Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02532


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Full Text
ANNO XXIX
SEXTA I EIRA 9
di \i; 10 :m;
DE SETEMBRO DE 1853.
N. 202.
PEMAMBIJCO.
rRXgO BA SUB3CKJP9AO .
(((tsiTcve-* a 1'tNMHi p,ii -auno, e 4H000 por
rtii.iiiil pa*. Huiaiiliulo, e 45.VK) por quartel paso
'eneldo, na rasa ilu wu |iroprielario, M.Figueira
, furia, na praca da Independencia, ns. 6 e 8, e no
Kio de J ca!*ii luSr. Joao Poreirn Martina.
jblii.i a a ni'. Uuprad.
jM.ircui c l'araliilia Joso Hodriiiuea da Cosa.
N.ii.il a a a Joaqun) lunacio l'ereira.
Araraly Antonio de LemosHraiia.
Ceara' ana UuilhermeAuKusloileMiranda
M.ii.nili.i'i n n a Jouquin Marquen Hodripues.
I'aia' Jusliuojos Hamos,
CAMBIOS DI 7 I SETEMBRO.
Sobre Londres 28
o Paris, 337
Lisboa, 95 por rento.
Ouro. Onras liespanliolas .
MoedasiIctiMOOvellia*
ii de (i,>ttm novas
de ',""'"' .
Prala. Pnlaroes lirasileiros. .
Pesos roluiniiarins .
mejicanos .
Arcrtes do Itanro. .
Ilesconto de Lellras .
->H.i ...... HiStMH)
...... 169000
...... 99000
...... WW
...... ISfltO
...... I9K00
...... Wj
...... 9a 11
NOTICIAS ESTB.ANGEIB.AS.

PARTE OFFICIAL.
TRIBUNAL DA RELACAO .
.nLSSAO DE 6 DE SETEMBKO DE 1833.
f residencia do I mi. Sr. eontelheiro .Heredo.
As 10 hora da inanla, niliaiiilo-sc prestles os
.cnliiiri-i ilesemlurgailores Villares, llaslos, I.cao.
Niuta, Hcbello, Luna Freir, Tollos, l'ereira Mon-
leiro e Valle, o senlior presidente declara atera a
sf-san na furnia do lei.
JalgamcHloi ritme*.
II Ii ilieas-coi pii- de Joio lavares de Sou/a c ou
Iros, uciarain a soltura.
II,,.....-oiile, obacharcl Leocadio Cabral Ka|KO da
(jamara ; recorrido, Jos Correa de Arauju Fur-
lado. Juliwrain Improcedente o recurso.
HfiMiitnl*'. ii jubo ; recorrido, Jos Francisco Pe-
reir Mai*> Juluarain iin|irorcdenle n recurso.
Appctlaciic* ri'ei*.
s.iinoll.uili\ Antonio Fabin de Mendonca; ap
' |.|UI,
So Jos
'acs
Brrelo.Reforma-
ppclla-
E-te
nlciicn.
Aiipcllanli', Doniinuos Auliines Villa
,|,i, tijtii/ii.Keforniaiain a sentencii.
\|,|i,ll,iiiles, o lulor e berdeiros de Antonio .Mar-
lins Itiliciro ; appelladu, Jos Antonio Baslos.
Reformaran! soaleiiri.
Auuellanle lunacio .Ner> da l-'onseca : a|>|>ellaito,
ItomlngotCnMaj l'ires'Ferrcira. Conlinnarain
awnlenca,
Appellanle, .Manuel Bodriaues Ferreira ; nppclla-
,1,1, Manoel l-crreira l.iiua.Despre/aranioseiu-
serno da Europa |de fazer no auno inleirn ; toda-
va, lie justo reconbecer que a ultima sesslo dn pnr-
laineulo de Turin fui fecunda : pela sua sahedoria
e pelo seu patriotismo o senado c a cmara dos de-
pulados incrcceran bem do pa, e conlribuirain
quanlo podan para salisfa/er os iiiteresso matc-
riaes e moraes do incsino, bem como para grangear-
lliea consideraran dusestrangeiros.
Cenlo o vintc e qualro projectos de lei foram adup-
ladns nesla sess.lo; ilous siuenlc foram rejeilailos
o deieseis que oslan cm oslado de rclalorio danlo
Irabalbo para os primeiros dias da scsso proiima.
Esle numero respeilavcl prora nilu s a .irlmdnde
das dlieoMOM, mas lamben o acrordo que dclliuli-
vanieule n,1n ccssuu ilc reinar entre o governo o as
cmaras. Cumpre nlin disto uolar que o tola I das
leisdc inleresse local mi privado, dessas lela que as
cmaras votan) militas ve/es cm dlteuwfo, lie com-
parativamente puiiru elevado, eiuquanto que o das
leis que tocim ata interesses moraes c a administra-
rlo ueral do pal!, i sua jurisprudencia nu a sua
fnrluna be roiioderavel.
Assim o codito penal, o cdigo civil c o cndig
o ci
Portugal. 13 de Agos. Austria. . . 3 de Agos
Hespanba . 8 de Inglaterra . 8 do a
Franca. . 8 de o Suissa . 2 do
Blgica. . 4 de o Succia. . 29 de Jul.
Italia. . 3 do E. Unidos. 27 de ii
Alemanba 3 de MUiro. . 16 de
Prussia. . 3 de California. 1 de Jun.
Turqua . 26 de Jul. Cbili . 12 de a
Russia.. . 31 de > Buenos-A . 23 de Jul.
Dinamarca 31 de Montevideo .24 de a
NOTICIAS DO IMPERIO
Paira'. il de Agosl
M.ii'.iiiIi.i 16 de
Ceara'. 20 de d
Parahiba 9 de i>
,\I,i.:i'm~ 31 de o
S. P.do Su) 31 de Jul.
S. Paulo \ de Agos
Minas. ... 2 de
Kdc Janeiro 25 de
Itahia .... 31 de >
PARTIDAS DOS COBJREIOS.
O i inl.i, lodos os dias.
Vrloria, nas quinfas reirs.
(laruar, Itoniloe Garanliuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, E\i'i e Oricury, a 13e'i8.
(lOiaiiiiaeParahilia, segundase sedas.
>ai,il, quintas Tetras.
DAS da semana.
S. llerru-
"> Seuunda,
lana M.
6 Terca,
7 'uarla.
V. M.
H Quinta
dade d
> Se vi a.
M.
1(1 Sabhado. S. IVicolo
II Duiuimn. O SS. .No
me de Mara.
S. I.ibauia
S. lieuina
tjfc Nalivi-
SS. Virgein.
S. DurollicM
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
feafao'
Ierras esaltliados.
Fazemla
Cerras esestasa.s lOhoras.
Jutzoe Orphu secunilase .">. gfl (0 horas.
Priuuir rara do citel
lergM 0 (i. .>< meio-dia.
Segunda rara do cirel.
qu.usc sib.ao meio-d.
EPHEMERIDES.
Selenibio .'( I.ua nova as 0 horas, i minuto 1
WwgtttdOtdi inauha.
llt Ouailo crescente as (i horas, 37 mi-
nutse 32 segundos da manhaa.
<* 17 I.ua eheiaas 7 horas c .Imiuulos
'2i segundos da manliAa.
" lij, Quarlo mingoaule as H horas. |^
ininnlos e 31 segundos da uiauhaa.
PIUAMAU DE HOJE
Primcira is \) horas IHe minulos da iii.hiIim.
Segunda s .1 horade \2 minulos da larde.
.i|'l"'l!.i-l'i, l'raiicisoo Joaquini
o.Juluaram provados os
A (mellanle, o juizo:
IVreira de (larval
Uftiwdfl hahililarfin.
Dilijenrias.
\|.|n'll,inl*. o juizo ; appcllada, a vinvade Manoel
t.upes Marh.iilo.Maiidarain ouvir n Sr. irgAdor procurador da curoa.
\p|iell.iule, Jo.1u Chnsosluino da Cmara; appcl-
Li.lo, o |ni/. Maudaraiu ouvir o Sr. desembar-
iniilur procurador da coroa.
Ap|K'll.int Mum/; appeUidOi o Julio. Haudaram m ca-
rador wral C ao Sr. dcM*mbaryador prornrador
la coroa.
\ppcll.iiitis. a parda llosa e sua (ilha nMloi;
piiellados, Hernaido (ornes da Bilva e oulro.
M.iml,iiam mivii UCUrador ueral.
I)e*ymicet.
,\ppcllanle, I). .Maria de Alhuqoerque Maranhao ;
appcllada, ajutlfca.
AppellaulC] Pedro Mureira llrana ; appellado, o
jui/a.
Apianantes, Antonio Joaquim da LODCClcJOi sua
iiiulher e uniros ; ap|iellados, Antonio Ite/.crra
CavalcaiiU o 10a mulher.
Aipell.inle. Jn.c Dias da Silva ; appellado, Anlo-
oio Valeiifim da Sil\a Barroca.
HerisCies.
I'.iiiram do Sr. deseinhamador Villares ao Sr.
(IC'Liiibaigador lla>los as segointes appellacoes em
dM viu :
Vppfll.iiile, Joa Jnaqiiim .\ Sil,a Maia ; appella-
du- a viuva e herdeiros de Anhniio I^naciod^
Kusa.
Appellanle, Antonio de Aginar Parias ; appelladu,
Joaquina Maiia da Luz.
Appellanle, o JollO ; appellada, Clara Joaquina de
Oliwra Mmira.
ApHllanlo, l.ino Jos de (iaslro Aiaujo ; Bppolla-
00, Caelano da Costa Moreira.
Appellanle, Arccuio 'orluualo da Sil\a ; appella-
do., Antonio de Campos e oulro-.
Apnellanlci, a viuva A. lilhos de Joflo Rodrigue*
Alnaiiles; appcllados, Anlouio Nouueira ile Son
a e ma mulher.
Paauramdo Sr. desembargador I.eAi
que
I'dk*
D Sr. .Ic-
>cm que
, I'. I m,/.i Matia da Concei<;<*lo c oulro>;
. Joa Aulonio da Costa.
, l.onrenco Jos de Figueiredo c sua
appellados, L'rancisco de Paula Huar-
mullier.
Sr. descinliaruador Kebello ao Sr. de-
nibaruidor SOUEI Seguinlcs appelhir<
Appi'llanle-
apuelUdo
Appellaiile-
idor I,una l'reire a scguiule appellar.Vi en
juiio| appellado, i,ni/. Rodrigue
emba
que sli
Appellanle
selle.
Paatou do Sr. desembargador TellesaoSr.de-
KUibargador Pereira Monteiro a segunde appella-
rtn cm que sao :
Ai'pcll.ihle, a Justina; appellados, Jos Alvos dos
Niiihis e outros.
O conflicto de jurisdieiau enlre o |ufl inuniripal
ileCalote, c o Julziounicipal da villa da Imperalriz.
I'.issou 1I0 Sr. desembargador Pereira Moiileir<>
. Sr. desembargador Valle a seguidlo appellarjo
em que sAo :
Vppellaute, U. Francisca Ihomazia da (.oncci'.'io
Cintila ; appellado, llenrique (bson.
I'.i-- 11 doSr. deseinkirgadnr Valle ao Sr. desem-
bargador Villares a seu'uiulc appellaeAo em que
l'fll.iiitr. Francisco
rallado, Br^i/. Ferreii
l.c\anlou-sc a sessai
de Paula do Itosario :
1 MacieV Pinhciro.
depois de hora e iitein.
a|i-
EXTERIOR.
\ Ion;
fui
laboriosa nhB. do parlamento pio-
ucerrada. Depoia de uilo me/es de
Iraballiof o suuadore* c depulados |iodcrnm sepa-
rarte levando eomsigo a conciencia de lerem ulil-
iic arapresado iea lempo em i>rol do bem pu-
11 c da buura das iusliluinics, que seu pal] deve
i" vei Carla A Iberio.
Vio querciiios rom islo dicr que o lodo de seus
uImIIi- |hkhi ninda comparar-serum una sesso
N uarlanuHllo inule/.. 0 ipial, incas ssuas loajgM
1,1,licen, c ti experieuri.-i dos bonicos que n i-om-
iciii, despueba em |iuucos inezes oais negocios e
esolve niaiores quesles do que neiilium oulro o-
II
Hercio foram rclorados, e postos em Imrino
ma coiniwcoitiiniese necessidades da poca; ur.ui-
des e sabios eefbreM foram feilos para inlroduzir
isuuiilade 11a adininislracao das diversas pro-
miiii.is; osislema ,1o jmnoslo foi reformadnem
parle, um cmpiesliiuo de dous inillies de fran-
osde renda foi volado para rcslabclcccr deliuiliv;-
neule o equilibrio as lluancas do eslado, c l'azer
denppareeer as ultimas conwquenciai dos dotadlo-
is anuos de IKIK e ISi'.l.
.No poni do vista econoinirn e no das reanles
roniinerciaes do l'iemonle r.......s eslrangciroa,|aa
cmaras culraran dcarconlo rom o enverno na via
literal; a pantallas alfandegaa fui largammle mo-
dlncada, ejiat pddeprovar pelo augmento da re-
ceila, pelo deseiivolvimenlo dos nogvcios o pela
prosperidado peral do povo, que o abandono do sv s-
li'in.i prolilbilTvo lia deproduilr no l'iemonle iao
bous fruclos, romoili'u na Inulalerra. c como dara
em toda a parle. (Joanlo m Irabalhoi pblicos e
a eatat grandet enipmaa de que dependo boje em
du a prosperiiladcilc um pab, nada foi despre/ado;
iiiuilii- eamiuliot ile ferro foram concedidos, a lele-
graphil elctrica receben lanos sub-idios, que llie
permlllirta eslender pela Cortega e Sanlenlia su.is
upcranies al a Alser e ao lifivpto; sonunas im-
piulaiilcs foram voladas para eomplelara organlu-
r,io dn porlo de Genova, a dar-llie esses V7.< que
nos fallam anda em Franca; em lini a quc-l,io da
navegacao Iranaallanliea, que noel
rosolfifa iiaiiliiiua Malo do parlan.....
c brevemenle una liulia regular de paquetea va-
por unir o porto de Genova ao de New York.
ludo islova bem, purin nao be o que mais nos
tora. O que nos interesal sobre ludo, o que mere-
ce a atlencao da Europa, be ver como o goVOTOO re-
presentativo, nasridii no ineio de vicissludcsei-
Iraordioariat, n'uma poca deguerrai edeperiur-
b.ices, em um paii que pareca oslar bem pou.o
preparado para isso pode vivar, eslabclcrer-se c
prosperar.
Acolbido em seu nascimenlo por odios poderosos
que o perseauem anda rom alineo, inenosprc/.ado
por .lipidies que rrain seus interesses iiiroinpaliveis
enin a eiltlmria dalle, calumniado peloi que le
miara o eiemploe a vbiinhancada liberdade, aban
donado pela Im luna das armas, c Irallido pelus re
volurioiaiios, osquaes em lodos os lempos e cm lo-
dosos pai/.cs lio preferido sempre o despotismo que
forneee nreletloi para luaaemprexai a mu rgimen
de puliliriilailo c de disruss.io, que ti pode abrir
earreira aoamah dignoa, o governo constitucional
do l'ieiuoule Icm p issado nesles cinco anuos por In-
das asprovas ,i quepiide ser siibmcllido um gover-
110; euestes cinco anuos nao Icm cenado de forli-
flcar-te tein que nada launa calado, nem a liber-
dade, ncni nos piinipins conservadores da moral e
da sociedade.
lie Bem violencia que elle ba Mbldo extinguir os
fardos da discordia e comprimir os ele.....nlos de
denrdem qae a eiplOXo de luto laucara em seu
seio mais do que em qualquer oulra parle ; be rom
buura e M.....leivar a ninguem ra/ilo lignina pa-
la dc-roiiliar da piinva de seus molivos.qiie elle lia
podido inanter o dircilo de asvlo e prolealar contra
as violencias da Austria pelo principio do direito de
propriedade.
Scm dinida piulc-se allriliuir parle deslcs feli/cs
resollados ao merecinienlii do svslema; mas a ex-
periencia dos seclos nos lia ensillado que os systc-
mas tein puue valor por si ine.uios, qiiaudu" nao
ailiam domea rapaies do pratica-loa, cdo faze-lot
prodiiir seus fruclos.
Assim.para sermos justos devemns fazer remontar
anuir paite dos benoUclOB que o l'iemontc lem re-
tirado do novo rgimen ubedorla do re c do go-
verno, razao e ao patriotismo dos eldadaofl que os
tein sustentado ei......la obra 1.1o ililliril. .Nestc
poni de v isla tudas as variedadea da opinile lem di-
reilo que fazer valer, para reivindicaren! .,1-iiiu.i
cauta da eontideracao que allilude e conduca de
sen paiz Ibes grangeaentre os ettraugeinM. n- Pie-
moiilezcs poderdo, romo era de sen direiln, nao
concordar sobre o ineiu que se devla ampregar para
resolver Imlas as questries; purin as rirriimslan-
claa gravea, como poreiemplo no negocio doto-
queslro fcilo sobre nsbensdmrefuuiados bunbardos,
lerain um nebro eapaelacnlo Europa, mostrando
particulares. Ella est na posse do tratado mais au-
tigocom a I .luna e de um commercio eitenso. S,
entro todas as oulras nar/m, ella eiilrelcmem Pekn
uiesmouma missAo, rujo carcter lio ao inesmo lem-
po poltico o religioso.
Dessc lado da Asia, com) do lado da Europa be
a Pedro o Grande que perlcnce a conccpcao dos
planos, deque os Hussos se limilam boje a procurar
h exeeucao, l'cdro o Grande, querendoligar a Rus-
sia da Europa ao Ocano Glacial n Ocoano Paci-
fico, fundn eslabeleeimeutos collorados de inanei-
ra quo commandassem o curso dos ros, e cutre ou-
tros Albazian no rio Amur.
O iBjperadur da t.bina apoderou-se por sorpreza
desle eslabelecimento, que ameacava suas possessoes
de familia da Manlclioura, o levou lodosos Hussos
para l'ekin. Em eonseqiiencia desles aconlecimen-
losconcliiio-se cm Miembro de ll>89 cm Nipcliu o
priiueirn tratado enlre a China e a Ruada. 1,'m o-
-nii'l tratado foi assiuuado no reinado de Calbarina
em It de junlio de 1728.
Segundo estas eonvennies a Hussia abandonou
(".bina o curso do rio Amur. 1 conunerrio entre sa-
lee doos paizes liri.ii restringido para os Hussos a
Kiakdta o para os Cbinezes a Mai-Ma-Tcben. No
tcuipo da feira os conimissarios dns dous paizes li-
\am o valor rcs|iecliv'o das mercadorias, e o coin-
mcren se faz pur trocas. Os Hussos mporlam pan-
nos, pellicas, couros curtidos, objeclos de ferro e
de aro, espelbos, eameles, velludos de algo,Iao c
opio da Turqua, Os Cbinezes daiii-lbcs cm troca
cb. purrellanas, musco, ruibarbo, sedas, algodoes e
sedas gregaf.
Sob piclcvlo de dar guiasespiritiiaes aos desecn-
dcules dos Gossacos levados para l'ekin cm Uili'} de-
pois da lomada de Albazian, os Hussos obliveram
por esses halados a aulurisacao do estaboleceiem
una missao ein l'ekin.
Esta minti cumposta de um arcbimandrila, o
quallicocbefe. de tres outros padres, dous .liro-
nos c qualro mancebos encarregados de estudarem u
rbiue/ c o mautcliu s be mudada de dezem dez
anuos.
Cliegada I poca, o governador eral da Siberia
Oriental numeia um rommaiidaiitc, o ijm.i1 com um
inspector da bagagem dous interprete e Irinla f^os-
Bacoa rouduz una nova missilo para l'ekin o traz a
anliga. A missao do l'ekin rusia ., Hussia a somma
annual de (i.IKItlfr. alm dos gastos occasionados
pela ramean dos correios e a conservadlo do con-
vento de Caodlemat eda igreja da Assuinprn.
Ella lie sustentada n cusa dn imperador da China,
I,.....| u,i I llie consagra a cada auno porto de -<'''i' fr.
e 9,000 libras do arroz.
Ogoveruo rulso, lo allivo quando se crt che-
gado a seus lilis, nao hesita para ronscgui-los
cm subinelter-se mais modesta allilude. Por is-
so de que cnnscnlin em tratar rom acorte de Pe-
kn por intermedio de nina secretaria que debaixo
do iiome de repartirlo dos negocios eslrangeiros nao
be oulra cousa scnilo um ministerio das colonias,
leudo em suas allrihuires ludo o que respcila aos
paizes ii ihiI.u i,i.. de sorle que a Kussia collocau-se
na ordciu dos paizes tributarios da China, e est
inscripta nesta qualldade no llvro do imperio. Mas
ao passo que o governo russo aceita onicialmenle
esta humilde pusir.io. conserva enlre os desconilenles
,|,k CoanCM agentes bem pagos, aos quaes a quali-
dade de Chinczcs pile ao abrigo da espionagem das
autoridades do l'ekin, ea cnini.....ihilu de origein e
de religio com os Hussos torna mu proprios para
Mrvircm os interesses de sua anliga patria. Estes
agente, no os verdadeiroi intermediarios entre os
doos gnvernos.
Itepois da guerra dos lngliv.es contra a China, a
posic.io oammereial da Hussia arhnu-sc compromel-
llda em ronsequciica da abertura dos portos de
Amo)' c sobre ludo de Sbang-Uai s trocas marti-
mas. Os Hussos veem-se uhrigados 'a vender por
mcuns prcenns (res quarlos das mercadorias de im-
portarn, sem contar as sonunas enormes que des-
iendemem presentes dislribuidos aos digularos de
'ekn, os quaes gozam de inspeceo sobretodo o
commercio do Kiakhla. Para compensar eslas per-
das o eonsummidor russo paga o cha tres vetea mais
caro do que cusa ao eonsummidor inglez.
Negoriacoes foram cnlabuladas em l'ekin pela
Hussia parnchegar i cnnclus.lo de um novo tratado.
Ao niesino lempo o governador da Nova-Arkliangel
evpi'ili.i o .VAriM'o//cominanilado por um ca|>ilflo de
mtrlnha Imperial para abrir o commercio directo
com a China central em Sliang-llai niesino ; mas
ebegando a cslarilo do opio de Shaug-lla, o Sht-
lil,"//'\ io-sc obriuado a parar. O intendente do por
liel a respeto da livre navegacao do rio Amur. El-
le nao quiz .iiii.la fazer Hussia esta coneesso, a
qoal ibriria a essa puleuria as tres provincias da
Mantchouria. Se a Kussia obtivesse navegar livre-
mcnlo sobre o rio Amur, o Kausclialka c suas pos-
sessiies americanas licariam aproximadas mais de
dous tercos de Ncrlcdinsk ede Irkutsk; Silka ad-
quirirla grande importancia commereial c estratgi-
ca sobretuds relativamente California o a lodo o
Ocano Pacifico ; os Kussoseinl'un, parlindodo Ncrt-
edinsk cliegariam de|>ois de lerem percorrido a es-
Irada interior lluvial do imperio rbinez al Sbaug-
Mai.
Parece-nos inlercssanlc publicar estes documentos,
os quaes provam com que persistencia a Kussia, so-
bre todos os puntos em que so mostra, procura exo-
cnlar os planos que deve ao genio do fundador >ln
imperio. Vimos l'cdro o Grande oceupado cm asse-
gurar para si a livre navegacilo do rio Anuir; agora
tornamos a arbar scusuccessorprocurandoaprovei-
laras circumslancias para arrancar esta roncossao
corlo de l'ekin. Mas depois de Pedro o Grande
quanlo mo Icm os Hussos rainiuhado.lanlu no extre-
mo Oriente Como no Occidente Vemo-los dividir a
Siberia em dous governos geraes ; crear a compa-
nhia da America, quo lem seu assenlo principal em
Silka c grande numero de feilurias ; fundar ror-
reis as ilbas Aleutianas na Nova Arknngcl c na
ilha de Silka. e manler nessas |iaragcus nina froli-
lli.i de guerra ; augmentar coulinuamenlo Tnbolsk,
Tiim.k, Irkul-k.SIciigbiuskdez leguas dislanle de
Kiakla com ..UOO soldados ; osf.wcar-M einlim, em
todas as pocas por abrir relni.des com o Jap.lo ; to-
mar pu..e de lodo o iiurle das liba, kurdas, e agora
matmo mandar Mb pretexto de unu mbajHo tcienli-
lica, urna cxpedicAo para seguir o observar nos ma-
res do Japno a dos Estados-L'uidos. ( Munilrai'.')
ii:i^\,iiiii: Indos es partidos mudos em ruda do governo para
dcfenilerem junios abolir c a dignidado du paiz.
iJournnl -"M>"i ----
A Russia na Chino.
Sea nltciicJlo geral n.lo estivesse concentrada
sobre a Turqua, neressariameulc se dirigira para a
China, na qual patsam-se aroiilerinentus de grande
imiHirlau-ia. At ao piesenle a luglalerra eos Es-
(ados-l'nidos sao as duas polencias que h.lo eslabe-
lecidocom o Celeste Imperio as rclaccs cominer-
ciaes mais extensas.
1 ni oulro estado, a Hussia, se esforca por con-
quistar lamben mll regiOei nina grande pnsielo,
que mais larde poder assegiirar-lhe ah lambein
una influencia preponderante. Potencia limilropbe
da China, a Hussia deve a sua siluayAo vanlagens
FOLHETIM.
>>.><. i,
FERNANDO DI'PLESSIS.
DO
MEMORIAS DE UM MARIDO. (*)
.'O jnumaiu'j'joivjii
SEGI NDA PARTE.
IV
Novembrode 1833,
lleunanius uossas Icnihrancas.
Os diversos ainnteciineiilos dcslo dia perlurbani-
lue o espirito; calma e sangue-frio ; deixeinos de
lomoscnlovns, refliclamosniaduranieiite, a rireums-
1,'iiria be grave '.
Esla nianb.ia llupin enlrnii no meu quarto mui
conteole, diunda-ne:
hallci com o porleiro, elle consenle no que o
wnior deseja ; Minente, como teme perder o lugar,
pide ao senliur que diga a essa mulher, para expli-
car sua rbt-gada junto della, que enganou-M com a
casa, e que, adiando a porla aborta e nao vendo
aiugueoi. subi... para...
Huilobeml Seio que hei de fazer... Escrci
enlio prevenido da rhegada dessa mulher?
Siin, senlior, ella rnsluma rbegar das dez pa-
n atona horas.
Esperei esse momento com Impaciencia. Pe-
las ii,,ve huras vi entrar llupin com um ar nivsle-
rioao a embarazado, elle enlregou-me um bilhele.
-1 i.-l.......:
Heceio que ns projectos do senlior Bajara cui-
iui iadw; a peana que rene arta earla vultou di-
"iido-me, como dccosluine, que nao ludia res-
BMIl.
Vi.te Otarle
n. JH.
Keronhcri a Icllra de madama de Mellgnv, abr
a carta e Ii:
Mande abrir a pnrliiiha do jardim, abi cslarci
s onze horas.
Nao bavia nenbuma commiinicaco enlre o pateo
co jardim da casa que en nciupava, de sorle que
entrando pela portinba do jardim, e dadi para o
meii (piarlo, Egl uo coi ra risco de ser v isla, nem
pelo porleiro, nem prl.i genio da estribara, que le-
ra podido encontrar no pateo.
0 annuucoda visila de madama de Melignv lor-
nou-mc um moiuenlo haslaule (icrplcxo. Kll.i li.i
fazer-ine perder a occasiao de penetrar um mvstc-
ro, que excilava vivamente miiha curio,id,ule;
mas, depuisdeum momento de relloxo, cscretl es-
las palavras:
o Minlia querida Egl, um negocio to Impre-
visto quanlo importante obriga-inc a sabir esla ma-
ndila, espero eslar de v olla lides desua cliegada;
em lodo o caso leulia a bondade de cs|ierar-iiic al-
gn iuslanlet. Mil saudades, e al logo.
Fecbci esle bilhele. colloquei-o sobre a cbamin
do sali em lugar visivel, c disse a llupin :
I-e, lia, segundo o cosluifie. o lado do pateo,
tica na antecmara, e se vier alcuein procurar-mc,
dize que sahi; deixa smente .iberia a porta do sa-
ino, que coinmuiiica rom ojardiui.
Coiiliado na exaelidao hahilual do meu camaris-
ta, fui depois disto para acosa viziuha, dei ao por-
leiro os dez luizes promcllidos, pcdiodo-lbe que me
deiaata Ittblr I urna das aguas lu Lela-, da casa,
aonde cu esperara que elle me fosM annunciar a
presenta da dcsconhecda. Elle ruiisenlio, econ-
duzio-ine para um quarto alio donde so desrobria o
meu jardim. Espreilci a cliegada de madama de
Melignv. Pelas onze horas ouvi o rodar de una
rarruagcui a qual panul. Era a desenuhecida, ou
era Eglo'.'
Era esla. Ku vi-a empurrar hraiidaineiile a |ior-
la culi-i-iilu'i i-i. rurrer-llu- o ferrulbo, e depois diri-
gir-M rapidamenle para o poial do saldo, no qual
enlrnu.
(n recusou ao capitn a aulorisaco de remontar o.
rioe fazer vendas e compras, motivando esta recusa
sobre que o arligo H do tratado supplemcntar com a
Inglaterra, pelo qual os privilegios concedidos aos
InglezessAo eslciididos a oulras uaces. cujo com-
mercio era anligameiile restringido a Canillo, nao
diz respeilo aos Kiissus, os quaes nunca livcr.iui re-
laeoes con esse lugar
O capullo dn .V/ic/iito/7l,nlou-sc a fazer orculta-
menle cunipras cnnsneraveis de cha, c lornoii a
partir para Silba. Desde IH1K volla todos os anuos
na incsuia poca, parandosenipre na cstajilodoupiu,
e conpra cha cuino se fusse una mercadoria do con-
trabando.
Parece que o goverun russo ronseguio cm \Kr2
bler do imperador da China a abertura de um no-
vo mercado para o ronimcmo por Ierra enlre os
dos imperios. Esse mercado designado pelo nomc
de merratln occidental, em opposicao a Kiakbata
que tica sendo menudo oriental, est situado so-
bre o Irlysch no ponto cm que esto rio entra as
possessoes chinezas. e se acha em commiiiiicaco di-
recta e fcil com tnbolsk capital da Siberia Occiden-
tal. P.ste eslabelecimento (em para a Hussia grande
Importancia commereial e poltica, e ba de tornar-te
um lugar do deposito para a Siberia Occidental c
Varkaud, assim ruinu para Hourkara. Elle perinitlc
ans agentes russos vigiarcm llouckara, Khiva, Kou-
ndour c khukhanil lo activamente dn lado do nor-
deste, quanlo esses paizes j o sao no oesle pelos
agentes eslabelecidns sobre o Mar Caspio. esse
limito o (dhar dos Hussos pode eslender-sc aiuda
mais facilmenleal LaboreeCaboul.
O governo chinez dizcm que se mnstroii inaisdif-
aataaaaBBanffjaaaBHeijBnnajaaBBBa^
Ndo uhslautc ser nos lins de nnvembro, o co es-
lava sereno eosol brilhava como na primavera.
Pouen depois vi madama de Melignv lomar a sa-
bir da sala anude havia deposlo sua manta e seu
chapn; trazia na nulo o meu bilhele, o qoal des|ie-
ilarou com um ar pensativo, pcrcoirendo lentamen-
te una das avenidas du jardim.
O porleiro veio cutan adverlir-mc da cliegada da
desconhecida. Segui-o, c, descerni ao primen o an-
dar, ahri hraudaineulea porla da sala que elle me
indicuu, na qual eslava a dcseniiliccida. Vi una
mulher de um lathe completo, a qual dava-me ns
costas c eslava enroslada ao colovelo sobre o lialcn-
le da janilla ; pareca hln absorta na eontempleclo
do que observava airara da gelosia fechada scm
duvida o passeio de madama de Meligny) que nan
perrebeu logo niinha cliegada; todava ao rumor
de meiis passos sobro o assoalbo vollou-sc rcpeuli-
ii,ni,rule e reconbecj... Cesarina !
tx-sarina... a mullicr de Jacintdo, casada em se-
gundas nupcias com o rico banqueiro americano,
Mr. Jcffcrsoii .'
Femando! exclamou ella com um acento de
sorpreza, do amor, de alegra, que me romoveu al
ao fundo do coraco; depois desfallecida, e pare-
cendo abatida pela eniocao, cabio na pulir,,na que
eslava junto, e, eobrindo o rosto com o lenco, des-
fez-se em lagrimas.
Tal foi o meu pasmo, que liquei um momento im-
niovel, estupefacto e incapaz de pronunciar urna
palavra ; masiinmedialainentc lembrei-me da nior-
le de Jacinlbo, do meu jiiranieulo de casar com
Catarina,.di miaba indigna conduca, qaaado
siibeiidu que ella era mil, esrrevi-lhe friaineule
o que eslava promplo para cumplir nm ilerer. ou
nssegurai o futuro de sen lilbo proposii-o que el-
la rcpclliurom esta ies|unla de um desprezn esmi-
gadnr :
,i tiaarde osen diakeiro, ti senlior not ouriiti
mai faltar em mim nem no meu filho e
i '.um elfeilo eu mo tiuba uuviilo mais fallar em
COMARCA DE NAZARETH,
1.- de tetembro de 1853.
lloas ferias lenhu tomado, ou, antes dado an-seu
leilores. a quem leuho poupado as massadas dn eos
liunc por hons ldias. Poisliipiein saliendo lodos
que n.lo ha ipie agradecer-me por esla taciliirnidadc
que he sai devala aos habitantes da comarca, o,
quaes, duranleessc periodo, se leem comporladode
manelra a mo dar lugar hacharelice, elles, por
tanto, cumpre dar-M os agraderimenlos : o seu i
sen dono.
\ eudo, porm, que, se as cousas ronliniiam por
esla forma, dentro de pouco lempo perderei o uso
de cscrover, resolvi-me a Irarar aqu estas inhas, e
meler-uieonde, lalvez, iiicnAo rliamcm.
Em dias dn inez passado, por aqu apparcceu um
empregado da repartirn das obras publiras que, w-
gundo ouvi dizer, veio tirara plantada cidade.c
notar, ou escolber o lugar mais proprio para um a-
cude.
Nilosei, nem posso dizer, como se baveria elle no
deseinpenho (loque Ihe foi incumbido ; mas posso
asseverar que nao leria |M>uro Irabalbo cm andar
pelas mas da cidade, onde, alm dos huracos, pe-
dras, c escabrosidades, quese enrontramem grande
quanlidade, ba vallas 1.1o profuiulas que inetlem
incdn. as quaes. sobre difllrullarcni o Iransiln dos
que aiidaui a p, sao porigusissimas para os cavallei-
ros, nn poneos Icubo eu visto precipilareni-so lid-
ias, d'ondc sabem bemennvidados.
Enlrclaiilo, lie pena que islo soja assim visto
rumo lem a cmara ou deve icr dinlwl-
ro de mais para poder occorrer a esla. a a oulras ne-
cessidades a seu cargo, no que scm duvida, mo ler.i
cuidado, por uo se ler aiuda podido deseinbararar
das difliculilndesquellio leouu a cmara paailda,
cuinn de correnlo ; mas, como o querer de |wder,
segundo diz o proloquio, estuii quo o seu presiden-
te, zclloso como uioslra ser dos seus deveres, em
breve romper por ludas as difliculilades, para pro-
ver como deve e cuino socomprometteu por um ju-
ramento stgrado no acto de sua posse, sobro os ino-
Iborainenlos maleriacs do municipio.
Olanlo ao arude, be elle de grande neressidade ;
ovala que o gnvernn provincial, dcixaiiilo-so cuinpe-
nelrar da grande falla que Icnius d'.-igiia, para lodos
os inisteres, maudasse roiislruir nina somelh.iiilco-
lira, que alias ma parece de POUCO cusi, alientas as
bas localidades que da !
Pelo invern usa-sc d'agiiadacliiiva, mas pelo ve-
rte nao lia oulra se mo a salobra, e impura de nina
especie da cisterna, rcroplaculn e hahilacao ordina-
ria do quanlo replil ilumnelo c nojenlo" pide ba-
ver, a qual para mal pena sentir, he difliciliina de
obler-so, pela grande distancia de mais de mil bracas
cm (pie se acha a dila cisterna.
J.i que estamos em vea, vamos adianto : outros
objeclos ba de que malte carecemos, os quaes se nao
quitaran que tejam deprimelra neressidade, ao me-
nos sern de un inleresse real e incalrulavel: como
bem soja una cadeia, una jinda de correios, que
nos ponda cm (oinmiinieacu com as mais enmar-
cas, e lugares da provincia, bas estradas, ele,
ele.
N.lo lelil,, a ridicula prelenrAo de querer ser o
representante do municipio ; mas, se fura, cu faria
valer obom direil
las vanlagent, que se nao podem lachar de eiager
das.vislo como muilo altcndivel deve ser um muni-
cipio que eonll, como da pnuro veriquei, IWI en-
geulins de fazer assucar.
Nada mais rcdiciilo, do que a cliainida cadeia d'a-
qui : ligure-ee umqnarlinho de vinlcpalmos letar-
go sobre Iriuta de rumpridu, cm um pardieiro ve-
Ibn, ecahindu em ruinas, o ter-sc-lia a cadeia da
cidade de Nazareld .'..
As mais precisla, que aponlci, lio lio palpitan-
tes (juc i,.,u rarecem de demonslracaoalguuia : has-
ta dizer, quanlo a primeira, que v'iveinos |uasi so-
lados e scm noticias do reslo da provincia, seudn
que at o Diario de l'rrittimbttiti custa a edegara-
ipii: e quauln a segunda, que pelu invern o Iran-
situ para a capital quasi que se intercepta pelo linio
eslado em que lican os camiulios.
O capilo CamisAo sabio d'a(|ui com parle do des-
tacamento cm 2.1 do mez, que lionlcm acabou-se.re-
ciilhciido-so boje : dizcm que fdra por ordein de S.
Exc o Sr. presidente da provincia, perenrrer varios
lugares da comarca de Goiauna ; nada sei relativa-
mente a sua marcha, se nAo une foi bem recebidn
por onde andou.
Keumram-se os jurados no dia -iti; porm nao
podendo havercasa. por falla de n. legal, roi-lbes
marcado o lia 1), p,1ra ,|c novo se rcuiiirem. Nesle
da. leudo comparecido em numere legal, depois de
formado o jury de entonen foi submettido ao seu
coiibccnnenlo o prucesso de Padre Ambrollo, aecu-
-.i,l de homicidio : foi ahsolv ido.
No dia 30, foi lubmellido a novo jiilgamenlo o
escravu Antonio, aecusado igualmente de boinicidio,
sendo sen detentar o Sr. Florencio Jos Cnrnelro
Monleiro, que se hunvernm siimnia haUlidade e in-
leresse cm prol losen cliente, que nuobstante, foi
condemnndo nu gran mnimo du artigo lili, do cdi-
go criminal, cuja pena foi-lhe coinniulada em 1,-JMO
aroulcs na formada lei.
No di. 31, fui subineltido aocoubecinieiito lo ju-
ry o prucesso le dnus -old.nlos os uniros reponsa-
veis pelos aronleciincnlos da noilede 1~ du inez. de
abril prximo passado n foram ahsolv dos.
Hoja Analmente foi ahsolv ido em segundo julga-
mi'iiln. Manoel l'ereira de Moraes, tambera arcusa-
de de homicidio.
Nau^ sei se foram justas nu injustas, as derises
proferidas pelo jury ; si sei he que, se foram injus-
tas, nAo devein ser carregadas sn ii eonll dos pobres
jurados, eolito de ordinario se coslimia.
Ha aqui una historia de eouviccu, centra a qual
alintenle so pronuneJou o Sr. Carneiro Uonlelro,
e se hito de pronunciar todos os que lizerein un,
verdadeira idea lo que de runvicrao, eduque de jul
gar por convicejo: as autoridades piurcssanles, o
poique guslein de ailar peloc.iniinbu mais curio,
ouseja la porque fdr, nu se matara muilo com a ar-
quisirn das provas, baslandn-llics su as que sao lie-
cessarias para a pronuncia. depoit......ijuradn
que julguem par eanvicetlo de mu lado, de que
niiiil i. vezes so liverara noticia pela Icilura, que se
la/ do processo ; nanja eu.
Acha-se aqui o aleijado Manuel de Jess l'erraz.e
v ai dar-nos a primeira rcprcscnlacAo de suas rara
cdillii-ullusas habilidades, no domingo i du me/, qui
buje piiuripiou.
A salubridad! val iwm.
A farinha ronserva-se enlrcJIi c :1J patacas o al
queire ; o feijao entre :|J c Ittia iiicsm.i medida ; i
milho a III patacas, dem ; a cune entre 7 e Itl pa
lacas a a A.
< Carla particular. I
por elle scm a ubre-rapa das Conveniencia, to-
soaes, pois he bem sabido quu esse joven l'ernan
bucano nAo precisa dos subre-cos do governlUBO
par fruir una posi^in le IMipeilo o lo repouso
lie una exhibicAo, repelimos, de anhelos obres ,-
de pura conviccao. que lem por tilo a causa publi-
ca e no, um partido; o leslcmunho irrccusavel de
que S. S. nAo aliafou seus bous desojes para lomar-
se echo das influencias ministeriaes, cuino presup-
puiibain sordidaincnle os invejosos de sua earreira
poltica, dos seus avlleos de populnridadcc diseer
niinenlo; a prova emtiin, de |hc |uumquei* pude,
quem lida alcanca.(l. que o julgavam iubabil pa-
l, o.r.ui.-os inli llectuaes devein agora roufcsar-o
engallados : e au su slo! Os que o tinhaiu cu-
mn imberbe para encelar, pingrcdir o ligurar na
vanguarda ruma opinio que se lebalesse euulr.t
0 poder, estes devein murder I Ierra deiMperadoi
sob o peso de sua propria nialcilicencia, labendn
que esse Sr. Auguslo Frederico de Oliveira, esse
l'eriiamhucano. que Ibes inspirava unto descuu-
ecilo e desprezo, faz urna ligura brilbanle na caina-
i lempararu, que ah uAu te elle una piuca dn
reserva; que lem eslahelecidn sua icpulacAu, pre-
i-ii, lilo sua mi".o,, honrado sua provincia, satis-
feilo seus amigse lixadu subru si o olhardo Brasil.
Congralulemo-iios pela dedicaran loda palrioli-
:a do ii,,--, coiiiproviiu-iaiiu.Honra lite seja dada,
dcscuuliamus dn desenvulviuieuto
COMARCA DE SANTO ANTAO'.
Victoria 5 de tetembro da 1863.
Ha mnitnqiic nao me dirijn a Vs.Ss., em raigo de
nada por aqu haver digno de se lar puldii-idade .
ao menos i|uelivesse rhegado ao meu coiihcciniento,
agora, porem, grassou por aqu una noticia, que le-
vo ao cotiheciincnto de seus leilores para que nn
ebegue abi desligurada :
O rominandaulc superiur da guarda iiaciunal des-
le municipio, Manuel Thnin le Jema, levou ao i-o-
nhcciinculn In subdelegado do prnneiro dislriclu da
Ksc-nla, o uiajor Candido Joso Lupos de Miranda, e
esle nu tu delegado detle icrmn, que alguna es-
cravnslosengeuhos Gurjaii le 'ima.Ciiimbra o d'ou-
Iros cngeiihos vi-inhos, pieleuiliain evadir-se no dia
salihado :i lo crrenle ; avista de Co grave nolicia,
prlnclpalmenle tiara o mato, onde us recuraot fal-
lam, .ilguits proprietai ios reuiiiraiu nina forra, em
cujo numero enlrou o leoenle-corunel lleiuique
Marques l.ins, com itl bomeiis BUtlenlldote niuni-
ciadosa illa cusa, a dbpolico du iilu subdelegad
l>ara MUBUloridade acudir as n-'urreiii-i.is, que Ii
vcssein lugar ; fclizmeiilc porra, un dia
nao app.ueceu o acto, talvez por ler tid
lo; iieni por isso se lev em abandonara
toque urna grande parle lus cscravo
tanl
nbjecto
I lodo
,l-.
eligen
t
, se acliam iusuburdi
dem fazer algum mil
Em parle he hoiii que appare
lim de que nlguus senborcs de eng
o que se queivain de ler-se acabado
esiravns, niivencanise de que di
que ha mais tcinpii lev ia le
ira de seus escravus be um
c |ue etilo pioinplns a fcii-I
lid
letcober-
caulelas,
dna dilus
adus, c por sorpreza
m deslas cousas,
lio emperrados
......Iralicnlns
be um mal, e
ahailn, e que cada
imigu pie elles Icm.
na primeira occaiilo
uc se Ibes ull'erecer, c que o llrasil ruin escravu.ja-
lis pode prosperar e llegar n seu alio deslinn.
Nada mais sei de extraordinario.
A farinha, npner de concorrer haslaule nn incr-
eado, aiuda conserv a o preco de :i(i a 1(1 patacas o ,l-
queire, o milho e o fcijo eslo a precos mais com-
modos, e n mesiiio ,i carne, que tein regulado a 8, e
a 10 pateen a a.
Saiide com felicidades Ibes deseja o seu comanle
lei loro VictorilHIt.
, dem.'
nimio di: im-:ii\uihii:d.
O IrIgOatlmo piiineirn
penilencia |n>lilica (ni
uienle festejado euui ap
I. ii
inuixer
inle-honlem |
iraila cdlifie iieS. M. o Imperador. Tanto
"?."!J.ie.\?.r:!.r?^ i,ieUo ,,i,, ro,"na Npsi,e,a forn"i,s
denerrorriilas pelas haiuliis de mtuk
tenlM: MlvarameaaUverain embandi
desuerrasnilusnoporln, as-siir,nno a
liuuvcispcrlaciilo no lliealro da Banl
foi iMMlinleinenle roncorrido.
iowa inde-
sideiniie-
e crlalo a
na nuilc da-
lias da oda-
niililar exs-
radoso-i vasos
orlale/as ; o
IsbIicI. que
CIMnilMCAIIII.
(I discurso qae aballo legue, e o que foi dado ao
prclo ein o n. 197delta Diario no di 2 le, especialineule puldicados a pediJo uo>-o, nos
parece um bailo o suiineiiie protesto do seu eal.ma-
vel aulor, o Sr. tlepuiadu Auguilo l-'iedcrico de Oli-
veira conlra o julio precoee, 4lespeilo*o e s funda-
do na nialimiidadedosseiiK ad\ers.iriospolilieos. lie
B evhiliir.lo Tranca e\i-hiu-,i, palriolca edecente
dos inliinos senlinienlos do Sr. Augwlo Frederico
deOHveJra Mbra alguna topiooa dos negocios pu-
Micos iIocii Dal, que se dexe considerar Ira lados
Cesarina, snnienle vim depois a saber do seu no\o
rasmllenlo com um Americano poderosamente ri-
co, e dYiit.ni para C Kiioravaabsolulamenlo o que
era i-'ii delta.
Assim se desvaneca esse nnslerio, que tantos
cuidados ino dava desde a vespera 1
Achava-mc em presenta de urna IQtlga amante
com a qual linlio feilo o juramento de casar-me, ju-
ramento Iludido por mira sem embarco de haver
sido receido por Jacinllio morrendo... morreudo
da Icrrivel dor qucllie causava miiilia (raalo ca
iiitidclidade de sua mullier !
.Nesse inomenlo iniuhas impressocs parlicipavam
d.-s.jis diversas reminiscencias do passado. Vendo
essa mullier outr'iira tao ardciitemeule amada, eu
lemlirava-mc de sua cm I >r abante formosura, linlia
:on-.denca e ver-ponlia de minlias fallas ; emtlin,
emoisos tardos. Eu pergunlaxa a mim niesnio com
angustias o quo era Teilo dessc menino... filho de
nosso amor !
Alm dislt) eu ignorava a sorle do novo easamen-
(' de 'r- ni ii.i, eisnornva lamheiu com que lim el-
la viulia assim espiar-me todas as manhaas alravez
dessa gelosia fechada, que dava para o meu jar-
dim, aonde nesse instante mesmo acahava dccnlre-
ver scm duvida madama de Meligny.
Esle cahos de lembraucas, saudades, remorsos,
duvidase iii(|uielai;nes perlurhava-me de (al in.uioi-
ra o espirito, que immovel diaute de madama Jef-
fersou.a qual contiuuava a estar asscnlada como
rosto coherto com o lenco, cu nao achava urna pala-
vra para duer-lhc; cousa iuexpliravcl, o que me
domiuava lodos os mais pensamenlos, por graves
qae foss-fn, era a impaciente curiosidade de saber
se (V-.irini anda era formo-.,-!, porque meiis nlhos
apenas se linham litado um iiislaule sobre ella na
meia escurdAo da sala.
Minha curiosidade foi logo snlisfeila. Madama
Jellerson dciiou cahr as maos sobre os joelhos, u
gucu a cala,e vollando-se para mim disse-me com
um aceulo do terna e dolorosa reprehendo, e com
o rosto luiili.it \-< em lagrimas:
Qoe.ee Femando!... nem urna palavra... nem
uma palavra !
No lempo do meu rompimeuto com a Mina de
Jacintho euatiuiia deludo paluda, emuugreelda
pelas magoas o vestida com o lgubre traga do lulo ;
principalmente debaixo desle ultimo BipOClO he que
ellalutvia permanecido picseute ao meu espirilo.
Agora cu tomava a ver Cesarina no snhorbo esplen-
dor de urna formosura mais deslumhrante do que
no principio do nosso amor : nada era mais trans-
parente du quo sua te/ rosada posto que levemente
< I escora d a pela amollo; cu (ornava a echar em seus
grandesolhusa/ues, humillos de lagrima*, eaaa lan-
guidez abrazadora que dava aoseu oHiar um allrac-
livo irresislivel; seus labios do purpura precedidos
de um le\e buco Irigueiro o cnlreabcrlos pelos sus
piros precipitados deivavam perceher mu dunlcs de
perola, seus bastos cabellos negros ubiam-llie em
longos aunis quasi al ao eolio, cscu mimoso sem-
blante resabia como um camafeu auligo enlre essa
mala de cachos de chano ; a ligeira gordura que Ihe
arredondava o roupinlio, longo de prejudica a ele-
gancia de seu (albo delgado, fazta-o parecer anda
mais esvcllo; emlim quo direi, no lempo do seu ca-
samento com Jacintho, o qual viva do ordenado de
seu einprego, ede urna pequea pemffo vitalicia,
Ccsahua veslia-se sempre com muila simplicidade,
oigora eu aciiconlrava enm um elegante c rico
Irage do manhaa, que realraxa mais sua radiante
belleza; ualeu-me o coradlo, e mil lembranc;as
amorosas passaram-me pelo ponsanieulo. Eu con-
lemplava madama Jellerson com una admira.fio
muda e apaixonada.
Oue! Fernando, me havia ella dilo. nem urna
palavra '
palavra... uma sn: attame.
ie a seus ps, e esla palavra be
Nunca, nunca
lgico do nosso patricio: sempre esperamos no sen
fuluro, porque eremos de coracaV que quem liaba
Iba atranca, o sabamos (po o Sr. Frederico Aui'iis
lo de Oliveira tein mulo bom desojo de prest.u .>
sua patria; que infatigavel, ealudloao e dedicado
havia de moslrar-se apto o digno do sublime sacei-
doclo da liberdade edaordem ; que se haxia col
locar lodo enlre a lei eo arbitrio, e Itrasileiro com-
pleto em seus pensamenlus, nao ri-cana ja na h do
corceo que o era, (Hirquc he IV-rnambucaiiu.
Mas nt eramos muilo pequeo, muilo ohseuro,
muilo Iraco para esgiimir sobre a COpacidadedu
nosso amigo; esperamos*o seu proprio tcstemunho.
elle o lera dado, e nB Icmos procurado pela vulga-
risar;,o doa BNignaotei lo Diario e Ptrnambucu
commanicaro Molriompbo, e ratificarlo no con*
coito das massas populares, por quem elle so con
-agr jis lides da causa constitucional, 0 porquera
ha libado amargos clices.
Convidamos portento a imparcialidad* do publ
co para apreciar a anahse completa doaeguimeulo
dos negocios do uuuislerio da mariiiha percoiidt
em uedume, mas sem descuido pelo illustre do
pillado peruambucaiio.
Talvea aajamoa boje IndlOerentea ; porm a hin
toria jutgar som precooceitoa.
Recife i dcsolembro de 1853. /. It. de .s.
Seaaao' de 16 deaoiio.
O Sr. .luijntto de Olittira : Sendo
que prende actualmente a attenco da rama
o orcamento eovolvendo lano a recelU como
poza, deve ser considerada eata di.ni.siu ;
Iranacendenla do todas aquellas quo sao siihmellid.i.
i delibratelo do corpn legislativo.
Trata-te. Sr. presitleute, de ae determinar dellui-
tivamenlo todas as deapeiM dn Bftailo a cargo do-
seis dillereules ministerios, assim cuino de decretal
se lodos esses i.....tensos sacriticios que lem de >c
rom arrancadas ao povo, alim do salisfa/er-M' .i In
das aquellas meamaa deapeaai. Se amojnalqnercir-
slancla leudo cu de emitttr um juizo Iroperfe-
lo sobre qualquer materia, eu siulo que me l'altam
i>s coiibecimonlos uocossarios, e i sulllcioute capB-
cidada i'ci" apoiadot), declaro a V. Ev* que n
me julgo boje com forca- para veiicur tenias as dif-
licublades com que Icubo de hilar para discui
iiiesiiu) muilo ligeirameule este projeclo (al qual se
aclu redRldo, leudo elle so lvido uma 18o grande
metamorphoae na legunda dlacoasao, addlcTonau
do-sc-lhe outros lanos uo\os projoeloo. deluivu ta
capa de arligos addilivosou ememlas ; mclamot ptlO
se tai, Sr. presidente, ipie, dmligurando Intelra-
nienle o carador original da lei do ornamento, Int-
nou-a monatruoM, lransrormando-a omumampe
ci de barca do vapor queconduz ao iiiiiiisterio lo-
dos o* Ibesouros do Estado por meio deaulorltO-
<;es illiuiladas, iudcliuidas, sem se icm convenl-
enlemenla eetadadaa, o preterindo-ae todas as toi-
mulas constiliicouacs CODaagradaa no niMOO pacto
fiiudaiuenlal para a ulopcao de modldM ligi-lal-
vas.
A cmara sabe, Sr. presidente, que pela no-.,,,
coiHliluicfio iodos o. projeeloa do le devein lolfre
lrestliscussi.es, menos aquellos que sao conaidera-
doa propealasdo governo, entretanlu que inaiena-.
que debaixo do nomo de arligos eddllivos foram ad-
dicbmajjaf ao actual projeclo, lem de ser Irau-lm
madas em leis, prcleriudo-se aquelle precelo con**
titucional, o quo me parece urna exlitioidinaria ni
novacao.
// Uiz o nobre depulado quo nao he inuov.icao, mus
pcrmilla-me que Ihe diga ipie nunca vi a ledo or-
namento enseriada com urna alloviflo de laillai .m
lorisacoos Como este anuo ; o auno passado poroc.-
Caslflo da segunda discus-jo da lei do orcamonln um
illustre incuibro da maioria requercu que lodoso
artigo* addilivoa enUo oflerecldos foaram adiado*
e remetlidoaa mna commleilo alim dos apreaentai
em projeeloa separados. A nobra e illoalnilo maio-
ria loma-se boje iucnnsequento com oaaenv princi-
pios, quej.i lulo slo os mesmos de outr'oia ; porem
eu nao eatOtt dltpoato a ser contradictorio, ja que
anuo passado votel por aquello requerimeiilo do
adiamanto.
Urna t'oz: .Nao propox tambera neate uinu
algum addilivo?
" Sr. luf/unlo de Olieeim: Propoi, porem
nfloeatouera eonlradlcc^bi com os meus principios
porque essa medida por mim propoita he daquellas
que caben i prnpriamenle nt oivamenlo e notarc
que a lei do orcameulo sendo uma lei ;.....na bn pe
de admiltir arligos addil\os. ruja maleiia lenlia
porfeita ConoeifiOCOm a tic sua propria naliite/a
INirm, senboios, deploro quo a nobre maioria
qneira comineller esto anuo um abuso 1:1o grande ;
mas nao admira, porque parece que a nulire maiu-
ria bojo nao acha conveiiieule o quo boiitem pare
til dictado pela razao. A nobre maioria n.lo cal-
Oht... nni
en i lim laucando-
perdlo...
Depois ceden to a n
vel, acrescculei cobri
grima* c heijns:
Sim, urna s palavra, perdiio!... urna sn pe
guula : /: mum filho ?
Cesarina aperiou-me ronvuliivaroenta a cabera
contra seu seio palpitante, eraapondeu-me "du-
rando :
Morreu !
Morreu! evclameieu chorando tambero,mor-
rea !...
Aonascer, murmorou ella deafaVEende-aa cm
lagrimas.
Ine\plica\el conlradiccao t\o corarlo humano '
Quando em nutro lempo Cesarina radiante disse-me
que era mai. em vez de participar desua alegra,
eaperlmenlei um senUmento pesaroso e descoune
Jo; tema queaulorisando-se desua maternldade.
olla exigisse desde enlAo com dobrado direito o cnrii
nrimento de>st> ra-amento pimnullido por mim tic
ballO da f do juramento a Jacintho moribundo ;
esta apprcheiisao foi uma das causas to meu indig-
no rompimeuto com Cesarina, e todava |)eor> In
(oslemuuha deque no momento em que ella chora
va a morle desso infeliz menino, cu tambera o cbo-
rava ainargamenle.
Repentinamente madama Jeftraon tomando as
nulos minha caheca inclinada Mibre seus joellu
levantoo-a,
hmidos de
vii -! :
e litando
lagrimas,
mim 'cus grandes olhi
-mecom mi acento apa
i lif
EntV
ni onleruecimento inexprimi-
nlo-lhe as lindas mHM de la-
Choras a n
muilo?...
Bale ama va, Cesarina!... Ah
pelos meus reniorst-s. pelas minhas
numero para to arbar!... So le ama
i'arece-ine que nunca dt-ixei de ai
amo mais e\lrciiios iincntc do que <
niias la(pimas.ei sent as pntsacoei
10..
tu me amavas
illirm..
! en I \
pesqui
wi. me
lar-te..
iiinca...
.le me.
ai Rem
i Daos'
Ku le
W.n.
ora-
Tu me amas aiuda [
Cumehiiedadc!... rom adoraran !
Meu Fernando..* eu mu \ii..i*.
('vi>ti/ttuir-$e-fm.


Bi^ MMrftTMI >,.I'H'PIIHI,II TWTOIO'.-^J
culuu iii'in us perigos ilo um MiDBllianle proceder,
i' mu ..Hender para as wei.-iludes denle mundo,
n."io se lembra que lalvet ctejn preparando nina
i-amara i-nii<|uecl .....>.i que ii.lo tanheca, o que lalvct. Ihe seju l>ci
advena..)
Urna l'oi : Eu reipoudo por liso.
OSr. Augurio de nlireira :todos csses perico*
nao humllenles o nos nmcaciim, so osla lei liver de
ser exornad., por um governo que perlenca opl-
alio vmica advera quem sera responsavel por
lodaaai leais conaeiuicneiis que d'al.i resultaren
Miiio a oobre raalorli Pela rololn pane raoues-
las poueai coniiderarOes como um protesto contra
scmelhanie abo.....|ue Julga ser urna verdadeira
lalraeelo .....ituicao; o woinau votollveaae
preponderancia ui cata eu reproduzca medida Igual
que propl ou a........a-ado esuslenluu na Irhti-
11,1 o nobre chele da actual malortaaj betVr da ra-
Urna l o: Ouc.n liedle \'
OSr. Augurio i'e Olirtlra : oSi. presidente
da proTincia da Halda. Mas, dina eu. M o mcii
tolo Hiena valor na cmara eu proporla e* me-
dida pela qual cnn.eionciu.n.uonle vole no anun
pasado; mas como M que una medida, por mal
sania que seja, quandu propolla por mira perde lo-
du oseu mrito, lornando-ea aarrilega flulo apoto-
de
ule
na apraei
i relativa ao me
nela, a qual r,,i
uno de lio pl-
ida peda depulaclo de Pernanibu
Ihoramenlo do porto daquella pro
rejeitadalendo-wapprovadooulri
pilante luterano para .miras provincial...
I mu Vos: Volaram-se OO.OOtrjiOOll para es-a
obra.
OSr. .'atufo ilr Ollttlra :Achando-me pola,
Si. presidente, como die, inhabilitado para poder
iiluuta
1001M
de ni
julio
jerlo
Hilo i
liare:
diipu
l.l.a .q
tenientemente na prewnU
iiaa respeilo de ludoi oiilh
'do nraSecloqueaedhcule,
lene a laucar mito de iodo,
irada intelllgcncia para fui
rfoilo
mdo-i
..,,.
dtaeoariu
sos
qu
ree
alar i
me pi
iii-i
Irh
qu
2E5.3
da marlnlia.
Preenehida cita primeira liarle d
aproveil.r-iiio-hcl daowatlao para
ir-pu.lu as oxplc,ii;ucsquc o nolire i
i lidia se diauuii dar das iutcrp
Uve a .......dia do dirigir no g.
nieta
pelo sol.
para cae Um ni cenan.
ilii.i. ou lies, nnineeni-
, i.lo ardua, limilando at
tmenlo aquella.....lista-
do menos resalar o mena
uittralivo, lilo he, aomi-
neu dlteurso.
rumabrevi
lislro da ma-
acns que en
leudo lido S
boiuUde o delicado de qoallOcar aquella,
iolerintlacoesdo.....iCTarii*,auilacotaieru< de-
cente.. Se bem tee cu por lal forma appollidadi
pelo nobre miuislro de auda, temerario elude-
eeule.....lavia na rusposla que leal,,, de Ihe dar Ira
i mi ile raptar a benevolencia da cmara, aliiin-
d.....lo Miiipre naquell.1 inetoia moderarlo dequi
nunca mehcl npaitado nesla tribuna, esc por aca-
so fur desviado de.ie incu propoailo por aparto
quewmedirlj...... eu procararei permaneeer nent
pounlo que leiihu desenliado, procurando so mos-
trar que -e.....Hmica cplietos, que por Ineonve-
llienle nlo a-.ei.l.uu boill em meinbro uenliun
diada casa, quandu por \.....ura ron.....idmlllidos
Ulve......e..eni ser indhor nppllcados eni quem o,
proferto, duque no individuo aqueiufbran dirigi-
dos. Reclamari
Vma Vo; : |.. be que be moderarlo.
o sr. .tugela de Olleeira: Embora, Sr,
. ii nobre miuislro nao se humossc dlg-
etposla alguma diversas cousIderacOei
e a b.....ule submetter aocrllerio da ca-
nda di.m iiu do ornamento damarlnha,
ulendoudo lalvetS. E*. que mo deveria aa-la.
luda a suacl..........ria albo de procurar desvanece!
itiam un ni" espirito contra
presideul
n.ebniar
queeuli
h.
mo t.dl
-niel......
las quei
irelaliio
dado ao
ppotii ,,,
. sutil
rilla
derla,
o nlu
ja qi
iesej!
docl
eu ii
le ,1
nh.-i
lo llOIII
ve de-i
fameiile redan
le mi,,:, mi
dual miiiisle
l,e lal que i
le. para acudir as ne
rvico publico; toda-
" un* ,1,.....alquei
Iralaudo-sedadistril
proc
M
qn
1,1.1 pelo
dfl |
lili
ii laca de-
negar-llu
dados su
julgand.
.rosrului.
do dos di
appli
bou
VCJ
llol.ro
emola
S. Ex
iusrol.i i\ i
, boje lerui
uccasllu se
i a devores
rail.....e n
nul. .,:,,
i,,,,,, li ,.
uta
-II,
de
nli
, que ralle!.
,,-. pelo desej.
do lucuibro d
:.:.., ,i trillo
rvac6es deini
SAZ
lllcial do gov<
mciliadora do
macos pon
I nlu
i"
llil.......'
,l,i balallil
idminUb
de pondi
ira este o
,l
ubi
qu
lies ,1a polil
A-mnba,
di-.:.-lo do ore
u secretoria de
aunada, de lili
val: v. E. ni
breves refleioei
na ordeill da. I
.ha., do gloriad
Eulivealioii
convenientes qn
dido por S. Ex.
la de a.pira,,i
couvenieiilo; p,
,oni lllulosasu
lo ha de procui
regrai eslab i i
.......lu-M I
ranle a lod,
ii a lodo, o c,
em vala >uai \
Agora chamal
a uarl. do
lienta as urnas
-eiu,-, a burdo dol navio-
diaoosiclodoreguiameiito lie lulsir
na a. letras adoplada em loda
quaescsigein quo ludasaipraasal
concorram para a liuipeu
<.....justa e ai-
llo Eslai......i,
fonnei do ev.minai o
.i,i ,la mariuha, 'aben
isrcflejocsqueniopu,
1.....lararti
dedarllelcuinpri-
le iiarlamenlo, di
ndieaode ver lal-
'adas na can.....b
Mnenlo considerada)
inri......tunicados, In-
terno, elaboradas pul
> asalariada, cobrin-
:,, nioderacioeaju
m.iluiielc!
occaillo da primeir.
irinlia veruram subir
lel-general, corno d
he...... o baUlh.ii, na
ida crescenl.
naval, porqu,
Ja dio, upa-
ubre ministro,
araalgunsin-
I....."'"O MIH>
Irel que a lal-
i um grave i-
que se juloai
w-.-v r- iii_ibww
uulro modo em que o nobre miuislro posss anplirar
cota mais ulilidade este dinheiro 1 .NSoielquacs
sao ai raoei que junis ponam aulurlsar seinc-
llianle despea i paret-e-me que o nobre ministro,
rumo j ilisse de entra >o. q cclebrlsaNmcoin o
balalhao naval : pedio a Porlimal empreslado um
iiome pata dar a este balalhio agora quer-lhe dar
latllbeiu um quarlel, sefli alicnder au desperdlrio
que \ .ii ruiiiineller.
Paanudo llraUrdo lonicodorclaloriodoS.Evc.
relalivamenlo ao arjlo de Invalido!, cu tenho a
observar que desdo iftiS s bala detll cslalwlcci-
mcnlu, no enUulO al boje nao se tomn una me-
dida dcniniliv.1 a Miiiclbanlc respeilu-, apenas S.
Bie. um ou dons metes aniel da abertura do corpo
legislalivo nomaou urna eommlHao para dar um
parecer sobre osle assuniplo. Seguramente mo be
por Miada dinheiro que S. Ew. deijun de eul-
Inrar |iedradoediliriu: porquauluS.bxe.diirquu leu)
:l(l:lMHlo depo.ilados nu Ibesoiiro para este luo.
Parguntaroi a 8. Evc.se por ventura JAaaeaco-
llien lugar para o edilieio, porquera/ao 8. Bao. nlo
.leu ja principio obra ; cmquantu S. Ele. Tana
linla e-a mud.iiu.i no balalbo naval, n.n, pudiaue-
cupar-M desle objccio, em duvida multo mais Im-
portante
Noseurelaloriu net diionobre ininislroqu.se
arliam depositados no Ibesouro :tll:(KHI-, proveni-
ente, das dcditrriics do um da de"sold, ruino de-
termina a lei de IKtS. de todas as praeas de piel
,l. eorpos da marinba e olHriaes mariubeiroi, as-
sim romo, euiqiianto nao r rcrlamamadus pelos
bcrdciros legilimos, dos soldui ali.ua,I,h dos que
moirereni ,th lutliulo, ele.
Cosla-me que in-.la quanlia nao eslSo iurluidas
(mas as dedmees, nem podan estar,, porque o
Si. miuislro mo expedir as convenientes urdens i
esquadra pan na organisacao do prels hter-ta csse
desconlo, Mudo que esse setvieo nilo pule ser bem
fcilu pela conladorii, que lem oulras obriganlcs.
Se o nobre ministro linli Inlelo de aprovellar-
sc dessa dlapotMe da lei, paraee-roe quedevia logo
ler balado de dirigir as ordena conveniente! i< es-
quadra ; mas S. Eu\ nao pensotl uisto, a|i
ules ,b
do do escrev
niissiio para
abi
npi
ai be que, ten-
lalorio, noinenii una rom-
do asvlu dos invalido,.
Icraees, porque vejo que a iion
n ludo menos bem aquiulioada que
s do Estado. Conheeo que uflol.t
.......i naii novo conreo iweaohaj'
Belmente! que lia em uulrns panel
\e na eapilal d imperiu ugrandi
a Vermetha, destinado para os alie
se ve uutros edilirin-. be para la-
iiernu ii.io tivesse ......sicluedcs-
1 avlo para o Invlidos dn
j pedera ler principiad!
de
Paco csli
marinba esta ,
nutras corpora
possivel que
lodos o, BSCll
mas .piando s
ediliieoda IV:
nados, quandd
mentar que o
velo na ereaea
armada ; se u liv
es-a ulna lio til.
Eu enlendo, Sr. presidente, que mis devenios
ler milita alinelo rom a nossa marinba, parquee
nosso paii, emconsequancla .lesnas ralentaacoa-
las, lia datar unidla una grando potencia inarili-
II, emln se pude ler maiii.lia semruidar dolinm-
e.iar, da lelienlade daquelles que a comiiocm. Sao
oslas as ideas que caraelerisa.n o DOTO i.ojo o mais
eminente do mundo a este respeilo, c perraltla-me
.. nolire nilniro que ibo lembre um pequeo Ire-
ebo de una obra que S. Etc. j lom lidu por tan-
la. vetes.
o governo inglet, segundo not dito Sr. baria
Charles Duplu, he religioso para com o dlrelloi
ad.pieridos, e sempre Del a suas pru.uessas ; enll.u-
siasta auimanilu serviros prestados : generoso no
reconhecimenlo dos servi.-os pieslados; cuidadoso
do bem ealar da saude do ious defensores, ava-
renlo de suas vi,las; c Analmente sabe compadecer
so dasorle dos sen. servidores Invlidos, be carlla-
liva para as suas viuvaa, paternal pira ruin osor-
pbaus.
(.....bre iiiinislroseu.uanieule.quelem lido lauto
e.las obras, deve te. erando enll.usiasiuo por esta
celebresescriplora que Iralain da mariulia ingleta;
enlielaulo mi., vejo que S. Eve. leuba leudenria
alguma para a marinba ingleta ; ludas as .na, iu-
rlinanv. siu boje para a mar.....a trancen, pelo
Icroa desse arse.nl, porque eircnlam boatos contra
a buur daqu.-llrofllcial-.eslou qu* a honra ileso
odliial est j.uautlda pela probidad.' du mesnio no-
bre i.iinbl.,, da maHnba; por ventura livesse lido
S. Etc. -i..|i,,ilas daqmdl ..llinal, ., letia sujeilado
i iim conselho dogdCria, e uaoUria honrado com
certas pravas de coiHldcrarao, que elle j (em me-
recido de S. Etc.
Eu appello para o! nobre! depuladoi pelas pro-
vi urias,lo Norte que passam conilanlenieule por
l'eruumhuco,quedigiu o no b,i grande, mell.o-
ranicnlus no arsenal de Peruaniburo de ccrlos au-
no! para esta parle; nao ba ningueni que dragando
all uno llijuc mes.no pasmo de ver o arando adlan-
tamcnlo das obras; no inlervallode urna sesiiloque
eslive na corle, quandu vollei i provincia acbci
grande alterarlo no arsenal, graudes obras se II-
uban feilo; se fiir cieculado o plano debaixo do
qual lem ,1c .ser feilo as ubiasdesso arsenal, ser el-
le o oslabelecimento lalvct o mais coniplelu do im-
perio ueste genero, poder* preilar muin bous ser-
vidos ao Estado ; porm dcha-M paraljsado, aj in-
terinidades lem feilo milito mal.
Eu nao quero fater carga ao nobre miuislro pela
iiumcar.lu du substituto daquclle inspector que li-
nha dado grande impulso au arsenal do Pcrnainbii-
CO, |>urque lambem recouhero nelle um bomcni
inuilo honesto c zeloso. Porein esse oflicial pnu.-li
ou nada p,i le fater, c.u rousequcuria de difflculda-
desapicsenladas pela Ibesouraria da lanada, Um
couiliclo se Iravou entro o Ibesouraria e o arsenal
do mariuha, que molivoiilalvet a dcmislo desse
erapregado, as difllculdadcs conlinuatam, o arsenal
...lo pudia ul.lcr cousn aleunia para u scu servb.o ;
urcisiao houveoni que um navio foi demorado det
.lias em IVni.iuibi.ro por causa de um barril de Un-
ta ; o arsenal nlu a liaba, fet o pedido para a ll.e-
suiraria. mas fui nao salisfeito semelbanle pedido
lenao depoli de muitos dias! Eu deplora que ludo
que dir. respeilo u l'eruambueo lenha peiorado de-
pon que o nolire ministro leve assenlo nos conselbos
dn corda.
Nolarel lambem que o inspeelor do arsenal de
l'eriiainliuoo nlo lem una |.aga sulllrienlc, o orde-
nado que se Ibo d lie de HOtlS, quandu o intenden-
te da l)ihialeni:llHs, entretanto que o arsenal
de l'ernainbuco punen dinero du da Halda. te-
se mais que o inspeelor do arsenal de l'erna'iibucn,
alera de lodos os encargos do mu e.nprego, Ira mein-
bro da commisslo da obra do n.elbornmento do pol-
lo, pelo que recebia em corlo lempo a gralilirarao
de l:Otr}qiie lira foi lirada. Assi.n, pois. o ins-
peelor do arsenal da l'ernanibuco, com mullo mais
que fater do que o Intendente da Baha, s.. par ser
de l'criiumhucu lem tUXb, emqiianlo u da Hab i
lem3:40Dfl
.Nota-se ainda que o nebro miuislro pede no eu
relalorio mnaiigmenlo de ordenado para n .ispee
tur do arsenal da cirle ; nlo negarei de cerlo esl
augmento, masdesejoquose esleda este licnellci
au de l'eruambueo.
Ol.scrvatei lambem que n inspeelor du arsenal d
curie recebe Ulna grallueaeSO de 1:1009 ; nk.s a ra
ni ira ha de se rcrordar que aqu foi prupusta um
medida augmentando u ordenado desle empregado
a
jaajjBj
na toedldi
.prabede
que O.....uarejeil.
deu-se e-sa malilicacl
ra desreqieilar-sc a de
.. amei no cima do corpo legiilati
desneu.
.Viuda mais, o nobre ministro,
sa graliliracao, deveria cousigna-l
tu. que fi'.ra mullo inelbor do q
mo obsta
algn,,, man
ra, col local
c.n materia
idandu dat 0B-
i sen orramen-
accuilar certas
noa pelo qu
'.peil
elb,
al,
aiesmo qu
s Institu
abo .le.....
de ubjorlos
::,as':;;'
du prece
dadlo i.i
posto
Tai
P
>to
tde
lile
islilu
lila
I........
lio de
leudo
,-p.
pa-
lo le,esi'l\irii-.
i a :.ll,>n,; dolioluemi
,u regulamenlo, pelo qual s.
loase corpo da baldea.;.... euulra
Parece-me que esl
ente contra
maiiubiis, a
lo dos navio
los mesmos navios: I.
nli:
ale
Mili
. i.ubr
efe. nli
l,l,i i, ,|, .e lila I,mi
nalrauceu o na do, Estados-Unidos; i
corpo Inglet i royah marlmrt) de que en
aaulratei, que nli.'m gota de privilegios q
ministro n.n d ao mu balulhlo naval
ragulameiilo, n.n. he isenlo de icmellii
eos de lin.pe/a a burdo des navios. E nole-M q.
lilu ,e d i,., mariulia i. lea, onde m lr|iolico,
dos navio, eslo sempre rompila!, quanlo mam
IripolacAoi nunca se aeliaui eumpl
ules -
t,i
lie
lecer......
vio, be
nslabelcci
do balallii
prejudici:
Ti......ei
litar o Si
J.......eu
tet Judie
Ei......i
por ven)
corra pa
conlalo
Ora, .
plina do.
disciplim
em lena
i.. e-!i dill'.-renrii deservico vai cslabe-
pecio de ciu.ne na lrip.dai;:u. dos na-
I.. de-igu.ddade quo o nobre ministro lo.
i re oimporial marinheiroe o soldado
naval, o que me parece n.uitoe mallo
pedir
ia j. e
la rem
do ili
.(.osla q,
l a a pri
i,i ,'l'e ||
i liienca a V. E. para iusistb
llillid:......-asa ; fallo da incun-
a.'io du quarlelilubalalbaouai.il
,,a,,iu.a. E-ta medida, quanlo a
ilouiiimereciiuenlo, he de hab
o a fater mais osle desperdicio
bgo e eollega por Per.......buc.
di-lael-snieieade.leobjecl.KS
BMdignoadar, ro: Que, n
............le corpo em Ierra con
i.boi.liuacio. culn n.lo baverb
que podesie icr diieipllna.i
Ij observe em ou-ra bbs*m |
Btr.sddearja Intreduiir entro
de I.Ull Napuleau. A vista do q
rar, Inda. a. \e/.e. que me necupar de objecioi ,1c
imu mba. lerei temure a cuidado ded
lenco do governo pira que trate quanlo anlaa da
eililicacAo de seinelbai.le cslabelerinK-nlualtamentc
reclamado, ponqu he predio que naja um lugar
onde sereculh.......shoniensque aaslam a mi., sau-
de e se inulllnam no servico du Estado.
O liquen que se-cauc du relalorio do Sr. miuis-
lro be relativo i Intendencia da mariuha. J este
mil.....ni laiaaineiit. cnn.idei adn pelo mcu no-
amigo o cullcgi por Pernambuco. por io mu
es refletoes faiei acerca delle. Consla-mo que
reparlirlu esl rnn.plela.neiile inulilisada, que
ltribnicf.es que Ihe perlencem Blo invadidas pe-
la eonladorla do morralla, que esl buje no guio de
all.ibnicnes que no Ihe coni(.etem.
Parece-me que as eonladorla! pela sua nalnreta
devem ni Hacallsar ni dspotas ledas, nada lem rom
a, compras no entente comla-ine que a eonladorla
da marinba da corle boa repartirlo que overee mais
Influencia no ministerio di martiilia. Talvetquoo
nobre ministro lenha mullo boas railes para .lo,
lalvct lenlia limita eonliaiua iras empregadus da
eonladorla lio negocio este em que nlo den, Ba-
tear ; ma, uh-rnarci que o intendente da mariuha
be peo:......ib. habilitada, l.omem milito hon-
rado, lio hbil couin-eo antecessor,cuja prolddade
roi apregoada nula casa pelo pr.....lo Sr. .......si
na ultima tsalo.
.Mas sea Intendencia nlo presta serviros, se o no-
ble miuislro eulende que a eonladorla pode nieeii-
cher ai funcees da intendencia, acabe-se con. esta
rcpartlcla ; acho..........ncoiiveiiiente que estejam
a, dua. lepa, tiene, eme.....pela rivalidad,- rons-
laiilemenle, aemlo qus ludo isio s.i eoncorre para
que padeca o sen Ico publico. Comln-me me.n.o
que na eniila.lona us ulllriaes de luaiiuba nao silo
bem Iralados, que para ohler .,. .eos pia.unentiw e
,..,,. auias nitrera arando uiorosidailc : parece que
nesla reparlitlo nlora gosla da farda;ruin., he di-
rigida por empregadoa Clvls, ditera que ha certa
ai.im i.id.ule contra us uuirb.es da armada ; pomo
atseverara S. Btc. que tenho ouvldo qualias a es-
te respeilo ; se fundadas ou au, S. Evo. melbnr re-
solver.
Puncas palanas dlrol acerca dos arseuacs, Bl-
pln este deque lambem se oceupou o me
.Mas, se quandu a cmara rejeila una despeta o
governo se Julga aulorisadu a lato-la, deeneeeataria
,e lornaalei du urcanienlo; nesla Cato pane una
medida declarando que u governo dhlrlbua os di-
nheiros pblicos como bem Ibeaprouier.beislu mais
airoso do que v-r-se una medida rejeilada aqui em
u.ndia.euoonlroser ella adoplada por decisilo
propria do governo.
Occupar-.ne-l.ei agora das capiliu.ias dos porte!,
tic seguramente esta una das novas inslilnicnes que
eu repulu mullo lllll, porque serve para regularisar
n.n i ,n servico niariliiiui dos portes, como ale para
, na.ljuvar a arrecadaco das rendas publicas ; .....
he nina Insliluielu que parece estar cm rompila
urpbaudade, nlo se Ibo dando o devido valor. Seria
mullo lllll que ,, nobre ministro euidasse do man-
dar formar colas de pratleagem, das qua.-s sahis-
sem pralicusbabeis, au meaos para certas paragem
cuja naiegac.1.1 lia dillicil, com e,|.ecialidade a de
Pernambuco ale ao Para ; mal parece que be ubjec-
lu de que S. Eve. au se uceupa.
Tambera observare! quon nobre ministro, seesU
informado das diRlenldadet da entrada do porto du
du Pai, devora Ira mullo ler tratado do mandar ba-
lisarosbaixu, que all ciieiii, por meio do eolio-
cacalo de bolas.
A osle respeilo peen o auxilio dn nobre meinbro
daromiuissaiiquclin pouco pedio a palavia, por
que ello deve oslar convencido delta necessldade
mais .loqueen.
O aoven... por.-in dorme sobre todas es.i! neres-
sida.les ; lano mais quanlo a provincia do Para ha
a mais Innginqoa, o por bao dalla punco se cuida.
Vou agora oceupar-me, Sr. preaidenle, de urna
da, inaleiiasinai. ravorilasdo nobre minislrnda ma-
riuha, que he a academia da marinba. subre rujo
assumploeslou divergente do mcu nobre amigo e
collega, depulado ma provincia de Pernambuco,
que fallou bolo.
Era natural, Sr. presidente, que o nobre iiiinis-
Iro da n.ariulia, s.-.nlu lente de urna das academias
jurdicas de imperio, se lembrasse do introdiitir na
mariuha o entino de materias dn curso Jnridiee e
que quites-te e.nulver queslOcs juridieas en. negu-
rius de n.arii.ha ; por .ssu ditS. Exe. que a acade-
mia de mariuha calece do rcu-mia c que para esto
fin enrarregra urna coininissiin de lentes para nfle-
recer n.n projeelq de reforma aos estatutos da aca-
demia de uiarinlia.
Eu.Sr. presidente, nocoulcslarci a medida de
S. Exe. nesla parla ; mas enlendo que qualquer
pronosla que lenha de ser apresci.U.la a e-lc respei-
lo nlo .leve set runfeccionaila -Minenle por lentes da
novu lembradas pelo nobre minislrn mise relato
rio, si na idade de*) aonos licani pinmpln. Nlu
guert dir quoisto seja convcnlenie, antes seria me
lliur que nesla parle seguissemqi n svslema inglet
do admilllr mucos de lenraidade pala a ni uinhi
inandaudu-os para bordu dos navio-, onde se ac.
lumam lugu lis privs.-Oea da vida martima, esdue
ren, l..e da, cu imu, nlu la.le. e ilive.l......ni", de ler
ra ; este lie u iiieio da inoculado poder robustecer
se e adquirir forc,a de espirilo uecessnria pararesis
tir aos Irahalhos c perigu! da vida do mar c guerra
acuslumandu-selnmbeui por aab maneira a vola
respeilo e considerarlo .ios, seo. superiores, pu
quem (cm do ser comliandaaw. lie a eslesvslema
que a marinba ingleta deve o scu engraiidccimoul
ao ponto do ser considerada boje como a rdinlia d.i
mares do Universo.
O uulire ministro sabe pcrrailamentc de Icnlasei
sas balalbas navaes que buuveram entre a Francir,
Detpanlia o a Inglaterra desde arcvuluclufranccz
Para se ser oflicial na mariuha hespanbula e\iai,r-
ii.n curso do 7 minos de esludos, era a uaeao qu
ne-i- lempo .ipr.-eiil.ua i.ili.-i ie- rom mais inslrui
elu seientilira, leudo possuido mesura alguns liabc
cscriplorcs de marinba, como, por cumplo, don
do que.u neslo inomenlo mo record, Gharrnsca e
.Memle.e lli,,..a,pi,.lle..,ul,,i de,,,,, tratado do pronip
lillcavao do ortilliaria, e oslo de um sobro navega
rao, obras que focan, apruveitadas pelos Ingletcs
eiilretanlu u que acunleeeu t A niarinba ...aleta
em ler csses coubcciinenlus scienlilicos quo tii.lia
hespenbola e a franreza, sempre foi vencedera no
combates navaes que liveram lugar.
Enlendcndu, Sr. presidenle, que a iuslruccao Ira
muilo pruveilosa a qualquer elasse, eu annuiria .1
buin grada que o nebro ministro desse essa instru-
coscicnliflcn que lem em lista aos nussos aspiran
les de marinba, se islu nlo lrouxe.se o iuronve.iicn
le de fa/.er con. que elle-lenlian.de ir pata bardo do,
I que Ib.
vida do
O
ule
lo dif
,-..i
sja c.u un.,, ida,
il adquiriros hbil,
islro parece quo indicuu no sen rclaloi
dade .lose crear na academia de marii
deba para o eusino do ducilod.i, genio
llovido, Sr. presidente, que seniel
,-,.. nceessari;.....ase.nliiu annuiria aim ine.ino,
ssceusino, se nlu preJudicaSH a Otilios que me pa
ecem iudispensaveii. Nulc-se que quera lera voi-a-
c:ln para certas ramos da scicncia nao lem precisa,
de os estudar em academia! temos u prava do om-
ines da n a Mariana quehlu prestado l.uusservi-
os na diplomacia sem teten, feilo o esludo de.le ra-
lo na academia em quo slivera.n : lembrarei a.
ubre ministro os releanles serviros diplomticos
rcslados pelu Sr. dicte de divislo Pedro l-'erreira d
lliveira uliima.ncnle no Rio da Piala, sen icos qu
au pu, lem ser esrureridos.
O Si: .Sii/ueira Queim lTambera scesluda ni
gabinete.
O Sr. AuiUtiO de (Hucha :l.e.nbrarei mais a,
ubre miuisiru que Nclsun, que foi um dea pri.nei
is almirantes da luglalerr.....unra estove em un.
endemia Jurdica aprendendo o diralto das gentes,.
o eiili.ulolcvedc Halar de gr.....letquesUoadiplo
E.ntim, seul
lala eadelra r
uto disse, e ruin os
tnsinn lembradas ,
M, eu s.i cu..corda
nona academia de
>s oulrosaugmentus
S. Exe., dabi
ia creac.
nli.i se, en
talerias di
ultassem
i;-i
aquello
Ira que
> oflicial
i... ra-
tela por
dos
podo
abr
ni i.i,l,i b.
de lilil.)
, bem nao
disci
ule d,
us l
1
ii,i-r
if.i
rb.
. quo
nem qaoMrve
.bordo. Voja-
a este respe)-
is a bordo dos
acamo que em
......pu leu. de
lugar onde
t osserviciis
|..u ii-nl.i.aqu.iuilt
navios osla.....i habilitad.
Ierra'.' Seguramente que nao. Saeta
servir na ara.....a, elle deve eslar el
se va l.abiluandn puucu a puucu a lud
domar.
E .lomis, pe.aunlarci au nobre ministro u que
ruar fanndoaforteiern deVillegaignonTque dea-
lino data ao aqnartelamenlo .testa rarlalaial tervIN
ui.icamenlepa.a o cu|.u de mpciiae-iiiatinlieiros-;
do os proptio/niappas de S. Btc. este corno
lem inail de tlO piara. : e eolio para que
gaUr60:(Kr.laruin ..... q.tatlel para ot) ou 0
ivio, inesn.os mappas de S. Exe. o estado
Segu
eneclivo do balalhlo naval, nlo patsa deSM i
cas, 180 a iludidos navios, e 7(1 era Ierra. E
inounn S. Eve dii no sen relalorio que o corpo se
vaidesfale.....lo lodos OS dias por lal maneira que
lalvct venha a ucar r.-duzidu a urna c.......,-......a,
Islobe.a lOOpracnt. Ora, 100 pracas nlotaoiufll.
denlea para ter.....distribuidas pelos navios, c atsim
t'u'ai.i o quarlel se. lindo unirn,, ule para a e-l.nln-
...lint. Alera dislo. S. Etc. lamben disse que,
vUtadotembann...... neneontram .....-ecrola-
mento o ongajameiito, lera mulla comen ir.loda a torta ..aval .... pe em quoM acha;
......ai,I,,,....ii, que podara rater be que usen ba-
iiii.innx:d-,,,,, .,,,.,,,, m nracaa, Ura,dh>
Iribuida 180 pelas navios, como s u- dos mu
li.api.a-. tica. en. Ierra 70 ; o para estas 7(1 vai
jn.ldr WaTOOf nos ropa, o- du quarlel! Mu baver
le ai.lian e eolloga por I1
formad,, que o arsenal da enre nlo presta
seriicuque podero-, desde Ja porm ded
nilo quero fater a menor censura ao diau
que ..dirige, porque de. naisamai.be n.n
vos que se cubri de gloria em miuha provl
oreasen, da ultima revolla;|liiessc eu queiva
elle, s.i n,. ultimo caso as faria.
A morotidade do sen ir,.....arsenal de marinh.
nao proven, do digno oflicial que o dirige, ma
siu. da eonladorla da marlnha. Comla-rao que nl(
ha navio que possajamis sabir .....lia designad.
peloSr.l.....islro ; ni'iii.i.li i questln mandad,,- sa-
bir en. um .lia, e saben, la dias depui,; alguns ia-
. um .lia, e lullam no dia seauinle, por MU
do- lopprime.....i, o graeutl quelta-n da
iria, ,i inteudeuria da eonladorla, e a ron
la secretaria : mas o caso he quo u servil;,
-ule: o.gneros que lau para i
la-me que nao sin da mellior qualidadc
academia da marinba, mas lambem p.
ai litada, us quacs lendn um cu.su da
leudo no eummaniln de vasos de guen
loda a prntira da vid do mar, nao sao
litado! para indicar as impcrfoires
guardaa marinhat vio para bordo dos i
do aatiero da academia.
Os lentes da academia de marinba
scienlilicos, .-.cosliiniados cssjs ll.eo
phieas e luallie.nalicas. mas quo Mil
nllir
dei
d
ulquirid'
us hab-
i que o-
Mo liniii
i...........
liten
ludo que he neccssai
i par,
VIO COII-
vln da
11 iage.n
apenas
motn
ule tap-
uis se
hora i
dos de
illlend
ladorli
lie lelo |
:n-......I
Mo insislirei sobre esta circumslanri'a da
qualidadc dos acucio., poique nlu lei.hu doeumei
loa para anotar eati mlnhaaaatrelo; ma, no q.
io-i.io lie que o aliuotarilado da marlnht tela pe.
i ido dos gneros neccs.arius alim de que faca
supprimei.los em lempo devld.....Um de que o se
xi(ii publico nao pade.;a. A .-amara se rorordn
da laraa discussiio que bouie nn senado acerca i
vlagem da oorvela AaAuMa, diteuttlo quo pros
que u arsenal nosoubc sopptir a es.e i
leniri.lemeulc.
Eu tenho observado que ni navios qi
curte para a inhiba provincia no lint den
d de/ di... cliogan.....antiladot do lud.
chegam ratea logo grandes pedidos, o q
que quan.b. parlera ..lo rtoconvenlenten
pt.des. Declaro, lomo a repetir para que
pnssa enienenar a minba Inienelo, que nao quero
r.i/e. censura alguma aos empregados do arsenal
da r.lrle, porque eonsla-mc que elles razn, o que
poden e esl.. au sen alcance, mas queixu-mc do Sr.
ministro por nao .lar as providencia! convenientes
alim de qucosnrmaions do arsenal estojara sempre
s.tpp. idus ilus generes neressarioi.
E a respeilo do arsenal da marinba da inhiba pro-
liiieia, .levo diter que era lalvet una das reparli-
C|ea da marlnha que marchava mais regulrmele
antes que S. Exe. rasse elevado aos c.tnselbos da co-
rda ; mas S. Etr. lem certa Ogerita iurelitniculc a
luoiiiuia de Peiuamburo, porque at nesla parle
Ibo quit fater mal; lirou-lhe u hbil "Mi ...I quo
diriga all o arsenal. .Nnte-se quo durante o mi-
nisterio de S. Bie. qualro inspectores lem parido
nuarscnil de l'eruambueo, duus cll'crliios u duus
inletini...
Ora, tabe-ee quanlo he prejudicial .. liroeiait de
empregadoa, de ebefes ,te roparlieoes, sea.....le o
principio proclamado pelo nobre presidente do con-
seibo ; assi.....lecessarlamante u wrvico publico no
rsenal de Pcriiambuco deve ler padecido. Eu dc-
i'java inesmu quo se cstabelcccssc ulna discusso
Hielos aas bii.ii
a vida do mar.
I.e.ubrarei ao nobre ministro um fado que lia eer
los nono, pastados occorrou em Portugal durante i
.....isleo de Martinhu do Mello, cujo uoiiie lem s.
do citado lanlasvet.es as disc.nMesdu sonad... Ten-
du-se resollido cm Portugal unta viagent de inslrur
c.lo para us aspirantes de mariuha, enteudeu o go-
verno daquelle pait que csses esludanles devian
ir acompanliadoi por seul lentes, o nlo p olllciac.
de inaainha.
Bfleelivamenla tahlo para o Mediterrneo n na.
iiu destinado a essa liaae.n de nslrurclo, Icvandn
a sen huido lodns os aspirantes tle mariuha, e o-
lentes da academia ; o u que acontecen ? os lente,
cujoara.n logo, inetler,un-sc cm seus camarotes, na-
da puderam entinar aosseus discpulo!, do maneira
que a vlaeeui lornou-ne.ltproveilinaruinplelnmcn-
le, c al eonsla que a derrua feila pelos lentes sa-
bio errada, nao leudo contemplado nos clculos o a-
lulli.iieulndo navio cuno deiiain.
Tambem, Sr. presidente, Icmbrarei au nobre mi-
nislrn o tp.e acontecen culre mis no aiiuu de 1833,
nena poca eut que, pur assi.n diter, u espirito do-
minante era o da querer destruir ludo quanlo era
lelbo; resolieu-sequefusse.il fundidas c.n urna
sii as .las academias que cxislia.u, a de niarinba e
a inililar, e eonflou-M unta euunnissau de lenlesa
uraani-aciuidus novu estatutos : por csses eslalulos
etigia-w I anuos de esludos para a lormatora de
qualquer ollirinl quequitesse ser adiuillido na uia-
rinb.i.
Suppri.nirani-se certas aulas muilo necesarias,
CO...... por exemplo, a de npparelho luriinu-so M-
ru.i.laria a cadena de navegarlo, c crcou-so M ra-
ileitasdi'inineraloaiacde botnica.
Os esludanles que sabia.n desla academia, e iam
para a marlnht com o titulo de hachareis, chega-
vain a bonb. e nada sabiam, nem uras.no ronlieciam
o apparelhn ; de Inruia que dentro de un. au.....
seutlo cuino ministro da inarinha u actual Sr. presi-
do......I" conselho, lomou-sc ao onligo pilado, essa
reforma foi abandonada orestabelcchhi a academia
do maiinha ao que era anterormenle.
Jiivl pnis o nobre ministro que estas experiencias
lem sido falacs, que be inelbor conlinuarmos a ca-
n.i'ili i por onde temos andado.
Mo be a falla de insli trelo scienlilka, Sr. presi-
leulc, que fot. eo.n uuous olllciacsdn nossa armada
uu sej.... mais perteilus na sua prolissao. O nobre
minislrn, segundo nos dit em seu relalorio. julga
i|.ioa idade do l_> anuos Ira demasiadamente pre-
matura para que um .novo possa ler adquirido os
wnlir-riiiieiilos necesario! requeridos como prepa-
ralorioa para ler admillido na academia de mari-
dia, e parece-me que ao mcsino (cirpn S. Ex. be
le upini.in que at nugnieulem as malerias dc.se.
preparatorios ; do maneira que assi.n l.in moco si,
poder.i entrar para a academia do niari.ilia quandu
livor Hi annnsdc idade.com qualro annus de estu-
du ua academia : vista du accrescimo de materias
avenanla que ja aponiel. Verdade Ira que.
reacio doaMcsdelra lalvettroutenea vanlagem di
proporcloitar a S. Exe. o mel de licar tiesta .-.'.. i.
doqois quo sabir.lo ministerio; seguramente S. Ex
boje acoslumado as .locuras da corle, diili iluieni,
sujeilar-sc-lia au depois n sulidlu du crino de O
linda.
E liualiueiite, Sr. presidente, ja temos exemplo
entre nos da mojos que enlraram [.ara a acadcmii
do mai iuba.e depois acba.ido secom leudencias pa-
ra oulros e.ludo. nlo tpiitcram continuar na inar
..ha. Nlo sabe a caniara que o e.pirilo que se delei-
ta rom o taludo da certas materias soicnlilicas, nac
pude habiiuar-se au depon ao materialismo da vi.bi
du mar ? Assi.n vemos que os Sis. I'arnnbos e Olio
nis, queja foram ulllriaes de
liba, i
de-la
iqutl
.ale
SI
.nenenles f
ido, liaat.neiu
Ja v pois V. Exr. que o
academia da inarinha lalvet faca con. que eoluclal
i.....slame c,......laiadilucaldede vida do mar,.
metmo Ibo mV aborrec uranio.
N,lu poso; Si. pi ,-idente, .loixar do dar una bre
ve reanotla ao nobre ministro da marlnha pela ere
eldada com quo elle so prunundou .-entra i prorin
cuide l'crnamliuco. lisia da maneira porque t
oppot a una emenda relativa au i.ielhurameiil.i .1,
purlo daquella provincia. Soguramaiila S. Exe ..i
pe..... bem as conslderacoei que tai a etle respeilo
eslou cerlo que poinando cm ftieta o calma ha di
runvencer-so de que foi nimiamente Injusto par,
com osa provincia, llavero alguou nesla rasa d
boa f que pnssa auppdr que a pn
buco nao lem us recursos taluele
gastar mais de (l:l:lKl:l-i em qual.pi
governo queiraai......aros molos
0 Sr.PIgaelruie Mello -.\
para se gastar o dobro e man.
1 /M miro aparle i/ne mln podenUH nucir. >
o Sr. Miguno ile Olleeira:A maloria Ja cma-
ra, lenhores, fui lambem cruel para cuma provincia
de Pernambuco,.....que de.....h! a mala at ratoct
pro.inzi.ias pelu nobre mililitro nlo Mo valiosas, lan-
do apenas u ine.eci.ncntu de amatqulnhar esa pro-
vincia, suppondo que em una obra til all nn se
pode despender ... ais dn que 00:000: pur anuo ainda
quo o governo queira. So astim fo.se, o que terla
de-sa estrada de ferro, cuja conslrucclo hade consu-
mir lodos ... anuos rellnate, c inilli.iic, de rouli.s
de rei, |
Se o ..ubre ministro diase que a provincia de
Pernambuco por ealar aieommongada nlo esl no
cato do merecer favor alguin, bem ; ao menos linba
S. Exe.....lerilu da frauqueta ; ...as mln e.c.u ucea
de miuha provincia diiendo quo alli nlOM pode gas-
lar mais.le WrtWO em urna obra por iniiilo lllll que
seja. lAioiiuto* dos Senhore atpuUutoi le Per-
nambuco.)
Em que se funda o nobroministro para aventurar
lio InfundadaaiMvoracio 7 Na eiporiencia.disM S.
Exe. mas a expericieia antes prova conlra. J
pondere. :i casa e.n unir OCcattaO que a obra i\o
incllinramenludu periodo Pernambuco principio..
c.u IHIK, havendotido uc.se anuo volada a quanlia
de HOiOOOj (.ara esse lint, e nole-se que foi a ilepo-
laclo praieira quo ubteve este favor do corpo legisla-
tivo quandu luda a receila meada nlo passava de 2
a _' l.'io-l.iiii'.-,; entretanto, boje que a renda publi-
ca est calculada cm Mi,0011:000;, havondo alias
:l..j(KI:OOO.i de sobras, apenas se destina para a mes-
illa obra a medica quanlia dfl 00.-0007 ... por escar-
nen be que se procede por lal forma. (Apolaiot a*i
momo' tenkorej.
Observaral a c.....ara que e.n l'crnan.b.irncxi.lein
inuilas obras de parlic.ilare.onde se di.pende anim-
almente mais do que esta quanlia, por exemplo, p-
lenles mciiscditirirain alli deulro do espaco do i
anuos uro grande Iraniehe, obra que lem lambem al-
g.....11 cutis.1 de hidrulica, oque esl avallada c.n
339:000* ; pois, senhoras,quando particulares poden
cnipteaar perla de 100:0000 por auno cm ron.truc-
ene., s.i u giiveruolic i|ue nao peder gastar ,1.11..tal-
mente mais de 00:000-., aindaquequeira. com o n.e-
Ibur.unenlo do porto de Pernambuco t lia lamben
alli nina grande obra de en.preta particular, que he
a do oncanamenlo das aguas, que Imporlou emTOO e
tanto.conlosde reis, osla ulna foi feila em be. an-
uos, Icic pois esa emprcta do gallar porto de Jlllo
lanos conlos de reis pur auno, c culreanle o gover-
.....ainda con. a melbor boa lonlade que lenha o Sr.
miuisiru da niarinba, nau poder:, dlspendor rom o
niidbni menlo do pnrlu desla provincia mais de 011
eonloide reis, cun,, .liso S. Exe. Seja franco o
nobre ministro, diga, repito, que a provincia de
Pernambuco esl exeommuntada, c nao merece be-
neficio alaiiiu, e nlo aprsenle ratoesque aroeaqui-
nhara esa provincia, oque Ihe s.lu 10 otTenilvai.
,lpniwlo /irt/-/e.<'.
Eu nao quero entrar em queslOcs de rivalidades c
ciuu.es ; pecan, u. uubres depuladoi a paiavra. pro-
punb.iin as medidas que forein neccssarias para os
mellioranieiitos inateracs das provincias a que |.er-
lencem, contera com o meu ioiu, voto quo nunca
negtiei, desde que tenho assenlonn parlamente, se
allendera iiun.e, de pruviurias ou localidades.
O Sr. Taque- ;A provincia de Pcriiamliucn I
nina das que incre.-c elevo merecci toda aeonsid
relo da cmara.
OSr. Augutloie Olieoira :Merecer da pule
do nobre depulado que alli eenta mullos amigos 1
simpalhias, untando lamliein all osen iiome tl<
grando rnnsideracaii, ...as nlu merece da parte do Sr.
minislrn da inarinha ; o que est mais que provade
vista .bis cxprcssftes deque se servio S. Exe.
O Sr. Afligi:O Suministrada marinba lam-
bem lem alli mudos aunaos c svmpalliias.
II Sr. AugtUlO ile Olircira iNlo negarei ; por
esta mesilla ratin admira que S- Exe. inolc.li-e pof
lal forma a provincia de Pernambuco.
No anuo flnaneciro de IN r> a 1853 leve a provin-
cia de Pcrnaiuhueo a quanlia de 141:000a para a
eniiliiiuaeJo da obra do nielhoramcnln dn sen porto;
foi ese o uniro anuo c.n que a dapoUtete do l'er-
uambueo pede aleanetr esa consigmcSo, a despeiln
alias dn vonlade do ininislerio, mas naqiiclla poca
-......ne ntaiori.......ara menos intensa : pore.n in-
felitmenle durante aquello anuo governava aqnclla
provincia o nobre depulado pola Babia que ba Mace
deitou aquella pro!ldciichi, c eujaa.bninislrae.io pa
a os melburamonlus materiaes fui lio prejudicial co-
n/u
pesie. (A-
una vet ni
.a dl.p-i.i-
. iaes, ape-
choleramorbus, OU nutra qualq.
no apoimhul. Eujtpro
casa quo aquella Sr. depulado icmb,
r. l,0H0:OilHpar..nielllora.ehl0li
mis alli appbeon l'.llhOOOr, !
Nole-se nutra Incoherencia da parle donohre ml-
uislru : pur vonldra Ja traluu S. Exe. de m.udsr
buscar a Europa um el.gcnbciro hyilraullrl) para a-
quolla obra'.' Mu de cerlo ; onlrelaulo ......ulou vir
um para urna obra do Uto de Janeiro O Km de Ja-
neiro merece ludo, Pernambuco nao merece nada.
i.lpoiatlo e nioaprnaios. I'hai reelamarOeiUa de-
putacHa ilumneme).
Mandou-sovir da Europa um eiigcnhcirohydrau-
lirupara .1 curie du buperio, nicamente para levan-
lar a plaa de um dique, para cuja obro se pede
i'i 1 ou .700:0003 pur anuo, ao passe que para ome-
llioranieiilo du porte de Pernambuco o governo pe-
do tmenle o0:000a, c ulnlem mandado vir da Eu-
repaengenhelro aigum para ana uura. (Cmuinuam
ai reclumarSe*.)
Condenuiada pois miolbaulo ulna a ser feila pi
meio d-e BonsigniCOM aunuacs de 60:00!-}, ba de a
conlccerquo iioliin dusllO annus, pialo OOCOSsarl
para sus cuncluso. nao estar niclburadu o porl
lendo-sc dispendido 4,000:000-5 ; |ior lano cm lal
hipulhese inelbor he mandar suslar por euiquanlc
esa obra. O governo cuide primeiro dos inclhora
uienlosde quo lauto carece cilacrle, Iralc lainber
de oulras provincial mais queridas, e quandu bou
ver dolado a cirio o cerlai provincias que. id 1- de
lo los tu beneficios de quenecessilu.n, e quando etil
Ur tanto dinheiro que possa at mandar pralear 1
duurar as .airadas da ra du Ouvi.lor, lemhre-se en
Iluda Infelil adesgracada provincia de Pernambu
co. 11V00M rerlumacoei.)
OSr. /'. (leliiciano :Eslo pcssimainculc ral
cadas as mas da capital do imperio. { Ipoindot.i
II Si: J. .1. de Mirumlii :Acba.n-se 0.11 nm es-
tada miseravel, cuino se v. (Apolaiotl.
O Si: .lugmlode Olicenu :Nao pen.eni os no
lite, depulado. que eu fallo com ciume, estejam cartel
de quo sempre hei de preslar o meu vnln a favor de
qualqucruiediilaquei.ropunba.il para a provine
du Km da Janeiro ; e permilla-se-me quo diga,
nobre dcpularau dessa provincia nlo lem tratad
coraodevla.daei.....loar te cortos beneaeloa qt
etiilera em oulras capitana de mundo dviluado |n
diam ser appllcado! e.la ridade, parque, senhores,
eu enlendo que a eapilal de um lo vasto imperio
taro duvida deve Mr lavada ao scu verdadalro ara,
de esplendor.: dpoiadototUferiHtn aparto Mi
para i.su nloquain......s nobres depuladosquea um
proiineiaeomoade Pernambuco, queda perb. di
"1,000:1)009 para a recolta a.-ral, apenas se d 00:0005
pu. .una ulna de lanlaaens iuralculaiei.. COHl
miamos uparlo. ticaagilaeaonacatHara.)
Senhores, nlo aceito a dlSCUSSla ..,-slo lerreno
declaro aos milico, depulndos (lelo Un do Jancii
que hvputbecu de.de jao meu 10I.1 a qualquer tu,
dida que propotereui com o lint de beneficiar a r.b
lo e|a su,, provincia; mas dera lainbemalguma con
a 11 iufolfi provincia da Pernambuco, e quando M
Ihe queira negar 01 beneflcio*a que lera direito.se
Jase franco. liiulu coiilinuiwi n jo da opluo do uubre depulado que acal... .....lal
um aparte rolalivamenteao 1be.1i dula ..dado:
enlendo quenaolteposivelqiie a capital do um Im-
perio romo lie o Hra.il nao leuba un. Ibealro i/io.i-
rfo. olhealros..... parle alguma se sustentara sem
sulneueesdo govento) mas oque quero boque nlu
se uiarlvrsc e Ivrnunissu n proiuicia do Peruaml.11-
eu au piinl.i de se Ihe negar urna obra de lana uli-
lidade, que he o que importa a rbelo do ama la*
limllada quanlia pata 0u1ell.0r.1u1euln.te seu porte.
OSr. J. .1. itMiranda :A depulaclu da pro-
vincia de Rio do Janeiro nlo he injusta para l'et-
uaiubucn, lien.pira proiincia alguma. [Apoladot).
11 Sr. .Iiiijulu de Olleeira.Sr. presidente, con-
linuarei .inda a chamar a altoncAu da cmara para
agrando ulilidade do mollior.iuienlo do purlu de
Pernimbuco ; Jeera mitra oreadlo orocurai desper-
ulanciai
idas pelo nnbre iniui
V. Eve. que cu fa
11 provincia da Babia
duvida
amhuro
ia barr
n, quo
am.....dacasaalgnmi
pareciam baicr sido desronli
Iro da inarinha. Porinilta-in
ora lima e.....(.ararlo cutr
le Pernambuco.
A provincia da Babia el.,
lalvet cu. ludosupetinr: te.
da entrada franca a lodos 01
n .eu purlu, ten. nina balda
pelo .Hedor;da provincia, quo he um" grend
111.....al de rlqueae por onde desce iodos .
producios, .inalado". Alera disto lili...
provincia tadiiting....... noloMU|Mlriothmo .
traco.o para pruv. 1 basta laucar osnlbospar.n
I.....'/>'>"/para o lia,,,-., em .,
ieputacao bahiaua.)
Pernai.....ico, porm, embon Inforioi
"onieb..... prugre-ia pru.peridade en
narchado lodo o imperio lem caminhado
rapidei do que a Baha ; verdade .-sin .
b-l......sitada pclus mappa, eslalisliro. da
'.lado. A ll.ihia, ruja renda publica cu.
09 alraudoB era duplicado e triplicada
i.unburu, boje pouco excede i provine!
na.........o : nn mappa demoiwlralivo da
iierciclo de I85J i 1853, quo vera appeni
lenlo do ministerio i\.\ laten,la : ,. K
rinda da Babia J:ij6:181*301, a mesilla na
nambuco t,0fll:861alOI, .tobe, a Halda 1
je apenas 10por celtio in.is do que Peni
lo era ..ni... lempo renda loo e -tH) 1
IK-II.O
ilO-ill
.tend
dessa
10 o lllus-
rl aquello
ce tenia a
e.n ludo,
que tero
baln
L-r.-il
lo
lili
la dn
lila
Je Per
le Per-
cita d.i
.....':'
JuiC
na 1
da Ih
Vi
a entreaou, c ertou que (odoiia ..,, ,
1 Nitor que Iridio procedido. er'"
iras: -O,mopii.teu nobra iep(a,|0 ,,.,
oposle..........
un nn,.,
O Sr.Aujush ile Olifeira -A prBpo,|a un
'- -opiada pela miaba letra de urna
.-ripia p-
o:-A
otra de
umt letra In.
W
lorl
(ni entrego
A mama coz: E de quem he essa letra t
O Sr. Aigunlo de OlUeira : Is*, |
nlo dirci agora. <"
Peco a alinelo da cmara paree que io,.t
(ilasgow, _'l de noveml.ro do Mol. Sei,h,'
Ion prompto n construir os valieres qu. ,e **
quet a roda!, quer a hlice, como n.ellw, T^
vier; o conslrui-lot furlemenl. ds BMiWLIS
ras, a classiliear na praca (A I]- t.....I,"
co ; de iiorte de W0 ou mais tonelada., n.cli'i"Y
acbnu.nioscroscilanle.cleii,'.
Iloi ou mais. cera c,,ldei,
ores mm
lanqun p,.
"l'Pra>
pb-io, mellos inobilb' -
r.i roller
b'ibularc
ela
va de 120 t
, tubos de lulo, ludo dos 11
lis moderna rn,.rucCao, co
amaras, cotinhai, maslros,
.escalen-!,ede lu',
uicoes. As
ler I.V) Innolad
- o carga lo,,.
dad
l.-.i 1
3 rama
velocidad!
ai
late
tes .I,,
isdep.
eiras serlo loes que podero co
de carvloou mal, calando d'am
ps. O cusbiscrii de i. 30 por loi
liga. O lempo de entrega sera 1
pois da data do conlraclo.c o! oulr
de cada una entrega. Igual ou r
podar oblcr de vapor a hlice quo d
das dn lulc e rotea cima mencionad,,,. &.
Asignado pur procurarlo de Robcrl Ripiar, 3
mo .Xapiei: ..
Parece-me que esa propnsla fdra dirigida ao a-
geiile'do governo cm l.ondre!, o Sr. Eliiiatio \m0.
nlO dusSai.ln,,quea.lciclerco.uinunica,lodo m
Sr, presidente, V. Exe. j v quo csses rapare) c.
.1. e.u li.al.i!.-
ucluiudo nesse clculo
inda para m.lbllil, anu
nuil OTO que se acha cu
cabo de ler, pergenio
lruid
Mili ,ic
liroes.
ibida
iiifuraurt
CU 11.10
liliieii,.,
-tt a tut
lena.,
lieureaH.
lu.....lee-
pahvri.
flereeid
por t 18,501 I
. 1,730 desln
Au-la dos ler
cunalo que 1
ou pronosla T.,
imu lo:-. Informaclo.
0 Sr. IuijiiiIii de Ollttlra: Eiil:
o que he prttpeila, visto que nesse .
constructor de (ilasgow, J, Napler, obr
vapnre, marrando dimensocs, 11 prec.i
enlrcga dos mc.nns vapores, o se islu n
la, ou se os nobles depuladoi nao o cu
mu lal, eu dir! quo ueste caso nao q
mentar de boa f......, Ora T ora*<
Imu )"..:: S oque lira Talla he (
proponho.
OSr. AuiUtiO delllireira : Agora, Sr. pns,.
denle, direi que o Sr. numilro i poda defpniler^
.lit.'udoqttcnlo linha conlieciincnlo de seiuclh.iiilt,
duciuuenlos, ou que mln fot. caso dalles ; he peln*,
.ras oque eu tenho cnlhido dadiscussan ; S. Exr.
Iralau desle negocioCOtll aquclle pouco telo comqu,
elle cuida da iodos oa objecloa de toa repartirn, o
Sr. ministro prorurou confundir as dala,, peno)
assi.n fui neres.irio para sua .-iraiimeiiUr.),,, cu,,
disse que nlo pndia ciar pelas propu-las' ,le IK\|
quimil, mandou ronslruir os uipor.-s en. IK,:),|w,.
queja baila decorrido muilo lempo.
Senhores, ludo so passonnu mcsn.o anuo le \n'
para quo pnis Usier semelbanle cnnlu-o f.~,
pronosla, datada de \ de nuveml.ro de 1811,em
podendoser enviada Mtlto no paquete de divnnl,,
s.i .leve ler i-bogado em Janeiro do 1853, doii, w
tres metes antes do Sr.mimslro lomar coala d.i reas
lirlndtis negocio! da marlnha ; no met do jundo
dlKotlo-M nesla cmara O crdito para cumpra k
vapores, o qual fui convertido em lei no n.t-t .le a-
goato, e em nululiro parlin u olhcial que anigUMI
contraten ih prlmelroi em detembro ; porlanli ,
v a cunara que ludo ,,- patkoa no metmo a.uiu dt
I8W. Em que base abas se fundun o noble niiiii-
Iro para pedir WNhOOOs para i vapore!...
11 Si: Mililitro da Murinliu : Nao inir-
OSr.Augutloit i'rc/r ee por quo r.iram ajustados ve.n a huportar ca
sjOfcOOOacada am, uhlado dm eslileiros, e ...-,-
cenlaudu-se-lbesasdi-pe/.,.. nec,......las para qued-
ks notaaiu ehegar al aria poni, i.-m S. Ex,-, ce-
dida o rredilo de periodo 100:0005mi niai-.
Urna lo:: O nobre miuislro ja 1,-panden i
4.0.
(ISr. .fMJHlfO <7r niiicirit: N.lo .tulido
s|o
bre mli
u.n dos
reparli
;;::E
ularid.i.lo! a queso deieaHeudrt.e ,r o
Islrosd linba 20ll:li:i!i> |ra naslar c.n
vapores, nlndevlaesparar ene crdito;
egularliladetiio bagalellas.lla conimu
u da marlnha, que nlo vale apena
inonciona-las ? Nao lia lei que S. Ele.
dii
.di.
Ihe pt
Ex,
I"
da
Aqi.
augmi
n .1.1-0
deii.lu
I.I
elrai, que
laquelb. 1
.ohia^c!
) pnrlu ,1o Pe
.iludo
lio de
Iran 1
pin
",',-
acionaa.....li
navios pelu po
lile
ipcrl
ipod.
le som.-ll
albuco fo.,0
oso, e oflerecesso au.
i-,ca, 1,1 seguranca,
ria alli ter.....lo UM
rallo appello im-sin.,
ida Babia, quo ao
crosa para a provinel
le ol.
anilii-
enluri
el,
nle lo
se pu
mala aborda
11:11 if. deg
serlamcnle u coramer
s M desenvnliiib. j
para a dcpul.ie.1o d
nenas tej nm poue
. de Pernambuco...
f IV
da llalli
pruiii
(I Sr
Z'rl
I"
II.
||U
lit :u, au
nu dema
1,1
llar d
em pa
imiiii
ni
: : -A depul
ia de Peruau.hu. o.
lui/uilo de Olireira : ..
que aquella obra bode ule.eso vital
l'crnainhu,........mu para o imperio.
Declaro, poroni, Sr. presidente, que um llover de
...ciencia foi que me levou a me uceupar Mo ci-
1.......nlo dn assuinpto do que acabo de tratar,
ripie sei que os ...cus esforcos serlo baldados ;
lobre miuislro da inarinha esl enjoado
lineo, e poresla ratlo he que eu peco
tmenle a S. Btc. quandu auar o aau cujeo, que
se lembre de Uta iafelii provincia, mandando vir da
Europa um engenheiro hydraalico para cuidar
eonieine........ente daquella obra lao mil.
Pastare! agora, Sr. presidente, a considerar as ox-
pliraeesqttenSr. uiinisliu da inarinha se dignan
dar... seu discurso proferido na ultima scsso, .1-
iluas pergunlai que dirig au governo. O Sr. minis-
tro da inarinha, llguraniw-M uilen.lido em sua hon-
ra, (ralou, Sr. presidente, de rae dirigir cenas ex-
prestos pouco convenientes, que de cerlo cu nlo
merec; cu nao cantare!, Sr. presidente, a pacien-
cia da casa com a lellura das InlerpeHaeea lio la-
l'o:o : Siui, sini, uiraceiilci
II Si: AUflulOi Ollttlra :
torno. Eu Ja disse, Sr, pretideiile
lado tranco, e nlo m occollar o 1
so por veniura liies.e motivos p,
piobiil.ulo do ..ubre mini-lro. ,br
ra alBcq-lo de frente, portante 11
inlenran nlleiid-lo neto ponto ; porm fo
lente ao nobro ministro julgar-se otiUndldi
honra para pniler di. iair rerlus doeslos.
Eslranhe, Sr. presidente, he verdade,
pos negar, que uSr. ministro concorre
qu,-soouri.,,a..e,,d.ru.-ao-e,ndarasde
plicac.less niinhas nler|.ellac.".es; eso por i entu-
ra o nobre miiiiilrosc liiessejulga.lo olTendido, sc-
aitiainenlo que n.lo leria demorado tanto lampse-
...."liantes evpliearrs.
Eu insist, Sr. presidente, stil.ro aquellos docu-
mente! a que nicti'fcr. alim tic poder cuba, nesla
d.,u...o com pleno conhoeimenlo do cauta. Asse-
veru que nunca live scn.lo .huidas c.n mcu espirilo
de que esse! vapores podcriain ler sido .ijusla.los por
precoi menea elevados; cestas duvklat buje Irans-
rormaram-M e.n eerhna depois que ouvi au Sr. rol-
nistro, estando agora convencido que estes vapores
foram conf|ira.los mais caros por causa da impre I-
dencia do nubre ministro, i- ,1 semelbanle respeilo
nlo respon.abilisn aos agentes dn goverOO cm I.na-
die-, porque ludo be devido mprciidcncin e de-
leito do Se. miuislro, o que espero poder proi.ir II-
lisraclorameule.
O Si. mini-lrn j iras disse que o Sr. Elitiariu
Antonio dos Sanie, que se achara e.n Inglaterra
inspcrcinnandii a conslrucclo do vapor .Imazonat,
rara enr,iiroga.lo pelu Ex.n.Sr. Tosa pa mandar
Inlbrmaeaet sobre diflerciiirs objectos. Ora, ao vou
ler urna dessas informacoc.,,. qual cu rhamarei pro
polla, anim como lodos que a quierein examinar,
alteudciid.i para os termos cm que se acha ella con-
cebida; depui, de Hila OHI propOSll a di-pn-il.iici
obre 1 meta, c ser Impreanqnande se publica. ..
meu discurso : c o nobre ministro a poder mandar
para ,i li.al.ilorr.i, al'.... deaveriauar se be falsa nu
lerdadcira, porque na primeira hvpolluse, para
salvar uiioha repUla(IO, cu direi n nuiuc da peana
!'
Ii.iv
quo en
procos
011 por
priado
equ
11
r lie.
lila Tai
ni ..... ,1...
alada n
E 1,668Os., I J.
' alio do pera iltl
niral.
nobre ministro cm
iiloconlralodos ,1
er.ini ll.i ratoaieisque ur.l
loan apures; o au depois c
< coudemnar, moalraailo 11.,11 anevenndoque o. prime
-'.....'JUsla.los por condiees ,
r quanlo S. Exe. inesn.o fui qu
ssogundoa vapora r.
iieutH elevados, blo h
mira, 16:0001 pouco 1
li.larqiloso.le.luiul
es cube a eelebraciu de aml
oS. Bar. lambeta notdltM.referlndo-iealiJi
Ircclio da um ulllcio do agente dipluui..lie <
Londres, que de .lia em dia a mo d'nlna c Bina
rlaea do canslruccno naval em Inglaterra ii rre.
crudo. TambemS.Etc. allrlbulo u 1.....agema
cRundocontrate ao rredilo do llra-il em lamdre.
Ora, u Sr. minislrn acreditar que a rompa di-e
iipnresiollua ala...na cusa sobre n crcdilo.lu llni
sil em Londres ; Ouando, Sr. presidenle, cu lit
queillav 11111 colb-au. e.u Londres, e quinde ai.i.l,
o nobro inini-liu lalvct se maliculaia na academi
de Oliu.ia, ja o Brasil llana crdito lio bemesltti
leclde naqucllo pall que o notaos fniulns pabla
tinl.am una alevilla rularan na praca de Londres
acorapra des.es vaporai influio ubre o ,. i.'
Brasil em l.ou.lres lauto quautn pode concurre, pi-
ra Ungir o ocano um pingo de linbt que nelle I
deile ; por lano o rredilo do Brasil em Londres
verin ter influido liara te ul.lcr rundi.e, (ai.'ii-
vela noa ronlratos (auto dos primeiros vaponceal
dos scaiindos.
Vma res 1Vela o que diz oSr. Sergio.
I> Sr. AuguelO de OUicira : Eu arredilo tra-
lo nesse cubur, c acredite que folla 1 venaos 1
que elb- ,e homo da inelbor ...ancua |.....vil pi
o conlraclo da cumpra tlesscs vapore.; ma, nl.-ei
que o nono agente diplnmallco cm Londres 1 1
o mal! propt o para andar pelos estaleirn. eiaininj
do o in.-rrailejan.lo da compra de navios, leudo di
....lilas Otilias 00011 paees de grande ........
pen,lem a sua allonrn; o mais que pode M'ci I
acreditar ....nicial enviado para ce Am Junio I
cun-lruclurc-s, ieoaaelha-lo, porm nao p"dc M
exclusii menle de semelbanle ueaorio.
Sr. presidenle. pcrgunloao nolire minislrn |k.i,|i
alo traloa de mandar tirar partido des,., propaati
pota que o ni.hr, miuislro leudo esses decuiasaj
cm suas ...aos os poda ler remelli.bi au n.i.ii-H
brasileo em I.......res para i.-r se......ia tirar i
lagem dclla. E pensara o nnbre ministro que**
huuiem que nssigunu essa pi palana seudu-lbe apresenlada seis nielo
nl.i
P<
S.. presidente, a
rahorlmooniqu,
s.-ellecluem iniiuei
eulredousiiidiiidu
ou nao admiti que
moIraoSr. Napiei
paiavra nn decante
prnitleltido arulisl
eliail.
.l-.ehl
:,., Il 1
da pal.
p-
prat... e por
lecngajarae:
serva be a 11
liba.
S. Exe. d
ee.....elle n.
tonelada,, e
tura da c.iiii
mostrar que
rea pequeniH
1 ir para pn
que-.ee.11,1
po, que he
ramele a,
que .-ahina,
liar a liii.ili
lili" lunel id:
ansa,-.;,..-- basta o en.
as. e dua. palanas trocad
un, rnii.lturlu, ,ir,rl>:
de (jlaagow, ligado pd
lio que foi lido, c lendo-r
ocelo desses v.qi
lo proco, fallas..-jara-
lio. O que, po!, ueste
iprendeucia do Sr. mil
.....
.lio da
uuaulu
in
I"
pusladuSr. Napicr.i
ava dovapo.es de 300;
qucbapoucusiibiiiell.;'
Ja vapore de 400 loncU
,u S. Exr. argumenla f
...iiialla uropoila, referlndo-M 11
,do3TOel(toneladas, n.n. pul
ia da exagera.;,".u do preco dos II
roteado, porque o llelierWe. por Ce
un dcllcs'lem .".VJ l-.n.-lad:.,: ana*
ama... teta notado a CMlradle**
ara
Pu
Julga
'i,',:;:;1
...I.aiiacir..sdemil. duascl
niulia proposla he lerdadeira. ja ic aran'-"
nobro ministro ola conderanado, leado po
obllo cada mu de-ses vapore! |K.r 10
no., i-lo be, poderla ler poupado na.;
1 na rompra de scu.eluaulcs vapor.-.
i.....enhurci, ou aUndouoi ....ib,. |ir"l-;
ido s valida a que aprsenlo.! S. BIC.I '
li'i
que u
Ictllus qu
que lud,. cm
nlu,' 11
: elle 1
ipra i
i.i.
ile lo
do
aprneojou
;S. El
11
I"
.....
upini.1.. de qu
.tu ht
bq";...
ii,-i
i,i
h-i
mu
\
i,n|
pea
lu
aJi
Mi
lo.
I.
a
el
pt.
'en
lid
lilil
t.|.|
ter
I
da.
I..,,
-"1,
".ni
ia
OBI
<:
id
ora
obi
mi,.
.1


m-idore
-. i,.ll-e.i
.....tn *
Admillin
Permilla-me a enmara que en liouve quem ilirigisse ataques directos contra a mi
em .niilia ashvpolhese*, islo nha honra, prefer reeebe-los impassivel...
tuto o iaior ou menur Urna P'oz :Queta dirigi ataques i sua liorna
O Sr. Augusto de Oliteira: L'm Sr. pela Haba disse que eu lilil* rcrebldo
teladas.
,i qnest
i nja lullue
luiielsdas?
do-se a hypolhese que nao inllue, S.
:i Icmnnlo pela mesnia propolla que
!;'':.., .0n postor, porque o conslruclor que se
"'",", M/er vapores de :IU0 a 100 leudadas, la-
' ,fe jOl) a 600 era llerarao de proco; e ta he,
''' i ne, a opiuiao mais razoav el, pas que eslou 10-
'" '|,!,i'|iiiiengenheiros, que o niainr muera de
",'i"|jj do un vapor inllue anles para diminuir o
.'' i'iIO' liem cnlendiito.guardada a ajea, ida propor-
'', ll0,nluloque l'or felo.
' (^.llorando a quesillo debnixo da segunda hjpo-
i|im, iilo lie, de que a tonelada de nm vapor grnn-
.leciisla "M's do que a do un |iequouo,ainda digoe vuu
gravar, queu nolirc minislro condemiio-se li vala
arrlenlos quo aprsenlo!!, e a que se rererio na
rjtaossio, O preeo do Affomo.nm disse S. Ri.,eom
lM,(i ,|,. mi) ntlllofi ile lolaeo de 1.02(1 loneln-
,|.H* imporlou em t Mi.4,2 pnr tonelada, e o rio
gtetrio*, ile 1:10 ravallose o.r>9 Innolada lie de i.
, i ;. ; nulo a cmara que no eutn do Af'fatuo et-
ilo ucluidaa essas imiueosas purcenlagens a que se
iiil'.'arain eom direilo o* aneles encarregiido* da ana
nuislrucrso, faci enteque fo reveladu na easa pelo
Sr. ministro da marinlia, que nos disse o anuo pas-
Miluque linha eligido que os encarregados da rons-
(inn'.ii lo niilro vapor, resliluissem a porccnlagcm iudeiida
que haviam relido. Ora, ruca-sc o descont dessas
iiorccnlagciis que avullam muilo, e facn-se o des-
ollo proporcional segundo n hypolhese ligiirada do
///miro, que em hilarlo o forra ila maeliina lie su
,ior de maisde lOOporconlo ao lleberlhe, lirar o
o lleberibe distando muilo mais que o //Mea. J*
.acamara, que parate lado csia coudeinnitdo o
sr. minislro.
Ciinipronliservar.i casa, que alin desla proposla
,|.i Sr. Sapfer hoaveram mais ouhas do cinco cons-
|roc|.....- do Clasgoiv, sendo osla do proco mais
llevado e a que eu del mais valor, cm conscqiiencia
l'..|,.i i| lo informado do que O lime coucciliiado do
Si. Sapiei *" i, do Si. breen, alias tamben) muilo arredilad
I pacole capachos; a Joaquim Au-
.1)0rodas ile arcos, I barril presuntos, G barrili-
5
I giao vasos,
Ionio dos Santo
disse que en liulia rccebldo d
pblicos sein o coiivenienlc processe uas lliesoura-
rias para obras publicas ; ora, eu nunca fui cinprei-
leiro de obras ; entretanto ouvt esaes iusullos ini-
pussiv cimente ; preferindo antes responder eom o
desprezo do que concorrer pela minlia parle a lor-
uar aquella discussilo mais tem|iestuosa.
Tcnlm pois dado sobujas prmasdo que longo do
ser indecente, sou al muilo moderado nesla tribu-
na. I'edirei ao uobre iniuislru da iiiariulia que se
digne einprcslar-inc o seu diccionario para que cu
possa aprender defiuieao da palavra indecencia,
porque desojo ao menos ser decenio nesla caja. Nao
- _,------......~.~. I-..I.., .aiuiMU'l I e lu f.llUlS
alumnos vc/es lenlia
rlosdcfeitos do initiha orgamsaeAo, mas
acli.i incumbido da cousIrucrAo desses *a-
DSr. i.....islro, para provar a b.iralexa dos tiui
vapores, procuren compara-loa eom vapores da m.i-
iinlia niereuulo eslrangcira, huida poiiu S. Ene.
ponderado que a construeco naval de guerra lie soui-
pre uuis dispendiosa do que a dos navios niercanles.
N.iii dui iJ.i que baja esta dillercnea para os na> ios
de vela, ou lalve o uobre lUlllittro pense, que lia a
niennadillerenca entre un vapor de guerra ingles c
airo mercante, que pode haver entre o luigue de
guarrada noasa inarinha rom urna sumaca ou pala-
diode nos-a navcgaeiio rosleira. Em tal caso per-
niilla-inco uobre minislro que eu Ibc diga que se
iDgaiut.
,\. E\c. sabeque vaporea desliiiadosa navegar em
i,ues i....." o M'dilerr.ineo e o Allanlirn devcni
,i ronslruidos eom Inda a solidez. Tive occa-im
mi inidia lida de lisilai fraualasa inporem dille-
icoles pullos de Inglaterra e l;ranea, c seguranien-
ic ala me parecern! esses vaporea superiores em
cousillguma ,i esscj llamemos vapores que naio-
j.iiii do. Edados-l nidos para Inglaterra antes
jk'Io runlral io esloli iulormado que esses ullimos silo
niaisdis|ieildioJoa, porquanlo sobre ser le consirue-
.lo 15.....lida cumio aquellos, ten ricas cmaras e
urdientes acc.....inodacocs para paawgeiroa ; cm
quallhiuu iinpoi lar sii una cainaia deaMM vapo-
rea, qinihla adu Affinwo euslou. semiudo ouvl dl-
r,maisde 5tl:00U1! S. E\e. releio-se a un va-
ls de nimio /). Vara //, perlencenle rompa-
iiliia l.iiMi-lli.isileira, o qual se esl aelualnicnle
Miii.liiiiudo mis rslaleiros du mesino Sr. lreeu.de
i-iihIic, eucarreudu do fabrico dos noos va-
nladn
peres.
Bsso vapor I).
Bu., imperlari
r.ilculo aprese!
tira, na hypnlluHe li
mu vapor rande imj
"I......qnemi. Ii'lulo-
ipielle vapor II. Mur
lili a dn Btbiribt be
l 10.
Mara il, conforme nos di-e s.
m t 55,000, islo he, tegundo o
la tonelada cuslart Cil.15.0.
Eurada de que a lunelada de
irlaeul mais do que a de mu
o em Isla que a lulai-ao da-
//1,.' de 1,700, emquanlo
de 339, leudo e-le eualado
lecidiilaiuciite cala comparacAo aprr-
ni.nl i pelo uobre niiuislro s serve para coDilein-
l'ai ipnlqiier mudo que se curara a queslo, jo
acainaraqueo. vapuiL-s iniaiu iijilslados poieon-
flCS ile-f.iioraveis, verdade que nao podo ser os-
ici iil.i.i'iiiMiianlo a seuiinda eiieomineuda de ilous
paresj fui menos uuerusa, t- be piovavel, se bou-
.....una Icrceira, que lanibem fo.se menos ilc-t.i-
ravel: o ludo islo, crescendo de dia em dia em
ajalerra o preeo da mo d'obra o materiaea de
ii-lrin'.iii naval, .segundo nos disse u Sr. mi-
Tculi
impic
. H
Unios que il
imcnleseui
r preeo
.\.io que
ue citen
aria le l
>. Si. pu'.ideiile, me esforrado para moslrar
lidciicia do nuble minislro ne-le assumplo
i.i inexperiencia be devfdo nao se ter adqui-
vapitifs por preeos mais ra/.oaveis ; se S.
e-so dad., o devido valor a lodos os dncil-
m evislir ua sus seerelaria, seeu-
:us agenles le iam ajuslado eaie* vaporea
mais niodei.ido.
in la/ci a menor censura ao sen cenle,
Hilo a Londres, a essa Babilonia, nao po-
rtado, j queS. Ese. nao o babili
'....."iiiii.|miii..i.. baseadaa as nlorniai.fies i que
1 Sr. I'osl i levo o cuidado de raandar iirnceder.
unrlufndo essas observaees, jiiluuiiaver prova-
>ocoui lila a evidencia que os vapores roslaran
130a 180:0003 de mai-, por iinprevidcncia e deleivo
la Sr. niinblm da niaiinlia.
A re-peilo da segunda parle da nilnba inlerpella-
Blo, o nul.ru minislro e\primio-se por eslas pala-
na-, que peen liecnea li cmara para as repetir:
1 Julgo ter dilo quanlu he bastante a re-peilo dos
'mili.dos dos vapores ; passo a dar evplieaees i'u-er-
'.nla parle nfto menos desairla... O nobre minis-
inquaudo falln na cmara usou do lermopoueo
Incuio.Ora, a cunara me pe niillir.i que eu leia
>si minba inloipellardo, c desojo que a nobre malo
ia descubra em miulias palavr.is essa punca dren-
la que noliou o nobr* minislro. Eii-aqtii a per-
:unla que liz a S. Ese. :
' (".oiisla-ino* que ha anuos anleriures foraiu cil-
iados da lluliin um cerlonumero de A frcanos li-
irs, perlenrenle/ao arsenal d.iquella provincia, c
|iip foram entregues ao arsenal desla corle. Depois
pie e-ses Africanos preslaratu ahi bous lervicoai
sirque eram bous remadores, anwstrados em lodna
I -el \icns de aisenaes. foram da noile para odia
ii-iribuidos por particulares, cora mai- essa elr-
amlanela de eslarem alguna delles ganhatido sa-
Brio no arsenal para os individuos u quem forain
uln-. tainsla-mc mais que esses Africanos fnijn
ii-liilmidos por pessoas que vivem em contacto
"in ii- Sis. miuislros do eslado. Ora, acamara
onipreliende que eslo fado he de alguna impor-
IOCIB.B
Itesejava que o uobre iniuislrii me nioslrassc on-
le eslava a iiideceucia desla pergunta. I'areee-me
lite o indire minislro quer vedar a qualqiicr repre-
tntanle da nirin lazer persunlas ao gnveriiu ; dc-
laro que hei de ser sempro muilo paren daqui por
liante no uso dcsle ilireito que lem qualquer mem-
liiu de-la casa, porque nao quero expr-me a ser
ln por esla maneira pelo Sr. iniuislrn da ma-
.luvidu qu
deiidas a i
nunca indecencias. ..
Cusla-mo muilo quainlo venlio a esla tribuna su
jeilai-me a cario franrezisnio parlamcular ; fura
deslo rceinlu eoslumo a fallar aos meus amigos eom
leda a franqueza, ah indo-Ibes seiupre i men cora-
rilo ; quainlo venlio a osle lugar cnlemlo que devn
sar anda do mais franqueza, purque rallo daqui
para o mcu pal/, que he o meu primeiru amigo.
Icllha al boje observado loda a franqueza o siiiec-
ridade para ruin os meus amigos c collona. Sigo,
desde que cnlrei na carreira publica, una'opiniao
imiiin.i o seguramente se naotenho servido a essa
opinilo eom disliiueao, porque nao esl ao alcance
de um espritu lito myo|ie como o meu, mas au me-
nos nao Iho riilm falladu eom toda aquella lealdado
o dedicacao de que dspe una crealuia lao inin-
guada como eu. i. Ipoiaiot io* iipulaioi de l'er-
niimlnirn'. E eslou lunge de me parecer cum rerlos
Irnca-liiilas que no decurso do nina curia vida pu-
blica, du meia duzia de .unios, ja lem MfVidO a am-
bas as opnies que lem dominado no paiz, c que
lalvcz estejum prestes a servir a quaiilas vieren!,
eoinquanlo Ibes din iiinn presidencia ou qualquer
usso para roer.
Sr. presidente, i vista dai dlTeraaaeoojIderatoea
que lenhii ponderado neerrii dos negocios da man-
tilla, declaro queme vejo oluiuadu a negar o meu
voloa lodoo ore Hlenlo. Enlendo que a rep.u lii.ilu
da in.iiinlii lem marchado eomsumma negligeneia,
que a in-irnlia lem decnliido durante a admlnlstre-
cio do acliial Sr. ministro, que us dinhelros pulili-
cos nao lem sido devidainoule lisealisadns, o para
Iirova abi eslo esses vapores comprados por re,
lill:llllll> de mais ,1o l\ ilevi.llll ; que o in.ilelial
Ja marinha lem em ludopoiorario rom oactual Sr.
mijiislro. que o pessoal lodo so ada descontente e
desanimadu.
E por mai- que procurassC no re ilmio do Sr. ini-
nisiioicr algumn idea Iransccnileiile, pinpiiii do
e.sfirilo du uobre ministro, u.lo a enconlrel : e\i-
miiiei liuha pnr linlia, liz limealudo complelo des-
sa peca olllei.il, eos lopirosmais Imporlaniel relati-
vamente aoconsclho naval, balnlbllii naval oaende-
inia, coiilm s ideas eilraviiganles c iiiadmissiveis,
segundo J mu-lrei por duas vetes que eu lenlio ral-
lado uesia materia.
Onde eat poi- e -a gloria de S. Evc. lito opro-
soada por alguiis mombros da nobre maioria1 u
que lem elle relio em beiiofleio da im-sa iiiariulni 1
Sou o primeiro a rendcreullo illosliaeiln do no-
bre minislro conm lenle dn cuino jurdico ; mas sou
abrigado a re.....Iieccr que decado Inlclraiucnlo
iqienas -enloil-se le.- eollsellios da corda. S. Eve. l
livros, mas nao cuida du mulcrial e pcssoal du ar-
mada.
A Inlclligonrla Inda auperioi eS. Evc, lalve/.
girando sempro em espheias muilo elevadas, j mo
pode ahaix.ii-o a oci upar-ae de certas maleralida-
des; inalmentea reparlie|oua marinha rescnlo-se
da falla do um elicre z.eloso que cuide de sua prus-
peridade.
Ora. vendo eu una repniliru 1:1o Importante
como he a mariiilia, que poderosamente influindo
ilesliiios do pala, he aein dovida um dos princi-
paes osleios da mouarcliia e inlcuridade do Imperio
tpottiat), entregue aos cuidados d.....ibre minis-
lro, que nada |. ni Feito para o aeu mellioramenlo
'iiioiailo.' e iio apelado* uo pono deliar de ne-
gar o meu voloa loduooreameiilo. A i-i.i ilaaeon-
sideraees que espimdi no evordio deftte mea dis-
curso, mo pusso deiv.ir de nejar n meu voloa esse
nli is lingiiicas ; a Antonio Eerreira .Montciru.
200 rodas de arcos de pao, 500 lincas de vimes, 5
niilicles loiieiiiliu, I lata carne; a Jos (lamisco
da SUva.
150 rodas de arcos de po, e lili lineas de vimes;
a Manuel Jus Gomes Braga.
0 liarris presunlos, 2 raivas actales c canillelrus
de labio, i ditas rochius, -' ditas flor de labugueiro
ocedreira, 10 cauaslraa albos, 10 tornos coudecas,
:)0 ceslos, G dn/ias actales e frucleiras, \ ceslinhas
0 30salvas de versuiuhl, 10 lernos de acrales, -J
caixas palileiros de barro ; a Jus Alunlciro dcSi-
queira.
1 cana figuras de barrn, I barril vinlio, I caiv.1o
doce ; u Aulouio Jos de Siqueira.
2 ai vas panno de linbo e corliins; a Vicente Men-
dos Waouerley.
I cunhele garraOnhai d'agua, I tata ubras de nu-
lo ; a .iii.iii remira Bamoa,
I calva brides, estribo, erevada, I dita tramla;
a Anlouio Joaquim Yaz de Miranda.
I caiva cochina, I dila miudeas; a Jonquiml.u-
pesde Ahncida.
II caixoles diversos ceneros, I sacco paos para In-
in.un.. ; a Jos Flix de Olivcira.
I cala relio/., lObarris prego*, i caixas fciches de
rabos, > dilas pontos, I runlielc vidros, i caixas fci-
xailnras, ; dilas liulms, I dila camliciros e linbas ;
a I lioinaz l'einandes da f.lllilia.
5 pipas c20 liarris vinho, I embrullio dinheiro de
ouro c|irala ; a Kranciscu Alvos da Cunba i\ (anii-
panliia.
I eaivn chapeos ; a .Manuel lu/. Eerreira.
i caixas bubas c corliins ; a Jos? Anlouio Basto.
I dilas palilos, pcnlei e brides ; a Anlouio Joa-
quim ilos Santos Brava.
t cnlxa bolocs c marras. I ilil.icocliins, t dita miu-
deas ; a l.uiz de ttliieira Azcvedo.
i r.iixas Por desabugueiro ; a Aulonio Torres 4
l'.olnpanbia.
5 lardos capachos; a Dominan* Kodrigues de An-
drado.
I barril vinho ; a Antonio da Cosa Eerreira Es-
1 re I la.
I barril vinho, 1 dilo vinagre, 1 caixu azeile bi-
ce, 1 dilos sanios ; a Joaquim Juvencio da Silva.
I barril presuntos, I calilo caixas de pao; a An-
tonio Jos taielbo do Itosario.
I barril presuntos; a Antonio Jos Goimbra Gut-
mar.ies.
i caixas e I rindile louca e lisuras de barro, til)
canaslras hlalas ; a Silva Ov Irinilo.
I cala figuras de barro, I cunlicteiinho alama-
res J a Manuel do Axcvetlo Andrade.
s] eaiva- nainco, I lilla palilos, panno de liulin o
ivlroz, I dila diversas inerc.i.bu ia.. I dila haelilhas
de algodlo, pililos o eocliin-, '. eiuaslra* rolhas.SO
taceos leij'i; a Domingos A tve* Mulheu*.
I h.....ba de pinito; a Jos lernande*.
i li
t i
niii .
I.VI caixn
de algo lao
I caixa ci
do Naseiuu
21 far
m broehura
Santos 4 Cempa-
iiole Iccidns
Manoel
iiliospara vidraeus, I r
J. Kcller 4 Ciiinpaiiliia
i-pingardas di' _' canos
i. Silva.
II calas papel, I pacoto Iv pos ; a Me
Cal.......I c\ Cntupaithla.
i barris prego*; a Rolde c Bidoulac.
J:t(> ciivas vnliii-pai i vtdrncas, 7,70*1 ktlogram
mas earvlo de pedra ; au capililo.
Brisue liespanliol Itomano, viudo de Sania Cruz
,1o Tenerife, consignado a viuva Amurim c\ l;ilho
manifeslou o legolnte, por franqua :
i -M pipas e H quarlol is iinlio,:l,000 releas albo.
:)i),(K)0 ie*leas ceblas, 070 gigos hlalas; uu mcsin
consignatario.
MOVIMENXO DO POilTO.
.Varo tntraaa no din 7.
Babia10 dial. Mate hrasilcirn Fortuita, do til to-
neladas, meslre Jos S. Moreira Itios, equipagero
H, carga varios gneros; a Anlouio do Alinela
lime* & Companliia. l'assagciros, Antonio .Mo-
reira da Gusta o Antonio Bajrnmouo do Aranjo.
Ecou de quarenlena.
rVotafoj nitrados iiodia S.
Rio Grande duSul21 dins, escuna brasileira /.ri-
lla, de 131 toneladas, eaniUo lleiuiquo Jos
Vieira da Silva, equipauein 7, carga 6,139 arru-
llas de carne secca ; a Guillieriiie I'ri-deiico de
Souia Garvallui. Passagelros, Antonio Tavaroi
Cordeifo c Frdi rick John Dias.
I'arahiba4 dias, Male bra-iloiio Conetiro Flor
da* l'irtudtt, de 21 lmela,las, medie Joan Al-
ves do Furias, equipageni i, cama loros de man-
gue ; a Paulo Jos Baptlsla.
Mein1 dias, lale bra-ileiru lie* /nonos, de :ll)
Inicladas, meslre Jos Duarlc de Souza, equipa-
gcui i, eargg loros de mangue ; a Joaquim Duar-
lc de Azeiedn.
Cello11 dias, briguc escuna francel Alpironte, de
120 toneladas, capiuto Ferrir, equipagem 0, car-
ga vinho e mais genero,; a J. |(. I.osserrc 4
Companhlk.
Vai/us tahtdo* no mrsino din.
IlavauaPolaca hespanbula Joem Doloiti, capi-
lao Sallador Cobb, eom a luesnia carga qu
liouve.
demPatacho hespanhol Indio, capillo LuliPa
ge*, eom a iiic-ma cargl que Irouve.
buco aos 6 de julho de 18-5..Eu Maooel Joaquim
Baplisla, escriiHo interino o esrretl.
Custodio Manoel du A'iiro Guihurei..
Di: Custodio Manoel du Silca Mimarte*, jui*
, de direilo ddpritneira cara do commerrit> titfltj
cidude do neci/e de Pernomlntro por S. M. I. e
('. o Senhor II- Pedro II t/ue Den* guarde ele.
Faco saber aos que o prsenle edilal virciu, que
no dia 0 de selemliro prximo fu. uro, pola nina
llora da larde, se lulo do arrematar cm praca publi-
ca deslo juno, quo lera lugar mi cusa das audien-
cias, 7 podras de marmurc redundas, brancas, a'
liadas a 28,-juOI) rs. cada ni..... ID..-SMU) rs., || dilas
dilas para consoles, a IDjOOO rs., 110:000 rs., o I
e.uleira de eScrifaninlia de amarellu, nuva, por 355
i-s.. penlinrailasa lleiiriqoe llames, por evecujilo
'la Scliaeillin 4 Cumpaliliia.
E para que ebegue a noticia de lodos maiidci
pastar o prsenlo edilal que sera inipresso no* jor-
naes e dous do inesino Ibeor, que serio iifllxados na
praca do coinnicrcio o na rasa das audiencias.
Dadu e pasudo nesla cidade du itecife de l'er-
nainliiii .i aos 2ti do Muslo de 1853. Eu Manoel
Joaquim Baplisla, ciernan interino oescrevi.
Cuilodio Manuel da Sitia tliiiiariir*.
DECLAKACOES.
EDITAES.
eaiva acrales
li canaslias allio
uide,
a Cosme Jo
do
dilo acara-
Santos Cal-
ida!.
vas p
idas ,
baloqilCs
imada ; a
reo* de pin
nllu
Aulonio Jo.v
iqiiiiii da Silva I,
a Manuel Ignacic
.iiueulu minislro. Entendu mesmu que se inti in
;ei ron-lililieao pa- ando C*|C prujeelo lid qual os-
la rehuido ; quererla miles nuose lomasse orna me-
dida igual aquella que se adoplou o anuo pausado,
,1c ligando dn le do orcameulu lu.-, nsmalcrias
esiranlias queIbo foram cnicrladas. Porm vejo
que a nobre materia quer entregar o- corros puhli-
coaaoBOverno sera o menor oanlo e cstudo. /-
poiado* r non apotado*. Sr. presidente, tendo i
dados hora, e aonliiiiln.mo aunimnmenle fatigado,
limito-.....,s obseiiac.ics que arabo de snbmetlor
li eioi.ideiae.io d.i ranura, declarando quo xnlo
cotilla e-se |uv>jecto miilislrnoso da Ici de orea-
IIICIllll. -
el Fernai
i, penlea i
le. Gil.
bolocs
pos-
de Oli-
dei.
rBuc.ntnraiiiM).
AO DI A 7 E SETEMBRO
nina era noia
Salve, oh Dia de glori
lliscleveslo un livro da; NnCOOS,
L'ma era que aus villduuros Ja coinprova
Qu mo he lorie o querer nos enraees.
Que n novo id osrula a voz de Dos,
Bailada ln dos ecos, rompendo os ares...
Enlao ei-lo pro-Irado anle os aliares,
Ei-losoiilaoeunipridus voloa seui ;
Que delle j.i n.lo he : he do Senhor
Avoulade que cnhluse inaiiil'e la ;
liislruiuonlu lio aquello ; Este Molor,
Sen valor, sua bravura noaatiesta.
Tal foi na dcCahrnl Terra guerreira
Essa voz que suoii Oiumpolcnlc,
E romo de lieos viiiba, de repente
Da liberdade foi a mensageiral
\aa sei que direilo lem o Sr. ministro para vir
sellar aqu ninsuem de indecente, nein sei que soja
mico decente um membro desla casa fszer inlcrpel-
eoei au goveroo. .Nulc-.se, cnlrelanln, queonubre
ailiu-ho nem sequer se dignou lera relae.iu dos no-
aics das pessoas a quem foram distribuidos eaaei
iliicuiiis. lalve/ porque visso liesses noines indivi-
luwquo vivem em coulaclo comS. Evc. Se be
lista que esta a miiiha indecencia, iligu que de al-
^uiis de-es Africanos eslavam de posse pessoas em
Miado como Sr. minislro.
Declaro todava, quo me srrependu de ler locado
ciii seinclliaide assumplo, e lano queuilo iusislo
"ene. p. npie ha cena-pi...i- ( por mais quo me
lucir exprimir eom alguma arle) aquemreceioof-
ler. quandu alias ileseju rcspeilai. Eslnu ptSBUS-
Ma que osle faci lalxez lenha de ser disrulidoem
uliu lugar, umle o nobre minislro nao lera lalvcz
ii'iiid.ulc de chamar indecente quelle que Ibe II-
rperguuUi a aala rapatta,
a observa que S. Evc. mi senado, por ocrasiao
disenane di le de lixae.lo de foreas naxacs, lem-
f"u-w de querer all eslilbelecer regras n discus-
J". dizeudo i|nr dciviivu de responder cm um ou
jure piniii, a ,im uobro senador, porque a male-
ei.i do oreainenlo e nao era relativa s forcais
Wt, a eamara sabe que a discussao das foreas na-
^es he iiijmjiaihi lano nesla cainai.i cninn nu se-
"">; lie pciiniliido nc*a oeeasiilo a qualquer mem-
.uaras diriuir ao governo interpellacnes
''.'"'<-ln ou aquello objcclu ; mas o nobre ininislru
""."V0!"'" 'i'"'0* >'e Miipnr novas curas ule no
ano. Eslnu que so aluum senador llzer a S. Eve.
i-uiiia [icrguula a lespeili. desses Afi icaniis livres
T'e cu me reieri, o nolirc minislro n.ln appelli-
r.i Je uidpcciile. S. Ele. eiilemlcu dever me Ira-
l" i l.d rumia pnnpio eu sou represenlanle de
nu pniviiK ia que esta eieommimgada.
,,'j ''....."aserecoidarda moderae.iu eom que eu
"' Proctiliilu em re las diseusseVes; cm nina cele-
e accaulada de quo sempre me lembrarei, ja
Somos livres! OOVitMie Ble
Desd'o Sul rcluinhar alii-s
Ou dai-nos liberdade, ou
Melhor que um cupllvelro
o \orle
imanle :
ilai-nu. morir,
degradante!
ijiiein porlanlo uiisaria oppor deseir
Ao lirado que dos Cos por copia viuha '.'...
Eininudcceiii Ivianinis!... e asiulia
Omieeou nona vida, o uosso ser.
AsNacles exiillarniii, qual evulla
(Jueni CGiilempla o irmiiii receute-nadu;
ii Taes prnaressos f ir.i, que breve etilla
ii Tojo miimlu vera rumo assombradn. b
l'uisona essa voz reperculia
Denle um canto da Ierra ao nutro canlo ;
E inda bem !... o Brazil vai rom espanto
Sabia realisando a propbecia '
l.i a.a'i Patria querida avante! avante!
Trauspe a niela que baliza ns povos :
Na lisia das Nacfies i s giaanle,
.Novo* reiloaIrar.lo proaressos novos.
O porvir que le aauarda he lilu liiilhaille !...
Dcih be leu protector, be quem le guia ;
Mil do gloria leras, como osle dia...
Ei-n, oh Patria querida!,.. avante'. avante !
<;. ./. .s.
t
h'S.
la.I,
3 ca
quilll 1
19 ea
100 I
veira.
1 barril vinho ; a Mam
i Calillo.....bilis, insano
Ionio l.uiz do 011 veira.
2 caixas diversos genero
Sanios Tinoco de Souza.
I cndele rreios e eslrili
neiru.
I raiva pcules c escova
Pinho.
I eaivaobra* de prala: i
:l eaiva* leivaduras, 1.
Juaqulm Bamoa o Silva.
I barril o icaiioes vinli
Kodiiaufs Selle.
I barril vinho, I lata
de Slacedo.
I rndelo presunlos;a Jos deAxovoilu Andrade
I lula bandas de seda ; n Antonio Perolra do 011
vena Ramos.
:icaixas relio/; a Rosa* Braga A Cumpanhia.
ti raidos capachos, 10esnaslrus Iwlalus, 2 caixin
aullidos; ,i lianocl Duarlc Roilrigues
I eaiva loalhas e 2 c.uviliio-
lllieilo.
5 caivas diversas mcrcadmlai
des I In.ine.
2I e.ina-lr.is albo., 100 ditos batatas, ti sacca cc-
vada, 100 ideas ceblos ; a lleiiianliiin J i .la
Silva.
I raixa miudexos;a Joaquim Aulonio Dias Caslro.
I ciiiiliolliibo alampadas de lal.lo e luva-;a Fran-
cisco Radleh.
i Aulonio Y
Vn
el eii'ibele; nJoaodos
; a Manoel Jos Car-
a i'r.inciscu Alvos de
a Moreira 4 Duarlo.
dila* pomada ; a Hanoel
a Guillicrnie Augusto
piees; a Dinnizio \'clloso
i Jos Antonio Pi-
li Antonio l'ci au-
ruca.
podras de raularia;
iilii: Cu-ludio Manoel da Silca Culmaraen, jui
de direilo du primeira rara do ominen io. nr*ta
ridade do lleeife de Pernambueo, por S. M. I. e
C. o Si: lom Pedro II. que Den* guarde He.
Faco saber que por esle juizu no dia 18 do ror-
rele moa a una hora da larde, se luln do arrema- j
lar pnr venda em praca publica, que lera luaar na |
casa das audiencias, nina burra de ten o.ai ainh-ai a.
liada pnr sn-uini rs.. nina carteira de duas Tares por
SgIMMrs., mu mea cun pialeleira por -"(Kiii rs.,
urnapapelcira poi |-.;M!:) i ... urna mesa pequea
por :tSHKi r.., _> mochn por jgrjOO rs., :i cadelros
de pao porSeOOOrs., I carteira pequea poi BgOOO
rs., I balcauarando de amarelln pnr lli-mio rs., I
armario por .'tSOWIrs,, 8 radeiraa por 8 I I i .. i
carines de aljofares ialsus por I.T.KKI rs., 22 facas de
curiar papel por IJ000 rs., 130 saceos vasins a 2011
rs. .IOjOIH) rs., peulioiadiis a Mr. lliuauiere. p i
cveiucan do Antonio Brandio da Borda.
E |iara que ihegue a milicia do tollos mande!
pa-sar u prsenlo edilal que s.iau ahilados na pro-
ra do couniieicio.e na cusa da* audiencia e inipres-
sus nos jomaes.
Dado o p.i-.ado nesla cidade do Reclleda Pernam-. fume
COMPAMIIA DE BEBERIBE.
A arrocadarSo da laxa nos cliiilaii/.fst'
bical do encanamento das ajims pana a
er 1'i'iia por adnuiiiitracjBo do i. de se-
hsmbroem diante: os vale para canoag
e |)i|ms d'agua, o pina o forneciment
das ri'|iiu linics cesliilnleciiniMilos publi-
co! < particulares, lerfio vendidos pelo
Cui\n, no.sen escrtptOl'io, im na da Ca-
deia iln Etecife.
De oideni do lllin. Sr. capilto do porlo, se faz
pnhlieo para conbceimeiilns de lodos os jiropriela
rloadoi emliarcaeriescinpreaailas mi ifleo dos rios
navegavels desla provincia, une cm viriudc A
Mi*. 70e 7(1 dn reaulameiilo das capitanas deverao
snlieilar asliieiuas aminas, e o BRolamonlo d.
dila* embarearos, Mo no praio de :10 dias. liml
os quaea se impura asmultasaaipielhsquedeivarem
de ler scmelhaulcs dneumenlos, Seerelaria da
pilauia do porlo de Pernaiuhiieo 5 de sclemhro de
1853.No impedimento do secretario,
Joilo Itolierlo liniii*lo da Silea.
Deordemdo Evm.Sr. director geni da inslnic-
eilu publica, raro saber a quem eunvier, quo est a
concurso cadena do iuslriiceilu elenienlar. do
primeiro man de Cruangi; r.....opraio de ii
dias da dala deslo. Direcliuia ucral :l de arlcmbro
do 1853.Oanianoeuae archivista, Candido Cusia-
qnioCeutr de Mello.
Km observancia do danoslo no ariiun di
das insliurciies de .11 de Janeiro de 1851, lem de
so ai i.....alar depoi* da prxima audiencia doSr.
Dr.juii dos reiloa da lasonda nacional a pnr elecu-
ees da mesiiia ns licus legointeal nina casa terrea na
ra dos Bairros bnlios, n. IK, eom colinda denlro,
quinlal murado, e eacindia nieeia por lii>0.7> rs.. pe-
nbiiraibi a viuva de Anlimio da lanilla Snares Gui-
iiiai.ies, nina dila pequea meia-aaua noherru lana-
do da Giiuhi'i.i do Carino i.....leudo ala e miarlo por
1 il-ilim. ijanciscn Gemido .Murena Temporal, mu
terreno no locar dos Cocidos rom KO palmos (le li a n-
tonar loOWOO rs. a Francisco Xavier da Funsoca
Coiltindo, (i cadeiraa, i canap, i Joan do bancas de
inailciiil ll'oleo, e lima mesa do meio desala, dejaca-
iiiiiib., ead.i objeclo avahado de per si, e lodos no va-
lor do 500)00n., i .lo.io Frederlcodo Abren Reg:
quem os pretender dirija-so ao lugar e hora ducos-
I eaivao eom prala
:..|.
a Joaquim J
ancisco (
lellio da
ilotlliveira.
.Manoel Goncahci
I caiilo mcias; i :
1 dilo viiliu.. ; a Sohasllilo.l
I embutido panno de lilil,,
de Olivcira.
I eaixilo eom sanio.;.! Jos do Nn-riinonlo Lopes.
I embrulho obras de prala : a Joaquin Copes de
Almeiila.
I embrulho corles do coltelaa ; a Antonio I ci-
reii.i .Monleiro.
Guillierinc A. Itudrigues Selle,
a Juaqiiim Ribeiro Ponles.
, I colija hinca c vidros ; a Manoel
Anda estii |>or alugar o sobrado de Anecie!,i
Jos do Mendoni;, nos Coelhos, enm grandes com-
inodiis : a tratar como mesinoMcndonra, a quoi-
uer boro do dia, na rasa dn balanca as Cinco-
onla-.
Ouein .iniiuiiciou almiar um pelo, para aju-
dar oulro ua cozinha,- ou para lodo o servido : d-
riia-se a ra do Rangel n. 21, que achara cum quem
ajtislar fatendo eonl as parles.
Manoel Jonuuim do Na-clinenlo, morador em
Apipucus, declara, que deiiou de ler taberna desdo
o anmi du l->it.
Fuaio mu papagaiu, nu dia 5 de larde, da ra
das Larangeiras, levando una crreme nu p: quem
o pegnu, ou dello suiiher, queira por tavor dar par-
le, na ra do CaLug, luja de uurives de Moreira &
Hilarle.
Lina inullier branca, do meia Idade, e de b-nis
costumes, se ollreee para ser ana de rasa de do-
inein sulieiro ou casado eom puuca l.mnli.i: na
ra dos Trii.chciras n. ai.
Desappareceu da cidade de Goianna, um me-
nino de 12 iimu, pardo, de lime llenrique, quu
sahiudu da casa do meslre, disse que v inI,., para es-
la capilal ver sua mili pe,le-sc pur raridade a quem
delle souber, quo u leve a ra das Trini heiras, casa
ll. H.
Mu ni anuuciou querer compiar urna crren-
le de rcluiciu do uuru iiiuilu bom, e do lei.appareca
na ra du Rangel n. 21, deinanhila anle. das 10 ho-
ras uu meio dia, que achara cum quem tratar.
Jos Ribeiro Guimaracs hiz seieute au publico
que desde u dia III de auoslo proilmo passado, se
lia desligado da liriiiu social de Juan Juse de Medei-
ros Correa ex Cuinpuuhia, brando a cargo e sob a res-
puusabilidade dos sucios reslaules lodo o aclivoe
pa.-ivo dararerida eociedade, eajopraiedoeonlra-
(o lindou cm .'10 dejunliodocorrenle anuo, relirau-
du-*e uauuiiiiciiiulecom o que a parle respeclia Ido
era dciidu pur sou* iuleresses suri.es. I'araliiba I.
le selemliro de I85.T-----Jori llibeiro liiiiniurier.
Preeisa-se de um caixeiro para bilbar, e que
Cle d cunhecimeulu de sua cunducla : nu cur dus
arcos, jnnlu ao Ihealro Vclho.
I'reciso-se alugar una negra captiva, que sai-
lia hizcr o scriici do una casa de pouca aiuiha :
quem livor aunuueie. Paga-sc l:'*-si rs. mcnsdl-
menle.
Sexlii-rcira, !) do crrenle, depois da audien-
cia ,lu Si. Ilr.jui/de dueilo du rixil da primeira
vara, cscrivAo Saulus, inlo priica varia* oblas de
piala o ouro, para seren arrematadas por eieeuco
de l.iuuncr Raiiini A Compaiihia, em llquldacao
contra l.uiz lian,:-,,, Cunea Guies de lmenla ;
he a uliima tarara.
Manoel Pe eir .Maa.ilhile*, solicitador dos au-
ditorios desla cidade, provisiouado vilalieiamenlo
por caria imperial, alisa au respeiluve; publico c
especialmente aus seus amigos e constituidles, que
iiimlou sua residencia du aterro da Boa-Vista para
a na \\o Collegio n. 10, segundo andar, onde po-
llera ser pioeiirailo al asII horas da maiilula, e a
larde das a liaras em liarle.
Preci-a-so de um pequeo para raixeiru de
taberna, rom prallea uu aem ella, piererindu-so do*
chegadoa lia poueo do Porlo: na ra da Boda n.
52, se dir quem preei-,i.
O hachare! formado Aulonio l.uiz Caialcanli
de Alhuqiierque.euiiliiiua a advogar nurriinee eivel
desla cidade: pode sor procurado no paleo de 8.
Pedro u. 2.
Aluua-se lima olaria, que mi soja muilo dls-
lanleda piara, e so livor barro niclhur, que sin
para luda a qualidade de obra : quem quizer alt,
a.ir, uumiueie, uu dirija-se a ra dj Cruz u. 2.5. se-
aiiudo andar.
U-sc al aquanlia de3001000rs, a juros,
eom boas Urinas, ou iiiiu bypolhei a em casas le-
reas: uarua.Noiu, lujan. 12, se dir.i quem da.
Piecis.i-se do una ama de leile bu ra ou cap-
Mia : iiarua da Florentina n. 8.
I'reeisii-so da umcaiieiro, para o baldo de
una padiuia, que leuda pratiea desle iiegoeiu : a-
(|uelio qoeostiver naaeircumlaneias, e ahanejara
sua capaeidade, pido diriair-se a ra larga do Ro-
ai io, nadarla n. IH, que achar cun quem tratar.
O Si. Mi.....el Moreira da Bou, lenha bou-
lade de vir pagar a quanlia de 208150 rs. que de-
le em pallo de tullido, de lotera, na na do .lien
inadi.....19. Anlouio Joti de Jzctrdo.
I) Si. l-raneis, i. de Aiuoriin l.im.i, moladoi
em Santo-Aullo, baja devirpagar a quanlia de 678
rs. que lie de vedar, na ui.i do Huc
.Itilomo Jote ir i.i
o Si.J. V. o. M., lenha a born
pagar lia na du t.i-i ni.a I,..... Ifl, a qu i
niio i-mora, do contrario sen nomo cr.
por exion-o. Antonio Jo*e d* tzerea
L'ma miillier luanca
do ca-.i de horaem solteiro
Ca*B de pOUCa lamilla : le
i.ni, dirijain-ee a Iravcsaa
que
, ll. 17.
de de vir
din de que
publicad,!
, Ber
a Jo
t il.i ill
I dilo meias
I lula biscoil
Anlouio lunes.
1 moldo de lomo, -Jvivciro* pasearos; a lo
nai do da Cunba.
2 vivoiros pausaros, I gaiolaeom I metro ;
qiiiiu Aiiluncs da Silva,
I guila rom I canario ; a Joo da Molja.
Escuna haubumuozu lleinrirh (miar, viuda do
lliimtnirau consignada a lliuuii l'raegcr r\ Coin-
panlill......inieslnu o scaiiinle :
' i-.ivas lidrus piulados, I dila Terraaei
pe. 2dilas fellrns para chapeos, I dii
i- de tolda de (landres, I dila paslas i
s, 3dilasquiuquelhari.i*. I dita rnur,
I,
10
lasp.
qued
lecid,
COMMEHCIO.
Importacao'.
Brigue portuguei Mara Feliz, viodo do Porlo.
consianado a Antonio Joaquim do Souza Ribeiro,
manifeslou o teguinle :
lo suecas airazema, 1(1 barris azeile, 20 canaslras
lulhesdecorliea, 10barris presuntoa, 17caixas pu-
ntuda, 5cunhele* machados, 200 ancorlas azcilo-
nas, 10 cndeles velas desebu, i caixas rclroz, I
dila peales de chifre, l ditas acafaliiibos, 00 eu-
iibcles sebo em pao, 160 rodas de pao, 0:10 lincas
de vimos, 11 barris prego*. I cunhele ubras de pra-
la, 20 lernos acrale* o cun lecas, 57 canaslras d'a-
II.,-. 119 dilas hlalas, 330 resleas aabolas, t pot-
ca,, de ditas em mullios, 1 sacrodiuliciro du uuru c
prala ; ao coiisianalarin.
!l caixas palilns, ->m rodas iCarcos de pao, 2(1 ca-
naslras aillos, 150dilas hlala-; a Manuel da Silva
Amuiiiii.
2 pipas e 8 barr* viudo, :i caixa* diversns cene-
ros, i barr* ciliada*, :lcami*lra* roldas, I caixa tor-
ro em brides, I fardo penetras, 2 caixas palilns, I
dila hormillas, I dila missaiigas, relroz e pedrasde
ali.n I caixa panno de lindo e ludias, I dila rclroz,
I dila ponles, I barril presuntos, I euuhelc caivas,
21 canaslras albos ; a Barroca ,\ Castro,
I caixa rosaiios o curdas para instrumentos ; a
llenrique de Olivcira Suares.
I barril carne; a Joo dus Sanios .Nunes Lima.
I barril carne ; Joaquim da Silva Castro.
t diln dila ; a Jos Mainede Alves Ferrcra.
I eaivao colurnus ; a Juse Joaquim l'eireii.i Gui-
maracs.
7 calas diversos objactoi: a Albino Jos daSlxa.
20canaslras rullias, 17 dilas albos, I caia cha-
peo*, I (lila linbas o iniudeza., I ,111a pomada, I eai-
xilo liulfles o requintos, 5 caixas paUtoa, 8 han i- v i-
udo, 1 sacco obras de lila "111 camisola, I dilo varias
oiieonimcuilas ; a Loureuyu Fernando* do Carino.
I caix.lo i al me- ; a Jos Rodrigues Ferreira.
1 caixoles rom 1 santuario c 2 imageus; a Tdo-
mat de Faria.
1,8 di-
1 briu-
botoea
enver-
i para couv-, i' dita agulias, 2 dilas Icsouras,
:i dil ,s lacaem rollia, I dila e I cailnha cliarulos,
I eaiva sahoueles, I pacole nmoslras ; a onlem.
2 caixas eom 2 planos vorlirnea, 3 talas panno, I
p.uoiinlioe 1 cala amostras, 1 bala leeidosdelaa,
10 caixas hriuqueiliK, i; I calas leeldos de alaodilo,
de meia seda edo Ufa, II dilas quinquellierlas, i i
ditas vi,bus, I dila espingardas, i dila eonservas, 3
dila. .in:l planos, I dila leeidosdo soda o do meia
seda, I dila chapeos, 8dilas viudos, 10 costoso 3
barricas carreja, 00 ganarnos ervilbas ocovadinha,
2caivas leeidosde seda, 50 han iras acnolii.1,2 cai-
xas leeidos de meto lindn c meia seda, 30 presuiilns,
2(1 eaiva. cadeiras, I dila livros de coininorcio, 20
reslos aarrafas va/ias. ItKIsjrcoa farcllo, 330 garra-
toes va/ios; a llriinn Pracaer 0\ Companhia,
2 caixas iranes, I dila halane.is c..... pe.... a
lli.iiiiier a BrandisA C.....panhia.
30 calas cognac, 1 dila bl|oulerias, 7 dilas vidros,
I diin amo-lias, l dila leeidos de esparlaria, :i,lilas
objeeloa de Noramberg ; a J. li. Woliopp ,\ Com-
panhia.
I bala e I parido panno dobla,
lAa para cuica, 2 pacoles e I cala
lo- champagne, 8 caixas leeidos
nielas curtas de algodao, 11 oitasl
lindo0 alaodao ; a C. J. Asll
SABUAUO 10 DE SlIFlillO l)E ISIi.".
RECITA I.IVKi: DE ASSIGNATUBA.
Depnis que a oa lieslra livor exeiuladn iiinaesculdiila 011 veri 11ra, sudir a secna pela segunda ve/ 1
drama brasileira cm i aclus,
FERNANDES VIEIRA
Peruambiico libertado.
Iinali oxpedactiU)
icollenle comedia cm I irlo,
A ESCAIIA DE AO.
na qual lumarao parle asenliura I). Manuela, ()r-al, Monjes. A muida, eCnimbra.
A senhnia I). Leonor Orsal Monde-, achando-se incoinmodada, e niu deoejaudo quo a cmprea
inliiiupcao em -eu. Iraballios, e.rurrar-se-liacm desoinpenharas palles que Ibe loiain distribuidas
Os bilbelos aehani-sea venda nu oscriplorio do Ihealn
obra
ile
Os senhores assiguantos (pie prelenderom lie
as III huras dn dia du evpocl.iculu ; n.lo viniln
ir eom BOUS
ale o.la don
amarles o cidciras. mandarlo prevenir
crie rendidos a quem appararer.
caivas leeidos de alaodilo, I pacoli
dilo livros; a Scliariieilliu & Companhli
I caixa ilroaas, I dila papel piulado i
da ; a A. L.SlraUas,
21 harrilinbos pregos de rame,
birru, I ciuxacnin caixas cum lialani.
los para chapcleiro, 5 dilas
:l dilos leridosdc
amostras, lo ees-
de algodflo, I dila
'chin, de 1,1a, meio
,\ Companhia.
anu
lila
A7:;)oz r-iAKiTir.jas
du se-
de
dilos dil
. I dila olijce-
le objeclo* de
madeira. 2 dilas chapeos de abjodtO, 25 pacoles lu-
as da Russia, -2 caixas saiiauesuaas, I dila lencus
le seda o meia seda, 2 dilas chales ,ic alandau, I cai-
collnho e i pacoiinhosanioslras, 2caixas ve-iidos de
alaodJo, I dila leeidos do seda, I dila silbas de al-
and.lo, o meia. curias de dilu, 2 dilas vcsldos de
.....ia seda ; a N. O. Biabar & Compauliia.
50 barris cemento ; a Itnlhc & Bidoulac.
11 caixas Icndos de lila, de alaod.io, c de meio li-
nbo ; a J. II. liaenslc).
I caixa leeidos de da, 1 dila encerados, I dila sa-
houeles ; a M. J. II. da Silva.
7 calasquioquelharias ; a Eeidel Piulo cV Com-
panhia.
SOeailHqueijn, I dila couru omernisailo, I (|i-'
la coiilAos-de ineiinii, 5 dilas lilas, I dila bezerros
envernisados, I dila lio de marrar, I dilu penda*
do chumbo ; a Novas* rV Coinpnnhla.
Galeota belga Jeunnrle Mari': viuda de Antuer-
pia, consignada ,1 N. O. Uieber iv Cumpanhia, ma-
nifeslou o seguidle, pur franqua :
.17 barris pregos, t railas allluele*, 10 (lilas
pe, 200 ditas vidros para vdrar,as, 20 dila* ari
a onlem.
69 caixas papel, 200 dilas queijos, 192 barris prc-
aos, 22 dilos ziuco, 2 voluntas livros, ,, caixas ar-
mas o ferrageus, I piicolinhu livros ; a llrumler a
Braodb A Compannia.
ISO caivas vidro para vidracas, 29 dilas armas o
rerrageiM, 27 dllai le. idos de algodao, lia o llnlio,
I puculo amuslras, 17 caixas murmure, 120 fardos
papel do embrulho, 200 pecas fa/eudas para saceos,
7 barricas obras do labio, 9) caixas papel; a >. U.
Bieber ex Companhia.
pa-
l'rela-sc para os porlos do norte al o Arma-
r, o paladn Amui-yom : a halar na rila do Quel-
in.idu 11. 1!, luja do ilernaidiiio Jo- Monleiro i\ lr-
iinlo, 011 ciiii o medie a bordo do iiic-mo patacho.
?ara a Baha.
Segu no usc'tiiiuniiL'iotiul Jiliiiiin. capian Antonio
Fi-nncitco Ribeiro Padilhn : paitt oiveito
da carga <- pusMgeiros, liata-sc eom 01
eonRnatariOt na i'itii da Sen/.ala Vdlia
11. I .Vi.
Para o Aracaty.
Segu wn poneos dias, por j lor a muiurnarle
de sua carga prorapla, o bem coubeeido e vele
hiato CaptoaNbe, para o rc-lo da curan, Irala-sc ua
ra du \ ig.11 iu, 11. 5.
Para o Assu',
o muilo v, lelil patacho nacional Paque-
te dn Macei, canitao Manoel Balbinode
Preitai, labe neitea qunti-o dias sen, fal-
ta, i; receba carga e panageirot: trta-
le ('un o capitao a bordo, ou na traves-
a du Madre de Oros ns. 9el0.
Ceara', Maronhao' o Para'.
Si'fjmr ciiin liriiiiliiilo o brigue C011-
ceiro : quem no metmo quizer carre-
gar, ou ir d pawagem, dino-ee a Jos
llajitista da Ponseca Jnior, na ra do
Vij'ai'ion. II, primeiro andar.
l'ara Peoedo eom escala por Macelo, a barcaca
trlumphaiile, meslre Jos Eugenio dos I'......-, se-
gu iiiiprelcrivelinenlo nu da 10 do enrenlo mes,
pur j e-lar con lie. pal les da earaa a huido, para
o rosto o passageiros Irala-sc 110 caes du 11.......s
armasen! u. 2.
l'ara o llio de Janeiro seguir CMD brovidade
o braiic Uo por j.i ler a malpr parle da rarga
pr.....pa, u qual anda pido reeeber .daunia. as-nn
como earravoa a frote e passageiros, para o que lem
bous rnmmodus : Irala-se na ra da Cruz do Recito
11. 3, cscriplurio de Ainorini v limilos.
LE1XAO
Lelao' de lueljos.
iluje, 9 do eornnU, as IO huras cluir-se-lifl n IrilAu He ijucijih mmihcido nu Dia-
rio lo itiite-liiileni.
AVISOS DIVERSOS.
Sr. Juaquim (oncalves \'ieir.i Oulmaroes,
lem nina caria du scrtau.na livraria l,.6 o S. da pia-
5:1 da Indepeinleiici.i, u roniu se Ignora sua raalden-
cia, roga-se-lhe de a mandar buscar.
-r l'rccisa-se de 200J0D0 rs. a premio, daudu-se
porlivpullicea urna inorada de casa em Olindj
urna ii na de.la cidade.
Tendo-se de arrcmalar os bens penhorados a
Antonio Perelra T)raimo, pnr exceue.iode Anlouio
filo Perelra Borges, sondos bens|cadeiras .....m-
moda, \'.a dia 12 dn rorrele me/, na polla du lllm.
Si. jui/.le pa/da rroaiiozia de S. Juse: quem pre-
lemle, dirija sea polla du inesinu lllin. Sr. juz.
.Manuel Jus .Moreira embarca para 0 Rio de
Janeiro a sna escrava Bosarla, crloiila,
Siqueira a Perelra embarcan) para Itin de
Janeiro o- sen. escravos l.ui/, Justinoe l.udovin.i,
luvlus crloulos.
Prccisa-se de urna ama quo s.iiha eoziuhar e
enaonuuar, para casa de 11111 eslianaeiro rom f.nii-
lia : quem e-liicr noslas eiroiimslaiicias e se uui/ci
alugar, dirijae a ra da tan/, do Recito, sobrado
11. I, uu aiiniincic -ua morada para ser procurado,
l'ara a podarla da ra larca dn Rosario 11. H,
precisare de um bom torneiro, torro ou captivo: a
tratar ua mesata.
Ruaa-se ao lllm. Sr. suhdelaeadu da rreaue/ia
de S. Aid,mi......li-eqniu de l.i/er euiller um huincui
morador em urna casa na ra Birella, eom rundes
para 11 paleo da l'eiiha, que di/ein e-lar doudo, e
(piecom pedradas continuadamente liaz as pessua
nuap 1 1II1 lian-il......eni su.tn-; leudo ja auiiimassi
du mal Haladas ruin laes ped atlas,coiuu honlein leon
leeeu a umeaireirii que eslava deseanocaudu lijullu:
no luiiil.i da rasa de seiilolliaulc doudu.
Sabinilo a vender lapiocas 1 prela Ji
110 da Ierra toira alarde, nJovoltou mais ;
naessle ns seauiuies: baira, magra, mnitoleia, con
ns pes-ius-u-, lem andar como quem est paaseandOi
ja reprsenla maisde iOsnnos,e lemmnitosrabel-
braneos porjunlo da tc-la. lem as mo* (pie pa-
l oiierece para sei ama
,1o qualquer nacAo, ou
pe-suas quo a pivlende-
leS. Peilro, casa n. .
liaran rom quem Iralar.
JLoteria lo klio de Janeiro.
.\o dia ~t de uuotto, deviam correr ,i
nulas ila lotera IS. concedida ubeneli-
i'io (las inaiii/.,. s da provincia ; ati- 7 do
frrente mez deietembro,devem conc
os i-odas da lotera \.do lisiado Sanitario.
Lspci'aiiios as lisias de ambas eitat lote-
ras, nn da I o do corii'iilc, se 16r o vu-
por tiuanabara, que viar daquella capi-
tal, como SUppOmOS I os premios .sil.10
|)agot logo que lelizer a diitribnicdo dai
lisias.
lia granilo inlrreaso em deseobrir-so nesla u-
dide una pessoa que eulemla da ascriptura alabe,
chinela ou liubraica, oumesmo da de alguma das
lingual que rail.........frica ccnlralemeridionali
iiuem por! .ubi poder e quizer iuluiiti.'r a respelo,
(lirija-so .1 praca da Independencia ns. 6e X.
Pontiflcal no Livramento.
A misa regedora da iruiaiidade de N. S, du l.i-
iiamcntu lem de taser a sna leste nu dia 11 du coi-
renle. a qual ll.....lo principiar s 10 huras cm pon-
i,e a mi-.a he Pontifical.
Na ra de Apollo, .uuia/eni 11. 2 U, existe pa-
ra -o trocar unta perleila iuuigcui da Scnhora dj
ConcelcAo, viuda (le Lisboa,
I'rcrisa-se de nm toilor poi Inane/, que saibj
pianlar bem omsillo, de ludas as plantos o verdu-
larga do Rosario, loja ,1o
ele. : .1 Iralar 11
iniu.le/as 11. l'(.
Alui'.i-se un
les riiuimudos, uu
da lina Vista, Sal
que livor, dirija-so
lili, que si
Aul
casa de 2 andares, rom baslan-
e um andar soluo, nos b.iinos
Aulonio, cS. Jos: a pes.nu
a 111.1 larga du Rosarlo, hija 11.
ir. quem precisa.
dada Silva, subdito portugus, rc-
aquin
I
recem juchadas e mo as pode abrir iiem, e por ri
ni.. ,le rada dedo lem um calln.leiuii vestida de ganga
azul ja desbatado, e panno da Cosa lambem velho
'u'tmi labuleiiu, e unid bandeja uraude, 11/0111
mino que ella vein de Podras de rogo, mide esleve
rugida C metes, o lalvcz se lenha encaininha,lo para
as mesillas bandas, porlanlo se pede ns autoridades
puliriao. c espilles de campo que a prendara e Ira-
gamna Iravessa da Trompo, n* 9, que sari bem re-
compensado.
Aluga-spum inoleiue para o servir de nina
cas 1: na 111a Velha, na Boa-Vista, suba,Iu de um
andar, e qui.....Iu heno do Jalo Franciseo.
I'ur inAnltes veres lem-se roaadu .10 Sr. Ilap-
' .iu, que loi earganto do 5- batalhio de raillatfo
liuje perlcnco ir
na roa da liulfl 1
o motivo porque
Aluca-so o
leudo grande cas
grande familia,
inultas rruleira
e para ajuslar,
luja de leiia-"i
Na na ,1.
gr. Jetto Jos li
Nu b
caixeiro.
II- de caca,luios, para apparerer
I), niio o razeiulu piibliriii-se-ha
e chami.....ii'-iiiu Sr.
Joo Frtncitco de souza.
isiliodu Sr. (iadii, no Maiiaiiinho,
a de sobrado, que acoinmoda urna
duas cacimba* d'.iguu de lieber, e
: quem u pretender, pude ir ve-lo,
linja-sc a rila da Cadete do Rento,
de Jn- l'ires de llnraes.
Cruz 11. 28. evisle nina caria para o
unes ds Costa e Silva Filho.
Icipiini da ra Nuva, precisa-so de um
1,1 a .e para 11 Rio de Janeiro
Prcclsn-se de nina pessoa, que preste hancade
sua eonduela, para lomar cunte de urna borelade
l'.i/eiula: no alono ,1a lina Vista 11. 2( ; na mesma
casi precisa-so de una ama, que saiba eugommar c
cu/iuhar.
l'rerisa-se de una ama. torra ou escrava, uu
inesiiio prelo, (pie -aiia ru/iuhar: na na du Padio
Plorlano u. 5.
O aballo insinuado, lenilu de fazer lima vis-
aron a Portugal, a Iralar de sua laude, al priuci-
pi< do auno pruviinu rutero, roaa encarecidamente
ludas as pessoas que Ibe sao llovedoras, b.ijnni do
lite -aii-fa/er seus dbitos al odia I de novembro
protimo rnturo, e do eonlraria usar dos meiosda
le, -io para lambem poder s.disiazer a quem deve.
Frtuwiteo Antonio Pireira Praga.
OSr. .Mazar Allodio de ligucircdo lenha a
bondade de mandar unir pasara quanlia de 19300
r-. que he develar na ra do Quelmado 11. ifl, do
eonlraria se publicar o meio por que foi ronlrabl-
da esla divida.Antonio Jos de Azevedo.
Aluge-se 0 scaiiiiilo andar da rasa 11. 8. ua
roa d.i Aurora, que leudo sido arieudadu pelo Si.
Pon.....para o Sr. Cnrliel, de Londres, eslo mandn
aviso de mo vir, e pnr is-u correndo osla por sua
conla al novo arrendamanloi quem o pratander,
enlenda-se eom o lllm. Sr. Juiiu Tinto de Lemas
Jimior. morador no primeiro andar da nicsnia casa.
Deseja-W engajar cum algons holeis, buli-
quina e casas de pasto, a ilar-lhc a quantidada de
leilc ana plfeUroni para seus eslabelcrinicnliis,
garanllndo-sa a pureza ; podando vir para e-lc ln
0111 lian Iros tocliados eom cade.uln-. que se manda-
rla li/erde proposito pin a esle llni: a Iralar na ira-
veass do i.iiieiiniulo n. 3. .,
.Na ra da oledada n. 70, BO pe d:< 1 rompe,
continuadamente se el< recebendo de 1 ranea, mo
dej,.....Iroe Porlugali alos mullm variedades do
,lidia-, cuma lambem roseir:,s novas, e pr,inielle--e
continuar; por bao, esto he o ultimo lugar sonda
ja se di'poem mullas dola-, e por precs razuaveis;
aaria com........ui ha oulras variedades o^flosssj
earvnres de rrurlo. E-lc rslnbelecinienlu be de
poueo lempo, porin hesla cidade nlo ha Igual.
_ picri-a-sc de nina rnzmlieira tona : na ra
da Cadete dn sobrado da esquina.
_ Na ra da Aurora, na cidade Nova, ha para
almiar una ca-a leno.i. eom Sallas, slito, 13 quai-
|0*, eosinha fora, t boin quinlal murado quem a
pioleii'l, 1. dn i) 1 -o 10 -en piupriclariu Anloniu Ju-
... ihiiiii- d Crralo, para imiar dn ajuste.
I.ava-se o ena,unina-so ruin asseio c perfeirlo:
nu palco da Ribcira de S, Jos u. I >.
mam


Aluga-MHOM CHI terrea, un ii.^r-i do l.u-
u murado ruin purlao, carimba propria, e no fundo
i!u quintal mu sobrndiiiho ; queni pretender, liri-
|a-se na do (jiIIcro n. 10, segundo andar, al is
'. horas da iiiiiili.la, e a larde das 3 horas ein diante.
Desapparercu no dia 5 do correnle, indo ra
du l.ivramenlo, o menor de nome Urbano Lectorio,
li\rt\ cun os simiacs seiuinles: cor parda escura,
aira preta, ramina de rhila rosa, jaquola decanta
amarella, hotietc de oleado,eral*;ado: ropa-seas au-
toridades puliciaes ou qualqucr pessoa que o enron-
li,n, hajant de levar a casa n. lOdarua da Gloria.
onde reside o menino menor.
0i-se .'1OO9OOO rs. a juros sol penhores de 011-
iu ou prala, e boas firmas da prora, a > por cenlo
aome/. : quem pieleiider. annuuric para ser pro-
curado.
I'rensa-sc de um menino de \*2 a \'\ auno*,
rom pralira ou sem ella, paraeslar era roinpanhia
de oiilrem, preforfndo-W brasilciro : na liberna si-
ta na na de Sanio Amaro n. 28.
U abaixo assiunado declara, qnc havendo-se
propalado por osla eidade, que elle he proprielario
abanado e (orle eatrflalltta. e que posane aleen de
miiilo metal sonanle.joias, elc.qualio propriedades
iieslaridadc (provera t |H*os que assim ossclfa/ver
ao publico, que o nico hem de raz de sua pn>
priedade nesla eidade c provincia e lora della, he o
eaia terrea da ra Aiiuusla n. (i, a qual esta bypn-
thecadaaoSr. Jos lunario de Levla pela qoinli;i
do l:2?lNK) is. que Inmou ao diiu scnlior para fa-
lerama vlagen a Europa, a tratar de Maaaude
bstanle eampreaielllda e que llera dWo nada
mais peame alm de sua luja de cha|>eos, na cidaile
de lioaniia. O abaivo assunado aiilorsa a quem
quer que Tur, que alm dos bens que acaba de de
clarar llie |ii'ilciir< qaerqaecontteo aballo asalgnaowpoaaatr* Se onea-
rao,negOCando ha MI anuos llcftaroenle, como pro-
va com iodos os docaiuenloa de pomom rom quem
leve e leni Iransaeces, n,1o pode poasulr leiralmot-
le.....acata que comprou por I MHteWK) do rs., o
una pequea loja que lera de fundo 00 inuilo de
Him a 1MMWI0 rs.; o que se dir daquelles que ne-
gociando nesla eidade I res a quatrn anuos, apresen-
anise proprielarios de pre c captfaffolafl abastados s<- oabalxo a0lgnadocon
lao uieMpiiiiios bens inrorre nataufpeltaa da polica
inuilo lem esta que fazer com os capitalistas de que
acaba de fa/er inencao.
.iHlonin ile Soma Marinhn.
I'ede-ii cucarceidameule a quem possa dar
notician dJo reverendo padre llenrique 1. uinllit Mello Pacheco, ebegado de Lisboa a eita eidade no
mea deno\einbrofde8ATednojii anido para n\M*
do Umoeiro para capell.lo de um seuhor de enaenbo
e meslre dos lilhos do mesmo : quem dclle souber
iler noticias exactas se anda evisle ueste lugar* 1
em tullo qu dquer, assim como se fallecen, islo a
hem depesoea Inlereasanln nestoscadarecimentu
dirijam-seao eacrfplnrlo de (Hveira IrmlMti Com
paulia. na de Apollo n. I?.
Kodld l. do presente moa de eelerabro, deaan
|iareceu do poder de aua senhora, a eacrava Bencdi
la, a qual lem OBaignaea Begulntea: crinla fula
que parece cabra, cabellos caiapinhado-:, estatura
medianil. Talla branda e risonba, andar iniudo, lem
um deleito eni um dedo de urna las mlofl caucado
por mu paiiaricto.costuma andar de vcMidn.rlialos
calcada ; duppoe-ee ler fngidn para Macelo ou Gan
nhuiis ; fni comprada ao Sr. rODjeca, que inora na
ra Diri'ila, casa n, :i, lem mais alem t\m siynaes
cima dloa,oaollKM um pouco empapossadoai mira-
se pos ,is aotoridadea policiaca, e aoi capilla, de cara
po ile capturaren] a referida escrava, c de entrega*
lem a dita aua senhora vluva de Antonio Francisco
Jos Santos Braga, moradora na ra da (adela do
bairro de S. Antonio, casa n. JA, que aereo mui hem
recompenaadoa.
Precfta-ae de urna ama de leilc : na ra do
Hium'n. 20, seuundoandar.
Antonio Jos de Siqueira embarra para o Rio
de Janeiro osen escra\o. mulato, dcnonie Joaquim.
COMPRAS.
Compra-ae todo n Irevejamento para a coberla
ilo Uoapilal Pedro II: a Iralarcom o director An-
lonio .lose (jomea do Coneio.
Conipra-eo broDte( e cobre veHioi no ermaxera
d mcame* de Manuel Ignacio deOliveira Braga,
ra do Vlgarion. I.
iiompra-so uma cadeia de relogio, sendo de ou-
10 I10111 : quema |j\ei dirija-se a esta l)p ou na
ra do Padre Florano, 0. '17, que achara com quem
tratar.
Goni|H,a*ae urna piola que sai ha eoznhar, en-
-......nar, euaauoar hem, masque nHo lenlia vielw
nein achaque*, eseja de boa conducta: na ruada
Roda u. 52.
Compra-ae uma porcao *le laboado de asaoa-
lliocom uso: ae alguera tver, dirija-so ao aterro di
ltM-\ isla 11. I0.
Conipratnvee escravoa, pagam-M .m agradan-
do ; e reeebem*ae de commissao lano para a provin-
cia cuino para fra della : na ra da Gloria ll 7.
Conipra-M qualquer peca velliade inelal cha-
mado Jo principe, prelerindo-se o que seja mais
claro: na ru do Golegio u. 2"i, taberna do Fon-
les.
Comprain-se escraxos, e vendein-se, rerebem
se de rommlsaaO, lauto para a provincia como para
fra della: na ra dos Quartoii n. 94 eesando 1
dar.
Compra-ae urna eaaa lerna aofrivel no bairro
deS. Antonio ou 8. Jos que tenha Iwm quintal,
preferiudo-se as ra- Direfla, Aguas-Verdea, llor-
las, Gamboa do Carmo, r-'lorea e Cruxea: quemtive
aununcle por este Diarh, ou dirija-se a ra da VI-
laciio, 11, l.
VENDAS
Na 1,1.-1 do Quelroado n. ^s, pi'jnit'iro indar,
ctf. d. sil\ai\ Gompanhiii ha 'ii.i veoderialm -i.tM I- c vurario surliinenl de hiondl. do melhor
a Eradm o ilngelas, lanln para hunieni co.....para
menino, semlo eataa a proro ilo ^"(M) c aquelle i
:W*>0 rs. cada um : na inetma cau nndenM lam-
iifin ohoeolala hamburguoi o uta fino Ivel, a prero .lo IDOOO rs. a llura.
\ onde-ae um piano rom eicelleniei voxaa, c
cinmuitn hum ealailu : quem o qnilar, ra ta Saudade, rasa, cujas veoexiauaa sau piular
las.le hr.iuiu, ilas :l huras as .'ida tarde.
Zulmira.
/.uliuia lie urna fazenda de seda ile um lerido e
,ie- i.ies, queencanla alodaa aipaaaoai que a
veni; aerve para nugeauMoa vestido*, para Mnnoraa
iiem ao lliealro, aaroa, vielUa ele. ele. ele., vnde-
se imneule uo arando aalabelecimenlo ilc faienda
hlala-da la do Crespo, n. 11, c Collegio, B.% pe-
lo huralissimo precede 180 rs. o covadn.
Fazeoda. barata,.
Veude-se vestidos Illancos de umbrala, com hara
de cores, dilos liordados, ditos de cassa piulados do
urna a cinco ordena do buhados, ditas liana, dilos de
salpico-, dilos rendados, diloa de cassa chita, cortes
de chita de barra, ehilaa de coros Ovas de ll a KO
rs.Vrovudn ; manteletes prelusc do cores, a lides.:
setim de cores, a !KK> rs. ocovado, diales de lia o
ligedlo, a l.-yiSll rs. ; ditos de Ha c seda, n 2I0
rs.; dilos linos, a UclWOrs.; lencos hrancoscoin bar-
ra de cor para meninas, a loOOOa duila, c ItlOrs. o
lenco; dilos de camhraia para senboras, a KM) rs.,
diloarendadoa rom Meo, a 3m), 100 rs., dilos liorda-
dos a relroz com liico, a lH<> is. ; ditos ile seda a
I -Min. SfaMO ; meias para meninas de 5 a 1*2 anuos
de nn a tl)0 rs.; ditas para scnlioras de l-'nu.
IbjOO e c'k)0 rs. a duill: rassas de quadros o de
llraa para babados a 5llK) rs. a peca; cassa lisa
de 1H0 a 7I rs. a vara, baetilha para coeiros, a UO
rs. u covaihi. damasco ,lc hla. a 900 rs. ; o outras
militas fa/endasque se venderAo baratas, para ad-
quirir rreuueaia: mi ra .Nova, loja nova, n. iti.
\ endeK| um cmllo sonto, e bonito, proprio
para passar a fe.la, na corheira do Pedro, em l'oia
de Porlas.
Na ra de Hurlas n. 31,exiliemos sesuinlesge-
neios, pira so vender por menos preoo do que em
oulra qualquer parle a/.eilc doce, a iio rs. em un -
rafa; vinagra de Lisboa, a Hit) rs., viilio brinco, 1
HO is. ; dito tinto, a 2H0 rs.; queijos novos, a I.-jkoo
rs.; manteiaa imtle/a, a ."ilto rs. ; gvncbra de Ho-
landa, a iOOrs. ; lannlia do Uaranhlo, a 100 rs. a
libra ; sahflohrauco, a 210; buha,a -JXt) is.; rerve-
ja, a 180 rs.; cha byssoo, 1 29210 rs.; erva-malle,
a 210 rs.; alpisla, a 120 rs.; alelria a 280 rs., e ou-
Iros mullos genero, que a vista dos fremiczes so lara
todo negocio : na mesma casa se vendem dous cai-
xes pan amostras.
Vcndem-so .escravos, sendo 2 prelos proprios
paraservico decampo, um molcque. urna linda ne-
grlului de ti anuos, c uma crioula de 18 anuos,op-
, boa occa-iao pira
ia niucainlia cum hahilidade
quem precisai : u ra di Gloria, n. 7.
Cobre para forro.
Vende .*> cobre para forro, de dillerenlc- groaiu-
ras; na ra Nova 11. t, toja de fefflg.
- \ elide-.,., i,11 h\pi,iln>ca-se, I casa sila na ra
Imperial 11. 218, veude-so cm conla para se lindar
,> iuvenlarin : Iral.-se na mesma ra, casa 11. 4*
Irtll* paro
II,, dia 8 do correnle cm dianle, vende-se leile
,iio, a 2011 rs. a arrala, das ti e l|2 hora da na
iihaa ale a- e l|2 : na ra Uircila 11. 70.
Cal virgem de Lisboa.
Ha para vender harris deca nova, viuda de Lis-
boa na barca Margando, he a mais nova que exis-
te : na na de Apollo 1,. 18, ou na praea do (.om-
mcrcio, escriptorio n. 0.
ROD LAFFECTEI'H.
O nico amontado por derisilo do comelho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos huspilues recommendain 11 arrolle
l.auerleuv, como sendo o nico aulorisa.lo pelo Bo-
verno c pela Real Soeiedlde ile Medicina. EM me-
dicamcnlo d'um oslo aaiadavel e ranl a tomar
em secreto est em uso na inaniiha real desde mais
de CO annos; cura radicalmente em |>ouco lempo,
cum puuca despea, sem mercurio, as oHcccoes da
iiellc, imninueus, ascousequeucias das sarnas, ul-
ceras e os accidentes dos parios, da idade crilica e
da acrimonia heredilaria dos liumiires ; conven. M.
ralharros, da hevisa, as cunlrrc,es, c > rraqueu
dos or^os, procedida do abuso das iiecccAcs ou de
sondas. Como auli-sv|ihillico, o arrobe cura ti
ponco leni| os lluxos cenles 011 rebeldes, que voi-
vein iuces-anUs sem conseqiiencia do empreo da co-
paiha. da ciihcha, 011 das injoceos que represen-
l;,MI ni- -.....ii(Milralisa-lo. t) arrohe l.all'eclcuv
he esiiccialmenle recunimcudado contra as doeucas
inveteradas mi rebeldes ao mercurio e ao iodurelo
de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de llar-
ral, c de Antonio Feliciano Alvos de A/evcdo, pra-
ea de I). Pedro n. 88, onde acaba de rheuar nina
grande porc,5o de garrirs grande, e pequenas, viu-
das direrlanenle de Paris. de caso do Sr. Ilovvciu-
l.aUcileuv 12, ru Ricbev i Paris. Os formularios
dain-se ralis cm casa do agenta Silva, na praea de
I). Pedro 11. 82. No Porto, em CM de Joaquim
Araiijo; na llahia. Lima A limaos; em Pernam-
huco, S011111; Rio de Janeiro, Rocha i\ lilhos, el
Moieira, loja dodroas; Villa-Nova. JoJo Pcreira
de Msales l.eitc ; Rio-randc, Francisco de Pao
la Coulo A; 1..
un engenlio na fregu-
il lem ;is melhoras
encllente d'agua
Inmi iIi anuca', Ihioi
vallarlo, ele, e 'a/.-si1
1 que
he
Vende-te
/.u de [pqjuca,
olicas pouiveii
copeiro c milito
cercado Indi) di
um ncjfoeio mui commodo : (>s preten
dente*, dirnam-se ao escriptorio do_ Sr
comroendador Manoel Goncalvesda Silva
a Iralarcom .lose' Joaquim de Miranda.
Vende-se um bonita sitio com casa nova, e
bem plantado, no lunar da Oponga, por pen
commodo : quem o ur'elendor, dirija-so a ra No
va n. II. que se dir quem vende.
Vende-se uma girginlillii de ouro de Magra
na, olira uiiiilo rica, mu par de brincos de s, qnilro
a cinco vollas de conhlo fino, dous innelOM, mn
com um diatnanlc. nina liloeda de I6V000 rs. encas-
taada.um dedal, ludo sem feilio; um par de culi-
caesde prala, "colheres para rlni. c urna de tirar
assucar : quem pretender dirija-sca ra do AriglO
Vcnde-sc um carro de engenbo com qualrn
bois manso-, pcrteiicenles ao inesnio carro : na ro-
cheira de Joaquim .Marque-
Vende-so a narcici i
caivas, promplaa seguir vi;
lo ,\ provincia o fra della,
nesta praea: o- prel.....lenl
narein, delronle do caes di,
, na ra do Calillo.
tmeeifio, de lote de :tu
gem para qualquer por-
elc, priXO Com firma
s para verem e vaini-
llamos, aonde se ftchl
hiUdeidl, c paialralar, na ra lariu do Rosario 11.
18, junio ao ipiarlel de polica.
Vende-seevcellenle holachinlia para MTinio
de faiuilia, a 2^'itiO rs, a arroba, e de melhor i|iiaii-
dlde, a 31000n., e lina de I.1 qualidade, a :tr"iJO
rs.: na ra do quarlcl depolicia, padaria 11. 18.
Ra do Crespo n. 9.
Vendeni-seeoites decasemra,n5#000,
18000, 5J0O0, e 0|000 n. ; panno pe-
lo lino, a 'i.silOII rs. ; a/nl. a 5/j000r*.,
e verde escuro, a 5g500it.; adverte-e
nos freguczei que lu* cxccllente faxendn.
Rui do Crespo n. 9.
Veiidem-se cortes de cambraiu alier-
la, brancase de ores, a ."i.sOOO i-s.; dia-
les de I ; e seda, minio linos e liointos,
a .s'OilO rs. ; cortes de liisio lino, para
eollcles, a l.sOOO rs. ; corles de liriin de
ti>lio de modernos padres, a .s'IIOI) rs.
Vende-so urna balanca com conchas, hraco de
ferro e arrolla- de peso, propria para'arma/cm de
carne secca. padaria ou relinacao : na rila lama do
Rosario n. 38, primeiru andar, se dii quem vende.
Andar a moda com pouco dinheiro.
Na rui doQueimido, segunda, leii-n. l, ven-
dem-sc luvas de pellica pela para hoincni, senhoias
e menina-, a .VIO rs, o par.
\'cnde-sc um cnuenho livre c desembaruado
de qualquer onus, promplo de lodo o necessaiio,
com ludas as obras precisas, de podra, cal e barro, e
ludas em limito bom e-lado, distante desla eidade
duii leauas c meia, mo com auna, e com umita
abundancia d'ellas, boas Ierras de plaulacao, con
soll'riveis malas, 0|ililU0 cercado, mui hem tratado
e eonviudu au comprador, fa/-se iiciurio igualmen
le com esclavos, lodo o izado de seivico, c de criar
carros e ludo o mais rouccriicnlc aodilu engenho, e
inesnio neiiociae a -afra pendcnle, ea novamer
principiada a plantar. Recebo-s por conla da coi
pa alanos predios nesla eidade : quem pois Ihe
conviero referido negocio, mnuncil por esta follia
para ser pelo vendedor procurado, o Iralai do aju-le.
VENEZIANAS .
Aterro da Itoa-Vistn n. ')'>.
Tem um sorlimeulo de venezianas com lilas ver-
des de liiiho e de lila,' com caixa c sem ella, e se
roncera e se Iroca as novas por volitas, a vonlade do-
comprador.
Vende-so Hi travo-de l'i palmos de-comprimen
lo, e de qualidade. escollilda. : no irmazem da ra
da Prala, n. II.
lVMIVHUMm.
Vende-sebanha rraneen em lilas de -2 a 3 libras
caita urna, assim como a libra, lucia libree quarlas,
pelo diminuta proco de 1^000 rs., a libra: na ra do
Queimadii loja domiudeusn. 10, de Antonio Jos
do Aievodo.
OLEO BXPRESSO DE BABOSA.
O mais encllente oleo que tem nppa-
rceido para impedir a queda dos cabel-
los ede criar caspa, refresca ti cabera e
ainada milito O cabello: vende-se na rna
da Cadeia do Recife, loja n. 9, preepde
cada um vidro 8011 rs.
Vende-se muilo superior fariuhi de Sania
Calliarina, c S. Malheus,' medida a vi-la do com-
prador : a bordo do brigoe brasilciro Midas, Tun-
deado pecio da AhaAdega,
PAO' CRIOULO.
Na padaria da rna da Scniala Nova n. 30, o no
deposito da ra do llaniicl n. 1:1, acha-se a venda
diariai'.enleo ludio pao crloulo, fabricado por celio-
droa modado Rio de Janeiro, o qual alm da su-
perioridadeao pSocommom tem a rintagera de ser
iseulo de receber o mais peipieno unlpe (le suor do
aina-ador
mesma
los I o o
Visto ser
sas achara
liule:
ssado por machina
sempre as pernal de bom
uuinle:
Filil da rainha por. 800
dem i.lem iiupcriaes mo
dem de familia .... 800
Ararula de ovos .... Oto
Mismito do amante. 100
Ararula pura.....loo
dem laraujas.....loo
Rolachinba uglcza. 200
l-'alias dores.....;!(l
lliscoilo (loro......210
lliscoiliuhos.....320
Vendein-se relogios d<^ ouro, pa-
tente ingle-/., os niclliores pie lem viudo
osle mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Hus-
sel Mellors A Companhia, na ra da
Cudeia ilo RiX'ilb, n. 5G.
Vende-se um prclo do todo servico. hem enm-
porladn, por ordem de urna pessoa de Afra! uo ater-
ro da Roa Vista n. 00.
Cobertores oscuros,
de alcodao, a 800 rs. ; dilos a/u.- e encarnados,
mullo grandes eencorpados,a ljflOrs.: na rna do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade emqiiirlose oilavnsdepipa, mr precocom-
modo: noaiina/rin de N. O.Hieher tv, Companhia
na ra da Crasa. 1.
A elles, que se estao' acabando.
Cobertoresde tapete muilo grandes, pelodimino-
|0 precn de lIIKI, dilos mais pequeos, a suo rs.,
colchas de salpiros bramos, a latoo, lirini trancado
escuro, de linnopuroe nolta lino, a (40rs, a rara,
chitas de as-enlo escuro o bom pan..... a 110 rs. o
COVadO I na ra do Crespo, loja n. 6.
ANTIOIIIAI'F. E SLI'EHIORIDAE
DA
SALSA PARKILHA Di: IIR1ST0L
sobre
ASALSAPARItlIHADESAMIS
Attencao'
A 8MA PARRILIIAIlBBRISTOL dala des-
de 1832, c lem constanleinenle mantillo a sua re
planlo sem ncccssidadc de recorrer a tiompo-os
annuurins, de que as proparaces de merilo |iodcm
dis|ieiisar-sc. O successo do llr. RRISTOL lem
provocado infinita- invejas, e, cutre mitras, as dos
Srs. A. II. I). Sands, de Nevv-Vork, preparadoies
e proprielarios da salsa parrilha rouhecida pelo no-
mo de Samls.
Esles senhores soliritaram a asencia de Salsa par-
rilha do Brislol, ecuiuo mo o podessem ohlcr, fa-
briraram urna uMfaeaodc Ihi-lol.
Bis-aqul a carta que os Srs. A. R. I). Sands es-
creveram ao llr. Ilrislol no (lia 20 de abril de I8i2,
e que se acha em nosso poder:
Sr. Dr. C. V. liristol.
Balalo, 4e.
Nos-o apreciavel scnlmr.
Em lodo n anuo passado temos vendido i/uaiili-
daden consideraveis do extracto de Salsa parrilha de
Vine., e pelo (pie (tuvimos dizer de 8USS rirtude*
quellcs que a lem usado, juluainos qne a venda da
dita medicina se aucmentar mtiiHsimo. Se Vmc.
quiier facr um eoiicenio coiunosc.i, eremos que
nos resultarla muita vaulagein, lauto a mis como a
Vine. Temos limito prazer que Vmc. nuljcsponda
sobre i-slc ossumplo, e se Vmc. vier a mh eidade
daqui a um mes, ou cousa scmelhantc, tciiamos
muilo [ira/.er ein o vercm nossa botica, ra de Fili-
l.......79.
I'iram ordrns de Vmr.scus semiros servidores.
(Asignados) A. II. I). S.VNIIS.
r.O.XCLUSAO'.
1. = A lliliguidadc da salsa parrilha de Ilrislol he
clarimenle provada, pois (pie ella data desde 1812,
eque a de Sands so appareceu ein 1812. poca na
qual esle droguista nao pode ohler a agenda do llr.
Brislol.
2. A superioridade da salsa parrilha de Rrislol
he iiironleslavel: pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, ede uma porciin de nutras prc-
paracues, ella lem nwnlidoasua repulaeSoam qua-
si loda a America.
As numerosas c\|ioriciirias fcilas com o uso da
sal.a parrilha em (odas as onlonuidndos originadas
pela impureza dosangne, co h.......vilo ohlido nes-
la corle pelo lllin. Sr. llr. Si-aud, presidenta da
academia imperial do niediriua, pelo illuslrado Sr.
Dr, Antonio Ju- I'eivoln em sua clnica, i- cm HM
afaimula casa de saude na liamhila, pelo lllm. Sr.
llr. Saturnino de Oliveira, medico do exeicito, c
por varios oiilios mdicos, permillein boje de pro-
clamar altamente as virtudes efllcazcs da salsa par-
rilha de Ilrislol vende-se a 53000 o video.
O deposito desla salsa miidoii-c para I holica
rrincesi da rna da Cruz, em frente ao chafariz.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba & Ainoriin. rcci-her.un pelo ullimo navio
de Lisboa harris com a desuperior cal em podra
para o fabrico de assucar, e venilcm por menos que
cm nutra qualquer parle; o para ferh.....culo do cen-
ias um restante dojiolassa americana! na ruada
Cadeia do Recife 11..1O.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica francexa, da rita
da Cruz, em trente ao chalan/..
.'ioo.ooo its.
I,.....por lilo-IKIO rs., nina Ivpognphin com
le tvpos muilo hem sonidos, o um
po: a ipieiu convier diiija-sc
4
Cal virgem.
Na rita de Apollo, arma/em u 2li ,
existem poneos Iiuits, com superior cal
em pedra, cliejiidn de Lisboa, lia poucos
dias, na liana Mai-jjarida.
Sebo r.lMdo
Vcnde-sc no deposita de caruaiiba, rila ti .i Cruz,
n. 19.
Sasotai
Vcndeni-se os melhorcs sapotis quo ha na |ro-
vincia. lano para embarque romo pura mesa, assim
como ps dos mesmos para plantar, u cnxerloa do ia-
i.iiii.i de iimhif;o( assim como abobras carnciras nuii-
lograndeat uosiiioda Trempe, sobrado n. I, que
lem laherna por haivn.
Attanvao* ao baratefro.
Na rna do Oueimado nova loja de miudezas, u.
j", de Ailunso Pedro*} do Araaral Brandlo, vnde-
se luvas de pellica de [ionio ini-tez para hnmetn c
senhora, peta diminuto pceo de 19000 u pai; ditas
de seda truncadas de cores,para homeiu o senhora a
ISfiOO c L>S0O ; dilas brancas de lorcal o mais deli-
rado possivel, a IJfiOO o par; dilas de lorcal prctas
para seuhura e meninas de qualquer lamanho,' mui-
lo lindos o delicados chapeos de sol de seda pelo di-
minuto proco de ft} cada um; c outras militas
miudena que se vendem moilo barato a dinheiro n
visla, smenle para adquirir freguelia,
Vcndcm-sc pianus fortes-de superior qualida-
de, fabricados pelo melhor aulor hamhurguez : na
ra da Cruz. n. t.
Ocho.
oeni barricas, checailo ulljmainno-
Keller ,\ Coinpanliia. na ra da
Vcnde-sc sr
le : em casa J
Cruz. u. 55.
FARELOS.
Vende-te no armazem do Si
fardo em saccal de ~> arrollas,
nos preeo do que em oulra
parle
superiores
. Aunes ,
por ine-
qualquer
Vinhos
Jirauro' e de Colares
V
mais de
bom pn
a ra di
V
pauhia
700.
lo di- ferro
i Crnzes n. 2s. jcguno andar
ndcin-e(.....a-a de Me. Calinmil v
na praea do Corno Sanlon, II. o
iiilm de Maisi-illeem raixas de 3 a 0 diizia
em novillos ecairelis, Ineii em barrica
Brandes, ac de inilaosurtido.ferroinglox,
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua <
re' um completo sorlinienlo de mi
un-
dule:
India.
mull
da
las e meias mocinlas para cu[cnlio, ma-
chinas de vapor, e taixal de Ierro batido
e coado, de todos os tauaithos, pata
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
0 arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle cm Berln, empregado as co-
lonias inj'le/.as e hollaiide'.as, com gran-
de vanlajjein para o iiielhorauenlo do
assucar, acha-se a venda, em latas de 1(1
Ulnas, junto COm o methodo de empre-
gn-lo no idioma portugus, em casa de
\. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. V.
Na rus do Vicario n. 19, piimeiro andar, ha
P-
de llttcellas
,tinto) em harris dequlnto:
vendem-se em vasa de J. Keller (\ C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ierro de I). W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o cliafari/. continua haver um
completo sorllinenlo de taixas de ferro
tundido e hatillo de H a 8 palmos de
boCCa, as quaes achain-se a venda, por
preeo commodo e com promptidao' :
emharcani-se ou carrejjam-secni CBITO
Rl'in despe/.a no comprador.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para rei;ur horlaso balsa.
de eapini. na fundirn de II. W. Downian : na na
do Brumas, 6, Ke lo.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por jireco muilo com-
modo, no arma/em n. 7 de c.us da
auandega, de .lose' JoaciuilU Pcreira de
I .Mello, ou no escriptorio de Novaes (Si
Companhia na na do Trapiche n. 54.
Na na do Vicario u. 19, primd-
ro andar, tem para vender di versas m-
sicas para piano, violao e llaula, como
sejam,quaurUiai, valsas, reilowas, scho-
lickes, modinliai, tudo modernissimo .
cliegado do lilo de Janeiro.
VINHO 1)0 PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
harrlsde i., e 8. : no arn:a/.einda rna
do A/.eile de Peixe n. I ou a tratar no
escriptorio de Novaes A Companhia, na
na do Trapichen. 54.
No arma/.cni da travesa da .Madre
de Dos n. l, e no anna/.em de.losc Joa-
quim Perda de .Mello, no caes da Alfan-
dega, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade.
CAL VIRGEN E POTASSA.
Vende-se potnSSn da Kussia e Ameri-
cana, cal nova em pedra. viuda agora
nabarca GratdSo, ludo da melhor qua-
lidade, que lem viudo ao mercado epor
commodo preeo : na na do Trapichen.
17. anna/.em dejse Tekeira IJaslo.
Vendem-se lonas, hrinzao, lirias e meias lo-
nas da llussia : no armazem de ,\. O. Ilieher 0,
Coinpaiiliia, na ra da Cruz n. 4.
Gratidt
cal virg
ler, farclhi milito novo chollado pela hurc
i. por proco commodo, e juntamente nov
n de Lislioa.
A HADOS DE
fundicao' de C.
Amaro acha-se
FERRO:
Slarr. & C. em
para vender ara-
ir rruabdade
Na
Sanio
dos de ferro
MOKNDAS SI I'EKIHES.
Na fundicao de C. Slarr & Companhia
em Sanio Amaro, acha-se para vender
moendas de calinas todas de Ierro, de um
uiodello econstruCcAo muilo superiores.
Ao bello maSamlsmo peraambacano.
Vcndcm-sc riquis.iinos penlcs do larlaruga para
prender cabellos, doamelhores que lem vina
le ulereado pelo diniiiiuto proco de .V\i00 :
do Qoelmido novas luja de miudezas, n. 57
fonso Pedrosodo Amaral Brandio.
Vende-se uma noorinha de o anuos, sem o me-
nor defcilo : quem livi-r vonlad. d fazer um pro
sent atuiima menina oproveilc i occasio, porque
he milito costoso euconlrar-sc urna peca lao linda:
ua ra das l.araii'-'eiras n. II, seaundo andar.
Redes alcochoadas de cor
muilo grande, c de bom cosi : vendem-eo na rna
doCrcs|io, lo a da esquina que volla para a Cadeia.
TIIIESTE-SSSF. ,
lie recencheoado um rarregamento da veroadei-
ra farinha de SSS raniiubo, e vende-se por mdico
proco : no escriptorio de lleane Voule A Cumpa
na ra
le Ar-
abia, ou nos
LUicalv
le lleane Voule
armasen, nobeceu dol
DOCE DB BACOBY.
Cheaou rerenleinenle do Maranhio una pequea
ii cAo desle delirado ilocr.o melhor que ha. lano
jichi sua evcellenle qualidade, como por conservar-
le por muilo lempo em perleilo estado: veiiile-se-
eni casi de l'onlc t\ Irmao. na na da Cadeia Vaina,
Agencia de Cdwln Miw.
Na ra de Apollo n. ti. armasen de Me Calmonl
& Compaiibia, acha-se coiislanlcnienlo bous sorli-
menlosde ulill.de ferr.....nido o balido, lauto ne-
fandas, m.....idas iuelil.is ludas do ferro pa-
ra animaos, auna, etc.. dilas para armar em madei-
ra de lodos ce lmannos e modelnso.mil. moderno.,
machina hori-uutnl para vapor rom foren de
Iravallos, cocos, passadeiras de ferro r-l.inliado
para r.i-.i de pur-.-ar, |ior inenos preto que o- de eo-
ivens pan navios, ferro da Siiecia. c fo-
Ihas de fl.uniros : I mo por barato precn.
SXpoato da fabrica de Todo, o Santo, na Baha.
Vende-se. em casa deN. ". Bieber &C, na rna
la Cruz n. I, atondan Iruncudn d'aquella fabrica,
milito proprio para saceos do assucar e roupa de es-
clavos, por proco commodo,
Vende-so 'presuntos inslezes muito novos para
Hambre, hilas rom holarluiihas de soda iuitlezu.quei-
jos de pralo, conservas muilo novas, scmciiles de ta-
las as qualidade. de borlaliCe, chcuadasullimameii-
l: no rna da Cruz n. i. dcfronle do Sr. Dr.
Cosme.
r;lfai;:S::!'Sa.'8
Farinha de mandioca,
a mais superior, que ha em Pernamhuro, a &
bordo do brinuc Minerta, ebegado de Sanll
Calliarina, tandeado na Drill do Collcaio, W
ah vende-se h proco commodo, o lamliem H
|a (rata-so do ajuste da nie-ina, na praea do Cor- $
Jgi po Sanio, escriptorio n.ti. B
*5:*::a
A 3,600 o par.
Coiiliiiua-se a vend-i -apaloc- de lustre para ho-
mem, obra mullo boa, a ItifiOOo par, dinheiro A vis-
la : no aterro da Boa-Vista, loja de calcado n. .'iK,
junto no sellciro.
Carne.
Veudem-M pacotos, cada um rom qualre irrobas
de muito boa carne, viuda da provincia do Ceari,
propria para cscravos, pelo haralo prcro de 'c-(Uio
rs. aarroha : na ra doQucimado n, II.
4)E
. 'v v i.-'.
DAVID WILI.1AM BOWafAN, eiiBcnheiro ina-
ehinisln e fumlidoi defino, mui respoilosamenle
anuuncia aos senliores proprielarios de engenhos,
fazendeiros, o uorespeilnvel publico, queoseuesln-
belecimenle de ferro movido por mteliina de v,i|ior,
na ra du Brum paliando iirhaf.iiiz, contina em
etreclivocvcrricio. ese acha cniiplelamenlcniuiilado
com apparollms du priineira qualidade para I per-
fciln confcccao da-, maiores pocas de imu hinismn.
Uabilitodo tiara euqiroheiuler qnaesquer obras da
sua arlo, David William Bowman, desoja mahipar
liculnrnionlc chamar a nlloiuapublica para as se-
miinlos, por ter deltas urande sorlimenlu ja'pronp-
lo. cm deposito na mesma fuudieao, as quaes roiis-
truilasem sua fabrica podcni competir rom as fabri-
cadas em paiz eslranaeiro, laido em proco como cm
qualidade de malerias primas o niuii de obra, a
aba :
Machinas ile vapor dl melhor ronslnicaft.
Moendas de caima para eneenhos de todo. 09 l-
mannos, movidas, vapor por agua, oo animaos.
Iludas de auna, moiiihns de vento e sorras.
Manejos indeptadeute. para eavallos,
Rodas dentadai.
Aguilhoes, hronzes c rliuinareiras.
Cnv illim-s o parafusus de todos os lamaiibos.
Taixas, paros,rrivose huras de fornalba.
Moinhos de mandioca, movidos a nia ou poraui-
maes. e prensas para a dita.
Chapas de fosan e fornos de farinha.
Cano, de ferro, toi iieirns de ferro c de hronze.
Bombas para cacimba c de reputo, movidas a
niaA. por animaos ou vento.
Guindastes, guinchase macacos.
Prensashydranlicaa ede pnrafuso,
Ferragomipara navios, carise obras publicas.
Columnas, venadas, grades o porlOes,
Prensas de copiar nn las a sellar,
(junas, carros de mnoearadnsdc ferro, etc., etc.
Alm da superioridade das siias obras, ja' ueral-
inculeioeonhrcida, David William IhivvmanVarante
a mais exacta eoorbrmidade ci......s moldes a dese-
nliosreincttidos pelos senhores qne se (li'-'narem de
fa/cr-lhe eiiconiiiieiulas, aproveil.mdo a (M-ca.iao pa-
ra agradecer aos seus numeroeo. amiuiK e Dreguexe.
a preferencia com que tem sido |mr ellos honrado,
e asscmira-lhc* qiio na |ioupara esforcos o diligen-
cias para continuar a merecer a sua cnnlinni.'a.
Vendein-se loalbas de panno de linbodoPur-
to, para rosto, o mellinr que lem viudo ao mercado,
a IJOOO rs. cada uma : na na do Crespo, loj da
esquina que volla para n Cadeia.
:- S 'i
GANTOISPATLHETE&COMPA- 3
MHIA.
Conlinua-se a vender no de|Hisilu ueral da
?; ra da Cruz n. "i, 0 evcellenle e Ih-iii con- W
3 ccituado rape areia |>rcla da falirica de (un- V
J luis l'ailhclo & Ciuiipauhia, da llahia, em #
mandes i>peipienaspori;rs. pelo procoeslahe- 5$
lecido.
: -if
Grande onlmenlo da nauoa
Pannos fino, imimlril
\ ende-se pauno lino preln, siperinr, a 300, di-
to Iran ez muito lino, a .-sOfc casemiru prela t-
liin, nimio superior, 39SO0 o evado, dita fran-
ceza de cores do mala moderno oslo, a .-.TOO o
corle, dila do alaodlo de quidro. ede lislras, a
lc<,00 o corte, castores linos imitando eisemira, n
I1MI0 o corle, brim bronco moilo lino, de puro II-
nhu, o lg-200 a vara, dito de linho c aluodSo, a iai
a vara, dita de cores, de puro linho, a H00 rs. a va-
ra, linho de quadros c mcsclado para palii- e cil-
oas, alIJOo covado, collolesde fuslao lino, a 18000
rs., ditos muilo linos, a IS6U0, dilos do gurgurAoilc
seda, l'.i/eiida de costo, a -J-Viu. dilos muito linos,
de superiur qualidade, a t9000 rs., dilus de setim
preto maco, a 118200. dilos su|>erior, a i --".(si, ca-
misas piuladas, u 28O0Ors., lencos desetim de co-
res para grvalas, a 19000, dilus de seda para ala-
beira, a 18*00, dilos hrauens com horra do cor, a
38-i00 a diizia, e outras nimia- fazendas do gosto,
queee venderlo baratas: na ra Nova, loja nova
RIgob pente* de tartai-afa.
\ ciiiifin -.( muilo iiilos penlcs Je tnrlnru-
Ka, |>ara -('..m .u ralicllo, os mnis modernt
possiveis, pelo lminulo prer;o de S^jOO
cada um : na ra do yueiniado, loja do
miiidczan, n, i<, de Anlonio Jos de Azc-
> ende-sc urna e cnsahoa, c cngoniina liso, mallo robusta, a de bo-
nita Usura, ou lrora-se i>or oulra que engomme e
ciizinhe hem : quem quizer diiija-sca ra Augusta,
ll. H.
Vcnde-sc o engenbo l.imeirinha, situado a
marcem do Tracnidiaem, com seiscenlas bracas de
Icslada, c uma legua de rundo, com as obras mais
precisas, lodas novas, c ptima moenda com Ihius
partidos, que com dois carros e qualro qiiarlus po-
de moer ot dois mil piles, o que lio de grande
vanlagem para um principiante, lie de ptimo as-
sucar, ede lula produrcao, tanto de cauna.como de
leaumes; vcnde-sc cun atoiini dinheiro a visla, o n
mais a pasamento conformo se pudor convencio-
nal' : os preleudentes dirijam-se uo engenbo Tu-
Ao madamiemo.
Na ra do Qiieimado, loja de miidn/;i%
i. .'.'.dcAiiloiiinJos,'do Azcvedo.vendcm-
| se luvasde Nda Iranraila rara llina e hoinem.assim romo dllM enfeilada^.a I
2$ rs. o par, dilas de lorral, brUiCfll, muilo |
dclirmliis, i 1-^HlOo par; penles de larlar
os para alar raliello. a 1jOIM> rada |
um ; muilo liras lilas de seda, para rinlei-
ro, um ,.....pelo sorlinienlo de perrumn-
riwdelodM as inialidailes, e oulras huil-
las colisas, mais haralo do (pie em oulra
| qualques parle.
Vendem-se presunlos inslr/es. rlimados ulli-
mamenle : na ra lama do RoMiio, taberna n. 46.
Vende-sc uma prela da boa liijura, eoilnha o
diario de uma eaaa, he boa lavadelra, e qullandel-
ra : na rna to Hospicio n. 1.5, se dir miem lie o
vendedor.
Vendem-M mnilo superiores HngoiQW de Lia-
boa, a :\-Ht rs. amiMidoas dfCa,Hrada, a -M) rs. a
libra ; manleit-a Ingleu, muilonuperior, a :AM) rt. a
libra ; dila para lempero, a iO rs., ludo islo ilo
ux'llior i|iic lia no mercado: ua ra larga do .(osa-
rio, labcrna do porl,ts n. 39, confronte a i'jreja.
vendo-aa uma aterara, de Idade Wennoa para
mais, eognmina wflriral. cotlnhi bem, refloa au-
rar, Uu aluninas qoaHdadei tle dores java mulla
bem de Hbao, e lie boa ipiilandeira, purprero com-
modo, c a \UU\ ilo comprador se din o molivo por-
<|ue w vende : I ral a-se na rna de *. Miuuel dos A-
fogadol u. S, das :i boras da larde em alante.
Vende-se um cava I lo caslaulio, de priineira
muda, anda bai\o n meio : na ra .Nova, n. 16.
LencoH para meninas.
Vendem-se lencos tle cassa com barra para meni-
nas, a 1*MM> rs. a du/a, e UHI rs. o lenco : ua run
Nova, n. H.
Manteletes, a 12,000 rs.
Vendem-se manleleles de seda, piolse de cores,
pelo barato precn .le 1*MM> : 09 ra Nova, loja uo-
va, n. H.
Gorfes de colletes-
Vcndeni-sc corle de rlleles de fusISo da cdraa, i
19000: dilos do bonfloa padrAes, a \#m ; ditos de
gorgurfo de seda, fazenda de oslo, a _'.->'r los de setim do cres, a ^ rs. ; dilos de sclun prclo
Macan, :- ,ii:i ; e de oulras (pialidadcs e preru
ra Nova, loja nova, n. .i.
Vende-se um cavallo rodado, lando, anda balao a mel! na rna Nova, n. ;i
AO Ultlll.T IlHIllll,
5| Vendem-se chapOOa de sol de seda de oAra
yX os melliores que lem viudo a esle mercad
En mm rabo o ponlelra de raarflm, pronriaa S?
.,( para passeio : na rna do Qneimado, loja de m
ij\ miudezas, n. f<), de Anlonio Jos de A/e- H
Attencao' ao barato, na ra do Crespo n. 14,
loja do Jone Francisco Dlat.
Yottdcin-se chiles escuras honspanuos.cdresmuilo
livas, a ttitlrs.. hrins hraneos trancados superior fa-
zenda, qnasi todo linho, a 1>HI1 rs. o corle.
12,000 rs. a duzia.
Superiorestualhas depanno de linho do l'orlocom
t vara 'i de cumplido, proprias para limpar o ros-
to, pelo diminuto proco do liMItKla dtil : na loja
du i ii.i do Grospo n. ti.
Cera de carnauba.
Oonliima-sc a vender a mais superior cora de car-
nauba, ipie ha nesle mercado, em porrao o 11 rela-
Iho: noarmaiem darui daCrui nuifronio o clia-
fari/ n, 19.
- No cnaenho Tiriri da coraarc. uoCab() .
para veoder a. .indo quaniidade de madeira a."
celleule. qualidadH, tanto par. oomrurjo d'
como para estirado de pontee ,M r0
muiti propria para eurrae. de pe|U: s, nial,
loda muilo iverlo do embarque, e vende .
preeo commodo : lrila-sc uo ineuno euMuh,,,'""
iotl Xavier Carneiro. 8 "'"
Bu Mna .. 6, oj. srra_
Netle estabelecimento cootinua-s ., ei,H
commodo preeo dillcrenles objeclos de f.,.r'"
como sejam : ornadas |mrtuRuezas, ditas cute i V
ac. dilus m-le/as, machados do Porto. uH,
ro de todos os laman los, tachaduras e itaCTiL .
diversas qualidades, rerroles do lodo, unu
chapas para toajio, de :l. 6 buracos, hunnlX
das como comprida., forro em barra de loda i,
*ur, rossuras o qualidadu, talha de ferro I ''
H, e alm de uniros uiuilos objeclos de ferrii.1
tamhcm so vendem diveraas obras de cobra
jam; laivas, rcparlideiras.poimas e cspuinidnT
ludu de cobre, espumadeira de tolha, cocos J. 3?
cobres em lenco!, e outras diversas rcrraieus na.
a vista do comprador. ^
, r,..Yenil halnlidades: na ra larga do Rosario n. I) du
as 9 da manhsa, e do lucio dia ate as I hum, i,
tarde.
Peonas de ema.
Vcndem-so na ra da Crui, confronte do j.,,,
rii n. 19. v IM"
Aos senhora* anadl,iui.
Vendem-se luvas prelas do pellica de suiieri,,,
ualidade, muito novo, pelo diminuto preou d,
100 n par: na ra do (Jueimado nova foja d.
miudezas. n, 37, de Alfonso l'edrotu ,lu \iniIa'i
lli.iml.io.
Rollie A Un 11'il.ir. na ra do Tra-
piclit! ii. 12, aluda lem mail livs piaiM
de ptimo tom, para TendereOMC
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro,
commodo, para fechar contal
de Kotlie & llidoulae : na ra
12.
pcipiec,
: ciin.K
do Tupi
aunan-
mira..
Na rna do <'es|>o, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-w panno preto, aiaOOOe 3*300
rs.; de oareta branca, I 3#S00 rs.; dito franetv. a
lVMie.MHMMl.rs., e mullo Minerior, a covado i dilo azul. ajgtiUO. :to2iKi e UOOOra., e
muilo bom. a :w."iO0 rs.; dilo verde, -23SIMI g l000
corles de casemira pretu infeslada, a 'i^'t 0
RlOOOra.; dila liance/.a a de or de lodas as quali-
dades, por proco commodo.
Vendem-seri.'loj'ios de miro, plen-
le inglez, por commodo preeo i na roa
da Cruz n. SO, cata de L. Ceconte Ferou
d Companhia,
DAURORA .
C. STAHI! A C.
respetosamente anmiiiciam que no sen evlciiso cs-
lahelceimeulu em Santo Amaro, ronliniluu faliricar
oin .i maioi pcrfeic.lo o prouip(id,io,loila aqualidade
de iiiacliiiiismi, para o uso da agricultura, navega-
cao emaiiuf.K tura, e que para matar commodo de
seus numerosos rregueso e do publico em ueral, lem
berto em um dos mandes uiinu/ens doSr. Mcstpii-
lu n.i ra do Ilrum. airas du nrscual de mu iuli.i,
DEPOSITO HE M.W'.IIINAS
conslruilas no dilo sen estaliclccin)enlo.
AH acharan os compradores mu completo smt-
menlo de moendas de ejuna, com todos os malho-
ramenlos alsun. deileanoTo. eoriginaea) deque a
erioncia do inuitns anuos lem nioslrudo a neces-
ide. .Machinas de vapor de haiva o alia press.ni,
laivas de lodo lamanho, (autobatida, ruino fundidas,
carros de man c dilos para condusir formal de lau-
car, machinas para moer mandioca, prensa, para di-
lo, fornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais uppnrvudn miMtoucc&o, fundos pura
alambiques, crivoa e norias para rornalhas, c ama
inlinidnde de obras de ferro, quo seria ciifuilnulio
enumerar. No meu.....lepniHo evisle ama pea.
iiitclliscntc c liahililada para receber lodas usen-
comniendas, etc., or., que os amiuiiriuulcs contan-
do coma capacidade de suas oflicinas o macliinismu,
e pericia de seusolllciaes, se coiuproiiiellein a lazer
everular. cora a maior preslaia, tierfeico, auuela
coiiformidade com osmodidusou uewnns, e inslrue
ene- que Ihe forem fornoridas-
Brlm trancado amarello de paro Itabo, a 1,440
rs. o corte,
vende-sena ni. do Crespo, loja da esquina
volla para a Cadeia.
Vendc-sc superior cal de Lisboa, por proco
ruoavel na na do Vinario, armazem n. 7.
Vcnde-sc o mais superior rhocolale franrez
i|ue lem viudo, c diversas(lualidudcs de consonas
alimentares, milito boas para sopa e mais propria
para emtiarcudieos: na rna da Cruz do lienta, ar-
miumn.fiS, fvomauaoarmaaamlamhaai -o ven-
de muilo boa eolia do Kio Grande.
Vapora.
I'apet paquete, liso o paulada proprio para Poupar
portas de carias, assim como papel uiarlim, proprio
para requerimenlo e reparlicm-s piihlicas, K>r pie-
cos coimnodos : na toja do ferrncens da rna da Ca-
.iciado Recito, ii. t.-A-de Vidal.
\'euilc-so um iiiolequc muito sadio, com I t
anuos de idade. o mna neuriidia do 7 anuos: a tra-
tar na ra larga do Rosario, no Icrceiro andar por
cima da Indica do Sr, Karlholomeii.
ene n
TAIXAS DE FERRO.
Na fiiiidieuo' d'Aiirora em Sunti,
Amaro, e tambom no DEPOSITO
ra do Brum Iojjo na entrada, e tlefitav
le do Arsenal de Mu Inlia lia' lempn
um grande sortmiento de biiclias lanh
de fabrica nacional como estrangant,
batidas, rundidas, grandes, pequea,
razas, e funda; e em ambos os ln(an,
existem qumchutet, para carrejjar t>
noat, ou carrol lvrca de despeza. ti.
precos sao' os mais commodo.
Vende-se um par de bancas de abrir,
de Jacaranda', obra bem acabada, en*
nao lie Ibleada : na rna de Norias n i;;
casa terrea ipte tem a frente pintada o;
i/.ul, e portadas brancas.
Attencao'.
No armazem n. 7, delronle da Alfar-
lega de Jos Joaquim Pereira de Mcll
vende-se superior liirinlia de mandiot
muito cm conla; assim como feiju m
latinbo, milito novo, e por precn com-
modo.
llll'K l'HIMr/V III LISBOA.
Na rna da Cadeia do Hecife, loja de fazciidas i
Joao da Cunli.i de Magallies, vende-se a cvrelle
le pilada deste rap, o mais fresco que lem vina
pela galera Mari/arida.
Calcado francez barato.
No aterro da lloa-VIsta, loja de rale,
do ii. 58, junio ao selleiro, vende-se
segtiintc calcado trance/., a dinheiro
vista, pelo piceos abaivo, e recommia
da-se as poaSOai que vircni esle UDnut
CO, que venliam examinar o cal
pois nao deixarSo de comprar.
Ilotins de be/erro, par.....
Sapale de lustre, par .
Ditos da llussia, par. .
Uoiv.cgiiins elsticos, par. .
Ditos com botirs, par. .
Sapalos para danta, par. .
Ditos com salto, par. .
Sapa toes para menino, par
Vonde-se mais uma lx>a escrav
goimna e eozinba u diario de uma c
, vendo-se quatro
i todo o servico
guudo andar.
Deposito de potassa.
Nn na de A|kiIIo, arina/.cm de la
Res, existe luperior potassa do Dio i
Janeiro; assim como da America, api
co razoavel.
A 1,380 o par.
Sapalos trance de courtj de lustre para al
ra, ,i I-_'mi rs. o par: no aterro da Boa-VbM
de calcado n. M. junto ao selleiro.
Sortlmenlo de perfumarla.
No a I erro da Uoa-Visla, loja de calcado a.]
junto ao sellciro, aeha-sc a venda mn cmplelos
imeoto de perfumarla, i saber: agua deCukai*
melhor autor, palhcliimli, lavando, banha euijan
de crvslal o diversos vidros e goslos sabonele), n
(relos linos, oleo para cabello, macassar, c.uviiilu
com pciTumaria. guarnecida de flores, a IsJvDo.
o oiitros niuilos objeclos que ludo se vender han
lo, a dinheiro.
Paraca tartaruga.
No aterro da Boa-Vista, loja n. junto ao-c
leiro, vendem-se peutea pan Mgurar culiello,
imilarao de tartaruga, a Inkki o i-uki,.. :..
peales silo tito bem Irahalhados, que mo fazeimli
ferenra doinelbor paulada larlaruga.
Vende-se ein casa de S. I'. Mm
Ion & Companhia, na ruada Sen/ala Ni
va n. Vi.
Vinho do Porto, superior qiialidaile.i'ii
garrafado.
Vinho Cberv, em barril de quarto.
Sellin para montara, de boiiicm en
ahora,
Vaquetasdelustreparacoberta de carra
llelogios de ouro patente inglez,
Vende-se o verdadeiro v iulio II"''
deaUX, em barril, champagne dn iH1-
llior qualidade, em gigos, licon
Absiiitli e Kirssli ; tudo vende-M f
mais barato preeo possivel : na rna
Cruz n. "2C>, primeiru andar.
. if
. i|W
. listN
. T.vl"
. IsOW
. .21
. ls.Mi
. IfW
aieea, qoi: u>
m, assim na
cscravos moros que per van |^'
na ra das l.arangciras. u. II. *
ESCRAVOS FGIDOS.
que
Do engenbo de S. Amarinbo, freguelia dlW
U, desappareceu na segundii feira t2 do coiren"
escravo Bernardo, com os signaes seguinles: illa"
ra regular, reprsenla II a >> anuos, bem I"
hem fcilo, cara talhada, denles bonitos, bein'l
e os da frente pouco abortos ; tove em um dedo*
mao esquerda.um panaricio, do qual resultan o o.
poder abrir o mesmo dedo: quem o |iegar. lf'
ao sohrcdilo engenbo, que ser bem pago do *
Irabalho.
Desappareceu da rna da Cadeia do bairr *
Santo Antonio n. 1(1, defronte do llienlro ve"1'
escrava Thereza, prela, de meto Cabinda, l"lu
crossa. Imcos salientes, e calcanhares raclia tem ;t0annos de idade, pomo mais ou miUMi*"
calrlz em forma de (albo, no-rosto ao pe de oiivn^
levoii veslidodc cliilu tmarella e rota, paon*
Cosa, cen um dos pos um pedaco de correiilc"
(pie se desprender : quem a apprshsudar e tan*
gar na dila casa, sera reconUM'iisudo.
Anda continua estar fugidn,desdo I
cu do correlo anuo, de engenho de gail
nho, freguezia da Vanea, o escravo Silvano com
simiues seguinles: letou camisa ererouli de lis
da lorra, reprsenla ler olannos de idade, caraij
pouco larga e lalliada. altara regular, nao falla"
embancado, he alguma cousa fula e lem loo
lenlcs: quem o |iegar leveao mencionado enff
uesor hem rccoui|iei,udo do seu Irabalno.
P.ra.i Typ. i
de nui
Aouri
F. de Parla. iW


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