Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02538


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Full Text
SEXTA FEIRA 16
1)111110 DE
DE SETEMBRO DE 1853
N. 208.
PEM4MB11C0.
rnrijo da subscbip^ao'.
u^roc-sc a 150000 por auno, e 9000 por
',! usgo arJimilado, c 18-iOO por quartel Po
,(,niclc naeasi ilo mu propriclario, Af. Figueira
iefaria, na prar;a u|(1 ,. j. rasa iloSr. Joao Pereira Martina.
Bahi"
Maroi"
l'aralnl'a
>alal
Ara">
Ceara
Mat.mha"
Para'
- 1". Uuprad.
a Joafiuin Bernardo Mondonga.
a Jos Hodriltuesda Cosa.
Joar|uiin lunario Pereira.
o Antonio de Lemos Brasa,
a Guillierme Augusto de Miranda
o Joacpjhn Marques Rodrigue.
a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DI 1 O JITIMBBO.
Sobre Londres 27 '/< 60 d.
o Par, l',:.
o Lisboa, 9j por cento.
MXTAES.
Ouro. Oncas liespanliolas 28j00 a 29JOOO
Moedasde WI00 vellias......IIWXIO
o de tolfltl novas......IfiJOOO
de 49000......... !'!XK)0
Prata. Pataco rasilciros........J094O
Pesos coluiuuarios........l#WO
meiicauos.........lattOO
Acrocs do Banco......... 10%
Deirouto deLeltras.......9a II
NOTICIA ESTniVOIIRiJ.
Portugal . .10 de Agos. Austria. . . 3 de AgM
Ilcspanha . 8 de Inglaterra 27 de
1-i.itu. i. . 8 de Suissa . 2 de
Blgica. . . 4 de Succia. . 29 de Jul.
Italia. . . 3 de E. Unidos. 27 de
Alemanlia 3 de Mciiro . 16 de >>
Prussia. . 3 de > California. 1 de Jun.
Turqua . . 26 de Jul. Chili . 12 de
Russia.'. . 31 de Buenos-A . 23 de Jul.
Dinamarca 31 de i> Montevideo .21 de ..
NOTICIAS SO IMMIUO
Par'. 13 de Agoslo
Marlnhao 16 de .
Cena'.. 20 de
I'aOliiba 9 de Setbr.
Alaguas 31 de Aunslo
S. P. do Sul 31 de Jul.
S. Paulo 4 de Anos
Minas.... 2 de i>
Rde Janeiro 25 de
Baha.... 31 de
hbtidasdos cominos.
Ollnca, todos os dias.
Victoria, na quintas feiras.
Caruar, Bonito o tiaranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eni eOriiun, a 13 e 28.
(iiii.ii ii.i c r.ii ilnli.i. segundase scitas.
.Natal, quintasTeiras.
DIAS DA SIMAN1.
12 Segunda. S. Macro-
bio M.
13 Terta. S. Aula V.
II Oh.ni.i. Eullacao ila
S. Cruz.
15 yuiula. S. Nicoincdes
M.
I( Beata. S. Eufemia V.
M.
17 Sahliado. As Cliagas
tic S. Francisco.
(K Douiinuo. I i -i,i Jas
Dores da SS. Virueui.
ADIINCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
flelacao'
tercas csabbados.
Fazenda
tercas eseitasas lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase .">. as 10 horas.
Primeira vara do civel
tercas e t. ao mcio-dia.
Segunda vara do civel.
quartase sab. ao meio-d.
Sclcmbro 3 l.ua nova as 9 horas, 21 minutos e
i i -i..,ini.|.i-. da ni.mil i.i.
a 1U Quarlo erescenle as 6 horas, 37 mi-
nutse 32 segundos da mauhAa.
a 17 La cheiaas7 horasc iliniuutos e
24 segundos da manilla.
u 25 Quarlo mingoantc as H horas, 12
minutos e 31 segundos da raanhaa.
PMAMAR SE HOJI
Primcira as 2 horas c 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas c 18 minutos da manhta.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da I* de .ele-aro de 1853.
i inicioAo Enn. hispo diocesano, remellando,
pipil do auto de pcrgunlasfeilas a Rulino Jos Ma-
na, prelo afrieauo, alim de eonsidera-lo pela parle
religiosa.
DitoAo commandanle das armas, para maliciar
jWira companhia de ftilicos a cinco aprendiici
aac foram qualillcadosmancebos, segundodclarou
,,lircclor do arsenal de Buerr.., alim de seren nella
,h.lailos logo quo tenham a ida* Barcada no arl.
III do rcuuliincnlo da 3 do Janeiro de 1812.Com-
niuuifou-se ao mencionado director.
piloAo inspector da Ihesotiraria de fa/enda,
ili/ciulo, que, ri vista da so.i informacto o dos docu-
mi'ido- uno que Antonio Pereira de Furias, instruio
ii rciniciinicnloqiic devohe, mande S. S. passar
lilul,. 10 -ii|i|ilicanlc do terreno de marinlio de que
Iralau luenelenado requeiimenl
S.
mariiilia
tirando sem of-
hilo a conteni feila Manocl I Amelle Pessoa.
11, |oAo director das obras publicas, in(ciraudo-<>
de b,ncr, coi vista de sua informarlo, deferitlo u
icqucrimcolo cnique rr.iul.lili Anierico Eustaquio
ilones pedia ser adniillido romo praliraulc gratuito
n aquella reparllijae.
HiloAo director ilo arsenal de guerra, recom-
mendandOi avistada necessidade em queso acba
ilefardaiiieiilii a iiiiiipanliia Bu de caradores da l'a
hilnli.i
le. que
las. CIO
.....".-I
lialii pro
,.i,.!.i.
HiIiiA
ni, l,i represculou o respectivo presiden-
lofiiilanieiilo inaniifacluradu para os roi-
laiarnicaO nesla provincia, remella Sinr.
i'iicia para aquella o iiuinero de calcas de
misas, sapalOS, c polainas mencionadas na
i que-c refere a portara de 22 tic aaoslo
iirliripoii-sc no BlTO. presidente da re-
lela c ao iinjpeclof da tbesouraria de
embargador Luna Freir a seguale np|icllac.lu eni
que sao:
ppellanle, o juizo ; appellado, Nicolao Rodrigues
l'.uiiha.
Passou do Sr. desembargador Luna Freir ao Sr.
desembargador Telles a seguinlc ap|>cllac,loeu)i|uc
sao:
Appcllante, o uizo; appellado, l.uiz Rodrigues
Selle.
P.i.-iirain do Sr. desembarsador Percira Monlci-
ro aoSr. desembargador Vaheas seguuleseppelta-
*_ i em que silo :
Appellantc, Galdloo Augusto da Nalividade Silla ;
appellado, o juizo.
ppellanle, ojuizo ; ippeiUdo, Jos Maria Ciral-
des.
ppellanle, ojuizo ; appellado, Manocl do Nasci-
ineulo da Costa Moulciro.
I.evantou-se a sessao a una hora.
INTERIOR.
aterrar a lodos os Brasileiros ; ao contrario do que | campo de qiieslOcs quo de facto nao lem sido mal
eu vi, vio o Sr. senador quo a diminuico proveni- cabidas na discussan que nos oceupa. Mas do ludo
enle da alternrao profunda as condiroes do traba- qnanlo temos ouvido, Sr. presidente, asseguro ao
tho agrcola, quando muilo, poderia ter lugar da- | seuado, quo nenhuina razio me demoveu anda do
qui a Irinla aunos. Em aliono dessa sua opinilo, pioposilo em que estou de advoitar a causa da cslra-
allegou a morlalidadcde 5 por cenlo pe escravos ; da de ferro da Babia ao Joazeiro ; os argumentos
conlou com a reprodcelo da rara africana, e ap-ique produzi a favor della, aiuda eslo em p. Nao
pellou para a energa que se devia desenvolver, c ; fc contestado meu primeiro argurnonlo de quo a
concluio que nao poda assuslar a ninguem essa imparcialidade e o espirito do recldo do senado,
erise. nao Ihe permilliam, que leudo j volado por duas,
Siulo nilo poder acompanhar ao nobro senador deivasso de volar por tereera, as mesmas circums-
nesse scu calculo, para nioslrar-lhc que nao o ad- Itaucias daqaellas.
millo: liiuilar-inc-hci a dizer-lhe, quanto amorta-' O oulro argumento, de que a vista dos esludos
lidade dos escravos, que na opiniAo dos senhores, ou com que fdra concedida a empieza do Rio de Ja-
llos agricultores do paiz, eni um periodo de 10 au- aciro e de Pernambuco, nao era justo recusar ai*
io. para mandar alistar na compi-
le iprendlies d'aqucllc arsenal, loao que eslc-
i,i.,iii-teiiooiii|iostoiio arl. I'do refilimenlo de
le :| ile anciro de 1812. o menor JoAo, tildo de
AyiMliojM .Mini.i da Coneeicao.
piloAo eoiniii.iudantc do corpo de polica, in-
leii.iiiiln-iiilc d.ixcr ocomiiiaulaule i\o dcslacameu-
lod.i nuil.mu le Flores participado, que vieran)
para c-la ii.la.le. o srjenlo d'aqucllc corpo Fran-
riVoPinto de Oliveira, e o soldado Paulo Jo-e daj
Vlrscl, o luinieiro aroinp.iuliaiido o e\-lercciro
iiiMiiiiiiiil.inledo inesnio corpo Cadmiod'Assis Ciuii-
iHi. Ccauem, e o senundo por se adiar molesto, es-
tando paijO'' de -en- \ciieiiiicnlos o referido lerceiro
un.....andante ale o lim de jullio e as praras cima
fiieiMioii.Kl.i- al :ll de tgMlo ultimo.
PiloAo lucsico, para que durante a sessao do
niluiii.il do jurv mande Sinr. aprescnlar diaiiauciif
le ao juiz de dircilo presidente d'aqncile Irilimi.-il
u.....guarda de I calme ti soldados, leudo principio
Je boje.Cniimiinicoiie K referido juiz.
PiloAoiiicmiio, coiiiiiiuiiirando, que, segando
inii-loii de paiiieiparo do coniiiiandaule ilo desla-
unieiilii de Florea, fallecen no da 13 danoslo ul-
....... soldado d'aqoelle corpo .lo- Lopes de Car-
albo, que se aebav.i dcslacado n'aquclla comarca.
hiloAu inspeelor da tbesouraria provincial, di-
/emlii. que, n......ballule o quo Sine. 01DOI eni sua
lefonaarav, rom referencia a do administrador do
rausuluoprovineial, acerca do requerimenlo dos
(iinli.il.id.iies.lasrarnes verdesede oulros cidadaos,
Irin resnh ido crear mas um ponto para embarque
de moro- -cieos o verdes, no luaai das Cinro Pon-
la*, deiendo Smc. evpedir as convenientes ordena
mi -enluto de seren lomadas a-providencias liseaes.
ConillluniCOU-ee ao administrador do consulado
;.....I.
HiloAn commandanle superior da Riiarda na-
i niii.il dc-le municipio, iuteir.indo-o de haver ap-
|.i,.i.i.l.iipreposll deolliciacspara p lerceiro bala-
llijn de iiil.iiil.iii.i da Buarda nacional do inesnio mu-
iiiei|no.eoiii cirlusao porm do major Jos Joaquim
Aniiioe-. |iuc lee sido reformado, cdos ddldSea -lun
Huaile Cunen.i Mniileiru c Jos Antonio deSouza
HlulliJes, por nao constar que estejamqualilieados
em alguma das rreguettai do relerido municipio,
c -uliiiiaiil......vpedieaode siias ordena para que
o.......ie.iil.i- -ulieili'in as suas pulenles.
PortaraO presidente da provincia, leudo em
i-la n que |n.i|ioz o diieclol das obras publicas em
-He.....le Jlilejiiobo, aSjleiiilho elU de selcui-
Ina dolo auno, c liem assim as nformacoes to ins-
perlorda llie-ouraria da fazenda provincial de II
d.....e-mu nuv ilejullin eli dcauosto ullinio. ie-ul-
m'. que as reparllcoea compeUnleaae obaerve in-
iln-d tabella da dislriliuicao dos londos que pelos
.ni-. 12, |:t e II da le provincial II. 320 de 17 do
mu,, do crlenlo auno, foram volados para asiduas
l'iililie.i. desla provincia eul o everricio de 18.53 a
I8H.Reinelleiau-se eoplaj desla porlaria e dala-
k'llj ao mencionado director e ao referido ins-
nertor,
COHIOANDO DAS ARMAS.
Qaartel do commando das ar*nas de Pernam-
buco, na cldade do Recite, em 1* do setcm-
bro de 1853.
ofidem DO DA tv. a.
o coronel commandanle das armas Interino, dc-
itii.i p.ua conlieciueulo da miamieao c ns eonxe-
int'iiles, que a presidencia dcsta provineia conec-
lin por porlaria de hoiilcn datada, um me/, de II-
teaea com meo sold para ir a provincia da Babia,
a Si. scauudocinirinAodo corpo de saude dacver-
'iln llr. Antonio do Jess Souza.
Minmei Mmiiz Tararii.
TRIBUNAL^M RELACAO .
SESSAtl DE 10 DE SETEMBRO DE WH.
!''-ntnirhi dv /Y.rni. Sr. ronielheiro .f.eveio.
\- til lunas ,\,\ maubaai arbaudo-se presentes os
-enliores desembargadores Villares, Basles, Lelo
Reliello, Lona Freirc, Telles, Pereira Montciro c
Valle, faltando com causa o Sr. desembargador
Sena,.. scnbor presidente declara aborta a sessao
'!.......n di lei.
Julgamenlos.
1<" menle. Bernardo Pinhcirn do Souza ; recorri-
do. Manuel Jos daTrindade.Julgaram impro-
' edcnle o recurso.
A||iellanle. o juizo ; appellado, Ignacio I raucis-
co.Ilandaran novo jury.
AppeUaole, ojuizo ; appellado, Joo lunario ler-
reira.Mandaram subir os aillos oricinaes.
AMellanle, I'. Francisca Thnm.izia da Concedi
i.unli.i : appellado, llenrique Oloaon.Deapre-
'II'...... i ilili.lMis.
Diligencia.'.
A|'|iell.uile. .Miguel Jos da Rocha ; ap|icllada, Au-
iii Mana do Espirito Santo.Mandaram averbar
o imposto da chancellara, e depois quo fossciu
com vista ao curador geral.
Detign'ife*.
ipnelianle, Apolinario Pereira Budiicm : appella-
'lii, Manuel Cosme de Morars.
Apicllaiilc, ojuizo; appellado, Jocquim Clemente
ilo- Sanl,
appellanle
"ulros : j
. Antonio lunario do Roso Monlero e
ppellados, joo Pinto de LcmosA; Fi-
RniBtt.
I'issaram do Sr. dcsciubaigador Villares aoSr.
embargadoi Bastos as seguintcs ap|>ellaccs em
que si,,:
ppellaatu, o< berderos de Alfonso de Albuqucr-
T'e Mello ; ai iieiiail.i. a n i.......lade das almas
iliiReeilc.
iHielUnle, o juizo ; appcllados, Aulono Viera
{ Costa e oulro.
. l'a-nao, ,lu Si. ile-embari:ador Bastos ao Sr.
ammargador Leo as segalDtw appellepOei em
'l|||*llanle, Lino Jiw de Castro Araujo ; appclln-
li). detaiio da Costa Morcira.
MUanlea. a viuYI e lilhos de Joao Rodrigues
appellado, Antonio Noguein de
Al
Sai .
"imllanlea e anneltadoa, Anloulo Pedro
deaca Corle leal, Antonio l.ins Caldas
V;.......lidoMaiialhaes.
1 ''ni .lo Si. di......llamador Rehollo 90Sr
le Ifen-
r .M.in.i
SE3AII0.
Conclusao' da sessao' do da 18 de
jigosto de 1853.
Contina a dlicuwrto ti requcriineiilo mcnln (lo Si. |t. Manocl.
O Sr. I heone de .Uante* : Sr. pre-idcnlc,
aimla enfermo c con Ira o \olo da laculdaile, \im
ijcao senado para usar da palaMa que ped lioii-
lein, sohrc lima discussao que lie tuda patriolica, que
nao tan cor polilira.c quedeveserlralada com cal-
j o pausad amen le.
Nao me aclio em oslado de desenvolver urna par-
le de ineiis arjtimenlos anteriores, ncn le salisfa-
ater complctamcnlc a lodos os ludiros senadores, que
meli/crain a honra ilc relleclir suhre MopfnlOM
aqni miUida por minie Devo, porianto, limiiar-
mo aoeslrirlamenlo neressario ; screi lircvc.
O nolire senador pela llahia, que se di^nuu rrs-
ponder-me em prmeiro lu;ar. mcIiuu que era as-
MHnbroM c eslranha a proposito de que nflo he o
liscoou o imposto quem mala a agricultura ; que
ao contrario o que mata a agricultura, o que a an-
niquila, lie a Talla de \ias facis de communicarjo,
por ondeos productos possam vir rom pouco cusi
ao mercado do consumo. E uio se limitou s a acha-
la nramlwou eexuranhii o nobn senador cuteudeu
que era mesmu contradictoria a minha |iroposicao.
A sua ar^timenlacau consisti no seguinlc : o e\-
cessode despexas no Iransporle dMgeaeroi tggra-
Vira e\cessi\anicntc as da prudueco ; o como uas
despe/as de prodcelo enlram os imposlos, esta cla-
ro que se Dio pdcsuslciilai que o imposlu nao ma-
la a agricultura.
Eu |eco licenca ao nolire senador para ponderar-
llie que no incu raciocinio, nao lomei imposto e s-
co por >\nonimos de despe/as de produccao : dJlhl
resulta que eu nao calii em contradicco. Mas,
aceitando inesnio n tli-cnsso pelo modo porque a
considerou o nohrc senador, anda assim acho que
elle nao lem ra/.io : doude haralo que as ilespo/as
de produccao sejain l.iiiilitiii imposto; mas, nr-ti-
caso, cu pcrfunlarei ao uohre senador qual dos
dou> imposlos comihaaholir, atiiude ali\iar a agri-
cnllura, o maior ou o menor?
Pelo que honleiu ouvimoi ao nohre senador por
Minas, cuja auloi idade nao nos lie licito recusar ;
pelo que ouvimos lodos os ilias aos productores da
DOM industria agrcola, a de-pe/.a com o transpor-
te dos genero* por fall de estradas commudas, vito
alm do triplo o m.iis do iniposlo de lf> por cenlo do
cvportarao : o excessodessas despe/.as de transpor-
te lie l.il, senhores, que elle lem anniquilado certas
culturas no interior do pai/: sir\a de eu'inplo a
plaulacAo do algod.-n, que lem despparecido no in-
terior, onde alias aliumlam Ierras aiapladas essa
produccao. Sendo awtim, sendo o imposto que o lis-
CO representa de |0 por cenlo ; sendo o imposlo que
re presen I a ni os Irclcs ou Iransporles i|uc aggnvam
as deapeiM da produccao, tl, -M, id emais, esla
i'laro que seria mais fj\ora\cl a agricultura; que
seria o malo mais efllca de prolog-ll, tratar dcs-
le ja do inciode allivia-la do maior imposlo que
Jo menor.
>ao me demorare! mais robre esle tpico do dis-
curso do nolire senador. Entretanto rumpre-me de-
parar ao senado, que provuquci a prsenle discus-
ifio no iulcresse do pai/, conforme o cnleudo. ( ./-
potados, i
Sr. presidente, eu cliamo a allencao do coverno
lo senado, para oque ou ili/cr. Ja passoucui lei
a garanta de juros a empre/a ta estrada de ferro
do Kio-de-Jauciro ao valle da Paraluha ; ja passou
em lei oulra empre/a com igual garanta, a estrada
de forro do Kccile a Agua-I'rela, c espero em Dos,
que o leado por amor da juslica e da imparcialida-
de. (a/niado*) Ipnrove lambel a empre/a da es-
Irada de ferro da llahia ao valle do rio San-1'rau-
cuko. Temos, portanlo, senhores, em perspecliva,
nada menos que duas empre/as ja verificadas, e ou-
lra que espero o soja lamhem.
ira, as dcspeziscom enai garanllai exigem ne-
cessariainenlea creadle de um tundo que Mies faca
face, a/miado* Tundo que servir, nao so para rea-
lisar a promessa feila, como para Iranquillisar os
emprexirloa, ou para que as companhias que em-
prclienderem essas ohras, tenham a certeza de que
esta sulliciciilemcnlc alionada a garanta que Mo-
fui prestada, tic, portanlo, iudispcnsavela crca-
c.odenefundo. Gomo, porm, foima-lo'.'
Com sohrasda receila i Com a creacao renda .' (Juaiflo s soliras da receila, senhores, pos-
to (|ue cu veja o pai/. em prnuresso, c nilo leceie que
elle de-ande, enlciido lodavia, que nilo dcvemiH
contar muilo com sobras ; pirque lie natural, nem
pode maravilliar a ninguem, quo um pai/ novo,
onde a receila ere-ce, lanihem crescc a despeza :
um pai/que se orgauisa, que careco de melliora-
mcntoMiiateriacscsociaes de necessidade, a medida
que tor crescendo a sua receila, lem de ir augmen-
tando a sua des|iza. I.ogo. a esperanca do que ( .
havera semprc urna sobra sufliciculc he para inim i inciile aquella
ponen fundada.
0 oulro ineio, lie a crearan de nova renda: per-
gunlarei com franqueza as nohres senadores, aos
homcus pralicos, senao seria mais prudente, mais
ronvenienle nao aludir nina renda a que ja eslava-
mos acoquinados, duque crear unta nova? Oscila-
do sahe que um novo imposto he sempre recebido
com reluctancia, com repugnancia; por mais equi-
tativo ou por melbor que seja. Entretanto que um
imposlo auligo, anda menos bom, he semprc pago,
pelo habito eonlrahido, sem essa reluctancia. Islo
posto, nao sendo lalvez poaalvel, nem prudente a
crearlo de urna nova rend, pens que o mais con-
sentaneo rom as nossas circumslanrias, be a appli-
cac.lode mu anliga, jcxislenle, para cs>e fundo.
le para obler esse resultado que eu provoquei
essa discussao. Seique nao podemos resolver osla
queslao na sessao prsenle. O orcamenlo apenas
passou bontem na cmara dos Srs. depulados.clem
de vir para a cliancellaria do senado: nao ha lem-
po de emenda-lo nem corrigi-lo; em consequencia
roreoeo he adiar a resolurflo desla queslao para o an-
uo que ven.: nem vejo nisso inconvcnienle ; porque
os ."i por cenlo de evporlaro aiuda conlinuan pela
lei actual; e, na minha opiniAo, esses "i por cenlo
baslam para fuodo: nflo exijo que vollcmns atraz,
aosanligosT por cenlo. He, pois, para o anuo que
vem, que eu espero que a queslao seja revivida j
ha lempo para que o Rovcrno rellicla e inedile,
para que o paiz se pronuncie, o para quo se possa
lomar urna resolucao definitiva.
Nao he meu proposilo dizerao governooque de-
ve fazer: tciibo nleira confianca na sua discricao :
espero que tomar o accordo que julgar mais con-
veniente au paiz.
Noexigindo, pois, que o eoveriio se pronuncie
j;i, cu me limito a pedir-lhe, que recomidere a
opiniJo que ja emillio ; nao he indecoroso, nu he
indecente a iicnbum minislro da coroa, modilicu a
sua opiniao: |or conseguinlc eu an avent urna
Idea cuja adupeo possa de mancira alguma forir o
melindre, ou o decoro de um miu^lro da con>a.
Pura o anuo, Sr. presidente, halaremos desla
quesU.0, o o senado acnnr-me-ha no meu posto em
favor da causa queadvogo.
O mesmu nobre senador pela Haba vio ua err-
nos, u seu termo medio v?i muio alm de 5 por
cenlo.
OSr. lifconde de Paran: Nao he peral
O Sr. I'incondn de .Uantes: Eu assigno um
l'ci im.|,> de 10 para tirar o termo medio ; sei que a
mortalidadc lie maior uas fazeudas novas, compos-
as lalvez dos recemebegados, ou pouco aclimatados;
c sei que he menor nos lugares onde aescravalura
conseguio uclimatar-se.
Dados lodos esses descont* anda insisto, que em
um periodo de 10 anuos, u lermo medio di mortali-
dadc vai alm de ."> por cenlo. Quanlo reproduc-
dh>, o nohre senador deve saber que o desequili-
brio dos setos, alm de oulras cousas, obsta a que
(culi,i lugar entre nos o mcmo cITeilo que se ob-
serva nos Estados-ruidos.
l'ma v isla d'olbos as diversas la/endas, basta
para convencer que a re produccao, ou amossade
ci ionios pouru avulla no numero crann. Sendo assim, nao creio que o nobre senador
Icnlia lauta ra/Ao em a presen lar-nos um fuluro cor
de rosa, em ex do que elle quaUfleoo dehorrlvel
aprcsenlado por inim.
Mas anda observare ao nobre senador, que no
seu calculo desprezou um elemento rom que cunlei,
elemeulode que uome he dado fallar ao senado,
nem dcdesenvohe-lo aqu, Sr. prcsdeule, o lempo
resolver. qual de us dous lem razao ; so eu que fi-
guro a rrisc como assuslad^ra, se o nobre senador
que a repula al mesmo insignificante.
O Sr. Montexuma : Apuiado.
> Sr* I tsconde de obrantes : O nobre sena-
dor anda fallando sobre a crise, alludio falalida-
dedo meu silencio, c a minha somnolencia quando
ministro em 18:17, a rcspcilo da suppressao do (rab-
eo. O nobre senador me permitlira que cu passe
em silencio estas duasolwervacces : Irala-se de una
discussao que deve ser loda calma ; para que arre-
da-la cun recriminadles '.' Abandono esto campo.
O mesmo uobre senador qualilicoii de romance o
que eu disse a respeilu do valle do Rio de S. Fran-
cisco. A esle respeilu, limilar-me-bei a poiiderar-
Ibe, que reparo muitu em que elle quando Irala da
crise, espere lado do lempo, di energa nacional c
do progresso natural das cousas; e quando Irala dos
meiboramenlofl malerUea, desespere do lempo c de
ludo, c assenlo que, no decur>o de 10 ou l"> anuos
nao poder o valle do Ido de S. Francisco ler sutli-
cicnle produccao. Tambcm appello para o lempo,
que decidir qual de us foi o romancista.
Acora dirigir-me-hei ao nobre senador pela pro-
vincia de Minas. Em primeiro lugar devo agrade-
cer-lbc a deferencia com que acudi ao meu appel-
lo : o m.'u vol como lavrador proveci be de muilo
peso no seuado. Mas pcdir-llic-bei venia para anda
insistir ua opiniu que emilli a favor da culouisar.ao
espontanees Aiuda me parece a melbor; nem o no-
ble senador conlesluu a mclhoria della. Mas o no-
bre senador enleiide que cu Mil exclusivo, que s
admiti a eolonisacAo espontanea t mo lieas-.nn. O
uobie senador foi meu companbeiroiios Iraballius
que produziram a le chamadadas Ierras, c sabe
que all se acba consignada cuino meu vulo, a idea
de subsidiar a colonisac.o quando ella fr conve-
nieule c iudispeusavel. IJuando, por excmplu, para
facihlara uavegacAo lluvial, que nos cumpre descu-
VOlver, houvermos de eslabeleeer uas margens do
Amazonas c de oulros ros do inlerior, ncleos de
colonisacau, eu enlendo quo deve o goveruo empre-
gar lodosos meios, inclusive, o de subsidios, para
que tingue essacolonisaco parcial, ese Turmein na-
quellas [Kirageus esses ncleos que puss.nu allrabir
a eolonisacAo espuiilauca. Islo basla para pruvar ao
nobre scnatlor (pie eu nao regcilo a colonisa^ao sub-
sidiada quando ella be de conveniencia mauifesta.
O mesmo uubre senador entendeu que a opiniao
emillida por mim a respeiloda creacAo de um fun-
do para a conslrurcao de estradas, ele. era incom-
pleto ; que as rendas do evporlacAn, quo eu desejava
que fossem applicadas a esse fundo, em proveilo da
agricultura, deveriam ser proviucialsadas; e, que,
as respectivas assemblas devia caber a sua geren-
cia.
O nobre senador me permillir.i que cu dcssinla
um pouco da sua opiniao. Tonho coulianra as as-
semblas proviuciaes; algumas so lem desmandado,
be verdlde, mas espero que u prugresso natural das
cousas, cunlribuir.i para que ellas mesmcorrijan!
o que lem luvido de meo iiassuasdeliberaccs.
Mas, apelar da minha coulianra, cu enlendo, sc-
nliorcs, que nao scr conv cnienle dar-Ibes a gerencia
desses fundos : a ra/Ao em que para-isso me fundo,
nao asscnla cm dcscunliauca; ao conlrrio assenla
em una cousideraco do grande importancia.
O nobre senador pelo Kio Grande do Norte per-
guulou-nic boulcni.como deveriam ser auxiliadas
ua couslruccao de cstiadas c niclborameulos, as pro-
vinciasdo Kio Grande do Norte, liojaz, Mallo-
lirosso, etc. Esla observa cao do nobre senador he
a da Baha ; (ambem nada se dsse que me
isfizesse, ou me convcncessc de que era menos fun-
dada a minha opiniao.
Pelo que loca aos interesses, quedessas emprezas
I- lem yr ao beui commum, creiu que abusara da
paciencia do senado se me oceupasse agora de refe-
r -los : sao de mera iutuicao : quanto mais se faci
lilarcm as vias de coinmuiucac,Au, quer pela nave
gacAo dos ros, quer j-clos caminbos de ferro, quer
pelas estradas continuos, lauto mais nos adianlarc-
mos na carreira do progresso c da prosperidade. A
empre/a da Uahia ao Joazeiro nao be iuTerior a ou-
lras: deve ligar um grande valle a um grande porlo,
c attingir o mesmo fm que as oulras : ella deve con-
correr man i Testamente para o bem coimnum.
n me na esperanca de que o senado resolver
com reclidao, com justica a queslao actual, cu en-
trego u artigo addilvo que se acba sobre a mesa a
sua conscieuria. Omcluirei, Sr. presidente, pedin-
do liccnra ao senado, a V. E*c. caos oradores que
qnzcrem fazer a honra de conleslar as inhibas opi-
nioes, que mepermillam rclirar-mo : vou tratar de
mim ; eslou realmente doenlc ; creio que os uobres
seuadores nao me faro a iiijuslic,.! le allribuir a
falla de desejo de ouvir aquellos que me coulcsla-
rein : vim doeute, rcliro-mc doenle : salisliz a um
le\ er dcadvogar una causa justa, romo a consigna-
da no artigoaddilivo, c que be a principal: por in-
cidencia advoguei onlra que flea em discussAo, e que
s para o anuo espero que seja rcsolvida. Faria o
sacrillcio de conservar-me neste lugar por mais lem-
|k>, se esla segunda carecesse j do urna soluto, c
tosse precis.1 a minha voz, ou o meu vol : mas |ella
lem de ser adiada para o auno, c enlo aqu nos a-
charemose nos encontraremos.
O Sr. Montezuma : As ultimas cvprcwcs do
honrado membro quo acaba de fallar, impur-ine-
liiam a resolucao de nao tomar a palavra para sus-
lenlar o que refer rclalivamenle a unidos tpicos
do discurso ilo honrado membro ; mas a eorle/iae
ii urbauidade do nobre senador pelo Ceara, deu-me
lii-cm;a para cu suslenlar boje mindas opiniOes ; c
V. Exc. lambem dar-mc-ba liccnra para cu expor
oulra raza o que Icnho para continuar a insistir no
que profer antes de buulem. Ha do recurdar-sc o
en.uto queo nobre senador peloCear, quando sus-
culn que era um desacert a aulorsacAo governo para diminuir os impuslosde euporlacao, c
pico senado, assim como o corpo legislativo, lia-
ran de voltar alraz, disse qi.e elle nflo falla va pa-
ra o governo, que fallava para o par/, que suas e\-
presscsso dirigan) aos agricultores, quo decidis-
sem elles, se acaso aquella medida linbasido, ou se-
1l proveitusa : se nu seria mellior que elles pauas-
icni o imposto, c que o producto servisse para es-
Iradas de ferro.
Disse que lamenlav a, nao se acbar no senado, ou
fth) sei se elle mesmo eslendeu a sua propositan a
unbas as cmaras, pessoas pralicas, advocados sill-
era e pralicos da agricultura ; que se acaso elles
livesseni assenlo entre nos, eslava convencido o hou-
lo membro que assim se exprimi, que elles sus-
tentaran! a sua opiniao ; mas porque nao linham
Meato, elle appcllavu paradles : e o nohre sena-
ilor por Minas, que lioutcni fallou, recebendo esse
nppcllo, proferio liontcm a sua opiniao rclalivamen-
le queslao.
Or, senhores, depois destas proposicocs cmilli-
las pelo honrado membro peloCear, eu lambem me
acho na eslricla obrigacao de appellar para os agri-
cultores (opinados), de appallar para o paiz, j>ara
que elles ou declarcm que nao lol um desacerrto a
nulursacAo dada ao goveruo, c o uso que o governo
ilella fez, ou que sendo ua realidade um desacert,
me perdocm, c aqnelles que suslenlaram esse desa-
cerlo, le um modo (al, que nao recaa sobro mis res-
ponsabilidade alguma. .tpoiados.)
Eu nesla occasiao, Sr. presidente, lambem me di-
rijo an governo, nao me dirijo so ao paiz: poro ao
iivcrnu que eni vez de parar no uso que fez da au-
lorisacAo dada pelo rorpo legislativo, continu ncl
la ; pois os benelicos sao sem duvida almona iui
porlaulissirnos, siio reaes, sem rnmparaco alguma
quellis que podem srguir-se das estradas de
Ierro, ou de oulras quaoquer vias de cominunica
apoadu*\ como cu em poucas palavras, Sr
presidente, lerei a honra de provar boje ao senado
Senhores, cumpre que falle com loda a franqueza,
pie sustente esta opiniAo, c emita as ra/.oes funda-
Jas que Icnbo, ou lenho tido para sustenta-la; pe-
las duas razes queja disse e que repito: ou para
que o ilesaccrlo continu, ou porque, se he real
mente um desacedo, seja eu, e o corpo legislativo
que u volou, plenamente absolv idos deslc crime.
Sr. presdeme, cu disse na rasa anles de houlem
ue os gastos da produccao regulavain o prero doi
gneros. Nesla parlo vou completamente de accor
ilo com os economistas mais celebres; c prevalecer-
nc-hci da definirn dada por Mac-Culloc Cos of
mas a que lugares, ou terrenos, a que producios
agrcolas Aos producios agrcola?, aos lavradores
dos lugares por onde ellas correm, porque aquelles
lugares onde essas estradas nAo sao fcilas, nAo rece-
ben) beneficio algum directo ; recebe-lo-hao lalvez
indirecto, pode serqueaugmentandu a populacho o
a produccao, em consequencia da estrada, a renda
geral se (urnc maior, e lenhamos im. maior somma
de capilaes para a di-speza, islo he, o governo, bem
entendido. Em segundo lugar esse beneficio lie
tardo, passarAu anda inuilos aunos; lera a agri-
cultura de continuar no oslado de decadencia em
que so acba, por muilos anuos, primeiro que prin-
cipie a gozar do beneficio das estradas de ferro.
(. tpoiados.)
Vejamos agora o benclicio produzido pela cessa-
e.io du imposto. Prinieiramenlc o beneficio lie ge-
ral para loda produccao agrcola do paiz : elle nSo
se limita a esla ou aquella provincia, eslo ou I-
quelle lugar: c quando a eslrada de ferro necessila
de I-'. II ou-JO para poder produzir scus effcilos
benelcos, a cessa^ao do imposlo os produz inmie-
dialamenlc. Eu posso afllrmar, e rreio que nin-
guem me chamar temerario ou visionario, se dis-
ser quou enverno, leudo a sabedoriadeusar da au-
loi i-.ie/m j.i esle auno, ja esle auno loda a agricul-
tura est gozando deste benclicio, (opoiadoi). Logo
he prnmplo, primeiro, e em segundo lugar be geral
para lodos. vai o beneficio casa de lodos os lavra-
dores grandes e pequeos. Permilla-mc agora mais
o senado que eu moslrc os grandes inconvenientes do
imposlo de rxporlacao.
Sr. presidente, todos os honrados memhros podem
dizer muitu mais do que eu, porque de acauhadas
luzes apenas dlsponho. Mas, lembrarei ao senado
jusla : em verdade enlendo que as provincias que produlion is l'ic reguUIiug principe of prsc. Si
iiaolem porlos martimos, ouqne, leudo-os, mo I
zem evporUirau directa, licariam sem fundo cusa
do qual se Ira las-e de promover os scus mclliora-
menloa. He, porUnlo, para acudir a eslas provin-
cias, e curvado a esla necessidade imperiosa, que
lenho por conveniente deivar a applicarao do fun-
do, ou sua adniinslracdo geral, ao governo e ao par-
lamento. S assim as provincias que lem rendas
pingues, sobradas, pdenlo soccorrer op|ioiiuna-
jiie lem mingiiadas ; istu, porm,
se pode conseguir seno de urna adinuislra-
rAo Beral, superitir a lodos os inlercsscs locaes,
a ludas as ideas de bainismo; c nenhuma admins-
IracAo temos mis que possa salisfazcr estas condi-
roes, sciiAo o governo central e o parlamento; por-
tanlo, pcru-lbe que me permita divergir nesla par-
le de sua opiniao.
Passo a dirigir-mc ao nobre senador pelo Kio
l.raudc do Norte: elle me f**z a honra do ponderar
bontem, que havli eoncorrldo com o scu voto, nao s
para a IXilncC.Hu progressiva dos direitos de evporla-
rAo, como mesmo para a sua aboliro esponlauca c
Inimedlala ; pul conseguule eslava no seu dircilo,
como o nobre senador pela Itihit, de contestar a opi-
niAo contraria que eu bavia cmtlido.
Poiiderou o uobro senador, que misliiihamus um
delcil, pelu menos defcil muilo provavcl: fundado
nessa razao entendeu, que nu convinlia aggrava-
lo, volando empiezas para cuja realisaclo seria nc-
cessaria urna grande despeza, qual nAo via elle
mcio nenlium de fazer face, vislo parecer-lhe m-
possvel a erearAo de urna nova renda.
A argumeiila^o do senador, ainda nessa parle,
me parece ajustada quanto a- premissas ; mas cu ti-
ro della urna conclusao opposla sua. O uobre se-
nador eoncluecm favor da abolic.au du impuslu de
exportadlo e contra as emprezas ; eu ao contrario
concilio, que seja conservado o imposlo c promovidas
as emprezas. Se nosameac,a um dficit, se he im-
possivel a creardo de urna nova renda, nao abramos
mo de urna que c*isle, que lem por si o habito o o
coslume da pupulac.au e appliqucmo-la as em-
prezas.
Paranlo, elle lera a bundado de acoilar esta
conclusao que me parece lirada das suas primissas.
O uobre senador lambem ponderou u que ha pou-
co refer, islo he, que adoptado o mcio que propuz,
nAo sera possivcl soecurrer s provincias que lives-
sem rendas minguadas. Creio, queja o salisliz, res-
i.....leu lo ao uobre senador por Minas.
I.iinilo-me estas breves retpostas. Agora per-
milta-meo senado que diga algumas palavras sobre
a'que-l.to principal qu^- he o arligo addilvo.
A discussAo (em sido luminosa, coiqo a achou o
nobre senador (tela provincia du Kio rande du
Norte : nao duvidodissu ; temos tratado de varios
li;,,":i,rZr,rU^,!n; l^rV;..; i,- ileviah,.!,,,,,.,, orre.a.iv1W; ** ft* e, un,
islo da produrrAu be o principio regulador do
preco dos producios; e no cusi da producrAo,creio
que nAo entra simiente o cusi da scmcnlc euipie-
gada, o valor da Ierra, u juro desse valur, c os jor-
ii.te- pagos aquelles que Irabalham, devcudu)eu(eii-
der-se que sendo o Irabalho de eseravus, na despeza
feila com elles, deve enlrar o seu valur, sua mm la-
udado o o risco que corre 0 capital, porque he pro-
predadc momento a oulro nos nos oslamos vendo so jeitos a
perdeda ; c se as despezss notadas da produccao so-
mos obligados a lereeeantar alm dos gastos fritos
pelo lavrador cm levar seus productos ao mercado,
lambem os imposlos laucados sobre esses producto*,
be evidente que querer estradas de ferro, e nAo
querer diminuiros direitos de eyiorlaco, cquva-
lem a fa/or o benclicio rom una mo, edeslrui-lo
rom a oulra. Eis a conlradirc,Ao que notei na opi-
niAo do honrado membro. Para diminuir os gastos
decondurcao, quero honrado membro estradas de
ferro: mas para realisar essas estradas de ferro, quer
elle que os producios agrcolas conlnueni gravado!
com os direitos de eaporlacAo Eu pelo contrario, o
senado.ucurpo legislativo eo governo esmera msecm
facilitar os incios de conducido, volando, e quereu-
lo o mrllioraiiieiito tas csliadas conimun- o eslra
das de ferro, e alliviando os produelo agrcolas dos
direitos do exporlacAo. He esle o desacedo, que
desacertad amen lo disse o illuslre membro quo com-
metiera OCOrpO legislativo!
Se as despezas de Iransporle augmenlam os gas-
Ios da produccao, o imposto sobre a exporlacAo,
sem duvida alguma, augmento lambem o cusi da
producto; c nao pode deixar de ser. Os eflelos
sao idnticos disse eu ante honlcm. E nflo leudo
mis estradas communs, e menos estradas de ferro ;
sendo preciso tcuipo para as obler, romo julgar-se
crroorouoiniro, ou desacert, principiar por aliviar
a agricultura dos direitos do cxporlaco? Como
poderiainos fazer depromplo que a produccao fosse
ni.o- barato? Assim, com razao ou nao, pudecom-
prehender o illuslre membro, a quem Icnho a hon-
ra de referir-me, e cujus tlenlos admiro; o cabio
elle, sem orcfleclir de certo, cm manifeslac orova-
iU\ contradicho, offerecendo a cunsideraru do se-
nado, eomo eu disse, duas proposirties op|M>slas.
Auoraquero eu mais; islo he, que o honrado
membro me d licenca para comparar o benelicio
feilo com as estradas de ierro, com o benelirio feilo
pelacxlinrcAodo imposto do exporla^ao. Senhores,
oslou inlimamenle cunvencido que hci de provar
que os eflelos de um beneficio nao podem ser de
inodualgiim comparados rom os cll'eilos do oulro.
Sr. presidente as cslradas de erru facilitan! a con-
duce. Ao dos productos para o mercado; bem, fagamos
por cuuscguiulo um beneficio agricultura ; con-
cordo nisso, he exacto, Millo, nAo volava pot ella-;
que o imposlo de exportadlo lem contra
reeahlr sobre o producto das Ierras, cuja ubei bule
be grande, como sobre o producto das le ras este
reis, de manen a tal que a agricultura, ou a lavoori
das Ierras fracas sollrc cxlremamcnle; entrelanlt
que do imposto zumbar lalvez a grande agricultor;
e a agricultura das Ierras cuja uberdade be reco
iilieei l.i. Ha nada por ventura mais injusto, mais
revoltaule, o quemerera ser remediado com mais
prnmplldlo? Foi lalvez por estas e oulras ia/oi
que sabiamente disse o nobre ministro dos negori
da fazemla, em um dos seus relalorios. que esle ii
posto era man, peto mancira porque era eolleclad
lalvez o nobre minislro leve em sua meiile o que
acabo de dizer quando cscreveu esse paragrapho di
seu relalorio, de um dos anuos anteriores, chaman
do ,1 allencao do rorpo legislativo para a extinecu
gradual deste imposto.
Agora, senhores, adeudamos a una cirrum-lar
cia que be importante Todos nos rconhocemos
a necessidade de fazer beneficios ; agricultura, por
que bedela, digam o que quzerem, he aagricul
lua o in.iiiaiicial unco da nossa riqueza. A al
fandega produz muilo, porm i alfandegn produz
jiorquc temos productos para exportar : nAo lenlia
mos com quo fazer fico imporlacao, c quero vei
so ella lera lugar: he imlispensavel por rnirscguii
le que protejamos, que favorecumo-, quo demeajo
inaiur desenvulviuienlo possivcl nossa exporlarno,
aos productos da nossa agricultura, porque se osles
nao (iverem lugar, contemos rom tunn diminuirn
da impoiiacAo, poique bauca-rola em geral, nao la-
zem asuaces : logo que o bataneo do commercio
mera a diminuir, o bom lino, u julio dos impor-
tadores romera lambem a arredar-sc do mercado
que est pobre. Sendo islo verdadeiro, Sr. pres-
Jenle, lembrarei ao senado que lano quanto pode a
minha ra/Ao aliar, uAu VOJOMIiao Ir- uieios ,io al-
cance dos po lt 11- do estadu para augmentar us lu-
cros da lavuura. lu delles he du diminuir osjor-
naes dos (rabalbadores, u uulru he diminuir Ofl im-
poslos, e u lerceiro lie aui:menlar a produccao. NAo
posso aliar rom oulros meios: e creio que Mac.
< .iill. i.- que tralou desla materia extensamente, nao
achou oulros nadan de augmentar os lucros da la-
voura. He preciso que o lavrador lenha lucros
muilo importantes, naloresdo que miou deapexaa,
para poder fa/er nella algtim melhoraincnlo. Se-
nhores, vamos ver qual desles (res meios he actual
mcnle c de promptoapplicavel ao uosso pai/. Eu
pero licenca ao senado : nem o senado acredito que
me propouho aqu fa/er prelerces econmicas:
seria isso una (emeridade u nusadia de minha par-
te ; mas MU foi rado a suslenlar a opiniAo que cinit-
l; declaro que <> seuado lodo sabe pcrfeilamciile
disso, mas he preciso para dar forra ao meu argu-
mento, lembrar llgdlM principios ecuuuimcus.
Sr. presidente, a diminuico do salario nflo pode
(er lugar no litado em que se acba o paiz. Os nos-
sos IrabalbadorcssAoescravos, c boje esses lem aug-
mentado de preco ; e ludas as nutras roudicesque
augmenlam seu valor, continuara a existir. Lo-
go nAo podemos cuidar com a dimimiicAo dos jur-
uaes pur esse lado.
lambem nao podemos contar com a diminui-
co dos jomaos, temi em allencao a entrada
tle bracos livres ; osbracoa livres, nao sendo cm
grande concurrencia, bao de necissariamenlc exigir
le nos um salario ou jornal muilo maior do que
daquia aunos, quando hoovef perfeila concurn
cia ; mis vemos que para as noaHM chcaras
uossas fazendas, u preco de um feilur,
tratlur, nu (em proporro alguma rom o pre.
labellecido em Portugal ou na Europa, que redu-
zido a nossa moeda, a moe quadruplo ; he mas do que o sxtuplo o jornal que
p.iiMinos ; couip.ire-se u jornal de um fcilorou ad-
ministrador, ou como cm Portugal se cosluma cha-
mar, caseico ; rom aquillu quo se pasa a um fcitor
aqu, bem comido, bem bebido, bem vestido e cura-
do desuas informidades, diga caila um se hade
conlinuar por muilos anuos; continuando pois por
inultos anuos nao podemos contar com diminuir.Jo
de jomaos ; devenios contar pelo contrario com o
augmento delles; por estelado portanlo os lucros
da lavoura nflo podem melhorar. Vamos ver lam-
bem, nAo Tallo relativamente .< diminuico do im-
posto, porque este he o ponto da queslao : deivarei
para o lim : vamos ao augmento de producrAo.
Sr. presidente, be um fado admillido umversal-
mente, experimentado, observado por lodos os ho-
mens pralicos e sricntiliros, que a produce, o dos
paizes, quacwpier que elles sejam, dimnue na ra-
zAoiuversadoaugnienloile sua popularAo, por oulros
termos, quaulo mais tenue he a populacAo maior
he a produccao; quanto menor he a popularAo,
maior lio a producrAo. Esle phenomeno, observado
|M>r Smil ti. i; considerado por elle de muila impor-
tancia, fez com que prorurasse a sua causa. Disse
que cs capilaes : a Smilh acnmpauhou Sisinondi, Sa>,
Slorck, Mallhus, e o maiquez de (arnier, (pie co-
mentou a obra de Smilh. Mas, paaundo islo como
cero, e seiulu o phcuuineuo mporlante, fez com
que Mac Culloc o evainiuasseuie pruciir.iss* a causa
real dudo. HaeGulloedfatqaea conenrrenelidoica-
pitacsdeslreosiuouopolios.ouosallenua.sejjn elles
de individuos ou de curporaedes diz mais, quo a
concurrencia dos capilaes nivella ns lucros ndus-
tii.its. la/com que esla industria nao d mais lu-
cros do que aquella oulra ; porm de furnia algu-
ma podil ler tendencia para diminuir produccao
industrial de qualqucr nalureza que seja.
A fallar verdade, istu be de iiituicflo ; parece
incrivcl que economistas de lio grande importan-
cia, de tanto saber, livessem dado cuino causa deste
pbonoincno aquillo quo acabei de referir ao senado;
islo he, a concurrencia de capilaes. A causa assig-
iiaUda por Mac Culloc serve para a minha argu-
mentacao. liz elle, senhores : A oaUH desle
phenomeno ho a necessidade em que se acbam os
paizes, que vio augmentando depopulaco, de cul-
tivar Ierras menos feriis ; he esla necessidade que
produz o eTfeito universalineule observado.
Ora, pergunlo eu ao senado : nao be islo o que
observamos ? (ierlamcute. Us Eslados-Tnilos co-
nberram que esto devera ser o resultado do aug-
mento do sua popul.iro, o procuraran! immcdlato-
mente por mcio de vias de commuuicacAn chamar
os terrenos agrcolas para |ierlo dos mercados, para
evitar que fossem os seus lavradores lavrar eni ler-
renos nenoi erlels, por nao que por mel das vas
le coinmunicaco acb,i\aiu->c ella em clrCl.....lan-
gas de poder ir Cultivar terrenos anda nAo culti-
vados, terrenos cuja ulierdado era, por assim di/rr,
quasi virginal, e os podosseui levar ao mercado.
Ba^-aqnli Sr. prcsdeule. a razo por que esses
liras, para a*
ou ajminis-
povus norescem, eis o motivo porque ceses povos
lem (ido cuiistaiitemenle producios para fazer face
a sua inmensa imporlacao. Esle he o verdadeiro
problema a resolvcr-se. A nossa negliuencia, per-
de-mo o senado que diga, ou o nosso descuido, se-
r lalvez una expressAo mais piopria, a esle res-
peilo tem Irazido a grande calamidade em quo se
acha o paiz relativamente asna agricultura. N'Au
be porque nem uossas Ierras sejam menos feriis,
nem nossos lavradores menos habis, menos activo*,
que se acbam us producios do nosso paiz no estado
em que estAo ; nao, mas be porque (eni sido elles
obrigadosa limitar a sua lavoura a terrenos j ex-
plorados, a terrenos que sao boje menos feriis, cu-
ja uberdade n.lolhes pode dar snfllcieulcs produe-
los, lucros suflkicnles para as suas despezas neces-
sarias.
O Sr. Cotia Ferretra : He esla examnenle
a -iiii.ieao do Maranbflo.
O Sr. Montezuma : Eu ia fallando mesmu
no Maranho.eni Pernambuco e Babia, e bulas as
uraudes provincias quo lem gneros espcciie; lu-
' iseUai lulam rom esta dilirubladc.
Eis, Sr. presidente, o motivo porque nao ha mcio
termo : ou bavemos de ler cslradas de ferro, uu
havcinos de fazer estradas muilo boas, cortar, fazer
urna di visto de linhas de estradas de forma que se
coiumiiuiqucm as provincias cum u nosso llloral,
porque de oulra forma, eslepriucipio que acabo de
lembrar ao senado, exposlo por Mc.GilIor, lia do ler
decididamente influencia na nossa prosperidade, ba
de acanbar sem duvida a nossa riqueza ; ea nossa
produccao ba de couliuuar a decrescer deum modo
espantoso. O que vemos nos, senhores, aqu no Kiu
de Janeiro T Sao vemos cultivados lodosos nossus
arredores, e bem eulllvidos, e ja a maior parle del-
les precisando de eslrumc ou de uberdade ficticia '.'
Nao ha duvida alguma ; na Baha acontece o ines-
nio; entretanto que asnossasriquezassao i inmensas,
mas quo nAo podem ser exploradas. Porque razio
se paga a lenha na corle do Hio de Janeiro, e seus
arredores, lo cara Porque razao a nossa salubri-
dade publica tanto dimnue t Nao be senAu (wr es-
la cultura demasiada los lugares que ccrcam a ca-
pital do paiz. E oinesmoesU aconleceudo uasou-
Iras provincias, lie este por lauto o problema que
me parece deve u corpo legislativo resolver. Mas
deixemos esla parle do discurso a que eu fui arras-
lado, porque na realidade liulia inleressedc tocar
nesla materia, visto como todos nos somos victimas
delle, e vou fazerapplicacudoprincipio para o meu
projcclo. Temos portanlo de ler iliminuirAo da
produccao anteado quo augmento, scguudu u prin-
cipio du augmento da nossa populado ; lugo a nos-
sa produccao deve diminuir em vez de augmentar,
e s pode ser isso obstado pelas estradas, pelos ea>
ininbos, pelas vas de coinmunicaco, meios em ver-
dade (ardios.
Enlo pergunlo eu : a nAo ser a dimiiiuirao dos
imposlos da evporlaco; qual he o mcio que o sena-
do lembra, qual he o meo que u muitu Ilustrado o
dignu sonador pelu Ceara lembra para augmentar us
lucros da producru agriada da lavoura f A dimi
nuicu le salario, uAu ; nAo se da augmento de pro-
duccao, nflo resta seno un meo, salvse alguum
lembrar oulro, queeu aceilarei com grande prazer.
Agora : pergunlarei eu ao senado, porque que-
ris vos augmento de lucru de lavuura Se o se-
nado ou algucm me faz esla pcrgiiuto, eu respuudu
com muila facilidado : I., porque a nossa lavoura
lem necessidade de forras moras, de machinas; de,
melhoramenlos terriloriacs ; (em uecessidadede di-
vidir-se em upqupmM prnprinlarins, c os pequeos
prnprietarios nAo lem cipii.u- )><.... vmmfwm -
marliinas que cuslam muilo caro, nAo lieubjeclode
100nem 200 mil rs. ; o senado v quo nos aunuii-
rios se di/ que marliinas do despulpar caf e cons-
truir millio custoui 100 rail is., o he preciso ler por
conseguinlc dinheiru para obler estas machinas : as
oulras que sao tambcm uidispcnsaveis a agricultura
regulara pelo mesmo preco ;e enlAo so acaso a la-
voura nao augmeular nos lucros, nAo fr favorecida
por alguma forma, ella nAo poder de mancira al-
guma empregar us melhorameulus indUpcesaveis
para oseiiengrandeciuieuto. Eu creio mesmo quo
qualqucr beneficio que se faca agrcullura, uAu
ira para a algibeira do amieulloi juilicioso ;scra im-
medialamcute dis|tcnd ido com despezas productivas,
porque detlas Ihc resullam una producto maior, e
um maior turro. Eis aqu, Sr. prcsdeule, rreio
eu que osla demonstrada a necessidade dse diuii-
uiiirem os imposlos de cvporlar.ao, de se extingu-
rom mesmo.
Senhores, creio qtie poda lembrar ao senado una
proposieAode Boislaudrv, um ilos cconumislas Iran-
eczes que lio no meu cunecilu um dos mais pralicos,
quando dando a la opiniu sobro os direitos perre-
bdos as alfandciMs, dizque de lodos us direitos,
os dequemaissoflie u DOVO, quo mais inconvenien-
tes lem na sua percepro, sao os direitos de iui|Kir-
laro c exportaran ; c cutoo diz que diminuir im-
poslos ou suppnmir imposlos desastrosos, be aug-
mentares foutes da riqueza publica, be favorecer ao
povo c enriquecer u Ihesouru so esto imposto cu-
ino acabei de dizer be pernicioso, be desastroso,
porque ra/ao nu bavemos do exlngui-lu ? Se da
sua cxliuccAo resulta os benelicius que u honrado
membro pelo Ceara diz que quer dar agricultura
para diminuir os gastos dapiuduccAo, tle urna ma-
ncira maisprompla, ecom a maior justica, purque
o Dio farcinos ? Porque motivo nao havemos du
extinguir laes imposlos f Mas disso elle, que capi-
laes leudes vos para fazerdes essa despeza das estra-
das de ferro, das vias de conununicacHo '.' Contin-
en) esses imposlos sobro os agricultores, e depois fei-
lo o goveruo procurador dos agricultores, os ir em-
pregaudo, c dispeiidendoem estradas de ferro.
Eu quera contar urna historia a este lojieiU,
mas V. Evc. nao me permillc.
Eu o que creio, Sr. presidonte, lio que nos deve-
nios acabar eonl o imposto para nao darmos Iraba-
lho ao goveruo de os arrecadar, o depois dispender;
fique logo o benelirio feilo, lie mellior ; creio que be
mesmo mais ra/oavel e mais econmico. Se euqni-
IOSM dizer alguma cousa mais, dira quo no nussu
paiz (em provado muilo mal as laes rendas especi-
aes ; creio inesnio que boje nenhuma della existe em
cofre. He bom dizer : lal imposto sera para esla uu
aquella despeza, paga-sc o imposlo, e depois, ond
e-t.i a renda 1 Flea dentro d* abvsmo das rendas
publicas, i rindu-se). Para o,ae purlautu.Sr. presi-
dente, Imponaos nos astas trbulos para quo ii go-
verno lenha o |lraballio de os arrecadar, c depois
dispender em oulra cousa t
Ora, note mais o honrado membro, que por meo
da arreradacioe da scalisae.o, se vaievaporaruma
boa |K>rru desse impuslo, entretanto qucu beueliciu
lica lugu feiluem toda lolalidadc do impusloora ck-
islenle? Para que porlaulo crear esles BOVOS ar-
recadadores, esses iiovos lscaes, essas novas caita ?
Eis a razao purque disse que a c\linci;u dos inqios-
losera Ulna economa. Ora, agora por ultimo, di-
rei cu ao honrado menibru quo a renda he pequea
para aquillo quo cu enlendo que o goveruo deve
lispender em vas de cuminuuicac.Au ; V. Exc. v
que eu au digo em camiuhos de ferro, porque o
governo l.n o que entender. Eu nao quero s quo
0 governo dispenda com vias frreas, dispenda cura
eslas, e cun os melborameiilos das estradas cum-
uiuiis ; luriie-as mclbores, o que ja lio um raudo
beneficio paran paiz:promova a navegacAo dos ros,
sua eanalisaeau, etc.
E agora lembro aqu ao senado de passagem que
os Estadus-Cuidos lzeram ja um tratado cuino Pe-
r relativo a navega^au do Kio Amazonas, cm vir-
ludedu qual fui aberla a navegacau daquelle no a
ludas as nares. Quandoeu aqui dzia que o trata-
do feilo com o Per ltimamente com o nosso go-
vern, nAo liuba sido beiu concebido, bem calcula-
do, parecen que eu a/.ia ojiposicAo. Sr. presiden-
te, eu nunca uep.eodeia ueste senado. O quo ago-
ra disse, li no BCOMOmM, jornal mglez. Como lze-
ram este tratado, como be que dispuzeram das uos-
sas margens, dos nossos direitos, nao sei ; maso fc-
ouomiit diz islo, o creio que com eiactido. Se o
Sr. minislro o* aslranajeiros quando se discutir o
a......ilo me permillir fallar nisso, eu Ib'.i
lembrarei para informar ao senado.
Sr. presidente, rreio que leubo provado a neces-
sidade da otluirru daquelle imposto ; agen direi
1 o parece que o remedio aprcsenlado pelo honra-
do memoro participa alguma eooM da poltica tle


ile.euuliaii<;a, polilica que cu nlo sigo, lenho ju
militas vetes daelirailo nn senado; cu crclo que o
cuvcrno obra sempre liona /de, eu tempre obro ba-
a /de ; aquillo que digo he conforme a minhacons-
ciencia, nosso olar cm orro. ,
Felos especlies, 8r. |iresidonte, sisnicam cm
linguaiiciD franca dcsomillnncnas \Muero-
mmicas oadminlslrnllxns do governo ; e he usli-
metilc islo o que cu naodesejo que se faja, mor-
nenle quando com lacs onimAcs se ncola (error c
deseen llalla aquellos rapilalisfas que Iccm de vir a
ser emproiarios deslas Brinde* obras; en quero que
elles iiqueni convencidos que ludo quanlo for ajus-
tado |ior nos ha de sci cumplido, aimln que seven-
da a mala da casa, embora liajam huidos especiaos
011 uno. N.1o me parecen porlanlo procedente a ar-
gumentarlo do honrado niembro, quando quiz que
os fundos fossem espcrialisados, pcrmilla-se-ine o
termo. ..... .
i'anibcni me lia de pcrinillir ojlinnrado membro
poloCear que declare, que a queslao relalivamen-
te aos fundos, nao be para o auno ; ella esl deci-
dida ja, quero ilizer, a liarlo, passada a lei de lan-
os sobre si o encargo de apromplar os capilaes precisos
para pagar o mnimo dos juros. (Apoiados.) Nada
lia ni.iia a ilizer n esle respelo, ludo cshi (cito, os
capilalislas conten com a realisac,ao dcsla lei.
I'm pell, Sr. presidente, que diariamente lUg-
mcnla ein renda, que eni III anuos lein por assim
dizer dobrado lodo o reiidimcnlo publico, podo di-
zor-se que so ocha em crise, c cm crhe lal. quo nal
possa pagar o seus einpcnbos'.' 1'ni pail, cujo cr-
dito boje, na Europa, he aem iluviila alguma o
inaor, |iorque faz empreslmos a l.1., l'or eenlo, rom
una pequea ilill'ercnrn em quanlo aoeapilal real
receido, pudo dizer-se que esle ptiz daqol a Ulan
nos nao ler.i credil.o Sr. presidente, que. romo lili
se o honrado membro pelo (loara, o sru crrdilo ha
de aehar-sc em eireumslaiicias laes, quo he boin a
inci\eiiar rom omaior afn possivel, alelrenmalon
i'iM ilo raomenlii. porque daqui a 2 anuos | l)co
moni nao leremoa meios para aalbfaier cssasncci
sidades imperiosas?
Seohoraa, pode una calamidad! publica rccalur
sobre o Brasil; pode mu grande ralaclxsuia envol
ver-nos em mil desunirs; mas be aroiitennienlo
l.in cilraorduario, osla lio liin das previsto* liu
manas, que nao poden) servir de liase nos clculos
polticos oii admiiiislralivos ; antes ludo nos fa/.
crer que O Brasil prospera em nina razan lalVCl Eco
meinca. A petar do lignina Intolerancia do gn
varan, lilba de ana poalolo especial pranla os pai
lulos (eu hoja mi oslou disposlo o dizer mili* na
da): mas isio ha de acabar mata da menos da; a
eousas lulo de lomar sen turno natural; os presi
denles bao de comporlai-sc mais prudentemente
as provincias lulo de ser inclhor salisfel.is; os par
I idos han de ser considerados devidanicine, lie ne
uoeio de ilias i rindo-te} O nobre ministril, que cu
eslou inljmamciile eonveiicido que lein eSMa id*'
leni adiado troperos rlndo-U I mas is-o nao lie
rafia |iara so desanimar ; e esle tpico nao he pro-
prio deslc meii dlacureO
Ora, eslas ra/es craui as unirs que podan), Sr.
presidenle. oinhanuar a manila di noMl proaperl-
dade.....uni camera ounaoeiMIram ;ainoa-
sis insliliiiciics Uto 1.1o consolidada-, lia una con-
Movi lo profunda da neredadc de as inalenlll
no etplrllo de lo.las as clase*, qne rulo humana
nao pido prever mua a rcpeiluda ll.ui<|ilillid,ide
cproaperidadepublica, Oque pdenota embira
car i inirelti di nena proaperidade 1 lira uuicoob
|ecu>, i-ln lie, eollocar-ao no poder um ministerio
lio dundo, um overno lo perdido de patriotismo
de amor de gloria, de bmileirumo, que folie d
propoailoa reto peinado eneadaar o curso da noasa
prnsperidndce riqueza. He sin pnssixel ? O sena
do pode de Corma alunla disrorrerou obrar, leudo
por base nina lal prnpotiflo Poda alguem, fra
do senado, diier eom eiaclidao, Tallar comconvlr-
ru; que be possivel dar-te etla b\ pnllie-e'! Cer-
lamenlenao, Sr. prealdcnle, logoellaesln fri ab-
.uliit.unenlc da arguineiilar'io, be Ittill den pollH-
ea de dcscuidiaiien que ludo ipier prevenir, quede
tildo quer mppor mal ; ora, es.as medidas de pre-
icneao Mlancam lodo omclliorainenlomoral; eia
oque aronleceu ao nobre sen.olor pelo Cear,
Ko eslou, Sr. presidenle, mais do que niuguem
convencido daa auai luiet eslou eerlo que elle nao
lomara a palavra, como di se, e dittemullo bem,
se nao losse o impulso de laier bem ao sen pai/.;
mas as proposirttei avcnlidaa por elle nao me pa-
recen] que podem proceder.
Bem -e xr que a llberdade da Iribuna foi quom
mefe/roiiliaria-lo; elle q......ib ponido, boje Uve
ou a victoria, aalentel nina eiuaa que me |.....ice
sor a da unanimidad!.' ou maioria do senado, c aue
mereeeui iitprovaelo nnaa aconieccr-nie-ha o contrario ; a benevolencia
que en llie pero boje que Iridia comigo, quando as-
sim pralico, pedir-me-lia elle coi entra occaaulo,
para que recoubeca cu a auperinridade ejuiliga da
cauaa que elle enlfio defender, e dequaialiir vclo-
rioso : deslas lulas. Sr. presidenle, nunca resulta
deshonre, deslas lulas-abe-se aemprocom honra, os
que sao victoriosos e os que Imam vencidos. O
honrado membro sabe a consideradlo que Iho pres-
to, e ha :m anuos nuequasl lempre vivemos junio..
desde Coimbra ale boje, boje que a siirtcjius reu-
ni aqu para amoro nos separar.
Sr. presidente, quinta ao artigo addlli.oenjf
expend a miiiba npinifio a piimeia ve/ que fallei.
Ku dis-e. Sr. presidenle, quesera um neto de gra-
ve injusln a neo appiAar i-i: ai:i ;: :ddllivo, para
que eslas duas estradas vio ser postal no increado ;
he preciso que ambas ellas sejam voladas para que
os eapitalislns deeiilam so ipierem osla ou aquella,
ou se qiieieiu imbn J o i'onlraiio diMo eqilixalelia
a um verdadeiro monopolio : o corpo legislativo
eolio parecera desojar que tuna estrada fosso antes
du que oulra preferida. Mu di-so l.nulicm ao sena-
do, que do nobre ininislio do imperio, a-.ini eomo
do governo, nfio poda vir a preferencia ; porque
ili'^a-sc o que qui/ei, dlaponlio elle romo Ibo pare-
cer, ompregou a- palavraa na mais seducloras para
rom os capilalislas ; os capilalislas nao se decidirlo
por ollas, bao de evaiiiiiiarqiial da-e-Irada, lu mais
ulil. qual dola- dnri mais lucro, qual dolan be
maissuseeplivcl de sor realisada, em menos lempo,
oroni menor deapea, o easa hffode preferir, l'or
lano, a preferencia nao pode parlir do nobre mi-
nislro. c nem posso lanibeni presumir que elle a
qnoira; eniliin be |iara quo elle ine-ino nao posta
lar preferencia algunia, que eu desojo que ambas
passem.
l'or consegiiiuto, Sr. preridenle, ou nao quero
mais ranear o senado, Iridio j.i emillido minlia opi-
ni.io. Termino umeu discurto, Icinbrnndoao sena-
do ai uiiiuias expeoes do nobre senador pelo Cea-
r,Knlrego o arligo addllivo a conscleDcli do so-
nado.
vorno c moslrar-llie a dilToren^a espanlo-a, que ex-
iste enlre os seus candidato* c casa mvriada de
/aiige., que ha pouco infoslava a no-s.i illturim-
ma; hasla que cu aqui lieliuenlc a Iranscreva.
Chapa Io vtreatlore*.
Dr. !". de Mallo Luulinho de Villicna.
(lommeudador Jos Vieira da Silva.
Dr. Joao Pedro I). Vieira.
Comnicudador Jos Joaquim T. Vieira Belforl.
Dr. lia) mundo Telielu Mondes.
Dr. Carlos Fernandos Hibeiro.
Capilflo .Manocl Goncalvoi Kcrreira Nina.
Dr, AlevandrcT. ilo CnrvalllO l.eal.
Dr. II. Antonio da Encarnarilo e Silva.
Juiz de paz.
I'riineiro dislricloda primeira freguezia.
Dr.J. P. Diaa Vieira.
Dr. Jos Miguel 1'. Caruoiio. _
C.irurgiao Silvestre dos Keis tiomes.
Joaquim Maicol......le l.einos.
Segundo dislricloda primeira freguezia.
Dr. Carlos Fernando Hibeiro.
Dr. Jos Al. Faria do Malos.
Victorino Jos Kodriguei.
'Capilao lu/ Pereira Lapa.
I'rimriro dislrirlo da segunda lre?ue/ii.
Dr, II. A. da Encarnacao r Silva.
Francisco Jos llrandao e Souza.
Capilao Anlouio J. Moscoso Silgado,
Alfeies Jos T. da f.osla.
Segundo dislriclo da segunda fiegiio/.ia.
Cepille l-'ranrisro Anlonio Bandeira de Mello.
Coinuicndador Jos Vieira da Silx.
Tiajauo Candido dos liis.
Jos llodrigues Franco.
Conforme dii o Progriuo, os ames dos indixi
iluos, que liguram as novas organisaeftes (supra
do todos couhecidos na prox ineia c chaiee do giran
lia. i. 'i.i ellas ..... se pode deixar de crer, que
a oapilal ea provincia liicram vanlajosamenlo.
A jurisprudencia, aa-iicullura, o cominereio.
medicina, as arlos ineclianicas e ledos os ramos das
-ciencias nrre-saria. ao dirrilo municipal lein ncllcs
reprcsenlanlcs wpociiet, I par da bonrslidade srin
hxpocri-ia, da probidade sem oslculaco o da indo-
pendonria sem orgiilbn em rada um desses mesinos
nomos e em lodos em geral.
Nao aiilociparei os.iconlecimcnlos: o que so pas-
sar uessas eloices, darei liol conla aos seus leilores.
A exeuiplo do lumiillo, que ha naneo se deu no
convenio do Carino, asrecolhidas do Nossa Seuhora
dos femediot, flaeram lambom no dia 17 do corren-
te, nina lal OU qual rexolla, do que legando me iu
formero, aiaoilidotualm deempregarem u denla
da- e nubadas do co-luuie, lauraram tambem ni.iu
do ralban o da faca!!...
A democracia porm neew coilicoTominiuu, nao
foi lio feliz como o no corlico dotreverendissi
moa frados; |Mirque a abelha moslra cOIMesuioap
placar as revollosus, c depoia urna orriem do Exm
dinee-.uiu,.....n a qual. quiltro das rabcrillias foriun
exprllidas da eonmiuiiliao. A precipilacan, porm
e o modo com que foi cumprida una lal ordem
ucarrelot por parle da populicio e di Imprenta
una eapantotn ceteuine, que nao deiva de ler sen
fundamento; porqoaulo, com um ene frgil o eom
pOatOII declaradas. Inda a biiiuanidade be punca
A siiporinra, sendo dolada do um genio poiieooluis
que nos seus modo- bruscos parece dislar
do oi-inngia car.....lilano, deve merecer al
isligo.por ette lelo brbaro de etpcllir assele
la uoite do seu rehenlio qualro infolizes me
que liverant do mendigar por aquella noilc
mu a-xlu na- xi/inluneas t\o recvthtment, xindi
ale ilgumaa dcllus, a pernoilar em casas pouco do
cenes, S. Eic. Rvm, bem poderi diinini-la. per
isso que ali'-in do mais, su.i repularo solfro 11 -11
ma- dones impulictle, que pouco se comporlan
rom o earaeter *ic uroi religiota, im eeenmonb
cante ao Progreuo narrando o fado fax.....a al
i I i. Dorolboi], c nao sei mais a quo ouln
ido, que na verdade ilove chamar i\p un
Irluiilixo as liruoliras xislas de 8,Ele, Itvm,
o Huiro eslabelrrimcnlo do caridlde, que Ic-
ledicndo i'm ot'phiat desvalidas.
rtleipo-lhe que em dias da semana passada, o
governo conlrilou rom os uegociaules Domingos da
Silxa l'orlo, Joo Cualberlo itlCotlI o (iiiimaraes
lolirias san inuilas, o eu m
t delloxo. e tanda alem db
ileise i|uo eu evpoulia o- lar
sem exordio do qualiilad
,oin es-as enrb.mellas du eos
COBRESFONDENCIAS DO DIARIO DE
PEBNAMBUtO.
Haranbao' S de Miembro de 1853.
Iv-ia xez, como ai
ada atacado du mald
puuco lempo a dlapor
lo da actual quin/oi
alguma, c al menno
inane,
Nodia 16 co prximo passadn. nronselliodeguer-
i,i a que foi Mibmetlidn o cepillo Carvallio, polo
crime de insubordinaran de que ja Ibo fallei ein
nina ilas inhiba- ulliitliis, rundeinnoii-o us penas da
primeira parle >\n arligo I.* dos de guerra, sem li-
miliu.ao aigimia do lempo: oque iuiporlnxa ein
um liaballio perpetuo na. fortilir.iror-.
A junta dejuslica, porm, q i-i que refoininu
de lodo urna lal decisau ; pois apena- eondemnou-o
a Ireemexeade |irisao na fortaleza da Barra, lexau-
dn-sc-lherui cuuia o iem|io que ji lem atilde retido;
k i-so por fundiroenloa lira.bw da segunda parlo do
S II dorapiluloil do rogiilamenlu do Infantina de
IKde favereiro de 1763. A oppoaleio manlfatla que
rcluz ncslas duas seulenens, iiAo be para admirar,
quando nos temblamos, do que nessa riilade epi
IM'.i, o ceronel Cj priano foi rondeniuailo a mu le
pelo coiiaelhode guerra, o absolxido depois pela jun-
ta!! I'arrre-nieipie a rl,i..ilirar,io dos rriiiio. no ri-
goroso foro milil.ir. neo reeooheee oulra couta te-
n,iu o muilo ou o |iouro.
Nodia IB do metroe mez leve lugar, no Jury, e
julganioiiln du l'ortusucz Burgo-, areusado de en-
taliva do murlc na peana de M. J. Alvea Goedet,
de cujo aconleciinenlo lauboni j o UX lenteero
nina das iniuhas pausadas, (auno era fcil de pre-
ver, alenlo.iu uiulivuquo fez erguer a man de Bor-
ne coulra o amigo, ojurx abtakeu, ttgunde relo,
ale eom iinaiiiinidado. O juiz de diralle appallon
dessa decisao. lano o promotor publico, o sen aju-
danle por parle do olfendido o Sr. I.ishua, romo o
advagado do reo o Sr. Dr. J. I'crcira, porlaram-se
brilhanlcmeiile nos debates dosse curinsojulgamen-
to. O reo pin lou-o rom Indo o sanguc fri o ro-
mo somprc, confessou o delicio.
Eslao i porta as eleicucsmunicipnes : entre os gn-
vernistai e granilo liarlo dos ligurlros reina a melar
harmona para a ceufecoM de una ra.....ra munici-
pal, quedo gacanllat a Btlltdade do retpedlvomu-
niripiu.
Cnnsla-ine qna aliada I.Hiella quer ver -e neate
dia faro a apparirlo de ma alma, lindo onira.....li-
te a frente o Di'. Maia, o issn porque, coniu diz o
no--o Iiihiiciii, oslu -en,po prnmplo na Innini. Ota
Deu-queira. que dla xo/ ello uno leve a Mir/,fl.
I'ara fazcr-lbi' um devldo alogio a ebapa do go-
l.io,
poner
glllll i
horas
ninas
lutil
loiu
raoi
-ubr.
P
, lu
Calda
eia, loca
l'iaull).
governo
Cliego
ido
> a vaporiloCo.ua a o-la provi
iluabxba ou na noxa oapilal du
gorao negocio da approxarao d
r.r
I'
Depende;
conlrel.
u no da ti do mea paitado urna anuatra
do um o do Tur), que leudo sido mandado locar xo-
lilirnu -e -er d xinle e tantos quilates. A ospedi-
rflo eunlra os quilomlins, quo infe-lain aquellas pa-
i a:: uis. vii indo eicollenlemenle: e atiim Dos
queira que dentro ein pouco lonliainos a no.sa dis-
pu-ir.io uriiii verdadeira California; poto lio geral
o.....le rabillo, anda que t agora se ennieca i veri-
ficar, seren por doinait aurferas iodos os lerronot
perlenionlcs ao l'urx e grande parle dos da comar-
ca de V'ianni,
No da _'l du ino-nin mez
ra de Sania Hila, I
d.....paleiro. Slliridou-se, coi lando
una liaxalba. Di/em que a eiuliri
esse evlroiun. Duus dias anb
pelas nn/e limas da
nez, um sujeilo
me Virn o
morador na
aba. ullirial
gnelas r
Bl o lOVOU a
fui cneoulredo morte
es da Sagraeao, un
:ibdilo,l'urlii:'iiez,eaixeno do una lidenla na l'raia
Pequea, do nomo Joaquim tionralxos Porto: jul-
ga-toque es.a inorle Coi proxenienlo do uniji xcrli-
gein, por oceasilo em que o infeliz se b.inbava.
No dia :!., S. Etc. o Sr. harn de San lenlo don
iiesla eidado ein os canta anudo se ocha hospedado,
um e-pleiididu baile, n qual osleve batiente runriir-
riilo.
Segundo o Obterrador, da fazeudaJoquiruna, foi
raptada nina lilil do fallecido M. Alxcs Sorriin |mr
mil lal l.uil, lillio de Domingos de Meiulonra. Al
iiuloriilades eoiidjinarain o tullir da mura na rrpa-
i iiro desto delirio, que lem por causal o gordo dol
da mura.
r.....i lem de s. Exc. o engtnheiro Dr. Telteiri
Mendos, foi iio.Moarim obserxarn lerrivel caxoeira,
quooh.la a nax e'jar.n dnqoello rio. um du. que
ucsla provincia lianha terrenos do espantosa forlili-
b......
Onegociante dolll prnra J. Padre dos Santos,
acaba de perder eulrada do Boqucrao nina das
illa-liielhoros eanoas, que fui do cnronlrn aos bai-
ui- dii.i.'iiiu : o dainiin raleula-so cm Itl ou \i
'unios.
Bm -ub.liluoao ao Sr. coronel Sovoriano de B.
\ ii.roneelbw, que pedir a demhnao ^ colleolnr
la rapilal, fui llOmoado O seerelario du Ihc.nui.i
provincial Ifenriquedo llriiu tiullhon: vlndo pan
ta xaga oSr. Francisco II. Faria de Mallos.
I'.ua a xaga que na -eriolaria do governo dcvou
Sr.'I'. Auguslo Collin, quo soarba evereendn o
lugar de ollirial da secieliira du razeiida, fui no-
meadoo Sr. Marcelino de Axevedo Perdigdo.
Fui recelada cun bstanle salislar.aii, a uoliria
I,'que as iimas du uusso Huadu rumprnviiirianu, o
benemrito brigadelro PaloBo, Ibes loieonoedida a
pen-.luaniiii.il do l:Jn i-,
Bm ulna e-raxacan felta iioquinl.il do una casa
na i lia de S.ixoilra, peilenceiile au Sr. Frauriscii
Fruduoto l''crroira, acaba do so encontrar urna pe-
dia, a primeira que se laurou quaiido se cnnslruio
O forte de San Francisco, do qual nem se quer exis-
lent vealigiot. A nedra be de inarmore ordinario,
lalliada em parallelogramo, com dous palmus e inein
le conipi iinontn, dous de largura e um de grossura.
Cuilleui a seeulile in.rripr.ui. Por ordeill dosc-
ollittliuo -rubor D. Joo V, re de Portugal, mau-
lou faier etll fotilletl Bernardo Pereira de Brre-
lo, do seu cousellio, gnvernador c capilao general
le.lo oslada ilo Maranhao. Ello lanrnu c.la pri-
men., pi'lra ao- H deagusln, aniindu 17-JI). Como
v, be una prerio-idade arrbculogica, que merece
,t- honrai .le ser guardada cm alguin eslabeleeimen-
lo de lustrucco pubUee, no Ijceu por evempUj, j
\\c por en nan temos eslalielecitnentos prepnos a
aquella ul.loni de eludo..
Kulro os papis xelbos do Sr. Manorl Hilarle do
Valle, curnntrou-se lainbein u.....lanuscrplo, no
quid scarhii gnu ccrlido passada em ISdo inaiode
llijl, por Leas Nunea de Carvlllio, ine-lre capon-
lailor ( palaxras da ccrlido) das obras de S. Alloza,
na qual declara que no lenipn dn pruxedur Fernn
.Mendos Bago, o li/oia a bu lalrza de S. Filippe,
bem como a alfandoga, c se lindara o palacio do go-
mo dando o--ns duas uoliria-, um enmrou-
nicanlo do CoiUlUueloMlf faz sobre ellas algiinias
curiosos obsorvaeos. Ogoxerno provincial, acaba
:lc recebar das mloade oapilao do briguenmorioanu
y.aqa tros vuliiiues da llislui ia nalural ntlorceidns A
MtHiotheea publica desla cldade pela legafo impe-
ial cm Wethlnglou.
No dia tdopa-sado.foran nomeados Ionios subs-
lilulus para olxrrii, o Dr. lncarnac.lo o Silxa, en
belieliciado da CalbedralJusliliiaunnCid., o primei-
ro para a radeira de rbethorica, e o segundo, para a
delallro,
S. Ene. o barilo de S. lenlo, acaba de publicar
um fotheto, aonde aprsenla urna respnsla arompa-
nbada il'uma juslilicaran, ledenlo a livi ar-so de
eerlas ImpulaeAet.coni que lein sido lia tcm|ios a cs-
sa parle, Ifaatadn polo rVoflTeifao.
Acaba de ebegar do llio tirando du Noria fonda
he nalural. um auu :le :'.'t aunus de idade, hadante
eurio-n.de nomo Justino Fenoira do Azevodo, A
sua ilion be de :Ui pollegadas ; 13 de eiinipi impu-
to cada bnco o pomas do uicsniu lamanbn. Possue
inuilll frril, o he ba.lano espii iliiosu, como O sAn
qil.l-l lOlllH OS dC SU qilidid ule.
Ilonlem pelapriineira xez, apparerru elle em pu-
blico, n'nro pequeo circo-oluupico, que por aqliiijlet, que nlo ful exacto em alguma, sou o prlmelro
timo., derigido nelo americano Adtm-. fedn-. como l,or vc,zca ?,"; val M0
Contina a cruzada ronlra ot li',7S'i e vai pro
duiindo bom resultado pelactta que vio levando
No dia 10 do correle, dive-sc ibrir. nas cana da
residencia do eximio rabesquislaJ.P. Ziegler, urna
sociodado do niasica e danca, com a denomhiacslo
de Academia Phvlarinonira afaranhense quo
deve (rabalhar debati da direccjodaquclle raesroo
lenhor. Nolla forero adniillidoi, eomo inenibros,'
ludo o quo forma anata da nossa suriedade.
No dia I.- do corrente.comecaram dellnilivimen-
Ic as obras para o dique : feilo o convenienle depo-
-ilu do maleriaet, pnneipiarain a abrlr-te os ulicer-
ces coi Irabalbos eonlinuam com bstanlo priitezn
eregularidade, dependendo apenas das maree, O
terreno a unir se devem fazer os alicercos, lem inos-
Irailosorem eicellonleiem razio da solidez, quo a-
presenlam.
Parle ueste vapnr um seu patricio o Dr. A Irene
l.iin,, i|i,,< entro nos esteve pelo espac0 '''' t> mezes.
l'arlc, pelo que parece, rico de .sympalhias o siuda-
dee.
O rcndimculo da alf.indcga durante lodo o roez
passado, foi do 0:66I8IG r.
O rorreio, pelo mesmo lempo, rendeu, .ViTolSf
rs. E a lerreira see^n do Ibesouro provincial, is.
I3:I7.-*128.
S.nibe-e agora
Pura, segu para cssi. _
MarliiH, de nomo Trajano Auguslo Marlint, que lu egiiinle: ,,._..,..
muilot anuos se acba fura da familia.sem qac jamis Veio o tal sugcilu, cujo nomc ignoro, de jua ceta,
e-la liiesso noticias delle. Essemoce, andouem al- c aqu. *aSSJmdm^S^k!lSl^L!^
los Irabalbos pela frica, o ullimam.nlo em Cuba, proco do MW r?. cada i<*|0^ JJ"
por pouco eslevo a ser garroteado por oeca.io da boa somma nioqait logo vallar, pelo qiW lome i a
rexolla do general Lopes, a favor da qual, lomou casi .le inn conlioci.lo para se arrancia perllgunt
parlo, rumo membro dn celebro sociedade da lit- das, edeu odinheiroa csse conboc do para gua
Foram recolludos i'i cadeia dula cidide, vindu-
do termo do Pilar, Iros rrimlnotos de morte, os
quaet, apelar de se acharem processadoi, ainda au
linham podido ser capturados, a do termo de Ma-
manguape veio lambem um oulro de nome Jos
Filippe, proounciado por tentativa de morte na
pessoa de Jos da Silva Ramalbo; Dos qnoira que
eslos vo chamando, por mcio do sou fluido mag-
ntico, a outros para to boa morada de graro, c
que as nossas autoridades vo lomando gosto pela
hrincadeira de per sb enlicrln enchuta com hoo-
ris do scnlinclla a osea sucia deambulantes.
Tralliilliou ullimamenle no Inga o jury, o do seu
resultado s sei que de H presos, que para all fo-
ram a serem julgadot, tmenle qualrn vnllaram pa-
ra a sua anliga hibilic|o, dundo concluo que o
oulros Uvera indulgencias plcnarias, c a mor na
foi in, den boa lavagem.
A rafa deja/uno de qne por ahi tanto se quci-
sa V. me. cm seu Diario, vai tambero invadindo
esla Ierra.
Consla-ine quo na ra do Fogo dosta ridade, um
quo nesle vapor proveniente do dia doslcs, ficou sem urna porc.lo do OIMlN m
M, um lillio do lenenlc-roroncl sugeilo de Lucona, o ronlaram-me n ficto do modo
Irella Solitaria.
Parablba 13 de aeiembro da 1863.
I'ouro, ou nada lein occorrido nottot I dias,
bao deenrrido, depois da niinba ultima de 11,
llio be lew muilo para admirar, porque o Icinpi
roce proprle ; etlamot com o verle, c as vozes
faz serrar tambem as noticias ; a -na influencia lem cadeia sem mais replica
dar ; um dia pedindo lodo ou parte desse dinl
foi o dono da casa ao lugar onde o lluvia guardado,
I mas nao o acliou, prucuroii, nada, indngoii, nada,
I ero vista disto nlo lexe oulro remedio senao dar
'I110 parle do occorrido au sou hospedo, o qual doiipon
mas lado coma hisloria nn Iho quiz dar mal
l'a- c foi a polica queixar-sc
c" quoivose, manuou buscar
poder de rommiinirar-sc algumas vezes a cortos
rorpiis que nlo so achara iruilu -obre sen contacto,
e polo quo lenho observado comalguma caulcla, as-
-emellia-sea sua influencia, com a dos nious pnlri-
rin- rangadoi, osquacs lem a lina babilidadede n-
Iroinetlerem-sc cm ludo, para ilarcni osen vol a-
iiula inrsino que uln lenbam sidu chamados, nem
roiisiiltados, bastando apenas saberein que dabi Ic-
ro provoilo.
Ao pajae porem quo Ihc digo oslarmosem comple-
ta falta do milicias, para Ihc coinmunicar, admiro
au mesmo lempo a alluvilo do corrc-pondcnles que
ha ucsla cldade, os quaes escrevein para diversos
jornala, assim por evempio, lenho visto nos jomaos
da Babia, nao poucas, cada una e-cripta por sen
autor; nutras cm algiins jornacs do llio, pois ja
duas li, cm o novo jornal all publicado(> llepu-
lilirn, o ulliiiiamciilc pensandn que este seu criado
era o nico, eoilado que daqui daxa noticias para
esta provincia, fiquei admirado quando toubc que
linlia um oulrornnipanhciri) uu peridico Jaitia,
c acabel de acreditar quando li as lacs correspon-
dencias. Nn pretenda embararar-nio com csse
mcu coinpanbeiro, o antes Ihcdigo que eslava mui-
lo sali-fcilo por ler qiicm meajudasse a levar ao co-
nlicciineulodo re.peilaxol publico dossacidade, tu-
lla qunnln fosso digno disso, tanto mais quanlo sou
seolario decidido da liberdadede induslria, e avsso
aosxsloma dos privilegios, c dircilos prolcclores,
inasculciiflo ipie nao roe he possivel deixar de fazer
Ig.....as ubsen.ires a esso cnllcga, sobresua corres-
pondencia, firmada ero dala de 2( de jiinbo, a qual
niio sei porque /alaliilade s foi publicada cm dala
de _>1 de agosto, dando isso lugar a que perdesse a
graca da nox idade.
lin a lal rorrespondencia ocrupou-te o collcga
nicamente de duat coutat | do fado da morio do
infeliz Sebaslio Lilis, e de laucar algn) ridiculo
-ubre a pus un d.....i-su mili digno vire presidente 0
Sr. Dr. Piavlo, que certameute Ihe fol mal ippli-
endn, e pelo geltota mn.lra que o sen autor lem o
quer que tej de deapeilo ronlra S. Evr., pois nlo
adiando oulro poni em que pegar valoii-sc de -
nkarias, que jamela deeonnoeitliirSe um edmlnto-
trador para rom u publiro.
Como disso, nrciipou-se o corrcspondcnle da yn-
liea ara orimeira lugar, cm narrar a murle do en-
leli/Solia-lJilu Lint, mas t-lu smenle Iransercven-
do una caria que Ibo havia sidn dirigida por um
amigo do luga, nula cssa irma legitima de una
oulra, quo foi iiprcsculada na cmara dos senbores
depiilado-, pur mu dcpuladn pur esla provincia, 0
que don lagar a urna gravo discusslo sobre oslo ob-
jcelo, o cuja eXBClidlo fui xicloriusainonlobatida per
mu oulro dopiitado, o Sr. Correa das Nevcs, c peio
Etm. ex-presidonto dosta mcsnia prox ineia o Sr. S.i
o Albuqiierque, como cerlamente tora viste noa
.tiirimes doCommfrcio. Ora.Vmr. eslarn hein loin-
hrado que lugo depois que succedeu este faeto Ibo
o nulicioi, e parere-ino que referi lodasas cireunis-
lanclai oeeerrlda; dtate-lhe que a inorlo de Sebas-
lio l.ius, fui quasi um retultldo de sua iinprudeu-
ciii, porque sahcnduolle que liaxiainilriis de pri-ao
runlra-i, e um sculillio de nomo Flix Lilis, do
quein u eorratpendenleae esqucceu.lnlvc'z |iur saber
que oslo maco nao he la muilo bom, levo o inesmu
Sebastin Lilis u pouro csrrupulodc dar guarida oro
sua fa/enda, uu silio a diversos criminusos, dentro
osquacs um toldado desertor de deslaramentn de
Naliiba, que so ausentara com um nutro firinorso,
quearliaiido-scrciolbido a cadeia diqulllc lugar
podera evadir-se. Sabondo pois disso o roimiiau-
danlo do detlacameute diriglo-ee a csse lugar, para
prende-lot, llorera infelizniento us nu achuu mais
i, por avisos previosque Ihoforam dadns, Denndo
iniculc um lilbo de nome Sabino, que ciiliio foi
pre-ii, e conduxide pera n villa do Naluba, Em
xirlude dessa prisu, lio cnlu que Sebaslio Lilis
iifiirerido promolleii vir atacar a forca du gover-
ni, do (pie sondo Informado o dito eummamlitntc,
o recejando alguiii alaque mandou postar alguna pi-
peles filiada pin liarn de Naluba, entre os quaes
un nu lugar chamado Competir, nn qual raldndn
Sebastian Lint, Ibo fui intimada e ordem do prislo,
i que retpondeu eom tiros de pMelat, o enleo xul-
laud de rodea ao eavallo em que viulia inunladu
para fugir fui seguidn pola esculla.
l'orduc-iiusu Sr. currespundento dizcr-lbe. que 0
leu emigo nao foi nado em tutearla, quando.lhe
lisse que Sebaslio l.ins, depuis de baleado e cabi-
do doeavallo, foi quo lanrun man de iiinaa pistolas
para alirar a e-inn ; esle sen amigu u eugauuu per-
fcilamenle, pusso-lboaflirmar isso, porque pe-soas
lolugar, que sabom uiiiiiiciosamonle da hisloria o
pie-n i.iiiiui, eiuilaraiii-iins lambem lodo ooceor-
rido.
Depoisdo ler Sebaslio l.iusdesrarrrgadoprimei-
i.i -na. pilllas, nan a osnin, mas ruin boa vonla-
le, pii/.-e cm fuga ; |iorrm. vendu-so penaguidO, o
que nula poilia fazer, salla do eavallo, j leudo pat-
udo para o lorrilorio da prox neja do l'ermunbueo,
procura eteonder-ae m mallos: dabi, enloiju-
ladu de um biirimiiirle, que senque roslumnva Ira-
zer, ditparon veriee lireeaebre a escolia que o per-
ioguia, donde raaullon o ferimcnlu do duus suba-
los, sondo um fcriincnlu grave, ao que respnnden-
loenm iguab a inetmi eerelle fui morle neetecon-
lliclo, c deve mais untar anSr. rorrospondenlc, que
r piqurlo iiiin euusl.ixii de um snblado tmanle,
nn Iho mandou ilizer n seu amigo, pois mais de
um foi forillo, romo nao ignorara.
lniqianlna bi-liiriade inuliliirrs, olhos Mra-
los, nrrlba. rurlaijas, he ludo falsidade, nada bou-
te, o corpo do infeliz foi, como eslava, couduziilo
pire Natalia, em eosla.de uro animal sim, parque
nlii havia de sor na do Sr. correspondente, 00 da
ou amigo, o foi sepultado sem cssas toseras que
liz. lelizinenle buje j.i esso negocio cat olllelul-
mciilc discutido, eapredado devidamenlc para pou-
o rrcdilo merecer ludo quanlo so quitar inventar.
Sobro n censura que se quer fazer a S. Ble. 0 Si.
iro-presidente. por osle farln, lio ella summaineu-
:i injii.li, pois mili bein sabe o rorrespondonlo que
S. Ble. den ledas as providencias ncressarias para
a avoriguaro do lodo o occorrido, ordenando ale
bofe do"polica para l ir pessoalmenle exanii-
iiur o farln, o que nlo fez ello protestando innlesllo,
ainda que agina diga o rorrespondeule, que nn era
eriso asua presrnra nlli, |Hirque la havinm au-
ioridades, juizesni/ Aoe, c ludo o mais que Ihc lem-
binu na OCCatMo ; quera pergunlar-lbo qual a opi-
deS. 8. sobro ae nlirigaries du ehcfo de poli-
ra, e que me dissesse se nlo be para eslos e oulros
serviros que o o-lado llio paga, ou se he para oslar
lenlo em casa, parque cnlu desde j Ihc dira, que
breve tomo va o espediente docahir duenle para ver
dia lambem rooebcr us lonanie cm santo ocio.
(mino aqu esla breve rcsposla, nlo entrando
na bi-loria dos envalln* o estribara de S. Ble. ,
porque loulio pouoo geilo para a argolu, e sou Bou-
eo rooheredor dos ge/timos para arara quadrupe-
ile, eom quem felizmente nunca Uve tdinitlado, e
nao be o neto de ler S. Ese. bons cayallos, que
pode descouceiluar sua adininislraro. S. Exc. lio
bem conbociilo nesla provincia, donde he digno II-
llin, enenhum acto, quer publico, ou particular
pilde envcrgonhnr ; sua ronsrienra esl lm-
pa, o pido trazer n rabera levantada sem temer nc-
iibilina argirn.
Agora perdoemetambera V. me. sedala voz ar-
rodei-.....um pouro da niinba mltaeo, na qual vuii
liar, r desde j llio ilign, que sempro lenhn
proenradosero mnis ovarlo imssivcl em as nnlieas
ipie, riinm seu rorres|iuiidente, Ihe hei dndu, e
qiiandnronlicen, lalvez dovidn a nlguniiis infoiui.i-
dadeiro conhec'iionlu do
de das avcrigua(ocs a qui
Adcos, basta por ngi
dado eom cssa raca
alhcio.
liendra
osla, drpois de ouxir ai
ao queisado. c p-lo na
iioin IrepliOl, al o ver
icgoco, que anda pon
se esl proredoudo.
.... telilla sade e iniiitu rui
o roinmunislas rom oque he
A felra lem augmentado roiuldeiavrlmeuta net-
tes ultimus leropos, a ponto de qnasi nio poder
Iransilar-se pelaa ras am das de eabbado ; matara-
so rinrnciila e tantos bola por reir, c gaslara-te u>-
dosscina menor falla, alem da grande quantidade
de peisc salproto, hacalhan e carneeecea que le ven-
de no lugar do mercado e pelas vendas.
A farnba conserva sempre o mesmo oreen de 96
a :t patecas por alqueire ; a carno ficsca de 7 a 10
por arroba ; e o feijfln de 32 a 36.
Quanlo a salubridade lambem vamos tolTrivcl-
menla; s sim, ando com bem medo di minhas per-
nas, porque ainda nao vi corlar-se mais pernas do
que aqui; palavra, do lempos para cii lem-e corla-
do algumas olo tiernas I X.
(Carla particular.!
i ma i
JURY DO RECITE.
Sutao' do di 16.
Preiidenle, o Sr. Dr. Aloiandre liernardlno dos Heis
o Silva.
Promotor publico, oSr. Dr. Ablio Joto Tavaret da
Silva.
Adcogado, o Sr. Dr. Joaquim Altillo dos Sanios.
Reos presos :
1. Francisco Xavier Soarcs de Mello.Crime do
morle.
i. Antonio Pedro da Cruz.dem.
3. Jlo Antonio Baplista. Crime do nlTciisas
phvtkat.
4. Franrsro do Rogo Barros, por anlhonnmasia
Xiro Macho.t'.rmc deroubn.
5. Lu/. Jusi's ti. Joo Paulo Das.dem.
7. Lourenrn Jusliiiiimun da Slvcira.dem.
8. Jos Antonio Mara.dem.
9. 1 m/ Jos de Sanr-Anna.dem.
ID. Francisco Ignacio de Souza.dem.
II. Flix Jos de Sanl'-Aiiua.dem.
1-2. Jlo Anlonio do Nascmentu.dem.
lorlenrio.Crime de uso de arma
PER\.M'CO.
pode
COMARCA DE NAZAHETH.
11 do .elembro d 1853.
Priiiripiarei por noliriar-lbo quo foi muilo ap
plaudido aqu o dia 7 do mez, que vil corrondn
.raras ao zelo, arlix idade e bom goslo, que para isu
desenvolveii o Sr. rnpilio Camislo Logo ao alvo
rceer urna banda de musir, pnslada cm frenle di
quarlcl do deslaramcnlo, a grande quanlldade'dO
rogos doar, deram a eoiiheeor a todos que era che-
gado o annivcrsiirio desse ilia memoravel, em que o
lirado de independencia ou morle proferido a:
margons dn Vpiranga, comimiincoii-sc como pni
cleclricidade nos lugares mais remlos, desde o Ama
zonas alo o l'raia, denudoad perpeluinn rei me
moriamgravado no corarlo de lodosos Brasileiros
desso dia, em que o Brasil ruin mo robusta c Mr
me Iracou o sou nonio no calbalogo das naros
Indrprndcnria uu morle !palaxras rabalisliras
que por si s rx|irimeni mais du quo ns mais estira-
dos discursos !foram n nosso grilo de guerrafo
rain as palavras de reunio que, trucadas por HAe
do fundador do imperio, ha :l anuos, cm temo do
nossa bandeira, nimia boje fazem xorlcr lagrimas di
gnslo Mas nh l...runipre guardar uro silencio ino
dcsln; nao venbain cv|iressficsilc dor mancheta me
mura de lempos afortunados.
Pelo correr do dia allliiiram mudas pessoasde fu-
ra para dentro da ridade.
A nnle acbava-so improvisado cm frente do ma
llio quarlcl um buniln jardiin. rnjos arvoredos for
mando ras o passcios, c enlreinciados de flores c de
liizes, apresenlavan nina perspeolva agradaxel
mais fcil de niaginar-sc dn que de pintar-se : do:
angulassolhvain-se fogos do ar coro profUHO, o no
ccnlro havia una como praca, nudo Mra coMocada
a msica, que com seus snns barmunosos mais ale-
grava, se islo era possivel, aos creiinstanles : um
luzido runcurso de povo, inrlusixo ns principaes fa-
milias do lugar, cxrnva em lorun o om lodos nssen-
lidos : pelas 8 horas ns praras do deslaranieiilocan-
larain o liymno nacional, quo fui respundidu cm
curo pela musir, e por muilns dos que se achavain
prsenles, depuis du que o delegado do polii'
don alguna vivas, que foram correspondidos p
lodos.
Porm, meii charo, lio bom eerlnodilado :
lioineni pro|ie, o Dos dispoeO capilao Cambl
J.ic lano soafauoii, para quo o dias o di,
rasiloicosn?ln passa-.e desaporcebido, nad
ver, nein a nada ni-lir : nina muloslia d'nlh
pertinente o imprevista o ronsirangou a ficar cm ea-
sa, assim como a sua evcellenlis-ima senhorn que
taniboin fura ferida du mesuiu mal.
Polas !l limas teguiram para o thealro a musir,
c lodos os que linham de nssi-iir ao beneficie de
l'orraz ( aleijado ) o depois que a musir desempe-
nliou a nuverlun du cnslumc, siibin o pannn, flean-
ilo ptenle rMes de lodos o relralo dr S. M. o
Imperador delnixo de um docel decenlemenle ar-
ranjadn ; cnln, a nrlriz Josuina Jnsepbinii aps una
breve .illocurln anloga ao dia, rantnn n bxmno na-
cional, ilndo o quid desreii o panno, llcando lodos
bem admirado-, por ver que o delegado uln dra x i-
vas a S. M. o Imperador, como he costume em taes
uora.ii'irs! Para remediar e-la falla, boiivo quein
lizesse subir novamonlc n pannn; mas sempre o mes-
mo alinelo !...
Pelo quo. o Dr. L. II. Carnciro da Ciiulia, nao
podeudo sollror quo fn-so csqiiccido o ebefe da ua-
cu em um dia laosoloinne, proforio alguns xixas,
que fiiraro enrrospiuididns rom grande cnlbusiasinu
por lodos que pro-entes OtllVtm : a Jesuina repelin
o lixninn, Ande esle, don oniao n delogado ns seus
vivas.
O Fcrraz lem dadniluas re|irosenlares, o prolon-
de dar lorooira, depois do que seguir BIMlioien-
na. Toni-se tomado alguin Inlerame, nlo pola ad-
miracn que PON causar n que ello faz, mas palo
sen eslailn, que realmente he digno de coiu-
piiilo.
No dia K loniainns a ler folguedo de louro, o qual
ia sendo fatal a umsiiseiliulio que, julgando-so pro-
vavelmente um animal nroelhanleeo oalro, anconi
a peqociia dillorenea do andar sobre dous pos om
vez de qualro, quiz pega-lo mos; felizmente para
elle, quando o quadrnpcde ia lexanla-lo, lalvoz,
mais alto que o scle-cslrellu, nina malilba de lan-
reodore, nhiodo-llie do revec, o rietviou do propo-
sito que Icvaxa, o que todava uln impedio de ir o
bpedo de ventas anchan, e do levar nina sollrixel
paleada.
Ilinilein cnccrruii-se o tribunal dos Assi-es, dei-
xando ainda alguns procossos sem julgamoiilo : fui
um cxcellonlc tribunal, lodosos que lu foram erara
nn- inooeeolet, apena, o relelire Scxcrinu Alxcs
cburbnu mis 11 anuos de prisu e don o.rriiyus,
i.....mil e duzenin. arantes, o O oulro, dous mil e
lautos, n que lanibeni pnde-.e contar romo absolxi-
eio, mornionte so as paredol da cadeia forein lo
bondailnsas quo lexarem os iicnulcs pur elles, como
be fama enlre as ms lingua-, que j.i lem succei'ulo.
Asim marcha osla imlituiro, que foi creada como
so diz poticamente, para salva-guarda de no-as li-
bordados! Este he ibtolvldo por analngia, islu he,
porque oulro lambom o fui om idnticas cireumt-
de-
l:l. Julo
fez as.
II. Antonio Manoel.dem
15. Manocl Feliciano Nogucira. Fgida de
preaos.
16. Jlo Francisco llamos.dem.
17. Antonio Maunrl Fcrrcira.dem.
IH. Bernarilinu do Oliveira Proles.Crime do uf-
tensas pbx sicas.
IH. Mara Bila do llosario4Crime de morle.
0. Auna Maiia da Conceico.('.rimo de uso do
anua dofeza.
21, ibign Jos de Souza.Crime de nnensas phx
sicas.
22. Antonio Joto Alxcs.Crime de roiiho.
\. I'rancisco dn Bogo Barros, Xieo Macho. -
dem.
21. Ilermano Lopes Frazlo.dem.
i.1. Epifanio, eseraxn do Baro de Siiassiina.
dem.
2(i. Bjrardn da Cosa Scralim. Tentativa do
unirle.
2~i. Francisco do Salles.Idcm.
Rom allanr,ulo..
Itoborio Galeno Coelbo.Crime do ofientei ph>
sicas.
Manocl Harllnlanno da Conroiciu.dem.
Manuela Mara da ConeelCtO.dem.
Jns Pereira dn Snitza.ldrin.
A's 11 huras Coila a chamada, irbarani-so presen
les :l Srs. jurados, c .iberia a scsslo forain ahsnlxi
dos daa multas em quo incorrei.ini, por aproscnlar
escusa leeiliinnns senlinros:
Franetoce Ignado Frrrera Dias.
JiiaquJm Carrea da Silva.
Dr. Vrenlo Ferrcira Lima.
Antonio Fianrsen de l'aiva.
Lu/ Gomet t'erreira.
Anlonio LoiGoneeivee Fcrrcira.
lote Anlonio Pereira de Itrilo.
Ansolinu Jos Pinto de Souza.
Franetoce Sergio de Mallos.
Francisco Luis Mielo! Vianna.
Masiniiano Franrseo Duarlo Bigucira
Dr. PedroCavalcanli de Albuqiierque.
Fnriiuiinulladoscni mili- IV-'MKI os que fallarain
nas ses-es anlccodcntes, e nn fui.......n piosonte
tbsolviilot.
Pello o sorioo ro tubmeltido & )ulgimonto o rn
l.uiz .los do Freilas, acciisadn pur parle da ju.lca
pelo crime do oflrnsas pbxseas o ma de armas dote
zas, o depuis dns debates foi rondemnailn no gru
medie do nri. 301 du Cod. Penal, e3 da le de M di
oulnbrado 1831.
I.ovanlnu-se 1 linio at 3 horas da lardo, lirandi
adiada para o dia seguale, as 10 horas da luinhgl
Relacao' dot bapilaados no mes de agosto de
1853, na freiaeila de S. Amonio do Reclfe
Dia i. jiiiiiiua, branca, nMctdaem :~ dcmai
do.io aneo.
<-'*< l '....... ..J.i.i.aaatiiji i.miiim,
dem. Bclmira, bnntb, de 5 metal; de lean,,
dem 17. Mara Rodrigues do NaseimeiiloSanin,'
branca, cuida, idade 96 anuos ; do lojlainniar,i0
com lodosos Sacramentos.
dem 19. Parhcro, prelo de nico, Kravn id,.|.
60 a n nos; de hialdide. Santa Vur.Io.
dem 90. Mttbias, pardo, dtde (tmeics: Calleen
deconvolsoes.
Idcm Casimiro ciionlo, eteravo, dude ti
annos ; etico : com todos os Sacramcnloj.
dem. Franri-roCandido l.misaclii ilcyicp, .
co, casado, idade 40 anuos ; molestia interior*- r' n
lodos os Sacramenlos. "
dem 23. Marlinho, cKravo, idade lo metes' i
leceu de espumo.
dem. Juscpha, parda, idade 1 mcie, rte Mn-
mo. Pobre. '
dem. I uiirenca Maril doNatcimcnlo Feitna
parda, sollcra, idado 35 annos: com lodos osV
crimen tai,
dem 91. Manocl Joaquim, pardo, solloiro, ,,i,.
de i5 anuo; dediarrha: sem Sarraineiilos.p'ort
dem. Jos Anlonio Mondes de Araujo Oliveira
br me n. sollcro, idade 49annns; etico : com tofo
os Sacramentos.
dem 27. Manoel Fellosa, pardo, idade 5C anu-
de urna chagn na periin: tem Sacramentos. Pobrt'
Idcm 29. Joflo Ferrcira Lima, pardo, solloiro
prezo, idade 28 annos ; etico: eom lodos os Sacra',
mentes. Pobre.
dem 30. Iinnci.cn Antete da Silva, branca,
casado, idade 35 annus; de alaques nervosos: re-
ceben a Sania Unsao.
Au todo 97.
Sanio Anlonio do Beeifo I* de sclcnibrn de K,
O vigario, l'enancio Ilenriqucs de llezende,
REFARTICAO' DA POLICA
Pane do da 14 da aetembro.
IHm.cEiin. Sr.Partccipu a V. Exc. que ,|,,s
partes boje receblas ncslu reparlicn, ron.ia icr
sido preso: a iiiinlia ordem, Anlonio Marola, para
axeriguires puliciaes; c a urdciii du rabdcliaQo
da freguezia di S. Jos, n crioulo forro Sevci uu, M.(.
noel Pereira, |ior insiillns.
Dos guardo a V. Exc. Secretaria da polica He
Pcrnanibuco 15 ilosolombro de fK,:l.lllni.eKini.
Sr. eonselheirn Jos liento da Cimba c Plguelnjdt,
presidente di previnde. O desembargadnr, Cu-
lao Jos da Silva Santiago, ebefe de polica m-
Icrinu.
branca,
lu m.....
idade-!
nucido
.'.. Amelia
Mareolini
Sanios OlOM.
7. Felicidado, preta, eterav, ida
Jns, luauco, nascido cm 9
nns e mein.
SI dejiillir
lo 7 mozos,
lo jolln do
dem
dem
de isiti.
dem
dem,
correnlo
dem, Mara, prola, nucida rni30de inao des-
le aiinn.
dem. Maril, branca, natrida em 21 de desemlirn
de IH..I.
Idcm 10. jiianna, parda, na.rida cm II de abril
deslo anuo.
Idcm II. Frederiro, pardo,
IH de julio, de.lo aniin.
dem. Solero, prolo, escrnxo
iibiil de.le iinnii.
dem. 'I'buiiiaz, prlu, escrax
marro deslo anuo.
Idcm. Sabina, branca, nasrida em l dosolonibrn
do 1838, Sanios Oleot.
dem. Aurelia, hrauon, nasriila ero I i de marco
do correnlo anun.
dem 15* Mara, parda, idado 3 mozos c mcio.
Maril, prola, eseraxn, na-rida un O de
in nn,
Joaquim, brinco, idade 21 innot. San-
oscravn, nasridn om
iiisridn om 22 do
nasridn em 7 de
branra, iia.rda em 18 de acos-
lem 18
jiilbo deslo
dem 19
los (Heos.
dem. Nconr
(o de IS.12.
dem. Ambro-ina, branra, nasrida om.'lO dmelo
dn correle mino.
dem 211. Amelia, branca, nasrida eni2ti de abril
de IK-rJ.
dem 21. Anlonio, brinco, nasridn cm I dejulho
do corralo anuo.
Idcm. Olimpia, branca, idado 2 me/os e 9 das.
Valeria, parda, nasrida no I'do abril de
urque uulro que commellcii un
anda passeando, epassepor I
lan i,i- ; aquello, |
riiiui' -onielbanto
minio bom.
A proposite, o Momos manda ilizer aos jursron-
sullos dabi, que acaba-M de fazer urna ilcscohoi-la
muito eronomira : um niesiiiu individuo pude nrru-
inularos Itigarrs dr juiz de direiln, juiz iiiiiiiicip.il
c delegado de polleie !
Itralmenle, em um lempo como osle, em que fal-
lan! liomens para ns lugares, c nao lugares para lio-
mei.s, foi osla uini dosroborln mar.ixilhosa que,
sendo aperfeirnada, romo riimprc que seja, pode
Irnzor grandes xnntagens ao paiz.
Confr-sn que em Iheoria |ioilor.i alguem ni.ii- i.a-
bugenlu embicar; mas desali a este, caquanlos
quizerem para a [iralira, rrrlndc que lodus se da-
rn por vencidos.
A experiencia etla feila ; nn lio porlanlo nina
eousa qucesloja pera xor : o Dr. juiz do direiln des-
la comarco, leudo presidido no jury pur dnus dias,
don-so por impedido, paitando o everrirjo do lugar
aojuiz iminiripal supplonle, que be o mesmo dele-
gado de pulira ; o o.-lo aorumiilaudu os tro. lugiret
de juiz de direito, juiz municipal e delegado, a lo-
dus den expediente snlsfacloriamente ; he punta ou
rabeen'.'!!
Seja qual for a considerarlo, que eu lenhn pur
qualquerpessna, Miente que em primero lugar es-
l a obrigafio que conlrahi, do o nCorniar com li-
delidadc dos faclosque oceorrercm nosta comarcq, c
rhegarcm ao meu couhecimento ; porlanlo, llque sa-
liendo que l para as partes do S. Vicente existe um
inocti chamado fulano dns Anzues Pessna, quo reu-
iiinilo urna Doren du gonle, Irnla de dar-lhe urna
organisac,o militar, fazendo-a enmparecer a exer-
rirn-, lxi.bs, jfC., a Inqiio de cnrnelil Dizeni
que lora remido om iiindesles dias, masque M os-
ripn, delxando a eiirueln ; quo se avonhain com
elle cotnopoderem.
A exrcpcn disto, eoinarrn goza de Iranquilli-
dade.
Fr.inrisrn, pard
rsula, branra.
i, nascido em 13 do agosto
nascida cm ldedczcm-
, idade ti mozos
nascido cm 2"
nateide
le
cm 27 do
> de abril
em 27 de
dem
1852.
dem
do 18,2
Idon
bro de I8',l
Idcm. Maria. parda, enm 7 anuos de idade.
Idcm. Foliridado, prola, cstrava, idado 7 mozos.
Idcm. Marimba, parda, idade 8 mezes.
dem. Diimasia, parda, esrraxa, nascida em II de
dezenihrn do I8'i2.
Idcm 27. Antonio, bronco, nascido em 88 de
ilezombro de 1859.
Idcm 28. Vironria, parda, nasrida ein 5 de abril
de 1859. Sanios leos.
dem. Malinas, prelo, escrav
Idcm. Piavlo, prolo, eseraxn
maio do crrenle anuo.
dem. Augurio, prelo, oterav
maio deslo auno.
dem. Silvana, prola, idade 3 iiieze.:.
dem. Clauuinn, branca, nascida no 1
deslo anuo.
dem. Ladislao, pretn, eacravo, nascido
jiinbo do crrenle auno.
Idom. Alexaiidrina, prola, nascida em 3 de ju-
nio- do 1858.
Au Indo 117.
Santo Anlonio do llocifo I- do Miembro do 1853
( vigario, renuncio llenri'/uei de Itezende.
Relacao' dos obitoa da fracnetla de 8. Anlonio
do Reclfe, no mes de atalo de 1853
Dia 2. Jos, pardo, escraxo, Idade mozos j de
losse convulsa.
Idrni. Maria Frannsra do ('.armo, branra, viuxa,
idade 75 anuos ; de molestia interna. Pobre.
dem 3. Joan, pardo, idade (i mezes; de e-pasmn.
Pobre.
dem 1. Manuel Eslovlo do Nascimonlo IJuinloi-
ro, idade 13 anuos ; do molestia interior : com lo-
do, ns Sacramentos.
dem. Francisca, prela, rsrrava, idade 9 mezes.
Idom 8. Anua Joaquina, branca, xiuva, dc'.KIan-
nos ; de vclbicc : sem Sacramentos.
dem. I.uiza, parda, idade O anuos; de inflain-
inarn. Pnbro.
Idom 9. Maria, parda, eserava, dado 8 dias; de
espasmo.
Idcm 12. Joaquina Maria da Conceic.lo, parda .
sollcira, idade 10 anuos; falleceu do molestia do
pcilo : com Indos os Sacramenlos.
dem 15. Mnlliildos do Freilas Coulo, criouln ,
solleira, idade 22 anuos ; do molestia do peilo: com
lodos os Sacramentos.
dem III. Aguslinho, hrauco, idade (I anuos ; do
espasmo.
dem. Servlo, crioulo, eterevo, idade II annot;
do inllanunaco : sem Sacramenlos.
dem. Knxmundn. crioula, eserava, idade 111 au-,
nos ; clica : com lodus us Sarramenbi-.
DIARIO DE mtMlllilCII.
vapor Imjieratriz, cnlrado lionlrin da jtorf.
ilo norle, Iroiue-iiOT rjizcIh do Aina/oiia* Jilo \}
ilo |i nhlo .ili:lodo Ccaral 10.
>"a ridade da Barra, senta a popularSo r.iflj
de rarne verde, pelo t|iie resolver o ImperiArda
Ihrsouraria piVr em arremalarao nacional do Itio Kraaro, alini de me M DCgorlia-
le< pudoatm ler OCClflSo do servir o paMico, *m
deti imenlo ilni seim Intercsses, e M rom nrohabili-
dadede lucro.
lio um RMppl enviado no coverao da pTOVlnra
pelo missionario l-'r. Grogorto Jos de Maria Benp.
COMUtVI 'i"1' na aova misslo du rio ll.iupei>, l>.iplj.
saram-se daranlo o seuaado trimeslir do rorictiie
i
aono t(X lodiot) sendo V do seso masculino, di
idades do I a 18 annos, e W do se\o femenino, ik
idades de t a(>7 annos.
Em Iti'lem leve lucar, no dia 15 da Motilo.
a abertura da asscmhla provincial PlroeMe, qne
conliiiuavn a funecionar com reunlaridailp, oecv-
pando-se do varaw projeelos sohro obras pobUVte,
deuproorlacooi, Barogtlo i vapor oaboUr>4e
cortos impo4lns, reclamada pela Indusfrll di ln>
vincia.
Tloha sitio laucado fcirn lai|nolla corporarjo
cooogo Eugenio Antonio de Oliveira Pintoja, \**
arhar-se coademaado como prevarcadur pelnjuii
de direiloila secunda wira, Dr. rrancisco im hur-
lado.
No dia cheu'rn a Itelem, proredenle do Ama-
zonas o vapor mO Segro, condnziiidi asea Imntn
o Exm. prolado diocesano ; o lo no dia I.ium-
ra para Camela, levando o mesmo prelado e ni
l'",\in. presiilcnte da provincia, c runini,unanle 'la
armas.
No mesmo dia o Ilr. Francisco da Berra Carnelfi
enlrcuna ao Dr. AHOfMO Arllmr de Almrida e At-
liiiijti'-i'pii- a polica da provincia, pMModo o l>r.
Amhn.zio l.eitio a oceupar a lugar tlesle a I." \a-
ra do crime com ptrniInSo da asscinhla provin-
cial.
O Diario dn (rito PffnieTO seu numero du |t>
do passado, noticia o scuninlc :
i O ofllrin quo em seuaida publlcamot) lU COO-
la de um desses casos mais etlraiudiaatios, ipic [.-
dem loccodor na nrdoni social "-Custa a eror rom
um liouiem pude dar um golpe no propcio \eatn,
Miar os Inlestlnta, coria-lns o depola allra-le a
soldados! Entretanto assim aronlecen era Hica-
pi a 10 do mez | >r > x 11 n passado. Eis o ollirio.
a lllm. Sr.I'm aronlerimenlo nolavcl le,clu-
nar nosta villa Itonlem pelas 7 horas ta imilp.
Pelldano deSouu (il llnha amescraw**
noraeJoAOi fimido acerca de cinco annos ; p p-r-
que tlveaaa nolieia de que varias volea <> esrrm
vinhl villa mnnir-se do que precisava, mata
anle-honlcm, qac elle e eslava, e ipie itera ihim
arma l rmirerlar para Ih'a enlreyarcni cm rerli
Itlgir to sele horas da noile de lionlem. >iil |-
de-me auvilio, c com qualro praras, que reUaeri
para Iho dar, rercam ^ucar rom mabdOUtpa*
rentes, cachan) o neijrosuhido em nina minduci-
r, munilodc nina faca de pona. Vendo ORO'
ero quo I saa prislo era cerla, drpois de MU 10
ulior instar para que dcscesse, suirida-'e, dan-
ilo um sraailc tfolpc no hn\o-vrtilre, |Kr oinle
Ihc sahioa maior parto dos lnleotlno*i qnodepoii
de eacoado em san cae, c de ler rorildo alguiM
podaros tas tripas, com qno lllrivl aossuldailt
cihlo no chao, omais nlo ec tovanlou, |eorcmai
fallecen polas horas da mesma nolle. O flOI
participo (1 V. S. pela uhricaro que me da t
art, l&dnrogulamonto n. 1> do :M dojaauri
do I8W. Heos uarde a V. S. I>elencia dan
licia de Marapa II do julho Uc 1KVI.lllm. Sr.
Dr. Francisro da Seria Carnciro, eliefc de poli-
eia interino desla provincia. luttjento Jote de
.Iriludelegado de polica.
'Quinto ao .Maranhao rcporlamo-nos a ninni-
riosa caria fio nosso correspoadeale, que vai exau-
da em lacar proprio.
No Cearii ahrio-se nodia |. do corrcnle i a>
semlda provincial, ruja insioria uioslravae lio-iil
ao I.mii. Sr. I'r. Vilella, ao mesmo puno que IH>
hein o Pedro II dccidia-se a guerrear alicrl.imcnie
a ailminislrac.rio de S. E\c, alias suslcnlada pfl*
Sdi/iuireina e ('forense.
A MgUrinCI individual ainda sotliia bulaaW-
menlc nessa provincia, como o alleslam as secaiiii-
nolicias quo Iraiiicrcveino* do l'cdro II e fW-
rnuw.
ASSASSINATt).
No dia I ilo corrale, as 11 horas do dia |">U'
eo mais oa menos, Jos Ignacio, cnnhreido por .!>
ic PreW, foi assassinado na praia desla cida.lr, [>f
Icnacio Ironiincos Tavares, conhoeldo por lunam
rnlialifra. i) motivo di morle oprntu-noa Urujj
esle. Tralo o assassino conviilado a um Bobrilial
lo morlo para aluaa-lo, c recusando-se esle. bl I*
is-o espaucadn.
<( Na ocrasi.loemquc vollava o menino para ff
a, riironlrou-sc com un lio. inarinheiro da tan*
;i do Cesar, do Aiacotv, 10 qual romaianicnOM"
corrido, o enllo o morlo, que ae diriga pari^em
'idade, coalinuaialo o sen ramiidio depirou IU*1
i elida com oassa*siuo a quem alias nio coiiliecij*
le ruja presetira foi provenido yelo menino ; |>f**
|ni paatando a perganlur eom que lotorldule
va c slicado o menino como so mo livesseeslc pas
00 peasoas a quem elle podesse queixar-se, re*[""'*
deu-1 he sem mais arm mais. coinuma facada deflw
Inatanlaneamenterallecou por ihehaverpnien.ii
coracao! O menino lomhem licou com os dedal I*
ma mao fcridosd'uma facada quceorrou-lhe |""p*'
um laMMlno M proferir as palavras,foi este l|rt*
mem que me dru !
ASSASSINATOS Ainda nssiwinalos ^",**
me Oros! Escre\em-nos de Miss.to Vclha o ***
guinlc:
Sinlo coiiunuaicar Ihc qac ainda nos iiilu'"
dias do mez de julho, houveram Iros MaaomM*"
ucsla desgracada comarca do Cralo, no dia m2S< I'"1
no Cralo, disl.mlo da villa duas leguas ; im cha i
oulro dentro desla |Koac,So. e oulro denlrooa "'
la nslo aconleeido na proviacia de Pemanihu'
marcii ila Itua-Visla, quo foi pralicado il
seijuinlc, segando me referen, :
Um mahado ohricandoa un seu lllho nicuoc
motilar um polio hravo, c calundo O inenin". iej
Ihe una surra, o ohrigou-o a motilar oulra ^',,
dn non a caluro menino, e o cruel pai livaieg'
da \ezcasligaado-o, quando um vizinho Ihe <"*
o inelhor he que voss mate logo essa crian
do que oslar awim judia-la ao que rc*|.....
o pai pois se he essa a duviila, veja, c pee
enanca (telas (ternas, quchroti-lhe a rahera t'1'"
pao ]
Ico -O de acost.
No din li. do rorrete, no lugar CVafop*
caminlio di l'ereiro para t Ico. -nhiram de una r
hoscada uns (utacos de indiviiluos armados, ealarJ
rain urnas (trabas que conduziam Iros presos que |
oein
nMI
I


mu
o
,o liiiliam Ido responder ,10 Jur.t 1101
ara I cadcia do
i niorrcr 11111
,mc a inlini ,,. , ,, viuda posando ocavallo,'le ""' I"1-,"
"" 1 soldado gravemente fondo com UBM ba-
""cuma honoroM Minada de tocSo era
11"" hombro: e julga-se alo ier poasivel
""'' Morrou um din presos <|uc v iiihain a PC,
'""'!! o un do raeiaerai que alaron. O Joaquin
''"r ,.iedlio o quanlo foi possivel. No da sc-
'!"'le""1'1'11""" |ia" l'"""' """ Jo M ''"'
'-'",'|i."l'r.ir.iisco de Araujo Lima vinlia na oc-
". jo alnque, porcm mais lomjo do preso, o
'',',",' para O l'crciro onde lamben c aeliava o l)r.
iVj-li'--1,|i:i" epteSOqM vinha a entallo e mais 011
"" j 7ia de saber do assassinnlo I niviiailo d* Cabtoio, Florentino do Alhuqucr-
mwmwiI...... Um Ial Pranelae Nuao* alaaon a
L.iirio de iioile. 0 arrombnu a casa do subdclega-
u-o! 11 Auloridadc -..... fdrr.a, nln Icm
1,11 lidad* nlii a merco de quem quer
laeaoai
(rila, c 1
"mercado da capllal da provincia rettenlia-so da
,lii de 1,mola, aqual, leudo escassca.lo, j, se a
,,,',.,., i;UK)rs.
Vi reir de 21) to pausado apparceeram i.V) cali
,- do galo, oujos preces rcgularam de I2900U'
Ugoo 1. __________
COMMERCIO.
pr ua IM RECIPE IS DE BETBMBBO AS;l
II0HA8 HA TARDE.
Cotocfies olllctoes.
,,.....|0obro Londres-a 17 :i|l d. 60 9d|
I caita ferragen*; a l'onialoaii.
I dila luvas ; a K0II10 i\ Didoulac.
I ilila* droga, rido o vidro*; a l. I', dr
Sou/.a.
18 (lilas incrciarias, conserva o objeclos para cs-
criplorio, t ditas perfuinaria, &c, &C., 2 dilas por-
cellana ; a l'oidcl Piulo A Compunliia.
Ilriguc escuna nacional Laura, viudo de Mar-
alo o Cear, consignado a Jos Baplisla da l'onsc-
ca Jnior, inanifcslouo soauinlo :
l'J'iisacca* arroz, 1 pauciro farinlia d'agua, I
parole rede, 18 cafen vasias, I dila rap. I barril
ulen ilcropaiha, "28 sacras casl,inhas, 2 polaco de
ferro. I lula, o I encapado rarlnhn, I cala fajen-
da, I vcrgallio de Ierro, IS sacca cafo, .-> dilaa
ilbo, 8 dilas carnauba, 100 taquillas, I fardo 1uu-
ros milidos, a ordem, I caixiio doce; n l>. Al ves
Mallicu. _, ,
-_> sacas IITOI ; a P. Anlran M. A.
SOuccaa milho : a J, R. l.asoYrc A Companbia.
T ealia redes ; a I.. I.oconlc.
S nocaa de cabo de cairo; a Novaos & COaapa-
j c'alsolinho com cyllndro para realejo; a /ot
Baplisla da Fonatca Jnior.
i cala hiendan ; (.raro o. Compendia.
7 cala hiende, I podra de maman ; .1 l.uii
Antonio de Sequelra........
I barril peive; a r.F. dcAlmeldaP.
I calila carne ; a II. G. de Camino.
I calile quoijos ; a I'. Ignacio de A.
CONSULADO GERAL.
Rendlmenle do da 1 a 14.....:i:7".v--':i:i
Id.'i do dia I"......... M690I5
nrrenlc
obra o llio do Janeiro!
mil
l|W
|j
lo Ma. de 30 da(H|2|
IM I
l,v
(Milu lrado.....
1 o mascavad
irroba.
Al.l 'ANDBtiA
Sldi.......10'......'1|*
,.|inl"'li '.....
ailelroia WSOr*.
iiar l.sorle a iftn,
l"1
Illl:i7..nll">
8:'.IHI-ii.ls
120:1088
1:01*118
Tlrlini
Bogue
I.. ,1
; arregamholi I6d uiroi AepiratU plpaa com vlnlio.
animalI Mitramcrcadorias.
Importacao'
Vanar nacional Im/eratris, viudo dea portea do
,..ic ni.........lonoaegulBle:
L'imIussalsa, I aacca caeno a Anlomo ile Al*
,i.|.....'i.....& ,
I ...mili: a Aniorim limaos.
HlMCCas: a Jos Anlonio b'aria Barbosa.
|n -acra-; .1 Tasto limaos.
I, .|.. f.illia; a J. II. I.asserrc ,\ (..
I, ,1V....., 1 marradoe,l cnibrullio; a Josc Anujo
Ii.mi llanii.
I raiva: Manod Joanuim Ramosa Silva,
1 i.iiriri; a KranclacoJoad l.eiic.
1/, Miera franeeia, vlndodo lia,re, con-
,H,li a .1. It. Las-crreiV C. manifcslou o se-
M liirri, o VI neiiis dilns maoldga ; 11 llosas
na &<'..
iii,.,i\i- lerido de algodao. 1 barricas qoeljos,
caitas iiinlii-dealu'-laoc seda. 12 dilas chales do
,,,,15........1.1; a Sobapbeillln t\ C
Viii larris oJilmeioi diloa maulein, I cala pa-
I branro, i dita aeda, -' dllaa chapeos de sol de
..u. dilns chapeo do tolde seda. 2 dllaa pan-
h 1 dilas pello preparada, 8 lilas mola, I cm-
adlinanioslras ; 1 N.O. Ilicb.r ,\ ("..
11,1 inri 1. eHO meios dilns manlelga ; aC. (.. R.
birrir meiotdilos inanleiga; II. Gibton.
s.....iosbarris inaulciua, I cala arreos, dilas
11, I carro, I dila perfinuarias; a iirdeiu.
2barrica quoijoa ; a V. Guilon.
bu barra o rl meios dilos inanleiga, I caiin 1
.. ibiImiin-; aJoini.lomPalor&C.
lcoslos rbainiMgne;aMc.Cnlmnnl i\ C.
1, da panno, :IJ dila leeidot do algoilflo, I dila
11,1,1, dcsela para lnMiieni. I dila peruiiccs para
.',. iiiiH, 1 dila roupa, I dila leddo de algodao e
,., a,lila chai.....de rolda teda, i dila cenlos
, lia c sola. -' dilas toda, algodlo e Ha. :i lardo
ulosile IA.i calgodao, I cala cuscos dofellrn na-
rkansr, I dita teila, jdllaa leeidot de 10a, I dila
I.....hriillinsaiiioslra; a J. bollero. I'..
1 leci.lo- de algodan, :i dilaa leilat, '-' dilas
le sol de tlgodM.d dilaa pellos o bolees, 2
IHVF.HSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia I a !". ...
Exportacao .
AcaracA, palaclio nacional timtltiri^ de lili lo-
Heladas, conduiio o aeguinle : dd lardos c paco-
lea diversa*mcreadorias, 110 calase su raliocs fa-
tondat, lij b.iiiicis fariiiba. 133 barril plvora, !"
pipa. 0 S ballis vlllllO, I- dilos cS ineias pipa \i-
nagre, 2H gigo louca, l.', barris ocaiiBl ferragent,
l:i(ibarras de ferru. I", calios e barricas miudezat,
:Mi barricas eniadaa, Is cunlielaa aen. I."> sacras pi-
ineiiia, 12 dilas alf.ucina. i barricas crvela, JH o
|rj barria mantoga, -*s ranas uliao, IJ barrieaa
genebra o licores. I lOduiiaa de coros do 1........2:is
Miluiues diversos objeclM.
UECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS liE-
RAESDEPERNAMDL'CO.
lien Inneiilii .I., dia IS...... 81
CONSULADO PROVINCIAL.
">dc ngoslo prximo passado. e da 13 di
niel Icm de comprar o objeclos segundes
l'iira ti 9. Iialalhio.
Panno verde escuro, covadotM).
I'ttrao 1. Iiaalhito dearlilliaria a pe.
Panno azul, citados l,70il; sapalos, pares 101.
Para o 2. de iti/jitlaiiti.
EslciaslrKMI; sapalos, pares 1(>fiS ; baudeira im-
perial de soda I.
Para 0 II. balalhin de n/'atiluria.
Sapalos, pares 355.
Para o arsenal tle atierra.
Panel carluxinbo, resmas 30 ; sola curtida, meios
100.
Paran tompanhia fi.ra derarallnria, de ttrli/ieet,
meiti litilalli'tti de caradores da prurineia do Cea-
ni, cntniauliia ira da provincia da Para/tilia,
2,eH tle iiifantttria.
Algndaounho, varas l.'wj ; boneles redondos pa-
ra remitas .VI ; boneles compriilos paca o 2, bala-
Ih.'in de inlaiilaria :\2 : bonete cmpralos para a
companliia de arlllicea 70 ; biiin blanco liso, vara
1831); boloes braucos 1I0 lisso, ilui.is WRI; hote
prclos de ikto, du/ia* 788: baudeira imperial dese-
lla I : easemira encarnada, eovadea 17; capa debrim
para baudeira I ; capa de oleado, para baudeira I ;
esleirs de palba VKi; gnvalatflO ; baslc para lian-
deira I ; lipis, diuiaa 1 : mantas de l.a .Vi ; hollaii-
da 1I0 forro, eovadea 770 ; penaclios ile Ia para a
coinpanhia de ca Val lar la :tl : pecas do lilas do loa
para lilbaa 1; panno pecio, covados I.V 1. ; panno
a/.ul. eov.idos.'ij; papel alinaco, resmas 10 ; papel
de peso, resmas IJ ; pelmas, ceios8; sapalos, lia-
res I3J.
As pe-soas que qoixcrem vender laea objeclos
apreaenlem as ium propotlas em carias fecbnda, na
secrclaria do conwlho idminislralivo, ealabelecido
no arsenal do guerra, na 10 horas do dia 22 do cr-
lenle mei. Secrclaria do eonaelho odminitlralivo
do arsenal de anona II de selenibro de IKi:!. J"'
de llritn ltale-,, coronel presideule.Bernardo Pe-
rda do Carino Jnior, vogal c secrelario.
3
HM
rl Jo meollo, munidos da aiuoslra, e pro|HMlas em
que dedarem os ullimot preeos, e quera os fiadores.
1) ahaivo assignado, colisuldo Porlusal liesla
Iirovivcia, pariieipa a quem poo iulercsaiTi que
10 elle .irliMlnienleo procurador bstanle no-la cl-
dade, la Sania (".asa da Misericordia de Loando,pro-
vineiade Angola, quoseachalagalmonle autori-
sado pira a rubranea nao s do foros, laudcmio c
oluguls de casa, mnsde quacsqurr nulro rendi-
n'cnUs que possiun perleucer mesilla Sania (lasa.
Pelo cue pede o lodas as pessoas que a Ial roapeito
leiiba n a tratar, bajam de dirigii-so nos dia ulci
ao consulado de Pocluttal (casa n. l, ilefroule do
Trap'clie Novo), as horas do scu expediento, das'J
da ntinb.la, s 1 da larde.
Joai/ttiin Bapiitla Morcira.
Consolado de Portugal.
Acliando-se pelas iilliui.is dltpooleSe rculamen-
larcs rompelenlomenle aulorisado o empreados
consulares deS. M. Fidoliislma,aredigiremprocu-
laeoe-lia-lanles.escriptiirase oulros quaesquer con-
tratos mi documentos publicoaojue Icnham deservir
O fazer f em Pnrlucal o seus dominios ; assiin o fa-
ro constar a quem convicr, e convido a lodos os soh-
dlloa (orluguexea residentes ncsla eldada 011 que a
ella vierem, a quem sojam uecessarios laea do-
ciimcilos, para que se dirijam a esto consulailo rasa
11. (i, Icfronte do Trapiche Novo, lias horas do son
r-ipcdiriile, das !l da mantilla is 1 da larde. Consu-
lado ile Porlugal em Pe iiamburo. aos 1:1 de agosto
de 1853.Joai/iiini Bapltit Mnrelra.
IM ordem do Eim. 8r. director geral da inilnic-'
rilo publica, faco sabor a quem convicr. que csl.i a
roncuno cadeira do Inslrueello elementar, do
prime ro grdo tU1 Cruangi ; com n praxo de 60
dias da dala deate. Hirc loria geral :i do seleinluo
de 1833.Oamannome nrcblvrila, Candidot'tula
auio Cenar d Mello.
iie ordem do lllm. Sr. capillo do porto, se ra
polillo) paia conlieciineiilos de lodos os prnpri
A cmara municipal do Rccife manda pulili- rioa dos einliarcaeooscinpreead.is un Iralico (loa rloa
.11 paracoulteeimenlo de lodos a pottura nddicii........aM'^iyisiie-ia proMmia, que em virludj
iliaivo transcripta, approvada proviaoriamenlo prj
Rendimenlo do dia I a II
i le,a do dia l.'i ....
I:.HJ">8
governo da provincia mu '.I do .....rente, a qnal da
publicacilo deslc em di.inle paisa 11 ler evecico.
Paco da cmara municipal donecife em aetsSode
11 de sel.....Iiro do I8S1. na '
presideule. No impedimento di
enil- Uanoel Ferrelra AetloU.
Irliiin addirinnal tpoilarat.
I'ica prohibida a pralica do seronduilrom cada-
veres, quiV para as Igrejas, qur para o cemllerio
._ em carros de qualqiicr naluic/a, destinados ao 11-1
' I publico. Por rada inflaei;:lii |Nlgar< 0 plopiielai ii
boira mi -en administrador a mulla de 30!
dr Capibaribe, |Jj '< -emelliant
.eerelario, o olii
ris. 70e76 do rcgulamento das capilanlaa deveri
solicitar as lieeneas auliuas. e 11 arrolameulii d
lilas eniliaivaees. isln 110 pra/o de itll dia-, flml
quaes so impori asmullasaaipiollesipieileivarem
Incunienlos. .Secrclaria da ra
pilauia lo pnrlo de Prniaiiihuro S de seleinbro de
853,No impedimento do secrelario,
J0S0 Haberlo tugarlo da Sllta.
Sevla-feira, Ifido rorrento, donla da audiou
cia do lllm. Sr. i)r. juli dot fcllos da laienda, a
hora- e lugar do costuiuo, ha arremataran dos se
guinles i-eos pcuborados por eiecuollc da razendi
priiviuei.il, contra diversos da momia, por venda
MOVIMETTO DO PORTO
entrado mi dia 1.1,
, barca iuelo/a fahamian, do
tpi.m E. Cnrkhill, cquipaaom
do pedia ; a Dcnno Y011I0 t\
I rah
fitas i
1.. I en
mina.
:. li 11
ildit
lililil
.lidu
...il
I dita camisas,
.....ui-tras; a llr
J ditas pannos o se
hu l'raeger&Coin'
vi meios ditos inanleiga; iT
vi meios ditos manloiga ; a
Ba
ii
lllllll'iosdllo
inanleiga
oolsola
a I). A. Mi
, I emIn nllii
i 1.111.1 |iailllil de linho 1
i.i.ii.is ;a C.J. Aalln \ I-
Kl larri c i' meios dilos......iteiga ; a Sehramm
i,,i..|i, '.
traiviicamisadoalaodSo o perfumarlas ; 1 L.
aill.
iiii'iui.e j'i meios dilos manloiga; a Ins-oli-
l.iiva. ii.li.i-. I dila espllelas, (i dila chapeos,
lillas turulos do lia. I dila ignora-sed barril oleo.
ralla paia lbaro e meios, I dita ebinellas
.1.1.1.1,., 1 dita ineias oawreia/iaf,3 eaiaalnuca,
.lita lirinqucdes do meiiino e esporas. ." .Idas pol-
s|ne|i.ir.iila., 2 1I1I.1- ea-lieaes de coinpcsieAo, 2
m-.Iii....... I.....oles.ele.. II ditas papel, 2 dilas
illa-,.....p.i, etc. ele. I dila bengala* o vldrot,
..-cu linho, 2 calas cJiapcoa de sol o bengala!, I
la encerados, I dila drogas, I ombrullu) amostras;
I., la.....me l'eron iv i'..
r.nv.i. iliapos para liomeiii ; a I). Ilesliliean.
.VI barril c .V) meios dilos inanleiua, -Jraivas alll-
l..| dilaaleeidns de algodao, I dito plumas o
n, c Jila calcad.., J dilaa cliapcoi da sol de al-
ijo, I .lila clin I.....s, I dita cseos para clmpcot, I
1.....ciciarias. 3 dilas perfumaras e papel, I
lia chapos do seda para tonbora, 2 dilas palitos, |
huios p.u.1 cliapou o ferragcn, I embnillio
anlras aula Freres.
.aivas raleado, 3 dita torillos de algodilo, 8 di-
ln|ie,i. para honioni, l dilas romo, c pellos, ti
i-, I caivas chapeos deso de algodAO, I dila
leus .lo sol de seda, I .lila chapeos para senhora,
I lila lencos de algodn, I dita sedas, luvas e beil-
1-, I .li'.i arinaciicsdc tollina, 2 dilas ra hinihos.
1,1 niiiide/.a... iscovaae per fumarias, I dila hen-
1-. piula llores, perfinu.irias,ele., 2 ditas ineias.
iia imillas, I dila lasos, vidro,. linda, Ole, 3
asedas, I dili......ule/as, I dita oouroa c livelaa,
11I1I.1 litros, u.d.ies, limas, e-pora-, bengalas, etc.,
lila .oda, loquea, luvas o bolee, I dito arina-
r-. I dila bijiuileiia, I dita porreilana, I Jilacy-
idro. 2 ditas calr.idn o pellos pieparadas, I dita
rutinarias, I dita bijoiitcria deoiiro. I ombrullio
iwlrai a I'. Sanvage iS, C. ., ,
Jcuva. couro- cinerni.adiw, 3 dllaa cenlos de
..... Lia, I dita pollos de porcu, 3 dilas pellos
i'ii.u.ida. e papel, I dila nlco ; a Domen* l.eclere
1......i'anhia.
I ...na- piainios; a .1. Vanos eV <'
.'iiii-el.....dio em laminas, I dita rnluliw. I
la mineral a Meoron & C.
-'..uvas le. idos de algodao, I fardo ditos de Ua,
aanilarainalelati, I caita acido sulphuriro, I
lilaariih) ntrico,Hdilas vidro, 8 dita porcoll*-
a, i dilas carraca, I dilascourot, :! ditas calcado. I
iia.iliia.ilelollia, I dita louca, I dila merciarias e
bjeclosdtsiniuciro. I dito miudexai, I ditolnalru-
aleadamsica,, I dila acido sulfrico ntrico,
d.....bonaso leiiameiitas, I dila chapeos para ho-
aan;aJ.P.Adour I lu Til e 1 caitas objeclos do moda ; 11 II. Hu-
ndan.
mo-
ias c li-
lilr.iit.is tcciihis ile seda, vesliiario, pannos
is,ilij|ini. para bniiieiii, ponle, perfumar
ToijaL. A.dcSiqueira.
I 'aita cliapos, sedas, bonele e lilas; I Kou-
eafia piano-. I dita meins de llgodao, 3 ditas
lio"'-, ihapus de solo lenlos. 2 dilas chapeos
IB lii-ini ni, I dil* rambraias, lequcs, iS.r., I dila
d-s;aV. |,se.
I 'iva caiidiciios de cobre, I dito obras de hron-
I dila -oda s, papel de musir, IhjIICIcs c I......las;
A. II......,1.
1 ral .1,....... bordada*, 10 ditas sanlinlia, i la
I In nlns de alaodao, t^l fardos papel. 100 aeca
tilo, Itm haiiis o loo meios ditos inanleiga, H
** TI ineias ditas vinlio linio, 30 barri dilo
JOCO, li barrislinho. 330 restos rrrveja, 12ineias
"iasda. :u; caitas quoijoa, 1100 gigo hlalas, 10
''" ..malas tasias; a J. II. Lasscrrc ; Cum-
lllil
I eiiu pannos, I dila camenas, I dila agua de
"lonia I dita floreio clmiiosde
Wb.
|lCos deso, I einln 11II111
a II. lii.ii.i Aiu.
as camias o flores, 2 dita calcado e couro,
irriio o nimia- ; a E. Hurlo.
us objeclos para csrriplorio, Itero* e papel.
a
lj*iu Ujoulari* hba, al dilaa vidro*, I dita pal-
iurroi|iiiiu,o .lilas rumo de filelas, 2 dilas
'"neldos, fXo, ctC ;o J.'ll. Hciirker.
le-,I,
Liverpool"il di
18 lmela,las,
18, carga can-;
Comp.....in.
Plumo73 dias. brlguo ingle/ .Ihrahain e Snrnli
de ITii.....eladas, capililo W. II. s. II. Robinson
equipagein 7, carga l'arinha lo trigo j a N.O
Itielier ,'\ Dompanhia.
Pai e porto*inlormediosI i dias, o do ultimo por*
lo IJ horas, vapor liitnrrntriz. romnianilanlc, "
I, lenente Joaquin Salomo Ramos de Aievedo.
Passaeeiros, D. Calbarina Emilia do Mocedo Vas-
coneellns, i) prelo forro Joaquin Francisco di
Maccdo, e as pelas lorias l/.aliel el).....Inga,
Huilln/. Willaur, Braulio Candido .Mondes, lia-
charol loaquim Anlonio de Paria Abren o Lima
e J esirains. Joaquin Ib. da Silva Cbinoiro, Hat-
mundo Culos l.eiie, Victoriano Augusto Burgo*,
o menor Quinloiro o J oaeravos, a piola Pi|ippa,a
entregar a Francisco Itibeiro Pontea, J
Pires l'oiiell.i, sua innaa i). Cactana
lella deCartalboe I escrava, Joaquin Leocadio
de Sou/.a Caldas, lir. Francisco Bernardo de Car-
vallo!, I*r. leon hausse o -ua familia, padre
Francisco do Mello Axodo o 2escravos, Anlonio
Fernandos da Silva, Viconlo do llego Toscanodo
llritn. A.....uio Camilloilo llollanda, Joflo lime
do Abueida. .Manuel l.oiireuco da Silva Mello,
Joflo Baplisla de Souxa lmallio, Jaclnllio Jos
.1" Meilriros Correa, capillo Joaqnim Anlonio
Picnltcnat i'i c su* familia, Anlonio Fnnrhrn 1
(lliv.il.1. sua familia e I e-n ata, e Manuel d., .sil-
va Neto. Jnior ; para a Babia, Trajanu Anuus-
l.i Cesar do Mello llollanda Cavalranli doAlliu-
quorque Marlins, I calw o :l soldado* para o coi
pu .le invalido., c .1 Dr. Il.it inundo Joso .le Frei
tas; para o Rio do Janeiro, o-marojo Lourciir;1
Francisco, 13 escravos a entregar e ti remita
para o eteiril...
..duplo na reincidencia. Paco da ramiraI jiclaquaulla de iOOjOOOr., o rasa lerna n.6, na
BtegiO.I municipal ,|0 Recifo II do junho dolB53./tarto i ra da Soled ule, 1 orlencrnlo a Anua Gerlrudcs da
~~~ *' Capibaribe, presideuleFrancisco Mainedede] C.....elcflu ; as casas mola-agua 11.21 c 23, mi roa
i.i:i.Hia.w>i| ,{.,,/, frantao l.i; Mmicl 1 intua. Husiaru do .Mainel i'.'.en. por J"i(i~(i ii rs.cadi.....n, perten-
JotCdohegn, .tntonioJatt de OHceira. Apnro- ccnli 1 ao ci-tolicilador Francisco da Costa Arruda
vo protisiiii.enle. Palacio do governo de Per-1 e Mello ; na estrada de llolm, um litio com bas-
nambucoom 11 .le -etenil.ride IK.",:i.fhjuiiredn. laiil*anoied sde frtelas tW diirrronlo* quallda-
tinloinie O oliiei.il in.iior, Juatnliin Pires Ma- des. |,aii para rapini, tiveiro para palio, Com
ihitttn Purtellti.Conforme. No mipcilimcnlo do dua rarimbns, cercado delimiloom parle, rom
secrelario, o oBIcial l/(lofi ferrara .Irrioll.
I'or ordem do Eini. Sr. presideule da provin
cia. esta aborto UCOIICUI .. a -no-liiliie.lo das ea.lei
ra de ingle/ e fruir/. 1........pi.1/0 do III) dias, con
lados da dala de.le. O oppn.il.oos dovcrAn in-
eieter-.-e alo 13 dina antea do da proflio, na fnni
dos arls. 30 c 31 do 11" iiliimcnlo de IJ de maio .1,
1831. Directorio do l.treu, 13 de selembn di
1833. o ami.....ene. Hermenegildo Marcelino hera de cll
tle .Miranda. va do l.lni-
1 naval 1
Peranle ocontollio d'a.hnillislri
de arreinalar o f.iriieeiineiil.i dos gen
elara.los para os navios d'ar.....do, r-ea loros do arse-
nal o enfeiliiaiia .1......uiiiha pelo Irmpu de .1 me/es,
a saber: a/oile doce do Lisboa, o do Modilerraneo,
dito derarrapalo, aasucar branro, ano/. doMara-
nbao, agurdenlo de 20 grios, Imcalbiio, bolacha,
eafeem COrOCO, cune verde, dila -eeea, r.uinba, fei-
'.',";" Ao inulalillh'o, leillll........cha-, pao. lolleilih de
" Sanio-, tinagre de Lisboa, espermarcla doconijiosi-
c.i.,. e carnauba em vela Os 1 .ni. ol culos p niel.10
eoinpaiecoi para e-so Illll na ala das Ntafle* do reto-
mo do madeira, o li.a ca-a do vivcnla de neirae
cal, por 1: nii.-iii| rs.. penlioia.lo a Joan .Manuel
M.....les <|a Cllllha A/etedo; ipialro pipa- 1.1-ias
rom I.......iras, por8 I Irs., cumIclhoirucoberlo
sobro e.leiH- do uiadcirn, perlonccnlo a Candido
Thoodoru Itodriguea Pinto; um 1.11.110 na ruado
! 1! ituc 11130 palillo de frenle c"(Idofundo.coin
lii crees para rasa, conlendo una casa de laipa co-
pur ;VI.'HK) r., peilencenle 11 tiu-
Manpie- .\ l.:i Coclbi
le- 01 KliSXKI I
Cunba A/eie
peulioiada a Fr......[1
par lid 1 1
l'ra/ere.. com nliccrccs para rasa,
pen'iiirailn a Evaristo .Mondes da
una ularia na Iravcssa do Lucra,
da. Cli gas Cavalranli l'e-
or^enda. e na qnal eoiilm
lima peqneiia cata do laipa ; linas casas terreas, ua
frcguoiiado l'oeo.la Panella, ua ra da Mang.....ra,
ola nvaliacn de J; >7."oi*i 1-.. porlcnrcntei a Joflo
Bapllilo IVreira Lobo: quem quixer arienialar di-
tos heos, .omparoea 110 lugar 11..lirado. Recito IJ
dosel .1.iini de I8J3..-O solicitador tU la/.....la
provincial, Jase Mariano de Jtbnr/nergai
EDITAE3.
Do ordem .1.1 lllm. Sr. Inspector da Ihesnura-
riu da fa/oiuli se fa/. publico, que no dia gil do
comido ao mein da, ir a piaea peanle n inetma
repartirn, para sor ai reni.ilaila o ipienl por me-
ii,,s li/er e nullioie. laul.igeiis par a l'a/.emla il
fon..-r a obra do- reparos de que precisa o quarlrl
da Soleilailc, quo devor ser circulado segundo o
plailO e ore.ilin'iil.....Igalli-ad.is pelo eiigeiiliciro
mili:,11. 0 que -el.lo patentes lit'sla secretaria, a-
nestoot que os quizerom ronsullar.
Os piolen.lentes dcter.lo i......parecer na sala das
BOtnoea da dita Ihesouiaiia. 11.1 dia o hora mencio-
nados ruin scu* ti.ulules, ua forma du coslume.
Se. 1,111 ia ,1a Ihosournrla da razando de Pcriinm-
bueo, 10 de solomillo do 1833 tlollieial luaim.
Bmilio Xaeier Sobreira de Mello.
Pola inspectora du oKandcga se faz publico
que a loqiieriliieulo de Dcane Voule o\ Coiiipanhi.i.
sola de arrematar em baslo publica a pinta .la inos-
lll.l rep.il linio no dia l"> do lorenlo depois do lucio
dia i i peras do panno de algodao. ^tragadas polo
riipiui sendon arreinalaran litro de .lucilos .10 ane-
malaulo. Alfaiidcga do Pornambuco 1'. ae Miem-
bro 1I0 1833.O iuspeclor, lenlo Jote Feriiuntlcr
narros
1) Dr. Jos itagmundo da Costa Meueze*,Juis mu-
ni'-ijitil tupplente da 2.' rara do comniercio ne*-
la ridttde do ttti/e tle Periittmlinni por S. M.
I. r C, ele..
Faro sabor aos que o presento edita! v irein em
Como |M>r es'c ilion jiii/.o no dia 17 do seleinhro 0111
a sala das udionclaa, se ha de arreinalar por ton-
da, em praca pul.lira a i|uein ui.iis der o SOguinlo:
Acbaiiios quo vale l:l-Ji"i ra., a pule quo cabo a
Francisco Borgea d'Aasumpcio, como adminislrador
do sua miilher, noablgliol da casa lerrea no ItCITO
da lloa-\ isla 11. J7, a ipial ataliainos em 33UttW
rs. por anuo entrando a declina, cuja parle do dilo
predio tai a praca por otoriiraoilc .lose Moroira Lo-
pes, contra Francisco Borges do Assuniprao. Toda
a peaaoa qnoi.....lita parlo quixer lanrar, o podeni
fa/.or 00 dia da praca cima indicado,o este ser pu-
blicado* arlliada no lugar do oosliiiiie. e que aerii
lamlicni pul.lira.lo pela iinproiisa, na forma da lei
Cidad* ib. Uerife de l'ernaiiihiico -Jt de agoalo de
1853.PednTertuliano da Cunba eacrivo eterovi.
.'ose litifimundo da Cosa Menezes.
BECLAAJOES.
Blipado de Ptrnambuco.
o Kvm. elltm. Sr. hispo diocesano manda an-
nunciar que pela ullima vez, no iiresonle anuo, ad-
niiiiislrara o sarramrnlo da rnuliiuiaeiui. un .lia IM
de seleinhro, na igreja de S. Podro deala ciliado,
coiliccando as i horas da larde. Novameulc se ad-
verlequ* os adultos devem dispor-M com aconllt-
sao sarraniental. Recito :m de agosto do 1853. Pa-
dre 'raneisro ./o>c Tin tires ta Coma.
Crrelo geral.
A* malas ,p,o pelo
vapor Imperatrz, tem
de ser coii.lii/idas pa-
ra o porto do S11I,
pi incipiam-sc a fechar
boje tti aomeio-dia, o depois dea* hora aleo m-
ntenlo de lacrar recehe-sc correapondonclaa rom
o porto duplo : 01 Jomaos llovern arbar-sc no cr-
relo, i! horas antes.
Real coinpanhia de paquetes inglezes
n vapor.
No dia 20 deslc mol,
deto ehegar do Sul o
va|Hir Tan, coiiiinsn-
danlcHivcll.oqual de-
pois ds demora do cos-
lume, sciiiira para Kurop.i, para passagoiros, trata-
se na agenria, 11. IJ, Trapicho Noto.
Arsenal d marinlia.
O arsenal de iiiarinha compra no dia I!) do cor-
relo ao incio dia. prego* de cobro para rorro, li-
mas de diversa dinienroes, papel alnuro e de pe-
so de primoira qiiali.la.le. e tinta branca do lineo :
a- pcs-o.is que qui/.en 111 fazer seinelhaulcs vendas,
eoinparecm na secretaria rom as suas proposlas o
as riniipcienles amostras. Secrclaria da iispeocao
do arsenal de inarmha do Pcruainhiiro 15 de selem-
bn de 1853.No Impedimento do secrelario,
Uanoel Ambrosio da Coneeieao Pailha.
O contedlo adininislralivoeni tullido da ,111
lorisaiiesda presidencia da provincia, em onuin de
Fugio um mulato de muo Cascmiro, alio, ma-
gro, sem barba, roslo couipi ido, cor um punco foi-
cliada. cabellos oocarapiiliados, o deve Id anda
marra de urna rcenlo, porm leve, queimadura as
cosas da niilo direila, foi vi-slido com calca de brim
branro, e camisa de madapoln, o lalver. ande calca-
do : quem o capturar, dirija-so a ra d'Auroia, ca-
sa junio a dos oipostos, que ser bem gralifcado.
Fugio da casa do abaim asdguado.das Iros pa-
ra as qualro horas da madrugada, do dia 13 do cr-
lente, um mualo do iinine Amaro, rom o tlmiacs
senuiile : alto, seco do rorpo, mitos o pes |iei|ue-
nos, nariz chalo ; podc-sc evadir por curdos quo
amarrn 110 lorreiio andar, lio ufilrialdo earapina,
pertenroaoSr. Antonio llcnriqucs de Miranda, que
lie oaeu logilimu sonbor, morador em Poco-fundo,
Ierras du engolillo Miiraliiba : pessoa quo o lle-
gar, dirija-te aomesmo lugar, a entregar a seu so-
nbor, quo ser generosainculc gratificado.
./.i-1 .in Poniera Silta.
Procisa-sc do um rapaz, para caiiciro de pa-
darla : a tratar na ra daa l.arangeira 11. i8.
Jos Xavier Faustino Hamo participa no son
amigos o mais pessoa, u quem inloressar possa.quc
muden a sua reridenca du aterro da lloa-visla,
para a roa do Caldeireiro, na freguezia de S. Jos,
ea-.i n. :!.
Lotera de N. S. do Livramento.
No dia :i() do correlo aiulain infalliteliuonlo as
rodas desla lotera, soja qual fdr o numero de buh-
le* que exista, o o rosto dos mestuos acha-sc ,a
tonda nos lugares j auniuiciados.
Iloga-so ao Sr. J. I. II. I.., quoira apparecer
denlio Boa-Visto, para concluir o negocio que nao ignora,
do contrario so publicar o seu nomo por extenso
nesla folln.
O ahaitn assignado, faz scionte ao publico, as-
siin como ao Sr. administrador Joaipiim Mara de
CarvalllO, que a casa n. 11, rila na ra do llaugel,
doivoii de loraruia/emdc seceos mas sm lio mora-
.lia, o por isso pagoii lodo o lempo, que dilo arma-
zn! estovo eollolndo como consta do conhecimenloe
cerii.lao. ,hi' Leonardo,
Aloga-ao a casa do Catanga ao lado da ponle,
mullo desea o batanle commoda pan familia: 0,110111
prolendor. dirija-so a rasa do Dr. iirouuiloi publico,
a tratar com o haeharcl Francisco Brcdcrodct de A11-
.Irado.
Soila-fcira, It do rorrento, na audiencia do
Sr. Dr.juixdocivcl da primoira vara, pot a ultima
piara, se lia do arrenialar a aiinaean e mala uleu-
cilios da taberna -ila na ribeia do peiveda lieguc-
/a do S. Jos, poiiborada a Joo Francisco Galvao,
por oteeueao que llie eneaminlia Joaipiiin Fernn-
les ,1c A/evedo.
Do aballo assignado, rugi no dia l:i do cr-
renle, um oscravo, crioulo, de nomo I guari, leni o
ollirio de rarroiro, estatura balsa, rosto redondo,
punca barba, ni lio) grandes c alguma colisa tei nie-
ihos, poiein nao iniiilo titos: lotou camisa e calca
de algodao a/ul; rogo a quem o pegar que o traga
ao engonlio Rodrigues, na freguezia de S. I.oureneo
da Halla, ou ua ra da Crux do Recito 11.10, que
-era recompensado.
Sebastiao Antonio Pne* nrrelo.
Francisco Jo .' Coma tiufmartea declara,que
a requerimeulo seu *flliaram-*o edibies chamando
.1 e.....aliacn pelo juizo de pa/. da froglioxi* de S.
.lo-c deata cidade, a Josd Uabriel Penira de Lira
Jnior, para llio pagar a quanlia do I:S'.I7-117 1 -.
co.....pi.1/0 do30illas.
Furtaram nanoile do .lia 13 lo corronle, do
poscoco do um menino, um nrdflo filio com duas
'.olla- .lo .inri., e una ligo de lirnriio Olicastoada em
nio, da moa direila ; dosconfia-se que foi a escra-
ta do Sr. Vital, de nonio l.uiza. pul seripiein esto-
ve com o menino, e di/eni ser acottumada a r-sas
brjncndeiras: pedo-seas pe-soas a quem toroOero-
cidn, doo lomare inaudareui .1 ra IMrcila, labcr-
n.i n. Iti. d'.....lo lu fmla.lo, c d.i-sc alvicarat a
i|iieln desroblo.
Adverencia.
Iloga-so ao-,i cousa nenliuma ditso petasbem
1.....hocidiina Paraluba do Norte pela ana desmarca'
da estupidez, que ipiando ipii/01 alineanhar a lepu-
larflo de olgucm, teja primeiro do quem falla, e
nllo siippoiilui lo no scu boslunlo .pie lmlos|iodem
usar das suas genlilexaienlendoSr. testaolho
que lito .le .ludir rom o melindre doa oolros ruido
acairelar I.......las ninsoquolirias, e alguma ji Me
11 pni ca-a. se nao coi sua Ulere, em prenle
Inchegado...... eiileiida por nina tez que esse
iilolo que o-e-iupiliis mais ndoroin, ncm som|ire I jos do Mcndonc
I"......lauro, oipio aeonlecoii con sua meic ha [modos : a Iralai
______J.^-'J-'t'-L1..' .._. -;'.'..' .P".'i. J
O Sr. Um nal .I.. Jos da Cmara, qelra vir
ou mandar na ruada Cruz n. .m, casa do J.keller
Adterle-se a quem ronvier, que ticam
transferidas as audioneias do juizo de paz
do primeiro distrirlo da freguezia de Santo
Antonio do lleeifc, para as 2 horas da lar-
de do dias segunda e seilas-foiras de In-
das a semanas, que nao forcni santos 011 fe-
riados.
Ao arllslas.
Precisase de nllieiao- Icireiros de forja, laloeii o*
do chapa o fundidores, ele.: os prelcndenle*, so di-
rijam 11 rua Imperial n. 118 c I JO, ou na ra Nova
11. 21.
Tem para so alagar una escrava, qu nabo
cozinliar, ciiigomniar o fazer lodo inico interno
de una ca-a : quem pretender, dirija-se a ruadu
Sania Hila 11.83.
Otreroce-sc urna ama para comprar e rozinbar:
qncm prelender dirija-se a rua das Aguas-Verdes
11. 71.
Alada se precisa do una parda ou prela for-
ra, liara ama de nina rasa de punca familia (nao leu-
do llbo): na rua de S. Francisco, sobrado n. 8.
Anda so precisa por aloguel de nina prela, c-
rrata, para o sen ico de urna rasa de pouca familia,
saliendo fazer as compras : na rua do S. Francisco,
sobrado o. 8.
__ Na luja da rua Nova 11. CO, precisa-so de ofi-
cial* 11 o.di.11 ilo para otras miudas.
Joaquin Forreira Mondes UuimarMS embar-
ra para o Rio de Janeiro oesrrato, cabra, do uomo
Ra)mundo,de Fluimos, pouco mais011 menos.
Otterece-se um rapaz bratilehx) para cobrar
divida* avulsas. dando fiador a sua conduela: quem
de seu pretlimo quixer ulilisar-se. dirija-so rua
larga do Rosario n. 3.7, Inja do niiiidczas.
/ilugam-se casas pira so passar a fcsla, cun
bous commodot, no sitio do Cajuelro 1 quem aspic-
leudor, piulo dirigir-so ao ine.-ino ..ilio para aiustor.
Agencia do passaporle. titulo de resiilcucia.
matricula de escritos, c illimiiiaciies : na rua da
Praia n. 13, primeiro andar.
Aluga-se 111.....oloque : na rua Velha, na llua-
\ i-la. sobrado do um andar, na esquina du becodo
Joan Francisco,
DENTISTA 4MIWCAN0.
DENTES AUI HICIMOS.
7 Kl A D.\ CRIZ 7.
I). II. Ramn, elriirgiln denlisln, tem honra do
provenir ao publico, que acaba do recebar dos Es-
ladus-l nido., polo ultimo navio, un arando surli-
1 pi un
lugar que 1
nnbeca
iliinenl
Irrqiienlama moni
ludo, releliros denles inineiaes incnrrupliteis,
iiiconloslavelmenle lidosc.....o superiores a todas as
unirs quididades que lem apparccidn ale boje, so-
bre ludo pela rara porleiro com que inulaui a na-
lurexa. II. II. Hat....... eonliecido pela |ierfcicao
da- -lias obra* o a moderaran dOSSOUI procos, rolili-
miaa applirar denles arliliriaes pelos inelboiessvs-
.....ias adoptados ua America o Europa, sem nc-
nliuiua alloncflO nos procos boin eonliecido. de seu
oslahelecimonlo.
PRECOS SFCIINIFS
Panel.....ibarJ denles. ..cMXM
dem de botar cada um 7>.i I*mksi
Lotcna do Rio de Janeiro.
Pelo viipor (uunabnim, tjue espet'amos
cliegniii'do Sul, n I t do correiite, race-
bcremoii a lisias da loteriai is. dasmu-
h'i/.i's ilu provincia, e i- dolsladoSani-
tario: os premios seroo pagos logo<|ito
scli/.i'r a Jisti'ihiiiro das listas.
Pao' da familia.
f) nroprletarlo .la paitarla delroz d.t matriz da
Boa-Viila n. Jti, pretenda no dia 13 .1" mrenlo
apreaeiilar ao publico o melhor pi que lem p|w-
reciilo.....mus arredilad.....1 Rio do Janeiro, o
qual he eonliecido pelas pe-soas .pie lem oslado 110
Rio : snnienle se temi 110 depo-ilo da 11111 do Ran-
go! 11. 1:1. o na inosinn pa.lari.i: as pessoas que qui-
zerom comprar, lacio as suas onrommeiulas na lucs-
ma casa neiina; piceosum I lilium dilo W) rs.
- Anda rsta por alugar o sobrado do Anerleto
...clluis.....01 grandes 10111-
iiie-inoM.....lenca, aojual-
IcmiHi ipiiniln pieiendia a rcenireg.i da qnor hora do dia, na casado balanco iia I
1 ignominia ......il|ioii por alauisau- ponas.
"' 1 -11......t* de quem ladrou pos-1 Aluga-se o -iii .lo Sr.liado, noiMananinl
1 olibres de pie aquellos que I.....lo rundo ron, .11 ..1.....1... .,.,.......a-,11
ua inerr, nilo coopero pa-1 granilo familia, dua- coelmbua :\'.tro,< de beber
ra ter em letlra red.....la a sen
pie n 1 re.iliilade lolvra oicedoni 1
Tortor no /i,,,".,./ .......\ 111
l.ie.i
piulo
Depois que a orel
do drama em 5 acl
iiniiuii is de sirnisiu m is:
IECITA LI\RE DE ASSIliNATUIA
lia livor cvcoul.i.lo una o-colliida ouiciliira, si

ima a Mena o aiuiloapplsudi-
*>
Clotilde de Valiry.
I iii.ili~.ti n espectculo com a muilo applaudida como.lia em I arto,
A ESCADA DE MAD
i ns a subir outros a descek.
a tonda no lugar do cosliinio.
leu
lli bilheles arhaill-
laiiiiei.11.1 ni H hora-.
lis srnlioraa antiguantes do camarotes e cadeiraa, que qulxwcm llcar rom o- scus
i-, niaiiilaian prevenir al o dia do jspoctaculo al 10 horas.________________
amarle
AVISOS MARTIMOS.
O capililo Jamos I.. I.amborl, da galera.....eri-
rans llnnlrem arribado a esle |iorlo na sua viagem
le Sandwich Island para Nuis Bcilfurd, precisa a
risco maridillo sobre u casco e flete que ciiinlil/. pa-
a occorret as detpeas relias, di.....rea de :M):O0OB de
ra., os preloii.lentes qiieiram mandar as suas pro-
POtlOI em cu las lechada-. 11.1 OSCI iplorio dos 1......g-
iialarins llenrj Portier \ Gonipanhia : na rua do
rapirhe .'loto, II. H.
Rio de Janeiro.
Reguimpraterivelmcnle no dia docorrenloo
tu..........hondo brigue escuna Laura, recebe carga
porfelo COlUIIIOdO, passageirosee-ciat.i.. o.prolon-
loutei dirijam-se a..- consignatarios J. II. .la ense-
ra Jnior : ua rus do Vigario, casa ti. i, primeiro
andar.
Para a Babia.
Seguir bnvemenlo o lale nacional Fortuna,
capillo Jos Severo Moroira Rio, para raiga mi
passagoiros trata-so com os consigna!.ui>., na 111.1
da Son/ala 11. loi
Para a lialiia salo' rniu a uiaior
brevidade posgivel, por ter parte de Ma
carga, o veloii'O liiate nacional Amelia :
para o retto da carga passageiros, Ira-
ta-se ium o iiicslir a bordo, ou com No-
raes di Coinpanhia, iiaiiia do Trapiche
11. -l, primeiro andar.
Ceara', ltlarautaao' e Para'.
Segu com brevidade o brigue Cnn-
ceirja : ciuem no mesmo fiiiiwr carre-
gar, ou iiili' passagein, I a ~ a-*e a Juso
Bapustn da Fonsoca Jnior, na tita du
Vigario n. primeiro andar.
Tara o Rio .lo Janeiro seguir rom broviili,ile
o brigue /roo por ja ler a maior parlo da carga
prolupla. n qual anda pude rere'ier alguma, assiin
como eacravoa a frale o putageiro*, para o que icm
bous rominodos: Irala-se na rua da Grus do Rcrifo
11. :l. i -rripl.nio de Ainorim t limaos.
Para o Oar o Ass seguir com bretidade o
bem roiihecidu brigue Pat/uvle de Periiainbiteo :
quem nelfo quicr rariegar, 011 ir do passagein, pa-
ra n que oll'ereec os inelboros rominodos, puiloia di-
rigir-sc a Manuel lioncalves da Silva, em seu cs-
iiipioiio. na ruad* CadeJado Rocif.
Para o Atm'
Ale o dia M, o patacho nacional, liitait/o'o, para o
reato do carga, Irala-tecom rJernardlno Joao Mou-
leinirV liman, na 111.1 do ijueiinado 11. II, ou a
bordo 11.10 o lllcslle.
LEILAO
O ogonlo Olivcira l.n.i Icil.in poraaloritarjio
do lllm. Sr. Dr. julx da tea.....la tura do iiiinmer-
ci.....a reqiieriiiioiilo do depositario da ma-.i fal-
lida de liento Joaquim Cordoiro l.ima, de tudas as
inereadorias o armnciio do toja do miudoxas, lila na
rua do Rosario larga, 11. SO, o de alguns movis
porlciicenlo* i n.......a ioja, lodo em um Hlale o a
dinieiro de 1.....lado: scxla-fcira, l'i do corrodo s
II limas ,1,1 mauliia em ponto, lias indicada- luja O
rua.
AVISOS DIVEIiSOS.
Tundo nina piola deixndo, ja' al-
gnm leminj, um uuel deouro, em penbor
de ninas iimostrns debicos, titii' levouda
Ioja do abai\i) assignado, e as tundo Ira-
/.iilo. por usipiccimento deison hcar o
iliin miel, e como <> no lunlin procura-
do, ese ignore nqucn perlenua, oprc-
judicado (itieiru procurar, na rua doCa-
buga', na rel'erida Ioja, quedndoos
signaes certos se le entregara Jos
Altos .1.1 SiKa Guitnaraes.
Dllcreccse um moco de boa conduela para
en.mar nin-ioa ; tanto cantar como locar : a lialar
no pal.....lo Paraso, sobrado unido n igreja, segun-
do aiiilai.
sr.:. nedaetore,llecorte quo com a novaes-
llada da l'araruiia para Olinda, flcou a telba e.lia-
da de Belem mimos Iransilada, mas pola minoira
iiiriirnrri em que ideando larevemenle leremoi
nessa velha Irada, urna fechada malla.
11,. it.iieil.i.n.iliio.das cercas, v.lo cresreiido o
cnrulill.lnil.i--e uuscolil oiilriisj milito ililiriillam
o transitoa cat aliopor esta estrada, e redmen-
lo podem abrigar ftirnrtieelltenle a qualquer iia.il-
feilor.
Talvez que soja esta incuria dot ida aos Srs. lis-
caes respectivos, e por lano o- ouiviilanos a ipie
passciu por esla estrada luna si. VOS, O que nos pa-
rece, sera bstanlo paia so convoncoreni c fueren)
applirar as pena* das posturas aos proprielarios
Mr01 siiios que monos se importan! cun ollas como
rom o boni publico. Assim u espera.
(I Pasmgeiru.
Recito 14 do Miembro de I8S3.
Oncce-ae um homem para eslsein do qual-
ipiei casa de negocio : a fallar 11,1 rua de S. tian-
oisru, taberna 11. I.
A pessoa que pcl.leu unid eavolliuha felpu-
da. .In ij.iso na .los l-'agiiinlcs, casa n, -. que se-
ra entregue, dndoos scus aignaes.
1.1 reconimcii-
-erir para USOII I.....Ipaie.l ...III tito, de ca-
lido, alilil do .pie lloiple o 111.10 eii-lniiie de
Ivor n* vida idhela pelo de obler inrioa de
ser mais puntual em -cus Iralos. Lio Ibes ati-a
o Tomba,
H. Luisa Anuos do Anillado l.eal. o suas ma-
nas I). Sonhoriiiha do Assocca Uitaui.....rl l.eal do
II./iiil.'. o II. I'licre/a .le Je-ns l.eal, teoni alierlo
un sua casa urna aula de intlruccAo primarla para
o -'tu liniiiiiiii, anude -o cihiio a ler. osrrover, con-
ijji. ramnialica iiarioual, arili.....dica, franeex, 11-
.ilc/. msica local, dan-a, o toda ipialipier faclllda-
.le tp (cuspis queira 111 ma miar ensillar as suas libias;
cii-m.i --.- a c.ser. corlar, bordar do diversas qual-
dades, lal.triiilbosilc passado cilooncher, fazer ea-
ruiul o uulras obras, propriasdo seso : os pas quo
bs quizerom I......ar conlUndo-lbos suas prosados
lilhinli.isfiiai.ui salisfeilos pelo augmento que ellas
lerdo 1 ni oslado, cuno em ludo quanlo loca a boa
oiliio.ic.io, o pa.melle liala-la- rom luda a delicade-
/a. para o quo poder..., sor procuradas, na 1 ua do
Sania Rila oulr'ora lagmidos ) 11. 5, quem tem
da 1 lino a o segundo sobrado, ao pe do do varanda
encarnad*.
Aluga-se mu mulato, rom IS aiiu.is de idade,
sem virios, multo liel, obcdicnle, c Iralmlha wfri-
teliuenle de sapaleiro ; alllga-so HHIIOUlO a quem
doli pir.i-.ii para li.il.alhar noto ollirio. 011 para
ci i,id*. : ua rua d.i tiuia, 11. til, segundo andar.
''......:.;;-;.,:-....:.....:..:'. .,.:;:;
,'. Preri-a-so alugar um sobradadlo de um , .., andar, propro para nina pessoa sobona ;.;
qiiom o livor dirija-soao Passoio Publicoloja
prelender, pdde ir ve-ln,
rua da (adela do Recite,
Pire de Sloraes.
le -os aventuras I umitas frulciras: quem 1
isdo l/izarinode para njtislar, dirija-so,
luja de fenagens de Jos
atii:m;\<>.
Tumi iIi- i'iiiiimiss.'ii) (le rsi'faMis, na lita
1I.1 (ilu 1,1 11. 7.
Ne-la casa rccebolll-SO e-crato. de comn -i" pa-
ra >e tendel, lauto pula .1 provincia como pal.1 Loa
dola por canta de ensilnos, alionra-so u bom lia-
I.....Pillo, ea.-ini ruino soguranca dos lucimos, e
lamb......iiiii|ira-so, c paga-te bem aundando.
I'niisa-si' ilo lima ama, COII1 llOHI
leile : no nterrodn Boa Vista, Inja 11. 58,
IV01 isa-so ilo nina ama do loilo ,
forra, ou captiva, que tenba bstanlo c
liiiin loilo : na fita ila Gloria II. ~>ri, 1111
iinnunctc,
IVoolsa-so ilo urna ama ilo loilo :
na na Diioila 11. 2i.
Arronda-te 011 vende-te lint sitio na estrada du
rorro.lor de S. Joflo, boa cu-a de pedia c cal, boas
lenas, e fundo para o rio Capibaribe: a tratar na
na do Crespo, Ioja II. III.
Aluga-se por -Iswksi rs. por le-la. una es-
colenle casa 110 lugar da campia da Casa tul le.
com escolenle solSo, mullo fresca, o lom coebeira o
esliibaria : quem II pretender, dirija-se a rual'iii-
oii.-a. a quarla '.i-a lerna, que achara cun quem
Halar.
Aluga-se urna casa, na rua do Caldeireiro,com
armarao para venda, ua esquina da Iravcssa do
Miuilciro, a qnal esla litro do imposto: na piara
da Independencia, linaria n. (i o H.
Preciso-"!! de um pequeo portuguoi de Ial a
n. 21. .-;
";;:::;:::;:..:':.::-:'".::
Proci-a-se (lugar un pelo para o -ertiro ,1o 11 ,,.,, ,j,, ,|.|,,, ilO ien'lia alguma pialici do la
lasa, pagaiidii-.eiueii-alinenle oque-o ajuslai: Ira- I |,|na, pala servil do raivoiru na villa do Pulli
la-te 11.1 rua da Son/alia Velha 11. lili. Ijiltu; a pessoa que csliter em lae-1 irrumslacia*
- Aluga-se nina pela que cosinba o diario de ,|,i,,, -,.. rua da Ca.leia ilulleeife 11. IS.
una caaa, ensahna o fa/. 11 mais sel
hevadia: as imlendenlea Iralcm
/ala Velha 11. II.', do.....nli.i.i al
larde das 3as i.
A tinta o lillm- de l'ian
ro, he liel e nao
1.1 lila da Sen-
as III horas, do
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NES1A
CIDADB.
Paulo liaionnu, donlisla rerelieii agua denli-
fi ice du Dr. Hierro, eala agua ronherlda e.....o a inc-
,1a l.o-la l-alil-. |h(.,. |,,m ,,.,.,.,,.,.,.,1,,, e lom nuiilos elogioso
pello Icm rc-olw.l.i 1 elalbar um sitio do Ierras que ,u......... ......,, .,,,,.,,-iedaile dcrnusiiitar a liona
possiiouijuiiloa 1......oilosRe......Ros, com trono pa- rheimae pr.....it.u da- dore* de denla*: lira
rio o para e-liada : .piciu prelender comprar .....lo desagradavol que di cul geral o rliarulo, i-
parla ou loilo. podo enleiider-sc com I.Uil l.iiln
da Coala Compeli, morador delimite da eapella dos
Remedia*.
Alllga-sc nina escruta niea o -a.li.i. com bom
ledo para ciiar algiiin menino; quem a pretender,
dlrlja-so a ma do Torra, por rima d.. nrmasem du
Sr. MiguelCarneiro, lorcoiro andar.
Can do -amn -1 de .i-ntui.
Na rua Direila. sobrado do Sondare, delrontodo
lieeco de S. Podro 11. :l, recehoin-se eseratos do aui-
bm o- -etns para se tendel om de commisso, nao so
levando por esto Irabalho mais do que 2 iwr ccnlo,
e aom -o lct.11 couta alguma do roniedoiia-, .iileie-
rcudo-fio para lato 'oda < soguranca precisa paraos
dilo escravos,
A quem Mr iillore.-idn para .....qirar 011 con-
certar un ..llinclc de pello quadrado, com vidro*
para por cabellos, o qual linha dcnlrn mna ll..r de
ditOl.....la c.nn a Iranipiela quebrada, liiiii-n.'i
esta Ivpographia, quo im geaorosanieiilo recom-
pensado.
Aluga-se mu nplinio e-crato. pro|.iio para
servicn inleriui e evleruo di! qualquer oa a, pr -er
mullo liel: a tratar na rua Imperial n. 167,
Piorisa-se do-':lSNI,sskl do rs. sobre htpolho-
ra om lima casa, por lempo do mu a dou* anuos,
pagando-so o- jiiroa monsalmonle: annuncioou tro-
to,- com \ irlu ino lianciscu dos Santos, na rua du
Rallgol II. .)f, 011 COm o CirurgiSo Joao llolningiis da
Silta, ao p do Sania Rila nota, cnca regados dosle
negocio.
o lecrolsi io da iriinndado ile N. s. .lo Livra-
mento, por ordem da mesa, convida a lodos o- 0-
inns para comparceerem 1111 runsistorio da inosmu
irmanda.lo, no dia IS do corronle, as :t horas da
lardo, -ilini de que reunidos em mesa geial, poss.-nn
eleger o noto jui/. que lem do reger a iiie-in 1 iriiiau-
d.nle netlepresente auno, a terminar em IS-'ii.
Alllga-so o lerceiro andar da casa do alorro da
lloa-V i.la 11. (i: a fallar rom I". A. doOlitoira Ju-
niur.
Aluga-sc um grande silio'com duas casas de
podra e ral, fenlo murada, em rrenle a groja dos j
Atbelos: a fallar con I-. A. de (llitoira Jiinior
guias gotas dosis n'......-upo d'ngua sin siillicien-
les; 11111.......no achara pdonliaicc escolenle para
a 1.....sol tacan dos denles : lia rua larga do Rosario
n. 36, segundo andar.
Attrucao', o chaxeiro.
t)Sr. loaquim Pe eir da Cosa Urangeira 11.10
se pode relirsi para fiira do Imperio sem que pri-
meiro sable contal com o abolso assignado, o Irale o
pu......ai......de Ihe vir pagar, do contrario lera do
ter -i'inproosoii muo nesla follia, eroga-se a qual-
ipin .apilan de mitins ilo o nao rceebei a scu bor-
do, sem que elle api esculo icoiho em coiiiu paguu
aoanniinciiinle. e 10 acaso o reecbcr lorio de passar
por alguiii inconiiniiiln.
Uanoel Antonio de Sonsa Hibeiro.
Aluga-se o segundo andar da casa 11. H, ua
rua da Aurora, que leudo sido arrendado polo Sr.
pontn, para o Sr. Corliel, de l.oi|.lies, o-lc niauduil
aviso de nilo tir, o por isso cornado esl por -ua
cuida al noto .irieiidamculo: quem o prolemlei.
.......lula -o nuil o lllm. Sr. Joiiu Plato de UBM
Jnior, morador no primeiro andar da mearos casa.
TFabrica de chapeo de sol, na praca-*^
da Independencia, n. 38.
.Manuel Jeiine. .llegado iilliinameiile nesla cida-
de. lem a lumia do parliripar ao rospeilatel publi-
co, que Irouve rom sigo, um rico e rompilo sorll-
.....uto do chapeos do sol. lano lo seda como 00
. 1.mu,.1 para hu.....ni o sonhoro, rico*chapeo* ow
seda com cabos de caima da India.diios ruin carica-
turas, dilos,lo ariuaeao do ac, com neo. casinos do
ii.arliin, bengalas e millos n......is olijorlos dos mais
modernos e tariadns, as,.....1.....o trouve tamben.
mu lindo sorlimenlo de -das o panninliiis para cu-
brir qualquer armac.lo n.i.la : lodos eslos objcilos
1ue11cionados.co11ccrl.ini -o 1......asseiu.c proinplidao,
por procos mili ra/oateis, e mais baralu do que 0111
mili,1 qalqner parlo; tenilein-so;om porciloe a va-
reio. .
I.ata-so c engomma-to com assoioe perfcir.in:
pateu d* llilioira do S. Jos 11. 1 j.
Delouche, relojoeiro,
1 1 1 ii' 1 .......i... ........... ... '"'viiii ., Illll'il .1 ,
o Si. Jcioniinii Cesar de .Mello, 1.....doren vende econcerta ralogn
S. Amaro.leJalHiaiao, touliaa boiuladedeapiiarecei
na rua do l^iieimado |o|a 11. :t:l. que se llio desoja
fallar.
Franeitco /oaf Uro Cuimariei.
precos:
lindnilt.
commodot
na Nina n. II. Ioja ilo Mo


=5
--- JoANI
icircdo relira-sc pa
Ml,i nomc Mano-tl I.u-
oserava de nonio Ig-
I
francisca de F
r o Kiu iiili". MH'iiiire, mu criado d*
renco Caruciro Monteiro e -
nez.
I'io. i-.i-ic lio U01 pequeo do I'-' a I 1 millos
que leulia aleum.i pratica de taberna : na ra Au-
gusta ii. 94, ''.' dir unde ccomquem se levetratar.
Aluga-se o prirneiro andar do sobrado da ra
do Jardiin n. 71, com conimodua liara familia: quem
lirelender, dirija-sc ao paleo do Carme, morado n.
'', piiinciio andar.
Vrrenda-sc na malla silio rom casa de pedia ocal, <|iiarlospa-
ra feitor e escravos. ciiira< para vareas,
lodo cercado haivis com capim, pie
Mi-irn un ."i vnecas com crias; assim como
veiidem-se "> vacuas com crias : a tratar
na miilln da Torre, sitio do lefio.
COMPRAS.
(aimpra-se lodo o travejamento paran coherla
do llospilal Pedro II: a Iralar com o director An-
tonio Josi Comes do Crrelo.
Compram-se escravos, pagam-sc liem agradan-
ilu ; c i ei rtn'iii -o de .....mi-. tanto para a prnv in-
cia como para fra della : na na da tiloria n. 7.
Compra-se qualquer |ieca xelha do metal cha-
ni.iilo ,1o principe, preferindo-so o que soja inais
claro : na ra do Colegio n. 25, laberua do Fon-
tos.
Compram-se escravo*, e xendem-se, recebem-
se de commissao, tanto para a provincia como para
fra della; na rua dos l/uarlcis n. 21, segundo an-
dar.
Compra-se urna casa terrea soflrivcl, no bairro
le Santo Antonio ou S. Jos, que teulia boin quin-
tal, preferiudo-se liad ra Dircila, Aguas Veriles,
Hurlas, Caiuboa do Carino, Flores c Cruzcs: quem
liver, aunuiicie por este Diario, ou dirija-so a ra
da Viraeao n. 9.
Compra-te mu esclavo, crioulo, de 12 a 13
anuos, de bouila lisura, c MI vicios; paga-so bem,
agradando : na ra do Trapiche n. 9.
Compra-so una casa terrea, cm qualquer un
dos hairros desla cidade : a traanla ra Vcllia nu-
mero 123.
Coinprain-sc constaiilcmentc garrafas prctas.c
botijas, a (1100 rs. o cciilo, e branca., a SO rs. rada
ulna : na fabrica de licores de llairjo i\ Maredo, na
iii.i lliieila ii. 17.
VENDAS
Redes alcochoadas de cor
milito grandes c de bom oslo : xendcni-sc na ra
do Crespo, lo a da esquina que volla para a Cadeia.
Casa da esperance, ra do Queima-
do n. 61.
Nota casi, e na praca da ludcpcudciicia, toja do
Sr. Fortnalo, oslo a venda un completo sorlimen-
lo de cautelas ebiliirlos da lotera de Nossa Seuho-
ra do l.ivramciiln, cujas rodas andaminfallivelineii-
le no dia 30 do correle.
Ilillielcs........laOOO
Mei............A-MXX
Herimos........!WHI
Vigsimos..... I20
Veude-sc urna linda garrota taurina : na Ca-
lino::;!, sitio de Mr. Dubourcq.
Carta* final para vollarte.
Vendoin-sc cartas milito linas para xollarclc, |ielo
diminuto proco de (10 rs, oliiiraldo: na ra do (.fuci-
mado, loja de miudc/as, n. .37, de Alfonso l'edroso
do Ainaial llruudno.
Sao' o -.T.l.i.l, i,....
Na ra da Cruz, n. .37, vcndein-se charutos de S.
Flix de Itrandun, mais baialu que cm oulra qual-
quer parle.
Aos senhorc de eogenho.
Vcndein-se por preco limito coiumodo. formas de
leu o batido para assucar. eiu casa de C. J. Aslle> &
Coiupauliia : na na do Trapiche, n. 3,
Piano.
Vcndo-se |>or preco iniiilo coiumodo, un forle
piano de cauda do celebre aulor llronood
de una coiislruocau muilo solida c proprio para re-
sistir a humillad de casas terreas, o por isso ptimo
para -c le nos sitios : na na da Cruz, n. 31.
Carne 4e aol.
Vcude-se carne de sol muilo nova o gorda : na ra
da Seuzala .Nova, u. 22.
Ao bello madainiimo pernnmbucano.
Vendem-se riquissiiuos pc|iles .le tartaruga para
alar rehalla, dos malln! q.io > vlndo a o.lo
mercado pera diminuto preco de .3,>V)0 rs.: na ra
do '.laciniado, nova loja de miudezas, u. .37, de Af-
luiiso l'eilroso do Aiimral Brando.
Aos senhores acadmicos.
Vcndein-se luvas de pellica de superior qualida-
de, uiiiilii unas, pelo diminulo preco de l-uim rs.
o par : na ra do {jucunado, nova loja de miudezas,
u. 57, de A. I'. A. Ilrando.
Multa attencao' ao harateiro.
Na ra do (.lueiinado, nova loja de miudezao. n.
.37, de Atlonso Pedroso do Amaral lliaiidao ; ven-
deni-se luvas de pellica de ponto inglez para homem
esenhoras, pelo diinimilo preco de IflOOO o par, di-
ta1, ile seda trucadas de cotes para hoinein c sendera,
a I -mi c hsii; ditas brancas de lineal as mais de-
licadas possiveis, a l^iiOO o par ; ditas de lorcal pre-
las paia senhoras, houiens e meninos de qualquer
laiiianho ; ditas de lio da escocia incsrladas, para
meninas esenhoras; meiasde seda brancas parusc-
nliura, a i- rs. o par ; muilo lindos e modernos
chapeos do sol de seda de cores pata hoincm, pelo
diminuto preco de K- cada mu ; e oulras omi-
tas miudezas que sevendeiu milito mais baratas do
que cm oulra qualquer fiarle, a dinheiro villa -"
para adquirir freioiezia.
A nene jo', senboree do borne barato.
Vendem-se luvas de poulu ingle/., para homem
c senhora a IjHOil rs. o par, ditas prctas de pelli-
ca para liomein muilo novas a laJHO rs., ditas de
seda trancada para homem c senhora a I.H,mi c
I.^sii rs., ditas de torcal blancas, muito deli-
cadas para senhora (ultima moda; a IstiHOrs., ditas
de seda enfeiladas para senhora a 2?>000 rs., agu-
llias frauce/.as a 2011 rs. a caiviuha, tientes de tarta-
ruga para prender cabellos muilo delicados a
i" i rs.,diloslisos a :t-">iHi rs., mu roni|delo sorli-
inculo de perfumaras muilo linas, as qiiaesoan-
niiucianle garante suas boas qualidades : na a a do
Ouciinado loja de miudezas n. 19, de Antonio Jos
de Azcveilo.
Tapetea para lanterna.
Chcgados ltimamente os mais delicados que Icin
viudo a este mercado, veude-se a .3^1100 cada un,
assim cuino pulceiras muilo delicadas a i-mhi i
cada una : na ra do Queimado loja de miudezas
n. 19, de Antonio Jos do Azcvrdo.
Vende-se carne du serbio a l0 rs. a libra,
pin estar j;......lauto secca : na Hibeira da Boa-Vis-
la n.;).
Na ra Augusta,taberna de Victorino Jos Cor
rea de Su conlinua-se a vender alm dos mais gene
ros bous c baratos, a boa manteiga franceza, a .311(1
rs. a libra, dita ingleza, a III rs.. sendo da iiiclhor
e mais moderna,cha superior Ihsson, a 19920 rs. a
libra, sendo do melhor que ha n'o mercado, e alm
lisio a boa carne de sol e linguiras, para se petiscar
antes de lomar o cha.
t.iniiiiiii.i-si' a vender, na rita do
Crwpo n.7, loja deScipieira & l'ereira
rape de Lisboa, em(rseos, o mais fres-
co e melhor, que ha no mercado.
Na ra das Cruzes, u. 2, vende-se.....mulato
de 18 anuos proprio para pagom, ou oulro qualquer
servir c urna cahrinlia de 9 anuos, com principio
de costura e um escravo crioulo de 31) anuos, para
servico de campo o una escraia de -li anuos per-
fcila engonuuadeira, rose bem chao, cozinlia, lava c
faz rendo.
No .o m.i/cm de Vicenle l'erreira da Cosa, no
caes da alfandega so v endem gigos com superiorserve-
ja, cm diizia, c batatas muito uoas, cm gigos deu-
|ierior qualidade.
Vende-se una eicellanit laberua na Capun-
ga ; ja pela sua localidade, como |icla elegancia de
sua armaran : a Iralar na incsiua, com Joao Francis-
co da Lapa.
Guaran'.
Na ra do Hangel, n. 5, continua a ter a venda
Cuarau, chegado iillimamuule, |ior preco com-
inoilo.
Palitos feitos
Vetidem- muilo coiumodo para liquidar: na loja do sobrado
.iiii.ii .ll".....s i iii iini Cantos, da ra do Qucimado,
n. -29.
Cortes de vestido a 2,000 rs.
Coirtinuam-sc a vender cortes de chilj larga, co-
res vas pelo barato preco de 2s(XX) cada corle : na
lna do sobrado amarello,' nos yu.itru Cantos da rua
do Oueiiuado, n. 9.
Sedas para vestido.
Na loja do sobrado amarello, nos QtUlrO Calilos
da rua do (Jucimad...... 29, lia para vender um
completo mu lmenlo de setas brancas e de cores pa-
ra veslido, e que se vendem |mr preco muilo coiu-
modo.
Vende-se um bonito cavallo bom andador, bai-
lo, novo, manso e sem achaques : a Iralar na na
Imperial, n. 167.
Vende-se urna escrava que ciigoinma a cozinha
bem o diario de urna rasa, e (em boa conduela : na
ruado I-ngii, n. '23, se dir quem vende.
Anda te couliiia a vender Icnroade rclroz do
varias crea, barrelinhos para segurar o cabello da
crtancas, luvas com dedos e sem ellos, poni de u,
chegadas ltimamente de Franca ; e assim tambem
solideos paraecclesiasticos, rendas de palmo e mais.
feilas com agulhas do meia, proprias |...... saias
brancas ou loalhas, o varias |ietas de msica para
piano, como sejam : walsas modernissimas, polkas,
quadrilha dos Lombardos, o oulra; sympnouias,
cavatinas: no segundo andar do ultimo sobrado da
rua das Cruz, quem vai para S. Francisco, aonde
lamhem se incumbem de bordar a branro, a ouro e
a ni.il i/ com perfeican ; a poni de lapeles. a 19a ou
sedas, paisagen, ramos ou figuras, faier meia de
qualquer forma que seja, loucas c Inda c qualquer
costura e bordado que se ensilla e usa no pan
Na loja da esquina da ruado Crpo. que volla
para a do t>ueimado, ha lencos de rclroz de varias
cores, barrelinhos para segurar cabellos de enan-
cas, ponto de me solideos paro ccclesiaslicos, che-
gados uli mulliente de Franja.
LOTUHIA 1)0 iUODLJANEIKO.
Aos OiOOA'OOO.
Na casa feliz dos qualru calilos da rua doQucima-
do n. 20, vcndeni-sc os muilo felizes bllhetn, ineios
bilbel, quarlos, oitavos e vigimi>s da 4." lotera
lo oslado sanitario, cuja lista se espera no va|mrdc
Iti ou 18; a cllcs.se querem tirar bom premio.
Vende-se una escrava, crioula, de idade de Iti
a 18 anuos, a qual cozinha o diario do urna casa, i
cose coslura grossa, nao Icm vicio liem achaque al
gum : na rua dos Marhrins n. 3o, taberna.
Vende-se una masseira e todos os mais per
Icnres de nina padaria, rom pouco uso, por 7((>000
rs.: no alerro da Boa-Vista n. .38.
Vendciu-sc 1 escravos mocos, que serven) para
lodo o servico, I negra que eiigouima bem c cozinha
O diario, urna linda negrinha de III anuos, ludo por
proco muilo cm conla : na rua das l.araugeiras, u.
II, segundo andar.
Vende-se um pardo de 18 anuos, muilo luida
figura para nagem ou bolicro, ofllcial de sapaleiro,
c lem a nicllior conduela possivel: na rua do Collc-
gio n. "21, primeiroandar, se dir quem vende.
Vendc-scuina escrava, crioula, de 2.3 anuos,
lioa figura, cozinha, lava roupa muilo bem, e faz
lodo servico de una casa : na rua do Collcgio n.
21, primeiro andar, se dir quem vende.
Vende-te uma casa lerrca, sila na Iravessa do
Serigado, c anligainenle boceo da Carvalha, com 2
ala, 2 quarlos, cozinha fra, quintal, cacimba, c
em chaos proprios, Mire o desembaracada de hvpo-
haca : halase na rasa cima n.3.
Vende-se a 2W2IO rs. rada arroba, do muilo
boa bolarha, huta de farinha de Irigo, cvrcllciile pa-
ra escravos: lia padaria dama larga do llosario nu-
mero 18.
Chitas de barra.
Vondcm-sc i-hilas linas, de barra, com um peque-
o loquo de mofo, pelo baralo preco de 200 rs., o
covado : na rua Nova, luja nova n. If.
Ao barato.
Vende-se ramhraia de salpicos, com 8 varas rada
corle, pelo barato proco de 3>3O0 rs.; cassas fran-
cezasde bonitos padres, a 30000 rs. o corte ; ves-
tidos de canibraia branca de barra, a i,"ono r..; i as-
eado francez, muilo largo, a 280rs. : na rua Nova,
loja nova u. If.
Chitas baratas.
Vendem-n chitas, de ires na*, botillos padrn,
clarse c-curos, a 120, 110.100.180,c 200 rs. o co-
vado : na rua Nova, loja nova n. Ili.
Cal virgem de Lisboa.
Ha para vender barris deca nova, viuda de Lis-
boa iu barca Maiijurida, he a mais nova que exis-
te : na rua de Apollo h. 18, ou na praca do Com-
inercio, escriplorio u. (i.
IK1B I.AI FECTEIB.
O i/iiro niitorisitilo un- derisilo ilo roiisc/Ao mil
r i/enr/o imperial.
Os mdicos dos hospilaes rccoiunieudam n arrulle
Lallecleuv. romo sendo o nico autoiisado pelo gu-
vernoe pela lleal Sociedade de .Medicina. F.-lo ine-
dicameulo d'iim gusto agradavel. e fcil a lomar
em secreto, i-l cm uso na in.u inli.i real de-ile in.ii-
de lO anuos ; cura radicalmente em pouco lempo,
com iiiuca dcs|ieza, sem mercurio, as nffccccs da
pelle. inipineeiis. asconsi'quencias das sarnas, ul-
ceras, c os accidentes dos partos, da idade critica c
da acrimonia hereditaria dos humores convenaos
calliarros, da heviga, as lonlracces, e fraqueza
dea "i-.iis, procedida do aboso dos ingeccoes ou tle
sondas. Cuino aiili-svphilitco, o arrobe cura em
pouco lempo os fluvos recentes ou rebeldes, que vol-
veui iiicessantes sem cuiiseqiiencia doempiegodaco-
paiha. da culadia, ou das injecroes que represen-
lam o virus sem neulialisa-lo. O arrobe Lallecleuv
he especialmente reeoinmendado contra as doencas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao lodurelo
de potasio. Veude-se em Lisboa, na botica de llar-
ral, e de Antonio Feliciano Alvos de Azevcdo. pra-
ca de II. Pedro n. 88, onde acaba de chegar uma
grande pnrc.lo de garrafas grandes e pequeas, viu-
das ilireclanienle de Paris, de casa do Sr. Hovvimii-
l.allecleuv 12, ru llirhev Paris. Os formularios
ilain-sc gratis em casa do ageule Silva, na praca de
I). Pedro ii. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Babia. Lima ,\ Irmos; em Pernam-
huco, Soiini; Uin de Janeiro, llocba V Pililos, el
Morcira, loja de drogas ; Villa-Nova. Joao Pereira
de Msales l.eile; ttio-Craude, Francisco de Pau-
la Cont O.
\'ende-sc a casa lerrea n. 81, cm chaos pro-
piios, sita no melhor lugar das Cinco Ponas, com
quintal e porlo: a (ratania metuia.
VENEZIANAS .
Aterro Ha Boa-Visbi n. .",.">.
Tem um sorliinriilo de; vnio/iiina!
dcWdelinho c ik lia, com ctisi o
romera c se I roca as urnas |mr \clha
eompradoTe
ItVMIA FRWCEZl.
\ endc-M' Innlll fraurp/.a cm latas de
cada tima, assim como a libra, meia Mln
pelo diminulo proco de l-nito ,.., a libra: n rua di
QttOiintdo loja "leiniude/asn. i'.), de Aiilonio Jos
de A/e\cdo.
)Li:o EXPRESSO DEBA>30SA.
O maii cxclleiite oleo quo tem Rppa-
recido parn impedir a ciiiedn dos cabel-
ls ede criar <'a|>a, refresca a cabecae
auiacia milito o cabello : \eiule-se na na
da Ouleia do H-ci'*, loja n. 9, piv.jo de
(rada un video Sim rs.
Veude-sc muilii oupcrinr farndia de Sania
Catbarina, c S. Mallieus, medida a \isla do com-
prador : a bordo do briauo brasileiro Midas, Tun-
deado porto da AHamleua.
PAO' CRIOULO. .
Na padaria da rua da Scnzala Nova u. >". e no
dcposilo da rua do Kaniicl n. |:. acba-sc a venda
diai iar/icule o bello pio crioulo, Tabricado jor celin-
droa modado Kio de Janeiro, o qual alm da m-
[rerioridade ao paocomnium Icm a vanlrigem de ser
isenlo de receber o mais pequeo unpede suor do
amansador, vislo ser amassido por macbina
4
rom lilas v cr-
in ella, c se
a vonlau'edo-
i :l librai
quarln
ANTICUIDADE E SPEKIOKIDADS
UA
SALSA PAKRILHA DE KK19TOL
A SALSA PillllilA BK SANOS.
Attcncao'
A SALSA PARRII.IIA DE BRISTOL dala des-
do 18.12, e lem conslanlcmcntc manlido a ua re-
pulafo sem neceaaidade de recorrer a ponlposo
aniiuncins, de que as prepara^fies de mrito sodem
dispensar-se. 6 surcesso do Dr. HUISlni. lem
provocado infinitas iuvejas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. R. II. Sands, de New-Vork, preparadores
e proprictarios da salsa parrilha coiihecida |ie no-
mo de Sands.
F.stcs seuhores solicilaram a agencia de Sals par-
rilha de Brislnl, escomo iio o podcsaem nlilrr, fa-
briraram nina i'iiii/dfilo de llristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. 11. II. Snds es-
creveram ao llr. Urislol no dia 20 de abril de 1*1:-
e que se acba em nosso |>odcr:
.Sr. Dr. C. C. I)ritll.
Bfalo, &c
Nosso apreriavcl senhor.
Em IihIo o anuo passado lomos vendido oran/i-
ladM considera, cis do exlrarln do Salsa parrilha de
Vmc, c pelu que ouviuios dizer de suas rirludei
quellcs que a leu) usado, jnlgamos que a venia da
dila medicina se augmenlar muiliMimo. Se Vmc,
quizer fazer uin convenio comiiosco, eremos que
nos resultara muila vaulagcm, lano a mis rom<
Vine, 'remos muito prazer que Vmc. nos res|iotida
sobre este assumplo, c se Vmc. vier a esta cidade
daqui a um mez, ou cousa semelhanle, lerinmos
muilo prazer em o \crcm nossa botica, rua dr Ful
Ion, u. 79.
Fcam is ordens de Vine, seus seguros servilorcs
(Assignados) A. It. D. SA.N1.
CO.NCLLSAO".
t.-A anligiiidadc da salsa parrilha de Brislnl he
claranienle provada, jiuis que ella dala desde 18*12.
e que a de Sands s ap|tareccu em 1812. poca na
n.il este droguista iijo pode obler a agencia do llr
triste!.
2. A superioridade da salsa parrilha de llristol
lie iurnnteslavol j pois que nao olislanlc a concur
renria da de Sums, ede urna purco de oulras prc-
paraceet, ella tem in ni 11 lu a sua repulaciio em qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias feilas com u uso da
salsa parrilha em ludas as enferinidades originadas
pela impureza divsaiiguc, eo bonrexilo obllo ues-
la corle pelo lllin. Sr. llr. Sgaud, prcsidcnlo da
academia iinpcriid de medicina, |h'Io illuslrado Sr
Dr. Aiilonio Jos Peixolo em sua clnica, c em sin
fumada casa de mide na Gamboa, pelo Illm. Sr
llr. Saturnino de Olivcira, medico do exerritn, i
|Mir varios oiilros mediros, perniillem boje de pro-
clamar allainenle a- virtudes ellicazes da salsa par
rilba de Urislol veude-se a .19IKKI o vidrii.
O deposito desla salsa 1.....loil-se para a bolic:
franceza da rua da Cruz, em freule ao rhafariz.
DEPOSITO DE CAL E l'OTASSA.
Ciinlia A Ainoriin, rcceberain pelo ultimo navio
de Lisboa barris rom l a de superior ral em pedra
para o fabrico de assncar, c vcndein por menos que
em oulra qualquer parle ; e para rccliaincnlo de cun-
tas um rstanle de potassa americana : na rua da
Cadeiado Hecifr n. ."(I.
Vende-es n verdadeira siilsu parn
Ma ilc Siinils: un ludir francesa, la '
daCi'uz, 'ni frente ao chaiariz.
:;iiii.oiio its.
Vende-e por ."ilSl-stKIII rs., uma Ixpograpliin com
mais do7011 n de Ivpos miiilo-hein sorliilos, o um
bom prlo ile ferro 0 po : a quem convicr dirija-se
a rua das ('a 11/es n. 28, sogundo andar.
Vetad.....-sooni casa le Me. Can.....I & Com-
|iaiihia, na praca do Cnrpo Santo n. II. osi'guillle
vinillo de Marseilleem caixas de ) a ti duzias. linlia:
em uovellos ecarreleis, hrcu em barricas muilo
grandes, aro de inilasorlido, ferro inglcz
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Xi'sli- ifiliilii'lcciincnlii riinliiii'in a lia
Icio sortimento lu moen
rua
ver mu roni^
ilas i> ninas modulas para ciiRcnlio, 11111
chinas de vapor, o taivas ile Ierro balido
e coado, de todos os tamauhos, pura
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO
O arcano da inven<;ao' do Dr. Eduar-
do Siulle em Berln, empregado as co-
lonias n ;li/.is e liollunde/.as, com gran-
de vaiitajjrm para o melliorainento do
assucar, acha-te a venda, em latas de 10
libras, junio com o metliodo le einpre-
g-lo no idioma portugus, em asa di
N. 0. IlielxT & Companhia, na rua la
Cruz, 11. V.
Na rua do Vigario n. I'.l, piimeiro andar, ha
para vender, farelln muilo novo chocado pela bar
Crnliilon. por proco commodo, c juilamciilc no
cal xirgem de Lisboa.
AHADOS DE
Na fundirn' de C
Sanio Amaro ailia-se
dos de ferro de superior pialidade.
MOENDAS SUPERIORES.
N.i liin.lii-.iu ilr C. Starr i\ Companhin
em Sanio Amaro, aclia-se para vendei
iniii'uihis de ratinas todas de Ierro, lie um
uiodello e roiisiriiiraii muito superiores
Vende-si.....i jugo de banca- de Jacaranda do
ineio uso, uma mesa de juntar,um par de mangas de
llW, no boceo Largo, n.207.
Na loja de 6 portas em frene da lf reja do
jalvrameato.
Vendem-se corles de rhila franceza com Iros ha-
llados, fasenda muilo lina a 27VNI cada corle, rhi-
las linas para roberas a 200 rs. o i-ovado.
Vende-se farinha de mandioca, de superior
qualidade, em sai-cas de dous e mcio alqueires, do
llio de Janeiro : un arina/.cm cm freule do trapi-
che do algod.io 11. 20.
Que principio !
Vende-se nina laberua, na estrada dos Remedios,
muilo propria para ion principiante, por eslar bas-
FLIU.O.
. Starr. v C.
para vender
em
ira
scmpie as pessoas de bom
mesillas casas acli
gostoo seguala
Falias da raiulia por. 8IKI
Mein dem mperiaes 800
dem de familia .... 800
Araruta de ovos lili)
Biscoto de amante. too
Aramia pura.....100
Mein laraojas.....too
llolaibiuha inglesa. 900
Falias doces ..... 210
Biscoito doce......210
Biscoilinhos ..... :120
Vendem-se relogios de ouro, p-
tenle ingle?., os melhores pie tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Itus-
sel Mellors & Companliia, n.-i rua da
Cudria lo Recife, n. 5fi.
Vcndc-scuin prclo dolodo serviro, liem com-
portado, por ordcni do urna |icssoa do fura: no nlcr-
lodaUoa Vistan. 60.
Cobertores esc uros,
de algodao, a 800 rs. ; ditos azues o enramados ,
muilo grandes c cncorpados, a lj)100 rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-se vinhu da Madeira de superior qua-
lidadoemqearlosa oilevosdepba, por preco com-
modo: no arniazem de N. O.Bieber e- Companhin
na rua da Cruz n. 4.
A elles, jue se estao' acabando.
Coherlores de li|iele mullo grandes, pelo diminu-
lo prern de IJIOO, dilos mais pequeos, a 800 rs.,
colchas de salpicos bramos, a IffliOO, Inin trancado
escuro, de I111I111 puro c muilo lino, a liillrs. a vara,
chilas de assenlo escuro c bom panno, a 110 rs. o
covado : na rua do Crespo, loja 11. 6.
lano freguezada o ler de fundo pouco mais de
aWOyOOOra.; vende-se a dinheiro 011 a praso: a Ira-
lar com Tasto \ Irmilos, na rua do Amoiim n.35.
Superior fumo em folba,
vende-se cm casa de Tasso limaos.
TI.1ESTE-SSSF.
Me reecnchegado un c.irregamenlo da verdadei-
ra farinha de SSS raniinho, a vendeos por mdico
preco : no escriplorio de lleane Voulc ex' Compa-
nIna. ou nos seus armasen no boceo do Concalvcs.
HOCE DE RACOBV.
Chegon recenlemenle do llaranliio uma pequea
pnir.in desle delicado doce, o melhor que ha, lauto
pela -na exccllenlc qualidade. como por conservar-
se por muilo lempo em perfeilo estado: veode-te-
cin casa de Foule \ IrmSo, na rua da Cadeia Vclha.
Agracia de Edwin Max*.
Na runde Apollo n. t. armazein de .Me. Calmnnl
Si Compauliia. acha-se colislanlcinenle bous sorli-
mcnlos de laivns de ferro ruado o balido, lauto ra-
sa como fluidas, nioendas iludirs Indas de Ierro pa-
ra animaos, agoa, etc.. ditas para armar em madei-
ra de lodos os lamaiihoscmiiilchisos mais......lernos,
machina hnrisoiilal para vapor nuil forra de
teavallos, cocos, passadeias de ferro eslauhailo
Eara rasa de purgar, por menos preco que os de co-
re, i'-i-nvcns para navios, ferro da Suecia, c fo-
Ibasdc llandres : ludo por baralo prcro.
Dcpo.il.. da fAl.rlon de Todo. o. Santo, na Baha.
Vende-se, em casa deS. O.Bieber fC, ua rua
l.ii 111/ 11. 4, algoda trancado d'aquclla fabrira,
mallo proprio paraStOOOSde assucar a ruupa de es-
cravos, por preco commodo.
Veude-sc presuntos inglezes muilo noves para
fiambre, latas com Machadlas do soda iugle/a,quei-
jos de pralo, conservas muito novas, sementes de In-
das as quididades de hu lalicc, chegadas ultiinamcn-
te: na rua da Cruz n. 4t, dcfronle do Sr. Dr.
Cosme.
I g M :; ::: 1 311 :^; |
Farinha do mandioca, :?
*; a mais superior, que lia em Pernainbuco, a
Jv bordo do lirigue Minena, chegado do Simia 0t
i.;. Calharina, tundeado na |traia do Collegio, .'.:
ja) ahi vendis preco commodo, o lainbem ;;;
tiala-sc doajuslcda.mesilla, ua praca do Cor- $
pu Santo, escriplorio n. l. M
k;-;ik::***##
A 3,600 o par.
Coiilinua se a vender sapatcs de lustre para ho-
mem, obra mullo boa, a llSfiOOo par, dinheiro vis-
la : no aterru da Boa-Visla, luja de raleado n. ."iH,
nulo ao selleiro.
Vende-se o romance Vinle anuos de|wi8, ou
os Ires mosqueleiros por Alesaiulrc Uniiias, um
dos melhores desle autor, em 5 volumen, ronlciulo
II Ionios, por mu diminulo preco: na rua dasCru-
zes, loja de encaderiiador u. 29,
Cal virgem.
Nn rua de Apollo, arma/.ern 11 2B ,
cxislcm poneos bari-is, com superior cal
m (ledra, chegada de Lisboa, lia poneos
dias, nn barca Mnrgaridn.
Sobo resudo
Vende-se no deposilo de caruaba, rua da Crut
n. 19.
Vendo-so iiorcjo do lenha do I a SfS potases
de grossura, c de'comprido, muilo lioa |iara ole-
ra, ou reflnarao, posla no porlo, que o comprador
qnizer. a :i2U0 rs. o cont : na rua larga do Rosa-
rio ii. 9, so dini quem lem
Vcudem-*\ em casa de Deanc Voule & Com-
panhia, na rua da Cadeia do Recife u. .'i2, relogios
deouro, patente inglez, tanto para senhoras, romo
para honicns, seiulu os de homens do saboncle, de
um dos melhores autores do Liverpool.
Vondo-sc a hija de tandas, da rua do Pas-
seio n. 21, com poueos fundos : a Iralar na mesma.
Vendem-se pianos orlcs de su|ierior qualida-
de, fabricados pelo melhor aulor bamburguez : na
rua da Cruz n. 4.
Oiho.
Vende-se gessoein barricas,chegado ullimamnc-
le :em casa J. Kcller & Companhia, na rua da
Cruz n. 55.
FAUEL0S.
Veiide-*e no nrinazem di) Sr. Aunes ,
(arelo em sacis de 5 arrobas, por me-
nos pi-ero do pie em mitra qualquer
parte.
Vinlios superiores de liuccllas
(brancol c de Colares (linio) em barris de quinto:
vciidcin-so cm vasa de J. Kellcr v C.
Taixas para engenhos.
Nn tundcao' de ferro de 1). W.
Bowniann, na rua lo Briim, jiassan-
dn o rbafari/. continua haver um
completo sortimento le taixas le ferro
fundido balido de 5 a 8 palmos de
bo<;cn, as piaes acbam-se a venda, por
preoo coiniiiodo e com promptidao :
eiiibarcain-se ou rarregaiii-serin carro
tem despe/.a ao comprador.
Moinhos de vento
rom bombas de repuso para regar borlase hoivas
de rapim. ua fundicao de I). W. Bowman : na rua
do Bremas. 6, Helo.
POTASSV SUPERIOR
Venderse por prcro muito com-
modo, no armazem n. 7 de caes la
alfendega, de Jos Joaipiim l'ereira de
Mello, ou no escriplorio de Novaos >\
Coiii|ianliia na rua do Trapirbe n. 54.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, lem para vender diversas mu-
sicas para piano, v mi.ni e llanta, como
scjaiu, piadrillias, valsas, redimas, sebo-
tickes, modinlias ludo moderiiissinio ,
chegado lo Kio de Janeiro.
VINIK) 1)0 PORTO MIITO FINO.
Vendse Superior vinno do Porto, em
barris le i-., 5. e 8. : no irinaxem da rua
do A/eile de l'eixe n. IV, ou a tratar uo
escrintorio de Novaes & Companuia, na
rua do Trapichen. 54.
No armazem da travesa da Madre
de lieos ii. !>, e no armazem de Jos Joa-
quim l'ereira de Mello, nOCBeS da Alfan-
dega, xcmli'-se familia de mandioca 'le
superior qualidade.
POTASSA.
No .iiiii-'ii (Ic|hi-iIo ila ru:i da <.inicia do Itccifi; ,
armuem d. 12, ha para vendar muilo imv.i poloni
da Kussia, americana c htasileira, cm pequenos liar-
ris de i arrobas; a boa qualidade c prefOfl mais ba-
ratos do que em oulra qualquer (larlc, se aOirincam
nos que pre risa ruin comprar. .No iiicsmo deposilo
(ainbcm lia barris rom cal de Lisboa cm podra, pro-
\imamcnlo elMgidots
Vendem-se lonas, briuza, brioso meias lo-
nas da Kussia: no armazein de N. O. Ilicbor ^
Companbia, na rua da Cruz u. -1.
,, MuGAWFA-/^
\VV.\\>sS\\Vv\>x
DAVID WII.I.IAM BOWMjN, cimcnbciro ma
cbinisla o funilidiir de ferro, mu respcibisimrulc
auiuiiiria BOA seiiborcs proprielarios tic cnsenbos,
fazendeiros, o ao respeilavel publico, que o mu 1-1,1-
bclocimoiilo do ferromo\ido |Htrmarliiiia de vapor,
na ruado Iti nm passaiulo ncbafaiiz, conlmia cm
efleclo exorricio, ese acba rompidamente mnnlado
rom apparelbos da primeira qualidaile para a per-
fcila coufeccaoda- maiores |K'ras de marbiiiismo.
Habilitado pan empiebentler quaesquer brasela
sua arle, Daxd William Kowman, des*>ja maispar-
licularinenlc chamar a allciira publica para as sc-
uuinlrs, por ler dcllascramle sorlimcnlo ja' promp-
lo, cm deposito ua mesma fundicao, as qnaei ruos-
Iriiitlas cm sua fabrira podein eOfttpeUr com as fabri-
cadas cm pali eslranseiro, lano cm prcro como cm
qualitlaile de materias primas c ma de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor conslrucao.
Moendas de canna para cncenhos de lotlos os la-
nianhos, mm idas a vapor por auna, $n animaos.
Iludas dr amia, miiiiihosdo vento eserras.
Manejos imlcpcndentcs para cavados.
Rodas dentadas.
Agujbaos, bron/cs c chunucciras.
(,a\ ilhocs o para fosos de lodo- os lamauhos.
Taixas, paros rrixos c Iniras de fornalha.
Mtunbos do iiiaudiora, movidos a ma ou porani-
macs, c prensas para a dila.
Chapas de fogaOfl Ionios ilcfarinba.
Caiius de Ierro, lornciras de ferro e de bron/.c.
Bombas para c.icimba o de rcpu\o, movidas a
ma, por animaos ou vcnlo.
Gal mi astas, uuinrhosc macacos.
Prensashxdraulicas ede paraluso.
Kerraucns para na\ ios, carros e idiras publica*.
Columnas, \aramias, cades c portes.
Prensas de copiar cartas c sellar.
Camas, carros de ma carados de ferro, etc., ele.
Alm da superioridade das suas obras, ja' K<'ral-
mcnleroronheriila, David William llowinan pranle
a in.iiscvarla conrormidade cornos moldes c desc-
ubos remedidos pelos scnlutrcs quese tliniiarcm de
fa/rr-llic enroinmendas, aprovcitamlo a ocrasiafl pa-
ra auraderer aos seus numerosos amibos c frcmie/cs
a preferencia com que Icm sido |mr clics honrado,
c assoeura-lhes que nao jHuipira csforcoscdiligen-
ciaspara coulimiar a merecer sua conlianca.
Vcndciii-sc loallias de panno de linbo do Por-
lo, parroslo, o mclhur que tem viudo ao mercado,
a l^XM) rs. cada urna : ua rua do Crespo, bija da
BSquIna que VOlta para a Cadeia.
m Deposito de tecidos da fabrica |jg
de todos os Santos, na Babia.
Ventlo-se cm casa de Domingos Alves
M.iihi'ii-, na na dn Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodao transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
de pescar e pavios para velas,
muilo commodo.
.._ ..ffttitftttt MMMMI
Granrie lonlmintoda paonoa Onos c cale-
miras.
Na ma do CretpOi loja da esquina que volla para
s Cdela, vende-aa panno preto, .1 .i-'hin i-.i-.'iio
rs.; de mrelo hraiuii, a SfoDON,; dilo IVunnv. a
WV90eS|uOOri., c muilo u|icnur, a G9OO1) is. o
covado ; dito a/ul. a i'-mki. :i--ji c ',.-'|ji;i rs., e
muilo bom, a J9IIO rs.; dilo verde, **I00 a 5 i.. -, railes ilc rasemira pretil infeslaila, a ."-'illll e
o^orJOrs.) dila Uraaesu ede cor de tmias as quali-
dades, pur |irero ruiiinioilo.
Vendem-se relogios de ouro, paten-
te ingles, pur commodo preco : a rua
da Cruz 11. 20, casa de I.. I.econle Feroil !
Ma loj. a. 6 porta, oaa fraaito a Isroja ato
XalxxTaaaoBt.
Vcndem-M chitas do cores rom muilo bom panno
a 3000 r. a paca, o o covado a 110 rs., lonras de
.-.unlniii.i branoos, ditos cmn barra de cores, a 160 ra.
caila um ; ditos pira meninos, a 80 rs. ; alpaca de
ciiies lisa o de quadros, a 240 r. o covado ; rbcadl-
nMu de linbo para jaqoelas e palitos a 200 rs. o no-
vado; panuo tino verde o cor de rap proprio para
palitos, a 2BOO0 o covado ; chales prelos de lia pa-
ra lulo, o meias muilo Unas para meninas.
Na rua do Crespo, loja m. t. de Anlo.lo
Francisco Pereira,
vendem-se: a I65OOO rs., palitos do panno Uno pre-
lo e de cores, os melhores que lem viudo a este mer-
cado ; a IO9OOO rs., palilos de alpaca de cores e
prelo, taienda o oais lina que he possivel; a 89000
rs., corles de kelvinasde seda de quadros oseoceie
com lcovados cada corlo; a 3S5U0, |>e{a de cbila
escura de cor lisa com 38 covados; a 39200. covado
ile panno lino de cores e prelo, o melhor que lio
|.ii.-imI ; a -2-iski rs., covado de casemirade uma
sicdr, propria para forro de carro; a 210 rs., cova-
do de chita franceza, a mais lina que lem appare-
cido, de I mi.1 lisa c goslo moderno ; a KIO rs., cam-
braia franceza com BabaJftcs c guarnicocs, fazenda
a melhor cm nosto que lem chegado de Taris ; a
ISJ000 rs., dnzia de lencos hraucos de puro linho.
FaieaAas para lato.
Ycndcm-sc chitas prelas, a 6*">00 a pega, c 180 o
covado, princeza superior, a 800 rs. o covado, lila
lina, a Uin, incriii muilo lino, a 110200 o covado,
alpaca lina, a 720, dila superior, a laOUO rs. o co-
vado : na rua Nova, loja nova n. 16,
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro, por preco
commodo, para feclinrx>ntus : em casa
le KollieiSi Didoulae : na rua do Trapi-
che 11. 12.
Vciidc-sc'um arrcio completo para um caval-
lo, muilo proprio para cabriolle, novameute 'lic-
uado de Franca, c muilo em conla: em casa de I .
S.niv.i-r ,\ IliinimiiIini. na 111.1 d.i Ij 11/ 11.8, c lam-
hem vendem-se muilo boas vaquetas, para roberas
de canos.
Na loja da Iravessa do Oirpo Sanio, confronte
ao lado do passo 11. 29, cxisle um sortimento decal-
cados c av amentos para os ditos, veude-sc ludo por
procos rasoaveis, a volitado dos compradores ; as-
sim como faz-sc calcados de encnmmenda de lodas
as qualidades, com asseio e promplidao.
Veinlem-se ninas vaccas para refazerem, unas
com crias o oulras sollciras : quem as quizer ver,
pialo dn UI---I- ao Salaadinho da passagem de Olin-
la, que se fani lodo o negocio.
Na rua do (lueiniado 11. 28, primeiro andar,
casa de Silva & Companhia, ha para vender,ilrm do
uranilc e xariado sortimento de fazendas do mellinr
unslo, chapeos de pallia finos, da Italia, de abas de-
liradas e singlas, lano para humeas como para
meninos, sendo esles a preco de 2?*i00 c aquellos a
H3OOO rs. cada um : na mesma casa veude-sc lum-
liem clincnlale bamburguez n mais fino que he pos-
sivel, a preco de l^vOOU rs. a libra.
Zulmira.
Zulmira be uma fazenda do soda de um lecido e
cores lacs, que encanta a todas as pessoas que
vrem; serve para uiagisslosos vestidos,para senhoras
11.....ao Ihcalro, sanios, visitas etc. etc. ele, xende-
se sement 110 grande cslalielecimenlo de fazendas
baratas da rua do Crespo, n. II, c Collegio, 11.2, pe
lo baratlssimo proco de 180 rs. o covado.
FUNDICAO' D AURORA.
Na fundicito d'A inora aolia-serotislaulemenle um
completo siirlimeuto de maoliinas de vapor, lauli
il'iilla como de baixu prcssiio de iiindelliis os niai
a|i|irnvadiis. Tambem so apromplam de eiicommen
da de qualquer forma que so possam desojar com a
inaior prcsleza. Habis omriaes serao mandail
para as iriLssenlar, e os fabricanles como lem de
cosame alianran o perfeilo Irabalbo deltas, esc res
poiisabilisam por qualquer deleito que possa nellas
appareccr durante a primeira salra. Militas machi-
nas ile xnpnr construidas ncsle eslabeleoimeiilo lem
cslailo em conslanle serviro ncsla provincia 10,12,
cal 16 anuos, eapenas Icm exigido mili iusiamli-
cantes reliaros, c aigumns ale. ucnbiins ahsoliilaiueu<
le, nccresi-euilo que o consiimmo do coubiislivel lio
mili inconsidciavel. t)s seuhores de engolillo, pois,
contras quaesquer pessoas que precisaren! de 111.1
cliiuisuio silo res|ieilosainonlc ciiuvidados a visitar 1
eslabclecimciilo cm Sanio Amaro.
Km casa de Briiiiu i'rae;cr Com-
panllia, na rua da Cruz. 11. 10, vemle-se
1 sejpiinte :
PIANOS FORTES los melhores auto-
res ede moderna conslruccao.
INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
chestra e llandas militares.
OBRAS DE OCHO de toda a qualida-
de edo mais apurado josto.
NIMIOS SI..Marmol, St. Jiilicnecliani-
papjnhe
LONAS deililli-reiiles itualidiidi.
BRINS DA RI1SSIA.
NOBILIAS DE FERRO, como sejam,
cadeiras ledillerentes moldes, mesase
solas, assim comocommodas demogno o
cadeiras le lialiuiro desip, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda que
ti^m viudo a esta praca.
OLEADOS cmn lindas pinturas de fruo
tas, etc., para mesa le meJo de sala e
llancas.
CIIAIUTOS da llavana verdadeii-os'.
MOLDURA DOURADA para rjuarni-
cao desalas e quadros.
12,000 rs. a duzia.
Su|iei-iiircsloallias dcpaiinn de linlinilo Porto cora
I vara ', de comprido, proprias para llmpsr o r
lo, pelo diminulo preco de 123000 a duzia : na luja
da rua do Crespo 11. Ii.'
Cera de carnauba.
Conlinua-se a vender a mais superior cera de car
nalia, que lia ncsle morcado, em porcao e a rola-
llio: no armasen] da rua da Cruz confronte o cha-
fan/ 11, 19.
DAURORA
ex Companhia.
C. STARR .C.
respeiliisamenle aiiniiiiciam que 110 sen extenso es-
lalieleciiiienlo em Santo Amaro, continua a fabricar
com a inaior perfeicao e proinplidao.loda a qualidade
de 111.11 liinisiiiii para o uso da agriciillura, navega-
cocnianufiiclura, e que para mainr emiimmlndo
seus iiumeii>s(>s freguezes e do publico em geral, lem
aberlo cm um dos grandes armazens dn Sr. >li-squi-
l.-i na rua do Iiriiin, alraz do arsenal de nuil 111I1.1,
uin
DEPOSITO DE MACHINAS
ciiuslriiiilas 110 diloseu estabolecimeulo.
All acharao os compradores um rom|ilelo sorli-
iiiento de mociulas de calina, com lodos os mellio-
rainealos alguna deUssaeves coriginacs) deque a
espericnciade muiliM anuos lem mostrado a neces-
siiladr. .Machinas de va|Hir de liaixa c alta pressao,
(aixas de lodo lamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mo e dilos para condti/ir formas de assu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, fornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais .ipprovada oonslrurcao, nados para
ahimhiques, crivos e iHirlas para fornalhas, e uma
inlinidade de obras de ferro, que seria eufadoiibn
enumerar. No niesmo de|Hisito esisle uma |iessna
iiilclligcnlo c habilitada para rcrclier Indas as en-
roinmendas, etc., etc., que os aiinunciantcs omtan-
lo com a capacidade de suas odicinas e maoliinismo,
o pericia do seus olllciaes, se compromellem a fazer
oxeeutar, com a m.iior |iresteza, iierfeijo, cesada
conformidade com os modelos ou desodlos, c nslruc-
o/>cs que llie forem fornecidns*
Brim trancado amarello de puro linho, a 1,440
ra. o corle,
vemle-se 11.1 rua do Crespo, hija da esquina ana
volla para 11 Cndcia.
Vende-se superior cal de l.ishoa, por pceo
rasuaxel : na rua do Vigario, armazem n. 7.
Vende-se o mais superior cliocolale francez
que tem viudo, e diversasqulidadej de consonas
linienlarcs, mallo hoas para sopa e mais proprias
para cinbarradicus: na ru.i dn Cruz do Kcrife, ar-
mazem 11.62. No mesmo armazem tambem se ven- i
de muito iio.-i i- .11.1 do iiio Grande.
SERPENTINAS
Acaba de chegar un peqiiena|Hii,.;,,,
le ricos c elefantes modelos, todas d i;
luzes; e bem assim um excellenie lu,),,,
de 8 lii/.i-s, ao gotto moderno: vendenj.
se na rua do Trapiche Novon. I (i
VARIADO SORTIMENTO DE papel.
Chegou recentemente, sendo tlinari)
de peso, paquete, de copiar caria,, v '
111111 unir, tanto branco, como de cm
tuao da mellior <|ual idade que vcni '
mercado: na rua do Trapiclie n. |rj
NA RUA NOVA, LOJA NOVA N. ,
Vendem-se madapolftes finos, ao baralo ii., 1
39OOO, 3">00, 000, 4*500, o 19800 rs. a i,"
chitas de cores lisas, bonitos |Wdr, ,-Uros o eu'
ros, a 4JOO0, .'iJOOO, .'iSoOO, e (fXKKIr,. a ,,cr, ,"
covado a 120, 110,160, olf rs.
PARA ESCRAVOS.
Vende-se algodSo encorpado. para rou| je e>.
cravos, |>elo baixo proco de 100 rs. a jarda : u
rua Nova, loja nova u. 16.
attencaO.
Vendem-se livros e ineios ditos de p,0
le prata e ouro, chegados ltimamente
de I.islina e por preco cxiinmodo : nt
ua do Trapiche n. 17, escriptorior)e
Jos Teixeira Basto.
POTASSA DA RISSIA.
Vende-se superior potassa da Kussia, c
Americana, por preco muito commodo:
na rua do Trapiche n. 15, annacea di-
Basto limaos.
Veude-sc uma porcao de Ida de canna
|i.ilru du l'orcon. 21.
Id din- & Bidoiilnc, nn rua lo Tu.
pichen. 12, aindu tem mais tres piaa
le ptimo tom, para vendereiii-e.
TAINAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Sanio
Amaro, e i.uuliciii no DEPOSITO
1 11.1 lo Hi uin ln;;ii na entrada, c deltnn.
te lo Arsenal le Maiiiihn ha' sempri
um grande soitiuuMito de tnichas bta
le fabrica nacional como estrangein,
batidas, fundidas, (jraiuhs, peniii-n,n,
i/.as, e fundas ; e cm ambos os lo;;anv
e\istem piindasti-s, para <-arre|ai- >
noas, ou carros livres de des|>eza. ft
piiH;os sao' os mais coinmodos.
Vende-se um par le llancas de ubi
de Jacaranda', obra bem acallada, e qi
nao he foleada : na rua di; Moras 11 li
casa terrea pie tem a frente piulada til
i/.ul, e portadas brancas.
RAP l'nlMl/.x. DE LISBOA.
Na rua da Cadeia do Hecife, loja de fazenihis t
Joo da Cuiilin de Magalhes, veude-se a ctcellei
te pilada desle ra|H!, o mais fresco que tom vind,
pela galera Mnrijarida.
Calcado francez barato.
No aterro la Boa-Vista, loja di- calca
do n. 58, junto ao selleiro, vende-se 1
sefjuinte cal;ado francez., a dinlieiroi
vista, pelos preros abaixo, e i-eeommi-is
da-se as pessoas que virein esle .iiiniin-
co, pie venham examinar o calcado
pois nao dcixiu-ao de comprar.
Botius de becerro, par.....".xjIMI
Sapalies di; lustre, par.....l|6M
Ditos da Itussia, |iar.......li.SOIM
Borxeguins elsticos, par....."nal
Dilos rom botoes, par......1
Sapalos para dansa, par.....3fM
Ditos com salto, par.......I.S'.iOl
Sapales para menino, par V.sOO*
Deposit de potassa.
Na 1 ua de ApoJIo, armazem de Id
Res, existe superior wtassa do llio A:
Janeiro; assim como la America, apre
i;o raz.oavel.
Vende-se cm casa de S. P. Juina
Ion & Compnnliia, na ruada Senzala Ni>
va 11. -i2.
Vinho do Porto, superior qualidade,n>
garrafado.
Vinho Cherv, cm barris de quarlo.
Sellins para montara, de hornero C se
iihorn.
Vaquetasdeluitre paracoberta decarroi
Relogios de ouro patente inglez..
Vende-seo vcrihideiro vinhoBof
deaux, em barris, champagne da m
Ihor qualidade, m gige-s, licores d.
Alisinlli e Kirssh ; ludo vendse |h4i
mais barato privo possivel : ua rua 4
Cruz. 11. Ii'. primeiro andar.
Vende-se 11111 cabriolcl muilo leve cbfianm-
Iriiido, por prejo muilo rninmodo : na rua do> Ti-
res, cociicira nova.
Vendem-se hlalas superiores, a l4IOOrs.
da arroba, extracto de losna, a 800 rs. a nrrau
cha prelo, bonieopalhiro, a IJfitlO a libra: nal"
vessa da Madre de Dos, armazem pintado aerial
ESCRAVOS FGIDOS.
Anda se acba fgido o escravo, crioulo.*
nomo Augusto, que fugio no dia 22 de junlio; (I
secco, feicoes regulares, e quaudo falla COSlaaalS*
lisi-ar roi os nlbos: roga-sc as autoridades ikiIi
que delle livereni noticias, de o pegar c levaras
senhora, que mora na rua Formosa, na quarlic'
terrea, que ser generosamente recoui|ien-:iilii.
Desapparccerain na fuidicaoil'Aurori.iiinii''*
de l!l de agosto, os prelos Miguel, Angola, khwtU
alios pouco mais ou menos, estatura regular, sa>
ro do corpo, rosto marcado de bexigas; Manuel. I*
go, idade 30 annos, baixo, um lauto cboio du i-f|i.
levou calca de riscado d'olgodo. camisa de nrailJI
lio, bonete, cba|io de sol, ambos fallam dosi-aii':'
do, e 11A0 leciii hurba. Suppoe-sc Icroni sido >eJ
zidos : roga-se a quem os apprehcndcr 011 dellc I1
ver noticia de dirigir-so a mesma fundicao que ser
bem recompensado.
Do Sbaiso assignado desapparcccii um "'"
cravode nome Ignacio, do 'i anuos de 'lude. "
11.1 Jii.li- fevereiro do correle auno, da proprieili
de Mulata, da freguezia de Tracunliaein, termo '
limares de Nazarelh, o qual lem os signac- -""
los: de boj altura, rheio do cor|io, as pernalP*
is ps grandes c olalos, lem urna latklsawst'
josa 110 dedo grande do p dircilo, c oulra fn""
menor no dedo do 011(10 p, cara larga, e asqueiv*
das. o queixo lino, sem barba, a vista baixa, e^ lo''
\o do olho esquerdu lem urna marca de fcriita
quem o apprehendcr, se recoin|ieiisar: com gasa*
sidade.Paulo Hibeiro de Amorim.
Desapparcceu 110 dia ti docorrenle, um '""T
que de nome Manocl, levando veslido calca de lu"
branco, e camisa de mad.i|iolo, c sup|H'ie-sc T''"'
aeha ncsla cidade, em consequencia de bavor *
encontrado: roga-se pnrlanlo as anluridadeip*
ciaes, e aos oapiises de cnin|io a captura delicie"11'
do-o .1 rua larga do Rosario, no segundo andar o>
sobrado 11. 1. dcfronle da botica de BmIM***
francisco de Souza.
Desappareceu da rua da t^uleia do baiira *
Sanio Antonio n. 10, defronte do llioatro vollio. 1
escrava Thercza, prola, de naci Cabinda, l"iu;
grossa, beicos salientes, e calcanliares ^:lclla^l",.
lem :I0 annos de idade, pouco mais ou iiicih*. ccl;
calrlz cm forma de lalho, no rosto ao iw dn oen1''' *
levou veslidb.de chita amarella o roxa, p*"" "*
si.1, eem un dos pesiim pedazo de correiile'"
que se desprendiera : quem a apprehender e eah*
gar na dita casa, sera recompensado.
Anda continua eslar fugido.ilcsilo l"> dem"1'
Codo correnle anuo, do engeiibo de Sanio Ai1"
nbo, freguezia da Vanea, o escravo Silvano rom '
ignaei seguinlcs: levou camisa eccroula de alp"*'
da Ierra, reprsenla ler 20 anuos de idade, cara '"
l'"i.....larga e lalhada, altura recular, n.io Wjs*
'inbaracado, lio algiima cousa fula o lom loik
Ionios: quem o |iegar levo ao iiieiicionado eiigenl"'
que ser hem rccom|iei.sado de seu Irahalho.
Ta

Pera. 1 Tyai. o M. F. FHa,


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