Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02537


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1*0
ente
na
AXXIX
QUINTA EIRA 15
DIARIO M
DE SETEMBRO DE 1853.
S5
N. 207.
PEMiMBMO.
riucijo DA suBscmpqAO'.
SulwTOP-se a 158000 |K>niuno, e 4JOO0 por
'f,,.| pago atUaiilado, o 49500 por quarlcl pago
,((ni.l". i'J>'ilsa Jo se proprielario, M.Figueira
Arfara. <>< l'ra?a Iiiilcpciiileiiria, n. 6o 8, e no
edcJ/rasa ilu Sr. Joi6 Pereira Marlins.
uihi.i ao I1'. Duprml.
,|,ii, a u o Joarjuim Bernardo Mondonga.
Pmliiua Jone HodriRuea da Costa.
Kal.il o a a Joaquim Ieuario Pereira.
AtdcdlN u Anlonii) de Lemos Braga.
Oarn'" n <* (iuillienrieAuguslo de Miranda
M.n.inli.i" Joa'l'"i Marquen Rodriguen.
Pau* u a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS SZ 14 DISETIMBSO.
Sobre Londres 273/< 00 d.
Par, IMS
a Lisboa, 95 por cenlo.
Ouro. Oncas liesnanliolas. 289J0(I a 298000
Moedas.leU&tOOvellias...... 168000
de 68100 novas...... HUSMO
. de IsOOO......... .1000
Praln. Palarocs brasileos........ 18910
Pesos col nm narios........ 18910
s meiicanos......... IJHOO
AcfOes do Banco......... 0%
l>cscoulu dol.cllras....... 'JaII
NOTICIAS TKiNOtIBll.
Portugal . 110 de llos. Austria. . . 3 de Agos
Hespaulia . 8 do 0 Inglalerra 27 de
Franja. . . 8 de Suissa . 2 de
Blgica . . de 1 Suecia. . 29 de Jul.
llalla. . . 3 de I E. Unidos. 27 de i>
AIi'IimiiIi.i 3 de Mxico . 16 ile
Prussia. . 3 de 1 California. i de Jun.
Turqua . . 26 de Jul. chai . 12 de
Russia. . 31 de I Buenos-A . 23 de Jul.
Dinamarca 31 de B Montevideo .2i de o
NOTICIAS DO IMPEIUO.
Para'. 13 de Agosto
MaranbaO 16 do >
Ceara'.. 20 de
Parabiba 9 de Sclbr.
Alagas 31 de Agosto
8. P. do Bul 31 de Jul.
S. Paulo 4 de Agos
Minas.... 2 de
Hile Janeiro 25 de
Babia .... 31 de
PARTIDAS DOS COBBJCIOS.
Oliiula, lodos os dias.
Victoria, nasquinlas feiras.
Caruar. Bonito c liaraiibuns, nos dias 1 c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Kv'i e Oricurv, a 13 e 28.
(ioiauna c Parabiba, segundase sellas.
Natal, quintas feiras.
DIAS DA SEMANA.
12 Seuuinla. ,S. Macro-
bio M.
13 Terca. S. Aula V.
11 (liarla. xaltacao da
S. Gnu.
15 Quinta. S. Nicoinedes
M.
16 Sexta. S. Eufemia V.
M.
17 Sabbado. As ChagM
de S. Francisco.
18 Dominan. Fcsla das
Dores da SS. Virucm.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Hclarao'
lerdas esabbados.
Fa:ena
Ierras esevlasas lOboras.
Juizo de Orphaot
secundase 5. aIO horas.
I'rimeira tara do cirel
tercas e 6. ao moio-dia.
Segunda rara do rt'rel.
quarlase sab. ao meio- Sclcmbro 3 I.ua no>a as 9 horas, 21 iniuulos i
34segundoa da manliaa.
a 10 Quarlo rreseenle as 6 horas, 37 mi-
nulos c 32 segundos da manliaa.
17 La cheia as 7 horas c i I iniuulos (
24seguudos da mandila.
25 Quartu mingoaiilc as 8 horas, IJ
minutos c 31 segundos da manhaa.
* MAMAR DS HOJI
Primeira Ht9 horas e 6minutosda tarde.
Segunda s 2 horas o 30 minutos da maullad.
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do di* 13de Miembro de 1883.
(Minio Ao commaudatile das aranas, Inlelran
ilo-o ilc haver, em vista da sua infonnaco, manila-
,|,i pastar |>orlara, concedendo ao segundo rirur-
M0 do eorpo de Mude doetcrcilo, Dr. Antonio
J,..u- Son/a, un mei de cenca coi meto solili
ara Ir provincia da Babia.- Igual ronimuiiica-
,.io se fe/i Ihesouraria de laieiida. .
Dito Ao rcsidenle do conscllio administrati-
vo, para'faier comprar e remella KM arnia/eiisilo
jr-iiul do guerra, nos termos do regoUmoolOda I
,1,. Jeicnbro do auno prximo paMado, as fa/endas
c m.ii- nhji'i'tos mencionados na relajan que reincl-
i, Fieram-fe as neceasarias coininunicocr.es.
HiloAoluspeclor da Ihesouraria de ranada,
innnivanio a arreinalai.o que fe/ Ignacio l'ran-
rliro Gabral Canlanll da obra da can que se raan-
iIuh<<' pan abolle do hospital regintenlal
tala lu"
eogenneir
_ ,! mniwndanta das armas, para mandar farililar
Jilo arremalanlea entrada uoquarlel da Solcdadc
mide le
al. Conillliinirii
ser cxeciilada a mencionada olna.
,in
Ao niesni i, inlelrando de haver c.....-- i
iliasde lleaofi eom oraapoellvo ordenado ao
iliri'itii da comarca de (iuianna, bacharel
., iii|>ii-i.i Gilirana. Kliartmxa ai neces-
oes
I nii
daeili
jaUd
Aiii'H
sm,i. i-iiinmiiui .
Hilo Ao mi-iiio, ronununicando-0 que o liaclia-
rdlanoel da Silva Kolva pnilicipou haver, no da
ido rorrenlC entrado no exercicio do cargo de
W de dircllo da comarca do llrejo, reasumimlo
m tuni'iiH'- de lula municipal o de orphiios daquel-
l,. lennou bacliarel Jos Kuilrigucs do Paseo Jnior.
I. i.'l ciiiiiinimiciiC'io se fe/ aoconselheiro pre*i-
ilonicd.i rclxclo.
piiii Au ii-pei-lor da Ihesouraria da fa/enda
nrovineial, pura oue, vista do compelcnlc certil
lu
ule p
e Al)
ie lew i
onlralo
gar ao arremalaole iloa acudes dn
{6a da Evlrema a primeii.i pre-la-
ircllo, |Mir lar folio melado das obrai
Iiileiiiiu-se ao director dasobras
iil.li..-. .
Dilti Aomesmo, recoinmcoiliimlo, u visla da
i,i iiifornuicao, que, proslando o virarlo da Iregue-
i,i dr Buiqe,JosTeixeira de Mello. Ilanra do-
p.i, i.......le S. IIIC cnlrogar-lhe para a obra da ina-
ii.iqin iii rreaueiiaa quanlia de 1:5001000 rs. ,
Mnenilirada da verba da eventuae. Cnuunii-
iniii- |iln Ao niesiuo, remetiendo, para scu conhe-
ini'iilo, rupia iln orcamento do raes da ra do F.a-
ImiIii'. pin dclrs do Atino da Bua-Visla, o qual
hiuIiiii l.i/.er p.ii adminislracie ; c pravenlndo-ode
irerrcconiincmladn ao director dasobras publi-
-, que f.n.a iiilimar a Iwlus os forciros de terrenos
l mili imIi.i liaqilClll ra, para que, no pra/o de :l
ncipio as partes do referido caes que
n, e nsconcluam nopraio doojualro
na de -i'mandar fax-laa por admi-
ii'io elle, olirigadoe a pagar, mo s a
D Imiivcr de fa/iT, mas lamban n imil-
i'iilu iln valor ilispelldido, mi a perder
e lem ao domiiiiu util de laes lerrc-
,li' iiimi iiiiiiiriieseoin que Ibes forain ellrs con-
OIUrioii.se neslc sculidu ao niaicion.i-
ili.i-d
ll- p
nie'e
re
hp,
iii-ii
lesnea qui
l.i de 50 pm
ntlireilo qu
OJU
dn iliiclur.
Mil"Ao mesino, reciiiumemlandoa expedicRode
masordens, no sentido de sel recehida e leculhida
uot rofrej il.iquella Ihesouraria a quanlia do 1711?
i-., qoesegundo rala de oflklodo director dare-
narlicaadas obras publica", ja arrecadou o Ihoaou-
leini daquclla rrparlirAu dos proprielarios da ra
da Aurora, que voluntariamente aaaignaram par
nlii,i I.h;,'ii que leiui'lli', fallamlo someiile receber M Bf-
slgnalliras do Dr, Francisco Joilo Carneiro da Ctt-
iiln. e Mariano Xavier Carneiro da Cunha, que se
.hIi......<.....laeidade.
KelarSu o i/ite te refre o offieio iiiprn.
II. Tliereu de Jeaus AMvedo. Iikwuhi
U......el lionnlve ij.i Silva.....lnwHm
. Jiiai.....Alalia de Dos......IOii-ikhi
JoseJ.irinlli.i daSilveiro......UBOISI
Alaria Theodora da Assum|iciio 20*000
Jeaqiiini Francisco .Miranda.....lOOSOOO
Hi. I raiicwuji.noCarneiro da Ciinlia .VlaOOO
Marii.....Xavier Carneiro da Cunha. 5OJOU0
Ofllrioo-se ao referido dircclnr, para mandar reco-
Ibcra Ihesouraria provincial a quanlia de que se
lala.
HiloAo inesino, para qoe depota de prestada li-
,iin;a iilunea, iiiaudc Smc. entregar au vigario da
ii -ii /i.i da Escada, Siiucao de A/evcdo Campos,
o I:IMHts rs. que fui consignado cin o artigo 17 da
li'i do orcanu'iilu vigenle pasa os rnnceiios daqucl-
la m.-itri/, i IslO nao haver iucoiivciiiculc na entrega
tasa quanlia, segundo Smc. declaren.
hiloAo mean, reeommeudando i vista da In-
forinaeao do direclor das obras publicas, que mau-
lle papal ao arrcinalmilc do 17. lauco do empedra-
'iiciiln da estrada da Victoria. Joaquim Claudio l;er-
PBll.....importancia da primeira preslacao a que
Iiiii dircito por ler fcito melado das obras do scu
K'iilialo.Inlerou-sc ao mencionado director.
HiloAo inesmo, para mandar eflecluar o paga-
mi uto da importancia da ultima preslacao a que
tai direilo o arrematante da ponte do Anlo, con-
liimie se Ihcorilcnou em II de agosto ultimo__
i:.....miinicoii-M ao direrlor das obras publicas.
HiloAo conmiaiidanlc superior i\ rienal, desle municipio, inlelrando-o de haver ap.
rimado a proposla de olliciaes para o eaquadraO de
ntlllaiiada incsina guarda nacional, com 0-liisao
pertni ilniidailflo Prudencio Marques de Aniorrm,
|irii|iiisto para |wrla estandarte, visto nao constar
que elle estoja qualilicado em alaunadas fregue/as
dn iiie-mo municipio, c reciiinmcnilando a rxpcdi-
tsilasconvenanlos ordona para que os noiucadns
luan a- mu |ialenle>.
HiloAo dircrlordas obras publicas, recommcu-
laiulii, ile riiiiliirmiitadc rom o que requisilou o
iaspKlorda Ihesouraria da fii/euda, que lomea
i'u rarana iiupcrjAo da obra do irina/ein que tai
nastrair-se naalfaidaga dcsia cidade.lulcirou-sc
ao raspectfve ins|>eclor.
HiloAo dircclnr interino do Ivceu desta ci.lade,
para mandar |H>r em concurso 1 subsliluiro das
aileips de ingleg e franco/ d'aquellc csloheleci-
nirnlii.
Curiana(.onceilendo ao arrematante do quarlo
Unjo da estrada dn Norte, Manuel Anlonio dos Pas
sosc Silva, dous me/es de prorogaejo para dcnlro
desle pra/o concluir n dito arrematante aquella
obra.Fzeram-sc as necessarias comniunicajes.
Illm. e E\m. Sr.Tomn visto no Diario de l'/r-
namlnini de 7 do crlente um anuiinrio do bacha-
rel Thom Fernandos Madeira de t;slro, Iransfc-
rindo |iara boje a reuniao dada na casa de sua resi-
dencia, que cuino secretario desla inspeccao he em
iimedilirio pertenecido a este arsonal.c dentro dalle,
proeurcl saber qual era o motivo de lal rounilo, vio-
lo que marela a honra de ser nunuuriailu polos
jumaos; c lulo me sendo possivcl oidor at agora
qiialqiierexplirac.lo c ser a entrada da referida re-
sidencia fiVra do arsenal, me cuinpre levar nnro-
nheciiuonto de V. Etc.; alim do providenciar cuino
em sua sabeduria adiar conveniente.
Dos guardo a V. Exr. Inspeccao do arsenal de
marinha de Pernambuco 9 de sclemhro de 185:1.
Illm. e Fvin. Sr. runselbeiro Jomi Bailo da tamba
e Kiguelredo, presidenlc da provincia. Htixlario
.inioiiin do* Sanlot, capitn lenle Inspector.
Illm. Sr. Passo as rotos de V.s. oofllclo In-
cluso, que ueste monienlo acabo dcrcccber do Sr.
inspector do arsenal de marinha. para que me infor-
me sobro o seu ronlcudo.
Dos guarde a V. S. Palacio do gnvornndc Per
nainliiicn 9 de selombro de 1853. Jott lenlo da
Ciinlm e Figneiredo. Sr. deseinliaruador rhefe
de polica inlerno.
Illin. e Exni. Sr. Acensorocebido oolliciodc
V. Ese. cobrindn o do inspector do arsenal de ma-
rinha, ambos firmados buje, no qual manilesla-se o
inlenrfl.0 do bacharel riiom Fcriianilcs -Madeira em
fa/er na casa em que reside, porlenrcnlc ao inesmo
oslabelecimenlo nina reuniao rom lins politicos,
sem que houvoMfe disso prevenido ao seu chefe: a
respeilo do que lenhn a informar a V. F.vc, que
nesle momento sabio daqui o moneionado bacharel
Madeira, acabando de partieipar-me por escripto
que naquella larde lioba de lafer una reuniao do
v arios cidaiblos |iara accnnlarein sobre as bases dos
estatutos do una sociedade pnlilira, que prelen-
liam inslallar: live nesla occasao do fa/er-lbe va-
rias poiuleracics nn senlidii do se mo alearom as
liscenci'ies poliiicaa que feli/nicntc vio acalmando
sntre noat e no entretanto disse-llic verbalmenle,
me pedia eflecluar edita reunido, eumprlnda ao
Wpota i nm as f.irmalilailes presrriplas por loi ; nao
saliendo eu enliin das riirumslaucins mooclonados
lolllclo do inspector, avista das quaes cumpre
an eltrlo que mellior Record tome o socio ins-
inuador ; e como em meii poder anda so acba a de-
daraclo, quoelie me li/era por escripto, e que am-
ia uan despache!, aguardo a deliberarn de V.
Exc. |iara resolver o que or mals conveniente.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da pulida do
inainluiio 9 dcselembrodo 1833.-Illm. cExin.
Sr. eonsolbeiro Jos liento la Cunha e Figuercilo,
presidenlc da provincia. 0 desombargador 'ne-
imn Jote da silru Santiago.
Illiu. Sr. A' visla iln que me pondera V. S.
em -ai ollldo de boje, iifuiuiuudu-ine acerca do
que me repri-senlim o inspector do arsenal de mari-
nha, devo dizor-lhe quo nao me parece regular ipuj
no arsenal de marinha, onde se trata do negocios
navaes, so celebran ettssfies de carcter polilico,
iliornicnte uAo havondo previo cnnsenlilueuto do
ebefe da reparlic.lo. Sera puis rtinvcnienlcquc \.
S, evlinrle an peticionario, para que esculla lugar
lliaisapinpriailo.
lieos guarde a v. S. Palacio do governo de l'cr-
iianihuco 9 de selcinlirn de 183.1. Air lenlo da
t'tnilia e Fy/ueire'\n.Sr. desembarcad orchefa
de polica Interino.
Illm. clCvm.Sr. ICin ciiiii|iriinenln ao re-pei-
lavel rlespacho de V. Ea nn incluso olclo do en-
gcnheiroM. A. Brollievick sobre o svslema de pon-
te mata conveniente para o lugar da ponte dn rteci-
fe. enlendi-iue cun o uiajnr di.....genlioiro) Clnis-
UailO Pereira de A/eredo Cnilinhn. alim de ennfe-
renciaiiiuis as musas nphiit's a rr-)ieitn desta ma-
teria, c oslando nos concordes no meamo peo-amen-
to, lenho a honra de informar a V. Ex. o scmiin-
te. Examinando aquello engenheiro o projeclo
que en havia formolado de nina poni de ferro pa-
ra o lugar an nueslgo, o juntamente um oulro pro-
jeclo apresenlauo |ior Andr Wllmer para urna pun-
i de podra, achou que anillos estos projeeloa e-la-
vam bem osliidados, e soinenle noloii (pie se con-
formava mata com o sv slcnia do fundacics por inini
proposlo, por ll.e parecer mais seguro ; o san dar
preferencia a iieiihum dos projeeloa flisso que sup-
punlia luais conveniente nina poolc suspensa para
aquello limar, t'.oni qiianlo milito respailo as npi-
nioejs dosio dhtinqloongenhoiro, todava nJoposso
ciinfiirniar-ine enm essa Idea de ponle suspensa pa-
ra o lugar de quo ao traa. Arateos quojapre-
scnlci om ini'U nllicio dirigido a esse F.xni. governo
coi 17 de in un Ultimo, sob n. 161 me parcrem
mais que siillirienles para mostrar as inconvenien-
cias de una punte suspensa iiaquelle tusar, cujas
ra/.oes nao leudo aillo combatidas por aquello dis-
linclo engenheiro, fa/ein com que ainila uio eiiu-
serve lirmo na inc-ina opiiio. A falta de experi-
encia o cuiibociiuentu da oceo especial dos agentes
ahiiospbericos nesla cidade sohro os diversos ma-
la iaes de que sAnforniailasas ponlcs BUSpenaas, in-
duiiram laive a .Mr. Al. A. BorlhevIcK conceber
a idea de ponte suspensa para aquello lugar, c os
mullos alaieres de que se achava olio aobreearrega.
do, talve o embaracassem de lor as iuformacoes.quc
alai respeilo apreseulei, aindamis por estar essa
nfurmaco escripia em portugus, A calaslrupbe
da ponto do l.eiin o d'Angers .Franja seguida de
uulms muilos accidenles em pontea suspensas, leem
anacllado no espirito das massas po|>ulare-, o ines-
mo de alguns bomens de sciencla contra as |ionles
suspensas una profunda aversao, dcsgrajadainento
Joatifteada pela experierrcia. As minuciosas prorau-
jfies recommendadas boje pelas inslrncjorsdo miiii"
lerio dasohras |iublicasilc Franja, as numerosas or-
dena policiaca, quo na F'urupa rognlam o Irausiln sn-
bre e-las pontea, altenlam a opiuiAo publica, do que
nao he dcslilnido de ruudaiuenlo o receio de que
ha poma solide/ iu~ilas ponles ; o que nAo be con-
veniente. Todas casas raxOcs reunidas aos ineouvc-
nieiiles j.i aproscnlados om meo rilado ollicio, pa-
recen! mata que siiDicicnlcs para mostrar, que nao
he nina punte su.|iensa comenicnle para a luaarda
ponte du Itcrifo.
Nao me he possivcl emillir jui/o olaiim sohro o
projeclo de ponle de podra do Andr Wllmer, pn
isso que elle recebendo o seo projeclo da mo -I
FOLJIETIM.
FERWMMHUPLESSIS
MEMORIAS DE UM MARIDO.
SEGUNDA PAKTE.
VII
'.'uaiiiiK ruadlnu H.i>niumIo \i-wno enlrai |>"^
4> lili..-. cMrcmrccu, lar^ou o livro sobro a 119-.1, c
"-ociidd ,i||i\,iini>nt3fl r;il)Ci liiiirou-iiie um olli.ir
^pro/oc .cveni; inasoo NM QU por isw cor-
1(1,1 a Hto. nlnaroii-a Icrtiamenlc, c disse-llic:
n"~ Traiiu-llic nieu salvador So nilo fora o rofu-
''"luf-acliei linjc em ra>*a delle... letia sido preso
," ** le r.mirrollcs. Confesse, querida niAi, que
r"iaiii|i. p cu nos reaosijaiiios ciu nossos cucoiilro*,
"^'^ellcs se coiiUm pt-lus serviros que elle nu-
A alp2ra de salier que o lillio aral.ava dosm(tar
uini 1" |,t!"i:n i,iulnu-* "as tt^fim do m.-Ki.iiiia Ray-
1,,,'V "' *P*I ;kIp>ii|,p qup n u.f.mLpririii'iil
,u|avi rom o *
'C lMp|
'"Ollli
~]....."Ii^|nviiqin' minlia nmilurla passi
,"ef.....U> prevaleren. \->i
V'*I<' l> 111 ama alma Uo elevada
||lO momenlo dclicsilaro a miii de Joao c-lemlru-mu
cordialincnlea nnro.e.liwe-riic rom um olhai si-
mdralivo :
Mr. DuplesMS... (ornando a ve-I depoi-.de
urna lonfM aonencia... Icidio grande nlblaflo de
poder aurailerrr-llic um novo serviro fvilo a meu
lillio.
E ayora, querida mili, dk>.e Jo,lo, dcixo-aroiu
remando; elle jaula cumnosco, |h>h em sua ama-
liilidade decidio-se n sarrilirar-noso roslo tloilia lioje. Mas eu fabriquei rarluvos loda a noilo o par
e ila manliaa, coiilinuoucllc rindo-so, liorn vi^jue
isso prejudira muilo a alvura de minlias imlosde
nue V. IW. lie Uo ttJwa. Mii.lia Ima tDfll, vou rnu-
ilar a roupa.
! ii|ii(.i -o com madama Havmundo, a qual dase-
me Ioro que o lillio ahio do salilo:
Por favor, Mr. Huplessis, ronlc-me o que lie
que so passou?
Pin varejo leve lujtar na casa em quoe*tavam
doposiladas armas e nitmiics do guerra ; feli/mon-
le Joo pode fuiir scalando um muro, o lehmiar-
sc cni ininlia casa, porque meu jardiin lio viziidio
da morada invadida j>ela polica.
I-o nos 1'"i.i soinenle alce la (oruou madama
Ha> mundo dando um suspiro do allivio; espero que
meu fiI lio no ser inquielado, somos |>rudenlcs.....
Obriuada oulrave/, Mr. Onplcssiii...
I 11I1 wuMilu meu embanco, ella rreeeenlon
rom um lom eheio le lieniunidade :
o novo dlreitoque o lenhor lem eo norn.....
1 .uilii-t imenlo me faz esqnecer o pnssado... no que
mo hepessonl... enlemle?... Ionio o passado...
Ah! eenhora... j- esimi imko dme Hgeira ser-
ciifienhciro M. A. Borlhevirk. n.io m'o aprescnlou,
nem ao major do cu ge 11 lio i ros Cliriliano Pereira
do Azerodo Coulinlio, para o examinarmos. I'as-
sando agora a Iralar dos dous projoclos por mim
a|)rescnlados. um para uinu ponle de ferro e oulro
para urna poni do pedras o lijlos, devo dizor,
quo com quanlo rccoiihoco seren ambas muln so-
lidas e duradouras, lodavia inclinn-nicmaispara o
di poni t\t> |ieilra<, por U*0 quedover exigir me-
nor despeza para conserva roes, embora nlo seja (lo
elegante o agradavol visla, como a A ponle de forro segundo so ve de respectivo or-
eamento devora ciiiiar 538:341^M rs., ea de pc-
li.i o lijlo i;|i,.i:,.rr >-'!,') rs., bavondo apenas adif-
forenca ile 70:(HMiv> de rs. le urna a outra, oque
njlo lie motivoKuflicicnlc para fazer profeit-la a do
podra.
Aim disso, a ponle tic pedra o lijlo lom a van-
lagemde ser construida com malcraos dopaiz, c
emprogar-se nossa obra nlo pequeo numero ,lc
operario-, nocnlretanto que a [Minie de ferro dovera
ser feila pela uta or parle em paiz eslraugciro, nao
si pola falla que temos dosse material (ferroi como
lambem por nflO leriims no DONO paiz eslabeleci-
meulos propiios para se encarregarem de obras des-
la onloiu. Qaanto aos melos deeieeacflo me pare
ce, quo a impurlancia dcslas ubras, as grandes pro
ranenes a lomar-sc na sua ovecueo, a certeza que
dove bavor na seguranea las fundacOes, indiram
que ella deve ser folla mb a adminstra';.o e direc
c;lu de um engenheiro do governo, o qual n.m Ion
do oulro interesse, quo a glora da Iwa oxcrue.lo c
du1.11 ,m da obra,do corlo empregar Iodos os mcios
neceatariof para conseguir esse lim, o que lio una
boa garanta ; e que se 11A0 pode obler pelo sjslc-
ina das anrinatae.les 011 oinpreiladas, em que todo
0 Inlereaee do 1 onll aladoi comifle na ceonomia das
dospozas. embora om projuzo las obras.
Sao eslas as cousideraees, qae me oroorre, n
respeilo. cum as quaes se conforma ntciramciile o
major do enuenbeiros Cbristiano Pereira d'Azorado
('.oulinlioroslnudo-me somcule dizerquebede gran-
dc necessidiido, (penlo antes dar-so principio a
rnnsclrun.o da poulc lateral, que dov c servir para o
transito publico, em quanto se l'izera nova ponto do
Recife. pois sem que exista OfM poni provisoria,
nao te podcri dar principio as fundadnos du nova
ponte, qualipier que seja osvstema a ado|dar-se.
Ueoa guarde a V. E\e., dirccloria das obras pu-
blicas, 30 de agosto de 1838.Illm. c Kxm. Sr.
conselheiro l>r. Jos Baulo da Cimba o Figneiredo.
digno presidente da provincia de l'ernambuco.O
ilireclor, Jos Mamedc dlCS b'erreira.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel do commando d.vs irnu de Pernam-
buco, na cidade do Recife, em 13 de mem-
oro do 1853.
ORDEM DO DA N- 41.
O coronel commandanle das armas interino, de-
clara om observancia do disposlo mi arl. 17 do rc-
gulainenln approvado pelo derrelo n. KtSt) de I i
de dezembro do I830l> <\*w nesla dala conlrabiram
novo trjgfljainenlo, preeedendo inspocc.lo desande,
o tambor da lereelra eompanhla do batalhio ? de
liilharia ap, Manoel Caolano da Costa, o o solda-
do da oilava eompanbia do balalliao n. -J. de infanta-
ra, Jos Antonio dos Santos, que liiialisaiam 0 lem-
po dcscivieo na qualidadede recrulados.
Estas pracw servir.io por seis aiinos, c alm dos
veneimcnlos que por le lio competir, percebor.io o
premio do tOi? pagos em parles iguaos nos primei-
ro. tlez masca de praca, em conl'ormidade do ai I. :l
doeilado regiilamenlo, o lindo o cngajamenlo urna
dala do Ierras de :.">00 bracas quadcidas, como
be expresan no arl. da lei n. tiH de 18 de agosto
do referido anuo do 1833.
No caso to descrean eain sujcilas ao pordiineulo
das vanlagensdii premio e daquellns que IbosHcam
eompelindo om face do arl. i' da le stipradita, sa-
rao consideradas como rccruladas, c no lempo do
engajamenlo se descontara o doprbfo emvlrlnde de
sentenca, faxendo-ae a daolaraAo deste descont o
la perda das vaulagcus no< raspactlvos (Huios, como
lispAc o arl. 7* do mencionado rogulamonlo.
O mesmo coronel commamlanlodas armas, julga
eonsequoulc determinar que a revista cm ordem de
marclia nos empos estabelecida pela dispusicaoquin-
ta da ordem do da n. i!ideadejunlio do rorron-
le anuo, nos das sabbados de cada semana, lerao
lugar dentro da mesma semana, 110 dia que aos res-
pectivos Srs. eommaudanlcs parecer mais conve-
niente, atientas as emergencias do servieo di guar-
nlcfo, que n.io permillc na actualidade pretixar dius
para ossc*se oulros actos concrdenles disciplina e
inslrurcao dos ine-mos corpos.
Atiinucl Muniz Tnraret.
EXTERIOR,
Londres 2 de ugosto.
As noticias que continuamos a rcccbcr da Cliina,
sHo deura carcter mili aatraordinaro e eventual.
O grande inovimeulo insurreccional dos discpulos
de Tal-Ping-WaHg que ajuar dizer > u principe da
Paz, i lem sido resistido com efllcacla pelas Iropas
impi'i .ilislas, e em qualquer ponto om que os Man-
darius'e as autoridades Mantchoo hi- sido atacadas,
lom sido desbaratados c ronbecidos. i) plenipoten-
ciario Ingle* na Cbina, se dirigi, como j noticia-
mos, pelo* los de abril no vapor Mermes de S. Ma-
gealada chiva do Vang-lae-Kjang,para conferir com
os c lie fes da relie I i.mi, e aunuuriar-lbcs a noutrali-
dade do governo britnico.
Como ebjoclo desta expedido nao fo an principio
claramente pereebtdo, o Mermes |>or diversas vezc
rece lie 11 logo dos fortes situados ao longo do rio, mas
efleciuoua viagem aera parda de vida. A medida
que Sir tieorge Huiiham se iaaproximando de Nan-
kin, vio-so um singular indicio da repentina mii-
danca ell'eluada as npinioes religiosas dos Cbinc-
zes : o rio eslava jiiiicailodc fragmentos llnrtuanles
de dolos do madeira, somelliantc as estatuas das
proas de navios espalbadaspor um naufragio. Logo
depois, os interpretes vieram a prais, o urna carta do
Sir tiaorge Bonham roleommunicada aos elieeaclil-
nezos, na <|ual elleparccerceonbecer o seu direilo ao
lilulo da auloridade soberana.
Os nalurncsdo paiz vi/.ilarain o navio livremen-
te, o pareca prevalecer grande cnrdiadadc c ardor
no lalo. Os interpretes conseguirn! obler copias
de alguns dos livros religiosos que circulavam entre
a u.iiva -eila, e beimpossivel duvidar que ellos sejam
derivados do ralbo o do novo testamentos, mu pou-
coacomiuotlado* RS maneirasdo imperio cliinez. Por
a cordialdadc de Joilu pro-
ei acabar.
10 una alToio lo sincera,
e um senljmenlo llo doce e tu
vico!... esta manliaa
vou-me que... Nilo 01
Meu lillio tein-l
a f na amizado
consolador, que pu|iei a J0A0 urna confidencia que
poda Alterar a alfeic.loquo Ibc lem.
Eslmi.senbora', profundamente locado de sua
generosldade.
En nao me loria mostrado generosa, Mr. Du-
pleaalSs. ae( apezar do graves defeitos, de dcploraveis
arrobalamonlos, cansados principalmente pela tra-
que/a de seu carcter c pela suaeducaojo, nao ||IMi-
vesso rcconliooido no senlior algumas qualidados
boas. He verdade que o mmiIoi iaias ve/es persis-
te em suas nobres resol nenes; mas ellas nrovam scus
bous iuslinelos, o se o senlior obra mal, ao menos
arrependa-aa lineenmeala. Aim disio soubo ha
algum lempo de um acto scu, que o torna a elevar
aos mana Ofhaj : o senlior rcslituio o dote de Albi-
na i familia dossa pobre mora, podemlo consrva-
lo legalmenlo.
Sonbora...
Essa delicadeza be rara em nosso lempo, Mr.
Muplessis ; tenbo salisfaeilo do louva-lo por isso, tai-
vez menos pelo senlior que por meo llllio.....Sim,
sea delicadeza me prova que elle lem sompre al-
guma mz.lo para ama-lo tanto, agradoco-lho con-
veucer-me deque estnando-o, Jalo nao falta a cle-
vacao habitual de suas sympalliias. fma palavra
ainda, una so palavra sobre um passadn tem dolo-
roso, oonlinuou niadania Havmuiido con; lagTHlUM
nos ollios: Dga-ine, a inorle dessa infeliz moca fui
ao menos suave?
Ella exlniiio-se sem dor... res|Mnuli en spii-
excmplo, nocommetilario acerco do stimo manda-
menlo, somos informados que o fumar opio se deve
considerar como incluido no crime de adulterio. As
fiplicasc os agradocimentnsque devemser usados
. os liis em varias occasi-es da vida silo expressa-
monlcoirerccidas a pelo intermedio do merecimen-
a lodo nosso salvador e celeste rmao.o Senlior Je-
(i sus, que nos remio do peccado. A formula do
louvor he lomada cvidenlemenle doxologva cliris-
lla ; a observancia do sabbado lie ordenada, o toda
a dispensacao do vcllinc do novo Testamentos be or-
denada m'iiih poema ou [isalino, clinmado Trim-
trico Classieo, a quo he urna das prodcenos mais
singulares que noslembramos ler lido. Em mate-
ria do rostiimes e linguagem, o romportamcnlo da
novascila he tlescriptocomo extremamente decoro-
so, c lolalmenle lilTcrentc dos hbitos usuaes dos
Cbinezes.
Entretanto, segundo as informaces cm quo po-
demos eonflar, parece que o numero das tropas que
serven sob o estandarte desla insurreicao, he menor
do que se (lizia. Em Naukin a nirea regular nao ex-
ceda a K.OtH) da partido original, coadjnvados por
quasi ">,(MKI bomens que se Juntaran aoscu estan-
darte as provincias que a insurreicao lemsubjnga-
do. Sobre os Mandarins o as tropas larlaras, ellcs
fazen a guerra rom grande ferocidade, o muilos mi-
litaros lem sido morios. I>iz-sc que os Mantchoos
om Nankin, nao excedan B90,000, dos quaes H,(MHI
eran tropas regulares. Com ludo iiaodoram un ti-
ro em sua defeza. He toda a populacilo somonte |(K)
OKcaparam ; o restando, bomens. mulhoroso meni-
nos. Intil passados a lio de espada, a Matamos a
lodos 11 (lissoram os insurgentes aos interpretes in-
glczes, al as enancas de palla; nao dallamos
m nina rail so quor quo broto novos ramos. Oscor-
(i pealancanios no Yang-lse-hiang.
A caualha das cidades naluralmenle so uno ao
cxerclo Iriiimpbante eom o lim de roubar, poslo
que o roubo lonha sido muilas veZOS punido com a
pona de morle. Mas o procediineulo geral segui-
do pela elasse media e coinnicrciaiile, que be iiiui
numerosa na China, consiste cm tiaucar-so om suas
casas, o nao lomar parle alguma na ronlenda, em
quanlo se nao conhecer claraiuontc qual he o lado
que lem a probahilidado do tirar victorioso. Nos
rise as prncipacs cidades martimas os jinpera-
li-las ainda (inliam algum apoio, ponpio os insur-
gentes paracem oslar inferiores a el lea quanto aos
scus juncos de guerra, nu aos mcios de coinmiinica-
co fluvial.
Mas Aiiioy (inha cabido em poder do inunigo no
da 11 de maio, depois de severo combate, c urna
subsequeuto tentativa de un almirante cliinez para
lomar a lomar a praea. fo repelala com pona.
Polaala a primeira vez em que um dos porlos a her-
ios no coinmercio europeu pelo Iralido de Nankin
servio de (healro s adunes hostilidades, e he grato
auiiuuciar que os insurgentes tomaraui an mosmo
lempo medidas e(lectivas para proteger as fcilorias
eslrangeiras contra os iusiill-s o a pilhagem, c uni-
formemente leslemuiiharam a sua anciedado em fa-
vorcr os inlercs-es mcrcaulis.
A revolueao anda 080 linlin penetrado om Cin-
tilo mi data das ultimas noticias, que chegam a
dojuuho, m.is ha razlo para crer-se que grande
snldevaeao interna eslava ilumnenle naquellacida-
de, provavelmeulo do acord como nioviiueulo que
ten lugar u'outras provincias, o, em cousequencia
das cruois hostilidades da canalha do Cantan aos
eslrangcros, rocoava-sc que uo caso de appareecr
disturbios naauelle poni os europeos principal-
mente leriaiu do eonliar em sua propria coragem
parase defcndcrein.
O pequeo vapor ilnnid se achava ao faci! alcance
da feloria, e se auuardava que ehogassoni reforcos
de llongkong. Succedo nfeli/iuonle, que .is prin-
cipacsforras navaes, o Sparlan 00 vapor francez
' /ss./Mi'iiii.im partido para Shanghai alim da pro-
teger os inlcresseseuropeos as visinhaneas imme-
dialasdo Ihcalro da guerra, ao passo que o Mermes
e o Halllor e-iin cm Amov ; todava Canlo ainda
lie o ponto mais importante para a observaeo das
nossas autoridades, e aguardamos cun aneiedade as
noticias lsar-se naquella establo.
lia milita razi'io para crer-se que o prospero pro-
grosso dessa iiisurreicjlo, so ella nao lor dobaixo, se-
r favoruvel nmuitosdos prmoiros inlerossos dahu-
manidadee da civisaco. Esperamos que ella ha
do desenvolver as dadivas da rcligiao rhrislaa, equo
ao menos ha de assegurar a tolerancia aos pregado-
ros do una crenca mais pura. V-so ha mullo
lempo que os obstculos a urna liberdade I Ilimitada
do commercio con a China consslein principal se
nao inicuamente, na poltica invejosa do governo,
e ha razo para suppor-sc quo, so por ventura se le-
vantar urna nova dvnasliacm alguma porfo consi-
deravel do imperio, o nosso eommcrciu so ha do es-
teuder muilo alm dos cinco portos abcrlos aos Eu-
ropeos pelo tratado de 1843.
Mas, posto que seja saludo quo os insurgentes so
acham de poese do um evercilo hem disciplinado,
que lem i nvariavclmcnle desbaratado as (ropas do
imperador, c porcon le- dizercousa alguma que proveo eslaheleciinento de
alguma auloridade soberana alem daquella prove-
niente da oeciipaeo militar sobre as partes conquis-
tadas do imperio. Pelo contrario, ha razo para le-
mer-so que, podo que a populaco se (cuba promp-
lamcule submellido as ordens dos seus primilivos
amos, nao lem adoptado um principio linne de
vassallagem ao novo governo ; de sorle que o estado
presente do urna larga porcan do imperio he a anar-
clila.
Em Amov, por exomplo, depois da evpuNao das
aoloridades fmperiaasi se nlo organtsou governo al-
gum regular; roceiava-se que apparecesso um rom-
pimcnlo entre os cbofes victoriosos, c so seguissein
ulleriores disturbios. As cidades do Chang-ehow
o Tangwa forum ambas lomadas, mas os habitantes
lecu-aram quo os insurgentes os govcruassem de-
pois do desbaralo dos Mandarins, c declararan! que
eran burguezos livres a imlependcnlcs, 9 a csla-
vam resolvios a so govornar a si proprios.
Secundo osles fados curiosos mais um poUCO des-
ligados, Inferimos aue a China aaln inojuealionaval-
moule mu) oslado de revolueao ; mas que, quando
o governo actual, e a rallgUo so acham desmorona-
dos, como parecem estar, mo ho fcil predizer com
certeza oque beque Ibes suceeder. Existe evi-
dentemente nina cor de fanatismo e do impostura
no grito religioso aleado pelos nsurgcnlcs, porque,
ao paaaa que veneran) a raligffo da Jess Chrsfo,
mo escrupolisam chamar ao proprio chefe delles o
irmAoma moco de nosso Senlior, o qual, dizen el-
los desceu do C.o para a iustrurcAo do genero hu-
mano no Tiiig-yew anuo do ts 7..I1' s to que o fundamcnlo da fe que professam soja a
rhrislaa, nada lia que mostr que a forma nao he
nina superstiejio lo eslrnvagante como o proprio
Mormonismo ; a, como ja vimos ellos fazen prose-
lylns lano por meioda malanca como pela f.
Por lauto, anda (po soja provavel que as nossas
relajos coninierciaes com a China se possam exten-
der assimque eslacrise passar, presentemente ludo
se acha parausado pola inccrle/a e pelo lerror. No
ferlil dielrleto de l'okien o commercio se acha sus-
penso por algum lempo, e aappareeimonlo dea dis-
turbios em Caulopde prodiizirgravosconserpien-
elaSa <> governo imperial ja se mo acha evidente-
mente cm enndices de manter a sua propria aulori-
dade ou pruleger os estrangeiros resllenles 110 im-
perio ; por lano, se os nossos tratados furam vio-
lados, o os nossos concidados injuriados, nao coii-
aguiremos outra reparado mais do (pie aajnalla
que pdennos lomar por nos mesmoa;a he prova-
vel que, para o futuro, os vastos inleresscs quo te-
mos na China continenla exigir a prcenca do nina
eonaidaravel forra naval ingloia naquella ealacio,
quo |Mt|o ser mais convenieuleinoulo dislrihui-
la em pequeos vapores, accommodadus costa e
i navegaco dos ros, lina fragata americana a
vapor Snsquehanna lontou ir ale Nankin, mas mo
o rnnscguio pm causado demandar grande quanli-
dade de agua. ( Times.'
INTERIOR.
itio \)\: .wwwui
CMARA DOS SRS. DIPUTADOS.
Discurso do Sr. Dr. Francisco do Paula Bap-
Hsta, proferido na setsao' de 16 de aioiio
de 1853.
o Sr. /''lula Baptitta : Sr. presidente, quan-
do lautos talentos brilhanlcs so han oeeupado com
cnlhusiasmn do progresso material, quando no in-
tuito do animaren esse progresso lanas emendas e
arligos adtlitivos ten sido remedidos .1 mesa, per-
milla-M'-nic que, na longa cadeia das ncces-nlades
polticas e-ociaos, lambem cu mo oceupo 1I0 pro-
gresso iuMIcctual o moral, sobro o qual nada so lom
dito, c para o qual o nosso orcamento be magro, li-
sico, o quanlo nde ser.
Quando, senlioresi um povo, segundo as in-titui-
cos (pie o regen, deve inlervir mais ou menos nos
seus proprios negocios, a nslrurco ca religio Silo
para ello duas uecossdades de primeira ordem. I>i-
zei em VOOSOS discursos, por mais bollos o elocuentes
que ellos sejam, que o povo deve amar a Dos, quo
devo sor obedienle as autoridades, que deve ser jus-
lo, quando, formndoos seus jurados, livor de jul-
gar o criminoso ; dizei-lbc que para seu proprio
bem-esiar elle deve ser morigerado o pacilico, o na-
da loreis feilo se por ventura, pela inslruccan eedu-
eaciloccnin f sincera o pratica, mo (verdes lauca-
do as semeules do bem para formardes liomous.
(.Ipouido'-.) E assim, so livermos em lembrauca
quo nos aovemos livres a repro-so mo podo ser,
como j o fora as monnrclllas plenas c absolutas, a
nica forra para govornar urna naco, o, polo eon>
Irario, abi os governns precisam do opoio delta, e
que quando em vez de acharem fcilmente um apoio
esclarecido pelo dover c fortilicatlo pelos bous hbi-
tos, encontraren as influencias das paixcs ruins,
dos erros e scoplcismo, ou lulo de deixaro poder ou
transigir com o que be ni 10 e pessimo, veremos quo
a insIruccJo o a educacilo publica bo una parlo tai-
voz a mais Importante da poltica verdadeira e dig-
na deste nome. ( .Ipoiados.)
E be, senhoros, pela falla dessos elementos salna-
ineule desenvolvidos, o pela prosonca de causas fu-
nestas que so explica a triste falalidadc do muilos,
que fazendn gravesaecusaees pordesregramenlos o
abusos, sbein depois ao poder para eommelloroiu
Iguaes fallas, epassarem polo inesino infortunio i'(-
poiados j;c he por isso que muilos homens do go-
verno, curvados aos vicios radicaes do um prsenle
para o qual apenas viven, e em que acharan obsta-
culos .1 reelido do suas intenees, coino j| >,-,,, ,K_
lenlacode humis pralicos o profundos conheco-
dores das cousas, qualilicam do utopias a todas as
ideas da daver e da progresso moral.
Eu nao po-so desccr a todas as quesldes impor-
tantes sobre a nslrurco c eilucarao moral e reli-
giosa, c nem (cubo mesmo sulliciencia para laxado ;
masdigo-vos, senhoros, quo lenho .1 sincera convir-
code (pie o-ses dous ramos, que viven idenlilica-
dos, e leiidom para o inesino limo aperfaicoamcii-
(0 do huinomprecisam dos cuidados, atlences e
esforeosdeum minislru especial ; e soja-ine licito
dizer, mo acredito no desenvolvimenlo do progresso
iulellectual e moral entregue a corachas gastes as
canventeneiaa da politice nossa; e-es dous ramos
lem sua aclividade propria ; lem necesaidadas espa-
ciaos, ten leissuas.c requeren! lambem, para asna
obra, arlilcosproprios, que certamcnlc so nAo en-
eanlram nesses espirito* que nao sao attrabidos pelos
bcnefieioa do um ruluro mais longo, e para os quHos
a lei da peifcclibilidado humana he um. ineulra'o
urna irriso !
E que nao lio irriso, a historia o prova. Na Al-
lemanha o na Prussia, amele a philosoplua ten en-
trado DOSCOslumaSdo povoe de seus govornos, boje
mesmo esse principio bo una crenca viva e podero-
sa, o em diversas pocas a Providencia o lem ve-
lado, dolando algumas nacoes de governns sabios c
dovolados a causa das letras o sciencia-. A este res-
peilo Morcan de Jonues, comparando a poltica do
Napoleo com a do Hrederico, na Pruajia, asaim se
exprime : o A Franca, cabio moribunda dasmleade
Napoleo, e a Prussia enfraquocida Icvanlou-se pe-
los desvelos patentaos de l'redericu, o a razo disso
esl cu quo a Ti anca, proclamando boas deas polo
;cnio do scus cscriplos, desprozou-as para so lomar
miliiar o conquistadora! c aanu ideas fecundaram
emoulros pailas, Napoleo fuudou o seu svslema
do governo lodo militar, o qual raras vezes sobrevivo
ao scu fundador ; porque o freio so relava logo que a
to vigorosa que opoi o suslenlava dosappareco ;
culrclaiiloquoo governo lal qual a philosoplua fini-
r na Pru-sia, cada vez mais se consolida com o
lempo ; porque ropousa sobre o coraco do homom,
sobre os principios alarnos do direilo e da moral.
Ora, Iralaudo-su da InsIruccJo primaria, exigc-sc
tanto dos m estros, o se os re trihue ino mal, que. no
isoliimento deseussacrlicios, s a satisfazlo de achar
na eonaelenela a usa recompensa de lo Importan-
lea serv ictts he queui hoje anima o suslenla os bous
impregudoadesta ordem. Paciencia, assitluidade em
IrabaluOS montonos, e que faligam o arruinam ,
saude, cuidados inccssanles e son ropouso para
guardarcm o santuario da .innocencia que lite he
confiado, um espidi illuslrado o benvolo, urna vi-
da de bous excmplos, taesso as cousas que as le-,
exigcm ilee- professoros, para dar a alguns delle/o
ordenado de 1009 Jiiinuacs. E be possivcl que dora
lamanha njuslic,a?
Eu me lembro de quo, como membro da instru -
ej publica, assignei em ISTjOum parecer com urna
lexilu^oinlerprctnndo a lei de 'JH de oulubru de
IKIH, que dovou os ordenados dos professores da
corle a 800? a favor dos professores do foro a quem
o governo nao quizera conceder o augmento decre-
tado por nao julga-los incluidos na letra da le ; o
lembro-mo de que e^sa resoluto no anuo passado
enlrara urna vezemd.scussn. Nao me compele cun-
jeelurar os molivos porquo o governo lem sido in-
diirerenle a essa injuslic;a, quo esl solTrendo osa
elasse do funeciouarios, mas julgo-me aulori>.ado
para fazer o justo reparo do nohre ministro do im-
perio haver declarado no anuo passado que os lia-
ba I hos para reforma de inslriierjo primaria e se-
cundaria, para a qual n governo fora aulorisado, j*<
so achavan feilos, o dizer agora o contrario no seu
rolaIorio.
Sem poder ainda conhecer o plano que o gover-
no pretende seguir, drei comludo que se deve
exigir dos professores mais alias babililacoes ; que
o lyatema de concursos nao poderu ser vautajoso cm
seus resultados so nao fr presidido por cunselhos do
homens dislinclos pelo seu amor c apego s lelras, e
auxiliado por outras iuslituiccs o empregados, que
nao (amos, o cuja falla ho para lastimar, devido lu-
do isso lalvez a nao lermos lido um ministerio espe-
cial do inslrucco publica.
En urna discussao havida no crrenle auno ja
presenciei querer-so rol locar os[funcces da magis-
tratura cima das fuucces do magisterio. Nao se-
ra! cu quem pretenda superioridade ou prmazia pa-
ra alguma dossas funcr/tcs, e diroi tnicamente que,
se be importante a altrjbuic/o dos juizes proclama-
ran pelas suas decisiies os dircitos que eompelcm a
cada um dos individuos c sociedade, mo menos
imporlanles sao as generosas funciones de quem re-
cebo os coraces verdes o infanlis, que, segundo as
nprassAes do um sabio moralista, san pagnus bran-
cas o luipas onde podemos oscroxor o que quizer-
mos, para, con a in-iruccjo c educarn, mar cal-
illes, por um modo irrevogavel, o seu deslino so-
cial : e sao esses uohres funeciouarios que conlri-
huem para formaco dos bous magistrados { apoia-
dos ', de todos os bous empregados, c de lodo- os
cidados prestrnosos e uleis a sua patria. (Apota-
t/os.,' Pdem osles empregados aoflrer mais mgra-
lidOes do mundo que oulrusquaesquor ; mas quan-
lo a grandeza de seus servicos, a elevado de scu
carador publico, e i alia esliiua quo merece a sua
clame. Wo ho cvidenie e se mo piida eontaslar.
i Ipoiador. j
Sobrea inslrucco primaria locarei ainda em mu
objoelo inlerossanto para subinetler as minbas ideas
aojuizo do governo o dos homens pensadores d
paiz. Falla, senhoros, das salas deas)lo para reee-
berein meninos to pas desfavorecidos ; fallo dessa
jnslituico sania, quo (onde a amparar lanos iiinn-
conliuhos quo vivem sem defeza contra o luuesto
contagio do lodos us unios cxcmplos. Nada parearlo
pude haver lao glorioso para um governo como cm-
pregar a sua aclividade em promover a inslrucco t
edueaco do povo.
Bssaa salas da aavlo da que fallei, quando hem
insliliiidasc dirigidas por pessoas habis, o cscolhi-
tlas pelo governo com urna linterna na mo, como
dsse uinsabio a Cousu a ros pe i lo dus inspectores
ta- aselas, sao a- vanlagons iucalculavos ; alli su
pouolra o sagrado de se conhecer os sentimonlos de-
licados o a pbilanlropia benovola que alguns me-
ninos apresenlain desde os seus verdes anuos, que
os loman aptos para certas luncres importantes,
como, por exomplo, as do clero ; pelo que depois do
cultivados eom nina oducacilo apurada, podom pes-
iar o governo devora fundar em dilVeroules lugares, c
ahi racaberera urna Inalrueejto superior acompa-
uhada do bous cosluuies e hbitos, dessos babilos
quo Aristteles chamava segunda nalureza, oque
do lio'ca a vonlada para siihinel(er-se na dclcrmiiia-
ees da razo o regular o uso dos (hesouros da iu-
tolligeucia.
Ora, precisamos sen duvda crear hispados uu
Brasil, o le orno* por ventura muilos clrigos habi-
litados para lo espinhosa e sublimo misso, como
a dos pastores da igreja ? O ohjeclo be dolicado, o
precisando rcslringir-nie, direi apenas, scnlnires,
quo muilo me contrista ver p cloro 110 nosso paiz
eiivollo cm quesloes polticas ; um ministro do l)c(h-
vivo, quo dovoprocurar os pobres o os ignorantes
para consola-Ios o imlrui-los, choos do odios poli-
leos, he cousa inloleravel, e acabaroi este (recbo
com aspalavrasdo sabio arcebispo de Pars em urna
de suas mais ricas e sublimes pasiones: tidos, qiiu sao lo intolerantes, tolerara o que ho
mais inloleravel, como envolver-so o clero, queso
devo ler palavras o acones de boudade o sabeduria,
em quesloes entre irinos por inlcresses de transito-
ria poltica, n
A nossa inslrucco, quanlo a mira, ainda Conten
una falla ; alm de iimrcsumido calhecismo apro-
priado percepeo ainda acaudada das criaiujas, a
edueaco religiosa nao lem mais nciibum oulro de-
senvolvimenlo, quando alias licam restando gran-
des verdades da nossa religio que ja requeren
maior inlolligencia, pelo quo, segundo pens, o scu
ensiuo deve acompanliai, como ja so faz na Allema-
nlia, toda a inslrucco primaria, secundaria c supe-
rior.
Ouanlo a inslrucco secundaria, grandes sao, no
meu pensar, asfallasquo sentimos, cuma dolas, e
bem sen-iv el. he a de escola- u-uaeso escolas indus-
Iriaes.
O Sr. 'rcsideulr : Tcuho de observar ao nobro
depulndo ojua na 3.* dlaeoavlo da orcamento s se
pode tratar de punios positivos o nao sobro o goral
das materias.
O Sr. Paula Uaplisla: E eu pens que eslnii
na ordem, porque no orcamento cxslem verbas pa-
ra a IrrtCruccIo publica, que eu acenso do iusiguifi-
caulcsem relaeo as necossidades que nesla parte u
governo dovc salisfazcr.
o Sr. /'residente : Nao lio dos eslvlu-, nem
do regiment, poder-sc disscrlar sobre pontos lo
goraes.
O Sr. Paula Uaplisla : Eu procurarei con-
cluir, e cnlo ver V. Exc. que uiiiihas conclusAc
Silo (odascoiicorneulcs ao urcamcnlo.
lindo lambn acodirem-mc lagrimas aos olhos.
Scus ullimos pensamontos forau pola senhora.....a
quem chamava ana verdadeira mil...
Pobre Albina !... que Ibesuuro I...
Ah! senhora, fui muilo culpado !...
Sira, mas osenhor ohreu segundo o mundo
cm que lem vivido V. me. conlrahio sem o menor
escrpulo, como lautos oulros, o que chaman: um
nisameiifo de coiivenieuria, e nao previa suasron-
sequencias provaves ou possiveis; infelizmente el-
las foram funestas para sua niulher c para o senlior
mesmo, que lambem lemsojl'rido...
Soflrido cruelmenle, senhora...
Eu ocrein... Ah! Mr. Duplessis, sirva-lhcdc
lit;o esse doloroso passado !
Tenho lana conscicncia desso doloroso passa-
do, que algum dia... lalvez brevemente... terc de
sollictar da senhora un favor em nomo da amiza-
do, quo Joo me lem scniprc conservado...
A que respeilo?
Se por acaso cu me achasse cm urna dessas
:ircuraslancias graves, e quasi solemucs deque po-
lo depender o futuro de ura Itomem, a senhora se
dignara esclareeer-ine com sous ronselbos, e per-
mitlirqiieeu me louvasse de una maneira qnasi
absoluta em son juizo, cuja incrvel seguranea mais
lo nina vez lenho (Hiddo apreciar .'...
Meuseon-ellios'.> respondou-me madama Ray-
uundo abanando a calieca rom um ar de iluvitla,
le ipie Iba serv iiao ineus conselhos ?
Senhora, adevnho sou pensamonlo. Sim.....
Mil oulro lempo a aauhora ja mo den conselhos lo
sabios, Uo esclarecidos, e lo excollenlemente jus-
lo-, que, se os livosse seuuido, niiiiha existencia po-
li<
ilada o tor- | de-lerr
KM para 1111-
lloceia que
a liberdade
tinta ser anda lo feliz montosa Mas eu desprezoi esses cons
nha dosgraca... epara a de Albina
acolite;a o mesmo aos que ou lomari
do pcdir-lhe ainda/
Heccio...
Vislo isso a sojjjhora m'os recusarla 1
Nao cada mu de mis deve a lodoso que er
ser a verdade, cada um deve a lodos, M llie slo po-
didos, os conselhos que potlent guiado para o justo
epara o bem ; islo he un dever, c cu eoelumoeum-
prir ineus deveres...
Enlo, vindo o mntenlo, ello so aprosonlara
lalvez brevemente, a senhoia me ha de permiti,
quo Iho kml>e a promo.ssji (po mo faz boje?
Seinduvtda, Mi. Duplessis, o eu mo dara or
mu feliz se ineus conselhos podossem exercer sobre
o senlior urna boa influencia.
OSN cuiiversaro foi inlorrompida pelacbegada
de Mr. tiolofredo, u irmo de madama Hav mundo
volladoda America, onde desde os primeifos lera-
pos da Hi'-iaiiraejn so refugiara em cnnsoqueucia
dessa coudeinnacao morle, da qual e-capara, gra-
bas a intrpida dedicarlo do Charpenlicr o de letu
amigos; condemnaco a que ilosgraeadameulo eu
nao fdra oxlranho conliandoa l,evas-er, es-e esplAo
adolescente, a narrado do minba risita casa de
mi.1.laiii 1 Kayuumdo, o roforindo a c*;se misoravol,
onlreoiilras'parlicularidades,a apparirode limbo
moni de tongas barbas ruiva-, earondido em um
celleiut; Talal ndiscricao, queden lugar a prisjln
do madama Ha>mundo, o a nina senlenca ejpital
contra Mr. tiolofredo.
Eu lornava a V-lo depois de dezesele anuos .le
Fiquei admirado observando como elle se
pareca com a irin.la : era a mesmo physionoiuia ao
mesmo lempo doce o resoluta ; seus cabellos linham
completamente cmhrauquecido, seus bigodes eram
cinzenlos; elle saudou-mo o abra;ou tcrnamenlc a
madama Hav mundo.
Eu expcrinenlava una sensaco penivel igno-
rando so elle sabia que minba ndiscricao fora a cau-
sa do sua pristo; mas Uve logo unta nova prova da
generosidade do Joo o de sua m;li, |iois a|itas ella
apre.enlou-mcaoirniao, dizcndo-lhc : Mr. Fer-
nando Duplessis... um dos mais auligos amigos de
Joo, Mr. (iolofrodo oslendeu-mo eordialmoulo a
mo o disse-me:
Quanlo prazor lenho, senlior, de poder expri-
mir-lho emum lodo o meu reconhoeimento! Souhe
|Kr inhiba irona c pelo seu fillio da benevolcnlo o
generosa hospilalidadc que o senlior Ibes conceden
om una circumstanria mu critica ; obrigadu, so-
nhor, crea que reclamo minda graude parle dessa
divida de familia.
Eossa divi.la, meu amigo, lornou madama
Hav mundo, essa divida auginentou-sc arala mais
hoje. _
E como, minba irmaa ?
Ode(Msilo do anuas da 1 un do Coureelles foi
approhendnlo...
J,i sei. porque recebi ha pOUCO da parle de
joo a advertencia ajustada para semelluinle caso.
,> pravenl ImmedhilamtmtflaQuirnsjnllar eaosnas-
sos amigos... Meu sobrinho quiz depoi- da mia
sahlda continuar a fabricar cartusoa...
E por ponen nao fui pie-o na casa, dsse ma-
dama Hav mundo; mas felizmente pode achai um


(Jueremus u progrcsso material, e para ski lemus
decrelado grandes quantiai para dMrereiilca obras;
SC O C-CIIVolvilllClllli docll'lni lllllillduslliollie. ro-
mu realmentecrcio, o que aspiamoe o procuremos
conseguir cun laclas cssos dcspc/as, como, seiiliurvs,
nao .humos aos nossos qaflcdadot o ensillo da inc-
cauica elementar, da ph\-ira o ehiinica, oulras
sciencias naluraes'! como illa csloboleccrnins esco-
las iiiilu-lii.il'-'.' MaBW nesta parle vivoromon sem-
pre wlidlando, cm Iri-lc dependencia, os conhcci-
iiicntos du vslrnngelro i K nessa f.d-a situara., a-
ii edil al, senhores, que des bem nos sonsos deaeje*,
alias mu louvavcis, do desonvoli minio di vo-.i
iuduslria, odo lodos os nossos ti andes recursos na-
luraes? Eu creio nuo o caminlio lie diverso, Millo
i'oiilrario.
Pasurel no orcamcuto da guerra, prioelplando
por urna censura quo me parece bem fundada, qual
II de eoilobar-se a despe/a feila com os nlliciaes em
senlco noiiuadro com n que he 1'oila com os letor-
unidos, lalve para se nao lomar hcni paleulc c sen
sivel o vwrcilo de ulliciaes reformados rom que :
liacSo esla gastando enorme soinma. Procurando
separar o paaaoal com que he feila cada una de-sas
dcspeas, vis o resullado queden: IciieiiUroio
neis em servico, 58 ; reformados. Sil, afora algunt
do 2." classu c 2.' linh.i, que summum til). Majorc
om servido, III 1 reformados, I.VI, afora uiilnis de
J." classo e 2,n linlia Capilacs em servico, '.i'2'-\: re
formados, 250 I'riinoiros-lenciilcs em servico, 2\*X
reformados, >l '. Altores ou souundos-lcnentcs en)
ftrvico, W:t; reformados, 3 '.
E note-so que S. E\c. einseii relalorio, rceonlic
rundo o grande acreteimo de dc-pc/ns rom a refur
ma dos ulliciaes que perlcnciain tercena ciaste
quu Men eslinela, disse que esse erasclmo dedos
pe/a fora lilhodaoxecocao de um aelo leglslallvo
e he aim que lo.lus mis sallemos que 5. Ble., qm
se inleiessav a muilu por essa le. que paMua sen
vxaiuv e por vllcilu de cicvs-mi nlini-lci iallsuin, bu
|e fa asna censura hem relia ao poder Icgtelallw
que iiie deu eilrema prava do conflauca.
Ora, quanln au- ..lliriae- siipcrinro. poder-ee-ha
diier que mullos reforniadosalo vellios ranead! de
servicos ; mas quanln aus c.ipil.ics, lenles c al-
ii'ies.coino rapUea-teeme remenlo de reformado!'.'
Por deleita do conduela mililar, enfermidadoi ou
cansas vulgarese conheeldas? NSo ucreio; c assim
se dispendein dlulioiros Inulllinenle e com prclcrl-
c6ei ii.jusi.i-. Nlo quera ser temerario eni dr es-
sai injuslicas como renes mal eslou hem verlo de
que opaii,eiilraudonoeonheciinoiilo dosae grande
iiumeio de ulliciaes refonnados, ha de sentir iin-
prcsses hem desagradaveit, portar como a- rendas,
Inirl.i do llnballul do povo, $in ca-la-.
u Sr. Ignacio Barbota da um aparte que nlo ou-
vimo*.
i) sr. Paula Baplitla : nobre depnlado dix-
me quo todos es-es ulliciaes reformados perlenclam a
I.-' rlaaw,
OSr. Ignacio Barbota : t's reformados pelo
adual Sr. minislru da guerra.
i> sr. Paula Baplitla: Eslarespotla nao he
satisfactoria. K como, apelar de lodos >> auno- se
iiugmenlara forja de Ierra, pode ir para a lereaira
ciaste lao grande numero doofllciaes m icos sem no-
doa eni suas conducta* ? Senhure*. a verdade que
Illa ha, he dura de proferir-e, Jim, ido ao BS-
Irangeiro. conbi-lhe a- bravuras do uosso exordio,
sua'disciplinaeiemplar, econlai-lhe lambem que o
memo ii o guarda religioaanientoa le dos contra-
tos nosengajaueutusdaa pracas, que mullos oMciaea
funes, robustos o aproveilaveia tlu refonm
diminutos suidos, que nao cliegain para as
cisoes ; faiol-lbe ccrlo de todas a- fiijusltci
hem daa violencias do noaso rocrulameulo, o o es-
traugeiru admirado dir que a Providencia lieqnem
quer que o Brasil srjafdli. (JpoiadoA,)
l'ocarei em una opiui.io que o uolire ministra da
guerra cmiitio pablicamente v contra a qual a ca
.....m ni ^agtf*"'
deve-se respello a vellitcv, i.peiar de fraca e diivi.
devem-se considcracics lamlivn aos infelues
2
:
na
uo servico
ni ferimenlos
inormeiilc a inrvliies que se iuulili-
da patria, ou vio la dcfeW recehe
queoccasionaiam ampulocftes de meinbres ou a |ivr-
da da saudc e das on;as para lodo o sempre.
Passnido a tratar da academia do inarinlia, csla-
belecinicntoscienlificoilo grande imporlanrin, o qim
ruierra a parlo inslrucliva do urna vlassc lao rcs|iei-
lavel c destinada a imprtenles serviros, eu pensu
roiuoS. Exc, que n.lo deve conlinuar a disposicao
dos respvclivos estatuios que decreta a evpulsao dos
aspirantes quo .una ve/, silo rvprovados, vedaudo-
Ih's assim a rvpvllvo do auno. Paiccc-mc bstanle
crua esla disposirilo, multo principalmente so al-
lendermos que enfermidades mais oHs, desguslos
por acoiilccimenles infelues, coulras mullas cau-
las podem motivara falta de freqnencia vaprove a-
mcnlo de alquil aspirante, o quid nem por isso dc-
vi- tirar privado de applicai-se no scinuiilc aosseus
c-ludus. illeila dos-e risor eoinmiunmenle bu a
iiiiluliicncM no si.....* Alen, de que, para us cs-
ludoi bslraclos se requer talento especial, csvpa-
radasdoate lalenlojiodem-so dar no inesmo indivi-
duo oulras inuilas qualidadesaprceiavvis para a vi-
da martima : as vncacoes qnasi sempre alo feriis
em bous rcsullndos. Pero, puis, que S. Bxc, rcalisc
0,1,1. reformas quaulo antes.
l'imt l'oz : Nao Ivm aulursacao.
O Sr. Paula BaptUla : Se nao lem aulorisa-
efla peca-a, e iIc|kis de esclarecida discanto nao
hesilarci dar o nirii vol para esse.fim.
Acho laulivui conveniente o estudo classico das
lingual, mas das lingual modernos : a lalinidade, se-
gundo pens, un podeaproveitar aos que se dodi-
ciiiii .i iiiarinha, que be um ramo de servico cujo
promesju c di'sunvohenlo he lodo modcrOO.
Em nina palavra, Se. presidelllv. como son da-
quelles que deposilam grande conlianea no descu-
volvimento daiKienciaao na culturado espirito,
iiiisuailo-ine que c.....essas novas radeiras de ensi-
lo que o nobre ministro nica couvenieme croar pa-
leslinarern vida do mar.
rlas-e, elevando as suas
.....s con.
suas pro-
s, c lain-
scnliorea dcpulado
patl diveiii piu-
-nal do guerra, s
pasa-
da
iii.il ii di
testal
lallando dos oxlnvioi d
E'ic, dase que hi demoras qi
lucillos dos ni Hf.s vendidos pelos particulares era
iim.i ciu-.i que afugenlavaa concurrencia de inui-
lo-p.iilieiibircs piolios ehuiiiadus.e que in era um
mal iiifiucdi.ivcl. Mal irremcdiavel .' Ilepossivol
quejealojamm lio lamiliarisadus nos nbusof, que
liles nao ailienio.remedia! iihores,
ido
oniessemoa o mal
lie verdado qui
o queremonlrar em negocloi
cun luno ra/oavel v corlo
oino nina ontidadodesconrei
rando i
nllu
,i,l-
Clu do
para mullos be fcil
pala que elle pussa se
minios particulares n
i-oiii u govorno, viuda
runsideramo govcrnoi
diada.
/': : .Vu> apuiadu.
f'ma oalra i *>: :Ogovcrno tcm
dilo ale pa com os pai/es cstraiigeiros.
ii Sr. Paula Baplitla: lso he cousa mui di
versa daquitto que eu dida. Pallo dos fornecimeii
lo, de arli-o, neic-iuio, para os nossos ai onacs
luspllaes, etc., o creiam-iiiu que no Icnho o
na Kmii. Sr. .Manuel I eli/ardo ; luis retn
ulnisos inveterados, que se lem dad,, em luda
ininisli.c.i.e- pa.-.idas, eque lem SUa origem
fcitusde iici.-;i- leiiOscaas,e noeicessodi
eropregados, quo enlcudem que /claros dinlieiros
da fa/enda puhlica, he demorar o vvpeibenle para
paganionlo do- vende fue- ou forneceuores, lie das-
cohrir din idas roaisleuclaiinfundadas, ele t'.uin-
nic, pulanlo, destruir osaos preconceilos, abreviar o
proc.o de vvanics de cuidase pasamento, de lorie
que i-o nao venlia a .-er, euniii boje realmente he,
um.....rlvriu para as pules.
Senlioros, eu nao son op|iosicionisla romo pen-
sis, v como me laxis a injuslica de crcr ; cu nlo
ni,' .din. cunta a pessoa de um ministro, vendo ni-
camente na sua queda a causa ganda para o paix :
lenho mal largasvlslas; combaluu mal cumia ori-
gem, curvo-nie uo prestigio da nuloridade, louvo o
.mimo o poder, guando quer fa/er alsuma cou-.i
que repule de inlerc-so Itera I ; larililu-lbe a Mirada
por.....le elle dove in.iiih.ii. I.i'iiihra-me que um
listiuelo orador francex, Mnnlalcinlierl, urna ve/
diara na tribuna Irancexa que a aulorjdado
grandes alaq..vs poique era plaa quu lodo
riam levar para usen jaidim. Bem, se aim he
lenho lodo o cuidado cin defeudci essa ntanla, con-
servar-lbe lodo o vieo, para qiie.quaudo por ven-
tura aconieea vii p.u.i o iardini da uppusic^lo, venha
ella llorido, vinosa ou brtlhanle. Blsomcu pen-a-
inenlo del, vqiial lem sido a niiiiha conducta, ape-
lar das mus iulerprelaei.es que elle Lem litio.
I' .--.oei aalsumasconjideracAcssobro o orcamon-
!u da uiarinba.
I'rimeiro que ludo, conie-so-vos, senhores, que
descuuliei de inim mesmo, quando li no relalorio do
E\m. ministro da mariiihnnseu mappasobre os in-
vlidos poripiaiilo all di-colili cu invlidos di-
Iribuidos por diversos navios em viagens, c por con-
seguinleem servico; del rom oulras sentenciados
purcrimes commellidoscni servicos; donde con-
cluique, ou eu me enganava com o que lia, ou que
cssesinvalido-, apenas linhain de invalidlo nonio;
e por eonarguinlequese guardava supersticioso res-
pello Ifngnagem o aos nomes, seguido esse respei-
lode violencia feila aus Iwmens.
Ora. quando de una imposlflo laucada sobre
as pravas e ofclaes da armada, dedo/ida de scu-
-ohlo-, j.i exiale a quantia dcfJO-.UOtQdo i<. para so
crear umasv lo de invlidos, quando S. Bxc, paien-
teuu tau louvaveii desejos de faxer essa obra, e de
ludu o llieu eoraeo siyo S. V.\c. ne-x' vilipendo de
uicrilo, permita S. Bxc, que Ihe peca que faca ces-
SK quanln anli-s as violencias empreadas coillra
cases euie- iiifeh/e-, iligdos de lodas as considera-
joes, a quo, ra ve/ de sen ico-, Ihe, d o descanso e
repoiisu, que allcuuem sua siliue.'io ja hem desven-
turada, Senhores. o- resuellos e consid Tacfles hu-
maiias lambem lem suas especies e calbcgorias di-
versas, devv-w respeilo aos altos funecionario pu-
Idicos, e em eeral a Indos os superiores lesilimos ;
nossusjove
elle fura benel
hahililacot
pai/.
Oiieli'luli
lenho fe..,
que
. rcaes
a inuis alto ponto, e Igualmente
terminar as breves considerari.es que
o farel rom urna eiplicacjlo que devo
au Sr. ministro da marinha.
Quando na segunda dbcussSo do oecamento de
marinha a niaioria cncciron a disiiissan uo momento
de me locar a palavra, qnci\ei-mc com alguma ra-
/.lo, segundo pens, dease proceder e disse que um
lal cncciTaiiiculn sem previas evplican.es do nobre
ininislro, gravemente acensado pelo meu honrado
collega, depnlado por l'eri......lineo, nlo linha sido
airo o morarla. Ora de minhas exnraawease......
rluc evidentemente que o meu lim fui exercer o di
relio dequeixa contra a maloria, a qual me perdoa
i., .iinit.i di/'-ilbe que n.lo me parecou conveniente
aquclle encerranicn o. (aun isso vu quil di/er que
-e eu fui a ininislro, e fora aecusado no parlamento
u"m qiii/ora v-se favor do eiicerrainenlo. S. Uve.
iHireill, parec u allrihnir-me a iulenc.io de nllendy
I,, im -u,i replalo., inli'ue.'iu que relmenle lili
Uve.
Senhores, vu icio a ininba honra, e por isso ara
lo mullo e respeilo Indos aquellos que lambem pro
xnm asna, ijppols d i- accusaevs dirigidos peh
........ille; i a S. EC. en vnleiuhi que o pai/. linhi
diivitua oiivii as evplieac/ies de S. Exe., e qiiauh
ai uieil iui/o mo posto di/er mail do que rcalniCllll
sinlo. e he que tanto o Sr. Sergio, nosso minislri
em Londres, com........le ininislro da marinha, -i
par.....im pessoa de probidade e honradet. E creta
me sinceramente S. Ene. que ainda quando eu fus
soscu hlimigo, S. Exc. ai baria un niiiii a difieren
caque vai de um iiilinige generoso e cavallolro, ,
um aggrcssur lemerarloo injusto.
Kio estas, Sr. presidente, as ohservncocs que li.
liba a fa/er. V. Kvc. cnlendeu que a respailo da ns
Iruccilu publica vu eslava fora da urdeiii, e ess.i ad-
vertencia lolheii-ine em Otltros dcsenvolvimenlos
que sobre o referido assuniplo pretenda api c.eidar,
Confesso que nao sel discutir um ereameulo verba
do lodos us objerlos do servico e decorac.lo do pa-
lacio.
.Viren(oor No illa ti de Janeiro prolimo passado ancorou
neslc porto, vindo da capilal do Pon, o primeiro
vapor da coinpanhia do navcuaclo e cummercio de
Amazonas, e a sua presenca excltou, como era na-
tural, o enlhusiasino c regoxijo do lodo a popula-
to que bem dii o govcruu imperial, agradeceudo-
tde tilo nssignalada provu do inleressc que toma
pelo engrandeetmento da nasconle provincia.
Nos mc/.es segulnlcs conliiiiiaram regularmcnle
as viagens, c posto quo a rompanliia lauda de lular
nimia cun iiiultaidiillculdadcs provenientes da fal-
la de popularlo na niaxiina parle da exlens.lo da Il-
uda, que os vapores devem percorrer, a silo perser-
veranea na ctccuclo do rcs|ieclivo vonlralo pora
fra d'eduvida n futura piosperidado da empreza,
assim como ais vaulagens, que della dovem provir
ao imperio.
libras pulhcat.
Oinlralci com o chladao Francisco Antonio Mon-
leiro TapaJOI aodra precisa para a caso da cmara,
que so odia adionlaiio. O contrato V. Ex. encou-
Irarn na secretarla do enverno. O mesmo cidado
rontraluu a obra da llicsouraria de laiendii, quo
lamben progrede rpidamente. A falla de male
e iiiesino de pvssoas, que se prupoiihoni a lo-
na-Ios por arreinalatlo, lem sido a causo |Kir que
se lulo tcm dado andamento a inuilas odras de mu
la urgencia, como a matriz, ceinilerio, poni-, ele
Alero deslcs inconvenientes Uve de lular (ambcn
com a fulla de um cnseuliciro.
Cadeiat.
Alm da desla capital, que consta de qualro pri-
ocs commodas edem alejadas, mcnhuina mais nie-
ero esto iiunie. Acerca da d'Egu di/, a coiiiinissao,
que a cmara nomeoii para a examinar, quo o sen
atildo be inuito ruinoso, oque o meio de melhu-
ra-la he faic-la de novo. A de Mimes esta as mes-
illas ciiciiuslancios. Em llarccllos apenas existe o
lugar.
Consiull V. Exe. que llie declare que com muila
dilliriildadc se rnroiilrain pessoas idneas que se
queiram sujeitar a acallar o lugar de carcereiro,
por seren os ordenados iiiuilo diminutos. Lm
Mau-s fui necessario laucar-so ino de um ullicial
dejuallca para esle lugar, visto que muguen) se
qucii.1 lujeilar i servir com lOjlHKIrs. annuaes.
Forra mblka.
A forra de l.a linlia'consladc um continenle do
:.- balalilo de arlllharia a pe, destacado piala pro-
vincia cun IJS piaras, :l ulliciaes da I." classe, I da
2. e \2 reformados. Pelo mappa V. Evc. ronlic-
cer que esla forra se arda dividida pelos I. dcsla-
canicnlosda provincia, de surte que para u servijo
da guarnicflu da capilal apenas se coilla com t
i.r.ie.i-. numero esle que nu sendo bulante para
Indo o servico existe um destacamento do corpo de
por verba,
cada una i
pensu. Se
pur volitado
mutlii brni.
dilo
to-1:
ibro M objeeloa
nada, e-liiilu-iis
ii inlringi u reu
pedirei dcscul|ra
para us quae
a digo oque
ment Mu foi
i \fuitO bem
mu
que
BXLATORIO
consclheiro H.
le da provine
idenlc ollln
Correa dr M
ocelaria de .-.i
de marco d.
lilil. C/i.l
na administra
dcproslara V
desse lugar
conlrai adas as rerom-
i-efm'ioem ca-ade Mr. Doplettls, cuja murada ha
vi/inha da que foi vaicjada...
Ah -eiilu.r, modisse Ur.tiotofredo aperlan-
ilo-inc de novo as mos com i lluao, crea que no
SO reronhceiuienlo eslai na altura dcslv novo ^er-
v ico.
VIII.
Son llu vnliivel csoflro IJo iuvriivivelmriilc a in-
tliienvia do meio em que me acho, que nlo posso
evprimir a ineUavel docura de minhas ensacos ao
recbenla familia do Joao Icsteinimhos de laii hon-
rado c lio flrecuuso rccohccimeiilo. Esse acolhi-
nieiiln mrcale.iva aosmeus proprlea odos, dndo-
me a couscieneia de terao menos algumat ve/es fei-
i.in bem. equando com] arava com caaes raros int-
linclos dv coillenlainenlo de iniii inesnio i., rui.l.i
do, e as angustias deque viva ha laido lempo lo
dcadu, enveruouliava-mc de lor tacriflcado c perd
do meu futuro por frivolos,- falsos gozos.
Tildo eoiici.rreii ue-la larde para ditlrahir-nic,
l'iuc......liicinenlc, da realidadt da rr.inln i li lo,
eslranhamente complleado pe.......mnlro de Cesari-
na c pelas ineorlezaa cni quo eslava a esta respeilo.
Mr. Gnu'penlier reuoio-M comnoseo e pagou lam-
bem de novo u trbulo de sua gralido; scus cabel-
lo, r sua barba liaviam completamente enihranquv-
cido c augmenlavam a digntdatle natural de seu
roslo varonil; es-e artilla probo, laboi OSO, CSI laie-
cido o austero offereria o nobre upo do I.....icm de
f; soldado obuiiro e valerow de urna causa, a
qual aaerirra a vida aceitando sem smorerer as
duras prvar.-s, ns saerlflelos e o martyrlu mesmo,
se foase preciso para o Iriiiuipho da idea que sabia
que bejusi.i. grande e fecunda!
presentado ao Il:.o. e t.m. Sr.
eulono Terreira Per.na, presiden
do Amazonas, pelo 1. vice-prc-
.- Ivm. Sr. Dr. Mo......I Oomli
inda, em virtudc do aviso da se-
to dos negocios do Imperio de 11
liS.
Sr.Acban.lo-sc \'. Ev. enipo-sado
iii> desla provincia, corre-me o dvvvr
Ex., vni ciinipriinvnlo ao avise de II
.lenarco de isis. os iiiforma{6et e esclareclmentos
aceren do oslado dos negocios durante o periodo do
miiiii.i adiniii-iraeio: antes puriu que d rome-
ro, V. Ex. mo pennillirii queme congratule com
os Amaxoniensea pela mui acertada nomcaclo, que
oRovernn imperial fe/, de V. Ex. pai.i presidir ns
leus dcsiiuos.
Train/iiillidade publica.
Clicio de satisfaca assegura a V. Bx. que a Iran-
quillidado publica se ronservn inalleravel em loda
n provincia. As diversaselcicAcs que aquisollie-
raui no decurso do ,-nnuide ISVJ, lllo orca-inn.iraiii
ucees algum, quo se|a digno do es|ioelal nien-
r.o. Piel au meu dever. c as recoinmon.laeoo- do
uovernoimperial, l/. ludoquanld do miiudepen-
da para que u- cidadlOS cliamados a lomar parle
i.. ... ,n ios solen..... exereessem osea dircilo com
perfrill raima, semiiaiiea e lil.erd.ide : o lllllilo
aeradavel niv de conc-siir une o lioni senso dos ba-
bilanlesd.i Ain.i/.onas, c o sen re. uiiheiido amor a
le iornaram sobre maneira fcil ocomptemonlodos
meiis de-ejos.
Nilo livv couheciinenlo da menor queixi ou re-
.1 iinac.iii. que indicasse irrcgularldado no proeet-
-.. eleiioral. livm lia farlu alsilln. que
liauspeila do liaverem sido
invinlaci.es do sovcriui p..r quiiesquer abusos ou ox-
eos das autoridades locaes. Em laca circums-
lancias creio que nlo se pude delxardo considerar
o resultado de cada nuil das ditas elei{oM como ge-
uiiitia e fiel expressao da vonlade dos volaules.
Dfrt*ailo fuHdarta.
A provincia comprehende urna comarca dividida
em ,l..u- leriUOl cun o IV.ro iiide|.en.l.'iilv, que sau
ns da llana. Esa v Barccllos, e de Mans: para o
pri.....iro foi nomcado, por decreto de 30 de -v-
tvinhrii de 1853 juix municipal e deorphjos o ha-
cdnrcl l'ilix Gomesdo Reg, que entran em exer-
clclo a :il do dexemhro emvlrludo da aviso de 13
de ouliibro; .i icgundo se acha desdo a tua crea-
clii a cargo dos -uppleiiles.
A polica e-ieve a cargo do jnu municipal da ca-
pilal, que iniii satisfactoriamente detonipenhoii as
runceftes inherentes a esse cargo.
o '.'iiuio* passado funcrlonon ojnrv neata capilal,
(Manes, |ulgando aquclle na primeira se-Jo lies
processos v qualro reos, que forain ah-nh idos; na
legnnda nao iiouvejulgamenlo porque fui o do ni-
co processo transferido para nutra ses-'o; e nesse
foi submellido b julgamcnlo um reoeabsulvldo.
Sortiaria fo aoterno.
A retarla lem lalisfeilo osseus deveres, eo
sen e-lado consta do relalorio, que o hbil secreta-
rio apresenlou na occasilo do seguir para a corle
como depuladu elollo por esta provincia, c que Iv-
ulio a honra de olfervccr a V. Ex., poia nvlle en-
roulrar.i V. Ex. o numero dos vinpresado-, seus
venclmonloa, ele.
lie conformidade com o 5 1. do aviso de 19 de
Janeiro ulliiiu. tiuniee o aiiiaiiuenso mais mnderno
para o lim Indicado no mencionado aviso, eemaea
cuinprimcnlo passo osmios do V. Ex. o inveulario
Che ma a hura
odesto
igraca
po/euiii-lius i
; o j.'intar foi
mas animado por urna conversaran chela
deinlercs-e O de variedade. Segundo a
dejlo, nlo se disse urna 16 palavra de
lolilira. -Mr. otofredo, duranteseudesterra, via-
jara pelas dnas Ameiias, c tomara parle em mul-
lo- cmbales, que a-scguraram a independencia das
repblicas do tul*
Elle panilla, bam como madama Ra> mundo, um
profundo senlimenlo dosbellexas da nalurein, urna
memoria local prodigiosa, e vastos conhecimenloa
sobro geologa e historia naluraluissiin nada era
ni.ii- curioso e meis atlraclivo do que a narraclodc
suas viageoa.
.Mr. Chai penlier, velln. snlnado das guama repu
hlic.nia-, percorrera qnasi loda a Europa. Posto
que houvease recusado lomar a ali-ur-c ea......itll-
rial inferior no lempo do consulado, cu linha podi-
do apreciar em Kiballivre o raro juixo, a sasavi.la.lv
e o espirito original de-so Itoniem do povo .le rudo
appaienria. e e ciilaxa-ocom um novo pra/.cr.
Mudania llav mundo dnas YWM Mil por lomar .1
aedar-so entre o riii.io e o lilho, escapad., essa mes-
illa manhifl de um grave perlgo, foi deleilavel;
nunca a delicadexa o a elevaejo de seus ponsamen-
h.-.e linharo Iradiixidoeom mais graca e esplendor.
liiiim I0S0 elieio de conlenlamenlo pelo nosso en-
coiiiiu Inesperado ciiiregavn-ae todo atuaiovlall-
iltde,
Oh I dlxla vu vniio comign meamo, itomlnadn
pido vuelillo deesas lioraa IJo .lo.ei......le paliadas,
ol! haiupielvs suinpioosos, galadoa pela eliquel"
desenvainaos 1
Pa Tiiillt-ta.tr. do-1
ehldo
o da
. du I.
ecrelaria
lenle
i.iial de ruina
rdar noniea
,.ollcia, queso rendo Irinicslralinenle, e de presen-
tcmciilc de. T, prarns, c um ullicial. A fall de um
copo de policio pago, loma ainda 11 servico mais
pre/ado, vi-lo que de preciso dislradir prosas para
COldluvarSo dos senles policiacs.
BrpedhHU militar.
V. Exc. licara iiileiriido do Miad
du expediente mililar pelo relalorli
pnearrogado do mesmo expediente.
Quartiit.
O desla capilal se acha em oslad
que paeeisa de encorios radicaos,OUilemolr-lo elo-
ventar oulro de novo, ou enlio aproveltar-se opre
dio nacional de S. Vicente, que para eslo lim oflc-
rere lodos as coiiiinuilidudcs, faxeudo-sc-lhe a obn
precisa.
O de Tabalingl precisa de mnilus concerlos, c
n'eslo e-lado te nchain os do lodos os ileslacamenloi
inililares, poisalgun apenas se conhece por quar
le, pur assim ser rhamado.
O ollicial de palela, que foi Humeado para exanu
dar a lionleira o rorlc de Tadalinsa, deu conla de
sua coinmi"ao, que consta do relalorio, queme rol
presente a-28 de fcverciru, pur onde \. Exc. se
scienlilicara do seu oslado e precises.
Guara nacional.
Por decreto 11.1023 de 31 de jullio do auno pas
sado loi creado mi municipio d'eslacapilal um dala
llianile inf,iiilari,ide6coropaiiliias, com a numera
..lo de I.- du -ei v ico activo-, e urna conipaiibia <
ma secriio de coinpanhia do servico da reserva
que ainda scilAo organisou por se n
du o commaiidaiile.
Para a cieacrto dos bnlalhocs dos municipios de
Maus e de Esa, foi a competente proposla enviada
a secretaria d'eslado doi aegociot da Justica. No
.....uicipio de llarrcllos linda o conseldo de revista
nlocnoclulo us seuslrahalboi, puis a ultima com-
iiiuiiicacanqiie live foi iirisvnisvllinsdcqualilicacao
Ivrem lermiiiadu suas fiinrccs.
C11II0 publico.
Has Tinte o qualro fresue/.ias desla provincia 11-
cham-so prvidas de vlgarios rollados .1, inlerinot
7.cvasas II.
As mal i/es pela niaior parle neiessilain de gran-
des concerlos. A da capital foiquviniada em 1850,
e serve de rtTalril a isreja dos Remedios.
A Ici du 1.remenlo provinri.il consigno! para
principio da edlUcacjio desla malii/ a quantia de
,si)!|s'HHI rs., poterna falla deiiina plaa, c mesmo
dos maleriaes precisos me privaran! de dar princi-
pio a eala obra, que julso do palpitante neceesi-
daile.
A quanliade 1:100*000 rs., oreada para as gro-
jas que mais neceasilarem, distribu da maneira se-
uiilulc:IdKi- |..ua I de Esa, 900para a de llar-
cellos, c 2OO9 para a de Itorha.
o grande numero de isrejas, que seacham vasas,
concurre mullo para o aira/odas fresue/ias, porque
.1 povo nlo coneorre a ellas, o deterioram-se, c as-
sim vv-sc alguinas dellas, lolalnienlc abandonadas.
Iiulruecao publica.
O ealado decadente em que se acha a InsIruceAo
publica lem inelboi.iilo, porm anda muflo falla
para o apeifeicoaiiienluile que lio susccplivel.
Aclualmenlo exislein creadas 11 escolas para o
-ev.. masculino, aliando :l prvidas vitaliciamente,
7 Interinas, e I vasa : I para o sexo feiiliiinu netll
capital, que de x ilaliciainenle prvida. Sao fi equen-
la.las aquella-. Uto he, K, porque os profeasorea de
Serpa e Ega nao reinellean os mappas, por 188 a-
liiinnos.ecsla por II. A quiinlia meada paraos
premios e uicusis foi entregue ao director Interino
da iuslriiec.o publica.
Para V. Exc. conhvcer invlhnr n estado di ins-
(riirro publica entrego a V. Exe. o 1 elaterio que
me apresenlou o respectivo director.
Olanlo a nslriircaosecundaria pnssuco provincia
o seminario, que foi creado em IMS pelo venerando
hispo da diocv-e, o se acha a cargo do mullo reve-
rendo rooso vigariogeral. Nclle se entina laliiu.
frailee/, msica e canto, c lie actualmente Troquen
lado por nov o alumnos, sendo seis inlernos c tres ex-
leriiiis.
I'uudoiln na lei provincial 11. 7de 3 de oiiludro
ultimo, quo manda vigorar nesta provincia as leis
prov Inriaea do Para al IK5I, entend que era con-
veniente prover a cadeira de franco! creada para
esla ridade pela lei d.iquella provincia de --".I de 110-
vembrade 1830, c a 7 de laneiroinstallou-se a au-
la, licuid.. porvm dopendenle da assemlda provin-
cial a consignadlo dos finidos para pagamento do
lirofessor. lie freqiienlada por 7 alumnos.
CalecheM e cicilitacao dot indlgenat.
Sendo osle um dos objerlos que me merecen toda
a allcncao, ludavia cun pe/ardigo a V, Exc, que
progrede lenlamenlo, sem que pussa com segranos
demonstrar qual o verdadelra molivo, que lano
lem alia/.adu a ealcehese. No eiilrelanlo .1 folll do
director senil, que por si examine, e informe ao
govcruu dos meios adoqnados, de que so deve lau-
car me, alini de se reinuvereiii os olislaculos, que
se anlcpoeiu a grande ulna dacivilisacjo dos Inn-
meros gentos, que seacham dispersos pelos longln-
lesla
pelas suas preleiiics, quaulo me parecis
irisivsc inspidos I vi-la destejan lar Inllmo cm que
acabo do experimentar os mais vivo- goioa do cora-
rlo 0 do espirito !
liepois sempre dominado pelo encamo do prsen-
lo, compare! lambem o serle de que fm seguido este
modesto janlar rom v-as restas esplendidas cm que
lodos s cnidaiii em niiutrar-fe.
Bita larde foi deliciosa, lian liouvcran uniros con-
vidados senilo a familia do chefe da casa de com-
.....rcio einquc llahalhavain Jeito e sua mili. Essa
familia riinipiinlia-se do nesofianle, sua innlher,
dousUIhos e.luas (libas; estas inora-e brmosas,
apoderaram-u de madama Raymundo desdo sua
chegad.i com 11111 vilipendo ingenuo que liem prava.
va avjva alleicao 111101110111111.1111; ponen dcpuis a
mi reuiuudii-se a ellas dissc-lliessorniidn;
Nilo, minhas lilhas, mo scapossvni para vossvs
,lii:i- tea da nnssa querida madama Bavinundo, rc-
quclroa inhiba parle della, lanibcui leudo meusdi
rvilos !
Onegoclanle oaens dous nidos se enlrelivernm
cordialmenle rom Joau, Mr. Colofredoc Mr. Citar-
iieulier. Dcpuls .....dama Itavniun.lu ceden.lo es
instancias das duas mo^as poz-sc ao plano, dizendo-
llies:
Jsuu multo volita para cantar, mas nrompa-
nbarei nieii lildo, c IheCfaral ouv Ir as pecas que de-
Ella era com elleiln exccllelllr nlll-ica, a peslil
dispensar -v da eanlai; sen laleiiluvbei.i ile almac
de poesa razia cantar .. piano por ella; Otamos
lodos Irairsporlado rom essa aieeuejo pura e elc-
sanlv. Madama Raymundo pedio as.....ca- que a
3nos serlc.es desla provincia, he urna das uecesslda-
es, que sen quando cstive na adniinlslraeao.
Acham-se em exerelelo Hdirecloies e 5 encarre-
gadoa, como V. Exc. roiihccer palo mappa junio.
A falla de mlssiunarios bil oulro ucoiivcmenlc,
queenconlrei, pnls usdous nicos queae acham na
provincia alo podem acudir ao grande 11111n.ro de
Indios, que precisam ouvir a-suas votes poderosas,
para se retiraren! dos conlros.
Alm das missofs existentes cree! duas, urna nos
Pcrs,e ootra no rio Madeira.achando-se encarrega-
do interinamente desla, o vigario do Borda.
O missionarlo dos rios leona o liaupes me parli-
cipuu quo o anno passado baplisoo lOi Indios, e
fex um casamenlo, c que no crrante at iO-do fe-
vereiro daplisou a 'Jrfcl, o fex 25 casamentos, e que
desde esse dia ule 7 de marco daplisou 530, entro
estes 3 muiores.
Corrros.
A ailminhlrafSo do crrelo d'esla capital, fung.
clona esul.umente. Dos diversos pontos da pro-
vincia laliem os corrcios mciisalinoiile, sendo esla
despea al os lilis do nniio passado, feila pelos co-
fres p 1 ns incites : c pela verba dos corrcios se ron-
(innou a faier, vislo que no oreamcnlo provincial
nao foi contemplada.
Adminitlracilo da fa-.endo prorincial.
Eslareparlieao',.|.iefoi Insidiada nol.- desetem-
lirodo anno passado.tem funcclonado regularmente.
Os dois nicos guardas, que Ihe foram dados pela
lei desla organisaclo, nlo silo haslanles |iara evi-
taran que se desembarque gneros sem u compe-
Icnle despacho.
A Importancia arrecadada por esta adminblra-
eflo, e colleclorios no anuo pasudo foi de S3:68Tg7S3,
o ilispciidida :!'I:Js:ihis.
N.lo leudo 1 assenihla consignado fundos para
paganicnlo do cxerclcio lindo, alma se nlo pagou
a algiius einpregadus.
Tlic'ouraria da fa:cnda.
Organluda Iheeouraria com raenoa de melada
dos ciniiregados, que foram julgados precisos para
os servijos que lem clles a descnipenbar, acham-se
m. enlrrtanlo os seus Irahalhos cm dia ; c me pre-
v.ilecu d'cslo cnseju para a-segurar a V. Exc. que
se nao lossc o ncansavel /.do que sempre nciinqia-
uda o digno inspeclor nlcrlno JosManoel Kausel
de Cnrvalho, c seus poneos cmprrgados no desein-
penho de suas funeces, nilo sei como com lao di-
minuto numero de einpregadus pude elle 1er mon-
tado a llicsouraria, c mentido no pe de rcgulari-
dade em que se acha.
xtCUfOo dan lei procinciae'.
A le n. Jilo 13 de OUlubro, que clevuii aralhe-
goria de Villa com a loiiiiniiiiarii de \ illa Helia da
Imperalril freguexla de Villa Nova da Ralnlw,
arda-se cumplida, puis no dia II de marco fui ins-
idiada a cmara municipal : os scus limites foram
Hinrcados em portarla de II de de/embrn.
Tambem foicumprlda a lei n. 1 de 12 do inesum
niez, que elevou a calliesorla de Villa a freguezia
de Silvc-, sendo a cmara inslallada no inesmo din
II, c scus llmiics marcados em parlarla de 3 Ja-
neiro iillinio.
Para lerexeeuco o arl. 31 da lei provincial n.
10 de 3 de novcinhru, nonieel 11111,1 c.......li-so cniu-
pu-l,i do Inspeclor de fa/ondu, administrador da
provincial, e olflcial-mainr da secrclarin do giivcino
que se reunir.un, c me rvpresenlanun que se solici-
taste do. prvsldenle do Para lodos os rcsiilanienlus,
lini de podereiii dar romero aos seus Irabaldos; a
restes termos ti/, a rcquisicAo ao dito presldeule.
ConclUmO.
Saocsuu, Exni. Si., .-isinformacicsqucjilguei
ncressariu prestar a V. Exe., o reg a \ Evc. que
acdeos mcus prolcslos de alia consideracao, csin-
cera estima, c respeilo quo consagro a pessoa de \.
Exc, a qucni desejo una adniiiii-liaeilo chela de
'olas as serles do venturas, felicitando de novo a
provincia pela admiiiislraeao feliz c iiluslrada, que
ella ha de encnnlrar em V. Ex., quo tcm minios
litlos que Ido alientan) um venturoso porvir.
llana, cajlal da provincia do Amazonas, !lde
Maclcl, visto serem clles reincllidos pela rolarlo do
dislrlclo para rcspcuiderem a segundo jury.
- IIIOI'! 1
BEPAHTIGAO DA POLICA.
Pana la da U da tatfibr.
lllm.eExm. Sr.Pattccipoa V. Exc. que dat
parles boje recebidas ne-la rcparliiafo, consta lorem
sido presos: a ordein do delegado do primeiro dis-
trictn deale termo, Antonio Carlos Pessoa, e Gerva-
zio liomcs, para averiguaeocs pollciaes;,a ordein do
subdelegado .11 freguezia de S. Antonio, Jos il
Sania Clara do O', por criioe de roubo ; e a orueni
do siibdclesado da freguezia dos Adujados, Antonio
l'i anei-c. do Nascimenlo, para ser processado.
Ixiis guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
l'criiamliiico 14 dosclemdro de 1853.lllui.oExni.
Sr. rouseldeiro Jos Bonto da Cunha e Figucircdo,
presidente da prov lucia. O dosembargador, ro-
lanoJoit da Silca Santiago, edefe de polica in-
terino.
lMUDO.
malo de 1833.
[lim. o Exin.Sr. roiisclliciro llcrculano lerrcira
Peima, I), prcsidculo desla provincia.
Manuel Cama Corra de Miranda,
I." vice-presldenle da provincia.
PERNAIBI1C0.
JURY DO BECIFE.
Sessao' preparatoria no dia 14.
residente, a Sr. llr. Alexjuilre Bernardliio dos Res
c Silva.
Promotor publico, oSr. llr. Abilio Jos lavares da
Silva.
A's II doras rolla a cliamaibi, acliaram-sc prsen-
les 37 gra. jurados, a berta a scssiio Ibrara mulladot
em I5$||(I0 por fallarcm sem causo jusliUcada os
nicsmos dos .lias antecedentes e mais os senhores:
Francisco Ignacin Ferreira Das.
Jos Rodrigue! Percira.
Manuel Jos das Noves.
Caelauo Gomes de S.
Francisco Sersio de Mallo-,
Dr. Vicente Ferreira Lima.
Jos Victorino de l.emos.
Jlo Antonio Perelra de lliilu.
Francisco Jos Vieira.
.Maxiiniano Francisco Hilarle llisiiciru.
Foram dispensados pur lorem apresenlailo escusa
legitima, e absolv idos das mullas cm que cncorre-
rain os senhores:
GiiilbermcJos Percha.
Francisco Antonio de Olivcira-
Francisco Rihelro de Brito.
Jo- Xavier Pauslino llamos.
All'onsii Jo- do Oliveira.
Em seguida foram apresenladospclo Dr.juix mu-
nicipal da segunda vara convcnieiileineiile prepa-
rados 21 procesaos, sendo IH de reos presos c 3 de
amaneado!, para os quaos foram designado-..- das
dv scii's julgimenloa, segundo as dalas das pronun-
cias, Icvanlanilii-se a sessloa I dura da larde.
COMARCA DO BBEJO.
Tribunal do Jury.
No dia 17 do passado, ahriu-se a primeira ses>ao
anima do jury do termo do Brajo, com ljuixea do
fados, c foram julgados 11 presos:
Cantono Rodrigues de Andrade. por roniplicida-
de un furto de una escrava. Fui coiulomiiado a K
mezesde gales.
Manoel PedroCavalcanll, por tentativa de morle.
Ahsolvido ; o priininlor appellou.
I.oiircneo Jusliiiiano Ferreira Giiimares, rurlo
leravallos.Adsolvido ; o promotor appellou.
Antonio Joaquina Alvcs, criroe de merlo. Con-
leiliua.lo li ales perpetual.
Jo.lo Be/erro lavares de Figucircdo, rrime de
morle.Cuiideiiinado i pena ultima ; o juiz appel-
I011 cx-olllcio.
Francisco do Rogo Paules, furtos de OScravos.
Adsolvido.
Manoel Antonio da silva, JosManoel da silva,
Joaqulu Jos do Saul'Anna, por lenlaliva de morle,
Foram absolvidoi.
Candido JosTavares, rapio rom violencia.Ab-
olvido por falla de provas.
Ildefonso lavares de Soiiza, Juvcnal. Joaqulu da
Cruzi complirea de crlme de rapto,Adsolvido-.
Ilcriiaido Jos da Rueda, ollensas phy sicas leves.
Ahsolvido.
Deixou de ser Julgado Francisco I.ni/Jlellr.lo V el-
lozo, porque 1111 iillimii.lia icuiilrain-sc -IX jurados,
o sendo desles recusados 12 pelo promotor o 8 pelo
leo : li.-.,11 pi.rlaulo para a semutda sessau.
Foi u jury presidido pelo julx municipal, Dr. Jos
Rodrigues do Passo, menos no julgamento dos qua-
lro primeirosroos, o qual loi presidido pelo segundo
supplcnlcdo jui/ iiiuuicipal, o cl.la.l.'ui Jo.lo do Ileso
Companhia de navegacao* a vapor
Luso Brasileira.
l'ara inlciro conlicciinenlo dos senhores arcionis-
las residentes nesta cidade, c das pessoas que so in
toreasam pela prosperidade desla ronipandia, pu
tilica n adaixo assiguado a caria reecl.i.la da comniis
sao dlrrctorB pelo Tay ; e bem assim a rescriba do :
niagniliro vapor D. Mara Segunda, a quea caria I
so refere. E sendo nulorisadu peU niesma cunimis-
sn para fa/er a robrani*a da lerceira preslarilo de
20 por ccnlo dus senhores accionistas que aqui pa-
gan! convid-os, para esse lima dlrigirem-sc a sua
casa ra du Trapiede n. 2ti, para ser remedida a di-
rccc.lo como ella recoinmcnda.
Manoel Dimite Itodriguet.
Porto 10 de a,o.io de X863.
Sr. Manoel Hilarle Rodrigues, l'ei namliiiro.
Amigo o Sr.Temos a sallsfacilo de aecusar a re-
cope ... de seu favor de 20 de jiinlio 4c.
No Diario du Goctrno de 22 de juldo n. 170 vem
publicado o derrelo c o eslaluto desla coinpantiia
por elle sanecionadn. I'oresla via reinclleinos-llic
alauns cxempUres, o malor numero por navio de
vvbi |.ara evilaros grandes portea ; assim romo nina
resenta do magoltVco vapor //. Alara segunda, na
qual os senhores acciouislas pdenlo lomar ronlie-
ciineulo da excelleule ilisliiliiiii;ao do seus coni-
mndos.
Eslo barco ha sido vislo e examinado por mullas
pessoas, e lodas s.lo concordes que ilillirilmenle se
piidcra ronslruir una cnib.iiracao iiicrcaiilcqnelhv
soja superior em solide v elegancia, deixando ante-
ver as suas bas propiirci.es, que sera Igualmente
de excelleule marclia : a esle respeilo julsi......- op-
pnrluno Iransrrevcr na ana integra a carta que nos
esiiever.ini os Sis. Sil J0I111 W. l.iibhock Barolicl c\
C.oinpaiibia, em cuja -ineeridadv te deve depositar
illimilada conuanca :
Londres 16 de Julbo de 1853.
.1 Observamos que a 0. Mara Segunda -er man-
.. dada pur oOlrial que ciilende de navcsae.io a i.i-
.1 por; iniiilo esliniareiniis que nesle respello faca
. jusliea ao darco, e o barco honra 80 seu conuuan-
i< danta, pois oslamos milito ancio-os por seo lnun
11 vxilo. lia dous di.is que fui a seu bordo em pes-
.1 -oa o iiussn diere para ver a sen adiaiilaiiienlo ;
.i evaiuiui.il... e-citipulosamenle em ludasas suas
.. parle., per deniro v por fora, v lamliem as amoa-
.. Ira-que se liaviam preparado para o eniparcda-
11 lucillo das cmaras e sabio ; eneoiilroii ludu adi-
a tullido e perfeilo, e si.....lo pera nos presaran se
.1 nao sabir um barro que d a Vmrs. a imiior sa-
.1 lisfacau dcbaixo de luda' as roiisiilcraecs : lodos
.. quo o vecm se ailiniram da forninsura v simelria.
.. nos causa a saiisfacao mais completa. Todas as
a pergunlaa que nos razein em sua rorrespoiulencia
.1 j asesperavamoa, e peoaavamoaque naneo po-
11 deriamoa boje taHafaxe-laa sean dar-Ibes mais
o ilvlalliesaoqucnos pe.lcin,mas ainda se cslilo pre-
a parando, e coiiin silo bio ininiiciosos mo ha lein-
11 pn para os enviar por esla mala ; vstovan lalvez
o promplai cintres ou qualro .lias, c as inandarc-
moa por Ierra; mandarerooea Vmca. nlosnuma
x nula de cada madeira deque he ruiislrui.ln nbar-
.. cu. sean lamhelll urna lisia da qualidado de cada
a da porcellana, mslaes, roupas de camaemesav
.1 pralas, eiililaria, ir., oque nos vilo tnbmetlldas
11 para nossa approvarao aniel de ser a ordein deli-
.1 nitiva para a sua factura, Faxomos islo porque
.1 julgaiiios que i.s palos c pecas maiores devem le-
u var um embiema allegorlco lo barco, e lalvexnos
o dechlainoaque levem pintado o nome de0* Ma-
11 ri'i Segunda : do ludo que fot posslyel inanilare-
0 utos amoslras para a sua appiov.ie.lo. Os rons-
.1 tractores das machinas lio o- Srs, Miller c Ka-
.1 vcnhill, engenhelroa mullo emluonle oda mufla
o fama : tanto assim que u nosso soverno os cuque
a su a miudopara faxer machinas, para barcos de
n guerriedcniaisacccssoriosiobarcocahini 1 agua
u para lilis de sclcinbro, e esperamos que para o
.i lim du anno eslan promplo de ludo para seguir
11 vlagem. Nlo flxamos praio por o julgarmos inu-
.. III,por is-oqae a coiislriiev.lo eslava j I.. 1 adlan-
,. lada, que iienduma duvlda nos resta dequoes-
1. tora aeadada no teiiq.11 aprazado. Mui opporlu-
1, menle fui rcilo o ajuste, pnruua desde onlao I180
,, subido rniisideruvclincnlc ns jornacs dos arlislas
o de lod.is as clas-es, e se hoja te fizottem daverla
1. que pasar niiiilo mais dinlivirn, c\e., e\c...
A' v isla .lisio, do corlo, Vine, concordar rom .1
nossa iipinio o iliiqucHos correspondentes que o //.
Mara segunda tar honra n hoasa emprexa. Por
cunta do seuSuslii jn se acliain reinellidastC25,IHI0.
l-anqiianlo au aegundo, que eoino j dissemos so
denominar l>. Pedro 11, temimos nao poder nimia
boje dar-llic os pronienores de que diariamente 1
lanos esperando a relar.lo. Para lallsfaier a pri-
meira preslacio esla.. remellidas ce 12,500, e lem
osla commUaao directora loda a eonHanea que este
vaso rin nada sera Inferior 16 prlmelr..... que dix
respeilo a vvloci.ladv, solide/ e bous ntranjos, oas-
seio interior.
llevemosjuigadoopporluno pedir lerceira pret-
lacflo aos aeeiouialai de-la. e pedir...... .1 N me. que
laca o inesmo iiessn, tirando plenamenle aulorisadn
para proceder a coluanca c della nos far reinessa
como al aqu.
No din 22 dalle mez, conla esla i'irecrao ler a hon-
ra de 1 chilar a assemlda geral dus scus cnnsliluiu-
les os Iraliallinsdc que se lem oceupado desde oco-
ineeo da sua sernela, e felll se julsaru se increrc-
reni asiiaapprnvaeao : consideran.lo ella prcenrbi-
dn 11 lim especial da sua misslo, lenriunava pedir
sua exonerarlo para se proceder etolcao da direc-
loriadellnllivaque de de esperar da ilualraejo dos
nossos sucios que rccabiiu cm pessnas idneas, por
venluri mais habituadas que nos para lio aniua
larefa.
Anlcripando pois a nossa despedida, podemos rer-
llliear-lbc que sempre nos recordaremos ruin pra-
Ker da Bgradavel ..urespou.leucia que subsislio cu-
li vuos-o-respectivos cslabeleciinenlos, cm que sem-
pre se observou a mais perteila harmona e e,a,leal
mtclligvnria. Periuillir-uus-ha Indavia que antes
de concluirme* Iba aponlemosalgumai vantagens
que esla vonipanlua segliramento fruir snlire os
scus coiicvi rentes, nao sendo de punen ronsideraelo
que entro nos jii cxislc um aceordo lacllo que nao
se rara guerra no- precns, lieandu Indavia livre ace-
da companhia olratar de exceder-se no I10111 Irula-
melilo do- sen- panseiros. Ove
. i< ranlatmi a i/ue alMimot ..5.11
l.i Apeztrda companhia poder faxer o servico
com dual einharrac.'i.'s. ella lera tres para n'uiii ra-
so evliaiirdlnariu e improvisto, acaneira noaof-
frer iiilerropc.10. Oa navios 00 paouetes insle/n
leudo do ir a Inglalerra e ao Rio di Prala, nip 1,,.
dem r.izero servico com menos de 5, Uto be, 1 ',,.
I iv,.- incliiiiidoo do Rio da Prala) e om sobren!
lente. Uaqui resulla alm de um maior einnrr.-M
de 80,000 a 100,000 una grande ecouomia .1'.'
cosidos, Joros, seguros, e dclerioriicaoiir., C Ti uno
por anno.
2." As soldadas ingieras de raarlnheiros (c ,1, Bu.
Iras na niesmn proporrlo) sflo de s 55 por un,
as ..lili vemos por s 36, e as comodonas da clin,,,.,
dosenibarcasics que cuslam em Inglaterra litio ,J.
aea, nos nossos navios auilava poriai^ \t, ',''
lie-las duas verbas iniporlanlisstmas v ramilla,
r p.inpni cm-se eiu Iros eiul)areae da auno 5 a 6,000. ,"""*
3.* A prercicucia que seguramente vorlusue-
zese drasileiros darao as nossascinh.u, ,..,.
4." Os privilegios c soncocs de que guia ..
coinpaiihia osqucllasquc provaveliiienlcoliiir.inJ
so paix, o cmllin inuilas oulras, uo faiendo pun
pe... na balanca o seren os navios a hlice .i,,,, ,
comliuslivel snnienle deve produzir em ij.|j ..
geni HIKI ou 9,600 no anno.
Sou de Vmc. mullo aliento, &cPela conuak,
silo directora, Isidoro Marquei lloiriiH: __
Eduardo Moter.
Dimenao'es doa aposentos da barca Hel
Segunda, prflrncente 11' eompanh
au.
gafaor vapor Ituio-Braiilr
A primeira robera (em 10 .^ palmos dealltira
nelli se acham dHlrl>u. i. A cmara das senlioras de primeira elasse-.
a r.
_'. 15 ramarinscom \ bolirlipscailaum para | i..
saijciros de primeira classe ; e um cs|iarn qu? .,.ne
di" corredorsala debanho para |.asuger< d pri.
melra rlasseduas iiccessarias.
i. "Ocaniarins com ibeliclies rada um para*
sageiro* de seyunda classeSala de liautiik ptrtoi
dilosi eamirllM para os olllriaes superiore*S.1I4
dejaularespaco trae faz servenlia.
. Lugar por bai\o do rancho para UN) pa^,.
Reros de lerceira classe.
DIMhKSUKS. 'Iii-i lar*. Mim lare, '-.ni.,,,,.
prlac
i.Mi-.i
'"1"- Ateta* t.....i
Il ,' 1 ..1 .1 hT .h.lMI
-Ji:il|J
ir.,i ,
.!..,,.
I:,,,,1,
.la
ilri
A r da um salto, quo lem de 10 't a II
I.- ddreilo que arcommudaI. o grande -
_. a dispensa;l. o escriptorio e Imlequia.
ramartus para paasageiroe de primeira rla-si
(i boliches5. o camariin du coiiiiiianda
mu espaco entre os amarins.
Seeuc-se una casa sobren conve/ .ii.iuli
mine que nccouunodaI. a coxinhadei pai
2. a co/iiiha da mariiihauem c pissageira
ccira ciaste3, u paroldeamanlimentai.
das v vas.
Nasancuradat aproa eslo: aaeamareleidoseas
nbviruso paiol da machinaos c.un.u..le. ,1...../
nliviiuc padeirno paiol de iiianlinienl...e .1
poli
lili'.I..
,1a di.
1.1 le
npai.
Slllislilui-
moslrar c
vexl nao
tuna pe
cni no piano; ellas c.....enliraiu sem
tas resistencia! aneciadas, que as mais das
.aojii-lilicadas pelo laleiilo. c CNCciilarain
niialin milos rom muilu gasto, l'.u via
le ve/, eniquando seus idhos c os do sua mil volta-
rcm-sc para madama Raymundo c.....Ingenua iu-
quiclacjlo, pnrccvndo perimiilar-lhc limidainenlc:
Bnlol
Esl roiilenle'
l'msorrisu ou um pesio aprov.idor de madama
Raymundo loruava radiante a mH, faxia a- mocas
rorareni de pra/er, c .lava um novo impulso aus
scus deilns ancis.
I'.ll.i- rnncrniii depois a abracar madama Ray-
mundo rom urna uraciosa candara. Joilo foi i sen
lurno cantar, por ihe lercm pedido, sua mil tor-
nad por-se ao piano para aeoinpaiilia-lo: era um
espectculo encantador. Joao, nao menos cvrclleii-
lomsico que madama Raymundo, linda urna voz
de tenor sunpatliica e vibrante, seu melliodo era
perfeilo, elle cautiva sema menor prelencau, e de
lalve o uuiro lionieni quo nao me leuda parecido
ridiculo, poalo cm p junto do um piano. Il quan-
do rmquando o sem dallar de acoinpanlia-lo, sua
mili por assim di/er suspensa do scus labios o con-
leniplava cnni amor o orullio.
Terminada a msica ao nielo de um applaoso uc-
r.d. Jo.io piopo/. alcgrcmciile um \ainjaune a un
mido; e.-a proposla foi opplaudida nao -u pel-
lo,..... i.,o..i p.u madama itnvmundo, seuirmlo,
llr. IJiarpeiiiirr r o negociante. MnaUModi
velha criada da casa Ir.mvv a mesa da sala de janlar
esleudiMi labra vlla un la[*lc v disse-ine alevre
nicnle:
o caslello de proa.
l'l-ll v. M '.. ^ 11.....
..... 1 ..1.1 illll......-
......11 -. I.rp...., ., .!, 13 i,l. ... .....la ri.rO l1 c....... ni.', i. afl | 1 l,S. Stf
'I'1'"..... ......'- 'i-' ;;,,;;.;:,;";
.!. ,n..... I-I,.'..... ' ......r. ii...|...... ...,,. v ,...-,.|-.i
111,1
Iri-l-IIrL.
1,1,...!
le
ido, lo
liten.lid
li-
be
deli
lie fui
que cu
licaco do
c verus que nao
pretexto de luda
Ora den
Imponlio n tu
Siiinjiiunc un sodio.
Quero logar I exclanx
son indigno le figurar Junl
Pocmo-nos ao j.
a sorte de gracejos traxidoa peloi diversos inciden-
tal do accaso. Mr. ('.barpcnlicr, .Mr. (iulnfredii c
sobro ludo Jalo lomavaiii parle nessa dure joviali-
dailc, liem romo as duas mocas c seus ruino-; ma-
dama Raimando ria-e poucas vexes, ma se......-
ris,. ruin c benvolo animava cs-cs recrelea. ti ne-
locianle, que alias me parveen honieni lirinv e -i/u-
do. lui multo jocoso; elle perda seis toldos, t
dvscspcrandii-sc o mais cominicamenle do miiu.lo
Idlav.-i em dar-so pur fallido. Mr. Ilulorrcdu ga-
iiliavn a suinnia labulosa de nove solitos, c enum-
rala ruin nina eapirlluosa origlnalldade lodas as
prolu.....s-nnlanapalica-.i que -e havia de entregar,
'jine.i- a enormidade de seu ganho, .Mr. (Iharpcn-
lierl niaflraladn pela sorlc al a ronrunencia de
Ires sidos, procarava fa/er a fortuna propicia com
iivoraencs ui ole-cas feilas com urna Acusma mper-
lurlinvl c innilo engracada.
Que direi I o Icnipo corren rpidamente, o horas
Io aiiradaveiseu nao passava ha milito. Outr'ura
em Kil.alli.re eu adinirava-ine profnHlamenle de
\ei'cases lepuhlicanns vsloieu-, c-se- conspiradores
scnipre cnllncailosenlie apri-.io, O de-lerio ou u
cadafalao, emise varein essa incriiel hhei.l.i.le da aa-
pi iio, v-sa piaride/ d'alma, v lobreludo ama joi ja
liilade serena evpan-iva dcsc
perversa-; porm com.
la
onherida das uculcs
me bavia dilo milita"
RESI Mil.
Ksl.i inmensa embarac,.iu que lem de arquean
I.VIti toneladu InglafH, calarai quando raneesai,
pea d'agut,Tema forra nominal da 3luo>
vallos ; o a iiiarliiua, a htico......n lu.l...... n -
modernos aparfeleoamenloi, he feila pclosciia>
nlieirns Miller o Itavenhill. Ilsi.....ilrudorsi KM -
Srs. II. r II. Groen, de lllarkuall. Km nina iu-
gem de Iridias, sem abaler demoras nos perfss. |"
der.i r.msumir rltoneladas de carvao, lappaaei
que niiucao favor do vento Ihe permita sui B
ma.
Abtlendo o espaco para a machina : c..iii|.l''iii..i-
lo de cana. para loda a vhigem; irranjei maral, e riiiiiniodo dos passagelrnsde proa ; nacas,
c aposentos da ofllelalldade vc &c.,ainda o bal-
eo lera puru para 7IM1 a HIW> toneladas de i'.ir:a-
|iesu bruto ; leudo sen cemprimenlOi entre ns |#v
pendiriilares 211 ps,extrema largura 37, alian
enlreruherlas 7 pe Ialtura du pora.iII!.
O rasro be conslrui.lu de rarvalho africano, e lis
ra da India ; rarvalho ingle/ c italiano,sendo on>
vename desles maleriaes; eunvc/ de ll.in.ln-- llaul/iu ; .!.o Menle- de pinho vermellio. rom lala
-ulidc/ : curvas de torro ; preeado a metal e foirii
do com melal do Munlz ; com chapa.de .SS c :>
oucas.
Sua veloi i.ladc a Vapor esl deleriiun.ida c ju-
cm II millias mirilimai por hora.
COMHODOS.
Alm dos salles, nos quaos em cas.. ,w necesM
de-c podem armar camas, ou aproveitar -"''i-
enibarcac.u. lem bellchcs para Mil passaeviro- lepB
melra classetoditosde segundawa ni m
de lerceira90 a IDO ti pdanlescasas de bm*
c li necessarias parapassnseros de primeira c muida, csrriplnrio, despensa, 2 cu/nba-. |..i"rs
suarda roupas i\c. c\c, c um sabio para juntar de
pasaagofrus dv sesunda classe.
ti
d
niimi:u;vi\n:iiii)o.
I i < I.: IIO
iffdbt*
irir, [
Ziiahoa 15 dr julho a ullimrt han
l't'i noticia de pa Orummoiid, en i lian ador do Brasil ncsla <
lita para a limlalrrra, mas reservaba loi
siilriann- para depois que lu-uvcssc aMOlathi "*
idades Mala \ciiiti r decrepito Poriafi
lo o Sr. ctoi-idlieiro DniDimond i'inlwrrrt
c parlio no \apor TttffOi, em direcnio a hffi (*'
Soulhamplon, S. E\. vai residir em I'-
familia.
As saudades que dcixao Sr. Dnimnii
daj m olanoi de Lbboai sao gramlea c
cousidcrac.lo em que foi sempre litio o
iii.is llllgDi acrcdilado junio o DOSH '
lima geral dos hal>itanle- de Lisltoa. nwsllWM**
momento de partir lio esceUeote person-
0 palacio de S. Ex. esleve por mallM da (i,fr
daapeaaoai mala gradea da capilal, deneaocjJJJ
lilloralos, ilf|nil,itliH e u.uilos empreiiadi piiM'"*
as vesperas le pailir u Sr. |)rummoiiil l'i *l,**r
pclwduques da lerceira, cardeal Palii.urlia. "*
Sua Maticslade Impeiial, e Sr.' duqiiai*
ganes den novM prove do ranalderacao ao d*
lo Brasileiro, aodcspeuir-sc doSr. DruiiHoo'"
il
tevacloe puiexa das i
dcaaea homens, (al ere a Torea de sua fe r
de de -na cansa, que sua conaclencla, ;>ii
periflOi pennanecia sempre ee- urna pal
ravel. o
K-scserao viiilii emapoio du nalavran *
quem os \ is.se, elle, seu lio c Cfaarpeolicft lu
alegremente parlo nesses recreios, nAo lcri;i |
lo crido, que (inliam passado a nojlo anU
em aliliaroes secrcias e fabricando cario
nnKC
.ntiliJl
nlaael
I'IMI
nliecla a upcroridadc de espirito
j RayiuiindOi seu tino perfeito, a rara_
ral disliure-.o de suas maiieiras, e Imlavia W
farlar-mc de admirar com que eracSi rom q
Boato, com que doceditmidade ella fa/-i
de^pu salao, uo qual recchia ao propr o
ieu pal rao; mas era lal i u i i--i-i i\ l "
i re
leal
..
lea
ipefl
ieM
I.....f
tralca
n
gala.
daiam i essa niulbcr sua virliide. sua fiiim
sois saltroatl ipiabdades, que es-e ne|ian|fC j
r.ui.ili:. scnliaiii-se honrados de seren curo"
para a eaaada madama ttaxmundn. ^ ^
Eu linha vislo grande numero de liihdr'"
reli/inenlc doladas rcrclicrrm em "
palacio a mais brilhanlv o mcllior i
iieiiliiiin.i dellas reiuiia cm mais ll
dama Kaimuudn csses babilus d
lalglaa delicadas medida-.........i
seiiiiulo a ida.leciMalor de rada um.
Eu admirava lambem nella essa preciosa me
le deenlreler e dirigir eniiiei-a...i.i -em nm
le nunca daita-laranir.edesegaj-ls esa "' ^
prtehotoadesvos, aflm ile elevar e raaKii "''" |
aiiiaMliiuilaiiciaoineiior dilo diuno ><'?'"
rindo. roiiliniiar-setia
aawantti*
,era.l, ipil*
l,,equUise
lino BP


acos a pequea Amelia filha deslo sc-
,,,,,,-a debeijos. o de lagrima, porque Ihe
?' Jlii ,i memoria da Ilustre pruiccia a Sr." II.
"|'., Jcquem he anillada a menina; fe mente
",i Jo Sr.Druinmond do um rico bracolele ruin
*K miiiislen corruptor e do seus mal
,'.., agentes, nao liouve quera deuaise do
""'""',,Unida do Sr. Urumioond ; nao liouve
l"!" ,lci lle accusiir do novo o proccdimenlo
!"C"!ni.inio dielalorial.
I liiu.....lond preslou importantes snicos i
. ,|i n Brasil mullo ginhou com sua oslada
l'"'-"Viilor lid de seu augusto soberano, imii-
"'ImI c icrdadelro dos lluslres descendentes do
",r|al II. l'cdro I, elle corre sempre as ncci-
"., ,|e pcrigo para junio ao llirono da raiiiha, c
"mava decidido cmpcnho pela folicidade deslo pal*,
ii, mocdeiroi falsos, scus oais encarilicadoa iui-
i, Icnuam-no do vera, uorojuo nunca o per-
la ,lc vi-la. c fa/ia grandes sacrificios ofim de neu-
,,, .....vio falal c perniciusa desses falsarios.
i'l cuerno' do Brasil devo ler pravas aullienlicas
releanles senteos doSr. Drummond.
\ nie-iiuinUa occurrencla quo deu lugar a rali
j, ,|,iSi. Ilruiumond, hoje raalt do que nunca
. considerada como urna machinarlo dos seus ini-
:o, ,1c r c do l, que a lodo o cusi queriain
.".irl.\i->e do liomein leal o honrado, que oppu-
,,, fui le liarreira aos seiu desvarios oaos seuscri-
,.. lis paios e cliourirns deram aberla e conso-
lim 1.1o ulmejndo.
Ilnimmond nao e lomou rocommenda-
..... suas bellas inaiiciras como lanos ouliu.
iiluui.ila-., alm do lodos csses snicos que Ja
merei, alm desea sincera sfleicao que nutri
-muro pelos illuslres nilios do Sr. II. Pedro 1. pro-
nu sempre os desvalidos eiu l'orlugal, a pobreta
benirnora a ausencia do homem. que derra-
ba sobre ella lanascnusolaces. O bulsmho do
v. Ilriiuiinond eslava sempre abarlo par......Ml-
a,ile, mcsino paran simples necessiladci.
"llSr. Ilruniiiioiid fui cuiiiprimeutadu por oda:
,,. pestiNH, que oncoiilroii em raininho para o lugar
* Ex. alafa roinmovido aoseparar-sc lo lano
,.,,',1. ja dalMT um pail cujas recordaciics llie
l "* ''ahilantes aimla i
ua partida Ihodavam lanas puma de eslima, i
-uleai'.i" < respailo ,
He ...... embaixador brasileiro um perfeiln
lallefnt, aue lai honra ao sen naiz e qoaennobr
jquellc que leni a forluma do (rala-lo
]ss lile desejsmoi mil venturas, c
|0tjla MpOH elilliiulia.
O !
.na evcel
COMMERCIO.
.mi v lio II Kl.II lili DESETEUBK as;i
IHHIAS l'A TAIUIE.
Colacei iilliciacs.
......bni-bie Londres a 17 SU) d. fif) d|v.
mi,, -ol.....liloa 21 J. :l|l id|v a prazo.
IIp,.....|n ile leltras de I me/es 'J por cciiloao
, .,,' -,.. r. salgadaa I3S r>. por libra,
\l.l A.NDEC-A.
. 103:60057.17
. lll:SI!l,-I.Vl
II.....lmenla lio llia I a 1:1
llmdndl.1 li .
Illi:l7.'vjl!l(i
;; ...-,,jamhofe lid relcmbrn
,,i trancen<>' iilnilinorcadori.is.
Brlgae iKirlugneiMara l-eli; o rcslo.
lin -i,.. Iraucex -- A*\runl pipas c harneas de
i.......
CONSULADO ERAL.
II.......metilo .ludia I a 13.....3:3IK;!I77
litadodia II........ MoJaUfi
3:7731833
DIVERSAS PROVINCIAS.
nhineuln do ilia la 13.....
ni do da II........
.Vi-otr,
1(">!lll
7irii'ji
Exportacao'.
'.-. i-iiina haoiburguen lleiirirk Gtulae,
le 136 lonoladas, comlutio o seguale : "iii bar-
un. jenebra, I cala com fateodat.
i;|.l idlioitlA DE RENDAR INTERNAS OE-
ii \f..- ni-, ri.ir. \miii i.".
cndiiiieiiln do dia I i...... 7769330
CONSULADO PROVINCIAL.
I.....liine..... iln dia I a 13 1-2:(7:V917
le du din 11......... aewti
|:M29iV8
MOVIMENTO DO PORTO.
i>ii'w entrado un ui n.
M.i/.iii.uiii.">iii,,s galera hanibiirgaota QttanQ%
na3U0 lanciadas, eapilo t'okkee, eqnlpagem IM,
carga prala, madrauafolaa o luadaira de linuir;
a .N.O. Blclior c\ Liimpanhin. Vol a osle pnrlo
refrescare segu para ll.iinburgn.
Vcirios tahiot un iiiesiiiotliu.
Halheus Minie hrasileiru .Snrlturl, mcslre
Praucisca Josa da lincha llilaneuui I.- em laslrn
de lijnhis.
Bienii'ii Briguo ingle/ Gtorg famup, capillo
Gcorg Pa; ler. carga a paama que Irouie.
ii.i Escuna hamburuuca Ururh-he QuthU,tfr
pilJo Nicolao lleihelson, car^a parlo da que
EDITAES.

*>.
iillliu. Sr. iuspeclur daIhoaoorarla provincial,
uiiipriineiilu dnordem do Emn. Sr. presidcnle
vvincll de H> do cnrrcnle, manda fa/.er puhli-
ue uudia 13deuulubro pruximo vindoiiru, val
mente a piara para ser arrematada |>crnnlc a
ida hienda da mesma Iheaourarla, a qnem
nr manea nier, a obra dos coueertoa do acude de
ir v ni ii.riii, avallada em lai.sMMi rs.
A arremalacau sor feila na fnrina dos arll, \ c
da lei provincial n. 'JHIi de 17 de maio de IH3I.
Al pBNOM que se propuserein a esla arremala-
'. ciunparecam na sala das seses da mesilla jun-
an dia nriiua declarad, pclu meio dia cumpclen-
ncnlc habeliladus.
I' para constar se mandn afiliar o prsenle c
Mirar pelo Diario.
secretaria da Ibesouraria pruvincial do l'ernam-
n, 13 de sclcnibro de 1833.O ccreUrio, .ln-
im Pimira O".lnmniciaro.
*'tmt*ula* MfeettUl para a iirrrmuliirilo.
I.- Al obras dos reparos do acude de Trncunha-
I larse-hoo de ennformidade cora a planta c or-
mento, approvadn |x>la direcloria em couselbi),
loresenliaM a approva{.1u do E\m. Sr. presiden-
da provinda, na iuipnrlancia de (I."i)OIK rs.
-'.' O arrematante dar principio as obras, no
."i de l das, e devora cnnclui-las no de 3 nie-
l.eonladoi de ronforinidadccomoarl. 31 da lei
nincial n. -jmi.
S. O pagamenlo do importe da arrcmalacjo,
rcali/ar-.i'-ba em iluas preslaces ; a primeira, de S
lechaos ila mesma importancia ilopois do recelii-
nciiin provisorio, c a segunda, de duus docimus, na
sm-uii da cnlrefa deOniliva, a qoaldeveri ter
ugar utn auno depola I." para Imluu que uilu esliver delerminado as
accnles clausulas nein no or^amculu, seguir-sc-
eqne diipSe a lei pruvincial n. XII.Confor-
W.-O sccrelai in, Antonio Ftrrrira it.tnmmcia-
lie ordeni do lllin. Sr. inspector da Ihesnura-
na da I. /mi! i se la/ publico, que lio dia ~2t du
rarrerdeao mel dia, ira a praca pranle a mesma
reporllc.no, para ser arrematada a quem por inc-
i'i-iicr c mellHwes vanlagemparn a faiearlaof-
'"crer a obra dos reparos de que precisa O quarlel
ila Soledade, que dever ser ciccalado segundo u
l'laiio c inranienln, urganisados |>elo engenheiro
atlilar, e que serla palenlcs nesla secretaria, as
pe-soas que os qimcrcm consultar.
"s prelendeiiles dever.lo eom|iarccer na sala das
"da dita Ihesoararia, un dia c hora incucin-
iiaJu, (OH, .,.. liadnri1-, na forma do coslunie.
Secretaria da Ibesouraria da fazenda de l'rruaiii-
Jea, III de seleinbro do 1853 O (inicial maiur,
BtilA) Vnrer Sohrrrn ilr Mello.
lllni. Sr. Inspector da Ibesouraria provin-
'i"l. emcumpriinenlo da resolu{lo da junta da fa-
""li. manda f,i7.cr publico, que a arremata^ da
*' dn I!)- lauro da estrada do Pan ri'Allm, aiiniin-
oa |iara osdlas 13. H e 15 do concille oi Irans-
"ii'la pantos das31. I e !do inesmo mez.
Vrrclariada Ihesouraria provincial de Pcrnam-
"u'"'de selembre de 1853.O secretario,
Antonio Ftrreira tf.litnnnritiro
.*" lllni Sr. inspccior da Ihesouraria provin-
",l. Runda lser punlico que, nosdias "JIK ^1 e-22
"cnrrontc. pcranle a junta da fazenda da meama
"ouraria, sc|ha de arrematar a quem mais der,
"esvalloa ahaivo declarados, que foram iiilgadns
J* _ ,m Pequenn cavado, quarlau de cor
N'nlio, avahado em......31180011
1 m eavalln quarlau de nir rnsso pe-
"". avalimlnrn........J0900II
prnendenlea eomparecam na ala d.issosses
da uiesma juula, nos dias cima declarados, pelo
meio dia.
E para constar se inamlou afiliar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda provincial
de Pcrnamhnco, 13 de selembm de 1853. O se-
cretario, Antonio Ftrrcira t JiMtinciarSo.
Francivo das Chagai Salgueira, eolltelnr da*
rendat provincim do ciilade de (linda ele.
Fai constar pelo presente, que pelo delegado do
lermo llie fdra enlregnc um eavalln com caogallia,
adiado nolugar denominadosiliu das Salinasda
freguezia de Maranguape, ondo Tul approheiulii o
pelo respectivo .ubdclegado, estando alu nin prelo
morlo e por considerado bens do evenlo na rnrnin
do regulamenlo de 17 de ulho de 1854; pelo pr-
senle se chama as pessoas que nverem d.reilo ao
Jilo cavallo c caiigalha, a coniparecetein em dita
collecloria. no prazo de 15 dias, n alecarem sen di-
rello na forma .lo artigo B do referido regulainei ln,
e llndu esle prazo ser o ine-mo eavalln e cangalha
arrematado na forma do arlmu \ do la ciladn regu-
lainnln. Collecloria de Oli.nla II do sclcml.ro de
.VI Eu Joiio (lonealves Kodrlaues rranra.ea-
crivilo o csrrcv-rVrtcic> rfo< Chigii' Salgneiro.
O Di: Jone fagmundo da Cotia Menezet, jttiz
municipal nip/ilente da reganta cura dn rom-
mereio nesla ridade do fecife de l'ernamliuro
por S. M. I. t C. o Senhor D. Pedro II que
Dos guarde, ele.
paco saber ans que u prsenle edilal virem, que
Jos lartins Alvcs da Cruz me enviou a dizer em
uapellcto. por escripia, que leudo cstahelecimen-
lo de loja de fa/eudas na ra dn Quciroado n. 3, c
por rasiw fnrluilos c sen. culpa sua fallando efl pa>
gamenlo do letras, succedeu haverem Brnnn Prac-
ger jj Comwnhia feilo faenara porta doeslabelo-
cimcnlu |ielo que nao podia apicsenl.ir o balaiicn,
ecom as domis enndiees loglM vlr a jui/.o. Irala-
rara os seus rredores de assenlareni as bnoN de
um contrato com elle supplicanle. mas iiiln se leu-
do concluido, c sempre procedenilo elle de boa lo
sen. queicr prejudicar i'.enbuin dos scus ereilorea,
leudo ressadn assim scus pagamentos c negocio, ^i-
nha Irazer o expendido ao meii coidiccimenlo e de-
clarar o mulivo por que se nao aprcsenlou a reque-
rer que i vista dn que esl.i diapoalo no artigo ls c
eguinloa do regutamenlo n. 7:18de 2.5 de nnveml.ro
de 18511, c aviso de 8 dejunho de 1851 prnreder-c
no. lemos da lei ; oque sendo por mim allcudido
inandei aullioar -na pelico, c suhiuibi os aillos a
nitnlia conelosSo nellea miiulc:A'visla da declaracao VOTIO, jolln fallido
Jse Monteiro Alves da Crtie, e declaro aborta a
sua rellnela desde o dia de agalo prximo linio,
que llxo, para poca legal da exblonria dclli; pelo
que mando se ponhalH sellos em lodos os sella ln'ti-,
llvroae papis, e nomelo para eura lor Dscnl da ral-
lencia o commercianle Sonvagc, que prealaH jura-
iiiento. Pague o taludo a. cusas. Rccire 6 de sc-
leinbrode 1833. Jet ItagmHndn ira Cosa Mr-
nczet. Em eumprimenlo a i que convoco aos ere-
limes prsenles do obredilo fallido Jos Martn
Alvos da Cruz para quo comparocam un illa 15 do
enrenle me/, m II hora, da manilla, iin ca de
mllllia residencia, na ra da Madre de Den do
bairro do Reriren. I, prl.....in. andar, nlhiidese
proceder a nomearlode deimsilarios que hudo re-
reber o administrar provlsorlamenle os bons da casa
fallida.
E para que cliei-'iie a noticia de Indos, ni andel
passar editaos, que sern publicados pela imprema
e aftivadus na praca docommoreio, casa das audien-
cias a eslabelecirnenlo do fallido.
Dado e panado nesla eidade do Recife de l'or-
naniliucn aos IJdeseteinhrode 1853.Eu .Mu
Joaquim Baplbla, escrivlo interino o subscrevi
j'ole' Itnijmuntlo dt llostu Mrnc.f
DECLARACOE3.
Blspado de Pernambuco.
ii Bim.eRvm. Sr. Mspo diocesano mandaan-
nunciar que pela ultima vez, no presente anuo, ad-
ministrara n sacrainenlo di conlirinacao.....dia IS
Je selembro, na Igrejl de S. Pedio desla eidade,
comeeamlo as I horas dn larde. Novamenloaoad-
verlcquc (m adultos .leven, ilispm-se roni a eoulis-
sansaciaincnial. Recife 30 de agosto de 1853.Pa-
dre PraHCltco Jote Tacara da fiama.
Oconselhn administrativo em virli.de das au-
torisaees da presidencia da provlncli.......ofllcio de
5 de agallo proxluio paseado, e de 13 dn enrenle
me/ Icm de comprar os objeeloseoguintea I
Par o 9. halalhSo.
Panno verde escuro, .-ovados MI.
Para o 1. balalhilo deurtilhuria a ir.
Pannnazul. covados 1,7113; sapalus, pares 101.
Para o 2. de infuiitaria.
Esleirs 1X00: tpalos, pares KillS ; bandeira im-
perial de seda I.
Pura ol. balalhilo de iiipintniia.
Sapalus, pares 355.
/'./;(/ o arsenal de guerra.
Papel carluxinho, resmas 30; sola curtida, meioa
100.
Paraa companhia /xa decacallarla, do artfice,
uni balalhilo de catadora iaproduca do ('ta-
ri, eompanha /-'.ra da proclacla da Parahiba,
2. e Hile infiiiilariii.
Algndiozlnlio, varas 1,575 ; bonetes redondos pa-
ra rerrulas 50 : lioneles coii.pridos para o hala-
Iho de infautaria 32 ; bonete* compridos para a
i-umpaul.ia de arliliccs70 ; hriin branco liso, varas
1830; lii.io.ss brancas do osso, duziwOOO; bolAes
prelos de .'.ssn, iliizias 782: bandeira imperial desu-
da I : ensenara encarnada, covados 17: rapa del.rim
para bandeira I ; capa de oleado, para bandeira I ;
esleirs de palha 506; grvalas 30 : baste para ban-
deira I ;lapi. duiias 'i : maulas de la 50 ; liollan-
da de forro, covados 7701 penaclioo de lio pora a
companbia de cavallaria :s 1 : pecas de lilas .T lau
para silbas I; panno prctu, eovadoa 158 ', ; panno
azul, covados 522; papel alntaco, resmas til; (tapel
de peso, resmas 12 : polines, rentos8 spalos, pa-
res 1132.
As pessoas que quizerem vender Ins objeclos
aprosenlemasauai propoalai era .arias recluidas, na
secretaria do consollio administrativo, estabelerido
no arsenal de guerra, as lo horas do dia 22 do cor-
reulc inez, Secretaii.i do consellra administrativo
do arsenal de guerra 11 de setembro de 1853.Jote
de llriluIngle;,coronel presidcnle.llernurdo Pa-
rtir du Carino Jnior, vogal e sccrelario.
A cmaro municipal dn lleeife monda publi-
car para cnulieiimeiilu de lodosa postura addinonal
ahaivo Ironscripla, approva.la provisnriaiiicnle pelo
governo da provincia em 9 do enrente, aqual .la
niiMicaclO deslo en. .liante passa a ler evecnca.
Paco da cmara municipal do Recife eu. sesslo de
It de selembro de 1833. Bario de Capibaribe,
presidente. No inipe.linien.u do secretario, o ofti-
cial Mmioel h'erreiru .lecinli.
Artigo addirioual itpotturat.
Pica prohibida a pralica de secuiuhi/irem cad-
veres, qnr paro as Igrejns, qur para o cemiterio,
em carros de qualquer nalureza, desuado an uso
publico. Por cadainfiaicao pagar! n |.rupriclariu
da rorbeira ou sen adn.iuislradur a mulla de .i'>-
rs., c o duplo na reincidencia. Paco da cmara
municipal do Recife II dejiinlinde 1853.Ilan'm
de Capibaribe, presidentefretteiteo Mamedcde
Almtuta, Franeueo l.ui-, Macltl l innnu, Gattato
Jos ilo llego, Antonio Joti de Olreira. Appro-
vo provisoriamente. Palacio do governo de Per-
nambuco cu. 9 de selembro de l9SS.Fgueiredo.
Cnufiirmc Oofllcial n.aini-, Joui/uin Pires Ma-
chado Porella.Conforme. No impedimento t\o
sccrelario, n oltirinlManoel perreira Aeroli.
A.i "erial de guerra.
ti arsenal de guerra precisa paro os lral.all.us de
sua ufliciua, de duus olliciaes corrieiros, e um suc-
radur.
Por ordem do Evin. Sr. presidente da i>r.>v lu-
cia. Csl.i aberto o concuo sutisliluicAn das cailid-
ras de nudez e francez rom a prazo de (O dias, con-
hldo) da dala desle. Os oppositores deverlo ins-
crever-se at 15 dias anles dn dia prclivn, na rrma
dns arls. :g| e 31 du resulanienlo de 12 de malo da
1851. Direcloria do l.vreu, 15 de selembro de
1853. o amanuense, Hermenegildo Marcelino
ti Miiunila.
Conllnnem a oslar em praca no paco da ca-
niara municipal do Recife, nos dias 15, 18,17, III
e 20 do crrele, pelos procos ja annunciados, os
imposlos das ,ifeci.;es, sobre cabeca de nado, obra
mscales" o boreteiras, c os alugueis das casas ,la
Solidado, ra Imperial, c do lelheiro das Cinro-
Pln,
Oabaixoassigna.lii, rnnsnlde Portugal nesta
provincia, participa a quem posso intercalar, jue
fie elle aclualnienle o priH-urador baslaulc nesla ei-
dade, da Santa Casa da Misericordia de Loando,pro-
vincia do Angola, e que se ach legalmenle aolori-
sado para a cohrauca nao s.'. do f.irus, laudemius c
alugueis do cosas, mas de quaesquer nulros rendi-
ireiitns quo nossan pertencermesma Santa Casa,
Pelo quo pede a todas as pessoas que a tal rasparlo
lenham a tratar, hajain de dirigir-sc nos dias uleis
ao consulado de Porliioal (rasa n. 6, defronlo do
Irapirbe Novo), as horas do seu expediente, das 9
da manilla, ns da larde.
Joaquim Baptitlo Manir.
A Ihesouraria provincial compra 1.50 ha. ricas
cun eimenln para as obras n ra.c.0 da repartirlo
das obras pblicos : as pessoas que qu.zerem ven-
der semelhanle venero, riiniparecam na sala das
sessesda junta da lasenda da mesma Ibesouraria
no dia 13 do correnlc ao meio dia, com suas pi opos-
las ornearlas lei vades, o as coinpeleiiles amostras.
Si-crclarla da Iheseoraria provincial do l'erium-
l.iico 10 dosejeinl.ro d 1853.O sccrelario,
Antonio Ferreirn itAnnunciaco.
Consulado de Portugal.
Aebanilo-ee lelas ullimas disposnOcs icgulanieu-
lares eompelentemonle ntilorisa.los ns empreados
consulares de S. M. lidulis-sima, a redigirem proc-
rateos baslantes.escripluras c nutro quaesquer con-
Iralos ou docunienlos pblicos que lenham deservir
e fazer fe cu. Porlugal c scus dominios; assim o fo-
co constar a quem ronvier, c convido alodosossub-
dilos |>ni 111 111 /1 s residentes nesla eidade ou que a
ella vieren), n quem scjain ncreunrios laes do-
cuincnlns, para quo so dirijan, a esle consulado casa
n. fi, ilefronle do Trapiche Novo, as horas do seu
expcdienle, das 9 da manilla *s l da larde. Consu-
lado de Porlugal cm Pe namhuco, aoa 13 do agesto
de 1853.Joaquim llapltta Morelra.
Do ordem do Exm. Sr. direrlor geral da inslrur-
c;lo publica, faro saber o quem convier, que esls a
concurso h cadeira de inslruccao elemenlar, do
primeiro grao de Cruangi ; rom n prazo de 60
dias da dala .leste. Direcloria veral 3 do selembro
do 1853.O amanuense archivista, Candido Eusta-
quio Cesar de Mello.
Do ordem do Illm. Sr. capillo do porto, se faz
publico para conheeimenlos de lodos os pr.q.rieta-
rios dos en.hnrrar/ios empregsdas no trafico dos rloa
navegaveis desla provincia, quo em virlude dos
arls. 70 e 7(1 do regulamenlo das capitanas devero
solicitar as liecncas aunuas, c o arrolan.eulo .1
Jilas cn.barcae.ies, islo no praxo de 30 dios._ lim!
os quacs se impora as mullas aaquellesquedetxav
do ler seinelhanles dn. .enlos. Sccrelario do ca
Ionio do porto de Pcrnamburo 5 de selembro de
1853.No Impedimento do secretorio.
Joilollolierto Augusto du Siliu
Pela lubdelegael da rregoexia de S. I'r. Pe
Jro li.iucalves, fot appnd.endido um ralallo casta
nho que divaga! pelas ras, o bem assim um an
lid deoiirorom Iranca de cabello pelo niein, e le
Iros Inielaes: quem dirello livor a csses ubjecloi
ipresen(e-se, que dando os verdadelros signacs,
serau enlreiucs.
Sevla-feira. 16 do ciurenle, depoisda amlien
io do lllni. Sr. Ib. jui dos feilns da fazenda
3
horas e tugar do cosluinc, ha arrcmalac.lo dos se-
guiules li.'iis pi-uliorados por exernees da faxenda
proiiuci.il, conlrajfticrso da inesnia, poi \Olida, e
pela quanli.i de I080ll0 rs., a casa le rea n. 6, na
ra da Soled, .'e, crlenrriile a Anua lu li lides da
ConcelcAo ; as casas meia-aaaa n.2l e 23, na ra
do Manuel laico, por 2508000 rs. codo nina, pertcn-
cenles an ex-solicUador l'rancitco da Cosa Amula
c Mello ; no eslrad* de llelm, um sitio com bas-
lanlts nrvoredos de fraclas de differeules qualida-
des, baixa para capim, viveiros para peiie, rom
duas cacimbas, cercado de limilo em parle, com per-
Lio de madeira, e boa casa de vivenda de'podra e
col, por I:50ttj000 rs., penhorado a Julo Manuel
Menaes da Cunha Azevcdo qualru |ii|ias va-ias
cora tornelras, por 88900 rs., cu.n lelheiro coberlo
sobre eslcu.s de niadeira, .rleiicentc a Candido
Thcodoro Ki.driuues Piulo; um lerreno na la do
l.ubalo com 30 palmus de frente c 70 de fun.ln.cnm
alicorees paro cosa, conleu.lu una caso de lai|.o co-
berlo de lelil, por 35091110 rs.. pertenccnle o viu-
VI de Cbiispim Marques Nogueira; um terreno nos
Coelhns, ra dos Prozercs, con. alicorees poro cosa,
por 3003000 rs., penhorado a Evaristo Mendos da
Cunha Azevcdo ; urna olaria na Irovessa do Lucra,
penhora.laa Francisco das Chigaa Cavllcanti Pea-
loa, por 3009000 rs. por vendo, c na qual rontni
urna pequea rasa do lipa ; dos cosos terreas, no
Iregoexli .lo Poco .la Panella, na ru do Hwgueira,
|iela avaliacilo de 2:57590lKI is pe Icnrenlcs a Jlo
Baplisla Pc.eira l.obo: quem quizer arrematar di-
tos bens, comparec no lugar indicado. Recife 12
de selembro de 1853. O solicilador da fazenda
provincial. Jote Mariano de Albiiqncrque.
Pcranle ocunndlin d'adminislrneau naval so ha
e arrematar o forncciinenlo dos gneros al.aixo de-
clarados pora os navios .formada, cscalercsdo arse-
nal e enfermario de marii.ha pclu lempo de 3 me/es,
a saber: a/eile doce .le Lisboa, e do Mediterrneo,
dito de rarrapalu, ossurnr hraur, nrrox do Jlaro-
nliiio, agurdenlo de 20 grloa, hacolha.i, bolacha,
cafoin coceo, carne verde, dita secco, farinho, fei-
jlo inulatinlin, lenl.a en. aeha :, pao, Inneillbo de
Sanios, vinagre de Lisboa
cao, e carnauba em velas
comparecer para osso lim
rido c.insellu. no din III
.0* nii.irolo do i ompotl-
: in oiirniTenlo-i |Mj<|prlo
U.\ SI -i dai mOb lo rafe*
doro nenie prlni 1 horat
anu Iras fl prap islas cm
pro^a , o quem os ladortfa
ouvr. m\\\ i:> de sftemkiki iie
, TEIGEIU RECITA BE ASSKiNATUIA.
Reentrada da actriz dramtica D. Joanna Januaria de Souza Bitancourt.
IIc|h.s que a orebeslro livor oxcrulodo runa esrolliido ouverturjl, subir < 'cena pela primeira ve
uesle Ihealio, o dromo cm 5 ocios, intitulado
Clotilde ile Vallry.
PERSONAGENS.
ACTOUES
Clolilde lo Valirj.....
LUadaiiia il'Arnwlj.....
I'.liii.liano.......
Lespinob........
Bem.........'
Itnpi.'icl la/iir......
JlH(-.........
CommiiMrio 'le pulira .
Carceralro.......
Oiado.........
Soldados, ofllelaes dojuallca, ele,
rciminar.t oeapoflaeulo com
A Sr
O Sr.
I). Juanita,
l.couur.
Aniu(ltlu.
Becerra.
Mendos.
Seuna.
Iluimlua.
Boiondo.
lVreira.
Sania Kosa.
lia em I arlo.
.i mullo applaiuliJa ..
A ESCADA DE MAO
Dabilhelesachani-M a venda no escrplorlo iiuihrar
Sao sendo possivel ao ompre/.ari concluir o machlnlsnM la pera As Tris Cidral ti Amor es-
rollicu esla c oulran, que lem tic se seguir, al que se prompllllquo ludo quanlo lie Indlspeiltavel para o
Imimi evilo no dito tirana.
AVISOS MARTIMOS
O capilan James L. Lamber!, da calera ameri-
cana /1 un res* arribada a esle purio na sua vlagem
ili' S.intlwirh ls|;int| para Nnis I -1 i \-i J. precisa a
risco niariliinn sobra u casco o frolO que cotldnx. pa-
ra (recorrers despezas feilas, de terca do:k:ikmi? de
rs., os pretndanles queiram mandar as suas pro-
posCas cm carias Tecliailas. no escripturio ilus comlff-
nalarios llem> Koraler^ Gompanfifa : na ruado
Trapiche >ovo, n. H.
Rio de Janeiro.
SeguImnrelerivclmenlo no lia 't docorreutoo
lieiu conhecido brigue escuna Laura, recabe cama
por I re I o romiiio'ln, paasagalroa e e-cravos, s prelen-
denles dirLjam-M aos consignatarios J. H. da Pouso-
caJnior: na ru do v/igarlo, casa n. primeiro
amlar.
Para a Babia.
Seguini hrevemi'iiiu o liiaie nacional i-mtinia,
ca|)ilao Jos Severo Morcia Ros, para carga OU
possageiros lra(a-so com uh consigualarios, na roa
ta Seuxala n. 131
l'ni'H a laliiii salir rom a niaior
brevidade powivel, por ter parir de sua
carga, < veIeii*o hiate nacional Amelia :
para o rcslo da carga < panageiiXMj tra-
ta-so com o liteStrc a bordo, ou nmi No-
vaea o Gompanhia, na ra do Trapiche
o. 34, primeiro andar.
Para o Aracaty.
Segu em poneos dias, poi JA ler a maior parle
t!e >n,t carga pronipla, o bem eonheeldo c velelro,
liiaie Capibaribe^ para o resto da carga, lula*sena
na do Vinrio, n. ").
Ceara', Maranhao' e Para'.
Segu com brevidade o brigueGon-
ceicdo : quera no menino utiixer carre-
jar, ou ir de passagem, diri a-sc a Jos
laptista da Fonseca Jnior, na puado
Vgaroii. i. primeiro andar.
Para o Rio da Janeiro aeguin'i com brevidade
o briguo Ae'> i""' I* ler a maior parle da carga
proinpla, o qual anda pode receber alguma, assim
como escravos a frele e passagolros, para o que lem
1)0114 eommodoa: Irala-ae na ra da Cruz do Kecil'c
ii. 3. eacrlptoriode Amorlm A ItmAosi
Para o Ceari e Assi Mguin com brevidade o
bem eonheeldo brlgue Paquete de Pernambuco :
quem uclle qni/.er carregar, ou ir le paasagom, pa-
ran quoolerece os melhares eomniodos, poder dl-
rigii*e a Uanoel Gonjalves ila Si'v a, em seu es-
criplurio, na ra ila C.uleia do Hecie.
Para o Aasu'
Al o dia -JO, o palacho nacional, ImargotO, para o
reato da carga, Irala-ae com Beruarriioo Jea bIoh-
Iriio \ (rin.io, na na ilo (Juemailo u. li. ou a
Imrdo com o ineslre.
piano ingles de mullo boas vosea, diversas obras
de pial de lei contrastada, relogloa le piala oda
iniiii para alglbeira, diversas bijoulerias de uro fo-
leado, eoulros mullos artigos que serlo eotregues
sem limites.
O senle Oliveira tar leiUo por aulorbacSo
do Illm. Sr. Or. JuU da segunda vnra docommer-
co, ca reqoerimcnlo do depositario da massa fal-
lida de Iknlo Joaquim Cordeiio Lima, de ludas <-
inerendorias e ariiiarilo da loja de miinlezas, illa na
ra do Rosarlo larga, n. edoalauns movis
pertencenlesAmosma loja, ludo em um solle o a
dinneiro de conlado: soxla-feira, Mi do frrenle im
11 limas ta manilla em ponto, as indicadas loja a
ra.
Candido Alberto Sodrci da Molla
faz Icilo cm sen armazem, na travessa
da Madre tic DeOS, tU' di\crsos cncrus c
aruiurao da venda : no da lodo corren-
lc, as | I limas du dia.
AVISOS DIVERSOS.
JLEILOES.
I*lfio' de batatal.
Hoje I.V liav er leilAo de HN) yieos com balates
BOVas, ChOgadas ullimamenlo da lina, as |lt horas,
derrouleda porla da .iIi.hhIi'lm.
Outola-feira, 15 do
ro reir, as 10 l\ horas
da maidia cm pooto,
o agente Antones rara
grande lellao em seu ar-
mazem, rui da Crui a.
2'}, de um enmplclo sor-
lmenlo de Iraftlcs de
(odas as qualidnde, no toa e usados, TMros diversos,
quadrOS diversos, -Ji) doslee de chiipeos de palha de
Italia para homeii!, dnraas de ditos para meninos,
cartees de perfnmarias; sakonetea linos, llores arii-
nclaex para enfeiles de caliera e para o pello, espin-
Kardan aovas de U camos para cacar, charutos d;i
Baha, caadMrai para meio da sala, serpentinas da
Sev loteii lanlernaa diversas, Hvroa uharaea, 1
Aloga-sa un mualo, com IM anuos de idade.
sem vicies, multo flol,'Obediente, e Irabalha sofr-
volmonle de sapalelro ; alaga-se smenle a quem
[delle precisar para Irabalhar pelo odelo, mi para
diado : na ruada Gula, u. i>'i, segundo andar.
.;.;..:.;;;;.-. :i -.-;.:/;'
$$ rrecisa-M alugar um sobradinlto de um jjf
andar, proprfo para ama pessoa aolleira *
m ipicm o liver dirija-seao l'asx-io Publico loju ^
i i., ji. ::;
.:-.:: I ::::::::K^.....W
Anda-e eouliua a vender lencos de relio/, de
varias core*, harrelinlioi para asgurar 0 cabello do
rriancasi lovas com dedo^ a sem ellos, poni de nd,
rhegauas ullimamenlo do Tranca ;e assim lamben)
solideos paraecclesiasticos, rendas de palmo e mais.
feilas com asnillas de lucia, pr.'prias para saias
brancas ou loalhas, e varfaa pecas de msica para
plano, comesejam : wub*as modernlsslmas, polkas,
quadilbados Lombardos,a nutra*; symplionlas,
cavalinas: no segundo andar do ulllmo sobrada da
ra das CruiCS, queni vai para S. Francisco, amule
lamben) se incumbem de bordar a branco, a ouro c
,i malii cora perflcSo ; a poni de lapotes, i lis ou
sedas, paisagens, ramos ou figuras, faser mola de
qualquer Turma ejue soja, toncas o lods e qoalquer
costura e bordado que se ensina e usa no pai/.
>a loja da esquina da ruado Crespo, que volln
para a do Quelmado, lia lencos de rolroa de varias
cores, barrellnhos para segurar caballos de crian*
ras poni de noc solideos para ecclesiaslfcos, ehe-
gados nllimamenle J* Franca.
Proclss-so alugar umprelo para o servido de
casa, pagando* mcnsalmento oque se ajuslar: Ira-
la-se na ra da Somalia Velha n. 06.
Aloga-se annualmente.ou pelo lempo de fee-
la, orna casa terrea, alia no lugar da Boa-Viagom,
com commodea para urna grande familia, lOquar-
los, 2 lalaa, cotinha Tora, a esls* nllimamonta acaba-
da : os prctendentes dirijain-se a ra do Hospicio
u. 10.
Alusa-sc urna pela que cositilia o diario do
urna caa, ensaboa e fin oniais sorvico, he fiel e nao
he vadla; os proteodentos traten) na ra da Sen-
tis Velha ii. 112, deoianhla ale as loberas, de
larde dea 3 m I.
$r AdvartO-M n quem convier, que licntn
A. Iransferidas as aodienefas do ui/o de paz
*' do primeiro di-triclo da frcuuczia de Sanio
Ajilonio do Recife, para as 2 lioraj do Inr-
de dos dias segundas e se\lns-feiras de lo-
das as semanas, que n-lofnrcm sanios ou fe-
$ml liados.
Aoa artillas.
I'n'ci-ii-se do (ifliciacs le reiras de forja, latooirOS
de t lapa e fundidores, ele.: os prelcndeiiles se di-
11; ni i ra Imperial n. IIKe Ijtl. mi na ra Nova
u. Ti.
A viuva o lillios de Francisco da Cosa Cam-
pe! lo lem resolvidorelalhar um Mli de Ierras que
possucrajunio a ponle dos Reinedio, com freule pa-
ra o rio e para eslrada : quem pretender comprar
parla ou todo, pode enlenacr-so com LuU Carlos
da Costa Campillo, morador defroule dacapellados
Remedios.
Precisa-sede ana ama para servir a duas pes-
soas, do perlas para dentro, que saiba engutnur bem
e ooaiobar: a Iralai na ra Augusta, casa n. 33.
Aluga-so una escrava moca e sadia, com bom
leite para criar alKum meniuo; quem a pretender,
tirija-fto ra do Torres, por cima do armazem do
Sr. Miguel Carnoiro, tereeiro andar.
Cav de committao' de eieravos.
Na ra Diieila, sobrado do 3andaros, defronle do
licceo do S. Pedro n. 3, recebem-so escravos do ani-
llos os sexo* para so venderem do eommisso, niin .ie
levando por esse trabalbo mais do que d por rento,
o sem se levar cousa alguma de comedorias, olTcre-
ceudu-se para islo (oda a se-iuranca precisa paraos
ditos escravos,
A quem for oflereido para comprar ou cou-
cerlar um allinclo de peilo quadrado, rom vidros
para por cabellos, o qual linda dcnlro urna flor de
dilos, c esU com a trauqucla quelirada, lraga-oa
esla lypograpbla, que ser generosamente recom-
pensado,
Aluua-se nm ptimo escravo, proprio para
servico iuterun c. externo ilo qnalquer casa, por ser
milito fiel: a Iralar na ra impci iul n. 1(17.
Precisa-se de 2:00a,-** de rs. sobre hv pntho-
ra em urna rasa, por lempo de um n dnus aniiet,
pagndole os jurdbmensalmeulc; aunuucieou I ra-
le-s com Virlorino Francisco dos Santos, na ra do
Rangel D.54,00 com o clrurguo Joan Domingos da
Silva, ao pdc Santa Rila nova, encarregados dote
DOgOCiO.
O secrclnrio da irmandade de N. S. do l,v ra-
melo, |Hir ordem da mesa, convida a lodos os ir-
iiijos pata romparererem no consistorio da mesma
irmandade, no dia IH do frrenle, as 3 horas da
tarde, a lim de que reunidos em mesa geral, possam
eleaef o aovo Jola que (em de regar n meeraA IrroaD-
datie nestopresenteanno, a terminar em \k~s.
J\ luga-ae a lercoiro andar da casa do aterro da
Boa-Vista u. a a Ciliar com l;. A. de Oliveira J-
nior.
Alaga-ae um grando aillo com duas cj aads
podra c Cal, frente murada, COI frente a [groja dos
Ahlelos: a rallar com f?. A. de Oliveira Jnior.
<) Sr. Deruardo Jos da Cmara, queira vir
ou mandar na ra da Cruz n. .V>, casa de J.kellcr
Ox C..
e atugnr um
ar c laxar i
ni pretender,
i o^er.iva.ipte sabe
ido crviro interno
db ij.i ee a ruada
lem para
coxinbar, amgonii
de urna casfl I ']>
Sania Rila n.83.
O Sr. Jsronymo Corar de Mello, morador em
S. AinarodoJaboalflo.lculiaa Iwndadede annarecer
na i ua dfl Quclmsdu loja u. 33, que SO llie deseja
fallar. FraHchco Jw Aitet CaimarHee,
Oflercce-seuma ama para comprar eco/inhar:
qnem pretender diiija-se a ra das Aguasa erdea
u T.
A inda so precisa de nina parta u prela for-
ra, insto ana de urna casa de penca f.ciiilia (nAo leu-
do liiim : na rna de 8. Francisco, sobrado n. K.
Anda se precisa por alOgueldOOOM prela. PS-
er.iva, paia o ^cvico de una casa de ponca familia,
sabendo faaer as compras:
sobrado n, s.
Na loja <\,\ rufl Nova
claas doairaiate para obra
Joaquim Perrcira lie
ca para n Rio de Janeiro 0
Raimundo, de l3annos, p
A pessoa que
a juros sob penli
na i na de S. KrailClsrOi
n. lia, preci-a-se de nfll-
i mludat.
'mies uimarfles embar-
, calua, de nomo
iis ou menoa.
unnineiou querer dar .V)0|000
do euro ou prala, dirija-so
.i roa ilo Padre r'lnriaim n. 34,
Oflerecc-SO um rana/, hrasileiru para cobrar
div illas ivulsas, diodo liador a sua conducta: quem
de seo presllmo quixer ullluar-se, dirjale ra
larga do Rosario u. 35. loja de miiurc/as.
(>llerece-se um homem eostiimadu a viajar,
para eoneio: quem delle precisar, dlrije-se 00 000-
co das liarreira--. casa de Paltciano Vas da Assum-
Alugam-te casas para se pasear a cela, com
bons commodos, noalilodoCaJuelro: quem as pre-
tender, pode dhigir-se ao mesmn sillo para ajuslar.
Agencia de pasaporte, ululo do residencia,
matricula de escravos, o illiminacoes: ua ruada
Praia n. \:l, primeiro andar.
Aluga-e mu moleque: na ra Velha, na loa-
\ i-i, sobradode um andar, na e-quinado heredo
Jnao r'rami-i-o.
O abalso essignado fas aclenfo ao publico, e
com especialldado ao respeltavel corpodocommer-
eio desla eidade, que delsou da ser socio o gerente
da casi ilos Sis. I rauei-eo Alves da tamba \ Com-
pauliia, nesla praca, desden I, do crrenle mes,
sendo substituid* pelo Sr. Joaquim Alves da Co-
lilla, ao alcance do qual lirain todas as lrau>aceoes
da mesma ; esperando porisio da benevolencia de
lodas as pessoas saja, quein leve a honra de Iralar
.luanle a sua gerencia, liajam de ler a bondado
deaculpa-lo das faltas que por ventura eominetles-
-i' sendo mais do seu dever respeitosaiuenle cou-
fes quios, o allencftes quo sempro Ibe preslaram.
I.uiz .luynslo Fermunlet I ieira.
Na ra do Traph be Novo n. 14, acha-eaaber-
tonmarmaiem para romeelnienlo de navios, assim
como cafe e domin para quem qui/erciilrcler a lar-
de c gozar do Inii fresco.
Lotera do Rio de Janeiro.
Pelo vapor Guanabara, nuc esperainos
cliegam'doSul, a hi docorrente, rece-
bereillOS as lisias tas loteras IS. das ma-
iri/.'.'s tario os premios seruopagos logoque
scli/.ci'a distribuirlo das lisias.
Roga-seao Sr. .Manoel Caldas Bpp-
reto* de aii,Ki'-se a ra da Cudeia n. 2,
islo antes de le
por
II I.1
.;ir-sc
que se ihe tlcscja tallar
retirar para o mallo.
Precisa-es deum homem para ailar com urna
earroea, inM prelo que enlenda de silio : na na
do Sclio n. 35.
Prccfka-sedeuma ama demeja idade, quesai-
ha faxer iodo o servicio de casa, de portas para den-
1ro, para casa deduas pessoas: no Hecie, ruada
Uoeoa n. 7, segundo andar.
Hrecisa-se do um menino de fin la anuos,
para e.iiveiro de liberna : na ra Direita n. 16.
Precisa-se de nina ama, para casa de ponca fa-
milia, quo salba coxiohar e eoejommar na ra da
Soledade, casa n. la, quasi con fronte a taberna e
nadarla n. ti,
Roga-soao respeilavel publico, suspenda sen
juiso sobre um aununcio publicado houtem peto
Sr. Francisco de Santiago Ramos, contrato Sr. joto
Augusto Bandeira de Mello, |h>1s que mullo breve
se rarlo palenles, e pro vn rao us mol i vos que deram
causa a um semelhaulo aununcio, faxend
ver ai
mesnm lemp
-ade boa re.
Precisii
juros incusai
i)oi)i; quem
Iralar.
iie que parteealti adaalealdadeoabo*
ei!e 008 rs
-, e d-aa po
qiti/cr esle n
a premio pagando
mu escravo
ci para se
Pao' de familia.
O proprictario da padaria dcli >/ da matriz da
Boa-Vista n. *2f\, prclendeono da i "> do crrenle
spreseutar ao publico o melhor pao que (cm appa*
recido, e o mais acreditado no lii de Janeiro, o
qual lieconhecido pelas pessoas que lem estado no
Rio : lmenle se vende no deposito ta ra do Ran-
gel ii. 13,0 na meama padaria: as pessoas qucqul-
SOrem comprar, f.u.lo as suas encommeudas na mea-
ma casa iicima; piceosum UH)nm dflo 80 rs.
Roubo.
Nn dfl lado eorienle, furtnran do primeiro an-
dar da ju do Colteglo n. 7, um rdogio de ouroori*
wntal, com .....a lila prela adama-cada, o qual re-
logia lem o numero no lugar do roglsto do66,488
roga-se aos Srs. relojajelroe oapnrehondaro, amao-
tleui avisar no raasew Publico,loja n. II,de Plrmla-
no Jos Rodrigues Perreira, que grallflcarl gene-
losanieule. vislo que O raloueiro valen-so da occa-
siao de estM I Bala do referido andar aberla.
Anda esla per alugar o sobrado de Anecilo
Jn' de Mendoofn, mi- Ooelbos, eoiu iniii.de> com-
modos : a Iralar en ni o menino Mendonca, a ipial-
quer luna do dia, na casada halauca naa f lineo-
Ponlaa.
AhuM-sc o silio do Sr. Gado, anlaiangninho,
leudo grande casa de sobrado, que acommoda nina
grande familia, duas cacimbas d'asjua de beber, e
muilas fruleir.ts: tmem o pretender, pode ir ve-lo,
o para ajuslar, dirija-se a roa da Cadcia do Recife,
loja de nrragena de Jos Pires de Moraas,
ATTENCAO'.
Casa da Gloria n. 7.
Neala can reeebenMe eierave de comaaiaifo pa-
ra -i' vender, imito pnra a provioela eomopara loii
ilcll.i por eanla i'c ensilnos, allanr.i-soo liom tr-
lanii'iilo, i' assim como souiiranra ilos inrsiiios, p
i iiiilii'in rompra-sc, e iiacn-sc Iwm asrailaml.
I'n-cisa-sr de nina ama, ruin linin
li'ili' : no Aterro di) Boa Vista, loja n. .18.
Preca-se de niuu ama de leitc ,
forra, ou captiva, que (eiiha l>astante e
bom leitn : na rita du Gloria n. 58, ou
anniincic.
Prccisa-ite de nina ama de leite :
na rita Direita n. 2\.
Arrenila-se ou vende-se um sillo na estrada do
corredui de S. Joao, boa casa de pedra e cal, boas
Ierras, e fundo para o rio Capibaribe: a tratar na
ra do Crespo, loja li. 16.
AIiilm m' urna escrava, crioula, perleila eu-
Koniniadcira, coslureira, cozinheira o lavadcira,
lauto de sabito eonio do barrella : quom a preten-
der, dirija-so ra das Cruzes n. 3v, primeiro an-
dar.
I'recisa-sc dctiin caiuiro para taberna, e que
dt> liador de sua conducta, preferindo-se uacioual :
Siiem cslivoi neslas i-ircuinslancias, dirija-so an
laiiRiiinbo, a tratar com Jos da Costa Brandan
Cordciiu.
Aloaa-M |ior dOOiOOO rs. por testa, una ex-
celleatl casi DO lagar da campia da Casa Forte,
com cxrcllcnlc sulao, limito fresca, c lem coclieira e
estribara : quem a pretender, dirija-sc ra For-
mosa, a quarla cosa terrea, que adiar com quem
Iralar.
(i abaivo assignadn fint scionlc ao respeilavel
publico, que ningucni l.i. t negocio eoni a taberna
sita na ra doColovello u. (S, sem que primeiro se
enlenda tom o mesmo nbaito assignado.
fayinuiido da Silca Gome.
Aluga-se nina casa, na ra doCaldeireim.coiu
armarao para venda, na esquina da Iravessa ilo
Monteiro, a qual est livro do imposto : na praca
da Independencia, .livraria n. 6cK.
I'rccisa-se do um (icqueno portugus de \J a
t anuos de idade, que tenba alguma pralica de ta-
berna, para servir de caixeiro na \illa de Forln
Calvo; a pessoa que esliver cm taes circumsUncias,
dirijo-sA li ra da Cadeia do Hecie n, 18.
AiTENCAO, LMCt) DEI'ttSIK) NESTA
ClllAUE.
Paulo tiaiounu, dentista recebeu agua dent-
frico do llr. I'ierre, esta auna innlieiida como a me-
lhor que tem a|i|iarcrido, ( e tcni milito, elogioso
seu autor.) lem u propriedade ilerniiservar a bocea
clicirosae |ireser\ar das dures de denles: lira o
gesto desigradavel au JA en (eral o cbaruln. al-
cumas fulas desla n um ru|xi d'aaui sau lulllrieii-
es ; t.....bem se adiar pd denlifricc rucllcute para
a cousenacSo dos deotei: ama larga do Rosario
H. :sii. sagndo andar.
Atieaao', o ch.xeiro.
0 Sr. Joaquim l'creira da Costa l.arangeias n.it.
se pude retirar para fura do imperio sem que pri-
meiro salde cunta com o aballo assignado, c trate o
i uni antes de Ibc vir pagar, du cunt ario lera ilc,
ver lempreoMu nome insta tulla. eroga-Maqoal-
ipier capiUo de navios de o pie recebet seu bor-
do, snn qoo elle aprsente recibo em como pagou
aoflnnuncianle, e eaicaioo receber terau de penar
per algoru inconmodo,
Manoel Antonio de Snir.u fjbero.
Dalouch., relojoeiro,
vende c concert relogio, por conniiodo
preCOI : na lita Nova n. II, loja de Mr.
liudault.
iJviniiiv-ii(Mu:orvniii;\.
2S lina da Cruzes H.
Novo manual completo do Dr. Jalir, I volumen.
Diccionario dea termos de medicina enm l"7 etlain-
pas, por N> -ten.
Ilomeiip.itliia veterinaria, par tiunlher.
Tralainenlo \.i> rnolesliss do pille, por Jab.
Tratado difobre amirelli, por Ib.....as.
Organon da arle de curar, pur llalineiuanu.
Atlas de anolomio com mais de JO gravuracolori-
das, |>ur M.isse.
Tralimenlo das molestias chronieas,
inann.
Manual de raiatomia, por Cosa.
llonMopalhii domesllci, por Bering
llotneopalhia domestici, por Bigcl.
Uemnnal du bomeopalba, pi
Tralamcnlo das moleeliu vener
AI tull)!'.
Elementos de homeopalliii, i." edicto, kii- Uuuel
Itiinonl.
Tralimenlo das mob^slias \enereas, pelo iiicsiuo.
Patliu^eiicsa dos medicamento. Iiomeopatbicos bra-
sileiius, e posologll ou adininisliacju das ddsea ,
Irailii/ido do france/. por tiossel lliiuniil.
Aluga-so o segundo andar da casa n. S, na
mi di Aurora, que leudo sido rendido pelo Sr.
I'onliin. para o Sr. Corbel, de Londres, este iiuiudou
viso de nAo \ ir, c por issu curremlo stn pul' sua
cunta al no\u aiieiul.iiueulu: quem o |>rcteudei',
enteuda-sc cun o Illm. Sr. Ju.iu Pinto de I emos
.iiiiiim.....irador no primeiro indar di mesnu rasa.
''P-Pabrlc. de chapeos de sol, a praca-l,efc
da IndepeniltncU, n. 36.
Manuel Jcune, chaaado iiltiuiamenlc nesla rida-
de, lem I honri de partieipir go respeilavel publi-
co, que Irtuivc cun sru, um rico e cmplelo sedi-
mento de cba|H'os de Mi, lauto le seda cuino de
paiinlnlio para liuineni c senboia, ricos chapeos de
seda com cabos do caima da India,dilus com carica-
turas, ditos de atinai.fiu de ac, com ricos cisloes de
marlim. bengalas e oulrus inuitos objeclos dos mais
modernose redados, assim como liouve taiubem
: um lindo sorlinicnlo de sedas e paiiuinbos para cu-
[ brir qualquer arinacilo usada : lodos estes objeclos
j nieiiciuiiados.coucerlain-secuin asseio.e promptidao,
por tuecos mu raroavels, c mais barato do que em
nutra qualquer parle; vondem-se[eni porelofl a >a-
-r Ai:I.i-sc a venda, OU a ser dada de
emprazamento por lampo de l bjmio,
tiara se levantar um engenno, ooniorme
as condic/wt adoptadas pelos interenadoi,
nina ioiiao ilc li't ii-no, <|iu' w sepaion
do engenno Aldeia, da fregueaiia co R"
t'ormoso, c frma hoje por si n nina
propriedade distincta, com a denomina-
i;o il<------l'alincia tendo mi'ia legua
de fundo ou mais, e()50 brac/u de len-
le, |>ouco mais ou menos, e (MJififontap-
ila com os enjjenlios Si|in,Cal)Cea de Pol-
eo, Para izo e Kloivsla, silos na mesma
li r;iie/ia. Asse|;iiia-.y, que dita proprie-
dade Palnieiraolleiecida ao ni'jjo-
eio indicado, nleni.de niio le sido culti-
vada cm lempo aljiiin, em razio ileliear
milito distante doongenho de que se des-
meinlifoii, e eonle' em si grande e im-
portantistima mata-virgem, be de mais
a niais de mullo boa quolidade, < tem.
lelas as proporcel para se tornar um
cAcellenleungenlio : aquemeonvie', se
dir'nesta typographia, onde deve di-
l'iffilHMi.
Madama Routier, modista franceza,
ra Nova n. 58,
Acaba de dieuic pelo ultimo navio um lindo sol-
lmenlo de chapeos de iedl piri passeio, e de ret-
iro enffilados para montllil de senliura. riiluillrts
d eamhraia rom inanaas buriladas, preparadas pa-
ra vestirse pm bailo rio pililo, diales ptM I biau-
cus, riloes de enflar esnarlilhos, meias para senliura,
enfeita e turbantes para bailes o Ihcalros, Illas lar-
ga! para cinlot, luvll de pellica branca para sciibu-
ras, ramisinhas lini.l.ntas, lencos de seda, luvasdu
enimenlo, li-as, romelras, mangultMbordados,ac-
dade furta-enres, manta- pretal de seda, ImlUKW
iie bluiid, Msliiarius de seda para meninas, ditos
para meninos, loques e muitas outras fa/eudas |oi'
proco commodo,
llaa
da pelle, v
SWIIS.
[SALSA PAII1U1A.
Vicente Jos de llrito, nico agente em Peinani-
bueode It. I. ll.Saids.cbimico americano, fa pu-
blico que lem chegado a esta praca una grande por-
c5odc ra-cu- de salsa pan lba de Snd-. que sao
verdadeiram.....e falsilicados. c preparados no Rio
iie Janeiro, peloqne m daveai aeautolar e* cofMi-
indoresdeiau pieciusn talismn, do Clhlr ne-lo
engao, lomando as fiili.-las coiisequcnr.as que
einpre cosliimain IrMar ns niedicamciito, falsibca-
Jo> eeilboradOinel' nulo-laquclh-s, que aulrpocm
eos Interesan aoa nutres o estregoi di humanidade.
Porlanln pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e dislliuti verdldeira salsa parrilha
ilcSaiids il.i faWHcada e rcrenlenicnlc aqu chega-
,1,1; n anunciante fai \er que a \erdadeira se ven-
de uiiicainenleem sua botica, na roa da CnnceJin
panlia rada frasco, lem embalsa da primeira paginu
seu nome mpressu. o se Mhar sua tirina em ma-
uiiscriplu sobre o inwillorio impresso do mesmo
Meas,
I.ava-se o enaumma-se com asseiu e iierfcii;;!';
un pilco da HibeiradeS. Jw n. 19,


I). Luisa Aunes de Amlrade Leal, c suasm;.-
j 1.1 I). .Seuliuiiiili.i de AH6Cca Bilancouit Leal de
He/ende, e I. Theioia de Jcsu Leal, leen alicrlo
era sua casa una aula do inslruccio primaria para
o exu h ni mi mu, aotide se oiisiua a lr, escrever, col-
lar, granmiafic ii.uitmal, arillimelira, france/, io-
:!'/. msica vocal, daiwa, e loda qualqucr faculda-
deque ospais <|ueiiammandar euinar as sutu fillias;
*mi-iii.i--i* a coser, cortar, bordar de diversas (juali-
il.i'lc lahvrinthos de pastado edeenrher, fazerra-
eand e oulras obra*, proi-rias do sexo : oh pas que
as qaUcrem homar eoDnaodo-lliea snu prezadas
lllliinhas licarJo salisfcilos pelo augmento que ellos
lerao om r-ludus, como em ludo quanlo loca a boa
educai.'ao, c promelle hala-las com loda a delicade-
za, para o que pdenlo ser procuradas, na ra de
Maula Hita ( oulr'ora Paganini) D. f, quera vem
da ribeira o segundo sobrado, ao pe do de \ aramia
encarnada.
Na nu do Trapiche u. .">, precisa-so de um c-
ciavocninbciropara ajudar oulro, c oulro cscra-
vo para lodo o servico de casa.
Alaga-M o pritneiro andar do sohradoda na
do .1.11 iliin ii. 71, com coinmodo para familia: quera
prrlcndcr, diriia-sc ao paleo do Carino, sobrado u.
'.>, primeiro andar.
Arrenda-se namatta duTom\iiin
silio com casa depedra je cal, quartopa-
ra feilor e esi'ravos.nirivK' para vareas,
todo (virado baixai com capun, (pus
Misitntan 5 vacca cono crias; aniui como
vcndeni-sc 3 vacoas com erial : a tratar
na matta da Torre, sitio do lean.
COMPRAS.
ilquer
i-Vis-
(ioiupra-sc lodo o lra>ejamenlparaa cobcrla
lo Uospilal Pedro II: a Iralar com o director An-
tonio Jos (jomes do Coerci.
Compram-sc escra\os. panani-sc bem aaradan-
(lo ; c recebem-sc de rommsslo lano para a prm iu-
cia como para fura della : na ra da (iloria n. 7.
Compra-*: qualqucr peca velll do nidal cha-
mado do principe, preferindo-sv 0 que soja mais
claro : na rua do Colleglo ii. laberna do I-'on-
le>.
G>mpiain~sc escr.nos, e vendem-se, recebem-
r-e de rnmmissa, lano para a provincia copio pan
tora della; na ra dos Quartcis n. :, nglindo an-
dar.
Comprase nina ean lenca, Inda memo pe
quena, que icnha quintal e pon, eni qual
fregueila deilaeMade, prelerlnao-ie til R
la : na rua da (iloria n. SO, se dir quein compra.
Cumnra-se urna casa lenca solTrncl, no bairro
de Sanio Anlotiu 011 S. Jom\ que (cuba bomquin-
i.il. preferindo-sc MU ras hircila, AgUM Verdes,
Hurla, Camhoa do Carino, Florea e('.ru/es: queiu
im'i, annuncie por eele Diario, ou dirija-seo rua
da Viracao n. !>.
Coiiipra-M tim efcravo, crioulo, de \U n l
.lilil^, de bunila lisura, oscm >icios; paya-so bem
afrailando : na rua do Trapiche n. >.
Compra-ee una carioca para Irabalhar com
um boi, em meio uau: queui a livor, unlenda-se
com loao .Manuel de Siqueira, na Camboa do Car-
ino, laberna u. I.
Compra-aa una can lenca, emqualquer um
do bairxis desla cidade : a IralaTna rua Velba nu-
mero V2'l.
VENDAS
Rcdob alcochoadas de cor
iikiil<> granjea e de bom gosio : venden-so n,i rua
do (rapo, l' <;,is,i da esperance, rua do Qucimu-
do n. 61.
Nesla rasa, o na praej da Independencia, luja do
Sr. fortnalo, est a venda um completo sorliinen-
lo 1,1 do LivreuientOi cujas rodas andamlnralllvelmeii-
le.....lia :w 1I0 rorrente.
ifOOO
aaooo
,-IKKI
sao
uina linda garrota loarina : 1
Duhourcq.
Vvinlc-su norclo de leulia de I a H| 1
it-iii.-i
Helos .
Dcimo,
\ l-l-Mlll
Venderte
unan, nilii
mi
le Mi.
I
1a Ca-
lino.
ir growuro, i' 5 de romprldoi mullo l>oa para ola-
ila, ou refliiaeaOf poeta no |iorlO| ijiiu o comprador
quiter, a :1>ni re. u ionio : na rua larga do Rota-
rlo >t. ''. ilr.i 1 < 1.. 11 lem.
SERPENTINAS.
Acaba ile chegar urna pefaieiia poitSo
do ricos e elegante! modelo, todas de l>
Iiizo ; o bem anim mu encllente lustre
de ^ In/.cs, no oslo moderno : vendem-
m' 11.1 n 1.1 doTrapiclie Novon. 10.
Carta, lina, pata vollarle.
Vcndem-ae eartaa niuiu linas para voltarotei pelo
dimluutopreeodeOlO re. oboralio: na rua doQiiei-
inado, luja de mindeuH, n. "1". de AIhiimo l'edroao
ilo Ain.ual llramlo.
Vendem-H umai acras para refazerem, urnas
1 om crias u oulras sollclras: quo*n as quitar veri
pili! iliri^ir-M; ao SaUailiulio ila pa^ogoin tic Olin-
ila. queso far.i lodo o negocio.
VAItl.VDO SOKTlMENTO DEPAPEL.
Clicron leri'iili'ini'iilc, sciiili) almaco,
de peso, paquete, de copiar cartas, e de
imprimir, tanto hranco, como de cores;
linio ila inellior qualidade que vem ao
mercado: na rua do Trapiclie n. H>.
Na loja da Iravossa ilo tlorpo Sanio, confronte
ao lado do passon. ), e\isl 11111 mu I iincnlo de cal-
cados e aviamenloa paraoeditos, vande-ee ludo por
procos rasuiucis, a vonlade dos compradores ; as-
sini como faz-sp calcados do cncommouila do ludas
as (|ualidado, com asscio c promplidao.
NA itlA NOVA, LOJA NOVA N. I (i.
Vendos as medapotOes linos, ao barato proco de
:l>(KK), :l.?,Vl, -mmhi. 19-VM. o ^sim i-', a poca ;
hila ilcnlres lixas, Imuilos padroos, claros e eu-
ros, a tJIHK), XKKI, ."ojUU, o SUM rs. a poca, c o
rovadn a 190, 110. ttiO, o IWI rs.
PARA ESCRAVOS.
Vende-sa aluodilo onroipailo. para roupa de ea-
rra\os, pelo balso proco do lllll rs. a jarda : na
1 o.1 Nova, loja nova u. Ili.
Vende-SO um jo;o de bancas de Jacaranda do
meio uso, urna meta dejanUr.um par ileinsngasde
\idro, no becco Largo, n. >".
Sao' o. ,.1 .Lu. i. 1,
>.i rus da Cruz, n, .">", vendem-se charutos do S.
Feliz de Brandao, mais baralu que om oulra qual-
ipior parle.
Ao. ..iilu.n-s de engenho.
Veudem-ae por proco multo eommodo. Tormas de
Ierro batido para assuear, em casa do C. J. Asllc\ ij
(lomp.inliia ; na rua do Trapiche, n. 3.
Piano.
Vende-so por pri'o nmilo coinmodo. um folie
piano de rauda do celebre autor llrowiiod
de una eoittlruccJMI niiiilo solida c |iroprio para re
sislir a liuuiiilodcii de rasas terreas, o por bao ptimo
para so ler nos silios : na rua da llru/, n. ,'li
Carne de sol.
N endo-e carne de sol nuiilo nova e porda : na rua
da Sopsale Nova, n. 2.
Vender um bonito canto bom andador, uai-
\o. novo, manso o sea adunase; a tratar na rua
Imperial, n. H1T.|
Yendc-se nina cscrava queengomma c cozlnlia
hom o diario do nina rasa, c lem lioaronducla : ua
ruado loao, 11. H, se dir quein vende.
\ ende-se una crioiila ilo nioia idade, a qual la-
va de salwo e karrella, lie boa ruziiihclra, relina as-
suear, a qual vende se por|um prcro rirsizracado :
i|ueiu a prelender dirija-so a rua do Nouera, n.
23, SBgUlldo andar.
Ao bllo madamiimo pernamhucano
\ eiidem-se riejoiasimos penles de lartaroga para
alar cabello, dos melliorcs que lem viudo .1 lo
ulereado polo diniinulo proco de 58300 m.: na rua
ilo Oueimado, nova loja do niiinlo/.as, n. .',7, de Af-
louso l'edroso do Ainar.il Brandlo.
Ao. rnhnrr, acadrmioo..
Voudom-su uva* de |iellic.i do superior qualida-
de, nuiilo novas, pelo diniinulo preco de l1000 rs.
o par : na rua do i.Iiioiin.hIo, nova loja de iniudezas,
11. .",7, do A. I'. A. Bramliio.
Muita atlenfao' ao barateiro.
Na rua do Queimado, nova loja de iniudezas, 11.
57, de Alfonso l'edroso de Ainaral Brandlo ; von-
ilem-se luvaa de pellica le poni iuulez para lnimoiii
osoiilioras, pelo diniinulo prc^o de 18000 o par, di-
las de seda Iracadas do cores para homein o .senbora,
.1 I *;ii o I -silo ; dilas blancas de lorcal as mais de-
licada, povivoi., .1 l-l'JKI 11 par : cillas do lorcal pro-
1.1. para seolioras, bomeas e meninos de qualqucr
lamanbo ; dilai de lio da eseocUl mescladas, para
iiieiiina. o sonhoras; meias de .oda brancas para so-
nliora. n V0() rs. u par ; mnilo lindo, o modernos
chapeo, ilo sni do teja do corea para h...........neta
diminulo proco de k-ihki cada um ; e 011I1,......ii
'i........lo/as que .o veadem mullo biala haralaa ilo
que em oulra qualqucr parlo. ., dlnheiru o v isla so
para adquirir fremiczia
LOJLRIA 00 RIO K JANEIRO.
Aos 20:0(IOJ(000.
Na casa feliz dos qualro cantos da rua do Queima-
do 11. lili, vendom-sc os muilo feli'o. billietcs. lucios
hilhelo., quarlos, oilavose vigsimos dal." lotera
do estado sanitario, coja lleta so epera no vapor do
16 eu IK; a cllej.se querem Hrar hom premio.
Voude-sc uina rsrrava, crloula, de idade do 16
a 1K anuos, a qual rozinlia o diario de una eaa, e
cose costura grossa, no letu vicio ncm achaque al-
gum : na rua dos Mari trios n. 36, taberna.
Vende-se urna masseira o lodos os mais per-
Icnces de urna padaria, com poiico uso, por 7O)000
rs.: no olerro da lloa-Visla U. .TH.
Vende-se no Um da rua da Concordia, ao vol-
lar para a rua Anemia, armazn de malrriacs, do
Sanipalo & Masalhaos, lijlos de ludas s qualida-
des, Iclha, cal, aroa lina o (rosso, c ludo mais per-
Icncculc a pedreiro, do milito boas qualidades o
por preco coinmodo, c manda-so bular as obras
rom mulla promplidao.
__Vendom-sc 1 oecraVOI mo^os, que servcni para
lodo o servirn, I ncura que enuonuna hom c cozlnha
o diario, nia linda noariiiba de 10 anuos, ludo por
proco muilo cm conla : na rua das l.arauuciras, n.
11, ssaundo andar.
Vende-se nm bonito carnelro muilo Brando,
proprio |iara monillo andar monlailo, cun braco de
I..il.iii..1 tic Itiiini 1 ,\ r.iini|i mili 1; ua rua da CadeiS
de Sanio Antonio n. 26.
Vende-se um pardo de IK anuos, muilo linda
fisura para pageinnu bolieiro, oflicial de sopaleiro,
o lem a nielbor conducta possivcl: na rua do Colle-
glo 11.21, primeiro andar, se dir quein vende.
Vende-se nina cscrava, crioula, do 25 auno.,
boa lisura, COSinhs, lava roupa muilo hom, c faz
lodo serviro de uina casn : na rua do Ollcuio n.
21, primeiro andar, se dir quein vende.
Vendc-sc una casa terrea, sita na travos..! do
Sorisado, c anlisanienlc horco da Carvalha, rom 2
salas, 2 quarlos, oozinha fiira, quintal, cacimba, c
em chics proprios, litro e desombarajads de h)po-
Ibeea : (rala-sc ua rasa cima n. :t.
Vende-so a 2,-210 rs. cada arroba, do muilo
boa holsrlia, folla do fariuha de Iriso, escolenle lia-
ra esersvos! na padaria dama larga do Kosario nu-
mero 1S.
Chitas de barra.
Vendem-se chitas linas, de barra, com um peque-
o loque de mofo, pelo barato proco de 2IMI rs., o
rotado : na rua .Nova, loja nova 11. 16.
Ao barato.
Vende-as cambraia de salpicas, com n tarascada
corlo, pelo barato proco do UjVKIrs.; cassas fran-
cciaa da bonitas pailroes, a 39000 rs. o nulo; vo-
lidos de cambraia branca de barra, a '-'in'i rs.; ris-
cado (ranees, muilo larso,a J^' 1-. : ua rua .Nova,
loja nova 11. 16.
Vendo-so um casal depavocs, c mais doossol-
leirns; na Soled.ido n. 12.
Chitas baratas.
Vendem-se chitas, decoros litas, bonitos padios,
claros o oscuros, a 1211, 110,160, IHO, o 200 rs. o ro-
tado : na rua .Nova, loja notan. 16.
Cal virgem de Lisboa.
lia para vender harris deca nova, viuda de Lis-
boa na barca Margarida, lie a mais nota que este-
le : na rua do Apollo n. IK, 011 na praoa do Cum-
mercio, escrlptorlo n. 6.
lltill I.AFFECTER.
O nMoD (ttifni'isiHlo par dee/slto do consetno mil
o decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaos rocomnieiiilain o arrobe
LaOecleuv, romo sondo o nico aulortsado polo ro-
vernoe pola Real Soeiedsdo do .Medicina. Rsle 1110-
dicamonlo d'um soslo asradatol, c faril a lomar
em secreto, osl 0111 uso ua uiariuha real desdo mais
lo 60 anuos; cura radicalmente em punco lempo,
com pouea desposa, som mercurio, as all'oroos ds
pello, Impingens, sseonsequonefas da. sarnas, ul-
oras, o os accidentes dos puto-, da Idade critica e
la acrimonia hereditaria dos humores; convenaos
latliarros, da bexiga, as cuntiacco., o i Iraquess
los orgflos, procedida do abuso das IngeccAes ou do
-onda.. Como aiili-stphililioo, o arrobo cura om
pooeo lempo os Ilusos lcenlos ou rebeldes, que tol-
los som eonsaquenefa do omprego da co-
paiba, da rulioba......las iujeccAes que reproson-
lam o virus som neulralisa-lo. O arrobe Lanecleuv
he o.i'i'iialinenle rcouinmoudado contra as dooncas
inveteradas ou rebeldes so mercurio e so indurlo
le potasio, Volidoo om Lisboa, na botica do llar-
ral, o do Antonio Feliciano Alto, de Asevedo, pia-
le II. Podro n. KN, ondo acaba do chegar urna
grande poicando garrafas grandes e pequeas, vhi-
las dlreclanicnle de Pars, de casa do Sr. nv veau-
Laneclouv i2, ruoRichev a Paria* Os formularlos
hiiu-.o gratis em casa do agente Silva, na prara de
I). Podro 11. Su'. No Parlo. 0111 casa no
Araujo; na llaliia, Lima v Irmao.; 0111
buco, Soum; Rio de Janeiro, Itocha ,\
Moroira. loja dedrootts; \illa-.Nov.i. Jol
le Msales l.cile; lUo-raude, Hjtaui-i-c.
AMH.lllUUK Ii SUPERIOR!DAUE
HA
salsaparrii.ua DE IIIIISTOL
sobre
A SALSA PABBII.IIA M SAM1S.
Attcncao
A 8AI.SA PAKRII.IIA )U aHWSt'OI. dala dos-
de 1832, o lem cnnsluulemcub; niautido a sua re-
pularn sein nceessidade do recorrer a pomposos
annuncios, de que as prcpnnu;oos de inorilo podein
dispensar-so. O surreawi do l)r. BRISTOI. lem
provocado inlinitas nvejas, o, entre dulras, as dos
Srs. A. R. H. Sands, de Ncw-Vork, proparadoros
e proprielariua da salsa parrillia conhecida pelo 110-
medcSaiuls.
Bstes seuhoros solicilaram a agencia de Salsa psr-
rilba de Bristul, ccomo no o podessem oblcr, fa-
hi n .11,1111 uina imilartio de llrisio).
Kis-aipii a caria que os Srs. A. II. I). Sands es-
eretrram ao llr. Ilrislol no lia 20 de abril de 1812,
c que se acha cm uos.to poder
4.
'. ..3ff'Jk
Blalo, &
Nosso spraciavel;
Um todo o aniui
dailrs considoraveis
\"me, c pelo qu
Sr. /)>: C. C. Ilrislol.
joaquim
Pcrnam-
ilbos, el
1 Poroirs
do l'au-
;onhor.
ssado lomos vendido quanti-
lo extracto de Salsi p.u rillui do
oiivimos di/.or de suas virtudes
iquollo. que a lem usailo, JatgSJnOS que -i vendada
dila medicina so augmentara niW/sssfmo. So Vine
quizar usier um conteni coomoseo, cromos que
nos resallarla mulla vaolagam, tanto s nos como a
Vine 'romos muilo prazer que Vine nos responda
sobro este aasumplo, o se Vmc. vier a esla cidade
daqui n um mes, ou eousa semelbanle, loriamos
muilo praser em otercm nosss botica, rua >W' l'ul-
liui, ii.TO.
Flcam iis ordonsde Vmc.Mus segaros sertidores.
(Assisnados) A. II. 1). SANDS.
CONCLUSAO".
I.: A snliauidade da salsa parrllha de Ilrislol be
claramenle nrovads, poisque olla dala desde 1832,
o que a de Sands s sppareceu em 1812, poca na
qual oslo droguista nao poda oblcr a agencia do l)r.
Ilrislol.
2. a A siiporioridado ila salsa parrllha de Ilrislol
he hu'onleslavcl; [mis que nao obstante a concur-
rencia da do Sands, o de una poroao do oulras pre-
paraofics, olla lem nianlido a BUS reputarlo om qua-
si toda a America.
As numerosas otporioncias follas rom o uso da
salsa parrllha em ludas as enfermidadea originadas
pola impureza rio sanano, eo bom osito obllo nos-
la corlo polo illin. v. llr. Sisaiul. presidente da
academia Imperial de medicina, polo Ilustrado Sr.
Iir. Antonio Jos" Pclsolo em suaelinica, e em na
animada casa do ssude na Gamboa, pelo lili. Sr.
llr. Saturnino de (llitoira, medico do evoicilo. c
por varios uniros mdicos, pormitiom boje de pro-
clamar altamente as virtudes encases da salsa par-
rllha do lliislnl vondo-.o .1 ."i-n 10 0 tidro.
O deposito desla salsa muriou-se para a botica
francesa ds rua datan/, om fronte ao chafarla.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
CnnhiuV Amoriin, recohorain polo ultimo navio
de Lisboa harris rom 1 a do superior cal cm podra
para o rabrieu de assuear, e veodem por menos que
om oulra qualqucr parle; e para focliameuto de con-
la. 11111 reslanle de potasas americana : na rua da
CadeiadoReeifc n.SO.
Vende-se a verdadeira salsa parn-
llia de Snele na Imlica tranceza, da rua
(latan/,, cm frente ao chaariz.
.'iOO.OOO KS.
\ ende-sc p ir SOOfOOfl rs.. nina Iv pograplila rom
mais do7001 de lypus multo bem surtidos, c um
hom prolodo forro opio: a qnem eonvler dirija-so
a rua das Cruses n. sis, seguuilo andar.
Vendem-se em rata do Me. Calmonl eiCom-
Vende-so o romnuec \'inleanni
nanhia, ua pi
vinbodo.Mai
em novollus
grandes, ac
11.
6 duslai
barrica
1 ingles.
uinlo
,tinhai
mull
a do Corpu Santo 1
lloi......sisasdcSt
arreteis, bren om
milaosorlldo.ferfl
AC.KNCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua
Senzala nova n. 42.
Xcslc rslalicli'iinonlo <-<>utiimii 11 lia
ver um completo sortimento ilo moeu
das e lucias moendat para engenho, ms
chinas de vapor, e tnixas de Ierro batido
e coado, de lodos os tamaitos
dito.
AOS SEMIORES DE ENGENHO
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stollc em Berlin, empregado as eo.
Ionios ingle/as r liollnndexns, com gran-
de vantagem pura o melhoramento do
assuear, ticlin-sc a venda, em latas de I"
libras, junto com o mctliodo de empre-
ra-lo no idioma portuguez, em casa de
da
para
\. O. Bieber >\ Compunhin, na rua da
Cruz, n. .
a rua do Visario n. 19,
para vender, f.
(
muilo
Scllins inglezes.. C^*1
N'i'iiilciii-scscllins inglezes
di- patente, do primeuii ipia-
lidade, proprios para ;i lis-
la : no arina/i'iii de Ailam-
soii llott ii- v\ Compnnlua, na (
rua do Trapiche 11. \i. Nolcalvlrgcmde l.isb
uno arinnzeui veiidem-se oleadospa- .MIADOS DI
tssoallitir salas, muilo ritos, lano i-iii Na fundicao de <
lidade, com em oslo do desenlio.
-se a casa torrea n. S'i, em chaos pro-
0 iiiolhor lugar das Cinco l'oulas, com
rl.'io: a Iralar na mema.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vista n. 55.
lem um sorlimonlo de veniv.ianas com lila, ver-
los de liulio c de hla, rom caita o .0111 olla, e se
-oncarta o se troca as novas porvclhas, a vonlade do*
i-omprailor.
piimoiri
iliosa.lii
amlar, ha
pola barca
iodo, a jiinlamoulc nova
lili
ra
qualKlaih
Ven
prios, sila
quintal o
l!.\lVFi..\\.m.
de
esa em lah
1 libra, mola lilirai
i-'ii> r.., a libra: 11.1 rua di
i>/.asn. lo, do Antonio Ji
11) libra
qiiarl.
Venda-se banlu ira
radu nina, as.im como ;
lelo diminuto prajo 'le
Qiieimadu loja do miiid
de Asevedo,
OLEO EXPRESSO DE BABOSA.
O mais excellente oleo que lem nppa-
recido para impedir a queda dos cabel-
los e de criar caspa, refresca acabecae
ainaria muilo o cabello: vendo-te na rua
da Cadeia do Recife, luja 11. 9, preco de
cada tinr vidro 80(1 rs.
Vende-so muilo superior farinhs do Sania
t.iili.11 ni 1. o S. Malbeus, medida a vista do com-
prador : a bordo do hricuo brasileiro Mida*, fon-
deado pe lo da Alfandega.
PAO' CRIOULO.
Na padaria da rua da Sen/ala .Nova n. :I0. e no
deposito da rua do Itausel n. 13, acha-se a venda
diariamente o bello po crioulo, fabricado por celin-
droa miniado ICio de Janeiro, o qual ab.....la SU-
perioridadeao paocommum lem a vantagem de sor
hanto do recobcr o inojs pequeo golpode BUOf do
amassadiir, ti.lo sor nmassado por niachiiia : as
iiKwn.i. casas acliario sempre as pesaoss de hom
soslo o sesiiinle:
I-alias da raiiiha por. 8IHI
dem idem imperiaes 800
dem de familia .... soo
Aramia de ovos .... (10
lliscoilo ilcamuulc. 1ISI
Ararais pura.....loo
dem l.ii.inj.i...... IIKI
Bolaclilnha inglesa. 900
Palias doces..... 40
lliscoilo doce...... 2ill
HisCuilillllIK.....:120
Vendeo>te relogios de ouro, pa-
tente ingle/., os melilotos que li-in t nulo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: emj casa de Rus-
sel Mellors .\ Companliia, mi rua da
Gidein ilo Recit, 11. 50.
Vcnile-sciim prelo de lodo servico, bem com-
portado, por ordem iW nina pesaos tic fra: no ater-
ro da lloa Vista n. 00.
Cobertores escuros,
de algodo, a 800 rs. ; ditos szues o encarnados.
mullo grandes e eocorpados, a ls)IO0rs.: na rua Aa
Crespo, loja da esquina que tolla para a Cadeia.
Vende-se v inho da Hadeira -lo superior qoa-
lidado omquarlose oitato.ih-pipa, por proco cnui-
modo; noarmazomde N. O.lliehor v (lonipanhia
na rua da ('.ruin. i.
A elles. que se estao' acabando.
Cohoi loro, de tapte muilo granaos, pele dimhw-
lo proco de ll(KI, dilos mais pequeos, a HIKI r-.,
colchas do salpicos hranros, a Ij coro, de linho puro o muilo lino, n tilo rs. a vara,
chitas de assento esciuro e hom panno, a IIII rs. o
rotado : na rua do Crespo, loja 11. 8.
FERRO.
Slarr. &
em
tra-
Na
Sanio Amaro arlia-se para vender
dos de ferro de superior qualidades
MOENDAS SUPERIORES.
Na fimdirilo de C. Starr & Companliia
em Sanio Amaro, ncia-se para vender
moendns de canual todnsdeferro, deum
iiioili-llo econstruccao milito superiores.
Vende-se una casa tarrea), na povoacslodos
Alocados, na rua 1I0S. Misuol n. 77. em chaos pro-
prios : a Iralar na roa Olreila n, 120.
Na loja de G porta em fren'e da ifreja do
liivramcnlo.
Vendam-se corles de chita francesa com tres ha-
hados, fazenda mulla Ihia sS|VS0O cada corle, chi-
les Unas para coberlas s 200rs.ocovado,
Vende-se faiinha de mandioca, de superior
qualidade, om sarons de rious c meio alqiioires, do
Itio de Janeiro ; no arina/.cni em frente do trapi-
cho do algodio n. 20.
Que principio!
Vende-se urna taberna, na eslrads dos Remedios,
muilo prupria para mu principlante, por oslar bas-
tante slrcgucsadn c ler do fundo pouco mais de
2tKWMSirs.-, vende-se a dlnhciroou a prasa 1 a Ira-
lar com Tasso i\ Irmllos, na rua du Amoiim n.35.
Superior fumo em folba,
vende-so om casa rie Tasso IrmSos.
TKIESTE-SSSF.
He roconchosado um carrosainonlii da tonladei-
ra farinha de SSS raminho. o vende-so por mdico
preco: no escrlptorlo de lieane Voule fitConipa-
niiiii. ou nos .ou. armasens no boceo do Goncalvcs.
DOCK DE BACORV.
Cliegoo recenlemanlo do Maranho ama pequea
I.....o deste ilelicmlo doce, o melhor qnc ha. Unto
pola' sii.1 excellente qoslidado, como por conservar-
se por muilo lempo om perfeito estado : londe-se-
oni eass de Fontofii IrmSo, na rua da Cadeia Velha.
AtencU de Bdwin Maw.
Na rua de Apollo n. (i, arina/.oni de Me. Calmonl
& Companliia,aeha-eo conslanlemonle bons sorti-
menlos do taitas do forro coado o balido, lauto ra-
sa como fundas, moudas Inellras todas do forro pa-
ra animaos, agoa, etc., dilas para armar em inadoi-
ra de ledos os tamaitos c.....dolosos mais modernos,
machina hoiisonlnl para vapor com larca do
tcavallos, cocos, pasadoiras de ferro eslanliado
para casa do purgar, por ii-ii"- nrecoqueosde co-
bre, escovens para natos, forro da Suooia, o fo-
Ihasdo llanilres -. ludo por barato proco.
Drpo.il da fabrica do Todos os Sanios na Baha.
Vende-se.....1 casa deN. O.Bieber fiC, na rua
daC.ru/ n. 4, aluoiluo Irancado d'aquella fabrica,
mnilo proprio para saccosdo assuear c roupa de es-
rravos, |ior proco couililudo.
Vende-se presuntos Ingleses mallo notos para
Hambre, latas com hul.iolunhas de soda iiilc/a.quri-
josdepralo, conservas nuiilo nova-, SOntenles do lo-
das as qualidades de horlalico, ehegadas iillimaineu-
Ic; na rua da Cruz 11. Iti, ilcfronte do Sr. llr.
I.osiur.
;:; : :..:::
^ Farinha de mandioca,
ft a mais superior, que ha em l'ernamb.....1, .1 |
J 2 bordo do brigue Minara, obelado ,lo Sania &
m Cniluiriiu, i'iiiiilo.iilo na prata doCoUeglo, B
;.s ahi vende-se proco coinmodo, c lamhem .-:.;
39 trata-so du ajaste da mesma, na prafa do Cor-
no Santo, escrlptorlo n. 6, t
;^:--;;:::::.:.:.:.-;: ::;:;:. ;:; ;;:;. -;:;
A 3,600 o par.
Conlinua-se a vender sapaloos de luslrc para ho-
1110111. nina muilo boa, a :lfi00o par, dinheiro a ti.-
la : no aterro da Boa-Visla, loja de cilcad" 11. .'ss.
UBlO SO -cllciro.
OS lio. ino.qiii-li-iros pin Alesanilrc,
dos melliorcs dele autor, 0111 inlon .
II lomos, por mili diminuto piro 1,.1111.1
IOS, hija de cnradcriiador 11. 29.
Cal virgem.
Na mu de Apollo, arma/.em n 21! .
exislein poneos lint iis, com siitierior cal
em pedra, eliegndn de Lisboa, lu |ioitcos
dias, na Imrca Marrarida.
Sebo reBnado
Vondo-sc no doposilo de carnauba, rua da Cruz
n. 19.
Vendem-se lUcscravosdobonilasliiiiiras, sen-
do urna uegrinlia mullo linda, do 1(1 anuos do ida-
do ; :| oscravas propriss para lodo servico do una
casa; ditos do lodo servico, c I mulato carapina :
na rua Hircila 11. 3,
Vcndem-sc, cm casa de Dcanc Voule \ Cnfn-
panbia, na rua da (Cadeia ilo llecife 11. .*>2, ieloi;ios
dcouro, patento inulez, lano para seniora., rumo
para honicns, sendo os de honiens do sahouclo, de
um dos melliorcs autores de Liverpool.
Venderse a loja do fazendas, da rua do Pas-
seio n. 21, com pourns fundos : a Iralar na mcsnia.
Vendeni-so pianos fortes de superior qualida-
de, fabricados polo melhor autor hamhuigucz : na
rua da Cruz 0.4.
Oesso.
Vende-se gasto em bsrriesis,ehegado uiiimanino-
lc : em casa J. Kcllcr 4 Companbia, na rua da
Cruz n. 55.
PRELOS.
Vende-se noarmazem doSr. Annes .
farelo em saccal le "1 arrobas, por me-
nos preco do que em outrn cptalquer
parle.
Viudos superiores de Bueellas
(branro o de Colaros [tinto] 0111 harris de quinto;
vendem-sc om casa de J. Koller j|C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). W.
Bowmnnn, na rita do Brum, pastan-
do o elml'ari/. continua linter 11111
completo sortimento de tai\ns do ferro
fundido i- balido de ~i a 8 palmos de
bocea, as (unes lelitini-se 1 tema, por
pri'i-o eommodo e com promptidao':
embnream-se ou carretjam-seem carro
sein ili-spe/.a ao comprador.
Moinhos de vento
rom bombas do repuxo para cenar borla
pini, na fiindicaride I). W. Ilottni;
ilc 1
ilo llrum ns
fundicao do l>.
(i, He 10.
Inrisas
rua
11.1
moias lo-
Iliobor t\
BIID ineiro in.i-
wp losiineiilc
I .Ii etmonhosa
efllll 0 sen eslft-
POT4SS4 SUPERIOR
Vende-se por privo mnilo eom-
modo, 110 arma/.eiii 11. 7 de ces da
alfitndcga, de .lose! Jonqtiim Pereira de
.Mello, 011 110 esiviplono de Novaes i\
Companbia na na do Trapiche 11, 51.
.Na rua do Vicario 11. I!), primei-
ro andar, tem para vender diversas tini-
ncaspara piano, violfio e flauta, romo
sejam, quadrilhns, valsas, redowas, scho-
liekes, moilinlias Indo nioderiussimo ,
clietrado do Rio de Janeiro.
VINIIO 1)0 PORTO .MI ITO FINO.
Veiide-sesiiperior vinbo do Porlo, em
barrisdi'i., 5. i- S. : 110 artr.a/.emila 111a
do A/.i-ili- di- Peixe 11. 1 V, 011 a Iralar no
eteriptorio de Novaes & Companbia, na
rna do Trapichen. ~>-
No arina/.em da Iravi-ssa da Madre
de lieos o. !), c noarmazem de Jos Joa-
ciiiiin Pereira de Mello, no caes duAlfau-
ilr;,i, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anligo deposilo da rua da Cadoia do Reeifo .
innixeni n. l. Ii;i |>ara vendor muilo nova polasM
da R'ussJa, americana c brasiloira, cm pequoooa bar-
ra rloa iloi|ut> cm oulra qual(|iicr parle, ne afllanrain
aos que prociaarem comprar. .No im:smo t.eiui'silo
(amliciii lia barrs com c.il Uc Lisboa cm pedra. pro-
x I mamo ale chegados.
Vciiclcin-elonas,briu/a, brinse
as da Rucia; no armazn, de 0.
Compaolliaii na na da V.ni/. o. {,

DAVID WILUAM BOWMAN,
chlubla e fundidor de ferro, mol
anuuncia aoa aenhorea proprielari
hteodelros, e aorespe.(4.vel pabilo
liclorinienlo tic forro movi.lo por iiiirliina de vapor,
ii.i roa to i-ruin paamndo ochafailii contina em
efledlivo oxerrifio, ewMbacomplelanienteinonlAdo
rom apparelhos da primelra qualidade para a ncr>
feila ron ferie* dai maioros peras de maehinismo.
Habituado para empreliendcr quaesquer obras da
siii arle, David NVilliam Bowman, deaja mais par-
ticularmente chamar a allenea publica para as se-
uiiinies, por ler dellaserande aortlmenloja'promp-
io. om doposilo na mesma fandlcaft, asquaescons-
tradas em sua fabrica poilem competir rom as fabri-
cadaiem pafz eslranselroi lano em preco como em
qualidade de materias primas e mao* le obra, a
saber:
Hachfnasdc vapor danulbor ronslracafl.
Hoemlas decannapara engenimi de todos oa la-
manlios. movidas a vapor por amia, mi anlmaes.
Rodas de agua, molo los de vento serras*
Manejos iiitlependenle-^paia ca\allos.
Rodas dentadas.
Awllhrw, bronsese chamacelras.
Cavilhftese nararasos le Iodos os lamanhns.
TnUas, paroes, crlvose bocas le rornalha.
Moinbos de maixliora, movidos a ina O'J porani-
maes, e prensas para a lila.
C.bapasilc foaa e forims lefarinba.
Canos le ferro, (orneias tle ferro e de bron/e.
Dombas para carimba e tic repn\o, movidas I
maj. por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensashydraolicas edo parafuio.
Perrasenspara navios, carroso obra* publicas.
Columnas, varaudas, grades e p irtoea.
Prensas de copiar cartas e sellar.
(lanas, camode man canuloMlo forro, ole, ele.
Alera da SUperiorfdado las suas obras, ja' ccrnl-
moulercconhccida, David William Bowman garante
a mais exacta conformidade com os mobles e deso-
nliosremellittos pelos seiilmres quesc ilii;narem de
raier-lho encominendas, aprovoitando a occaalaO pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigos e fregueses
preferencia com pie lem sido por elles lionrado,
f nmegura-luei pie nao poupara esforcosediligen-
cias para ctmlinuar a merecer a sna cunflaoci.
Vcmlemeloalbas de panno de linbo do Por-
lo, para rosto, o nielbor que lem viudo ao mercado,
a I.^HIIin. cada urna : na rua do Crespo, loja da
esquina pie Tolla para a Cadeia.
:,.'.'- -. :-.:::: -,:.,:, :.l
M Deposito de tecidos da fabrica $|
de todos os Santos, na Baha.
Vende-so em rasa do Domingos Altes g
2 Malheus, na rua da Cruz do Recite n. .12,
5 primeiro andar, algoilao transado daquella
2 fabrica, nittiln proprio para SSM0S e rou-
2 pa do escravos, assim como fio proprio para
^ redes de pescar e pat ios para telas, por
t pre^o muilo eommodo
WrfBiS^R^SsywS* "*- -
Grande >oitlmnto da pannos ano. c caie-
mlraa.
Na rus di) Crespo, loja da esquina (uc tolla para
a Cadeia, vende-se panno pretu, a 39000 o3*200
is.; na drelo branoa, a :i-?.MM)rs.; cilio (raoees, i
l8,VeSO0Ori., c muilo superior, a OsjOOO is. u
i-ovado ; dilo azul, a ?St), :b200 e isllllO n., e
multo l.om, a JS.V10 rs. dilo verde, 9800 a I5ISSI
rs.; corti'i de rassmira pretil Inleslaoa, s ."?."sin e
SaOOOrs. dllalri.....c/.i e de cor de Indas as quali-
dades, por preco coiiiinoile.
Vendem-se relogios de oui-o, paten-
t ingles, por cominodo preoo : na rua
da Ciii/. n. 20, i-.isii de I.. Leconte Feron
v\ Coinuunliia.
Na loja do 6 porta, .m nraatlo 4a Ifraia *
Umnmu.
Vendem-se ehilas da olre, rom muilo liom panno
a .VXOO rs. a peca, e o cotailo a ItO rs., lencos de
i -.i mlii ,ii.i Illancos, lulo* cun barra de ires, a IW>.
raila um; ditos para inoninus a 80 rs, ; alpaca ds
n'.rcs li-.-i ii ile quailros, a -21" rs. ocovado ; risradi-
nlio de linlio parS jaqtiolas e palllos a -200 rs. o co-
vado paniio lino verd. o cor do rap proprio para
palilos, a -2^00(1 o covado ; chales pelos de la pa-
ra lulo, c melas mnilo Anas para meninas.
a rna do Cepo, loja n. *. o Antonia
Francl.co Porolra,
vandem-se: a 10)000 rs., palilos de panno flno or-
lo e de coros, os molliorca qoe tem viudo a este mer-
cado ; a Iii.sk! rs., palilos de alpaca do coros e
prcto, Calenda a mais fina que lie posslvel; a 8J000
rs., cortes de kelvinasile seda de quadros escoceies
com l.lcovados cada corle; a j00, peca de clilla
escura de cor lixa com 38 covados; a 39200, covado
de panno fino de cores e prelo, o mclbor que he
possivcl ; a2jO00rs covado do casemirade urna
sn'ir, propria para Corro de carro; a 2*0 rs., cova-
do de rliila CrancaSS, a mais lina que lem appare-
cido, de Unta lita e soslo moderno; a CO rs., cam-
braia Iraneesa com liabadnes e suarnlcocs, Caseuda
a melhor cm ansio que (cm ehcaado do Pars ; a
'--un* rs., .l'i/i i de lencos hrancosde puro linho.
Fazendas para Into.
Vendem-se chitas prelas, a CSJOO a peca, c 180 o
cavado, princesa superior, a ROO rs. o covado, lila
lina, a 3t>0, merino nuiilo flno, a 32200 o covado,
alpaca lina, a 720, dita superior, a 15000 rs. o co-
vado na rua Nova, loja nova n. Iti,
Vendem-se queijos de Minas, freseaes, cita
male muilo nova, ssshn como calas c bombillias pa-
ra tomar o mcsiiin, presuntos para fiambre, hiscoi-
losc liolachiiihas de soda, vinlins do l'orlo, Lisboa,
Musr.ilel, Selubal, Madeira serca. Boiinleauv, li-
cores linos, cluunpagpe, eoulros muilos eneros,por
preco eommodo: no arma/cm da rua do Vigario
n. II.
Arados de ferro.
Vendem-se unidos de Ierro, porptec/j
eommodo, para fechar contas om rasa
do Rotlie Bidoulac : na rua do Trapi-
che n. 12.
Vende-ee um arreio completo para iimcaval-
lo, muilo proprio para cahriolele, novanienle che-
L-aibi de l-'ranra, c nuiilo em conla: em casa de r.
Sauvaaet'v (Companbia, na rua da Oruz n. 8, e lam-
ben! Vendem-se muilo boas vaquetas, para roberas
de ranos.
Vende-so nm sillo na prala de S. Francisco:
Irala-SO em Fin de Portas n. 115, secundo andar.
Na rua do Oucimado n. 28, primeiro andar,
casa de Silva t\- Compsnhla, ha para vender,alm de
grande e variado sorlimcnlo de fa/i-mlas do melhor
goslo, chapeos de palns linos, da Italia, de abasdo-
br.-ulas e sinaelas, lano para honicns como para
meninos, sendo osles a proco de 8|500 e aquellcs a
:l50(Kt rs. cada um : na masms casa vende-sc lam-
bel chocolate hamburgus 0 mais lino que he pos-
sitel, a preco de INMK1 rs. a libra.
Zulmira.
/iilinira he una fazenda do seda de nm lecido c
ciircs Isas, que encanta a todas as pessosa que a
tr-eni; servo para mageslosos vestidos,para si-nboras
ireni ao Ihcatro, sar.os, visitas ele. etc. etc.. temie-
se somenlo no arande eslalielecimenlo de Ca/cndas
baratas ila roa dodrespo. n. 11, c (ailleaio, n. 2, le-
lo baralissimn preco de 180 rs. o rotado.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fundiese d*Aurora Mha-ssconstsjitomenu um
completo sortimento de ni.n-liin.is de vspor, lano
d'alla como de bsiss pressae de modellos os mais
snprovados. Tsihhem se spramplam deeneommen-
da de qnalipii-i* fiinna que se possam di-sejarconi a
maior prestesa. Habis omriaes seraa mandados
para aa Ir assenlar, e os labricantes como tem de
costme nflaneam o perfeito trabalho dellas, e se res-
ponSSDillsam por qualqucr deleito que possa nellas
apparecer durante a primelra satra. Hullas machi
as de vapor construidas ueste estsbeleclniente tem
estado em constante servico nesla prnvlnels 10,12.
cali'- Hialinos o apenas (cm etiaido mili iusianili-
canles reparos, c algumas atd neiuiunsabsolulamen-
te, accrescendo que o consummo do conbuslivel he
mui iiii-onsitli-rati'l. tls senhoresilcenaenlio, pois
e oulras ojuaesquei possoas que precisaram de na.
chlulsmo sao respeitossmenle convidados a visitar i
esl.'ilielci-iiueiito tun Sanio Amaro.
Em casa de Brunn Prueger&Com-
panhia, na ruada Cm/. n. lo, vende-se
0 segttinte :
PIANOS FORTES dos inollioi-cs uito-
res odo moderna constritccOo.
INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
cliestra e bandas militares.
OBRAS DI. (M'IIO do toda a qualida-
de odo mais apurado /oslo.
VINHOSSt.Margot.St.Jtdienecliam-
pagnfae
LONAS iloililloionios qualidades.
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
cadeiras dedilFerentes mullios, mesase
snla's, assim iiiiiiiiooiiitiioilas deinogno o
cadeiras de balando do sipo, viridas de
Franca.
.y.CATII-'A para sala a mais linda que
tem viudo a osla prara.
OLEADOS com lindas pinturas de (ruc-
ias, etc., paramera de meio do salae
llamas.
CHARUTOS da Havanavcrdadeiros.
MOLDURA DOURADA pata guarni-
oao do salas o quadros.
12,000 rs. a duzia.
Superiores In.ilha- depanno de linho do Porlncom
1 tara \ de eomprido, pi'oprias para limpai* o cos-
i, pelo diminuto prcro de 125000 S dusia : na loja
da rua do Crespo n. (.
Cera de carnauba.
Conlinua-se a tender a mais superior cora de car-
nauba, que ha ueste meneado, cm porc.io e a rela-
Iho: noarmasom dama da Cruz confronte o cha-
Cariz ii. 19.
m
.attemtaO
Vendem-se litros e meios dilos (|,. te
le prata o ouro, ebegados ultima,,,^''
lo Lisboa o por preco ronuniidn
n.
"'plimod;
na do Trapicas) n
Jos Teixeira Basto
MTASSA DARU8SU.
Vende-se superior potassa da R,,^.
Americann, por preoo milito comnjgj!'.
na rua do Trapiche n. 15, araujj-, i
Busto Irmaos. "''
Vende-se orna porciio de lia fe ......
paleodo Terco n.21. *'n,;
Fai.ndas barato.
Vende-so vestidos brancosde cambraia cft,,,i
de cores, ditos bordados, dilos de cawa MoCT
nina a cinco ordens de hahados, ditos Iboi ^ *
salpicos, dilos rendados, ditos de casta chita r
do chita de barra, ehilas do edres fisas de \i\ i
rs. o covado; manteletes prelos e de cittes, a i
scliiu de cores, a 00 rs. ocovado, chales da iu1
alRod.10, a 18280 rs.; dilos de Isa c seda a -tul
rs.; ditos linos, a 39000rs.; lencos brsiieosroiS
ra de cor para meninas, a IjOtlOa duzia, c lliii!"
lenco; dilos do cambraia para senlmras, a jhi^,
ditos rendados com bien, a 1120, KS) rs., dilos l> i
dos arelroi com bico, a 4811 rs. ; dilos de li
1*800, 2J210 ; meias para meninas deja HiS
de 9M a 400 rs.; dilas para senhoras teS
18300 e 58500 rs. a duzia ; cassas de qu^Mal
listras para hahados a 28100 rs. a pera ; casta |,
de 480 a 720 rs. a vara, baelillia para cueiros a Ik
rs. o covado, damasco de lsa,.M0n.; e'uuti
muilas fazendas que se venderflo barata.,' para 'i
quirir lieuiiezia: ua rna Nova, loja nota, n. |j
Rothe & Bidoulac, na rus ilo T/r*
pichen, l, aindatem mais trespBoi
de ptimo tom, part venderan-sr.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundioao' d'Aiuoia em Santi
Amaro, e tambom no DEPOSITO
i ii.i do Biiini logo ua entrada, o ilofinj.
te do Arsenal de Marioba ha' sestn
um grande sortimento de taicliai tanto
(le fabrica nacional como estraneest
batidas, liuididas, grandes, peqtHsa
razas, o rundas ; e em ambos ds Innjni
evislom quindastes, para carreg.u- o
noas, ou curros livres de dspota, %
preepsj sao' os mais commodos.
Vende-se um par de bancas ilo abr,
ilo jacal-anda', obra bom acabada, em
nao lie IbliMidn : na rua de llorlasii.(it
casa terrea <|iie tem a (rente pinlsdsj
azul, o polladas brancas.
IIU'i: l'l!IM17.\ III LISBOA.
Na rua da Cadeia do llecife, luja de lateala *
Joao da Cunha de Martillaos, vende-ss a t-inlir
te pitada deste rap, o mais fresco que Iciinio*.
pea galera Mnrgaridn.
Calcado francez barato.
No aterro da Boa-Vista, luja ilo caira
do n. 58, junto ao selleun, ti-nili'-se
segundo calcado franco/,, a diuheirai
vista, pelos precos ubuixo, o locninisin.
da-se as pessoas iptc virom osle annun-
CO, ipil! vonlian c\aininar o C
pois nao deMUUO de comprar.
Botini ilc l)0/ocro, par ....
Snpatiles de lustro, par ....
Ditos da Rusta, par......
BorzefjuinS elsticos, par. .
Dilos com boties, par.....
Sapatos para danta, par. .
Ditos com salto, par......
Sapalos para menino, par .
Deposito de potassa.
Na i ua de Apollo, aiina/.i-m ilo
Reis, existe superior potassa do II
lirado
7.SII!
UN
6jM
7|
7*31
IjjO
I sil"
lili
as
Janeiro; assim como du America
oo i'.i/.oavol.
Vende-se em casa de S. P. J
Ion & Conipaiiliia, na riiadaSi'ii/.ala ,V
va n. \i.
Vinbo do l'otlo, Mipoi iui- r 111.11 1.1;. .'i
garrafado.
Vinlii) Cliery, om bai-ris de quartO
Scllins para montana, do lioiiiL'in re
nliorn.
Vaipicius delustre paracoberta decsiri
Itologios de ouro patente ingle/..
Vende-se o. vardadeiro tinliol
deaos, em barrs, champagne da H
llior rpialidade, em gigot, licores
Absinlli e'KirssIi ; tildo vendexe |*
mais barato preco possivcl: na rus ti
Cruz n. O, primeiro andar.
Vendem-se ditersas pecas de miro, propn
Sara uso, como sejam cordi>es, imanen-, leass
ulies, ele, lamben se vendein siguana OMI
diamantes, c dill'creulcs peras de prata, i-ni I"
lado, o ludo sem Celtio : na rua da Cadeia da
riCe, loja n. 41.
vende-se um cahriolcl muilo leve cliciai
Iriiido, [or proco niuitn coinmodo: na rua do
res, coclieira nova.
Veudans-se batatas superiores, a I|fl0ln
da arroba, extracto de losna, a 800 rs. a fia
cha prelo, homcopalhico, a 18000 a libra: mi
vessa da .Madre de Dos, armazem pinladn del
lu
il-
ii.n
Ii
Ki
ESCRAVOS FGIDOS.
I
I
ti
[lu
lu-i
lien
WjUpAbl
DAURORA
C. STARR & C.
respeitosamenle anniiiiriam que no sou MlenSO es-
labelcciinenlo cm Santo Amaro, ronliniiaa Cabrirar
com a maior perMcao e promplldso.lods a qualidade
' marhinisnio para o uso da agricultura, navega-
cao c manufactura, c que para maior eommodo da
seus numerosos Crctfuczes e do publico em seral, lem
aherln em um dos grandes arinazens doSr. .Mesquj-
la na rua do llrum, airar, do arsenal de marinlia,
u m
DKPOStrO DE .MACHINAS
Construidas no diloseu eslahi-lecimenlo..
\ Ili acharan os compradores um conipleln sorli-
inlo de moendas decanna, rom IihIos os melho-
raineutos almins delhs notos cnriiunacs) deque a
evperiencia de muilos anuos lem moslr.-nlo a ueces-
iiiade. Uachinss de vapor de balsee alta presao,
taitas de lodo lamaiiho, lano batidas como Cundidas,
canos de mo e dilos para ronduzir Cormas do assu-
ear, machinas para Inoernuuidioca, prensas para di-
lo, Cornos de Ierro batido para nmnha, arados de
Cono da mais Bpprovada conslrurriio, fundos para
alambiques, crivos e portas para foruallcas, c lima
iutiiiidaile de obras de Cerro, que seria ouCadnnhn
enumerar. No mesmo deposito exista una pessoa
inlelligonte e habilitada parareeeber leda*asen-
eommendas, ele., ele., que os annuneianles contan-
do coma capaeldade de suas nOlrinas c inacbinisino,
p pericia de sen--nfllciacs, se compromcltein a fazer
eicrular, com a maior presteza, iierfeico, cetaria
coiirormidadc com ns modelos ou deseuhs, elustruc-
efles que Ihe foreni forneridas-
Erlm lranado amarillo de puro linho, a 1,440
ra. o corte,
vende-sc na rna do Crespo, loja da esquina quo
tolla para a Cadeia.
Vende-se superior cal de Lisboa, por preco
rasoatel : na na do Vicario, armazn} n. 7.
Vendes,, oais superior i-boi-olale francos
que lem titulo, e diversas qualidades de ronseivas
alimentares, muilo lioas para sopa e mais proprias
para emban-.ulii.-os: na rua da Cm/ do Kc. tic. ar-
iniziin o. ti*. No niesino armazem lanibein -e ten-
lemoiloboa coila do Hio tirande,
A inda se acha Cusido o cscrato, rrioulo,
nenie Augusto, que Cuaio no dia 2 de junho
scceo, Ceii;es reunales, c quando falla rostunii
liscar com os olbos: raga SS as .nilci nl.i |-
que dellc liverem noticias, de o pecar e levari
senbora, que mora na rua Formosa, na iptarli
larrea, que sera generosamente recompensado.
Desappareceram nafiindlc|n>d*Aurors,BSl
de 10 de agesto, os pretos Miguel, Angols, kWM
tonos pouco mais ou menos, estatura regulsri *
rodocorpo, rosto marcado de bexiuas; Manuel
ko, idade30 anuos, balso, um lanln clielodsoSI
jevou calca de ciscado d'aluodae, camisa de mu
lo, bonete, chapeo de sol, ambos fallan ilesran
do, e nAo Iccni barba. Suppe-se lereiu sido **]
Sidos : roga-sc a quein os apprehcnder 00 lellc-
ver noticia de dirigir-so a mesma fundirn que -a1
bem recompensado.
Do abaiso assignadq desappareccu um *
cravo de nomo lunario, de "i anuos de idadi
dia -JO do Ccverciro do rorrete anuo, da pr de Muala, da fregiiezia de Tracuiihacni, ten'w
enmarca de Nazareth, o qual lem os signaes *
tes: do boa altura, rheio do cor|io, aj pena
sas, os pes grandes o chatos, lem ulna Ceridii
josa no dedo erando do p direilo, c oulra '?
menor no dedo do oulro pe, cara larga, c. asquef
das, o queivu linu, sem barba, a visla baila,
so do olho esquerdo lem una marca de ferittJ
qnem o apprehcnder, se recompensara rom aS
sidaile.Paulo Hitirro de .Imorim.
Desappareccu no dia (i do cenante, uro "
quede iiome Manocl,levaiido vcslido calca de
hranco, c camisa de madapoln, o suppi"ie-se 1f.
acha nesla cidade, em couscqiicni-ia de haver.
encontrado : roga-se pulanlo as auloridade-r
ciaes, e aos capitiles de campo a captura delicie*'
do-o a rua larga do Rosario, no sesundo andn
sobrado n. 21. dcCronle da botica de Barlln*"
Francisco de Soma. ,
Desappareccu da rua da Cadeia do liaim'"1
Sanio Antonio n. 10, ilcfronlc du llicalrn tell*
escrava Tbcrcza, prela, de nacao Cabiiula. w'
grossa, lcitos sllenles, o calcanhares laeM*'
lem :I0 anuos de idade, pouco mais ou mcn calriz cm forma de talho, no rosto ao pe da oim
levou vcslido de chita amarclla c rota, \<*'
Cusa, e em umduspsum pedazo de correros
que se desprenilitra : quem a apprehcnder e &
gar na dila casa, sera recompensado. _
Ainda continua estar fugido.dcsde I -"le<**
codo correte snno, do engenho de Saoto A
nho, frcgiiezia da Vanea, o sscravo Silvano isai
signaos segnlntes: levon camisa ei-cruula de ate \
da Ierra, reprsenla ler jii anuos de idade, catas
I.....eo lama e lalhada, alian regular, m W* ,
sombnraeailo, he slgoms eoUSS fula c li-in I'1""'
denles: qnem o pegar letc ao mencionado eiis"
que sera liem reeomper,ssde de sea Irabidlro^^
Pera.iTy>. 4. M. F. e Tarta. **
Al;,
Ap,
n
t
le.-l
que
Ap,
f
Asa
si

dos,
'|lle
h
I
A
s
AlT
.1,
O
l-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EI0SXJ1J1_ATIP0L INGEST_TIME 2013-03-27T14:17:56Z PACKAGE AA00011611_02537
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES