Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02535


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Full Text
pin
ni,.
de
rei-
ANNO XXIX
TERCA FEIRA 13
IA R 10
DE SETEMBRO DE 1853
N. 205.
PEMAMBlllO
PBX^O DA SBSCR1P1JAO'.
.^-tcvl'-M- a 1JJO0O por auno, e 49000 por
JS pago ailianlado, c i- 'ii |"'i quarlel paso
Marido, natasa ilo acu propriclario, ./. Figueira
di tana, na prara da liidr|>eii .le J. rasa iloSr. Joao l'crcira Marlins
Rio
labia
Hitad
r.iuiiiii.i
>di.ii
tnniy
t>ara'
HaruuaO
l'aia'
.. K. Duprail.
o Joaqun Bernardo Ifeadoaea.
a Jow ltn.lu.Mii-- (i Joa<]iiiin lunario IVrcira.
a Anlonio de I.i'iimi- Uraita.
n (uilliernie AukohIu de Miranda
ii Joai|uim Marque Hudi'iguc*.
u Justino Jur Kaiuos.
CAMBIOS DE 1 2 DI SETEMBRO.
Sobre Londres 27'/' 0 d.
it Paris, 31.1
Lisboa, 93 por rr-ntn.
"tm.
8S300 a SM000
...... 1BS000
......IliBIKKI
...... IJOOO
...... 19910
...... 19910
...... IfBOO
...... I0y
......Hall
Ouro. Olivas hespaidiolas .
MoadH de ffijHMvellias
de ObIOO novas
, de I-'>"
Palarftes brasileiros. .
Pesos coluinuarios .
Areies do Hiniin. .
Dcscuuto de LcUrus .
Prala.
NOTICIAS ESTKANGEiaAS.
Porluual . 15 de Agos, Austria. . . 3 de Am
Hespaitha . 8 de Inglaterra . 8 de
Frauda. . 8 de i> Suissa . 2 de
Blgica . . 4 de o Sueoia. . 29 de Jul
Italia. . 3 de o E. Unidos. 27 de
Alcmaiiha 3 de Mxico . 16 de u
Prussia. . 3 de > California 1 de Jim
Turqua . . 20 de Jul. Cliili . 12 de
Rutila. . 31 de o Buenos-A . 23 de Jul
Dinamarca 31 de Montevideo.24 de o
If OTICIAS DO IMPEKIO.
Para'. 13 ile Agosto
Maranbad 16 do b
Cetra*,. 20 de
Parahiba 5 de Setbr.
Alagoas 31 de Agosto
S. P.doSul 31 de Jul.
S. Paulo 4 de Agos
Minas.... 2 de o
K de Janeiro 2.> de
II.1I11.1 .... 31 do "
PARTIDAS DOS COBBIIOS,
Ulinda, lodos osilias.
Vicloria, nasi|uin'as feiras.
Caruar, Bonitoc Garauliuns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Exn e Oricun, a 13e 28.
Coiannae Parahiba, segundase sextas.
.Vii.il, quiutasfeiras.
das da semana.
12 Segunda. S. Macro-
bio M.
13 Terca. S. Aula V.
II Qu.irla. Kxallacao da
S. Crin.
15 Hiniii.i. S. Nicoincdcs
M.
16 Sexta. S. Eufemia V.
M.
17 Sabbado. As Cbagas
deS. PhnclKO,
18 Domingo. Kcsla das
Dores da SS. Virucm.
audiencias.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Ilelaeao'
tercas esabbados.
Fazendg -
loicas cscxlasas l'llionis.
Juizo de Orphaos
sogiinihisc 5. as 10 boras.
I'rimeira vara do cirel
tercas c 6. ao mein-dia.
Sn/andarara do cirel.
quarlase sab.ao meio-d.
EPHEMEniDES.
Setcmbro 3 l.ua nova as 9 boras, 21 minutos e
34segundos da mauba.
a 10 O11.111" crcsccnte as 6 boras, 37 mi-
nutos o 32 segundos da luaubaa.
a 17 La cheia as 7 horas c 4lmiuulos e
24seguudos da mauliaa.
25 (Jiiarlo mingoanle as 8 boras, {-
minutos e 31 segundos da waubda.
pnEAMAB. DE IIOJE
Primeira o c30 minutos da tarde.
Segunda Oc 54miuulos da manliaa.
fe*E
PARTE 0FF1CIAL,
GOVEBNO DA PROVINCIA
E.ptdleme do dU 10 d l.t.mbro de 1853
lllliiio Ao ins|ierlor da llipsin.raria de
,1a, Iransmilliiidoa conla na iinporl
r.., da despe/a feita com a
k-r para a provincia ib
Midi'innisar a reparli^Ao
til
500.'
ca di
.nslrurcjo de um esca-
Ctar, nflm do que faca
lo in.irinlia da referida
pn
il. Coninunicou-so ao ins|>ccliir do arsenal
mariulia. ,.
1 >,r. Ao inesino, IraiKinillindo para os luis mu-
llientes, copia da acta do concllio admiiiistralivo
'"de agosto ultimo.
PHo Ao presidente do ronsellio ailministrali-
1, di/ciiilo quo ein \ isla do parecer que remelle
..i.i.i. do coulador d.i Ibesoiiraria de fa/cuda,
iiiual s conformou o resiicclivo inspector, nao
l,r Ins.ir a aulorisncaoque S. S. solicilou para
' mu pessoacoinasliabiliacoes precisas tiin
oliiuir os livros de registro daquelle conse-
,ijn
.lee
Bit
.ni.l. ...p.
,1.11.1c da d
..Mil
llili
Ao ebefe de polica, remetiendo em ori-
rlicipaccs ollicaes que fe/ o coinman-
.lociiiienio oanla do Piod'Allio.aflm
, inlcjrado do sellcoutc.'nlo, deas pimi-
I e insli nenies que jiilgarconvcuienlesi#>|iu-
rr\......tirando na ililelligencia de que nesl
nrielia .111 tilloroinmanilanle que se conser
iiiiiiaica di Liuioeiro, o lempo que julgar
lente, Olliciim-se a res|.ctu ao inuiicionad
ndanle.
\o jui' de ilireilo da comarca de llore
id.. Ili
luud
da qo
lid
Barre
irado .las nllimasocciirreucias all
Antonio Pereira, c recominen.lan-
iiimeuto das diligencias policiacs,
prudencia, moderaco e caulcl.i.
lidn idliciou-sc ao delegado daquelle
liellou-M ao 1 befe de polica copia do di-
rigi o mcucinuailojiii/ de direito.
Ai. jui/ municipal supplente do termo de
ilUcnilo que COTO O parecer que remelle
oi.s.'lhcirn prcsidenle da rclacao, Rea
i'(..|.....'lid.. 1. ..Ili.'in com que Smc. envin n requer-
nclito que dcMihe, de Ignacio Bodrigues da l-on-
//, n r o '/'" tt rr/irr o offido /.
Illui. c Kmii. Sr. Ignacio Bodrigues da Konseea
ii.i.. onde t allcitilido neiu uomeadu nrOVIOIa<
iiii'iiii'.|..ii.i ooltirio de 2."esrrivo e labclli.'iodeuo.
las do Icini.i de Bal reros, visto nao existir creadi
l>..i .li-ju..ii;.n.ahunin do puder competente, sen
1 Jo
I'"' I""
lile toda
di.
acude de Tracunhaem, vislo que por falta de lici-
lanles dexaram elle de ser arrematados.
Poriaria>-0 presdeme da provincia, leudo envis-
ta o disposlo no decreto n. lujiide :it de jiilho ulli-
mo.peloqual scdeulnova organisac^oa guarda nacio-
nal dos municipios de Oliuila, o Iguarass, rcsnlve
que na execucao do citado decrelo so observe o se-
guinle :
1. O balalliAo n. 2, e o esi|ii.idcAn de cavallarin
que antes da uova organisarilo cxisliam 110 primeiro
dos referidos municipios, scro contideradosexlinc-
tos, c assiiu lainbeni o esquadrao de ravallaria co
li.iialli.ii. 11. 2, auliga uumeraco do municipio de
Iguarass.
2. I'icam perlenrendo ao I. halallifui 1I0 iiifanta-
ria dos ditos municipios, os guardas qualilicadus na
rreguezia do Maranguape, o ao 3. lulalho, os
guardas da fregue/ia de llarnaracn, com exrlusao
dos que forem designados para a rompaiibia de ca-
vallaria.
3. CWcorpos de infaularia, as rompanbias avul-
sasde ravallaria, c beni assiiu a seccaodo balnlbaoe
aconipanbia ayubadoservicoda reserva, tertoa
suas paradas nos lugares indicados 11.1 tabella junta,
na qual al especlicada a uuincraco dos coriws de
infaularia.
Palacio do uoverno de Pornninhiiro 9 do Miembro
de 1833.-yo.- lenlo da Cmilui c Figtuiredo.
Coniniuiiicoii-sc aorwpwlWo com.......Imite supe-
rior, reromiuenilanilo .1 evpedic.io de suas ordens no
sentido de serem omanisadas e remoKidaa rom
brcviilade as propola> deolliciaos da mesma guar-
da nacional
E-S
IImiiIc emprego
del:..........i" ul
lina l'rela, ele
1 mde Barreinis,
1..... formad., p
picnlemenle 11.1.
Mo diiailil.il c
me aiwrar d.
loque a Ici 1 1.-mu 1 il u. 311,
ni.., evlinuuio apenas a villa da
nulo a cnllicgoria de \ ilion povoa-
|UC li....1 senil. a sede do no\oler-
r .iinl.as estas Ireguaia : consc-
de\e ser dividido o ollicio e car-
Tirio .los.- .Nml.erloCasado Lima,
nico, apenas tirar nina congrua
ul..islciu-ia, alenla .1 lenuldade da sens reudimeu-
'I-. \s.ini |k-, t-ulendo que de\e ser indeferida a
li..!.. do rele ido l-......tea, .1 qual com o oflleio do
ni/.......icipal ila dila villa, iletolvo a V. Exc, que
lecidird do modoquejuslo Mr,
Benguarde a \*. E\c. Hccife 2 do setembrn
IcIKVt. llliu. e Kvc. Sr. n.nsclhciro |.rcsideule
ileslaprovincia. .Intonio lunario de .Izeredu.
HileAo director do arsenal de guerra, ilizcndn
iiiic visto nao haver ineonvenionla em serem ad-
niiili.l.r. na i'ouqiauliia de apreiuli/es daquelle arse-
nal i>-.i'is cxposlos inenores deque (rala a rclacao
<|.ii' remelle, faca smc. alista-tos em dila ci.inpanbi.i
Jcp&hdQ -ali-feilo o iIs|mmIo 110 arl. 1, do regula-
niei.li. n. til de 3 da Janeiro de 1842.
Hrbtnio n iur se refere o o/fi'io rinia.
Je- 1:.....ta ila Silva.
Ueuo Pires de Si.u/a.
J1..1.. B\aiigelisla Lima,
hnario PiuloIcrreira.
1......la Cre Pereira.
Ji.'ni Prinrine.
Cunuiuiniou-se a ailministrac.io dos eslabelcci-
meiilMdecarirfaile.
BiloAodircctor das obras publica-, accoaanda
ici'cliidn 1. i.lliriii rom que smc. remellen copia do
ii.niiaii. que .clebiiiu com Ignacio Anlonio Bnrges
para .. nirueciineulo de leda a arela que fr precisa
* .iui.issiiiIi.i- da obra da rasa de delencao durante o
rano llnancelro crrenle, o declarando em resposla
Heapprova essn eoolralO,Bcmelleu-se copia do
litoninlraloa llieaouraria provincial.
Oi||i.Vn mesiuo, Aulorisaulo-o mandar vir de
I un. .111. insimlenlos c mal olijerlos menciiuiailiis
a iclacin ijiie smc. remelteu, os iruacs san neressa-
n.~ i'iia .. servico daquella reparlic.io.Cnininuni-
tee-sc .1 tliesouraria provincial.
PiloAo coininandanlo docorpo de polica, in-
lijiiilu-o de baver remellido a Ibcsouraria da la-
adaprovincial para ser paua, eslando nos termos
ssjaa*, a conla da deapexa rolla duranlo o me/ de
aatslo ulliinii com o sustento dos lous soDleiiciadoa
fu si- acham no servico da limpc/a d'aquell
qu.irlc-l.
IiiluAo mcsnio.rcrommcuilantlo a cvpediciui de
na i.rdeus para que u enmmaudante 1U1 guarda da
11I.111.1 da Boa-Vista, 1.....ule apresenlar ao adininis-
Iradi do remilerio pubHeo, mu soldado nos domiu-
ims e dias-sflnlos,:iliui ilejmpediroseslrauos quecos-
liin.am 1.1/-1 all algumas das peswas que vio ao
-ni-- ccmilerioem ditos dias.lnleiiou-se ao che-
lo ilc polica.
OlioA lliesoiiraria dafa/endaprovincial, di/eu-
.!.< que devem irde novo a praca us couccrlos do
*$
i
5 =.
EXTERIOR.
FOLHETIM.
FER\A\D0 DIFLESSIS.
MEMORIAS DE UM MARIDO.
.1\ JiJSJtSI\'J*l!IJi.
SEGINDA PAKTE.
Continuar-a,)
Uiulus vellcidades de franque/a para com Joo
'"ii.ciarain a desfallecer. Elle ignorava minlia an-
lig.i uiiiai.ruui Cesariua, c scmduvidasu (eria apar-
lailude .mu |,ara sempre, se soubesse com que in-
jlIgDidsdeea bavia (rbido a ami/.ade de Jaciulbo.
"I'iidi. pnis, aJo.lo com a mesma mentira que
i"|.' ludia servido para dissipar as suspeitas dorom-
i"i".uin de polica.
Cnorna que tiin madama Jeirerson vinba lo-
osi... -has a cssa casa, o que siiineutc posso di/er-
'' lie, que sabendo quo inoravainos pareiies-ineias,
Ha escreveu-mc pedindn-me desse o nieu parecer
^"lirc a 111 iltlja (jue prclcnda cneommeiidar para
01 nina l.abilacito; cis-aqui comoesla maiibaacii-
"iilrci-nic mu ella.
Seu iliso-jo \e ronsiillar-lc nao me admira,
lri|ui- [c.u ,u^u |, ncdleole ; mas a rasa viinba
parec;.,,,,. ,mi||0 miK|ca|a pur ., iier.icra da im-
"icii-a fortuna de .Mr. Jeirerson.
Cresenlao que elle lile lenba dciado scus
*' uninensos?
Nada sc a eseilo, meu cbnro Pcrnun-
n..,|w.|uc nao vi m.i, a viuvadu nosso oobre Ja-
uutiodciHjis queso lornou a casar ; porem parece-
""'iialural que Mr. Jeirerson Ibu lenba deixado,
"loda, ao menos |inrte de IUI inimeiisa fur-
iilini-nic de minbas antigs suspeitas nrerca
"iwuc .I...... por Cesariua. Elle bavia repellido
1 iwra essa insiuuarao e.....orne do sua lerna
de por Jaciulbo ; lodavia blando.......Huir pe-
lel -emlilanle de meu amigo de infan
"**-llle
procurando lar no fumn de wu |.en-aiiienlo,
liu .
LONDRES 7 DE AGOSTO DE 18&3.
Prorreio da poliic.i no pas.
Ttvex i|u' a limlnlciT.i nunci su MllMM em ino-
otm comlkOei <>u para reformar > iiiaa ir|nius
n-(ituiroc* InlerDM, OU |iira liniuir o >-eu poder c
BsrendencUi naiuril no exterior. 11*? drviilo sio cer-
lameole awentRo ao poder do picsonie iniiisierio.
Goniecou no p.irlanieulo um novo i* saliio sj-li'ina
le legidatAo, quo lein pealo a narjo em boai dUpo-
inie-, lem ennelllado w nosaaj coIodm, Il'sch>oI-
riilo o dobm commercio, ealimnlado a nona Indus-
tria no inlerior, cmiislraiiuidu as classes |pri\ilt,uia-
las a diminuir a prcwSo das laxas rabr o*uovo,
lomando alguma parte do |>e- Pro\avelroente nunca houve una admloistraeSo Ifto
rOpnlar, porque nio nos lembramoi que jamis Imu-
csso orna ailiiiiiis.rar.~i.i que lauto mcreces.se su-lo.
oa absurdo preleiuler <|ue ella lenha reallsadu
melada do que fie ne. e-sario para collocar as Icis a a
islihiic,lo do pai/ na-. \i>ri)adeiras liases, niih lem
eflectuado o que so approxlma a islo, ulianduuando
a \ellia llieoria da nijiosirao de IribUtOS.
Sobre \aris reaueiteata iiresi'iiie spsso do paria-
imciiIo sera memura\el, mas principalinente porque
inaoffurou um novo lyslema de disirihuir os encar-
gos pubUeOBa As rif lamares do povo, pelo que i-
raaosscusinleresses maleiiaes, liaosido locoiihcci-
dns! \ arios deada vida leiu-se lomado maif accearfveb ; deo-aa
um -i.ni.ir pusso para se administrar propramente
as esmoias do imperio; lem-sc feilo aluiuna cous;i
ecrea dac M ; o ra/.oaveliiienle podemos esperar que esle ro-
mero nao lia de ser desmentido na sess.io secuinle.
v''le Divrio ti. 9M.
Confessa que esli\cste um poucu Demorad
dessa formusa mora?
Eu! ests louro?... J n.lo le disso quena
lornei a ve1a depois ilc seu easamenlo com csse
Amerirano'
Mas no lempo que JacinOio \ivia f
Ol! Fernando, lu iiAome estas fallando seria-
mente! Pareco-me que | me lizesle estas mesmus
iieruiinla em oulro lempo, <|undo miidia mai c eu
habilavamoa em (en castillo... entao eu le re>pondi
o mesmoque lere>nundoaKora : Prime i ra nenie nao
liquei enamorado da mulherde Jaciullio, posto que
ella me pareessse assas formosa; depois disto semo
houvessc cumorado della loria que miado os mi-
los antes que cuidase- em perluilir osnceuo domes-
Ueo do nosso polire amio. Emlim.se a livesse ama-
do, leria procurado desposa-la no lempo de sua
primeira ou de sua segunda \u\e/., cousa em que
nunca pensei.
I .mi irresislivel lie o acento da verdade, que acre-
dite! naspalavras de Joo.
Elle cunlinuou I
Mas deixemos isso, c Tallemos de (i, Fernan-
do. Es feliz? NlO digo malerialineule fe, esle
-.iliiu ornado com lano luxo, o iquella linda moca
que espanlci, prova-me liaslanle que <> anda i ico,
anda (jalan, e que renunciaste a leos oslos campes-
Ires; mas emfim conllevo leu coracao, a pcnl,i de
la inullierdove ter-to prufundamcnlc allliiido.....
Joo, lu nao me fau-s a injuria de crer...
ao nflo a choraste'! ella lo inleressanle !
ella mora lo moca Nao, nao, Fernando, repilo,
conlieco a nolire/a de (eu coracao. Tiveinos alm
disto ma nova pruva da clcvat;ode leussenliinen-
los a proposito da perd de tua iniilher. Minlia miti
ecu ucamos, nao admirados mas profundamente
tocados de la delicadeza em certa circuiuslancia...
Que queres dizor?
M mil.i mai, tendo conservado al(umas rcla-
ci'tes com urna ami^a da familia de la mullier, sou-
be que como liomem brioso, liavias resliluido a seus
pas o dolo dessa polirc madama liuplessis.
Ni* era csse o meu dever, Joo?
Sim, para li como para aupessoas escolliidas,
essa delicadezas s3o o dever; porm hoju em da,
meu boan Femando, renunciar voluiitariaucnte a
nina hii.....a coiisiderav conservar he cousa rara e diiia de cilos! Miaba
mai lie da mesma opinio, e nuiilas ve/es lem-me
Jaaie Sim, naoohslanle suas fraque/as, leu ami-
to Femando lu; um homem de brm. E asseRuro-
leque estas pala\ras sao um luuvor na hoccitlemi-
nlii mai; por isso no duvido que a tuerte de la
Nem mesmo a oceurrencia de urna uuerra conti-
nental inii-i i- nossa leuislalura. Osnossos liuvemadorcs podem -
car cerlosde que quanlo mais livro he o po\o, mais
promplo he em concorrer no dia do perico, com o
seu dinlieiro e a sua pessoa, sachlicando ambas es-
las cousas em favor da prosperidade do paiz.
Na presente sesso se fez una leulatita para in-
Iroduzir alguma reformu na iureja, e so espera que
aquilloque nao piule ser rcalisado unicaineiile por
falta de lempo durante este auno lia de ser couli-
nuado, se nao concluido, no secuinle. Os bispos pos-
sucm mu i los beus, que anliuumente consideravaui
como propri to sao consideradas como perlcncoutes iureja, e
nao aelles. Sao administradores ou superintenden-
tes, os quaea tem oliriKacilo de dar conla ila sua ad
minislracau au gOVeroOs Tem um estipendio ou sa
lariolixi), osse podem Icualmcnleiililisar paraoset
uso daqullo que o parlamento Ihes lem concedido
Entilo, porque razo cohicam ellos a edminislracao
das (erras da iureja? Porque ra/Ao sao ellesancio-
sospara multiplicar as suas proprias perlurli:icoes,
para duplicar pretam as cousas espiriluaos [telas seculares? Ser
muilo deshumano suspeitar que ellos uoslam que o
Miro Ihes passe pelas mil os, na es pe rauca de que ul-
uuma por ni o Ihes lique pecada ? Ccrtameule ser
vanlajoso para a iureja. o al para os proprios his-
pos, siibmeller isto a reforma ; mas anda quaudo
se repulasse cousa impralicavel, u cnnvenre-los da
verdade desle facto, o progresao uainral das cousas,
somelliaule torrente de um rio caudaloso, os [an-
eara, quer elles queiram quer n.lo, no porto seu uro
do melhoraiuento.
Enlri'tanlo, visto eslarmos fallandoacerca daicrc-
Ja. nao nos esipiecamos lainhom de nos reformar a
lsmesmos. Os trabadlos do parlamento demons
raram que os\slemacleitoral he im|>erfeito no mais
illo grao ; he absurdo no seu espirito o na sua for-
na. N.lo he desuado para representar a inlclli-
cncia ou a Vlrlude do pai/, mas he simpb^smenle
formado para dar propriedade a primasia sobre o
saber e a inleuridade.
Os ministros prometieran! reformar esle oslado de
cousas na secuinle sessao do parlamento. A que es-
ta para eu cerra r-sc por necessidade se devia oceu-
par com medidas preliminares ou subsidiarias,
com o ornamento, com o governo da India o com o
melboramento da noan tarifa. Gomo J setratou
deslas cousas menores, a lecislalura no auno se-
cuinle pode proceder desiinpensadamcntc conside-
raco da grande queslfio da reforma. Proravel lie
que, ao uiosuio lempo, ella lenba de cuidar da ma-
nuleiirnn das frotas e dos e\en*i|os, que U nossa su-
premacia no ocano poeta ser conservada, o que mo
liquemos alnados uossos vlzlohoa nacarrelra da
gloria e da aiubicHo. Todava, os represcnlautes do
povosfio wfflcieateniente numerosos, podem oceu-
par-seao niesnio leui|>ocom os nouocosde cuorra c
do paz, podem levantar baluartes em torno do nosso
imperio, e no Interior consolidar as nossas lele e ins-
lituin'Ks, e halar do aperlecoamcnlo da nossa tou-
dico social.
Pan realisar esla larefa be claro que he do riuo-
rosodove do actual gabinete* que se comprometleu
a propor um novo bll de reformas, e don unta so-
lida (anca dassiiasiulences.salisfazcrao povo acer-
ca deesa medida. Repetiremos aernpre que a eleicflo
dai comniissiies tem deniouslrado que nao pode ser
feltasem o soccorrodo cscrulnio secreto. A propria
eitensao do sull'rauio, por mais desenvolvido que so-
ja. Rern lotalmente loeOleai sem esta insiiiuiro.
lie dura protegeros eleilores contra a intimidaco
e a conupc;lo. ,\,i actual casa dos commuus urna
mu ion a dos membros lulo represenlam ennstiliiiules.
Elles lem litleralmeiile comprado os seus asientos,
o, coiniderando a cousa sol nina relaclo rnuuner-
cial, di/cui com o duque de NewcasMe, quo podem fa-
zer o que Ibes aproiiver com aquillo que Ibes per-
tenep. Tem enlrnilu no parlamento como u'iima
cspeculaco, considerando um lucar na leui-;latura
romo um dispendio do urna somma dada, e por
coii>equencia se esforcam pur tirar delle a maiur
somma de proveito possivel.
Alim do coadjuvar os ministros na roalisacao dos
desicniosque iiutrem ceoa da reforma poltica, o
povo deveria emprecar o recesso da sessao para ob-
ler nina expreslo plena c livro da opinnlo publica.
Se a naco calar-se, o parlamento com alguma ra-
/;lo pode inferir que ella (ambem est salisfeita.
-Nao ha nccessibide de excilamento tumultuario, de
violencia, ou do aluuma inaiiifeslacAo ilo hoslilda-
de para com nlecivlalura. O povo se reunira, dis-
cutii i, e leria conheeluee os seus desojos peto meio
COIIStilcional de pelc.lo. Todos aquellos que vis-
iem que era necesaria a proleccao do escrutinio fa-
riam urna declararo espontanea a esle respailo* a
limito que a easa dos commuus, quaudo houver de
deliberar acerca do novo hll da reforma, |iossa ro-
nhecer dislinclaniente quaes So as aspiracoes do
paiz. So isloselizer immedataiente os liomeiisque
sao empregadaa pelo enverno para orcauisar a nova
medida nao poder.lo jfngir cnoranria a respeilodas
iiecoaiidadei do povo* Os proprios governadores.
dadeira (hililiea do imperador Nicolao, agora deve
oslar limilmoiile desencallado. A invasao da Wala-
rhia e da Moldavia, que ao principio dizinmos ser
urna simples occupaijao militar, acora deve ser con-
siderada como um eomeco de conquisla, e como a
|iermanon(c encor|ioraeo do paiz com o ni|iero
russo. O aelo estii consumado. Tudo as duas pro-
vincias he russo, o cada correio que checa so Iraz
provasaddiconaes daambico |raii;oeira e insacia-
vel do czar, lia poucosdias foi observado por um
jornal que so uppunba exprimir os senlimenlos do
Rovemo, qur os ministros Um COmecando a perder
as esperai^tis do urna soluco pacifica a respelo da
quostilo oriental. Releva que elles sejam dolados de
grande boa fe para que ncrcdilassem no contrario,
|H>is que lodo o resto ilo mundo perecho mu dis-
tinclameule quea cuerra he inevilavel, amenos que
escolbamos suceilar-nosiulcirameale Russia, edei-
xeuios o imperio olloiuauo entregue sua auto-
cracia.
Secundo nos parece, ha mitras eiroumslaucias que
(ornam lotalmente absurdo anteripar outra cousa
que nao as hostilidades. O fanatismo do partido
Moslemem leda a Turqua por s s he bastante para
produzir urna collisao. .Infelizmente, esle fado,
que n'outro estado de cousas (Hidia ronsliluir um
elemento de forca, he acora urna causa defraqueza ;
porque como a popular.lo osla confundida, elle oc-
caslonauma divklo de nnu parle cnnlra a outra,
ecom cerle/a lalvez prinluza urna guerra civil, si-
mullaneanjMnte com aila contra a Rossia.
Na Svria os chrsinosj vo dallando as cidades
ilo Interior, e ea congiegando na cosa, em consc-
quencia do aspecto nmoacador dos mahometanos.
sta ralamidado be lilba d prolcrlorado russo. Em
vez de ollereeer >euuranca quellesa qiiem compe-
le defender contra 0 seu proprin soberano, os lem
laucado em malof perico. Alm disso, iiiucueui po
de ler viajmlu no Oriente sem observar a impruden
ca do pedir auxilio a alcuma auloridade externa
l-.-ii' faci inspira insolencia .iquellcs que sao sup-
poslos tirar a seuiiiauca do exleror, ao passo que
inclina a raea dominante a persecui-tos por meoda
manifeslaco ostensiva desle seulimenlo. Mas seja
qual for o modo porque expliquemos a cousa, nem
por isso deixado ser lamcnlavel ne>lo momento,
posio quo as oceurreucias que diariamente vo leu-
do lucar as provincias danubianas possam de al-
Cuma sorle quebraitlar o desejo dos habitantes chris-
los da Turqua a licarem debaixo do sicptro d>
czar.
para prevenir a existencia ila auitac.'m (lerpclua,
comprcheiidero iuualineule a necessidade de faze-
rem ao mesiuo lempo raudosconcessoes ; eqtiando
houvcrein pralicado islo baslar-lbes-lia dirciraal-
lencAo escluilva mente para as rebulles exteriores do
imperio, que no momento presento sao da'miiior
iinpurtaiica. (Times.)
**S>Htt--------
A annexacao' das provincias danu-
bianas.
la o publico tem estado cin duxida ucercaila ver-
l'ara pateulearo seu desprezo aosseus novns sub-
ditoa, o imperador Nicolao baitOU nina ordem que
lem por flm. prender os acricullores da Walachia
e da Moblavia e cmuliizi-los ao exercilo ru>- o uoverno otlomaiio os habilanles cozavam ilireilos
e*piiv decios que nem Itey nem Pacha nunca sonba-
ram atrepellar* Tinbam as suas iuslituies proprias
e a sua relicio propria, e o sull.lo nunca exiga
que ellos desemhainhassem, invnlunlariamonle, a
espada em seu servico. A coimnunidadcda f do
czar o leva a trata-Ios de urna maueira mu tullron-
te, c por isso j ellos vo eomecaudo a ver quo a
sua comliro ha sido immcnsamculo deteriorada em
virlude da mudnuca de senhore. Os proprios llos-
podares, quosesuppoe ler convidado os Kussos para
o p.ii/. j comcc.uo a locober a recompensa A\\ per-
lidia que pralicaram,sendo privados do poder, e
rollocados sob a auloridade de um conseibo rosto,
jue adminislraas rendas. ;| dislribuidlo da justica,
i*, n'uma palavra, lodos osservicos pblicos as pfO-
vinci.is.
Se as noticias quo nos silo commuaicadas forem
verdaderas, lie evidenlemonle claro para a inlelli-
cencia mais obtusa que a Moldavia c a Valachia fo-
ram annoxadas o Kiissia, n qual lem prohibido lo-
Uasa^coinmuiiicarAcsentre os llospodares o o DI*
van, chamado a siadireccti das linaneas, c obri-
gando os Boyan a entrar oo seu exercilo por jiii
periodo ilc Iros anuos.
Ao mesmo lempo so apercebem numerosos I) mp-
lomas dnexercicio da ullueiicia russa n'outras pr-
tesela Europa. Handos do viajantes saom deS. Ve-
lersburco c seospalbam sobre todo ocoiiliuciite.es-
forcando-se em toda a parle para crear a crenca de
que o czar he irresislivel,oinalcuns locares por meio
das suas armas, n'oulros por meio do son ourv. Di-
zein que elle compra corles e parlamentos, e em al-
gn paizes be lambem senhor da imprensa. Em
verdade, elle lem adoptado urna poltica bem calcu-
lada para assecurar-lhe o Inuinphn. Keceuleincii-
le.por cxemplo.elle com profusflo prodicalisou deco-
ra,des com os ofliciaesdo exercilo auslriaco, ao pas-
so quo os seus propridsolllciaes abriram urna curres-
pondoncia alVeciuosa com os da Prussia.
Todo aquello que lem conbecimento das reras
que diricem osxstema militar russo deve sabor que
nonbuma deslas carias podiam ter sido escripias sem
a ordem do imperador. Elle dirice e recula as af-
feicdcs dos seus soldados, eseolhe pnri elles os seus
amiuns parlculares, e determina o uro do relanH-s
que deve exislr entre ellos. Com elleilo, nincem
pidoduvidar que os ollicaes russos quo tem c-cri-
plo aos s-us charos a micos na Prussa receberam do
ijiiarlel general uma copia exacta daquilloque Ibes
ileviamdi/er. Alm disso, ho hem sabido que (pian-
do os lidaIcos russos viajam, se Ibes dao inslruccnes
relativas s companluas que devem frcquonlar, e s
amizades que devem ronlrair, assim como acerca
das maueiros o da liiicuacem quo devem omprecar
nas suasrebuoes. E nos (ambem nao 1 eren ios lido
amigos? nao, apenas lomos lido principio ilo ami-
zade entroalcunsdi'ssa classe de cont, o nada (Hi-
le ser mais desacradavel do quea reserva (pie el-
la est evidentemente coudemnada. Alcumas vo-
ces, se por acaso sao trablos na sua sinceridade, a
indieerleflo lie secuda durante seminas nleiras de
melancolia e desespero. Mais doque nincuem, el-
les M Icmhram do vclbo proverbio qiie.li/ que as
paredes tem ouvidos o Iremcm quando conversam
com alcuem.
Terlenccao povoda cbrislandado declararse o
estabelecTnonlo universal de scinelhanlo estado do
eousas he ou nao desejavel. Eslamoa bastante cer-
los de quen povo desle paiz n;lo tem svmpathias
por um lalsvsleira de coverno. Temos "para mis
ue i mesma cousa se pode di/.er acerca do povo
ancez ; o se o allemAo lince um senlimenlo dille-
rente a esle respelo, cumpre que lite pecamos per-
dtO por termos ale boje professado urna altaopiuio
acerca delle.
I'rovavelincnlc, isto nao seria prnliravol na Aus-
tria por causa de um oflicial ler recusado a decora-
cao quo Ihc fora eflorecida por um soberano ainco;
mas felizmente, o svslema austraco nao se eslende
sobre (oda a Alleimmha, anda que a sua uilliicucia
seja senlida em lodas as parles da confederacao. Co-
mo quer que so pense a osle respelo, a guerra se
vai aproximando evidentemente, o assim como ji
temos observado |ior varias vezes, lio provavel que
se e-paliie por muitas pnrlos, o em qnanto durar, a-
lm do que possa acontecer, ser uma cuerra de
principios, e feita a ferro. No que diz respeilo aos
Turcos, nao os reputaremos como os contendores
principesa, mas eremos que o seu paiz lia sido esco-
Ihido como um mero accidento para a srcnn dfl con-
lestiicjlo. Ei-aqui aqueslo : A Hussia aniquilar
na chrislamladc o poder, a ullucuciaeo commercio
da di .ii- 111 ,-i.uih.i ? dem.)
GUERRA NO DANUBIO.
Ao povo da Inglaterra.
QdcdftOS. ao passo que o c/ar .Nicolao
liucia
tabular nccociac/iescom alira Krelanba e a Fran-
ca acerca da sua Conloada com a Porta olloniana,
vai a seu ronimododiriuindo a cuerra nos principa-
dos danubianos. Apossou-sc militarmente das pro-
vincias; secundo as suas iuteucoesacabou para sem
pro com a soberana do sullau; reorcanisou os go
vernos ; ordeuou que se lizessem preces a Dons en
seu favor; eobrigOU que O pegamento dos trbulos
fosse feito no seu proprio tbesouro. So isto nao sao
actos etlectivos de cuerra, entilo he forca que exisla
alcuma nova Ibeoria de hostilidades, pois quo, des-
do o principio do mundo at o momento prsenle,
auuressoes v insultos tilo flagrantes sempre lem sido
considerados como laes.
Checou a noticia positiva do que os cnsules de
Inul.ili'ir.i e de Franca uualuienle arrciaram assuas
baudeirasem Jussy e Itucharest ; que o sullo orde-
uou aos llospodares quo deixasM'in OS respectivos
unvernos, o passasaem para a margan direito do l*a-
n n I mi; o que declurou iulencAu deque, se as loi-
cas russas se nao retirassem bnniodlataineiile, sub-
melleria a sorle das cousas ao cume da espada.
lie mu claro que, leudo voluntariamente proce-
dido al boje para consecuiro actual calado de cou-
sas, o imperador Nicolao nao ha do recuar. Pelo
Intermedio da Turqua tem ollerendo, tanto a
Franca como ti Inclatena, os mas deliberados e af-
lliuidores insultos; lem pralicado islo claramente
alim de que ae HUM que ello considera ambos os
coveriios rom despro/o, que os juica incapazes de
lazer um esforc 011010^0 em favor do um velho al-
liado, ou mesmo de romir a sua propria honra, que
(em sido o mais solemnemente empenbada em pro-
teger um paiitotalmente incapaz de mantor liua
propria independencia sem o seu amparo.
O vosso proprio coverno alinal vai vauarosameulc
lando sicnaes de vigore delenninarao. Na casa dos
loros--este verdadoirocastello pnlllieo dalndoleu-
la certas iulerpcllan'ies lem sido feilascrespuu-
lidas, das quaes resulla que os uoveroadores desle
ai/ lem realmente perdido lodas as es|iei ancascer-
a de uma soluc.lo amicaveh Nunca so deviam ter
uilrido semelhaules esperancas. Quando o impe-
rador Nicolao fez as suas exigencias inqueslionavcl-
menle (nha rosolvido ou alcancar os fruclos da
cuerra sem dar um liro ou por os seus exercilos cm
movimculo, semear dcscuulianca entre as potencias
ccdenlaes, e apmlerar-se lano quanlo julcasse
conveniente dos dominios turcos. Os res absolu-
tos nao f'azem caso da vida humana, o o czar conde-
ce que esti cercado por uma populacilo estpida,
fantica c brutal, a qual para compra/er como seu
mais balso capricho, asIAprompla a inundar (oda
achriatandade com sanuue.
Filie V com Indulto escarneo o odio o movimeu-
lo occasionndii|ieli> principio democralico, quoamea-
cavii por iin ao despotismo militar na Europa. Co-
nhco a erando balalha que tora de ser pelejada, e
que be msler que o povo lodo seja vencido 110 con-
tinente, ou quo vonca os scus uppressorcs. Par
expcrimenlar a forca do velho svslema, vai acora
COmecando no Danubio; c se os llospodares e0
OOVO de Walachia oda Moldavia se subinelterem
com paciencia ao forreo juco do c/ar, iinmedala-
menle avancara elle para as parles do occidente e
para as do sul, absorvendo por onde passar urna pro-
vincia o um reino apos nutro. No mappa russo,
Gonslantinopla j be a capital do imperio, o a Asia
Menor, a Svria e o Ecyplo do mu lado, com toda a
Huir-iiu. Koumelia e a (irecia do oulro, eslaoin-
cluidas dentro das fronteiras.
Ja lenho repetido por diversas ve/Os que tendes
smente a eseolher entre a cuerra ca Infamia. Nao
be como soberano dos Turcos que sois chamados
a defender osullao, mas como um homem acciden-
talmente OCcapando urna posicao que he do vosso
inleiesse couserva-lo uella, ou ao menos sustnta-
lo contra os ataques inslenlos do czar. Elle di/
dislinclamciilo por meio dos seus actos: Tendeo
aprcsenlado este principe como vosso protecido. 0
para moslrar quanlo vos desprezo, hei de derriba-lo:
invadirei os scus territorios; apropriar-ine-bei das
suas rendas para o meu uso; Iralarei como mero
brinquedo a vossa diidomacia, as vossas Trolas c o.
vossos exercilos. N'uma palavra, deixar-vos-hei
perceber ao mesmo lempo quo eu tenciono exercer
as fullecas de autcrata em toda a Europa, c coni-
plelameule cxlincuir a cbamma da liberdade cm
todas superficie do voltio mundo.)
Esla bo realmente a lincuacem do czar Nicolao, o
qual sempre tem sido adorado pelos seus proprios
subditos romo uma especie de sem i-dos, o lie propriu
se enlloca muito cima da coudjcjoda humanidade.
A relicio da Hussia nao he areligi.lu ebrista naver-
dadeira accepeo do vocabido, mais urna raoihflca-
>; "i do velho svslema do pa|{auismo, sob o qual os
nacoes nilfi 11 un adorai;o aos seus Koveruadores
como a entes divinos, lie com um pov? desl'arlc.
dundo c embrulecido pela supersti(;aoquosoJs acora
chamados a peleija r, junlaraenle com a na^o fran-
coza, a qual, posloquo presenlcmenle sob um ecli-
pse poltico,lem conhecido mais de que nunca quan
(o vale ser livre, e n'outras occasiiles j preslou bous
serviros na guerra coulni o fanatismo e a supcrsli-
A espada da Franca be uma espada aliada, e o
vossa lambem : descmbaiubai-a o braudri-a com
nneroaa cmulacjlo. Polejai ao grito de Inalezes,
defeodei a patria > o a Franca repetir o crito, o
dea margena doSoine c do Tbames as lecides marcha -
rao bastante poderosa* e eiithusijsmadas para liber-
tar a Europa, se ella merece ser libertada, do br-
baro dominio da Russia. Alm disso, a guerra, se
buiv'cr, eujose so anda pode haver duvida a
esle respeilo n.lo deve ser smplesmente nina
cuerra de espada c de baionelas ; deve ser urna
Cuerra de principios, eque decida do nina vez para
sempre w .despotismo ou se a liberdadodevo (riiim-
pilar0a chrstaudade.
Com elleilo, a Kevoluco sera o imsso mais forte
alliado. O vocabulo e repblica a ja lem sido pro
uunciado 0111 voz baixa as mareen* do Danubio, o
o projeelo do eslabelecer uma cadoia de elados H-
vres desdo o Adritico alo o Mar Negro, (em oceu-
pado o espirito do milbares de homens eutbusiastas
no proprio centro o coracao da Europa. O velho
proverbio quo diz que aquellos a quciu Heos pro-
lendodeslruir elle inspira loucura, parece provavel
sor realisado quanlo aos moiiarcbas absoluto*. El-
le* eooheeem a Henlenea que os acuarda no caso do
triiimpbo popular n'uma guerra revolucionaria. A
nica esperauca real delles existe no lotharco que
denominan, paz, o lodavia com urna enfatuado l.-m
mouslruosa que quasi nao pode ser raracterisada.be
pela poltica de um principe despolico que a trau-
quillidade do mundo bo deliberadamente pertur-
bada.
Todos os coveruosque professam oslar bascado*
em principios livres e populares, ou mesmo em le
ulica e na equdado, devem comprebonder que a
propria existencia dellosse acha acora em pongo. O
huico sonho de imperio universal, que lem precipi-
tado lanos reinos em ruina, est presentemente r-
danle no eerebro do ciar, e animando-o a esperar
que aquilloque ha sido negado a lodos os oulros hn-
mensseja concedido a elle. O seu actual proced
monto nao he um aclo isolado. O seu alvo em avan-
Icar ao tongo das praiasdo Uodiierraueo o apoderar-
se da Turqua be duplo \ primeiramoulc, exleudcr a
sua propria frnntelra u'uma direecflo oeeidenlal : o
em secundo lugar intermit per a commuuicaco en-
tro a 4raa-]Srclaulia o a ludia por va do mar ver-
ihelho. Ent.lo.elli: julcaque sera possivel enviar um
evercilo alravez do Atlclianislmi, e decidir da sorlu
do nosso imperio asitico aulos que possamo* man-
dar um recimonlo se quer da Inujalcrra para em-
barcar os sciisdesicnios.
Alindo a estes tpicos de iiileresses proprios p.u.i
que nfio VOS fIldaos na cronca de quesa vuss.i
honra searba em perico. Com'elleilo, a lioitra do
nina na<;jo nunca existo nem |Kide exislr |Hir si
mesma. Ella inclue ludo o que he erando c pre-
cioso para a coinmunhao. Secnilica respeilo 110 in-
terior e influencia no eslranceirn a protocolo e
prosperiilade do commeicio a forca para maiilet
a le dos tratados reclidao, honoslldade, ulecri-
dade n':ima palavra a propria cxisleitcia de um
povo. A commiiubao que lem perdido a hunra he
virtualmculo lisiada do mappa do mundo. Nu ha
pas, quem coulio nem possa conliar nclla. Virlude,
fo o religiao resultara disto, e, politicamente fal-
lando, torna-se um cadver em quo ludo quanlo he.
vil o aboiniiavel se trepa Impunemente. I'orlaiilo,
ama i c dofeudei a VOSM honra que acora so acba em
perico. A espada vo> foi dada pelo eco pira eslo
lim, ehechocado o lempoem queso devois eonliai
na espada. Ib' baldea diplomacia se (em exhaurido,
por isso vos be agora lotalmente impossivel evilm
iiniconlliclocom a Hussia, salvo se desenles da e-
levada posfelo que oceupuis, e vos huniiljardcs cutre
as potencias inferiores do mundo,
(jreville frouk.
(dem.)
INTERIOR.
SENADO.
Seuao' de 16 de coito da 1853.
Con I i ma a discusso adiada, do requei menlo do
Sr. U. Maitoel, para que o projeelo sobre o arlico
addilivodo Sr. Tosa, soja remellido a urna coinmis-
sao especial do cinco membros.
O Sr. 'residente: Tem a palavra o Sr. Vis-
condo de Olnda.
O Sr. Vi$COHd de (Hind-t: Sr. presidente, a<
mulber le baja cruelmenle penalisado. Mas, ah o
ipo --fii.iii o etuuecimeoto upaua as mais pncen-
les magnas, e adiniro-me pouco do (eres recobrado
leus ulicos hbitos, muito principalmente...
Acaba...
.Nilo le disse islu ulicamente teniendo abalar
tua f na durarn do unvocenero de vida quo ha
vias abracado, o que me parecoser o mais feliz de
lodos quaudo he permiltido, vida dos nimpus
mas aqu para us vendo-te na flor da idade renun
ciar repenlinameulo a um inundo em que bavia-
lido lautos suceessos, dizia cmico mesmo: Temo
quo cedo ou tarde Fernando n.lo snln saudades de
Pars, e nao se aborreca no fundo dcsla provincia.
So nao ftlra a morte do la mulber, lalvez que rom
a chocada da idade madura houvesses decididamen-
te vollado a pacilca existencia do lar domestico ;
mas tornando a licar livre eomprehendo perfeila-
monteqiio (cubas vollado a vida do rapaz. Smen-
le, meu amigo, (orno a perguutar-le, s muralmen-
le feliz f
Tina faba vergooha, ou anles uma vergonha mal-
lo legitima impedo-me de souir miaba primeira
rosolu^ao, c ahrir-mo com Joo. A causa de meus
cuidados era blo miseravel, eu corra to loucamen-
le para luinba completa ruina que, a meu ver, a
franquean do minbas cuulissos devia excitar, 11,10 o
alloduosu lolereste de mou amigo, mas seu juslu
desdem. Kcspond, pois :
Acho-mo perfeitamenle feliz.
Eslasecuranca me cnebe de prazer, lornou
elle apcrlaudu-me as mos as suas, certeza de tua
felicidade faz duas vezes caro o nosso eucoolro de
liiii. Nao be por miiiba culpa, quo mo nos bave-
mo* tornado a ver mais cedo, a hospitalidade que
desle a mnha mai, a mim o a Char|teulicr, la ilif.ir.'m, iii- iiiifii,!-, corajosas 110 lempo de nossa
prisao sao dividas de coracao, que nem elles nem eu
lia venios de esquerer nunca, meu lioni Fernando.
Escrevi-lc Hiballiro quandonos eslabelecemos em
l.iu; ma uorecebi resposla la; us nao vive-
mos no mesmo meio; cu nao sabia de quem rae do-
va informar do tua residencia, o se nfio fora o aca-
so da nossa approxima^Aodchoje, estara sem du-
vida na mesma ignorancia a leu respeilo.
Tua carta nao me ebecou as mos, meu cbaro
Joao; porque uupois da rcvolucao do ls:o vend
Kiballirc.
Como! vendesle aquella boa torra, a qual da-
vas tanta Importancia ?
Ella mereeordava bem neuives lembrancas,
mou charo Joo...
lio justo, meu amigo, esqueeia-mc desaaelr-
cunislancia. Felizmente em coulrurio de lanlu lu-
los dissipadores teus sempre administrado sabiamen-
te (ua fortuna, e has de ter sem duvida substituido
essa bella propriedade por valores nao menos scuu-
ros... DlgO-te blo, meu amigo, porque, pondo de
partea poltica, parece-mo que 110 lempo em que
vivemos, e em razo das eventualidades pos-iveis,
a Ierra he a mais rerla das propriedades.
A mesma yergonlia impedio-mo de abrir-mc com
Joo sobre inhiba ruina, (emendo ver-mc cassilica-
do por elle no numero dos lulos dissipadSres. Kes-
poudi-lhe, pnis, rom lrineza :
O que possuo est ao abrigo de qualquer acon-
leclmento.
Oh! a esse respeilo louvn-mo em li; Vive
largamente |orque assim o poiles fazer ; mas poes
ordem em luasdespesiis, e leus razao; quanlo mais
adquiro a experiencia das cousas c dos homens,
mais lico convencido deque urna das primeira* con-
dignos da nossa propria dgnidade, seja qual or*
nossa fortuna, he subordinaras despezus Oosferas ;
liii- de acbar que, fallando-te assim, son um pouco...
vuueiro, meu charo Fernando, acresecutou Joo
sorrindo; mas bem sabes, que o homem arruinado
cabe cedo ou lardo na hunvilhanle dependencia de
oulrem, o a baixeza be vizinha la desordem. Tu
oslas muilo loucc desta Irisio posiejio ; torno a
iichar-te como etperava, moral e materialiucnto fe-
liz. Oh este bomcncoulro me remora dez annusE
l)ize, Fernando! quanlo* aconlccimcnlos se bao
passado desile nossa infancia I.embras-le daquella
mcremlaem casa dcmlnha mai?
Seguida do um jaular em casa de minha av...
No qual eu fazia, o inelhor que iiodia, de ca-
vallt'tro /rancez junto de la primiuha.
Ah csses lempos estilo louge denos! demais
que dillerenca cidro nossas duas rarreirns 1
(Juo imporla... se ambos somos felizes ao nos-
so modo? Tu gozas honradamente de tua riqueza,
achas a felicidade em tua vida do calan; eu acbo a
felicidade cm minha.ternilla por minha mal, o coi
minha dedicado a minha f republicaua.
Joau, tua vida e a do tua mili he urna vida de
sacrilicios heroicos a uma nobre causa... E miuba
existencia bo ociasaelulil...
Oue queres? tu fosle croado como rico ber-
deiro, e vives como rico berdeiro; gastando leu di-
uheiru das au menos pao aos Irabalhadoros, o leus
assim la utilidado relativa. Cerlamenle eu quere-
ria ver-to com oulros costo*;, com urna direceo mais
varonil, lucras inaravilhosameute dolado, poilias
ilislincuir-le em nohrescarreras, servir leu palie
a humanidade! I.amcnloessa missao nao lersidua
la; mas paciencia. Ni'is locamos a idade madura,
meu |>obre Fernando, accilewos, pois, o passado co-
mo he, e o fuluro como vem. M.is basta de pbilo-
sophar, cuidemos no positivo ; comecamos este dia
juntos, baveniosde acaba-lo juntos. "
Joo, como de cosame, eslou mais aterrado
que tu dosperigoa que corres.
iiciierigos?
Esse varejo na casa vizinha, essa de>coberla
de armas e munices do guerra...
Isso he nada.
Nao corrers risco de ser preso ao sabir da-
qui? Oueres ficaroccullo por alcuus dias? Hespon-
do pelo meu camarista, so ello entrara aqu... Man-
dars provenir (ua mai doque he aconlocido.
Agradecido pelo leu olfereciineiilo. meu cha-
Fernando, leus temores slo exacerado*, o im-
porlaule para mim era nao me deixar prender na
casa vizinha, uudesalvas as armas e mullicos, elles
nada pdenlo acbar que comprometa a mi'in ou aos
noaiOSamigos ; nossas precaucocs c'sl.lti lomidas.....
Quanlo a occultar-iue, isso sor i a despertar as sus-
peitas.
JoIo... osla imprudencia...
He o cumulo da prudencia; se, pois, nada
mais Ion* a fazer has do dar a mim e a minha mai
o resto do dia.
Quedaos?
Deixa-me acallar ; esrreve uma palavra a essa
linda moca que tanto assuslei, tranquilli*a-a, o pe-
de-lhe sobreludo que guarde silencio sobre cssa
aventura : a polica (em ouvidos por toda a parte...
Vou escrover j.
N'Ao... noescrcvas... asearlas exlraviam-se.
lio melhor que vas casa dola, e que Ihc digas is-
so vocalmeulc.
I'ois bem !...
Teu camai isla he pessoa segura ?
Perfcilamciile seguro.
1 un- uma folha de papel, peona o tinla.
Vscscrcver.....e acabas de dizer que as car-
tas.....
Oh! pouco mo imporla que esla se extravie...
disse meu amigo sor nudo, cinquanto cu Ibe dava o
nocessario para escrever, o acrcsccnlou lomaudo a
peuna:
Olha!... |iodes ler sem a menor iudiseiico...
Joo tracou tres cruzes no meio do papel, do-
brou-o, e Jisso-mo:
tem \H, que esta correspondencia bo |mjuco
comproinetledra.
1 '.<....... essa* lie* cruzes?...
Estas Iros cruzes diro a meu lio e a Cbar-
peulier : 1 Nao va nuusa COM da ma de I ..unc-
les, nosso de|M>slo do armas esta deseoherlo. a Ks-
tou auasi corto de que uiiulia precttu<;u be intil,
porque uossos amigos nao deviam tornar a vir boje
a esle quarteiro, e de noileeuosadvirliicpes-u.il-
meule ; mas ho misler prudencia, pois mo duvido,
que a polica arme estes das o que ella chama ora
sua linguagcm plloresca hhii niloi-irii ua casa vi-
zinha, paraapanharalgooa inexpertos; felizmente
oslamos de sobre aviso. Teu camarista vai, pois, le-
var esla carta a meu lio, e depois irs ricota dess,i
mora, eu te ficarel esperando ,\ porta, nao faca sua
vsila muilo tonga, senhor don Juan, o erafru ire-
mos janlar com miuba mai.
Joo...
Iremos janlar com minha mi, ella liear co-
mo eu encantada de lomar a ver-lo; adiars em
nosaa casa mea Uo Gotolredo o Cbarpsnter, seras
indulgente para com o nosso modesto janlar, nin-
cuem fallar em poltica, o loras a conseiencia de
haver feito minh mi eeu pa-sar uma deleitosa
larde.
Temo conunetler uma indiscrico, respond
eomembanco; tua mai nao rae coiivduu...
Fernando... isso he una desfeita... disse-nif!
Joao cora um aeenlo de reprohenso aratgavel, c
depois arre&enlou com um tom penetrado :
Pceo-teuo me recuses., dexa-me ler o pra-
zer de dizer a minha mi, que achei oulra vez era
luacasa umasvlo em um momento critico.
Jo,lo pronuncioii estas palavra* rom lal exprs
sao de supplica, que nao pude resistir ao seu desojo,
apezar do leiuor do lornir a arhar-me eom madama
Rayrooodo, a qual me lnha esmagado cora seu jus-
lo desprezo em nossa ultima eutrevisla.
J quo assim o queres, acabaremos juntos nos-
so dia, meu charo amigo, disse-lhe cu. Mas nao
achas oppoi 1 uno que, anlcsde sahirmos, meu cama-
rista v assecurar-se por si mesmo do que nlo resta
nesla ra, ordinariamente quasi deserta, ncnhiim
homem de polica? Se houver alguns agenles pos-
tados atii, lalvez que sua* suspeitas se desperleui
vcndo-le sabir daqui comigo.
Tons razo, isso ho urna boa precaucao.
Oulra cousa; qual he inelhor, que saiamos a
p ou em carro?
No carro a gcnle passa mais rpidamente.....
se be que la casa esla vigiada, o que nao creo.
Enfrega-mc a caria dirigide a leu to, c espe-
ra-mc aqu, mou charo Joo ; vou dar minbas or-
dena, veslir-me, eje vollo.
Dupin loi alguns instantes espiar ua ra, e n.lo
vio absolutamente nincuem ; nflo luspeilavam sera
duvida que Joo eslivesse refuciado cm minha ca-
sa. Pouco depois sahimos uo meu carro, o qual me
Londuzio rpidamente ao palacio do Melit(iiy.
{Continuarse Jm.j


minha- nb.orvdj6es Joraui lugar a algumas explica
roes da parlo do Sr. miuisli,. .lo imperio. Eu ni
me oceuparei cum todas ai pondorajocs que fea o
, Sr. minislro do imperio, o 6 direi quo ns minl
rellcxes eram o corollario das opiniOcs miro, ou das oiprcssocs de que m servio para n
niMar ai siiniopnioes. Obvio oponduiior de urna
deputujo, os interesas de urna provincia, inlcrcs-
M que nao se coiiiplicain i-om os do iicnliuiiia ou
Ira, os iatero.es da coinmuiihlo hrsileira; a hon-
ra, a dignidade do pruprio governo oxlgam qui
o Sr. ninislro drgsso este negocio | porque o fez.
Mas eu OH me oceuparei com (odas eslas ponde
rajf.es j fcilas; eu ou ao esscnclal.
i> Sr. ministro moslra-se iudilTereiilc anailiamcn
lo, e quanln 111,11. Talla nesla malaria, Bata descohn
11 scu pcnsainenlo. O Sr. miuislro diz que Dio poda.
lomar una resolujo sobro osla materia, porqui
llie fallam lodosos csrlarccinicntos ; e que aniel di
ludo, he preciso e\,iiiiiiiar-sc qnal a estrada quo de
ve ser preferida.
Seuhores, desla incsma proposijao do Sr. minia-
tro, escudando-sc na quesillo da preferencia, he qui
eu deduzo ocorollarioda imi vontade que o Sr. mi
uislro Icm a osla estrada.
Aqui nao se Irala, seuhores, de saber qual lie I
eitrada que deve ser preferida ; nao re lala de exa-
minar qual ocamiuhu malicorio para ligar o itin de
S. Francisco com o mal ; nao he islo, seuhores, 1
de que se Irala. O que so Irala he sea provincia de
Pernambuco pd* Icr urna estrada do fcrioquccoin-
munique 0 son litoral com o rio de S. Francisco ;
san quest&es miiilo diflcrcnlcs ; una nao e-I 1 subor-
dinada a oulra.
Quando o Sr. miuislro, para resolver a queslao
relativa a l'ernainbuco, entra a fazer coiiiparaji.es
com a vanl.igcns queollereco a provincia da Babia:
quando procura estahelecer a queslao pre\ia do ca-
iiiinli maiscurio, o Sr. minislro enihrulha a mate-
ria, confundo-a, desloca, para me servir dcsta cx-
11 >. a queslao; augmenta as dilliculdades, q '
> i' ni nada pala o caso.
Trala-se de saber se osla-duas provincias pdem
Icr ao meMiio lempo urna estrada de ferro quecom-
miinique o teu litoral rom olio de S. Francisco.
Se, pois, as quesloes sao milito dillerenles, so au
be preciso quo mis enlremos na queslo do prefe-
rencia, porque o Sr. minislro, ou romo ho que 11
Sr. minislro se fez forte nota queslao, para resol-
ver aquiilu quo nos traamos'.' Tratar boje desla
quesillo he o que cu ilisso : miislrar-sc ai icpondi-
dodoqiiohavia feilo.
O Sr. minislro, para dar forja ao son argumento,
.1, rosoeiih.11 que nocra possivel quu cm Londres se
formasse una companhia para essa estrada, em toda
a sna exleualo. sem a seguranra do juro ; o o Sr.
ministro ciilaucalculuuein I1.11 a 180 leguas a Ira-
da de Pernambuco.
tul,-- de ludo, direi que aqu ha una grande
anuncio 1 Inda q.....ido a Mirada de Pernambu-
co va ao Juasciro, que nao chcear la, nao lera ncn
lliil leguas: contando rom asnillas, poden ler l-Jit
leguas ; essa e.lrada pido lic.ir entre o> limites das
Magnas c o Joasoro, mas nao rhogar hi ; a direc-
ro que leva a Garantan ha de uear as appron-
mioMtdn Alacias, e a dillercnr.1 que houver cu-
n- a Irada da Uahia o Pernambuco na ser* lal,
que por -i so desanime os coiilraladorcs d.
rnenle offerecer vailagms em favor de
\aoiailirtique,se o Si. minislro arha que he
imponivel que se forme una estrada em toda a na
extensa,, sem a seguranra do juro ; esc o Sr. minis-
lro por oulro lado est na opiniao do quo se nao de-
ve conceder o juro senaoau principio da estrada, p
-o na >ua baso, como o derlarou expressainenle o
l,pt
rlu
di
iiclnsau be neccs.ar
; he pre riso peni
s do ferro 8e acal
Pcrnaoibii ro, ello
a dilleronr a de disl
handonar una par
lili
do Sr
Huma na suacxlenso, a 11
ha do terror estradas : a ce
gadas eslas ditas proposirei
d.i.as espeluncas do cslrad.
argumento ho valioso para
igualmente pan 1 Baha, o
lile ha de ser tal que faca ;
'......relie......rsmonto a",
Se por este lado o racli
lesliliiidodefiindamrnlii
as duas estradas nao sof
sei romo i-vpliraresle re
resalo de que se Irala. A
|wr sj incsnia vaulagem
Oealquerqneaej........n,
sempre ocupar um logar
Porlaulo. ae una piulo OUender
go eu, porque ellas mo se eiiciml
rease, islo 10 poderla dlier da e-i
10l.1r.10 a de Pernambuco, ..-- .-=.- .-
loda a parle superior do rio, o a del
upa parle inferior, ralieinln-lhv ai
quo se entender al o poni donde part
Se alg.....a vanlagem pois ha, he Inda
Babia. Como cutio dizoi-ou rgumeal
dilliculdades, parase negar a eslrada de I
.piando c con,
un mal.....a ni
lo do Sr. minien
-Irada da llalli
obro a dePerr
1 que se dirija, el
lie
airo tu
m.....--------- r......---
lida que faja suspender urna ddalo sobre esle ne
goclo, *
O Sr. 1 imiinn. nos asseguron que quarsquer qu<
fossem as autorisajScs que se dossom, que elle tumi
do obrar segundo as intormijoes, os csclarecimontoi
que livesse. Permilla-mo o'nohrc minislro quo di
ga quo ugo lei a que velo ella sua declarajo aose
nado. Eu nlo possndeixar de dizer quecslas pala
vras doSr. minislro revelam o despeilo de quo el
le se aeba possuido nesla disriissflo.
O Sr. F. Chara: Ansiado : islo ho que hi
verdade.
O Sr. Viteondede alinda:Pon, senhorrj, un:
aulorsajo, quer dizer, ol.rigajo da parle do go-
verno, de obrar no sentido desaa aulorsajo ?Oua
doeu 11101,11/1-1.1 resolujo loria eulnlenjlo decon
tranger ai. governo a obrar norte sentido ? Se o
nado deliberar em suasabedoria, approvara resol
cao, Icni o senado ou corpo legislativo inlcnjao do
ir abrigar ao governo. liara que o Sr. ministro lo
masse a cautela do dizer que se havia de informa
princiro'.' Eslas palavras que por um lado podem
ser admiltidns, quando o governo moslra que quei
obrar com accrlo, do modo porque o Sr. minislro a:
proferio, revelan, quanlo ello se acha aluiclo con. 1
disrusso, com osla aulorsajo. Os ,h pillados d.
Pernambuco lulo escaparan! a censura da sua loflVc-
guidAo ; agor lemb.....3o he pnupado o senado
rom eireilo o senado mereco osla censura por dai
urna nulursaro ao Sr. ministro que elle nto pede.
OSr. II. Manoel: Oscilado he que ho o cul
nado.
o Sr. I isronde de alinda : Seuhores,, cu oslo,
ccrlo que a eslrada dcbaixo da dircejo do Sr. mi-
nislro, nllo se lia de ellerin.-n.
O Sr. F. Ckarr* : Decididamente.
a Si: liicimdt de alinda : O Sr. ministro va
ilirigindn ns negocios de modoque .1 sua administra
rao vai-sc lomando falal ao imperio.
O Sr. F. Chartt: Apoiado.
a Sr. I). Manuel: lia do sor causa lalvez de
grandes aconlecinicnlns, se se demorar no ministe-
rio.
O Sr. I monde di alinda : Suasopiniocs nos
le projeelo silo falaes aos inlercssos do pilf, A cs-
Irada de ferro do Itio do Janeiro, as u.aos do Sr,
minislro, ia perecondo.....
a Sr. F. Clanes : Ainda nao se sabe se pere-
cer.
O Si: i isruiide de alinda :... liom os seus ce-
lebres programlas, o Sr. minislri. poz lodas as dif-
liculdades sua rcalisar.lo, o se nao laucante fra de
sua ni -o esla i.eociaj.io, teria perdido esle negocio.
Eu aiuularci mais um exemplo do modo por que
leiiiiliriuidoa dosaproprije.lodn morm de Sanio An-
tonio, ha do causar iudomnisaecs enormes ao Ibo-
-01110. listos fados, senl.orcs.so por si depocm mul-
lo roiilra a administraran doSr. minislro.
O Sr. /'. Manoel: cixe xir para ca esto arti-
go eddilivo.
OSr. I inunde de alinda : Sr. nrcsidcittc, en
concilio dlttndo, que do Sr. minislrn do imperio nao
lonl.u mais nada que esperar.
OSr. I). Manuel : O que o pai/. espera e pede
i. lien, beque elle serelirc quanloantes.
(( Sr. I'immile de alinda : Seuhores. ossim
tillo he que se ronsiilcram os inleresses geraesdo im-
perio, 110111 ainda os iuteresses prownriacs ; he pro-
riso lin-loe lodos: leulin concluido.
OSr. Mililitro do imperta 1Sr. preUdenle.ot
lescnnhern;. limmagein do nobre sonador pela pro-
liuiiadc Porniuiburo ; ojo achn quo ella soja II-
Iha da prudencia, da moderacao que caraclerisut. a<
pcssi.as quo estilo cullocadas na pibieilu do nobre se-
nador.
OSr. 1). Manoel: E
com franqueza a liugiiauueui da verda,
O Sr. Minislri, do Imperio : Acc
sonador do despeito, e epraentar palav
despeilo, me parece que pralicou grandi
hi lint
1 pela sua
rescenlou
o razoavel
01 que
ts pollo.
ja leu
lainhum
lia ha de
o du rio.
iilra.scpde.di.
i. cu. seus inic-
ia da Babia ".
TSL2S.
la parle di
Hi-
.. negn o que osla come
lulo, que su Icm llovidas a rapcllo da continuad
laealrade. Se de fado o Sr. ministro nio dii a
prezarios, lira sem ClTello 1. que so conceden, to
i ronseqiioncias desuas pitarra silo oslas
preciso quo o Sr. minislro o diga oxpreai
i. corollario das -uits npinioes; esl
que oSr. minislro se propio, milito 01.1
!U0 em palavras.
inlllm disso-nos que as rirciunlaerias d
la Babia davam preferencia ii otlradn des
rovlltcil ; lent-sc dito que a eslrada d
ro val onendor r.s inleresses da 1 slrad
di
mi li
nenie te I
he o lu, a
bora o nc
O Sr. 11
provincia
la unir.,
Periiambii
sentido fiillou o nobre sen
asscnla ao mea lado, rele
i-ularcs que lem umiilo.
nhores, que se profossa a 1
le Pernambuco val offend
in
I porlanln
dorpela Babia, quo so
ndn-ea oplnioca part-
lo poli nina verdade, se
plnlaode que otrad
r os inleresses da di Ha
ifi..-iu> pensain, oppoe-se 1
iiiislrodisieirciicslc sentido
!, mas esta beque he iverdl
ilete.-es o|.peslos Ira/ nOCCUI
ivadadodasprovinciM, ola.
inislrn discorra tiesta ni.ilorii
lar forca a osla opiniao. ./
Indicci0,0 que en mi osporava do ..obro
enador. que foi ctlremamenlc injusto cmico, c foi
Do injusln, Sr. presidente, qiiautnsabido he, que o
obre senador ten. coitsuliiido Indos os objeolos Im-
portantes de qoe a reparlijao do Imperio lem hala-
do, c por issn pode mili beni apreciar os arlos (lo
ministro; perno que parece que eslava ni. cande
nao manear scuiclhaulc propnsiean.
OSr. O. Manoel :-Oh!ie lava, inclliordoque
ninguoin por lodas as razftes.
a Sr. hlinlllro do Imperio : Sr. prcsidcnle,
o leado Icm om ido, o 011 lamben, lenho oovldi
o nobre senador ha de cunltcrrr pcrfeilainonle, que
o nobre senador mo lem couthalido aqitillo que 011
lenho dito ; lem ligundo lixpolliMM c propli(o,
sem alcui.i fundiinicnlo ; cu passarci a dcmonslrar
Dqneacajbodedlior.
Hizo nobre leador, que nao so IraUvi nesla dis-
russao se dar preferencia a una das duas eslrada
egninle, a que vinlia dlier o iuit
slr
1*
,10 ap-
pos
esla eslrada. O Sr. 11
" Sr. minislro u.in di
de; esla opiniao de i
menle romsicn a 1
11.011I0 que o Sr. 11
di.ttn modo que Mti
poiadoi. I
Esla idea dcinlorossesnpposlns. sonlii
parci-cu nunca, npMfeee pela primen,1
isso disse uina verdade quando profer que del.,.,.,
da dtrecrilo do .Sr. ministro he que Multa .-".parecido
establea de rivalidade entren provincias, porque
se Mstenla a ida de inleresses oi.poslm, a anal tuo-
duz infallivclmenle essa rivalidade : en eslou que
nao sera, nein he inlcitrilo do Sr, ministro, mas be
consequencia de sitas opIniOos. O tne-ino nobre se-
nador pela llalnii, a que me rellro, repugna ndmilllr
da parbdo Sr. minislro son.elliatilepiocedin.ciili.;
de corlo seria preciso Hippor, que o Sr. iniui.tto ora
nuilo leviano para Irazer ao corpo legislativo ques-
loes nesle sanlido ; e lamhoui peni-lhe que me des-
culpe, que eu dara prava de mulla ralla do jnizo
?c viesscdednzir das pahmas du Sr. minislro, em
neeticio lo serio, laesco.iscqucncias, so ellas nao se
conlivessem lias suas opiniO.es. Mas-o nobre senador
ha de conbeecr a evislencia dessas opinines ; o no-
bre senador he lesiemuiiba do que n Sr. minislro
iliscorie nesle sculido ; o qual be a conclusao que o
nobre senador quer que eu tire I
O Sr. I i,,onde de .lbranlr,:-E,, mo ouvi o
discurso do Sr. minislro.
O Sr. I heondede alinda : Nto faz nada para
o caso o modo de pensar dn Sr. ministro, lomadas
sna- pro|H>sirocs separadamente : he necessario ron-
-ulera-Ias conjunclas.
O nobre senador minislro de oslado a ulliina vez
que IjIIuu oiprimio-se inui claramenic : elle disse
lcrn.oaii.uilo expresados quo a estrada da Halda
ser preferida a do Porna.nbuco ; o aprsenlo,!
in de unta sobre a oulra ; quo os
I.......
de
zAes do 1
le
pa-
quea
disse
.pala
senhoros, bu islo o que so dedal do que disse
'"'"Iro : I..... pan de que o Sr. minislrn
"-se desM modo : li ouxo-nos p.u a aqu css
i mnlw urna verdade! pertoAhe mwi
10 principio do meu discuso quo o Sr. inini
Ho Me linha dirigido esla n.T.1 '
'onviiiha a un, minislro do estado
considerado as coiiseqnenciaa de si
mo dar lunar a lacs i.ilelligoncias.
O Si: F. Chote* : AiH.iadissiiuo
O Sr. I monde de OlSda : O Sr.
u.nslraiido-so iudillerenlc a esto adamenl
11.11 muilo bain como he que ella pensa I
"bteelo, o assimj.. sabemos, comnlle que,
resolver a quesldo. O Sr. minislro datpr,
nada de l'ei uanibucn coiuoollcnsiva dos
da eslrada da Babia ; c podemos eslar
o que lia de la/ei sera mandar contra!
di es, a eslrada da Babia ; licando a ouli
cimento; nlo digo que leoha feiln. m
claro uuo lia o nue nntlciide i,
Sr., presidente, n senado presenriuu quo o minis-
lro uo so oppo/.a essa nulorisajo para a eslrada de
Pernambuco, que ipoiou a rjaoluijao onereeid pe-
lo uol.re senador, o volou |.or ella, logo ueste arlo
ule provoli o minislro que eslaxa convcnrldu quo a
eslrada do Pernanibuco nrejudieava a da Uahia ;
mas aquella que Icm delude penar en, silencio a-
quella rosnluriio oso esforcam agora para cunibalor
a segunda, parece (pie sao os que cshio arredilando
propusicf.es coulrarias, islo he, que a eslrada da Ua-
hia prejiiilir.iria a de Pernambuco.
Sr. presidente, cu lalloi mullo claro ao sonado;
xaneci quo ambas as estradas pndiam medrar ; cs-
i.o nesle poni ,lc acord rom o que disseram o
obro leador por Pernambuco o ,. nobre senador
pelo Cear. Diste pordm tainhom que se o sead,,
:pii/o.-o aulorsar aomenle tuna empreza, o cover-
no linha ohrigarao de disidir ailo quid dolas era
a prcferivol; porque, podeudo dar aos produclorcs
das margem do Rio de s. Knncbeo un. camidlio
.iiai. em lo. 11.10 ile.ei 111 dar-Ibes um caminlio longo,
quo pu/esse fon. do mercado una grande parlo de
sua pmdurco; cis o quo eu disse. .Nao enlrei ua
analvsc da melboria desla, non! daquolln eslrada;
repilo anda nina vez: upiuei que iimbiis podiam pas-
sar : no caso poicm de ser nina so aulorisadn, cnlao
,-ompria ao governo mostrar qual era a mais ciequi-
vel, para que a M.larilo de mu. evlrcn.ainenlc ,l,ll-
Cil, pelo menos n.l Irouxessc o mal de demorar a
verdadoira einprczaqucsopudosso fazer desdo lugo.
Onde, senliores, eslo aqu as propusieses dignas
de censura, que nnlnu o nobre sonador-.' Onde, as
palavras da rivalidade que o nobre senador desco-
mi e que avancou nunca leroni apparecidn un im-
perio, se nao de bailo da adniiiiislracilo du actual
minislro? Pois, seuhores, he cxlraordinario que as
localidades Iciihain inleresses diversos nesla ou na-
quella obra, o que se ronihalam? Isto Iraz ciunsi-
go algiiin perlgo n uni.lu dn imperio:' NftO so ob-
serva islo 0111 Iwla parlo? Anda ha |kiuco lempo li-
1 o.nosoccasiiio de ler a lulo dasdi.ersas localidades
,1c Franja para a cscolha do |Kirlo qne devia ser a
irle da empresa dos vapores franrozes para os dlf-
fcronics purlosdo globo. Taes qucsIOes nao lem
nada rom a aile do imperio, que n3o oshi bascada
em lio pequeosc frivolos fundamentos; eslas dis-
putas looaessempre oxistiram cevislirao anda 110
povo mais unido c mais hoinngoncoem insliluioocs.
a Sr. I). Manoel :-A comparaeo ,,-iovem iada
para o raso.
OSr. Minislro do Imperio:Oque fui qno o
"obre sem.....rilo Pcrnainbuco arhou de mao. dc-
iiimiI ven, urna segunda censara, porq
failo urna representajo de Pernanibi
solli-oguid.io .- a segunda he ao senado :
piiiriii o nobre senador, que islo era m
e natural ; i.orm pela n.anelra eoccasi
disse o ministro, nto poda serse nlo por dosi
Sr. presidente, o senado ha de eslar Icmhradi
que eu me mnslrei inclinado ao adlamonto do pen-
samento grandioso da roinmuuicajn do rio de Sao
Francisco com o ocano alise ohlorem Informacftes
exactas. Para de alguma maneira conlcr a snfre-
gind.io de ambas asemprezas, quo asscvcrci anda
passadas as nulorisajcs que so discute, eu havia
pelo meu vol demorar todos os contratos ol obler
as precisas nformajles. Islo, senliores, pode ser
dcs|ieJlo e menos mpnrla urna censura ao senado?
tic ccrlamenle una susceplibilidado esla do nobre
senador que nflo he propria do sua |aisjo. Avon-
lurc quo a eslrada do Pernambuco leria de IliO a
180 leguas. O nobre senador dispulou MU) parle
do meu discurso; disse queicriam por t). Esla di-
vergencia prova a falla do sufllciencia das inforina-
jilos que ainl.iMtemiM. Prinripinrii por fazer um
contrato, o nao podor responder a qualqucr dos 110-
hros senadores que se Icinhrasso de peraunlar, que
cxlensilodc linha se romprehende no ronlralo que
acabaste*de firmar? UM Iho poderia responder. Por
que lugares deve olla passar, onde deve acabar, que
lorreiios ha de alravcssar f nenhuinn dcslas per-
guntas estarla o ministro no caso do responder.
Para evilar pusijiiu lao trillo, e indigna de nm go-
verno, he qiieiloil.ii -i em lempo que eligira esles
conhorimculos mais Iriviacs c indispensavcls, para
contralo de tanta importancia.
a Si: I). Manoel:,'. nos aqui he quo nao po-
demos ler csclarccimenlos.
OSr. Minislro do imperio:Ka neg ao so-
nado Icr cxclarccimciilns?... Eulicqucn3o Ih'os
posso dar nesla materia como ilesojava.
O Sr. D. Manoel:Preparc-sc primero rom el-
los para lermos una baso mais segura.
O Sr. Minislro do Imperio :Eu opponho-me
ajsso? Nao disse que so quizosso adiar, cu me
nao npporia a isso, comanlo que .1 idea fosse adia-
da. Como negara Baha o que se quer conceder
a Pernambuco ? Se niio sao precisos csclarccimen-
los, sirva esta vanlagem para ambas; mas so silo,
demorcm-sc as duns, procurcin-so os dados Indil-
nensayeis: uo he islo 11111,1 linguagem fundada "
Esta linguagem he de despeilo?
Sr. presidente, cu lenho forras muilo nsignili-
raulcs, muilo pequeas para lular com o nobre se-
nador.
OSr. I). Manoel:Apoiado-
O Sr. Minislro do Imperio: Eu sei devida-
inentc (vallar os meus recursos; nunca os oslculei:
11 que soi portal lamben be que nao fugirei das dis-
cussocs, poique I01.hu a razan por minl, su|.|K>nho.
l'orcoiisoguiulo como o nobre senador est conven-
ido que ho falal a maneira por que os negocios da
rcpai lijo do imperio silo dirigidos ; como quasi lo-
dos cllcs Icm oslado em sua pasla, eu desalo ao no-
ble senador, a que justifique sua accusajilo, e apr-
senle quacs os erros do minislro, o em que nao lem
S. Ex. lomado parle, o que podem ser falaes
uiiiao do imperio, c ordem publica no paiz ; he
una aecusaj. o gravssima, principalmente partida
do poni 0111 quo o nobre senador cslii collocado, c
conhecodoi de linios us negocios.
OSr. I). Manoel : Accusajilo do quasi lodo o
paiz.
a Sr. Ministro do Imperio: Eu lereiseniprc
mais esla arciisarao ; se nao for prvida, ha de me-
recer o opilhelo que S. Ex. deu ao minislro. Por-
laulo, liraiuln-si* dos termos vagos, cu espero jtor
um enmbate n.as pnsilivo.
O Sr. I). Manoel: O paiz j os julgou.
O Sr. Minislro do Imperio: Qual paiz ? O Sr.
sabe qual be o paiz ?...
I) Si: l>. Manuel : Sei mais do que o senhor.
OSr. Ministro do Imperio : Sabe la qual be
o paiz.
O Sr. II. Manuel : Oujo uuo elle diz.
< .Sr. Ministro do Imperio : Ouve o quo diz o
pailt... Ninguoin mais ouve ; ou nao o posso ouvir.
(I Sr, I). Manoel: Oujo o Icio.
(I Si: Ministro do Imperio : Ora, baslr, de
presumpeao. tihega-sc iisvczesa um ponto ciu quo
convm dlierbaila.
O Sr. I). Manuel : A scu respeilo nao lenho
presumpc.lo aluuu.a.
O Sr. Presdeme : Alione.!.,.
a Sr. Ministro do Imperio : Eu eslimarc en-
trar 111. discanto ; roulc o nobre sonador que eslou
dispnsio 10 acompanharate ultima; podem ron-
lar eom islo.
II Sr. I). Manoel: llexe-mc Icr suido, que
no mais nao lenhoduvida.
OSr. liseonde de tliranles: Prnmelli res-
linnder, Sr. i.residcule, au nobre sonador que me
ler. a honra de contestar na ultima scssiin ; vou fa-
zo-lo acora.
Koparou o nobre senador ua proposijao quo omit-
li, de quo a empieza do caminhos de ferroenceta-
%
islo. Nio ha 1
exisla hoje mais
duslria agrcola,
Ira designar .lo :
he eicenva, e e
a agricultura; e
paizes entendeu-
aiz, fallo doi civilisados, ondo uo
ou menos um imposto sobre a bi-
soja laxa territorial, ou lenhi 011-
ta laxa ......mu em algn- palies
ilrclaulo nao lem podido e.inag.u
la medra apeur disso. Mas nessos
lia SO anuos a essa par-
11,1
O nol.i
gando quo
asirvn ao
quo rile jul
nllonua-la : eu nao disse que
que devll allenua-l
suslonlnti oslo son rapan alle-
quu a historia contempornea,
i. que os cainiilu.s de ferro ha-
-. lingo ao nobre senador que
o chamo sobro eslo objerlo a
senador alludia, e eu lambeni alludi,
crisecommercial nu mondaria: mis Ira-
5 nina crisc mais talla, mais profunda,
; ,1 crisc que resullava da allerajilo do
ndicoos de Irabalho, c de urna deslom-
lo
.....
-e
,-rse commereial ;
o senado pode apio
severar que essa eri
ser aggrnvada, po.lia
de ramiiilius de ferro
sada demonstre! abro
fuudava para assim 1
A comlriirco de 1
fncilidadc do I
decapitaos: essa crisc
he muilo dillcrenlc do urna
urna crisc monetaria. Logo,
quanlo filien evad.em as-
n, quo fallai-amos, longc de
er allomada por emprezas
ou rrein que na MMO pas-
11.mi,"do ,1 razilo em que me
nmodas de
aportar |.or pe
10, de . qil a le
, par
,11 nislr
lela
ibr lie 1 esl ia d
PS-
Api
r da
i|ien
lodo que
em 1,011-
eu. esque-
I ii- Iciiba feilo, mas he muilo
|uo l,e o que prelend
denegaeoes do Sr. ininislru esle beque 1:
.enlo ; e j minos llevemos illud
ubi ro solala de fazer a eslrada da Babia.
N-nlKires, qu.,111,, o Sr. iiiinislrq |k1o a qnesblo do
preferencia, uo considera como deve um minislro
ne estado, os inleresses graves dn paiz.
Eu ji disse ne ultima sessio que nao k Irala aqui
de sacrihcios dn lliesouro, Irala-sede saber se esla
provincia pode ler urna estrada de ferro, pude enm-
municar o sen litoral r 0 Hiedo S. r'rauriseo.
VJ" e.ecnfundan as qucsl.ies, a companhia nao pe-
ne sarrilicio do I liosonro, a oxcepcao de favores, que
e uchamarc negalivos, o assim mo ha urna razoso-
h.dxo da actual aihninislraj.lo, o com Icnd
oscilar a odio onlrc as provincias, c manler dissen-
sos reciprocas ? Foi por ventura asseverar eu que
volava pela aulorisajilo da eslrada de Pernambuco,
assim como volava tamben pola da Uahia; que
arredilara poderen) medrar ambas; quo mi me
nppuiiha que passasse oadamonlo, rom linio que
se adiMM I resnlujlo do grande pcnsamenlo, do
que so Irala, para urna, o oulra prelenrAts?
Mas diz o nobre senador quo minha opnilo levo-
ravel ao adiamenlo quer dizer, que a estrada de
Pernamburo eslii perdida ; que o minislro do impe-
rio adiando o ronlralo dola, ha do mandar fazer
em l^NidrMfnaoMlMoecullamenle) um nntrate
para a da Babia. Como responderel a islo ? Pois
11.....linislro lia de obrar sobre sua s,i responubili-
diido todas eslas colisas? O ministro nao Irala .les-
tes objeclos em consclho, em gabinete; pruvavcl-
menlc uo adiara apoo em sua conduela.
a Sr. F. Chaves :Me o que vale.
II Sr. D. Manoel:Se niln Idra islo onde csla-
riamns mis.
,( Sr. Ministro do Imperio:So
obrar rom esle despeilo, so slrf be o
que supporcm livpolbcscsllo falsas,
(I Sr
nao pode poii
que vale, para
e tilo impossi-
/'. Manoel:Porque as vezes roiuccucni
engaar, illudir.
a sr. Minislrodo Imperio:Ouem he que con-
seciie engaar?....
O Sr. residente :-Eu rogo ao nohrc senador
que nao d apartes quo oITcndnm.
Or. II. Manoel:Eu rallo en, geni,
(l Sr, lesidenlf.A* lezes lornam-sc...
O sr. I). Manoel:Ah he que cslii a responsa-
bilidade dn machinisinu da forma do governo que
nos rsge ; por forra he una parle indispemavel.
Heos nos bvre que lulo livcssemos esla garanta;
eslavamos lK.ni servido.
ti Si: Ministro do Imperio :-l)h o nobre sena-
dor, a quem respondo, que o ministro declareu des-
peilosanienlo ao senado, queainda que passassem as
los, niln contratarla alguma das duas em-
prezas, sem obler os esclarecimcnlos que jnlgava
necessario*. Seuundo S. Bxc. calas minha palavras
islo ao
lercado lodosos producios do agrrullura, met
rerdadea niaior c malselllcaz proleccao queso po-
lia dar 1, ngricullura : era o meo mais cnergicn de
foincnla-la, de dosenvolvc-la. Como a rrisc que
ios ameica directamente he relativa produrjAo
igrirola, he claro que nimbas prnposiccs iam ma-
lifeslamoulc de arcordn com as premissas o ronclii-
soesquoou havia apresenladu.
O nobre sonador reparn igualmenlo que cus,,
(ralassc desse melboramenlo de que me havia oc-
CUpado, c que me esquecesse do mclhnrninciilo da
educacu, do cien, da inslriicjdo publica, ele.
O senado presente que cu era ohricado fl cir-
ci.mscrever-ino ao objeclo quo eslava en. discusslo:
se 011 lialnsse da quesillo gcral, dos mclhoimen-
los do pite, ronlo o nohrc senador que o meu pri-
meiro esmero seria provar que amis urgente e
vital das noressidados do llrasil, be tratar dn ins-
Iruccilo e do seu clon,; porque be dclle que depen-
de a boa educacilo da inoculado, o he essa boa edu-
carn que serve do base a lodos os mclhorainciilos
muraos, sociacs c malcraos do paiz {apoiado*,: mas
essa nao era a queslo pira niiiu ; cu me nao pode-
ria orrnp.11 do ludo, Por consoguiile, permita-
me o nohrc senador queainda sobre este seu rela-
lo, eu nao Irale agora de allegar mais ratees que o
deslrua.
Em ',1,01111 lugar o nobre senador exigi demim,
que indiciase os meioa do fazer face....
O Sr. D. Manoel:Nao xgi.
OSr. Vitante de .lliranle* :...a essa despoza
que nccossBiianionlc dola Irazer a prestajo da ga-
i-anlia por eonladoEslado, a varias ou diversas em-
prezas para caminfios de ferro. O nobre senador
foi justo nisto, iiorquc em verdade, quem advoga
nina causa, sendo humen, pralico, lem obrgarito de
indicar os melosde leva-la a elloilo o do roalsa-la.
Pcrnilla por lano o senado, quo cu, poslo que
perlonja ao consclho de oslado, o nao soja actual
ronselhelroda cora, emita aqui una idea que me
Icm sugerido, mo digo a ortica, de negocios, nao,
nniss iinplcsincnlea mcdilajao : vou aprcsenlar es-
sa idea como parecer ao couselhciro da cid,
me nao pedirum : vou apresenla-lapara proi
dtsensMn po paiz ; para consultar os votos dospri-
mcirosiiilcressados na qucsUo do qOe no orcupa-
mos; o vol dos agricultores do paiz ; he esle voto
que dcsle lugar cu desojo consultar : uo tenho a
prcleneu do dirigr-mc ao governo do paiz.
Sr. presidente, cuja disse nasossao passadaquea
verdadoira proleccao que sodovia dar fonte prin-
cipal na nossa riqueza agrcola, era facilitaros lucios
de commuuicajlontreos pontos da prodcelo, e
os lugares do mercado, onde deve sor essa prodne-
rao consumida. Firme ueste principio, que esla bo-
je abonado pela experiencia do lodos os povos ; que
rsl hoje condecido mesnio pelos sedarlos do ayale-
ma protector, he firmo nesla conviojo que en de-
claroi quo me proiiuiiciava a favorde lodas o quacs-
quer emprezas para a construejo de estradas ; nao
Iralei pnroin dos uieios de leva-lasa clreilo. Vou
agora indicar alguna e salisfaicr ao nobre senador.
Sr. presidenlo, au eslahelejo como principio e ,1-
ccllo sobro elle qualqucr discussJo, monos injurias,!
quo nlorespundercl. Eslahelejo romo principio
que nao he o fisco quem mala a agricultura, e que
allviar a acricullura de todo o imposto nao he mete
de protege-la culcazmcnle, os fados qus se passam
entre lodos os povos civilisados provam o contraro
le, que a verdadeira prolccjao a agrirullura ,-
lia na alierlura de estradas facis, na navegiego llii-
vial, na construccAo de caos e ajudes para a irri-
gajo, em todos os meios cmfini quo podossem ha-
hilllar o agricultor a ver o frudo do scu Irabalho, o
a vender com rapidez e promplamenlt lodos os sens
proddclos, e com o prejo da venda conseguir o ca-
pital necessario para a rcproducjo.oupara odescu-
volvimenln da sua rullura, seja grande011 pequea.
Os paizes que (com adoptado o ayslema de prolccjao
nesle sentido, Icm visto medrar a sua agriciillura :
os que ao contrario nlo (em feilo eslradas, nem fa-
cilitado ascommunreajoes, nem protegido como de-
viamaagricullura, mu pouen lem conseguido : lid-
ies a cultura mo se Icm a va atajado, em bora aliviada
do impoiloo isrnla de un onus quo alias lodas as
industrias devem sofirer; porque seja agrcola, fa-
bril ou cwnmerrial, doxecada urna roncorrer para
as dospezas do Eslado, r de cerlo ncnluima rlassc
do cldados lira mais proveiln da mantcnea da
dem publica de qne aquella quo se emprega as
diversas industrias.
Na sessao passada, Sr. presidenlo, eu dei o meu
vol uegalivu i abolir,, progressiva dos direi los de
oxporlajlo quo passou em lei, c que corneja a pro-
duzr os seus elfeilos: ahslve-mo entilo, porque nao
quero inlorv ir ua marcha do governo, de levantar
aqui a minha voz, contra osvslemaque se qreiia
iniciar: nao era meu proposito embaraear de modo
alguin a ndminslraj.lo do paiz ; o por oulro lado eu
linha o presenlimonlo deque algum da se rcflec-
1 na no desacert do syslcma iniciado, quechegaria
a poca de emendar-se a ni.lo.
Mas osle auno, Sr. presidente, Iralandn-se de urna
queslo quo cu julgo grave, que cu julgo vital, cn-
londi que o meu silencio seria larval nocivo ; por
consegiiinle resolv fallar, mo dirigindo-me ao co-
verno, mas dirigindo-me aopaii e classe do- agri-
cultores.
Sr. presidenlo, os drcilos deexporlajo que pc-
savam sobre I agricultura, podiam sor applicados a
sua verdadeira prolccjao, o com nleiro igndeei-
menlo dos lavradorcse de lodososquoseempregam
nessa fonte da nossa riqueza. Esses imposlos de ex-
porlajo, Sr. presdeme, cquvaliam onlre mis a
urna laxa territorial o das mais mnderadas; sin ca-
rece de explicarlo, c en vou da-la.
Como desonvolvmonlo da igreja catholira foram
lodosos povos em coral siigcilosao dirimo, 011 da-
tara paridlos rroelos da (erra. A reforma rcligi-
sa sccularisou esses dizmos na mAr parle dos pai-
es que abrajavamaconfissode Ausburgu : os mes-
nos dizmos sccularisados foram convcrlidos em la-
xas lerriloriaes nos oslados que ja liiiham cslalsl-
ca, e podiam fazer cadaslro.
Igual conversan dos dizmos em laxas lerriloriaes
leve lugar anda em oulros paizes que n.ioadmil-
liram a reforma; porque os governos assoutaram
em remediar o vexame publico quo sollrla a popu-
lajo, provonlonic das cxlorsftes e abusos dos arre-
matantes das rendas provenientes dos dizmos, que
mis rhainav amos dizimeiros, uume que ainda he
elassieo no paiz. Porlucal niinra Iraloudo cadas-
tro nem linha elementos oslalislicos para o fazer ;
consenou ossens di/imos, que foram abolidos, o
boje crcio que aquello paiz NONTI cssoaclo preci-
pitado.
Enlrc mis um meml.ro do lliesouro publico muilo
condecido, enlcndcii que convra acabar com o cn-
xamo dos dizimeiros, o comorler us dizmos 1,0 di-
reiln do cxporlajo. Esla medida nao s< foi benc-
fira pelo lado de linar os agricultores das harpas
que os doMiravam, mas poln de aliivia-la, em gran-
dsima parle, da imposijao amiga quo pagavam 1
titulo de dirimes; quero dizer Acarara os agriadlo
res livres dodiziino do lodos os gneros que consu
miam, e de lodos os que vendiam a seus vjzinlios
c do lodos quanlnspodiam dar : limilnu-scodiziiiK
pura o simplemente aquillo que se aiportlVI para
o oslraugeiro : ,-issim simplilicou-sc esle ramo da
adniinislrae.loc fez-sc um grande licnolieioa lodo
s agricultores.
Ora, senliores, osle imposto do cxporlar.lo con
-oler.ido romo representante dos amigos dizmos
011 por oulra romo a nica tai! territorial pralica
vcl, que poda pesar sobre I agricultura ; esle 111
posto, culondo cu, o cnlcnd sonipro, que em ve
do oaholirmos, llovamos appliea-lo lodo cons
(rcelo de eslradas. c vias de conununcaja,., ,1
leudes para a irrigajo, c do lodos os oulros meios
|ue possam contribuir para o desciivolvimonlo c
progressoda agricultura.
Prosumndo o voto dos lavradores, Sr. presiden-
te, cu DOMO asseverar ao Moldo, quo todos olios
aceitaran! do boin grado o continuar a pagar os d-
rcilos de exponerlo coin lano que se Ibes dsso es-
tradas o vias facis dccoinmunicajlo ; anlos islo do
quo seren allivados do lal imposto, e vercni os
seus gneros Irausporlados por mos caminhos, c
chegarem ao mercado sohearregados de um frclc cx-
cessvo ; nerderem boslas e carros em atolciros, c
soll'rcroin loda a casia de averias c desastres: ellos
cerlanienlo preferom pagar 10 por rento na cxpor-
lajo, I ronlinuarem a pagar o duplo 011 o triplo
na euiiducjo ou Iranspurlc do* gneros da sua prn-
duejao para o mercado do consumo. Islo he lo ra-
cional, Sr. presdeme, que eu eslou persuadido, que
en presumo com iidelidade o voto de lodos os lavra-
dores. Mas, nao obslanlc a minha presumpjlo, cu
appcllo para ellos, desejo que o paiz lomo parle
nesla grave quesillo, que os representantes da agri-
rullura digara ao parlamento e ao governu so prefe-
rem ser iscnlos de imposto, ou continuar a p.iga-lo,
com tanto que o seu producto seja especialmeiile
applicado ao melboramenlo cconslrucjo de eslra- que
das, e a oulros meios de proteger o auxiliar a agri- Eu j,
cutlura. Sr. presidenlo, cu nuvi i-nm milito pra- du
er, quando se Iralava da aboliro ou diminuido le
do Imposto do sal no Itio i,ramio do Sol ; ade'-
mouslrajo ,1c que essa molida era um favor Insig-
uilIcanU, quo mo valia a pona fazer aos charquea-
dores do Itio Grande I fez-so o calcuio do quecahe-
ria no raleo da soinnia total do in.[M)slo a cada char-
queado!', o creo quo andava o lal favor por 30 rs.;
com csse argumento foi combatida aquella propolla
na cmara dos Sra, deputados, e nao passou. Las-
timoi que quando so Iralou da abolijslo dos drci-
los da exporlajo, que igual calculo se nao lizesse...
(I Sr.F. Charet: Eu liz.
Sr. liseoiule de brante* .... ou prcvalc-
cosse. Os representantes da agricultor infelizmen-
te nlo teem militas vezes nn nosso parlamento ; es-
lou persuadido que se eslivessem em ,11.11011,1. mo
doixiiriain do comhnlcr com as incsmas armas es-a
abolijo ; lodos ellos diran, raleiai o imposto de
cx|wrlajo, c veris que cada um de iii'k gozar,, de
urna diminuijao lo exigua, receben, um favor lao
insignificante, que de boa vontade renunciaramos
a ello rom lano que tralasseis do eslradas.
So o lliesouro do Brasil uo carece do 11,01)0 ron-
tos de direilos de exporlajo, louvoros scjain dados
ii adminislrajo quo tem sido vigilante e econmi-
ca ; mas he mellior, se nao carecis delles para a
despeza publica, reserva-Ios o formar rom ellos um
fundo que possa subministrar os juros e aamorlisa-
jo para qualqucr cinpreslimo quo soja uecessar
paraa couslrurjiu de eslradas. que pussa garaul
asemprezas do caminhos do ferro, que possam ci
fin promover o progresso da agricultura.
Clemente fereira :Isso jaso disso oaun
applicado diversamente. Nlo, senliores, decrele-ss
una ai.plicajo exclusiva, ossenclal: temos hoje
meios ,1o liscalliar, de levar a efleilo essa applica-
josefradopUda.
leli/nienlooslii creado um banco nacioual, e vie-
se crear caixM flliaes em diveriM provincln ; eu
fajo votos para qne em (odas ellas, exisla urna : a
adminislrajo pois do banco e du caxas filloa, seja
confiada a gerencia das rendas de exporlajAn que
,-ouber cadi provincia : o banco e aun caltas ad-
ministren! cssas rendas, que devem passar das re-
parlijf.es lis,
1 directamente pt
1 ella
.'!"
preguem, I medida que foremsemloeiigidas, ou .,-
lsfajam eom ellas i dospezas do conslrncjjo, etc.,
das eslradas e caminhos de ferro da respectiva pro-
Faja-se islo, quo nlo haver porteo de quo sejam
diasipados, ou desviados dasua applfraclo os impos-
los de exportajlo. Quanlo a mim, lodos os agricul-
toresdo paiz aceilaro comreconhecincnloesla me-
dida, morinenlo quando romejarem a ver quo dos
bancos 011 das caxas sahom os fundos para Icrcm a
devid.i npplicajlo ; quando comejorem a sentir 1
beneficio de umaeslrada aberla, do um ajude feilr
de nina irrigajo encelada ;cnlo loilosbeiiidro di
governo re|.rescnlalivo.
Eis-aqi, sonhores, um meo que ou empregaria
apresentn-o coinoleinbranja.c oirercjo-o i comido
rarlo do lodosos agricultores do Brasil : cu espero
quo o seu voto appareja, quo ellos resolvam esb
uuoslo:qual das duas he molhor, se allivia-hr
do imposto deexporlajo, naolhe dando eslradas:
so sujcla-los ao sen pagamento, dando-Ibes eslra
das: osla simplificada n queslo, pode ser respond
da por siin ou por nao.
Ora, llera deslc meo qno cu nflcrccu ao nobre so
nndor, meo que pode avultar, que podo augmen-
tar, que pode baslar lalvez para lodos os encargos
que hnuvcrmos do conlrahir, cu ontendo que oulros
se podem oflereccr.
Sr. presidenlo, por meo do premios, de retribu
jf.es, Icm conseguido niuilos paizes civilisados, alg.
mas das suas eslradas, que slo admiradas. Ponba-so
o governo testa desse grande inolliorainento ; le
iba una rcparlijo que so oceupo dosvcladamcnlo
deslc objerlo, que nao seja dlslrahda por queslfles
de lana caprina ; Inte de dolar o paiz rom um cor
po do eneenheiros rivis necessaros,- procure exci
lar no espirito da populajo, por furtos, por exom
pos c uo por palav rase prumessas vas, a ullidadi
que resulta .1 cada urna ioraluladc da ronslrurjli
de urna eslrada, por pequea que seja ; sica o go
verno esta marcha com prcscvoranja.quco nteres
se particular vir em sen soccojro, que loda a popu
lajlo agrcola so prestar com dias de servico, con
donativos voluntarios para que progrida a nliei lur,
o o melboramenlo das estradas ; islo he o que se oh
servouiia Allenianba, senliores. onde romo por en-
canto dentro de 10 annos so rondruram estrada-
0111 Indas as drecjocs, c estradas magnficas. En-
l que um dos relevantes serviros fcilos .10 paiz
lualhlade, he a ronstrurjo do eslradas, "li
iia.egaco lluvial quo cuinpre promover ; he a liga
rao dos valles deque (iillci, em o meu prccedeiili
discurso, com os portes do litoral. Aquello cidadn,
abastado, que se pozer (esta, quo dirigir qualquoi
obra de manifosta ulilidade publica, que 11 levara,
cabo por meo da sin alinelo diaria, com sacrificio.
mesi.....le seus pitaes, cslccidado no meu enneci-
lo merece um I1I11I0, nina eondeeoi.ae.io.
O Sr. Costa Ferreira : Aqui esl o Sr. Ver-
guciru rom a sua colonia.,
O Sr, I isconde de .Ibranles : Eis-aqu pois nu-
tro meo do promover esso'melhoramenlnesscncalis-
niu do paiz, e para o qual chamo a altenjlo do sena-
do o chamo lamben! a altenjo do paiz.
Crcio, Sr. presidenlo, que o nobre senador nao me
levar a mal 11 Icr eu entrado cm una explienjo
lalvez fastidiosa de mais ; masera do meu deve, la-
la, puraque elle podesso beni rninprehcnder o
meu pensamcnlo. Alora desees dous meios pudo es-
lar corlo o nohrc senador, que o desejo de ler una
boa eslrada da sua la/onda para um porlo do rio mi
de mar, he Innato em Indo,, lavrador; quo o ulerea-
se privado he demasiado suhlil, mosnio nos liomons
de crosso bom sonso, be bastante alilado, para deseo*
hrir o que rpais Iho roiivm; e nciilmm so recusara'
11 auxiliar u lid,albo que comejar e roncorrer para a
eonsli urjo de nova estrada ou oulra obra do mani-
fest vanlagem para a agricultura.
Nlo fallei -lorlantn do leve. Sr. presidenlo. o crcio
que agora uo so me poden, argir de apresonlai
una bolla Ihooi ia, sem curar de son lado a pralica.
Agora, Sr. presidenlo, o senado 1110 pcrmillr que
entro na qucsllo do artigo addltivo, porque real-
mente tcnho-inc limitado a discusso ib, adlamonto,
entretanto que oulros nohres sonadores que 1110 Icm
precedido, cnlraram todos mais ou monos na malc-
ra principal. O senado que Icm sido tolerante com
os uniros, deve lambem sc-h) contigo.
('- Srs. I). Manoel e F. Chores : Apoiado, de
(l Sr. lisamile de branles:Sr. presidenli
cu ouvi Imjo que era um corollario, una con-equen
cia das proposicies do Sr. minislro do imperio, 1
proposlo em quo elle eslava di proferir a ,-on.lriic
rio da eslrada do ferro da Babia ao Joaseiro, a d'A
gua l'rela ns mareen do Itio do S. Francisco. Pare
cc-mc, Sr. presidonle. que pelo que ouvi ao Sr. mi
' Iro do impeli, razio lem o nobre senador qui
Iho allribun o projeelo, por que 0111 verdade elle lal
na preferencia, declarando que quando aroba
l.resenlasseni, .111 governo cubera resolver-se
aquella que fosse menns loan o mais prnveilosa
Ora havendn elle dito prorodentemente, que a ,1
Uahia linha lid leguas, o a oulra 110, parece que hi
liara a conclusao lirada pelo nobre sead
e admiram o progresso que havemo* fi|u ,
nos adiamos, repilo, ne-t 1- crciimjlanri'. 1 ''"'
perder a oecarilode a.traiiir cscap'iC^
:ar contpinliia, vT
para que ven'
Otaran
1 he
"nenie
a
Irangeros, do fazer oncoi
ropa, ou em oulros logar
rcalisar emprezas, que melhoram pror
o pas? Senhores, perder a occasilo n
erro, he nm erime...,
O Sr. D. Manoel : Peco a palavu
O Sr. Viteoiule de brante* : i, ^
presidenlo, ai duas emprezas de quesTlri ,Sr-
dem marchar do par, se podem ambas orn '"'"
encorporaco da compaiihias ; se esiam r'
cums(ancias de obler o concurso de SJ" "r-
geiros pelo nosso crdito, pela prospfij1
nos adiamos e cumnre que volemos p,,
ha Irabalhos prelminare
deshonra, a conceder a,
BES
a
q iaktg
Irabalhos definllivoi virio, as eompVnhh?^: *
radas fornecerlo para lo os meios -"*
Sera mesmn imprudencia, exigir 2T2E
cumslancias do |.az o Iranalhc ilcliiiitj, *'"
conccsso de qualqucr empreza, porque cll
malerialmento impossveis. Vole.no, *S
Tcnhn pois declarado ao sonado o meu it
presidenlo, e nao desisliroi doli so nlo for en
"** STSaS^II^If' V nSn 'Ca,"
na minha op
ac bel de cmill
, nem su.lonlem as ideas
'le ni
michino.
COMARCA DE OOIANNA
8 de setembro da 1863,
Nesla comarca nada lem occorrido contra a
dem, esecuranja publica, e eslou rouienciJo
!quanlo MrftN
|H
nesle eslado conliuu
autoridades em arlividad
Nesles nllimos dias so llzcram algumis i.ij-
iinporlanlcs. '"*'
O digno alferes Monocl de Azovedo dn hW
inenlo, comniandanlc do destacamento e subdeK
eadudcTimhaiiba, fez remossa um da d'est
dclegado.de dous criminosos de mnrle, eietla
eslou informado, um d'elles he hein nol
de oulros rrimes, lom pralicado mais do um hoo.
cidio. O delegado lambem caplurou I un inj"
do quo ha lempos deu urna tremenda faradio,
oulro, e finalmente o juiz municipal mando f,
zorruna dligoiicia, em que caplurou um dos aw.
sinos do infeliz Manuel Francisco, ,p,e f,, ZZ
0111 lermo do cngeiiho Palha, cujo fado lude es
lemhrado, que cu om 11111,1 de inhibas nulas, u,
noleioi; procedam assim ai autoridades, eitcridn
os Srs. jurados segundo Ibes diciar MU romo*
cas, 01 lio pelo patronato, que bpiii Un-prote-i.
quo raros sern os dolidos nesle lermo.
O prejo dos gneros de primeira neressij),.
continan! onmmodos, menos a farinha, que rh
que vejo, esle anuo se suslcnlar.i na casa de Iriutt
e lautas pataca.
Adeus al oulra vez. (Cortepartiorfrj
OALANdO DA BECEITA E DESPEZA no> Es-
ta IIEI.ECIMENTOS HE CAIIIDAUE, VEKI-
ITCADO NO ME/. DE AGOSTO DE 18)3,
Recolta.
Por saldo em .11 de jullio a Moer:
En. lolras......l:07IS9t:.
Em reribos por adanla-
nicnlos ...... Ir35577
Em inoeda......I:0I7,>SJT
rinetel,
xposlas
llorlo, lo d.l 11,o.,1,11,11 ia pr
porlanria dos dolos das
sidas lie lUldejunlioul
Do (ltente Josc dos Sanie
111,1, cnmmaudanlo do co
oilavo balalhode infanlaria, impoi
lamia dos vciieinienlos do sida,
Vctor da Silva Campos, quo so acli
cm Intrnenlo 110 hospital dos 1,
s Nuil
IllillgO
s Li-
le do
Do lis
uezia 1
Be
porta
I da fr
nario.losel'
ridasdepor
Do solicitador da adminisli
cunta do roiidimcnln do, pi
Do procurador da admini-ii a.
dem........
.....
Vista Ig
ia de cor
pin
dem
11:178!!
liWWl
QHI
llfeUO)
I:8ill!l7t
!1:S.V.N.I7T
..... I'"
respeil.
mlnlilr
uo o a
Jato
l'ranrs
asliii
asdu
o. .Mi
ecorre:
ibueo, que se soiila a meu lado. A esb
, Sr. presidonle, direi francanienlc ao Sr,
ido imperio, que, so tal ho sua inlenclo, ou
Tompanhare: volarei contra ella ondoquei
icu vol soja exigido.
nianl'osloi ao sonado .1 opiniao de quo ai
proas podinusor enceladas simullaneameii-
niii i na,, fina desapparocor a oulra, uo ,1
aiiiosmn. ltoplo hoje, o que cnlao disse, c
uto quer anda algiimas razos mais em abo-
opinio, eslou promplo a da-las.
ponderado quo as margens do rio do S.
-o, e seus confidentes, olTerecem um ranipo
10 do produejao, que pido alimentar nlo
is romo Iros, qualro c mais estradas de for-
s, om gcral, vem a objccjlo, que a lodos
pode ser quo isso aconleca do fuluro, mais
Despeza.
Pago a solo expostas quo casaran) ale
. II l.lo |,l libo ulllllO......
Ao regento do grande hospital pela-
despezas do mez dejulhi.....
Ao dito do hospital dos lazaros .
Ao dito da casa dos oxposlos, dem. .
A Antonio Domingos Pinta noralugucl
de movis para a casa dee eaposloi
por ocasiio da rovista gcral. .
A Trislo llnnculves de Aliuodn, por
um lamplo tiara a enfermarla do
hospital dos lazaros......
A Jlo Francisco Cal nciro por 10 coi-
xoescomscuslravcsscirospaia mes-
uro hospital.........
Vo procurador da admiiislracl, Joilo
Francisco Teixcira, pelos reparos das
casas 11.. S, 7, cVSI,33,35,5let.
\ Manoel Figuciroa ,1c I-aria, por ini-
pressoos..........
\ .Manoel Antonio dos Sanios Fonle-,
importancia ,1c gneros. 831170(1
\halinienlo por esle feilo. 318700
A Un......me da Sil.
raleadas. .
Por dospezas com a
Pedro II, contse si
(vo.....
I.iiilii.lioe-, 1 "I
obra' do h'osp'ilai
dolivrore.pee-
aldo
111 raixa a saber:
de
ii,,,
, e-li
1 poi
di
ida
10nt.11
labo
qn
INirli-
rgens
si, I
elii
que
(I Si
pausado.
o Sr. 11
do quo todo
houvoqueii
se leinbr.ua
mude de brante* :Eslou persuad
cllcs loriam esla linguagem....Mas na,
insislisse nclla, se por venlura algn,
do impugnar o syslcma quo se ini-
Demais, Sr. presidonle, nao he ciarla .1 proposi-
jao por mais do urna ve/ arencada, de que paizue-
iiliiim cobra drcilos de exporlajo, a exccpjo da
Turqua. Ouamlo a produrjo agrcola de um pite
se avanlaja a poni de uo carecer de neiihun ou-
lro lmenlo alen, daqnollc que Iho fura dado, para
quo olla progredisse, chcg,.ssc a um alio ponto do
prosperidade, ccrlos gonerosdessa produeco pagam
mais ou menos direilo de exporlajo. Nao seria
IKtrlanto novo ; mo lirariauos nivelados com os
Turcos, se coiiluuassomos a roceber o iui|Hisloque,
repilo, represntala os amigos dizmos, c equivala
laxa territorial queent lodos os paizes, sem cicep-
joilos Eslados-L'nidos, pena sobro a agricultura,
1 todava prcjudica-la ; porque ho mellior que o
agricultor pague una renda llxa cada anuo, duque
receba em sua casa exactores que Ibes vo fazer
|,o.,|ui/a- nopii.iioi i,,o. que o amollnem, quetalvcz
Iho suftcilsin processos, quo os levem aillo os tribu-
naos que os condomiieiii.
Ora, dada osla explicarn, .1 qual me enmpromet-
li, cu volvo agora a responder ao nobre sonador ou
a salisfazera sua oxigencia.
Seuhores, eu eslou persuadido quo su o corpo le-
gislaliw, resolver, com o voto dos iileressados na
untcra, que se continuo a cobrar uo os 7 por ecu-
lo, queja l.i bu,un, mas,......mu os 5 que actual-
mente se vo cobrar na ovporlacao, reservando esla
renda para fazer face s dospezas de garnuliii s em-
prezas de caminhos do ferro, e da conslrucclo de
eslradas eommodas, o da applicjijo de oulros meios
quo possam faclilarolransporlo dos gneros do in-
terior para o litoral, faro o maior dos bous ,10 pai
cm goral ca agricultura em particular: obrando as
sin, malcriamos unta,lanjaciu frica.
Mas dr-se-lia, se continuar o imposto, ello sen
na aclnalidade nlo ha me
. II ni do me pcrdor ; er
MleiM engao.
Seuhores, por venlura as du
rem do Itoeifc c da Uahia, a ,
dorio de S. Francisco, lulo de ser relias por
lo t Onde eslu as fadas, senliores ? Ond
varinha de rondan que nos poden, fazer be
tilo rpidos ? Nao he possivol que (aos obras so fa-
jam de untjaclo, nem com a celcridadeque a nossa
sofrogido, o nosso interessedesejar ; anuos lem que
decorrer. Maso que ou assev ero aoseuado hoque
no momento cm que for comecada a eslrada do He-
rir ao |.onlo do rio de S. Francisco, apnarecer no
paiz o lori delta, quem desojo cstabclccer-e as
margens desse ro, quem xii abrir tandas, cm cs-
peranea de quo em breves anuos padec mandar
seus productos para os portos do consumo, nu ven-
dc-los com vanlagem, como niuilos fazem. Se osla
he a marcha natural, o liralica, porque niuciiem
me poden, negar, que n inleressc individual nao
seja um grande motor para todos ascmpie/a- o in-
dustrias, como uo esperar qucao cabo de I". 011 JO
annos em que se concluir I conslrucjo das estra-
das, quo I mam do produejao 110 valle do rio, nao
seja de laiiianh.1 Importancia quo possa alimentara
Enlcndo por lano, seuhores, quo ossa ubjecco
nao lem forja lal que demore ao senado do propo-
sito em quo esl de aoviliar eslas empresas.
Sr. presidente, eu alludi ua sessao passada a una
rircuinslaiiria que repulo to importante, que de
novo chamo sobro ella a aliene do sonado o do
governo. Eu alludi a opporlunldado,I situarlo
favoravcl cm que nos achamoscollorados, para prn-
mover.c provocar emprezas desla ordem. lio emi-
ncnle a irise do que Icmus fallado ; o esl ao al-
abe do todas as inlclligencias. A decadencia da
grande cuitara lem de vil um illa;' convm que ap-
parelhemos nossos estmagos, para quo islo uo nos
produza mortal lodlgeslao. Por couegolnte ta-
ma uateados de una poca, no fuluro, em que
lalvez mo (cubamos nem o mcsinorrcdilo, nenio,
meios de alnihir os capilacs eslrangcros, de chma-
los a quo lenhain emprogu donlro do paiz. O cr-
dito, seuhores, iiloronsstc so na vontade de fazer,
consiste lambem nos meios de salisfazer a divida ;
nao ha especulador europeo, uo caplalisla a quem
falle o alilainenlo necessario, para apreriar .1- cir-
cuinslancias locacsdeum paiz ; nao I lie importara
onlrar somanta na analyso da prohdade o da nle-
grdado do sabor daquollcs que dirigen! o Estado,
cllcs entrara lambem no oxa.no miiido dos ilaqiicllcs
que o Irabalho rende 110 paiz. Sendo islo assi.....lio
reconbece o senado que a occasilo |H-osncra cm que
no-,iriiamo-, om que traamos de abolir imposlos,
0111 que vamos dsiiiiuur as nussastarifas, para o que
p1e-1.11 a o moii voto, em que entramos ua verda-
deira marcha ilcum povo civilsado, quo lom mo ai
volitado,como moslra quo lenipcrseveranjadesecur
o -,-leni.i econmico o fiscal, que a scicucia mostor-
11a apregoa como o mellior, e que lodos o* fados oc-
r mi ido- nos diversos paizes abouam conin mais pro-
ficuo c efticaz; cm que a Europa Iam sobre nos, nlo j
digo que olhos invejosos, mas olhos que obscrvaiu I
P,
Em lolr,
Em recibos por adiauta
ineulos .....
Emmoda ....
75(fS
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(KarjllOI
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llissil
Ibr
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nlo
D074HMS
:irsl-7li,
243SI
, 11K-IV
Adiniiiisliajo gcral dos cslabclceiiuenlos de,
1 dado, 3 do selcmbro do 1853.
Oescrito,
Antonio Joi Comes do Cerni.
O Ibcsoiirciro,
Jos Vires Ferreira.
MAPPA 1I0 miniiicnlo dos i-slnliclix'
ltenlos de caridade veiilicadol
110 ntt./. He irjosto di. I8.i."i.
(UANDE DOS
Saldrn
Morrcn
Existen
Curados.
M.ura
te
Nas-.'i limas do cnlradi
l)ei.is deata poca.
IIOSPIIAI. DOS LAZAROS.
Evislii
Eulrai
Sahiran
Morrcrai
Existen!
I Curados. .
Molhor.ido,.
Nociirados.
CASA IIOS KXPOSTOS
Exsliam........
Enlrarain........
S.duraui.........
MomnMJ^mM\u^emiredl
(Itcpois desla opocu.
Exislcm ........

I-
Aihninislraro geni dos oslabelccinienlo' "
dado II do -eieuibi. 1 de ISS3.
O e-crivo
,/uonio Jos (lomes du Corren
tnb.i
husos
ntai.di
I pal
algu
io-so
III.11
o enc
nisdr
Oca
la-dl
ubi,,
lilil
ocru
va.
Arha
>holi
i|ic
aos lin-
pos leu
Com
l-iln-
Podei
"s med
Jllodo d
lipalmo
al, inc,
(as, sy|
"lismi
"menlo
hilo de
raame
mod
Illa ro
"ara
Com 1
possa jm
ton t
vc-lo
lo o
sleosc
Focan
liz Vic
ulan
Mnpiic,
Uoqu,
e epre
%
necoii
PpIk
recur.
,nrn
enius


aM
PGPAHTIQAO DA POLICA.
Parlado dial de estambro.
K.m. Sr.Na ausencia do Sr. dewmhar-
,ft de polici nlcrino, parltripo a V.Bse.
.irlwe honlem o hojo receladas unta
,, consta lerem sido preso": a ordem do
,1,,,-ilo do crime, o pardo Innocencio rudo
,e ..ara remita: a ordem do subdclogodo
nfia de S. Fre Pedro Connives, o pardo
i jo Carino, e os prclos Joaqulm, Jlo, e
tmlos por crime de jugos prohibido
un.'i
1'"'Z,uliilrlcgado da froguezia de Sanio Anlonio
! al/a'Hin.i Francisca, sem declaracan do motivo,
iiIIm Pedro Ferreira, eSilviiinljoincs da Silva,
.lalu-s
pauli*
Pedro. _
SanllM ranetol, scnfdeclara
Scm{*i Domingos Homao, por crime ...
EJp. c a ordem do subdelegado da freguezia da
Boj-Vi-la, o paulo Jarinlho da llora Pire,, para
"cncu.inVsi'oliciaes.
Pela pa'rliri|>:iri1o que cm dala do I.* do correntc
,./ o delegado do termo de Plores, coma que em
asila do dia \i do agoslo lindo, nppareccra na po-
rtado da llaiva-Vcrde o criminoso Jos Anlonio
Perira, com um srquilo de t\et ou do/e criinino-
,os, c percorrendo algunij* ras d'aquella pnvnaco
-ali'ira auasl pela mandil do dia seguinle, e so Cora
loj.lr em casa de Joilu Rodrigues de Souza Pila.
lu m mi I" diss o respectivo subdelegado reuni
urna |n'ipicna Corea rom a qual cercou e casa do dilo
Joan llndrigues depoisdoque romperam os crimi-
noso. <> "g conlra a forca, e pelo lado que acharan!
111,1, fraoo conseguirn! evadir-se resultando dislo
anrrereni i soldados da tropa o a dos criminosos,
,lcin de um quo consta saliira ferido.
No ilia Ido delegado requisilou ao rapilao Jos
rhoniu llcnriques que segua para o termo dcllu-
hiiix a forca de sen caminando, a qual sob as or-
len, do aireres Uuilbcrme Marques do Souz.i mr-
i-Iioii para o lugarSacio do Boispara onde ha-
0.1 presumpean do que livesscm vallado aquellos
,nininosos; nesse inesmo dia a larde chegando lili
idila Torca cardando os criniiiiino,esles cousogui-
rain llndl per Idea foca depois de alguns liros de
ge resullOU o ferimcnln em una praoa de pi-mui-
r liiiba.
An-ro-ronl.nl anda o mesmo delegado que li/era
munil lima Coica de300 bomciis que dividir em
nplrulhas, coni "* quaes perseguir os criminosos de
,iu., h i"i ron que nao lograra captura-Ios per
,|.M. iq evadiram para o lermo de Piane'-
eolio rerommendado quo emprc-
11, diligencias para conseguir prender os
ihinnnsos, c que Taca proceder sem dc-
lermos da loi a respeilo do nrnntcrimento
ilCIIICIIiioilllll.
Bldala de 3 do rorrenle ptrlleipoa o drlcqa.ln
il.ilcrmo ile.Vizareth, que luyendo o subdelegado
lunnlento do lencirn dislriclo daquella freguezia
ordenado a nrisio do ci imiuoso de inorlc l-'auslino
,|,. I.il em vlrllldO de loquisiraodo juiz municipal
tolermidolug, leudo),ido oncarrcgido da eve-
111,10 o in.prrloi de qiiurleiran Jcrouvmo de A Hu-
luerque Mello, o erfiniaoM resistir a prbfto usan-
Judas armas deque csla\a munido contra a palm-
illa i|uc o ia prender, a qual disparando alguns li-
le, resultara d'alii a mora do reo, a respeilo da qual
1 nenio delegado Ocari procedeudo na forma da
\1-1.1
:ue luda:
ecridos
ll.lllllllll
conselli
Udenle
lode-le
(Jal.
ondea V. E\c. Secretaria da polica i
Icinliro de 1833.lllui.cF.tii
lenlo da Guilla e l-'rgueired
ra.O deleaado do I.- di
Munoel Clrmcniino Carneii
1\i de
iro Jo.
,|.lo\
termo
lili II! Iir MI MMICO.
1.....la-nos que nodll 10, por alta noilc, sahira
un.1 forca de polica pelo aterro dos Alonado*, por
mile lamben) seguir no da 11 de madrugada o Sr,
Icseoiharga.lor cliefe de polica, que ale esle mu-
calo nao -e rerolbera aindl.
I.iiiihoin coma que um sacerdote sejduagcnario,
loecaslao emque ia ,11/,-i inissa, lo pala as banda*
'Cilio, loraaecommetlido porqualro mam-arados,
iic o espancirim.
lie bem provavel que a partida inopinada do Sr,
lele de polica lenlia do provocada por r-.se Iris-
au acoln-cimento, Oueira lieos guiur os pn-
;di>Sr. iliefe de polirta pira que possa elle por
iro .1 desalios de tal ordem, que smenlo scrvciu
e im)imr .1 todo liomem de corarlo, e que deseja
Meranienlo a nroaperidida de Pernamliuco. P
a o goierno da provincia naaua tarefa honrosa
Idireabodoi ladroei e aataatinoa, que lorias
rnrjo, de lodosos pcruanihurauns.
Mmtm--
Seguuilo niiinimiiicinnN offlelAea da villa Bolla,
emula queaprevonlando-se no fita i-2 Jo pissaiio
111 .iliiihnnuiiosos rifi jt\o,ir,Tn do lt lAttlonlo IVn-ir.i, proflOBClado por lor (ninailu
re na rcbctljao do IKS, c polo ^.-.sninalo do pa-
ira Wf.i-. fon |mrnrado pelo rcspccli\n sidulolc-
ulti para ser pro) mas <|uo fiieodo fnao obre a
upa apcnai a roconhaecD, conscijuio fugir, !*cndo
ic por un.hi.io do cnnllirto niorroram qualro
aamb, ala da cada parlo. O delegado, i Tilla
Ni. fa wQuir no dia l:( una forra de linlin para
llanndf] Sarco dos Bd, rc4dcn<'a do dilo Jos
\nlonjo, nudo Tinmc vivo fo^o da parlo dos criini-
".....-1 <* w tlopois do -iljutu efforco p'^lo o rom-
ntiiitilaiilo urcupar a fa/enda, sendo ncs-ia nocs i ,1o
Iriemoiilc rcriilo, o (amlieni upiwM.tdo. No dia
II para 14 marchou o delegado Am odesUcamcnlo
talfuu guardan nariouaos, o Rio os adiaado, diri-
;i"-c para a fa/enda da Barra, o mandn c\|durar
RUlInsemqUfl rosltimam ellos oronllar-o, c sen-
l>cc.>nlrados no dia 17, po/erani-se cm fuga, dc-
Iwmc pequea rosisienria.
Oijpilao Cantillo conliniia ..... a "h\ rljilc mi
MBdiliaenclafl : acabada prender na Sorra de Ara-
il*, i las leyuas dislanleda \ lia de l'esqueira, o
'iinimso de inorle Anlonio Moreira, que aclia\a-
acroUo cm mn suldcrrjico da oasa cm que mo-
bcus dilod, como exigem as regras de dircilo c nao o
ospirilo da cavilac3o.
Ma islo pomoinporla ao nowoaMamplo.
He o canillo vareador da cmara municipal des-
la cidade. juu quo desle recurso, e aulor do etnw-
daloum Fulano de lal d'Asshomcm nimiamen-
le estpido, coja industria nao passa de borrador
do imagen.
Tomando conhecimenlo da senlen^n recorrida, as-
sumio i jurisdic^ao da relac.ln o supremo tribunal de
Justina, e cinsua injurdica lenlenca, annulloii todo
o processo, allegando cm seus mentidos fniidamenlos
faUidade do provas, alirn de poder o recurso, ntcr-
pnslo estratgicamente pelo nesro, cmplice no cri-
me, aproveitaraos demaisco-ros, al inciirsos cm
artigos dilTerenlcs.
Ol que escndalo I
Em quemaos, por aiiumalidada de cirrnmslan
cias, ai parara ccguinlia da nossa Justina 1 Se ella
tivesso seus ollio* desvendados, por certo, correra as
leguas de in.lm l^olasci^as e prosliluidas...
Eiicnrcmos agora com longanimidado amonftruo-
tidadeeMa sonlenra, que bom poderla ser qualili-
cada de Hnphinyc.
Aqu o escndalo fui duplo.
primo.Os reos pronunciados, cm ci mes ina-
fianoa\eis, i prisao o li^ramonlo nAo p-dem intorpor
roni'iso, sen. se rccolberom acadoia, miique a pro-
nuncia os sujcilando a livramenlo dobalSO de pntfO
rulo |Kdein tentar esto mcio de livrant-a o reeuntp
sem que prc.ianienle se teubam recolbido pr-
Ido, onde ser intimada a icntcnc.a, para, dentro dos
cinco lias, empregarcm oslo meio ordinario dodaia*
M,arl.7dalcl de3dodenmbra de mil c uviso
imperial de 17 de julbo de IS.:l.
A admiltir-se a escandalosa pra\o, que critica-
mos, Iludidas lira i amas citadas leis.
Oaarealoa eonflrmam a oplnilo jurdica, que sus-
tenamos bastando cilar-se o processo, feilo pola re-
bclliaode Minase S. Paulo, em que, sendo pronun-
ciados na corta dillercules individuos, ROpnM que,
cada um se rccolbia priso, ia intorpondo o sen re-
curso.
Anda lia punco expenden na cmara temporaria
o presidente desla provincia ; Catonlie )... doler-
lnii'i lii |n>- eumpiissc com vigor a minha ordem,
que prendesso o rriininoso. nauobslanle csscalvar.i
que me narecon, aasim como parecer* n qualqoer
bomcm, que enfeude da legbfafao. que nAo bavia
iolorpotto O recurso, depois de preso, como manda
a le.
Secundo.Osju/es inunicipaes e at os de di-
rcilo iiilo leniJurlsdicclodo annullar prore em materias jursdiroonacs ludoqu.mlo n.lo lie c\-
prcssamcnlc comedido en(ende-sc vedado. Polo
oonlrario da combinaran dos tullronlos arlIgoA do
cdigo do procoato. I., do 3 da dozembro do isl e
rogulamenlo de 31 de Janeiro da I8V, qno Iralam
das atlribuin'-es desles jui/cs so ve, que ellea Iwn
reslricla ubrigarao de, quando os procosso-. solioin a
sua presenra, maiidaicm o\-ollrio ou .1 roqoorimon-
todas parles snpprir-sc a* formalidades cuja Calla
iiiIm/iii.i inilhdadc ; assiui oomoempiogarom asili-
ligcncias necesarias para eselarccimcnlo da ver-
dado.
S as citadas leis un ronliaran esta juiisdiccao de
annillar procossosa rolaran o supremo tribunal i\c
jiislira, como mili lucidamente o explica o aviso im-
perlal doSOde agoalo de 1851, cm sua eegunda
parle.
Picapoba monulruosldade de tal seniem;a i.ira
de toda conlo-lacao, a monos que uo soja algimia
joaralidade do nosso conos|Hnidenle, que, se o ni
uliccossomos alraveide sen anon\mo,aconsolliara
mos, que mo lomassea deCc/a d'um acto (lo mons
Iruoso, purqii reuda, se nao nina ausencia do Jus-
lica e lionoslidado, ao monos um calculado dospro
/o dos prlnciptOfl juri-prudem iaes, que feli/inonle
nosregem.
Poiloriamos diiniuuii a iuloiisidadoda notn COU
sura, considerando este pobre /ole um rulo sem im
pulabilidadc, quo, dominado polos perlidos con-o
Ibosdcsuassibiltas.oniaL'uelisado segundo d/em pe-
locnndand'ouro.cominollcra ocriinodi;preval
Kiscoitos...........
Cale bom..........
i) roslollio.........
com casca........
moidn..........
I Mir-i ...i.........
Cocn com casca......
t:iiarulos bons........
ordinarios, ....
resalin c primor .
Coru de oaruaba......
'> ryi velas........
Gafan novo miio d'obra. .
(uiros do bol silbados.. .
espillados......
verdes........
de onca.......
n de cabra oorlidos.
Kucc do cabla........
i Rolaba.......
J) SOOCO.........
_ Ja|ca......fc .
Lslopa nacional......
j) e>lranieira, inao d'i
Espanadoros urandes .
pequeos.. .
Farinlia >\i> mandioca. .
milbo.....
aramia .
3
l-'eij.u
l-'unii
Iiro
Vara
previsto
do artigo luido
id
incln
,i por s
que
a\aucada
un dlivi-
lesaluida
enlc magn
orrer em le
ti-
rulo de I ii
^55 I
I.
Maso Emii. vice-prciili'iile,M
d'arca santa das nOMUUleh, inand
daprocemarurn juh prevarieadi
eescaudalosainenle couculcon as leis vlgCnlU, lll
vadindu a eapberl pralicado poder legiMalIvo.
Toda a gente denla cidade, maravllhuda por un
portento de lal niasiiiluile, pin suas narrativas leni
altrlbuido o milagro, a influencia magnelica do
coiidan-d'oui-n, aucnle poderoso son
sadnr. que ludo lal ino\er, uerar, c
de si.
Helias descoherlas devenios a este
zcs... Amigamente, quando se va ......rimiuuM
arrouiliar carceres, quebrar cadeias e fugir por en-
Iro as nios da juslica, sem nngueni O prcseollr, al-
Iribuia-ac logo a magia.
Mas hoje, que os cspcriincnlalisil.ir |Cm hein in-
veallgadoieaplicra das causas dos pliooomonoa da
italuroia, so ha gcralmontereconliccido, que e-les
elleilos iiur,i\ilio.iis s.lo prodil/idos pelo con,1:1o-
d'ouro, que ludo inaunelisa crealliras humanas,
Inanimados, e al aalalai de rijo marfltn.....
l-'eli/menle o sabio legislador foi mala prcv denle,
que esles asparllllioajh peilllillindo parle, fel ida
u dircilo, levar de novo a sua Jalla causa para
urna renio, em que perde loda a sua virlude niag-
nelic.i o lal roiidai./.iuho. O riijilmilc.
COMMERCIO.
i'it.vi.:.\ no Hiiui'HmiKSKiKMiiuo as:i
HOIUS DA TARDE.
C.olai;ies olllriaes.
Cambio sobro Londres a Ti :l|i d. Ii" d|v. a
pra/o.
Detconlo de lellrai de 1 a ti incze S \\i c 1) por
cenia rio auno.
Oleo de palma- a 850 r: n gallo.
AI.I'ANDEliA.
Kcndiinenlododial a ID .... "SilS'.lbV.I
dem do dia 12.......11:0179122
amolar
ii ii mirar.
ll'holo.
Ponas ,1c Imi. .
PiaosnlNi.....
Sola ou \aqueta,
Sebo cm rama .
Pellos de imi ii,-i
Sal-a panillia. .
rPiooa.....
I olas di
Sabia. .
Es
\i
finioo
se-Too
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n isooo
fotOO
3M00
cenlo 29101)
l|600
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i) 2f>>00
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...... 9280
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lira. .. I-MKX)
.......um 29HIM
......n 190110
... alqueire 2fKIO
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.... 1. 29S80
. alqueiio .-")ini
.... a .-,000
.... .1 3)000
.... 11 -giKMi
.... II 49500
realolhi........ :i?ikio
............ >9II00
...........alqueire : iu
...........a J-'iii"
laudes.........culo I96OO
quenas........ 9XI
........... 11 *>.-NHXI
riislados. urna IJ-ihki
...... 11 79IKMI
a it) p. de
...... 11 2<>9l *IO
dilo iisuaes........ 11 IIINHKI
1 .le dilo............ 793OO
dit.............. 11 O0IKI
i lo............. i) 39"i00
lour............. i) 90111
de ilil............ i) 19200
dilo.............. 39200
Uto............... 29200
odio.............. :ijooo
alajuba...........|ulnlal 19208
parreira...........du/.ia 19280
......... 11 19600
...........860
ipira para carrea, par lOpfJOO
i, 11 11 11 IIL-4NNI
....... ranada
.......alqueire
.........nina
Ikiiii .
ordinario.
em folha In
Ipecacuaiilia
(omina. .
(jengibre .
I.enha de achia
11 11 1. p
11 loros.....
PrancIlU de amarillo de.
>' 11 I.....o .
(aislado ile .imaiello de :l
c. e 2 ', a 3 de 1
de
i:o.|.1,lilil,
Boallto .le
Forro do 1
Costado .1
Co-ladiulii
Soallio de
ros dos emha
navesaveis d
arls. 70c" .
solicitar as lie
cacos empregadas no trafico dos ros
.la provincia, quo em virlude dos
o regulanierilo das capitanas deterjo
;as aiinuas, e o arrolamcnth das
ditas emharcares, isto no prazo de .10 das, fndus
os quaes se imponas mullas aaqucllcsqucdeiiarcni
do ler scinclhaiile dncumenloa. Sccrelaria da ca-
pilauia do porlo de Pernamliuco 5 de sclembro de
IK5I1.No inipedimeiilo do secretario,
Joo Haberlo .tugurio da Silla.
Pela suhdclegacia da fregue7.ia de S. Fr. Pe-
dro (ioiic;alves, foi apprehendido um caiallo casia-
uho que ditagava |ielas ras, o bein assim um au-
nel de miro com tranca do cahcllo pelo meio, I lel-
Iras iniciaos: quem direilo livor a esses ubjeclos,
apresentc-se, que dando os verdadeiros signaos, llie
seriio eulreglies.
_ Se\la-fera, 16 do correle, depoisda au.lien-
;io lilin. Sr. Dr. lu!
horas c lugar do rn-liiin
guiles bous pmhoradoi
provincial, contra divers
pela quintil de KM19000
ra daSoledade, pe lene
dos feitos da far.cn.la
r, lia arrematacao dos se-
poi evcciicoes da fa/enda
!>s da mcsia, por vendo, c
ra. a casa le rea 11. 6, na
ule a Anua (ierlruda da
I
qilil
,,l,
i;.....I11.1. 1 odas de si.
n 11 eivos n
Mdac.........
.Millo.........
I'cilra de
urna
11 mi.
11,
.le perpen.
pipa. .
-.140
1-2811
Nitll
69OOO
.-Sin I
39300
9320
2j MI
I.-: lili I
S200
IKNIIKI
2..VHI
921(1
9080
9160
:la-rJHKI
MOVIMENTO DO POilTO.
NatotntfUlto no ilia 12.
Ilahia -5 .lias, barca Ingle .Inulta, de 378 lonc-
l.i,l,i-, capiao Irrhibald Jol......n, cquipagam 15,
0111 huiro; a Deaue Voule o\ Coiilpanliia. F-
cou de quarenteiia.
Marei2 dias, barca Inglezl llhomlii. de 2021o-
nela.las,capitn A. Me Cnnarble, cquipiigein II,
carga amicir a ligedlo; a llojle ^ Companliia.
Veio a esle porlo recobcr ordena c seguin para l.i-
verpool
alili dias, aiilaea sarda Calha
ciadas, capiliio SebaetiflO \'ene
carga vlllho a ni.iis gneros;
Ciinrcii.Ao ; as casas meia-agua n.2le2:l.
do Manuel (ano, por 2301000 rs. cada una, perlcn-
cenles ao ci-snlicilador Francisco da (aisla Amula
c Mello ; na estrada do Itelm, um sitio com bas-
lanles anorediisdc frnclas de dill'crenles qualida-
des, baiva para capim, viveiros para |ic\e, com
duas cacimbas, cercado do limocm parle, com por-
1.1o de niadeira, e boa rasa de vivenda de pedra e
cal, por .1:500900o rs., penhorado a Joto .Manuel
.Mondes da Cunlia A/.cvedo ; qualro pipas vasias
rom torneiras, por KjOOO rs., e um lelheiro colierlo
sobre estelos ile madeira, perlencenle a Candido
llieodoru Uodriaucs Pinto; um lerreno na ra do
Lobato com 30 palmus de frente c 70 de fiindo.coin
alicorees pura casa, ciiendo una casa de lalp 1 .0-
berl.i do t.'lli.i. por 3309000 rs., perlenieule a viu-
a de Chrlipim Marques Noguelri; um lerreno nos
Coellins, ra dos Pra/eres, com aliceres para can,
poillOtroOOrs., penhorado a Kvalisto Uendada
(.nidia Azevedo; umaolaria na Iravena do l.ur.a,
lieiihorada a Francisco das Chagaa Oevalcanli Pes-
soa, por :llK)9l>IKI rs. por venda, e na qual conloo)
.....a pequea casa de laipa ; duas rasas Ierren, na
fiegucia do Po.vida l'.iuella, na roa da Uanguolra,
pela avahadlo de 2:5759000 rs., perlencenles a Joo
llaplisla l'ereira l.olio: quem quiur arrematar di-
los lieos, roiupareca 110 lugar indicado. Kccife 12
de Miembro de 185:1. (I solicitador da laiendl
piovincial, Jote Mariano dr .llbuqnerque.
l'ela subdelegada da Ircgucia dos Afogldoa
se fa/ piililico, que se ada depositado um civillo,
magro, ruco pedre, velbo e cogo de um olho, o
qual foi ap|irehen.lid.t na oci-asiao cm que fui preso
JoioTiviraa de Souia para iveriguifoei poliriiea:
quemMjulgar com direita aomnroo cavallo, coiu-
pareca noale Julio, que pr.i\,iii.hi legaluienle, Iba
ser enlrogue.
AVISOS MARTIMOS.
Rio do Janeiro
rmenlo uo lia 2
u. escuna Laura
passa^eii o-t e osera vs
ilffnalarinaj, it
do Visarlo
Sokuc imnrclerh
bem conliecitlo In i
porfele oommodo,
doilloa dilijam-so ;i
ra Jnior : na ruu
aydar.
Para a Babia
Seguirti brevemonlc o Male 1
capilao load Sover
pasaagelraa Irala-aa
da Sen/ala n. 134
a ll. .
lo frrenle o
recebo carga
o-., os piolen-
la PoiHO-
primeira
icional '
i-;, para r
rom os coMignatariooi
.Mn
It.
\rlitittt,
roa ou
na 1 im
.011
\a por Mala1.
ria, de ns ro
cqulpagcm \2,
ordem.
MaranbAo e CcaN
escuna brasilcii
capilao Jnai|uim I'him
ani
ronseca Jnior. I'aang
KranciKO Sergio ll.uma,
lli\iiia, Paliio Augualo
toncalvca da Silva, Juo
io, rraneisco Joa do Me
do ullimo pollo '.) dias. brizne
t.'mii, de m l|. tonelada,
io-, equipasen. 17, oar-
i; 1 Jos.- Baplisla ila
iros, JoSo s. Jnior,
Alexandrc Marcelino
Boyina. Jos Joaquini
Anlonio da Silva Pin-
leiroa Jnior, Manuel
orre do Nasclmenlo o ."i eacraYoa a enlroaar*
EDITAES.
R9:9lsOI!l
II
(ale
(MiillMI\lil.
A.lia-sc presenlemeiilc nesta cidade e residenle
1 lintel hrancisro, n Sr. Thnniassin, Dr. em inedi-
iia pela faculdado de Paria, inllgo eirurgiao-mor
armada,e empragade p-la adniinistrarao geral
**lm.ptacs cm Kranca, aonde por niais de i'l) an-
i's Icio ever. i.lo a ral prolissao.
l.n-la-nos que e>le Sr. nimio aqu se demora por
Ijiiii* me/es anles de seguir para os Estados-I'ni-
l'.nl.'i
fdici
mili
tlToilamenlc fallar dos seus couliecinien'-
Irnrglcoa c pronUDeiir o sen novo mo-
le Iralar Indas as molcslias rhronicas; prin-
palmenle as di libado, estomago, abdomen cm gc-
il, incommodn lijslericot, uatulenloe, hcmorrhoi-
*s, sijiliih^,moleslias do ulero, da lie\i::.i, rheu-
MHBM, |iar,il\-jas 6 enm npecialidade os eslrci-
imcnl.K da uri'lra, opcracries quaesquer a essa mul-
li'lao de niales rebelda arlianlo promplu recurso no
lilaiiicnlo novo, bascado as descoherlas da scien-
n 111,,,1,111.1. (|ne o lr. 'I'liomassin emprega contra
'-i-i'iio a niaior felicidado c resultados notorios.
Dttearrtgamhole l:lv ulembro
ie Irance/--.'pirantepipas de vinlio
ra IrinceaieeUuHUqueijus, hlalas e fa
reos.
liaren lirasileiraMalhililr pipas \ asas.
Escuna hrasilciraFortunafumo e rhariilos.
I alela licitaJrancltcmerradorias.
Hii.tie porliiguc/Mara Feliz arrose vimes.
Iliale hrasileiro.linrliafumo e cliarulos.
CO.NSI'I.AIIOOEHAI..
ttcndiniciitndndia I a 10.....J:SW,%'0.i
dem do dia \i........ 348*336
3:180*561
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcn.liinenlo do dia I a 12..... IdjUif
Exportacao .
I.oauda, com escala para Hcnguclla, hrigiie por-
liiguei Triumphanlr, de 3:11 tonelada!, cuidu/.io o
seguinle :r, pipas, 32 lucias .lilas o 00 Barril
agurdente cachaca, lili hilase 2 barricas com .111
arrohas e 3 libras do assurai, II) barricas farinha
de trigo.
Parahiba, hiato nacional Pagele, do 31 Ion.da-
das, coiidu/io o kuiiiiIc : So v.dumes inollia-
,1,'-. 110 ditos Mindi.
HECEUEDORIA IIK RENDAS INTERNAS GB-
R.VESDEPERNA.MIIICO.
Rcii.liineiilo do .lia 12......1:4808635
CONSULADO PROVINCIAL.
Kcndiniciilu do dia I a lll .... 11:547*341
dem do dia 12........ 503J93
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm cumprimiulo da rewlue|rO da junta da fa-
ii,la, manda faier publico, que a arreinalacio da
obrado lo- lineodiealradido l'.io d'Allw, annun-
ciadl para os das 1:1, lie 15 do corren le foi Irans-
fci da para os dias 20, 21 o 22 do mesni me/.
Sccrelaria da lliesouiaria provincial de Pernam-
liuco 0 de sclcmliro de Ih5:t.O sccrelario,
.lalonio i'erreira d'.tnnunriar'to.
Do ordem da lllm. Sr. inspector da lliesoura-
i da fuzenda se fa/ publico, que. no dia 20 do
irrcnte 10meio din, ir a piara perantc a mesma
ro|..iilii.,o, para sor arienialada a ipiein por uie-
li/cr e mclhnres vantagens para a fa/enda ol-
rerecer a ohra dos reparos de que precisa o quarl.-l
la Soledade, que deu-rn ser everulado s.-guiidu o
plano c orcuuienlo, orgauisadus pelo eiigculiciro
militar, o que senlo patentes uesla secretaria, as
pessoas que os qui/crein consiillar.
Oa pieleudeiiles deverao conipareccr na sala das
se.sses da dita lliesoui-aria, no dia e hora mencio-
na,los com SOUfl liadoro, na furnia du cosliime.
Serrolirfa da tliesourirli da fa/cu.la de Pernim
bu.o, III de seleuihin de INi3 (Iulllrial maior
timilio Xacier Sobreira de Mello.
! luna
nein
mi i de......a de I
la Rabia. Rio de J
saueuos, ilinj n-e ,. ca
paiilna, ra da Cudria -I
Para
Bapcra-ae hoje mi
ainanlija o vapor iu-
glcx Urasilrira, da
llov coinpanliia de
Liverpool; depobde
*, seguir para os porlos
e Montevideo ; para pas-
de Dcauo Voule A C.....-
Recite n. 52.
Amo'.
Lotera do Rio de Janeiro
Pulo vapor (tiaiiil)iirii, cliegara'do Sul, a I ti do rorrfjnte, rece-
liiT.'inns as lisias das lotera! 18. das ma-
tr/.e da provincia, c \. do Estado Sani-
tario : os premios sci-o pagos logo que
seli/.cr a distrihnirao das listas.
Roga-se ao Si'. Manoel Caldas Bar-
rolo, de dirigir-si' a rita da Cadeia n. i,
(|tie se llie deseja fallar ; islo antes de se
retirar para o mallo.
Precisa-so de una ama, qge saibacn/inhar o
diario de una casa, e fa/.-r o uiais servicaj: no lar-
go do Terco, no segundo andar do sobrado u. 27.
Precisa-se de um liomem para .'indar com nina
crnica, c mu prclo que enlenda de sitio : na ra
do Sobo ii. 35.
Precisa-se de urna ama de lucia dade, que sai-
ha fa/er todo o servioa de casa, de perlas para den-
tro, pura rasa do duas pessoas : no Hccife, ruada
Moeda u. 7, segundo andar.
Precisa-se de um menino de lia 16 minos,
para caiieiro de hiberna : na ra llireita n. 16.
Precisa-so de um rapa/ portuguez, ou hrasi-
leiro, que touha bstanle pralira de taberna : na
Soledade, padatia ronfronlo a groja.
I'recisa-sc de urna urna, pura casa de pouca fa-
milia, que seiba co/inhnr c engommar : na ra da
Soledade, casa n. 10, quasi confronte a taberna e
padaria n. II.
Desappareceu no dia 5.1o corrale um pardi-
nho rorro, de nomo .Maaiede, de dade de II minos,
mas que polo osla.lo de pouco rreseinienlo parece
ter menos: levou calca de riscado rom remendos de
nulras quali.la.les, e palilfi tamhcn de riscado mul-
lo usado: quem ,1,-11,- soulier. participe a sua mai
1-rancM-a dasChagas, moradora nos Afolados, boc-
eo do Quilbo,
Aluga-se a casa da ra Nova n. 31, que fui
padaria, e lora remo : a Iralar na mcsia na u. :|.
Roua-se ao re.peilav.l piihlico, tuapindl -cu
jiii/n sobre um aniioncib publicado honlem pelo
Sr. rraneisco de Santiago Ramos, conlra o Sr. Joo
Augusto lian,leu a di Mello, pois que multo breve
se lano patentes, e pruvanio os mol ios que deranj
causa a un senielhanle niinuncio, la/endo in ,m
'sino lempo de que parle esta a deslealdadc c abu-
de boa fe.
I'recisa-sc de lIhvs rs, a premio pagamln-sc os
juros inensaes, c d-sc por seguranca um esi-ra\o
bom : quem qui/cr eslo negocio aiinuncie pira se
Iralar.
Pao' de familia.
da padaria dola/
pretende no .lia I
lili.-......lelh.ir pao
lilad no Rio
la matriz da
do correle
no lem appa-
B Janeiro, o
Patacho nacional AmrgoZO, al o dia 15 do cor-
relo, para carga e passageiroi Irala-se rom llernar-
dino Jo-e Monieir.i Irm.lo, ra do l.lueiina.lo n.
It, ou a bordo rom o mostr.
Pura a lialiia salie com a inai.u-
brevidade pouivel, por ler parte de snn
carga, o velciro hiute nacional Amelia :
para Oi-eslo da carga e passagcinis, ha-
la-se com o incsiiv a bordo, ou coui No-
vaes & Companhin, na rita do Trapiclic
h. 34, priiueiro andar.
Para o Aracaty.
Seuue cm poneos .lias, por j ler a maior parle
de -na carga pmrapla, n Iwin conhecido o veleiro,
tiialc Capibaribe, para o resto da rarua, linla-sona
ra do \ gario, u, 5.
Ceara', Maranhao' e Para'.
Segu com brevidade o brigttc Con-
ceico : quem no nicsino <|iti/.cr carre-
gar, oiiirde passagein. lili a-se a Jos
Bapluta da Fonsecu Juuior, na ruado
Vlgai'ion. i, irimciro andar.
Para o Rio de Janeiro wgdira rom brevidade
o brigUI /.'-'o por ja ler a maior parle da cania
prompla. o .pial anda pode recebar aluiiina, as-im
como i'i-niw. a fele e pnjaagefros, para o que lem
hons coiiinioilos : lr,ila--e na ra i\.\ Cruz do Recifc
u. 3, escriploriode Aiuorim i\ limaos.
LEILOES.
i) proprietarli
Boa-VMa n. -J
apreaeiltar ao ni
rooiilo, c o mai-.
nunl he conliecidu polas peaioaaquo leni oslad
Ro : gmenlo uel n. 13,0 na moanu padaria: as po->oas quo qni-
......omprar, (arto as buba encommendaa na mo>-
ma caH cima; preeoamu 160lim dilo SI) rs.
Garroca de alugncl.
Alm:am--o canoras para caiTOgar Ii asios, malo-
riaes, madeira o oulroa qnaosquer objecin, ludo
por pieco commoilo : a Iralar na casi em caix.'io da
na da lloncordia. ao pe do alagado( ou na pregado
rapim, laborna do i'imcnlcl.
Dam-ao poojiienas ojuantiasa premio soiire pe-
nliore de ouro e prala : no palco da Sania Gra n.
lo, so dir qiiomd.
Caliio ilo primeiro andar da casa n. : do largo
do LlvrameulOt na occasiflo lo rn^o, um alflnelo
de ouro com csmallc \crdc : a peaaoa que achen,
qiicremlo ro*ll(u-lo, qnelra ler a bondade de en-
Irega-le na ra doQueimadOi loja n. i<>, me asni
recompensado.
IVnleii- onni li\r<> domlssa em lian-
Ihado n'nm lonco hranco dosile
'.iis da na do Trapiche al<
-:.!-( a peasoa mo o acliou I
Iregar na ra do Trapiche n
compensado.
Desencaminhou-sc nmi
(omliro, aceita por omin
\nr ilos abaivo Hssianaos
rs.. i pran do sol mezo
pelm mesmosi e por isso
adiado, tU% reslllnlr na r
nao SO pinler elleelnar com olla i
o aceitan le j se adiar prevenido
:niiiiire< \ Hratja.
Koga-se aoSr. qno esliidevendodoa raleado
IO9O1N) rs. rada um, j vencidos, na na da Cadeia
do Herir n. 35, que quena *r paaaraloodia 15
do rorrenle, pois o nao laxando publicara -en no-
mo por oMoilso.
ManwlJo*do \'a*?imento Sltt.
OSr, Al. lenliaj a hondada /.embrii-
ilauranl iran-
> llm da mesma : ro-
ba a I'.mil i Ir de on-
ii. $K que sera bom re-
lia letra, no dia lOdose-
ii Jov da Amorim, a Ta-
lla quanlfa le dlhegOHO
a qual se ocha linnada
ORa-SD a quem a livor
i do Collosie n. :t. \isio
o akum por
i.i ra lo yue
0in9 -le -olt-mlii
llie pode para |
ilo
resp
U|
isla que lieou do
[tino passulo;
Ola.
lar
DECLAHA^OES.
C0RRESP0>E\CIA.
Parahiba do Norte. Attenc;ao' I 1
*-***' liinida nulo >amos registrar nos onnacH da
"'-ijiui-inndencia um cndalo nau.lncl, que
'"'" 'cilio ao iiiagiua-lo, o a nio rorn ao in-
vc-l.....
He o pretorio da juslici desla capital o Ihoalro
^Ic-soamlalo!! 1
l
un |iruiiuiii-a ... .." |',v.>\l,ll,,.uu., ,,,! II,,, I,., I II ,,".,",,,,,,.,.....-
mu Vicente Ferreira, alguns individuo, uns como
jo-niiliuiiesEsle.Ao Cavalcanli e seu lilho llerru-
in'^T l)ulrm cmn inaudalarios, o um negro como
""Minee, cscraui daquelien.
"' .pie fui devidaiuenlc siislcntada a pronunria,
" p'l".'ila nina ocsaalio asada para so brincar com
. ". "'Iiresenlada por algum >mbolo de mar-
l""iii de eera...
'|iegiin (iIr.mrnle, |iela vacancia do juio, a oc-
''laliiu'jjiJa. Nada, pois, havia. perder-so.
ni |U"'"'"SC c",eu' '"-'I0' pronunciado por
"M'uriihdo, e nlcr|K>z o seu recunio da senlenra
Funuiii-ia.
^aoenlrarcinoaagora noaquilalainonto das raiAen
1 'or esua rospotla, o nem da mporlancia ju-
ii. i "' '"""' tl"s emunlia do procoMo
LL '"""Oi i"i" dos enlesdidos na malcra.
PAUTA
rfn< pirro* rorrenle* do a**urar, atgi
ornrros da pai:, que M despartan
eotuulaio dr PernambHco, na
a n de ulembro de 18.
Aatsca1 enicalu brinco t.aqualidide
i. o n i."
o ii mase........
ii liar. esae.hi.inr.i.......
i n mascavado.....
n relluado...........
Alffmlao em pinina de I." quali.hule
a non % n
r, ii n 3. ii
n em curnen..........
Espirilo de agurdenle. .
Aunardenle cachaca ....
de car.ua .
ii reslilada. .
Iicnchra..........
Licor...........
Iwleniuj
asseverar, neroin contenlcti e unnimes em
,\rnu pilado duns arroba
ii em casca........
Aioile de mamona......
n mendoiin e de coco,
o ii de |K*i\e.......
Cacan ............
Aves araras.........
i papacaios.......
Bolachas............
-aada
. o
. .' bollll
. (unida
. garrafa
um alqueire
. ranada
l:>:l:2l;>ti
tafeo*, e mai
i im mena th
emana de I:
04350
l~T.11
l-h-iii
04300
l-iKI
i-VIII
KJJOO
68100
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19633
J500
9330
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SWMI
IS-J>
ISiW)
JIKH)
lllll.l lll-IKHI
um 35OOO
jii 392OO
Bltpado da Fernambuco.
(I Kvm. c Itun. Sr. hispo diocesano inanda an-
nunci.ir que pola ultima VM, no presente anuo, W-
uiiuislnini o saeraineulo da e.inhrmaraii, no .lia 18
de Miembro, na groja de S. Pedro dcstl cidade,
remorando as i horasda larde. Novamcnlese ad-
-rlc que os adultos devem disjior-se cun a i-onlis-
Igo >a.-i ainental. Ilccife :ltl de agoslo de IH.VI. Pa-
dre PnndtCC Ja/ Tarare* da Cama.
A Ihesouraria provincial compra l.M) birriCM
iiiiii < iiiieniii para as obras .i caigo da reparllc.lo
las nina- publicas : as pessoas que qui/eretn ven-
Icr aemelllinle genero, comparceam na sala das
sessoesda junta da la/enda du mesitia tliesnuiaria
no .lia 1. do rorrenle ao meio dia, com suas propos-
uu cm cartas reliadas, as comeleoloi amostras.
Secretaria da Ihesouraria provlucill de l'eruain-
Inr.-o lll deseieinliro de 1833.O sccrelario,
.Inlonio Ferreira iC.tnuunriuriio.
Km i.bscnancia do disputo no arligo lll das
iiisliurcocs de 31 de Janeiro de IK',1, lem de se ar-
remalarem, depois di provima audiencia do Si. Di.
jui/. .los reltns .la fa/enda nacional, e por execucoea
.la mesma, os bem seguidles: una ptima .-a.a ler-
rea lia ra dos llairros ilal" Is n. 18, com coilnlia
dentro, quiuial mondo eecunlm nieefn, por (uo.->
rs., penhoridl a vluva de Anlonio da Cunli.i Soares
(uiniaracs ; runa .lila pequea ineia-agna no boc-
eo lanado da CimbOl do l'aiino, CODtendo sala o
quarlo, por aSOfOOO rs., ii l'runclsco Heraldo Mo-
reira Temporil; um terreno oo lugar dos Ciclhos,
rom no palmos de frente, por IWlOOO rs., n fran-
cisco Xavier da FonseciCoulinho; (icadeiras, I ca-
uap, I jugo de llancas de madeira de oleo, c I
mesa de meio de sala de Jacaranda, cada ohjeclo
avallado de per si, c lodos no valor de .ili3l)0 rs., a
Joao l-'rederiro do Alireu llego : qucui oa pretln.
der, dirija-sc ao lugar c hora do coslumc. Itecife
10 de scieiiihrn de 1833.O solicitador dojuizo,
Jnaqaim T/irudorn .1he*.
Consulado de Portugal.
Arhando-se pelas ultimas disposicos lesulamen-
laics competentementi latorindoi os empregados
consulares dcS.-M. l-'idelissima.a redigircm procu-
i-.-i'-i's Itaslanles.cscriplurasc niilnis qiiaes.|,ier eon-
Iralos ou documenlos puhlicosque lenliam deservir
e fa/er f em Portugal e seus dominios; assim o ta-
co constar a quem convier, e convido a lodos os sub-
ditos porlugue/es residente nesla ridade mi que a
ella vilflin, a quem sejam necessarios laes do-
cumentos, para que so dirijam a esto consulado casa
n. Ii, dcfronle do '1'rapicho Novo, nss horas de seu
expediente, das 0 da inanbaa s I da larde. Consu-
lado do l'orlugal cm Pernamliuco, aos 13 do agoslo
de IH3.Joaquim llaplisla Moreira.
lie ordem do Bita. Sr. direrlor geral da iiislruc-
c.lo ptlbUc, faco saber n quem rqnvier, quo eslii a
concurso i cadeira do iuslruccilo elemeular, do
piimiiro grao de Cruangi ; com o praio do 60
dias di dala desle. Uirecloria geral 3 do selcinhro
do I8.VI.O amanuense arebiv isla, Candido Eatla-
quio (-e.*ar de Mello.
Ii.- ordem do lllm. Sr. capillo do porto, so In.
Prazo de 12 mezes.
Mauoel Joaquim llamos e Silva Tara leil.lo, no
iulcncucan do agente Oliveila, de um evplendi.l.
surlimeulo de fa/endas Ingloui, as inais pioprias
desto mercado, e a mor parle, recculemente despa-
chadas : Ierra Clin, 13 do trrenlo, as lll horas da
maulia, nosou ainia/em ra da Cadeia do Kccilc.
II agente tlliveira fani loilo, para liquidaran
de contal, de I ",i porrao ilc mohilio, rnusisliu.lo m
um sof, ridoirai, mesa de meio desala, bancas ,].
jugo, rama de anna.;aii, mesa de jantai, radoiras da
jatob, mirqacsis, coinmoda, banquinbas, una car-
l.-ira pequea, lavatorios, louiailnies, quarlinlieiro,
mesas dlveriis, qnidros, eatojei para costura, cir-
leiras porlaleis, odiveriaa oblas de prala, c oulros
arligos cmconl i: quarla-feira M do corralo, di 10
horas da inanhaa, na casa da ra da Cadeia do Iteci-
fe, primeiro andar por rima do arma/.em .1.- louei,
defronte do hecco Largo.
Candido Alberto Sodre do Muti
fu/, leilao <'in seu mmaxem, na travetsa
da Madre de Dos, de diversos seeros e
.i nrauMjSo il.i renda, no dia l."> do coi*-
rente ns 11 do di.
Qulnli-toin, l do
coi rente, as lll I|_' horas
da millllSa em ponto,
o agente Aniones Cara
grande l.-ilan em seu ar-
ma/, ni. Illa da Cruz II.
"i, de um complot.i sor-
cnto de trastes de
[odas i- qaalidides, novse ruidos, vldrof diversos,
nnadros diversos, ti dalias de chapeos .le palhi de
[(alia para homeus. idnxin do ditos para meninos,
carlees de perfumaras, sahoneles linos, llores arli-
nrtaea para enfeilea de caheca e paraopeilo, espin-
gardas novas de 2 ra.....M pin cacar, cliarulos da
Babia, candielros para meio de sala, serpenliiins de
e I lu/es, lanlernas diversn, livros divorBoa, l
piano ingle/ de milito boas VOIOS, di\ersas obras
de prala de le contrastada, relogios de prala e.le
ouro para llglbeirt, diversas bijouteriaa de miro fa-
lcado, e oulros mallos arligos que serlo entregues
sem liiniles.
O agente Oliveira faro leilao porialorisiejo
do lllm. Sr. Dr. JuiX di segunda vara do eominer-
rio, en requcriincntn do depositario da maa i,il-
uda de llenln Joaquim Cordeiro lima, de Indas as
merradorias o armaran da loja de mlodnas, sita na
roa do Rosarlo larga, n. ail, c de alguns movis
perlencenles i inesin.i loja, ludo cm um s. lote e a
ilinheiro de roldado: scvla-feira, 16 .lo corrculo s
11 horas da manilla em ponto, as Indicadas luja a
ra.
AVISOS DIVERSOS.
O Dr. Jernnvnii Vilclla do Castro lavares ,
lindo feilo socie.ladc em seu esc iplni in de advoca-
cia, ra estrella do Rosario n. Mil, segundo andar,
como llr. Antonio Aunes Jronle l'ii-es.as.im ,, ,,,,,-
mullica seus clientes e parles, fa/eudo certo que
das g horas .la minhil al as i da larde, ocharlo
senipre no referido escriplorio rom quem Iralar.
D-s.-l:'ilc1Kl is. ,i inios sobro praln ou
oiii.i, ou liv|tolheca di- alguma casa, que f-' -, i Ii -
vrc o dese'uibarac.ida : na ra Nova n. I, loja da
esquina que volla para as Triiirhciras.se dir quem
fa/ oslo negocio,
Na na do Trapiche Novo u. 14, arha-soaher-
m armazom para foruecimcnlu de navios
I"
cempHei
Roubo
No da lodo correnll, lurtiram do primeiru an-
dar da roa do Collcgio n. 7, llm rclogio de ouro or*
sonlal, rom uoi.i lila pela adamascada, o qual re-
loglo lem o numen.....lugar do legislo de lili, IN2 :
inga-se ans Si-, iilojnrinis n ,'i|iprcli<'ii.lam, e man-
di'iii avisar no Pstelo Publico,loja n. Il.dc l-'irinia-
oo Jos Rodrigues Ferreira, que gralilkarl (.-oiic-
i.isamenle, visto que o ratoncito vileu-M da ocea-
siao de estar a sala do referido andar aherla.
A ibaixo aasignidl fa/ srienle aos inquiliuos
do sobrado da ruada Penda n. l, <\ne lem aulorisa-
du a seu pai adoptivo o Sr. Jos da Co-la Carvalho
(uimanles, paia rereher a parle dos alusucis que
pcrtenccn a nie-ina, cuno proruradra de seu ma-
rido Allonso Cavalcanli do Oliveira Maciol.
Finitia Franrisca dr Paula Caralrimti.
Roga-se ao Sr. engenheiro encarregado das
ebria publicas, lince suas vistas sobre a csh.iil.i de
Olinda, na qual iodos os das soquebram carros, por
.planto os qualro galos que all andain concei lando
uo adianlam um palmo |wr .lia de eoncerlo.
O guarda du* e.*lruda*.
Alllga-se nina casa de pedia c ral, nova, rom
rommodos para familia, na Capanga! quem pie-
lender, dlril-N n ra di Cruz a. 30, segundo an-
dar.
.Manuel I.ni/de Ahreu sai ao Rio de Janeiro
Iralar de seus negocios.
No dia '.Ido onrrenlc perdeu-se una charulei-
ra. contando dentro 95800 rs. em sedulas, e pur-
Clo i\o roiilas sem iiumcro, papis de iinporlaiu ia e
urna letra paga sem recibo, vencida no I. do agosto
.leste anuo : quem arhou a dila rharutelra le\e-a
a laherua da esquina da rui dll Florea, i
Iern 401000 rs. de graliurac^o,
I'ara a padaria da ra larga do llosarii
precisa-sede um hum foruclro, forro ou captivo 1 a
Iralar na mesma.
Aluga-se u silio do Sr.lia.lu, ira Manguind,
leudo glande casa do sobrado, qucaconiino.la una
glande familia, duas cacimbas d'agua de beber, c
mullas l'rul.-ir.is: quem o pretender, piule ir ve-lo,
e para ajuslai, dirija-so a ra da Cadeia do lle.ile,
loja de le ragens de Jos Piros do lloraos.
Anda est por alugar o sobrado de Anecilo
Jos de .Mendonca, nos Coellins, com grandes com-
idos : a Iralar como mesmoMeuilonca, iquil-
er hora do dia, na rasa da halam-a mis Cinio-
mlas.
D-sc al n quanlia de ."iOONKK) rs. a juins,
com linas tirinas, ou com dvpollieca em casas ler-
reas i na ra No>a, hija n. V.', se .lira quem d.
I Sr. Manuel Moreira da llosa, tanda a bon-
dad.: de vil- pagar a quanlia de ll-dO rs. que do-
VI em parle de buhlos de otaria, na ra do Quel-
mad.i, u. 19. .laliuiio Joteil.l-.ercilo.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo (aigiinu, d.-uii-ia reeebeu agua denti-
frire do Dr. l'ierre, esta agua conherlria como a me-
llior que lem apparerido, ( c tcm mullos elogios o
seu aulor,' lem a propredado de conservar a bocea
cheirosa c preservar das dores de deules: lira o
goslo dewgradavel que d em geral o charuto, al-
cumas gotas desla n um ropo d'agua sao suuicicn-
les ; lamhcni se arlnn p dcnlifrlre eirellenle para
a conservara,! dos denles : na ra larga do Rosario
ii. 36, segundo andar.
Manual de medicina homopathica,
do Dr. G H. Jahr, Iraduzido em
portuiruez, pelo Dr. P. A. L. Mos
cozo.
A ucr.ossi.la.lc que ha de que as pessoas que >c
dcdicain ao esludo da humupalhia, lenliam a seu
alcance, os precisos meios de adquirir a nslrucr.50
indispousavcl para hein pialiearcni estes sjstemas
de curar, c seren assim lano inais ulcis aos seus se-
melhaules: c sondo de imporlancia iiuleclinavel n
estrelo du palingenesia dos mcdicamculos, sem a
pial se niio imlc dar passo algum seguro na prallea ;
"ini--"!.....baivo assignado, e .ii........mu de cnin-
ptelar a sua Iraduc^.lo do manual do Dr. Jahr, a
imprimir a palhogene-ia dos lll medicamento*,
quo nella dcisaianido ser eonlcuiplados, o quaes
comporau um volumc do ruis de 200 paginas, que
dislriliui.lo se'm augmenlu do prcr;o, aos bis.
que li/.i-i .un ,i especial favor do assignar a Iraduc^ao
do mporlanlissimo Manual do Dr. Jahr, assim co-
mo aquellos que j;i a houverem conifiradu ao an-
nunciantc cuniiiiiiaudu a ser vendido o Manual ruin
piolo por lII-nMMI riir.nlri ii.iiIi cm dous \nluini--
Oievemeulc sahira a luz o diccionario dos tciiuo*
le medicina, por j eslar limito adianlads. a sua
iuipiessau, o ser vendido por 'i -). encaderuado.
(oiisulluriu honiopalhiro, ra do Collcgio, u. 23.
primeiro andar. Dr. Lobo Motcozo.
Atteucao', o ch.xelro.
O Sr. Joaquim l'ereira da Cosa l.arangen.i, uao
se pode retirar para f.ira do imperio sem quo pri-
meuo salde Cunlas cun n aliaivn assignadu. e Irale o
quinto anles d. llie vlr pagar, do contrario lera de
ver seinpreu seu iiomc nesla folha, eroga-scaqual-
quer rapilao de navios de o nu rcrebei a seu bur-
do, sem que elle aprsenle rerlhn cm ruuiu paguu
ao annuucianle, e seacasoo reeODtr leao de passar
por algum ucunimodo.
Manuel .Inlonio de Souui Hibrur.
Aluga-sc o segn.lu andar da casa u. 8, na
ra da Aurora, quo leudo sido arrendado pelo Sr.
l-'ouloii, para o Sr. Corhel, de Londres, eslu mandn
aviso de nao vir, o por isso eorrondo esla pur sua
rma al iinvo arrendamcnlo: quem o pretender.
emenda--.'.....n 0 lllm. Sr. Joo Piulo de Lcinos
Jnior, mura.lor no primeiro andar da mesma lail
IIOiItlIl'.TIIIA.
* o Dlt. CA8ANOVA mudou-se para
3 lie. He.....ra do Trapiche Novo, u. I i, se-
3 Rondo andar, na casa mide se uch o.unsu-
11 i-i Iranrea.....de poda ser procuraoo a W;
~-J qualquer hora do dia.
rkrm^'i i. r m&ESBBSz
Delouche, ralojoeiro,
vende cconcertarefogiosi pop iiiininodo.s
nrecos: na ni Novn n. II, lojn de Mi.
Uudault.
LIVIIAIIIA HOMOPATHICA.
S Ra ilns Cruees 8. *
Novo un......il roiupleto.lo Dr. Jahr, I rolomet
Diccionario dos Icrmos de ine.licina com 107 e-i,nii-
p.'is, por Nvsten,
llomcopnlhia veterinaria, pur l.iinllnl.
Tralameuto das muleslias de pello, pul Jab.
Traladn da reino nmarolll, por Tilomas.
Organon da arle de ciliar, por llabiieniaiiii.
Alias .le anolomla rom inais deSOO giasuiasiolnri-
dM, por Masse.
Tralamento das molestias clironicas, por liahne-
mann.
Manual de iniloihil, por (aisla.
Ilumoup.-ilhia .l.iinesli.-a, por lleriug.
Ilouieopallua dome.lira, por Uigel.
Memorial do Iromeopallia, por lina.
Tralameuto das molesliu venreas e da pille, poi
Allomvr.
Elemeiilus de liumcoiulbia, -' cli.-ao, por i,ossei
Biinonl.
Ii.llamelo da- niol.-slias \eneicas, pelo tiiismn
l'alhogenesia dos uie.li.amenlos lionieo|i,ilhicos bra
sleiros, c po-ologia ou idmluislracfio das ilnse. ,
Iriduxido do fraiu-e/, por liu-sel Uin-.oul.
I.a\a-se e eiigoniinflse com asseioe |ierlc.;ao.
no paleo da Rlbciril de S. Jos n. 13.
Madama Theard, moiii.1,1 franceza,
ra Nova, n. 32.
.Madama Theard IVSII lodos seus fieguezes,
ro publico que lem sempre grande sorllmintode
l.i/riiil.is e lumias Iraiicc/.as.comu s.'j,un: ricas espol-
ie llores de laiauja paia uoivas, mantas pai a
iciicc a enieiics.
-f-F.brica .
da]
.Manuel Jerine
le, lem a liollia
que
48,
OSr. Fnociacode Amorim
em Sanlo-Anllo, baja de vir pagar
rs. que he doe.hu, ni ra do (Jueii
. lulo/lio Josr de .tzeredo.
O Sr.J. V. II. M., icnba a I
pagar na ra do (Jucimudo, ll. 10, a
nao ignora, do contrare -en nome
por extenso. ahqhIo Joti de
:(lahaivo assignado, leudo
morada
quanlia .le 117
nido, n. 17. -
genfa Portugal, a Iralar de i
pos .i., auno prximo futura
a todas as pessoas que llie s."
il.e sattstazer seus dbitos al
niul.nl
quailli
ser i
izecedo.
ilc fa/er urna va
de vii-
ile une
nlili,,id.i
a saudc, at prinri-
oga curar ecidanicnlc
leM-iliuas, liajam dr
dia l.ide novemhrn
como caf c domina para qiieinqaucreulrcler a lar
publico para conderimenlos do lodos os 11 ..prieta-1 do c gozar do bom fresco.
prximo fiiluro, o do contrario usar dos meios du
le, slo para lamheiu poder salisfazrr a quem .lev e.
Franri'in .liilmiin Prieira Braga.
DSr. Mazacl Allodio de Figucircilo tenda
liondadede mandar ou ir pagara quanlia de -21- .m>
rs. que he deM'ilor na ra do Qncimado n. 10, du
conlrai in so publicar o meio por que foi c.uilrahl-
da esta divida..Inlonio.lose de .f.rvedn.
ATTENCAO'.
Casa de commissBo a escravos, mi ra
.la i.l,n i,i ii. 7.
N.-sla rasa i erebcin-se escravns de cnninii,.,i(, pa-
ra se (ender. lano para o provincia como para lora
delta por c.nia de seos denos, alLanea-ee o bom Ira-
lanieulo, e assim r.....o eegamea dos me-mos, e
lumbem conipra-sc, e paga-so bem agradando.
Aluga-se urna casa de i andares, com halan-
te! ciinimodos, ou de um andar o sohlo, nos bairros
Ja Boa Vista, Santo Aulonlo, c S. Jos
pesso.i
Jae liver, dirija-so a ra larga do Hosario, luja n
i, que se dir quem precisa.
Dures i
inna-, lindus vestuarios para meninas,chaprnzinlii.s
dr seda redondos, chapelioas depiilha e de teda pa-
ra menina, ate IJ anuos, enfeilea : lurbaales para
senhorus, rico sorlimcnlo de lilas de inuilo bom gos-
lo, .lilas para guirnicge de vestidos, laniliem um r-
co wrlimenlo de bicoi esireiios e largos de verda-
delro bloiide, echanlillhy espadillis de lodos os ll-
manboae qualidades para seudora,camblndas a iu-
meias .le raniliraia e lilo para seiihora. sedas fur-
laries, mei.is de seda de peso para senhoius, crep
de torlas as cores, um grande e lin.l.i suiliuientu de
llancas e franjas de ludas as cores, ramos de Reres
de laranja, ditas de rores, lindos manteletes do se-
da, loques para seuhora, um grande sin timcnlo de
rbapos de sedado ludas as qualidades e de lodo o
piero.dc pallia c sem enfeiles, ditos com enlciles, e
uiuilas utas lateadas de goslo: na mesilla cusa
se fa/.ein \esl roupa para uieninos o mollinas, e ludoquaulo pe -
Iciicc a enfeiles de senhora.
de chapeos de sol, na praca '7^
Independencia, m. 36,
egadu iillimaniciitc uesla ci.ta-
tem a honra de participar ao respeihnel |iubl-
CO, quo Irouve cun sigo, um ririi e completo sorli-
mcnlo de chapeos de sol, lano lo seda como de
pauninho para bonwm isenliora, ricos chpeos de
seda com cubos de caima da India,ditos com carira-
luraa, ditos de aimaco de afo, com ricos casloe* do
marliin, bengalas o oulros iimilos objeclus do inais
modernos c variados, assim como Iruuve laiubi-m
un lindo sorliuieiilu de sedas e paiininhos para co-
brir qualquer arinar.lo usada : lodos esles ohjoclos
ineuciiiuados.ron. erlaiu-se com asseiu.c promptidao,
par prooj.....ni latuavcis, c mai- liaralo du que coi
i,nli a qualquer pal le ; vetHtern-se em purrao e a va-
rejo.
Acha-se i ronda, ou a tardada d(^
i'tiipi'ii/.iint'iiio por lempo de 12 auno,
para su levuniar mu engenlio, conforme
m condicAes adoptadas pelos interessados,
11111,1 porcuo .I.1 iciii'ii". tjue separou
doentjenno Aldeia, da frguetia rio Hio
Formoso, c fiirma liojn por s 3 una
propriedade dislincta, com a denaskina-
,.-,0 ,|,-----Palmeira tendo meia legua
(le fundo mi milis, e050 bracas defiren-
te, pouco mais ou menos, < controptan-
ii;i ((un ns engenhoi Sipo,Caliera de Por-
(xi, Paraixo e Floi'esla, siius na rocun.t
fresuena. Aseguia-ie, que dita (imprie-
dade Palmeira oUerecida ao iicko-
(o indicado, alea deuSo ler sido cufli-
vnda cm lempo u|gum,em razfio denca
milito distante doengenho de que sedes-
membrou, e contar em i erando e im-
portantissima mata-virgem, lie le mai
a mais de mullo lina qualUu.lc. e lem
Lulas as propon-ees pan se lorruii um
excellente engenbo i a quem convier, se
dir'nesla typoaraphia, onde deve di-
rigirvaja.
Madama Routier, modista franceza,
ra Nova n. 58,
Araba de .hogar pelo iiliinn' navio hu lindo sor-
lmenlo de chape.......-''i fti pacio, e de fel-
Iro enfeitados para montara de sendera, roinelras
do rambraia rom manga, bordadas preparada, pa-
ra ve-lir-se por liaivo de palito, chales prclus c hrau-
cos litries decnliar csparlilhos, nicia, para senhora,
enfeiles e turbantes para bailes c lliealros, filas lar-
gas para cintos, luvas .le pellica branca para senho-
raa, caiiiisinhas hordfldas, lencos de seala, luvas de
, i,-anienio, lgtas, roiiK-'iras, manuiiilos bordadus, se-
da de furta-curen, maulas prclas de seda, imilacie
ile Idond, vestuarios de seda para meninas, dilee
pira meninos, leqiics c muilas oulras fazeudas por
preco commodo.


.\rrenda-se 011 vende-se um silio na estrada orredor de S. Joao, boa c.na do pedra e cal, boas
Ierra", e fundo para o rio Cap iba ribo : u (rular
i ii.i do Crespo, toja n. 1<.
AI ima-se urna earrava, motila, pcrO.li. on-
uiwuadeira, costureira, coziobeira e lavadcirn,
lauto de sahao como de barrrUa : quem a preten-
der, dirija-se ra das Crine n. W, |>riiiieiro an-
dar.
Precisa-so doiun caiieiro pura (alterna, oque
dr Bador de sua conduela, prclcriudo-se narional :
(|iiein esliver imbw circuinslaucias. dirija-se ao
Maimuinlio, a tratar rom Jos da Costa ferandilo
Cordel ro.
Altifri-sc por -J(MJ??ifl r*. jmr fesia, unta ex-
peliente casa no lunar da rampiua da (Lasa Forte,
rom excedente nolao, inuilo fresca, e lein cocheira e
tribarid : quem a pretender, dirija-se n ra For-
inosa, a <|uarla casa terrea, que adiar coiu quem
tratar.
Anda se arlia fuaido o escravo, crioulo, de
nouie Augusto, que limio nodia 22 dejuuho; alto,
seceo, feicies reaulares, o quando falla nwluma pc-
lisrar com os olboa: roi;a-sc as autoridades policiaes
que dalle liverein noticias, de o pegar o levar a sua
enhora, que mora na ra Fnrmosa, na qtiarla casa
larrea, que sera ucnerosanicnle recompensado.
Na ra do Trapiche n. ."i, precita aa de um es-
rravo ouiuheiro pan ajudar oulro, e oulro escra-
vu para lodo o servico de casa.
A pessoa que por engao ou es|icrloza, le\ou
nosabliado a imilc^um chapeo de massa franre/ an-
da uovo, doixandv flear outrn, porm j milito ve-
Iho, pede-se-llie que venlia incontinente rcslitnir o
<|ue levii. a recebar que llie pcrlenec, islo hoje
memo, alia se publicar amanhaa o aan nomo por
me uso, pnis que o annuurianle acreditar que a
HOpradila postea a quem limito beui cuntiere o frz
intiilo de proposito : porlaulo, M nn qui/er pass.ir
pelo dissalKir de Unir coiilicrido por raloueiro de
chapeo, apparec,a j e ja para se desfazer a troca,
na ra NdNa n. K, loja de Jos Joaqiihn Moreira.
O abaixo assiiuadu faz M-eiile ao respcila\el
publico, quo niiiuuein faca negocio com a (alterna
-ila na ra doCotovcllo u. t, sem que primeiro se
t'iiienda com o mema ahaxo wmkgnm.
Haymumln da Sitru Come*.
O capillo James 1,. I.anilierl, la calera ameri-
' .mu Himlrrss arribada a es lo porln na sua viaitem
de Sandwich Island |>ara Nnis Itedfoid, proc-tn a
rffCO inaiilimo sobre u casco e fele que condiiz, pa-
ra occorrerndoipexai reliando cerca de30:0009 de
re., os preleiideules queiram inamlar as stias pru-
pnalai em carias fechadas, no escriptorio dos consic-
talarios llenn Korsler (\ Compaiihia : na ra do
Trapiche Novo, D. 8.
Precba-aa de um Irabalhador
na Ihreila n.'Jt.
I". Joanua Joaquina de Fjuucircdn
para u Mi de Janeiro, levando em sua r
don, lilbos menores e mu criado, Manuel
(iaitieiro Muuteiio, subditos brasileo*.
IVccisa-.-e almiar um pelo, qac rule
lio, anda sendo de meia idade : quem o liver. d-
liju-se a fabrica de charuto*, da ra larga do llosa-
rio, confronto aobecco do l'eixe l;riio.
Alnga-aeumacaaa, naroa doOildcireiro.com
.irniac.it> para venda, na esquina da Invest lio
Monlelro, a qaalealllvre do imposto: nepraca
da Independencia, livraria.n. 6 6 S.
I). I.uiza Aunes de Amlrade Leal, O sua ma-
nas l>. Sunborinha ile Assccca Bilaucourt Leal de
Rezendc, e h. Tliereu de Jeaua l-eal, leeia aben
em aua cam urna aula de inslruecao primaria para
u MUU liminiio, aoude se eusiua a lr, escre>er, COU-
lar, grammalka nacional, arillimelica, Iraocea, iu-
vocal, daas, e loda qualquer faculda-
quelram mandar entinar assuaaflJIu;
Doaer, corlar, bordar de divemM quali-
llllMade passado ede eneber, fazer ca-
as obra-, propriat do aexo: s pa que
M quizaren, humar conlinudo-lhcs suas prezudas
lilhiubas li.arao sa(i>feitos pelo auumeiilo que ellas
lento i-fu estado*, como em ludo quanto loca a boa
et.UCac.ao, e promelle Irala-las con luda I delicade-
za, para oquepoderao ser procuradati na roa de
Sania Hita niih'ora Kagundes I n. 5, quem veill
da rlbelra o segundo sobrado, ao p t\o de veranda
l padariada
re lira-M-
ompanhla
l.ourenco
nda de si-
;Uk, ii lean. IIMCI u|iafa
ilMIUH lado, uncir M ^1 labyr .....ii
j Pl'tiUa-K de una ama secca,
,j|| pala todo siiviro de una casa de
amilia : na rila ilu lliiiin
a) n. o
'illitlii aniiar.
l'n-ri-ii-M! 1 i i.....u* 'le iilailc, i|ni' lenna algama pnliea de la-
lirini. pua servir de i-^oiio na villa de l'iulo
Calvo; .1 uewoaqi.....iliver em laea circamiiiaucia,,
dirjale i ra da Cadela doReclle n. ix.
Ari'ciida-su na malla ila Torre, um
kitio nuil rasa depedra ecal,qiiui-totpa-
ra U'ilor c (scravos.curraet pora vareas,
lodo cerrado l>ai\as com Capim, <|ue
mutentam vaccat com crias; assim como
vendein-se SvaCCail COI11 crias : a Iralar
na malla ila Torre, siliu ilo leao.
Prerta-w de nina ama de leile : na ra do
Hi um ii. ji. Migando andar.
COMPRAS.
i li'avojam
a Iralar ci
lo para a i
un o ilirci'li-i
iberli
All-
Compra-M indi i
do Hoi|iilal f.....ii
Ionio J.....(ornes do <
Compra-w urna porcto d. laboado de moa-
"....."'" B: se aleuciu livor, dlriia-ae ao alerru da
Boa-> isla ii. lio.
t.....pram-M ewravo^ nagam-M bem agradan-
do ; e rei'eliem-se do roaimiaaao lano para a pro* lu-
cia Como para l'iira dalla : na ra da Gloria n. 7.
Compra-so (|uali|uer pera filUad. nielalrlia-
ina.lo do priiiiipe, preferlndo-M o ipie seja mala
Claro: na ra du Collcgio n. o.-,, taberna du Fon-
IBS.
GompraOHe Mcravoa, e vendenMa, reeabein-
"*''.......li'isil"' ""lo Paw provincia como para
lora della; na ra dea QuarUttS u. 21, ..nn.l.i an-
dar.
Comprase nina i-asa lerrea, inda mamo pe-
quea, que leuda quintal o poro, em qualquer
i lloa-Vis-
fivuupziii deslaridade, prererindu-su a da
la : n.i ra da Gloria n. 80, se dini quen
Compre-M una rasa lerrea sull'i ivi-l,
de Sanio Anlouio ou S. Jus, que lenli.i b
dnCarim
poresle Diaria,
l'iri'ila, Agun
Ploro k Ciii/.o
ompra.
i biiirro
u iiun-
.
Veriles,
II que...
dinJa-M .. ra
lal. prefer
Hurla-. Gi
livor, a....i
da Vira.;...
i.u...p.,.->o mu canoa graada do eamgar lijo-
los.eiu bou. ealado: que, livor, a>.i.Hi>ce.uu dirija-
se ,i .na da Conieii.oo da ilua-Visla ... 58, que
achara con. que... Iralar.
-------------1
VENDAS
Vende-M um terreno alagado, con. frenic pa-
ra o aliiiliaiiienlo d.i rila da Aurora : na ra eslrei-
la de Rourkl, loja n. 2(i. so dir quem vende.
Vende-M urna rasa lerrea, na poYOMio doa
Afmudus, na ra dcS. Miguel... ,i. cm clos pro-
priu, : a Iralar na ra Dircila ... 139.
Vende-)' un.siliu na praia de S. l-'rai.risro :
lrala-.se em lora de Portal n. 145. segundo andar.
Vende-M ama casa lerrea, sila na Iraveau d
erigado, e anUgamenle baceo da Carvalha, con. >
alas, 2quarlus, cu/iiiba fura, quintal, cacimba, e
......h' pru|irios, livre u desen.baraoada de Ii\|hi-
Ibeca : Irala-se na casa cima u..'(.
Veudeiii-M t cscravos, sendo una ncgrola de
IKamius, Ima lavadeira ; I linda crioulinba de II
annoa; 1 moleque de ISanooa, el negra dgu.cia
dad., pericia eugoiiin.adi'ira a cozinlioiro : narua
da Assuni|irao, beccoda l'enlia, ao ih do segundo
Idinpe.o.
\ eii.li'iu-se quaijoa de Minas, frescaes, erva
in.no ii.uilu nova, assim como rui.i. ,. bo.i.bill.as pa-
ra lomar o inosmu, presunlos pira lian.bro, b.scoi-
laae bolachlnltat de nda, vlaboa do l'orio, Uiaboa,
Muscalcl, Selubal, Madeira sena, Buurdeauv, li-
ii.reslinos, champagne, e uniros mullo, generos.iiur
proco co.nn.odo: uo arinaze... da ra do V.gario
II. II.
Vende-sc una vaoca Dallo boa Iccira; a
Iralar na ra dos Mari)ros n. 4.
Vcude-se uiii boiiilo rarnciru muito grande.
proprio para mciiiuo andar moulado, .- un braco de
batane, da Komao Coaopaohia: na ra da Cadeia
de Santo A ..Ionio n. 't.
Veude-su un. puedo de 18 anuos, muilu linda
figura para iiagem ou bolieiru, ollicial de sapaleiro,
' iam a mellior conduela possivcl: na ra do Collc-
gio n.21, primeiro andar, so dir quem vende.
Vendo ,e una escrava, crioula, de 25 anuos,
boa lig.ira, COlialia, lava roup.i muilu bem, e faz
ludo servii.o Je uma casa : ua ra do Collcgio n.
21, iiriii.e.iu andar, se dir que... vende.
Fanadaa para lato.
\ aodam -. chita, pralao, *(),-)"gKi a paca, a I8i) o
...V..1I.1. |..u.o.'zasu|.rior, a 800 r8. .-ovado, lili
1......;l -Ib", inerinu nuilo li..... a :is20U o covado,
alpaca lina, a 720, dila superior, a laOO rs. o co-
vado : ua ra Nova, loja uovu n. lti,
Von.le-so a 220 rs. rada arroba, de muilu
boa bolacha, eii.i de farioba de trigo, encllenle pa-
ra eKravos: a. padaria da ra larga du ".otario nu-
mero 48.
Vende-M urna escrava do nncao, de 40 anuos
de idade, sem vicio-, iicm aobaque.. piu*-Wt^MIO
r.: Irala-M no paleo da ribeiru do S. Jos n. II.
Chitas de barra.
Vendeni-so chitas linas, de barra, rom um peque-
no loquo de molo, pelo baralo prcoo de 20rs., o
covado : uarua Nova, loja nova n. Ib.
Ao barato.
Vende-so eamhraia de salpico, com 8 varas cada
corle, iieln baralo preco de IS-VW rs.; cassas trn-
celas de bonitos padroes, a :ioOO0 rs. o corlo ; ve
lidos de cambraia branca do barra, a 42)1100 r. ns
cudo francez, muilo largo, a 280 rs. : na ra Nova
luja uovb u. IB.
Chitas baratas.
Vciidem-sc rliilas, decore, livas, Inuilos padrees
claro o oscuros, a 120. UO, IIIO, 181, e 200 r. o co-
yado : uarua Nova, loja nova ... IB.
__ Vcude-se urna taberna com poneos fundos,
bem afregueza'ia, o con. b.isla..lecu...mudo para fa-
milia, ni ra d" CuloM'llu, por o dono querer rcli-
rar-se para fra : a Iralar na mesma ra n. 21).
__ Na raa lio (Jueimado n. 28, primeiro andar,
rasa de Silva ,\ Cumpa..bia, lia para vender caivas
cun charoles amanles, (pen, fumar saliera, c rega-
ba, a .'- Vende-so uina barraca muilo nova c muilo
bem ronslriiida, de lole de I'* caivas, por cuimnodu
preco: que... a preleuder, dirija-se .. roa da Cadeia
do tecife n. 5i ; epara ve-la, nu Forle do .Mallos,
aonde eslara palelo.
Na ra du Aragilo n. 27, le... unta negra mui-
lo lina cozinlioira e quilandeira, lava de sabAo c be
muilu carlnhoaa para erianea, vende-se por preco
ra/.u.ivel no caso que seja para casa boa; e o motivo
de se vender be pela inestua assim o eligir.
Cal virgem de Lisboa-
Ha para vender Larris doral nova, viuda de Lis-
boa na burea Maridariila, be a inais nova que evis-
Ic : na ra de Apollo n, 18, ou na prac,a co Com-
nicrciu, escriplorin n. li.
ItOII I.AHTECTEIK.
(i natal mtlortado /ir daciailo do conselho mil
r tierrr/n imperial.
Os medico, dos bospilaes recummendain u arrullo
l.allcleuv, couiu Mltoo 0 iinicii aulurisadu jielo go-
\ernue |da Iteal Sociadade de Medicina. Rale nio-
dicamenlu d'um l'osIo auradavel, e fcil a lomar
em serioiu, osla em uso ua inarinlia real desde mais
de (MI anuos; cura radi.almoulo em punco lempo,
con. pouc.i ileapeu, son. mercurio, as aflaecAa. da
pelle, impiiuons, aseonsoipioucias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes doa parios, da idade orilica e
da acrimonia hereditaria do. humores ; cunvm ans
ralharrns, da beviga, as ruulraccoes, e i fraqueza
dos orgAos, precedida do abuso .las nueocoos nu de
sondas. Como anli-svphitilico, u arrullo cura em
ponen lempo o. fluvos rcenles ou rebeldes, que vol-
\oiii iuco-siiiilos sen. coiisoipieucia do em prefina co-
paiba, da CUb&ba, OU das iujecces que io|iii'son-
lam u virus soin noiilralisa-lo. t) arrobe l.allcleuv
he esperialiuenle rocoimncmlailo contra as dooucas
iuvoloradas 00 relieliles ao mercurio e ao imluretu
de (iniasiu. Vende-so en. Lisboa, na botica de Bar-
ral, e de Antonio Policiano Alvos de Azcvedu, pra-
ca de I). Pedro n. 88, onde acaba de ebegar nina
granda por^aoda garrafa, grande. 8 pequea-, viu-
das directa......lie de l'aris, de rasa do Sr. Iluweaii-
l.alloileuv 12. rilo Hiel.ov l'aris. O formularios
dain-so L'ralis em casa do Bgenle Silva, na pra>a do
li. Pedro u. 82. No l'orl.....m casa de .loaquim
Araujo; ua Itahia. I.ima ,'\ Irmaos; em Pernalll-
i.iiio, Soiiin; Rio de Janeiro, Rocha \ Filboa, el
.Moreira, hija dadroaa.; Villa-Nova, Joao Peroira
de Magales Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Cuuln ,\ (..
Vende-se mil en;eiilio na frcglie-
/.a delpnjiica, O ijiial lein as nielliores
obra* uissiveis be c&cellente d'ngun,
cdpeiro e muito bom de assuca-, liom
Oercadq todo de vallado, ele, e (i/.-se
um negocio mni'eomiiioilo : os |irelen-
ilenles, (lirijani-se ao ISCriptoi'io do Sr.
oiiiinendailor Manuel (joncalvetda Silva,
i tratar com Jos Joauuim de Miranda.
Vcude-se un. carro de enganbo com qiiatro
hois ni.insiis, perlenceiiles ao mcsiuo carro : na co-
cheira de Jo.iquiui .Marques, ua ra do Calino.
Ra do Crespo n. 9.
Veiulem-secortes de caseitlra, ao.^OOO,
.vODO, 5j000, c li.sOOl* rs.; panno pre-
lo lino, a I.S000 rs. ; a/.nl, a 3*000 rs.,
e verde escuro, a 3$500rs. adverte-se
aos r.a'i'.ie/.es que lie i'\i-ellenle fa/.eii(la.
[if>gaa^?dt^f^^nffE5t^*igj
ANTIUIDAUE F. SUPERIOHIIUE
1)A
SAtSAPAHRIIHA DE OKISTOL
obra
A SALSA PARRILIIA DE SAPi.DS.
Attcncao'
A SALSA PARRILIIA l)K BRISTOI, dala dos-
de 18:12, e ten. constantemente manlido a sua re-
putaro sem neoessidade do recorrer a |H>m|iosos
aaaaacioa, de que as proparacocs de mrito poilem
dispensar-so. O sureesso do Dr. HHISTOI. lein
Srovucado inlinila invejas, o, enlre oulras, as dos
rs. A. It. I). Salid, de New-Vork, preparadores
e proprielai ios da salsa parrilhn couhecida pelo uo-
rae do Sands.
Estes sciihores solicilaram a agencia de Salsa par-
rilha do Brislol. eeomo no o pndossein obler, fa-
ln ii mi .un nina imilariln de Brislol.
Eis-aqui a rarln que os Srs. A. R. I). Sands es-
rreveram ao Dr. Brislol no dia 20 de abril de 1812,
o que se acha em nos poder:
.Sr. Dr. C. C. Britlol.
Bfalo, (Se.
Nosso apreriavel senl.or.
Un. lodo o .ano passado temos vendido quanli-
tlaitt* ronsidoraveis do eilraeto de Salsaparrilha de
Vmc, o pelo que ouviinos dizer de suas rirhidr*
quelles que a leu. usado, jalgamo. que a venda da
dila medicina seaugmenlari'. uuri/issioio. Su \'iur.
quizer fazer um convenio romnosro, eremos que
nos resudara umita vanlagem, lauto a n. como a
Vmr. Te.nos muilo prazer que Vine, nos responda
4
Vendein-tic
para servido do r
Krinhn de 11 ani
(ima mura m 11.1
quem prccisuT: i
."i cKTavo*, nciido 2 |irelo* propri-i-
iinpo, um iiioluiit', uim.i lni'l.i ni-
,i.
2it
saln) osti; Jisstunplo,
knir. vier a osla cidjide
ousa scni'lliiitih', leriaiiiti-
)>urein nihksji bulicu, ra de Ful-
U *' Ao madiirauno, L
kV iN.i ra do Qaeimado( loja le mhideiw,
> 2 ii. 19. de Antonio Joa de Axevedo,vendtn- g
t-J m luvaadaaeda Iraiicaila para enltora me- &.;
f3 nina e llomcm.as-.ini como ditas enfeilada-i.a fj
P3 r<. par, hilan de torzal, liram;is. muilu ,/i
?^ decadaa, a I36U par; pedas de larlaru- (>
>-2 Ra liaoa para alar cabello, a 4J000 cada jS
Fd um ; muilo rica lilas de ada. para cintel- Lp
K3 ro, um completo sorllinonlo tle perfuma- P^
pj lias de ludan aa qualidadt*. e oulraa mu- v.i
W las euiisas, mafal barato do '^uc, em OUlra A
Qj qualqucs parle. ^
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vwta n. 55.
Ten. um su.l.menlu de venezianas con. lilas ver-
do. do liiiliu a de bia. con. caiva c sen. ella, e su
concorla e se troca as novas por volitas, a volitado do-
comprador.
BANH4 FMANCEZA.
de 2 a :l libras
daqui a un. mo;
muilu prazer cm
ton, 0.79.
Pican, is ordo.>s de Vinr.seus segurm servidores.
(Assignados) A. II. I). SNDS.
CONGLUSAO'.
1. = A autiguidade da salsa parrilha do Brislol lie
claramente provada, pota que ella dala desde ls:)2,
eqno a ele Sands ao a|ipam-eu em 1812. poca na
i.al osle droguista nao pode ubler a agencia do Dr.
rislol.
2. SA Miperioridado da salsa parrilha de Brislol
he inronleslavcl: pois que nao obstante a cnucur-
rencia da >\v Banda, o do unta pnrc.in deuulias pra*
paraces, olla leu. inaiitidoasua repulacao eui qua-
si (oda a America.
As numerosas evpcrioucias feila* com o uso da
salsa parrilha ota lodas as enlenni.lados originada!
pela impureza doungoe, o o bom aillo oblido nes-
la corle pelo lilil. Sr. Dr. Siga.nl, presidente da
academia imperial de medicina, polo illuslrad.i Sr.
Hr. \.......oJom l'oiv...........uae|inira, e em sua
afamada casa do nada na Gamboa, pelo lllni. Sr.
Dr. Salurninu do Dlivoira, med.....lo evoiciln. c
(sir varios oulro. inediros, peimillem boje de pro-
clamar admenlo as virlodea efllcaiM da salsa par-
rilha do Brislol vonilo-so ,i SfOOU o vidro.
0 dciiosiio dula salsa mndou-M para a botica
fianceza da ra da Cruz, oiu fredo ao chafariz.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunh. v Ainoiiin, receberam polo ultimo navio
de I,i-boa Larris rom 4 .. de superior cal en. podra
para o fabrico de amarar, e ve.idoiu por monos que
en. ouira qualquer parle; e para rerhamcnlo do ron-
las u... raanlo do putas-a americana: na ra da
Cadeia do Recite a. SO.
Vende-se. a vordadoiro talla parri-
lha do Sands: ua botica tranceza, d.i ra
da Cruz, em frente ao chafariz.
OO.OOO KS.
\ ende-so por .'ilHHHM) r-.. nina Iv pograpliia cun
mais de 7111) do typo. mullo bem sorlido. o mu
bom prlo do ferro op io: a quem conviar dirija-se
a ra das Cruzo, n. 28, segundo andar.
Vcn.l.....-sec.n caso de Me. Calinonl jCom-
ii.i
i cm lala
Vendc-sc I
rada nina, assim coma a libra, meia libree quarla
pelo diminuto proco de l-*HHI rs., a libra: na ra du
oeimado luja de miadazaa... 19, de Auionio Jos
de Azevedo.
OLEO EXPRESSO DE BABOSA.
O mus excellunte oleo que tem appa-
recido pura impedir :. queda dos cabel-
los ede criar caipa, refresca a cabera e
amacia muitoocabello: vende-se na ra
da Cadeia do Recife, loja n. 9, preco de
cada um video son rs.
Vende-se muilu superior familia de Sania
Calliarina, o S. Halheat, medida a vtala du com-
prador : a bordo do brigue brasilciru Miiat, fuu-
deado parlo da Alfaudega.
PAO' CRIOULO.
Na padaria da ra da Saniala .Nova n.:)(), o nu
deposito da ra do Ranga! u. 13, acba-se a venda
diariamenleo bello pSo crioulo, fabricado por celin-
drua modado Hio de Janeiro, o qual aliu d.i su-
perioridadeao p.ioco......um Iam a vanlagem de Mr
iseulo de recebe.- o mais pequeo golpe de suor do
.-uii.i-sador. visto ser amanado por machina : as
panl.ia. ua prara do Corpu Sanio n. II. OSCIIllinlo:
vinl.o do.MarseilIcon. rana- de -I a li duzias, li.ihas
en. uovelbis ecairelis, bren oin barricas muilu
graodes, ac de milaowriido,ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
.N'este e.sliilieleeiinenli) continua a lia-
ver mu completo sortiiiienlo (le mofli-
das e metas uiiicmlns liara enjjenho, ma-
cliinasdc vapor, c lai\as de Ierro l>atido
e eoado, de lodos os tamatdios, para
uto.
AOS SEXHRES DE E.VGENHO.
O arcano da nveneao' do Dr. lluar-
lo Sinlie em lierlin, empreado lias eo-
onius inglesas e hollandeza*, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, ucha-sc a venda, em lulas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuHucz, em casada
N. O. Bieber &Compauha, ua ra da
(iiz., n. i.
Na ra ilu Vigario n. P). piimeiro andar, ha
liara vender, larcllo muilu novo chegadu pela barra
lirniiiio. por preco cominodoa ejunlamoule aova
cal virgem de Ltaboa.
ARADOS DE FERRO.
Na fundieao* de C. Slarr. A C. em
Santo Amaro aelia-se para vender ara-
dos de Ierro de snpe ior ipialidaile.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Slarr A Companhia
em Sanio Amaro, aclia-Se liara vender
nnieiiilas de caimas todas de ierro, deum
niodello eCOnStruCCBO muilo superiores.
Vende-se nina oplima eierava prela, de 2
anuos, que engoinma, cuse ecuzinba, luducum per-
feicau: na i ua da Praia n. 13, primeiro andar.
Pe una s de ema.
Vcndem-sc ua ra da Cruz, confronte do chafa-
riz ... 19.
Ve.ule--e familia de mandioca, de superior
ipialidade. en. sai-cas de dous e malo alqueires, do
Itiu de Jauciru : un annazem cm fronte do trapi-
che du algodn n. 211.
Que principio '
Vende-M ama liberna, na adrada do Remedio,
muilo propria para um prinripianUh por estar has.
lano afreguezaila o ler de fundo punco mais de
20OC4NHI rs.; vendo-so a dinlioiio.ui a prazn : aira-
lar cun Tasso vV, Irinilus, na ra Un Amoriin B.35.
Redes alcochoadas de cor
mallo mandes e do bom usIo : vendem-M na ra
do Crespo, la da esquina que vulla para Cadeia.
TIIIESTE-SSSF.
He rixencliefiado um rarreuauu'iilo r.i I.n mil i de SSS raiiiiniu. c \cnilc-w (ior motliro
preco : no eccrlplorlo le Drane Voul i\ Compa>
na crioula de 18 hihios, up-
nin lidhilnl.itlfs, hki nccaMi'io para
ra il.jliluria, n. 7.
Cal virgem.
AimiIIo, arma/mi n
Mklam puncos hurrs, com superior ci
cm pedra,chogadn de Lisboa, ua poneos
(Jias, na I>area Mar^arida.
Sabo reamado
Voiirte-so no deposilu do caruaulia, ra ta Cruz
n. 19.
Vemlem-se lOe^cmvosricIronilatiiiiiura*, wu-
do urna Mfji iiih.i muilo limln, ale tu annoa tle ; 3 cscravas propriat* para lodo serviro de umn
rasa; 5 dlfol de ludo servido, e I mualo caiapiua :
ua ra Direiln n. ."(.
Veiidem-se i limlos esrravos, moros, do ( \
IK BOBOS! na na da Cadeia H > RiTfe, loja de fa-
zoudas ii. 51, de Jiulo da Cunlia Maniue^.
Veudcm-sc, em casa de Iteaue Youle & Cem-
pauliia, uarua da Cadeia do Kf.-iii- ii.-Vi, relogioa
ileouro, palenlo iimler., (anlo para eulmraH, romo
para hoineiiH, sendo os de liomeiH desabnele, de
um dos inell.oresaulores do Liverpool.
Vende-se a loja de fa/endas, eion. 21, rom iKiueos rundos : a Iralar na mesma.
Vendein-se pianos fortes de superior uualida-
de, i.ilu Mil... |n i,, mellior aulor liumburguej:: na
ra da Cruz n. i.
egado
inliii
Vende-se geaBOem harrieas.rln
(e:cmeasaJ. Keller & GoLOApi
Cruz ii. 55.
PRELOS.
Ventlivio no irmazein do Sr
(urdo un suecas de ."> arrobas.
llhnainne-
na ra da
Aunes
iior mis
nos preCO do que em oulru qiialqiier
parte.
Vnoos superiores de Bucellas
(branru) o detallares (linln) en. harris dequiulo:
vcndoin-se en. fasa de J. Keller A C.
Taixas para engcuhos.
Na fundicao' de Ierro de l>. W.
liowiiiiitii., na na do lirtim. Daan-
do o chafan/. continua liavcr um
completo sortunento de taixas de Ierro
1 i mili lo e batido de a S palmus de
bocea, as quaes acham-sea venda, por
|irci;o conunodo e com proniptida*or':
einliariam-se ou cari-ejjau-seem carro
sem despe/a ao cotiiprador.
IVXoinhos do vento
com bombas da raposo nara regar hurlase haiuu
de rapim. na rundiea de I). W. Iluuman: na ra
du Uruiii ns. ti. BalO.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por preco muito coin-
moilo, no aiuiiiizcni n. 7 de cus da
alandega, de Jos Jonquim Peroira de
Mello, ou no escriptorio de Novaos &
Companhia na ra ilo Trapiclie n. i.
Xa rua do Vigario n. 19, primei-
ro ailar, lein para vender diversas mu-
sicas pata pitillo, violan c Maula, como
scjain,quailiillias, valsas, redowas, ScllO-
lickes, mi u11 ii I i.is tildo modernissimo ,
chegado do ilio de Janeiro.
VIXIIO DO POKTO MllTO PIXO.
Venderse superior vinbo do Porlo, em
liairisile i-., 5. e 8. : no arir.a/.ennla rua
ilo A/eile de Pei\e u. IV, ou a tratar no
esenptorio de Novaes A Companhia, na
rita ilo TrapicJien. ."i.
Xo armazem da travessn da Madre
de Dios n. !(, e uo anna/.cm de Jos .loa-
tiiiiui Pereira de .Mello, no caes da Alian
dej'a, vende-se Cariulia de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anlisu deposito da rua da lideia du Berilo .
rmaiem n. I, ha para vender aiuilu nava polam
da ilu- i.t. amelicaua ebrasileira, em pequeos hal-
las d. i arrobas; a boa qualidade o preco. ".ais ba-
ratos du que em uulra qualquer parle, so alliauram
aoa que prceisarem i'uuiprar. .No meamo depusilu
lamliom ha barril
im.uiienle
V.......
asda bus.
Companhia
ouados.
olonai
cal de Lisboa en. pedra, pro
lirin/a
da Cruz n. I.
hrii.se
.\. O.
meias lo-
Bieber &
SBrWfEBflaj
1 sty^r-Wi*t^V "
DAVID WILLIAM BOWMAiN, enrenheiro ma-
rliinisin o hiOdldOT de fero, nuil resprilosamenle
annuncla aos aeiihorea proprielaiioa de eimenhos,
fa/endeiros, e aores|>eila\el puldiro, qoeoaeu esla-
betoclaieolo de ferro movido por vatcnJiM de vapor!
na ruado Hrum passnndo orhafaiiz, eonlina em
effeclivo exerririo. ese arha rompli'lamenle nionlado
rom apparellios da primeira qualidade para a |ier-
feila rmirerciidas maiores peras do inarliinismo.
11.iluli!.no para emprelicnder t|uaes sua arle, David William Itowman, deaeja maispar-
lirularmcnle rliamar a allenrao |iuhlira para as se-
cninles, por lar dolas grande sorliineulo ja' promp-
lo, em deposilo na mesma fundira, as ipiaes eons-
Iruidas em sua fabrica podem eom|?lir com as fabri-
cidasem pail eslramroiro, tanto em preco como cm
lu.ule de materias primas e mao de obra, a
Vende-se urna cara de pasto, na rua da Seu-
/.il i Nova u. 6 : a Iralir na meania.
Vcnde-fia una porco de pennas do nina :
na rua dn (iloria n.7.
Vcnde-se um arralo rompalo para umeaval-
lo, muilo proprio para cabriolele, iiovamonleclie-
liado tle Franca, e moli em coDla: em caaade P.
SauvaRC & Companhia, na rua da Cruz n. 8, e Irfm-
bem vendein-aeniuilo boas vaquelu, para coberlas
do carros.
Vende-se um prelo crioulo, de bonlla lura,
e muilo umn1. poi*J lem de 18 para jo anios, enro-
priu para lodo o servido do campo : ua rua Nova
De 41, primeiro fcudar.
Vomlein-se 4escrflVmoM, queservem pa-
ra Indo sorvieo ; 1 nonra, que eiiRomma twm, e co-
ziuba o diario, o I linda negrlnha de 10 annos, lu-
do por prer,o muilo cm conla: na rua das l.arangoi-
raa u. H, segundo andar.
Veudc-se um ptimo sitio, rom boa casa de
viveuda, c loda a qualidade de fruas, na eslrida
de S. Jos* do Maiifliiiiihu : Irala-se na rua de Mor-
as, sobrado n. 4H, das7 boras dn manlula al as II.
Na rua do Qucimado n. S, primeiro andar,
casa tle Slvn & Companhia, lia para vender.alm de
tn-ande e variado aorlmenlo de faieenilas do mellior
oslo, chapeos de pal ha linos, da Dalia, de abaado-
Iiradas o singlas, (anlo para homens como para
meninos, sendo esles a preco de 25."ilM) e aquellen a
:ln hem chocolate liamburRuez o mais lino que he pos-
sivcl, a preco de l&tMM) rs. a libra.
Zulmira.
Zulmira he urna fazenda de soda de um lecido e
eoVe htOBa tjue eneanla a (odas as pessoas que a
vi^em; servo para manestosos vestidos, para senhoras
irem ao Iheatro, saraos, visitas ele. ole. ele., vnde-
se Minenle no arando eslabelecimenlo de fazendas
baratas ta rua do Crespo, n. 11, e Colleuio, n. 2, fe-
lo banilissiino preco de 18(1 rs. o covado.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na Cundirn d'Aurora acba-se couslanleiuciile um
completo sorliineulo de machinas de vapor, lano
(Talla como de haina presso de modellos os mais
approvados. Tamhem se apromplam tle encommeu-
innior presteza. Habis oim-iaes lartO mandados
para as ir asseolar, e W fahricanles como lem de
cirsliuncafiancam o perfeilotrahalho dolas, ese res-
pousahilisam por qualquer defeilo que pUBM ncllas
npparet cr durante a primeira salra. Muilas machi-
naa da vapor oonalrnlda noala eslabelecimenlo Iam
estado em constante servico nata pmvincia 1(1,12,
ale Ifi anuos, e a|>enas lem cupido mu insiunili-
inles reparos, e ahumas ale iicnhunsahsolutainen-
ie, aeeraaeendo que o eonramina do eonbotllval ha
ni ineoirMiIrravcl. (>s senhoresdeenuenlio, pnis,
miras quaesquer |iessoas que precisarein de ma-
cbinismosiio rcspeil.-sainenle ninvidados a visitar i
cslahclcrimcnlo em Santo Amaro.
Ricos penu de tartarufa.
Vendeiu-se muilo limlus penles de larlaru-
gS, para seiturar rahello, os mais modernos
poanvei., pelu diminala proco de "'iiKi
rada um : na rua du (Jueimado, luja de
miuileias, u. i!), de Auluniu Joao de Asa-
vedo.
i mw&mmiE6sn3saan
li.u rasa de llruiiii E*Tueger diCom-
panliia, nu rua ila Cruz h. lu, veudc-se
o sasuinte :
PANOS FORTES dos melhores uto-
ras ede moderna construccSo.
INSTRUMENTOS DE MSICA pora or-
chestra e bandas militares.
OBRAS Di: DI 1U) de toda a qualida-
de eilo mais apurado Rosto.
NIMIOS Si.:Muij;ol, SI. Jiilien ecliam-
pagnhe
LONAS dedillerenle (iiinlidudus.
ItltlNS DA ItISSIA.
MOBILIAS DE PERRO, comosejam,
cadeiras de dillereuies moldes, mesas i
sola -.. assim comoconunodat demogno <
cadeiras de bataneo desirx
r ranea.
ALCATIFA para sala a mais linda que
tem viudo a esla pi-ai'a
OLEADOS com lindas pinturas de fine-
tas, etc., pura mesa de meio de sala
bancas.
CHARUTOS da Rayana verdadeiros.
MOLDURA DOURADA para guarn
CO desalas e ipiudros.
\'eude-se u romanee \'inle anuos de|
ns tres inusi|ueloirus por JHe
dos iiielhures delta aulur, eiu^
II Ionios, pur mili diminuto pie
/.es, luja de eiiradernador n. -l.
Na luja dn (obrado n. .">!), na rua da Cadeia
Veiba do Recire, lem a veada furlnha de mandioca
.m saiiMs, \ Inda da provincia da Paraliiba, e se van-
r pri'rur.iiiiiuodu; assim ruii.n tamben, ven-
attkxcaO,
Vendem-se livros e meios dilo d(. .
de nrata e ouio, chegados ultiraanient
de Lisboa e por preco commodu
rua do Trapiche n. 17, e*crii,t0,.;0n'
Jos Teixeira Basto.
POTASSA DA ItISSIA.
Vende-se superior potas&t du Rt,,,:,
Americana, por preco muilo rommnj''
na rua do Trapiche n. 15, arinji, /
Basto limaos.
Vende-se urna porrAu de l.l.i de ti,.,,, .
paleo dn Terco u. 21.
Fuoitu baratea.
Vcnde-w vestido, brancoi de eaiabri
de cures, ditoi iKirdadus, dilo. de rassa pi
una a cinco ordens da buhados, ditos ti.,,, SJ?J
salpicos, ditos rendados, ditos de cava chita Zi
do chita de barra, chitas de cures Cuas ,|c i^, 7B
rs. o cuvadu; nianleletei prelos e da corea ais,
-el un do cures, a 900 rs. o cuvadu, chales d"V.
alaodllo, a I82H0 rs. dita de Ka c da, , rs.; dilos ii i,.... a taOO rs. lene. braaeo. eoJbV
ra de cor para meninas, a IJUOOa duiia, e ll)
lento; ditos de cambraia para senhoras, a'Uiti^,'
ditos rendados com luco, a 320, 100 rs., (||w' i^-j*"
dos a rclroi com luco, a IHO rs. ; dito, j, .' "
I9HII0, 29210 ; meias para meninas de a 19,'
de 210 a IDO rs.; ditas para senhoras ,|,"S
taSOO e .iaO rs. a duiia ; cassas do uuailr, ,1
listras |.ara hallados a 2oIO rs. a pera c., ..*
de 1*1 a 720 ra. vara, baellllia para'coeiroi a S
rs. o covado, damascu de l.i.i. a 800 r. t'|."
militas i.i/rii.l.i-i|iir se vndenlo baratas, iu,,..
<|uu ii freguezia: ua rua Nova, luja nova, n. p>
Iliillic >V lluli iiilai-, ua na ilu IV,.
piche ii. 12, ainda teui mais tret piaag.
de ptimo tom, para venderem-se
Arados de ferro.
Venduui-se unidos de Ierro
conunodo
tan
Irar
viudas ili
is, ou
indio Diluas, um
nlunies, cnntendu
n: na rua dasCru-
ilosillas rasas
tosluu NRolnl
l'ali
elia
-rlNji
la i.iinha pur. .
dem i lein imperiacs .
dem de i.uiiiii.i ....
Aramia de ovos .
Ilisruilo dcaniaiilc. .
Aramia pura.....
dem laraujas.....
Ilularhiuha in^lr/.i. .
Palla, doces.....
Ilisruilu dore......
Hiscuilii.bus.....
Vendem-se rclojjios ile
|M*uas de bull
. son
. Kl)
. KOI)
. bil
. (l<)
. 101)
. no
. 200
. 210
. 210
sao
miro,
tente inglez, os melhores que tem viudo Dpoi
le Deane Youle
uhia, uu nusseus ain.a/.ens nubeiru duti.m. .du -
DOCE DE BACORV.
t'.hecuu rereuleuienle do Maraahfte tuna poipiona
piiio.io deate delirado dore, o mellior que ha, laiiln
pola mis Bxeellenle qualidade, como |mr eoaaervar-
so por muilu lempo em perteito oslado: vendenie-
emeasa de Fanlao*i Iriniio. ni rua da Cadeia Vaina.
Agencia de Eiwln Han.
Na rua de Apollo n. (i, anua/cu. de Mr. C.alniuiil
& Compaalilaracha-M conatanl.....sote bom surti-
n.eulus de laiia.de ferru ruado ebali.lu, lano ra-
sa romo tundas, iiiuendas ineliras ludas 08 farro pa-
ra animaos, agoa, ale., dilas pora armar en. luaib'i-
ra do iodos os lmannos a modeloaa. mais modarnaa,
mnchlna horiwmtal para vapor eom lores de
ravallus, cdcoa, passadoiras de ferro eslanhado
para caM >U' purgar, por menos praca ipie os de ru-
ine, eseovens para iiavms, lorrn da Suceia, e fu-
lo llandii's : ludo por hlalo ploro.
ti este mercado, e 'lo mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellors & Companhia, na ruu da
Cdciu do tecife, n. .">(.
Vendc-sc um prelo do lodo servico, beta com-
portado, por orden, de una pessoa do fura: uu aler-
ru da Ba Vista u. til).
Cobertores oscuros,
de .Igodio, a KOt) rs. ; ditos axue. c encarnado.,
muilu raudos e enrurpados, a I -lu. rs.: mi roa do
Cretpo, loja da eaquloa que volla |.ara a Cadeia.
Vende-se viulio da Madeira de superior qua-
lidade emquarlosc uitavusdepipa, pur |irec.....uiu-
inndn: ii ar.na/ein de N. .Uicher y Cnipaubia
ua rua da Cruau. I.
A ellea. que se estao acabando.
Coto tures de lapel.......ilu grandes, peliidimiiiu-
tu proco de Ittno, di(u mais |MM|iicniM, a sui r,.,
colchas de saipieos braaeaa, a ItwO, brim Iraacado
arara, de buho pumo muilu lino, a ttillrs. a v'ara,
.-lulas du aannln escuro o Ihhii pamiu, a liOr. u
cuvadu : na rua du Crcspu, loja u. 6. '
de Todoi o Sunlm ni
deN.O. Biabar M'..
algodaO Irancado d'a.p.clla
Baha.
na rua
fabri
de assucar e roupa de es-
Volid
da i mi / n
multo proprio para
clavos, por proco roinmudu.
Vende-se presuntus ii.le/es muilo novo, para
fiambre, latas ruin hulaehinhas de soda iiiitle/a.quci-
jnsdepraln, conservas muilu novas, semental de lu-
das ai qualidade. d. horlalice, chegadaiullimamen-
te: na rua da Cru u. 40, ilefruule do Sr. Dr.
Cosme.
Farlnha de mandioca, '..'.
ti a ...ais sii|ierior, .pie ha en. Pcrnumhtico, a 6$
W bordo du brigue Minen-a, ebegado da Maula
v Catl.arina, fuudeadu na praia di. Cuileuiu dj
:-; al.i voudc-ss i........ conunodo, e lamhcni &
0 Irala-se duajusleda mesilla, ua pracadota.r- J)
t po Santo, escriplorio n. li. .'[
W#3s)#:||i:S:l{i?i;;ili)K
A 3,600 o par.
taintinua-se a vender npalfta. de luslro para hu-
me......bra muilo boa, .i 3|fl00o por, diulieiio a \ is-
la : nu alerru da Boa-Vista, loja de raleado n. 58,
junio uu -elleiru.
z
Machio.
Muomlai
ni.inlies, movid
KoiIisiIo .i-'u.'
le va|
lo can
da.....ti.... rnnslrucau.
para enucnlins de iodos ns
a vapor pur anua, uu animaos,
mninhos de venlo o sorras.
.Manejos iudopeudeules para ravallus.
Roda* dentadas.
Aauill.cs, hrniiise cl.iin.aceiras.
Cuvill.ocsi'purafusos do lodos os laiuanbus.
Taivas. paioes. ciivuse bucas de forualha.
Mninhos de mandioca, movidas a mar. uu porania
niacs, o prensas para a dila.
Chap de rogad erme, dqfarinha.
(".anos de ferru, lurneiras de ferru e de bnin/.e.
Hiimhas para raciu.ba c de repuso, movidas a
na."., por animas, ou vaalo.
tiinndasles. uuinchnse macacns.
I'reiisasludrauliras ede parafusn.
Parrageas para naviaa, carrosa obras publicas.
Columnas, \ aramias, tirados e pnrloes.
I'rensas do copiar carias a sellar.
Camas, carra.de m^aarado.de ferro, ole., ele.
Aloi da -ujiri i..i idado das suas ultras, ja' ucral-
mente riH.nnhecida, David William BowiuaB aaranls
a niaisevacla cuiifurmidaile cun os uiuldes e destv-
nliosremanido, polos Mnhore queso diqnarem de
fazer-lbe.'ncoiniiH.Hila.. aproveitando aocca fas pa
ra agradecer aos -en. aumsrnaM amigue a freuue/.es
preferencia com que ten. sido |ir ellas honrado,
i> asseitura-lhes que na puupara esbirrosediliiien-
ciaspara enntinuar a merecer a sua cunliau.;a.
Vendem-M loalha. de panno de llano do Por-
to, para rustu, o mellior que lem viii.lu ao marcado,
a IfOOO rs. cada una : na rua do Crcspu, loja da
esquina que Milla para a Cadeia.
:........:::;::
GANTOIS PAILHETE v\ COMPA- i
Mli.V.
(liHiliiiiia-so a vender ao deposito iteral da &
rua da Cruz n. 2, n evcelleule o bom con- vC
# ceituadu raiai areia pela da huirica de Gnu-
;) luis Pailbele cv C.....p ...bia. da Babia, cm .:
i ^iaiidc-<.pc.i|iicii.ispurces,|ieluprecneslabc- .':
i acido. f
Grande anmenlo de pannos ano o caM-
mlraa.
Na rua du Crespo, loja da esquina que volla para
Cadeia, vende-sc panno prelo, a :I91KK) e .19200
i. do mrelo branca, a :iV)0rs.; dilo franre/, a
ii<)lle.iaOtH)rs., e muilu superinr, a MOOO rs. o
oa.l.. ; dilo a/ul, a 2-.SUI, :t^jt r ',.-auk. r*., ,,
muilu bom, a ;."aN) ra.; ditu verde, 29KUO e tatKW
rurlcs do rasemira prela iiifeslada, a .VS.VI0 e
1 -rumi ra.; dila franec/a e de ci de Indas as quali-
dades. por proru cuminiulo.
Vendem-se relogios de ouro, paten-
te inj;lez, por conunodo preco : na ruu
da Cruz 11. '0, casa de L. Leeonte Ferou
>\ Companhia.
lem p.
lereiio carmeiim, co> lina, a lii-iioo rs. a lil
: s [- w*wBm&nBttKA
i-U Ao modernismo.
5| Vohilein-sti rliai-eos tle sol to setla do diros,
,y os mt'llunes que lem vlndoa oslo nierr.ido,
>n rom rabo o punleisTi de isiarlisi, pn
fW (wra (hisscio : na ruu do Quelmado, loja >l
iniu veiideni-se 12 cadenas de iiuarello,
enlode palhlaha : I sof, 1 jago de ec
par de baiiquinlias, ludo dojararand, 1
commodp: lrata-so no palco da ribeira
i. II.
12,000 rs. a duzia.
Superioreslnalha. depanuo de linhodo
I vara S de comprido, prnprias para linipar o tos-
i, pelo diminuta preco do 13)000 a duzia : .... laja
da ruadn CraMO n. (i.
Cera de carnauba.
Coiitinua-sc i vender a mais superior cera de car-
nauba, que ha neslo ni.Tcadu, em pnrean e a rela-
lliu: uu arma/eni da rua da Cruz cuufrunle o cha-
fariz 11. 10.
Nirlocom
rjrfTg
DAURORA
C: STARR A C.
rcspcilusainenle auuiii.riain que uo seo eitamo es-
laheleriineiilo em Santo Amaro, ronlinuaa fabricar
rom a matar perfeicau o pruiiiptidn.loda aqualidadc
de macbinismn para o usn da agricultura, aavaga-
r.ioniamifactura, c que para matare.....modada
seus numero, fraguases e do publico em jaral, lem
aborto em unalo, grandes arinazens do Sr. Mosqui-
ta un rua du llrum, alrai do arsenal de luariuha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
coiisliuidas nu dilo sen eslabelecimenlo.
All acharan ns cuuipradures um cuinpleln sorli-
inenlu de muendas de caima, cum ludos os inelhu-
rainenlus .alauns dclles nuvus aoriginaeri deque a
experiencia de inuilns muios, lem mostrado a ucces-
sidade. Machinas do va|ior de baixa o alta pressn,
laias datadofaunanbo,lautobalidas romo fundidas,
carros de man e dilus (ra ruiuliizir formal deassu-
Car, mscl.iuas par......ior mandioca, prensas para di-
tu, romo, de ferru balido para fariuha, arados de
ferro da mais a|.|iruvada cnislrnccau, fundo, para
alambiques, rriv. e norias para furnalkas, c urna
i.liiiidade de obras de ferru, que seria ciifaduubu
enumerar. No niesmo de|Hisilo evislo urna |Hssoa
iiilclliuenlc a habilitada para recober loaasassa-
rninmeiidas, ele, ele, que us aununriai.les OontaD-
docnma capac.dadede suas uflicinas c iiiachiiiisino,
o pericia de seus olllriaes, se rnnipromeltcm a fazer
xerutar, cum ,1 manir presleu, perl'eic.iu, cexaela
nnforniidadecom osiiiikIoIusou dcsenl.s, cinslruc-
oes que ll.e foram fornecida.'
Brlm iraspado aou.i-.llo da puro Itabo, a 1,440
n. o corte,
vaude-M na rua du Cruspu, loja da esquina une
volla para a t'.adeia.
Vendc-sc superior cal de Llaboa, por proco
ranavel I na rua dn Vigario, armazem n. 7.
Vendaba o mais suportar charlala finir../
que leu. viudo, o diversas quaUdadea de conservar.
alinieularcs, muitu Ii.m. para sopa e mais propria
Pata 1.....i.ucad.cos: 11,1 rua da Crin du Kccife, ar
inazoni 11 (.2. No MBM armazem lambem se ven-
de iiiuiluuoa collado Kiu Craude.
,"'I'|I1W
para feclinrcoulas emea
de Id d lo & Ilu I. o il.ii : nu rita to I
che 11. 12.
TAIXAS DE FEKUO.
Na finidic.uo' d'Aurora em Saja.
Amaro, e tuuibcm no DEPOSITO
1 .r du l'i ii.ii lojjo naentradi.....lefrot
te do Arsenal de Mat iuliu lia' senin
hu ;;i .. 1 nIi- sorlinieiito de laichai l.mi,
de I.ilu ii', 1 nacional como etlmugeitl
lialidns, liiii.lul.i., grandes, iidiuaus,
razas, e fuudus ; e em ambos os loara
evistem quindastes, para carregar i*
noas, nu carros livres de despexa. ".
preOOS sao' os mais eommodus.
Vendisse mu par de llancas dr abrir,
de jacaaanda', obra bem acabada, eu
nao lie Coleada : nu ruu de Hulla, ni.;
Cata terrea ipte lein a frente piulada di
azul, e portadas brancas.
IIAI'K PUNCjJIA M LI.SII|.
Na rua da Cadeia du Kecifc, luja de faiei.ila.
J.i.in da Cunta de Macalbaes, veudc-se a i-vrcll
le pilada .leste rap, o mais fresen que lem \iiJ.
pela galera Mtiryritla.
Calcado francez barato.
No alerru da lloa-Vista, loja do cal
ilo 11. "18, junio 10 selleiro, vndele i
Seguinte calcado Irance/., a djnharoi
vista, pelos piceos abaixo, c rcriiiiiiiii'ii.
da-sc as jiessoas que vii-eni este uuiiiih-
cio, que veiiliaiu examinar o calcado,
pois nao deisarSo de comprar.
Botins de becerro, par .
SapatOes de lustre, par .
Ditos da Kussia, par.....
Borzeguins elsticos, par. .
Ditos com botes, par. .
Sapaios para dansa, par.
Dilus com salto, par.......Vs.VKj
SapatOes para menino, par i,sO*i
Deposito de potassa.
.Na mu de Apollo, armazem de Le
li.-is. existe superior potussa do Itiu 1
Janeiro; assim como da Amerira.;. |n-|
CO a/oavel.
Vende-se em casu de S. I*. Jnliii!
ton .\ Companhia, na rita da Seu/.ala >i>|
va n. \-.
Vinbo do Porto, snpe ior ipialiilailo, tiJ
arralado.
Vinlio Clierv em Iwrris de (unirlo
S Um. para luonturiu, de hornera
nliora.
Vaijiielas de lustre paracoberta deranisl
Relogios de ouro | Vende-seo verdadeiro violto I
deaux, em barril, champagne da
llior (iiialidade, em gij;os, \icoiia
\li.mili e Kirssli ; ludo vendse |
nais barafb preco possivel : ua m
Cruz n. 2(i, primeiro andar.
Vcude-se um casal de cscravos, moco*
vicios, iii-iii achaques, viudos ilu Aracalv : int
ua l'.-lini 1.1, uu siliu da liba do Sr. Manuel lin
ves da Silva, uu ua rua du Cullce.io, casa do Si..
Ionio Kicar.ln, uu a fallar cum Candido C. b.
corando.....rua da Senzala Nova 11. 12.
Vendem-se diversas |M^as de ouro. |irti|*i^
para uso, cumu sejm cordes, imaseus, rrdoi
bolllcs, ele., laminan SC VCIldClll aljlllii 1- l'lil*|
humantes, e ilillerenles pecas de praia, cm bfl
lauto, < ludu sem feilio : na rua da Cadeia dn
cito, loja n. 41.
7X111"!
l.viii".'
isimh|
7.V2I
Id
ESCRAVOS FGIDOS.
l)os.i(iparcccr.iiii iiiiruiidirod'Aurnraj
ile I! tleiiitislo, os prelos Migwl. Angola, id**
.tiiiiii- pnuco mii>ou menos, esllura recular,
ro do rorpo, rofo in.irr.ndo de bexlfftv; Unn*l.
1 .|.i i.- i unios, liaKo, um l.in(o rhafodota
levou cnlt;a de riwado 115o, .muele, chapeo le sol, amhos r.ill.ini iteNH
to, e ii.it) leem bar ha. Suppe-se lert-ru lid**
zitlos : nnja-se n qtirm os a|)prehender dwW '
ver nolicia de dirnir-so a mesma fundi;.!' BjM
bem rcrompousado.
Do ahaU assiunado desapparcccii um ^i
cravo de nomo lunicio, de > anuos do kllM
da dOilc fevorciro do rorrele auno, da |r
de Muala, da freuc/,ia de Traruiihaeni, lermo
comarca de Nazarelh, o qual lein os si^niie* *W
les: de boa altura, chcio do corpo, as |H'nimcr*
Hl, os ps si-andes c chatos, lein una roridlML
josa no dotlo urantle do p di re lo, e ouIm uf*
menor uodcdotlo oulro p, cara lama, c asquj**
das, o qucixo lino, sem barba, a usa baiu. ej,,
xo do olbo csquenlo lein una marca de fer,l',_i
quem o apprebender, se recvni(iusara com i'*'!
sidade.Pauln fibriro de Amorim.
Do engeiil.0 de S. Ainariiiho, frei!tie'w zea, desappareceu na secunda fe ira 1" f"'*'fl
escravo Bernardo, com os siuuaes setiuiulw:
ra reiiular, reprsenla 90 a anuo, .ni I!*1',
bem fui lo, cara talhada, denles IkiiiIos, tiein *b*
o s da fenle pouco alierlos; leve cm ni" 'I0'
au esqticrda, um pauaricio, do qual resullou
poder abrir o mesmo dedo: quem o pe"
|M

- .lar lii.i ei.ueubo, que serS bem pata1 d""
Irahallio.
Dcsapparorou da rua da Cadeia do 1"'"^ .
Sanio Anloniu n. 10. dcfronle do Ihcalni "*'l
i-nava Thereu, prela, de naon Cabinda. w*
erussa, lcitos salientes, e calcaidiarcs rurfi*1* I
lein -tu.iiiin.. de idade, pon.o mais.... mi'HlN..
eatrls em orms de lalho, nu rosto ao p d'"""j,
levou veslido de chita amarella e rova. p41"*,
(aisla, cen um dos pesum pedaco de ni,"ni'' -
que se desprender : quem a apprehcndcr c ""I
gar na dila casa, sei.i lecuinpensadu.
Anda continua estar fgido,desde 1'"''^"
rodn crrenle annu. du e..itenl.n de Sania A**
nbo. rregueiiada Vanea, o esrravo Sibano'
siituaes si'uuinles: leviiiicaniisaeceriiuladeal
la lona, rsprassals lar SO anace de idade.""
IMiurii larua e labiada, aliara rotular, n."1 jl
s.....Iiararadu, he aknina c.iu-a fula o le... I"1
denlos: ,1110111 o petar leve ao mencionado en!
ipio sem lun recon.|iei.sado de seu Iraliall'-
I
|pal.
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Jdio-
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I lilil
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I -s lll.
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Pera,i TIF. o M. F. F.rl.


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