Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02534


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Full Text
t
Mi
DIARIO
w. im.
FERMMBMO.
. 6 e 8, e nt
PRipO DA SITBSCHJPtJAO'.
nlwrpvc-se a I5JO0O por anno, o 000 por
antiri imuo ailianlailo, o bAOO |Mir quarlil pMO
,i uli>, na oaa 1I0 eu propticlario, .1/. Figueira
* furia, na prar,a da Inde-nciidciiria, iw
iodcJ.rasa do Sr.JoaO Percira Marti
< F. Duprad.
Joaqiiim Bernardo Mendonra.
Joso Rodrigues da Cosa.
a Joaqiiini lignario Percira.
a Antonio de Lemos Braga.
a tluilherme Augusto de Miranda
a Joarpjim Marques Rodrigues.
a Justino Josa Rumos.
CAMBIOS DI 10 M SETIMBHO.
Sobre Londres 27 /' 60 d.
Pars, :i "1
s Lisboa, 95 por renlo.
ketazs.
Ouro. Onras liespanbolas .
Mneilasde6IOvellini
< de BbIOO novas
de 430(10 .
Prala. Pataooes brasileiros. .
Pesos columnarios .
c mejicanos .
Arres do Banro. .
Uesronlo de Ledra .
289500a 298000
...... 168000
......1(18000
...... 98000
...... WIO
...... 18940
......8N00
...... 10*
......9alli>
NOTICIAS ESTRANCEHIAS.
Portugal .
Hespanh.i
Franca. .
Blgica .
Italia. .
Alemanba ,
Prussia. ,
Turqua .
Russia.'. .
Dinamarca
15 de Agos.
8 de
8 do
4 do
3 do o
3 do
3 de
26 de Jul.
31 de
31 de >
Austria. .
Inglaterra
Suissa .
Sueria. .
E. Unidos.
Mxico .
California.
Cbili .
Buenos-A .
. :i de
. 8 do
2 de
29 de
27 de
16 de
1 de
12 de
23 do
A eos
I
Jul.
Jun.
Jul.
Vnnlevidco.21 do
NOTICIAS DO IMPERIO.
S. P.doSul 31 do Jul.
S. Paulo 4 de Agos
Minas.... 2 do
Hile Janeiro 25 de
Babia.. 31 do >
Para'. 13 de Agosto
M.ir.iiili.m 16 do 1/
Ceara'.. 20 do
l'.ir.iliili.i. 5 de Selbr.
Alagas 31 do Agosto
PABTIDASDOS COBJ1XIOS.
linda. lodos osdias.
Virloria, lias quinta feiras.
Caruar, Bonitoe tiaranliuns, no da 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista,EicOrieury, a 13e 28.
'..............Paraliiba, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
das da semana.
12 Segunda. S. Macro-
bio M.
13 Terca. S. Aula V.
1* i.iii.ii 1.1. Exallacao da
S. Cru*.
15 Quinta. S. Nioomcdes
M.
16 Sexta. S. Eufemia V.
M.
17 Sabbado. As ('.bagas
ilc S. Francisco.
IH Domingo. Fcsla das
Dores da SS. Virgcm.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quinta.
Relaeao'
tercas esabbados.
Fnzenda
tercas esextasas lOboras.
Juizo de Orp/iuo*
segundase 5. as 10 boras.
Primeira vara da rirel
Ierras e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do ritel.
quarlase sab.ao meio-d.
IUDES.
Sclcnibro 3 La nova as 9 boras, 21 minuto-,
34segundos da manbaa.
(i 10 (Juarto crescente as 6 horas, 37 11
nulos e 32 segundos da manbaa.
1 17 La rheia as 7 horas c 4lmiuiilo
24 segundo da inanhaa.
1 2.5 Quarto mingoanle as 8 boras,
minutos e 31 segundos da manbaa
VBXAXAB. DZ HOJE
Primeiraib II horas 12c minuto damauhaa.
Segunda M 12 horas fio minutos da larde.
M
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ella
,,,,.1,1
car 1
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re*
__ PARTE OFTICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
ExpcdleM* do da 9 de aetembro de 1853.
f illirio Ao inspector da llwwuraria do fnicn-
1I.1, tli/rwlo que visto haver para Mobras imlilnres
gaita siirticicnle d'onde podeni sahir n de|ieias a
l.iei rom o reparo c modificarnos do quo nereMiM
o quartcl da Soleiladc, para dar inellioi alojamciilo
H tajUlMo que all existe, onlorisa a ft. a nian-
Jarpor ra hasta publcaos referido repara a mo-
liliciii ..(- Hrviouo de baae arrcmalacuo o plano e
irr.iineiilo que remelle por copia, e Im-iii aajlM o of-
11 quo lanihcm remelle por rupia do coronel com-
nandanle do batalhflu ti do infamara. ritcraiii-
.,. ,1. necessarias coinniunicacoe.
pilo Ao mesmo, enviando copia do aviso da re-
i,lii jn da guerra de 23 de amisto ultimo, no qual
,'j,,.' -c declara que lem de vir para esta provincia
iiriinciro 1 apor que passar para o norte, o hnlica-
rio iioiiiradii para o hospital reginicnlal, Antonio Jo-
llrilu, Inundo os niedicamenlose oulros ar-
..1.1 botica, mas lamban se determina que soja
clahclerMu provi*iiriamenle em lugar apro-
11 eiii quanlo se prepara a rasa mandada edili-
,11 niilrii aviso de 5 do citado mci. Igual co-
> remellen ao coronel ciiiiiniaiiiliiiilc das armas
-.11 coiilipciincnto, e id'uii de indiraro lugar
*eilcve eslabclecr aincucioiaila liolica.
1Ao roesmo, inleiranilii-n de liavcr o barlia-
par do Mcne/cs \'a>ronrcllosdel)rumiiiond,
mu I......dia do crrenle, o raraodejahmu-
.....ji.il e de orphaos dos termos do Itin Formn o
.Serinhaeiii, entrando logo nocien-icio da vara do
dlreilu d.iqi.ella enmare, par estar de lirenca o res-
pertivojoll,Fe-ao igual coiiunuiiicario aoExm.
riin-i-lliiiio presidente da relatan.
Pilo Ao mesmo, reroiiiineiiilando que nao s
imiii'le pagara l-ranrisroMarlinsflos Alijos Paula a
anilla do liTWKK) rs., pela qual ajuslou rom o di-
recta! da ulna publica, faier lodos os reparos de
que prrebavam os ranos de agolo e as lalrinas do
palacio da presidencia, mas laiuhem inilemnisar a
Ikenuraria provincial da do 85J000 r., Importan-
cia de liasru da porcelana, que, porleneendo .iquel-
l.i reparlirSo, foram empregado na inenrionadas
latriniiuCominunicou-ao ao director das obras
pnliliCMC a lliesouiaria pioiincial.
Hilo .lo mesmo, reeoinmendando a expedico
ile.ua-nrileii-, para que o inspector da alfanilcga
t.....lua.....lesparlM isento do dlreilcn de elneoon-
la lian hmmIc cemento romano, que vieram de llani-
tanto na escuna llenrieh Hurtar, por conla das
que ronli-.ilon o Impeclordo arsenal de iiiarinba,
rom J0A0 Cario- Allgualo da Silva, para as obras a
rarBOdomosmo anonaL Comniuniroii-se ao men-
rlonado Inopeclor.
hito Ao iiii-ino, Iransmitlindo dous avisos de
letras-.nadas pela pie-ouraiia de laxcnda da pro-
vineiailoHi.iliraude du Norte sobre a desla, sen-
iln ama na Imporlanelado l:IH.5?>5ll rs., a favonio
li.n 1.ira iS Piubeiroea nutra na de 5008000 r. a
nrileiii de Tertuliano da Coala Pinlieiro. Parlici-
peti-M aoBtm. presldenlo dquella nrovlriela.
Hito Ao inspector do arsenal de niarinba. di-
/eiuln que lie lora le diivida quo s pelas Verbal ns.
II i- -.'Jila tabella annoiaao ovlao da repartirn da
iiuniili.i, do I.-de jiillio ,lr;lc anuo, pnilcm Icrlu
Barasdeapattaa raxereom a barca de earavaeio
ron-lriiiita nesta provincia para a do Maranbn
rmiipre porlanlo. que Smc. nesse sonlido, faca a-
pmaiplar a referida barra, fim do poder seguir
attialoantea para aquella provincia, conlralando a<
inciiio lempocom 11111 dos propriclarios das fiindi
I.....i'-l.ilii'lecidasnesla cidade, o Iralialliode montar
a iiiiicliina da soliredila barra, visto nao ter viudo da
corle al agora, o operario de que trata o aviso do
lliilejiiiilio prximo pausado. liileiriiu.se a Ihe-
sniir.iriailefa/cnda.
Hilo -Ao contador de niarinba, di/endn que po-
de aceitar o ollereciinenlo que fe/ Mannel Anlonio
Comande Trigo de Loureiro, para ronllnuar 1 ser-
io iralnilamcnlo o lugar deporleiro daquella eon-
lailiiria. coi quanlo n.lo eliofla da corto a dceisAo do
oii'tiin imperial, sobre a demissilo pedida pelo por-
IciroAliilie I eriiandes ''rigo de Loureiro.
IHto Aojuii de direiio interino da I.'vara
de-ia cidade, aceuaando rocebido n oflleio om que
Sinr. parliripoiioresiillado dos Irabalhos que llve-
ram lugar na se "10 ilojurv do lenno de Imiar.i-sii,
oncerrada om33 de agosto ultimo, o declarando em
roanosla que remelleu copia do nienrionailo nflicio
aoF.11n.8r. mlnialro dajutlifa, para melhororion-
la-lo do sen rontci'hlo.
Iijio Aojla iminieipat da I.-' vara desta riila-
ile. pira por a disposiciio do coronel ronimanilaiile
il.i-.inna- n m senleneiailn a galo-, afini de ser em-
nregadono servico do hoapilalregimenlal, valo lor-
-*' evadido d'nlli un dos cairelas que eslavam em di-
loaervloo, Parliripou-se 10 referido roronel.
Hilo Ao majiir Anlonio Jos de Oliveira. Ten-
itnre-olvido nninear 11111,1 roinini-sao de :t iiiciiilirn-
aara rever o arlual regiilainenln do cemilerio. c
|irn|Hir as reformas e alteraees que julgar conve-
inenlc, ollererendo iimpriijeetoilercgulamenlociiin-
pleln.assim o cninmuiiico a Vmc, prevenindo-o de
que o iciibo designado para ranr parle da tnoama
loininisso, sendo seus oulros iiiemliros o reverendo
l'ioii-or Iraneisio ,ln lavares da Cama, o o Dr.
Joaqoim do Aquinn lonseca. e a i" accacUra os papel que htode servir de baw OM Ira-
liathos da romilliao. Iieni como copias do olticio que
ilirigi ao Exm. hispo ilioresano e. da sua res-
paala.
E-jiero que \ me. 11,10 se recusara a areilar n rom-
mi--jode que o enearrego, com o que .un miIoso
aarvieo aopubliru. No mesmo sentido oflkion-se
.....oulroi meinliros.
Hilo Ao ins|iector da lliesouiaria da fatenda
provincial, para mandar comprar i.'itt liarricas com
emento para diversas obras a cargo da reparlinlo
da "liras publicas, o qual Majando declamo o respec-
to" director, vende-se anualmente a 6J800 rs. era
liarricas do 12 a,. Cnininuiiirou-se ao referido di-
r, tur. .
FOLHETIM.
><*
FER>AM)OlliriiSSIS.
m; moras de um marido.
. 'j-'. avsiBisVtfU a i/j.
SECINDA PARTE.
I'ri-me pivs.,1,1 entrar em casa nlim de saber e
iiMiiaina de Meligni iue I111I1.1 esperado. Tequci vi
".....ule a rainpainia, Dupin vcio abiir-me, del
Xtf-0 na anlc-cainara, eilirigi-me rpidamente para
la, EglMoaeaehava ah; iaccrtilirai-mc de
jar lamliein uno eslava nojardini, quando a porto
|li.ilrm;i enlreabrio-se repeuliuamenle, e vi um
oiiiein sabir delta, c correr a mim abrimlo-me os
tiraros.
tnJoo RowMHol
Tu aqu! exrlamei eu.
r- nieu primeiro inovimeutn foi lancar-mc ao pes-
'"rodemeu ainigii ile infamia com una alegra
rnlimel.
Joan linifiindameiile enle/necido rom o posM en-
roniro iiii'sperailo nao Hiile relersuas lagrima, sua
nv '''H,lc o sua emo^o provaram-me que sua
* me hnviii seniprc encuberto minlia falla para
m ella.
> |iri..iMii;.i ilpjo.io me pareca providencial nes-
""oienlo, em que eu flueluava indeciso entre as
"' e as nms resolur/ies, mais complicadas allhla
lii ""provi-la de Cesarina.....de Cesarina
K" ronliecia e admirava a iptetrata do c.iraolcr
JiiiI'"' l'nriH','"-,"c que seus eniiselhos poderiam
"-me,, s,,lur do cabos de penaiiienlo- ronlra-
vde Diario n. 203,
Dito Ao mesmo, reeoinmendando que mande
pagar ao arremalanlo do cmbarreamcnlo da estrada
doaui, na parle roiuprchcudda entre os marros de
1 c8mil brara a ini|Hirlaiicia da primeira presla-
rioa que lem direilo, por ja ter foilu melada dato-
liras do sen cntralo, segundo declarou o director
das obras publican. Cominunieou-sc oeste.
Dito Ao mesmo, transmilllndn, para o timeon-
veiiicnlc, copia da rclacao do objeelo comprado
para neipoaienleda raparllcjio das obra publica,
no correle mcz. Inleirou-scao director da men-
cionada reparlico.
Dilo Ao commandantc superior interino da
guarda nados) de Coianna, para remoller quanlo
antes os trabadlos da reorganisacao da guarda na-
cional daquello municipio, dando no mesmo lempo
a raziles pela9 quaes deixou de cumprir ale agora as
orden que Ihe lem sido expedida a lal respeito.
Dilo A cmara municipal do Recite, declaran-
doqueapprova inle 111 umciilc a postura addicional
que aquella cmara remellen, rclalivamenle a eon-
ducrao de cadveres em carros fnebre-, da qual
enva una copia lim deque llieihVxccueAo.
Dilo A' mesma. eoiiiniuiiicando que, secundo
consta de olticio do direrlordas obras publira, ja se
arlia concluido o calcamenlo da run do aterro da lloa-
VWa, o rerommenibiiiilo que mando cuidar da con-
servarao daquella obra.
O presidente da prutinria resolve e manda que
niicobranca do imposto de 1008 rs. por cscravoex-
porlado para forada provincia, so observo oseguinle
REI.ILA.MEMt).
Artigo 1. O imposto de llltls por esrravo expolia-
do para fura da provincia, anda q*c leulia sido
importado de nutra, continuara eoiisulado provincial, observando-se a cscriplura-
iio ja adoptada.
Arl. 2. Os scnbores, que sendo domiriliailos na
provincia, levaram conslgo os seus escravos, ou os
rhaiiiarem sou servico, nao oslaran sugeilos ao 111-
|hi-Io. tt mesmo se eiiteuilercom os seiiborcs domi-
riliailos om nutras provincias, que por esta se demo-
raron Iraiisiloriamenle.
Arl. 3. A prava do domicilio, qur na provin-
cia, qur do lora dalla, ser dada .....-ensillado pro-
vincial 1 no primeiro caso por mel de certificados
dos respectivos parodio, e sub-ilelegados: nu se-
gundo rom cerliiblo da policio, por onde se ronho-
ca a idoiiliilade di- peam lano du senlior cmodo
cscravo.
Arl. 1. O dominio de qualquer cscravn que liver
le ser exportado, estoja 1.....,10 sugeilo .10 Imposto,
eri lainbem provado no consulado provincial rom
carlirMo da reeebedoria daa rendas internas geraes,
nu escriplo de venda, quando nao liier lugar a ma-
tricula nota roparlican por ser o esclavo comprado
para ev|iorlar-e.
Arl. 5. .Vio se conceder pas-apnrloii oseravo al-
guin, sem que por despicho do administrador do
consolado sejam dadas a- proras esjgklag no arii-
gos preredcnlcs. -
Arl. (i. t)s correlores, seus caixeiros, on pessoa
de sua familia, oquaesquer individuo que especu-
laren] cun escravos firain sugeilos ao pagamento do
imposto, sol lianca prestada 110 consolado, pelos es-
cravos que cnmsun exportaren! como danos, se no
prazode 15 din, denohidepassadosuilomeies, uo
provaram, rom cerlidtoda poliria, que nao volla-
i.iiii e-i.i luoMiicia.ou que leudo voliado irouxe-
ram comsigo os mesinos escravos,
Arl. 7. Soriio considerados exportados, c por is-o
uneitos no Imposto, os escravos que se compraren]
nesla provincia para a IripulaeAo de einbircacoes,
rujos donos resid.....m nutras.
Arl. K. l-'icain i-enlos do impiislo os escravos que
fi/crem parta de Iripolaeao das smbarcaeses, cojos
donos re-iilireui nesla provincia, prevalido, peranlc
o ronsulado, a po-e o dominio das me.1n.1-.....barea-
rni.-. o 1I0- escravos, e preslanilo lianca pela qiianlia
eojulvalenle ao imposto.
5 luid). Esta lianca ser rennvada do seis em seis
mena, Dcando, ncs-.i ocessiito, o- aenhores obriga-
dos provarein, por incio de cCTlidlo da Capilania
do l'orlo, que os escravos eoiilinuam a perleujer a
mesma Iripolaeao, e ser.lo sugeilos ao pagiimi'fio os
que rallaron), sem ser por fileiimcnlo provado, ou
lesembarqii iiesu provincia*
Arl. 9. A capilania do porlo uto idmilUr ma-
tricula e-craio alginn,-ein que o respectivo dono pro-
ve que lem ruuipriilu o danoslo no arl. procodonlc.
Arl. III. Os capibles c mostrea das cinlinrcaces
parliciparo com anlecedencia no adminlilradur do
usuluilo o dia e hora da sua sabida, aliiu de que
pos-a elle por si ou porulgum empregado, visitar a
cnibarracao, sempre que julgar conveniente.
te ao modo de servir-se delta. I m quer servir-c
do estacadas al a altura du |onlo de baixa-mar ; o
outro lia-so em belio o pedra lanzada 110 fundo,
para ohler o memo nivel em que ambos quercm
que comecc ,1 ubra de cantarla; nao lie possivcl
quo ambos tenliam razAo, c antes eu me inrlino ao
plano 1I0 Sr. Mamcilo por ser mais seguro, anda
que, se a base existente for do pedra mudo com-
pacla, 011 concreto ( bclo ) pode acontecer, que se
torne intpossivel lincar-se a estacada proposla; em
lodo caso porm nflo ,1 excluiria do meu calculo.
Qualquer que seju rom tudo, o modo adoptado en-
tre os dous propostos, be essenrial conservar-so a
arlual base ; c a V. Exr. c a oulros, que tenliam
mais conliccimenlos da localidade, do que eu posso
presumir ler, perlcnrc determinar se eonvin a
conservacan de urna lal barreira a navegar^ao ; leu-
do em vista o numero do casas de coimnercio,
que exislem a margen) do rio riba cima da ponlc,
cas quaes um livic accesso be de milita impor-
tancia ; Im-iii como o esgoto dos terrenos baixos, que
mi. un I ni grande parlo da cidade ; ponto esto que
niornusou forlc impressao, quer pelo que di/ res.
peilo .1 linio i 1.1.!- publica, quer pelo proveilo o
ulilidade, que se pode tirar dessas Ierra boje ala-
gadas ; a iiiainr tarto das quaes me dizem ser pro-
pi iedade nacional. Sito assuinplos estes graves para
indagarlo, e sinlu niio ponair nfnrmaces mais de-
lalbailas que me habililcui a dar una opiniAn mais
ilecisii a a lal respeito. Soure as bases ha pilares o
paredes do encoslodo idntico carcter em ambos
os planos de que balo, linalisaudu culretanlo um
ilcllcs 1 obra rom una supcr-cdillrneAo de ferro, c
nutro de pedra, leudo a [Hinle no plano de um,
sote arces, o no de oulrn, nove. Quanto a largura,
quo mo fallando na excessiva elcv.ieo, be o que
mais de perlo loca a commodidade do publico, ox-
islo entro os dous planos, apena- a dill'eicnca de
dous palmos. Mas silo promenores estes em que
me parece nito devo entrar. O que ha a verificar
be, se a pedra do arrecife be de naturoxa duravel
para a obra, o sendo-o, se euslar o mesmo que o
ferro, e no raso negativo se so dever preferir o airo
de ferro fundido proposlo, 011 a travo tubular do
ferrn baliiln mis rirrumstanrias do paiz. .No meu
entender quesl.lo so resolve em malcra de cusi,
incluinilo-se 11'aquellc a ciiiisigiiac,o destinada a
eonscrvacilo, devo ser mu pequea, se a ponte for
bem construida, quer de nina, quer de oulra forma.
Tanlo leulio dito c lalvcz de mais, sobre os pla-
nos que me foram apreaenladus, mas devo ponde-
rar que, se j mais liouve dual margena que podos-
sem sugerir ,1 Idea da COnstruCfio de una ponte
Appellante, o juizu
Rilieiro.
appelladu, Ignacio
lleriset.
Passaram do Sr. desembargador Le.lo ao Sr. dc-
sembargador Retidlo ns seguinle appcllaces em
quo sin :
Appellante, o juizo ; appcllado, Joaouini Clemen-
te dos Santos.
AppeHonle, o jui/.o ; appclladn, Nicolao Rodrigues
da Cunta.
Ao Sr. desembargador Villares a scgilinlc appel-
lacilo em quo sao :
Appellanles, os herdeiros do ASOMO de Albiiquer-
que Mello; appdlada, a iriuandadn .la-alma-de
h. F'r. Pedro Conralve.
"'assaram do Sr. desembargador Villares ao Sr.
lo as seguinle apiiellacoesem
l'alacii
le 1833.
do goveriH
Jotl /i'rai
e Pernambiiro, 31 de agosto
'/ Janeiro 13 de judio de 1353. lilil.
presiilcntc de Pernambiiro. Apro-
priincira orra-iao para cumplir 11 pro-
le a V. Evr. liz de reduzir acsrripln, a -u-
Itio de
Exm, Sr.
veil
mesa que a \'. Evc. liz di
Minucia da conversaco que liie a honra de i-nlre-
lercoin V. Exc, por OCCaslUo da miiilia oslada no
licciie, relatlvat......te a nova imihIc nhi projoctada.
I.- Sobre a localidade : O esliuln qucliz da plan-
ta rU cidade. e o came da localidade mo dcixam
is leve duviil.i em meu espirito, de quo a ponto
mo devo ser rollocada, lano para commodidade
lo publico como para fcil conimunicac;ln das
principos' ras entro si se nao no lugar"duque
na eslo. |-|o sem iluvida faro, que seja indispen-
avel nina ponte lateral temporaria cm quanlo se
e-live coii-liuindo a nova, mas a deapezarom
aquella se com clleilo lor necessaria > seria milito
menor do que a de enlradas novas com deniolico
le predios, como aconlcreri se houver de ser mu-
lada a posicaoda ponte.
2." Sobre 0 sistema. Suppondo que nan lia a
menor idea do lornnr-sc a eonslruir a |Hinle de nia-
'leira, niio deiiiorar-inc-liei tan tralar do lal siste-
maOs planos que evidentemente foram organi-
>ados pelos Sr. Dr. Mamede, e pelo Sr. Wilmer,
rom nolnvel cuidado, concordam cm fazer uso da
miga i'
""la I.....Ii
ll.ii
le/a, para sobre ella fum
ilivergcui inlciraucntc 1111
BUipenaa, lio e-le sem duvida 11 caso : entradas pnu-
coilispondiosa, curso franco para navegaban do rio
cm um ou dous lauco (spans) sem dependencia ,il-
giinia na fu minean da base de urna oiiimtrurcilnau-
lig, e lalvez que incerla, e anenhumn precieSo
que ha de conservar 011 remover isto he com res-
peito a ponlc) a barreira existente no rio, Acerca
da qual 10 depon so resolverla, segundo ascir-
cunislancias indicassem. E aqui nimia nutra vez
e aprsenla a q.....lio do costo. Sera urna ponte
pensil igualmente ellicientc, c cuslura ella limito
menos do que qual quer das nutra, iurliiindo na
Idea do bartela a coiillgoSKJflo para a couservncAo,
que sem duvida ha dc'ser |Kiueo maior do que
'aquellas ? llavendoo cuidado necessjirio, nada
temo da acrSJo do lempo sobro o material d'ella.
3.- Sobre a oxeruc.o. O modo mais salisfalorio
de aaaenlar, oque lio melhor be nao confiar cm or-
caineulns, que devem ser mili ineerliH pela varia-
c.io quo ha neslc paiz, nos procos do Iridiadlo, as-
siin como mis do ferro, c sim formar planos bem
raleiil.nliis, e ollerece-los a cnipre/.arins, ifim de
Inspirar confianes ao- emrireiarioseslrangeiros.ojue
devcr.lo ser reslrictnmeiilo ohrigados em todas as
materias, a confurinnr-sc rom as decisoes dos enge-
ulieiros. Ser bem pensado, o nito mu dispou-
1I1.1-11 associar para lal lim ao ciigenlieiro em ebefe
da provincia, algum dn me-ina prolissao eonliecido
un Europn. Creio, que assiin fcil ser conseguir-
le um contrato satisfactorio com pessoa idnea,
quer seja para 11 lodo da obra, quer para a parle do
ferro; ileixanilo a obra de ranlarin para ser fcila
por einprelieniledores do paiz, para animar n Iraba-
llni dos hahilanles, n que cu sempre preliro todas
as vezes quo sin podo ter lugar, por isso que na-
turalmente niio he isloeoii-a em que unincompa-
uliia possn cniprcg"r-sc, lio nianifcslo quen execu-
r.io desta olira perlence as Autoridades do paiz.
Parece-mc ler formalmente rcspnndido as ques-
loos de V. Ex., c na esperanen de que o governo de
V. Kxc, muito concorreni para o inclhorainento
material da importante provincia, que fni rondada
a seus cuidado! : Teuho a honra de subserever-ine
rom a maior consideraran. De V. F.xc. o mais
obediente criado, M. A. torlhetcek.
TRIBUNAL DARELACAO.
8ESSAO DE 10 DE SETEV litio DE 1853.
Vreridenrin do Bf, Sr. roniet/ieiro .Izrredo.
A 10 lioras da manhan, arhnndn-se prsenles n-
seubores deseniliamnilnre- Villares, llaslos. I.citn,
Heliello, Tollos, IVreirn Montcirn e Valle, fnllandii
com causa os Srs. desembargadores Sou/.a c Luna
l-'reire, o senhor presidente derlara borla a -c-io
na forma da lei.
Jnlgamento*.
Aggrnvanlos, Loiirenro t^ivalcanli de Albiiquerquc
r-n 1 miilber ; aggravado, o juizo. Negaram
prnvimeiilo ao nggravo.
Aggravanle, Joao Maria Ponrhel ; aggravado, Vi-
cente Varella Barca.No tomarain ronhecimen-
In por 11A0 ser caso do nggravo.
Appellante, D. Mara de Alliiiquerque Mnranho ;
appellada, a jusliea.Mandaram subir os autos
originaos.
Designaron.
Appellanle, o julio ; appellado, Manoel Cavalcan-
li de Alliuiiucrque Mello.
Appellanle, Francisca Thomazia du Conccieilo Cu-
nda ; appellado, Oenrique Gibwn.
Appelunle, Prniicisi-n de P.111I.1 do Rosario ; aji-
pellado, llraz l'erreira Mariel Piulo un.
appellado, Jnaquim Francisco
appcllado, Vicenlc Alvos de
; appcllado, Alexandrc Jos
desembargador ti
que san :
Apnellanlc, n juizo :
Das Monlciro.
Appellanto, o juizo ;
Alinela.
Appellanle, o juizo
llarboza.
Passaram doSr. desembargador Tellcs aoSr. dc-
seinlini gndnr Percira Moulciro as seguiutes appcl-
I o .i- em que sao ;
Appellante, Florencia Joaquina de Sampain ; ap-
pellada, Thercza de Jess da Costa Mcdeiros.
Appellanle, Antonio Jos do Rosas ; appelUdos, o
cndor da heranca do Uado Francisco l.uiz Pe-
rcira o nutro.
Lcvanlou-sc a scssAo depoisdO nido dia.
EXTERIOR.
tcltiris cnlic os (puic
po, se livcs!*c a rorapt-
1 i.'li.ih.i lia iLuni (om-
ite fonTcssar fraummeiile
aon.oua-i.ii!oaMUiar.io cm quo me achavn. Es-
qucccinli>-nie complelamcmc .le madama de Mclii:-
nv, im-iii ruidei .le iier-unlar a mim mcitmo romo,
rertamcnle sem COObecImeolo de meu ramarista
JAn, arliava-seeni minharasa.
Kllceslcndeu-mc a man edisse-mc:
ttom Feniaiiilo, ns dcslinos de noa anii/aile
i[iicteiii ciilo jiio seja senipte em lua rasa nueeu
arlie um refugio no memento do perigo!
Kt|dira-le !
rriniciramenlc p linda mora, uuc ao prinripio Inmou-me |ior um
ladro... mas, nrrescentuu Jn.io lorrindOi feli/nicii-
(c cssa hi-ll.i fugili\a le lia de vollar.
i'u me assiwlas... fallas em refugio, em |m>-
rigo!
Opcrigo agora csl.i passado... Nio suspeilam
minlia presenra na rasa \i/nlia, jhis no vieram
rejaraqui a lua
ilc arman de guerra'.'...
Que! 1 ti eriavtf no
de ilc-i'.tlii ir mu deposilo
(oino sabes dwso ?
Saio de l agora.
Tu, Fernando?
Enlendo!! Essaarma,., essas mniscs...
anda urna conspiracito?
Sim, ir -|.....li'ii-ini' Joo, o depois acret*ccn-
lou : I'erdoa-me, meu amigo, cu c lu 11A0 devemos
jamis fallar cm polilica,
Joflo... e lua mili?
I>c alguns mezen para c ella occupa-M na M-
rrplurn5lo dos livrosdo una casa de que sou cai-
xeiro.
Ella etclamei cu com urna dolorosa compai-
llo, ella... reduzida... ...
Redu/ida a que, met Fernando? Depoi* sor-
rindo e oervando meu Utllo sumptuosamenle mo-
liiliado, Joo acrescenlou : lie verdade, sempre me
esquejo de que s um fdalgo ; i*lo nlo he urna rc-
prehenao, meu amigo, niio, nAo; no |>onlo em que
eslflo a cousas... gaslarlivremenlesua fortuna, lie
ainda farer nm aclo de bom cidadio. lie fa/er vi-
ver o* Iralmlliadorcs. Quero siimenle di/er-te, meu
bam Femando, que esquecia-mc de que corlas con-
dicoes modcslas. c a de ninlia m.li he dessu nume-
ro, deven, parecer mais peniveis do que o sjo real-
mente.
.Mas para lua mi ter aceilo um emprcao de
escrpluradoradc livros de coimnercio, he preciso
que sua ahaslanca liaja sido comprometida.
Devo-te, meu amigo, em pnucas palavra a
narracAo do que nos lem acontecido u minlia mi c
H mim, depois que nos dcuasle na prisAo Tenho pressi em ouvi-la ; mas Mr. Cliarpeu-
ticr, que he feito dellc?
Contina a Irahalliar particularmente em sen
oIBda de selleiro, e mora na mesma casa comnosco.
Quantlo souhe da revolu-to do IH-'O pensei
que ella ahrira as portas de lua prsAn?
Com filt'ii'i esso livramculo fui para minha
niAi, para mim c para lodos os que secuiam nossa
opiniAo um dia de radiosi esperauca... nfclmncu-
leesse dia nAo foi seguido |tor outro; criamos na
Blevido da Itepnhlica... nossos vnlos foram halda-
dots Aliramo-uos, pois, resolutamenleao trahalho ;
parlo da pequea fortuna, que minha mAi eou pos-
suiamos foi empregada cm soccorrer nossos amigos
Ji feridos |M>r condcmna);oes polticas, c em concur-
rir para a fundacAo de jurnaes orgos do nosso par-
lido ; cinlim restavam-nos perto libras de renda, l'ouco lempo depois de nossa sol-
tura achcl um emprego de caixeiro em urna casa do
coimnercio de l.i.lo, para onde minha inii acompa-
nhou-me. Um dia ella disse-me : Meu charo filho,
parece-nie que vmi-me esquecendo em urna deplo-
ravel ociosidade nossa pequea forluua est redu-
/ida a um terc,o, o que nos rosta e o rendimonto Je
leu emprego baslam sem duvida para as nossas ne-
'essiilades i masuiuguem deve cuidar w'i em si, nos-
a causa nao vive senu do sacrilicios. o para to-
mar nella minha parte, quanto 1110 for possj.el,
quero ulJIisar meu lempo e aprender a escriplura-
eflodo livros ; ou lu fiques cai\eiro, ou le confiem
oulra ve/, adirecr.ao de algum estahelccimenlo in-
duslrial, os conhecimentos que quero adquirir me
appnHimarao de ii. e se podessemos ser empreaa-
ESTADO DO CONTINENTE.
Parla 6 de acost,
l*m artigo de Al. de l.aguerronuiere, publicado
no l'iiifit de boje, lemeveilado alguma altenc/io. O
objeelo he evidcnlemcnlc mostrar que a polilica do
governo franco/ he a da paz,da paz manlida sem
Jeshonra ; e que o imperador, em ve/, de ler a cada
momento o sen ardor reprimido pelo uahincte in-
gle/, ha sempre conservado urna fria dignidade.
M. to l.aguerroiiniere nutenll que scnielhaiilo po-
ltica era honrosa c ladenle, e capaz de previnir
a guerra, ou do prepara-la de maneira que assegu-
n o Iriumplio. Em cousequcucia das relanies qnc
exislem enlre acorte imperial e M. de Lasuerron-
niere, o da crenc 1I0 que o proprio imperador cos-
lami inspirar arligosdomesnio uenero que esleque
apparcceu hoje, naturalmente dAo maior importan-
ca a estes arligos do que a oulros.
O P/njmUr.o seguinle :
falluu Icrca-fcira na casa dos Communt, o o qual
plano considera o imperador da Hussia com a aulo-
ridade de um carcter eurojicu, lio a euprcssao da
Mea cnllectiva da Franca, Inglalcrra, Austria o
Prussia. Portanlo, deslc facto resulla urna explci-
ta, seria o real allhnca, em primeiro lugar para
negociacoes, o depois para resslir em favor do um
InferoaM quo he commum a tmlos. Assim, per-
gunlnremos, ihn so urna guerra, so fosse necessaria,
que visse a Franca, a Inglalcrra, a Auslria e o
l'russia combinadas conlra a Itussia, teria em si al-
nima eoou assnsladora ? Todos conlra um Se o
jogo fosse com era do desla maneira, sera tAo bello
e i.o seguro que nAo baveria a menor duvida ucm
inqu.etaean icerea do resultado. Seria o jogo da
forca edodircito que caininhariam unidos conlra
una prolenc.io impossivel.
sariamenlc comlemnada impotencia. Forlanlo,
este rcsnlladojii conseguidoo isohimeulo da Hus-
sia na qucsIAo, Icntlo como conscnucucia lgica o
sen isolamento na evcntualidado da suerra,eslo
retallado, quo he nina rcvolucAo completa na po-
lilica e>lranqeira, he devido & poltica de paz que a
Franca o|a Inglaterra leera suslentado de nina ma-
neira nobre o prudeule, sen exageraco ncm modi-
I i carao. Nao (criamos conseguilo ist> se esla poli-
tica niio houves?c prevalecido nos consolho- sohre
uenerosos, poslo que impacientes espirilos que que-
riam leulai alsuuia cousa, com risco decompromel-
lor algaida cousa. NAo teramos conseguido isto
se as nOHaa frolas, em \ez ile pennaneccrem na
bahiade llesika. ao alcance dcqualqucroxculuali-
dade que poOcssc reclamar a sua conperacAo, bou-
vesse passado precipitamentens Dardanellos, e ali-
ndo a lina, sem uecessidade, anlc o urgulho ou a
ambicAo do Oar. Nlo teramos conseguido isto se,
Ibado nosutlAo que comhalcsse, em vez de recom-
memlar-lbo que prolcstasso. NAo teramos conse-
guido islo se bouvessemos visto na circular do cun-
do de Nessclrode umalprovocacAo que ella nao eon-
lm, o se houvesseinos recusado ver neslo documen-
to a idea do concessAu e com|iromisso que elle |tro-
vou cvidentcmenle por meio do almidono do ulti-
mtum do principe Menschikoll.
a Resistencia prematura houvcracornpromellido
qualqucr cousa; paciencia, motleracAo, e (rmc/a,
fundada na diu'nidade du direilo c no prestigio da
forca, lem salvado ludo. NAo deixando o terreno
da negociacao antes do momento proprio. domo-
lempo a que a besilacilo e a vncillacao viessem para
o nossolado, temo-las associadas comnosco, e crea-
essa grande liga europea, formada sem pre-
meditacAo, sem congresso, sem proloeolo secretos
e sem s irrilicios, pola simples analoga de interes-
se e |>or um sentimenlo dejusticn, por amonios
tratados, e pela conservacAo da ordem europea, lie
oque lem sido feito por esla polilica de paz, tAo
amcacada e I a o calumniada, e que aLor.i se \ in:;.i-
ra do lodos esles desprezos ridiculos o destas pai-
xes mesquinbas. He urna grande poltica !
lie isto, que fez que a recra e odireito da Fran-
ca, desde os vinlc anuos da guerra heroica, susten-
tada para sua iude|>endencia e soberana moral 110
inundo, hajam imprimido em lodosos res n quem
ella (em ameacado, c em todas as naces que lem
suhjusado, OHenlimeuto do sen nxencixel poder,
lio islo oque os propiios estadistas, levados ao pi-
dos na mesma casa, confessa que seria cousa delei-
tosa ,olannos do braco dado depois dos nossos Ira-
balhos do dia!
(Ib! ueste pensamento reconbeco (na mi!
Ella sabe dar (auto encanto ao dever !
He verdade chara c lerna mAi... Tu conhe-
ces, Fernando, sua rara inlelligencia ; ao cabo de
seis me/es de um lrabalboasduo, ella podiacscre-
ver a conlabilidado mais difllcil. O negociante de
I.Ao de que eu era caixeiro liquido, rccoimueii-
dando-nosa um scu correspondente de l'aris, e es-
te, posto que nao companllhama a principio ne-
nhoma de nossas ideas polilcas, acolhcu-nns ma-
ravilbns.unenle, e concedeu-nos os dous emprei;os
que deseja\amo^. Minha mi. coinojiledisse, faz a
escripluracao dos livros, c eu sou caixeiro ilessa ca-
sa ; mas oque vai sorprendcr-te, ou antes nAo, isso
uflo te ha de admirar, porque jo podcste jolflir i\o
irresislivel c doce ascendeule de minha mi, ella
conquistou [>ouco a pouco para nossas opinioes o
no-.su pal rao, sua mullier, seus dous Mili"-, o at
suas tijhas, os quaes lodos adoram-na, c sem embar-
go ile r novel as transaeces commerciacs, a in-
leireza do eu espirito, sua sagacidade e seu excel-
Icnte juizo Icm-na pealo em estado de dar muitas
vezes os melhorcs consclbos a csse negociante e a
sua mullier ; presentemente ellos nflo fa/em nada
sem consullarcm minha mi. Ella be o aojo tute-
lar da casa : se um dos rapazes commelle alcuma
IraTeamra de mocidade, be a madama LHaymundo
que se dirige para applacar a severidade paterna ;
-f as inoras cedendo a iunocenle casquilharia de sua
idade desejain um vestido um pouen cusloso, he
(ambem a madama Haymundo que se dirigen) para
pedir-lhe que nhlenha da prudente eeoiioma de
sua mi esses lindos vestidos lio desejados.
Tens ia/iM, ioflo, nada me admira do irresisli-
vel o doce ascendente de lua mi; porm dizu-me,
esse Irabalbo novo para ella nflo a fadiga ?
Nunca ella passou melhor ; dir-se-hia que a
idade a respaila, e salvos alguns cabellos brancos
que se misturaran) com seus cabellos louros, has de
acha-la tal qual a visleemua casa.
E nao se rsente mais de sua ferida ?
der pela torrente das revoluccs, lem sustentado
como a condicAo da salvac/10 dos governos quo pre-
tendan) mentor. Foi isto que Casimir l'erier im-
punba pela ascendencia do scu engenho nimia mo-
uarebia popular que a Italia, a Polonia, a Allo-
111.mil.1 o a llelgica oircrecian) alliados que nao po-
diam adiar nos ioveruos 11.....archicos, que a suspoi-
(ayam ereyeilavam. Foi islo que, depois de feve-
1 iii" de 1KX, inspirara o sabio c cloquenlo maui-
festo de M. de Lamartine, destinado muito mais pa
ra amigar as paixr*s lurbulcnlas dos clubs, do que
para excitar o ardor da propaganda no Kheno e nos
Ali>es. Foijisto que sob o governo do general Caxai-
guac, em presenca de urna assembla soln-rana, que
havia prodamadoa independencia da Italia, conser-
\oil onisso exerrilo immovel ao pedos Alpes (pian-
do elle linba a soccorrer o I'icmonlc vencido conlra
a Auslria hiumpliante. N'uma palaxra, aconlecc
isto a todos os partidos, nao s aaquellesque com-
baten pelo Iriumpho. mas que uovernam somento
um dia depois de terem Iriumphado.
Ule Com clleilo, esla ]iolilica que he accusad.i, des-
prezada cmalinlerprclada he a polilica doscsladis-
las c dos cbofes quando nAn eslo na opposiciio, |H>r-
que he a |K)lilica inspirada pejo patriotismo e im-
posta pela civilisacAn. Que be oque permilleque
um soberano, chamado Napoleo, quando adopta
esta polilica de paz, e quando se esquece que elle
deseonde do um conquislador, se lenihro quo lio o
helo tle urna nacAo iie:ii..iHMt,(HK),|. horneo*? Ki-
lo prova que he lo grande como o sen nomc, por-
que em vea descdeixar arrasiar enllusear |mresle
faci, elle o reuna pela forra da razo e do patrio-
tismo, (i Imperador ha nmlrado suficieni
gue frioc derisao as commoces inloreos que tem
cuntido. Ha mostrado admiravel prudencia as
oomplicaces cslrauuciras em qtie nos temos adiad
Em verdade nAo existe urna voz na Europa que
jamis lenha suspeilado da sua enracem. i) seu
saiicuc o a sua vida ocollocam cima de scinelhau-
le suspeita, e he sabido por todos que no seu reina-
do fra impossi\el nflo s intimidar como humiliar
a Franca. Olanlo silo malvolas c interessadas as
opinioes que u representan! como um plagiario de
guerra Que descouliancas e que sustos nAo rei-
naran) no oulro bulo das nossas frouleiras em ron-
sequencia da restauracao da dxuaslia imperial !
Presenlemente o imperador dos Francczes tem des-
vanecido todas as suspeilas, e maniendo enlre nos
a popularidade dacoragem, (em adquerido na Eu-
ropa a popularidade da prndeneia o da motloraco.
NAo existe um governo, nem inesino em S. Pelers-
burgo. que nAo conheca que elle he lAo incapaz de
precipilacao como de fraquezn. Esla opinio un-
nimemente recebida bej iiiiii ictoria, porque he
sufHcicnie para asscuurar l'ranca o ao seu sobe-
rano o retpeilo o a eslima de lodos os oulros esta-
dos.
Hepois de mais algumas consideraees da mesma
natureza, conclue o i'ays da maneira seuuinle :
A Franca e a Inglaterra .un 1.1 nao deram um
passo para dianlo que possa ser considerado como
urna aggressao, ucm para traz que possa ser repula-
do como urna retirada. Tem |ieiinillidoquo asne-
gociaefHttoanurihem sem esloi va-las, conservando-
so promplai para lomar una resol 11 rao cncruica
311 .ml.i as oircumslanciascxk'ireni. Nofl lem loma-
o leviauanienle parle declarada na coulenda sobre
urna questo secundaria ; manileslaram-se candida
e resolulamenlc |tor consideracAo aos iuleresses eu-
ropeus. Medile-soagora as cousequencias prali-
casde semelbanle Iheor da proceder ; a Hussia be
chamada a aceitar urna garanta conveniente aos
prixilegios doaaubdiUM gregos da Turqua. A este
retpeilo ella recebe nina salhfacao, que nAo era pos-
sivel recusar nem quanlo ao fado nem quanlo ao di-
reilo, e que fra pueril ler feilodislo a causa deuniH
conllagracu geral. Masaniuesmo lempo ella esl
obrigada a reepellar i Inlegridadedo imperio otio-
mano, e a cumprir o seu compromisso solemne de
deixaros principados danuhiaiio^.
n Se. como be mui natural, a Itussia aceitar estas
pruposicoes, que Iho Toram feilas cm nomo das qua-
Iro polcnrias, ludo est concluido. Icremos paz.
Se, conlrnrio a todas oslas razos e a leda a probabi-
lidades Hussia recusar, a dissimulacAo nao podera
durar por mais lempo, (eremos guerra, na- guer-
ra sobre as melhorcs eondices, islo lu, leudo como
causa urna ameaca cuma resistencia R toda a Euro-
pa. Em duas palavras, ludo islo quer di/cr, que a
poltica de moderacuoede dignidade que defende-
mos su pde acabar n'uma deslas duas cousas : paz
sem fraque/a, ou guerra sem perico, a
<( Urna carta do Jaaay, na Holdavia em dala de
JS do passado,publicada n'um jornal tle Vicua, di/
o aegoinlo:
a Ainda que os principados estojara cheios de tro-
pas russas, todava se aguarda a entrada do lerceiro
corno t\t' exordio, depois quo o cerno de exercilodo
general (iorlschakoll parlio do Jass\. Fundou-se
urna reparlicAo diplomtica russa sobre a presiden
cia do general Danueberg, o .Mr. de Kol/ebuc, 1
ronsul ceral, foj uomeado sccretaiio para ella, t
consulado russo ja iiAoesl etican egado dos despa
dios das malas da Turqua o da Yalaehia. As car
las de Calalz c de Venna deven) ser lemellidas
por xapores. I) excrcilo russo esta concenlrado
junio tle Tekacz, pequea cidade a alzuma dslau
cia ilc Itcrlad. Ouatro naxios russin demierra chega-
ram a talalz, com (ropas para desombarcarem c
com algoma arlllharin. Anda leesperam oulros
Desde apartida do principe orlschakoll', o principe
reinante nM lem calado em Jass>, mas n'uma casa
de campos <> consulado trance/, que era dirigido
por um \icc*consul, foi agora condado a um cn-
sul.
Varios mancebos lilhos da Valaehia, que doxa-
ram a patria em cnusequencia da cuitada daa (ropas
russas, che^aram Pars. Desde a partida del les
11.11' se eonccdeu mais passaporlc a nlnguem para
doliar o pela
Cartas tle t Messa tic tK do paattdo mentionam que
o vice-almiranlo SchurielV, que commauda a pri-
meira dlvtatoda frota russa do mar LHegroi vieitra
as boceas do Danubio, ondeas itusos eslo execu
liizcm que varios oniciacs auslracos o prtissos,
leudo reqlierido aos governos rcspcclivos pornui*s;io
para cnlrar no servido russo, foram ndelleridos.
Vm correio do gabinete inglez parti do Par
l'i'i.i Couslautiuopla com despachos para l.ord
Slradfordde HedcijITc.
Carlas dos Pyrcneos asseveram que, ao passo que
o reslo do mundo esli pensando em guerra, o boffl
|K)vo de Bayonna e do Espirito Santo se est prepa-
rando para os cmbales dos louros que, segundo pa
rcce.se vo tornando agora lAo populares naquella
parle do paiz como sAo na propria Ierra da lauro
maquia. Ossucccssos do anuo passado os lem ani-
mado em larga escala paraos preparativos da pre-
sentecstaeflo. O circo de oiro est reedificado, a-
largado, o melhorado lano em solitlez como em ex-
Icnsflo. O ceremonial observado emsemelbantesiu
casiocs na llespanha, e que he considerado lAo im-
portante, parece quo ser estrictamente execulado
no prsenle. Os lerrcnos do oreaeflo do Fronlera,
Sexlba, Itrcnes, Cuclln c Pcralla, devem fornecer
os seus mais bellos productos; o Cuchares, a pri-
meiraespatla ni llcspnha depois de Montes, expo-
ra loda a sua gracae pericia nesse terrvel paaaa-
lempo. iiCorrespor)dencla do Timei.)
-a
lando immensos Irabalhos,
absolntoa da nnfsagem<
que os to
111
oh.
Nao, respoiideu-me Joo com emoeflo, coila'
la foi Uneando-ae ao cnconlro 1I0 golpe quo m*
era deslinailo, que recebeu essa ferida... Mas, fe-
lizmente as coiisequoncias nflo foram graves.
Assim csso deposito de ai mmenlo ilcscolier-
lo na casa vizinba...
Abi Ihiha sido nccullo por meu to Godofre*
por Charpenlier e por mim na eveulualiilado de
prximos acontecimenlos.
Mas e>sa casa eslava alugada...
Por urna mullier mystcriosa.
A qual conbeces, meu charo Joo.
Eu?
Sem duvida; mas contina.
Chttrpenlierandava procurando cm um qitar-
teiriio retirado urna casa em que |K>desscmos rece-
ber alguns afliliados nossa sociedade secreta, de-
positar armas, o fabricar earluxos. Oacaaa leven
nomo amigo para a raa de (^ourcelies, lugar mallo
bolado; elle reparn ojetea casa xizinba da lua es-
lava para alugar-se, visilou-a, c ella pareceu-lhe
reunir as enndrces necos-aria-- .ios nossos projeclos;
fallou-nos della. e concordamos ; mas quando al-
guns das depois loruou a ir, ja eslava alujada.....
por una mulber que nao a habitava, e que t vinba
ahi duas boras por dia.
Como sabes disso ?
Vossos ohlixerain do porlciro que Ibes deixas-
se esconder na adega alguns paroles do contraban-
do, os quaes nao eram outra cousa senflo armas e
municies. Esla manba a polica vcio dar um va-
rejo abi, eis o que sei, e brevemente ledirei como
oslou informado de todas estas parlicularidados;
masen ignorava lua presenca nessn casa, da qual,
gracas a Dos, te podesle escapar a lempo !
Reunimo-nos ahi a noile passada, meu lio, eu
o Charpenlier para rocehermos alguns anillados o
fa/ermos cartuxame. Como boje he domingo e n3o
xou a minba casa de eommercio aproveilei o re-
nouso dominical para conlinitar minha fahrieaeo
depois da sabida de iiojwos amigos. Preparava-me
para relirar-uw esla manhaa pelas onze horas antes
da chocada ordinaria dessamnlher, quando de urna
sala inferior, queda pai na vi acontar ao Ion-1
CHRON1GA DA QUXNZENA.
31 de Jalho.
O desfecbo quo ,1 Europa espera, que lodos de>e
jam nascomplicacoes sobroviudas no Oriento, devo
ir por ventura O resultado da fadiga? EsLi elle
declinado a ser menos urna cuuclusoclaraa eviden-
te dossa infeliz pendencia do que um compromiso
Arrancado a urna necessidade universal da paz, cas-
lOM 00 hbilmente combinado do modo quo sal\e
ludo sem nada compromelter, c proseguido ainda pui
muito lempo alravez de lodasasoliscuritladcs ero-
dcios de negociacoes mltiplas? (Juasi quo sede-
veria erar assim, avista das pitases successivas poi
que passa aqueslflo oriental, ucomo ella vai de in-
cidentes em incidentes, despertando lodas as conjee
turas, sem justificar nenhuma dellas, aprcseulamlo
cada semana o cada da alguma incerteza c ailada-
de, sem tlcixar ver claramente al aqui onde ella
ebegara. Ha muilos das ja que so falla de una
prxima pacilicacao, e a opiniAo publica, dnlnrosa-
mcnlcexperimcnladapor lodas erfasineessantes|ie-
ripeciasda questao turco-russo, que antes so pode-
ria chamar 1 usso-europea, cuineca a esperar por um
desenlace favoravel, por isso que o desfecho contra-
rio nllO linba apparecidouas circuti^lanciasem quo
pareca ine.itavel, comludo nenhumacerleza baque
veiihajuslilicar urna tai rompida illuso.
(1 que he verdade be que lodos dcsejain esla pacili
celo, c quanto mais se avena, menos se conla com
a pos-ihlidadc da guerra e maior repugnancia no
musir om se recorrer a eslo rccuisosupromo, a for-
ca. Quanlo ualureza mesma das cousas, 11*10 exil-
ien) monos duas diillculdadcs aingularmenle Bravo
.Ir-i 1 fin removidas para se chcflir a ulna BOlarftn
coinplelamenle animadora ; a piitneira be iiitlubi
layelmenle a procura de um nido proprio para le
minara propria queslflo, c nflo se traa aqui de na-
da menos do que conciliar as inlimacos solemnes
feitas pela Itussia com as repulsas igualmente mi-
lenincs apresenladas pela Turqua, apoiada pela
Europa. A aogunda dinicuhladc, boje inseparaxel
da primeira e que he sua consequeucia, boa le sa-
ber como o cin que momento se operar a evaeuaco
Jos principados danubianos. Sem ler a preleiujo
lo penelrar osseuredosdas chancellaras, nodO-se
cre que nenliiima tlcllas adberio aessenoxo direilo,
secundo o qual a invaslo de um territorio nflo he.
um feilo de guerra. He pois ueslas ba*es em que
repousam provax cimente as negociaceseiitaholada-
ueste momento entre ns grandes centros diplomati-
COI da Europa ; as ultimas noticias dcixam anda
neslo estado aqiiestAo dos negocios do Oriente.
lalvcz quo apiessadamenlo se lenha acreditad"
em umamullidode prn|Mislasccoinhinncncsdiver-
jas, em aceilaees prematuras do czar. Nao ha dia
que nio lenhaaeu proJCCto, um apiesentado om
i.iuislaiilinopla, oulro em \ iet...........ais outro om
Pars, om Londres, o para dizer ludo, a lelegraphia
particular, mulliplicaudoas noliiia-, n*0 lem rll-
xadode eonenrrer pra aconfusAo. Oque ha em
ludoisloilovcnladeiro, be um c-forro real, um Ira-
balbo inronleslavel da diplomacia para COnsegall
adiar nina Iransaccflo propria para -cr propona .1
Hussia ; que esta proposla lomo auora a forma de
urna marcha direela dal'orla ollomana, de urna me*
diacAo da Auslria, de urna ultima lenlaliva fcila
pela Inglaterra a pala Franentqua Importa) quando
0 e-seiu ial lu- o inesnio. quando todos os pensamen-
los lendein para o mesmo lim ? Por islo, nesse no-
vo periodo, cujo poni de partida he a oceupacn
das proi [nciaa danaUanaii as potencias occldenlnao
nao (em .leixadode conservar urna alliliule modera-
.1 i.t rilo coiicliacflo. Pode-sc al dizer que a
queslo ja deu utupasso ncslc sentido, mealrandoa
Auslria o a Prussia reunidas a Frauda e a Inglalcr-
ra para Icnlarem hoje um esforro supremo. Seo
governo Trance/, por um despacho publico o perfei-
lamcnle claro, eutomleu que dexia dar nina uo\a
1 esposta segunda nota circular doSr. dcNesselro-
de, nflodcixava menos a porta aherla para toda a
Iran-accao. Olanlo a propria Turqua, inleressa-
da principalmente neate Irisle negocio, qual he a
sua liluacao no oslado em que se acham as cousas
llecvideiile que intlueucias hem contrarias domi-
nam aquellctlcsdilusoimperio : de um lado, ha ca-
so sentimenlo de previdencia que nao \ a nivacffo
do imperio, senAo Di paz manlida sobos auspicios
da Europa.
Nao be para admirar quo so enconlrem css;is in-
llucncias cm (orno do sulto e al em seu consol no,
c dahl nascia ltimamente em t jmsla ni inopia urna
crise minislerial quo poda (eras mais graves ennse-
qucucas. As leudeucias bellicos, e as mais pacib-
caaaa chocaram um aaonwnlo o ao que parece, a
\iclona Ocou indecisa por alcumas horas. Fcliz-
inenle o bomem ileestado que mais reprsenla as
influencias europeos, Heschtd Peona, licou no po-
der ; o essa crise linha limar no momenlo em que
iparecia o primeiro hoalo da invaso dos principa-
lOB. 0 divn limilou-so a uuardar seu ilireilo por
ueio tic um protesto conlra aausresso da Hussia.
ge os ebapoi de grande numero de gendarmes.
Suppondo, Bao sem ra/Ao, quo podamos ter sido
(rbidos, e que nesse caso a polica vjria varejat a
casa, lome) logo meu partido. Com a ajuda de urna
oseada de po escIei o muro, que nflo he muilo al-
io, arrisque) o sallo c achei-mo em leus dominios.,.
Mas, acrescenlou J0A0 sorrindo, quasi no mesmo
iuslaiilo encontr na volla de urna avenida nina
Tortuosa mora, a qnal
  • curo Iranquillisa-la asseguraudo-lhc que nflo son
    um ladro, equo fujo de ama prisAo polilica, esuj-
    plico-lhe. siippnnilo-a dona da casa, quo me conce-
    da um refugio por alguns momentos; em sua pe -
    lurbacoella me responde, que nao esla cm sua
    casa, mas na de .Mr. Dunlessis. Fernando Duplo
    sis! esclame i eu com aleara. Que! esla casa be
    delle? Sim, senhor, responde-mc a moca loda tr-
    mula. Senhora, Ihe disse cu. Femando he meu
    amigo >\c infanda, aflianco-lheque ello nao derap-
    provara o dar-rne V. me. asylo, mas permitU-nw
    que enlre, pois reccio ser visio no meio deste jai -
    dim. A pobre creatina mais mora que viva ou-
    lra comiioein leu salSo, toma aprcssadamenle sua
    mana e seu chapn, ganba a porlinba dujardm >
    dcsapparece. Eis a minha Odxssoa, meu Imm Fer-
    nando, espero quo me has deperdoar o ler espan-
    tado leus amores ; mas esses lindos passariiihos vol-
    latn sempre para o uinho.
    Ab! meu amigo, tremo ainda por [I peusau-
    doque o commissario de polida, o qual acompa-
    nbou-me at aqui, poilia cnlrar nesle salflo c adiar-
    le nelle.
    Quo vinba elle fazer em (ua casa?
    Eu eslava na morada vizinba quaudo leve lu-
    gar o varejo; ora sabes quem he a myslerinsa n-
    quilinadcssa hahilacflo?
    Quem heenlAo?
    A vimade Jacinlbo.
    Madama JerTerson?
    Ella mesmo... e ambos us pasAimo*. um mo-
    menlo por conspiradores.
    Coilada! e sinlo muito ler-lbe dado Involun-
    larianienle os^e ,lesL;oslo ; nas que vinba ella t,i/ei
    nessa casa inhabitada (Continuar-sc-lm.
    MUTILADO


    2
    ejJ
    lll
    i hile
    lll l|UC
    2=
    lie ponlvel eiigir-se moderurAo un
    menlo dcslegenero: ncllo 11cm.1lifln.11L
    m tremo, e o unllmonlu ilo dircilo falla i
    11. l-- 11 a mili lii.iiiiit.l-. A Turqua protega
    he verdide, nao abandounndo uenhuiu principio
    l'iulesla comolim eslado quo nao desoja senao en-
    Irar cm todos osajustes compnlivel com -un Inde-
    pendencia c MM iiiii- estrela dignidide, de modi
    queem lodaias palavrasquer da Porta olloinaua
    quer da Franca e da Inglaterra, lia sempre em sum
    ni.i a pal. as palavras niesnio da Bussia se eucon
    Ira a paz, ora seus arios, nAo lia neiiliunia ra-
    zAo parase rier que haja outra cnusa scnA.
    rSo de ir aleo flu, que ledos concordarte
    mo seria precisamente a paz.
    Ora,lio este ni fado que se deve olworv;
    do se quer apreciar o todo desea crisc proloi
    repenliiiaiui'iilc pozem lula a poltica russac o i
    teresse curupeu. So lia alguma cousa de nulavel
    lie a dllcrenoa de allitudcsdas polcucios que live-
    ram de lomar urna potirao, de professnr una polili-
    .-a e de Do-la cm pralica. Sabemos que se lem pro-
    curado alterar as situar/es o trocar os papis, rc-
    jeilando-se a responsabilidade de una aegrasAo -i
    Franca e Inglaterra, ueste punto, lia urna iiupies-
    -Au universal, que respondo mellior do queaprolu-
    rolos, nuil lemsidna poltica da Itussia uesta
    qualau '.' Desdo us primeiros das cinquo o prin-
    cipe de MenschiknlT aparecou cm Cuiislaiiliimpla,
    ella se appresenlou meiu.s como una negociadora
    do quecomu urna suzeranaquo reivindica scudirei-
    lu subre um vassallo rebelde. Ella impoz leis sein
    consentir a sua discussao, niiillplicou seus arma-
    mentos ; fez npparelliar suas esquadras; pnz suas
    tropas cm movinienlo : airoacnu a Turqua rom
    invasao de una parle de scu territorio, c DO da
    marcado, scu evercilo cnlrou na Valaohia o Molda-
    via, onde elle se ada anda. Os gcucracs de czar
    prohibir nos principados ale a puhliraco dos
    lrmansdosullao.pclosquaesscarhavarnconliriiiados
    os privilegios da religiAogrcua. A Hussia esleude
    a sua accio at na Persia para suscitar um nimico
    .lo mais u Turqua ; por luda a parle ella se sene
    das duas ulavanras as mais poderosas qjc se podem
    piircm jogu, u insliurludc nacionalidado c o ins-
    linclo religioso. Nao pretendemos dizer que a Itus-
    sia quera a guerra e que nao esla anda boje dis-
    posla para a pai; mas ciilni, podemo-iios enga-
    ar. Qual lem sido pclu conlrario a publica di
    Europa accidental? A Franca e I Inglaterra, dc-
    leudcudo cun juslo titulo o que considera! aui
    ruino um IntenoM universal, UM lem deisadu de
    uilerpor sua acrao mediadora. Apotando a Tur-
    qua, ella a lem inipellido no camiiiliu das cunrrs-
    fies.csea Itussia se ronlentassc cun ofaclodcseu im-
    mensu prolecluradu religioso sem pretender dar-lhe
    o eaicterde um .lireii" unreicnado c augmentad
    por um novo Iralado iulernariunal, lalvez que ellas
    nada livessem feilo. Emquinlo qucu governo rus,
    mi mandavaseu escroto viver as provincias inol-
    do-valacliias como um pab conquistado, a logia-
    Ierra e a Franca runservaiam a conservan! ainda
    um grandes dopezis suas esquadras as aguas do
    rlenle, c a masan daquellas provincias nao era
    considerada por ellas senao como urna ncc.i-i.iu da
    novas nesociaocs. Pode-so dizer que depon de al-
    guna mena a pal esla lillcralineiile sollcilada do
    imperador .Nicolao, e quando nos servimos desla e\-
    pressau, he porque ha honro ncslas olirilaees,
    quando emanam de paizes rumo a Franca c a In-
    glaterra, e lem por lim a pal do mundo. Mas he c-
    v idele que una lal situaran mo pedera prolongar-
    se, poroue enlau ella se prolongara em eondieoM
    mullo designaos, mo roncedemlo a Hussia nada,
    proseguindu os designios de sua polilica sem cncuii-
    Irar neulium ohslaculn elllcaz, a Europa cuiiccdcn-
    ilo ludo sem conseguir mesmo furor a paz menos in-
    cria, lie irlo o que deve lano mais apressar a
    marcha das negociacoa acliialmeiilc pciidcnlcs.c s
    he verdade, como so diz boje, que a Turqua (culi
    Mellado as prnpiislas bases pe.....Icrmmcio da Ah
    Iria.oSr. de Brurk.eapprovadaspelos representante
    'hnoulras grandes potencias, he bem quo se dev
    espcrai una prompln BOluelO,
    Alm disto, o queso pude saber at aqu dessa
    bases, nao est de iieiihuin uiodu em rnnlradioo.l
    com o que j< ae lem feilo para a csnaarvaelod
    paz do conlinenle ; he batanla dizer que ellas di
    lalvez sciiiliin. Em lodo ocaso parece-nos que
    Europa dave lirai dessa crisc urna lelo duradoura
    ella agacha dianla de una queslto, que ella linhi
    eaquecido um pumo no mato do lauloaoulraa pro
    bremas difllceis. O palor he que, quando nada si
    agila uoOriento, nlo se falla lio pomo, c bulos m
    roaaaaui a cre- na inlegridade du iiqierio olloinam
    romo em um arligo lofallivcl dus cdigos daa oa-
    oes; Maquaudo apparace am incidente inespe-
    rado, v-so lugo que o qoeslao lem progrodidii sem
    nos. iiiuilas vacea cunlra us, e secunheceque essa
    inlegridade, solemuemcule inaorlpla uodireilo in-
    tu nacional, leude cada vez mais para ser uin.i palu-
    vra despida de toda a realiuade.
    Coto elloilo, iln qnabpier modo que se solva a
    prsenlo crse, n questao do rlenla nao sul
    meuos em sua aravidade. Os ullimns aconlcriincn
    los mesmo su fazem lomar esla verdade mais pal
    naval, e he uqueclles lem de inslrurlivo, d
    para a Europa. So o imperio ollouiann foa
    mele uincsladu fraro, nada haveria, pnrque
    lados fiaros |iodcm ler seu lugar nn-isloi
    mundo; ..... 1 da Turqua aal em ser rll
    grande eslado sem roniicvilu o sem unidade,
    Temnado a morrer por s. moamo principio
    tazer appelhi. alim de reslalielccer-se, a um
    espirilo, a urna nova rivilisarao, que odove a
    dediswlver para dar uascimenlu a alguma con
    inicuamente novo. Pude ser que le consiga
    preservar a Turqua malcrialuienle; m
    contar com o acoato? amanhaa pode au
    olucidenla; eas popularnos ehrratlai
    quaes o iiiperador da Buena procura esl
    protec.ao podem leanlar-sc; o lan.ilismr
    de. do sen lado, lenlar um aburo descsin
    icassuuiirseu ahciMidenlc vilenlo; o prol
    no, animado de intonees ju-las e liberaos
    atacado enlre esses dous elemciilos le r..
    elle ; a diwoluoAo pode lomar ludas as fon
    adiada por cincoenla anuos, sor precipitada em ni
    dia. Pur aaaa raiio se da um inleressc singular ;
    mu enlo dessas popularnos gregasque norcscei
    no imperio e sAo a parle mais vivaz daa, Essas r
    -.as que se contara por mllhOM de homent, silo de
    linailiis a i. zer mu grande papel lias Iransforinao
    as pocas a mais agitadas do uosso sect
    inuiioa verdade, que ha scsseul.
    franceza
    quo npen
    roso, qu
    ualnionle
    recelado
    na llalla
    urna pro
    Nao In
    voluca
    merava lb o imperio de uina foine,
    s se cscapava do um dos anuos mais rigo
    ndoiuccedcu a catatu-oplio de I8IH. Fi
    ule he smenle em Franca, que se Ion
    n escassez de graos; o moamo surcedi
    e na lleapanlia, ha mullos mezesj.i qu
    incia inleira, a (iilliza, est em bracr
    se lem podidi
    .-.ir feilo pan
    sa Irlumphanli
    > cm pcrpelu.-
    Kllo mulli-
    com urna fume loiiiivcl, a qual
    anda dar remedio. Eslraulio Cfl
    diminuir um pouoo o orgiilho do noss
    ovilisacJo! Ogeueio humano cali
    crcao.lu de (oda a sorle de iuveutoes
    plica oa capeclaculos inaravllhosos o rcdui os ele-
    meiiloa ao eslado de obedientes esoravos. Nao se
    descubri anda ha pouco o mciode lavraro Iimpar
    a Ierra a vapor? A civlllsacAo faz dn hon.em o re,
    da creara. As veles esse desdi loso re que lem ca-
    minos de ferro c lolcgraphos elctricos, he cnlie-
    lanlo um dia cxposlo a Tomo no nielo densos espee-
    taeulns grandiosos, o por pouco que a inclemencia
    do nr foro acridcnlalmcnlo urna casa com a eslerili-
    dade' Ohoinenidescobrir, s for possivel, o meio
    ,lc fazer scu pao i va|Bjr; s esse pequeo grilo,
    priiiieiioclemcnlo de sua nulrif.au, beque elle nao
    pode fazer. Soja como for, se mo bavia para re-
    celar una fomc real em Franca, era pelo menos
    urna penuria ou escacez de cnlhcila, da qual esca-
    pamos felizmcnlc: mas nao pcrlcnrc boje ao gover-
    no procurar o meio de prevenir essas crses de vi-
    veres por alguma reforma de nossa legslaco sobre
    os cercacs? Sabemos qual lio o rgimen a que esl
    suicilo o cemuiercio dos gri: he o de una csrala
    nioliil, segundo a qual os dircilos de iniporlac.lo e de
    eiporlaoao se elevain ou aballan conforme a subida
    e desoda dos presos no mercado nacional. Kssc me-
    canismo engenhoso be scniprecllicaz? oncrcccsrm-
    prc una seguranca completa no conimercio? He
    una qucsUlo. O remedio he mtiilo simples, dizem
    os economistas: he a plena liberdade rlocomuiereio.
    Ccrtamenle, mas eolio he a agricultura nacional
    que ha desoffrer; ler-so-lia removido o mal sem o
    curar, o us proprlelarlos a agricullurcs he que bao
    do lioar alguma cousa roduzidoj fomc. A mellior
    erunoiiiia |iulilica parece-nos que he aquella que,
    sem espirilo de svslema, procurasso conciliar esses
    inlcrcsscsdiversos, o da producrao nacional codo
    suslcnln publico.
    Os problemas de economa polilica nao s.lo os ni-
    cos quo caus.nn prcoecupai;ao uo momento actual.
    Toilos os problemas de economa social lem sido o
    ohjcclo dos maii doulus csliidos c mullas vezas dos
    mais alenlos c inlcllgciilcs ensaios de opplicaojiu.
    Sabc-se principalmente como ludu, quo versa sobre
    as reformas penilcnciacs, lem produlido de nvcsli-
    gaCOM e eiperleoclaa; lalvez al que se tenha che-
    gado algumas vezes a requintes pliilanliopicos que
    seafaslavam do lim das leis penaes. I.lliniainciile
    anda se Ilativa de una sabia discussSo subre a de
    porlaeio aoaaio da academia demencias morac<
    na qual ligurava lord llroiigham, romo leslemunh
    dos resulladusdo rgimenapplioailo pela luglalorr
    aoa HU oondoinnados. au lemos o designio d
    enlrar uesse cmbale, que abraca, a fallar a verda
    .lo, loilas as cnudiooes do svslema penal. Prsenle
    mente ha una idea de que todos geralmeiile se no
    cupamde um modo singular a respelo dos homens
    que a le lem fulminado, lie a idea de sua rcliahili
    lacio. Nao sabemos al que ponlu cssa rehabilita
    cao be possivel, e se ella mlu he sempre um faclocv
    cencional, quamlo se traa de eondemnadoi que j.
    idade
    cm que u crime deixa Irai.us
    s nina das disposioes mais ululares
    is ,1a legislaoao penilonciaria he oer-
    realisa oslo iiensaiiiciilo a respeiln
    e.....adoa. He um dever da socieda-
    iii remedio para esla inanifcslao;lo
    me ou do virio, elevar essas almas
    >n ido na inllueuria dn mal, e dar-
    melhor. Tal be
    m rgimen espe-
    do-os parle dos
    ao Irabalho. con-
    iiio professional,
    is pode
    um
    , subn
    ender
    luir
    lado p.-
    I'podc
    veis pi
    si-
    i.il
    mi
    es-
    d.
    in
    liai
    di
    boj,
    ip.
    |Hjssiveis .lo lll rll
    mirar que as ullin
    mais ivas improsi
    aginado, i
    naeiooaiidad
    a'Hu'i^.^t^-
    lulo. Precipilar neslc
    lurquia, he suscitar un
    se essas populacoes eslai
    lanoadu dominio ollon,
    Uo oricnlaes nao esl s
    receber essa Intrnea .'
    gregas, por seu liescn
    tual e civil reiimrcm a
    lidade compacta c forlc
    I..0 do rlenle (er dad
    sentara debaiio de um
    desla idea di
    n.ii- d
    o deve ad-
    lll nollas a
    nlos feren
    elude na-
    e boje mi.
    inpclliron
    lie osle aejl
    iseduccAa
    eder o'fu
    ellas o sal
    complioaooes Icnlii
    . Ksles aconleriin
    la ni ncllas ii in-ii
    u seiiliineulo reliuioso,
    losemduvida, para as
    i de liberdade. lalvez o
    rio. Ceder i
    miar de jugo o
    momelo a dissulucln da
    outra quesillo, a d sabor
    em eslado de rerelier a he-
    lo. O inlerew dos rbi is-
    lesem se prepara, cu para
    i iba em que as popolacOei
    olvinienlu moral, nlellec-
    condiroes de uin.i naciona-
    levemmroiivir que a ques-
    um Bianile passoe se apre-
    nova ace. Seja o que for,
    grego, que agenla boje
    lo Oriente, e que lem
    upen
    pruduzidnjamis do in.i brochura nn jo
    hclleniro. essas esperanzas, assim como as enses i
    imperio turco s.io sv hiplomas, sobre os quaes a El
    ropa deve 1er os oihos livos de buje em dianle, ni
    para ajudar nenbiinia conihinacao faolciii, nao pal
    abalar com una nulo u que ella he olirigada a su
    lenlar com a oulia, mas para ler sua parle no Inli
    resse occidenlal em lodas as Iransformaces que
    turca invencivel ,las censas pude ra/cr nascer.
    ^melbanles problemas saocerUmenlei mais
    dorosa dWracoao qucu caprichu dus aconlorimenl.
    l-.de lab jCgumas vezes na vida interna de u
    paiz. "(So he soinenlo niHcspirilns escolhidos, ii
    clinadm por Balureu au esludo dos espeelaoulos
    poblicos, queelles evercem sua inlluciicia; elle
    reagem sobre ludo, sobre o movimeiilo de cada dia
    sobre o descnvolvimenlo dus iwgooios e dos iuleres.
    lio
    ses, que elles realisam, e por istu
    preoecupaoao iinivcrsal.ainda mcsuiodomuilas pes-
    soas que pouco se iinporlam du (rao Turro. Temos
    observado que assim lernacontecido cm Franca des-
    de algiiin lempo
    liouver alguma inoerleza. Ouanl.
    lia pourus dias, senao para balauoi
    ..rollloi- linn los do Orion le. :,-.. Illeil
    vivainenle o allcneao publicaf lli
    cia singuUr que, au lado dessas q
    da paz otada guerra, do desenvolv
    librio dos povus, voioeslabeleccr i
    -ir em aparencia e que loca Inda
    material do para.
    Pergiinloii-se um momento so a I-1 .mr.i u m esla
    a iraeacada de urna fome, porquaulo o rigor e
    inconstancia da eslacao llzcram temer nina oollicili
    insiilliiienle. Felizmente estes roce-ios esUo disaipa-
    boje, e se o abaslecinienlo provavel da Fianci
    al ao dos anuus abundantes, he siifllricn-
    eder cinqiiatilo
    niio fui preciso,
    u inleressc dus
    para litar he
    una coinciden-
    slftes solieranas
    lenloedoequi-
    M queslao vul-
    a na esislcnria
    d
    nao he n.
    le para ni
    Ignoraae
    dar luga
    .inin-n
    lili
    ola
    que podo
    ala
    vezes eslasquesUics de vveres no eslado poli!
    paiz. Sem dovid- '
    I
    Tora dizer bastante o asaignali..,
    i orr.o rez o aulor de urna memoria recente, una es-
    pecie de laco intimo enlre os periodos de penuria c
    chegado i
    prolundea; n
    e mais genere
    lamente a qu
    dea Joven* coi
    da procurar
    precoce do c
    que apenas le,
    Ibes, se for possivel, urna direefil
    O fin da legislai.ilo que organisa
    oial para os Joven detento*, pn
    oulrus condeinnados, sujeilando-i
    rcdcuilo-lhcsohciicliciu de um e
    daeduoacan religiosa o moral. .
    Cousa triste de so ilizer, a mesma prugressao que
    cvisleein geral no numero dos Crimea em Franco,
    se enconlr.i ainda aqui enlre oa mancebus crimino-
    sos, o numero dosincninoi snjeilos prisao correc-
    cionaleraem 1848a 1850olio vetea maior do que
    em IDtta 1890. Di-aqui n que se deduz de una
    inlereaaanla erialbllea consagrada imr um inspector
    dasprises, Mr. Paul Bncqoel, a cssa infeliz Irib
    le meninos caliidos no mal. Foi a rcslnurae.lo que
    oomecoii a reforma dn rgimen ppUeado aus jovens
    ilelenlos; o medidas successivas descnvolveii dc-
    pois o uiesinn peiisainenlo al I8V) em que se vola-
    va nina lei sobre a educaran e pruleeoAo dos meni-
    conileninados. Nao be u eslado tmenle que se
    loralisaco ; sabemos das oolo-
    lil-Uoiirgo, de Sainl-llan, de
    las c dirigidas por simples parlicu-
    sln enlregues os jovens criudeinua-
    nAo para a soliciludc de que os pre-
    o inomenl em que saliem das ro-
    laei alo rei-ebidos por sociedades de
    e encarregam de mempregar, e Ira-
    ,do para oomplelar sua regeneraoao
    m lodos elles para o bem debaho
    propoz ii olir.i .1
    nas de.Melrav.dc
    Olwald, fundadas
    lares, aos quae
    dos. Ainda ah
    -,.- -lo ohjcclo
    lonias oorrccoii
    proleccSo, que
    balitara do.ie n
    al. Evoll
    da influencia pormancnli
    do Irabalho c da cdin-acn
    algnniha noe quaes o vtc
    apenas das ool.iiiia- con
    logo as prisies. (luir
    se depura em nina alim
    re;a rerebe sem eilcsrco
    bem. Dcs.lc modo se u
    l,l e inspira pe.....ais
    mcnlo, o delirar iiieuii
    los exemplos, a essa Iw
    do violo, que leva qua.i
    'lo "''....."" prl
    l)e|iosqiieoralir,il-
    velious, ellecullucou-sc
    .lo deiar faoilmcnleseii lu'gi
    lir aquella populacoes o que
    dn
    beiufeil-
    eligiosa ? Infeliznieiilc
    rio be malo, c c-srs saliem
    recciiinaes para cnlrarem
    ' ha lainhciu rujo roracao
    pher.i mellior o cuja nalu-
    dlreceSo da honra -e do
    i obscuramente urna obra
    obre e mais moral pens-
    is aos eonlatjios, aos funes-
    uravel lgica du crime nu
    empreal o lim aqucllcs
    Mira vez.
    no domina os canino- bel-
    .....,fr:,::s,.r
    la scu lena/, des-
    lu.
    polisinu. Nao be de l. verdadciraueulc fall
    pie iiascem as complicarnos cvlcrnns que lem ap-
    parcoido ltimamente enlre a Suissa c a Aualria .'
    Ouacs as razcs dessas dillioiildades? Sao aclos re-
    volucionarios do governo do Tonino, silo as com-
    plicidades dene governo com os perlurbadurcs da
    I......hardia. lie verdade que essas complicidades
    eslao licuadas, c lodavia as medidas rigurosas loma-
    das pela Austria ronliii u caulai) de le-mu mo lem
    i-cssado, obloqueiucunliiiua.
    Tal he ainda u oslado da queslao segundo o ulli-
    ino relaloriodu governo suisso i anembl federal,
    pie se reuni lia pouco lempo. A asseinlili-.i lodo-
    ral oceupou-M poucosdias depuis ilc duus negocius
    pie dominam ainda liojo a siluaco da Suissa. O
    primeiro he a queslao com a Austria. Eslavam na
    mesa iluas proposlas, una da cnnimi.s,lo di UN
    blaconsisliaeindeisar au conselhu federal o cui-
    dado de Icriiiin.ir um mullido projudici il a lodos
    os inleresses ; a oulra apresenlada pelos radioaes
    oonvidavaocoiiscllio fedei al para snlii-ilar junto do
    governoauslrlaco o acabamento das medidas ex-
    cepcionaes deque o Tenino he ohjeclu, deliheran-
    do-se no lim de um inez, se por aooaso nao se lizcs-
    sc jusliea a esse pedido. Esle meio agravara pro-
    vavelnicnlo nimia mais essas ilifliruldades j porron-
    seguiilc a proposla du conuiiisso do conselho na-
    cional hoque foi approvada, o nesses lonnos asne-
    gociaejeeaqua se proseguem podem ebegar a seu lim.
    Com -|.........ni.i i.il inlervenr.lo nauleuha ncnhiim
    carcter ofllcial, he possivel quo a Inglalorra c a
    Franca cuuperem para esse resnlladoe facililem um
    a|iisle quo pean fazer acabar com um eslado de
    '.....'- i'iincipalnienle prejudicial para a Sni-a o
    para o ranlao de Tessino. O segundo negociu de
    que solinlia ocoupadu o oonselho nacional suisso,
    he a siluaoilo do canillo do Frihurgu. Todos se lem-
    hrain das secnas que frcqucnleinciilc so lem reno-
    vado naquelle infeliz eanUfo, curvadu desdo IKIK
    delKiisodo jugo radical,dos esbirros Icnladn-po-
    lis populaoiespara oblercm um governo mais con-
    formo aos seus volos, das pelioesiiiiiiuiierosas diri-
    gidas a assemhlca federal pedindoarrvisJo da cons-
    liluioo du canillo. De oulrn, ainda se nao esqne-
    ceu que, em consequencia dn insurrcicilo de de
    abril, o conselho federal ludia amiullailo as deci-
    soes do un Irihiinnl mililar encarregadu desse ne-
    gocio pelas autoridades de Friburgo. Esla resolu-
    Co, que pareca limito simples, dcsiierlou os odios
    radiraes ; rcsulloii d'ah que a asscmbloa federal
    rnlruu ao inesuio lempo a receber pelcnes. que
    runliiiuavam a pedir a revisao da consliluioln de
    Friburgo, e reclamacOea conlra oaclo que liona an-
    iiullado asscnleiicasdn Irilmual militir.
    O conselho nacionalocbou sem duvida nn, meio
    de sahir-sc da queslao, despedindo jun i amen le con-
    servadores o iiliia-i.i.lio.i..-. o cm diliniliva votou
    para a orilem do dia as |.eii.;.,.-, relativas i revisio
    da consliluioo de Eriburgo, ao pauso que tanrcio-
    nava a le sobre as senlenras do tribunal militar.
    Itesla saber agora se os grandes desrontenlamenlos
    que o dominiu radical excita no canliio de Fribur-
    go, nao produirio novas pcrlurbarAcs. E sedepois
    le ler esgolado lodos os meios lenes, depois de ler
    nanifralado seus desejos debaiio de todas as formas,
    ior peliQoes, por elei^es conservadoras, sem nada
    iblcr, essas populadnos procurara lenlar oulra rez
    f.izer-sojuslioa pela insurnioAo ; que raides juslas
    se leria para op|ior-lhos ? o radicalismo Iriumpha-
    a......la lalvez, por isso que esl de posee de Indos
    o- meio- de governo ; porm quanlo mais elle se
    impozer com esses meios vilenlos, lano mais fari
    evidente que elle nao he senlo o despotismo mais
    odioso e inju-iili.-avel. que s pode suslenlar-se pe-
    la forca, que Ihe servio para se apoderar da Suiua.
    O Irisle eircilo do radicalismo revolucionarlo, he
    que elle romp muelle tudo cm que lile pe a mo ;
    lodas atqueslOes do que se apodera, K cnvciicnam,
    us palzcs que invade sSo accommetlldos de um mal
    i menlo o permanente; pelo contrario, urna das
    vanlagensque lem os paizes iiemplo dona llagello,
    be poder encarar com calma c madureza as ques-
    loes mai- graves que se offerecem As suas delibera-
    <'.i'<. A lloii.ui.la. como se sabe, ha dias que se oc-
    cupa de nina dessas qucsloes. O projeclo apresenlado
    pelo gabinete de Haya para regular a vigilancia do
    estado sobre as communhocs religiosas n3o lem del-
    udo de preoecupar os espirito. O catholicos, como
    he natural, dlrigem lis cmaras pclioes coulra ose
    proiecto, os proleslanlcs assiguam oulra-. em favor
    da lei ; cm lima palavra, tudo islo he um iiiovinum-
    lo religioso, que se produz sem agilatao oslcrna no
    paii, o como por agora lio esta a mais viva icuao a
    nica prcoccupacJio publica, be ualural quo os iu-
    cidcnlcs parlamcnlarcs lenhan vestigio della. Ap
    pareccu ullimamenle na segunda cmara nina iu-
    (crpcllacao quo se refera do muilo port s quesles
    iioliialmenlo em discussao. O mililitro dos negoci
    oalholicos hollando/, o Sr. de l.ighlenvcll, rocebcu
    ha pouco lempo ordem de so dirigir Hume, e du
    ramo a sua ausencia, a direcrao dos negocios d
    culto calholico foi cimbado a um de seus cullegas
    que uo be dessa rcligiao. Sobre esles dous nonios
    I ieq lio 1 el-.Ha ,1 II. I 01 poli.10,111 1,1 O IIII11 I 1,1111.11,1
    OSr. onamer van Polderseldl pcrgunlava ao mi
    nislru dos negocios eslrangeirus qual era a fnlssili
    du Sr. do l.ighlenvcll, o porquo motivo a direcrai
    dos negocios calholiem linba sido confiada i un mi
    nislro n.io ralholico. Em suinina, esla iillima nter
    pell.io.io nao podia ler urna grande imporlanria, nao
    sendo a ausencia do Sr. de l.ighlonvcll mais que
    momentnea. Qnanle nalureada missnodo mi-
    nistro dos negocios calholicos, o prcsidenle do ga-
    binete, o Sr. Van-Hall, responden que o Sr. de
    l.iglilenvclt so linba dirigido n Itoina no lim di
    uhslar que o sanio padre podesse conceber impres-
    ses desfavoraveis a rcspeilo da lei sobre a inspec-
    c,1n doscullos, cm uiilros termos, para dir prova-
    vebnenle lodosas evplicaoes necessarias Siml
    S e para se entender com ello. He diflicil saher-se
    qual ser o resultado da mi-"m do Sr. do l.ighlcii-
    vell.
    Agora lie a lei quercsla a disriilir, c nqui come-
    cam as divergencias, cujo resumo o relaloriu da
    commissiio du cmara ulfercce rnmplelameule, cerlo
    de que mo poderiainos enumerar as opinii.es diver
    sas que se lem manifestado; lio suhTcicnle eonhc
    cei-se asdu.is principa. E111quesefu11d.ini osad
    versarlos da le? Invocan! o arl. Hit d conslilui
    gao, quo concede plena liberdade da prullssAo reli-
    giosa cm ludu que niio for um ataque contra a socio-
    dade, ou conlra seos memoro individualmente. Se
    o eslado lem ndirellodo seenvolver na organisaoai
    das romniiinbOes religiosas, em que consisto cssa II
    berdade ? A disposicilo fundamenlal, pe qual o roi
    viuia em que lodos os cultos liquem no liniilo da
    leis, nao lem c uo pido ler, segundo os adversario
    do projeclo, nenhum carcter prevcnlino, que lor
    alm dislo uoompalvel com a clausula conslilu
    cional. (Juo dizem cm contrario, os partidarios d
    lei ? Sueleelatn que o artigo da eonetHuiclo na
    se applica sena-i aos individuos, familia, ao culi
    pralicado no recinlo domeslico.
    Quanlo ao culto publico, be o arligo seguinle que
    o regula, c o arl. I(i.'i da conslluc,o nao fal
    de liberdade absoluta, mas sim do prolccoo igual
    concedida pela esladu a todas as coiiiinunhucs, don-
    de naace para o governo o dlrelto de lulerrir na or-
    ganiaaeio dos cultos. Ueveriamoi ijunlar a esla r-
    pida posiijao muilas opinirtes inlernicdiaiias ; mas
    parece-nos que islo he bstanlo para dar urna idea
    da naliircza da discussao, que so vai proilmamcnlo
    abrir lias cmaras de Hav a. A Hollanda lem dado
    batanle! prove do moderaco o de sabedoria. para
    que esses dbales sejam menos tcinpcsluosos do que
    em oulra parle, c liara que so possa pensar que, de
    Indas essas dillieuldades de uniiiiuuienlo, o princi-
    pio du liberdade religiosa -alma hitado e de algara
    modo saccionadn oulra vez pela consciencia pu-
    blica.
    Os negocios da Dinamarca, que lia lauto lempo oc-
    eupam o paii a a Europa, liveran daata ve. uma
    solueJo.quo se pude olharcomo definitiva. Todosae
    leinhi-am que em maio du 18-K.ns potencias inlcrcssa-
    d.isna quesillo, a Diuamarca.a Inglaterra, a Auslria,
    a Franca, a l'i u-sia, a Hussia c a Suecia. linham as-
    signado'em Londres um Iralado destinado a regular
    a successiio dinaraarquexa na eveolualidade prevto-
    la da evIinrrAo da dvnaslia reiuanle. Ene Iralado
    cliamava paran heredilariedado prcsumpliva, assim
    como sua descendencia niasculiiu. o joven duque
    Chrisliaiiodtiliiksbourg.doscendculo |ior scu pal
    la linlia masculina dos rali de Dinamarca e |>ur sua
    iiAi prenlo muilo prximo do rci aclualmculo rei-
    i.inlo ; mas por um protocolo ossignadu cm Vano-
    lia, entre o gabinete de Cumpcnhaguo co de Sao
    Pelersburgo, linha-so roncordado quo o czar, i.
    Miando suas prelcnoos sobro as porcos dus d
    In- que podiam perlenccr-llic no raso de dissol
    > da inoiiarcbiailinamarqiie/a, reservava lodavia
    para si o direilu do poder ublc-lus no din, em quo
    a linba masculina de (iluksboiirg viesso por *
    i eilingiiir-se. Poder-sc-hia porlanlu conceber que
    i familia de llulslein-Colloip. da qual he olilo o
    imperador da Itussia fosse um diaadmillida a rei-
    nar em uma pin le dos ducados ; ora, leudu o Iralado
    ilo Londres e-laheleoido do oulra parle, que as di-
    tersas provincias da nionareliia fonncui um lodoln-
    livisivcl, nao bavia lugar para se lemer que o Ihro-
    in diiiamarquez c arhasse desle modo aberlo, em
    m Can dado, aos soberanos da Itussia? Eisaqui
    ii que o partido nacional, lodo ello, polisn logo na
    li,ii.,n.i.-i. guando o ministerio veiu pedir s ca-
    laras que dessem scu ronsenlimenln ofllcial ao tra-
    ii de Londres, encontrn pois uma opposicAo nao
    nivosa. No paiz como no parlamento hnuve um
    iu\menlo minio uolavrl de impiielaoilo, e nu por-
    iienoabineleparlilliassenl um cerlu ponto essas
    iuquielaccs, vivamenln liprOWlda pelos ornaos da
    iiiprcnsa, ou porque nao quizesso animar o paiz,
    lie llllh.l einen.ll.li. que dCVa aooll-el lia I --C Clllll ,'IS
    potencias signatarias dn tratado de Londres, sobre o
    odo porque esse Iralado devia ser comprclieiulldo
    l.iliva.......le ao ponto que veio a ser ohjcclo das
    quictacOes publicas.
    A reapoeta linlio lelizmente dissipado ludas as du-
    das. Os gabinetes consultados se linham ciiron-
    trailo nu mesmo pciisameulo : a saber que a intcgi i-
    ladoda Dinamarca c a ordem de suocessau nessepaiz
    un-litiieui uma quesillo europea, e que a rnroa lian
    poderia Bear vaga sem que as pulencias signal
    sublara a anarebia, que o paiz se echa todo envolv- dado e economa da obra ; a saber
    do em um labyrintho de club da mais eitrema vio-
    lencia, e como he misler que lodas estas jmenle-
    doem seu Iructos, sao boje as lociedade democr-
    tica que querem reinar e impor seus capricho ao
    proprio congresso. I m triste aconiecimenlo, que
    leve lugar ltimamente em bogla, di Idea da li-
    luaco em quo cabio a repuhllca granadina. O con-
    gresso lava a nonio de votar uma lei de altande-
    gas diminuindo os dircilos sobre cerlos objeclus de
    lulo na Nova Granada : ccrtamenle quo era urna
    medida cunbada rom um carcter liberal; mas aqui
    intervem a tocitdaie democrtica de Bogot. A di-
    ta sociedade vio nessa lei uma offensa frita aos di-
    rcilos ilo.oliioilo-. o ile-,le mili,> ol -alii-ml um do--
    ses manifotos revolucionarios deslinados a conven-
    cer as assemhlascom o auxilio do punhal c do en-
    tallo. No dia da discussao da lei, os membros da
    suoiedade democralica invadiim o cougreHO e sig-
    iiificavamaos dopulados que abandomisscn seu pro-
    jeclo. Notc-sc qno esse mesmo congresso rene lo-
    dos os demcratas esaltados que conlii a Nova f"ir
    inda. Os dcpulados granadinos nao aoolbiam n
    lu alenle do primeiro impulso estes eslranhos p
    licionorios ; procuravam entrar cm ajuslcs, mase
    tao oiimooava uma horrivcl confusiA c a lula se
    lornava sanguiiolenla. He diflicil saW-se o que
    succedoria sem o apnio enrgico preslado pelos eslu
    daulesde llogol ao congresso. Houv erara apena
    alguna morios ; porm eis-aqui oudo comtuieni es
    sas deploraveis iniilaccs dos cosluinrs revoluciona
    rios da Europa. Em sou comcoo, alguns homeii
    hallis discipinaran csso clubs para so serviicn
    ilello-.ee..iiioiloiin-o-oi\ii.ini; boje he contri
    elles momo que se volla osa forca lemivel que orna
    iii-.ir.im, cem breve nioacr mais senaonoosecssi
    da anarebia c da desorden que a Nova Granada po-
    der entrever a pnssibilidado do vullar a uma silua
    {lo mais regular o mais olavel.
    (feme de dcu.i: mande:'
    Etmmco.
    UKCIFEIO DE SETEMBKO K 1853.
    AS 6 HORAS DA TARDE.
    un inisi'i:i ro snnu,.
    I' d-i- de aconlecinicnlus, a semana linda fui em
    cunipeusarao rica de recordaces. Ella conloo cu-
    Ire o seus das o inemoravel 7 de sclerabro, o pri-
    meiro dia do anuo brasilcirn ; a o ammersario d,i
    nossa emanciiiatao |Kililica foi solemnisado como'de
    coslume. l na consliluii;ao faz a rclicidadc de um
    povn, purm mais ainda a de um rci. Tacs fnran
    as palavras propbclicas rom quo o iiiiinorlal I un.I a-
    dnr du imperio conmiunicou ao seu augurio pai a
    magnaiiinia rc-uliii..lu cm que se arhava de levanlai
    O liradoindependencia ou mortc. lirado quo e-
    reclivamcnlccchuoudeuma exlremidadc a oulrada
    Ierra da Sania Cruz. E a independencia fez-so sen
    a Untura do sauguo; e o conlralo de paz c unian
    foi celebrado enlre a nyva nato c O grande princi-
    pe para reciproca fclicidadc. Dura a uacau purque
    lie quasi eterna : vive ainda o principe na pessou do
    seu augusto lillio, porque o paci iiiidaiiionlal de
    alianoa assim o quiz; c a profera vai-se realisuiulo
    quanlo u permiltem us dolinos do um gigante que
    pela Providencia perece dcslinadu a vver sc-
    l-'.n'l nosso jornal de 7 foianliiliicia.la para o dial)
    a reunido de uma nova suoie.lade polilica, que se
    piolen,le formar rauta provincia ; mas, sendo u ca-
    sa para esse lim designada, perlenrcnle ao arsenal
    de iiiariuha, suroedeuqueo Sr. chote de polica in-
    formado dessa cirruinslaiirin, ciitcudcu, de accordo
    com o governo da provincia, dever obslar a lal reu-
    nido, permillindo lodavia que ella se ellerliiasseem
    oulroqualqucr edificio que mo fosse publico. Na
    verdade, o direito de ImhilarUo do que goza um dus
    ogcnlo da referida sociedade a respeiln da casa in-
    te n a ,| i. lula, lo ,1o cmpregadupulili-
    lu
    slriclu o lii
    lado que dar-so pode ;
    porquanlo, ae elle nao foi previamente concedido
    pela lei, caso en, que so poderia considerar cuino
    um elemento e parle Integrante do honorario, Dea
    fora ,le duvida que o proccdimciilo da polica lio
    avel, pin, que esse dircilo de hahilac,ao deve
    ata
    ante
    id,.
    ser ( pruprianiculo ) rousid
    vor. do qual sil se podo gozar nos 1
    dos por quera o oulorga ; se pelo coulr
    ca-sea h>polhcso figurada, parece-nos i.
    a derisao nao pude ser oulra, visto quo <
    habilacio -,- i,, bem equiparado ao do us,
    porta, na ausencia do clausulas conlida
    conslilulivo, ionio os serviros do mera i
    para oconduclor on inquiliuu, c spguud
    mana ( fallando do nao das rasas I r.i
    lia
    Us |
    ill.eln ipil
    dircilo di
    ' 110 lilllh
    aceesidadi
    a le ro
    eptu,,
    la o.nn.....; i" do Londres fossem chamadas para lu-
    nar parle em novo* ajuslcs. O gabinete dinamar-
    picze as cmaras adiaran) esla cvplioarao perloi-
    lanicnle animadora, o n Iralado rocebcu a sanrrau
    le que elle precisara para fazer lei no esladu, cujo
    fulurn ello regula. A successiio ao throno da Dina-
    ca e a manulonoAo da inlegridade desse paiz
    ii-oiip n.iiii as pupiiloofics e os gallineto inuilns
    os antes da revulueilu de 1818. a qual. appare-
    lo nn meio dessas preoccuparcs, as linba enve-
    nenado ae iilliino pimo. Tiiiha-sc visto os ducados
    iii.luriuadus (in um campo de l.alallm, onde lite-
    ni lugar coiuhalr-. saiigiiinoleiilns, e a Dinamarca
    to de pagar largamente ana divida au genio dn
    ierra. Finahncule he digno de elogios a rorageme
    palriolismo que elle inostrou no meio ilaqnclhis
    ovacoea. O governo e oa cidadins rivalisarara a
    le res|icilo de dedirarAo c de zelo. As paives de
    partido H ralnram diaiile do grande Inleressc que
    eslava em logo, e nciihuin sacrificio fui poupado
    a de.feza nacional. Os dinamarqiiezos dcrain
    provaolrondozndc vilalidade e do energa po-
    ltica ; elles sidicm dessa rrisc operancados de scu
    fuluro o cerrados da eslima de Indos aquellos que
    bem apreciar o riv tomo o a rnragem na vida dus
    povus.
    Arara rollemos lira mnmonln os nlhns do espec-
    ulo du velbo conliiienle para o BOTO mundo. A
    historia desloa oslados de bunlem naohe ocrl.iuloii-
    m iueidenles e raliislropho, e lie muilns vezes
    oso seguiros relelos da Europa al nes-as re-
    pblicas dn Amrica, onde lodos as influencias, lo-
    das as paiieea entran! em lula para elicgarcm in-
    felizmenlc a una anarebia que reliasen frequcnlo-
    uicnle. A Nova Granada, como se sabe, he um des-
    se atados onde se lem exacerbado lodas as mundi-
    cias revolucionarias, e que lem logrado a maravi-
    Ibosa diln deser guTeriiadn i moda democrtica c
    mesmo sociallsla ; liiiabnenle, bem longc de parar
    ueste caniinho, a Nova Cranada cada vezseadianla
    mais. O armo passado lodos os hispes fnran ovila-
    dns du paiz o cu-presidente, u general Hilario L-
    pez, acaba do ser substituido ha penco lempo pelo
    uencral Oliandu, ruja candidatura apparceru nos
    clubs mais violentos de Rogte. O partido demnera-
    llcn enverna (|f uma inaneira quasi absnlul.i
    esisle nem mesino dous jornaes ronservadoi
    nalmenlc uma ronsliluicao elaborada ji ha dous nn
    nos, acaba deser definillvaincnleapprovada. Com
    se deve supnor, ella consagra ludo o qooadeninrra-
    cia lera imaginado de mellior. Em primeiro lugal
    lodos os magistrado eslAo snjeilos i elcioAu popular
    os govcrnndorts das provincias sao igualmente Ciri-
    los, porm oque ha de mais particular, he que elle-
    silo ao mamo lempo os agenles do poder everulivn,
    o mal se arha do-le mudo livre do ruidado de ,>
    csculhcr c nomear. Enrretnnto lia qualro anuos Ji
    que dura um semelhantc otado de colisas na Nova
    (ranada ; que (odas as predicas revolucionarias en-
    II-
    ejse idelur, ul lins/iilem ei recipere lii-eal.
    Nu domingo i do crrenle leve lugar a fcsla de
    Nossa Scnhora da Peiiha. nu Hospicio dos revereu-
    los capuchiuhos desla cidade. Foi ella celebrada
    om lo.la a pompa a brilhaiilismo coslumados: e a
    sancurrenela dos liis foi, como sempre, eslraordi-
    laria, n.lo oedendo nada a dus anuos anteriores. A
    irmacodo templo liem que, cm geral, fosse a mes-
    ma do a.....i passado, leve com ludo algumas molli-
    ficarnos iiiou lornava.....mis bella e locante.
    Iiil'.iiiii.iin-uos que, desdo muilo lempo, cerlos
    in.Im.Iu.i. que negociara cun algodilo nu largo da
    assemhlca, coslumam li.ir.ileni ein-so os nomo mais
    injuriosos, na lula que Iravam para ohlcrem a pre-
    ferencia do-le ou daquelle coinbov, parecendo des-
    l'arloaquelle lugar aillos nina iraiunda ribeira, do
    que a placado unidos principal! producios da nos-
    sa induslria agricola. Ainda no dia '.) do corrcnle
    le a--i- all unidos lar.e.inlli.in., por e.iii-a de um
    cuinboy de :>2 saccas, chegado da Serrn do Marlins,
    o qual lornou-se baslaiitcmenlc vergonhoso, sollren-
    diialo iii--,i ocoasiao um empregadO do cnisulado
    geral, que prolemlcu pur termo aodaaguisado. Um
    prncedimentu desla nalurcza, allamenlc oll'ensivo
    da moral publica e deponente contra us nos-.is eoa-
    luines, he lauto mais para lainenlar-se. Seria, per-
    ianto, para desojar quo a muiiicipalidadc por meio
    do posturas especiaes procurasse cohibir c obstar i
    repruduceiio de seiiiellianles abusos, visto que a po-
    llcla ordinaria parece iiisulllcicnlc.
    Ainda esla semana fuios visitados pela cliuva, a
    qual refrigeroii-nossullrivebiicnlc uo dia i o mesmo
    na manhia de .
    Eutraram durante a semana l.ienibarcaoos o si-
    bilino 12
    Rendeu a alfanJega 50:190*331.
    Fallccenini :l:l pessoas: ." homens, 8 mulhcrcs e
    14 prvulo, Urna; ihomeiu, 3 mulbera e I par-
    v ulu, esoravos. I'ein derrescido a uioilalidadc.
    CMARA MUNICIPAL.
    Snu' extraordinaria de SI de agosto de
    1853.
    PruUtiuta da Sr. Bortlo de Capibaret.
    Prsenlo os Sis. Kegu e Alhiiqiioique, llego,
    lli. S;i l'ereia. Oliveira c (aineiro. falliniiln rom
    caosa os scnborcs, Vianna o alamede, ahrio-so a
    -o-,,, o fui lida e approvada a acia da anleeedciile.
    Fui lido O seguinle
    EXPEDIENTE.
    I m ..II......lo Bira. presdeme dn provincia,cmn-
    mnnicando ter em dala de 27 do que boje finda, nf-
    liciado ao dircrlor das ulnas publicas, para fazer
    desembarcar o pora dbpaaicRo daata ruinara a podra
    de calcar que ltimamente 11 ulive du presidio de
    Fernando, u paladn l'irapaina.Intcirada.
    nutro do deormnargadorchele de polica interi-
    no, dizendo que a cmara providencame para que
    uo fossem recehidns as quiiiiliascnique forera mul-
    tados os atrangeiros por iufracc.lo do regnlamenlo
    ii. 121 de :ll dejaueiru de 1812. quandu das datas
    das guias que para esse lim Ibes sao passadas por
    aquella repartilo, se contar um pram mainr de 8
    das, alim de que se possam fazeretlerlivasns dispu-
    sicesdo arligo !>8 do rilado regnlamenlo ; que nao
    forera observadas pelosnio-inos atrangeiros.Man-
    dou-se responder, e expedir neslc senlido as conve-
    nicnlesorden ao procurador o contador.
    Oulru du prcsidenle da rominissao de hjgiene |iu
    bliea, reqiiisilando copia do plano adoptado por es
    la enmara, para os fornos das piularas, e das dispo
    sicOa legishilivas quo lora retacan com tacs estalle
    leeimenloa, alim de a cummissau que lem de i
    quo fosse o ad-
    ministrador do cemilerio incumbido do administra,
    la,quo o pagamento das ferias dea Irabalhadora
    assim como dus matedle comprados fosse feilo ao
    proprios credoroi pelo procurador doln cmara, em
    vista de documentos asilgnados pelo dito adminis-
    trador, c rubricado por ello .eugenheiro. indepeu-
    denle de baver sessAo,eque o porleiro do cemile-
    rio lise-.se om livro especial para lan;amenlu de lo-
    do-nsubjeclos comprados para obra,cora designa
    rAo do dia em que o forem, alim do se poder a lodi
    lempo conferir os documentos das ropectlvas da
    pozas.A cmara anuuioa proposla, a mandou ex
    pedirs convenientes ordens ao admioislrador di
    cemilerio. c ao procurador com copla do offlcio, pa
    ra o i .i inpi o om na parle que Iha tocar.
    Oulro do procurador, aproentundo uma conla
    ,-.,nenie do que recebou, c dispendeu al :ldo cor
    renlc, inclusive a niporlancia lirada dei cofre,, c di
    zendo quo o saldo demonslrado de rs. sl.i:-, .m ni
    podia clicgar para as dopezas que so lem de fazer
    pois a Mauocl da PaiAo Paz, se liuba do paga
    %(^(i(i, alera dafolbado empregnda, na impor
    lanciadcrs. 1:0149000, julgando por isso seren
    precisa 3:0009 rs.Kesolveu-sc que se til asse d
    cofre ola quanlia.
    Oulro do momo, dizendo baver quem quelra 10
    barricas de ccmenlo, das que ralarnm da obra d
    inaladouro por 228 rs.Que se ufllciasse au enge-
    uhelro director das obras publicas, para dizer seo
    ccmenlo pode ser amoragado convenientemente M
    obra da eapelln do cemilerio.
    Oulro do mamo, dizendo quo a casa do Corredo
    do Hispo, pcrlcncente no patrimonio municipal, de
    via ser demolida, por se adiar completamente ar
    ruinada, era risco de desaliar.Que o cngcnhciri
    elimneme cora urgencia oolado da casa o.orcnsse
    m seus reparos.
    Oulro do fiscal de Sanio Antonio, participando a
    chnr-sc arruinada a horca do cano de ogolo da rui
    do Sol, o precisar de alguns concern o roleamenli
    das mas largue olrcila do Rosario.Que o fiscal
    mandasso reparar a bocea do cano, c o cngcnheiri
    orrasse a despeza dos reparos do calrjamenlo.
    Oulro do momo, assignado Inmhein pelo enge
    nheiro cordeador. informando anillos de .iccordo-
    rerca da prelencao de Anlonio Jos l.opo de Alim
    querque, sobre a obra du ollAo do una casa na ra
    do Rangel.A coniinissaodccdillcacdo.
    Oulro dojuiz de paz mais volado do primeiro .lis
    (rielo da Muribeca, remellcndo copia da lista ge
    ral da quallllcacdo dus volanlesila moma frcguczin
    c o livro das roperlivas acias, sendo aquella pan
    ser Iransmillida ao Bim. presidente da provincia
    Que se cuviasse a copia S. Ble
    Oulro do administrador do cemilerio, remolien-
    do 'fy rs., despeza paga pelas cvhumacoo dos rolo
    inurlaes dos incnora Josu do llar ros Kego, Domin
    gos do Barros Reg, o l.uiz de Barros Reg, que ja
    ziam cm catacumbas da irmandade de Sania Rila
    -Que se eulrcgasseao procurador.
    Oulro do fiscal do S. Jos, pai lioipando que con
    linuam asmares a deriaier o raes de lijlos sollos
    c outrus maleriacs que se fez junto a parodc do le
    Iheiru das Cinco Ponas, sendo preciso pieviniral
    gura dcsahiinenlo.Que o fiscal do accordo rom i
    eiigeiiheiru curdendor.niandassc fazer acslaonda di
    quo falln no scu oflirio lido na scssilo passada.
    Oulro do mesmo, remetiendo o mapp i du gadi
    ......lo para consumo, na semana do 22 a 28 da cor
    renie, sendo ao lodo ;>82 rezos, Inclusive 46 pelw
    marchantes parlicularo.
    Oulru dn fiscal de JabualAn, rcmclleiido 12 ter-
    mos de adiadas de infracoesas posluras para se-
    ren cobradas as respectivas mullas.Que Iho fos
    sem devolvidos os termos para seren assignado poi
    duas teslemunhas pelo menos, adverlindo-o de qui
    nem um mais niaudassc lavrar sem essa formula es
    encial.
    OSr. vereadnr S Pereira. mandou a mosi osse-
    giiinlcsreqiierimeiiloscada um pnrsiia vez, que fo
    rain approvado, cora a olMCivacao frita pelo Sr,
    Oliveira, de se mudar a rcdaroAo, i respelo do se
    gundo, quando scollioiasse S. Esc.
    o Requeiro que se ronsullo no advogado dala
    cmara at que lempo lera n muiiiripalidadc o di-
    rcilo de mandar multar, edcmolir obras que furam
    feilas sera sua liecnca, cuino dclcriniua o artigo 3
    du lilil 7. das pn-lina-,
    o Paco da ranura 31 do ngoslo de 1853.Dr. Si
    Ptreira.
    i Requeiro que se pera ao Exni. prcsidenle do
    ubre un
    , soluta
    do pedido q
    a penla, pa
    esla
    fe
    tndouro MI
    II de agoslo do I8V1.Dr. A
    .. Sala d
    Prefra. a
    l)cncgiiii-sc a lircnta que pedio Jos Marques da
    l-'onscca llorges, para vender plvora no lugar de
    Pariianicirini.
    Despaohar.iiii-scas peliees do Anlonio Jos Go-
    mal do Crrelo, de llelarinino Alves do Arourha
    de Candido Francisco dasCli.iuas.de Dominaos Jo-
    s Pereira, do Francisco .Mari/ Raposo, de (iii-lber-
    me da Silva (.nimanes, de Joao Miguel Toiuira
    Lima, de Juslino Pereira de Andrade.de Jos Mar-
    ques da Fniiseca, de Jos Jnaquim da Coala Main,
    de Jusellos Sanios Silva Jnior, de Miguel tioncal-
    ves Fcrrcira e Silva, de .Manuel Marques do Sacra-
    mento, de Rornlo Amonio da Silva Alcntara ; e
    levaiilnu-soa sessao.
    En Hanoel Fcrrcira Arrioli a oscrevl no impedi-
    lodo scorclario.Ilaro de Capibaribe, proi
    denle./lego
    -lle,jo.
    Itbu ;Gu
    tHtf
    i.01'i
    BEPARTICAO' DA POLICA.
    Pane do da 10 de aetembro.
    lllm.eEvni. Sr.Participo a V. Etc. qu
    d.i
    les boje rerebidas nesla reparlio.'io cotilla lere
    lido presos: a ordem do subdelegado do fregue/.i
    le S. Fre Pedro (unralvcs. Pedro Chrisosloino d
    Ciiulia. sem dectaracBodo motivo; a ordem do suli
    delegado da freguezia de Santo Antonio. Franrisc
    Felil das Morros, l.nurcnro Jiisliniann Pereira d(
    Sdiilns, c Melohiades Audio de Carvalho, porjogt
    prohibidos; a ordem do aubdelegado da rragueil
    da Boa-Villa, Manuel tjielhode Rrilo, por insullo.
    a ordem dosubdelegado da freguezia da Vanea, Joil
    Monleiro da Costa, para ser proressado ; e a ui don
    du subdelegado da freauezia .leJahoaliio, Joaqun
    Pereira de llrilo, iwr finio de cavallos.
    Dos guarde a V. Exr. Secretaria da polica !,
    Pcriianihuco 10 de sclerabro de IBS3.lllm.cEvm
    Sr. conselheiro Jos lenlo da Ciinhd e ligiioiredo
    prcsidenle da provincia. O dcseinbara.idor Cae
    lana Jos da Silm Santiago, chefe de polica in
    lim.. m n:i.M.iiii(o.
    Com o espediente do g
    caraos boje um oflicin, n
    lewkk, engenheiru ingle,
    suuinia da eonvcrsacAo qi
    sauem para o Hio de J
    elhoiru Dr. J
    lalivauenle a
    mu da provincia puhli-
    pi.d o Sr. M. A. Bur-
    redniindo aeacrlpto a
    iqui Uvera em sua pas-
    o, ruin o Kvm. Sr. eon-
    Bentoda Cunha c Flgueiredo, re-
    a ponte que se lera de eonslr
    deraeamenaipadarlai
    eslAo conformes i esse pl
    a ramiira desse ordem in
    tar-se a qiialquer roquisi
    livoso de proceder
    ulu
    a requ
    10 engenbei
    Oulru du
    lido que a r
    lomeando a
    la enmmiss
    laude desla
    las pnda
    pedisse i
    ecr se seus tornos
    ; assim romo pedia que
    tu engcnheiro I pro-
    da rommissiio, quando
    me.Que se salisllzo-
    rdem
    ape-
    ldo
    ii-mu. dizendo baver an
    un.na Ihe liz-ia cm 2tduradciilc
    i Dr. Joilo Fcrrcira da Silva, incmhro
    odo higiene publica, para roma de
    cmara, proceder a Mama nos fornos
    , c acrcsccnlavaquc acominissao de hi-
    giene, desojando oslar sempre d
    ara, roncorrerin rom esta paran mellinraiueiilu sa-
    lario do municipio, prometiendo a sua franqucu
    inleira coadjuai;Ao.Mandou-sc responder, oof-
    liciar a commissiio de saudc, o eugenheiro corde-
    Oulro do mesmo, dizendo eslar ncomplcl a lis-
    ia dos facultativos que a cmara Ihe remelleu em
    17 do corrcnle, e que a houvcsso de mandar ron-
    rronlar cora oregislro dos (lulos, aura de ser corri-
    gid.i.Que assim se fizase.
    Oulro do eugenheiro dircclor das obras publicas,
    propondocoinocnearregado pelo Evm. prcsidenle
    la provincia, da direccSo da obra da rapclla de cc-
    nilerio, cerlas providencias bem da boa regulari-
    Ire M bairros de Sanio Antonio o Rcrifc desla ci-
    dade, expendo a sua opiniao acerca dessa Importan-
    la obra, cuja realisarao figura entro as nossas prl-
    meiras nocos-idailos.
    Sem dcsapprnvar cspressamenlc os planos aprc-
    senlados pelos Sis. Maiuedc c Wilincr, eiiaeuheira
    da provincia, 0 Sr. Borlewlck parece Indas a opi-
    nar, do preferencia, pela cunsIrurrAo de una pon-
    i pensil; c, em abono da verdade. tito sii as rniisi-
    iloraoa em que se funda s,lo de alguiii peso, sobre-
    saliiiulo entre ellas a da livro navegacao do i i.....las
    lamliem seria nina lal obra, quando pcrrcilamenlc
    acabada, o monumento o mais bello cmais digno
    da ncaaa cidade.
    Nlo desojando jamis niilecipar as nossas opinioes,
    nem einillir juizos preinaluros, absleinonus |ior ora
    de entrar na apreciaoAn c cvaiiic das vanlagcns e in-
    convenientes inhcrcnlcs a qiialqucr dos sistemas
    iirojerlados, para conhoiermosa final para que lado
    deve pender a batanea da admiiiistraoao publica.
    Entretanto parcrc-uos fora de duvida que, senos
    podcssein garantir para o futuro o mais diligente
    a aenrado galo na eonaarvaclo ,ins maleriaei ,i, pun-
    i suspensa ; ose por ouirn lado Inoramos a dita de
    ver coilocados na dlraeeto de aemelbanle empreu
    um tlenlo c urna habilidade lio disliuclos Como us
    do celebre runslruclor .,; das puni do Friburgo
    o Bnrhe-Bernard, rom laae ronditOes, dircnins. pa-
    rece-nea lora de duvida. que a solidez o a diiracilo,
    quididades mais salientes mis pona de pedia, dei-
    uriam j.i de ser um obslarulo para a adopoAo da
    p.mio pensil, vislo que nlcaucada daquelle modo
    unid perfelU equivalencia, prepunderiiridin enliio
    em favor da ultima a belleza munumcnlal, oa gran-
    de vanlagem de uina navegarau franca.
    Soja, porm, rumo tur, n quo lia de importante e
    decisivo por agora, boqueo governo da provincia
    se .-lie habilitado com os iiieiu. Im.ineeiio. uccosa-
    riospura defiuilivamcnlc resolver o realizar a rons-,
    triiroau da uma ponte, lio altamente reclamada pe-
    lo eslado ruinoso da oxislenle. Esperando, pois, que
    se alcance ase desidertum, ltenla a oonsignao.io
    iilliin.iilioiile marcada pola cmara dos Srs. dcpula-
    dos no projeclo do orcouienlo vimluiiru. aguarda-
    mo-nos para, cm ocoasiao upporluna, oflerecermos
    ao publicoa nossas ideas a respeito, poalemlo, com-
    ludo, dcclararmos desde ji, que parlilharaoi inlei-
    rameiiti! a apiniio do Sr. Borlewlck quanlo io In.
    cal em que deve ser comlruida a pone.
    ?T^s^sa!S^s^L ** -i.
    Ca,
    llle-
    0111 |
    IR
    elerilciludapeloar^gro^.
    como bem u altala a correspondenci i ,,.
    cipio nos reforimm, Iraballia com ahi?""
    levaraefieilo, niio so aquello, como oulros ,
    menla maleriio do que ella neceaba. Que*
    "ipenho.
    Que a provincia, eorapcnelrando-se da
    imporlaoeia nvidomomo, por intermedio do,!
    reproenlanlo. -
    cundar t
    seu,
    com
    se dirigirem
    peridade.
    lio, o racuna de que dlspee, oar.
    palrlotlco intento. para *
    irle, esl
    a oniiiiiii
    eu real
    Pela nossa parte, estaremos sempre mkwo.j
    o fraco contingente i lodis a, S
    i i,-la-
    ngrandecii
    eptes-
    CORRESPO^DEMillS.
    ir.l..
    eucon.
    ido-me
    Sr: fedactore:- Acaba de Mr eewlenjeaae'.
    dous mezo de prisao e mulla corresponden! i
    (ade do lempo o meu graluilo aggrosor Jos CzT
    reiro da Silva, cm virlude da ocelo criminal .
    conlra elle .Intento! per.nle o inlcgcrri.no Sr.U
    lula municipal Cosa Menezcs. por baver o mm
    cu i en.. redo Inserir no Cinrio n 172 um aiunii
    eio offensivo do minlia repulacao, no aariault
    smenle l'.izia sentir ao publico que urna letra ,u
    3001000 rs. por elle a ni un passaa. fanodh.2
    negociada, vislo como lava dependente de oub-
    IAo judicia Ora. como pelo fado da tmimSS,
    lira prvida a lalsidadc dessa aser{lo, como seibo
    do ser desaflronlado pranle M Iribuiido de (Jo
    ernfaf aggre'iio, moslrando ao Sr. Carreiro age
    nAo he desla sorle que se barnleia o rredilo .,ihi-'.,
    agora |is julgo occasliln i'onvcnleiite de declarar'
    ii.to obstante ter o Sr. Carreiro publicado por est
    Mario, que cu ja Ihe pagara a quanlia por que estay,
    cm gueililo a letra, ..UsOOn rs.- quo lli'osdevo aii,.
    da, vislo que os nflo pauuei, | rae he devedor de ttlOoOOO rs.. sendo lUKr-sioON
    em uma letra quo so ha do vencer, c :10> um conlralo que cumigo Hiera ; norlaulo. agu
    va o rcccliimcnlo dessa quanlia para fazer o ei
    Iro. Aconloceii que o Sr. Carreiro manda
    robrar os UgOOO rs. e eu fazendo o me peilo dos StJgOOO rs., elle, queja sem duvida esav,
    de novo parecer ncerc do que conlralira comiso,
    nAo obslanlo olerminanle da reciprocas cstipuTa-
    0, dirigio-me ola carta. Sr. Fonreci. .,.
    Iho o /arar de me retponder o ;ir de>t Se en Ikt
    impreitei, rinle cnra mil r.< a nlo, aofi C. J,
    Qiuira lomar cha Com miga reja i/ne eu nao *
    bom e quero a ftfOtla ja a pe desla Carreiro.
    Eu ri me c dcspi ezei cssa ridicula respaila, ron-
    llnuando a nao annuira dcsarrazoada prelenr.io j0
    Sr. Carreiro. o qual Indo zangado Iraton de chj.
    uiar-me ao juizo de pnz ; o por consrlhos. seguuik'
    me consta, de dous ilcsiirezivcis zangos, desgrar.
    dos, que mendigam os fragnienlus de sua nio-.i, a>
    signan c mandou imblienr o anniiucio. pelo qual o
    rhamei a responsabilidade, e ello araba de ser coi-
    demnado.
    Salba mais o respcllavcl publico que oSr. Jo*
    Carreiro dirijio-so ullimamenle a um de inco, ir-
    nulos, por meio de uma caria, pcdindo-llie pira fj-
    zer cora que eu orahasse aquotao que com elle (i-
    liba, c que meu imiAo me fallou ueste sentido: c
    cu por su razilo, c ainda mais porque o mona
    me ordenou urna rcspeilavel 000)01 que me lie mul-
    lo chara, perdooao niesuiu Sr. Jos Carreiro aullen-
    sa que me fez, o oala Ihe sirva ola licAodcemt*.
    da c o possa allastar da idea de receber oulra ver
    inspiraoiiw do caberas animadas pelas coiijunrroei
    da la. II.-. iio 11 de sclerabro de 1853.
    .1/. Fimreca de Meiltiroi.
    Sr. ll'ditrtar.Assislin.lo I
    nido .l.-i......iiii.i no dia 7 de
    feslini doSr. i
    leiuluo crreme,
    tn goslci dos enrgicos vilas por elle dados, qut
    deplorci niioo ver logo e logo alampados nasfo.
    Ibas, sendo rilado um cnlhusiasmo nacional, c beu
    e-|ue-si\os para esse dia. Por isso rogo-lhe, Sr. n-
    daolor, enrarrcidaincnlc os queira publicar na sua
    hem eoncelluada gazeln. Ei-los:
    VivaS. M.uconlinuadur di nossa indcpcndci
    ni-
    do
    i-plir
    ule.
    Vii.l.iiiilperiiillainilialloii-eoiil.. iiun.
    Viva n hrillidiilo progroso d.i aiidemi
    Viva o paiz o mais saliente do no-so Iu
    Viva a robusta eipreadn do eatandarta brasua
    Viva o emblema do mundo novo que lia de rea,
    mu ai o anligo.
    Viva a nossa provincia lio saliente no liloral
    quanlo no palriolismo.
    Silo esles os applausa ruja publicar Jo muilo obri-
    gara au sen amigo constanle lellor,
    A'/mmiiiondo.
    COMMERCIO.
    CUACA DO RECIPE 10 DE SE'I'EMUKO ASI
    HORAS DA TARDE.
    frtacSea olflciacs.
    Dcsconlo de Icllras de 8 mezes 0 Iplporeaaai
    Couros serros a LIO rs. por libra a prazo.
    ALFANDEOA.
    Itendimciilo do dia I a II.....63rWNI
    dem do dia 10.......i : _- i->
    nenarregamlmje 12de srtem
    Calcula iK-lgaJeanellemerradorias.
    Escuna francezaAspirante\ inlios.
    Escuna hanihurgueza Cuitara re
    rclo.
    Ilrigue porluaucArara Feliz n
    Pelecho brasileiruFortunamercad
    chariilos.
    Barca bririleira Mathilde pipas
    lliale brasicrn-./ie//-fiimoc chai
    CONSULADO CERAL.
    Itondimenlo do da I a 9.....
    dem do dia 10........
    Tsicitow:
    ro
    mcnlo eb-
    rias, fiiino'e
    sildeWl
    .USJWl
    Mr. Ch!
    eugenheiro francez
    2:S.12su5|
    DIVERSAS PROVINCIAS
    Rendimenlo do dia I a 10..... IWi'l
    Exportadlo'.
    II Iua, escuna nacional Titania, de 1 tundid,
    ndiuio o seguinle :!l pipas, :i mcias dlUM, II
    barril O 7 quarlolns nzpilo de carrapalo, 178 s,irro.
    caivas cera de rariiaulia, V.l saceos arroz, IW
    cas velas de carnauba, lll uioihos couros,le ca-
    bra, ( barricas oravo, K sarcos cominlio, '.I luluims
    r.izendas, :l oaivas hinca, I dila papel. I dill o-pm-
    ardas, I dita couros preparados, I barril sm-
    enle, III dila tuucinho, vnluiua iiiiude
    neos "r.lo do Meo, 1 quarlolns em pr, :l f,
    na de ferro, 17 ditos aducas pora pipas.
    Ass, palachn iiariinial Pagarle de Mu
    11 i .mol i .i,,-. condoli o seguinle : ISO
    fazendo, 20 ditos molhados.
    HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS <'B-
    HAESDEPEHNAMBICO.
    Ilcndimenludn dialO...... :llftl*
    CONSI LADO PROVINCIAL/
    Rendiniento do dia I a 9.....IO:h72s
    m do dia Id........ battW
    -"I
    i*, del
    .liniir-1
    Ciimbiu-
    AJandao
    A-mar
    Cornos
    II:
    mu
    BACA DO RECIPE 10 DESETEMHW" I*
    lM, AS TRES HORAS DA TARI*-
    /(,-,.--M semanal.
    Sacou-se a 7:l|i ,1. pot I--'1"'
    I.....dres a ll dias vista.
    Enlraraiii UlSaaccm, da-qu*
    selizeram vendas do deprinirin |
    sorle regular a (W(t por anota
    e algamaa peajeamai eereiei*
    muilo superior a BstiiO.
    Niio ha.
    Iloje llzernm-sc venda- um"
    laidos a CM) rs. por libra dos*
    .-os nlgadoa. ,
    Nao hoiiveenlrada, o o def*
    ola reduzido a I .I Im11*!
    Icndo-ie rclalhado delf""'
    I I9.VKI por harrira.
    Segnlram para Han
    carregamenloa en Irado
    11.1.
    Carne Meca
    11. 1I0 I
    l'l.ll.l
    ule di.
    1 ,|,,o
    ul.i
    (Mi* I
    .1*1
    nl.li-
    I
    Faltona de ni;
    N'iiihos
    Dcsroillu
    Freles-
    lerc
    Kio Grande do sul
    3gt0 n 16200 por arroba, "/
    ,lclWaKJ:slp,,rl,.i,'i''j;J*
    rm a do WeeWfol whljg
    rado c a preea de DI "S
    loruaroui-sc mnis lirnies. nr
    em depoaito enlre ambos cero
    de 119 al."* por barrica.
    OdeCctlc branro o ludo ooi'
    I3Upor pipa, o de l.i-tion '"
    oa 1'ltRlJ.W, e de oulro""
    res de 1209 a 12.V. .
    Relale. am-c lelras do doo-
    seis mezes de Ka II 112 I"""
    il'orl'dl'l'ade genero nada*" J
    teiln
    Ficarara no podo 10 ombarcaciies. >


    i btlU. U brasileiras, I trncela,
    ,, 3 insta, 6 po. Insuma.
    1"
    .Vmrfe entrado no 4ia 10.
    ....., ., lameirSo, rhegada Ja Mita eom 8
    1"" ... il"ul inglcia //(inwaA.com I lri|K>lanles;
    amt arrio vianein o capillo Jame Me.
    . nilvloo I mariulioiro. Arriben n osle por-
    Kl>' ilcaconlccimcnto, pois o su desuno era
    '" i jal "" ettf anurar, comignoii-se a Me.
    i & Compaul.ia, c licou de quarcnlena.
    Vacio iahtlo no mesmo da.
    .. ,,..Ai'rcs por Montevideo Uriuue bespanbol
    mSr"- eapilo Salvador Suris, carga mcsina
    Irome.
    \niiosnitrado* no tita 11.
    , l(lt,nded SulM (lias patucho brasileiro .(.-
    im'jc 1*7 tonelada, capullo Joo Ignacio For-
    rafra, sqolpagoBI 11, carga camo secca ; a Hal-
    lar i\ Oliven,
    Uniclil dias, calera franecta llcrldenl, de 210
    iwirlailas, capillo Churilcr, equipasen! 16, carga
    IMMiln B '""* -eneros; a J. K. I.asucrro &
    Cmiinidiia. l'assagcinw, l'c.li ('Inris llouueaull, Joo Baptula Leclcre, e
    Madama Mirla l'ommatcnu.
    .Vario sabidos no memo dia.
    vi ir.inlii" e ParaUrigue escuna brasileiro llapi-
    ',/,', capillo Francisco Jos dos Santos Malhado,
    caras varios gneros.
    \l,cei com escala pclo-AssiPalarho brasileiro
    le de Maccti, capilao Manoel belMnO de
    iiavcgavcii desla provincia, que era virtude dos
    arl. 70e76 do rcgulamenlo das capilauias deterjo
    solicitar a lirenrai auuuas, o o arrolamenlo das
    dita cinbarcarrics, Ulo no prazo de 30 (lias, lindos
    o quae se impor as mullas aaqucllesqucdckarein
    ilo (er seroolhanlcs documento!. Secretaria da ca-
    Siitania do porto de Pernambuco de scteuibro de
    853.No impedimento do secretario,
    Zoilo llolierlo Augmlo da Silca.
    AVISOS MARTIMOS
    /',//'
    Jos
    freilaa, carga varios gneros, rassngeiros.
    M.iiuicl Fcmandes, Jos Comes de Aiiioruii,
    ha'liia-Escuna l.rasileira Tilanln, eapHh Antci
    Francisco llibclro l'adilho, rarsa vario
    i teneros.
    EDITAES.
    "_ o IHm. Sr. Inspector da lliewurarli pruvin-
    ,,| ni ruinprimenli. da resoluto da junta da j-
    ..i. manda laier publico, que a arreinal.n.'.iu da
    ,,'i,, |'l-lauro da estrada do l\iu d'Allin. nnniiii
    las 1.1, II e I "i do correnlo foi Iran-
    21 e ado mesnio me/.
    la para a
    i.'ii.li paraos dias o.
    tifiada Ihesourarla provincial de l'ernnni
    ,M ) ,1c Miembro de Ifttl.-O secretario,
    Antonio t'erreira d'Aiiniiiieiartio.
    _ heonlclll d.i lllm. Sr. inspector da lliesoura-
    tu da lassnda se tal publico, que no dia 20 do
    .,!,,......ieio dia, ir a praca pnale a mesilla
    mu lira ', para er arremaladn n qiiem por mc-
    aLfia o (Mthani vinlaatnsparal hienda of-
    bneer a obra dos reparo-de que precisa oquarlel
    j,Seledaile, que devorases eieentado segando o
    iaiiw e ""'.....*"'......ganhadoa pelo engonheiro
    mlilai. o qae serial plenles netla secretaria, as
    nmois'que os qiiicrcm rnnsiillar.
    II. nrelendenlcs ilcvrilci comparecer na sala das
    toa da Jila lliesoorari, no dia o hora incnciu-
    ,,,1..........seas DadoroB, na furnia du coslume.
    Secretarii da Ihesourarla da rnzenda de I'ernnni-
    Iiioi I" de seleinliro de I8.VIO olllcial maior.
    i | \ aret Sobteira de Mello.
    ,,/i,. cmlodio Manoel a silra (lulmarXei,
    H; tle direilo du /iriinrlra rara io rninmercin,
    ,.iii eiiade to Recit de Pernambuco, por S.
    \l. I. e Constitucional o Sr. D. I'. II. fue
    Dmi tuarde elr.
    I .i,., saber que por este juno se bao de arrcinn-
    ii imr vemla, cm praca publica, que lera lugar un
    i,., \ joc.......ile mea, pela 1 hora lia larde, na ca-
    nda* ludlcncia, 2 camas Iranenaa de Jacaranda.
    l,i i,.,,,.....npula, avahadas cm 1001000 rs. cada
    mu,.....i,ni. guardas roupaa de amarello, avallados
    nuOgllllO i- cada una; penhoradosa Carlos llenri-
    ee llames, |K* oiccusjJo de Jos Sanorlll.
    Bpara que cheguea noticia de iodos mande!
    pMSf o prcenlc cdllal que sera publicado nelfl
    iiiiiireiKi, edous do Imetmo llieor que serAo aflija-
    l.i.n.i praca do commercio c no rasa dasaudicn-
    eidade do Hecife de Per-
    inbrode 1833, en Manuel
    vo iuleriuo o escrevi.
    I'idlo Manorl da Siea GttiuuwBoii
    Puloc passado noli
    ajabUW, aos 10 de-el
    saqun! Baplisl
    DECLARA(JOES.
    Espera-se boje ou
    amanbaa o vapor iu-
    glc< llraitilriru, da
    i, ,i.i compauhia de
    Liverpool; depoisde
    na demora de 12 huras, seguir paro os porlos
    da Babia, Kio de Janeiro c Monlcvidco ; para pas-
    sageiros, dirijam-se casa do Deano \oulo o Com-
    pauliia, ra da Cadcia do Hecife n. >2.
    Para o Au .
    Patacho nacional .Itnargozo, al o dia i:>do cor-
    rcnlu, para carga e passageiros Irala-se com Beruar-
    dino Juse .Vonlcirn & Irmflo, ra do gueiiuado n.
    II, ou a bordo rom o mcslre.
    __ Puru ii Huliiii san' ciu a muior
    breridade jxnsivcl, por ter parte de la
    cai'ga, o veteiro hiate nacional Amelia :
    para o irsio la carga e ptiMagoiit, tra-
    ta-te com o matre n bordo, oti com No-
    vaet 4 Coinpaiiliia, na ra do Trapiche
    r. ~t, primeiroandar.
    Frela-sc para os purlns do norte at o Acara-
    cii, u patacho .intargoso : a tratar na ra do Quef~
    mil,, n. 11, loja de Hernaiiliuo JosMonleiro 4\ Ir-
    inlo, ou com o mi-itre n bordo do incsmo patacho.
    Para O Aracaty.
    Segu em poueoa dias, por j ler a maior parle
    de sita carga proripta, o hein conheeldo c veleiro,
    iiialc Cttiiiliaritie, para o resto da cora, ti.il.i -' n.i
    ra do \ igario, n. .
    Cetra', Maranbao' Para'.
    Segu com brevidade o brigue Con-
    (.'firaii : quem no mcsitii) quisercarre*
    jjar, ou ir de paMagem, dirija-te a Jos
    li.i|iii.-i.i ila Fonteca Jnior, na ruado
    Vifjnrio ii. i, primeiro andar.
    Para o llio de Janeiro seguir.) com bicvidadc
    o brigue LeSo por j.i ler a mainr parle da carga
    prompla. o qu.il anula pode recebel alguma, assim
    como escravos a frelc o paSMgelroSi pura o que Icio
    bous r.......iodos: Irala-se na ra da Cnil lio Rerile
    n. II. rscriploriodc Anuiriin !\ limAos.
    Para o As- deve sabir no dia l.'i do cnrreule
    abarca nacional l<]irraura: quem nella qui/er
    carregar, dirija-se aos coDlIgnalirloi Noviea A
    Compauhia, na ra do Trapiche u. di.
    Aeha-se presentemente nesla cidade^B residente
    no hotel Francisco, o tir. Tliomassin l)r. em medici-
    na pela faculdado do Paris, antigo cirurgiilo-nir
    da .iimi.mI.i,.c eninrcgado pela adniinislracu geral
    dos bospilaes cm Franja aonde por mala de 20 au-
    no lem ercido a aua proflssuo.
    Consla-nosque este Sr. aluda aqui se demora por
    algn inezesantes de seguir para os Estados-Lui-
    do.
    Podemos affoilamente Taller dos scus conliccimen-
    los medicos-eirurgieo e pronunciar o seu novo me-
    (hodo de tratar ludas as molestias chronieas ; prin-
    cipalmente a de ligado, estomago, abdomen cm ge-
    ral, incummodos byslerico, flalnlcutos, hemorrhoi-
    :las, svpliilis moleslias do ulero, da bexiga, rbcu-
    ma(imos,paralyiae rom efjicriaUdade oseslriela-
    meulos da uretra, operacoes quaesquer a cssa inul-
    lid.lo do males rebeldes ochado prompto recurso no
    Iratamciilo novo, ha.cado nasdcsroherlas da seien-
    cia moderna, que o l)r. Tliomas-in empreaa contra
    ellas eom a maior felicidade e rcsullado notorios.
    3

    O Sr. Manael AUodio bonadcdc mandar ou ir pagara qiiiinii.i dc23o^tOU
    n. que he devedor na ra do (Jucimado n. 49, do
    contrario so iuNicam o mcio porque foi conlrahi-
    il.i cla"di\iili.Antonio Jote de Azttedo,
    LEILOES.
    >. por
    muido
    A iliTMiiir.irij provincial compra t.'i barrlcaf
    omi cimenlA pira as obrta i cargo iRBtaca* (nililira-i n-< POStMI 'pie qni/.erein VtMi-
    dertenadhaiilc oenerOa t'nmpareram na *ala das
    leartCAila )un(a da (aiooda da mosaka Ihaaoararla
    miilia 15 do correle ao meio illa, eom suaa propos-
    la*o carias feixadasi c Mcompotoolai amostras.
    Secclari.i da llirsouniria provoelal de Pcrnani-
    buro lOdcsctemlirude 1853.O ecrolarw,
    . titt'into FeTtint ttdHHUnetarilOi
    (I arsenal de inaiinUa coillflla no din 15 da
    arrciile mi'/, para seren urneridos no I. donulu-
    bro (irailiua vliidonroi oh obJeetea am.lolea: al-
    valade filenle primeira qualidade, incrlii. c Jinli.i
    ilcatroada, rabos de linhodc :|i a-J \\2 pollegadas,
    eoIi da il.ilii.i, fio do velii solio em p3o, alcalrSo,
    nica de linli,h;,i, ltala branra( lila prela, liandeirns
    Inseraes de :l .i U panin, gnU| cetpa de tinho,
    lii.i Ihidobrada, alrtwioliaa de dil.i, dila de una a (rea
    laidas, rentos de Taii do is ;i -Jt* pea. agua-raz o
    -iieile doccduinedilerraueo: as pessuas que quize-
    ri'in fazersemellianlo contrario, silo convidadas a
    amparecerem na serrciaria da inspoc^lo com as
    iiapnip.M;i.ens eiiiiipcleiiles amoslras. Sccreln-
    ii.i da inspercan do arsenal do marnhade Pernam-
    earo Ift de scoslo de 185:1. OscrreLirio inlerino,
    Manoel Imbrozin ta Coucpinm l'ndilfia.
    I'el a adminisIrat.So da mesa do consolado pre-
    SSHfl comprar para o serviro da mesmi repartirlo
    BU escalar uovOi e de boa marcha : quemo li\er,
    infpr-se ii moma reparlieAe, dan nefas da ni;,-
    llaasa) du lardo. Mesa do consulado de Per-
    lanliuco 10 de selembro de 1853. O administra-
    JcT-Joil Xivicr Carmn da Cnnha.
    iVr.iiiir a eamara munlripal da ridade de
    "IhhI.i, Lslarao em precio nos dias 5, 17, e -i do
    linio vindiuiio me/ de selembro, para seren ai-
    lalaifos por quem mais der por lempo de mn an-
    h Reganlea Impoaloa perleneenlea ao patrimo-
    ili ntesmacmara: afcrijio, JKhMHirs.; impos-
    jliro rabera de fiado vaceum, 7^t? splm deiiiaua, TO^IOrs.; dito de entrada de
    meoYOlnas. l5}100rs.;dMo dcrepeHos, (OI(0
    dilodemasralcsc boecleiras, :iMMH) rs. : dilo
    alsguel das casas da rlbeira, 10l?^0Urs.; lito de
    marmaxem pequeo noVaradouro, KcotM) rs.;
    llede oulro arroaiero grande noroesmo lui;ar do
    l'aradouroi u-inm rs.; subtldM do uado solno.
    ftllOUrs, Ospreicndeiiics podesD cooiparecef na
    iM d;is ses>es da inesiua cmara, noc referidos
    Ji*, munidos de (adores babclilados na forma da
    -i para poderein lanzar, sera 0 que nAo pdenlo ser
    Iinilliilusa faze-lo. E para que cbcifuc a noticia
    todos se mandou publicar o prsenla.Paco da
    arara municipal da cldade de CHioda em saasae
    fliit.ii i.t de-27 de agoalo de W.\.Joa>/uim Ca-
    nhmit ,e Albutuei'quet prndenle. flaardn
    l'iii'vl ( aiitlmiili l'eltez de (aivara, secretario o
    n C\ i.
    Em observancia do disposo no arligo 11) das
    ilrmresde :(l de Janeiro de 1851, tem de ise ar-
    iiialarein, depoi da prxima audiencia doSr. I)r.
    u dos fcilos ila ri/eiida narinnal, e por exccut;oes
    in<^u,oslifiiMSCgiiintes, urna ptima casa ler-
    IM na ilus HairroH laxiH n. 18, com cozinba
    lentro, quintal murado ecacimba ineeira, por l< ni.^
    inpenliurada a x uva de Antonio da Cunha Soares
    uiuiares ; una dila pequea incja-aiMia no boc-
    ' Upado da Camboa do Carmo, conlcndo sala c
    lUtrlo, por 33USOOU rs.. Francisco (ieraldo Mo-
    '"|| lemporal; mu terreno no lunar dos Goelhos,
    ""ni 80 palmea lo fren le, por IWWtKK rs., A l'ran-
    ua Xavier da FonaecaGonllobo; fieadelraa, l ea>
    MDC, I Jogo de bancas de madeira de oleo, e I
    BW de mcio de sala de Jacaranda, cada objeelo
    Prazo de 12 mozos.
    Manoel Joaqun. Ramos o Silva fart Icil.i
    inier\riu;Ao do agento Uvelra, deuraexpl
    mulmenlo de fa/eudas nule/.as, as mais propKaa
    leste mercado, e a mor parle, rerenteiucnle despa-
    cbadas : terca feira, VA do crrenle, as 10 horas da
    inanliaa, no seu aniia/eiu ra da Cadcia do l.ecife.
    O ajicillo Olixeira far.i leilao, para liqnidai;;lo
    Je conlas, de ba porfo de moliilia, consislimlo ein
    uinsof, cadenas, mesa de meio desala, bancas de
    j(io, cama de annar.ui, nWM de janlar, cadeiras de
    jaiub, inarqnezas, commoda, banqulnhas, urna car*
    Icira pequea, lavalorios, loucadoreai qunrlinholro,
    mesas diversas, quadros, eslojos para costura, car-
    lelras porlalcb, ediversas obras de piala, c oulra
    llgos em cunta : ipiarl i-fcira I \ d crlente, s Hl
    >ras da manli,.a, na casa da ruada (iadeia do Heci-
    fe, primeiro andar por cima do aunaren! de loara,
    lefronle do beCOO L*argo.
    Qainla-feira, 15 do
    coi rente, as K) [|2 horas
    da manilla cm puni,
    o agento Anlunes rara
    grande leilao em seu ar-
    ma/i-m. na da Ou/. 11.
    >:>, de un completo sor-
    timenlo de Irasles de
    novse usados, vldros diversos
    0 duxlas de cbapeos de palha di
    lu/ias dedilos para meninos
    . snboneles linos, limes arli
    ANTIGA
    BOTICA
    HOMBOPATHICA
    mu KI'A DAS (.111 VES -JBiaHl-.
    Fundada por
    (iOSSET BIHOXT.
    i Este cslabeleciniciilo possue lodosos nie-
    : dicainentosal agoraexperiincnlados, lauto
    \ na Europa como no Hrasil, e preparados |tc-
    : las macbinas da iinencaft do )r. Mure.
    ! Carleirasde ISlubosalfl 160,porprecosva-
    : riavris, conforme a qualidade ilas caixas, a
    ; quanlidade dos remedios c suas dynaml-
    : sarires.
    25:000 rs.
    W IMA GARTEIBA
    JgJ remedios bumopalbi
    te B>'li-|icii-,i\ri- para
    oni os \ nrfaieipacs
    se 3 oliras amrenles,
    1 principiantes que se
    er da \ crdade da no\ a me-
    alm do muilos ronsellios
    enesia de i8 inedicameii-
    nda un ).....19000
    ia medicamentos em iras-
    ..........-J^MK)
    eiunntrar-sc-lia sempre
    poilu-
    qui/erem
    I di-111,1; eontond
    I clnicos, a palbou
    \ Tubos avalsos [ c
    [ Tinturas de lOUOSI
    coade H onca ,
    ' .Vi mesma bolica
    ' um craude sorlimenlo de Ii\ros em
    ' gneze franceZteemfira ludoquanto
    t ceasario para o esludo o pralca da Itoraeopa
    A abano aasignada faz scienle aos iuqulnno
    < sobrado da ruada Tenlia n. I, que lem auloii-.i
    Sr. Jos da Cosa Camin
    er a pai lo dos alnguols qu,
    innn procuradora de seu na
    de Ullveira Maclel.
    cisca tiv 'Milu Cacalcantl
    do desapparceu mu seu es-
    de S. .limos de idade, IH
    nenie auno, da proprieda-
    Tracunliaera, termo d
    lem una (elida espo
    direilo, e oulra ftida
    cara larga, e asqueixa-
    B, a villa bai\a. ea bal-
    lia marca de ferida : a
    compensar com genere-
    .linortni.
    speilavel publi-
    mdo lodos os po
    (odas as qualidade
    quadros inversos,
    [lalia para borne
    cari
    le perfumarla]
    Ociaos para enfeites de cabeija e paraopeilo, espin-
    nrdas novas do eaunos para cacar, cbaruios da
    l! iina. candietros para meio de sala, serpentinas de
    Je i luzca, lanleroas diversas, livros diversos, e
    ouiro5 muilos artigoi que scrBo entregues niii li-
    mites.
    AVISOS DIVERSOS.
    O J)r. Jeroiivui Vilella du CastroTavares ,
    letldo feito soriedade em seu escriptorio de advoca-
    da, 1 ua estreila do Knsai io n. Mi, segando andar,
    como l)r. Antonio Aunes Jacome Pires, assim o com-
    iiiunica i seos clientes e parles, raiondo cerluquo
    ilas t horas da man lula aleas 1 da larde, acbaiAo
    sempre no referido escriptorio rom quem traiar.
    esapparecerara na fundliSod'urora,na uuie
    de l de agosto, os pelos Miguel, Angola, Idade S5
    idikmi pouco maisou mepoa, oslalura regular, sec-
    COdoeorpOi rosto marrado de bexiua-; Manoel, Con-
    go, Idade 30 anuos, baliOi mn lauto chelo do corpo,
    Icvou calca de riscado d'algodo, rainisa ile madapo-
    lo, bonete, chapeo de sol, ambos fallam desraiza-
    do, e mo teem barba. BuppOe-SC lerem sido sedu-
    zidos : rogasSJ a quem os appreheudec mi dellos li-
    ver noticia de dlrlgir-ao a inesma fundidlo que sera
    Im'im lecoinpen-ad.
    ANISO AO UMMtSHI
    Os olwixo assignodofl connuom
    i i'aii(|iu'iii' 11 todas os clnsses em fq
    geral iis seus sormeDtos de la/.cn-
    daS |)')i* l>u\os i)i'*T lus a ilinlioiro, 011 a pia/.n, cODlorine
    se ajuslor : 110 seu armassem praca do Corpo Sanio, esfiuinn da
    ra do Trapiche, n. iS. Ros-
    iion Rooker a Companbia, oeyo-
    ciantes inglezes.* Os mesmosav*
    sao ao respeitavel publico que abri-
    r m 110 lia 5 SU8 loja (lefa/ciidas da na do Col-
    legio c Passeio Publico n. 15, di-
    rigan pelos Benuores Jos Victori-
    no dePava e .Manoel Jos de Si-
    queira Pitanga, para venderem
    do a sen pai adoptivo
    tiulmaraes, para rcceb
    perleiirem a mc-ma. ce
    lid Alfonso Cavalcanli
    luilia l-'rtnti
    lio abaivi asalgnai
    cravode nomo Ignacio,
    dia -Jtide fevereiro do co
    de Muala, da fretaie/.ia
    comarca de ISaxarelh, 0 quol lem os signaos seguin-
    tcs: de boa altura, chelo do corpo, as pernea groa-
    iai, os pi grandoi e chalo,
    osa 110 dedo grande do pe"
    menor uodedodonulio pe,
    las, o qoofsu lino, lera urb
    ra lo olho esquerdo lem ui
    quem o appreliPiider. se re
    sidade./'nulo Hibeim de
    O aballo aaslgnadv avisa ao r
    co. que d*ora em diantc leiu rovo
    de res conferidos ao Sr. Joftn Augusto Haiuteira
    .Mello, assim como urna proeiiracjio em que oaulo-
    ri-axaa as-junar umaescripliira ile hxpotheca ao Sr.
    major Lu/. Jos l'creira Simoe*. visto como dito
    Baudeira lem dcslealmonto abasado do aua boa fe
    ciilianca. i iluiv Ode setemhro de 1853.
    Francisco Santiago Hamo*.
    Roga-se ao Sr. engenhelro encarregado das
    obras pabllcas, lance BUM \ islas sobre a estrada de
    ' Himla, na qual todos os dias se qiiehram carros, |Mir
    quanlo os qualro gatos que all andam concertando
    nao adianlam um palmo por da de cunccrlo.
    O t/uaida dai estradas.
    Prcclsa-sc de 3OO5OOO rs. a premio de 2 por
    cenlo .10 me/, por eapacode ti me/es. sol hypollioca
    em um aillo dlslanle desla praca duaa leguas: na
    ra da nrdem lerceira de s. Kraiictsco u. ~r.
    Aluga-ae urna casa de jinlra c cal, no\a, rom
    commodos para familia, ua Capunga : quem prc-
    lemler, dlr|a-se n ra ila Cruz n. 30, segundo
    Kio de Janeiro
    Hin-OPATUIA.
    11 mi. CASANOVA iiiiiiliui -. |.n.i
    liedle, no ra doTra|>irlie Novo, u. M, se-
    iiundo andar, na casa onde se arlia o consu-
    mido fi.iiu'i'/, ondo |iode ser procurado a
    qii.ilquer hora do dia.
    IIIIHimillllllllMI IMIMWIMIWIJUIBMI
    Aluna-so o scliiiiiiIo andar da casa n. K, na
    ruada Aurora, quo leudo sido arrendado telo Sr.
    l-'onlon, para o Sr. Corlicl, de Londres, este mandn
    aviso de mo vir, e por iSMi'correndo eali'i por sua
    coala al doto arrsjnamanlo: quem o preunder,
    enlcnda-se com o lllm. Sr. Juao Violo de l.eniiK
    Jnior, morador no primeiro andar da menina MU,
    Dsiaja-M eogajar com ilguna holeia, Imti-
    quius e casas de pastu, a dar-lhe a quautidade de
    leilc rjue precisarcni para scus cstabclccimi'ntos
    aaranliudO'So a purc/a; podendo vir para esle lim
    em (landres fechados rom calleados, que se niiinda-
    i.'i'i faerdc prtqiosito paroslo Hm: a tratar na Ira-
    vessa do (Jueimado n. :l.
    Na ra da Soledadc n. 71), ao p da Tieni|ic.
    conlinuadanienlc secsl recehendo de l'ranca, Rio
    de Janeiro e Portugal, nans muilas variedades de
    dalias, como tamhein roseirris novas, e prninelte-se
    continuar; por so, este lio o ultimo lugar aonde
    j.i ~e dispOcni muilas dcllas, e |Kir precos ra/oaveis;
    assim como lamheiii ha unirs variedades de llores
    earvores de frurlo. l'.slc cstiilieleciincnlo he do
    pouco lempo, pori'in ucsla ridade nln ha iuual.
    ATTENCAO'.
    Cara de oommiiito de escravos, na ra
    da Gloria n. 7.
    Nesla casa rerelicm-sc escravos de COmmhafo lia-
    ra se vender, lano pma a provincia o.....ipara Inri
    dalla por cania de wnidono*, alianru-se o bom tro-
    Innienio, e assim romo seguran;, dos mesmos, e
    l.iiiilii'iii ciunpra-sc, e paua-se he iisradandii.
    ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
    CIDADB.
    Paulo Gaignoo, denlWa receben agua denll-
    fri.i' ilu llr. I'ierre, osla anua eonhocidl orno a mo-
    II" i que lem apparcrido, I o lem nniilns elogioso
    seu autor.; tem a propriedade de conservar a Imcoa
    Cbeirosae preservar das dores do deules: lira o
    eoslo desauraduvol i|ne d em geral o iharulo, al-
    uuiiias golas dista II Ulll Cola! iTagua sao suftlclcu-
    les; lainhcn se achara |ii ilenlifrico evcellenle para
    a i.....servarlo dos denles : na ra larga du Rosario
    o. 36, segundo andar.
    Manual de medicina homopathica.
    do Dr. G H. Jahr, traduzido em
    portuguez, pelo Dr. P. A. L. Mos-
    cozo.
    A uecessiilado que lia de que as pessnas que so
    dedicara ao estado da lioiunpollua, leuliam a sen
    alcance, osprei'isni lucios de adquirir a iiislriuv.io
    Indispensavrl paro liem nralicarem esles aysleniaa
    RA DAS CRUZES
    E3L3MB1TTOS
    HOMEOPATHIA.
    SAHIO A LUZ A SEGUNDA EDIQAO
    d la ohra coinposla pelo proressor honicjopalha ClOSSET IIIVIOV I ; revisla consideravclmenle
    auamenlada, e redigida de proposito para os principiantes que quiercm de boa le ciperimenlar a nova
    medicina.
    PRECJO 0:000 KS. E.\tAER\\DA.
    NAo prensamos boje provar a iililidadc desla ohra : a primeira edico Mgoiads em manea de
    doiis anuos, nao doiu a menor duvlila ueste poni. Esto uccesso mostrando-nos quo o plano d'estes
    hlemenlos o o modo pelo qual foi seguido forain loralmcnto approvados, obriRou-uos a fazer novos cs-
    loiros, para lurua-los cada ve/, mais dignos do acolhiuiento que o publico quii Ibes prodigalisar.
    Prstamo, poma alinete criliro quo algUaS doulorcs allo-bomopalhas lizeram, lano do Me.
    so Irabalho, en..... da preparara.! dosnossos medicamentos ; esto IraccSo diminuta julsa ter o direilo de
    maldi/.er do ludo qmuilo della au emana, uuer que se lomo como palavra do Evaugclbo ludo o que el-
    la produz.
    He pois sem o menor escrpulo iloconscieuria, qno nos resolvemos a publicar osla segunda edi-
    c.in. alim do convidar o piihlirn a etpcrimcnlar a nos-a doulrina forneccndo-lliu os meios ; no duv id.in-
    di, que, as pessoas lonsiienciosas, que se conveiiceieill da verdaile, procurar,io adquerir couhecimeulos
    mais vaslos nos livros que stesUo nablicando, lauto na Europa, o.....> no Brasil. SapUtUitat.
    AO PUBLICO.
    I> desojo do ermns ulkl a humanilade, rniicorrendo com uque pdennos dispor |wru aliviar os sofri-
    mentosdoa que padecem algumaaenrernildades.que, Ipesar dos esloreoa da medicina so lornam.a maior
    parlo das vena, rebeldesae longo o rsslldioaolralamento al boje cosjnecido c wnpregado, nos animan a
    ollcrercraos hanilanles desla liella provincia os uosssos serviros na arlo de cura-las radicalmente por um
    novo svslcmn, anda entre nos desmidiendo. t)s ruralivos insUnUUMOS praliraclos, i vista de iiiuiin- -
    nhoros, em pessnas ronhecidos que sofriam de rheuiiialismos o de nevralgias, entrando lense numero o
    Sr. Jas Leandro de (iodo) do Yasroncellos, um sargento de um dos Ii.Mallines existentes nesla cidade.
    do um eterno do lllm. Sr. major Antonio da Silva OocnWlo, batuui
    novo inclhuilo de curar.
    As pessoas que so quiercm traiar dos moleslias, ahaixn declarada'
    do Sanios .Marques, na ra da Cadcia do Recite n. 10, d meio din as
    imito dnsilias uteis.
    ADENITIS, inflamataodas glndulas. AM intu;, dor
    '". que-o mu.la lina!.....ni,-,.n, ,,s uoln.n.. CAIIIII Al l',IA,
    on com sonsacan piessiva. t'.ll'll AI.Al.lilA, dores decahecaei
    iln oiivido, |iiiivonieiile de constipara
    ooplihilidoilo extrema do svstcmo ner
    poro
    niivenccr da ellicjcia desso
    , pulieran dlrigii-se ao consultorio
    1 horas do tordo, o das 7 as 8 da
    as artirulac/ies enm uchai.ao iiirtamato-
    dr conlinua ou iiileriuillcnlo no csloma-
    iilinua mu uerlodica. DYSECEA, dureza
    rlieumalimmi IIVS'I'EHIA (kj pocondris das mulhercs) sos-
    IIHINIAIJilA, dores de denles proveniente de rcslriamenlo,
    ii poreicilaeaodotvslem nervoso. SYRI6HU8, aunldo dos ouvldoseem djiecea. NEVltAi.filA, drn
    nervosas. IIIIEI M.li l'IS.MO, dor nal parles musculoaas o lihrosas. E linabnenlc oulras mnlesliosdo ligado,
    dos inlesliiins, esp.ismodicas c paraliticas proveniente dos suppii-snes dos fnneres o do anemia do alema
    nervoso, iis plices serle Malulos graluitameute, preeenlandoatealadodoeseutreiipecllvos parorhos.
    N. II. Podemos boje aliaucar quciienbmii individuo, que soll'iesso do gula ou rhouniolismo nos pro-
    lar,
    II Uc
    'iJli.iilo ,lt. pe, si, c Indos lio valor do ."itiaUOU r., a
    Jen) licilerieu do Ahreu llego : quem os prelen
    iliiijo-e ao lugar e hora do coslume. Hecife
    Henil.....le liiVI.O solicitador dn juico,
    Joai/uiui Theodoro Aires.
    Consulado de Portugal.
    Ailiainlo-se |>elas ultima disposiortes regulanien
    'csiompctciilenieulc aulorisados os empregndos
    "'iisiiliuesileS. M. riilclissima.n redigircm procu
    "Wei lKi-liinlis,cscriplurasc nutro* quaosipier ron
    rjtos ou ilocuineulo pblicos que lenhain deservir
    c t^zer te mi Portugal e seus dominios ; assim o fa-
    Syulat a quem convier, c convido a Indos os sub-
    sass liorliiaiiozes resilientes nesla cidade ou quo a
    uj Mcrnn, a quem sojom nceessarios loes do-
    i'iiciilin, para quo se dirijnm a osle cuiisulodo casa
    ' S, ilefronie ,|o Trapicho Novo, as horas do seu
    (Wirnle, ,|as !l ila inaiihaa as I da tarde. Consu-
    . I ".Vl'orluaal em Peinamhnco, aos 13 do agoslo
    IHi:iJnti//nim llajitifta Moreira.
    , ~" nt'niilcm do Exm. Sr. director geral da instrde-
    .i" Pnbliea, fajo saber a quem convier, que est a
    .'curso cadeira do inslrueean elcniCDlar, do
    atacado o i iviul
    ni.
    i
    - grao do Cruangi ; eom o prazo de (0
    "ila ihu .leste. Directorio geral
    * lkl.i)
    1 de selembro
    Candido Enta-
    j arrliivisla
    m. Sr. eapilSo dn porto, se faz
    nenlos de lodos os proprela-
    (mNrtaeOes empregadas no Irafico dos rio,
    ...nanuei
    "ofVwir as Mello
    BlUl r'l(m (l0 "
    Han "? '"""''"'bnenlos de lodos os propriela
    Pcideii-euuilivro ile missa cm fi
    Ibodo n'um lonr;o bronco desdo o rrslouronl fro
    cali do ru dn trapiche al o tiui do mesilla : ro-
    ga-se a pessoa que o achou India o hondada de en-
    tregar na ra do Trapicho n. JO, que sera hom re-
    compensado.
    O aballo asignado lem Justo o conlraladocom
    a Sr." I). Jnsepha Epipliania do Foneeca, comprar
    sen sillo ni Capuoga-miva, por nao pede a quem te
    julgor eeroalgum dlcello no mesmo.annuneSporea.
    Le Jornal no prazo do tres dia.
    Jote Isidro Borget Leal.
    Di'soiiroininhoii-se una letra, no dio Klilesr-
    lembro, aceita por Domingo Jos do Ainiirim, a fa-
    vor dos oboixo ossiunodos, da quoiilia de JOJ.^inii
    rs., n pra/o de seis mozos, a qual se ocha linuada
    pelos inesiuos. o por isso roa-se a quem a livor
    arbailu, de restituir na roa do Colleaio n. .1, visto
    nao se poder ollecliiar com ella neuocio alaum pur
    o aceilanle j se acbar prevenido.
    (ittimarae* c\ llrat/a,
    Rogare ao Sr. que esladovendodoiis vales do
    I03OOII rs. rada um, jo vencidas, na ra da Cilicio
    do Recife n. 8S, que queiro vir pocar ole o dia 15
    do correnlo, pois o oto fazendo ..c pnolicar seu no-
    mo por extenso.
    Manoel Jone do Satciinenlo Silva.
    O Sr. M. toidia a bandado do dcixar na lujo
    ila ra do Qoeimado, a resposls que licou de dar
    cm!) de selembro do anuo prximo passado: isso so
    Ibc pede para poupar cbiuplicai;es.
    Roubo.
    No dia lOdo correnlo, i ni imam do primeiro an-
    dar da ruadotjillcgio n. 7, um relogio de ouroori-
    sonlal, com una lila prela ailamasrada, o qual ro-
    loglo lem o numero no lugar do rcRislo deli.lHJ:
    roga-se nos Srs. relojoeiros o apprehenilam, e maii-
    dem avisar no l'asseio Publico,loja n. 11,do |.'irmia-
    no Jos Hodiigiics Kerreira, que aralilicar genc-
    iii.aineiiie. visto que o raloneiro valeu-so da orca-
    siao de estar a sala do roferido andar abcrla.
    Precisa-sc de J008000 rs. a premio, dando-se
    por hypolheca urna morada do casa em Olinda, ou
    urna iirma desla cidade.
    .Manuel I.ni/, de Abren val ai
    trotar de seus negocios.
    Quem qui/er dor nina rrioueo para criar em
    nio casa capas, dirija-se .i ra do iiialri/. da Itoo-
    Visla n. 11; afllanrondo-sc quo o leilc he muid
    hnin.
    No dia 11 ilo correnlo perdeo-M una charuloi-
    ro, conlondn dentro !>.iis)00 rs. em sedulas, o por-
    eao du conlas sem numero, papis de Importancia e
    un.i letra paga sem recibo, vencida no I. de agoslo
    deale anno : quem achou o dito charulcirn le\e-a
    o lohoruo do esquino do ra das Plores, u,... que
    lera 03UIIII rs. degraliliraeon.
    11 Sr. Juaquini liiini;olves Viciro (iuimnracs,
    lem limo rollo ilu Hil.iinna livraiia n.ti e N. da pia-
    ra da lnilc|ieuilencia, o cuino se ignora suo resiilcn-
    no, roga-sa-llio dea mandar buscar.
    Teiidn-sc dearremalar os hein penhorados a
    Antonio Pereira Txranno, por eaecucjlode Anlonio
    Tito Pereiro Kuriles, soildu os l>en-|r,lilciros e cmii-
    uioda, mi dia IJ dn crranle mes, no pullo diilllin.
    Sr. Juiz do pal da Ireguesia de S.Jos: quem pre-
    tender, dilijo-seo polla do uie-lllo lllm. Sr. jui/.
    Preciso-se de uni ama que saiha eoilnhar o
    eogoiniiiar, para cosa de um cslraugeiro com Lami-
    lla : quem esllver neslas cireiimalsncias o so qui/er
    iilujar. dirijo-so a na daCruldo lenle, mundo
    ii. I, pu aniiuneio -uo morada para or procurado.
    Pora a podara do ra tarso do Itosario u. IS,
    |ii'ocia-e do mn liuin furiioiro. forro ou captivo: a
    halar ua mesnio.
    .Manuel Jos .Moreira embarro para o Kin de
    Joneinia Ma eaeravs Roaaria, crionla.
    Siqueiro ev Pereira ambarcam poro o lliu da
    Janeiro ea leus escravos Luis, Juslinoe Ludovina.
    Indos croulOS.
    Aluga-se o sitio do Sr.adu, ira Manguinnu,
    lonitn grande casa de sobrado, queacommoda urna
    grande familia, duas cacimbas d'agua de beber, e
    muilos fruliiios: quem o prelcndcr, podo ir vc-lo,
    c poro ojiislor, dirijo-se o ru da Cadete do Itocife,
    loja de reiTogcns de Jo Piras de .Momo.
    Anula eslo por alugar o sobrado de Anecilo
    Jote de .Mendiinca, nos Coellios. com lirondos com-
    inillos : a Irolor com o inesino Molido
    iner llora do dio, no co-a do holanc
    l'unlas.
    Da-so alo nquanlio deSOOWWO rs. a juros,
    oin luios lirmas, ou eom hvpuihcca em casal ter-
    reas: na ra Nova, loja u. 12. so dir.i quem d.
    Prccisa-se de um coixoiru, paro o balcao de
    limo podorio. que Indio pralica deslfl negoeio a-
    quelle quo esliver as ciicuinlancias, o nlioncoro
    sua copaeiilado, pido diriiir-e a ru larca do' Ro-
    sario, padoria n. IK, que achara rom quem traiar.
    ti Si. .Manoel Moreira da Roso, tonlia a hon-
    dada de vir pagar o quanlla da JOBIfiO is. que de-
    ve em parlo de bilheea de lotera, na ra do (.incl-
    inado, ii. lil. Anlonio Jiisr ilr Azetedo.
    ami|iiUMi*Bu|uaja(iepia>Kjaa^|aaj|B^M*ri 'l'Kf^TiWIOl'KgPBVKlIftaK^iWfi^m
    UAOKRHEOTVPO;
    ^1 Tirain-so relalos n doguoricolvpn na ra $|
    Si iliil.lneini.nlo n. II, segiindu andar. I'om- $|
    u lien, limpom-se os mesmos relrolos. por me- ^
    ^ nos visiveis que se aehem, eiilregoudo-oso ^
    m arlisla em novas roivas, o tan pcrfeilos como B
    S se tiradus fossom no luesina necoian.
    do curar, c seren aasim lano inois uteis aus sen
    inelhnnlea: e sonde de imporlancla indeclinavcl u
    osiiidoda palliogeneiia dos inedicamonlaei sema
    qual so nao podo dar pmo algum seguro na platica ;
    ohriaou o aliaivn assignadu, o oliin mcime de ciiin-
    plctor asuo iioiiuiciio do manual do Dr. Jalar, a
    Imprimir a palhogeneaiadea til medicamentos,
    que nella deixaioni de ser eonlemplndoa, os quaos
    loiiipiuaii um voluine de mais de JtKI pocilios, que
    ser distribuido sem auxilenlo de proco, aos Sis.
    queflseramo especial favor de aasignar a lioducroo
    do inpiirlaulissiiiio Manual do llr. Jahr, assim ro-
    mo aquellos que j o Imuverem compruilo ao an-
    nuncianle continuando a sor vendido o Mauual com-
    pleto pur JlistSHl oncadernadu em dous voliinics.
    Brevementeaahiriialus o diccionario dea termos
    de medicina, por j estar mullo, adianlada a suo
    imprenio, o ser vendido por istmo, encaderuado.
    Comulloriu bomcopatbico, ra du Collogl...... >,
    primeiro andar. Dr. Lobo Moeeozo.
    AtteUcao', o chexelro.
    OSr. Joaquini Pereira da (aislo l.aranceiras nao
    se pode reiirai para Mn do imperio sem que pri-
    meiro Salde conlas rom o nhaivo anignido, o trate o
    quanlo nulos do Ihe vir pagar, do contrario lor.i de
    ver sempre o 8CU nonio ucsla folln, erOga-Se a quol-
    quer capitn do novios de u nao reoeber o seu bor-
    do, sem que elle aprsenle recibo em romn nagou
    ou annuucianle, o se ocaso o receber lerdo de pesiar
    por alciim inceinmodo.
    Mainel Antonio de Snir.n Ribflro.
    i msmm
    AO riiiuco.
    H No armazcm de fazendas bara- K
    H tas, ra do Collegio n. 2, ^7
    .'y vciiili'-sc mil completo Miiiiiiu'iiiii B
    ^ de Gtzcndas, linas < tussas, por ^
    ^ jitivos mais liaiMis ilu que einot>
    p3 Ira (]uak|ucr porte, lano em poi"-
    j Wies, romo a ivlallio, alliaiiraiulo-
    >j3 si' aos iiiiii|iiailorcs un pnro
    ia para lodos : este cslalK'Icciiiiciilo
    aliiio-si' le rninliiiiaro com a
    ?ri manir parte ilas rasas iiiinmi'ii'iacs
    'ja nglezas, trancezati allemBas e mis-
    il sas, para vender l'a/i'iiilas mais cm
    M conta iloipic se tem vendido, epor
    53 isin olerecendo elle maiores ruu-
    Sj lajji'iis iliKimi Otilio s proprietuno deste importiintc es-
    |q tabelecimento convida a'Unios os

    rurou
    rativo,
    dopois do piihieac.lo
    c delutte de licor
    Lotera do Rio de Janeiro.
    No da 27 de a;osto, deviam corrers
    nulas da lolcria IS. concedida ubenefi-
    cio das malii/.cs da provincia ; ate 7 do
    concille me/, deseleinliro, deveni correr
    as rodas da lolcria 4- do Eitudo Sanitario.
    Esperamos as lisias de anillas estas lote-
    ras, no din I ii UO correle, se li'ir o va-
    por (iiianaliara, iptevier daijiiclla capi-
    tal, como siijiiMimos; os premio serio
    pagos logo t|UC seli/er a dislrilmicao das
    lisias.
    AiugR-so iimn cosa de 2 andares, rom bstan-
    le commodos, on de um andar o solno, nos baleros
    da lina Vilo, Sanio Antunio, c S. loa : o peno
    que livor, dirijo-se o ru lomo dn Ilusorio, lujo n.
    :il. quescdir.i quem proriso.
    I.ova-so o oimnimno-o com asscioe perniielm
    no paln do Kibeirade S. Jos n. 15.
    Madama Theard, modista franceza,
    ra Nova. n. 32.
    Madama Theard svba a lodoa seus freaunee, o
    on publica que lem seuipro erando Sorlimenlo de
    la/i miase mudo fi anco/as como scjolli: ricaa capel-
    las do horca t\e laranfa paro uoiva, mantas poto
    noivos, lindoa vosluai ios paro menino,chopo/inlius
    de soda rednlltltis, rhapolilio de polha e de sedo po-
    ra mollino, al i2 anuos, entce o turnantes para
    senlioia-, rico sorliiitento do ntas do mullo bom go.
    lo, ditas para uuaiuic.io de vestidos, lonibein iiniii-'
    ni sorlimentu do lucos esticilos o larao ,ic vorda-
    deiro hlomle, ecltautillhv csporlillins de lodos os lo-
    manhose qualldadcs para sonhura.coiuisiiilias o ro-
    pera senlioio, sedas l'ur-
    peso para siinlioios, ere
    a qiiol-
    s tanco-
    (I Sr. l-'roucisco de Ainoriiu lama, moradof
    em Sonln-Aiiton, hoja de vir paitar a quanlla de (i7s
    re. quoliodovedur, na ra do (Jucimadn, n. 17.
    Antonio Jote de A:eredo.
    O Sr.J. V. O. M., tenha a hondade do vir
    pagar na ra do Queimado, n. 19, a quanlla deque
    ii'io ignoro, do ronlrorio son nomo sera pulilicado
    por cslonso. Anlonio Jos de Azeredo.
    O aludi assignodo, lemlii do fo/cr nina via-
    ;em a Porlogal, a traiar de suo ssode, sM princi-
    pios do auno proiimu futuro, ruga euraiecidainonlo
    a toda as |iessoas que llio sao devodoras, li.ijom de
    llio s.itisfa/.er seus dbitos al o dia lado novembro
    nroiimo futuro, c do contrario usan, dos males da
    ioi, isto para lambeni poder salisfa/or a quem deve.
    l-'raiieisro Antonio Pereira llraga,
    AVISO JURDICO.
    A segunda odiccrlo dos primeiro elemento para
    ticos do fdro civil, mais hein .Mtiiada e acrescenta-
    ila, niio s a respeilo do que allorou a Ioi da refor-
    mo, 1 -aun acerca dos despachos, interlociilorias e d-
    liniii.is dos julgadores ; obra essa lo nleressanle
    an. piim ipianles 0111 pralica que Ibes servir do fio
    ronduclor : na pi,n;a da Independencia n. (les.
    seos patricios, cao publica cm ge-
    m, para que renhain | a' liem dos
    Seus iiilcrcsscs) comprar l'a/.ciidas
    baratas, no nrmazem da roa do
    io n. i, de
    Antonio Luir, dos Sanios.
    AOS DENTES.
    .1. Juna, o bem conhecido dciilbla
    aonofl nesla pracr,, podo ser procuri
    hora n;i sii.i ri".iilriiri;i,ni ni;i NOVI i
    Delouche, relojoelrc
    vendo e concerUi relogio, poi
    ii.i miii
    Vi?
    de 10
    ilquer
    indar.
    na na .Nova 11. II, loj
    1 nuil
    e
    idos
    Mr.
    piceos :
    iaadaull
    LITTERATRA.
    J.....Kogueira dr Souia.com loja doencaderna-
    e.in o livrus no rilo ilu (ailtegin n. K, acaba dr leee-
    ber de Maba, os seguinies livros, o. quaos vende
    0 proco con.....ido : lii-lnna dos liirolldiuoi |Kir
    l.oinorliuos om porliiguo/ urnoda rom retratos, .">
    volumes.hislorio da Revoluclo do IKSpelaniosnin,
    enm estampas, i ditos Ita'rael pelo inesmo. I ili-
    loo Condede Monte Chiialo com eslampaa.alU
    dilOI .Mvslerios do Povn colll oslanipas. 7 dflos
    Myilerioa de Parh rom eslampss, tt) dilos di-
    Ins 1I0 Lisboa com oslampos, '1 itilos dilos do Lon-
    dres, :l ditos dilos do l.iuioeiio. il ditos llvrarli |
    olas.ico pnilugiie/a por CssIilllO, 2I> dilos Leitura
    Kepenlins pelo mesnio. I volume hlelofias pe
    inosnii. 1 dilo tratado de Mnemnica pelo mamo
    1 dilo o Jiuin Errante com estampa!, Sdilo, .lie-
    moriaado lliohu. s ditos Kilhos do Diabo, Sdilo
    Portugal Piltoresco com eslampa linas, I dilos po-
    oia da marque/o de Alomo, (i dito o Panorama
    s ditos Universo Piltoresco 6 anuos, Archivo Po
    polar, 7 dilos os don artistas pelo oonsclbcirn lias-
    los, I dito pensamenloa inoxiiuos pelo mesura, i
    dilo o muilas mata obra que dciiiulc annunri n
    por non fazer o auuiinciu mais ovlouns.
    i.nraiiiuiniKiM'Aiina.
    28 Hiiadift &uzes S.
    \o\o uinnunl cont|iIolo 1(0 |>r. J.ilir, 1 volunirs.
    Diccionario .lo* lermosda medicina rom lo" eslanv
    |s, por.N>nIcn.
    Homeopallila feierinaria, por Gnnlhar.
    Tralamtnta dm moteaUaa He pello, por Jahr.
    Tratado dfebre miarella, por Tlmma.
    Orpanon dn nrlc ilo muir, por IMmcni.iiiii.
    Allis d<: anoIinni;i rom mais ricHOO fi
    ihis, por Misso.
    Tralanicnlo ilas moleslias rlironirati
    man ii.
    Manual ile r.naloniin, por Costa.
    Iluuicopilliia (lomcslini, por lleriiiu
    llomeopalliia iloaieslica. por ltiuvl.
    Memorial do lionipopallin, por ll.wi
    Traiamotito la molottlai veoeraai i
    Altoinjr.
    Klrinentos de liumeopalliia, 2.' cdi<
    Itimonl.
    Tialamento das molestias venreas, pelo nicsmo.
    l'al.ioKenesia <\o* iiiediranicntos lioiueopatliicos lira
    sileln, e posologla ou administraco das dses ,
    Iraduzido do frani-ez, por Gossct limonl.
    leste aniiuiK'io, ipie mo eiKonlnu-U) um alivio eowMenvel no primeiro cu-
    implelameiile so no .". *'*.'
    mimiiIo leinbra aos aoohoroa de eajnnbo que na
    sua hiiiilit .'ti de trro em l-'tira de l'ortas se podo
    pe it'ii.iiiii'itii' (ornear de novo um joao de laniho-
    rea, c aparar e endlrelUr os denles dai arretoscum
    lauta prole/a, que so pode eiiIrPUH-lojt no mcsuio
    da, evMandOHNJ ataltU O incomenienle da demora
    dos ranos n o impale da moai^em ; assim como quo
    a mesma finidir.io-e artia sempre curtida, nao bo do
    novaa Dioooilaada tl\prsos lanianhos e modelos, se-
    llAo lainltein de rudas dentadas, lauto para at.'iia,
    como para aniin;u\s do todas as proiiorre", a saber :
    volla por VllOi tolla a quaita, \oltae (erro, vollu
    e niei.i, dua-, Inw, quarlru rollas, etc., etc., c pur-
    laulo que qualquer seulior do euuenliu querendo ac-
    -eler.ir asna moemla, a lim de moer mais canna no
    mean lempo, ou relarda4a, a (im de aipteanor mala
    liquido da mesma raima, piWle un deniura oculher
    as nulas eompelrulcs. Fuudiyo lo ferro na ra
    do Itruin passamlu ucliafaris. I). II'. Hotcmuii.
    ms^meeWBMBeWBmt^s^iB^
    CONSULTORIO rlOMEOPATHICO.
    28 run das Cruzes 28.
    GOSSE1' BIMONT, proesaor de
    liomeopnthia icln eacoln ilu Kio de
    Janeiro, contina u dar consultoi
    n-rulisHOS iiobres, lodosos dinsuteis,
    il;i S lunas J.i innnlii.i ito
    meio tliu.
    Pao' crioulo.
    O rabricaulfl que liabdllia\a na padaria da :m'Ii-
    ula nova,enlabelcceu-N na na deim/. da matriz
    da lloa-Yi-la u. *J(i, e ua uieMua M aclia diaiiamen-
    le o bello pao crioulo, rubricado por i\limlroa mu-
    da do Hin de Janeiro, o qual alnn da *upcrui idade
    ao paiMommum lema rautatiem de sil sent dn
    recbelo mlu peojueuo ^olpc desiiurdo aniac^dor
    \islo ser amassado por inarbina, e na mesma pada-
    ra aeliarfloscinpro aa pcMow de bum uosio n to
    auiilc:
    Pallas da lainba.
    Mein Iroperiaeo.
    dem de familia. ,
    Aramia de n\m.
    Biacollo amantes.
    Aramia pina.
    Idcm larauja,
    iitii.H iniiiia Inglesta.
    Pallas doces.
    Itiscoito doce.
    Blacoflliihos,
    SAMIS.
    SALSA niiiiiin.
    le Hrilo, nico ajenie em I'ernam-
    If. SainU, rbimini americano, T.i pu-
    rbegado B osla praca urna erando per-
    de salsa panilna de Senda, que silo
    de falsilicados, e preparados no Hio
    de Janeiro, pelo que se dovam acaulelar ns cornil*
    inidores de UM) precioso lalisman, de eahir tic lo
    enganOf lomando as hineslaa towaoojdantlaa q
    lempre coatumam lia/er os medicamentos falsifica-
    dos e elaborados pola nulo daquelles, que anlrpocii
    -cus interesses aos niales o eslraios da bumanidade.
    Portento pede, paro que o publico se pasM livrar
    desta fraude e dMllogua a verdadoira salsa uarrilba
    defiandfl da falsilicada e rcrenteinonte aqui rhepi-
    erdadcira se ven-
    de nicamente em sua botica, na ra da Cnncefeao
    do Hecife u. til ; e, alni do receiluario que acom-
    pauba cada frasco, tem emtiaixo da primeira pagina
    o se adiara sua Iirma em m;i-
    imoltorlo impresso do bjhnHIM
    Vcenle Jos
    mide K. J.
    ico que lem
    io de frascos
    irdadelram
    pol-
    is colori-
    Halinc-
    Je .
    do aiubrala a til
    lacoVea, nieias de seda !<
    deludas as cores, um grande 0 lindo suiliineiiln de
    Irancase franjas de ludas as cores, ramos de llores
    tle larauja, dilas de cores, lindos inanleleles de se-
    da, legues para seubura, um grande sorlimenlo de
    rhapeos de seda de Indas as qualidadcs e de lodo o
    preco.de palha o sem enhiles, dilos eom enlejes, e
    muilas nutras fa/eudas de uosto : na mesma casa
    se faiem vestidos, eapolinhoa, ehapas trancados,
    milpa para meninos e moninas, o ludoquanto per-
    lenre a enleilesde sonliora<
    "^Fabrica de cbapeos de sol, na praca 'j^
    da IodependencU, n. 35.
    Manoel .letine, eliegado ullimamcnlo nesla cida-
    de, lema honra de participar an respeitavel publi-
    co, que Irouxo eom sfgo, un rico e completo sorli-
    menlo de chapeo* de sol, lano .lo seda como de
    panilinho para homcm eseubuia, riros cbapeos de
    seda eom rabos de canna la ludia.dilos com carica-
    turas, dilos de arni.ic.io de aen, com ricos castOes de
    inarlim, beuaalas e o litros muilos objedos dos mais
    modernos e variados, assim como Ironxe lainbem
    um lindo sorlimenlo de seda- e paiiuinlios para co-
    brir qualquer armar.io usada : lodos estes ubjeclos
    nieiiriiiiiatlos.cnnccrlam-se rom asscin.e prolllplldSo,
    por precOfl mol la/oaveis, e mais baralo tUt que cui
    nutra qualquer parle ; \ondoni-sc em purcao e a va
    ;' Paulo Gaignou, dentista.
    fPikle ser procurado a quak|iicr hora em
    la casa na ra larga do Rosario, n.
    "ai, segundo andar.
    zeM&susxxosisai ssssaisstm^
    Acl,a-sii a venda, ou a ser dada < l<
    emprazitmentoportempo di' lannos,
    para se levantar uut eugeulio, conforme I nuaerinio sobra
    as coiiiliivi's ailii|iliulas|iclosiiiti'ii'S8,'idi)S, I
    una poivo de ii'i i'i'tiii, ijiu' sr aciMirou
    do eneenlio Aldeia, da freguecia do llinj
    Foruioso, e forma boje por si tuna
    |iru|ii'iedadc ilislinrla, iiuii a deiiuiniia-
    ro <\r l'alinrm trullo nina legua
    de fundo outnais, e 050 bracas de fren-
    te, pouco mais mi mimos, e confrontan
    du com os engenhos Sipo, Caliera de Poi-
    co, l'arai/.o < Floresta, sitos na iiiimii.i
    freffitezia. AsseRitra-ee, tiuedil
    cu ininio iiiiiiiossii,
    ^.CO.NS1 LTOUIOHOMEOPATHICOM
    s, Ra do Collcgio n. 25. pri- 2
    mciro andar.
    O Dr. P.A.LoboMoseoso, da'
    consultas gratis nos pobres, lo-
    S as I horas da
    proprie-
    dade Palmeira oUerecida ao neg*
    ci indicado, nle'ui denlo ter sido culti-
    vada em tritipo algum, em raxfto delicar
    milito distante doengenliodetiue sedes-
    iiiriiilinui. i' conter em i grande < im-
    nortantiisima mata-vireiem, he de mais
    li
    tem
    mu
    , SI'
    di-
    na pi'llr.
    por G
    a mais de inililii boa ([iialnlnrto, i
    todas as prOporcOes para si' loriiai
    encllenle engenbo : amiemconviei
    dir' nesla Ivpograplua, onde devi
    rigii-ce.
    Madama Routier, modisla franceza,
    ra Nova n. 58,
    Aralia de eltegar pelo iillinio iiaviu um lindo sur-
    liinentn do cliapeos ilo soil.i para passeio, e ile le-
    Iru enfelladus para muntaria do senliora. rnnioiras
    le cambraia enm mangai bordadas, preparadas pa-
    ra veslir-so por liaito do palito, rliales protns o hran-
    cos, lllfies de enflar osparlillios, lucias para sonliora,
    i-n 11 i r i-- e lu lililes para bailes e (heiros, lilas lar-
    as para cintos. Unas de |icllira branca para scnlin-
    aa, eamlslnbsi buriladas, lenijiu do seda, lusas de
    las.iuienlu, linas, rnnioiras, mangullos burilados, so-
    da dr rurla-cnrcs, inanias piolas de seda, iuiilarn
    do blond, vosluarius de seda para meninas, dilos
    pura ineniins, leaeese muilas oulras ra/ondai por
    i
    $
    ilos nsilias d
    manliii.
    Prntica lii.ilipii'r operaran de
    cil'Urgia, ou de partos.
    Herid),' eSCraVOS (lenles para
    tratar de suas ,'iiferuiidnlcs ou
    fa/.eri|ualmieroperneao, poi pc-
    eo i'ominouo. *'*

    prec
    modo.
    AVISO AOS 9ENHOKE9 DEBNGENUO.
    Alientas as urandes vanlacous na muauein de can-
    na, nro\enc.i!csdc ter os tamborea das inoeiida
    lierteilameulo loriioadus,oabaiuasiBiiado res|ieito-
    . <$^>v^*r,, %>%h ^ e>*?)
    IIEMISTA AMERICANO.
    UENTES ART1FICIAES.
    7 Rl'A DA mi 7.
    II. It. ItaMion, ciruriiiiln dentista, lem a lioura de
    proM'iiir an publico, que araba de receber dos E>-
    iades-Unidoi, peloiiItlnVi navio, um arando sorli-
    iiienlii dos relebrel denles mincrae* iinorriiplNCi.
    iucuulosl.neluioulo lidos cuino su|ierinres a Indas as
    oulras i|iialiilnde< ipio loin appareridii ole boje,so-
    bre ludu pela rara pri leieao rom que iinilain a na-
    luro/a. I). U. |[,i. i...... condecido pela perreican
    llaasuaa Obrai o n moderadkl dos seu proco, conli-
    naa appurar denlos artlflciaei peles melliereaiyi-
    lemai adoplaihM na America a Europa, sem no-
    iiliuiu.i alleracm nos prensa liem conkeoMoi de seu
    eslalioleciiuciitu.
    Molina.
    abin af-siuniidn Icinlira ao inialisinel ou iu-
    nemnariseal reverendo vigario de ttoianna Uoniiir.'o.
    Alies Vieira. queo faca responsavel iislii be noslcr-
    mos da le pela rorres|Hiiidcuria publitadd a 23 do
    amulo pnnimo panado nn n. IH8 deitc Diario, por
    laaS| Sjae, vista de seu prurediuipnlo, o publiru o
    \ai reconlieeenito coniii omiireeado eoiicusslonario,
    ole. o que nao lia II das inclliures ioiims para quem
    zela de sua replanlo.
    Antonio l'inkeiro de Mendonra.



    __ PnehaMH do um IralKilhatlor: na padaria da
    ru, Dirail* n.il.
    _ |). Jnann.1 Joaquina rio tiguc redo relira-se
    nara o lliu ilo Janoiro, levando cm su a rompanhil
    doiiit lillto-4 menores c um rriado, Mnnoel Louronce
    Ca noir.i .Monlelro. subilllos hraiilclro*.
    I'roclsa-ie alagar um prolo, que enlenda d" si-
    lio, aiuda scnilo do meia dado : queni o livor, di-
    rlja-se a fabrica dorharutos, da rua larga do llosa-
    rio, roiifronlc ao berro do Peino Falo.
    __ \ iir: i--'' una rasa, na na dosDaldoirciro,com
    armarn para venda, na esquina da travessa do
    Monleiro, a qoil culi livre do ini|Kislo: napnea.
    da Independencia, livraria n.firS.
    II. I.uizo Annos na II. Sonhorinha de Antera llilancourl l.cal de
    He/ende, e II. Thercza de Jess Ijftl, leem aberlo
    cm sua casa nina nula de nsiruooao primaria para
    o soxo flminiio, aondo se entina a ler, escrever, coii-
    lar. Brammatica nacional, arilhiiielirn, francoz, in-
    gle/, msica vocal, dansa, o toda qualqncr facnlda-
    le que o.pais qneiram mandar ensillar as snas fritias;
    eii.iii i-m' a coser, corlar, bordar de diversas quali-
    dade*, labvriiillins de passario edecncher, fazer ca-
    rnudo c unirs obras, preprias do sexo : os paisqno
    as quizerrm lionrar confiando-llics suas prozaria:
    lilliinhas Miaran salisfeilos pelo augmento que alta
    lerao ein estultos, como em Indo qnanlo loca a lioa
    educaciio, e promolle Irala-las coin luda a delicado
    /a, para o que poiler.ln ser procuradas, na rua de
    Sania Hita oulr'ora l-'agiiiidcs ) n. .1, quem vem
    da ribelra o segundo sobrado, ao pe do de raranda
    encarnada.
    S.
    Precisa-se de uma ama secca
    ( pura-lodo servico dc una casa de
    pouca familia : na rua lo Jtrtim
    (# n. 20, segundo andar. W
    Prccisa-se de um pequeo pnrliiguez de lila
    II anuo, de idade. que lenlia algoma frailea do ta-
    berna, pira servir de raixeiro na villa le i orn
    Olivo; apessoaquecsliverem laes rirrumsiancias,
    dirija-sc a rua da Caricia do Bocife n. 18.
    Arrenda-fe namatta la lorre.um
    sitio oom rasa de podra e cal, quartO pa-
    ra feitor i' esclavos.nu raes para vaccas,
    todo cercado babas com ctfpim, que
    snstentnm5 vaccas com crias; assimeomo
    vendem-se ."nacas iiim crias : a tratar
    na malla da Torre, sitio do leo.
    Alnga-sciima casa larrea, un IrnveM do La-
    na, rom I quailos, 1 salas, cu/iiiha hira. quintal
    ......-ario i-mu parlan, cacimba |iropria, o no fundo
    .1" q.....tal mu soliradinbo ; quem pretender, liri-
    {Mel mi doCotlcgio n. I, Mgando andar, alo es
    !l boras da manhla, c a larde das :i boros em liante.
    Ilesapparercii nn dia 5 do concille, indo .i rua
    do l.iviainciii......nenor de nome Urbano Leoncio,
    livre, com os signaos segundes: cor parda escura,
    alca preta, camisa de hila rxa, aqueta de ganga
    .iinarella, bonete de olca.lo.i'rabail..: rogn-sc as au-
    toridades pollelaes onqnalqoer peana queoencon-
    Inr, hajain de levar rasa n. 100 da rua da Gloria,
    onde resille o mesmo menor.
    II i-se .">il(r>!)tKl rs. a juros sol pcnliores de ou-
    ro mi prala, e boas firmas da praca, a -2 por redo
    nnme/ : quem pretender, aunuiicie para ser pro-
    lirado.
    Precisa-se de um menino de 1:2 a l.'l anuos,
    coin pralica ou sem ella, para eslar cm companliia
    denulrem, preferindo-so brasileo : na taberna si-
    la na rua de Santo Amaro n. JS.
    Pi'de-se encarecidamente a quem possa dar
    noticias ilo reverendo padre lleuiiqie Cintillo de
    .Mello Pacheco, ebeeado de Lisboa a osla eldadeno
    mei denovembro, delKlITedaqui sabido pan a villa
    lo Limoeiro para capelln do nm senlior ilc engjenho
    e nteslre dos tillms do mesmo : quem dellc nabar, e
    ler noticias evadas se ainda existe neslc lugar, ou
    em oulrn quali|uer, assiin eomo se fallceeu, islo a
    bem do pessnas iulcrcssnulcs noslos e.rlai crimcnlos j
    ilirijain-seao esrriplnrio de Ollvoln I maos \ Com-
    panliia, rua ile Apollo n. II.
    Precisa-se de uma ama de Icite : na rua do
    llriiiu n.90, segundo andar.
    COMPRAS.
    Gnn|ir.i-se lodo o Imojainenlo para i tobarla
    In llotpilnl l'eilro II:,-i Iralarcom o tlircrlor An-
    loiltaSoa (sums ilii Correio.
    Compra-ce uma c;nlnin le reloRio, scmlo Ac ou-
    lo honi : qucni .i liver dirija-se ii osla lyp.. nu na
    rua lo I vi ii- I Int i.ni.i. ii. 7. (|iio irli.ir.i rom ijiipni
    Iralar.
    (ioni|ira-sp urna pnrran do l.ibo.idn do M90R-
    llio din uso : s< ilgael livor, dii ija- Boa-Viala m. (o.
    ComprauVOfi o-;rra\os, pagam-aa l-cm agradan-
    do ; o recbenlas di- rom.iii*>sVi lano para a provin-
    cia romo |>ari fra della : na na da Gloria II. 7.
    Oiinipra-so i|ii.ilf|iior pora vollia do mclal rha-
    nailo do principe* proronndo-so o f|tic soja mail
    claro: ni rua doColleglo n. 25, taberna do Fon-
    lea.
    l/iinpram-so eMfavos, o \ondom-so, rooohom-
    o d.-r.iinniissto, laido para a provincia romo pan
    fiii ilcll.i; n,i na dos Qiiartcis n. 21, soiundo an-
    dar.
    dmpia-sc uma rasa lorroa BOfrlvel no liairro
    doS. AntonioouS. Jov-quo lenha bom quintal,
    pi.'li'ijudo-s.' as rUM Dlrela, Auas-Vcrdos, Hur-
    las, CanibuidoGarmo, Florse Cruie* quem livor
    illinuncie (Hiresle Diario, ou dirija-sc a na da Vi-
    ra vio, ti. \).
    VENDAS
    Vende
    de
    '!'<
    : nina nplima osrr;Ma prol
    iinma, COMecOZlnllS, tildo rom poi-
    feifjoo: na rua da Prala n. 13, prineiro andar.
    Vendo-so urna |n>rr,o de pomias de cmma :
    na rua da (ilnria n.7.
    Vetide-ae un. arroio rompilo para um raval-
    lo, multo proprio para cabriolte, tiovamonlo rho-
    - > I" I'' Franra, c mullo cm ronla: cm rasado I*'.
    Sauvage 4\ Companhia, na rua da Crui n. k, o tam-
    bera vendein-semuilo boas vaijuetas, para rohortaH
    *lo rano-.
    Vende-so um prolo rrioiiln
    nmiilo moro, pola tein t\v IS p;
    de bonita fisura,
    i $i anuos, o pro-
    do campo : na rn.i >o
    > ser\u
    t lindar.
    10 i OM'ravm moro'*, qiio soiM'in j>,i-
    ; I nema, quo rncnmina bem, ceo-
    e I linda negrinhade 10 anuos, lu-
    ida: na rua das Lurangci-
    pri.. paiatod
    n. II. i.......ii
    Veinleiil-
    ra lodo crvioa
    /inda o diario,
    do por pceo mullo em c,
    ras u. I i, segundo andar.
    Vender um ptimo sitio, com boa casa de
    vivenda, e toda a qualidade de frutas, na cslroda
    de S. Jos do Manguiuhn : Irala-se na rua de Hur-
    las, sobradon. 18, das7 boras da manbaa al as II.
    Vendem-se, em casa ile lleanc Youle A; (loin-
    panbia, na rua dat'adeia do Kecifc n. ~>-2, reloglOI
    ileouro, patente Ingles, tanto para senlioras, como
    para liimieus, scudu os de liomeus desabnele, de
    nm dos inelliores autores de Liverpool.
    \ en:ie-.n i......asll de esi ravns, mocos, sem
    vicios, ncm aehaqnes, viudos do Aracal) : (rala-so
    na Ellancla, no sitio da lllia do Sr. Manuel liiuical-
    ves da Silva, ou na rua do Gollegio, casi do Sr. An-
    tonio Ricardo, ou a follar rom Candido C. Al-
    enforado na rua da Bonilla .Nova n. i2.
    Chitas de barra.
    \ endem-sc cbitas linas, de barra, rom um peque-
    o loque de mofo, pelo barato proco de dllOrs., o
    covado : na rua .Nova, loja nova n. 16.
    Ao barato.
    X eiule-se cimbris ile salpico*, com 8 varas rada
    corle, pelo barato preco de :I?.VSI rs.; cassas fran-
    nv.isdu Imnilos padroes, a ;te0U0 rs. o corte; ves-
    tidos de eambrail branca do barra, a ItSIKJO rs.; ris-
    , nl.i franee/., muito largo,! 80rs. : ua rua Nova,
    loja nova n. Ili.
    Chitas baratas.
    \endeni-se'bitas, decores lisas, Imnilospadrors,
    claros e oscuros, a 1211, 110,160, IH0, c MU rs. o ca-
    vado : na rua Nova, loja nova n. 16.
    Vcndcin-sc diversas incas de ouro, proprias
    para uso, como sejam conloes, iniaacns, redcuuas.
    Imlocs, etc., lambem se vendeni nlmunas obras de
    diimantes, e diirerenles |iecas de prala, cm bom es-
    lado, e ludo sem fcilio : na rua da Cadcia do le-
    nle, loja n. II.
    Vetido-sc uma cscrava de nac.lo, do 411 anuos
    de idade, sem vicios, nem achaques, por -fiUjOO
    rs. : trala-se no palco da ribeira do S. Jos n. II.
    Veinle-se uma cusa illa Nova n. 6 : a Iralar na mesma.
    Vendo-sc a loja ilc fa/ondns, da rua do Pas-
    seio o. 21, rnm poucos fundos : a Iralar na mesma.
    Vende-so a 5ll) rs. rada arrolla, de milito
    lua bolacha, feila do farinba do trigo, escellenle pa-
    ra oscravos: na padaria dama larga do Rosario nu-
    mero 18.
    Vende-se um bilbar, eslalielecidn atr;is da ma-
    Iri/. de S. Antonio, casa u. 211, com lalos os sens
    perlencos, o enlrega-so livre e desembarazado, a-
    cha^o cslabelocido ha 16 uu M aunos : a tratar no
    niesinu.
    Vcnde-se uma taberna rom poneos fundos,
    bem afrcgue/.aibi, c com bastante ennunodo para la
    milla, na rua do Colovello, por o dono querer rcli-
    rar-se pjira fM: o tratar na mesma rua n. 29.
    NaroirWQiiciinad.i n. 28, primeiro andar
    casa de Silva A; Companliia, ba para vender caiva
    com cbarulo's amanles, quem fomar salicr, o re'-'a
    lia. a -Xin rs. a cana, e de S. l-eli. a if<""- .
    Vende-so uma barraca milito nova o mu o
    bem construida, de lote de H0 railas, por eommodo
    preco: quem a pretender, dirija-sc rua da(.adeia
    do Kccirc n. ,"il; o para ve-la, no Forte do Malln,
    aunde estar potente.
    Na rua do Aradlo n. 27, lem urna negra mul-
    lo boa coiinbeira c quilandcira, lava de sab.lo c be
    muiloearinhosa para nianca. vende-se por prero
    ra/oavcl no caso que seja para casa boa; e o nm.....
    ilc se vender lie pela mesma assiin o exigir.
    N.ixua dellorlas o. Il.oxislcmos scguinlrs g-
    neros, litra so vender |mr menos preco do que cm
    oulro qualquer parir : a;.cilc doce, a 560 rs. cm gar-
    rafa vinagre de Lisboa, a 16(1 rs., viudo branco, a
    >S0 rs. ; dito linio, a 280 rs.; queijos novos, a 1JJH00
    rs.; manlelga ingleza, a .VM rs. ; genebra de Ho-
    landa a KMI rs. ; rarinha do MaranhAo, a 100 rs. a
    libra '; sabio branco. a 210; liaulia. a 280 is.; cerve-
    ja, a SO rs.; cha hyaon, a 2J210 rs.; erva-malte,
    a 210 rs.; alpisla, a 120 rs.; nletria a 280 rs., o ou-
    Iros mallos cooacosque a vista dos freguezes so far;
    na casa so vendem dous eai-
    lodo iiagocio : na me
    xfles para amoslras.
    Cal virgem de Lisboa.
    Ha para vender barris deca nova, viuda de Lla-
    nos na barca Margarida, he a mais nova quo exis-
    te : na rua de Apollo n. 18, ou ua praca do Com-
    inercio, escriplorio n. 6.
    ROI1 LAKFECTF.IIR.
    O MlliCO BUtOrUWO pur drriin (lo rnll'clho rtlll
    e dfrrelo m/irn'fi/.
    Ol mediros dosliospilaesrecoinniend.ini o arrobe
    Lallecteiiv, como sendo o nico anloristdo pelo uo-
    vernoc pela Real Soriedade de Medicina. Bale me-
    dicamento d'um costo agradavcl, e fcil a lomar
    em secreto, est em uso na mariulia real desde mais
    do 60 anuos; cura radicalmente em poncolempo,
    com pouca despe/.a, sem mercurio, as allorros da
    pclle, impiui:ens, asennsequencias das sarnas, ul-
    ceras, o os accidentes dos partos, da idade erilica e
    da acrimonia hereditaria dos humores; ronvin ans
    ralban"-, da beilga, as rolllraceoisi, e liaquc/a
    dos orgflos, precedida do abuso das ngcccocs ou de
    sondas. Como anli-svpliililico, o arrobo cura em
    pouco lempo ns lluvos rcenles ou rebeldes, que vol-
    vcn iucessaues sem comoqoencia do emprego da co-
    paiba, da cnbobl, ou das injeccH'S que represen-
    lam o virus sem neulralisa-lo. (I arrobe LaOecleuv
    he especialmente recODimondafio contra as doeneas
    inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao indurlo
    le potasio. Vende-se em l.islm......i bolira de llar-
    ral, c de Antonio Feliciano Alvos de A/evodo, pra-
    ca de I). Pedro n. 88, onde acaba de chogar uma
    jrande porcode garrafas grandes e pequeas, v il-
    las directamente de Pars, de rasa do Sr. Iluwoau-
    LafTecieiiv 12, ru Rieliev Taris. Os [brmulsrio*
    lam-sc gralis em casa do asente Silva, na |irara de
    li. Pedro n. 82. No Porto, em casi de Joaquim
    Araujo; na Rabia, Lima i\ Irnios; em IVrnain-
    buro, Soiim; Rio de Janeiro, Rocha .V Filhos, el
    Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Jo.lo l'ereira
    ;le Magales Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
    la Couln 4 I..
    um engenho na fregue-
    o (|tiul lem is melhores
    ; lie escolente d'agua,
    le anucar, boni
    i, etc.. c lax-se
    Vende-se
    zia de Ipojucn,
    obras possiveis
    copeiro c muito bom
    cercado inln ^S^K
    nm negocio mili eommodo : os preten-
    (letiii's, dirijam- commendador Manoel Goncalvesda Silva,
    n tratar coin Jos Joaquim de Miranda.
    Vende-se um carro de engenho rom qualro
    bois mansos, porli.....entes ao mesuro rano : ua ro-
    clieira de Joaquim Marques, ua rua do Canno.
    Hue do Crespo n. 9.
    Vendem-aecortes decasemira.aSgOOO,
    ljOOO, 5/jOOO, c OjOOO rs. ; panno pe-
    lo lino, ;t SgOOO rs. ; n7.nl, ;i 3000n.,
    e verde escuro, :i 5s500r. adverte-*e
    nos fregueses que lie excellente latvenda.
    Rui do Crespo n. 9.
    Vendem-se coitei de cambraia hIkt-
    la. brancase de cores, n 5S000rs.; cba-
    lesde l.'ia e seda, iuiilo linos c bonitos,
    II 2.S00II ts. ; cortes de Instan lino, pata
    rolletes, a Is'OOO rs,: cortes de briin do
    linliode modernos padifles, a VjOOO rs.
    Ao madaraismo.
    Na rua do (lueimado, loja de mludezM,
    n. i!), de Antonio Jos do Asevedo,vendem-
    10 luvasdeseda Iraneada para MIlhOTS nie-
    niiia e linniem.assiui romo ditas enreiladas.a
    23 i-, o par, ditas de lorcal, brancas, mallo '
    . deliesdas, s I96O0 par: pontede larlaru-
    M ga lisos para alar cabello, a 1.-000 cada
    ; muito ricas lilas de soda, para rinlei-
    11111 completo sortimonlo de perfomi-
    ,:i 1 las de Indas as qnalidadcs, fe nutras mui-
    f?V las colisas, mais barato do que em nutra Ri
    M| qual(|ues |iarle. B/4
    VENEZIANAS .
    Aterro da lloa-Visla 11. 55.
    lem um snrlimenlo de vene/ianas coin filas ver-
    de, de tintn e de lia, rom raisa o sem ella, e se
    concertar se troca as novas porvellias, a voidailcdo-
    comprador.
    BAMIA FRWtlZA.
    \ eudc-se liauba franeexa 0111 talas de 2 a 1 titiras
    cada urna, assiin como a libra, meia librao quaiias,
    lelo diminuto proco de I^NKI rs., a libra: na roa do
    (.lueimado loja do miude/.as n. 10.de Antonio Jos
    .le Asevedo.
    OI.KO EXPRESSO DEBABOSA.
    O mais encllente oleo que tem appa-
    recido para impedir a queda dos cabel-
    los ede criar caspa, refresca a cabecae
    amacia muito o cabello: vende-se na rua
    da Cadcia do Itccilc, loja n. !i, precode
    cada 11111 viilrn SIIO ts.
    Vende-se milito superior farinlia de Sania
    Calbarina, e S. Mallieus, medida a vista do com-
    prador : a bordo do liriiiue brasileo .1/in.s, fon-
    deado porto da Alfaoilega.
    PAO' CRIOULO.
    Na padaria da rua da Sen/ala Nnva 11. 30, e no
    deposito da rua do Ranga] n. 13. sehs-ses venda
    diariamenle o bello po crloolo, fabricado por relin-
    dro a moda do Rio de Janeiro, o qual alm da sn-
    perioridadeao pao comnuiiu lem a vanlauem de ser
    lenlo de reroher o mais pequeo golpea, suor do
    smassador, vi-tn ser imassado por machina : as
    mesmas casas adiaran senipre as pessoas de Inun
    gostoo sagninle:
    Falias da raiulia por.
    dem idem imperiaes
    Idi.....le lamilla .
    Aramia de ovos ,
    Risenito de amante. .
    Ararais pura .
    dem larunjas. .
    Bolaclirohs inglesa. .
    Falias doce
    Kisroilo doce......
    Riscoiliiihos.....
    Vendem-se relogios de
    tente ingle/., os melhores (|ik
    n este increado, c do mais
    800
    800
    8(10
    61(1
    no
    100
    100
    900
    210
    210
    330
    ouro, pn-
    tem viudo
    acreditado
    fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
    sel Mollors iV Companhia, na rua da
    Cadcia do ccil'c, 11. 56.
    Vende-se um prelo de todo servico, bem com-
    portado, por ordem do urna pernos do fura: no ater-
    ro da Roa Vista 11. 60.
    Cobertores oscuros,
    de algodo, a 800 rs. ; ditos a/ues e encarnados,
    muito grandes cencorpados, a 19100 rs.: na rua du
    Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
    Vende-se vinlio da Madeira de superior qua-
    lidade emqiiarlose oilavosde pipa, por preco com-
    modo: noarnia/emdo N. O.llieber 1 Compauliia
    na rua da Qras n. \. ,
    A clles, que se estao' acabando.
    Cobertores de tapete muito grandes, pete diminu-
    to preco ile I100, ditos mais pequeos, a 800 rs..
    colchas de salpicos blancos, a laliUO, brim Iranradn
    escuro, de iinho pnrne muilo lino, a 610 rs. a vara,
    cintas de assenln escuro c bom panno, a 110 rs. o
    covado : na ru do Crespo, loja n. 6.
    ANTIGFIDADE E SPERIORIIlADE
    DA
    SALSA PARRILHA DE ItRISTOL
    soliro
    A SALSA FARRIUIA M SAKDS.'
    Attcncao'
    A SALSA PARRII.IIAHE BRSIDI dala des-
    de 1832, e lem coMtaiilemenlessanlid.i a sua re-
    pilafo sem necessldadc de recorrer a pomposos
    annu'nrios, de quo as preparbaos do mrito |Kidem
    disponsar-se. O successo do Dr. UHISTOL lem
    provocado inllnilns invejas, r, entre nutras, as dos
    Srs. A. R. II. Sands, de New-York, preparadores
    c prnprielarios da salsa parrilha conliccida pelo no-
    mo do Sands.
    Estes sonhoros solirilaram a aaencia de Salsa par-
    rilha de Brislnt, ecomo nao o (imlcssem obler, fa-
    bricaran! nina imiliirlln do Bristol.
    Eis-aqui a caris que os Srs. A. R. I). Sands es-
    rrcveraui ao Dr. Ilrislol no ilia 20 de abril de 1812,
    c que se arlia em nosso poder:
    .Sr. Dr. C. C. Ilrhlol.
    Burato, Ae.
    Nosso apreriavel senbor.
    Em lento o auno passado temos vendido 711011/1-
    dailet cousideraveis 1I0 extracto ,W Salsa parrilha de
    Vmr., o pelo que ouvimos ilizer de suas rirlwlr*
    aquellos que a lem usado, JolgamOS que a vendada
    dita medicina so augmentar mmssmio. Se Vmr.
    quizer fazer um mrenlo comnusco, eremos que
    nos resallarla malla vnnlafsm, labto a nos como a
    Vine, 'lomos mnilo pra/er une Vine, nos responda
    soliro este assumplo, o se Vmr. vicr a csli ridlde
    daqni a um mea, ou cousa semelliante, tcriainos
    niuiln |irazer cm overem nossa liolica, rua de Fui-
    Ion, n.7!l.
    Ficam u ordenad. Vmo.seus seguros servidores.
    (Asignados) A. 11. II. SANDS.
    CONCLUSAO'.
    1. ~ A antigiiidade da salsa parrilha de Ilrislol tic
    claramente provada, pois que ella data desde is:u,
    o que a de Sands s apparereu em 1812, poca na
    qual esto droguista nao pode obler a Bgencia do I Ir.
    Ilrislol.
    2. A superioridade da salsa parrilha de Bristol
    tic nconleslavel; pois que nao obstante o concur-
    rencia ila de Sands, ede nina porfo de nutras pre-
    pararnos, ella tem mantillo a sua reputaran em qua-
    si Inda a America.
    As numerosas experienrias fritas rom o uso da
    salsa parrillia em Indas as enfermidades originadas
    |K?la Impureas dosaniie, e o bom exilu obllo nos-
    ta corle pelo lllm. r, Dr. Sigsud, presidente da
    academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
    Dr. Antonio Jos 1'clxolo em sua clnica, o em sua
    afamada rasa de sanie ua Gamboa, pelo lllm. Sr.
    Dr. Saturnino rio Oliveira, medien do estrello, c
    por variosoulros mdicos, permilleni boje de pro-
    clamar .llmenle as virtudes eOlcase ta salsa par-
    rilha de Bristol vondo-se a S*000 o Idro.
    (i deposito desia salsa mudou-se para a bolles
    francesa da rua da Cruz, em freule aochalarls.
    DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
    C1111I1.1 | Amorim, recclierain polo ulliino nav in
    de Lisboa barris com I i do superior cal em podra
    para o fabrico de assucar, e vendan |ir menos que
    cinoiilrii qualquer parle ; e para ferliameutn de cun-
    tas um restante ilepolam americana: na ruada
    Cadeia do Rsclfcn. 50.
    Vende-se a veiiladeia salsa naiii-
    ia do Sands: na Indica franceza, da rua
    daGrUX, em frente ao chalan/..
    :>0(M)00 RS.
    Vende-se por .VKMHS rs., nina lypoBTSphin rom
    mais de7001 do tipos mulla bem surtidos, c nm
    I10111 prelo da ferro e pao: a quem ennvier dirija-so
    a rua das Crasos n. 28, SOgundo andar.
    Vendem-.....m casa de Me. Calmonl &Com-
    panliia. na piara do Corno Santo 11. II. oseu'iiinlc:
    mili" do .Malseilleein caivas de :l a fi lunas, tullas
    ein nOVClloa eearreleis, lueu em lianieas inililtl
    grandes, seo de milaBsortido, tarro ingles, .
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzaia nova n. 42.
    Neslc estabelecimento continua n lia
    ver nm completo sorliniciilo de inncii
    das e meial moendaspara engenho, ma
    chinas de vapor, e taixas de Ierro balido
    c. COado, de todos OS tumatilios, pata
    dito.
    AOS SENHORES DE ENGENHO
    0 arcano da invencao' do Dr. Editar-
    do Stolle em Berln, empregado as co-
    lonias nglezas e hollnndezas, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto cutn onicllindo de eniprc-
    fra-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. O. liiehei iV Companhia, na rua da
    Cruz, n. i.
    Na rua do Vicario n. P.l
    para vender, faivlln muito nnv
    irulhli, por prero couunod
    cal virgen) le Lisboa.
    .MIADOS DE
    Na fundicao' do C
    Santo Amaro acha-se
    dos de Ierro de superior <|
    MOENDAS SUPERIORES.
    Na fundicao de C. Slatf & Companhia
    cm Santo Amaro, acha-se para vender
    moendas de cannas todas de Ierro, ilcnin
    modello econstmecao muito superiores.
    Vcnile-se um eavalln cont, e bonito, proprio
    para pausar a festa, na roclicira do Pedro, em Fora
    de Portas.
    Pcnnas de cma.
    Vondein.se na rua la Cnu, confronte do i liafa-
    ris n. lo.
    Vende-se faiinlia de mandioca, lo superior
    qualidade, em sanas de dous e mein atqueires, do
    Rio de Janeiro : mi ainia/em em lenle do trapi-
    che do algodio n. 90,
    Quo principio '.
    Vende-se uma liberna, na estrada los Remedios,
    muilo propria para um principianta, por estar bas-
    tante afreguc/ada e le rio finido pinico mala le
    200*100 rs.; vende-se a dinheii'o ou a praso : a Ira-
    lar rom Tuso i limaos, na na do Ainoiim n.35.
    Redes alcochoadas de cor
    muito gratules o le Imm goslo : vendem-se na rua
    do Crespo, lo a la esquina que folla para a Cadcia.
    TRIESTE-SSSF.
    llt- rerenclioaado um farrciiiiH'iilo 4
    piimeiro andar, lia
    clragsdo pela bares
    o jiinlameule nova
    FERRO.
    . Slarr. .: C.
    para vender
    nialidade
    cm
    ira
    erdadei-
    f.iiinlia de SSS ratninbu, e vende-se por iihkIco
    le Deane \'ou"e
    &C
    un[ia-
    llves,
    prei;n : no escrip
    nina, mi Un. -cus ariiiazrns no lieccn lo Gn
    DOCK DE BACORY.
    Chcgoo rerenlenienle do llaranlio urna pequea
    loieao leste delicado toce, o inelhor que lia, lano
    lela sua evrellenle qualidade, como |sir couervsi -
    o pur muito lempo cm perfeilo eslailn: vende-SO-
    ein casa de FnnlciS,- Irmo. na rua daCadeil Vellia.
    Agencia de Edwln Maw.
    Na rua le Apollo n. (i, arma/eni le Mr. Calmonl
    ,\ Companhia,acha-se constantemente bous sorti-
    inenlns le laivas de ferro COado e lialidn, tanto ra-
    il ruiiiii rundas, inoendas inoliras loilas le r'iro pa-
    ra aninae-, ;v.;:,, ole., lilas para armar em madei-
    de lodos os Umanliosemodeloaosmiisroodernoa,
    machina borlsonlal para vapor rom forra le
    Iravaltos, reos. pa-ali'iras de ferro eslanliado
    .a;, ea-a de purgar, por menos proiai que os le 00*
    re, esrovens para navios, reno da Suecia, e fo-
    lias le flandres : linio por barato pre;o.
    Xtepoaito da bbcioa. de Iwln os Santos na Baha.
    Vende-se......usa deN. O. Bleber \C., na rua
    datan/, n. i, aluoila Iranrailo ri"ai|uella r.ibria.
    muilo proprio para saceos de assucar e rou|ia de es-
    clavos, por preco eommodo.
    Vende-se presuntos inulezrs muito novos para
    Hambre, talas rom bnlacliinlias de soda ingleza.qmi-
    jos de pralo, conservas muilo novas, seineiiles rio to-
    das as qualiriailes de hnilaliee. eliegadasulliniameii-
    lo: nn rua da Cruz ti. l(i, lefronle do Sr. Dr.
    Cosme.

    Feriaba da mandioca, t
    J8 a mais superior, que lia em Pernaniliuco, a &
    !' iMirdo loliriguo Minena, rhegado lo Santa W
    W> Calbarina, fiiudeado ua prnin doColleuio, U
    f alii vemle-sc a prci;o eommodo, e lamliem f
    Jl( trata-e lo ajuste la mesma, na praca rio Cor- ,'.{
    ;; po Santo, escriplorio n. ti. ti
    #:::#
    A 3,600 o par.
    Conlinna-se a vender sapah^es de lustre para ho-
    .....ni, obra muilo boa, a IlgiiOUo par, dinheiro n vis-
    la ; no aterro da lloa-Visla, loja de calcailu n. 98,
    junto ao sellelro.
    Venloso um piano com escolenles vozes,
    om muito bom estado ; qiicmao quizer, lirija-se
    o i Na rua rio Queimario n. 28, primeiro andar
    i pe
    lia
    poneos
    rua da Saudade. c\..\, cujas vene/ianas silo piula-
    das de branco, las :t lioras as 5da laido.
    Vendem-se ."> esiravos, irnd" 2 pretos proprli
    para servico le campo, um moleqiii'. uma linda nc-
    erintia de II aiinns, o urna crioiua de 18 anuos, p-
    tima mucamha enm habilidades, boa nteashlo para
    quem precisar: na rua la (loria, n. 7.
    Cal virgem.
    Na rua de Apollo, armazem n 2 B ,
    existem poneos liareis, com superior cal
    em |)3(lra,chej'ii(la de Lisboa
    dias, na barca Margaridn.
    Bebo reBudo
    Vende-se no rieposito te carnauba, rua ta Cruz
    n. 10.
    Vonriem-se 10 escravosile bonitas liauras, srn-
    lo urna negrinlia muilo linda, do 10 anuos de ida-
    de ; 1 escravas proprias para bulo servico do urna
    casa; .r> ditos do lorio servico, c I mulato carapina :
    na rua Direita n. 3.
    Venriem-se i lindos esrravos, moros, le G a
    18 anuos: na rua da Cadeia lo Recife, loja le fa-
    zcnilas n. 51, le Joan la Cunba Marques.
    Vendem-se peneiras lo aranas, mais baratas
    do que cm outra qualquer parle : na rua lo Cabu-
    lla, botica u. II.
    Vcnilom-so pianos rolles le superior qu.ilijn-
    le, ralirieailos pelomellior autor liomburgucz : na
    rua la Cruz n. I.
    ajano,
    Vende-segeaaoOBI barricas,rho'jaio ullimamne-
    lo:ein casa J. heder ,\ Companhia, na rua da
    Cruz n. 55.
    FABELOS.
    Vende-se no arma/.em do Sr. Atines ,
    farelo em saeeas de ~> arrobas, por me-
    nos preco do que em outra ipialcjUCT
    parle.
    Viudos superiores de Buoellas
    (branco) o de Colares (linio) em barris de quinto:
    vendem-so cm casa le J. Keller \ t;.
    Taixas para engenhos.
    Na fundicao' de ferro de D. W.
    Bowmann, na rua do Brxim, passan-
    do o 'ehafari/. continua liaver um
    complelo soiiiiecnlo de lakas de ferro
    fundido c batido de a S palmos di
    bocea, as quaes aeham-se a venda, pot
    preep eommodo ( com proinplidao' :
    embai-eam-se on rarregnm-serin carro
    sem despem ao comprador.
    Moinhos de vento
    rom bomltas do repuso para rciar liorlase tiaivas
    le capim. na rundirn le I). \V. Hollinan : na rua
    do Bru ns. ti. Se ttt
    POTASSA SUPERIOR
    Vcnde-se por privo minio cont-
    modo, no armaxem n. 7 de caes da
    alfandega, de Jos Joaquim l'ereira de
    Mello, on no escriptorio de Novaes &
    Companhia na rua do Trapiche n. 5*.
    Na rua do Vigario n. IS), primei-
    ro andar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, violao e llanta, eomo
    sejam, quadrilbas, valsas, rcdowas, scho-
    tickes, inndiiihas ludo modernissimo
    chegado do Itio de Janeiro.
    VIMIO 1)0 PORTO AHITO FINO.
    Vende-se superior vnho do Porto, em
    liareis de -., 5. c S. : no arir.a7.em da rua
    do A/.cile de Peixe n. I V, ou a Iralar no
    escriptorio de Novaes S Companhia, na
    rua do Trapiehen. V.
    No armazem da travessa da Hadii
    de Dos n. !), e no armazem de Jos Joa-
    quim l'ereira de .Mello, DOCBCS la Alian-
    le mandioca de
    (lega, vcnde-se farinha
    superior qualidade.
    POTASSA.
    No anllgo Oepoiilo armizem n. \-2, h.i pan vender mnilo nova pota**1
    rb de arrobas; a boa qnalidedea prvcoa mni* u-,t-
    ralos ilu quo om outra qualquer parle, RaalHanfan
    nos quo prensaron! comprar. -No inesino deposlU
    l.milit'iii ha barril rom cal de Lishoa om podra, pro-
    \im;unonIc ebogadoi
    Venden-sc lona
    as da Huasia : no ai
    Compaulila, na rua d
    .hrin/aA,
    iiii/t'iii lirnse
    N, .
    moias lo-
    Biebcr iV

    nbeiro ma
    .itosamente
    enuenti
    i os la-
    pi
    U.W ID \\ II.I.IAM IIOWMAN, ene
    rbiuista e Rmdldor le ferro, mni resi
    amiiiiicia aos senliores prnprietarios d
    laseadelros, e aorespellavel poMieo, naaosen esta-
    belecimonlo de ferro movido por mu-luna le vapor,
    na rua lo llriim passando ochatalil, contina em
    elleelivo exercicio, ese acbn eoiuplelainente mnntailo
    com apparelbos la primeira ipialidade para a per-
    feila conreccafl 'la matares pecas le maehiniamo.
    Ilatulilait para empreliender q.....qoer obras da
    sua arle, David Willinm Bowman, desoja mais par-
    ticularmente rbamar a allen;a publica para as se-
    .uinies, por lar dallasurande sortlmentoja'promp-
    to, em deposita na mesis fttnditall, as ojnaea eons-
    truilas om sus labrica pndem competir enm n fibrl-
    radasem pais ealraneeiro, tanto em proco como cm
    qualidade le materias primas o man le obra, a
    saber:
    Marianas le vapor la mellior consIracaS.
    Moendas do caima para engenhos de to*
    manilos, ninvidasa vapor por amia, ou anh
    Rodas de asna, molnlios de vonloe ierras,
    .Mam-jos Independentos para cavados.
    Rodas dealadas.
    Auitbes, bronies e cbamaeelras.
    Cax libos e narafnaos rio bulos ns lamanho
    Jaivas, p.-ir.....i, crivose lineas le fnrnallia.
    Moinhos le mandioca, movidos a nia
    ni.tea, e prensas para a lila.
    Chapas de ragas a romos le farinba.
    Canos le ferro, tomeiras le ferro e le hron/o.
    Bombas para racimlia c le ropuxo, movidas a
    ma6, por animaos nn vento.
    Guindastes, Runenos, macacos.
    Prenaashidrulicas 'le paraniso.
    Ferragem para navios, carrosa dirs publicas.
    Columnas, varaiulas, inades e porb'ics.
    Prensas de copiar cartas e -ellar.
    Canias, carros le mai'i oarailosilo ferro, etc., etc.
    Alm msuperioridad, las suas obras, ja' nral-
    mcnleiei-oiilii'iiila. David Williain Bowman earanle
    a mais exacta conformidad.......n ns muidos c dse
    nhos remedidos pelo, lenhores queso dignsrwn le
    fnzer-llie enromincuilas, aproveil.inrio a occasiaO pa
    ra nia.ideror aos sous numerosos unidos e freuuezes
    a preferencia com que lem siiln por ellos honrado,
    aasegura-lhai que na* poapara eroreosedlligen-
    cias [ara ronlinuar a merecer a sua cnnliancu.
    Vcinlotn-sc loallias de panno le tintn lo Por-
    to, para rosto, o mellior qtie lem viudo ao mercado,
    alyOOOra. cada ama: nansa lo Crespo, loja la
    esquina quo volla para a Cadeia,
    : : : ::::"- S
    5* GANTOIS PAILHETE A COMPA-
    NHIA.
    Conliiiiia-se a vender no leposilo ueral la
    f rua la Cruz u. .r_', o evii'lleule o bem i
    ijf eoituHil.i rape arela prala la fabrica le Can-
    4$ lois l'ailliete ,\ Companhia, la llalua, em O
    ;j liinndesi-peipieii.ispnivnes, |h-I.i prero estalle- ,'{
    ieehto. .;:
    Grande ortlmenlo da panol anos e cih-
    mlraa.
    Na rua do Crespo, loja da esquina quo volla para
    a Ca.leia, venrie-se panno preto, a fetlOO e :1200
    rs.; de ourelo branca, a :13.MMI rs.; dito francex, a
    W*ne5000rs., emoli superior, a SOOO rs. o
    "vado ; dito ail, a ^SIKI, itS^ttl e ri-lKI I. o
    muito bom, a .1V)0 rs.; lito verde, JSIK) e 1WSKI
    rs.; rorl's te rasemira preta infeslala, a 5^'SSI o
    dlJlKS) rs.; lila franreza c de cor de todas ns quali-
    latles, (or [irero eommodo.
    Vendem-se relogios de ouro, paten-
    te ingles, |H>r coinmodo prero : na rua
    la Cnu n. 21), casa de I.. I.econte Ferou
    & Coiupanhin.
    mler.alm te
    i do mellior
    lo abasrto-
    como para
    aqucltei a
    ule-fe tam-
    qoe he pos-
    casa de Silva & Companbia, ba para
    (raudo e variado sortiinculo do fazend
    unslo, chapeos de p.tlha fino, la Italia
    ul.is e sinitetai, lano para humen
    meninos, sendo ealoa preco lo 2^">IX<
    -iii-i rs. rada um : na mesma casa v
    bciii chocolate hamburguez o mala fue
    slvel, a preco de IVOOO rs. a libra.
    Zulmira.
    /iilmira he uma fatenria de seda de nm loclo e
    edres laes, que encanta a lentas as posaoas que a
    vceiu: serve luir magi'stosos vestidos,para sonlioras
    irem ao tlicalro, aros, visitas oto. etc. etc., vnde-
    le simiente no arando estabelecimento le hienda
    barata da rua do Crespo, n. II, o GolleRio, n. 2, pe-
    lo birilissimo preco de 180 rs. o covado.
    FUNDICAO' D'AURORA.
    Na bmdlelo d'Aurora acha-se constantemente um
    complelo snrlimenlo de machinas le vapor, tanto
    Talla romo de baixa pressSo do modello* os maia
    pprovados. Tambcm se aprnmptam de encommen-
    ila de qualquer forma quo se possam ilesejar rom a
    maior presteza. Habis omeiacs serito mandados
    para as ir asscnlar, o os rabricaulcs como tem rio
    coslumo aii.iiu;am o perfeilo Irabalho tollas, o se res-
    ponsabilisan |Mir qualquer defello que possa nidias
    ipparercr durante a primeira salra. Mullas machi-
    nas le vapor construidas ueste estabelecimento lem
    oslado cm constante servico ncsla provincia 10, l,
    cal l(i anuos, o alienas lem exililo -mui insianill-
    canlcs reparos, e aliumas at ncnliunsalisolulamcii-
    rcrcscenilo quo o eonsummo lo cuiliiislivel lio
    mui inronsiileravel. Os senliores le eneenhu, |kis,
    liras pi.iestpier pastoSS que precisarem le nm-
    cliinisino sin ri-speilosamenlo convidados a visitar o
    cslabeleciineuto em Sanio Amaro.
    Pannos anos o catemlra
    Vciile-se panno lino prelo, superior, a 3&200, li-
    to Iraoees malla lino, a aOO, casomira prcla se-
    lini, inuilosnperior, a :Vj|siX) o covado, lila fran-
    ee/a le cores lo mais moilerno kosIo, a .>V*i o
    corle, lila le algodSO rio quadros o ric listras, a
    1,-stKI o corte, caslores linos imilanilo rasemira, a
    lelil o riirte, brim branco muilo lino, de puro Ii-
    nho, i i ''i .i vara, lito le liulio o aluoiblo, a .Mi"
    a vara, lito de cores, de puro Hubo, a S00 rs. a va-
    ra, 11 i h" de quadros e mi-sclario para iialils o cal-
    Cas, a :120o covario, eollclcsilc fusilo lino, a 18000
    rs., .hi". muilo unos, a IsliOO, titos lo gurgurtOrie
    seila, hienda lo uoslo, a A'*), ditos muilo lino,
    ric superar qualidade, a i-~i:xi rs., Utos ric sel!*
    prelo inacao, a ilff-JIK), dilos superior, a tSiOO, ra-
    inisas piuladas, a 2S0ISI rs., lencos ilcsellm rie co-
    res para bravatas, a IctilSI, ililos le seda para aljii-
    lieira, a 0H00, dilos lirancos com tiarra de cor, a
    tOO n iluzia, o nutras milita faldillas rie oslo,
    que so venderiio baratas: na rua Nova, loja nova
    Ricos peales de tartaruga.
    Vontloin-so muilo lindos poni?, le Inrlaru-
    ga, |>an aegurar r.iliolto, os in.iis moilornos
    poaiiveb. polo tliminulo proco do .o'>im
    cada um : m.i ni.i (lo Quoimmlo, loji ito
    fmiudozas n. do Antonio Joi Km casa de Brunn Pruegeri Com-
    panhia, na rua da Cruz n. II), vendivse
    o seguinte :
    PIANOS FOKTKS dos melliores ntilo-
    res ede moderna oonstraociJo
    INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
    clicslra c llandas militares
    OliltAS DE OURO de toda a qualida-
    de edo mais apurado ;oslo.
    VINHOSSt.Margot.St.Julienecham-
    pajynhe
    LONAS dedilleretites qualidades.
    BRINS l),V RUSSIA.
    MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
    cadeiras dedilTerentes moldes, mesase
    solas, assiin comoeommodas dcmoj'iio 8
    cadeiras de balando de sipo, viudas de
    Franca.
    ALCATIFA para sala a mais linda ente
    tem viudo a esta [iraca.
    OLEADOS com lindas pinturas de truc-
    tas, etc., para mesa de ineio de sala e
    bancas.
    CHARUTOS da Devana verdadeiros.
    MOLDURA DOURADA para guarai-
    cao desalas c quadros.
    Vomle-se o romane. Vinte anuos lepnis. ou
    os tres mosipielciros por Alexandre Damas, um
    dos melliores leste autor, cm 5 voluntes, conloado
    iptoii,, (
    ATTfliCA.
    Vcndcin-se livroi e meirn ditos de n
    de nrata e ouro, cliegados ultunumr-,,1,.'
    de Lisboa e por preo conunodo :
    rua do Trapiche n. 17, escrip
    Jos Teixeira Basto
    Vende-se um terreno alagado, com rrenla
    r:i o alinhamenlo da rua da Aurora: na rua r>
    la do Rosario, loja n. 36, se dir quem vende
    l'O ISS. DA RUSSIA.
    Vende-se superior potnssti da Runjj,
    Americana, por preco muito comnjn,!
    na rua do Trapiche n. 15, intute*
    Basto 11 ni.m .;,.
    Vende-se uma porcilo do lita de raima
    paleado Toreo n. 21. *"
    Faicada barato.
    Vende-se vestidos branco de cambraia, rom tun-
    de edres, ditos bnnhidu, dito do cassa plnlKfcJJ
    uma a cinco orden* de babados, dilos Iml ,iiim'/ I
    salpico, ditos rondado, ditos de ras-a rlui.i, .,* '
    do clilla de barra, chitas de cocos fixas dp tj'i ^ .
    rs.'o covado; mantelete prelo e do c>res,,, 11-
    selim de cilrcs, a 900 rs. o covado, chalo ,|,. (-'" I
    alaoil.lo, a iafl*l rs. ; dilos le lila e sola, ,i S I
    rs.; dilos lino, a IlOOO rs.; lenco branros ronTu
    ra de cor para meninas, a IJOHOa duda, e Un r. '
    lenni-. ditos do cambraia para senlioras, a%o,l
    ditos rendados com bien, a :W, tlK) rs., Id, ,_
    do a retroi coin bico, a W( rs.; ditos de j,! I
    ISWO, -9210 1 molas para meninas de j a I] Jn,
    de 210 a 400 r.; dita para senlinrai dc xy,
    49500 o .J9J0U r. a duiia ; cassas de quailro.,
    listras para babados a 23100 r. a peca ; rata |r I
    de 480 a 720 rs. a vara, baclillia para coeiroi, a || I
    rs. o' covado, damasco do laa. a tMNt rs. ; e (ri
    multas faldillas quo so venderiio barata, \*t,,
    quirir fregueaia: na rua Nova, loja nova, n. is,
    Rothe Si Bidotduc, na rua do Tra,
    piche n. 1, ainda tem mais tres piano, I
    de ptimo tom, para venderem-se.
    Arados de ferro.
    .lintl.n- : na rita
    porpua
    em css
    do Tripi
    Vendem-se arados de (erro,
    coinmodo, para fecharconlns
    de Rothe -; Bido
    che n. 12.
    TAIXAS DE FERRO.
    Na fundicao' d'Aurora ein San
    Amaro, < tamben) no DEPOSITO ti i
    na do Briim logo na entrada, e leli-nn-
    le do Arsenal de Maiinha ha' lentas]
    um grande sortimento de taicliai hn
    de fabrica nacional como estrangein,
    batidas, fundidas, grandes, pequea,
    razas, e fundas ; e em ambos ns loan.
    existem iptindasles, para Cnrregar ra.
    noas, ou carros livres de despeu. ,A!
    precos sao' os mais eommodns.
    Vende-se um par de bancas de i
    de | ai-a ra :i 1.1', nln'a bem acabada, i
    nao he (oleada : na rua de II" n. lij I
    casa terrea pie lem a frente pinliiilaiVl
    .1.
    i prec
    na rua dasC.ru-
    II lomos, por mui diminu
    /es, loja de enrailernarinr n
    a loja rio sohralo n. 50, na rua da Cadeia
    Vclba do Recita, lem a venda arinhl de inaiulinea
    ni saeeas, viuda da provincia da l'araliiba, o fe ven
    por proco eommodo,
    retro/ earme/iin, ciir til
    im como lamliem ven-
    i, a u\->m rs. a libra
    mmoaBaaBUSBam
    Ao modernismo.
    Voiiilom-'i'rliapooH to sol ilo seda do curo
    os inelhnro* que lem viudo .i oslo incrc.idn
    com t'.ilni c punloir.i do ninrlim, proprio
    p.ira pawaio : na ru.i do Qneimado, loja d
    milldezat- n. V>, de Antonio loa deAzc
    aHiiiniiiiiiiiiiiHaiiiiiimii
    Vendem-se 12 cadeiras rie amarelln, com as-
    senln le palliiulia ; I sof, I JORO do ronsnlos, o I
    par le lianipiinlias, linio lejararand. c por prero
    eommodo: trata-so no palco da ribeira le S. Jos
    o. II.
    12,000 rs. a duzia.
    Superioresloaibas lepannn rio buhorio I
    I vara ', do comprldo, proprias para lini|i
    lo, priodiminalo pnce de ItQOOi du/i
    da rua rio Crespa n. fi.
    Cera de carnauba.
    a vender a mais superior cera
    7.V0IHII
    Sb'l I
    liStlIltil
    Jintil
    "StMKll
    r.s-2iw|
    i.SUM
    iirlocom
    ar o ros-
    : na toja
    Continua
    naaba, que
    llio: no aro
    raria n. m
    ha m
    sle ni
    la ru
    cario
    la Crnj
    porcao i
    enilfrolll
    rie ear-
    a rela-
    n clia-

    DAURORA
    C. STAKR & C.
    respeilosainenle annuiiciam que no son exlenso es-
    lahelocimcnto em Sanio Amaro, continua a fabricar
    com a maior perfeii-o o |irompl(lo,toda aqualidailc
    le maehiniamo para o uso da agrieultara, navega-
    ;oemanufaclura, c quo para maior rommodo de
    sous iiumernsos Iregosses o do publici em coral, lem
    aberlo em um dos uraudes arma/ens In Sr. Mi-sipii-
    la na roa'do Brnm, aira/ do arsenal dc mariulia,
    um
    ItEPOSITO DF. MACHINAS
    rnnslriiidas nu dito sen attabeteciaseato.
    All adiarlo os compradores um rompido sorti-
    menlo de moendas dexanna, com iodos os niclho-
    ramealoafalsuai detlasnovoi eoricinaes) deanai
    experienria de miiilos anuos lem mostrado a neoos-
    siriaile. Machinas da vapor de baiueall preaato,
    taixas rie lodo lamaiilio, lauto liali.las como fiiiidiil.is,
    carros de mo e dilos para conilu/.ir frmas de assu-
    car. machitn para moer mandioca, prensas para di-
    to, fuios de ferro balido pan farinha, arados de
    ferro da mais approvada conslritrcao, fnndus para
    alambiques, crivns o portas para fornalaas, e urna
    Infinidad, de obras de ferro, quo seria enfadonlio
    enumerar. Nn mesmo deposito existe lima pessoa
    InleUigenta e habilitada pan recebar todas as en
    rninmiiulas, etc., etc., que os aimunciantcs eonlaii
    deeomacapacidadede saai oHkinaa c macbinismo,
    e pwtetS rie seu-j otllciaes, se comproniellem a fa/er
    execular, rom a maior prestan, perfei;o, e exacta
    inforniiriade rom osmoilolosou deseulios, eiuslruc-
    oBei que llio foreni forneciilas'
    Brim iraacado amarello da puro iinho, a 1,(40
    rs. o corte,
    venle-se na rua do Crespo, loja da esquina que
    volla para a Caileia.
    Venrie-se superior cal le Lisboa, por preco
    rasoavel : na rua In Vinario, minaron n. 7.
    Vende-se o mais superior chocolate franco/
    po tem viudo, e diversasipialiilalos rie conservas
    alimeiilaros, muilo boas para sopa o mais proprias
    liara embarradicos: na rua la Cruz lo Herir, ar-
    na/em n. di. No mesmo armazem lamliem se Ven-
    de nimia boa rolla rio Kio (iranile.
    e poiiudus brancas.
    lArt niNCBA N LISBul
    Na rua da Cailea do lleeife, luja do fueada i
    Joo da Cunta de Maoalliaes, vende-se a evcelh.
    lo pilada diste rapo, o mais fresco que tem vin.!-.
    pela galera Mttrgarift.
    Calcado francez barato.
    No aterro da Roa-Vista, loja de caira-
    do n. 08, junto ao scciro, vende-St i
    seguinte calcado (ranee/., a diiihcirot
    vista, lelos piwos abaixo, erecuuiniet
    da-se as pessoas que virctn este aiiiinn-
    cio, pie venliain e\aminar o calendo,
    pois nao dentaran de comprar.
    Ilolins de be/,erro, par ....
    Sapatcs de lustre, par ....
    Ditos da Hussia, par......
    Borzeguins elsticos, par. .
    Ditos com boles, par.....
    Sapa tos para dansa, par.
    Ditos com salto, par.....
    Sapatcs para menino, par
    Deposito de potassa.
    Xa uta de Apollo, armazem
    Res, existe superior potassa do K
    Janeiro ; assiin eomo da America. spM
    co rasoavel.
    Vende-se ein casa de S. P. Jiilis
    ton & Companhia, na ruada Sen/ala K
    va n. 42.
    Vinho do Porto superior qualidade,
    garrafado.
    Vinho r.herv, ein barris de (piarlo.
    Sellins para montara, de homeni e*
    nhora.
    \ai|iictasdeliislr(:paraeol)crlader,ui|
    Relogios de ouro patente ingle/..
    Vende-seo verdadeiro vinbo fU
    deaux, em barris, champagne da m'
    llior qualidade, em gigos, licores i
    Absinth e Kirssli ; tudo vende-sr |':
    mais barato preco possivel : nn rita c
    Cruz n. 2(, primeiro andar.
    de
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Sabindo a vender tapiocas a prel Jnaqui
    no da terca feira atante, novoltou mais ;os i
    naessiloos sctiiinlcs: lialxa, iii.ua.i. muilo rea, re
    os pos ltossos, lem ailar como quem esta liawiai
    ja representa mais de 10 annos, e (em nniilos rali
    tos hraurns por junio la tesla, tem as mos que t1
    rece nchailas o nao as (Mide abrir bem, e |mu
    made cada rieilo tem um callnjcvoii vesliilo le cal
    azul ja lesbolado, e panno da Costa lambem xcll
    Icvon um laboleiro, c uma bandeja erando, Int
    anuo que ella veio de Cedras do Foso, onde esim
    fgida ti mozos, o lalvez se lenha eiiramhihado K
    as mesmas bandas, porlanln se pede aaaolondii
    policiacs c capitiies do campo que a prcndaM c I
    pama travessa da Trampa, a.9, qasuribeail
    componsnrio.
    No lia I. rio prsenle niez le selemliro. M*
    parcecu lo poder rie sua scnlinra, a cscrava lidie'
    la, a qual lem os slanaes seculntos : rrinula h*
    quo parece cabra, cabellos tvtrapinhldos, estali"
    mediana, falla branda n rlaonha, andar nrimio,
    um riefeilo cm um rierio dc urna las mioa ('-((
    por um panaricn.costuma nnriar do vesliilo.rli'i
    calcada ; sup|Hie-so ler rugido para Maceid ea '
    nliiius ; r comprada ao Sr. Fonseca, que "" '
    rua Direita, casa n. 3, tem mais alemdosx
    cima ililos.osolhos um pouco empapussado- r"JI'
    so pois as autoridades pnhriaos, eaosrapil-iesilc(ji^
    po do capturarcm a referida cscrava, e de cnln-
    rem a lila sua scnliora viuva rie Antonio Irai'f
    ilos Santos Braga, moradora na rua da Cw*S
    liairro le S. Antonio, casa n. 'i3, qiioscrAo nuu K"
    recompensados. ..
    Do cngeiilioric S. Amarlnho, frecuezi.i Ma
    zea, ilesapparcccu na seguala felra do rnl,|,|i.'u
    escravo Bernardo, com os signaes segundeo: al
    ra regular, representa M a > annos, lieni prel
    henl fcilo, cara lalharia, denles Imnilos, bem al"*-
    e os da frente pouco alierlos; leve em nm lew
    ni''a c-qnenia, iim paliando,do qual rcsullou
    poder abrir o mesmo dedo : quem o pes-
    ao sobredito engenho, que ser bem paite
    Irabalho.
    Desapparcccu la rua la Cadcia do baur"
    Santo Antonio n. 10, lefronle do Ihealro icll'-
    escrava Tliereza, preta, ric nac,io Cabiinla. w1 '
    Kroan, beJeos sllenlos, o calcanhares racl"
    lem 30annos dc iilade, pouco mais ou menos..V.
    calril em fiirma le lallio, no rosto ao p de oW
    levou vestido dc chita amarclla e res, PJU'
    Osla, e em um dos pos um [icda^o le -urc"1
    que se des|irenJOra : quem a apprchondcr c ni"
    gar na lila casa, sera recompensado. _
    Anda continua estar ruglrio.desrie t '^
    roilo correnteanimado engenho rie Sanio Aiw^
    nho, fregnezia da Vafzoa, o escravo Silvano ''"V
    igniea seguinles: Icvon ranrisaccerouladealts*
    da Ierra, representa ler M anuos de idaile, ra
    pouco larga e lalharia, altura regular, n.io fali'
    semharatado, he alguina cousa fula e lem loa>
    lentes: quem o pegar levoao menrionad'
    quesera liem reeuiipei.sadinlo seu Iraliallio.^____
    Frm.i Tya. uU. F. d. Parla. -1**'
    lo
    Mi


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