIA
Da Fundicao' Low Moor. Ra da
' Senzala nova n. 42.
Nette eitabelecimento continua a lia-
ver din completo sorliniento de inoen-
das e nielas modulas para cnfreiilio, ma-
chinas de vapor, e tai\as de Ierro balido
e coado, de todos os latnaiibos, para
dito
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao* do Dr. Eduar-
do Slulle cm Iterlin, einprcj;ado lias co-
lonias inrjle/.as c liiillanile/.as, com gran-
de vantagem para o mclhorumento do
assucar, aclia-sc a venda, cm latas de 10
libras, nulo com o melliodo de cmpnv
a-lo no idioma portuguez, cm casa de
N. O. Iticlx'i e> Companhia, na ra da
Cruz, n. i.
ario n.l'J, primeiro andar, ha
milito novo rliogado pela barra
conimodo, o junlaineulo nova
4,
Vcndcm-M unas vaccaapwR refriiwem, um^
Cii cria o niitnis MiMoini ; qiic'iiquir vei,
pMt Jirtir-M' iu S,il^.iiliiiho da |iu-^agem lla, qiHSH! fnr.i Iodo o m-o.-iu.
Gal vrgM-
Na run de Apolli), etrma/.iMil n 21 ,
existeni ponros ltUTs, coin .supeiior cal
cu) podra, clic{jaiji de LisLua, lu poneos
(lias, na bafea Malparida.
Sebo refinado
Vende-sc no dcposilo de carnm'iba, ru.i di (m/
n. 19.
Vendc-so norrio de lenha de 1 a 3|- palmo*
de i "--Hi.i. e 5 de comprdo, muilo lioa pam ola-
ria, ou i clin.(r.M, posln no pnrlo, quo oromprador
quizer. a t^JO ra. o cenlo : na ra toma do Rosa-
rio n. !>, se 'ln i quem tem.
Vcndem-se, em rasa de Deane Vtmle & Com-
panliia, na ra da Cadeia do IteciTe n. .VJ, reloiios
ileniuo, palenlo inalex, lano para scnlioras, cuino
para litunens, sendo os de liomcns de sabonelc, Uc
um dos mellioresaiilores de Liverpool.
Vende-se a loja le taandfif, da run do l'as-
scio o. 21, com pouros fundos : a halar iij mcsina.
Vciidein- pianos forles de sii|>eror qualida-
de, fabricados pelo mellior aulor luinlnn -mv : na
roa da Cruz n. 4.
OattOi
Vende-neucssoem barricas, cheaado ullimamne-
(e:cm rasa J. Keller ,\ Companhia, na ra da
Cruz n. 35.
PRELOS.
Vende-M no armasem do Sr. Aunes ,
Prelo em sacras de 5 arrollas
nutra
por me-
ipialipier
coin Illas ver
iciii olla, o m
, a vuuladodo-
concorla e as Iroca as novas por velha;
comprador.
KAMIA FRANCEZA.
\ ende-so banha liauro/.a cm lalat de -2 a .1 libra
cada urna, assiin como a libra, meia lihrae <|uartas
pelo diminulo proru de Inkmi ra#1 a libra: na ra do
Queiniadu luja de miudc/as n. iil, de Antonio Jo
do Azevedo.
Sellins inglezes. ..!^*1
Vendem-se sellins nj;le/.es
le patente, de priuieiruquu
lidadc, proprio) para a Ces-
ta : no arma/ein de Ailain-
son )lo\\c & Companhia, na
na do Trapiche n. i'. No
mesiiio armazem vendem-ae oleados pa-
ra aUOalliaV salas, minio ricos, tanto em
qualidade, COm em j'osto de desenlio.
Vende-se muilo superior larinha de Sania
Calbarina. o S. Malheus, medida a vista do com-
prador : a bordo do briuue brasiteiro Mida>
deado perlo da Alluudcga.
PAO' CRIOULO.
Na nadara da ra ta Sen/al.i Nova n. -i11
de|Kisilu da ra du llausel n. 1:1, aeba-se a
iliaihie.ouleu boln pan crioulu, fabricado jior
droa modado llio de Janeiro, o ipi.d alm di -u
Ti un i l.i.lc .i i mu coinuiun ii'in a vaiilauem do sor
le recabar o mais pequeo golpe de suor do
tun-
e no
onda
olin-
ns, i|ni' serveiu paca
Huma liiMi o co/iuha
IIII;.....os, liulii por
das l.aranneiras, i
marhii
paajQM de hum
. san
. Ntai
. mu
. lila
. 100
. ilKI
. IIHI
. J'l
. 210
. JKI
3211
01110,
i sen I
amassador, visto ser amassaiU
incsmas casas acharan seniprc
U'i.Iimi seuiiiulo:
I ,iii.i- da i.....ha por. .
dem idein imporiaos .
dem do familia .
Aramia do ovaa .
Biacoilo do amante. .
Ai.iini.i pura ....
dem laraujas. .
Ilulachinha Inglasa. .
fallas doces ....
Ilisooilo doce.....
Uiscuiliulio ....
Vendein-se i'eloj;ios de onro, pa-
tente ingle/., os melliores que tem viudo
a este mercado, e do mais arredilado
fabricante di; l.vei-|)Ool: em casa de Kus-
sel Mellors At Companhia, na na da
C.nli'ia do Recil'c, n. 50.
Vende-4oum prcto de todo servicn. hom com-
portado, por ordem ile urna pessoa do fra: no aler-
ro da Boa Vista n. 6(1.
Cobertores oscuros,
do slgodfo, a 800 rs. ; ditos a/ues o onc.iriiados ,
mullo uraudes e enrorpados, a 19100 ra.: un ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a (aideia.
Vende-sc vinho da Madeira de suprior qua-
lidade em quarlos o oi I a mis de pipa, por proi n rom-
modo: iioarina/i'iude N. (I.llieber c\ Companhia
na ra da (i u' n. \.
S. elles, que se estao acabando.
Cubcrloros do tapete imiilii laaudes, polo iliiiiiiiu-
lo proco de IsllM, dilos mais pequciUH. a KIHI i..,
colrbasdc salpicos hrancos, a Miim. biim (murado
escuro, de Hubo puroc muilo lino, a 640n. a vara,
cliilas do assonln esi-iirn o b..... panno. I lio rs. u
cuvado : na ra do Crespo, loja n. (i.
em
ira-
Na ra do Vi
para vender, farclb
(mtiiliiii, por prer
ral \iriicui de l.isln
AKADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. A C
Sanio Amaro acha-se para vender
dos de Ierro de snpeiior qualidade.
MOKMIAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Sanio Amaro, aelia-se para vender
niociulas de caimas todas de ferro, detim
tiiodcllo ci'oiislruccao muilo sii|tenores.
Vonde-so um joso do bancas do Jacaranda do
icio uso, una mo.a ilejanlor.iun par do manijas d
vidra, do boceo Larg......207.
Na loja da 6 portas em treme da lereja do
ZilvrameBto.
Vandam-ac corles do ahita frauceza com Iros ha-
llados, f.i/.onila milito lina a 3)500 cada curte, chi-
tas linas para cobei las a 20Urs.orovado.
Voiido-se farinha do mandioca, i\c superior
qu.ili.l.iile. em -uceas de dous o meio alqueires, du
Um do Janeiro : un arma/cni cm frente do trapi-
che do aleudan n. 20.
Tapetei para lanterna.
Chagad ullimamenlc os mais delicados que lom
vindn a esle inon adn, vonde-so a ^KK) cada um,
asniin como pulcoiras muilo delicadas a :pViOO rs.
rada iimii : na ra do Qoolmado loja do iniude/as
n. i'.l, de Antonio Jos do Azevedo.
Superior fumo em folha,
vende-se cm casa de Tasso Irmaus.
ritlESTE-SSSF.
lie rci'ouchouadu um cairo^amoulo da verdadei-
ra farinha de SHS raininho, c vende-so mr niudico
prcen : no esi'riplorio de Deane Vonle cV Campa-
nilla, ou nos seus arina/elis no boceo do (joncalves.
HOCE 1IK IIACOKY.
Choaou reronleinoiilc do Maranhao una pequea
porcaa desledelicadn doce, o mellior que ha, lano
pela sua escolenle qualidade, como por consonar-
se por muilo lciii|H> om perodo oslado: vende-sc-
cin rasa do l'onlo t\ IrniJ.....a ra da Cadeia Vclba.
Alenda de Edwln DCaw.
Na ruado Apollo n. (i, armazem de Me. C.iluionl
f\ Companhia, aelia-te roiislanleinonle bous sorli-
monios do laiaa de ferrocnado abolido, lano ra-
ta coma lumias......cnilas inoliras Indas do ferro pa-
ra .iiiiiii.ii-. auna, etc.. ditas para armar om madei-
ra do Indos ns lamniihuscmodelusosiilaisnindotnos,
machina horiaonlal para vapor eum Turra de
i caMillos, cocos, passadeiras do ferrn oslanhadn
ara caaa de puruar, |Kir menos preco quousde co-
re, esenven* para navios, fierro da Succia, e fn-
Ihaede flamlrot : ludu pur btalo preco.
Deposito da fabrioa de Todo* o, Santo, na Babia.
Vendo-so, om casa do N. O. Itiober ,\ C, na rila
da Cruz n. 4, alsmla Irancadu d'aquella fabrica,
nuilo proprio para saceos do assucar e roupa de es-
rravos, por proco commodn.
Vende-se prosunlos imjlezcs muilo nnvos para
liambrc, latas com holaclunlias do soda iii|jleza,quei-
jos de palo, consonas muilo novas, scmenles de lo-
as qualidade de borlalire, cheuadas ullimamon-
le: na ra da Cruz n. i(i, dcfroule do Sr. Di.
Caaie.
#8^i::: #?
Farinha de mandioca, f
M a mais superior, que ha om l'ernamhuco, a H
W burdo do brliaie Minerva, oheaado do Santa tt
J Catharina, luiuloailo na praia du Culleuiu, D
ahi vanda ao proco couuuodu, e lamhein <&
Irala-se doajiislnla moma, na praca do Cor- .'.;
]k> po Sanio, Noriptorio n. ti. (*
:?;:&:##
A 3,600 o par.
Couliuua-so a veiiilor sapalrs de Inslro para bn-
mom, ulna inllilu boa, a r-l.nu. par, dinhoiro a \ i>-
la : no aterro do Boa-Visla, loja do calcado u. 58,
junio ao solleiro.
nos preco do que cm
parle.
Vinhos superiores de lliiccllas
(brancnl o deColares (linio) om barril dequiulo:
vendein-se om rasa de J. Keller & C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). \V.
Bowmann, na ra do llrnm, passan-
do o chafars continua liaver um
completo ortimento <\r taisai de ferro
fundido e balido de ~> a 8 palmos de
horca, as quaes achain-sc a venda, por
prcro eommodo e eom piomplidao' :
emharcam-se ou carrc;.im-seciii carro
sem despena ao comprador.
Moinhos de vento
rom bombas de ropuvn para rouar hurlase balita
do e.ipim. na fundioart de I*. W. Ilnwinan : na ra
do llrnm na. (i, Ke 10.
POTASSA SUPERIOR
Vende-te p<>r prcro muito eom-
modo, no armasen) n. 7 de caes da
almnaega, de .lose Joaquim Percirn de
Mello, ou no eaCl'iptoriO de Novaes
Companhia na ra do Trapiche n. .*H.
Na ra do vitpirio ii. I!i, primei-
ro andar, lein para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, reilowas, sclio-
lickes, moilinhas ludo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
VINHO 1)0 PORTO MIITO FINO.
Vendte superior vinho do Porto, em
liaiiis ile l., 5. e 8.: no arir.a/.emda ra
do A/.eile de Peixe n. I V, ou a tratar no
oscriplorio de Novaes & Companhia, na
rita do Trapichen. 34.
No armazem da travesa da Madre
ile Dos n. !), e no armazem de Jost- loa-
iiiiiiu l'ereira de Mello, no caes da Alfau-
dega, vende-se farinha de mandioca ik
superior qualidade.
POTASSA.
.No tHaligo doposilo da ra ila ('.nipa do KcciTc
arina/.oin n. \2, lia para vender muilo nn\.i pblaHI
da RuMla, ainetcana c brasileira, em pequeos l>ar
ristle 1 arrobas; a lina qualiduile e preros mais ha-
ralos du que em oulra qualquor parle, se alliauran
MM qiM piei'isarcui comprar. No mesmo deposili
l.imltcni ha harris com cal de Lishoa ein pedra. pro<
ximainriilc chcuailos.
udem-se lonas, hrin/.a, hrin
V
Das da llnssia : no arma/em tle N.
Companhia, na ra da Gru u. 4.
O.
metal lo-
Bieber &
fy\\%yr:Fi:ino
'usoulioiro ma-
es|ii'ito.aini'nle
de angenhos,
ipiensou osla-
la-
id pul all-
DAMIIWII.I.IAM IKIWMAN,
chinitia e fundidor de ferro, mui
aiinuncia aos senhores propriolari
fa/ondoirus. o aores|ieila\el puldie
baleaimenlo de ferro movido por machina do va|
na ra do llrnm passando ochafaiii. conliiuia om
clu'olno oxorciciu, oso acha cnuiplelameutc montado
com apparollios da priineira qualidade para a per-
fcita i nnii"co da-, inainros pecas do inachinisiiiu.
Ilahililadu para omprehoniler rpniosipior obras da
sua arle, David Wllliam Ilnwinan, desoja mais par-
liculaiinonlo chamar a allonca publica para as so-
L'iiiiiies, |M>r lor dolas grande aorliinenloja'promp-
lo, om ilopnsiln na inesma fundica, as quac-i cons-
truidas om sua fabrica poden) competir com as fabri-
railasom pai/ eslrauuoiro, lanlnom proco como om
qualidade do materias primas o man de obra, a
saber:
Machinas do vapor da mellior rnnstrucao.
Mnoiulas de caima para eagenhos de ludns
manilos, mn>idasa \apor por amia, ou animaos.
(todas de aaua, moinhos din en lo oseras.
Manojos iudopondenles para eavallos.
Iludas dentadas.
Aiuilbes. bron/es c rbumaeoira*.
Ca\ IIuk's o parafusos de lodos os tamaulios.
Taitas, naraes, crivoaa bocas do formilha.
Moinhos de mandioca, movidos a ma<
miles, o prenaa, para a dita.
Chapas do fogata furnos de farinha.
Canos do Ierro, lu nriras de rorro o de bronze.
Bombas para cacimba o do reparo, movidas a
meo, pur animaos nu tonlo.
(uiudaslos, uuinrhoso macacoa!
Prensas hidrulicas o do parafuso.
Ferragenspara navios, carroso obr.is publicas.
Columnas, verandas, grades o portos.
l'ronsas do copiar cartas e sellar.
Camas, carros de mao arados de forro, ele, ole.
Alm da superioridade das suas ulnas, ja" geral-
montorecnnbocida, llavld William Bawmangaraole
amaisexarta rnuformidaile rom os mobles o doso-
nhosfeintllidos polos sanhoras queso die.uarein do
fa/or-lbo oucnmmeiidas. aprnveilaiulu a ncoasiao pa-
ra agradecer aos seus numerosos amlgus o fregueses
a preferencia com que lom sido |Mir ellos honrado,
o aasegura-lhes que nao poupara ealbrcosediligenj-
cias para Continuar a merecer a sua onulianfa.
Vciideni-sc Inalhas do panno de linhodu Pnr-
lo, para roslo, o inolhor que lom viudo ao mareado,
i I9OOO rs. cada nina : na rus do Crespo, loja da
i'squiua que Milla para a Cadeia.
M Deposito de tecidos da fabrica ^
de todos os Santos, na Bahia.
Vendu-se em casa de Domingos Alvos
3 Malheus, na ra da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodo transado da.fuella
fabrica, muilo propno para sarcos e rou-
pa de escravos, assim como fo proprio para
rodos de pescar e pavios para velas, por
reco muilo eommodo.
por pteco
em casa
lo Trapi-
n.
Vende-:
i, mulla pro
ado de Iran
Sauvaoe ,\ Cl
Continuare a vender, na run do
Crespo 11. 7, loja de Sequflira A Pereira,
rape de Lisboa, eniliaseos, o maisires-
ci) cmclhur, que ha no mercado.
Guaran'.
Na ra do Hangcl, n. 5, rualinua a lar t venda
Guaran, chegado ltimamente, por preco eom-
modo.
Palitos fritos.
Vendem-se palitds de panoo o casemira.por preco
nimio eommodo para liquidar: na loja do sobrado
.11,1.11 -II.. nos Qualro Cado-, da ra do Queimado,
n. -29.
Cortes de vestido a 8,000 rs.
Cnnlinuani-so a vender corles de chita larga, cu-
rea lisas pelo baralo preco de iJOOO cada corle : na
loja do sobrado aniarello, nos Qualro Canlos da ra
du Queimado. u. '20.
Sedas para vestido.
Na loja do sobrado am.irello, nos Quatro Canto*
da ra do Queimado. n. 29, ha para vouder um
completo soilimeulo de sedas brancas o de odres pa-
ra vestido, e que se vendoin |>or preyu muilo eom-
modo.
Na loja de 6 porta, om fremte a Igreja do
Xain-anaemo.
Vendem-se chitas do cores com muilo bom |>annu
a .iJOOO rs. a peca, o o covadu a lili rs., Icno,os de
cambraia branros, ditos com barra de cores, a lliO rs.
cada um; dilos para meninos, a 80 rs. ; alpaca to
cocos lisa o de quadros, a 210 rs. o rovado ; riseadi-
nho de linli' para jaquetas e palilds a 200 rs. o co-
vada; panuu lino verde c cor de rap proprio para
palllos, a 23000 o Catado ; Chales protos do la pa-
ra lulo, o moias muilo linas para meninas.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro
eommodo, para fechar cuntas
de itolhev llidonlae : ua ra
che ii. 12.
mu arreio completo para um raval-
io para cabriolle, nnvamenleche-
C muilu em conla : em casado V.
panbia, ua ra da Ou/. u. 8, o lain-
bem vendem-se muilo Iwas vaquetas, para roberas
de ranos. '.
Na loja da Iravessa do Corno Santo, confronto
0 lado do paston. 29, cvislc um sorlimenlo decal-
cados c amanenlos para os dilos, vende-sc linio |ior
procos rasoaveis, a vonlade dos compradores ; as-
siin como fa/.-so calcados de encominonda ile ludas
as qualidados, com assein e promplido.
Na ra do Queimado u. 28, primeiro andar,
casa de Silva & Companhia, ha pata vender.alom do
grande e variado sorlimenlo de fa/ondas do mellior
Koslu, chapousde palha liuns, da Italia, de ahasdo-
lu'ad.i- o liugalts, bullo para humen como para
nu'iiinn-, sendo estos a proco de 2c.i0O c aquellos a
:'i'in rs. cada um : na inesina casa vendo-se lam-
ln'iM chnculalo haiuhurguez o mais linu que he oot-
sivel, a proco do l?IKl rs. a libra.
Zulmira.
/.ulmira he una fazenda do seda do um lecidn e
cores laos, quo enraula a lodas as possuas que a
veein; serve para maueslusns vestidos, para senlioras
n cni ao Ihealro, saraos, VMilas ole. ele. ele, xende-
se somonte no arando ostabolecimonln de faendas
baratas da ra do Crespo, n. II, o CoIIoo, n.2, pe-
lo bar.ilissimn proco de 180 rs. o cavado.
FrVDICAO D'AURORA.
Na i o n.lic.ii i d'Aiiroraacba-scconstantemenle um
roinplelu snrliincnln do niarhinas de \a|x>r, linio
d'alla cuiiiu do b.'iiva pro-sao de inndaUOtros mais
appruxadus. Tamhcm so a|irnmplam de encommcii-
d.i de qualquer frma que so |miam desojar rom a
inaior presle/a. Hallis omciaos sor.io maullados
para a ir assenlar, e OS fabricantes cuino Icm do
costume aliaucam o perfoiln Irahalho dola-, eso res-
|nai-,tliili-.un por qualquer defeiln que pota uellas
apptraear durante a priineira salra. Muilas niarhi-
nas de vapor rantlruidaa, ueste eslabelccimenlo (em
oslado cm cunslante scrvr,n no-la provincbj 10,12,
cal Hialinos, e alienas lein oviuidu mui iusiijiiili-
cantes raparos, o algunas al nenluinsab-ulutamen-
le, arcroscendu que u eonsiunmn du ooiibuslivol he
mili ineonsideravel. Os senhures de eucenhu, jaiis,
0 nutras qiiaesqucr pessoas quo precisaron! de ma-
chinismosilo respeitosamenle convidados aisilar 0
eslnhelcrimonlo em Sanln Amaro.
Km casa de llriiiiu l'i'acger Ji Com-
panhia, na ra da Cruz n. 10, vemli'-sr
o s i ;; 1111111 :
PIANOS FORTES >los melhoies auto-
res ede moderna coiislritreo.
INSTRUMENTOS DE MSICA paraor-
cuesten e bundat militares.
OBRAS Di: OURO de toda a qualida-
de edo mais apurado BOttO.
VIMIOSSt.Alar;ot,Sl.Jiilienecham-
pa Roll
LONAS dedillerenles qualidadrs.
IIIIINS DA Kl SSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
eadeiras de dilleriMites moldes, mesase
sola s, assim comocominodas demiij;iio e
eadeiras de halanro de sipo, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda que
tem silicio a csla praca.
OLEADOS com lindas pintura!defruo-
las, ele., para meta de meio de sala e
llancas.
CHARUTOS da llavana verdadeiros.
MOLDURA 1)01 HADA para gnarni-
cao desalas e quadros.
12,000 rs. a duzia.
Snperioieslnalha- dopanuo do linhoilo l'ortocoin
1 vara 'i de comprido, propriatparallmpar o ros-
lo, pelo diminulo proco de IJ-hki a diuia : na luja
la ra du Crcspu n. (i.
Cera de carnauba.
Conlinua-sea xender a mais superior cera de car-
nauba, que ha ne-io mercado, em porcan o a rola-
JJio: no arma/cui da ra da Cruz, confrnnlo o cha-
fari/. ii, 19.
SKKPENTINAS.
Acaba . de ricos e ole(;aJrt(SS modelos, todas d li
Iii7.es: e Ix'm assim um excellenlo |ilsll(.
de8luite, uo gotto moderno : veu(|,.m.
se na ra do Trapiche Novon. I (i
VARIADO S0RTIMENT0 E PAPEL.
Chegou recentemenle, sendo almari)
de |)eso, paquete, de copiar cartas, e
imprimir, tanto branco, como de cor
tudo da mellior qualidade que Vein '
mercado: na ra do Trapiche n. |rj
NA RL'A NOVA, LOJA NOVA N. |fl.
IM
a pera
lloOOO, 39TM), 18000, t.'i00, e IS800
ros, a 18000, 0tl0, 58500, e 6)000 rs.
covado a 120, 110.160, e ISO rs.
PAKA ESCRAVOS.
\ olido-e .lUoil.m cncorpailii. para rou|ia t\tth
cravos, polo balso preeo de 100 rs. a jarda ,
ra Nova, loja uova u. 16.
ATTENfAfl.
Vendem-se livros e meios ditos de pao
de |n-.il.i c ouro, chepudos ultiinumentr.
de Lisboa e. por preco eommodo : na
ra do Trapiche n. 17, escriptoriodc
Jos Teixeira Basto.
POTASSA DARUSSIA.
Vende-se superior potassa da Russia, t
Americana, por preco milito commodti
na rita do Trapiche n. 15, armazem de
Basto limaos.
Vende-se uina porr,ao de l.i.i de caima : no
paleo do Ter^u u. 21.
Rotlie Si Bidoulac, na ra ilo Tra-
piche n. 12, anda tem mais tres pianoi
de i|ii um i tom, para venderein-se.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Sanh
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
na do Bruiii lora na entrada, e defroa-
te do Arsenal de Maiinha ha' temrjrt
mil grande sortimento de taichas lano
de falirica nacional como estraiij'cia,
batidas, fundidas, grandes, pequemn,
razas, e fundas ; c em ambos os logara
etittem piindastes, para c;irregar r>
noas, ou curros livres de detpcza. IK
precos sao' os mais coiiuikmIos.
lirt nmm m. lisboa.
Na ra da Cadeia do Hecife, loja do facnda-
I" ni da Cunha de M.iRalhao-, vcude-se a esealba.
te pitada dcsle ra|i, o mais fresen quo lom \inV
pela galera Margariila.
Calcado francez barato.
No aterro da Boa-Vista, loja de cali*
do n. .">8, junto ao selleiro, vende-se o
leguinte calcado france/., a duilteiroa
vista, pelos [liceos abaiXO, e recoiiiiiion-
da-se as pessoas que virem cale iniuin-
cio, (pie venham examinar o calcado,
pois nao deixorflo de comprar.
Ilnlins de be/.erro, par....."xOOll
Sapatoes de lustre, par.....h'IHHI
Dilos ila Russia, par.......liNlllHI
Boiv.eguns elsticos, par.....7.S2IKI
Dilos com botes, par......7.S0IW
Sapatot para danta, par......sitw
Ditos com salto, par.......IfMI
Sapatoes para menino, par V.S'IHM
Deposito de potassa
Na ra de A|Killo, armazem de Leal
liis, existe superior |K)ta8sa do Rio le
Janeiro ; assim como da America, a piv
eo ra/.oavel.
Vende-se em casa de S. P. Jiilim-
ton 01 Companhia, na roa da Sen/.ah No-
va n. \'.
Vinho do Porto, superior qualidade,
garrafado.
Vinho Clierv em harris de (piarlo.
Sellins para montara, de liomem c se-
nhora.
Vaquetas deluttre paracoberta decam
llelogios de ouro patente ingle/..
Vende-se o verdadeiro vinho Bh>
deaux, em harris, champagne da me-
llior inialidade, cm gigos, licoret Alisinili e Kirssli ; tudo vende-te pe
mais barato preco posstvel : na ra
Ci ii/ n. 20, primeiro andar.
Vende-se um eahriolel muilo lc\cehcin nni
Iruido, por precn muilo cnmmodn : na ra das 1
ros, coeheira nova.
. Vende-sc rarne dn serian a 120 rs. a lik
por e-lar ja um lano socra : ua Kibcira da Boa-Vi
la n. J.
ESCRAVOS FGIDOS.
SSCQIt^
DAURORA
ande ortimento de panno finse case
mi rae.
Ka ra do Crespo, loja da esquina que \ola par,
Cldela, veiule-so panno prelo, a :i3(MK o 3,"):00
n,; da ounto branca, a :""ii-il i->. ; <|jin Tranrox, i
,>V)0e.'>>(KMlrs., e muilo superior, a (WM) r*. o
Corado 1 dito azul, a S-nnt, .l^AKi e 1()(M>is. e
muilo I"mi, a ."r$500 rs.; Jilo verde, >Hot) c i-u.m
is.; corles ile easemlra prela infesl.ula, a .">>'i00 e
fi-^KIOis. ; tlila franre/a edecdrUe ImlasMquali-
tlailcs, pur prcro iniiiiiuidu,
ViMilcm-st' reloftios *l- om
"O
i<' nglez, por eommodo pre^o
du Cruz ii. 2U, casa de I
a Companhin.
, jlllt'll-
na ra
Lecoiiic Perou
C. STAHH &C.
respeilirsamenlo aumuirian que no sen c\leiiso cs-
lalH'lerimenlo em Sanio Amaro, rouliuuaa fabricar
rom a inaior |rcrfcWioe promplitldo.lotU aqualidaile
i!e nurhfDltroo para o uso da atiricullura, na\ega-
roomamiraclura, o que para maior eommodo le
MUS 11 n inerte"-, freuue/es e UO publico em geni, (em
aberlo em um ta na ra ilo r.iiiin, aira/ do arsenal de marinlia,
001
DEPOSITO DE MACHINAS
coiislrnidas no dilosen eslabelecinienlo.
A lli arharo os compradores um cmplelo sorli-
menlo ile nmendas de caima, com lodos os nielho-
ranienlos dsuus ilelles novw ooriaiiiaes deque a
experiencia de mullos anuos (em mostrado a neces-
sidade. Macliinas de vapor de b.ii\ae alia presso,
l.ii\;i- de todo lamauho, lano batidas como fundidas,
carros de mao e dilos para conducir fiVmas Icii-sii-
car. macbinas para moer mandioca, prensas para di-
to, fomos de Torro balido para arinlia, arados de
ferro ila mais approvada construeco, fundos \m ,i
alambiques, rriww o iiorlas para fornaUas, e urna
ulinidade de obras de ferro, que seria enfadonbo
enumerar. No mesmo deposilo existe urna pessoa
iilcllisenlc e habilitada para recelar Iwlasjwen-
conunendas, ele, ele, que os annunciantos contan-
do coma capacidade de suas ollii inas e machi ii ismo,
e pericia de sen-; oftlciaes, se conipromellem a faer
execular, com a maior presleza, (wrfeieo, e exarla
cunformidade com smodelosoudescnbos, cinslruc-
ces quelhc forem fornecidas*
Brm trancado amare lio de puro Ifnho, a 1,(40
re. o corte,
vende-se na rna do Crespo, loja da e-quina que
volla pan a Cadeia.
Vende-se superior cal de Ushoa, |Kir preco
raaoavel : na ra do Viajarlo, ariua/rui n. 7.
Vendo-se o mais superior chocolale trame/
(pie I om \ indo, e diversas qn.didadcH de coii-ci\,-
alimcnlares, mulloboaipar.i .una o mais proprias
par.i embarcadicos: na ra da Cruz do Herife, ar-
maxomn. 02. No mesmo arma/cm tambem se ven-
le muilo boa coln do itiii Grande.
Anda se acha lucido o escravo, crioulo
neme Augusto, que fuuio noda*2-2 de junbo; allA
-icid. feicoes reculares, c quando falla cosluma i'f-
h--.it com os olhos: roua-se as uuloridades policiae
que dclle liveiein uolirias, de o pesar e lexura *
senhora, que mora na rna Formosa, na quarlicw
lema, que ser uenerosamcnle recompensado.
Desapparcccrain na rundiciiod'Aurnra.naiioili
de l'J de acoslo, os prelos Miguel, Auunla, idade ii
anuos pouco maisou menos, estatura recular, ser-
codo corpo, roslo marcado de bexiias; Manocl, Co*>
to, idade 'M) anuos, baixo. um lanto cheio do ror|*
levou calca de riscado d'alKodao, camisa de madapo-
lao, bonele, chapeo de sol,, ambos fallam devane*
ilo, c ii.i" lecm barba. Suppt'tc-sc loreni sido sed*
zidos : roga-se a quem os apprchcnder ou deilai '
ver noticia de diriyr-se a mesma fundicao que ^'
liem recompensado.
Desapparecen da ra da Cadeia do bairm I
Sanio Anlouio n. IU, dcfronlc do Ihealro \elbu, i
escrava There/a, prcta, de narjao Cabiuda, brii\*
ro^sa, hcicos alenles, c calcanhares radiad*
(em luannos de idade, pouco mais ou menos, t O
eatril cm forma de talho, no roslo ao p do 0UTM*
levou mlldo de chita amarella e ro\a, paaaeai
Cosa, ecm um dos pesara pedaco de correiilcl*
que se desprcndOra : quem a apprehemler eeulie-
-.11 na dila casa, sera recom|icusado.
Anda continua estar fuuido.desdc I.Mlem*'
codo corre n le auno, do cnseiiho de Sanio Aman-
llho, freRueiia da Varzea, o escravo Silvano com |-
slgnaea scnuinles: levou camisa o ccroula de al^oJ*1
da Ierra, reprsenla Icr 20 anuos de idade, cara u
pouco larga c (alhada, allura reaular, nao (all ^
scuibaracado, he alguina cousa fula e (em lodo a
denles: quem o peyar leve ao mencionado eniieiNV'
quesera hem reconi|)ei,sado de scu Irahalho.
I*'ngio um mualo de nonio Cascmiro, alio, nw-
ro, sem barba, roslo comprido, cor um pouro (**
chada, cabellos cncarapinhadoii, c deve Icr ainJ*'
marca de urna recente, porcm leve, queimadura n-
costas da mao direila, foi vcslido com calca de trtiB
branco, c camisa de madapoln, e lalve/ ande c\\*
do : quem o capturar, dirija-se a ra d'Aurora.f**
sa junio a dos expostos, quo ser bem aralilieado,
I' u-1" da cas;i do abaiio assignado.das fres c *
ra as qualro horas da madrugada, du da I' do *
rente, um mulato de nome Amaro, com os siguae
seguinlcs : alto, seco do corpo, mos e pes il',,llJ''
nos, n.iri/ chalo ; pde-se evadir por corda qu<
i in.ii inii no Ierren ti andar, he ofllciaide c.imi1""'
perlence eo Sr. Antonio llcuriqueit de iMiranda,^
lie o sen legitimo senbor, morador cm Vo^a-aaao.
Ierras do eiigenho .M nrahih.i : a pessoa que o 1""'
gar, duija-se ao mesmo lugar, a entregara sen *
litar, quo -ei .i generosamente gratificado.
Jote da Fomeca Silra.
Doabaixo assiguado,
rcnle, mu escravo, crioulo,
olieio ilu carreiro^ estatu
pouca barba, olhos mande
Utos, poini iiAu mullo viv
d>> alaodioaaul: reta a i
fugio no dia ISdoaH1
. do nome Iguaeio, lew J
a baixa, roslo redan!"
* e algunia coiisi veri'1''
*: levou eeraiaaeeav
pifio o isegar que n M-1
Wl engonho Kodrigue-, na fre^ue/ia de S. I.ouipM
la Malla, ou naruada Gru to Hecife a. 40,4"
era reconipensa StrbiKtiCio Antuniv Pt /liinrf.
Pera,: Typ>. de M. F. de Farta


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