Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02515


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Full Text
ANNO XXIX
SEXTA FEIRA 19
DIARIO DE
BE AGOSTO DE 1853.
i ni ......
MjgjssjljaM
N. 189.
PEMAMRICO
piucr/o da anuoiupf ao'.
urwrcvMe a 158O0O poranno, e 4JO0O por
ariri paso adiantado, e J'iOO por quarlel pago
-'-, na casa ilo sea proprielai u. Figuriroa
uli'iiria, ni. 6 e 8, e no
Rio ilc
Baha
Jlaffii'
Nrahiba
Rttal
Araealy
Ceara
Maranliai
Tata'
j,i-,ir,,i, n,i lirada da Iiidepeiulonna, m.C
Rio de J. casa do Sr. Joao Pereira Martin.
a Y. Vuurad.
o Joaiiuim llrrnardo Mendonra-.
a Joac Rodrigues da Coala.
a Joaqun lunario IVrcira.
o Aiilimiii de I-emos Brasa.
a (fUlliermeAuBuslo de Miranda
Joai|uim Marques Rodrif{ues.
a Justino JoA} Ramos.
CAMBIOS BE 18 DE AOOSTO.
Sobro Londres 28
t Paris, vn
a Lisboa, 95 por renlo.
MXTABS.
Ouro. Onras bespanliolas .
Mocdade fiOlIKMr-llias
defi9l""ovas
., do 430UO ...
Palariles brasileiros. .
Pesos roluinnarios .
meiiran
Prala.
Arcos do llanrn. .
Dcsronlo de l.ellras
2RJ5O0 a 258000
..... IntUOft
.....168000
.....99000
.....UW
.....19910
..... 19800
..... 10?
.....9all
NOTICIAS ISTBAKOTIHA.
Portncal . II de Jrtl. Austria. .
Hcspaiiba . 9 de Inglaterra
Franra. . 8 de Snissa .
Ili'ki' .i. . . i do Suceia.. .
Italia. . . 4 de a B. Unidos
Alcmanlia 3 de Mxico .
Prussia. . 3 de a California
1 iii<|ni.i . . 9 do Cbili .
Russia.'. . 29 de Jan. Buenos-A.
Dinamarca 8 de Monte* ideo
5 de Jui.
9 de
, 4-de
26 de Jun.
25 de
10 de n
15 de Mai
15 de
4 de Jul.
5 de
NOTICIAS DO IIHTXWIO.
Para'. . 1 de Aeoslo S. P. do Sul 3 de Jul.
Maranba A de h S. Paulo 12 de Jun
Ceara*.. . 11 de Minas.... 23 de
Parabiba 15 de ii Rde Janeiro 26 de Jui.
Alaw'ws 31 de Jnllio. Bahii.... 30 de
PARTIDAS DOS COBAXXOS.
Ollnda. todos os das.
Victoria, as quintas feiras.
Girnar.Bnniloc Uaraubuiis, nos dias 1 o 15.
Villa Bolla, Bna-Visla, EioOrirurj, a 13 o 28.
(ioiaiina c Parabiba, segundas c sextas.
Natal, quintas teiras.
DAS da semana.
15 Segunda. *>! As-
suinprAu daSS. V.
16 Terca. S. Roque F.;
S. Jnrinlliii.
17 Quarla. S. Mamcdc
m.
t8 Quinta. S. Clara do
Monte Falco.
19 SciU. S. I.uii B. F.
S. Tecla V. M.
20 Sabliado. S. Bernar-
do Ab.
21 Domingo. S. Joaqun)
audiencias.
Tribunal do commereio.
segundas o quintas.
Relarao'
tercas esabbados.
Fazenda
Ierras escilasas lOboras.
Jui:n ile Orphuo*
segundase 5. as 10 horas.
Primtira vara do citel
lerdas c 6. ao meio-dio.
Segunda rara do rirrl.
quarlase sab. ao mcio-d.
IIHEMEIUBIS.
AosIo 4 La nova as 10 horas', 15 miuulos c
35segundoa da luanMa.
12 Quarfo cresecnte as 3 horas, 19 mi-
iiulus e 36 segundos da manhfla.
18 La rbciaasS borase 35 minutos o
40 segundos da larde.
ii 26 Huaiin mingoanlc a 1 hora o 17 mi-
nuto e 33 segundos da. tarde.
i DE IIOJI
l'i iiiimi ,i as 4 hurase30 minutos da.larde.
Segunda a Iboraso 54 minutos da manlia.i.
t>
PARTE OFFICIAL.
GOVKNO DA PROVINCIA.
Expedluia dodl17de,o.o di 1853.
Olllco Ao comniandanle das armas, para man-
dar iir cin liberdado os recrulns Manuel rerrcira,
hnsi'io Francisco, Jos de Alraeida (liiedes c An-
dr Francisco Teixeira, este por baver apresenla-
do scnco legal, c aquellas por Icrciii sido julga-
*k incapaces para o sen ico do cicrcilo.
DitoAlliosoiiraria de hunda, roinniuiiican.-
,1o, alim do que o fiea coma, ao administrador
da mesa do co.....lado e ao iiisiicrlor interino da
itrandrga, que fui concedido o imperial beneplci-
to a iinmcacAo conferida a Wal-on \ nedcnihurg
uaiA Mic-ciiMsul da naco Ingle nesla provlMM,
o ual ii apresenloa o sen lilulo linnado em 12 de
fevcrriio ue anuo prximo panado.Igual rom-
niniiir.iiyin .c tu aoBliefc de polica e ao espillo do
porto para ruronliecintenlo.
Pira Ao inesnio, para ot avista do compe-
Irale rcililicailo pausado pelo director das olirus
Mibliras, mande pagar ao arrematante do caes de
Apollo a importancia da segunda preshico a que
i,m iliroilo, por Jai ler feilo ilous tercos das obras
do scu riinlralo, segundo roiiiniunicou o referido
director.I nleirou-sc a este.
IiiIm__Ao cln-fe de policia, coininiinicanilo lia-
inillido thcsouraria'de fa/end.i aconta
cala da daspais feila com quatro iccriitas
do termo doGaranhons, para esta cjda-
ilc que estando nos lermiis legaes seja pa-
iinpiirlancia, conformeS. S. requisilou.
, Ai espillo do porto, di/emlii licar inlci-
mIm. pelo sen "Oicio de honleni, do sinislro que
leu- lunar na sabida do brigue Recife.
Olio A llic-ouraria da Duenda provincial, d
clarando nao, a vista da informaran do director das
abras iiublicaf rom referencia aqueSmr. deu so-
lire o aflkfo ein que o mesnio director pro|K>z o ven-
rimrnlo'tliaiio de 19200 rs. para os leilures de I."
11,....., ode 1-000 para os de 2. o de I.NH8 rs. nos
dias uleis pira o ineslrc de pedl-afro da obra da ca-
si ilc ilclciii;.'i Tliooduru Ramphe, e o de 2S'iOO rs.
Mu- ni un- da uleis para o mostr pedreiro da-
nesa reparlic0 Francisco Xavier Soares, resol-
vcu approrar easea veodmeolos.(Jletoo-ae a res-
peiin ao mencionado director.
HitoA minina, para inaudiir por em basla puld-
ran l'.i- lanco iia estrada do Pao d'Allio, aerviodo
de base i rs rramalaejo e oreameole e clausulas
cun-lanlc- das copias que remelle.Ciininiuniriniu-
scao director dasoliras publicas.
DitoA iiu-iiia, para que, a vista do competente
eertlOeido, mande pasar ao irrematanle dos coo-
rcrlo. da cadcla l cata da cmara municipal de
iiim.i.i, a Importancia da primelra prcsiaciio a que
leni ilireilo por baver feilo melade das obras do sen
riinlralo, segundo declamo o direclor das obras pu-
blica-.Inlcirou-sc a este.
HiloAnroiiiiiiandaiilc do destacamento da co-
vtr Irn
eni duplii
reaiellii
dr. alio
iiiiu
Boa Vista.Reecbi osen offlclo de22 do
ida. rsrriplo da villa do l.i'noeirn, c inleirado
ido Ojuanlome informa sobre a marcha dodcsla-
Do i son mando ale aquelle ponto, Icnlin a
-Un' qiunto a i.-'piUirSn. que faz, de sr lile
ilar alionar o ao al foros tiuilliermiuo Marques
daantia de l?tMl r. |mr legua, a que
iimihi.it al
de Soii/a.
Kjulgam c
da ihenon
arma-, nao
cu-.......
cliamem-!
|*rio, c na
da- nicsina
DitoA
recer mbr
do, para o
ri" i
denlf .1.!
de gado
tos jiriiiri|ia fii iiihs fcil. O Du.caler eo Prulli, eslrcilo e fa-
Crft d> pIMir i uo ollcrecem neultuma psito
)ol(la, t; forman, fronteiras Daluralmonlc lulgnl-
li.-.inir-, ik Itussm no l'rulh esliin, porassm ilizrr,
|M-.[.ilti> i ni i .,iti|,(i (,i-., ,. i!.,,, |H>(leriain tlpfemk'r-
so no (prrenoque ocrnpanitsc por MUO os Auslria-
ros, os II iiiu.iin., o* Trarisylvan-ios m Turcos c os
V.ilacliios se levanlassein para alaca-lo* com aun
lnir.i-- reniiiilii*!.
A Valachia, pelo contrario, lie a,linira>flmenlc
dcfenilida ao norte por nina innrallia le nionlanhas
c ao sul (Hir un rio que llic serve de OMOa Os Gir-
I .111 >-- -.i" elevatlos e iitgremcs, e os ramiuliM que
os alravessiim m.iose Tucis le seren fechados. ()
Manuhio inferior lem onlinariaiuenle una millia ric
larura,e na primavera he un bfiO le mar. Os
Ruwm hem Hbem quimdiflWI he passa-io, o w
posstiissen. a iiiaruem esnucnla lo rio, os Turcos
nao o passnriam mais. Uaslaria preoenlemenle
IIiiw.i crear para si urna occai;1o pernmuenlee
cerla que llie permillisse, no cay le ver-* forrada
a [i-.ii o rio, invadir a Valachia, e ovilar Melm as
tlilliculilades com que seu evercilo loe de hilar em
\H-JH.
A Valachia e n Moldavia sao duM pedras iyual-
menle r-senciaes n constditlacao c ao arahameitlo do
urandecdilicio rlo c/ares lano no punto do
militar como uo induslrial e comniercial.
ludo lempoissidoempregado para hm
conquista.
Os eoslumes e 0 estado rliio* Silo os meamos que os das popularlos sujt'itas
RoariOa Ponco importa ao eamponei Vaiacluo ser-
vir com o sunr de sni rosto a mu c/ar, ou a um
pueaa. A Ici venerada doaeua aollgoi principia, ie-
Uiindoa inial o raiiipone/ n.io tleve aunualiuenle a
seu lenhor mais do que do/e dias ,lr Irahalho foi liTo
ampliada que esam do/e dias, com lodaa m minHaa
e ladlgaa que acarrelnm, s.l I0 pouiveis para o
eamponei mohio-vaiachio ojuanlo o obrok para o
russo, e que na icalitladc cite lie quasi servo como
Ma
urar
in direilo, que \isla das informa..
Ha de fafeiula c do coimnantlanle las
\ mj(*lo nos oflici.ies do exercilo que mar-
ni< i |i ira as tle be ira mar, ou para o interior
ninmissao encarreiiida de dar o sen pn-
i1 << conlralo das carnCI veriles, remelten-
l lito conveniente, as informacoes dadas
llegado de Pedras tle Foro, a pelo preat-
ioiara municipal acerca da concurrencia
i- respectiva feiras.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaanel do commando das armas de Femam-
baco, na cldade do Reclfe, en 17 de agosto
de 18&3.
ORDEM SO SXA N. 30.
Km e\mn\io ilodisposlo noarllgo 17 do reeula-
meiiloqiiu haivou com o decreto n. 1081* de I i de
dcitpniuru de IK"), declara o coronel conunaiolanle
dasannas inlerino, que neala dala conlrahiram RO-
VO engajanveiitOi precedendo inapeccSo de aaudetaa
praeas do 2. balalhao de infanlaria do exercilo abal-
lo Humeadas, as quaea finalisaram aera nula o lem-
po de sen ico.
Balai praeas servirio por seis anuos, perceherao.
alcirt jos xencimenlosquc Mies compelir em virtudc
da le. o premio de MKWNNI rs., pagos em parles
isuaesnos primeiros dez mozea d0 praca, na con-
fmndade do nriio 30docllado regulamenlo, o
dppois de concluido o eusajatneulo lima data de
Ierra* tle ,.VKI liradas quadradas, como he expres-
an no artigo!).* da le n (k de ih de agosto do re-
ferido anuo de IH.VJ. Estilo sujeilas no caso de de-
*cnao a pprderem as va'ilaueiis do premio,e aquel-
lasque llir licrim coinpeliudo em face lo arliuo f.'
da Ici mencionada ; aerfto eonalderadoa como reero-
ladas, e no lempo do engajamenlo se descontar o
de [ i i-iio em vrtude de senlenca, faxendo-M! a de*
daraco desle dcscoulo, e la penla das vaulasens
nn respectivos (ilulos, como diapoe o artigo 7." do
-;: .iliio regulamcnlo.
y\ Thomaz de Aquino.
Flavio Cassiano de Azevedo.
Manuel Anlouio.
Cabo de esquaitra Proliro da Silva.
N)llailn Manuel Jos deMenez.es.
1/ Manoel Rodrigues de Souza.
n Joo Antonio.
Tambor Francisco de Aaais Araojo.
Manoel Mitni: Tnmre?.
EXTERIOR.
Inieresses iiiuro-illmiM, Inlereaie. mato
na foi do Daanblo e no Mar-Nofro.
i Continunrao. I
"I
A Ru~sia lem preparado ha muiln a occapa(mi
FOLHETIM.
A SOMBRA DA FELICIDADE.C*)
Pela condensa de Orsay.
TERCEIBO VOLUME.
CAPITULO XII.
* i
Sn quizer proclaniar-se principe ilc Mnhlavia o
de Valachia, o czar nao tem que temer resistencia
seria no paiz. Kilo nao achara em sen ciminho nem
familia hereditaria de principes nctil prelendenlc in-
digeoa, nem principes tle ehiejo. Haslar-lhc-lia pa-
liar penales como fez aos yhnuti da Crimea, 00*
quaea *e aobstMoto.
\-ini, sede um lado oaMoldo-ValaclikM nao lem
sunpalhias nem por una familia soberana, nem pe-
la Porta, seria bstanle extraordinario, que niio li-
eaoerfl aynipatbfaa reaei pelo ciar. Bmvuaaeampa-
nhas os ftoaaN tralaram com dureza os principados;
masissosofoiduranle a lula Iravatla contra Hles
pelo> Turcos e pelos liabf(antea do pala. Apenas se
ncluio a paz, os governoa rusaos eomecaram a
reorganiaar e obrar com brandura o liomanldade.
Hesla sorle, por eveninlu. elles ai^nalaram sua
pomada em Jasa) c Borlioresl por sabias reformas:
\'ili;.n .un c rppararam ns ras ifeaaM citlatles ebrias
le inmundicias ; ncciiparam-se da hvuienc. da ins-
Irucrfio publica, da industria o da lilleralura to
paiz ; expurgaran) as estradas e os valles das monla-
nhasdos s.illeatloresqueos infestaxam ; sobre ludo
liabalbaram muilo na nrjanisarao da (dieia.
Em urna palavra eoinecarain tantas coosM para
favorecer odesenviilvimcnlo do paiz, que os habi-
lanles prelendem que a uuerra ruaaa4 e anula inai^
a necupacao proxisoria Roverno inm generaos KMielfl o llirkowilsli foram
paraa X'alachia epara nMoldavia ochoquceleclrico,
do qtial datan, ai molhoraa reformas.
Heais a sorle ie^a povoa, sua poslclti entre os
Itussos p os Turcos ser acaso dicna ile inveja?
MooaUo elles, desde Pedro o Orando, expoatoa do
vlnte em vlnle annosa.....adtflaalaejo turco-ruaaa,
que dura muilas xezes Ires a quatro anuos 1 Nao se
laucarlo elles por lim nos bracos da Itussia para es-
caparen) a esse duplo (lauello, para fazerem parle e
yti/arein das van.iyens c forle, que v prosperar sua industria n seu com-
incrcjo, e parece ser boje u edilicio poltico mais
solido da Europa? B caso a sxntpalhia n.m os leve
para esse lado, lem elles por xnlura ontro caminllO
a secuircm ? I'otlerao acato, pobretpyojneos, resistir
ao COlOBM armado',' NflO e-l.lt abantlouathis de lodos
oaoeus amigos da Europa ? Nenliuina potencia ga-
raulio nem econlieceu a soberana la Moldavia e
da Valachia. A situarn poltica dos principados foi
determinada por convencea ealabeleelda cutre os
Turcos e os Knssos. eludooque reaneila i enea
pai/es(tarece um negocio privado desaes dous poxos.
Ouem inlervira em letU negocioa?
I'arn qnalconuresso tic poxus, para qual iliroilo
nacional podem apptllar os Valacliios? Invocarlo
elles sena amigos Dan e Drakull Cem balalliaa |er-
ilidas lem arruinado a Independencia de que en 1,1o
o.m BOUvnm iuleirainenlc.
Os Polacos, nicos que podam ajuda-los. nSo
exjslem mais. Os llunuaros nao se esqneceram an-
da queja foram -cultores (lase paiz ; porm a Aus-
tria, sua soberana, nlo se alreveu nunca a reveud-
car sens dircilos. a Austria que, como a 11 linaria,
lem o maior Inlcresse em conservar os Rasaos afas-
lados da foz na siluacu aclual mo podednr ouvidos aos ritos
dessas resines, que reelamam seu soccorro.
Cuanto ana mais Balados da Europa, rllossffo mu
pouco inleressatlosiia queslodo Danubio para lo-
maren! a iniciativa. ./ Franco tem no Mar-
NigrO nem ronnnerria hpiii hiflnrnriiipnlif/rn, iup
pona ter oneaeuda. Suasrelacoea acluaea com a
Russia sao amigareis. Se podeaee livrara Lombanlfi
dos Austracos c apoderar-sc della sen opposicAo da
parle dos Itussos, ella fechara tle bom grado os
nlios, caso esles se aposMSsem ta Valachia. J em
oalra poca NapotetoeTallevrand a Franca pro-
POI Austria trocar a Valarha pela l.omhardia, e
t'lxez boje anda consenlisse nisso se Ibc ddxaasem
carta branca na Italia. 86 a Inglaterra Jie que tem
Brandes Intereasea no Mar-Negro e na foz do Danu-
bio cerno em iodos mmarea e na foz delodoi t>-
rios. Ella n.lo pode xer com pra/er a Kussia aog-
mentar seu roninicrrin, dominar o Mar-Negro e fs-
rha-lo ilgom din. A Inslalerra quer que o camlnho
HaPersia e de Trebisonda llque livre, que os prin-
cipados receham seus protluclos^ que aailnneflo da
Turqua nilo se lorne mais critica do que j est.
Pe lodas as potencias, ella be a que mellior se pode
oppor usurpacilo scii.it a ella nessa questo,
au ha pois que esperar sento de sua parle ou da
parle dos Turcos, rujos ti rritos -solire | Valachia
sao menoscahathis por una oceupacao russa, e cuja
existencia se acha atneaeada pelo eslabclecimenio
defnilivo dos ROSSOS na liuha do Danubio.
Os Tllrcos bem senllram isso, eforam m nicos
Sue na invaago da Valachia pelos Russos em IKIH,
Zeram nesociaces e tuniarain medidas. Elles re-
liraram suas tropas da Asia e reunirain um exerci-
lo ao longo lio Danubio, em Varna e em Sebumla ;
oceuparamoa dcsliladeiros dos Balkaus ; mas parc-
Cem hesitar na poltica quelbes he Iracada. Quandn
relientou arcxnlurAo na Valachia, os Turcos reco-
ubeceram-na loso ; esperavain lahez com o soccor-
ro do partido populare da Austria chegar n organl-
sar mu soverno nacional e o snsceplivelde resisten-
cia. Ellosdovlam esperar qoe a Russia obrarla de
sua parle, e pudiam pensar que una Valachia cons-
tilucional, nacional, e mesmo iudcpendenle seria
mellior para ellos do que um airveriiudor Russu em
Hucharesl.
Elles Ici i.iin xolunlariamenle renunciado a todas
as suas pielcure, se houxcssem podido laucar 8>
sim o germen tic um pequeo, estado forte c iudc-
pendenle, que seria sempre seu alliado natural con-
tra a Russia. .Masa Austria que poda tc-los soe-
corritlo nessa occasllo foi forcadl pelos moximeulns
revoluetouarlusa retirar osolnos do que se paasav
na !>/ do Danubio. So a Russia nao foi perturba-
da : ella ajuntou rpidamente um exercilo no Prnth
e em noine tU< resulainento orgnico iuvatlio a Va-
lachia para soccorrer os boyardo* en enliga eonati-
luieo, para sulfocur o movimenio nacional. A-iin
so dbsvaneceu a eaperanea que a Porta sonl
SillioirtnflMTailrrHiarlr -t- *ri. qufln rn-
M- BOS HHleMcnt rhi-, DMi* (lublktt ft
t-nnii re sVr.nrgnert.t-tl pul!
L. %asr*W
| l)o|>ois da acea em que linlia frito lao trate pa-
N junio do cadver de sua irmija, lady Melrosc
1.....p-li.i mais engolir a piluln da falsa hondadede
dama HeMarignan. Ella cumprehondia lodaa
Pwfidia da velha as informa (fies que Ibc dera so-
* TliPre/a e sobro nena Tilhos. Valeria leve com a
^'ivauHaexplicacflo das mais lempesluoaw. Im-
JWa oel8vivsaja.de anas oieanaa, ella rompen
JJW primelra vez tle sua vida oa diques de i e-pcili
H'ie sempre linham comido aeu reaenllmanto ron-
n a avd, e deu livre carao ao desprr/oqueesla Ihe
"pirara.
"' Vlde Diario (8,.
A duqueta, que nn era ttderante, e que eslava
babiJuadaha muilo a tratara neta como umabune-
ca, a qual |mdia quebrar a seu bel prazer, n.lo pou-
pou o sal que sabia lancar em snasresposlas. Como
linli.t muilo mais espirito lo que lad\ Melrose, a
idade a ^araulia nos pontos em que Valeria era mais
vulncraxcl, ella consc&uio, sesiindo suas propriaa
esprasNies, snpplanla-la coinplelamcnte.
Todava o arrebalamcnto doSUCOOSSO fez-lbe com-
mclter urna falla, que permillio a Valeria prevenir
oa resultados de sua desfeita. A duqueza de Mari-
nan leve a imprmlencia de ameaear a ucla de adver-
tir lord Melrose de seus amores com o rertejador
Darritle.
A condewa, joven c esperta, melleu-se na posta
no da aeauinle, e chesando muilo lempo anles da
viuva, leve a imiuensa vanlagem tle runlar a sua
maneira a dispula que (vera com a av.
Lord Melrose linha pouca estima a velha ; pois
ronhecia por experiencia a pehsosa superioridade
dease espirito iracundo, e sabia me um importante
aegredo deaua vida poda furnercr-lhc una xin-
caii(;a Iflo lerrivel quanto fcil. Elle procurou,
pola, levar Valeria a moa reroncilinco quu a pol-
tica, segundo seu di/.er, tornara Indlspenaavel: n
duqueza ora una peleona do baiiro tle San-l.ei-
iiiaio, -na uViniizade era a mais formiilavcl de lotiza
aquellas em que podia incorrer urna mulbcr moca <
formosa, ele. Mas Valeria que, grecas &a manobras
de aua av, suilia-ae degradada aos olhoa de Fcrnan-
tlo, dlanle do qual ae comprazia em tomar ares de
Os Turcos nao lixeram mais to que abandonar Ira-
mediatamente o partUo popular, e invadir os prin-
clpadoadeaceordo eoTh os Russos, alim de qnp ftlloai
nao cahissem no poder le czar. Fazemlo a sua re-
voluto, o patriotas valachios es|>eraxam, como ik
hircos, que ni inc-ino lempo a lem|iestade relieiitas-
se contra a Russia na Polonia, e as provincias alle-
niAes to i: iii..- rn. .i .i i l.is .i.. iMI|ici i .. Suas e--
peaneas foram baltbuias, e o mais que elles podem
agora esperar he que a Rutila se acautele o menos
duramente noaslvel contra qualquer tentativa de li-
bciilade, e que exija saranlias motlcradas contra lo-
do o movimenio futuro.
A Roseta de sua parle ha do querer 0JBM saran-
lias -tditlas, c talvez nao crea poder oble-las seno
por nina ocenpacao lonsa c pennanenle. Dahi po-
de resultar una guerra lurco-russa, na qual cssas
feriis provincias senlo anda una vei devaslailas, e
quelermiuar lalxez por una nova conquista, pela
Btlenaao al ao Danubio ta linha tlasalfandcsas da
Russia e pela ruina de lodo o comniercio huusaro-
allemao neaie rio.
IV.
Tres caininhos principacs ligan) a Allemanha aos
palies do Danubio inferior. O primeiro. par indo
tle Vlenna e tle Leipsiek, costra os Carpalhos c che-
sa.alraxcz la (ialicia as foutesdo Prulh e tlepois ao
Danubio ; o aesuiulo seuuc o rio, e o lerceiru parle
tle Trcale, costea a (irecia, alraxessa t Rosphoro, C
val le ao mesmo tusar.
Em lodosos lempos estas tres viasde eomrounlca-
pgnnniram a All*inatiha romopail tos Daco-ro-
ianos e ha mullos anuos que a fcira le 1-Cpalck
envll para o l'rulh. fazemlo a xolla dos Carpalhus,
grandes combob de roercadorias.
(ls mercadores que na Valachia e na Moldavia 0C-
cupain*seeapeeialmenle neste comnterclo, rliamam*
se li/izUan. Os Valachios e os Uoldavlos, sobre-
ludo tfs ltimos que se achain slluadOS mais perlO
deasaestrada rommerelal, nella ae provlam de ludo
0 que careciam. A mor parle tos producios eram
allemfles, o reato vlnba 'do eriranajeiro (principal-
inenle da Inglalerra) : animando assim o comnier-
cio tic Leipsiek causnicntaudo u transito airaras Allemanha.
As mercadorias de Vienna, de Ralisbnnua e tic
Nureojborg, os productos das minas da Slxriae l.i
Carinthia aeguiam o camlnho dorio, no qual, nessa
poca em que a navegaejo eslava lio pouco desen-
volvida, preferiam multas veies a estrada plioro, e tlepois da pfuaperidade tic Trieste iiue en-
lresmi-se com ardor ao comniercio to Danubio, as
explotarnos rjrj Alleiuaiiha lem sinsularmeule aus-
meulailo nessa direccau.
Emliin, uestes ulimos anuos as circumslancias
bao faxeiecitlo lano a importancia dessas Iros eslra-
tlas, que o comniercio lem lomado novo impulso e o
futuro prometi as mais ricas esperantes.
Os Austracos lem a her o na llukowina coa (.alu-
na, boas estradas.croinecaram ha dous annosa tor-
nar o Prnth navegare] nessa dlrecelA. As produe-
etles doJ*all |Hilem, pois, chegar fcilmente a es*e
rio, e d'alii aos portos do Danubio, os qaes ae tem
lomado os nrincipaes mercadoa para seus cereaes.
E-les pnrltK (pie eslendem al Conslantinopla suas
leanles ctumnercaes recebem as protluccestlt Le-
vante.
O caminho do Danubio he boje mais seguido do
que a linha dos(larpalhos.
Os barcos de vapor lsam ntimamente com os
principados Vienna, Leipsiek e luda a Allcinanha.'
lua inultiiliio tle productos allemnes que seguan
antigamenlc unta estrada muilo mais lonsa, ouque
n-ni eiilravaui na CrculacSo( lem lomado o cami-
nho to rio.
E agora que o vapor lauto tem aproximado esses
palies ta Europa central, no momelo em que Nu-
remberso, Ausshurs e Rerlin, formam loo grandes
Csperaucassobre o Danubio, dexeremos xeraltussia
podcnir-se de sua foz '.'
Ouanlo linha do .Mar Adritico, ella he mais que
nunca frequenlada. O governo austraco c a activa
aoricdsdc do l.loyd de Trieste hgofeito ludo para
dar-lhe impulso. Ellaactearam urna frotado Irlo-
la barcosdexapor,t>squaestlerramauia vida.orom-
mercio e a aclividade em toda a Pennsula olloma-
ii.i al .i M do Danubio. Dcsle modo elles lem as-
SOCiado mais que nunca lodos eaaaa |>aizes aos inlc-
reaaeada Autrll eda Allemanha. E boje una oc-
cupacAo rusaa ameacadestruir cssas. reanles, trio
felizmente eslabeletil.is.
A Riis-ia pude fechar o caminho t|o Mar NegTO
aos cereaes da llukowina c ta (iallicia, e barrar a sji-
hitla to Danubio aos barcos de va|-or <|ue Ihe fazem
nina concurrencia mortal.
I't los seus projsjeuM eminentes tle conquista, ella
inraaej aniquilar a aclividade do l.loxd de Trieste ;
porque poda fundar um Llovd russo o prover sozi-
uba a neeeasidades das populaccs das cmlas do
Mar Necro.
Inde|iendcnlcnieiilc deesas Ires grandes estradas
que uiiciii os principados da Moldavia eda Vala-
quia com a Allemanlm e cmn o curso superior du
Danubio, existe una mullidode canaes aecundaros
que ligam as populadles dos dous paizes. Assim,
por exemplo, por Irs das porlas dos Carpalhos os
allomaea Iransxlvauiosdc Kronsladl e de llermanus-
i.i'lt coiiciciii pela Ahila c Dumbovitza um commcr
ci inui activo com os Valar Mus.
Elles lem al aqu fornecidn eases povoa de gros-
apirosobjectosde arte, utensilios, instrumentos de
primelra neceesMade, grosseiroa eatofbsde lia e de
liuho, ele. Tem a seu serxieti os timknm 'pastores
Iranaxlvanios) que apaseenlam seus rehanhns nos
pastos selvacens dos Valachios e tlus Itulsartw, na
quaes nunca os aproveitaram. Eaaaa cidades flnres-
ccnleae populosas s.i lambem u limar de passasem
tas prodiicccs to Levante, que ah checam alravez
da Holgara eda Valachia depola de lerem atraves-
sad.0 0 Danubio e os Halkaus. Recue al aqu a li-
nha tas alfandegat, da Russia o seu curdJo de poli-
ca e de segurancia, e acabado oslara oeomioercSo
das ciiladcs allenulea da Transxlvania. Assim como
as cidades prnsalanai situadas na fronleira da Russia
ellas descantrao e deapovoorao.
Ao norte das nionlanhas ha dehaivo da domina-
eao austraca, mlluVs de Daco-romanos que Ibes
(em permanecido unidos pelo eommnilhaod orisem
e tic llngna, pelos intereasea do solo, c por mil lem
brancas histricas. Al aqu a naco romana nao
lem podido esperar sua independencia. Posto que
suscita a Turqua, ella ha conservado multas liber-
tbules ; o despotismo dos Turcos era cwcrciilo sem-
pre muilo irresiilarmente.
Seu imperio coinpe-ao de prox iucias e de popu-
laccs meio livros, e longC ta residencia tos pachas
a vida he insuppnitavel. ]as nionlanhas nflo ha po-
lica, a Em parle aluuma este proverbio nao he mais
verdadeiro do que entre oa Tarcos ; por isso seus
vussallos nao considralo sua doininaco seno um
mal paatagofro. <> Oa Turcoseslloa|)enasacampa-
dos na Europa. Esta idea esta no enracode todos
os raya*.
No aeeulo passado poder turco dcrlinou lao visi-
velmenle que se pode pensar mais una xcz que era
lempo dse separaren) de|le. Os Valaehios-auslria-
cos CObraram .denlo ; todos os patriotas daco-roma-
in. ciilrararama sor.har mais que nunca em sua
antiga Dacia, em Drakul, no Imn Alexaiulre, no
sraiitlc'Eslevo, no imperador Traja no, em Dccc-
bolm, ecomo oa dessracados Polacos, a coneebereni
para sua patria um futuro rhimern. Mas se a Rus-
sia cainiultar ao lonso dos Carpathos e se eslabele-
ccr no Danubio, iimsolpemorl.il ser dado na e-
maucipacao desses povos ; e os Daco-romanos da
planicie Mearam separados para sempre dos da mon-
(aulia. .
Ctmi a Russia eomeca um novo periododc oppres-
so. Totlos os vislumbres de eaperanea, lodos os
raios de liberdade se a pasarn para sempre. Nao
haver mais JartsdlCfNo particular, nem assoeiacAes,
nem uniffhtlo albanexa, em ralernidade mainola
como no lempo dos Turcos ; por loda a parle reina-
r a desptica unifunnidade. o Mihnaniano, o Ea-
Ihoniauo, o pacUlco Trtaro de Crimea, Russo
braneo, o Ruaaovermelho c o Ruaslnlm, iodos derra-
uiarain lastimas ileik'sespeni.quando o tlestino oso-
brigou a fazer pai le do sraude exercilo russo, esse
mar inimen-n eselvagem, no (pial cada iudix duali-
dade xcm abxsmar-se.
Os patriotas dos pequeos principados danubia-
nos, lamber veemeurua raiva nocoracJoadiantar-
sc o inonslro collossal. Onde parar elle? Ale a-
qu ns Russos lem suardado Indas as suas eouquis-
las; nn contentes enm os Ihesoun, com as prn-
ilueecs o com o Irabalbo dospoxos submellidos,
querem aniquilar sua linytia, sua f, sen peusamen-
lo, suas lembranease sua historia ; em nina palavra
seu sx sienta he arrachitcar & alma das naceos e jim-
glr os cerpoi \ charra, ou meiie-los em seus reg-
tnenlos.
(auno a es I rail a dos Carpalhos, como o valle do
Danubio, como o Slar Atlrialirn, o Arquipelaso, o
Boaphero eos dcsliladeiros doeCarpalhos na i'ran-
s\lvania, o valle do .Morawa he um limar do passa-
gem tos productos commerciaea da Hungra, da
Austriae ta Allemanlia paraos paizes do Danubio
inferior, c para as provincias xizinbas, tae^romn a
Bulgaria, Maceuonla, a Trocla, Salnica, e Cons-
lanliiiopla.
O Jornal do Uyd auslrlaco avalia em mais de
30 inilhtles de piastras lurcas o preCO tos productos
allomaos e austracos cxiuirlatlns por essa estrada, O
pequeo reino ta Savoma entra cun mais de I
Hules de piastras neesa comniercio. Os productos
Saxunios acham-se abumlautemenle em lodo;
mercados da Macedonia.
Nesla provincia, na Tracla e na Rulsaria os ricos
se cobremde pellicas compradas em Leipsiek.
O comniercio hngaroaustroallenulo corro os
maiores perlgos, te os Russos se apoderarem dos
prncipinh, eos Serbos seuhores do valle to Mora-
a MtaO mais (pie nunca dispuslosa stdlrercma in-
lliiencia dfl czar. Oa .esrriplores militares tem ile-
monslratlo que a poseo tic Relsratlo na foz do Mo-
ra w a o ao oeste das Portas ilc I-erro passasem dos
(larpalhos, lisa-se inleirainenlc as posieoes que se
eslendem aoste tiesta passasem. Compre ser se-
nhor da cidale para poder tlelciitler e guardar essas
posicoes. Oa Russos hem sabeni dlseo; assim sua
nccupaeodns Principados acarrla iieeessariamoiile
a ta foz" do Morana; c en tito acabado tica o com-
niercio quea Allemanha en Austria fa/em com a
Macedonia e a Traen,
O incduio antagonismo de Intereasea entre a Rus-
sia, a Allemanha e a Austria existe no Mar-Negro.
Oa naxios auslro-allcmaes sao os mais numeroso
Ires mezca o numero tos navios da liga ansealica se
baria elevado de 2\ a 99.
Ja boje por causa do avalenta do alfaitdcsaa da
Russia i tresquarlos desses navios clicgain em las-
Ir.i oes-as regifles, e o comniercio que alai fazem he
sinsularmeule reslrincido pelas leis oppressivas do
czar. So aondo os Russos nao dominam, convenid
saber, nos principados danubianos c as prox iucias
lurcas, be que elles pudem importar e exportar mer-
caduras. as regioca rusaas, uo ha troca possixel;
cumpre comprar e pagar a xista. EmOdessa o xa-
lor das imporlac/ics bo resularmente o tercio das
etporlaeoee ; <>s oulros portos da Russia nada rece-
bem doealrangeiro.
Apotlere-se a Russia dos principados quo reduzi-
r consiiicravelmenle os paizes tle livre Iroca para as
murinhas adema a austraca e dar um passn tic
mais para o lim queso propo, o qal lie a domi-
naco exclusiva 00 Mar-Negro e do Rosphoro, lim
que ella procura realisar regulando o ennunercio c
a navega^tu sobre bases conformes smenle aoeacus
Intereasea.
Os Allcmeseos Austracos lem explorado com
urna mina lodo o Danubio e os paizes que rodeam
sua fox. I-sobe \cnlaile! lentos esplorado a hacia
den rio ; mas titilo nos permillia faze-lo; nossa In-
dustria, nosso espirito ronnnercial, nossa civilsa-
i;o, c itussos conhecinienbvs variado! l<> preciosos
para esse paiz. Explnramu-lo, mas fomos l.unhem
seus henifeilores. Arroleaino-lo, e nao lenm-tei-
lo mais to que cnlher ik frtelos to um Irahalho tle
lodosos instantes.
Duas xezes na historia do mundo o Danubio tem
sido alguma cousa, a primelra vex pelos Romanos,
i segunda pelos Alienles. Oue larao delle os Rus
sos se 0 poasulrem algum dial Deque serve tes
pender a eala queslao'.' O Danubio lem recebido
at aqu rio Occidente a ciwlisaco, o rlenle nun-
ca Ihe Irouxe nutra cousa seno a harharidailc.
Ooi/erainos poder exprimir em alsarismos todoe
in(creases que a Allemanha lem no Danubio, e
em suas tinas fo/es o Mar-Negro c o Rosphoro;
Des-e modo saber amos exaclamenle qiiantos tiaxios
quintos mai nuciros, e qiianlua eapitaes ella lem
empregadoaneaaas reglos; qaanlas mercadorias as
estradas, qoanfos lavradores e colonos.
Itifelizineiile lemtw apenas sobre lOOttM pon-
tos docunieulos isolatlos.
Todava do que levamos dito resulla tioe mab do
que qualquer nutra polenria a Allemanha lem sra-
ves motivos para protestar contra a oecupac.lo das
provincias danubianas pela Russia.
A qrlesln du Danubio be uossi qucslo do Orc-
-'N. e lalvez mais ainda; porque as xantasens que
oa Americanos, realisuram pela posse do Oreuon na-
ta sito ein compararan tas que nos tem valido desde
lodaa eterntdadeo Danubio.
Os EstadOS-Unidoe mo perdlaTn nisso seno urna
eaperanea le ganho ; para nos a quealgn danubiana
he capital. E que alarido entretanto Dio tizeram
os Ameriauos quamlo nina potencia estranscira
mosirou querer apoderar-ae do territorio do Oregon
e fechar-lhes assm una tle suas sahhlas para osrau-
de Ocano 1
' A Allemanha que sesuiu portanlo lempo os cr-
roadeaaa poltica falsa e limida tle Mellerolel sera
acaso mafa humilde, roaia suhmfssa ou maca cesa
doqueos Eslatlus-t'nidos tliante da iKiirpaeao de
uma potencia malsnerigosa para ella do que nunca
o ful a inslalerra para oa Americanos?
Russia hnslil ao
De dous sculos a eala parle
nosso comniercio e a nossa nd
suido earruinado por toda a p
centrado.
No comeen doscciilo 1 Si a-
slria os lem
rio cinqueos
pene*
lia en-
prime
nessas paragcua abaixo Imlaxia tlusda (irecia o da
Inslalerra.
Em ISi7, 3,776 navios greges, 1894 Inglezea, e
1713 auslro-allenies alraxessaram o Rosphoro. O
numero das embarcactlcs perlencenles as nutras po-
lencias he mui^o inferior ao dessas. O Mecklen-
hurs, oILinover, e a lisa ansealica eomecaram ha
|HMico a cummerciarrom eaiai ragloos, e suas rea-
nles linham lomadonastesltimos anuos um deen-
xtdximenlo consitleraxeL Aarim pOT exeui|dn em
empreas
do joven Estado mascovlta foram dirigidascoulra o
comniercio ta Allemanha. A lomada le Novogo-
rotl deu-lhe um guipe mortal tirando itacidades an-
seticas do Bltico nina tas mclhoi es sabidos de suas
mercadorias. Os Huesee se -apossaram depoia de
Risa, Rexel, Liehau ele., e hem que as cncorpora-
ram aoseu impeli, reslriugiram tle lat sorle epi fa-
\or tle Petershurso o comniercio dessas citlatles al-
intaos que muilas de* entre ellas nao pnderan rere-
ber tle fura seno sal e arenques.
Elles construirn! no Radico urna mariuha mili-
tar, por mel da qual esperam reslrinsir-nos anda
mais, quamlo acharein OCCasiRo. Invailiutlo a Po-
lonia, rotlearam-na de urna linha de alfandegas se-
melhante a urna muralha chiueza; quebraiain as-
sim lodaa as nossas relaees com esse paiz, e lam-
hem as noaaas relajees directas, como o eoinmercio
de Iransilo oitli'oia l.lo llorescenle (pie a Allema-
nha fazia com a Mousolia e com a (Ihina alravez
la que a elasse induslrial dos nortos compalriotai
cahm na miseria,que provincias Inteiras da Ailc-
itiaulia virain auiquilar-se sua prospertladc. E
RSsim acontecen com Indos os ramos de nosso nun-
merrjoque a Russia loeou com a sua mi fatal.
Pensara* alguemque oa Ruana poopam mais nos-
so ennunercio do Danubio tiuque nosso comniercio
com a China c Norogorod, do <|iit' noasea iiegocian-
tesaaxonlos e nruarianoa? Pelos tratados que con-
cluirn] com a Turqua no seeulu passatloriles reser-
varam a si udireilude fechar as embocaduras do
ro, caso eala medida ibes parees necessarls. t'm
dcasca Iratadoa do-lites o direito_do oceuparem a
unir bocea naxegaveldo Danufiti a tle Solina e
segundo um arduo desse mesmo Iralado, as ilhas da
emboccadura dexcni permanecer desertas.
O que ha quo seja mais brbaro ou mais prejudi-
cial populactles do (pie esse Iralado? Ser periiit-
litlo crer que esso frtil della to gratule rio, onde
ludodeveria ser riquexa 0 Mtlvioade, oajde deve-
rla espandlr-se lutia a vida que anima aspopula-
resda baca, dera permanecer inculto e desbabi-
latlo eni virlude tle nin Iralado '.' Oh quem pode-
ria lal pensar desse tlelta, o qual, se uesoeianles e
lavradores nllemaoso occiipasHu, deveriaser, cu-
nto o anllgo Esxpto, o ponto le reonioo das popu-
laciles e dos productos, ecomo a lltillauda, deverla
ter portos, canaes, pbaroes, arma/.ens* c grandes
citlatles !
Ditas naces (em tleci.lidn que n.lo baja sango
um deserto nmle ludo seria vida c abundancia, ae a
nal meza tivesse san curso. A Russia c a Turqua
se ten) concentrado para estratisularem o Danubio,
e esta conjuradlo he principalmente dirisida coli-
lla a Allemanha, que ho s qucni pide vixilicanr
gande rio.
Ileverdatle que em 1810 a Austria ititervriocni
um Iralado, em virlude do qual a Russia so com-
promellcu a deitar aberta em todos os lempos a
Micca do Danubio, por clin oceupada, o a conservar
naveeavcl o braco de Sulina. A Kussia aubscre-
veu de boa vonlade a estes doua compromiaiwa, po-
rm para permanecer fiel a ellea,*he precao que
deaeuvoha mmensos caforcoa ; he-lhe preciso um
exercilo do numerosas machinas de vapor, e urna
colonia de engenheiros, sflo-lhe preciaaa conslruc-
cOe^s de loda a especie c uma directo vigorosa c
inlclligenle ; he-lhe preciso emflm deseccar e no-
voar as margena do rio. Podo a Austria realmente
crer que a Ruasia creara ludo isso? que ella em-
prebeudern uma lula, peuivel com a naturexa, com
os bancos de rea, coro as lagoas de juncos, cornos
lurbilhiies c com os arailes obstculos que oba-
Iruem a bocea do rio *! que ella se compromeUeria
em um (rahalho que apruveilaria aobretudo aos po-
vos danubianos, seus rivaea?
Nesac Iralado a Austria eslipulou para si algu-
mas vaiilagena quexaleram elogios, mas a Ruaia
sabia ainda mellior que germen precioso elle run-
linha.
Esse tratado nada menos era do que o reconlieci-
iiienlo implcito pela Austria, da possesailo durjo
peta Russia, a qual achava-so lamhem Icsilim.
mente preposta guarda da emboccadura. Jamis
neuhuui povo conquialador nao toinou sobre o Da-
nubiu posibles lo amcacodoraa como as que a
Rusaia oceupa boje. Jamai a augeicito das popula-
edea nao foi locomptcUmenle preparada pelos Ro-
manos, pelos Magvares e pelos Monges. No Sul.
uo Norte, uo Oriento, ella esl acampada sobre o
liiniar das porlas, que do aecesaa baca dorio o
que foram nulr'ora a pasaagem das burdas da Aaa.
Senhnra da emboccadura, *l|a eslende-ae pola
parle du seu imperio, (o qual alonga-se alm do
Prnth e do Dnister, a poueas ni i I has smenle das
paaaagens celebres dos Carpalhos situados as fojites
di Tlielsso. 1'm sermen tle popularn russa desen-
volveu-se tiesta direceo al alum das inotitanhas.
Ao norte, ella esl puslada quasi as foitles to
March, na estrada da Moravia, ehadez anuos um
eorpo decxeiritti ru^so se conserva estacionado em
Cracovia, prompto a marchar ao primeiro signal.
Todo o sul da hacia cal debaixo de sua influen-
cia. A lllyria Ibc he dedicada. O valle do Ma-
rawa Ihe be aberlo om lodos os tem|>os pelos Ser-
bos, seus adiados. Em uma palavra, todo o paiz
bandado pelos aflluentes meridioiiaes do Danubio
esl minado por ana tortuosa diplomacia e ganho
para sua causa.
~"iiea sflo em reaiiniu as posic/les que oecuna no
orriile da Europa casa |wtcncia, cuja s viziiiban-
ca aceude a discordia, o que, como Roma, (cm
sempre lirado prove lo das diaaensoes deseua vizi-
uhoa.
A Russia aiiimuu a siihleva^ao dos Monges con-
tra oa Cliinczes e engrandeeeu-ae costa desloa.
Ella aproveilou-ae da guerra ntreos Turcos o os
Tersas, para arrancar-lites varas provincias ; ar-
mou a Suceia cunta a Polonia e apoderu-se tos
paizes do llultics, que eram o objecto da lula ; nu-
tri a anarcliia na Polonia c reparti esle paiz com
leus alliatlos, tomando loriarla a parlo do leo ; ov-
cilon o odio tlus Polacos conlra os Allemflca, e en-
ireiem ainda a eaperanea de apropriar-ae dos pwla-
que locaram ProssiS ea Austria. Ella fax<>-
Mi u revollas dos Seibos, dis MoDleuewTaes,
c dos Kulgaros, relavou os lacoa que oa miiam aos ,
Turcos o ctivolveii cases povoa em suaa redes.
Se a lula momentneamente acalmada, levar um
da a uma cataslrophe, a Russia, avaucaudo sobre
as ruinas, oslara protnpla para addir as margena
do Danubio urna riea beranca.
(Oazea dr9duygburgoJ
(l'rene.)
INTERIOR.
PARAHIBA. *
Discurso proferido polo Dr, Antonio Garlos de
Almetda e Albnqaorqae, como relator e
nombro da depataoao1 no rae a da pela atsem-
blea loglsUliva provincial para felicitar ao
Exm. Sr. presidente da provincia polos ser-
vicos que tem prestado a mima.
I lim. c Exm. Sr. Perante V. Esc, fomos man-
dados em coromissAo pela aascmbla legislativa dea-
la proxincia, lim deque, como orgflos liis dos
seusscnlimenlo9lNmanirestasaemoaa dedicacao, res-
iieloe gralldflo, que a aascmbla eordialmente tri-
bua a V.Exc. pela maneira equitativa o jiidicioaa,
com que lem sido considerados eatlcndidoa por V.
Exc. os reclamos e rcacs inleresaea da provincia. A
commaaflo cumprindo hlo grata inlss"o exulta por
caber-lhc a subilla honra deaaseverara V. E*c.(
que a assemhla sxmpalhiaa com a direcQao, queV.
I'!\c. leu i il.iiln aa.lniinislracau da provincia; etl-
liiulo prolundamcnle, que o curio periotlo da ad-
minislraco de V. Exc. e lalvez a suaephemeradu-
racilo, niio Ihe proporcionen! molos de prodigaliaar
osbenelicios, que eram de esperar do acrisolado pa-
Irioliamo de V. Etc. que, como paraluhano o nie-
Ihor conheeedor tos seus recursos e neceastladcs,
teria duplo motivo para oa promover como mais
vi vu i ulerease : a aascmbla, pois, nao deseonhecen-
do o quanto V. Exc. tem sido solicito no desempe-
ulio dos. seus devores, legando a eala provincia os
heos, que lem oslado ao seu alcance, satisfaz um tic
ver sagrado, homologando V. Etc. o aeu reconhe-
cimento, protestando mais oerfeila estima |mj-*
oa de V. Ex. e sincera adhesao A aua admini>(ra-
cio.
A infausta e prematura marte da princesa impe-
rial D. Mara Amelia, imua do nosso augusto roo-
narcha, c lidia do scgumlo matrimonio do fundador
to imperio, comemorada por V. Eac. eonstralouso-
bremodo a assembla, e ollendeu uravemenlc'as fi-
bras da sua sensibildade ; aervudo entretanto tic
lenitivo a (So doloroso transo a certeza de que S. M.
o Imperador, S. M. a Imperalriz.ea prole imperial,
no regacoda mais serena paz, louram robaata aade;
hem romo, que as l>oaa relacAea iiitcrnaciouaes, n a
ii.iiiipiiiihi.uic publica do imperio, promovida u
ni.mii lilira previdentec Ilustrada nos promnltem os Be-
neficies, quo sem libcralisar bon tito ineslima-
xcs.
A aasamMa lamenta o calado aflliclivo da aegti-
itlolo. c que alm dislo eslava tnorlalmeule feritla
pelos sarcasmos crueis com que ftira tlesapietlatla-
meiile opprimida, licou implacavel. Ella couhecia
bstanle a snciedade parisiense para eomprehender
que formosa, rica e brilhanlc nata linha a temer de
tuna lula com uma tnulhcr seplua&cnnria, rujo sa-
bio lgubre nao oerecia ontro passatetnpo senAo o
da maledicencia, e no qual depois de lonuas sesses
i claritladc de urna nica lanlerna a gente poderll
lar-se por feliz tle cnroitlrar um co|mi d'agua aasit-
caradaou algum biscoilo solitario c ocioso.
Lord Melrosc linha singado um magnifico holcl.
Valeria col locada na sociedade mata arislocralica
por seu alto nasciiueiito, bem como pela classe c
fortuna de sen marido, dcti (estas esplendidas. Se
alguinas xelhas \iu\as reunidas nossaloea solemnes
da rita tle Vrennos faziam choro aos opigrammas
que a duqueza de Mariguan dardejava conlra sua
neta, uma mulliihlo elegante c escolhida frequenta-
va oa brilhanlos sables da bella e graciosa Valeria.
A vantagem eslava do sua parle.
A duqueza mastigava seu freo com furor, ella se
Impacientara como um lcre em sua aaiola ; mas
nosedava anda por vencida. Ella repelia -ua
velha divisa a allim se cmlam as glorias ; poi-
que a velha linha essa paciencia das almas viugali-
xas:-.il(ia esperar. Seu plano eslava perfeilantenle
combinado, s/unenle o aclorque derla fazer o prin-
cipal ptprl no tiranta que ella liuha arraigado, nn
Machara anda ero Paria.
Femando, depura da morte deCiiudilla, tomn
ahmremenlo ao iniiudo; elle retiuuciuu segunda
vez sua carreira diplomtica, c fez uma lonas via-
cem pelo Oriente. S no lim de maio foi que chc-
BOU Paria com a inlencau de vender urna pruprie-
tlatle, que seu pal Ibc tlcxara, e partir logo para a
America ; mas a sorle e madama de Marinan t-
nliam decidido de uitlro modo. Esta xeneravel viu-
va, etjjos principia eram inmiineitiemenle vollai-
rlanos, era despida de lodos oa preconreitoa, o nao
reeuaxa dianlc tle ncnbtini meio para chegar a sena
lins.
Alguna dias depois de sua volla a Pars, Fernan-
do reeebeu uma caria assim concebida:
a Senhnr. Poslo que nito lenha a honrado eo-
uhet c-lo pcssoalmenle, niinbas antigs rclacc- com
sua honrada familia me do de alguma sorle o di-
reilo de ntercasar-mc ii" qc Ibc rcapcita. Vmc.
itaoeslranbar.i, pois, quo eu venba fallar-lhcdeum
fado que toca de per lo sua honra. Eu mesmo eslou
na duvida Iralando desse negocio capiulioao, por-
que nao sei se dexo esclarec-lo ou condemna lo.
i Vmc. nn tleve ignorar que na poca de aua
partida para Berln uma borrivel desgraca aconle-
ceii a aua familia, que aua irmaa uiadamesella Ig-
nez d'Arxille foi vctima de um xil seductor, e que
<> uasciineuto tle um llho illegiliinn loria feilo pil-
Idi.-a -ua deshonra, se 0 mais generoso tos homena
nAosetlreaae sacrihsado pan conservar inlacla a
repulac.lo ilat|iiclla que elle autava.
a Ealeafacloa.vmc. di e coulieee-loa ; smenle a
xietimaoccultou sent duvida o nume do culpado,
|kis elle lieou impune, e percorre o mundu cosa a
cabeca alia eo olliar desilonhoso, pois... que infa-
mia!... a mao delle lem aperlado a sua, c vmc. so
lem -ciliado a aua mesa, |kus cmlint vmc. o lem
chamado seu amigo.
k Pobre Fernando, a vosso qiuj aniava lano aua
jrma.i. que a venerava como urna sania, a sorle Ihe
rsserrara a injuria tic ter por amigo o miaeravcl
que a |erdeu, ahandunioii c malou, |his vosae nilo
ignora que ella morreu de dor!
o Mas Dos niio quiz que esse homrm caeapasse
asna vloganca; ella me envin a ron* mira, qoe
Ihe aou descptibecido ate de uome, para denunciar
esse infante asna justa colera, para grilar-lhe hem
alio: esse culpado he ocondede Melrose! i>
A missiva nao eslava assignada, mas vinha acom-
p.inli.na de um documento, quo dava a esla reve-
larn um carcter de autbenlicidade irrccusavel:
era urna caria que a infeliz Ignez (tilia eacriplo a
seu seductor, e que arrcacciilava novas luzca aos
factOS ((miados pelo cnrrcspondcol* nnnnymn,
Fernando nao hesilou um in%(anlc sobre o que
Ihe reslava a fazer. Desde o dia em que recehr.i as
ultima- confisatles de sua iriujta querida, ello haxia
jurado punir o sen assassino. A vinganca era a seus
olhoa o mais-amado dos devores, porque s oaan-
gue potlia apauara mancha que st? linha impreaso
irfseu un me. Elle mo senta qtte o peso de sua
colera devese cahir subre um hoinctn, a quem ja
altorreeia; Iodavia como linha de tratar enm um
perfeitu hidalgo, n,1o quizdcacer para com elle cs-
ses ignoheis insultos, que se devem deUar para oa
haroea dehulcqum o pata os caiveiroa viajanles.
O negocio foi regulado pelas lealcinuuliaa de manei-
ra que os verdddeiros motivos do duelo podeascm li-
car desconbecidos. Prc(ex(ou-so uma discuasao, na
qual algumas palavras escapas ao fldalgo inglez li-
nham oITcndido as ausceplibilidades iiacionaos de
Fernando. Couvein-aoem que o encontr teria lu-
gar na florala de San-Oermano pistola, o que a
aorlc decidira entre qual dos doua adveraarios de-
va adrar primeiro.
Lord Melrose, que sen lia-so culpado, e que niio
olislanle oserros de aua vida privada, era um Ito-
mcn honrado e delicado no ponto do vista nuiu-
tlo, recusou nobremenlaa vanragem, que Ihe dava
o acaso. I ni instante a leima dease escrpulo ia (lic-
uando o duelo impossivel; as tealemonhaa intervie-
ram, e Fernando fez de proposito oliusoea lao oflen-
sivaa, que o conde ciasperado niio lieailou mais cm
farer fogo aohrc o aeu antagonista.
Fernando, posto qec ravomento ferido, leve for-
jas para responder. Sua bala teria infallivelmeulc
atravesando o p<'i(n tleMelrose.se nio tivesse u-
rouliado o aitlebraenqiie, segundo o uso, linha a
pistola tlescarrogada na altura do bombn para ua-
rmtlrde ontro (auto a linha do corpo.
A leslenuinha do ronde ajudada tle seu criado
melteram-no no carro, e foi esle quo Bellina ou\ o
pasear na Aoraala nlgunjloaantes dnpois do encon-
tr, cuios resultados i contemplar.
Continuar-te-ha-}
\-
i*AM


rallan individual docidado.quo, vicliruada ferOM
ilos scoleratos nio enconlra na sncicdade itquclle
abrigo e prolecoSo a que Icui iiicoucusso direilo, o
aespcilo do assidun desvelo o perenne lidar dos
agentes do poder. Compungina pela narraran do
un calalago 18o grande Je ti lino, olla deplora, que
os aturados estoceosdas~uulordndes srjaui iupro-
licuos pela fallcuCia de meios cucrcilitos, que faeam
evitar u reprimir osdesvios de scmclhanles iiiiui-
gol da liumanidaile: corla, pocen), das dillIrubUlc
enm que tulam aiautoridadesI.....uai peregrina-
oes pollciiea, contrariadas ein suas uccfles por lan-
os elementos, quo iiulilisam I nieun esaer.iu de
aws deveres, ella nutro ti mclhorosperanoa, loque
o govorno imperial, altcudendo a una das mais pal-
pitantes e iadecliuatcis naeeasidades d'cst,i provin-
cia, ministrara a forra precisa, para que a lol neja
una verdade, c o cldadao prestimosu c pacifico en-
oonlrcsob a egido da misma lea mais completa
garanta; e de que V. Etc. IneitiaaTel tt'oila rroia-
tla, que lem erguido contra o criine, tulliera, anda
<|ue vagarosatncnlc, os fruclos da sua perseveranca
e tcnacldadc na captura, o punicao dos criminosos;
e que pui IIm, mediante medidas mor tusadura, e
conducentes I desenvolver e dspor o espirito pu-
blico a prol dos principios do justo e obediencia w
leis, ser cslirpadj esse lendcncia desastrosa para a
pcrpetrarSo de Crimea, lilamente deponentes contra
a masa omlisacao: u'csto desidertum euconlrar
V. Ec. da parte da assemlila o mais decidido
apoio, o tudoquanlo csllvcr em sua possibilidado,
que leuda a vencer os embaraces, que se nulolhn-
iciu conlra os direilos dos cidadios.
A assembla onvio cora alienlo e inlcressc a et-
|hh5o, quo V. Kxc. sedignou faaer relativamente
aos diversos ramos da administradlo publica, e as
medidas que euleudcii convcnicnle Iraxcr ao scu
conhecimenlo para seren adoptadas: dando, |")is,
a asscniblau devida iniporlanca ao luminoso pen-
sar de V. Kxc. prolcslo, que, 11A0 obstnule a asi-
guillado das rendas pmvinriae-, e niilros.cniliararos
quodinirultam a rcalisaoo de algumes medidas
lembradas por V. Exr. Iralani dcaplanar lodos os
obstculos ii superar, Iraltatliaiido assim om rom-
inurn accordo rom V. Etc. para a prosperidade c
ciipTandeciniciilo d'esla heroica provincia.
Sao osles os vulos do assembla, que agradecida a
i "adjurar que V. Exr. se digno nll'crercr-lhe, es-
pera que V. fcxc.os acceile como eipresses genui-
nas de'seus seiilimcutos.
Paco da assembla legislativa provincial da Para-
biba, II de agosto de IKi3.Antonio Cario de
ilmeida e Albuqmerque, relator.Padre Franeie-
ce l'inloPttsua.Joo Oomndt .ilmeida.Chrie-
pim inionii ic Miranda llenriquti. Franrlico
t'ereira da Silva.
S. Exc. respondn o seguate i
Snhoros da Musito coinmhsJo. Ouvi cora a
maior allencao a honrosa inensagein que, remo nr-
gaoidn assembla legislativa provincial, acabaitea
de proferir, apreciando as medidas que bei emprc-
gado na direceo dos diversos ramos da adininislra-
co dcsla provincia.
A crlela da couliano.i que moroco, para cora os
represenlanlcs da provincia, os protestos de aulu-ao
que fa/eis a miiiba administrarn, c grita capa-
ranga de quo nao me sern coarlados os meios de
realisar o me pensaineulo udniinislralivo ; afio i
sera duviila a recompensa a mais salisfacloi io de
miulias ahilada- fadigas, c o pliarol-inais Itiniiuo-o
que me conduziru rom un paseo seguro no disco
TftMwrMlliMhjinlirtlil *l*r*IH| fUl prol da prosjierda
de da tiroviucia, a cujoalvos convergen! as minlias
V Blas.
Kecebci, senliores, e declaiai no recinto da as-
sembla a que dignamente perleureis, os uiciis (-or-
denes agreiiecimcnlos por esla lao inauilesla provl
ile ron-iderurau e svinpalbia que acabaos de dar,
ein oecasio loo.solcmnc t minlia administrarlo, e
roiilae quo cu n.1o pouparci meios i miiiliu di-po-i-
cn para proinovoros mclhni menlos deque lie dig-
na esla provincia.
Palacio do governo da provincia da Parahiha do
norle I- deagoslodc 1855.
Flavio Cleiueii/ino da Silva. Freir.
PER\\MBlC(t
COMARCA DO BONITO
14 de agosto de 1853,
Nao lie d*balde qu aguiw emblrram rom n me/
Ir .oi-!n ( ciil cuj (lnniiiiio rslanos u.lo oli>lanlc o
t$m que |)reile. Eslfl wnlior nio ttx na
t'itifb por voaclodfl llc/i'i nts iim IjiI Aluminio, mu Un Ifinpos
iiii eslava umita hiirmn/iifiutn com Juacfiiini luco
r keus lilil^, all l.tmlii'iu nior.i'lort's por causa uo
st'i ile que iinpnslo lt^ que er.i cobrador (uiiuriro,
o caso huque cm .lias dasomiiMi pastada. Toi aquello
ariuailo h casando MU ilc>aftir<> huuvcram onlroamboa, que recebeu Mximo una
t.H .ni,i, ila qual llierOMlllOU9 murle. ih lillio>dos-
le, vendo O pal lense calado, Iralarain lainhem de
arrumar u uulro, quo tutu um ITO leve poucu. mo-
meiilos de pxi-ileucia ; c'ui InaUnle doixarain ilc
Vivar dou |>a4 de l.inuil.i
Di/eni quo aV'diria daqucllc dislrcto premien lo-
So um deller-, ovfldindo-se hiiineUialamcnlc o uulro.
Iss o preso j calando para ser remellido para
aqu, po/.-sc au /resa>, lie ai ido cm lugar delle a pa-
ii iiiii.i que o guardo va.
Eslou ferio de que o sulidclecailo rcpeclivo lia de
cm pregar lodo osmoios para prendero* lats nimi-
ncw. aam como que n.lu dcixara impunes os yuar-
dadom, para que um oulras occasiOes sejam mais
vigilantes.
I,a para Caruai, lanihem ha quin/c dias.dcu um
snu'eilo um churinadn no genro, porque c*le llic
liavia lirado conlra sua volitado, dous cae I ios de -<-
mente de carrapalol l;oi muilo superior a pena ao
delicio Aflriiiar.im-iiii' que o dgito jui/. de direi-
i fazer de
tellm
orque
iledd,
ni .ii i
do ao
0 de-
esla-
lo, .illi residente, vio-soculao forrad
loridade policial, mandando nao S4i pi
va lao ameno e amaccl -> > -1 como ai
jola de paz fuesse o corno do delirio :
legado e ub-deje^ado no lempo du a
vam extra muro* riritafis.
O 3r. I)r. Caetauo Vicenle de Almcida Jnior
At honra ao importante cargo que oceupa nesta ro-
inarra. Meu amigo, sempre (pie ippareeem esses c
uniros casos, nao poiso deixar delamcular o oslado
de barbarismo. em que anda vivemos ; lira-so a vi-
da de um hoiiiem por qualquer colisa. Por c>lcs
reiros ninguem se julga liento do punhal e caniarle, quo lico Iribunal paraonde muilos reror-
rein. ou quando que rom suniai iar 'o pi ocesso le sua
queiva, ou quando eiilendeni que para a uUeusa rc-
rehida nao hasta a pena manada na lek Semprc
que assim me exprimo fallo no geral, poii smim vo-
moenislcm es&csenlesdesalmados,que nao duwdam
malar a sen scmolhaule, temos liniieslos cidadflos e
respeitadoresdas leis, que s cuidam do mu liaha-
Ihoe de sua familia. Conheeo qnelicdifjlcil, ou an-
tes impossivel acabar com esso ci mes, que se praii-
cam mesinoonlre ospovos otmaii Lvlisadoa; porem
so nao podemos eiUtigoMoa ao meooi convem que
nos empridieinos lodos, para queseu numero diini-
n ua.
(Concordo com nimia genio do que he o patronato
a causa mtis ellicicnle, se he (mssivel e\pressar-mc
assim, da perpetrado dos crimes, mas no meu fraco
pensar descubro oulra, c venia ser o defeilo de
algumasde nossas leis erimiuaes.
J\ vouexcedendo os limites do noliciador, o por
isso termino aqu miuliai reflexoes, A fi'ira desse
poueo que Ihc lenlia dilo, non huma no\ idade lomos
lido por este hemispherio Bonitcnsc, que inercia as
honras de faxer RMumplv na presene mlsslva- As
ouuvaa por c anda eonlinnam, leudo-se tornado
mais frequenlcs, ilcpois que cnlrou esle mer, lalvcz
sejam despedidas.
Adeos, *e se encontrar com o l)r. Caclano, diga-
Ihe que venh qmmloanlc*; pois clrc liflo sabe que
fall vai faz*cndo no son Icnno.
(Carla particular.)
C'upado em oombater a homeopathia como amn
ei-pciraeau scienlilka, Itaviamo procurar envidar as
HOsss pequeas torcas para provarmos que, soosyt-
tema lioiiicopalhico oomo oulro qualquer ramo de
elencto pode ser contestado, lamben, uo fallam,
mu i ti e muilo boas ra/es Coi que so possa defeu-
de-lo, e sustentar sua doulrina, de cuja verdade ca-
da dia nos eoureucemos mais Inllinanienle, o que
embora mil acodemias de Taris dissessom que nada
era.M fados que a loda hora temos em nOSU clinua
e na d'ai| batanle!para cennos nessa sciencia quo por sordo
inulta transcendencia nao prnle ser compreUendiihv
por calMrasapoacndas.e InlolUgenclas mesqinubas,
que nlm da masaa malerial <-' de sua qaanliOailo na-
da meis podem compnliendei. y>u/eamos vera
|ead......s do medicina de Taris por em pralica lo-
dos os meios que podessem ser mais ou menos arados
para entrar uo peifeilo rouhecimento da verdade
qubwramos ver qualquer dea emloenlM raerabiw
delta pronunciar um iTaquaHea cloqucntes discur-
sos que laidas ve/.es tcm encantado a quem ten) lido
a fortunado aasWiraaaaai grandes saasftes, c, iladi
(pie de verbosidade nao nassasae, ao monos os flo-
reio.t da cl lessO mas he pella e baiB arande I] que a academia
esquecemlo-scdasiiii elevada posinlo se constituase
em pmasalade esgrima ou de......e que os seus II-
loatradosnicnlbroB cm voz de apresenlaroin discur-
w sclenlilleol cm que dessom provas de sen grande
tlenlo, O profunda illustrarao, Iralassem do urna
quMtaoque ha de nceossaiiamenlc fa/er umn com-
pleta revolur.lo na medicina, da inesma maneira que
trataran) as regatonas de la (al, ou i nossa gente
da riheira : quem houver lido alalalgaraviada, cer-
lamente nao nos dcUani de ulu he nosso proposito oceuparmo-nos desse parecer
de queja uiugucm se lomhra, porque nada conten
alen de tolos e asquerosos ImuIIoM M alo fora al-
guom pensar que semclhanlc parecer he cousa mul-
lo nova, era cm tal fallaramos, o oque mais ad-
mira he que ah/ucm da profisso ja dissesse em casa
do um amigo du homeopalhla que osla octava por
Ierra, porque a academia de medicina de l'aris. dera
um parecer novo ein que a doiiolava : forte igno-
rancia !! he dos lies que dizquen./... uo *e d>
appliearpara curar eadVi mecnicas \w sao osles
bemavMturailo* que querein decidir da quesillo da
homeopathia I Ileu/a-os leo*! A disCUSSAO da
academia liauscripla no Diario do Iti, lie vellia, ve-
Ihissima : iiinguem jamis fez caso della, quautu
mais agora : nunca merecen a mnima atlem;ao do
pessoa alguma Bentafa, o. quo tlvease nm pouqulnho
de inletleclo : nunca servio para objeclo lo dls-
eosaao era parte aluuma, aenSo aqui onde ja lem si-
do varas vezos Irazida a hailha como eottsade gran-
de nionla, mas ningnem lem I lio lado o menor a-
preco : a Inuneopatlua be urna verdade e por eou-
segulnte nao podo ser deshruida por ninguem. qii.in-
lo mais por dtscuasOes frivolas ecmicas, proprfas s para fazer rir: a liomeMpnlhia lem sido combatida
comoofoi a llicorla da circularan: o desp/acado
ffarvev fui ridiculirisado,uH eucfiovalluidotfoi ludi-
brlado, oas lioje reconhece-sc que sua doulrina
sobro a circuladlo era real abeja a circuanlo he
uma VERDADE: Mesmcrfoi ludibriado, foi rldi-
eiilirlsado, mesmo pela academia de medicina de
Paria,que mandn nina commbsfio assislir ao seus
Iralmlios o esta ssspcomraissaodepptode veriftca a
verdade dos fados, disse que observara laes o laes
musas, mas que so podiam illnbuir a elTeilosda ca-
suatidade ou develhacaria,cousas sempre do
mesmo llieor, e que por consegninte ludo era
charlatanismo, o que Uesmer devia ser privado d
continuara por em pratlca suas IranauilntrHia*
bofe o magnetismo he urna VKHDAhE, e mu ha
poi ahi quem ja nao lenba presenciado os elleil
doll. A hoiueopalbia he urna VERDADERO quem
qui/ei se convencer della ponha de parte as preven
nes, estude-Bi pouba-a era nralca e nao tardar
muilo a reconhecer scu errado pensare omendar-ae
para d'alii em vanle.
l'or mais que qui/essemo> einndar esle sem io to-
rease argO) nao podemos delxar de dizer alauma
cousa de paasagcni cerca do parecer, dscuasao ou
cuiisa que OVallia da academia de l'.uis : vamos BRO-
ra cm puncas palavras explicar o I ti tilo que Ibe do-
mos a lini de USo caiisarmos a paciencia do bonda-
doso leitor.
Ao lemos o artigo transcripto no filara de lo'
nao podemos deivar de comnoscomesmo procurar
adevinliar quem seria jtedjHle que fu
ciipr.io da l.d discussSo : alauma peal
ii profisso f noi que n3o se cansarme
atnn boticario i lambem eslou que nao.
gosiaiu muilo de oceupar-eode qucsi
dcUam inferesse: algum* medico de ci
gorosa an.ilvse. sem que o espirito de parcinliilado
loja o dominador.e eiso quo cumprea aquella quo
deseja seguir a verdade, que lem de publicamenle
pronunciaran corca d'estoou d'a(]itelle objeclo.
Se o Sr. uepqtado livcsso queridodar-seaolra-
hallio de comparar mlnuciosamcnle as compras fei-
las pelos conscllios administrativos, o principal-
mente pelo d'esla provincia, com as anteriores a
creacSo dos conselhos, o nao se doixasse civarpelo
Hpldto de opposcao, algumas vezes nocivo,csla-
mros convencidissimos'quo'cmboras dara ao paiz, o
louvores ao Exm. minislro di guerra, pela creacao
de oslabclecimeMlos, que tantas vanlagus faxem ao
cufre nacional,oanlo mais convicios oslamos deque
esliulo, nem comparacao alguma, precedoo as acci-
sxcfles foilas pelo Sr. depuiaOO, quauto sabemos de
sua HlusIracJO e dea eeus bous desejos ; mas per-
mitlar que llie neguemos d'esla vez o criterio, que
Ibe lomos recouhecido, c Ihc digamos que nao foi
feliz em dei\ar-sc levar por insinuarftes, ou por
essas inforuiiicfies, quo llio deram, pois quo zeloso
como be, deveria melliormeiilc procurar cinheccr a
marcha que seguido os conselhos, as vaulagcus que
vilo apresentando. eno rcslringir-sc someulc ao
t\n corle, e por esle julgar lodos os oulros.parlindo,
llera disto, ile falsos principios.
A maneira porquehaseguido oeonsclho adrainis-
(ralivu d'esla provincia, be jh hem sabida, e lalvcz
nao baja quem ignore oquanlose lem elle esme-
rado, c o zelo que lem empregado a liem do Tbe-
souro nacional, pelas exccllculcs compras quo lem
l'eilo, lauto cm relacen aos preros, como as quali-
dades dos objectos comprados.
I'iii precipitado, o injuslo o Sr. Kiguoira de Mel-
lo, quando tachou do illegacs e avullados os orde-
nados, que O Sr. ministro conceden aos membros
dos consellios, pois quo deveria saber que se fossem
empTOgados em oulras quacsqucraiiuinissocs, conn
hem coramando de baialbio etc., (criara o mesmo
ou mais vcncimcnlos do que lem actualmente, e
por lano muilo justo foi o Sr. minislro quando ar
bilrou laes ordenados. Heais, deveria lcmbrar
seoSr. depulado que para qualquer servidor do
Estado alenlas as categoras ) dedicar-se inleira
monto aos seus deveres, sem distrabir-so cora ou
Iros, que a iicccssidade o faria enrarrogar-se, he
necessario que as vanlagens que elle tira d'essa sua
dediraeo, satisfazlo as suas neeessidades; c pon
anilla a u'peliinu-, foi muilo justo o Sr. ministro
quando raarcoii laejs ordenados.
Talvea quo oSr. depulado jolgasse (pie era mais
oulras provincias haviam sido creados quarleis-mes
Iros generaes, eque por isso disseso que sendo osles
encarregadoa de iodo o malerial dooxerelto, deviam
por esla razAo cessar os conselhos ; c nem d'oulra
COUSI nos devoremos persuadir, pois quedo contra-
rio seria querer o Sr. depulado um desproposito ;
lito he, quo o quarlel-nioslre general da corle, for-
neca <>s araenaes do todas das provincias!
Terminando estas; breves coMideracflcs, rogamos
aoSr. depulado, de quem fazomos allos juizos, e
i........emgrande constderaclo, baja de procurar
conhecef I verdade do que hcmosutlo, |M>rque es-
lanos cellos que, em .isxiin laaeudo era oecasio
oppoiluiia, re iran ludo o que infnndadaraciilo
proferto na assembla geral conlra os conselhos ad-
ministrativos.
I'odori.imos ser mais huaos (atondo uraaanahse
comparativa das compras felfas pelo consolho d'esla
v lucia rom os anteriores a sua creacao, c d'esla
aR.
SM
I
pi
arle I
-v anuos a ronviri
mas afiuardamo-
rc 1.1 ila agual d<
io aos nimos dos incrc-
ios |iara oulra oecasio.
IrWI. *
ni!
(MiHMCAIIOS.
HOMEOPATHIA.
O SOTO S. Qafxote combatendo contra a ho-
meopathia armado de elmo, tlselra coberta.
armas eferra jadas dos avo's. He.
Leudo o Diario de Pernambucn de t7 do corren
le agosto, liramos eslupcfaclus por vermes inser!
era suas columnas a Uo sdica historia da di*cussao
ilo parecer que devia de dar a academia de medicina
iit'i.ni-. mu eileiio macavilhoii-nos que anda
boiivesse'qucm livesso a scmsboria.ou antes agran-
ite loleima do se causar era publicar urna cousa lap
velha, lito insignificante o quo por sua total desim-
portancia ha inuito ja tinha cabido no mais coraple-
loolvido : afora alguma desusada insinuarlo nada
vemos na dita publicacilo, Mm da mais ridicula
quixolada, que uo lempo presente podia dar-sc. O
parecer-da academia le medicina de Parta 1 lo que
lio, o que val esse parecer ? Hea mesma consa que
a mesma academia lem repetido rento e una vei so-
hreoulrai tantas quesloesscienlillcas,-que Ibe lem
sido submeMldas para nio seren cousas ladoseugoslo, sao seniprecuiidi-m-
nadas pela menina maneira porqaj a academia con-
deninon a bonieopalbia : earn*do lie raiwflrroo-nos
emcomhafer as por volca qne n m>u turnn proomn
non cada um dos membros da ai-.idemia,porque nao
lomos lempo a perder rom cousas do Igual jaez :
cousas Lu ridiculas so dflo quo entender a pessoas
ridiculas c |>equeoiuas. Se a academia se houvesse
a trans-
a eslraitha
un isso : al-
In|.....ifln
.s que nao
dito e ins-
lrucc;lo'.' anda menos porque ou eslaria OCCUnado
cora a sua clnica e consultando algum autor moder-
ii0ou a llana I o ajillgupara ver algum remedio que
nrs/,' ou iiniiiiciir cawidntico produsto bomeffei*
U>; ou quando quizesse combatel a liomcopalbia OS-
reveria algum artigo de fundo ein que iimslrasse
ni laleutp o babllidade.e nao so cansarla em irans-
rever uiria cousa j muilo batida ede que ninguem
j.i so leinbrava : por consogulnte medico nAo foi, e,
se foi, nao pasaou le nlgum desles que vo mu doeu-
le nina vez na vida e que o resto do lempo gaala em
andar pelas tajase boticas (aliando mal da vida
albeia, nao poupando patentes, adhcronles ou ain-
lo., detrahindovulpinamente de ceuscollcgas, ranr-
deudo-os a lorio c a direilo, s porque mo pode ser
comoelle-, porque a boa lepulaco be mullo CUflto*
sa de adquerir; foi lalvoz algum I*. Qusote de no-
va especie, e com oulra cousa nflo pedemos achar
snneiliaiu;a i vista di historia desse denodado pala-
dim, o vamos ver ac demonstramos os pontos do con-
tacto que adiamos entre o auligo I). Qusote, caval-
leroamlaiiie, c o moderno l>. Qdlxole, allopalba
infamante. O Qnligo I). Quixole l os Hvroa da ca-
vallaiia e comes-a repelida leilura, lita nossesso e
julga-se habilitado a arimjr-secavallefroo Ir por osee
mundo alni fa/er rarannas, combalcr qbantoa ca-
valleirosencontrassoca lodosavassallar: o novo i>.
Qusote t^ a discuasflo do parecer da academia de
medicina de l'aris, e com B repelida leilura de-sa
mportantixtima peca, julga-se habilitado a coraba-
lera homeopalhla o a dcfaellar quanlosliotneopalliis
liouverem no mundo: einjaU0U-SAteae quet ver lar-
une a tapa ilo auonvino. e eulao....iiao se arrepen-
ta, o a litigo I>. Qusolo armnudo-sc a ravallclro,
como novel tlevia vestir amias brancas, mas nao ;is
leudo arianjou-se com unas adamase laucas vclbas
dos nvds o bisavs e muilo ancho com isso, sabe a
fa/er nroezaa: o novo ii. Qusote nao lendo armas
proprfas para Investir contra a homconalbia, por-
que as armas scientiflcas nem lodos as lem, anna-se
com o lalcniurrajadne desprezivelpapeluchoe cora
Isso velo entrar na arena: velo buscar lia, c -ahio
losqucado, O mitigo 1). Qusole nao leudo um el-
mo completo, la-lo de papaleo com uns podaros de
ierro- vellioae iman.i-o com cordoes para aaslm fin-
gir que ora um verdadclro cavalleiroio novoD,
Qusote ufto pudendo ler. urna boa mascara que o
O nlle, apanlUJ una muilo estarrapada e por cu jos
tombos faciimenie se vera lodosas suasmaxllas e
comella VCO entrar en: arcan: di-pa a mascara,
largue acipado anonymo, asafgne oseo nome^
como eu o'faco sempre que escrevo para o publico,
o venba discutir scioulilicamonle, porque mais mi
menos daremos contada balalha, e, se nflo pdennos,
nao allai akiim Sancbo-I'anca que sirva de escu-
deiro. O ango I). Qusole nao qnerendo tirar a
armadura na prlmeini cstalagera cm que entrn para
uif.ir os cocines que a prcutliam, bebe |mr mu
canudo o fan Sttrrn/ut, com que o e-lalajadeiro
o obenquia. O anligo lt. Qusolo com taea armas e
cintos julca-se cm estado tic destruir o mundo Intel-
io; o nuvo l). Qusote coma tal dhciwso julga-se
encestado de destruir a homeopathia o lodos os ho-
rneopalhas: oh! quanta $ptciettnonhabet rere-
brum Ale mitra vez : se o illuslrocampean, quer
eombater a homeopathia e oshomeopalhas, dt^quaes
eu me recoidieco o mais iioiguilicanle de lodos, lar-
gue as armas de cavallelro aventureiro.e vbU as da
sciencia medica, o enlao cnconlrar.i na lira um nu-
tro campeSocapadle enlistar a lauca: como homem
da sciencia, farei o que as minlias fracas lorcas per*
inillii^m, e invocare i cm meu SOCCOrro o poUCO que
sei, o valer-mc-hei dos tactos yralidiosos da miuli.i
clnica, os quaes sao em uuincro Infinito, e peco ao
liebre competidor que laojonlro lauto o nao iuvo-
5ue a loa Della Dulcinea, adiscussiloda academia
i' Pal i-, i mu i ue ninguem faz raso della, o boje, meu
charo, ninguem faz roda de qusoles.
Al oulra vez. Consultorio homeopalhico, na
do Collogio u. 25, primeiro andar.
Dr. /Mito MiCOXO.
PUBLIC4C0ES A PEDIDO.
O gabinete portugun de leltura.
Ilnilciii Molciiiiii>oii-sf o iniiii.vrs.irio ilu cslabc-
leciinonlo ilo gabiaele portaguei ilc leilura, cslamlo
ello abarlo an publico por luilo o dia, c parte tbi
llllill'. *
.Vio (ni nina ilcaus Tolas pampOMi que ossom-
lir.......i nimos, o deium como leca recordaeftea
iliiradouru ; poroni liouva cm comparuacSo mulloa
m-ii.iiiic-, mullas ramilia*i mulla alegrii.....uilo
singeleu. A can ealava ornada como as circum-
lancias o pediam: por lora urna lluminafAo eicel-
leiile, |>orileulroos ralraloa d*8. M. o Impera-
dor, do S.M. FideUssima, Jarras, o ajcallfai Je ilo-
rea, llroa, o nada mala.
N'uma poca social oomo bdobMi rma}uescnan
nenia, nllo so discuto songo Inlereases irialirlaes, me-
rece quo u.lo paase ilesapercebida nina IpslIloicAo
I.......lira, salulai, riviljiadora, que cuida louvores
n inlelligoncia, c que >cuuc as piaadaa do Kvangelho,
quo avvenla ocorpo.que avvenla o espirito.
Ileiifc Ui do agosto de 1853.
.<. Marque Rodrigue.
-----~WMI----
Ao anniversario da abertura do ga-
binete portuguez de leitura, em
Per nam buco.
sai n.M.Ati' POTICA.
Quem podo oppor-se, uo correr dos lenqios,
A
leiullam desse amor, e que he preciso
Alimeiila-lo, sariar de lodo
Esse desejo na leilura assidna
Dos bous cscriiilos, na lieflo perenne
Dos crticos, pnilnsophos, poolas.
Dos oradores, ilos proruiMlos sabios
Km lodo 0 ramo ile nliuoj.o variada?
All ni.'-iiio nn Europa que levanla
A fronte ornada de vii;o**n flores,
Que nao ilcsbola o perpassar das pocas,
l>c dia cm dia o espirito fecundo
Da associro Iliteraria so derrama :
Academias, instilulni ampios,
(abtncles, niuseus, crewein, viituram,
15 a cada passn a cruilie*o se oslcinto
Pelos Vaatea saines, pendra ousada
.1. nos palacios da nnlireza alliva,
J uo meio do povo, e rorro c va.
Clica do ineanlos, do suave enleio
Por toda a parle a faaf aja ufana.
Baua Imiileni'ias ucnerosas, puras,
Baaa di gloria insaciavcl *edc,
l'ropria do serillo, que, nadando ai formas
Da auliua escola, io genio abra as aiM
Por novo eco do iiicosnilo fuluro,
Quem entro nos as nao divisa impressas
tun iudelevel sellu que deinnnslra
Das lellras a cultura progressiva,
Oapurado goslo? lia j dousaiiiins,
E Miaja temos imr.DadrRo que fallo,
'reslcniunliando em vivida linguagcm
Pissa energa, esse fervor nnrioso,
Com que, cedendo as leis imperiosas,
Que rio lodas as uacocsabrem camiiibo
.Y iulelliceucia e os pnvos rivilisain,
Da arle amadores, da sciencia adeptos
l:in monumento levantar suuberaui
A's lellras enlrc mis! Dnus anuos lindos:
E nova associacAo, marchando ovanle,
De doui |mivos rmans lii uiaulo os passos,
ll.-llics nas obras de elevados genios
Deleile, illuslrar.io, praier, provellO]
Poe-llie ante os olbos o painel pom|ioso
Da elvilisaro que nao deluda,
E uleis passalciiijins |he fornece
De bello imaginar, com que dislraia
As horas do Irabalho aladlgOS,
Vos. que as duas naces perleureis lodo-,
Que a inesma liiigua de Camoes suave
I fanos imssuis, quo as incsmas crticas,
l'sos, cnslumes, professaes comnosco ;
Vi'is que, a lillcralura cultivando,
Tendes comnosco |K'rcual enlace,
Puis que ella be uina, quasi a inesma efli ludo,
.NAo recueis na generosa empre/.i
Ja cuinecada; cumpre que boje me-ino
t,)ue vnlve um da de pra/.cr lo puro,
(I praier dsfrurles, e que, indo avaiile,
Jamis deiveis de cultivarROtlOtOl
O genio portttguei a braaileiro.
II.....v l.'i de agosto do 1853.
A. lt. de Torres Itnmleir'ii.
- -m>~^. a.^ l
Ao feliz anniversario"di installacao
do gabinete portuguez de leitura.
SONETO.
om/i'im lor o eslm tle amos,
Que unido Com a lyra canlarin ;
v. com divinos1 tom celbrarii
D'agosloo dia, cm \vn S:iudarocs.
Kniiinen dedicarla mil caneflee,
i: dista insliluirno publicara
O presumo subido, a alia valia
(nonos romeCQ em nlcis tlislrano-.
Jaque Natura,engenlto me negout
iri .i niens \oios cumprlr loinMuorM ;
Rogo a Dos que aksuora coii4er>ou
Dcsla insliluirro Ot fundadores
l.bes augmente as venturas que ouioriou,
K que excite das ariosos cultores.
(i. II
Kerifc ldea2iKlpdol8.VI.
\\I.IKI>\IIK.
Une o
Nos ai
ila
i' encobre
ieluos.1 niarcha em que se ;
menlo humano?'Quem I
orvr de frvida nperanja,
magona de subida gloria,
n luda a parlo o.....ndo llie oflerecc
I I .squacliosile mu geral progrono'
Quem Ihecerra oa alleroaoi vooa,
Com que. medindo o vaslldfln do espico,
Veloi se eleva as regioes sublime!
Da ardua sciencia. rpido reiuiinlo
,\ contemplar de ucrlo casa belleza,
une em inda creac.lo hrilbando avalla,
Que donniveiso nos paineta se slenla,
iv po da nrigcm que preside lis artes?
Quem Ihe dfasipa ideas mageatoaas,
erlefal conceprioei que Ihc dao vida,
Que ao doce impulso de tuna lei supicma
Volvein singlas, despertando as gracas
He inunenso hiranlo. de iucllavel go/ii .'
One forra lia'hl quo lolha a I......anidado
Avanlocaniinbar, quellie cnlorpeea
lis geriiiciisdeevisicncia animadora,
Que se rev nos SOIlllos graeioio
io sorrir ragueiro
,'\p'rieuria calina
i amor sineno,
nos sonoros h\ limos,
lculo grandioao,
D.i le
Da jn
Da -i-
.Xas p
Km ti
;i infancia
enlode, n
ida raigo,
ASSl t'.AK.
Siiiuns informados de que alguna senliores de cn-
[Onhoa deila provincia j li/.eram eneaioa proveiiosos
om o arcano de Slollo, os quaes ccrlamcnlc devcni
ervir de aniniac.ni aos que qui/crciD'ndn|dar iguaai
mellioraineiilos no fabrico do assurar. Eis aipii o
que dil 0 Sr. Antonio l-'errcira da Silva, fazeudeiru
de Gampiuaa, sobre o mesmo arcanu ; em una car-
la a sen eorreapondeolo neata, a qual nos foi con-
li.ida:
i '1'oiiho laucado lies quarlas na guarapa para Ircs
caldeiras, que regubuu t a 7 arrobas de assurar,
que lem prodtllido uina inassa iiiuilo clara, e muilo
ililferenle daquella fcila segundo o nosso uso an-
ligo.
Tcnliu observado que se gasta muilo pouca lenha,
eque quasi nao se precisa da agua para limpar as
caldeiraa*
lie nm oulro OflgenllO da provincia recbenlos a
noticia seguiule, nao menos ulUfacloria que a pri-
meia :
. O assurar queso benelicou pelo arcano be min-
io mais alvo. (I nielado que den lem um goslomui-
lo agradavel, semelbaule au d niel de p.iu.'e absu-
lulainenle nada da calinga da canoa que ooulru me-
lado cosluma ler.
Da appliac.io do arcano resullou un
acido, um assucar mais liranco, leccacjli
pa. menos niel do lauque, e produeco
suca.- do que pelosvsleuia anligo.
RecUa Commereial de Santo.)
I eaiin cMirirras, I dilae t pa'eole lecidos de lia,
I canas dilosde algodfio ; a Hosas Braga & Compa-
7!l cailts, 17 rardos e t pacote lecidos de algodlo,
i canas dilos de seda, I dita tpeles, t dita lineo,
I diln chapos de seda, grvalas c lencos de dilo, se-
das, chales o maulclelM prelos, casomira, meias de
algmlao, alpaca c fmula de seda para oliscas, i
caitas rhilas de algolSn, :i dilas liuhade coser, 4 di-
las chapeos, 1 dila cuidara ; a A. C. do Abren.
( caitas ollia do cobre ,- aA. V. da Silva llar-
roca.
.1 caitas chales de seda c olgodo, I dllamiude-
zas, \ ditas lecidos de la c do seda, M dilas*c 711
fardos dilos de algmlao, 5 dilas dilos de linho, 50
barra manleiaa ; a James Kjder & Compmtliiai
i caitas lecidos de algodo, I dila dilos de 1.1a ; a
Jeau l.e l;raiu;ois.
I caita magnesia ; a J. da C. Ilravo.
7 caitas lecidos do ; I -o l.i..; a C. J. Asllev S t'.om-
panliia,
^ calvas lecidos doalsotlAo, I dila chapos loan
en* de caslor, I dila pomada. I dila Inuca, o appa-
rellios de esleirinhas de iiush, I dila com I cadeira,
o i ll.mdresile ps;aL. A. de Siquera.
:l liarris agurdenle; ao eapilu.
iA barril c I caita ferragens; a James llal-
lidat.
Vi caitas queijos; a Brandcr a llrands A Com-
pauliia.
I> caitas lecidos de algodAo,-J dilas dilos ifcliulm ;
a Piulo l.eileA Uros.
I caita meias ; a llarucs Bros.
J fardo, lecidos de algodo ; a lt. Ilovle.
."> saceos amostras; a diversos.
100 caitas folhas de I landres, 80 barris inanlei-
ga, o.l barricas ferrauens c culilarias a E. II.
VVyaU.
CONSULADO GBHAL.
Hen.limenlodo da I a 17.....t:8:i:roJ:l:i
dem do dia 18 '........ ."ilo9!Ni
Keiidimenl
dem do di
DIVEIISAS PROVINCIAS.
i do dial a 17.....
318(80
1731374
7*338
I7!I-!"M
i.xpor tacto'.
Ilrisuca.nieriri.....Brandmeint, de235 toneladas,
condoi osegul..... :ii;i c,,-,",,, aicilede paite, I,Mi
ionio, salgados com :li>.lli:l |i|,is.
HBCEBEORIA lili RENDAS INTERNAS GE-
RAESDEPERNAMBUCO.
Itendimeulo do dia 18......l:lilll.?7.">8
MOVIMENTO DO PORTO.
Adi'/o entrado uo dia 18.
Kio-ile-Jneiro 18 das, brigue brasileirn .S'noi-
tuiin, de lili toneladas. caplUo Emilio Diogenea
de Oliveira, carga farinha de mandioca o mais
generosa Vinva de Carrito i\ l'ilhos.
t Navio nahido no memo dia.
llio-ile-Janciio epoilosinlerniedios Vapor brasi-
leo Haitiana, coinmandaiile l;. F.'Borgef. Alcm
dos passaaeiros que Irooxe dosporlos do norte pa-
ra os ilo sul leva ., ieu borde Joso Anlonlo Fran-
co. Alberto /d/arskv, Pranebico Ignacio Jaiob.i,
I criado c I csciavo, Joo Ciogo de Mello, Clau-
dino Paulo de Lira Flor, Antonio de Sonsa Co-
lse Anlonlo de Araujo Jnior, WilliamP.
piaras de prel, I pres
Brrelo.
I'iiluaiu, -Jli recluas. .'
jusiiea, Antonio Nuno
OlnerracSet.
Seguio para a Babia a barca ingle/a tralmi, ron
a inesma carga que liouve.
Seguio cm commbaioa escuna nacional Lfiuloi
ronimaudaiile Joaquim Alvos Moreira.
--
EDITAES.
melado sem
mais prom-
niaior de as-
aflltar o prsenle, c
COMMERCIO.
Canil
Desee
i'RACA DU RECIFE IR DE AUOSTO AS
IDIIIAS DA TARDE.
r.olacies ofliciaes.
sobro Londres a 8 ,1. lili d|v.
ald o lim d
Nao piile passar sem grande reparo a parle do
discurso do Sr. depulado Flguelra de Mello, profe-
rido na asseiubla geral, acerca dos CQnscIhos admi-
nislralivos para fornerimenlo dos ananaes de guer-
ra, soria mesmo clamorosa iujiislica fcila a essas
uleis roparlicfies.se siinccionassemos com o nosso si-
loocio o quauto conlra ellas bouve de di/.er esse
Sr. depulado. .
lie de 11-..1 mi; i cutre II maior parle dos nossos po-
lticos, t-ederem mais as vezes do capricho, duque
os reclamos do boni puhlico, dando assim enun-
thas aos males que se anlepOe a cssa tapida earrei-
ra, que sem duvida levara a rlosso bello paiz pelo
seguro caminhn do progresso. da civilisa^iio.
Anda he mais para lamenlar que muilos dos nVs-
0S leveio iiiluo l,j<, di.onelr.iluli'nli' up-
poain a aquellos que deveriain seguir, quando ve-
mos que os embarazadores da Mu marcha progre-
siva Bicm purle do nuiniio dos nossos legMadvres.
Estildar os fados, snjcilando-os ao cadinbo d.a ri-
Que Iransporla, que cnlova e enlhusiuma:
l'm anua uniros os seclos caiiiiuliain,
No variolurliilbio Rjrain os anuos,
A harmona dos seres so prolonga,
(I- lacn- -ociaos iiueiii os pinos,
F.lov ,mi-c as naces. criainI Imperios,
Pul.im asarles, asscieucias brotain,
lloseio a Ierra mil llic-ouios hinca,
Hasgam do mar o lormeiiloso esleiro
Empavetadas quilhas; eqoem labe
Al onde se arroja O peiisanieiiln.
Queja na escala deinveiini,'- proficuas
Val muilo longo, dominando e erguendo-se
N'case impel, n'essa coualanlelucla
Da Inlelligencia que lureatlga afona
A' naliire/a ncoguilos mislerlos;
N'.-a porlia. n'esso afn ruinpleln,
N'essa pesquisa de fadigas lanas,
o deslino do homeifi se concenlrai
Novas deas, resudadosnovoe, .
Abrcni-lbe i......lundo em vastos borisoules.
Que -o enconlra iialuracs limita
Onde param da an.ilvse os esforcos.
Onde aoli-crvaciolinda o sen curso.
lisia a marcha dos soculoa, comanle,
Bis do prsenle 0 silinpllioso quailro.
Longa her.una de laclo-, de succe.ro-,
Em seu corrrer as opnehas Irnnsmillein
De mu novo a oulro; em vrtice aproando
As Iradiices liis so coinmuniaiu;
E quanlo mata o espirito se apura,
B da-conqilslas du elevado engolillo
So ealondc a osphera, melhorando o goslo,
Mata se refoica do progresso u vulto,
Pura civilisacao mais se dilata.
Em derredor dos grandes monumento!,
Que nos revelln dos hroes o i......e,
One mis leinbraiu nos inariuores pulidos
Das antigs naces o brlho, a faina;
Em lomo dos padrees maravilhosos,
De ii.....urcliavels Ireplieos, illas victorias,
Quem lulo divulga O genio do pajeado,
Cedendu o campo as. nova- leulalivas,
Que iiobiuador oespiio MMOente
Da actual goraco vai combinandoT
Quem niio dcscobre a copiosa folllo
Da iiuinensa illuslracilo, arles, scieucias,
Vasta lillcralura, dilTuiiddos
Em todas cssas produccoes i iipiissimas
Dos esriiploresqiicmundo hrilbam?
hieveoi.ivel. porlenlnsa mina
De ihe.ouros reeandilos, quem pode
Desconhccei os beus que ella concede
Aos membros lodos da familia huiuana/
Mas quando assim a illustracao progride,
Quando elementos de lAo grande forra
Aoscu desuno abuiiianidade levain,
l.avia em lodas as classossede articule
Da s, inicia, que, j.i loilliaiidn augusla
Na volba Europ......perancom surge
N'esio pgii da Allanlula fnrmoso.
K no meio de nos quem desconhece
Do amor das lellras o profundo ell'eilo'.
(juem n Jo sabe que l>cns, que ulilidade
lude loii
eenlo.
Al.l ANDEl
Beuiliiueulo do dia I a 17. .
dem do dia 18 ... .
correnlc me/.II por
V.
. l!K.l:li:l|,'siKh>
. :RV*II3
905:889! ."
Deetarreganx Iwfe m de agosto.
Galera inginaSuord-ftK mcrcadoria.
Barca ingle/allh'mdadem.
Brigue inglesLedaloros de jacarando.
Barca americana t/untreu azefle de peino.
Minie brasileirn DurldottO gneros do pail,
Importacao .
tialera Ingleza Sworrf^r/i. viiubi de Liverpool,
consignada a .Me. Calmonl c\ C, maufcsinu o se-
glliulc:
17 rardos o II calas lecidos de algmUo, I caita
miude/as, I dila lencos de seda, dilas arrcios de
carro, 13 Jardas casimiras a l'ot Broihers
1 caitas bis
Voulo v C.
li fardos c li
Jll caitas dilos
.....
caitas le
dealgoiM
im> barril
los
I
maiileiga; a ellane
de llnho, 'i fard,s c
aita lencos de seda,
I dila sedas; a Iones A N'arh
_1P laido, e Kcaitas lecidos de linhn, SO barril
manleiga; a H.tiibson.
lo'i gigos inuca, l dito amostra de dila, :i cali
lecidos de algudao, Hm caitas folha do Fland|SS, 51
queijos, I barril vinho do macas, lili presuntos, i
libras loocinho de piirrii, .1 barris conservas, -2 cai-
tas dilas, 1 barris ceneja, I barril fruas, I cala
biscuulo, I dila calimbos, I barril verni/: a onlem
3 pacoies lecidos do Ua, 15 laias ferro fundido,
!_' sarcos pimenla, II tnliimes, I i caitas e -'I fardos
leciilus.de algodSn, :l fardos barbanle, 100 barris
mgnleig, caitas tacldoa de linho, ,i dilas chapos
le sol, ;l fardos coherlorcs. VI toneladas ferro em
barra, I puente cadeira de ferro; a Me. (lahun! ,\
Companhlg
5 calase U fardos lecidos de linho, (i dilas col
pacidos lecidos de algmlao, I cmbrulho relogios de
mi m, | eaita objectos para escriplorio, c () barris
manleiga; a RnsaellHellora i\ i'..
I barril farinha de ava ; ao Dr. ArhiirLIc.*
"1 barricas cei veja, III caitas e I fardos lecidos
de linho. Vi caitas e 15 fardos dilos de algodo ; a
Adamsoo llovvie e\ C.
I fardo Iccido de linhn, I (nenie ohjeclos de es-
criplorio, i fardos lecidos de bla, 'J caitas meias de
algodo, I dila dila seda, I dila camisas de algndAo,
i fardos lecidos de dilo, i dilos ditos de dilo c lila ;
a James ('.rabreo & C.
O rassarulas, I barrica lampos, 1 caita objeclos
de lniloM, ti barricas ferragens, .1 ditas Ircm de
ro/iejlia, l.'l latas, :| caitas objeclos de sclleiro, I di-
la nudas de nlgoilao ; a S. P. Johuslon \Compa-
uhia.
li caitas lecidos do I .lio, t caita objeclos de es-
criplorio, f burra de ferro ; a Johnston Pntcr A
Coinpa nhia.
_'ii fardos lecidos de algodAo, 4 caitas fundos de
cobre, I dila cobre cm folha ; a N.O, Bielier iV Com-
pauhia.
I cala lomos de seda, 2 dilas loclos de llgodSo ;
.i 1, bollero, r.oinpaiiliia.
iiki barris manleiga ; a J. C. de Barros,
:I0 barris manleiga ; a J. J. Vlenle.
75 barris e 511 meios dilos manleiga ; a J. J. Bas-
tos.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provln
cial, em cuinprimonloda onlem do Etni. Sr. pie
Bidente di provincia, manda fa/er publico,que uo
dia St du crrante se ha de arrematar peanlo a
junta da faienda da mesma iliesouraria, a quem
inaiiir preco nllerecer:
I ma inorada de casa lerrea cm Sanio Amaro do
hniiTo dalloa-Visla, rom sen cunipeleiile lerrcno
junto, avallada em hODOstNW rs.
0> prolendenles coinparecain no dia cima indi-
cado ao meio dia, na sala das seasea da inesma
junta.
E paracuiisl.u se manduu ahitar o presente c nu-
.blicar peloCar/o,
Secrel.iria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco, 10 de agosto do 1833.O secrelariii,
Antonio Ferreira d'.irniuiin'aran.
O Illm. Sr. Inspector da Ihesouraria provin-
cial, em imprmenlo da ordom do Eini. Sr. pre-
sidente da provincia de I." do crrenle, malilla
fa/er publico, que un dia lido solombro prximo
vindouro, peanle irjunia da faienda da inesma
Iheaauraria, vai novamonlo a praca paraaerarre-
matado a quem por menos li/er, a obra dos concer-
t! do acudo do Traciinhaem, avallada em
603(000 rs.
A arreuialacAo seni hila na forma dos arta, t r
e Si da lei provincial ii. i-ai de 17 de maio de
1831, o sobas clausulas especiaos abati copiadas
Aa pessoas que se propoicrcm i esla arrcmala-
can, ^ ciuuparecam na -ala das scssoes da mesilla
juni.i. no dia cima declarado, polo molo dia, com
pelenmenle liabililadas.
E para constar se matul
publicar pelo Diario.
Secretarla da Ihesouraria provincial dePernain-
bueo, 3 de agosto de 18311. O Secretario, tnto-
Hto Ferreira a. fnniim infilo.
Vlauntla$e*peeiaet pura a arremataran.
f.i As ulnas du- reparos do acude deTracunlia-
em far-se-hau de conormidade com a plaa e ui-
cainoiiiu approvados pela direcloria cm conscllm, c
apresenlados a approvaco do El Sr. pre-idenle
da provincia, na imporlancia de bWgOOO.ra.
J." o arrematante dar principio as ulnas, nn
praio do .ni .lias, o devora concliii-las nu de ln/
ulives, contados de confurniidade com o arl. 31 da
lei provincial u. ^sti.
3. O nagamemto do importo da arieiualac.io
rcalisai-se-ba cm duas preslacoe-, a piiiucirade
oiio decimos da mesma Imporlancia, depota do ro-
rebimeiilo provisorio, e a legunda, de don. deci-
mos na oecasio da entrega definitiva qual de-
vera ler lugar um anuo depois do recehiinenlo pro-
visorio.
I.' Para ludo oque nao seacha determinado lias
-culo- clausulas, ncni no orcanicnlo, seguir-se-ha o
preque dtaplio a lei provincial n. 286de 17 de maio
de 1833.Conforme.O secretario, Antonio Fer-
reira d'.Iinianri.il ~m.
Peranle a cmara municipal do Becife, estarlo
em pregad dos dias S4e 31 do crranle, eOdese-
leinbro vindouro, para -erein arrematados por quem
mais tlcr e pelo lempo queconvier cunara, os se-
gliinlea [muoaloi o rendas dos predios quo coiisli-
luein o paliiiuonio da iiuiuicipalid.lile.
Aloiico 15:0008 rs.; Impeilo sobre cabeca llega-
do tarcuin 13:0009 rs.; dilo de capim de planta
1:0026 i-. ; dilo sobro mascasles o boccleirafc SlS
rs.; dito sobre carga do furiulLi vendida nos merca-
dos pblicos, 700! li. ; aluguclda riheira do pcivo
da fremie/ia do San-Jos, HOl^rs. ; diludadila da
llna-Vislu, eOOfr/.; dilo das casas da Soledade,
I.-- rs. ; dilo da dila da roa linpeiinl, iK-v rs. ; di-
lo do Iclhoiro dastanco-l'onlas, lli-s rs. ; dilo das
bijas da praca da Indepcndincia, nuiuero I, HO9IHI
. -'. -tKi.'sKK); n. :i, 1509100; n. !. ISOStOOi
13 pares de formas cm mo estado, (00 rs. a,
macao da inesma em tJS rs., cujosbens vo u'."
ra por eiecuelo de I.. Schuler i Companhia rn
Ira Antonio Jos do breilus tiuimares. Todi >
pessoa que em dilos bens quiser laucar o poden, f..
/ Uieado o afiliado no losar dooosluinc, equl"
lainlicui publicado pela iinprcii.a na lorina ,|a iJ1
Rccifo, fi de agosto do 8W. Pedro Tcrluliaeo di
C.unll 1 c-civ.mi r-cr r\ i.
Cuitadlo Manoel da Silva Guimaraa
t)Dr. Cuilodio Manoel da Silva Gulmariti (,:.
ile direilo daprhneira vara eirel e do coin".,"'"
deilaridade lo Revi fe por N. ,1/. l.e c. ,r
taco saber aos que a projcnlc caria do edil ,
un ou della nolicia livorem cm como Juj0 ijjr (
Pilla Orligucira, me fe a plipo du llm,r" 1
guite:
11 Di/. Jclo i.eile Pilla Orligueira, que quer f, 1
ler rilar ajeronviniila l,o.|a (.uimnrAesc Sil.ioT
1 a ua primeiraaudiencia deale julio ver nssign-,
III dias da lei a sua lelra imjrcanlil ja veiirli Z
quaulia tlc2:lllifrawrs.1opagar com mjoiM
mesma eslipulados. oppondo no deceiidin os eraba
gos que livor sob pena de retelia, o porque otii.
pucado se acba alsenlo cm logar 11A0 sabido, reiiuer
a V. S. o admita a jusiiiicar a ausencia do sapll
cado, escudoquanlo baslo ojulgue por senlen
mandando passar rarla o edilal por lili dias, aliin d.
por ella ser o siipplicado para o Om requerido P.
dea V. S. Illm. Sr. Dr.iuii do direilo da primS
vara do couuncrcio Ihe dolira.E. K. M Advoua
do, llego, o
Nada mais se conliulia em dila (icliriio, pelanual
u meu despacho mandei que justificase em virluj, .
do quo priHluzio osiipplicaute suas lostemimbus cm
v ir lude do que < 11-0. o subindo-meiisaulos caQCfns 1
sos mandei avista das mesmasleslemunhas pa,Mj A
prsenle caria dcedicliMcnmolcrniode.illdia>,p*. 1
lo Ihcor da qual hci ^r rilado ao dilo supplicadu i
Jernnvino da CosaOuimarars e Silva, para se nn>
ceder a aeco que o supplicanlo vai pmpor consiau.
ledo sua pelicAositpra Iranscripla, afim do conuj.
recer por si 011 seu prncuradoro primeira audieasn
dcsle julio que (era logara mmewnla,depoisdeiE
du o dilo pra/o sob pena do corar a causa a sul nv
velia al I1n.1l senlenea, c sua ecucjio. Pelo qoc
loda c qualquer pessoa, prenles, amigos ou roulii-
cidoa n pdenlo faserscienle do que aeima Bes e>- (
posto, c u porleiro do juio publicar c afliinra 1J
presente nos lugares designados no Jj 2 do arl. 15 imJ
regnlanienlo do cdigo coimueicial. o ser publica-
da pela imprenta,
Dada o pnssada nesla cidadedo Kocifeaos 1:1 aeoslode I8.VI.Eu Manuel Joseda Mulla,esrrivjos
siibscrcvi.CmtoUo Manuel (fu.Vida Ciiimiiron.
O Dr. Cutlodio Manoel da Silea Huimart
tiiz de ilireilifila primeira rara do eoinmrrra
nesla eiilade dn lleeife de Pernamlmco, inrS.
M. 1. C, etc.
Paco saber aos que o prsenle edilal viren, M
como por osle meo julio, no dia 19 do agosio, omi
sala das audiencias, so ha de atresnalar em pran
publica, aquein mais der, OSHUlnle: I silba3
8rs., 8 sellius fraurc/.es a 5? rs., III palmas!
ordinarias a 1IK1 rs., Ircs ditas de nielhoi qu.iiiiU-
da a 9 rs., til pares de loros ordinarios a 320r
3 dilos de melhor qnalidada a 18 rs., :lniiivo.j'
Ititl rs., 39 silbas em bom oslado a 5IHI rs., 7 rearo]
de porro om mi oslado por 25 rs., 22lravi.....M
de palha |ior la rs., lysmulores de maca a lliiir,.
3 macas deeouro a Isrs., urna dila de lustre Mt
l.^lillll rs.. dous pares de coldrrs a 2,s i>., .1 Irates-
seiros pequeos o um graude do mirroqulm im
-r-., 7 lumias ordinarias a IIKI rs :.....,i.. ,
P'.......a/ulqlo rs., 211 pellos do mairoquiii varC
das a.'ilKlrs., urna dila do cantura por 1SII rs.,
(i dilas de cabra por (IIM) rs., 25 varas de eslora
Km ra., 8dilas de algodAo trancado a Kkl r.., 2co-
vadoa de caaemira encarnada cm mo oslado per
I? rs., :i(i covados de haclilha nova a Jln 1-., >>
Ovlas de labio por 300 re., ID argolasdcililoji)
rs., 8 peras de lilas largas para silbas om bou es-
tado a I rs., I esltilms do lalAo por I? is 1 ^ro-
za de pregos com rabocoi de labio por li-n r-
picoleiias de labio c 5 dilas de ferro a IzOrSnl
estribos de silhio a 500 rs., 17 armarnos de scllini
a I ri., :i dilas de filb.io a IS300 rs>, Idnal
de livelas eslanhadas a 811 rs. a duiia, 7 rolrbes
decana de vento a 61(1 rs., 3 dilos grande. ,1 \sitl
rs., 8 linos dcarcAo dcsollim a 60 rs., lo chapas
do ferro a 2(10 rs., 12 uovcllos de linhas amaireua
a 50 rs., II peras de lila de algodAo a IIKI rs., 1.1
clmoio. de hlela 1:12o rs., mais um ooidre pe a
rs., cujos bous vo piaca por etecuco de Avrial
Irnvflos i\ Companhia conlra Antonio' Jow FvvmH
reir tiuimares. Inda a pessoa que e/li -lito- beta]
qui/er laucar o podor faicr^to dial da orara lid.'
ma indicada, e esle ser publicado c afhtaiio nos)
lugares do ciisluine. e ser lamhem publicado | Imprenta ua forma da lei. Recifc 28 ilojullinilt]
I8.VI. Podro l'erluliauo da Cunha, esrriv.io o -nb-
crevi. Cii'tnilin Manuel da Silva ItUimarSu.
O Illm. Sr. iitsperlor da Ihcsotirari.i provis-
cial, em comprimenlo da resolugo dajuui-ida fa-j
fa/.enda, manda fa/or publico, que nn da 2&M
slo protimo viiidoiirn vai novainenlc a pra
arremalado.a quem maior preco oflcrcccr
le a mesiiia piula, o reudinicnlo dn Imposto do di-
zimo rio gado cavallar, nos municipios seguialaK
l.iiunriro, avahado aiiiiualmenlecm ;jiin
Btejn, em U-Jgo
CimBres, em l-ii-tmo
M.....- e Floresta, em 325IM
Boa-Vistee Eit.cm 2I7|M
* arrenialaclo sera fcila por lempo de .1,1111104
a contar do I. dejuibo de 1853 a :io dojuuliod*
1856.
Os licilanlcs que se propoierem a osla ariftuala-
cAo, rnmparecam na sala das sessftes da mesmaJnajj
la. nn dia cima indicado, pcln iiioiu dia,conqieleB-
lomentc habilitados,
! para cuuslar se niaudou arlit-'ii 11 prsenle e |iu-|
blicar pelo Diaria.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Periiant-
buco, 2-, dejuibo de 1853.O sccrelario,
AnloUio Ferreira da Anr^niiii'^K
V
i,|
DECLARACOES.
t S,
rea
le
litas,
e8.'
II.'e
lo-dl
11. 5, 1503200; 11. (i, 90*600 ; n
8. KrrJIHI ; 11. ', 72?:iiiii u 10
7*tlKI ; n. 12 72)300; I-I.
IOB9300; 11. 15 OR930O; 11. 16,
IOK9300; 11. 18, il)(rs(KKI; 19,
2IKWSMI; 11. -'1 I(I8,>1IKI; n. -'.',
IIK-IIUI; n. \ lOHKWO; n. 2.5,
IIH-Ilm-, 1!. I(ti?3(l0; n. 28,
72)200; II. 30, 72S300; 11. :n,
73*300; II. :, I5020t)| 34,
1808200; n. 36 1503100; n. :I7,
1309100) 11. 30, 25O&100; n. III.
, I5OS300 ; n.
73SI0O; n. II,
IOHS30O; n. 11,
1089300 ; n.17,
1089300; n. 90,
HsVilMH); n. 2.1,
1089300; n.36,
I0893IW ; n.2;l,
729300; n. 32,
I3O9IOO; 11. 35,
IMi-lmi; n. 38.
III, 250J100.
Os prelendcnlespodeni comparecer na casa das
tesebea da mesma cmara, mis mencionados dias,
munidos de Madores, habilitados ua forma ra poderem laucar, sem o que nao soro admillidos
a fazc-lo. E para que chegue nolicia de lodos,
niaudou publicar o prsenle-
Paco da cunara municipal do Korilcrin lssaade
17 de agosto de 185.1.liarao de Ca/iibin-ibe, presi-
deiile.Manoel /errrira AceiolF, ollicial servindo
de sccrelario.
I) Dr. Cuilodio Manoel da Silva Cuimaraei,
jtiii de direilo da f.fl rara do conur.eri ni insta
lidate do lleeife uV Pcriiamluico, par ,s. .1/. /.
&C.
I ac saber ao. que o prsenle edilal vircm, em
como por esle meu juilu no dia 19 de agosto, cm a
sala das audiencias, so ha de arrematar, ein praca pu-
blica a quem mais der, nseguinlc : 5 pares do cal-
cado dn marroquini para senhoro, a 500 rs., ili
tos pora honieni, a (lili rs., II pecas depila de algo-
dio, a l(lrsi!),i0,o||lHdelinhas, pfi 100 rs., 16
lies de mairoipiim, I llblOOra., 185 petles i\e. 1-
l,300rs. II, pollos de romo de luslre em 11100
oslado sem valor, g pare- de -apilo, de conro de lus-
lre, a talMN rs 2 dHes de be/erro, a lOOO rs., II
pares de ditos de cnuro hranco, a 800 rs., -I dilos
irados, loo rs., cen corles do dilos |Hir 1,-MHKIrs.,
Bi-patio de Pernambuco.
o Esm. e Rvm. Sr, hispo diocesano, (em de*
do os dias III, 20 o 21 iln correnlc, para adn
Irar o sarramenlo da cunllrmaco, ns groja 1
Pedro dcsla ridade. As pessoas que se qui/
ebrimar, devem alli rompnrocer pelas ilioras d.
do ; adverlilldo que os adultos devem dispor-sc
a 1.....lisso sacramental. Rccifo, 12 de agosl
185:1. Padre, Franeiseo Jo Tarares da fjaval
Araenal de tnerinha.
0 arsenal de marinha, admillc para -11
ofliciaos de carpinleiro de 3.a, i.". .1.'. 6.",
clas.es, dilos de calafale do .'!., 1., (i.
10.\ dilos de carapina do 4.fl, 5.a e lo.*,
ferreiro ib- i., 4.a, 3.a eq., dilos do polieimile
9.a, dilos depedreirodeti.^c 7. ; escrvenlrs.
Secrelarla da Inspecooo do arsenal de nisrirtl
de Pernambuco, em Ui de agoslo de 1853. O*
rrelario, Manoel .Imbrottodu C'oneeiedo faililhii.
O arsenal do marinha vende, cm hasta publioj
10 arrobas do botadla, 2omoia dilas de polvera,
21) a :IIK) barricas vallas o unta poroo de le 1" m
IIm. Aspessoasque qqizeremianesremditosMj
jeelos, cotnparecain nu mesmo arsenal, no dilaj
do correle ao meio dia.
Secrelarla da nspccriio do arsenal do inariiiln
de Pernambuco 17 de agoslo do 1853. D rie-
larlo Interino. Manoel Ambrosio da Coinri''"1
l'iiililba.
Real companhia de paquetes ngle-
zes a vapor.
No dia 21 dcsle
mea, espera-atBo
o vapor tireat "'*
ten roiimiaodaoH
Omlow,oqualdepa||
da demora do cosime, seguir para Europa : \>*
passageiros, Irala-se na agencia, n.12, TiaptclicNove.
BANCO Di: PERNAMBUCO.
O conscllm de direceo, taz corlo aos scnliorc- ,ic-
ciuuislas, quo seachaulorisadoo gcrenle, para pa-
gar o seg.....lo dividondn do l20tKi rs. J*_JJv J
Banco de Pernambuco 2 de agoslo de IK*I. se 1
crelario ilo cousclho, M, J. fOlivctra.
CompaahU da socaros.
V' direceo da companhia de seguros inanH"1"
ulilidade publica, eslahelcriria nesla ridade 00 iw- j
xife. convida ns senliores accionistas a cnlraicmpa-
ra a caita da inesma companhia, com lo po* "\
da quaulia com que suhscrcvero na cooonuim
do arl. 2 dos cslalulos, do dia 10 al 25 do con
mol no escriplorio da companhia na ra da i-taw
dn Recite, 11. 12, primeiro andar, das II liaras 1
manilla ale os2da tarde. O* dueclui"-
Admiaiatrafao' do patrimonio doa orpba oa.
Perautc a idniiuislraoao do palrunoiuu d<
pbaus, so ha de arrcmalar a quem por menos tizer
fornecimeulq dos medlrainenlos im-cnos r"
Mllegios doa tsrpbtos pelo lempo que decorrc 00
dia darremalaco al o IIm de jolito de I*"; ,
1.....11,1-o quem convier s,inelltanle or,'nf""!g JJI
|>otlerocom|iarecer as 12 liorna dos dia W
crrenle, o 2 do prniiin.....es de stteuia
dassessoes ta adminislraco.
Secretaria do adininisliacao ti |i,tlrun
brphaos, llido de agoslo de 185:1. <> secretan
Interino, Joaquim Joti da fonecca.
, na cass '
m


=p
ii abaivo aasignado, dual en.nrezariodarte Ihealro, (em t Mlhfa{8o .le lanunetar m rcspeiiavcl
Luico .Ida cidade, que f..r. a Ma abertura m< princ.......lo projlnw mes do Miembro, ptn o que- na
KiligcM.cH do contratar a con.......Ina dr.un.Hir., que Ir,..... Iraball.ar por lodo o anuo da nelual em-
'.,,. auo promelle envidar todos os seus esf tico., para quo esli, ro.nuauliia aoja oraantsada por l.d lor-
conilires do contradi, i|iio o abalSO Bi-
d oulros
II
lu,
Inrtn, cilio prometi oi(----------------------- ...
I que Hilo dosuicrecji da illuslrao.lo .h publico, o salislaoa a
liHclo relebrou rom udiunissinio presolento da provincia.
A campanilla-.crienniiKisla dos mollinees ai lisias que ai|uio\isli'in. o de oulros .|no a empresa
geera vouham do Hio de Janeiro, Babia, eoiilr.is provincias para onde a empresa lem oscriplo a reapei-
ETiiluiiioat npmiirai lem, do breve leraqui alguna artistas queja deram a toa palavra de >ir, eaoa
1 i., roram enviadas as reapeclivM eacripluraa, ...
Todas a pessoas que fiillar.nn ao abaixo nssiqindn para assiunarem o amarlos o endonas, pndorflo
i, li^ir-se ao osrriplorio ih> Ibcalrodns l horas do da em diento. Km eoiiscipieucia da rdurffo
orejee, do. cainnrules, a empresa nao pcide fazer nwiur abaliiiicnlo que n quo aliaivn vai I
|dc*lc
que bata no:
S**^ s'a^iaialiiraa scrio por l, 35 o SO rccila: as pessoas que assiunareni por O recitas Ionio S poi
lediio ,1o abale; ai que easlguarem por 23 lorio i por conlu, e n que nsslgnarem pm l leraoS por cenlo,
o Iwiioaulgnado nao se lem poupado a trabalbos o Jcapetas, para bem decorar e .salir os Irca
Imum lina dramai qoojl sa noham no archivo do Ibealro c vam entrar em enaaioi, s dromai ano: A*
IVrgj Cidras do Amor l'ornaniles Vicira. OU l'ornainliuco libertado 81 Tomada do Sanlarrm por
|u. Ain.....' llenriqueii Os proRrammos doi oapeclaenloa serio previamente aiinunciadoa por osle jor-
lujl. ruin lodas a- -mis parlicolirldadea.
1 A empresa sapera e ronlia na generosa coaJavoeSodo pabllco do da eidade. -i/". '' ./. AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa. .
Septie cora brevidadea escuna porto
peta Soberana i paro carga e pasiagei-
itu, lala-si' <'oni os consignatarios Mta-
|il,ai|ii & Piulieiro, na ra |l!l, lemmdo andar, ou com o cnpitao
Btidio Jone'Antonio de Abreu, na pra-
|ca cln CommiTCio.
' Pira Lisboa prelende sabir ruin brcvidadfl a
IbariM pni'u-oo/ii Cralt'lii'i: qnom na mesilla qui-
licrcarre-'aiiiu ir de paaagom, para o que lom as-
Im'hIi- riniiiiiiidiis.....lenda-so com oa comimiala-
|rkisTlmma/ do Aqulno Pomej { l-illm, ra do \ i-
:iini o. 19, piinioii'o andar, ou Cora o capullo na
aja.
PARA A I1AIIIA seguir com bre-
iil.nli' a veleiiii escuna nacional TITA-
HA, bera construida de no?o e forrada
Recobre : para carga e possageiros tra-
lia-sc com ci consignatarios, na ra da
|Seaili V'ellia u. l-ii, primeiro andar.
Veadc-ao urna barcaca, do mue l'i'mrii\t
|ami(i/ia, lulo de :li) a 3 rail, prompla a iia-
liegnc. u mullo bom estado, a qnal so acha fuu-
I iil'ronlo.to trapiche do alffoaao: a halar na
lu.i d.i i; nleia do Recite, loja de ferragaua n. 56, >\^
Il'r.lii'-i-i'i Cinlodio de Saliipnio.
Para Montevideo c II........s-Aynu teguirs: em
Bnnui'os dias u \olrjro briouc lirasilciro Ira ; recebe
i ptjMOcirM, para oque ollorooo oxrclleiilos rom-
Ini'nl.": ir.it.i-o noeacriplorio ilv Bal(har Olivci-
lr.i. ruada Cadeia V'clua n, 12.
\ pi'ssoaipio nniinui-iou ler acliadotnu reciboa,
dirija-so a ra du Sol, n. 5.
l'roi-isa-sc alugar uin prelo para andar com
laln'leiro de farciidas : na na lo Pilar, eiu l-'cirado
Perlas, n. III.
I /'
aCONSULTORIO HOMEOPATHICQ. |
| 28 ra das Cruzes 28. g
GOSSET lil.MOM, nrolessor do i\
homcopatliia pela cscnln iln Kxle fi;
Jiuit'ii o, contina u dar consultas
gratis ros pobres, lodosos diasuleis,
chis S lioraa da mauha ntd ao
^aUga**"^ Furto.
I'iirlaramdcuinsilio. na o.lrada nova, hu cavn
lo capado, caalanho, cor* a frenlc iberia o bera u
vo; leui na mSo direila, no j.iolho, una unira do
reladura j -i.i, e coaCuaM quando eilii rm pe que
-o move, onoollior a prrM romo que iaiiidua, sd
lem un Teiro c lio nniS corlada du lailu enquerdo
ijiioiii doli-oulor mi livor noUciii, dirija M rBM
do (Jiii-iitiado n. I-, i|iu' 'or.i i oiiiinpoii-iido.
A senhora viiiva do I'i'ani-isco Juaqnin Ca-
iiral, que fui JaVradr do enuenlio de son mano,
inaiule procurar nina curta na rua das (a uzea n.40.
Irtmbraoca aoi nqnectdoi.
O dono d.i lui.i do alurutoi da rua larga ih Ro-
larlo o. U, o oslioia n. IW, in-.i oniiiiiiidiiliielilo
as peSMMU que -o arluiii IllaaCf nulas de oliario-
c quu kdvei osiojam ojquooidos, quo humate nn-
nilljrio para \vi seso loinliiain o \iioni Baiiafaaere
uiais breve possivcl, mi se qiiercriloque so publique
aaoi iiiiiin'-, quanlioi'e ha quHiiio lempo.
rede-sea certa -i iihex que eui a dte* na bi-
ja do durillos da rua e.iiofla do Binario n. 85 des-
de duembro do anuo panado, a quahlla < IHaVMiO
r., que luja de \ii pagar, po* islo noeiUbcm
Vmo
M
Paulo Gaignou, dentista.
2 Pude sor procurado a qualquer hora em
^ sua casa na rua larga do Rosario, n.
x .'lij, segundo andar.
I'rcoisa-se fallar ao Sr. Jos lilippe Nor\ de-
Oliveira Araujo, e come se Ignore sua morada, ro-
ua-sc quoira aiiuunoia-l.i.
AlugjMe uma ana, ou cscrava para lodo o
lorvleo de urna casa de rmiulia : na rua das Aunas
Verdes u. 57.
I'recisa-so de nina ama deleite, que o lenba
com abundancia, c que leja bom procedida : em
Sanio Amaro por cima da venda junio da casa do
3
||IICMI II
i rua iln
LEILOES.
Seitvfeira ll lo corrcn'.c, no irmaxem de VI-
reiiie Ferrefra dalCoita, defrontedo caca da alfan-
|tla. Iii\ri';i li-il.'fti pelas 10 liomi India de -J*J sar-
lr com arroi do .\laranliu, eliogadw pelo ulliino
]w|iitr, em lojes a voniinle du comprador.
Leilao':
Terra fcira J\ lontiTcnk', hiven leilao do 50
pecwcom muilo l><>in fe i ja o lirant'o c rajado, cni lo-
;s .1 voulae do- (o:ii|iradores,uo oiiiim/ciii deTosao
i lini.n^ defroule da eacadiolia da alfandega.
AVISOS DIVERSOS.
Lotera de N. S. do iosario.
0 iesouiviro aniiuiicia, que contina
ii;;ir cis premios du segundu (nimia
lufib' il.i (piarla lotera, nos (lias uteis :
a mu do (jucimado, loja u. 01.
Deuppareceu boulem as (i lunas da lardo, una
H'si.i | nr in......Ilollona, do "i a :t(l alios de Ida-
Ido, do uaeau Rebollo, eaialnnibaua o com as pernal
liiirlind.i. do or\ *ipola, para oncobrir as quaca usa
IdeTCsIidn mu pouco oompriclo, lovou vestido do
Icliili escura c pelillo da Costa asul ; os apreboudo-
|i)i.ii. I. w iii a a rua do Queimado loja n. '2, onde so-
|i "!! 'i, uralifcados.
OSr. Francisco de l'uula da Silva,
li'ii.viiua (irlii na in.i da .Madre de Dos.
lumazem n. 20.
Aluu.i-sc um prelo [peifeilu ro/iulieiro : na
|iu.i Collegio n. SI, da-se a roiilciilo.
Ilo-;ipparecou de rasa do abaivo assii^nado, no
pia ll du corrente, um sen escravodc nonio AlilO-
,c|uo reprcsc'ila ler 28annos, cun osiignaea ic-
iiilo.: nilo, sooco do eorpo, rosto pequeo, falla
10: levou cal^a de castor de Ultras, camisa de
ilnjinlao, cliapoo de paha : roga-so a ludas as au-
IIoJ.i liso capillo- de campo, o approboiulain e le-
i ni do Queiinadu, ti. :2o, (pie ier.1o gonerosii
nk'iili'i.'.itinponsaclos./oso Joaquim l'cretra de
mea.
Avisa-se au respcilavel publico, que no laca
coulralo du nalnre/a algunia com a viuva c lilbo .1..
|Iillido Francisco loio du Pilar, moradorc na
lia de llaniarar. sobro os bous deixadt por aquel-
lie Ulecioo ; porqiiaulo, alem de Icrein os notos do
lBesain ralboidu nlcaucado seulcnea aniiullaiido o
IiiiciiI.iii., dos be diva.los pela prinieira niullier
IJelli'. evi-lc libollo proiwsto pola Dilu do meamo, I).
Il'rsula Francisca .Madoira, pediudo a sua legiliina de
Mac aquerem esbulbur os referidos viuva o li-
INiu. 1 para que mo coiiliiiucn cxlravius de bous,
Inijasiondas mo oxideutcnieulc nullas, fai-ie o prc-
|ieiilc aviso.
Ilosoiirannnliou-sc no domingo H docorrenle,
Ida na doS. Thtrea, alea rua'dc llorn:, una ci-
Iclii'iiinli.i oom os souiiiules signaos : tiai.a c gorda,
llenila no olliu esquerao urna maiicba prcla, o com
I iiios o po, Iii.iiii ii., a cauda virada para o lado
Uweilo, c dando-sc-llie o iiome de linela, se conlle-
vara so lloclla ou nao : quema pegar ou dclla der
la, ilirija-se a rua Nova, n. 2, 'que ser rccoin-
Ipensado.
I Nudiall do corrcnle desappareceu o prelo
lUclaiici do nai;;Vi. perlcneenlc Maorplii do Jos
|Jff'la.''e Jo-us -Miuii/, deveri ser encontrado pe-
IJMliaiiins doS. Antonio o Uoa Visla, coslumacm-
|wia..,0 o fallar muilo : quemo pegar levo-o a
inia j i|Mlli Si rain <-- de calderciro.
Ir icj ll"'1"'1 uv pudo-so aos oredores da niassa
|atlula ,||, j,(, ,|, Sanios Oliveira & Conipanbia,
piecuteni suasoonlas ao Hquldeterio,ogr. Joaquim
Tjipa da Coila, alim de serena examinadas, e po-
, '"i concluir o raleio, vislo a taberna ja estar
Mida.
, -n- nodulos de Anlonio Francisco dos Sanios
jtu.ai|i,i!il,i,,, aDrcsenlem sua calila eorrenle assigr
.,, mi Sr. Viceulo Ferreh-I da Cosa, uo cae* da
, dofronte da rampa, alim do eran eia-
linid,i., o poder-w lser o raleio.
I Oneroce-se nina iiiullier do fra da praca pa-
Izinl"1'111'' aiiar, eoamnmar, e faier o m.iis -o i ion de porta
"finio : ipiom precisar, dirija-so ruadaiTrin-
L"e|ra<, casa n. -i).
~. ln'isa--e de cima nina para casa de pequea
'""'b l'Jiioin que entonela de lodu o urranjo de
"''|;i ruidadon: na ruada Hospicio n. :i.
O oarliirel M.uiool Mamecle da Silva Coala,
[ isa a quen, oonvier, que wsisle em caa do acu
ib b?''ha.rcl Jn v- ra, onde pode ser procurado; e iio ruis na Pon-
,,e"n.enicaadeaeupai.
un, i "/"' *' Jl" audiencia do lllm. Sr. I)r.
' lr',|l,M da faieuda, lia arremalajo dos mn-
,l11*!',M'lft' e'lnnine Joi Pella da Hosa, |ior
um,Sr '"et",a P">"'cili m qaes j foram
"""meiados por ale jornal.
Provino no roftpollavol imhlfpo, que iiingucni
conlrale com o8r. Joa da silva Camello l'ciaoa,
venda ou qualquer oulra caneci de allonafOo so-
bre oa csrravoa Jofio o Anglica ; por qunnlo ae
acliam esle amlmliypolliecadoa por eacriplura pu-
blca celebrada no ra lorio do oacrv3o de paz do Si
Vicente,, a rcgialrada no rarloriu labeUlao Ran-
gelg na cidade de Nazarelh, para aeguranca da ven-
da quo ao meamo Sr. Camello Peaaoa li/. do enga-
nlio S. Viren I o", fcila por l:2H9000ra. ilalno i"i
conloae lano pra/o. ('.ou-ia-nir que eaaoaoscni-
voa roram reniollldos ao Sr. I.oio, correapondenle
neala piara do dilo Sr. Peasoa; e para que nln-
ifucm -i-' chame ;i snoroncla, pola, protesto foiwor-
varaolire diloaeacravoa u direiloque i sohrcda
hypotliara meconfero, laro o prsenle annunelo ;
vnto como lendo-me iliriuidoao Sr. Peaaoa para nao
eflecluar aquella venda, esle medccIarou,que nada
o demoveria deale mu propoallo. Keeife IH de a
noslodo imvi../roo Mre* Camilh.
joaquim Poreira da Coala oSouxa, subdito
porluguex, relira-so para tYiv.i do imperio :t Irolar
do sena negocios; edeianeata piiu;;i iioracuaunl-
eos o baalantea procuradores, em primeiro liu.n,
-na mullier I). Joaquina de Paula de Alliuquerque;
rm segundo, a Jos" l.ui/ Porreira da lereciro, a Victorino Jat Correa c S; om quarlO]
a Jos l.o|us Rosa; para Iralarem de -cus negocios
durante a -na ausencia.
Rebalam-ao 5 meaos do um ordenado publico :
i|iiem quizer cato negocio, Annunelo: aovorlo-se
ipii' so ta (oda aegurainjii.
Aviso cortvenenJc.
Isabel Joaquina Cavalcanli da SiUcira, \eudo no
Diario 181 dosabbado, ISdocorrenle, um a\i-o
Imporlanto em o quahso deapcrla ou \n\U de fami-
lia-., ronlrauma mulher, rujo- postumos deprava-
do- a criminosos loni sido a cauaa do discordias en-
tro casados e de dissolucjlu eolio don/ella-., previne
ao public o particularmente aquellas pcaaMsuue |
ao dignam aocconv la k>\u sua- e-niola--, ipio feliz- j
mele mo se enlonde com ella seinelliaole aonun-;
po; o rz esta declarado para quo alguemnloao
engao com a annuuriniite, viste como Mina, lanv-
heio traja de prelo c anda do chapeo do sol, e lenco'
braoco ua cubera haveudo atlinereuca de andar
il.....mos azuoa, pelo pndccimciilo dos olboStOdcl
morar em I Unida e nflu tic-la riilade do IIcale, on- '
de s vem quando a nocessidade a obrign, Deale
modo espera arre lar de si a re-ptni-aliilidadc de
coslunwB qne nao lem, o cuja su|inos{flo a podia
proj'idicar,
AndradoA Leal precisara de ofllriaes ilela-
loeiro: trala-sonariia Nova, dc|HMlo u. S, ou na
rua Imperial, fabrican*. Ilo lt).
Roga-aeao Sr, Baplslaqua loi sargento do 5.
hat.illi.lo de fUzleiroso boje perlencc au II.* do
caradores, u oli>eipiiode appaiecur na rua da (iuia,
lalieiua n. 9, que se doacjo fallar-lhe.
A quem lem bom goiio.
() verdadeiro pao crioulo, as bellas folias impo-
riaes o da rainha, aasaborosas bolacblnhaa homeo-
pathlras, da irarula, de cauela, de laraujn, inglo-
zas, peiloraes, o perfeitodore socco de laranja, je-
lea, o perfumado cliarulo da rabrlca de S. Polis :
na rua estrella do Rosario u. VA.
' .No dia 12 dn rorrenlc dOSapparccOU um fto-
yro, de neme Mrolo, de idatle de '.V2 amitis, de na-
cao.inals para crioulo poi ler sido comprado do Ida-
de do7 anuos, altura rogular, rollo comprido, soc-
co do eorpo, rom umas marcas de ol|Mircaado um
lado do pescofo, e urnas pequeas fcrldaa noaps,
.toda coxeando pomo por causa do unas dures nos
pes: quem oapprehendcr, love-o ao itersjsd.i Boa-
\ i-la n. (2, quo ser recompensado.
Prcclaa-ac conhecimontos do fabricar vclasdo cera, anda luoa-
mo nue iiAo acj.i pula : na rua da Sen/.ala VolliS
n. 70, loja. ou pinueiro andar.
&#n&:<-t .:::::.
^sutorio ii!)mw\tih:o.
** Gratuito para os pobres.
q No RECIPE) rua doTrapiclie Novo n. I i, S
j sogondo andar, na r.i-'.v onde so ada o ron- ij
. aulado franco!.
*' O DR*CASANOVA lem aborto um uovo "
,;; consallorhj no Keeife. onde poderi ser pro- '-.X
y, cundo do malo da al as 1 fwraa da Urdo, til
<9 \. It. As peaaoas que nao forem pobrea pa- .'':"
^ gario de ."a ii^kk) ra. p-lo irolamenlo fauo i
3$ n.lo poder.i evrederde dous me/e-, nein do- ;.;
.V; vero o doonlc reeelier inais de S medieaioeii- ;
}; tos.
Sr. Cardlo. Na me-nia casa \eode-se una rarteira
deainarcllo, no\a, de urna l faro.
Preciao-se nhignr umacaso terrea,
ou um prnieiro nndur de qualquer so-
brudo, preleie-se as runa do Kangelv l)i-
reilu, Livinaieuto, Queimado, Cruzes ,
Cadeia, Quurtu, ou Paroiw
liver e quizer alujjpi1, dirja-M
Queiinauo n. 't{-K pora tratar.
I'reeisa-se ronlralar CWU algOOS iioleisoil bo-
Icqoiiu, a dar-1 lio o lelle que precisarera para gas-
to de seuscstabelccimenloa, duranio todo o auno; e
garanto-sesoa Inm qualldado, podendo vlr em flan-
drea fechados rom eadeados, cada um com a qoan-
lidado que preeisir: a quem convler dirja-M aira-
vessa do (jueiinado taberna n. 3*
Previiio-sc no lllm. Sr. subdelegado da Ire-
tic/i.i da Vanen, ou da freguezia dos Aflorados,
quo leudo diegado a osla pratpi varios negociantes
Ua provincia do Coara, Irazeiulo pira negocio sl-
guna cava) I os, e podio porque nao livesaein prompta
venda, oa mandaran) para mu rancho na estrada no-
vaba enniei Olido que Cln urna noile lu ra rain -2, e
em oulra l,esahe-seigoi'a quoji hedocoeluniees-
aeallantado: podo-ta aos meamos lllma. Sra. hajam
de lomaraiunprovidencias,alim deque aejam pu-
uidosscmelhanles carros, Iflo prejudlpaes aaoeicda-
de, c prlnciplmenlo havendo una lies canta-gallos
uti gallos de eampina, deveiido ha\er mais garanta
aos cidadaoa qua nogociarem com esta cidade.
LVecIsa-se de uma ama para casa doliomem
solloiro. que sirva para o serviejo de casi e rua : na
roa da Traan. I.
.Manuel Perroira da Silva, aumliloportugucz,
relira-so dasla provincia para l.isima.
LhARlUIOSEOPATilirV.
2S RtiadaaCiut7.es 8.
Novo manual rompilo do H;-. Jahr, volumes.
Dice.....ario .tus termos de medicina com 107 eslam-
pas por.N>-len.
lloiiico|i,illiia veterinaria, por Guulher.
Tralamenlo das molestias de pello, por Jahr.
Tratado da febro omaiella, por I liornas.
Urganon da arle de curar, por Hahneni&nn.
Atlas de anotomia com mais do KOO grav
das, por Masao.
i,llmenlo das nioie-lias rlironk
# CNSn.TtlRIO UOMOKct'AllllCOil,
TITO PARA OS PORl
N,i easa aman 11. paleo do Collegio, rimoi- ^
1$ ro andar, residen, ia do ei eral
P io,i. PVi-i'ti^nHoiio he liiiii/ido pelo ptopro E
#P geuoral Altreu e IJiua, o nellc daiii-eCnsul- ^J
- pobre* em linios m diaV1 uleis a*
J^ desdo ;,- de/, da maidiii,: al un:a hoj.i da lar-
f de. O mcsimi snllor poda ser ponsiillado 37
t$ |ior oolraa pecanas a qua!i|uer hora do dia ou m
| da tini'.p. 9$
kf ... f*##
Quem qmzei rosnpraritma e# rva |erfeilBlaw-
deiraede lodo o oi.th servido, de inuilo boilitl lir"-
ra c do boa roiiduea, apfareca na ua Augusta, so-
brado amarello n. % da esquina*
Siqueira Ov I Vi eir ambare ni para a Rio de
Janeiro os seus esrruvos Justino, lin/, Ludovina c
Valeria, rrioulns e Viietilo, rabra.
A pesso qua Ifveroa Diario* de Pmiatnlmro
de i:i le agostooe rfMOat 90 do meamo mei, que-
reudo na vonder, dirjale rua da Cadeia de Sanio
Anlonio, loja de emji.illiador u. II.
O gerente da lirmii norial du Sl\a Com pa-
nilla, lema honra do annuiii-iar as senhorus do bom
lom, que acabo de recobcr os mais inealeros e r-
eos manteletes Vtiaies, veatldosdesedii metal do
seda brancas o pelas, dilas de lio da Kscneia piula-
dos, para meninas, Iutm de pellica decores para
dilas, rozlas de hrilhanlmas. chapeca de palha para
meninos, e ondas mullas fa/endas que a \isla do
costo, qoalidadee preco, pgO deixai;lode agradar':
na ruado i^ueimtido n. -JH, primeiro andar.
I'recisa-sc de uma ain.i Torra mi capliva para
fa/er as eofflpMH e lodo mais sorvico de urna fami-
lia de duas nes-oas: na rua Hireita n. 60, segundo
andar.
AnlOllil do Coraran de Jess Foruo, \iuva do
Joaquim Anlonio do Foroo, sicenlilicu no respei-
lavel corpo do commerciij, o a quem mais pOSN inle-
rcasar, que a nadara da roa das Cinco-Ponlaa u.
.IH, continua no inesino sir, soba firma de Viuva
l-'oruo i\. ttlho-., seiido'adudnislrada pcloSr. Jos
l.uiz ile A/e\cdo, que so acha de\idamente aulo-
risailo para comprar, vender e firmar todos e ouaos-
ouer papis louilenles ao ooi;ocio de referida firma,
hem cuino os que se acliam consliluidos no-la cl-
dadeseua procuradoras, para Iralarem de lodosos
soui negocios particulares, em primeiro lugar o dflo
Sr. Jo- l.uiz ile Azcvedo, em scuiindo, *cu mano
Francisco dlS Qtagas .Monte, c em lerceiro, oSr.
Jos lunario das Noves.
Precisa-so por aluguel de uma pretil aserava,
que sailia comprar e fa/.or o servido ^ una Casa de
punca la in i lia, nAo leudo osla o vicio de beber
a^uaiden'e, B de pegar uo alheio: quomla M\er, eu-
lenrta-aecomo porleiro da alfaodcga dosla cidade,
na mesilla repailicao. das 8borai U S da tarde,
M
nlor-
por
li,l,;ii
III.IIH.
Manual de analoinin, por Coala.
Homeopalhia iloincslica, por Merina,
llomeopa tbia doinolica, |wr Higel.
Memorial du liomeopatha, por lina*.
Trafamonto das molestias venrea- oda pello, por
AKomvr.
Elementos de huineopalhia, 2." edicSo, por Gussel
Ui motil.
Ira I amen lo das molesllis venreas, pelo meamo.
Palhogoncfia dos medicamento limncopalhlcos hra-
silciros, o poaologia on adminhtraco das uoaes ,
Iraduzido do francez, portiossel Blmont.
ANTIGA
BOTICA
HOMBOPATHICA
so id v has r.r.i /es *a
Fundada por
GOSSET BIMOm
Esle cslabeleciiuculo pos uo iodo*
"* dicamento* al agora oxperi fuentada
ni Buronacomo no Brasil, o nroparadoa po-
g las machinas da invon^ajkdo |)r. Mure.
m Carloirasdo 12 luhosat HIO, por procos va-
m riaveis, conformo a qualldado das calas, a
quaulfdodc dos remedio., e >.uas dwiami-
125:000 rs.
M I MA GARTEIAA rom os 2\ nrincipaes
i remcdioi liomnpatliici
v indispeusavcls para o
>.,. quizerom convencer dnverdade da nova roo*
poniendo .dm do muilosconsolhos '
a palliogcncsia de 18 medicameu-
13 obras uiflereutCB
* principian tea que
\ difiM ;
^ cliniros
K
lo-.
#MI# ::::'.;-: ;
(> abaivo assknado ecrlitica. que o Sr. Helar
nio dos Sanios Pinheim -empro se coniporlou bom
todo o lempo.quo eslevo ua son lojn Ot lioje.que dei-
xou de er seo eaiveiro.llecher.
Conlioa a oslar fugidl desde maio do curen-
lo auno, a muala Anua, com ossiiiitaes leguiutoa:
osatura regular, cor amarellada, de idado do *i an-
io; lem os lornoiella de ambos o- pcs bastante
crescidos, c osdedosgrandes dos meamos muilo se-
parados dos inmediatos ; qoando anda d akiitn
uijiaado nocoipo. Esta mulata he do serbio, norra
cania eaur aqui na praca acollada em algumi pa-
sa or ter j sido encontrada a noile rom Irages Wu>
dalos, ns vp7ps paleada e einbrulliada em leneid, e
nutras vezes de liinAo; por isso roga-sc as autorida-
des poliriae*, capiUea U campo, o metano sJgusna
pessoa do 'novo, inado n. U, que SOT bonj rornmpensado.
(Juem desojar possuir mu bom Irosmalhoftau-
oeiro, povo, proprio para viveiros. como para pes-
cara! de rio, pode dirigir-sc ao Pataeto Publico, tojo
n. 5, que se dir quem vende.
Aluga-sc urna oasi muilo grande, no lugar
denominado Sant'Anna de dentro; lem estribarla
para cavallo-, .-. beii | a urna baiva que d.i eapim
para 'cavnilos: a Imlat oam l.ui/(.mnos Perrelra,
procTsa-se de urna ama que lenha boa leile. c
que soja liinpa : na rua do Collegio n. 9.
^ TubOS RVUJSOS cada um .....- i
f Tinturas de lodosos medicaiuenlos em fias-
en-de ', anca............lioOtH)
Na incsma bol lea enconlrar-se-lia sempre
um gramJe aortimenlo delivros em portu- uj
ffl oiv e francez, e einflm ludo quanlo lie ue- r?
>v< ceaaai i" para a esludo o pralica da bomopa-
ODerece-se por ieuda a qiirm convici contra-
tar a quarla parle do valor do margado, que ral ins-
lltuidoa Uarletiomesda Silvclra, em ierras na
provincia ila Paralaba do Norte, COJO terreno"com-
prclieinlo nn sua maior extencSo i" leguas, o nata
se achamj plantados ib ongeillKM para fabrlcu de
usurar, nlm de oulro muilo lerreno proprio para
ao edlncarau oulroa mais com as mesmas proppr-
ees o capacidado. O aimiini ian!e para maior aa-
raolia do comprador lio- dar logo posse em um dos
inelhores rogenhos, de propriedadedodlomorgado.
Os pretendeutes paramis minuciosas Inrorniifoea
podem dirfgir-so a l.uiz Anlonio Sbpicira, na rui
da Cadeia do Reclfe n. SI.
Precisa-se de IKI^KH rs. a juro, o garan(a-M
boa liruia : quem li\ei aimuncic ou dirija-sca rua
Na larde do dia I i do ron onle, na orrasi;lo de
pasaar .i proelssAO, cabio do primeiro andar do so-
brado que lira defroule de hocen de San-Pedro, do
col de uma menina, um alliuele de arnucao, eon-
leudo '2 )i oilavas oanlos grioa, leudo urna das
norea quebradas na punta, o a podra rio meio m-
halancando; BSSlm, rOgl-se a aquella- peSMIS I
quem for ullurcrido, que oau o couipiem e o Iraain
a ,-st.i l\poyraphia, ou a rua de Nmla-Rila, D. 46,
que aerao ejenaroaamonte recompensadas.
DaVse IU0QOOO rs. a unos, com penliores de
ouro ou pra(a, a dous por cenlo: quem preei-i^r, di-
rija-sc ama Direila n. 99, que se paquea di.
O abaivo BMignado, leudo do rulirar-e para
Europa, vende os h-o- e-l:dielecinienlos ue.la pa-
Ca, a saber: a sua loja de objecin de ouro, na rua
01 Cadeia dolteeiCe n. UU e asna eoelieira, na la
da Cadeia do Sanio Antonio n.7; ambas flerecem
vaolageas aos caopradore por ealarem bemifre-
^uo/ada- e pelo lempo que se vai approvimamb ;
lambem vendo ilguns oacravoa -.....yicios noa aelia-
que-, sendo dous liolieiros : os preleudonlo-, iliii-
jam-se toja doanuuucianle.
Miguel Arektado Iloje, sovla-leira, 10 do correle, a uma hora
da lano, ilepois da audiencia do Sr. Mi. jui/ do ci-
M'l da primen a vara, se hflO deairemalar, por ser a
ultima praca, alguos motivos i aovis MnlKMaidos
a I), l'iobi-lina Candid.i de Mello. |>oi oveeiie^o de
Iti-r Mara de Caalro Aunes, lona UifCM dea mono
ros 01 nos de tinado Francisco Juaquini de Castro
Nuues.
DAtil.l-iilillt/l'M't)
#$ Tiram-se retratos daguorraolv p
^ doQuoimado u. I., segundo andar, tam
beiu Kiupam-se OS mesmos relalos, norme- v
nosvisfveis que se icltem, enlregando-oso g
arlisla em novas caivas, o lao perfcilos como m
C> se lirados fns.em na mc-ioa oeea-i.oi.
'ilAS.V |i.'\ til >MA. Mlll. AMl.llt.A.A 1
RASILEIRA.
l'ievino-M' aOB senhoie- de cngCllllO, que o anli
yo deposito, na rua da C.adcia \ elba II. \~2, acha-si
prvido de polas-a das qualidades cima, por en
commcndaa relias rocenlouienle, e que os procusiao
muilo razoaveb,
Ijiva-se o OMomma--n com mboIoo porlei{Ao
uo paleo da Hilioirade S. Jo- n. 1.*).
LOTERA de XOSSA SENHORA DO
LIVHA MENT.
No dia -ii do rorrele, andam im|H*oleriveimeDla
as rodas dosla lotci a. soja qnal fi o numero de li-
ilioies que flearem, o reslinte dos mewuos arliani-
e a venda, na rua du 1,mmenlo, botica do Sr.
Clllgas ; rua do Queimado, lojasdos Sis. Stlvoslro,
< Uoracs; praca da Independencia, lujado Sr. Por-
lUlalo| rua do Cabuya, luja de siryueiio doSr. Pa-
liasco, e botica do Sr. Moioira, e na praca da l a-
Vi-ia, lojadecera do Sr. Baplhlla ; no Ierro doa
Afogadoa, armazem de sal. do Se. Amaro Jos dos
Prazeres.(Mhesoureirn,./o'i"/o/;i///v/e.'(/ O abaixo asslgnado, leudo de muilo breve re-
lirar-se desla cidade, roga^Hirulliiuo, lano aa pea-
sois dosla praca, corno do mato, que Ihe devem do
b'inpo que o ino-iuo levo botica, de Ihe pagarem
seusdbltos no pretiio pra/o de lidias, a coular da
dula deslo, ccrlillcaudo-Ibosquo lindo dilo praio, se-
rio cbamados jielos jornaos, e logo eieculailos ua
formada lei : vbtoquo, o aballo assignado lem o*
gotado todos os molos de bramluraedeallon$flo, e i
nuda SO lom atlendido. Ileiile. 10 de agoslo du
l.si.Jote Mara (nuratiet luimot.
Anda osla por ahajar o sobrado de Anecilo
Jnse de Meudonca : na rua dos Cocllios na Hoa
Visla.
Na rua do Apollo, arnia/em n. 2 I!, evisle pa-
ra llorar duas perfollas miagcnsde '.'. S. da Con-
ceieao e S. Joan llaptisla, viuda- do Lisboa.
A ll ou ^0 di snl o vapor conductor das listus das
loteras deciuia-jiiinta do hospital da
Misericordia etrigesuiaHtetiuia do Monte
Na na do Queimado, sobrado n. II, segundo
andar, precisa-se de ponis que veudam fa/eudas
pelas mas,n.lo s por SI, como acompaubaudo prelos,
dando em qualquei doS caSOS Mador, paga-io a jor-
nal, ou da-e Inloressc nos ginlios como cuuvier a
pessoa que so quier contratar.
Precisa-se de um padelro, que entenda per-
reitmenlo de todo o fabrico que diz respailo a pa-
llara : oque acechar as circumslanriaa, piale d-
rigir-sc a roa dn Cabugi'i, loja n. 11>, de Aulonip Jo-
s Pereira, que achara com quem halar.
Furto.
I nii.iiam do um sillo ua estrada nova, dous ra-
vnllos, sendo um rodado,na(ego.do quarlo esquerdp,
bom uovo o em gr&o, oulro alasao lambem novo a
em grito, com o pee mna mao branca, e lem a jun-
ta dojoelho luchada, e lambem a de nm p : quem
destes animan sorber oo livor n::ti ri diriji-se
rua do Queimido, loja n. li, qocteni hem recom-
peiismlo do sen (i;iballio.
: /" / i m
,1
RUA DAS CRZE8
DE
HOIIEOPVTIIIA.
SAHIO A LUZ A SEGUNDA EDICAO
d'eria obra eamposla pelo iirofcaor lionicupallia ;ONNtT DIMOKT ; revista, roii-iilc lauMmente
augmenlaila, c reilgUla de |itn|>olo pu o |iii:ici|iiaiiles que quiterem de una fu t\i*'i iineiilar a uova
iiiodiciiia.
PRECO 0:000 RS. iAIAIIi:ih\lli.
Nao precisamos buje provar a ulilidado dosla obra ; a pinocha edir.io esuulada em menos do
dous anuos, nao deiva a maiior duvida ne*lc ponto. Esto successo mostraiido-iios que plano d'cftles
rKb'ineulos e o mudo |>elu qual Toi seuuido foram geruliuciilo appiovados, ubritou-nos a faier novo* es-
oi .n-, p ira loi ua-los cada vc< niiis dignos ilo aculhiinenlo que o publico quu Ibes piodigalisar.
He pois sem o menor escrpulo rio ronscieiicia, que nos resolvemos a publicrosla segunda edi-
cao, alim de convidar o publico i eiperimoiilar o iiussa doulrinu fnnicceudo-llio os meios ; u3o duvidan-
do que", as peaaoaa rouscenclosas, que se convenceren! da verdade, urocurarao adquorir conhecimenlos
mais vastos nos livfos que se eMiWi publicando, lano ua Europa, como no Brasil. Sapienttat.
Preslaiuos pouca oltcncao crilira que alguns doutorea allo-boiiiopalbas ficram,'tanlo ilo nos-
so trabalbo, romo da preparanV) Vs iiussos medicamentos ; esta fraecau diminuta jut^a ter odireilo de
ni,i|. !./ la produ/ ; a nica re^'|Hisla que merece, lio a seguiule:
Nos abaixo a$tigiiaaotafte*taonaifnet icntlo (cito u*o dascarteir/u hnmopathlcut% cuju*
medicamentos teein sido comprados mi BOTICA Dit Sh'MIOH i.OVsl-:i reinovx, ruadas Cruze*
^hi^ -iMa^.j la Pernambuco, lemu-no* tenido do* tobreditot medicamentos, e *empre com o
mais feliz resultado, nao tendo por i**" mulo de desconfiar das preparando* do dito Sr. GOMfeET
ituiO.Yl qunto a tuanatureza e legitimidade. ()tiir affirmamos por eer verdade.
O profossor lianupallia Francisco de Paula Cameiro l.eao. Aleandre de Roguier, padre Joo
do UegoMoura, Prancisco Jos de Moura, Manoel Beierra Pereira de Araujo Belir3o, Francisco Cuval-
auli Alhuqiierquc, Jos Mondes Cameiro d.i Cunha, teruiauo Frnurisco de Oliveira, Jos Jauuario do
Carvalbo, Lua Francisco Barros Heno, lr. Duiuiouos Susa l.eao, Vicente Jusliuiano Becerra Caval-
canli, Panlaleilo de Siqueira Cavalcanli Jnior, lunario lenlo l.ui/. Ferrer, Josi Soare Nevos, Leonar-
do Ite/.eira Cavalcanh, Kredeiico Augusto Noves, l.ui/. Antonio Monlciro Cavalcanli, Manuel Vicente
Monleiro Cavalcanli, Manuel Paula i.iui:ilcll.i. eiruruiu 1-raiirisco Jos Rmlrigues, crurgiAo Sabino Au-
tonio da Silva Coilinbo, Joaquim Tciseira Peixolo, Jos Paulino da Silva. Sebaslio Lopes (iuimaraes
Jnior, Vil uillio Cameiro Loao, Pedro da Cunha e Allmqucique, Porllrio da Cunha More ira Alvea, Ul-
noel Nelto de Sonsa Bandeira, Joo Coellio i\.i Silva, Manuel Clcinculc Galaoho de AlmeMa, Sebastiao
Antonio de Siqueira Cavalcanli, JoAo Cameiro Rodrigues Campello, lira/ Cameiro Lea, o Oliveira
Baduen.
A' osla lista ainda poderiamos ajuular alguimis rcuteuas de iiomes, mas be tal coiicorrencia qua
evisle em nossa holica, ipie impossivel nos he recordar-nos dos nomos de lodos o scuhurrs quo s.e digim-
am honrar-nos com sua conlmiira; iremos eolao colheudo-os pouco a pouco, alim de que o Publico, nni-
o jui/. nesla malaria, veja do que lado he o charlatanismo.
AOS (AtOS.
Forbas, c
Joaquim Gomes dos Santos iMUrques, discpulo e agente do Sr. A. G.
privilegio exclusivo pare curar a gaguea ao imperio
POR
SHA IAGESTABI 0 iiiN I\Imh;
e licenga da junta central de hygiene publica,
oflerece O rcs|ieilavel publico leus servieo* na ule de rurai radicalmenle a uauue. A eflcacia dosmeos
oiupro-ados, en loli/ resultada do sen ensinoJA ae roubece na capilal do imperio e neata provincia, onde
am grando numero do individuos esulo conipletaiuentc livrea de Uto teniveldefeito. o Sr. l"jrbes.depois
de mostrar certificados dos prmcirosiuedicos do New Vork, da Jamaica odas principacscidades do Paci-
lico, apreseidou a S. M. Imperial tres doss-.'iisdiscpulos que mais soUriam, e provou a infallilulidade
do sen svslema. Aanoasoaique se qui/erein halar, aclarao o lununciante na rua da Cadeia iU\ Keeife n,
10, primeiro andar, du 1> s :l horas da lardo de lodos os dias, eiaulo deretirar-ie brovemenle para oulra provincia, cquoreudo antes disso dar urna provn de quo nao o
move snieule o iuteresse, convida a lodas as itessoas pobres a comparecer! munidas dealleslado de
bous respectivos paroclioa, em quenMMtrcm deHcuncla de meios.
X. ti. I'ara cuiiunodiilade das seutiorasque scqui/.ciein Iratar. resolveu-so o aniiuiicianle aa-
brir sen ponsullurio das H }, as 10 da noile de lodos os das cima ineiirioiados.
ATTBNGAO, IMCO DEPOSI'I'O NESTA
CIDADE.
Paulo Gaignou, deitlisla receheu igui dent-
frica i\ Dr. Piei re. osla auna rouheoida como a nic-
Ibor quo lom appareeido, ( 0 lem ninilos elogila
seu autor.) lem a |>ropredo ote conservar a bocea
elmbrosa 0 preservar das dores de denles: lira o
' o rliarulo, al-
AO rt 111.11:0
No armazem de fozcnas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
\ciiili-sc um completo Mii'liiiiriilo
de Gizendas, linas e grossns, por
'" |HC('(IS lllllis l.iMVdS ll(> (|lll! flll (III-
?ij lr,i (|ii.ili|iicr |i;irlc, IhiiId cni por-
^J r'ics, como ii re illio, iilliancnndo-
rio se aos coiii|ii'H(loivs .1111 so preco
^ |i;hii lodos : este ('.sI.iIkIcciiiciiIo
~\^ alirio-se- de corabinuc^o rom n .
i^ maior pinte dus casascqpuuerciaes ^
": inglezas, liiuioezas, olleitiDat e suis-
. paiti vender (bzendus mais em
gj coniii do que se tem vendido, epor
iS isio ouerecendo elle maioivs van-
Aj I:ij;i'iis iloiiiic iiiilili |iiiil(|ncr ; o
SI propriebirio deste importante es-
j labelecnento convida a'lodos os
j seus patricios, cao puhlico em j;c-
n| ral, para que venluun (a' bem dos
H mus interesses) comprar (aKcndas
baratas, no armazem dn nm do
;,i.t Collegio o. -, de
Antonio Luir, dos Simios.
Aitem.o' a ..rd.de.
(I 39 A, coiirrimlc ao Roairio de Santo Aiilniiin,
COIlhoUBdo i|.ii' ri-|ic'il.iM'l imlilJi" t lem roiilic-
clinoiilo iln ireracidade de eus inuuncws. nova-
iiiinli' Rn |iiililico, (((iu em seu cslnlii'leniiu-iilo,
nlm ilu> de iiini- Kciu-nis <(iui pw sua siiu lii'in iiiiilu'ciili, lera milis aqul un diiuilc 0
mullo superior pSo crioulo ; mas iiolamlo OM nftl
Itodesaeqoe venden puf "'''.....lar patle daa pa-
dWiaa, ou. su u <> boum e <"' quslldadoi pe-
oa. Uwlo dcslo-bniriii cuino di Bih-X WanprovlNn
porque lemmaadado bascar dcllcc conbecem .1 rea-
lidad, do prele anoaocio ; parlauto o reapells;
vel publico por milis esta ciinliccci.i 11 sinecri-
dinlc de seus iinnuiicios.
AOS BE.MES.
J. Jqoe, o bem conhecido deulisla, ha mais de 10
goslo ileaagradavel que d em geral
Eiunas polas desla u um copo -i'.'-'u.i sao suUcieu-
les; lambcui scacbara po ucnllfnce cxcellenle para
coiiservacla dos denles : na rua burga do Hosario
36. aenindo andar.
rrancisco Jos da CuiihaSanipaio, porlucuc/.,
val pina o Hio de Janeiro.
ANISO AO UMI.MMtCIO
Osabui\oassignndoi continuam
I n tranquear n todas asclussesem
geral os seus sortimeutos de Fazen-
i das por baixoi preros uno' me-
nos ue urna peca ou uma duda,
;i ilinliciro, ou n prazo, conforme
i se njustar : no seu armazem da
SJ piara do CorpO Sanio, esquina da
i ina do Trapiche, 11. V8. l!os-
Iron Kookcr i\ Coinpanliia, negO-
ciantes nglezes. Os mesmos avi-
sioao respcilavel |iulilico<|iiealii'i-
i-ain no din 5 do corrcnle iihv. a
sua loja de fazendas da rua do Col- i
legjo ePasseio Publico n. I">, di-
rigida pelos senliores Jos Victori-
no de l'aiva e .Manuel Jote de Si-
queira Pilimga, para veudeiem
ir atacado e i reta
mnmBnatmeafmstm
Aclia-se a venda, OU a ser duda de
ciii|ii'a/.aincnlo por lempo de 12 anuos,
para se levantar nm engenlio, conforme
as cnnilic'ies adoptadas pelos iiileicssados,
nina poreao de le reno, (pie se separon
doengenno Aldcia, da freguezia Jo Hio
I'iiiiiiomi. e forma boje por i s mna
propriedade distincta, com a denomina-
ci'io de l'alineira leudo lucia legua
de fundo ou mais, elill bracas de len-
le, ponen mais un inclus, c coiilionliii'-
(la com os ClIgCnJiOSSp.Cubecu de Poi-
co. I'aiai/.o c Floresta, silos na mesla
freguezia. Assegura-se, que dita proprie-
dade Palmara ollerecida ao nego-
cio indicado, nlm de nao tei sido Culti-
vada em lempo ulguin,emrazflo dettear
milito (listante (locn;enlio de que se 11.>.
membrou, e couter em si grande e m-
piiilaulissima miila-\ir;;ci]i, lie de mais
a mais de muilo lina ipialidade, e lem
lodas as propon -oes pina se tornar um
excedente engenlio aquemconviei'i sa
dita'nesla typographia, onde deve di-
DENTISTA AMIUCAMI. -
DENTES AUTII'ICIAES.
7 RlA BA CIl'Z 7.
II. It. Uaynon, cirurgUa denlUla, tem n linnraile
prevenir ao pubuCO, (|
unios nesla praca, pode le proearade i qoalauer
Iiui.i ii.i -ii.iicvi.lriici.i.iiu inri Nova ii.til. I.-.indiir.
I'ii'ii-ii-< .lugar.....i i'ii'i.i imru vender na
rua :(|(iein uuier razareae negocio, irija-ee ao ar-
ii.i/ein n. iii da roa do Kiimi'.'i. qua acliani rom
quem Iralar.
I
mi itii Ann
jnc ICaba de reiehor il< lis
iados-roMo>, (leiouliimo mivio, um grandeaorU-
meulodos celetires denles luiuciaes inconupliveH.
inconleslavehoenle lides como superiores a Indas as
Miras qualidades que lem appareeido al boje, so-
bre ludo pela rara perfcicai. com que.imilan a na-
lurea. J>. K. Ilavnoii. COURecIdo pela pcrevo
ras mas obras e a iwleracflo dosaeoa prees, conli-
uuaa applicar denle- ariflciaa pelos nMboressjia
lemas adoptados na America > Europa, >oin c-
nbuuia alloracao nos preros hoin conliccido de seu
eslahelecimenlo.
aviso aos hi;mioisi:s deNGE.\HO.
Allenl i- .ts cundes \anlaoiH na moaieni de C|R-
na.provcnieiltesdo ler os Ininbores OM mneud.is
peifeitainenle birueadix.oabiiivo assifiiado respelu-
sameule lembra aos sennoit- di- eogenho que na
sua ruudicfa de fono em lora de Furias se podo
[H-i l'eii.iinrnie tornear de novo mu jugo de lambo-
ros, o apar.ir o eiidueil.ii os denlos UH cairelascnni
lana pfosteaa, ana ^' i",,L' wlreijMois no nesoo
da. c\ilando-se iJSSUn 0 incoiivenieido dn demora
dos carros 00 impalc di ino.iucni essim coino'que
:i itie-iii,i faShlicfloM aclia samoreaorltda, nSo t de
novas moomlasde diversos mananhos ? ino ii.li (ainhom de lod.K denbidas, tanl.i pai.i BRUn,
romo para niiinwes de ImbM .1- propureoes, a saber :
voiia por vollii, volla e quarla. voltae Ierro, volla

e mala.duas, Iros, qnirtro vollaa, ele., ele, e por-
laulo que quarquer seuhor de engciibo querendo ac-
celcnir asna inoendd, a (im de moer mais caima no
mesmo lempn, ou re(arda-la, u (im de ospremer mais
liquido da mesma i*mu;i, pode sem demora escolher
as rodas coiupelenlcs. Ktindiro do' ferro na rua
do Brain pasando o chafar*. l). w. ttotcman,
engenbemo*
AVISO JURDICO.
A segunda ediccio dos uriaieiros elemeulas para
lieos do loro civil, mais bem corri^ida e acreseenla-
da, n.lo s a respeilo to que alleruu a lei da refor-
ma, ionio acerca dos despachos, inlerlocutorias e di-
flnilvas dos julgadores ; obra essa Uo inlcressaule
aos p iiicipianles em pralica que Ibes servir de fio
conductor : na praca da Independencia n.6e8.

BOTICA IMI\. IIOlIKOl'ATIIHi.
II lil \ DASCK17.ES M"AIKHO l.
Nesla b i,l 1 so enroulrain os mais acreditados
uiediiiiinenos prepaindos em Franca. noaEslados-
I nidos, uu Hio de Janeiro, e en) PenlaDnhuco.
Kvislem earleiras demcdicamciilos desde onreco do
lOoWW He \2i\$m rs. conforme o numero e as djf-
namisacoes dos mcdicainoulol, e a riqueza dascai-
\a>.
Onda v idro de tintura da 5.a d> 11.tmisac.lo. ^OlK)
(jila tubo de* medicamento.....I9OOO
.V. /.'. o- mcilicamenlos de que mais frequento-
nieiilc u-i o Dr. Sabino em sua extensa pralica, sao
os preparados cm l'ernambuco, dchaixo desuas vis-
las inmediatas, pelo hbil pbarmaceullco Dr. Pises
Hamos ; porque a evperieucia Ihe lem nm.irado que
elcs deseuvolveui uma jicco milito mais promp-
la c efllcaz, do que os preparados cm Franca, ou
em oulra qualquer parte, sendo e-te cireumMancia
sem d uvida ma Uvada pela diilereura dos climas.
r e>la razao, e porque os mcdicamciilos eslran- '
reros se alieram mullo fcilmente sob o clima do
llrasil, sAo lacs uiedicaincutos vendidos nesta boti-
ca por preros mais baiius que os oulros, e muilo
mais baratos do que em nuda qualquer parle.
A cerra da superioridade dos medicamentos da
holica central liointvopalrica, roa dis Cruzo, n.
II, ex prime-so oSr. Iir. Domingos Lourcnco Vai
Curado (de Cruau^i da mancirn segiiinlC : n Mnn-
de-iucos tubos constantes des-a lisia ; nodeixa-
c re Jamis de comprar os medicamentos da boli-
'< ca ceolral de Pemamburo, |>urque em verdade
' sjlo oplimos; silo muilo 1......prepannlos, como
ir que eslou ,sal>feiIisiino, me.100 ponpie sen- ef-
f feiios se maiifeslaui Ironiedlatamente deuois de
o Ma applicai;o. Kuleudo que os scusjuedica-
1* melos so os que mais convem geuto do fra,
que se aclia'louge da fon te dos riH'Urso.
ADVERTENCIA.,
Para maior pommodidade do publico e-tabelecc-
rani-sc os seguintes depsitos de iiiedicaiiienlos.
Primeiro-
Aterro da ltoa-Vsla, n. 20, primeiro andar, con
su I lorio do professor em lioimropalliiu, Uenrique
A. Chaves.
Segundo.
Km Podras de Fogo, casa do Sr. Cundi II. da -
S. Tavon Indgena.
SALSA l'ABIIIUIA.
Vicente Jote de Brllo, uiiiio apcnlc em Penen*
Imico de li. I. I). s.iii.U, cliiiuico amc.ic.111u, li/ pu-
blico que lem chogado a esla (iraca urna grande por-
can do laseos de al-a piinillia'ile Sums, que aSo
vcrdadelrmente PaNillcailos, e proparadui no Klo
le Janeiro, polo que se devem acaulelur os eoum-
iiiidorea'de iio pcecpain laiisniHii, do caliir neeta
encano, lomanqo as Tnncslas ronsi'i|uencas que
sempro rosliini.iin Ira/ei "- iiieilicaincntos fal-ilica-
dqa c elaborados pela inSodaqucllc, quo anlc|iiuin
seus inleresspsaos moles c entrego da bumanidade.
Prtenlo pede para que o publico c poasa livrar
di-la raiulc e disliucii a verdadelra salsa piirnlli.i
de Senda da faUiflcada icculenieule aqu cliegn-
d.'i o aiuiunciiinle fa/. er quo n verdadeira se veu-
dc uiiic.iiui'iilc ni-" botica, na roa da t.oucelcto
JoHecifen.l : e, ilorndo rqeeilMiirla quo neoni-
panlie cada frco, lein eAbaiso da primles paijiua
so 11111110 iiiipreaau, eMachar sua firma em ma-
Diucripto sobre o InvoUoiio impresso do menmo
flacos.
COMPRAS.
Cmpralo-* tres eiualanaa novaa ou emboni
uso: quem as liver, para vender aiiiiuncic ou di-
rij.i'Se .1 rua Nova u.20, tojo.


W" 11
w

I
Comprara-** tworavoR, o vendem-se, receben)'
se le rmmusaA/ lano para a provincia romo para
fura della; na ra dos (Juarlei* n. 2-1, segundo an-
dar.
Compram-s iIimis prelos n conteni, dando-M
preferencia sendo i i acoquinados ao ser*ico do pfl
darla : no paleo do Trro n. 13. _
('oinnidin-**e escrios, pauam-se beni agradan*
do ; e reeebcm-sc de roimuissto lano para a prn\ in-
cja como pira fradella: na ra daGtorla o. 7.
Coapra-*e ama porfo do laboado de assoa-
llio rom uso: so algueni tiver, dirija-se ao aterro da
Boa-Vula n. 60.
Cofflpramso, vcndcm-so o lamhcm recelien.-se
de eomni.rtt.iO escravo* ; lano para provincia romu
ioradclla: na na das Ltiraiigciras, u. M, segundo
andar.
VENDAS
Vendom-M lisias da lolcria do Hosario que
corren no da 12 do correle, a IGO r*. cada nina :
na llvrarta ns. fi e8 da prara da Inde|ienilencia.
Vende-so na comarca de Na/arelli da Malla, no
lugar denominado propia p;na sola de animaos do ciicmiIio. ou para
siluar garlo, jtois que ja tem al urnas razndolas ane-
xas c Aiesinn porque lem mulla agua, c opliino lu-
gar para e formar um acude, e lem boa calinga cer-
rada para apicultura, a qual ho preciso ccrcajla
por causa dos animnes que csistem as razndolas
anexas: qitfin a pretender dirija-se ao losar de An-
gelicas.na mesma comarca, em casa de Francisco Ca-
Iislo de Muraos, ou ncsla praca, na ra do Crespo,
n.13.
Andar na moda rom pouco dinheiro.
Vendem-se luvas do pellica prela por .VIO rs., o
par: na rita ilo (Jucinado n. IH.
Vendcni-sc H Mcravoa, sendo i prelos, un co-
znbeiroc oulrn proprio para servido de campo, 2
prelas, lando urna algaras* habilidades c nutra qn-
landeira, e I csrravnhos mui lindo, sendo -1 mu-
laiinlm. !.> ncgi mil,i-, qualquor dolas mui cxrel-
Jenle pera para um pai i|uc quier taar prsenlo a
una lilltu.
Vendcin-sc7 cscravos de ambos os sexo*: Jo-
aiina. mdala, de litada da I anuos, que engom-
HM, faz renda e rota chn; Mara, criolita fula, de
18 anuos, que cono filio o lava de salio; Quillie-
ria, crioula, de Ifi anuos, que lava de salan; Ha\-
inuuda, crioula, do 111 anuos; Rodrigo, cabra, de
12 anuos; Jorge, crlonlo, de 10 anuos; c licrlru-
des, crioula futa, de :I0 e poneos anuos, que co/inba,
imi-.-i-iiiiii.i rom iierfcicjo, e cose chao : na rua da
Assiimprao. berro da l'cnlia, ao |h'' do Bagando lam-
pelo.
Banba francesa.
Vende-so banba france/a, em latas de a I libras
cada una ; 'assini como a libra, lueia libra e quarlas
|iefo dimiuiilu prcc,o de 1^4MMI rs. a libra : na rua
lo (.lucimado, bija do niiude/.as n. W, de Anlouio
Josr do Aievcdn.
Veade-ee urna prcta mora, com algumu ba-
liilidades: na rua da lladeia do Kecife n. _'>.
Pechinchas baratas.
Vendeiii-se cbilas frauce/.as linas, ricos diales da
1.1a e seda, chitas linas de cores lixas com pequeo
loque de mofo, a lliO rs. o cbvndii, cassas de barra,
canibraia franrcJia, fusles finos para clleles que
em (oda a parle se vendem a L'-Vm. por 5000 rs.,
hmm.Ii- de linli,i para jaqucla, a 80 rs., luvas de
eila, pannos linos, c oulras falcadas muilo baralas:
na rua Noui u. t, defrontc da Oonrerao.
\'cndc-so rap de Lisboa, viudo de encom-
menda pela'barca porluguczu 'rtilidiio : os senbo-
res fregue/es que eslatVacosliiuiadns a lomar a boa
pillla, nao dcxaruo de mandar buscar ao largo da
Assombla n. 4.
C i le ido.
Botint'debezerro francez, mudo novos
por 7,s000 r., o par; inpaUSe de lustre,
iara homem, por 5.V000 t-s.; sa|xit(~es di'
II
ilc etcoli
lustre e beRerro, para racnux
por lmalo preco; bolini pura homem,
dr todas nsqialidadcs; dilos para senlir>
ra, com sallo o botdQi derore e prrins;
11 iii completo lortimento de ('airado de
homem, sanhora e meninos, queacbarao
si'inpiv cxpuslo a venda, do lii-m coiilic-
cido biirnlciro Arantes ; assim romo per-
iiimarias linas:
denendeiieia n.
na loja da piar.
ir.el5.
la ln-
Na
Queijo londrino.
rua Nova n. 65, vende-se
Vendc-sc umoplimoMlliin, porcm coi
uso, mas mu barato : na lraxesw.de S. lVdro, n.
2. primeiro andar.
Vende-te una muala de l anuo,rom algu-
ma habilidades, una hegrinha de 9 a 10 annos
muilo linda, duas neurna nioriis, dom tirlos de a>
anuos muilo lories que podem servir para annaieni
deaaaucnrou pa.l,ui,i, lado por proco raioavel : na
rua das l.araimrias, n. I i, (Ciando andar.
Vende-eo um par de caslieacs lism de pfaln,
muilo bem folio, 7 colliercs para cha, o una ele ti-
iii aainolr, liuloscm fcilio, urna Rarcanlllha de li-
lasrana, um per do brincos de S, Joua anellocs, um
dclles com diamanle : qucni pretender dirjase a
rua do Aragao, n. !
12,000 rs. a duzia.
Superiores loalhos depanno do Hubo do Porlocom
I vara S do comprlo, nroprias para lifnpar o ros-
to, pelo diminuto preco do liftOUO a dutia : na loja
da rua do Crespo n. 6.
Vendein-sc Innelelcs ferrados c mullo sosa-
res, proprios para.enenlio o deposito de sarapa, o
pipas nuvas lamhcm ferradas o de boa madeira que
seiM'in para deilar espirilo, ou para aguaita do na-
vios: na rua da Moeda u. 5, armazem de Manuel
Alvea Cardoso, junio do trapiche do Ciuiha.
Vcndc-se um escravo de liaban, que lem loda
a pralica de ciiRcnlio e silio, e bom borleliio, e re-
celier-se-ha em Irnen de urna uesra qiie-saiba vender
na rua: no alerro dos Afosados, casa (errea n. 17 >
do ladoilayiar srande, defronle da canoa aiilcs de i lii-u ii a fabrica de sabio.
Vende-se um par de luciros, em seyundn uso.^
por commodo prcen: na lujo de cha|ieos n. 2, ao |M'
arco de Sanio Amonio.
Vende-so urna nenra, crioula, de 1 anuos de
iilade, bonita lisa. sem vicins ncn achaques, ou
lamben te troca poroulra dcli a ISannoa: noma
da Madre de Heos, lahcrna n. 86.
8bo purificado
Vendo-so sebo purificado do Hio llrande do Sul.
cm barricas, I T^'iOO rs. : na rua do Visario, n. I i.
CheKuem frefueies ao bom a barato.
Vende-se na rua do Hosario. n. 35, b'ja, oculos
mu.I ir-, p de araos para lodas ai Idadcj. assim romo
iniudeas e fanendas baralas ; rhila lina inileza. a
MI rs. o covado; dila do cores lixas, a I su. ISO, 170
e MI) rs.; linha de rori/ ecalH'ca encarnada, a 100
rs. a meada ;e mais miiide/as por proco commoihi,
quo he para liquidar coalas ; a ellas antea que se
acaliem.
A 6,000 rs, penenos, 5,600 ri. (randai.
X'endelu-so chapeos de snl de seda laglSSI de
superinr qualidade, pelos prefOi cima : mi rua
duCnllesio ii. t.
\enile-se vinbo da Madeira de superior qua-
lidade einquarlose oilavosdepi[ia, |Kir proco coni-
modo: no armazem do N. O.llicber i CompanblS
na rua da Cruz n. i.
X elles, que se cstao' acabando.
Cobei lores de lapele mililn grandes, pelo diininn-
In preco de IStIKl, dilos mais pequeos, a KOII rs..
4'olchasdo salpicos blancos, a IjeOO, briiu Irancado
oscuro, do I mi ni puroe muilo fuo, a liillrs. a vara.
cbilas de assonln escuro e liom panno, a 110 rs. o
covado : na na do Crespo, loja n. 'i.
A 3600 rs., o par.
Ciinliiiiiain-sc a vendersapales de lustre para ho-
iiiem, obra muilo boa a IWHIU rs. o par, assim cu-
ino dilos franco/es para nieniniisdi' li a 10 anuos, u,
39300 r~.: nu alerro da llna-Visl.i,loja de calcado n.
.VI, junio ao sellciro.
Sio cliegados os verdadeiroi clia-
rutosde S. Flix, da aci-cdilada lahrica
dr Jote Antonio Franco, da llaliia, vo-
cooliecidos jirla excellencia dr sua qua-
lidade, c a nirlhor etcollia de bous l'n-
mos; pelo que convida-so aos senhores
acadmicos, e ao publico apreciador da
boa fumara, nconcurrerem a mu daCa-
ili-i.i do licrifc n. i~, casa de molliados
do Estrella, vendem-sc emporcles ca
rclallio.
J.MIKOS'r.OM IIAMIA.
No alerro da lina Vala, luja de calcado u. ."iK ,
iiinlu aoselleiro, vendem-se j'^rrus do porcelana
delirados, o com hanlia. a l&20rs. | assim romo
canudos de pomada de Indas as cores, a 100 rs.
DEPOSITO DE BICHAS IIAMIllll-
I.IKZAS.
Ycndem-scan* rento*.*, a relallio,c Inmttem >e alti-
_;ini e se \lo jqqdicar para ninis coimnodmHtle d
4
dos idlimamcnlc clic-
recente-
la bote:
lado do
consolas,
lacarand;
i ,ii,i ii,i-. mus i
que a visla do
proco ikuiltn com
mu n. II. loja di
queijo londrino
gados,
Vende-se rape de I.islw;
men|ecliegado, a SOIIO rs., ca
<#la rua do Crespo, luja n. ~>, ao
nrco de S. Antonio.
. Vondein-se cadeiras, sofis,
e bancas de ineio de sala, dc_
ludo de muilo bom sosln e mais mudi'r-
uo pussivel; cadeiras, sofs, consulos ,
o bancas de ineio de sala, deansico,
cadeiras, sofas, coikoIos, e bancas de
ineio de sala, do oleo ; marquezas, de ansien ; di-
las de oleo e de amarello ; cadeiras de balance o
Kuarda-roupasde amarcllo ; camas france/as do ja-
caranda ; ililas de amarello e oulras militas obras,
do comprador se mostraran, ludo por
I coiiiinndo : na rua da Cainboa do Car-
loja de marcjneiro de Juan tnncalvcs I..
J.isbna.
Em casa de Holbe & Bidoulac, na
lita do Trapiche n. i'2, retn para vender
li Iii.ninns de boas voxes, por preco com-
modo.
Km casa de II. e II., na rua do
Trapiche n. I"2. vende-se
Alvajadc em harris de I quintal.
A/arcao em barr de I quintal.
Serranil' embaira de I quintal.
"," ( em barrisde 112quintal.
Amarello ) '
Cimento Romano, marca Zcom Iravesso.
Hoendat para assucnr.
Taixas de ferro.
/uno cm l'olha.
I'olba de llandre.
Ferro.
Lonas e brins.
Aro de miiI.'mi
GuiU'UtOS de llavana.
Vende-as muilo superior lariiiha de Sania
Calbarina, c S. Malheus. medida a visla do com-
prador : a bordo do hrigue brasilciro Milla*, fun-
deado iierlo da Alfaudesa.
LOTERA. 1)0 RIO l)E JANEIRO.
Aos 20:000*00(1 de rs.
Na casa i'eli/ dos (pial rn cantos da rua
do Queimado n. 20, vendem-se bilbetes,
muios bi I heles, quartos, oitavos e vigesi-
tnos da 57 lotera do Monte Pi, cuja lis-
ta se espera ate odia 20, etambemse tro-
(am por bilbetes premiados da lotera do
Rosario.
PAO' CR10UL0.
Na padaria da rua da Senzala Nova n. :tll, o no
d.posiln da rua do Kansel n. 13, acha-se a venda
diariamente o bello pan rrioolo, fabricado iior cclin-
dro moda do Rio de Janeiro, o qual aleiu da su-
perioridadeao pAocommum lem a vanlagem de ser
isenlo de receber o mal pequeo uolpede suor do
amassador, visto ser amassado air machina : as
mesmas rasas adiarlo sempre as pcwoas'de bom
gosloo segmnle:
Fallas d.i rainba por.
dem dem imperiaes
. dem de familia .
Ararula do ovos ,
Mscoito dcamaule. .
\r.nul.i pura .
dem laranjas. .
lolachinlia Inglesa. .
Paila doces .
Ilisniiln dnee-, .
Riscoilinhos .
Vendem-se
800
800
HOO
6M
400
1IHI
100
200
210
MO
:lill
elogios de ouro, pa-
tente ingle/., iis mrllioivs que tem viudo
a este mercado, fe do mais acreditado
lubricante de Liverpool : era casa de Rus-
'sel Mellors & Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 36.
Alt.MIOS Di: FERRO.
Na fundirn' de C. Slarr. A
Sanio Amaro arli;i-se pura vender ara-
dos de ferro de superior qualidade;
MOENDA9 SI PERIORES.
Na ftindico de C. Starr A Companhia
era Sanio Amaro, acha-se tiara Vender
mullidas di'caimas todas de ferro, deum
tnodello ecoiislrucian muilo superiores.
Vende-se no armazem da rua da
Cm/. n. 2, seguinte:
Sellins inglezes.
Ditos dilos clsticos. "
Cnberadas de couro branco
Sillines para montera de senhora.
BeseiTOS para calcados.
Ancoras do ferro para navios.
Tato secco.
\'endc-se falo secco de boi, em muilo Imni osla-
do por Icr chcsailo ha pouco do scrlao, proprio pa-
ra cscravos, p se vendo barata: na luja da rua do
Queimado n. 11.
Vlaho de Collares,
om liarris do 8 em pipa, vende-se na rua da Cadeia
do Kecife, n. IH, primeiro andar.
Vende-se nina casa de laipa. no Cachae.,
inni eliminados para familia, e cun una padaria
que esl muilo afresuezada, lano ua pnrla como
por fra: a |iesoa que pretender, dirija-se a rua da
(loria, casa n..', que lodo o uesocio se far. Na
mesilla casa vende-se um cavalln cun lodos os n-
dales, ludo por proco commodn.
TIIIESTE-SSSF.
He recenchecado um carrecamenlo da verdadei-
ra f.irinhii de S!*S ramiidio, e\einlc-sc pormodlco
prefo : no eserptorio de Deano Voule & Compa-
niiisi. ou ihm seus irmuent dobacoo domocalvea^
DOCE DK RACOKY.
Cfircoii recenlenienle do Alaranlulo urna pequea
porcia desle delicado doce, o mclhor que lia, lauto
pela sua encllenle qmilidade, como por consonar-
se por milito lempo em perfeito estado: vende-sc-
eni casi de Poni t\ InaSOj na rua da Cridla Volhfl.
Agencia de Edwln Maw.
Na rua de Apollo n. (i, arma/em de Me Calnmnt
.\ Companhia, aca-ae conalantommle dom wrlf-
meutos de laixas tic ferro coado c lialido, tanto ra-
sa como fundas, moonda melras todas de ierro pa-
ra anlnuftSa aioa, ele, dlUl para armar em madei-
ra de lodos os tamaitos einndelnsn--iii;isin marliina liorisontal para vapor rom forra le
4caballos, cocos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purear, por menos preco que os de co-
bre, escovens |iaia navios, ferio iuule/ tanto em
barras como em arcse fulbas, e ludo por paralo
proco.
Deposito da Tabrios de Todo ot Santo na Baha.
Vende-se, em casa doN. 0. Riclier &C, na rua
daCrui II. 4, algodaO Irancado d'aquella-fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar.c roupa de es-
por preco commodo
,chegado ullimamne
tnpanbia, na rua da
Seda de cores.
Na loja d nbrido*amorello, nosquntro cantos
da na do Queimacfo, n. 90, ha pura ?cni
de cores o fnrla-corc-. as matt motlernaa
do mercado, as quaes se venden)'por proco mu
commodo.
Gi'Mii.
isoem barricas
Keller & O
Vndo-sege
le :em casa J.
Ou/ n..Vi.
Vende-se presuntos iiiL'le/esmuilo novos (ara
fiambre, latas mi bolacbnbas de soda mcle/.a.quei-
jos de pialo, conservas muilo novas, semenles de to-
la* as qualidades le Imrlalico, chocadas ultimanipn-
le: na rua da Ou/. n. .(i, defronle do Sr. Ur.
Cosme,
FARELOS.
Ven fnrelo em sacos d ."> arrobas, por me-
llo me era nutra nualcjue
T
DOS pirro
parte.
Vinhos superiores Ir Bucellas
[branco] e doCoJare linio em barris dequinlo:
vendem-se em vasa de J. Keller i\ C.
Taixas para engenhos.
\u fundicao' de fei*ro de I). W.
Bowmann na na lo li....... pascan-
do o chaiarK continun liaver um
completo sorl'unento de taixas de ferro
rundido e balido di1 o a K palmos de
bocea, as quaes acham-sea venda, por
preco commodo e com promptiaW:
-.illl C M' i|M li illiiil [' .i nuil' i iniiiiiiniiiiniii; nu' .- __ -
prndenles, as melhores bicbas.le Itunbiirio que embaiiani-se otl earre{;ani-seein eaiio
por seren inuilt
: na rua estrella
ien viudo a este mercado, tanto
uramles, como pela boa qualidade
do Rosarlo) n. II c l.
A HOO RS. O PAtt.
Vendem-se laptloa de manoquim, para liomem ,
a san rs. o par : no aterro da Boa Vista D. 58, loja
de calcado junio ao lellelro.
perfumaras.
No aterro da Itoa Visla, loja de calcado n. S .
linio ao srlleiro, \endc-se aflOS le colonia, sabo-
neles, (Minada, palbchouli. afiOfl te lavando, evta-
los linos, o oulras qualidade- de perlumarias, alim
de aparar-so dlnhelro.
A 1**00 RS. PARA ACABAR.
Vendem-se lencos de cambraia, abortos, e com
bico, para mSo de senliora, a |r*itlt rs. : no aleuo
da Boa Visla n. ">M, loja de calcado.
A IgtOORS. OPAR.
Vende m-se ralungas do I.....elana. a llStOO/s. 0
par : un alerro da llo.i Vala II. 58, loja de ralca-
tlo junio 10 si'lleiro.
SABO.NETES DE AMENDOAS.
Veinlcm-sn saboneles ile anicinloas, grandes, a
HiOr*. : no alerro da Boa Visla, luja n. "S, junto
BO sclleiro.
\ende-se urna casa lerrea n. li, na Soledatle
defronle do clialari/, por preco commodo : quem
qiirer dirija-se a ruado Pilar, a urna casa terrea n.
73| ao lado ilireilo, onde M li alialba em sapatos, neo-
la dila casa saber a dona onde inoia para se tratar
do necocio : na mesma casa cuiMinma-sc e lava-sc
bem, or IHVCO recular.
(I AKHANAPIIS HKI.IMIO.
Na toja de liiiimaraes i\ Mein itpie-, rua do Oes-
uqji. 5t veudc-se guardanapos de linbo da superior
qualidade, pelo buralissimo preco de -i>(HMI rs. a
^DEPOSITO DE CAL E P0TASSA.
(judia i\ Amoiun, receberam pelo ultimo navio
de Lisboa barris com i a, de superior cal em pedia
para o fabrico de assucar, e vendem por menos que
amonita qualquer parle ; e para fechamenlo de cun-
tas um restante de potassa americana: na rua da
Cadeia do Kecife n*60<
- Vciitie-se i verdadeira salsa parn-
lli i de Sands: na holiea ranee/.a/ da Cruz, em frente ao chafariz.
OO.OOO RS.
Vende-se |>or .ilK^XHI rs., nina typograplila com
mais de700 de i)pos muflo bem sorjidos, e um
bom prlo de ferro e pao: a quem com icr dirija-se
a rua das CruiSS D. ^S. secundo ailar.
Vendom-tt?em casa de Me. Calmont t\ (Inni-
panbia, ua praca do Corpo Santn. 11, ose^uinte:
\ nilni deMarseilleem caivas de '\ a l du/ias, lindas
em novelbts eearreleis, breu em barricas muilo
Grandes, ac de milao surtido, ferro im;lez,
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nisti; i'slahclwinii'iilo continua n lia-
vci' un completo siiiiiiiinilo da e meias moenda para ciii'cnlio, ma-
chinas e cundo, de todos os taiuanlios, para
dito.
Vendem-se vaqueta! de lustr, para
Coberta d carros : na rua da Seu/.ala
Nova n. 42.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
sciu despera compradoi
Moinhos de vento
com hnniliasde repuxo para rosar liorlase liaixas
de c.iphu. na fundicao de II. W. Boivinan : ua rua
ilo llruiii lis. II. ge 10.
POT.4SS4 SUPERIOR
Vende-se por pxjco minio com-
miiilo, no armaran) n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joaquim Peretra de
.Mello, ou no oterptorio de Novaos i\
Companhia na rua ilo Trapiche n. 34.
Na na do Yi;ario n. I!l, primei-
ro andar, tem pora vender diversas m-
sicas para piano, violan c llanta, romo
scjain,(luaurillias, valsas, redowas,scho-
tickes, inoilinlias, linio modernissimo ,
cliegado do Kio de Janeiro.
VIMIO DO PORTO ML'ITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde i., 5. c s.: no annaranida rua
do Azeite de Peise n. IV, ou a tratar no
escripiiii'in de Nuvacs v Companhia, na
rua do Trapichen. ~>.
Vende-se 'elogios le ouro < prata,
patente inglez; na rua da Sen/.alla-No-
va li. i2.
No arniii/.cni da travesa da Madre
de Dos n. 9, e no caes da Alfbndega n.
I. vende-se rarinha de mandioca, mi-
lliu e feijflo mulatinlio de superior qua-
lidade, por preco commodo.
A 5.000 e 6.000 rs. a sueca
Vende-se (ijSo milito superior, raja-
do, a ."i.sOiio rs. nsacca, emulatinho, a
li.SOOO rs. : un armazem de l.ui/. Anto-
nio AnnesJacome, defronte da portada
Alfandega.
N'ende-se nina escrava, crioula, lio;i en^mnia-
deira c enslureira, lava c co/iulia : nu rua do Hos-
picio, pr i nicirn casi posando O ipnirtcl. se dir ipicm
a vende.
Vestidos, a 2,000 rs.
r.onliniia-se a \ender corles de veslidovle cliila
larea franre/a. corea livas e lindos costos. aNHI0
rs. ; rada corle, liavrndn porrao para se e.rolher :
na loj;i do soliradoam.il ello : na rua do Queimado,
ii. .
CAL VIRGEN E POTASSA.
Vende-se potassa da Russia < Ameri-
cana, cal nnva em pedra, vinda agora
na barca (iratiiln, tudo da mclhor qua-
lidade, que leni^indo ao mercado epor
commodo preco: na roa do Trapichen.
17, armazem deJos Teixeira Basto,
^o alarro da Boa-VWa, loja b.8, de Mr. Do-
linrrv, arlia-sc i vada um realejo de veio com za-
huinlia, enmpas e de muilo excellenles vo/es.
Vendem-se os \erdadcirossellinsinuleies, pa-
lenle, de mola esemella: naruadaSenza la No-
va n. t.
Vcndeni-:2solYis-de jacarando, novos, I dito
com uso, I mesa de ineio do sala quadrada, 1 jogo
de mesas dilo, usado: na rua dn Cadeia de Sanio
Antonio ii. 11.
d Vende-se urna cvcellenlo casa terrea em Fra
o Stolle em Berln, empreado as co- ,,e ,.,.,., rua ,,, GaarSTapea n. (i l iralar no
lonins inglezas e hollanile/.as, com gran-, Kecife, ruada Cadeia. loja n. li.
de Vantagem para o melhoramento do ~ Kn "".' 'lo CaUcireiro n. t, vende-se um cs-
o i i rravo rarreiru, liein moco e de bonita lisura, e n
assucar, acha-se a venda, cm latas.de 10, moiiro da vrads se dir ao comprador.
libras, junio com omcthodo de Crapii
ga-lo no idioma porluguez, em casa de
N. O. Itieber & Companhia, na rua da
Ou/. n. V.
Na rua do Vicario n. 1*.), piimeirn andar, lia
para venden fnrelln muilo nnvo cheeadt^ pela liarca
(r/ifiil~m. por preco commodo, e junlameoie nova
cal vlljfare de l.ishoa.
Vende-se una taberna, .Uan rua Imperial ,
n. 133, coiii iwucos fundos : a Iralar ua meaiua.
CEBLAS BARATAS.
\iii.lein-se eabolaa nova a 00 rs. renlo : no
armazem do J. J. T. Jnior, no caes da.Alfandcn.
Vendem-se lonas. l>riu/.ao. brins e inei.is lo-
na, da Rmeia do amwzsm de N. O. Ilieber \
r.nmpanliia. na rua da Ouz n. t.
Vendem-se iliius lindos luibilos, sendo um da
ordem de Clirisl, e nutro da Hoza, proprlea para
se Irazerem em farda : na loja de miudezas da rua
do Crespo o. ',. do Si. Joaquim llcuriques da
Silva.
Wv;\\>^\\\xv>x
DAVID WILL1AM BOWMAN. eiinenbciro ma-
chlnislp e fundidor tic ferro, mui res|ieilosameule
nnuuneia aos senbore* nroprinl.-inos deenseulios,
i.i/i'n li'iin-. r aores|>eilavel publico, otuosM Bwr
belerimenlo de ierro movido por inveh ta de vapor,
na rua do Itrum passamlu, oebafatit, cnulim'ia em
ellerlmi exereieio, ese aetia eomplelamenlc monlatlo
eom apprelhos da primeira qualidade para a per-
feila eoiifcceno das mainres pet;as de marbinismo.
Habilildo para emprebender quaestpier idiustla
sua arle, David William llowman, deseja mais pir-
licnhirmenle clNUDir I a I leu rao publica para as se-
Kiiinlcs, por ler deltas erando sorlimeuto ja' pronp-
lo.'em deposito na mesma fundieao, as qnaas 0OHS-
Iruidas em sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas em pai/ estranyeiro, lauto em proco como em
qualidade de malcras primas' c .man de obra, a
saber:
Machinas do vapor da melbor ronslrucao.
Moendas de caima para euuenhos de lodos os la-
manlios, movidas a xa por |Mr amia, ou animaos.
Rodas da amia, inoiidios de vento eserras.
Manejos indepciidenlos paracavallos.
Hodas bulladas.
Asuilbes, bron/es e cliumareiras.
On ilbCses e parafu'sos de lodos os (ainanhns.
Taixas, paroe-!,rri\ose bocaada fornalba.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou |H)rani-
nini's e prensas para a lila.
Obapasdc fnsaoe fornos defarinba.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bron/e.
Kombas para carimba c de repuxo, intuidas a
mao, |M>r animaos ou vento.
Gundaslaa. gainchosa macacos.
PraMashydranlicas ade pararuso*
I;erraens para na\ios, caiTOSfl obras puldras.
Columnas, varandas, gradeaa portos.
Prensas da copiar cartas e sellar.
Camas, carros de macaradosde ferro, etc., etc.
Alein dasuperioridade das suas ohras. ja' feral-
mente reeonherida, David William Bowman uarante
a mais ovarla ronfnrniidade com iw moldes e deso-
dlos remedidos pelos senbores ipio se di^narein de
fazer-lhe encnmmendas, aproveilando a ACCMlaO pa-
ra agradecar aos seus iiumarosns amfeus o rresuoios
a preferencia eom que lem sido por ellos bmirado,
e assemira-lbes quo nao |>oupara esforrose diligen-
cias para continuar a merecer a sua couliauc.i,
Vciidem-se loalbas de panno de linhodo Cor-
lo, para rosto, o melbur que lem viudo ao morcado,
a IsfOOOrs. rada una : na rua do Graspo, loja da
esquina que vulla para a Cadeia.
ROS UFFBCTEUV. .
o unir MlorUado por deei9a rfo ooNsa/Ao w'tt
f dCfttO im/irrial.
Os mdicos dos bospilaes recommendam n arrobo
LaflecIauV. romo sondo o nico aulorisado pelo |TO-
vernoe pela lieal Soeicdadc de .Medicina. Ksle me-
dicamanlo d*om ROSlO auradavel. e fcil a lomar
em secielo, esli em uso na mariulia real desdo mais
do t;u anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despe/.a, sefli mercurio, as allecri-, di
pelle, impimens, asconsequencas das sarnas, ul-
ceras, a os accidentes dos parios, da idade crtica e
da acrimonia hereditaria dos humores; ronvm aos
ralbarros, da beviua, as contraccdcs, e fraquexa
dos orlos, precedida do abuso das hiuoocoos ou de
sondas. Como anl-s\pliil(ico, o arrobe cura cm
pouco lempo oslluxns recentes nu rebeldes, que vol-
vem incessiinles sem consecuencia do emirei;o da co-
paiba, da cuboba, un das injecces (pie re|iresen-
lam o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Lallecteuv
be especialmente recommendado contra as doenfas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao iodureto
do potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de llar
ral, e de Antonio Feliciano Alvos de A/evcdo, pra-
ca de D. Pedro n. ISH, onde araba de chegar nina
Dando |Hirro de garrafas grandes o pequeas, viu-
dal dnerl,enle de l'aris, de casa do Sr. Bovxciu-
Lalecleiiv l:, ru Itichev l'aris. Os formularios
ilaiiio gratis em casa do auenle Silva, na praca de
D. Pedro n. s_'. No IWlo, em casa de Joaquim
Araujo; ha Babia, Urna ,\ Irmos; em Fernam-
buco, Sonm ; Hio de Janeiro, Hucha ,\ I i M .. el
Morefra, loja dedrouas; Villa-Noxa, Joo l'erira
de Matates l,eite; Hio-(iraude, Francisco de/f'au-
la Coala r3t. *
A 2,000 rs. cada urna.
No alerro da 11 i \jsla, loja de calcado n. .">8, jun-
to aoselleiro, vendem-se lindas cesttnhas conten-
do quatro (rasqulnhos'com chetrea, mullo proprio*
para presente, ai.tHM) rs.; assim como raivinbas com
pciTumaiia, utiarneeida dellor, n ^-HWrt.
A 3,20o n.
Palilosdobrim de cor, frauce/cs : na rua dnCnl-
lecio u. ,.
DEPOSITO DE POTASSA.
\;i na (Je Apollo, irina/.uin di' Leal
llcls, cbotintin a existir i melliorpotas-
sa fabricada no Rio de Janeiro, commodo.
. O D AURORA.
i fundirao d'Aurora aelia-ne eonslanlcmenle um
roniplelo loriimonlo de machina- de v.i|ior, lano
d'alla romo do baila |iros!n do modellos o mai
approTadaa. Tambcm so apromplam de encommen-
da de qualquer forma que e poesam desejareom a
niaior presteza. Habis oinriact serio mandado
para as ir assenlar, e o< fabricanles como lem de
rosluineafltncaoi o pcrfcilolrahallin delli|s, oseres-
|ionsabilisam por qualquer defeilo que po*w nellas
apparcrcr durante a primeira salra. Mullas machi-
nas de vapor construidas m-le eslalielerimcnlo lem
estado em constante servico nestn provincia 10,12,
eal 16anuos, c apenas (em exiRido mui insisuill-
cantes reparos, c alRumas alo nenhuns alisolulamen-
le, aeereseendo que o consummo do conbuslivcl he
mui iiirnii-ider.ivol. Os senhores de eiiRenho, pois,
c oulras quaesipiei pessoas que precisarem de ma-
chinismo silo rgniellosamenlc convidados a visitar o
estalielerimenroem Sanio Amaro.
ANTH.II1DADE E SUI'EHIORIDADE
DA
SALSAPAKRILIIA DE BHISTOL
sobre .
A SALSA PARRILIIA DE SA\DS.
AtttilfcCslo'
A BALSA PAniilLIIADE BRSTOi. dala des-
de \K\2, o lem constantemente manlido a Ma re-*
pillaran sem ncccsMdade do recorrer a pomposos
anuuiicios, de que as preparacoes de merilo ptKlem
dispensar-se. O sucresso do Dr. UHISTOL lem
provocado infinita* invejas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. K. I). Sands, de New-York, preparadores
e proprielarios da salsa parrillia conlieckla pelp no-
nio de Sands.
Esles senhores solicitaran! a aceneia de Salsa par-
rilha de ltrislol, ccomo nilo o podessem obler, fa-
bricaran, nina imilariio de Krislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. K. I). Sands es-
crevoram ao Dr. Brislul BO dia -JO de abril de \H\,
c A'r. Dr. C. C. tlrittot.
Bufalo, cx;e.
Nosso apreciavel scnbor.
Em lodo o anuo pausado lomos vemlido quanli-
rfa/c consideraxcis do exlraclo de Salsa parrilha de
Vmc, c pelo que ourimos dizer aquellos que a lem usado, julgamOS quo a xoiula da
dila medicina so augmentara m\iiti*ma. Se Vmc.
(pii/.or faser um ^nurenio romnosco, ur.....- que
nos resollara muila vantagam, tanto a nos como a
Vmc. Temos muilo prazer que Vine, nos responda
sobre esle sammpto, e se Vmc xier a esla cidado
daqui a um me/, ou cousa seinolbanlo, loriamos
iuilo pra/er em oxerem nossa holiea, rua de Ful-
lou, n. 7.K
Fieain a ordens do Vmc. seus secaros servidores.
Assisnados) A. K. I). S\M)S.
CONCLUSA*)'.
1. c A ani 'jiiid.ido da salsa parrilha de Brislolhe
claramente (novada, pois que ella data desde 1839,
oque a do Sands s apparoceu em I8i, poca na
qual esle droguista naopndc obler a aceneia do Dr.
Bristol.
A superioridade da salsa parrilha de Bristol
be inconleslavel; pois que nao olislanle a concur-
rencia da do Sands, e de urna porcao de nutras pre-
pararocs, olla tem mantnlo a sua reputaran em qua-
si loda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em (odas as enfermidades uncinadas
pela Impureza ilosangue, CO bom xito oblido nes-
i.i corlo pelo lllm. "4r. Dr. Sicaud, presidenlc da
academia imperial de medicina, polo Ilustrado Sr.
Dr. Anlouio Jos lYixulo em sua clnica, o em sua
afamada casa de saudc na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Di'. Saturnino dcOlixeira, medico do exercilo, c
por varios millos mdicos, pormitlem boje de pro-
clamar altrnenle as virtudes efflcaxes da salsa par-
rilha do Bristol vende-se ; .vjom> vidro.
0 tteposllo disla salsa mudoti-sc para a holiea
france/a da rua da Ouz, em frente aochafari/.
TAI XAS DE FERRO.
Na iuntlicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e lambeib no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, & defron-
le to Arsenal de Maiinlia lia' sempre
um grande sortimento de taichaa tanto
de fabrica nacional como eslran(jeira,
batdat, fundidas, grandes, pequeas,
rasas, 6 furnias ; e#em ambos os locares
exislem noas, ou carros livrc* de despe/a. Os
oreos sao' os mais com modos.
CipotinhO e manteletw.
Na loja diiajlbudo amarello, noaqualroranlmi.
rua do (MiSaer. ,,a V '''ler h
sortimenlo de manteleleee eapolinlio, p, ^.rr"
lireloa e edres do ultimo godo, equewlJ?*
por preco maisbaralo. do que cm oulra qoaa3
parle. si
OLEO EXPRESS0 DE RABOSA.
O umis exelleiite ole que i,,,, ,1
recido para impedir a queda dos cnQ.\
lo ede criar caspa, refresca i caben,
amacia muitO ocJtttello : vende-se na ruj
da Cadeia do Recife, loja n. 9, prro|LJ
cada um vidro 800 is.
PASTILIIA9 DE SOULI.
VEGETAES CONTRA AS LOMBII|i;Ac]
Approvadas (tela junta ceir! de hygieiie ou'fa
ca, o preparada* por J. M. Scuili, phsriiiarerKii1
membro Ulular da academia imperial de int
o la Hociedadc de pbarmacia do Hio de Janriro,
O nico deposito verdadeiro desh]s paslillmu
oslabclecido pelnmesmn autor na bolica to Sr W
da Bocha Paranlim. rus Direila n.88, em [Vm
buco.
Desde muflo lempo atarle medica eslaxa
curadeummedicamenlo que fume fcilmente a|
nrnlratlo *s enancas sujeilas js molestias vernii.fc
sas, molestias Icrriveis que rondnzem lodos ao tmulo um grande numen, dolas.
O goslo e eheiro dos anlhelmlnticos empre&alfa
al hoje eram outros lanos ohstnculns sua adni.
nislra^o ; por isso eremos ler preslado um grsol
servido humanidade, e principalmente aos naj,iu
familias, aiinuiieiando-lhes um veimifiiRn, d,^,,,-^
da forma de pastilhas, sem eheiro e am sahor
|>ossilc a acr.lo a mais enercica romo anlclininica
vermicido contra as lombrlcras inlesliuas. //lw.
brign, oxyura, Wc, ete.)
X rompos(;Ao tls* parlilhas he puramenjo res>
(al. Quando em 18*5 li/emos a (al prepar.ir.To. .
I i vemos tilo cerlti da sua aceflo vermicida, queiii
hesitamos um iuslanlc em e\perimcnta-la em mk.
sos proprios lilhos snles de a fazer conhceer: o efffi.
lo foi espauloso, e loso qua os Ilustres piiireturgl
do Hio de Janeiro e da mair pjovinclas do iinperU
a conheccram, nao duvidaram empreui'-l-i em d,)H
as molestias xerminosas.
O elleilo deslas pastilhas he hio ccrlo que naopf
pode liaver a menor duvida sobro a sua eftt'-aviti
como consta das epinioes de mullos Ilustre* u*J
eos que aqaiio transcrevemos. Com (utlo, cohm^
criancas es(3o sujcilas i oulras molestias eujosstasx
lomas sao quasi os niesmos das molestias xermita.
sas, aconsclhamos, nos casos araves, de i-uiMiity
um homem da arle antes do administrar as dila, ^
lilhas; nio que ellas possatn piodu/ir al-uoi mil
elTeto, porque na sua cnmposirilu nada cnlt.td,
nocivo; mas porque pensamos mis que n'amip||
casos pravos nao deve admiuislrar-se renie buiii emquanln a moloslia nao he pcrfeitamesH
diagnosticada.
A dsc das paslilhas he a segunle:
Duas a seis paslilhas cmjejum, para as rriaieafl
de dnus a seis onnos, aiigmenlnndo a tlse -r.t hjL
nenie segundo a idade. De dez a tloxa pa-iiilml
para os adullos, e do quinze a violo para a> [>
suas de Irinla anuos para cima.
Kirpetc-se a mesma dose Iros dia* afo*. c no qu.*.'
lo dia po .V. li. I*ade-se ougmenlar a dtwe das paslilbaj
sem rereitt de prodiuir irrilacAo alguma ii;i mp
digcslivas ; c se alcumas vezes nHo ha lonilm: i. n-
pulsas, iM.de-se estar ccrlo que todo c *|n tlqurr
sMnptoma de molestia verminosa lem desap|m*.
culo. (Scgucm-se osaltcslados dodiflcrcnles m-
dicos.
Vcndem-sc piano* fortes de superior qaalidi.i
de, fabricados pelomelhor autor hambiirguei:sj
rua da Cruz n. \.
ESCRAVOS FGIDOS.
Atiencao' o barato, n* rua do Crespo n. 14,
loja de Jos Francisco Das,
Veildem-se cbilas escuras bous paiinus,cores muilo
lixas, a 160rs.. brins brauens trancados superior fa-
/euda, quasi lodo linho, u Islttl) rs. o corle.
Deposito de tecidos da fabnca
de todos os Santos, na Baha.
Vende-se em rasa de Domingos Alvos
Malheus, na rua da Cruz do Recife n. i2,
primeiro andar, algodo transado ilaquella
fabrica, muilo proprio para sarros e rou-
pa de cscravos, assim como fio proprio para
^ rodos de pescar e parios para velas, por
.t preco muilo commodo.
vendem-se as muito superiores e
condecidas farinlias fontana e galega :
na rua do Auiorira n. "iS, i' no caes da
ulfandega, a tratar com Manoel da Silva
Santos.
Na lela de miudezas da rua Direila n, B3, ven-
de-aa lilil pida de norollosi s mu rs. a libra, pa-
ra acabar.
Vende-se superior cal de Lisboa, por prcru
rasnaM'l : na rus do Vitiario, arinazein n. 7.
Vcndo-ae um negro de 90annoa de idade, c de
mulle bonita finura : un aterro da lina-Vista n. MI.
^inilcm-sc ;i iimlcrolos, de 13 nonos de ida-
de. I oplimo mualo bom esrapina; ssersvo. mo-
nis do indo tervitoi .'ir-ii.n.i- de < annes, lavain,
coilnham c sao qnllandelraa i na rua Direila n.3.
Vendem-se dooapreloa proprios ilMowrrloo
de campo, a uins prela parida, de mullo boaeon-
duil.i, |Hdc-se gsranlfr : na rua da (lloria n. 7.
Em casa de Brunii Praeger & Com-
panhia, na na da Cruz n. 10, vende-se
o segnintc :
PIANOS FORTES doi memores auto-
res ede moderna construccftO.
INSTItl .MA! OS DE MSICA para or-
ebestra e bandas militares.
OBRAS DE OURO de toda a qualida-
de i'ilo mais apuiailo oslo.
VI NI IOS SI. Margo), St. Julicn e cliam-
pagnlie.
LONAS de diflerentes qualidades.
BRINS DA RUSSIA.
MOBILLAS DE FERRO, comosejam,
cadeiras sol'a's, assim comocommodas deniogno c
cadeiras de halaiicn de sipo, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda que
tem viudo a esta praca.
OLIVADOS c.....lindas pinturas de (nie-
tas, etc. i para mesa de mcio de sala e
bancas,
CU AHITOS da llavana vrrdadeiros."
MOLDURA 1)01 ItAIIA para (juanii-
co desalas c ipiadnis.
' Vende-se una carava muilo boa engomma-
deira ocozinlicirn, iu'iialini'iilu l.is.idcia do bar-
rclla : na rua das Cruzes n. :i, primeiro andar.
DAUROR A
C. STARR & G.
respeilosaineiite aunniiciain que no sen evlenso es-
labeleeiuienlo em Sanio Amaro, continua a fabricar
Com a malar perfeifeo e prnmplidrio.loda aqualidade
de inachiuhino para o uso da aurieullura, uavcia-
c.lo o manufactura, e ipie para maior commodo de
seus numerosos (regantes e ilo publico em gand lora
aherlo em um dos uraudes arma/cns do Sr. Mosqui-
ta ua rua do lnini, alraz ilo arsenal de inarinha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
concluidas no diloseu estabelctiment.
Alli acharSo os compradores um rompilo sorli-
meulo do moendas de caima, ruin Iimlos os nielho-
ranienlos iiliins delles novos eoriglnaos de que s
experiencia de mullos anuos len mostrado a D00Q0*
sidade. Machinas de vapor dehaixaealla pressao,
le lodo lamaulio, tanto plidas romo fundidas,
carros de 111.I0 e dilos para conduzir formas de assu-
car, macbinas para moer mandioca] prensas para di-
lo, lomos de ferro batido para familia, anulo-, de
ferro ila mais approxada con*liuccJn, fundos para
alambiques, criVos 0 portas para fornalVas, e tuna
iiilinidade de obras de ferro, que seria enfaduiiho
enumerar, o mesrao deposito exisle una pessoa
inlelluieute e habilitada para rceeher (odas as en-
commendas, ele., ele., que os annuncianlos eonlao-
docomacapactdadode suas ofQcInas o naehlnismo.
e pericia de sen-', ofliciaes. se comprometido a fa/er
exeeular. c.....a maior proslon, porlelcfto, ecxarla
riiiilorniidadecom os modelos ou desenhos, eihsliuc-
(;es que I he forem fnrneridas'
Luvas de seda.
Vendem-sc laxas de seda para senhora, cor de cali-
na, branoaa, ede mais cores, ei^uilmentede torcal,
liri.i COflSr pura bomens, jmr preco mais barato do
que em oulra qualquer parte ; na rua larga do Ho-
sario, n. ti, loja de rnlodezas, junto a de loura.
A 200 ri. o par.
Vendem-sc lux as prelas para meninas, a 200 rs.
rada um pai: na rua larca do Hosario, u. 6, loja de
miude/as junio a delouca.
Palitos feitos.
Na loja do sobrado amarello, na rua do Queima-
do, n. 2'.). conlinua-sea vender palitos de panno fi-
no prelo e de cores, e de rasemira mesrlada ; ludu
por preeo muilo eominodo.
Chapeos de c;istor branco.
Vendem-se superiores chapeos de raslor branco
in8Jena,SUP0rlor qualidade. na loja do sobrado ama-
rello, nos quatro cantos da ruado Queimado. n. 29.
Vendem-se 1 cavallos para sella, por commo-
do preco : ao vollar da rua dos Pires para a do pa-
lacio do Hispo, no primeiro sio aesquenla.
Vcndc-se por 3fXB)000 rs., um encllente ca-
briolle moderno, somrrelos: no aterro da Uoa-
Visla'n. .i\
Carne do sertao .
Vende-se muito boi carne ilo scrlilo, pelo proco
que se vende a boa 00 Cear, e por isso dexe ser pre-
ferida, para os senhores de engeuho: na rua do
Queimado, loja n. H-
Da unanii, a 3,600.
Vendem-se |>onles bello, a :te.>tK) rs. cada um ; bem como para niarra-
fas, a 800 rs. o par: na rua larga do Rosario, n. J6,
luja de miudeas, junto a de lenCA*
Gunafea.
Vendem-sc alliuelcspara peilo, eom ricos cama-
feas do diversos lamanhos, c por mdico preco : na
rua larga do Hosario, n. "26, loja de iniudejas, junio
il de loma.
Para criado..
Chsposentornlaadoede bonitan formas .
hoa qualidade, slfln de miro o prata.vende
^ se |Mir commodo |*rci;n : na pra^a da lude
^a pendeneis, n. 17.
' vende4e oseeUeiile bolaclia re I. qualidade
c muilo lina. |wr du/e |i.ilacas a arroba, 2. pOr
de/, o ;i.-' por nilo, muilo ba para nrranjo de fa-
milia : na padaria dn rua dos QnsrteSl n. IN.
Uesappareccu no dia wxla-feira, 12 dncorni
le, de ca*n do abaixo apianado, o seu rravo.rr
lo, por nome Amcmiro, natural da wlh de Pa>
queira, com os sii^uaes neguinleii : de idadelav
nos. (muco mais nu menos, estatura regular, di
prela retinta, nariz romprido, denles liointos,eoiai
fulla de um dclles do lado, com um ilgnal arrcdi
dado na ralicca, do lado esquerdo, do laiitanlio ilt
iini.i pnllcuada e sem cabello, be muilu reaTHlSI
cnslnina andar fumando cigarro, ruin eliapro uu k>
uele na caliera aolado, vestido de cfrjeinniisjdii
aluoiblo suja, e levou comsigo urna rasara ilcilf
ca cinzenla muilo surrada as abas, e una i .il.;i
brlm a/ul, riscadinbo. J;oi escravo do Sr.
I'.mi.iI,'.... de Siqueira Cavalraiili, daquclla para onde se suppoeque se (enba evadido, oupa
osen^onlios dosiil, dos irmos du nicsnio.ciiMr,|
quem cnrareridaineule se pede, se nao doivcnnln*
dir (ielo referido escravo que se inlilula forro..,
enviem para esl c.ipilal, a entregar ao abaiusl
signado, na pra^a da Independenria n. .(; vImi
tambcm as auloridadcs poliriae, que o |#cua..
levem-o au mesmo, que gralilicar ueiicro^unnlt
.inaelelo Antonio Ftrr'ira.
Dcaapparoreu no dia 6 do correnlc do engesha
ConalaDlino, una esrravade nome Auna, quen
presenta ter Z'i a 26 annos de idade. rom os siga
segiiinlcs: baia, corpo regular, equebrou um
bracos lia muito lempo, mas como fosse muilo L .
i'in tn.i.lo ipal se conliecc: roga-se as aiiloriil*l
policiaes e capilAos do campo, a apreliciul.im elft
vem ao referido engcnbo cm San-I-ourcnco da Mw
la, ou nesta praca na rua do vigariu a CarnciraJ
Kamos, c Iravessa do Queimado n. 3, que te
licar generosamente.
csappuixxyu snbbailo l."> do co
rente, nmaescrava, cabra, ilc'ism
de idade, alta, cara rcdnuila, beiroi a
rebi lados, pes seceos e peuuenos, cinlj
ra {jrossa, lem o dedo pollegnr rf# nao,
direila defeiltioso pmvaniente de
unbeiro, lidia desamrada, inclina a
beca para um Indo piando nuda, lev
vestido de edita desbotado e panno C
Costa ; esta eserava nasceu no enges
Piedade, do norte, era poder dn enh
I). Ignez Candida da Silveira et
a qual senhora a vendeu, lia pouco temp
era casa do Songa, corretor de esersj
morador ao pe doquartcl depoUria,
de l'oi comprada pelo alwi\o asiignMl
lia poneos lias : quem' a capturar,
della der noticias certas, sera' liem i
compensado : na restilacao do Frano
na paia de Santa Rita.
Joaquim I.. Monteiro da Flanea.^
Ilesencaminliou-se no domingo 1 i do rnrrerte.1
nido para o arnuguc real, um preto rrioulo dn no* 1
Pedro Scralim ( e conhecido pelo ultimo le*
um caiieslrel de pao com lampa de flandrcs. ed
do de verde; e cuco pataca., foi vestido ron
aiul, calca do mesmo, e um lenco encarnado p>*
do na cintura, cliaiio do paiba, lem os wn "
signaes : bem prelo, allura regular, m.uro. e
esquerdo no dedo junio ao mnimo, muilo le
do: julga-wquc foi desencaminbado pelo
nao saber as ras dcsla cldaile, por ler eneja*
pouco de fra. Boga-sc as auloridadcs |Kilti
capilSc. de campo, oualguem que delle snuber,
va-lo na rua da Traa dca-oiilo do ribeir.i do rj"
sobrado n. 1, que ser gcncrosamenle gralili.*-
Continua a eslar fgido, do I setciiilm *
anuo de 18.V2, o prelo l.u, de nar.ln CaSS|
dade de 28 a 30 annos, de estatura baa, c
rosto, lem um ignal como de um (albo na (
direila, c quando falla bale rom a lincoa n
les ; esle escravo foi do Sr. Francisco de Un
Paesde Andrade, lie condecido pelo nome (le
ni.11 mil i,i. por ser muilo apaiionadn desle instru"
lo : quem o pegar leve a rua da Conrordi
rcflnac.lo, 0 recelier tOOSOOO rs. de
rao
Anda continua calar lugido,de*le ,J"
(o do correle anno. do eogeoho de Santo Aa
nbo, fregociia da Vanea, o escravo Silvano i
signaos scguinlo.: levou camisa eccroulade w
da Ierra, representa ler 20 anuos de idade, r
penco larga e lalhada, altura regular, nao I
sembaratado, be alguma cousa fula c lem io*^
denles: quem o pegar leve au meueionadc.eii"
quesera bem rcroni|>er.sadode seu Iraballio.
No dia U do correnlc, fugio da ci*Jl
xo .signado, osen escravo JoSo, de idadei)
nos, ror|io c altura regular, pour.i barba. UJf 1
la de cabellos no centro da rabera, I''""'?*.1
rurregar peso, c lem slito as rostidla- (TO M
ipierdo um luliinlm ; n.ln se fa niensuoj
(Mirquo se suppfic j o Icr mudado.
(oulra qpalquer Seaioa que o dito escravo i
eKralifiea-aegenereMmenle aqliem onre
val piara da lla-Visla, wbrado n. !
Jote Anliio lie Sou-.n Muf
Pro!
va
c niler. ss
PaTi. .1
W. uVaf. -\*
J MUTILADO


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