Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02508


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Full Text
ANNO XXIX
QUARTA FEIRA 10
DIARIO DE
JL AUUSIU IM litad.
PERMMBUCO.
rllX^O DA SrrBSCBJFQAO
iulwrrcve-so 15J00O jKir.innn, o 49000 por
qiiriel pag
atlnnliido, c sWi<)u por quarlcl pago
na rasa < 11> sou proprictario, M. b'igueira
de I ario,naprara daIndependencia, ns. 6 c 8,cno
Hi<
ido
de J. casa dnSr. Joao Pcreira Martina.
Ba|iia a
MareW
l'arahiba o
Nalal i
Araraly
I Caiara'
Marauhno u
Para' o
t. Donrad
a Joaipiim Bernardo Meitdonca.
i Joso Hodrigues da Cusa.
Joaqun) Ignacio Percira.
o Aiiloiiin de Lomos Rraga.-
(iuilliermc Augusto dtt Miranda
(i Joaquim Marques Rodrigues,
a JustinoJ.....Hamos.
OiniM DI 9 DI AGOSTO.
Sobro Londres 38 o Varis, 337 .
o Lisboa, 95 por cen".
Ouro. Olivas hespanholas. .
Moednsdolisfbuvclbas
a de 6>I00 novas
a de '.-' >
Pataces brasilciros. .
Pesos coliimnarios .
a mexicanos .
Acones do Itlico. .
Descont de Lcllras .
Prala.
2800 a 299000
..... I6JKW0
.....16*000
.....95IKHI
..... 19910
..... 18940
.....19N00
..... 10?
,....."Jalla
NOTICIAS ESTRAMCZULAS.
Portugal .
licspanba
Franca .
Blgica .
Italia. .
Alemauba
Prussia. .
Turqiria .
Russin.1. .
Dinamarca
II de Jul.
, 9 de >
8 do
,- 4 de
, 4 do
3 ihs
3 de
, 2 do
29 de Jan.
28 do
Austria. .
Inglaterra .
Suissa
Silera..
E. luidos .
Mxico. .
California
Cliili
Iludios-A. .
Montevideo,
5 de .lu.
9 de
4 de
26 de Jim.
25 do )
10 do ..
15 de Moi
15 de
4 de Jul.
5 do
. T di
IOIAS DO 1WHIHO
S. P.do Sul 3 do Jul.
S. Paulo 12 do J.iin
Minas. ... 2:1 de o
R de Janeiro 26 de Jul.
Babia .. 30 do
Para'. fS de Julbo
Mai.mliao 22 de
Cena'.. 27 de
Parabiba 1' de Auoslo
Alagoas 31 de Jnllio.
PARTIDAS DOS COBJBXIOS.
Olinda, lodosos dias.
Victoria, nasqiiin'as feiras.
Caruar, Bonito e Ciaranbuns, nos dias I o 15.
Villa Helia, Hoa-Visla, ExcOrieurv, a I3q8.
(unauna e Parabiba, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS sa semana.
8 Segunda-. Cvriacol).
M.
9 Terca. S.RomUo sol-
dado.
10 (hu la. S. I.ourcuoo
IMc. 111. I
11 Quinta. S. Tihurcio
111.
12 Sexta. S. Clara v. I'.
S. Aniceto.
13 Sabbado. Ss.Hypoli-
lo o Cassianu mu.
I 14 Domingo. S. Euscbio
ADIXJIOIAS.
Tribunal ioeommercio.
segundase quintas.
/Irlufan'
tercas esabbados.
l-'azenda
tercas csexlasas lOboras.
Juiiodc Orph'i"*
segundase 5. asIO horas.
I'rimeira vara do erra/
torcas o '> SO woin-dia.
Segunda vara do riret.
quarlase sab. ao meio-d.
Agosto 4 I.ua nova as 10 horas, 15 minutos e
osogumlos da mantisa.
12 Oiiajto cresecnte as 3 horas, 19 mi-
nutse lili segundeada maubaa.
o 18 I.ua ebeia as 8 borase 35 minutos e
id segundos da larde.
n OS Ouarlo mingoanle a 1 horae 17 mi-
nutos c 33 seguudos da tarde.
PREAMAR DE HOJE-
Primeira as 9 llorase 18 minutos da maubaa.
Segunda as 9 horas o 42 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
GOVEBNO DA PROVINCIA.
Expedirme do da 6 de ajosio de 1853.
Portarla.Para o coihcHio criminal, i que lem
respondernos tennosda le provincial 11. I !> de
de maiode 1851, os individuos mencionados na
lu-a rclacan, assign.ido pelo secretario do pover-
, por se acbarem incursos no art. :M da inesina
loi, uonicio:
presidente.
IISr. coronel Jos Bernardo Salmiciro.
Auditor.
(ISr. promotor publico, Abilio Jos Talares da
Silva.
Voguet.
II, Sr-.: tcnente-roronel Jos Maria Ildefonso
Jacumc da Vciga Pcssoa, dito Antonio (ionios Lu,
dito igiao Jos Coelho, dilo Francisco Rodrigues
Cnrdoso, dilo graduado Joaquim Caelano de Souza
Cmuaciro.
(.1.......iinicoii-sc ao commandaiitc das armas, ao
presidente doconselbo remellendoa rclac.no deque
tirata, os Iralialbosdo cnnselbo de invostigacan, o
memorial do cx-ajudanlc Joan Hermano de Paula,
Ol como 0 resultado de um oiro exaine feilo |iela
llmourtrii da faienda proviucffll. nliiu ile que con-
(Oque quanlo antes o mencionado conselbo, que llo-
re qnanlo antes comear os seus Irabalbos ; cao
iiiiiuuanilautc do corpodc polica, reiouiinendando,
que manda aprsenla!' ao presidente do conselbo 11111
soldado do memo corno, para son ir de ordenan-
va ao predilo conselbo.
Htlapio quett refer aportara elma.
J11A01I0 liego llanos Falcan.
Jos llabello Padilba.
lu' Francisco Harbalho. v
I irmiiio Tbeolonio da Cmara Santiago.
Joaquim Jos Pimenlel. JA
tro de Souza.
islomo perreira dos Santos,
iquin deCasIro Madeira.
ildo Coelho da Silva.
topoldo de Sou/a Magalhftes.
dligues de Aflujo l.iina.
Jno erniano de Paula.
Angosto Carlos de l.emos Pacheco.
satonio de Allnupieiipie Maranhiio.
Jos Alfonso dos Santos Haslos,
dem do da 8.
(Illicio Ao coinmandautcdas armas, devolved
do julgado, pela junta de jusliea 23 procesaos vei
I Manuel Pe
Juan I din-
Al.......U'
Hei.....mi
Il.1val.l0l
M.i......I II
me. eirecluou de 3,000 lijlos dealvenaria batida a
303000 rs. o milbeiio, para as obras do inMIiora
ment do pinto, mas lambeni oauloiisa a rnulratar
os 33 prancbies de amarcllo o o l.igedo do granito
de que trata o citado oflicio, visto seren neressarios
pala as obras a cargo daquello arsenal.Comuuini
eou-se a Ihesouraria de fazenda.
DiloAoincsmo. reinelleudo por copia o aviso da
repartirn da marinba de 25 de julbo ultimo. 111
qual se deleimina, que a presidencia d as provi
delicias necessarias, alim de que siga quanto anles
para o Maranhao a barca de csravaoo, que se cons-
Iriiio nesla provincia com deslino a aquclln.
DiloAo direrlor das obras publicas, di/endo li-
en nloiradu de h.lier une., admillido na obra da
casi de detenoao o nieslrc carapina Francisco Mar-
lins dos Alijos Paula, v encomio o jornal de 38000 rs.
diarios, c que approva e-sa deliberarn.Commu-
iiiciin-se a (liesouraria da fa/enda provincial.
DiloAo misino,appiovando a despe/a na impor-
laueia de 5:18000 rs. feila rom a compra dos objeclos
mencionados na relelo que ame. remellen, oaqaaei
alo preeMOB, para o expediente daquella leparlico
110 eorrenle me/.Inleiroil-OC a Ibesouraiia da fa-
ienda provincial.
DiloAomesmo. approvaudna pro|iosla,qiiesmc.
le, de Tliomaz Antonio Ramea l'erreira q Manoel
I.eviuo ,1 Aiuorjm l.inia, esto para coadjnvar os Ira-
balbos ilc desenlio, e aquello de osoriplniaro da
misma reparlicao, vencondo cada um SJajOOra. dia-
rios nos diasem que Irabalharem, os quaes devem
solicitar na secretaria da nrosideneia as porlanaidc
appellado, Luit Jote de r'rci
ij
imcacftes i
ninm-se a lliosouraria
iloAo diraelor do lv
dirar informado da nerum
le Iviu enlre OS ediidanti
Joaquim Toivoil.i Privlo
voto ; eque dovo su
ni eiiuiprimonlo de
pie so relncidirem aerJIo imnid
irein do lilulo.Com-
fa/enda.
1 deala ridade, di/endo
a uno boiivo n'aquel-
.1 .-mi:.. Jos de Veras,
o e Antonio Teixoira Pef-
loprelieiido-los, ebama-los
dovore-, o.-idvorli-losde
11.1 forma da lei.
DitoA ihesouraria da faienda provincial, recom-
mondando que mande pasar ao arremalanle do acu-
de de S. lenlo a legunda parle da primeira |irosta-
eAd a que lem dlreflo, v islo aebar-so concluida aquel-
la obra.e ler o direrlor das obras publica- de lavrar
o respectivn termo de reeeliimcnlo prov sorb.Com-
niuneou-se ao uioiioiotiailo direcliir.
DiloA meinia, remoliendo rupia dooreamcrtuj
KUjiplemenlar, que approvo, doaccreaainiodc obras
a fa/or
leudo em
director di
mencionad
poni d
ulnas
obra
liaounliaoin, alio
fllcio, que remelle por
piihl
/icn-of.
Passaram do Sr. deseinbargador Villares ao Sr.
descnibargador Haslos asscguinlcs appcllacftcs cm
que sao :
Appellanle, ojui/.o
Ap'pellanlc, a jusliea; appellado, Manecl Luii de
Pichas.
Appellanle, ojui/o ; appellado, Conralo Marlius
dos Sanios.
Appellanle, ojui/o da fa/enda ; appellado, Alexan-
dre Rnibioiies dos Alijos. ,
Aiqiellanlcs e ppelladoa, Anlonio Coelho de Men-
donra Corle Leal, Antonio l.ins Caldas c Mana
Candida de Magalhacs.
Passaram do Sr. deaembargador Bastos aosr. de-
scinh.irgador l.eAo as scgumlcs ap|iellacoes em
que sao:
Appellante, Anlonio Joaquim Vidal ; appellado,
Jos da Costa Honrado.
Appellanle, Antonio rabian do Mendonra ; appel-
lado, Eslcvao Jos Paes Brrelo.
Appolhmlo, o jui/o ; ippoUdos, Antonio Correa
.Nuiles csua niulbor.
Appetlanles, Allonso BarbON do Allmquerquo Ma-
ranb.ao o oulros ; appellado, Miguel Arrbanjo
l'oslbunin do Nasouncnlo.
Appellanle. II. Anluni Maria do C.i-lrn ; appella-
do, Jo.el.luinlino de Castro l.eilo.
Appellanle. Jos da l'onseca Silva ; appellado, Ma-
......I Carlos da Silva Fragoso.
Passaram dn Sr. desembargader l.eo ao Sr. de-
lemhargadorSouia assegulnlea appellarAea em que
do:
Appellanle, o jui/o ; nppclladn, Joan Jos Moroira.
Appellanle, Agoslinho llamos deOliveira ; oppel-
lada. a jusliea.
Appollnnle, Joilo Cavalcanli deAlbuqucrque Mol-
lo: apiioliados, Uonealo Rodrigues Ildefonsoe
oulros.
A ppellautos, os herdeiros de Caelano (onealves Pc-
reira da Cunha ; appellado*, Jos de llanos
Cainpelloc oulro.
Ao Si. dosi'iuhuri'ador Percira Monleiro a seguin-
Ic appellaeo em quosfto:
Appellanle, Domingos Auluncs Villaea ; appella-
do, Ojlli/O.
Passaram doSr desemhargador Sorna aoSr. de-
embargador Hebelb^ as leguinlea >ppella{ea em
pori|iic
orador.
eamcnlo cada ronlenlarani-so rom pronunriar seis 011 oilo
paleras, di/endo que era islo um discurso, reser-
vaudo-se cnlo o dircilo de pedireni boje a pabivra
para responder.
Ora, eu crcio que scmcmanlc esl>lo beinlcira-
nienlc abusivo lYi/ioi'uuVw'.quoconi elle se oHeiuleiii
direilos do nutros depulados que esblo insc plus, o
que desejam taiiibom tomar parle na discusso.
ijiiciii livor a palavraem una hora j avancada, lo
nha paciencia, fallo mesura nessa hora, |
misa c a cmara lem nhriuarao de ouv ir
al que concla o seu discurso. (.Ipoiadoe*)
t) Sr. Iiii fi Lima : Ncui a mesa falln a es-
so dever.
O Si: (.' que lem npplicaeao para o caso deque Iralo, e ver-
se-ha que o sen cspiriln nao est de aecordo com o
oslvlo que se lem seguido.
(1 art. 13.1, do regiment, di/o segundeo No de-
bale entre ilous opinantes, aqucllc que livor pri-
meiro a palavfa, lera a priorulade da replira. o ()ra,
eu pergunlarei : na osle fado l'm dos iiobres depuladoa pronuncioii,
como disse, seis 011 oilo palavras, c depois dis.e, osle
be'ouieu discurso, nniauhaa pedirei a palavra para
responder, llonve dbale entro dous opinantes''...
Ha neressidnde de replica'.'...
. f/eifMJ .n'i's. Depulados: Nao, mo.
II Si: Hes : Eu ualmcnlcassiui pens. Pe-
co paranlo a V. Exe., que atienda para a disposieau
do art. que cilci, e inesmu ilcsrjnici que a cmara a
e-le ic-pcilo,lomc una deliberarn (apoladOi '. que
sirva de norma 1
(I Si: PmUl
ao Sr. depulado.
so aeba concebid
lid pelo b.....adi
de que desde qu
amos, nunca o ri
1 que desoja 1
ilc.qu,
opia di
las placas de piimeira linda mencionadas nal I
iclnrno que remelle, alim de que futa evecutar as
lenloncas |>roleridas pela mesilla juula.
Relacao' a' que se refere o rnelo cima.
Segundo balalnlo de Infaolaria,
SoldadoJos Seraflm do Saul'Anna,
Fraucisro Xavier.
l/idro Baplisla do Rosario.
l''raurisco Jos<; Joaquim.
11 .MovsesAio.
Domiogos Joaquim do Moraes.
Jos lleiniqiesdus Passos.
11 Manuel Jos da Hucha.
>< Joaquim I'mii/.
.Nono balallllO de infanlaria.
Soldado Plorjaiin Jos lunario,
o Christovao Belmiro.
n \'irginio Jos da Silva.
trnela Manoel dos Sanies Passos.
.. Manuel Anlonio do (lliveira.
Dccimn-primciro habilitan de infanlaria.
toldado Manuel Anlonio dos Sanios.
AnlonluJos Francisco.
n .Manuel Alexaudre l.iina.
Companhia de arlilires.
Soldado Jos de Paula Ramos*
Ouailu hatalhuo de aililbaria a p.
Siblado Iranrisco Josi'" liunralvo-.
Sevoiiuo Vieira d'llorlas.
11 Jo,o Antonio da Silva.
1. Manuel Francisco. .
Francisco Anlonio l'crroira.
o Antonio Francisco Barbu/a.
Tamliem dovolveu-sc ao Evm. vice-preaidenlfl da
Parabiba o procoHQ ilo soldado da companhia liva
daquolla provincia Miuuel Joaquim dos Paosos. eao
das Alagoas o do soldado dooilavo balalliAo do in-
fanlaria Agoslinho de Sou/a Castro.
Dilo Ao rliefe do polica, inleirando-o, alim
deque o faca constar ao lente euoairegado do re-
Biilrn do porto, quo se expedio ordem ao roiiunau-
lantc do cor|io do polica, para mandarapresenlar
diailamenlo aquello lenle, para roadjuva-lo,
una pra^a do referido ror[Hi, qnedeveser mudada
na -ulistluida lodos os dias, podendn o luesmole-
lu'iilc cmeaso urgente fa/er requiscao de maispra-
ra. qwe Ibe ser satisfoiln. Evpedio-sc .1 ordem
de que se traa.
Illo Ao jui/ relator da juula de jnslica, trans-
inilliudo para seren rehilados em ses-o da inesina
juula osqualro procseos verliaes feilos aossoldailos
Juan Tcxcra, Caetano Marques, Manoel Rodrigues
o Joaquim Francisco de Atmeida, osle do segundo
lialalbaode infanlaria e aquellos do nono da mes-
illa arma. Communicoii-sc aneoniniaiidante das
anuas.
Ililn Aojla lie direilo da segunda vara chine,
oliendo que, visto cstarcm ultimados os exames a
! que-e ni.inili.il proeoder nos livros c papis do cor-
do indicia, lio fora de duvida que devem ser laes
ios e paSls devolvidos nocouunaudo do mencio-
[ nado 101 po.
Hilo Ao bacbarel Manoel Jos da Silva Nciva,
recommendanrlo pela lerceira vez que siga para a
'"marca do Brejo, alim de reassumir o ejercicio de
jui/ de dircilo, vislo que miiiln eonvin a boa aibni-
llhlraco da jusliea que S, me. all se aprsenlo
rom a maior brev idade.
Hilo Ao inspclor do arsenal de marinba, re-
iiiiimi'iidando que visite o lelecraplio da torro do
Cullegio, c informe rcren do sen estado e dos me-
lioiaineulos quo ennvir piir-se em praliea.
HiloAo mcsnio, declarando cm resposla ao sen
oficio n.316, que niio s approva a rcimpra que
-ntralo a factura di
arremalanle do. eonrer-
miiiunicoii-sc an iupra<
Ja referida punb
dilo direelor.
IlituA nicsuia.A vista duque Vine, iiifnnnou
em se nllieiu del dncorrenle, sol 11. 317, ruin re-
ferencia ao parecer do procurador fltcal deasa Uic-
snniaria, acerca do rcquorimenlo cm que Claudiuo
Heni-io Hachado pedia, que. sendo recolliidas as
b Iras das prestanii-, porqu se ollcreccii cmpral-
as ditas casas do Poro da Pauclla, peileueciilcs a
Juo Baplisla Pi-roira l.oho. as quaes bu.un adjudi-
cada-..! la/enda publica, se Ibe passe o'competente
llllllo, lenlu a di/er-llie que, as mencionadas casas
devem ser vendidas em |iraca, pela forma indicada
no citado parcoer, que Ibe re.....lio por copia.
Dilo Ao jui/ ise pa/ da Vanea, aecuaando ro-
rebldoa copia, que Suie roinelteii. da lisiados ei-
daduos qualiflcados naquclla freguczla.
Dilo A coiniui-.-aii enc.11 regada de dar o son pa-
recer acerca do rnnieciiuonlo de raines verdes, re-
metiendo paran lim con veniente as jnroi-macc- qui-
dcrai.....delegado dn seg.....lo ilislrirlo ilo-h- Ion.....
o presidente da enmara municipal c delegado ilcll-
liuda. e subdelegado de Pedias do Poso, acerca da
concurrencia de gado nai rcaneclitas feiras.
tribunaiTda" rlacao .
SESSAO DK6 DEAGOSTO DE 1833.
I'ri -n'tii 111 dn t:.vm. Si: rnnsel/ieiro .Izerrdo.
As 10 horas da inauliaa. achaiiilo-se presontca OS
senhores deseinhargadnres Villares, Basto-. I.oo.
Sou/a. Robello, Luna Freir, Telles, Pcreira Mon-
leiro, e Valle, o Sr. pro-idenle declara abolla a
sos-o na forma da lei. *
Jiilgameutot.
Aggravante, padre Ignacio Francisco dos Sanios;
aggravados, o. a.lininislradoios da massa fallida
. do bacbarel Jiiaqiiim Aiilnuiu de l-'aria Abren l.i-
ina.Derain pinviinenlo ao aggravo.
Aggravante, Urbano Miguel da Coala; aggravado,
O julio do orplnlo-.Niln loinaram conbeciinonlo
do aggravo por nao ser rasn lelle.
AppellarBe*.
Apnellnnle, a Jnslica ; appellado. Manool da Silva
evangelista..Viii loiu.il.iin coiibocimenlo da ap-
pellaeo.
Appellante, a jusliea; appellado, Raimundo Cor-
roa de Araujo.Julg.ir.un Ininrocctlcnloa appel-
lacan.
Appellanle, Antonio de Paria Lima: appellado, o
jui/o.Julgaram procedente a appollncao para
se impor a pena corresnonilenlo.
Appellanle, Anlnniol.nl/ da Silva; appellado, O
jui/o.Maiidaram a novo jury.
Appellanle. Jos Rodrigues delivoira l.iina; ap-
pollado. Joao Hermenegildo Burgos UiuicDes-
prc/uiam os embargos,
Appcllnnlcs. a viuva c bordnos de Joao Coelho.le
Araujo ; apncllados, a viuva e herdeiros de Jos
l.eal de l.eino-.Dospre/.aram os embargos.
Diligencia*.
Appellanle. D, Anua Joaquina de Atmeida
Indos, II. Thereza Maria de AtmeidaC
Mandaran) com visia ao curador geral.
DetignacHe*.
Appellanle, Jos Moreira da Silva ; appellad
cente Alvos Machado.
liante, Anua Maria Munil ; appellado, (iui-
rinc da Silva GuilnarSes,
liante, o jui/o ; appellada, a viuva de Antonio
io da Itcssiii reieo.
-liante, ojui/o ; appellada, D. Imbclin
Fcrroira Monleiro.
ippi-llnnies, Jojo Rodrigues branlos o-11
Iher; appelladoi, Antonio Nogueira de Si
sua mullior.
que
Appi
tai
Appi
pal
Ap|i,
tro
Mallo, Jos lavares de Araujo Coil ; appcl-
M, Jos de Barros (urea e oulros.
liante, .Manoel de Re/ende Regn Barros ; ap-
iado, Jos- Francisco de A/evedo.
llalles, Anlonio Joaquim da C.onceieao e 011-
1: appcllados, Anlonio Be/erra tiavaleanli o
son iimbei
Passaram dn Sr. deaembargador Rebollo ao Sr.
dosonib.ugadoi- I,una Freir as seguintes appdla-
coesem que sRo :
Appellanle, o juiu ; appellado, Aniceto Jos Mel-
relles.
Appellanle, Joaquim Lopes da Cusa Maia ; appel-
lada. gueda da Silva Maia.
Appellanle. a adniinislrnc.ln da casa fallida do Jos
Dias da Silva ; appellado, Antonio Valcnlim da
silva Barroca.
Passaram dn Sr. deaembargador luna Freir ao
Sr. doscnibargadur Telles as seguales appcllanies
em quo silo:
ojui/.o; appellado, Flix Dias Chaves;
Manuel Rodrigues l'erreira ; appella-
-1 l-'errera l.iina.
Antonio da Silva GusmSo ; appellada,
; .appel-
outros.
iVi-
A.....
Mu
Ane-
jo.
Api
l.eal
mu-
za i-
Appellanle
Appollanli
do, Man
Appellanle
a ta/end.
Appolli......
Domingo
Passaram A
lembargador
taces em ipie sa
Appellanle, o jui
do (lliveira M
Appellanle, oiu
Joaquim do M.
Appellante, Jogo
Ignacio Ncry da Fonseea ; appellado,
Cablas Pires l'erreira.
lo Sr. desembargader Telles aoSr. dc-
IVicia Monleiro as seguintes appel-
ainara, decide ipie,sini por II votos
EO ; appellada
una.
/o do ausentei
deirns.
liuncalv
D. Clora Joaquina
appellado, Rento
reir ; appellada, -Ma-
.Margarida de Sal
Appi'liantes, D. Marianna Joaquina da ConccicJa
Moroira e sen marido ; appellada, Maria l.opoi
.Moroira o oulros.
Passaram do Sr. desembargador Percira Monlei-
10*10 Sr. descnibargador Valle as seguintes appella-
rOes 0111 que sao :
Appollnnle. Goncalo Fernaudes Cavalcanli
pellada, Auna Correa.
Appellanle. Anlonio Joaquim Frazao
Aune
Ro
Pa
deso
da Silva Castro
Valle
appelb.
lano, Joaqui
1 Maria o oulro.
inram ilo Sr. desembargado
bargador Vilbnes as seguiule
que sao :
Appellanle, Apolinario Pon-ira Badncm ;
do, Manuel Ci.-me de Moraes.
Appellan.....Joan Kollor o. Coinpflnhia ;
do, Manoel Jos de Maglhes Bastos.
I.ovaulou-sc a sessao depois de una hora
ap-
appcllailo
ippellados,
10 Sr.
aes em
appella-
appclla-
INTERIOR.
itio i -iim.iuo.
CAMARA*DOS SRS. DISPUTADOS.
8E8S.VOEM 7 DE JII.110 I)K isv.
Vrexidencia itn Sr. Mttetl Monleiro.
OiT.iinoiilo do imperio.
{Condw&Ot)
Contina <> or^ime^lo Jo Emprrlo.
S.h lii!;i< oapoiadM ;is cmoiKlas |>til>lir.i(l;i^ mt ^o* -
nal ilo BoxIU'fefrfl.
O Sr,Get t/f Sif/urim (irl.innk'm : Sr.(>ri>
si.lcnle, en |'P que te iv-i;ihricra i Inlelligencii doert. I.Vtio rcgl-
mcnlu da c^;i.
Mi ieloa que vio nataamlo deupefcebldoe. de
motli ijiii' ninslilucn es(>lm i|iic .1o iImi-mis. c
quetendem n oflbndcr dlrelloc, Cilanl( por c\cm-
|tlo, o Cario que IidiiIciii se ilcu. AIiiiis dos honrn-
ilos drpiitailo'41herara pnlavra naili'X'tissio dour-
his is dhettkvOe
Ir : Devo fa/er nina olwervar.o
Soi tii'iu quaes os icrmos cm que
o relmenlo na parle, em que lo,
membro ; mus (amlicm he \enlu-
lenho assento nesla ca.i, e ha 1.1
intento Toi entendido pela inaiiei-
Sr. (lepnlailo, c <*sl;. ili leeui arligos. O pmentncalo poni, pan-rc ler
eahido luleframenle em desuso, cm Mneequench.de
urna serie nao iilerrotnpil.i de precedcnlcscareslos
eonlraros Intelramenleen mesmo remenlo.
Bu vejo tem, Ionio a di/.er, que o reaimcnlo se
exprimo pelos termos que o nolirc depulado Ion ;
mas roiilYsso que nao me acho rom siillirienlc forra
o auloriiladc, para reslabelercr r--i di^posirilo do
regiment, que supwmlo ler eahido em desos.
(Signnen iln mrprrzti^(Juerano* nolircs depulados,
que depois de SOOU 'M) anuos em queseadmiltio os-
llo diveno, venha o presidente reclamar pela lii-
leral execurao do reuimenlo '.' [Smttim%)
O (pie DOMO fa/er uuora, he sujclaresla qucshlo
deeisBO da easa ; mas n.lo posso cslahekcer essa ilis-
posiriodo reimenlo, qoamo ella lem caliido em
desaso portAo largo eaparo de lempo.
Arresceiiiarci iumla, quo o anuo passado Ui urna
pequea tentativa para reslahcleeer a ulelliucnria
rigorosa dn rcuimenlo ; mas fui eonlrariado |>ela ea-
mara nesla mtnha leulaliva....
Urna voz: llnmc quein rcrlamasse.
.lli/tiiK Sis. I)rmlmlo* pnlein a palavra pela or-
dem.
OSr, Presidente:Nao admiiio debate sobra
osle pool"; oqne posso fa/er he Consultar a rasi,
quer inanlcr a cxecurAo do relmenlo lal romo osl
disposlo no arl. em queslo.
O Sr. ,tug\t*U> de (tlireira : So para inim he
que se quer o rigor !
O Sr. Corren (/ he fazer instfca i lodos. _
<> fr. 'resllenle : O arlgo de queso (rala,lio
o I.Vi, que se exprime ft$sim(/< rsse arl^;/"); xoucou-
sullar a cmara, seqoerqueealadispoeulo eonii-
OUOa xiuorar.
Consultada
contra '\\.
O Sr. Prodente : l;ii*a cm vigor a disposirJo
do regiment. Muito* alunados, i
O Sr. .tuijusio de Olirrira | pela ordem': Eu
deiejo lomar parlo nesla disrtissao. A cmara sahe
que houlein nao pudo usar da palavra (ilo ampia-
mente oomo desejava, c por isso niio posso deixar de
Slranhar a rrucldadc 'oro quo o nohre depulado po-
i Baliia veio requerar agora aoxeruyio de mu arii-
:o que eslava em desuso....
O Sr. Prefiniente. : Ku n1o posso admillir dis-
russoneslesentido ; o Sr. depulado osla fallando
fura da ordem.
O Sr. Ingmto de Olireira : Quero pedir urna
informado.
t>Sr.'pn*idrnle : )epois do oslar iuslallado
um debate, nflo he permillido a depulado nenhum
pedir a palavra pela ordem, riifn pira moalraro
mellior lucio de dinuir a discuasi.0. ,.1/ioiada* l
(i Sr. tvgUMtO de Olireira : Eu desojo lomar
parle na tli-.cu-.sao, desojo salier do que mudo hci de
proceder, .a
sltgtinsSis. Deputadoti Peca a palavra.
ii sr. Augtutn de Olireira : J ped a palavra,
e nSose me deu. Teiiho vislo aqu eonslanlemou-
le (pialqucr senhor pedir a pUavra para responder,
eser-lbea palavra concodnla ; s agora o pela pri-
meira voz, he que islo so ncga...
<> Sr. Pilente : Ofr. depulado osla fallan-
do fra ila orden....
OSr.jHffuslode OliveirtH Mas Indique-me
V. ElC. um meio porque tlovo proceder.... *
O Sr. 'reftenle :l.eia o nohre depulado o re-
giment.
ti Sr. .luijnslitdetHireira : \lo soi o que di/
o roinienlo a osle resneilo, oque soi he, quo ped
a palavra para responder, o nao so ru deu...
O Sr. I'i */ -*'> : A'-sjn. qualquer Si. depu-
lado, quo (ver voulade de rallar, podo pedir queso
Ihe Indique um meio...
OSr. .Uii/Hslndjtnireira : Uuoro lomar par-
le na disrusslo ; quero fallar...
OSr. 'resllenle :Quantos desojar."10 fallar que
aql o-hio inscriptos!
O Sr. I)nlra0Jior/ia pela ordem : llonletn,
quandodiriga os Irabalhos o nohre vice-presidon-
le. oslando em discussaooorcanicnlo do imperio, S.
Esc. ileu a palavra aonobre depulado,que fallo u
em |iiiiin;iin limar, di/endoque ia fazer a lisia dos
oradores para depois ser lda. I'aroco-mo que n0
so fez n Icliira deesa lisia....
issem da bbe
Jado* e rerlama
im sua
da na-
dcm fa<
FOLIIETIM.
A SOMIIRaIu IEtl<:iliV\l>E.(*)
Pela condessa de Orsay.
de lodos os sollri
TKUCKIltO VOI.l ME.
CAIMTL'1.0 VI.
Mull.* rma^.c,-|. rl* 1 .,ro, I'""1
iMr rH.r? Ou-.n u ni* ilr all dnri-r
rra un an, rrt |.y un cul Mi ili- 1.. mareu-
par K.itte mif vio .! .,,1 ...1, d. re-
B& ] "" me VU !.. i p.1".
.-.rieran f\ pan liirii ,i
t-ner mi unr ,-i.irru lf roconnainHiitp '
ni S,>.
A ama a ifueni .MeliiC ronliou a guarda deGiu-
dilla era una dessa, horrendas rmilheres.ccm veics
inais dcs|ire/.iveisdo ipie os incrcadorcs que faieui o
Iralico dos nebros as cosas d'Africa, ma dessas
niulbcrcs que espccul.ini com n miseria o com o vi-
rio |inra eslabelucerein o mais versonhoso c mais cri-
minoso dos Iralieos..'.
I'iedade^g iicfdo para a crealura desbarrada, que
uso eomprointllc scuo sua propri.i folicidadel Ella
wpia as l'ili.i- i|ni- comnicllc.tst.i lei lie universal i\
iriavel, iiinmiem se Hie pi-.lo -ulilrabir. O so-
pode parecer doce, c prejongar-w ma ou me-
"- leinpn; iii.k o -'viiio. lia, puis, nina certa coragein iniensala,
.....tilo pmle ilo iliino.l.ir.lo |M--.oal no culpRlhl,
l'ioesperap Dunieo de*cu-eno-, que aonJessa lo-
i iueierido,eiquc a ella so resigna, A pais&o des-
ulpa de algunia soi le qucjl. que a ella -u enlre-
1*1 Vide Diaria n. 177.
nli
ua, porque liar, em -i o ger
lenlos.
Porni, verconba o uialdirao sobre essas inulbc
res, que a preco de ouro arraslam a inocidadc c a
inexperiencia para o anysme do virio \'eruouh
osses bomciis, que, suscitando a insiilliciencia dos
ni'.-ios de scducciio quo Ibes sao propros, nao se pe-
jaiu de corroiii|ior por profnele quo adubain seus
vis pra/eres rom as lagrimal da innocencia, c ruin
os rentnos daviritidc, eqoe deliam, rindo,
Mas vicliinas a abjccoilo, o desespero, c militas ic-
ios niosuio, una morle vilenla!
A cssa innlhor'quc vende, a esse homaro que com-
pra a espada da lei Din allinuc ; mas quo responde-
rn ellos a rol que Ibes ha ilo rilar um dia: o Cafan,
que lizosto de leu nno .'...
A ama cm quesillo linli.l o olhar assos everril.-ido
para rcconborcr tm (iindilla, paluda, lri-le e mal
veslida mesmo como eslava, nina dessas choramigai,
que inspiram a esta especio do mulberes um uuiu
insupcr.ivel.
lillas eslimam a {nnoceneia, porque osla lem seu
prern; porm os escrpulos de una innlbor perdida
deque podem servir? A ama, que nao cr.1 |iouco
curiosa, liuliacsculadii a porta, c fra leslemunba
do deslen da moca netas otTera de lord llolrose,
e do HULpalslo pur Kcruaudo.
-Como li.iiiii.ua u .aples, olla eonl
tamcnlu os anlecodcnles de (iiudilla.
cjtoooo Darsegoia sua familia. Assim
virtud, selvagem, e sua aITcelar.io i\v l;
i.....tos indianaroro-na.
A despedida que essa mulher recebeu do conde,
dopos do escndalo deque (iiudilla linli.i sido can-
sa involuntaria, njo era d. naloresa propria a re-
conriua-la com a moco, Ella opi.....lio-a non seus
ili>l>i ilo-, que pro-, levi.i asimples liuinaniladc.
Porm su.i, injuriascabiain nosuuvidos desalien-
tos de ladiltii comu a agua do una cscala sobre a
pedra inscnsivel. Ali-oil no pensamento de sua
ia perfei-
i roprova-
is ares de
ubssoiili-
.-II
lir.
id
el da
o dignava ouv
-jo linda, era
iniajla
IIIT-I
la nem respon-
thir o mais bre-
pio Ihe (lilil ti.
rperava conservar, I
ib-
de
Teniente pnsiivrt da casi fui
rndoa ultima ron-ailacilo, q
esiiina do Fernando,
Qnaplo a carta, que lord Mohoso Ihe linda deiva-
ilo, o o preco pelo qual ello iolgava pagar a fcliri-
dade de toda a vida, quo linba l'm loviana o lan
crnobneiile quebrado, pareca u dosaforlunada mo-
ca um ullimu insidio, una hunnlhacAo suprein.i.
Bala pelo menof ellanSo ora forcada a sotrer.....
(Iiudilla tino papel em podaros com raudc eslu-
pefaoo.lo da ama, a qual, hbil em seinolbanlc ma-
teria, liulia f.irojado o coiili'ulo da carta.
Denota lnguida, quebrada, e levando em suas fci-
efies o ciinhu de um desespero, quo o chime fazia
anda mais pungente, a pobre moca sabio lo-,, pela
madrugada ilo logar maldito, para onde a liona le-
vado.i perliilia do seu irmao.
O proveibio que diz, quu o- lllc-sliio- .,.,.;,:,.
montos niio se reproduzco! ditas vezes na vida, care-
ce do juslcz.1. .Muilas vezes nonuloce, que una desr
graca ia experimentada, ao abrigo da qual nos po-
doriamos so por osla raslu jular, nos ataca segun-
la vez cm rircuinsfaucias, scuilo idenlicas, ao me-
nos ao,ilotas. .
Aiin ni-sse dia (Iiudilla achou-se, como no im-
medialo ao da morle de sua in.li, sosiuba no mun-
do, sem dinliciro, sem asjloc sem amigo, S'imeule
ella nao era mais n rnpariea ilc quinze anuos, ou-
s.miiIii piolir .i llons i-un iini.i miz impla a folicida-
do ou a morle; mas a Divinar ja curvada ao juao da
advarsida.h- aprendendn leutaineiile a resignaeJJoe
paciencia quo Dos enva as almas, que quer purt-
licar. ulr'ora ella pensay em inorrer, agora eui-
,l:i\,i (tu orar. &sn manbaaila primavera, que do--
ponlava radiante solirea Ierra, que o temporal da
veepora liulurrefrescailo, parocia insultar asago-
aiasde ma alma pelo osplendoc de seo eco de azul
puro, polas mil aleitrcs mebidias, que formam o do-
ce concert da ualureza. Iiiuditla so esforoava por
e-i-apai-llios, SSSim conu procuramos fufir do um
compaubeiro, cuja joiialidade birina um. contraste
doloroso com os sombros pcusamciilos, qui.....sop-
priiem.
Ailando ao aeasorella cliegon lofo junio de una
igrejli c eulruu. */
A vasta pava eslava silenciosa, aqu c all algo-
mas mulberes ajoclbadas rocilavalll suas oracoes. A
ehegada an (iiudilla siiqdesinenle vestida, como
ella-, nao dosperlou sua .tendi. Niheiicm so vol-
tou para ve-la, niumiem adcviubou debaivo desse
aspecto calino, dessas loicos paludas e alteradas a
punuonlo dor quo a devrala.
Ella dirfio-sc para o aliar, da Yireem, dessa mu-
llior heiudta enlre ludas as inulhercs, quo a igrejn
denuminuii n consoladora dos afllietos n, c proslrou-
se humiblemcnle diiinlc dola.
Em religiilo cuino em mural (iiudilla era discipu-
la de Momia l'eivpina, da qual a iguurancia henicu-
moes li,ibilos groawlros e viciosos faziam ama atbc-
isla. A moca mal conliecia os principios riiiolamcu-
laes da featbolira; mas em falta do luzes, ella era
SUperaUejOMi como sao todas as almas amantes e
ternas. Ella senta em si incsma cssa vaua ncrcssid.-i-
de de lieos, cssa sede do inlinilo, que distinguen! as
nalurezas elevadas em qualqucr classe, que sel
uchoin. Era esto sentiinonlo confuso, que ella aflo
poda raciocinar nem explicar, quo a linlia levado
a procurar consolaran no templo do Senhor.
Vio pretendemos fazer desla poln- moca um
ovciuplodc cnuvei-.'i.....-lanlanea. Esles milagres
da fracase oluam a- vo/es agunilo a voul.ulo de
lieos, nas em corlas rlausulasTiias quaes a sabodo-
i ia divina nao |MMle deivar do lomar parle, lima
ilc-ias roiulriie- indisplnsavai. he a roueuer.eao
previ. doi'oi'ai;."nidoqiio o E-pirilo Sanio quer fssej
seu tabernculo.
i lia. llludilta -iid.....lo em un amor illigilimo, o
cheia da imagoni de una crealura adorada, nao po-
ili.i .-liiul.i lierlonccr ao creador; mas ajoelhada e
reedhida debaivo do olhar ebeio de compaisao que
O Si: liitroiide de laependg I ez-se.
(I sr. Ihilra lliivha: Naoouv. Indo cu n
mesa ver o incii lime, laucando as vistas sobre una
larga lisia quo ah se acho, nao vi nclla o mcii mi-
nie, que sem duvida fui esquecido ou foi adrado la
para o verso da folha.oquo lie urna njuslica, leudo
sido eu n primoiru que |kh! a palavra.
II Si: l'reiidenle : O nohre depulado llova ler
feilo osla redamara quando se fez a lisia, o noa-
gora. _, ,
O sr. lugunlo de Olireira : Em lodo o raso
poco a palavfa. ,*, .
O Si: lliiindSo : Causa na verdaderoceio, se-
nhores, a um lioniem que, rumo eu, lem vivido se-
parado das lulas publicas, ler de manifestar suas
coiivirrics no oslado ilc irriuirao o que os espirite*
tem ehegado.
lima rm : Tudo eslii nimio calmo.
OSr. Ilrundi'io :Nao osla tilo calino como ono-
hrc dcpubido diz ; polo contrario Icnbo observado,
quo lano em una como em oulra cmara, so lem
l.......do evpressfies acrimoniosas, se lem barateado
insi'nnjcies quasi que allrnnlusas contra essesho-
incns corajosos que solevantaran naoso aqu, mas
lainheiii no senado, paracsligmalisar a inareha lor-
luosa da adminislraro, e eombaler a pollina des-
leal c errnea do eovoino. [Agoiaioe.)
' OSr. Ilurges Monleirn-.Hc KOUU(aoque lam-
licni cabe riiiposicao. .
l> Si: llrwidmi: A opposicao nao loi quein
priiieipiou ; co que inaisadinira, scnliiires, hoque
primeiras evprossesiilensivas, pnrl
ea dos ministros da corda. (Af
roen.)
lina vi,; :Qoeni os chamou corrompidos e cor-
ru|>lores '.*
O Si: lliunili'io: Oque mais revolla beque a-
qoellesqueeilav.ro no imperioso devorde reipeilar
ans representante, da na{ao, coanarocesseni no rc-
rinlo de ambas as eamaraa pari qu.ililira-losilo
eultados, do dbperdicio.de mu partido, de Incon
Icnlaveis oexifoiiles; o linalinenle paralrala-losdc
nula manelrsInleiraroenle aggreariv. aos olbos d
paiz, si'uncnlo porque ellos livcran a inlrepidcz de
levantar suas vnzes f onerosas, contra os aclos do gil
binle que csniaga a nacao. {Apoiudnn; reclama
roe*,)
Que us debate, soscil.dosem una o oulra cama
r.-i rnlrc Pniaioriac niiiinria.selroeassom eipreMuC.
mais ou mellos calorosas, era iialiir.il ; mas que da
horcadosininislrosda rnn'ia, sahisscniinvociivas ron
Ira os elidios do paiz,he o que em verdade nao|Mule
deixar de ser comlemnado por lodo biimein scnsnlo
c leal, por lodos que desojain ver man ida- i
plciiiiude as prerogativa. dea represenlsnlo
ci. lipoiadot.)
Deploro, senhores, qiicnninci'i patl se
los desla nrdem ; sinlo profundamente ver, que a-
quelles queoutl'ora ahr.ic.ivam seus co-relifionarios
como amigos, que com ellos pi-avam no mesmo ler-
rciio polilico, buje porque searham elevados a- all li-
ras ihi pudor, gozando das ilocuras que ello da, so
esqueram do pussado, c nAo se lenibreni do fuluro, a
I.....lo de, na maior pnWicld.de, no recinto da. ea-
maraa, ent lace do paiz, Irolarom do dcsapprcriar a
osses queniiir'ora Ibes presiaram a mais decidida
aillieso, eqiioassjnii-oncerrcram para quo ellos rbo-
gaawm aos altos careos em quo se arham enlloca-
dos.
f o/ ro: : Isso he reciproco.
OSr. Ilranilao: A minora nao lem minis-
tros.
Mas, senhores, em ludo islo ou -
de una verdade Importante em
sanos na tribuna francesa pelo Sr
dizia ello: o Quando osparlido.
bulo que li
odios c ra
ra. o (Apoiadoe.)
;'o:cs: Ca he o contrario.
OSr. Araujo Urna:Al provoeaoocs lem sabi-
do da maiuria, oudns ministros.
OSr. llraiMo: Senhores. dcsflacadamente
liouve um niiiiislro da cora quo no seio do senado
do llrasil oiisoii dizor que a ininoria que imje lem
a corsgem !< so levantar contra o govrno, de con-
demiiar os abusse arbitrio da auloiidado, tinba si-
do arrebanliaia '. Esta cipresillo lancada sobre a
lace do-1.....leus rospeiluveis, o que por mais de urna
vei lem arriscado suas vidas o propricd.de. a prol
dolhrono c da inonarrhia. be api insulto quo sem
duvida devo pasear H poslorid.ido Domo um bnrrao
na historia do acloal ministerio, .ipoitido* e re-
r/iimaer*.'
O Si: Diitra foch&'.A palavra iirreliaiihar he
al muito cluisiaa. he empregada pela escriplura
(1 rebanbn do senhor. (///.<.;
OSr. Ilraiutiiu:tira- muito obrigado .' Scnho-
res, es-es buiuousque forpiam a minora sao conde-
cido, pelo paiz ; os seus premenles, os serv iros que
lem prestado em diflcrenlo. pocas, garanlem cm
seu favor luda a idea do honeslidade, do coragem e
de Independencia ; c paranlo o ininWro que ou-
souilizei no parlamento qlio ellos linham sidu arro-
banbados, ccrlamenle*u nlosonbo oque disse. ou
eslava exaltado pela colera, ou Analmente se achava
por qualqucr oulra ralle com a inlcllgcneia pertur-
bada.
/ 'ma cor :Niin leu o discurso ?
O Si: llviinditn: Icnbo lidu ludas essas dis-
eussocs.
./ misma eos :I. nio eslava arrohauhar,
eslava reunir.
O Sr. Tur/un :lie al uniaoxpressau multe ho-
nda.
II ST, BrandSo :Sera bonita para o nohre de-
pulado.
Mas. senhor. deix.irei do parto c-as fraque c
miserias da maioria ; au Iralarei dolas, por que
loiihu hein eorleza de que he dk naluic/a do insiillu
rofloclir sobro quein o l.-iura. (Apoiadoi.) E. por
lano, se alfiiom do gabiiielc anteada que pude con-
vencer-nos o convencer an paiz de quo lem a razao
da sua |iarle insultando-nos, esta engaado.
fosee :.Vio liouve insulto.
(luiros i-ores : llouvo.
Im Si: Depulado : Al rctirou a oxprossao.
O Sr. Araujo Lima : Niio faca raso do apar-
tes, v adianto.
ojo a xerilieacan
nciada ha muilos
Rover Collard;
iraecion.ini, u
a em maioria, concentra em si todos os
cores para cometa fulminar a mino.
O Sr. Il'anderley : (.lurrcm coiisiderar-seof-
fendidos para ofciidercm. (Apoiados e revhuna-
ce$.)
O Sr. Araujo Urna:Temos sido os provocados,
(cm-sc ililn que somos intolerantes, quo queremos
dominar u governo, etc.
O Sr. Vretidenle: Alleuco.
o Sr. Hrando :Deix.rei, como disse, Sr. pre-
sidente, de considerar por mais lempo o pruredi-
inenlo da maioria para com a minora, o eiilrandu
na malcra examinarci, cumo op|>osiciasjisla leal que
sou, o comporlamcflto do governo.
Sr. presidente, ne-,la oecasiao solemne, que be a
primeira queso me otl'ercco paraanalvsar a man-ha
do actual gabinete, dovo dizor ludo o que pens, lu-
do o que sei, ludo o quo lenho observado, para que
o paiz reconheca quo fajo urna opposiro siocCra
o franca, fundada em principios o nao em mero ca-
pricho de una iinaginarao exaltada.
A maioria (em conslaulemonle .elogiado o coni-
pnrtnmculn dn guiernu, (cm dilo que elle lio um
governo salvador, que ha prestado inqiorlaule. ser-
vicos ao paiz, hav eudo al no seio della quero .11
sosso que nao havia quein subsliluisse o actual mi-
lii-lerio.
l'iua Voz'. Ninguein disse isso.
O Sr. fraiidiio: Salvse minhas nulas nio eu-
ganani.
Mas, perguiilo cu, senhores, quaes fiaoesses gran-
des hens, esses aclos inqioilantcs pralicados polo ac-
tual gabinclc na gerencia dos negocios publiros,
que auloriscm a dizor-so que sem os homens que
actualmente oceupam as pastas, o paiz ir mal, u
oamiiibar.-i para sua ruina ?
lima l os : Ninguein disse isso.
OSr. Ilranduo: Examinemos neniado daso-
eedaile brasilcira, miaguemos as v erdaderas fu-
ios donde |m'hIc resultar a sua prosperid.de, e, se'
por acaso encontrarme, um ou oulro arlo do minis-
terio que leuda a ilesciivolvc-las, eu direi q icelle
promove a fclieidado do paiz. eque a nubre ni.iiori.i
lem razao ; mas, se for oeonlrariu, poderei .fliruiai
que ella apenas o sustenta pur um descrarado ca-
pricho.
l'aiz agrcola como he o Brasil, senhores, no qual
Rinda mo existe ulna industria desenvolvida, era
muilo natural que um ministerio que (ralasso de
meluorar a oondtrao da nossa sociedade, que livesse
em vistas dar incremento u riqueza pros|>eiidade
da naci; cuidaste antes de ludo de proteger a nos-
sa agrirullura, que de dia em da camiiiha para nina
ruina dcpluravel; mas u quo (cm a eslo respeilo
feilo o gallineto no longo espero de cinco anuos quo
goza du poder? Cuusaalguma.
Dir lalvcz que nao lem sido habilitado com nieios
para isso, mas se se recorrer historia dos paizes
oivilisados da Europa ver-so-ha que entro os dous
|iovos, a Franca c Inglaterra, mais adianlados na
oarreira dos progressosc melhoramcnlos ulcis, sem-
pro os gabinetes marcharan! na frente dosses mea-
mos melhoramcnlos em relaijao a lodas as industrias,
e particularmenteil agricultura, tomando por si, o
propoiuln aos respectivos parlamentos, medidas le-
denles a favorece-la.
Kecordo-inc bem, que, segundo a autoridade de
um oscriplor moderno, desde o seculo XV* us diver-
sos Babiiielesiuelczcs lem trabalhaducnni alineo cm
ilcsetivolver |wr meio de um sistema de cflleaz pru-
Iccco a agricultura brilaunica, e ella com eflcilose
lem desenvolvido |ior laes disvcllos muilo mais do
quo era de esperar do lerienu da linilaterra.
E, pos, senhores,seaquellcs minislcrius lem sido
olicitos em promover o bem da lavouru dos agri-
cultores dos seus paizes, onde, como he saWo,"r'
igricultura nao ronsliluc a primeira Ionio da rique-
za publica, porque motivo u gajiinotc hrasileiro,
que so inculca como necessario, e a quein a nohre
inaioiia lano endeosa, niio (em al hojo tratado de
apresenlar um uucu Irahalho que, leuha por liui la
v ni -ecei -a no-so lavoura, quo com lautos cnibar.cos
lula |iar.iul>tcra prosperidadeile que he digna? Ig-
unratelle por ventura o estado rlesaniuiadur eniqno
se ella acqa ? Dcsionliece que, a continuar seme-
Ibanlc situaciin, dentro em poucos anuos a nossa
ngricullura liiara aniquilada, e o paiz. vollar ao
oslado de estrea pobreza? Nao be possivel; por-
que o nohre ministro do imperio o rccoulieceu no
seu rotatorio, quandu de passafem desereveuos apu-
ros em que se aehavam os nossos agricultores; po-
reiu que medidas indicou, que projectos elahoroii
para suhmolter s cmaras em bcnollcio dessa rlassa
inquiranle dos nossos coneidadAos? Nenhuns ; ao
passo que lem sido esle mosino ministerio quo rom
man profusa ha dispendido os diuheiros piiblicus.'
'odos mis sabemos, senhores, que os gabinetes,
lela posico cm que so achain collocados, tero me-
Ilunes nieios para a|irosonl,ir c desenvolver os pla-
nos c medidas concerucnlcs ao melhorameiilo deslo
ou daquello ramo dciuduslna.doque um depulado
isolado. Os gabineles so aeham a frente dos nego-
cios pblicos, lem rolaccs com os paizes ealrangci-
ros, nudo os grande, mclhoramentoi nialcriaos siio"
innliecidos c aperfoicoados; um depulado solado
nao osla no mesmo caso, c no cnlanlo a resposla quo
se ibi quando se acensa o ininislerlo por esle lado,
hedi/or-sc: aramara nao Irablha, uao lem cni-
(ircgado lucios para favorecer lavoura.
l'm Si: Depulado: Qucm be qne di csla des-
culpa?
O Sr. Brandao: Os enhores o o governo; c
domis, Sr. presidente, nministerioapcnasM.brem
as cunaras Irala sii da loi do oreamenlo e da liva
oilo de forras ; calende ello que l'ejtas estas lela, cs-
ia concluida a sua missan; pelo menos nesta sesslu,
primeira a que tenbu a honra de assistir, be o que
bel observado: nao vi um oulro Irahalho alcm de^
tos, o da lei ilo banco, o cmprcslinio i praro do Hio
.le Janeiro, sobre o que, quando bonver opporluni-
dade, .i-i ,-ilfumas refloxncs.
o Sr. A/uigio: Essa lei jiiroi sanecinnada,
O Si: Braniilo: Pelo que, pois, senhores, en-
leudu que a -ii-i.ao do ininislerio aclual lem-se um
infestado da manen a a mais desastrosa para o im
|ierio.
O Sr. Candido Borges: Nao apoiado.
O Sr. Ilranduo:a provincia de Peruambuco,
deque Iralarei adianto, posso aflirmar acamara
que a arrio ininislcri.il, pelu modo iwrquo lem "pro-
cedido o aclual gabiiiele, lem tomado um carcter
iiami das dores o pareca ahaivar sobre ella, a
moca senlia que seus soirrinicnlos se tornavam me
no. amargo.. Urna Untura deresignacao se foi pnu-
ee a puuro ospalbando polas suas feicoos alleradas:
ella esperimciilaia a salular inlluencia dn lugar
sanio, dessa raima magcslosa, que nipoc silencio as
paixiios da Ierra. As lagrimas, que se linli.ini por
assim dizor pregado cm seu c dos olhos romo um orvallio liouelioo, o ella sculio-
so allivada.
Depois de ler implorado o pordito do eo para as
fallas cosen apoio, smoca orou por Fernando...
(iiudilla lembrOu-se do quo linda sido autos do eo-
ubecdo, osenlio qne, nao obstante seu cruel aban-
dono, linba ainda una larca divida do (ralidao que
pagar-lhe. Ella aliciicnau prraulc Dos a mao que
a linba feridn, o amor qne o havia quebrado ; pois
cssa man a linba lirado do lodacal do virio, e esse
mor fecundado pelas lagrimas linha dirigido os pri-
meiroi |iasos, que ella havia dado para chegar i
Dos.
I ni rnraeao, qucnmousinccramcntc, ainda mes-
mo quo lenlia soffridn por esse amor, conserva dellc
una doce c cierna lembranra. Scmelliniilcss pla-
as oromalicas que, brutalmente pisadas pelo- pas-
safeiros, nem por issodeiiam de exhalar seus per-
fumes preciosos e benficos, essas almas muidas po-
la iii|iis(ii;a c polo esqiicrimciilo ospalbam em (or-
no de si s (bosoiuos da lernura c do perdao.
Quando (iiudilla sanio dadgreja onde havia en-
trado desesperada, senlio-e calina, furto o persua-
dida deque lieos viria om sou soceorro na mi-eria
em que saDJcbava. Ella eslava reaolviila em IikIo o
caso a inorrer fonie antes do que fallara te que
seu rolaran linli.l jiir.ulii a I-i-i n.ni lo, nulas do que
i-inliai ai pnrera de suas lembrancas por novoser-
ros. Soaposlelo era gravo e inqutoladdr., a (..i-ii-l-
li nao rinilu-ria oiu Inda a tillado.ale Nayplcs una
mulher caritativa, a.uiioin pu so, e li-
nia apronilidn .1 sua cusa u dcsconliar da fencro-
sidade do oulro sexo.
incapaz de lomar una iieiei ininacao nesla con-
jiiiiclura omli.iiai.-.'iil.i, ella andou lodo o dia sem sa-
lier como poderia cm sua desnudez adiar um abri-
uo para .1 uoilo, e um pod.ico de pao para malar a
fonio que a doior.iva.
Ja o sol eslava poslo, as lujas se fechavam o as
ras se tornavam cada vez mais despernadas. Mui-
la- ve/e- animada pelu aspecto do nina pliv.-ioun-
inia bcncvubi. olla linha estado ao poni de nvoca
.1 earilativa -v ini'alliia que nella se relralava ; po-
nan era relida por um reslo de altivos, c as pala-
va-quo liiiha proparado para mover Qcompaixai*
in a 1 lain cm seus labios trmulos. Todavia ella
cnmprelicndia que era tireciso tomar um partido
quoJqucr.
(Jiiamlo o desalent se ia apoderando de (iiudil-
la
a reparou que eslava nouco distante do quar-
(eirilo, em que inorava a pobre molher, cujo lllho
bavi.1 tratado caridosamenle na poca feliz cm que
eomeeava dchaixa de Auspicios IAo seductores a in-
linacisO, de auo Fernando Ibo dava cada dia mu-
dos (cslcniunbos. Foi ama iiispiraciio que pareceu-
llio vir do co.
Essa mulher era muilo pobre, mas linha sem du-
vida um pedern de pao para repartir com ella, e
umasylo para otrerecer-lhe por essa noile.
Os nfelizessao mais misericordiosos que os ricos,
e a altivez do (Iiudilla nao soulio-se ouendida de re-
correr earidade do pobre, cujus benelicius nunca
liuniilhau. Ella fui a essa casa, u caminbo Ihe era
J'uuiiliar ; mas lia esuerava ainda um ciuel desa-
ntanicnto. A aVimilde morada dessa mullior c4a-
lialiilada poi una ilcsuiinliei-iila .le semblante
carrancudo e repulsivo, a qual disse-lho quer sua
nlei-essoi-a lifllia uuirrido lia pouco lempo.
i.iuilill.i rolirou-sceainbaloaiiilo ; a llilile cahij,
o .11 -.fniaiiirnlo coinocavaa fanlia-la : ella nao po-
da ir mais longo. Extenuada de fadiga e de fome .1
moca deixou-so rahir sobre um bem de peilra, quo
se achava cnlrojuia habilaco c urna casa do paslo
do inni inodcslllpparcncia. (Cnlimar-se-hu.'
MUTILADO
HLEGTVEL
U


prejudicial, o mullo raaU pejigoso do qoo so possa
imaginar. (Apoiados.l Viagei pelo interior, i.....vor-
sci rom cases agricultore ingenuo e iiireros, que
igooram o refolliaraento, c lodos ellos me declara-
i-iin sitas ituciiss contra o gabinete actual, e que
elle pela forma por que matchava nos lovava ao
abjsmo.
> Si: IVanderley: EslAo muilo adiantados.
a Si: Brandao: Sera duvida, e tamben) os da
-un provincia devem estar.
O Sr. Araujo Lima ; Nlo faca cato de apartes,
vi continuando.
O Si: Brandao: Todos, Sr. presidente, eslig-
malisavam a mencira Inconveniente por que o go-
vei no Irala as pni nula duquclle lado do imperio;
todo queiuvam-se do abaudouo em que so acha a
lavoura, do desprezo em que eslios que nella so
oinprogai, dos iii|misIos excessivos que faiem com
que o laborioso agricultor nilo possa ler mu futuro
para si e para -rus lillios. Mas, se lie ole, senho-
res, o eslado do nossa agricultura, se ella definha,
se dentro em 10 anuos lalvcz lei-se-ha rcduiidn
.ousideravclmciile pela fallo de Itracos c pela iner-
cia do governo em promover a colonisaco, para o
Juc fo competentemente liahililadu, o que diremos
o commcrcio verdadeiraineulc brasileiro "i
o Sr. Tuques: Ali! Quer o commcrcio a rc-
tallio!
(0*Sr. Macicl Monleiro larga a eadeira, i/ue
he. oecupaa pelo Sr risrnnde de Batpendy.
O Sr. Brandan: lie un faci incnnlcslovcl
que o commcrcio no Brasil mo |ierlciico aos llrasi-
leiros; por mais de uuia vea do alto desla tribuna
se lem revelado esta amarga verdade. (Hetrangei-
ros quo cliogam aos nossos portes em vez do se in-
ternaran |M>r esso immenso territorio, e de culliva-
ren) esses ca()|ios quo se acliam dcserlos, soeslalic-
ceu) em nossas pravas, c com H prolcccao que en-
contrn) de outros anteriormenlc cslnbclccidus, em
poun tem collocain-so em urna pdelo feliz; mas
ao |Kibre Drasilciro o que acontece Alo lem pro-
teccio, nao lem copilacs, mo lem mcios para se po-
der eslabelecer c arrotlrar a concurrencia eslrangei-
ra, e guerra quo sollre,- romo pois lia de poder coni-
merciar ? Como lia de empregar-sc nesse genero de
industria que em todos ospaizes he un manoiicial
de riqueza privada, o nacional 1 .
Urna VOZ : Entilo lia alguma prolubicAo aos
Brasileiros para nao poderoni enriquecer
O Si: Brandao : '.Nao disoque liajansa prohi-
birn na le, inos o que aramio he quo elle vivem
en prolecrAo alsuina que os lialiililc a entrar em
concurrencia com o ulrangoiro : e a es|ierieiicia sa-
lisliiclut amante dcmoslra este verdade, |rquc ve-
mos lodos os dias quo o cslraugciro. einliora a|M>rlc
is iiiMsas praias sein um leal, dentro de poucu lem-
po lorna-se um grande capitalista ; o que lie, M
sentido em que cu fallo, digno de merecer loda
DOM allcuro |iara mo deixarinos do clamar pul
medidas prolecloras em favor dos Bi.isileiros.
O Sr. /'aula llantina : Aqui se dca-oiihecc i
poltica nacional.
O Si: Taquee: Isto lio impoltica, c n.lo po-
ltica.
O Si: Brandiio (liara o Sr. Taques I : l'dc ser
impoltica na iulclligencia do nol.re dcpulado ; ma-
na iniulia intelliuencinhcsempio importante discu-
tir intoresses da uacAu hraslcira [apoiadot), do
povoque sollre, que paga Iribulos e que mo lem
prulecrao alguma. ( Ipniadot.)
II Si: Tuque,: lie impolilira querer que c-
uhain eslrangcros pora seren escravos dos grandes
pi opiioi.ii n... e mo lereiu liberdade de cumiiierriar.
(.miado!, i
II Si: Brandiio : t) iiobrc ilepuladu nao inv or-
la afinadlas proposito*, nao lance mo dcste ex-
liedicnlc para envenena-las.
Eu nao quero excluir os cslrangeiros de negocia-
ren no Brasil, vendan), tragam os seus capilar-, ve-
iiliam luesmo em grande quanlidado ; mas digo que
por nlcresse ilo nossn paiz llovemos proteger os nos-
sos palriros, para que ufo quera em pcior cond-
lo do que elles, para que mi sejam esniagados pe-
la concurrencia eslrauueira.
U Sr. farras : Se oto explicar cusas medidas
de prulecrao, a sua idea pode ser considerada como
socialista.
O Si: Brandiio : So se fiir no entender do uo-
bredepulado. Ilei decm lempo opporluno apresen-
lar algiins projerlos de Iri a rsle res|ieilo.
(C'ruzam-ie differenlet uparles.)
O Sr. Premenle : Alien.;.
O Sr. Brandiio : Sr. prosdente.admira romo a
obre maioria qu-v fuer anfora palma na hotva
de um deputado da minora ( apolddote an upnin-
dot), como procura envenenar :'- ;\prcssoes de um
reprcsenlantc da nielo, que defende os interesad
brasileiros e causa da patria, pois que para islo lie
que fo mandado a este lugar, i Muiloi apoiadot.)
. Mas corra slo por cania dille: einqiianlo a linio.
direi sempreque lie neoosatin prolcgei o conuner-
cio nacional.
O Si: ferrasfNinguem diz o contrario.
O Si: Brandan : tls scnliorrs o dizem.
OSr. Ferraz: Esla completamente eng-
ate.
Urna eos : t) banco j fui nina medida de pro-
lei'r" ao i oiiiinoi, io.
(lia tmlrot aparten. )
I) Si: Brandiio : Sr. presidente, continuara as
insinuaroes, e cu as repulo com lodas as inhibas for-
ras, proseguindo, como prosigo, lias considerar/es
qoo Ir i, I,,, a Tazcr.
Em 1817 ou IS18 o partido que boje conslilue a
opposico radical pedia medidas prolocloras para le-
vantar o commercio nacional do abalimenlo em que
se acbava, o neulralaar a preponderonria eslranaei-
ra, que se foziasenlir em nossas praras : nada le/,
porque se Ibeohjeclou cora os tratados etislenles;
no colando o mal, qoe ninguem negou, contina ;
lie mister, pois, reniedia-lo, prolegendo os nacio-
naes ; mas anda nielo o gabinete, que vive lia lin-
eo alios, lem mostrado o sua incuria, a soa falla de
patriotismo.
Senliorcs, sem a prolccro dos poderes pblicos
concedida aos Brasileiros, nunca podcrenius ler em
grande escala um commercio verdaderamente nacio-
nal... < llcclamardes.}
O Sr. Ferraz : Aponte cssa prolccclo.
O Sr. Brandiio : Bom -cria que em vez do me
iiilerrom|icrcni, oradores tilo ilislinclos como sao,
pedissem a palavra para me responder...
II Sr. Dulra Bocha : O n.esmo di/.ia eu quan-
doorava o Sr. Kibeiro, c os senliorcs nao me allcn-
deram. Mas, nao! nconimodam-sc quandu eu fallo
nrala linguagcm '
O Sr. Ferraz : Eu ralo atropello ninguem.
OSr. Brandiio : Diziaeu, Sr. prcsidcnlc, que
era mister proteger o commercio brasileiro ; o que
o governo dcsgrocadaracnle nao bavi.i frite, e quo
por niiiili.i parle eslava resolvido a aprcseular pro-
Jeclos ueste sentido. Compre levar adianto as rui-
nle ulwervarocs.
Um Si: Depuladn: I'de aprcseular que sern
liem viudos.
f O Si: Brandte Temos, senliorcs, una moci-
dado vida de liaballio. de esperantes c de futuro ;
em lodas as provincias do imperio ella quer oceu-
par-se no commcrcio, mas como o lia de tazcr se iicm
ao menos na prolisso de calxeiro pude vencer a con-
rurrencia cslrangerra t O nacional que se dedica
vida de raixeiro lie |ierscguidopelo servido da guar-
da nacional, |iclos paradas, rondas o milite* oulros
encargos que nesam sobro o cidadao brasileiro; da-
bio desgoslodo paira c adespedida do caixeiro.
( Heelamarei.)
O eslrangeiro, porm, que mais fcilmente ennse-
gue orraujar-se, nada lera que o impci..i i continuar
ero sua carreira, pnrquc nao be guarda nacional,
no esl obrigado a concorrer rom o sen conliiigeu-
'lc para a segurauca publica, e quanilo lia qualquer
desordem nAo sabe de -na casa...
OSr. Ferraz : Quer que so cnlreguc as armas
a elles ?
OSr. Sllteira da Molla: Quer que se entre-
guen) as armas ao eslrangeiro 1 Anlcs os drixenios
ganbar dinheiro.
) Sr. Brandiio : N.lo me empreste illacocs que
se nao pdern dcduzir do que cu acabo decxpcioli r.
Como, |iois, um caixeiro brasileiro pode em laes
rircumslanrias entrar em roncurrencia rom o es-
lrangeiro ?
O Sr. Ferra: : E qual be o remedio'.'
O Si: Brandan : Eu uponlarei em lempo,
llavero |ior ventura, um negociante slo grosso ou
pequeo tralo, que, pudendo facilmonle adquirir um
raixeiro livre dcsles incommodos, quo possa emprc-
gar todo o lempo nos trabalbos do seu estabelerl-
menlo, queira milro que viva perseguido, com no-
lilicarocs. guardas, piradas o oulros serviros da
una na liBCoiial'.'
Um Si: Depulado : Jaso llics lemfeitoalgiins
favores.
O Sr. Silaira Ja Molla : Jn existen) alguns
raiieiros isentosda guarda nacional, creio que dous
ou Ires em cada casa de conimcrrin do grosso trato.
a Sr. SIMtOi e .limada : Elles se qucixnm
mal 'dos dassanloulo"que da guarda iianonnl.
OSr.BrandUo : Vf'-seporlanla, Sr. presdon-
le, que era um dos assumplos mais imporlanle que
deveria merecer alinelo do governo obalnlilor jo
por medidas suas, i por proposlas apresenlada- im
cmaras, o- nMlonaea para poderem entrar em ron-
crrencia com m cKlranocinis na vola eominercial,
pois que do contrario- terrinos de ver por mullas ve
es, romo temos viste, sahireni inulos capllaes do
im..,! |w, sem nunca niai- a elle uMarem, o que
fsii rom que o Brasil nunca leuda ma nque es-
lavel e coIombI qoe Uio perlenca.
le, ler lido na collccjo
governo para promover
O Sr. Ferra: :E qual o remedio para hso?
O Si: Brando:Nflo he lio dlfcH como julga.
At aqui, Si. prrsiilrnlo, cu Idilio IralaJo dosdoui
pontos principaes que di/.em respeilon riqueza n*
clual, a ngriculturo O o onimorcio ; agora cxaml-
re o estado poltico do Brasil; indagare sea l-
elo do governo se lem manifealado do um modo be
icflco sobre o populatAo que s cha csteudida prl<
raparlo.
I.embra-mc, Sr. presid
de Iri- una que babililou ,
inclburamonlo da saudc publica na corte e na,
provincias do imperio Icinbro-mc lanilicm que nel-
la se cqMeran duas ou mais lotera, alemdeuma
ionnnaMbO:"* para Iralar-se dasaude publico,
rcaudu-sc urna junta cenlral de bygicne na capitel
do 'impeli e juntas parokM as oulras provincias ;
Icinbro-me, lualinenle, qucse.mpoz ao govoroo a
obrigacAo de, na pruneua sessao da asserabloa gcral
legislativa, dar cania do einprego desses dinheiro,
das medidas saailarias que liaviam sido ndoplailiis,
mas o que tez ello de semelbante aulonsacAo ? Por
vonlura Iralou da saudc publica"! I'rocurou mc-
Iborar a condlclo dessa populacao quo se acha dis-
wmnada pelo literal do Brasil, aondea febre ama-
rella Inn feilo espantosos estragos Era que par-
le, senliorcs, alera da corlo, lem o governo cstabo-
lccido juntas ile bvgicue publica I
Mu nm uparle,'.
O Si: Silreira da Molla:A febre amarcllanao
lem Hiedo das jimias do hygicnc publica.
II Si: Braniliin :Sr. presidente, lima medida de
lo alta iinporlauriacoino a de que se trata, porque
i quo o liomem tem de i
llii
que b.
vid
II Si: Iprigin :A honra be
II Si: Silicira da Molla Poticamente dizque
a honra tic incllior.
II Sr. Ilrandn :\ vida o a honra.
Lina medida lAo Imprtenle, digo eu, nao more
ecu do iiobrc ministro do imperio o cuidado que el
le a tal respeilo deveria ler ; do que concilio qui
S. Exc. em Benbuma conla tem os snllrimciilos di
popularan, lie verdade que em niiiiha ptorincil
lnvlaom rousrlbo de salubiidadc publica; na:
lambcm be corlo que era una insliliiir.io provmci
al, e que por nina le da resperliva asscmblra dei-
xou de cxislir ; o leudo a febre ainarella ui.i.-aili
como este graasando nella, nao sei porque rallo (
nobic ininislro do imperio cruza os bracos, c nai
hala do por em pralica as ululare providencia
d'aquella le.
,//iii uarle i.
Se creou I junta foi depoi* da inhiba viuda...
f) Si Iprglo :I'rocurou o lado mais fraco pan
o son discurso. .
O Sr. Brandan :O que Im do illier o srnliur
Tratare! do oulroquc lalvez llie paroca mais forlc
Se pois, Sr presidente, cate ramo do serviro pu
blico, soccorrido comanla liberalidad,) pela le di
que Iciilio IMad.....Ao inercceu a alinelo do Sr
ininislro do imperio ; se lambcm nln lem mcrccnli
os cuidados de S. Exc. otilro ramo de n.io menor im
porlanria.quebeacolonisaran, para a. qual l-.xc
Uvera aulorisir.io para r.i/.n graudes despojas, roo
formo se arha coSignado na le das lenas ; su alen
de ludo is,.....Sr. ministro nao ten) halado d
ado brasileiro conlra o ministerio ? Quando
iMsa nulabilidado na idade sexagenaria, edepoisde
lor percorrido loda a escala dos allus empregos do
E-lado, quando oulros senadores nolaxcis por soas
alias inlelligencias, o ccrysolado patriotismo levan-
tan) a voz contra o ministerio, he porque na
verdadoa medida estaclieia de mais.
Htspondeu-sc-lhe no senado, e particular-
mente ao uobro vlseoode de ()lnda,dizendo-se-lhes
que elles viain as cousas pelos olbos nlbeios, queev-
ageravam, porque as informarOos quejjinham erara
eiageradas.
O Sr. Aprlgio: Anotado.
O Sr. Ilrando : Mas quom disso fslo nao re-
fleclioquco nobre visconilo de IIInula tem nma
ratto bastante osrlaroclda, tem sobrada experien-
cia, it-ui sulliciente prudencia para descrimnar o
exagerado daquillo do quo o n.io be, o quo igual-
inenlc aconleco oos oulros nobres sonadores quo
lem fallado conlra o gabinete. O nobre viscondi
conserva em Pernambuco muilas relaeoes; lem all
sua familia, possuc numerosos amigos, esl por co)<
agdjnle l......intoiradode ludo quaulo se paM na
quella infeliz provincia. Pelo que, Sr. presiden-
te, so nao fossein causas muilo graves, inolivo
muilo ponderosos, ello nAo. aleara a voz nosc
nad.....lo esliginalsara o ministerio actual..
II Si: .Iprigia : Noto que elle foi do minis
lorio doUde seleinbro, desde quando os Sr di-
zera que lia desfcilos c erros.
Oulrot aparlen te dirigem ao orador.)
II Sr. Hrando : Entendcni os nobres depu
lados que rae dio apaites.que eslou aqui advogan
i'seiili
BTd
-
aguem
up.
rea.....ir ideas,
i dillrreiiles ra
i'jncoino-r |.o-
qu
ib
iBerli
OS
disse.
OS
Eu
.s>7i
Brui
-pi
13o:Ao
gora, Sr. pi
al da ponina
i ministerio se le
a, provincias do I)
Tenho prolundn pezar
,lo por lodo osle ledo d
oile.asroiivie.ws, as,
aaihuinislrar.iodoarlii
urdidas provcltosas
10 ila publica aillli
i diz,-, que o gab
rofai parte bonecc
io paiz quera pussa
da Molla :Iss i
uio-tenlu
lente
ao paiz s
llisliae.i",
tele de q
itire
lo os iiileresses de alguei
II Si: Iprigio : N
islo.
II Si. Ilrandiio -. Talvcz se permidln que
quero Tazcr echo na tribuna para lisongear a este ou
aqnelles, mas cugauam-so redondamente,.,
O Si: .Iprigin : NAo apoiado, ninguem penal
islo.
II Si: llranilao : Explicando-mo assim, Sr.
prc-ideiilr, lenbo preleinhilq manifestar con
dao o que se pana na iniulia provincia I em
pontos do llia.il de que Iculu. conheciment
ipie se o n.io lizesse, Irahria nao s a miiih;
missao, mas lamben a monarebia. Conliei
n oslado do paiz nAo lio lisongciro aO minis
por s-o o declaro, para .pie elle niellior a
ou arripio carreira, ou reda as paila I q
conlianea concille os es|
les, e rcslabehra as com
ulros
; por
obre
i que
sad'o,
pela
ilos de lodos os dissiden-
cres amortecidas. Pourn
uieiinporlaq
lisura.....o cu
mas lenbo lod
uarrbia, para
ineii apoiu ao
Porm lem-
Inn frito o in
para que se le
OS leus aclos t
roer o quede
avoiadoi t
drvia.Sr. pro
de una vez le
poderes ; |
icslesou aquellos nuil)esquo
alo das iinssasnolabili.lades polilicas,
nlcresse no beni da uar.locda ino-
iAo conceder, como nao concedo, o
eliial gabinete.
idilrpor mais de urna vei i oque
lislorio'.'o que lera elle pi alenlo
me urna opposicAo lio lorie conlra
. Eu responderei : leu) dcixado de
ia,e lem MIohoUo que nlodevla,
3o apoiadot \ lem lello o que nao
denle, porque o ministerio poi mais
i invadido as allribuire- dos......os
le ileseracadanicnle lera marchado
ola
ipil
lodos i
ubslillli-lo
ida ningu
sToesc
ol
porque >
f.
.....
par.
1110,ll
dif-
que diz reepoilo u
ii bavido para com
asll.
srnhore-, de di/.er que se
ranerio.ao menos peludo
eneas relativa .i bondade
d gabinete callo
mente moras i geralmenle so ert que elle s Irab
de formar una oligarchla para si, e que o rcslo do
Brasileiro ulo Ihc meioce comiderarJlo. Larra ni
populaclo d'aquelle lado do Brasil! idra, a persua-
s,io piofunila de que o gabinete so di-liiluie u- teui
ravore, -. i.....ligalisa as suas graca aqnelles qui
loiniain "in ,-irrulo sen. ospcrialmcnle -ni : slo lu
un i verdade bem assusladora.
/ m Sr. DrpulaJo :He accusnrau(|ue vai ler I
I iodos os ministros.
OSr. .Iprigin :-lslo sin), he mao.
II Sr. Ilrandn :Para desengao do governo
liomens muilo dlsliuc.....la inaioria lem reconhecl.
do a exarlidao do que arabo do expender I O mcii
nobre colica por Pernambuco quehonlem rallou
mi Impugnon antis ..ic--oii que rom elleilu ex-
i.ti.i ligninacous.....gravoa semelbante respeilo;
Olio disse que o larlos servan) de deinunslr.ir.io,
mas que elle esporav o.......; en porem, e oulros
collegas mena enleudemos que nada havi que es-
perar de semelbante ininislerio, pois que ha.) anuos
que elle Ilude a expectativa publica, queieudo con-
servar-se baja o que hoiivcr, sull'ra quera sollrcr,
praliquem-ee iniquidades o Injinllea por loda a
parlo, comanlo qoe ello frua as docuras do poder!
Por ventura esle e-lado de colisas, este sccplicis-
ino, iiAuser nina ver.ladcira calamidiule pira o
pail l De corlo que sim. porque Inda a vez que as
rrenraspolilicasmoirein no corarAo dos bonicos, e
mu nao acha apoio sincero
eiiorvenluraelle precisada
pie lli'i piiiliaui prster nlo
ti briCOS cora dilliruldAites
.pi
o dcsconlionca, a poltica
.gabinete lia adoptadopar-
i norte do imperio, lem Ic-
pirilos a persuado de que
!er a felicidai'o do Brasil;
a rvislcnriabe una calami-
te ho que .
em parle ligrimo,
coadunaran d-aqu
aoncontra, oenlaovo-
que au podo vencer.
Osvsleniadaexrlusai
sonihria ejeniilicaqui
liriilarinenle para com
vadoaqnasitodoso- e
Ulo be elle que lia de f
equpelo contrare aii
dado publica.
.Nao he-o I
notei be.....pi
porten
a ra/.ii
(( Sr. Jprtgio:NAo be o Crar.i. sAoalgnns Sri
depulado-.
o Sr. Brandan:Esla engaado; cu conliee
mais o C-eara que o Sr. depu......I: xiajei por lodo
centro,trssi pioviuri......
II Si: .iprigin illoiilem ouvi um Sr. dcpulad
do Cear, multe digno do concelto....
n Sr. Brondo Qneisi-M o Ceani.q.....h.....
Ilio Grande no Sol, queliam-w oulras provin
ubiiro, senliorcs, quen
m-se provincias gualme
no aquella, quena-seo l.e.ua ci
!NAo lie o Cear.i. liollg
sequ
'lilr
escom
iue Mi
pnnri-
,.,./po-
leclarai
Irada errada pelo que rcs|
dos teusrepresentantes as provincia
Inn sido Dlrauho quilloque i
pios devia ie-peilar,i|iiero fallar das eleii
do.,;
Tcubo ouvidn ns oradores da maiori
quo o ininislerio se nao cnvolvcii emelcicoes, que
ellas corrern) livi emente ; mas perdoe-me a inam-
ria. eu mi pono prrslar-lbe o mrii senlinienlo.
OSr. 'aula Haptitta: tlutitapartequcniioou-
II Si: Igiiiar:Olbc bem que nao son cu que
eslvc dando esses apartes de legua e nieia, he o
Si. Ilaplisla.
O Si: Brandiio : E, senliorcs, o quosigoOcl
es-e rrrnlliiinenlo quasi absolulo da opposiro ra-
dical naseleiroespassail.is-.'
II Si: AprlgiO'. lsso s foi em l'ernainbuco.
() Sr. Pinto de Campus : Esl engaado,
poique l vencern) em I ou .". rollegos.
Crusad-te rarlot aparta.)
11 Si: llrandfin : He um farlo nolavel na his-
toria dos HI..-I. pail ; parece que I compr
Influenciado governo nlo deisaram de man
sr pan embarararem lopposicao a dispuiar
rilo, parliriilarinenlc na corle o era celia
reala
ele
. Dulra llnrlm : Na ininlia dispuluii-a.
I'uula Baptitla : d um aparte que n,ii
O ,
() .
uvin
ll Sr Ilrandn : KiuquaiiUi ao municipio
iciilrou iraprensa e a tribuna lem denunciado a
imenlivel allitude que as musas lomaran) na cicl-
an ile ruinara edejuizes do paz.
(> Sr. .Ipri/in : A CinJir vai muilobeui.
II Sr. Urmidn : Sei, porque O jomaos o di*.
L'i,iin,c iiessoas muilorirrumsperlasme allrmaram,
uena provincia do Ri do Janeiro o governo n-
iuin na elecSo, aponte de mandar delar surtes para
escollier os candldalos,
II Si: .l/irigin: Islo he la com o Sr. Pc-
Ircira.
O Sr. I'eilreira : Nao esta bein informado.
O Si: Ilrandn : No senado lem sido dilo : se
.ao ou nflO verdaderos osles fados, nlo uaranlirci.
as o que he verdade be que elles se acliam nodo-
minio ilo publico, e que lem sido discutidos no se-
nado e na imprensa.
Deiurei, porm, aeieiru do drpuiados epassi-
rei a da cmara municipal.
Ouc motivo leve o Sr. ininislro do imperio para
nullar^ clrirAo da cmara do municipio iieulro,
on-ei var 10 iuesino lempo I dos joUea do paz
O Si: .Iprigin : Mas as urnas
II Si: llruadiio : Poisbradinis
lcleirao.b cunara muuiripalale
iaMc juBes de paz, qu
iiullancanirnle?
f> Sr .Iprigin: Sendo
pndia nina licar prciibc o nutra
OSr. Brandiio:Din
liara bavor irregularidad
'apoiadot ; porm, o Sr.
Inoslro......-eu avi-o de a
qi.c o delormlnaram
a municipal c ItlO a
difcl
lilil
: enrorpe
as dille
les.
ill.ir-
v.di-
ad,i c
Hites,
) St. imii a /.'"r/oi :Nao apoiado
i Sr. Brandiio :Ouclia-so o lli
alguinas um
tirando 'b
obe S. Pan
ida inii
noVIo :-l.)ucixa-sc
Sul.ipieixa-seS. I'aulo....
OSr. .Iprigio:lloi.Sr.-Nel
'll's'r. Ilraiidn:r O nobre depud.il
perdono hatillo de iRr aparte.
II Si: .Iprigin : Nao don mais, e al pode
deixar de l'azor mciu u drslc mea aparte.
U Sr. Brandao: Mas, quando me..... fosee
una nica provincia que se qucixasse. nao liuha
ella o dimito do 0 tazcr '.' Nlo eslava no caso de
ser atlendida 1 Nlo llnha dirello de reclamar con-
tra as Infraccocs da consliluleAo, que considera i
lodos os Brasileirocora dirello iguae, segundo as
suas habilllicoc e lalenlos t Conlra os ahuto e
erros falaes que o uiiiiislcrifl lia pralrado 1 Cerfl-
ineiilc que sin., porque lodos que se acliam mullid-
las eirriimsla nrias lem du cite consideraran pubhra,
que o ministerio caprichosa c deliberadamente con-
cedo a uns e naga a oulros....
O Si: l'auli^llnplisla: lie das alleires indi-
viduar..
O Si: llramln : Sr. presidente, cu nao posso
sei -u-poito do mudo alai.....porque nunca preciso!
do ministerio,.neni eraras a lieos, hei de pcecisai ;
vivo inlciranienlc iiidependcnle. os meiis colicas o
aliein npniaos ; nao sareco das coiicessiies e fa-
vores niinisteriaes. .
Prtenlo fallando dcste modo, fallo com perfeila
iraparcialidado....
Urna Vis I Como as oulros.
II Si: Brandan : NAo duv ido, mas Iralo de
inini. Timben nao lenmr offeroa de minislroal-
gum, port|iio ha pnuco lempo lio que livca honra
do os ver o conbecer ncsla casa ; por ccrnseguinte
pens qoo MlBdo-w o que arabo do referir, a c-
mara deve ver em uiinhas palavra, neo i.iauitesl.i-
coos ciagcrailii, mas o'senlinenlo profundo da ver-
daile ; ao menos encaros flelos da maiujia porque
rae leudo pronunciado, e assim os apreciando como I
minha iutellgencia coiuprehende, vejo que o nu-
nslorin marcha da miineiro a mois desgranada,
principalmente para cun as provincias do Norte,
onde a sua acc.o assemclha-so ao vculo maldito do
deserto, soprado pela ira de lieos sobre as popula-
coes qoo as habilain. (Apoiadot e no apoiadot.)
O si: Aprigio : Isto lie muilo ; lie nm bocado
de poesa.
II Si: Brandao: Vio so encoiiira Salve/, nes-
sa- provincia, e principalmente 1)1 de Pernambuco,
um lii.inrn quo nlo maldiga o actual ininislerio,
porque para Pernambuco principalmente a poltica
por elle seguida lem sido jesutica esombriide
mais. Euiiem .liria, Sr. presidente, que humen.
muilo rrspeil.ivri-, ,|u.....sonUm daquello lado,
qneni dira que una das nossas primelraiiliuilrn-
res, um anci.ao venerando pormuilos titulo- qual
lie o uobro Sr. visconde do Uliiida, alrario a voz
lamnenle a c
. Exc. diz le
iissoeleiloral
ler de-la f"l
ambrina as el<
lilil.
Eu nao cc.nl
nli.irain nc-se
bre depulado que pn-
'nina, c na oiilia nAo
........sin. do imperio ni.
annullacao, queso mol i
i invalidar I elelcao di ra-
le jui7.es de pjz ; pelo con
miliam expretsoos ipieilAn muid
,ler,.que as irregularidades qu,
mirado, sr referen! a lodo o pro-
o enlrelinlo, rejo o governo pro-
veja que elle qu;........he conven,
is, quando Ibe nao conveinusan-
icro, Sr. presidente, os
negoei.....lo sei iy|uq
ii; mas perlenrain a r
se o povndi.innnirip
udivi.luosqii
lado polilic
innuiiliau qu
i os clegeu.
ovlo popu
qu
nolavel o
foi que .'
ilricavel,
onler
di
alia
um;
eu li<
quaii-
i-sedi
O do-
lar
rti
? que iulei |
cimente Por
i pode serranil
amara, i.iin u
Rltadat,)
cxaclo. lodos scnli
elles pcriei
pcrlciirerc .
Sr. ministro do imperio devla respeitar
lar.
Porlanlo.sciihores, einqiianlo o Sr.
uo explicar as razos que leve para a
cetelo o ronlirniar oulra, uir pennilli
que siispcilaniln di auiiulbtcio da tta rain
ripaldo Itio de Janean.
lima rirrunislanria.....ilO
do ni i hruu.'i a esla corle, i
niciiul em protenca do ui
meio de um labvrl.....oine
lo,,;., armada para sr pode
espirites; eoquesig.....ea
se pude dar a semelbante ac.
que.....al.pier .pie ella soja,
voravelao gabinete.
OSr. Jprigio:N(oen
dios que ara la r.izer consol
ii Nf>. Brandao: Foi
Ins.)
O Sr. iprigin: lie
' OSr. BrandOn :Creio, Sr. presidente, quaJhA{3
hiiiive Blguma cu-a de evlraordinario ; nao era pos
.vcl.quc liomens quo m icliam na oppoMCIo radl
al, que nlo lera o poder, quo nao lem molo de ac
eio, fossein perturbar os trabadlos da cmara mu
liripal, para o governo cora lodo o sen poder osara
I"'11"'-
Deaejo, pois, a esloreapeite.....vir o sr. mlnWr.
lo imperio, para tirar rom os mcu- cnipnlo des
laoecidoe ; visto como retrate estes fados mu gra
re, mormenle por lerein occorrido na capital di
Agora,Sr. prcsidcnlc, scja-nic pcrraillido fozer l
ueiras obaarvacoes, sobre o que disso o nobre depu-
tado |iela Babia, es-presideulc da provincia do Per
nambuen, quando falln lia dous ou tres dias. Na,
posso deixar de notar, quo o nobre cx-presidcnle
apenas clieaou a r-la rn-.i..edeclarenrm aherlahi.s
lilidade conlra lodos ns depulado de Peinanibiico.
coiisliliiindo-sc como quemorlal niiiiigodelles, sen
todava, no mcu entender, ler para isso rano ptau-
livol. .Ipnindi'.-niii.i a/ioiadot.)
Eu pelo menos, soaantlo pens, nunca o olTendi,
porque empre viv lima vida inleirainciile retira-
da ; anda assim incorri do desagrado de S. Exc.
une nlo penle orrasiiiode nlanid-shiros sriisranro-
resconlra i drpiilaci, Per.........Urano. Indas as ve
/os qoe so Irala din negocio ilaqurlln provin
i ia.
ii sr, Iprigio i Nlo lax ionio repellii u olren-
sasquose lira dirigen).
O Si: llrandim : Nlo posso, pois, anido qui
queira, deixar do dar orna breve rcsposlo ao ex-prc-
'
I
denle de Pernambuco, porque seu modo de eipU-
car-e, magoou-nie profundamente.
urso do nobreex-presidenle, foi urna verda-
deiradiatribe, foi uraa ealilimrii horrenda contra
a dcpulBclo de Pernambuco, o eu como depulado
por esla provincia, uAo posso deixar de repel-
lla.
Mas nlo bes o discurso ; os seos goslot, as suas
maneira, a sua sotlreguidlo era insultar a um oulro
depulado daquella provincia....
o Sr. Premente :Devo declarar ao uobre do-
pulado quenao mciwrecc parlainenlar dizer, que o
Sr. depulado da Babia insullou.
I) Si: Brandiio iTan lo el le o fea, quo o honra-
do incmbro o Sr. !. sccrelaro, quccntu oceupava
a presidencia, Ibe fez cssarcllexAo, relie, cora a lo-
nacldado quo Ibe be proverbial, nAo quiz retirar as
rvprr-.ej. que bavia proferido, o que aqu se achara
no seu discurso. Ouc,a V. Exc. (U).
Inzet:Ah nao ha insulto.
O Si: Augutln de Oliceira :Pois eu recehi di-
nheiro p na as obras publicas'? Eu nunca livo ne-
gnos rom a fazeuda publica.
II Sr. Prndente :Eu nao eslava presento
quando o nobre deputado pela Babia proferto osen
discurso ; mas julgn que u nobre deputado nao de-
vo usar da palavra imnllur, c peco-lhc quo e ox-
priina de maneira a nlo levar a discussAo para um
terreno odioso.
II Si: Ilrandn:Vejo quo essa eiprcssao lem
sido enipregada na' oulra cmara ; lenho ldo nos
dsrorsos all pronunciados, i< fui um insulte, insin-
lou-inc ; o mas einllu sujeilo-inc adverlenrki de
V. Exc. '
Os gestse maneira, diziaeu, do uobro ox-presi-
denle de Pernambuco nao cOudizem cora a leadla-
do do um cavalbcro.
(.litando, Sr. presidente, n nodre depulado pela
Babia chruoii a provincia de Pernambuco, os espi-
rites ja se ochavan) rom lignina desconllaura era ro-
laran n poltica do gabinete, mas sem embargo dislu
lodos proslaram um apoio decidido para sustentar a
adininislracao do S. fc'xc. Assim acontecen uos pri-
mriros inezr-s, mas u nobre ex-presidenle nlo lardn
cm dar ouv idos o lomar-so arrcssivel a SUggesloe, t
enredos, a nlrigas parlirul.irrs, de iiuiicua que SO-
parou-so d'aqueltesque Ibe prcslavain o sen apoio.
Vio-sc eulaii una crasa sinuular, cfoi qneu pre-
sidrnle, que ponencia a um linio poltico, guerrea-
vaaesso inesnio lado. Vio-sc mais que esso presi-
dente nao perda occasiao demostrar atol ndille-
renca......sino aniuosdade conlra os seus ro rrli-
gion'arios, pi.Mino en.I al a creiglo de nina folha,
em que muilo dalle eram lorpomenle dosacalados,
domenmuilo respotaxcis.queluhan era seu
favor, alen) dessaconsiderarAo devida as suas pusi-
eses, iranias unirs ra'es ; inililares dislinelO pe-
los seus serviros, a linio o nobre depulado aliaiulo-
non : -e|iarou-so de lodos riles, e enlendeu que do-
vil tentar um Iraeeionitnente no partido que o sus-
tentara para diiuiniiir-lbca iiilcnsdadc.
Nesse eslado, senhores, o quo cuinpria latir '.' Era
licite aronipaiili.il a esso presidente que proceda d,
scuielliaiite forran ? Convintll continuar a preslar-
Ibe ailhcsilo croiiliaura 1 Nao decerlo.
Chegirim as clein.es ; o negocio azedou-se, lug-
inenl iran as nitii.i-), M induposlfacs crtsu'iam
,. resultado foi que o nobre depulado pela Babia
vio-so nos ltimos lempos do sua administrar,1o qua-
si que solado era Per......Muco. Elle di-sc que n.io,
que I. o sustentado por humen respoilaveis ; in.i- en.
que moro na provincia, que eslava fon dessa lula,
naoconlicconenhuin grupo rcspeilavcl que servs
de sustentculo n sua idminMracao.
I ,im I i,::I-so de respoilaveis he relativo.
O Si: Ilrandn: Bina bcB pura verdad,'. (
me poil 0 nobre depulado pela Haba vem lan.
aqui sobre I dcpulacao de Pcrnamhiico o eslig
de nlo se ler comportado ni provincia romo devi;
Se purea, Si. presidente, esso csligma versasse
sobre objeclos que ni locassem a pundonor indi
vidual, a considerarAo c gravidade que lodos ni
pie/amos, mais prudente seria entrega-la ao des-
piezo ; porm o nobre depulado alrevcii-sc a avau-
rar qucosdepiiladus da provincia de Pcrniiinl.uri:
erlo protectora do criminoso! insulto semelban-
te, Sr. presidente, tuna expressan de-la orden) si
poderla sabir da bocea de um nomera que como i
nobre depulado lera locado i melad furor, a ponbi
que O publico lodo o lera ulbado com sorpreza pela
maneira indecente com que sclcn portado. I-
poladot e reclamac/Ut.)
n Sr. Presidente : Peen ao nodre depulado
que nao lietle a disrusso, porque depois cu nlo le-
re forra; para conter ao nobre depulado da Bihii
so qnlier responder da incsma maneira.
II Sr. Brandiio : Pois lie decente, liesuppor-
livel di/.er-se que ni somos pi-oledores dos crimi-
nosos ?
f irt /v,-.: -nao <;iia no mamo Jefoto.'
Oulra Voz: No lome carapuci.
(OSr. Maelel Monleiro torna ana-upar ara-
ieira prctidencial.)
II Si: BraniaO : A lutordldo do nobre depu-
lado que biuilem falln he do grande peso tiestas
materias ello declirou-ee miniateriilitli, dinndo
que nlo ohsloule u que ha urrurrido julga que os
relos linda nao saosulBclentea para sedever uc-
ear o vol de ronlianrii ao ministerio | mas ao ma-
mo lempo ronfasou I verdade declarando que a
provincia de Permimbucu se arbava era un eslado
rvivpcinual.
Fina lu:: lia multo lempo que ella se acha
ni 'o olido.
II Sr. Ilrandn : Confoasou que a administra-
rao do nobre depulado pela Babia ludia sido fatal.
o muilo fatal aquello provincia. 1 mi seinelbaulc
conlissao enunciada por mu lioincm da maioria rer-
lamenlc nlo pode ser rcpcllida.
A maioria deve aceitar esses fados, devo conven-
cer- de quo mis depulado de Pernambuco, que
havcnios airado a voz conlra gabinete, lema pa-
ra isso raza de sobro, porque agenta d menino
gabinete lem laucado a provincia u'uui oslad de
completo irriliclo que lilvci pr.....i gabinete
n.in i.....a roiiiprehcnder. A lilla all h -em du-
vida mais enr.irniraila, mais lerrivel du que era
qualquer oulra provincia de imperio.
O Sr. Silirirada Molla:moque Ibe pare-
ce ; he porque v s que se pass.i III sua casa.
O Si: Brandao iBeto porlaiilo, salidora, an-
da pela ultima vez reprllir a insintiacao, o insulto
laucados conlra liiiiu e meiis collega pelo ex-prr-
sldeolede Pernambuco, poretseliomem que procu-
nui lanrar-se all nos braico di oppuslcflo radical,
e I quer ella ret.cllio COI.....di dignidad,', rom
deelirou o nobre orador que liontom rallou,
nan be sitspeilo por perleurer a inaBria.
Era verdade, -enhore-, o Sr. I.opj Nello a.
dase piililirainenle. O supposlo que elle prrli
.pposirao radical e Ao srja inou luniuo. derla,
, repulo Incapaz do procurar comprimid ler o
lepulado pela Babia altrlbalndo-llio um rail
rordidelro. (Apoiudot.)
U sr. Aprigio:Muilo mena he o Sr. Ribeiro,
o Sr. Brandao:O Sr. Lopes Nello declirou
publicamente, e mamo luterisou a pasotu conspU
cuasp.ua que all.....,..,',-,,l. sua Ir a verdade tln
convite que Ibe foi rollo pelo ludir ex-presidenle :
a fnlln da opposiclo disse a mesmi colisa ; c nte-
se que a douove, no unta so palavra nao publicon
em c.ole-laco.
II Si: Taque :Enlao, se liuha esse iiilercssc
em propalar, era manejo.
0 Sr. Aprigio:Tambom no anuo na
dio quo o partido guahir eslava reunido
general da- in.i-.is.
ll Sr. I'aranagu : Diz-se muilas coli-
na sa verdades.
t) Sr. Brandao:Que nolire depulii
Babia a que me lenho referido Iraluso de :
os espirito., que elle lizesse justiciaos boinens da
......idra ronlraria quo se achara rra d pudor, que
inesnio prorurasse preparar o terreno para que esses
liomens chogassem a um complexo fraternal, era
elogiivel, o digno das bencla de todo. i......en
honestes, do loda que daejlin a prosperidade do
Brasil; mas que scoi tazcr si se separas-e da seu
andeos aliiados, da eu amigos do ouir'uro. de na
verdade iuromprrheiisivel, be exlraordinaiio. he
iiideliiuvel! Ipniadot.' E -abis vi.s, scnliorc-,
qual foi resultad de ludo lato7 ) augmente do
srcplirisino, da duvida, da nccrlcza relalivanicnlc
i (ondliell do ininislerio.
II Si: Aprigio:E agora Sr. .lose lenlo o quo
evell sobre a poltica do uovcruu geni?
OSr. Brandiio:A isso dc-uraradanicnle ac-
rrsr,.,.,.n,arirc.....-I;.....ia quo .......io de.envolvr-
1,1 toi a proteccio que o nobre c\-|.rcsiilenle pre-
lou a candi.lalnra du un lininein quo no era abra-
do pela provincia.
OSr. Iprigin :O que cu desojara saber he o'
quo revela a nonicacAu e cnuservacu, du Sr. Jos
Benlo ni provincia de Pcrnainbuco.
ll Si: Brumln: Tambera atsoriou-se, onbo-
B< esse teclo do Itio l'ormoso, relo lodo deplora-
ai orcorrido na adininislrarao d Sr. Ilibciro, o
que bem analysado da era resultado o conheciinen-
I do una verdade imprtenle, e vem a ser que S.
Exc. lera capacidado para ludo menos para gp-
lalivaniente aquella provincia rapoiada dot Srt.
de Pernambuco. conducta que eos permita que
lo coulinue. .-
O Sr. Sileeira da Molla:Mesmo com o Sr. Jo-
so lenlo '.'
OSr. Brandao :O Sr. Jos Dante he bom In-
tencionado, oslu quo pelo seu coraclo e volitado
da de fozer boa admlnlslrariio.
o Si: iprigio:Enllo eonciliemo-nos.
O Si: Taquet :0 Sr. Jn-o Benlo he Incapaz
de obrar o contrario do que Ibe diciar a sua.....-
O Sr, Brandao : Sr. presidente, a hora ostl
adiontada, c portante eutoncluirc asseverando to-
dava ao gabinete que a opposiclo quo Ibe raro ha
be lillia do rcsenlimenlo algura, romo ja disso,
do bu para quo suban) estes ou aqnelles nomos, de-
clai o-ine op|ioicionisla, como os raous amigos o
collcgas, porquo desojo ver o paiz cm segurante, e
Indas as trenca reslahelecida (apoiadot da mino-1
11 i quo .li'-ur.ir.i I.unen 11' iro |M)dcr acontecer I
rom a existencia do actual ministerio, que lem a iu-
i.-li. ni .:, do ler conlra si aoopni.lo publica.
(I Sr. Aprigio :NAo apoiado.
O Sr. Brandan :____quo so pronun-.a as
provincias, c por orgia respoilaveis no senado ; o
d direi, Sr. presidente, que multa desses scnbo-
esque cu vejo sentados nos hanros da maioria, se
se pudessem explicar com franqueza, diriain alguma
usa.... (.ipniadot e nao npniados.)
Urna lo::Pela minha parte rcpilln.
OSr. Brandao:____porque antes dse maiii-
foslar a oppusirA.i na casa, inuilns dclles rae disse-
queailVlm decididos a collorar-so nella pela
lira, por que suas provincias erara lraladapelo
governo.
n Sr. Aprigio :Eilavim brincando. (Ritadat.)
II Sr. Ilrandn : BdlVlm brincando !... He
que a cousas so arranjaraui, he qoo as pa--adas o
riiid.iilosMns nobre niinislrns produ/irain odeseja-
du elleilu. ..Ipniadot e i iiw rertainariiet. t) que
he verdad- lie que linda momo denota de formu-
lada a oppuielo, denota di dlscussSo da roposla i
falla d!briio. ueste no.....o recinto, algitem bou-
ve da maioria quo me disc : VOON h'in razan..
() Sr. Iprigin iTem razan, mas nAo lem jul-
r.< : he o que quera diier.
OSr. Brandao:Vot eomeguinle, sr. pral-
denle, enlendo que a poltica SOguidl pelo niusle-
rio acloal lie lorluosa, he folal ao pata apoiadot e
nilo apoiadot podeiereauu de uiandescalamida-
des, pode arriscar uravis-iuios o preeiOMM nlcresse
apoiadnt cren rirlamariietr, c pnrlanlo neslas
circiiiiislaucias, o raeu devrr, como repro-enlanle
do paiz, lie neuai-lheo ineu volt, apoiadot)'; be ue-
ua-lo Id, 100 ven. (Apoiadot.)
Mgunt Srt. Deputadot: Mullo bem, muilo
OSr. Aprigio:Cada lira cuida que a opiuiao
publica lie i sua rebeca. [ItiiHd,
que
llAil
II Si
cellos.
i) Sr
lAo adi.
identr:Ti
ratconatHos:Sr. \
liada que rae parece
i......i.....te imporl
.lraii0 Lima:Esl
i pala
i Mil
Augutto de Olii
ll Si
rado.
II Si
nimia li
Alguiu Srt. Depulado poi
rallo.
II Sr. I
cm rolaclc
.Sr. V
sidenle, a liori
npaasivol dbcorre
inl j me tem I
D :-E
tile
ellot:llera; dir
amonto, objerlo |n
Si. presidenle, folgu muilo, enlra
bale, em reconhecer que o uuhre m
linio, iinrdalorio que apt.-rnlou.i
li.i-e 0 mais decidid enipenho. e u
muilo lotivovel, pelo lado dos incln
loriaos de que o pail laido carece : I
tatu a provino!;.....Mina lio,.,o-,
ir du imperio locou em iodos iqni
que lili allrabeni aallenrA geni;
zer que so hOUVOM ruin igilli zelo ;i
uuinas iietessiilades mais palpitante
aguanto i i
mira lambcm;
KtoriFalto,
aluura.i cousa
nopal da dis-
ido ueste dc-
ntalre do im-
esla casa, mo-
l /el de corto
romela mi-
i mena em re-
i nobre ininis-
les uiumpla
noto com pra-
rapeilo de al-
an que lora a
ira d lli de
interinar,
i.hre ilgu
cnlisshm
ia de
do
ipt
nln
J;.....ira e ,i oulra-. Sinlo
provincia do Mina U
do-e, completo
mos para resol
das ,,ue lili do urge
No-1......,.....pro
portaiilissiina, que I
limi-seao norte da u
rmenlo de grande
vo- ao sul da provincia nlo le
\ol)mionl de que precisan,,
cialinoiileaalleueaodo uobro
Iradaqiicroinnmnirnaprovi
Rio de Janeiro pelo Indo do I
Exc. quo lomo na molorine
rus do que osa -erra nocossil
di minni provincia para esla
do nma maneira conveniente
luelll iuq.....aiilepoir.iodop
i.iua.....ii parte don airad
i provincia do Itio de.I
trel.......que
nobre miutal
es de que nrces.i
aias imporlanle......I
rea da
Llnpu-
ihvl.i
-lirada ll
. Prole
elnll
de
digno presid
a niellior di,
t n que si
atido aluda
En cliaroarol ap
ininislro para a i
lera de Minas com
di: e pedirei a
lderic.no o ron
.....a qu O lian-i
orle so pussa fui
commodidlde d,
ivo minclro.
na seu limita co
MI sei que o mil.
uto desla provincia Irala
,'cr.io aos Irabalbos j.i ci
lo digno presidente desla provincia Hala d,
dar m
ladns...
(' Sr. Ptdreira :Apoiado.
O Sr. Vateonrrllnt:.... e ou confio do zel tic
bre ministro do'impcrioe da aforeos do llluslrt
presidente da provincia do Rio de Janeiro i conli-
iiiar.iu nla nma da- parles mais consideravels da provin-
ia de -Minas as suas roinniiinirarrs ruin a corle.
Tonda em considerarlo os dillercnloi objecla d
que Irala o nobre 'ministro do imperio na seus ro-
blnos, eu direi nluilinas pala ras respeilo da re
forma municipal, allamenli
lado- publicas. Anoiadoi
Sr. presidenle. observe! ei
lustre ilopnlarao da provin
inandasse boje niesii una
quintil de ama-nite- i.
radas dala cldado ;er
""I"...........m-ce-iil
que por falla de renda
i.....eremos esperar lod e
i -rus nobres
lelliuenle; oSr. ministro
pal da coi I
el.I
ida pela
cnin salisrara que I II-
rinciido lt do Jaucu.
niemendi conaignnndo ;
......lelhoramontodas cal
n.lo que desla medida, pos
em vi-l.i.biab;............n
IlO as ras da capitel, nK
, bom resultad quo leva-
mil......, Se por ao.i-n lian
liento, iiinaapplirarAoiii-
nlo ignora a siluiclo da
a- diliculil.nl
i lula
eiilui
nascam
relalorii
O Si:
ll Si:
rcadaspela leido l'doi
........ verdade quo o Sr
rvico a,..,,/.. r.,/rnd|,
s e-e pinje, tu de que n
.mili
fall
de IH--W.
-.....aria
i Sr.
ila.Ir
ipi
nlo
que
poli
SiqueiraQaeiro: Anotado I
l.,,o,.,o..:-Nase, quacsslna- I*
oeonsignadasnessoprojecte, mas pad"
lillishoque, allrndondo..... gor.d as nec
publicas, ulbe e-pe.-.lmente pan mu
neutro..-d i sa inuniripalhlade a oiuan,.
Ao ,-perial que ella reclama..., .Ipoladoi.'
ii sr. Siqle-a Quetro: :-Hc urgenlisrimo.
OSr. Iateonccllos:Croio, Sr.presidente,a
lodo, dcvenin. rlrvar .1 voz pira aroinponhar o |
iiiponho. e aqueeorn........o apir
nio mullas voios so levaoli em co
.....lid.is |iara a capitel do Importo.
Queira; :A capital dolmpcr
aln
Portaul, discurso d uubre depuladn pela II'
liia, l.ein li.ngedecontei asna defeza, servo mu
mu para st-u rorpn de delicl, era vez do inuslrai
.....ii........lepulado. da provincia .1l'einainbur,)
nao lentos ra/iin era separar-nos do eabinele, prova
la inaneil'.i a in.ll- loliclu.trille quo temos a i.......-
rlda pelos proprios arlos do governo c din seus
gentes, pela conducta que o ministerio lera lulo re-
de bairri-ino
Iradicclode
poiadot.
a sr. s:.,
be ile lodos.
OSr. fateonceltot A capital do imperio he
muilo importante, o be ocraslfln de responder por
atlas iis dcrlainari.es daquella que pensara que os
me.....ranie.......pese r,./.einao municipio nculrsao
faites em dclrimenlo da provincia-... Ipoiadot.
o Sr. .iranio Lima :Ninguem pcn-a assim.
o sr. Vatconeeilot: Faco judien cmara, e
eslou cerlo que na casa rolo se acha quera pense as-
sim. c que Indos o nulirrs dep.il.olus esla inspira-
do, da
lepulado
oes,
I
q>
i ns-e. In
lllo sej.m
:-A previ
llinri- inl
por Mina
voto para
pital do RiodoJancii
.'SlO ,11111,....
ii Sr. /'. Oelariant
neiro nlo precisa nada.
0 5c VateonceUoe:Foi eq
fique o nublo .repula,! corta qu
lli de Janeiro precisar Humen
ver* contar com o raen voto.
II Si: F. Ilclariinn :lomo
OSr. runia Candido itito
taa palavra do honra.
ii Sr. i amoneellot:Sr. prcsi
pillad que ha pon. h
ia'T-iVi.Ma tn'mi.i'|'.;il de
caque porem mami
luao disturbio, direi q
que cu,
orrrrri
eflcia pi
.,n,l.i re
iileul,
i a ca-
rdado.
iota,
prec
do Rio de Ja-
i, pcrdi'H!, na-
provincia do
ni inillio do-
l tnin.ii, bs-
tenle.......bre de-
ron as providen-
. dos didurblo divida
lele, 00 appiralode for-
tilo so oslcnloit ; quan-
i toda a desinlrlligeucia
Citada riiire us vercadrcs dessa cmara proven)
da leido f de oulubn.de \HJB i apoiailot) ; que
lio del!...... altiihuici.rs do presidente, quo cou-
funde a.do- vereadi.res, e toral impossivcl o acror-
do quando urgen) upiuies ronlra.liclorias, sera um
livo a coiil-lns, o para quea inronvenien-
'P'o nculr mal
dessa lei em rclacA
faca -enlu.lia-la onsidolar q
h do imperio, que lem renda de 5 a 70J por
ii. san regidas |W|n.........a leui-lacii.. que.....i di
applnad.iau iiiipin l.uil......lllicipio in".llro lia ca-
pital to Imperio. Apoiadot, i
fallando e......,bro depulado daqurllr-di.l ni Im.-.
disse que nu sabia o raoajfO por que so bavia teilo
aparato de terra para cuuler o. luraultes, que sus-
edaram-so assossflra da cmara municipal. Seo
nobre depulado recrrase a publieecjoesdji'n,,.-,
se Icri.i babililadoa fazer juttlea ao governo, q
procurou por varios meio contar esus maiiirasia-
r.ies. que partiram, nilo do povo do Rio dManeim
que be panino, mi. de algn individuos mal mr-
lenles com o resudado das eleiofles da amara muni-
cipal ; e vio-se aluda por defeilo da lei do I- ,|,. u.
lubro nessa occasiao a minora deesa cmara querer
iuipnr i maioria (npoiadnil a sua vontatlc, cctiipt- I
r-la era sua marcha regular.
Eu, Sr. presidenle, nao eutrarei agora em ,dia.
Ibes, e menos apreciarei a razeos que liveram n. ve-
readnres dessa cmara para um tal procedhneoio,
mas pedirei smente so nobre deputado qu recom .
a | 111,1 in r n dos mezes de mar ni o abril, quo so ha j
te convencer do necessidade das providencias qu
nial iiil'niin.idoc.ill.lrimia.
Comoaulorldade nesta corte cm lal occasiau .--
rc-me u dever de dlzer ao honrado menibr quc
| governu obruu com loda a prudencia, e smenle eni-
pregou meins enrgicos quando as circunstancial I
acunsclharam |>ara poi Ierra s dsonca que |)de-1
riain ter alcance de ordent mais elevada, se o abn
dono tesc a polilica ministerial.
Occupa-sc o Sr. minutrn no seu rolatorio cot) .
negocia da provincia de Minas tieroes em seus Inn,
les cora a do S. Paulo, e aguardando as uroniiacoei I
a que S. Exc. se refere, o que me cumpre observa
be que o Sr. ministro nada disso a respeilo dos limi-
les da provincia do Hio de Janeiro cura a do M m.i,
(ieracs pelo lado dos iminiripu da villa do Presida,
c duda ..hule de Campos.
Sr. presidente, desdo o auno de 1831 que se r-|
ineearura a suscilor duvida sobre as divias de Mi-
na tieraes cora a do Itio de Janeiro por esso lado;
t-sse assuraplo te trazlo a ili-m...".., nesta casa de-
pois que o poder cxeculivo expctlio o decreto de 111
de mam de I s I; esso decrete excilou na prnvinci,
do Minas licrae mu vivos rcelamatoc apoiinliai,
c leudo a assembla provincial de Minas no anua de
IKtl elevado calegorio de villa una |mvoarlo o. I
nuininadaS. Joiio Ncpoinucciio, coine.;ou euliu f
aque-lAu a lomar oulras pruporcoes. Em 1815 foi'
litla ncsla casa uraa reprceutasao da assembla pro-
v ineill de Minas tieraes podunlo que se ilcleiminai-
sem esses limites ; cu lenbo presente o parecer ja
commlssao ; esse parecer de|Hiis de resumir a coa-
leslareesque se deram entre os presidentas das |vro-
vuiriasde Minas tieraes c do Kio de Janeiro, can.
cine nao absolutamente era Tavor da provincia ai
Minas Cernes, mas leudu pela cxcilatA n que g da-.]
bale den lugar nessa occasilo ldo lugar um novo
exime, r a coiimiissaodo parecer que se despre/aj-
se a 1,-oliiraoollereWdn em 1845, e se adoptan uo-
Ira que lamben) lenho presente de '.I de agosto le
IK17 em r.....pida npposiro ao rilad decrete del I
de malo de I83. V, |wis, V. Exc. quea pioviuri, |
do Minas tictac nao lera rcrtoinailowusdirt-ilnt
lllo depois de longos examos de riteuni-lan, nula.in-
rormaei.es; earliialineulo me conste que enlra ed
iioluis iiresidenlesdas provincia de Mina llera a1
lliu de Janeiro se Iror.uaui correspondencia a ros-
peil dessa qucslo.
Bit clianiu, |K>fs. a altcnta do nobre ininislro rl
iniperio para esse assuirfpln. Pcro-lbc que pn un
iulorinar-se desla iilliinjLCorresponilenria a que ir*
lelil referido, alim de que pussa ler esla quesillo d< 1
divisas tuna prmnpla soluru, rumo iulcressa a .un- ,
basas provincias.
Encerrare! ai coalderacoa cerca deslc ponto ob-1
servando que Minas Ceraes noflro grande prejuin
cora esla nrerleza de limites. (.lioiudut.< Pelo Mi
d lisral rsroa-se grande narlc da renda publica, pin |
isso que nAo be possivel delerminar-sc ura sil... I
veniente paraiirreriaac|oda imposlo di iimvin-i
na. seu.....Ii.esluit inforniado por um nobraaepojJI
d que be inspector da mesa do rendas.
II Si: Ribeiro da Luz :He exacta.
II Si: I utcnncelln. : Portante, altn da pord|
de 10 OU de mais de 10 leguas, quo se diz HroiMli
territorio minoiropor aquello decreto, ha t.ic in-
conveniente, que cumpre ser removido.
Eu, ineussenbures. nAo levo o mcu proviniinlis-
nm a ponte de pretender que o provnria de .Mnm
soja runsiderada ncsla e ii'oulras qucsles tomo leu-
do sempro mo ; nao quera sira que se nilo priv
sera motivo I provincia do Ir-rrilorio que Iba lem
portoneitlo teropre, islo he, do lerrlorio dad,.., pro-
vincia de .Minas naturalmente...
I in Sr. Depulado d un uparlo que nan ou-
<> .s'r. Vatconeeilot:Se o nobre depuladoejj
ni 'il, o uparlo me convencer do que berepii.uaiiH
ou eommodidado dos iwvm, < a nalureza, dvb
tiuque reclamo para a pruvincia le Minas, pinico
uubre depulado contar rom lodo inru apii na .Ic-
io.u, aran ton'.raria de limites, rinda qllc ella vii
oflauder direila inliga da provlncli de Mina
Gerae*.
Da mesina maneira, senliorcs, me cmuirio aterra
da Idea quo Inn tnniduda divisao de Mina- l'.cuc-
ein duas ou mais provinrias. Tanibcm a esle res-
peilo peco a especial allenr.lo du nobre ministro do
N.io ilescouhcco que a cxlcnsilo da provincia de
Minas tieraes lu) motivo suflieienlc para loniar-se
aluuina providencia que facacbegar puccnlro da "*
sus serios aae^lo ilaatiloridodcquc Ibes ralla; nio
meopponhoi que se fura inesnio urna divi-,1,. ni
provinria de Mina Ceraes, mas una divisAo tonve-
nienle [apoiadot), porque a projeclada Ira o tm
mos erabarlcos quo se prorura remediar, lalarei,
por cxcnipln i para n.lo atenuar a disttissio c.....im
Inn ii lio impropria tilarci, por exeinplo, I prclea-
(lo de cre;u-se nina nova provincia, leudo por esp-
alo Urub,0 diodo-topara i nova provincia,ta-
ire oulros, o municipio de Paracal. que dista os
Urub muilo nuil de que da capital da provin.
ra do Minas apoiadot., I que atlualniciile |ier-
lence.
Nlo quero ilcmorar-mc ncsla dscusso porque,
como ji dis-e, a hora esta multo adiuulada, nimpic-
i o abusar da bondade dns nobres diputada que nie
honram linih.....as pedirei io nobre ministrotnl
considere as niiohas palav ras, nan cm una "|'|"i'i-
r-io a qualquer dvisi iialur.il, ronvenitnle, que o
-...... I.i/er na provincia de Minas Ceraes, tHioitr-m
eio quo roniigo se opp.cn til.-fi. Itot*
. depuladcM por Minas, he qurscfjrs
una divisao sem runberiincnhi nrressario das loca-
lil.nlcs upoiiidm .loque rcsislrei boque so |.ri|US
provincia de .Minas be extensa, nao deveinn.divi-
-la, seulo que as povoac.ics que desojamos rniisli-
Iii.iiii um;.....va provinria uo Icnliam reunidoslal-
s de :W ou MltOUU,") do renda, c arunlerer.is
ue lema observad nuil a crejriio da |ira-
.... alias muilo iir.porl.mlc, d All Ania/a,i,
que nos pede buje mu sucn.no dos corre geracs m \
"iiIIIHI?... .
II Si: Aprigio :Islo nAo moslra a dcsncccsMila-
dc.la provinria.
ll Sr. I atconcellot:Sr. prcsiilcnlepcin-e ha-
lado muilo ncsla tasa -obre a colonisaco. Eu enlo-
do que he esle um aasurapto que deve IIInRil I al-
ientan do governo e do ci.rpu Icgslalv I |ieco W
nobre ininislro, peco d cmara que ligare o estado
do paiz il.iqui I lllan-os; quo observe que, leudo a
extinguid......alirodr Africana, nlo le.....iM
Iratado ruin Inda a ellicacia de Ibe dar subsltla
idneo.
Creio que ninguem rlcxar de concordar riiiuico
que be dcsagradavel esse futuro, se acaso nao era-
pr.'U.'irinos todo.uiiuieiiho actualmente, para quea
colonisaclu eslrangelra venda itubslrlulros bracM
n.....'"
in lenbo o hlenlo dt
ii-n.nliatlosporpart
olonisarA he I mata
idos que va
n muilo. A este atspriln
um-pi
drsatredila
lia, mas tu
conveniente
apporeren
, r.-
r.
NI
II,".
lie dirui inai
ser milito cireulispcclo.
ece-me que o matar obslnctilo que so op|
eoloiiisarao be nao Icruios anda a nossa prupr
lerrlorbl dividido.
O Si: Aprigio :Sao militas as causis.
OSr. Vatconeeilot:Mas mi bode cerlo umi
da- mu- importantes, c para que esle detideralitm
se consiga he neces-at o que o governo aprese, quau-
lo ser possa, a publicado dos rogiilamcntos para a
excrucao da lei das lerradj
Eu pedirei lo nobre muu-im qui
desses rcgulamcnlos teulia era multa i
os, porqnefmopeus.inienlo.Ud.irav
n as pos.es. Eu enleiiita que, para qu
seja .tamo j st disso ncsla casa)
dcSan-.li. quehicenilco iinpcri
mita alleocJJo no regula
posso; quaiidoalei emp
por lililes lanlinios-roinpicbeiidcu tedas ai
|iaviil.is|Hirbcrancu,iiorduac.Ao,CQmpra,c,c.,
,,, n'mo niguas pretenden), enartH
iedade lerrilorial. ,. ..
era. intlar mes,,,., a dos Estados-.nK..
.. ...lilamente no coso de adiar que
teiro nlo est no gino de umapropri
lite d a preferencia na venda da le
edida que me parece conveniente qu
' lln.s csl.io
nolire rain
nnprr qu
ps.e
lamn
lei ni
rapoi
pos-e:
po-se
ii,
. I
ik-
.'dado
nlroc-io
relo o
tessa
ida di
ule
ique
alnvra-
i^uln"
Creio que esses lr.il
du nos informou o
scurelalorio mas
ladettfN
i. leon
se adopt
tadns, -cual
lio do Impert
le sej
la
ira qu
ido da
iilorn
nlrareasvislasdolcsida'1/;
'aliando da olunisai;Au, disse-me ura bonrailti
pillad,, em um Iparf, qoe prinri|)ilotot
, de-, icdiii, em oncela |ii no ngem.-
horas, cu pedirei ao notaos deputado qoe, q
lo liveruins de discutir iisumpla dati "<'''"
desnevara......msso paiz barbaiisado, para qu
liscusses publicadas na Euro|i nlo ue.
ILFGTVELi


,llcll,flo publica que chima a |*pulae5o dotneeas-
.,;,',.lili i^ra.vlr povoar o cultivar u nossas r-
'% sei^easela corte, peso*, que o nao deviam
.,,;" ,,r suaposicau, almentm .orresponde nr a.
,, LlrantSro, piulando-nos cm um estado tal
m nao lie possivel que so convide a cmigncilo et-
il..i.'rit.i oara o pai/....
,; sr.Derulado : Al se duque um agente
,,, na Europa faz islo lo.
OSr. laconcelhi:~Ra pedireaos pobres mi-
irw que eiaminem esses faci,-que procurcm
bui desvanecer na Buropa, por ptiblieaces ver-
idciras, no10 do destredilo Pr n*
hr isilcira; pedirei aos nobre depulodn., que nesla
Jjm liara aecusarem ou defonderem I ndminislra-
,\a Ijucain rojo do reanos que s vezesdeploro,
uo nos "*> facam a injuria de no considerar um
ovo liarbaro, |K>rque roalmenle o nao somos.
A cncrgia o cITIcacia |>or que >c lem oulre nos ov-
linsuido o Irafego de escravos. u acolliimenloquc o
ulU Icio dado a MHt medida de v igor do governo
lie una prova da cviliac.ao do nosso paiz. {Apoia-
tloi.i Me por isso que, fallando da ezliuccao do Ira
Ir.
da
ro que o governo prosiga mcsm obra ineri
ale'a ua completa eUincciio. Para allrahir-
notrangeiro a vir rotear as nossas Ierra lie
ario que u llie taramos senlir, que o govet-
i lli'jsil uo quero Irafego de africano* apota-
cquoa neco bratileir como o governo o
rmnlciiuia. [Jpoiadoi.)
\ i pota o honrado dcpulado quo cu, longo do
contrariar o seu pcnsamcnlo, corro-llie cm conlra-
riiM'om ilion fracoapoio.
Peco lamlicm ao nobre ministro que, olliando pa-
ra a provincia do Mina lierae), |>elo lado em <|ue
ronliua com a do tiovaz, Iralc do mandar averiguar
,1 rutistruccAo de una cslrada, que iluimudo-se dos
municipio' mama provincia de Minas rom a de t,ovaz. bslim
iiifonnadu por pestoa do limar qno esla cslrada be
r.inlima quo com Ireaou qualro ponlcs o com algu-
nas pcipicna obra se poder conseguir i|uc a com-
niiinir.ir.lo ila provincia de Minas com a da boyal,
jnloiC"'indo lambeiii a de S. I'aulo, se faca do u.....
iiuneia cmiveiiieiilc. Estas ponlcs se faro no rio
IMaco i o Mina, c duas cul mcia l'onlc c llin dos,
||i- en (joyas. Quem se dirigir do Goyu para a
corle, lomando a ulrecclo de S. Paulo, porcorreri
Iiki leguas dOM cslrada, e queui vier de Minas
"" ,
(Juicra lambrin fallar sobre corrcio, estradas
de ferro, inslrurroo publica c saude publica; mas
rcjlinoiile sinto-flM ilcsoniniado cm visla ilu inron-
vriiieuria da hora, o paranlo reservo para occatiao
,i|i|Kirliina oulras inuila observarles que liuba a
fjjef nimia sobre o oivamenlo.
Ilirc agora alguuias palavras em relacao ao que
,li-' .i sltUOS boiiradiis membros. Nflu prelcudo
aninipaulia-los na discussan que elle lem Invado,
e inciios n nobre dcpulado que discui rcu anles so-
bre iMililica, por me parecer que abuudoii em con-
Mderacoea alistraclas. Farci simiente Uajeiros repa-
ros, que maislar.o dcscnvolviinenlo lie impossi\el
boje.
Scubiircs, se cu csliicssc convencido de que o ni-
ferao pinriir.i govanMiT nina provnola de manelra
dhem porque governa oulras, de i-erln nlo dara
apiin a seinellianlc governo; mas, por inaior que
r-ja a allcw.au que leuba prcslado ao dbale quo se
lem levantado a respelloda poliUeateguida naiprc-
yiaclai de l'ernainbuco c t i-h .,. mo pudo anda
niiiipreliendir quaos sao nsverdadrirus motivos de
aeiia, netosAneesamlgoi ISO preslnnles romo os
iiulms dcpuliiilos queso lem separado de mis, fa/ciu
opposicS.0 ao milenio.
Senlntre. ipi.nido se Iratados negocios do Estado
nao devu dai grande aproes a considei acns peque-
a, queixai que, como lioulem disse um honrado
ilepuiailn por Pernaniboooi apenas podem provar
que lia Blouns crios a reparar, mas que nao Bao laes
eiios motivo para guerrear da mono o ministerio,
genitores, se sflu laoiquaM m lem eipotlo esees
ai motivo para a separaste que deploro, eu lirarel
do que se Icio Jilo r.....lu-oes diverjas daquella que
lii.iin os nobles dcpulado que se acbam em oppo-
sir.iu.
Sim, se o pai/ lem suas ustiltiiriics consolidadas,
as a ordem publlc n.io corra o menor risco, seo
Sslrangeiro reapoitao acala o nomo brasileo, c se
estes beneficios lem sido friiclo da pulilica aclual,
legando confessis, se ludo isso he assini, concilio
cu de una innncira diversa, islo he, quesee-la pi-
Bliea lem felln casos iieuelicios, longa do negar-ilia
apitiu, devenios couliuua-lo, para quo e<<, iiusuiu-
nie a olna que lem euiprcbeudido. [Apoi$i
Si. |'i',-sideiile, a pulilica seguida no pai/. pode
ler desviOBi como lem, como conuncllcm sempre
Inilii- ii- :.i\erniH que ilirigetn os Estados, masesl
da pailo do legisladores esclarecer a opiui.io di
pai/ pedindo providencias, cuja falta lem coiislilui-
oo oserro que se deplora, [djmadot ,
Hasa -ttnaro do pai/, sendo lal qual se liura
ao- nobles depulados, nao he anda oram de pongos,
parquo a se|uracaodoi partido moderados noseni-
pre in.ii- |*erigoia do que a guerraque be promov"
da peto man oucarnl{ados ulvenarios do poder.
[Jpuiatoi. \ liisloria anliga e moderna atiesta a
verdade do que acabo do dizer. Peco por Ionio aos
nobre ilopulados que Bttcodam bem para a silua-
e.iii em quesccolloearam em relelo no pai/.
Bttou que elle temo medido bem -ii i- ciprea-
w*-, iua palavrasi para aa pronunciaren) contra o
mini-ieiio ; na- me parece que os honrados mem-
bin- deveni leiubrar-ae que cima da ludo esto
paiz, que nos llio devenios allos inui reverentes,
que n.io henussivel que esla dlvisao, que nSosuf-
licirnleineiilc explicada, pussa deixar de ler resol-
lado- fnnc-iissjuio* n ordem c H Iranquillidaile pu-
lilica. //,,,,',/,/(,.,, 0\al queou ineenyaue.
Paro aqui, Sr. presidonle. (/ul/o bem; mullo
bem.
II .*/". F. Orlaciaiin : l*cco o paiavra.
A diicuaslo lien adiada. Ilesiana-sc a ordenado
diae Icvanla-se a sessSo depois das:! hori da larde.
oulras aioda tuto referida, masque ho de ser pot-
lasno olho da ra I
Tambein fui nial informado Sr. /nimign da
maltdieenein quundo dia, que essa Iriudade sa-
lte, que o seu defendido n3o sabe, e nem he capaz
de fazor favores no eiercicio da sua vara. Se mo
receiassemos dar ulna manada ao publico, nos aqui
Ihe apieseiilarianimum rosario, nao do favores, e
sim de infracedes, que vine, havia de fcar, come l
dizem, dequeizoa banita, como porm -7 o que te
mo flu da de Sania Luzin, u faz em nutro t/umi-
quer dia n Ihe promclleinos a apparic,ao do
urna minuciosa chrouica, que a vmc. nada lieari a
desejai.c o publico, cujojuizo queremos decidir.
A eslnpada vai sendo rauda, e por isso Ihe pedimos
venia para embarcar por boje a seguinlo Nsen. Se
o pouco quo do seu iliibadose diz por ah, dizem os
jomaos na corle, eaqui diz o Krho Pirmmbueana,
nao he como so diz o como se publica; porque se
envergonha vmc. de asignar-se qnando odefende'
Porque nta elle, nem vmc. ainda que cncapola-
do vieso, appareeo cun a sua defeza, nao invesle
com o fados argidos, nlo os deslroc, ou pelo me-
nos os nao allcnua-Nlo merecer a rcpulaco do
seu illibado csso pequeo Irabalbu' E poique o
uo Ira/, a balita 'f Jn quo vine, Sr. hnmigu da
maledicencia inoslra ter rclarOcs com o seu anu
go, pc^-a-lbe, mis Ihe rogamos, pe<;a-llic, vetilla ao
publico com a defeza logico-juridir.1 do t|uau(o se
llie imputa, a sua boma, a sua n-puluc,1o, o pedem
c laiiibeiu Ihe |edc 0 inimiijo das HJas^ira*.
caseroira encarnada para canhors o golla.
loado para debrun) das palatinas, co-
COMMERCIO.
l'llli V lili ItECIFE !l llEAliOSKI AS 3
lltiltAS DA TARDE.
Colaces olliciaes.
Compra* de awirar.
Masravado regular a Iji.VI rs. inu arroba.
AI-IAMlEtiA.
Reiiilimeiitodo dialaS.....|li:,:!ii7-!l!-'
dem do dia !l.......10:153*358
126:1012300
Dticarregam kojiiO de ag
Rrisuo americanoUtptvlarinha a
Galera poringuexa Bracharluo -
Irigo.
Escuna oldembnrgueza Cum-urdia
a lea I rilo.
CO.NSI l.IIIMEHAI..
Rendirue......lo dia lax.....7
dem do dia II........ I
afo,
bohtehinhu.
- farinb.i de
pive e
PIINIU
atan
1,880.
covados ~SX
vado 30; boifles pelos de dsso para
sa4l X eolchetes pretos para os sobrecasacos, pa-
ros 671.
Vara o 'i.- halalhlu de in/anluri:
' Baiidcira imperial vlc sesDi, 1 ; asle para a mesina
I ; cordoea de lila pira panudos de folha, 3t; brim
brancu lito para 57 einboriiae e B* saceos de mar-
miloM, varas 638 ; luvasde camurca. pares 17; ps
de ferro, 10 ; eniada, 10.
fura a compiuitltia /ira de cavallaria.
Brim brancu liso para 51 calca e l camisolas,
vara 39-J-, algodaoztnlio para 51 tamisas, varas
12H; lioloes de tlsso para calejo, grosa 3 )\ eslei-
rs, 51 ; luvas de camurca, pares 51; cascos de bar-
retinas, 17 i grvalas de sola de lustre, W ; muas
de l.ia, 17 ; colurnos, pnre 57 ; spalo, parca 57 ;
11I.1I111,1- de laa branca, pares 418.
Para o anenal de guerra.
1.< e '2.' classes de olliciiias.
'l'aboas do assoalho de louro, duzias 2.
3. classe.
Carvflo do pedra, loncladas 10.
! classe.
I.cnces de labio para botos.
Para o laboratorio.
Papel carluxiubo, resmas ,V).
Para o forneeimeiilo de luzet t eilame* militara
mis mez de setemlune oulubro vittdouron.
Azclle de caTrapalo, ranadas 440; dilo de rro,
caadas :lll .. : pavlo, duziasfi ; lio d'algodAo, li-
hras.lti; velas de carnauba, libras 132 ',.
As pessoas a qiieui convier vender laes objeclos
apresciilem as suas proposlas, em carias lechada,
acoinpauliadas das rimipelenlcs amostras, na sccrc-
laria do conseibo administrativo, atlabelecldo no,
arsenal de guerra, as III buras do dia 17 do cnrrenlc
Serrclaria do rnelho adminislralivo, para
3
jt.
.ii 1
ierra, 0 de agoslu de
coronel preaidenlet
Jiininr, vogal e secre-
dueclor geral iuleri
saber a quem
3:4149039
DIVERSAS PROVINI
Keuikiinenlo do dia I a N. .
dem do dia.ll......
AS.
I3B22
'9'
ni;i:Eui:iiiiitiA de rendas internas ue-
RAES lE PEKN AJ BUCO,
llciidiii.............Ha 9...... 907*116
Cd.NSI I.AIio PROVINCIAL.
Rendimenlodo dial a8.....6:32(8700
Idcm no dia !l....... 1:1059787
1299187
MOVIMENTO DO PORTO.
Cean 1-
palacl
iiii'-Im
'araa
lo A
o bl.
A11
tal o
iageiro
iiin mirado h
11 l dias, o do
ileiro Kmmulariio,
nlo lii......s Pereir
lili.1 ; a Manuel Ii
Jiu Rodrigues d
dia1.).
1 ulliuin porto 12.
, de 131 loncladas,
rn, eqiiipagora 10,
ih
lia
,h Sil
fornecimcitlo do arsc
1853../or ./' Ilr/o IngUi
llniuiido Perrira do Cnim
lacio.
lie ordem do I'.mu. Si
nuda iuslrurcn publica, I.
vier, que esta ii concurso I cadeira de inslruicoelo
menlar do nrimciro grao da villa iln l.imoeiio.con
o prazo de BO dina, contados da dala dedo. Dlroe
loria geral. !l de agosto de 1853.O amanuensear
cbivisla. Candido Kiislaguio l'ezar de Mello.
Banco da Pernamtwco.
Compra lellras sobre o Rio de Janeiro, ao par. 1
a lua/os, n.loinaiiues de III dias. Recebe e ll di
nbeiro a juros de confoiinidade com os scus eslalulus
llamo de l'einaiulmeo, Bdoagoslo de 1853.O se
crelario do con-elbu, JoilO Ignacio de Mediiros
llego.
Gompanhla de seguros.
A dirercao da compaiibia do seguros martimos
uiiiidade publica, ealabclccida nesB eidadodoRe-
clfe, convida os senhores accionislas a anlraraui pa-
ra a caixa da mesma companhia, com 10 par cont
daipianlia cun que tubsrrcvcrSo na conforuiidade
do arl. 2 dos estatutos, do dia I al25 do rorro.....
mez un escriploru da companhia na ra da Cdela
1I11 Rccife, u. 12, primeiiii andar, das II liria-da
manliaa alas2da larde. o< .rectore.
cnsul dosEslados-lnido, par InlorvencaodoageO-
le Olivrira^e p- o de quem |ierleucer,
correr as despezas com o salvamnilu ilu mesrao.e
nutres salvados do bordo do navio americano (luir-
les Mellory, naufragado na costa do Cupi, ao suido
cabo de Sanio Agoslinbo. na sua recento viagem
Srocndonle das ilHas de Sandowicb, com desuno a
ew-Vork: quinta-feira, II do corroule, < 9 horas
o meia da manbaa, 110 armazem do Araujo. prxi-
mo ao Manuel da Silva Santos far.i leilao de ama
poroSo de (oucinbo, por coala e risco de quem per-
Icncer ; hnje, 10 do corrento, no cae da alfandega.
pelas lborasda maulla. .
O ..pil.lo Jame, l'ole far.i leilao em presenta
do Sr. cnsul doS. .11. B., por iiilervoncap do agen-
te (Jliveira, e por conla o risco do quem perlencer,
de cerca 130 saceos de nssucar no estado om que so
acbam, salvados de bordo da escuna ingle/u /.Hile
Pe, cncalhada na praia do l'orlo do Brum sua cn-
rradaueslc portocomaguauberla,donde Imvia saludo
com destin alnglaterra : sc\la-fcira 12 do corre-
le, 00 meio dia cm poni, no armazem do Trapiche
do Angelo.
AVISOS DIVERSOS.
AVISOS MARTIMOS
o t;
Ma-
l.aiiriaun Lopes de Aiuurini, t'eliv Pereira da
Piedade.
rV'aro sal
rar.ilv lliale bi
nuc leaeHarlins,
gCIfOS, M.....,el Tei
come Peq.....10, l'i
uior, /.euobrio Alvi
la l.cile.
'nlo no inesmo dia
isileiro Aurora-, me
arga vanos generes. Pa
".'ipicno. Joaquim
Cl-I
I......
Toixoira liando* J11
c Rav mundo da tais
EDITAL.
n i)r.
ni a o
i eldiid,
mil. i'tr.
l-a.;o taller
no dia lllde a
lar, por veml
dcsle fuizo, 11
um andar, ni
Jote liainimido da Cotia Mcnezct, ni
Ipal tHppleHleda 2. vara o commercio */>>
Inliecife. parS. U. I.n Comtilurio
\o. que o prsenlo cdilnl vironi, que
oslo pioviiuo luluro.se lia de anema-
, aqueiu uiais di'i,ib>pois d'audieiicia
casa dos audiencias, um sobrado de
ra de tora de Polla. 11. 118, avali-
\"
ado em 3:500s000
Pilla Orliguoira, r
linado Antonio
Anlero de Soust
lepara que VI,
sar eflilaes, que
aftlsados na piara docontniorc
cias.
Dado e passado pesia cidade do
jlllliu dC I8VI. Manoel Jos 1I.1
ubscrovi. Jos llaimumlo da (
.C111..1U ile.lo.iu l.cile
lulnr dos menores, lillios do
Rodrigues Lima, contra .Manuel
Un-.
ru a noticia de lodo,
publicados pela
, inandci pas
impronsa, 1
das audien-
Recife, aos 2(1 de
.Mulla, cscrlvilo o
isla Mein : 1 >.
DECLASIACO'ES.
Tribunal do commercio.
Pela Mcrolariado IriUuualdocomincfcio Ja pro-
vineia do ID rorrenlo inoZi malricuiou-M neile Iribunal
nihualidads Ic comnioiTiaiilfl Un tiruaso Iralo, <>t
lilAKIO l)K l'EISMHIIICO.
SllU/a M.uli
iadu na cidade do I
c<.......relo da pr,
oslo de 18",::. A
Impedimento dos
ido, cidada
ar. Secr
vincla no
ilo Ignacio
relari
i |tortuguez, d.....I-
laria do Tribunal
'eruambiico, Ii de
ie Medeito* Reg,
Uenoticias ebagadas do lhejo com dala de 31 do
Bastado, consta ehar-aa em pa/ aquella comarcal
e que indo ao lugar denominado Cunlia-acude
ama escolla do destacamento que est Ao mando do
capitao Carlos do Muraos C.amisau, cm busca do
criminoso de moilo Vicente .Moreno, suecedeu, quo
le-i-lindo osle prisao, suecumbisse na lula. Ou-
Ira escolla do inesmo destacamento conseguio cap-
torjr em Tapi, 16 leguas disiento daquella villa o
crininuiso tambero de mortc Jo.lo lavares Be/erra
de I 1., 1 i 1 rdu.
Mu acertada lem sido a medida lomada pelo Sr.
prcsiilelile da provincia do expedir destacamentos
volantes a percorrer diversos termos.
CORRESPOMMW.
Sri. redaran.' A cortejar ujuiz municipal
Npplenle da segunda vara, Jos Rat mundo da
Cotia Mcnczes, c defend-lo das arguie/jea rallas pe-
lo Bchn Pe niiiiiliwaiio, ipnareceu cm -eu Diario
de liniilem !i du crrenle unta epstola, OU o que
{erque teja, BMignada pelo Inimigo da mole-
Ucencia licjo adoptada tem iluvida para occnl-
lar o pai crlanca, no que fez miiilo bem o lal
liiiiinijo ila iimlcdii?itcta porqueo parlo foi des-
cracado I
Di/eino-, 7,1c o mrlo foi dcigriinido, porque, af-
irmando o defensor de juta npplenle, J. R. da
l.osla Meuezes, que lera e rclra os processos onde
so lizia eiblirem a. fallas argidas pelo lirio, l'er-
;"""'"'"'"i,e que nrlles nlo achata cousa que du-
vida li/.e-r, ,1-via ap.u- drs-a a-ri-.u,, assiunar o
seu uoine. para que vissein lodos, que o defensor do
tupplfiilc argido nao era um Jan-ningurm, e po-
da ler vol na inaleria, sobre nao ser capaz deas-
Biiar de cruz, o que so Ihe mllense cara, e linal-
niente porque em defeza deamigosoc nao sabe cn-
eapoladu, nioslraudo-se chvergonhado do aclo.
Ilizenius, ,/iie o parlo foi degrafado, porque af-
nrinandootil mmmigo da maledicencia ser o
SBadefcndldo de honradez o replanla illibada,
dcilu/ estas virlqdes da circunisloucia do seren em
resra as suas de-cisnes roofirmadas pelo Iribunal da
telarn, Hipiclni:'! Nlo balemos de ser nos, que
poatwuMN mos sacrilegas ueste modelo de Irans-
cendcnlis.iina ilinteliea. Parece sabia o Inimigo
amaledicencia qual o nosso fraco, o por abi
nos quiz atacar. Henza-o Dos I
Dallando sem a cabal resposla a argunicntacAo
'''di para preval thoutav crepularo do 101-
1100 defendido, uto deiiaremus semelianleincule
.Jefenwr, e lite diremos, que foi mal Informado,
ttribuiiidu a tres pos-na- de-la cidade todas as fal-
"trguil.i. ao ih illllbado. Nesla cidade o nu-
nero d. ihhmkk qocUosas lalve excedam a Irej
mil, e so ,|uer a prova dse ao trubalho do passear
por essas ras, o onde cnconlrat irais de duas pes-
M juntas oura o que dizem do sea illibado. Fro-
quetitc a. sociedades, v.i as audiencias da's quailas c
salibadm, o assim cm ar de quem mi quer a cousa,
'e ao proraradores, lauto ao- me procuran!
porocnlrn, corauvaiisaiuo pionnain por lora, g M
"engaare, quTnao he Mieasjririiidad'
uta pat
....bailo f
'u rulpas referidas no ficho Ptrnamb*
i!,'r....'!'.'u ''|,i;l'|l'"|as mpubUD ao MU illibado fac
Arsenal do Marioha.
O arsenal ilc maiiuba. mrala 110 dia III do
coirenle .10 uu-io-din, a factura de una chapa de
bronce para ocabrctlaulo do brigue barca llamara-
ai. A pessoas n quem convier scmelhanle contra-
to, eoniparcrain no nie-nio nr.eual, albu de exami-
narem omodolo, e fatorom depois a. suas proposlas.
Secretaria da iiupecfio do arsenal de mariiiha tia|
Peruanibiico, cm 0 do agosto de 1833.O secreta-
rio iiileriuo, Muaiirl Ambrosio da Coneeicitn l'a-
dilha.
II arsenal do inariiiba compra no tla 10 do
crranlemaiao molo dia o teguinle: ferro ingls
em verguinhas e barrinlias, s feizes; agua raayS
arrobas ; romosde faia de lli a JO pos, il) de cada
dimenca ; linha de barca, 2 arrobas ; "pas do
Ierro, i duelas. Secretaria da inspeccao do arse-
nal de ina'C uba do Pernambuco, ;i de agosto de
IS53,(I secretario interino.
Manoel Kmbrotioda Coaceicao Paililha.
BANCO DE PERNAMBUCO.
(i conselho de direcejo, la/, cerloaea senhores ac-
cionistas, que seaclia auloradoo goronte, para pa-
gir o segundo dividendo do 12-titm ro. por acjito.
Banco de Pernambuco 2 de asoslu de 1853.II se-
crclarin do r'onselbo, .1/. ./. fOliceira.
COMPANHIA Di: PAQUETES A VA-
ll Di: LIVERPOOL.
Espera-sede Liver-
pool o iap.,1 .traen-
lina, o qual depois de
umsrdemura de IjIIio-
' ras semiia para o
1 de Janeiro c .Montesi-
ta-sc com us consiguala-
uhia. ruada Cadeia.
lie nrdeui dn lllm. Sr. capilo do porto, so
faz ptililicu.paia conbeciinrulu .tus |troprleUirioSda
einb.iiraceicrnpre'-adas 110 trauco do porto, que
deverto apreseular-e nesla capitana, aflm di; m
dar uniaiiuva numeacn e lelia, deque lala o
arl. 73 do.reguli.....nlo da. eapilaniat de l'.t de maio
de 1816, leudo 8 dias para pudeiem dar riimpri-
menlo aoqnc aciinaesldelerininado, sendo quo de-
pois dcsle prazo se impor.i a mulla determinada no
nie-mo tegiilamenlo. Secretaria daejcapitauia do
po/io de Pernambuco, 3 de agosto de Ixvi.O se-
crelario Interino, J&O Roberto Augutto da Hllcu.
0 conselbo adiuinsli.ilivo. em virludo do .111-
lorisacilii da piesidencia da provincia, em olllcio de
5 do correle mez, lem de eornprar os objeclesse-
guinles:
Pura o 1.- balalhao de arlilharia (t pe.
Bonetes de panno azul cumplidos, jll ; panno
azul para 101 sobre-rasicos c 101 calcas, colados
1,703; hollanda uo forro para os sobre-casaros, cal-
tas, c 101 pares de polainas, colados 1,504 ; panno
prcto para 101 pares de polainas, colados 100; brim
branco liso para 401 frdelas e 101 calcas, taras
2,005 ; algodaozinbo para 101 camisas, varas 1,003 ;
esleirs, 401 ; tanatee, pares 401 ; pa......earmesim
para vivos, gollas o canhocs, covudos 301 ', bolees
Lrancos de 6M0 para as frdelas, e calcas, grosa
134; ditos pretos de sso, para aa polainas, grosa
11 '..
Para o B.' balalhao de infinitara
Algodnziiiho para camisas, vara 1,185 boneles
do panno verde escuro, I7(); pai.....irr.tr escuro,
rosados 80; hollanda de forro de 170sobre-rasaros,
r ITii raleas de pannu, envadus 1,15.1 ; brim branco
Iimi para 470 frdelas, varas 1,398 ; eordao do laa
preln de ama liuba do grotsura para vivo, varas
Para o Arail) sabe imprrleiiielmenle noilia
15 do corrcnle, o biale Flor do Curnripe, u qual
-i, recebe pastageiros: a bralar n ra da Cdela do
Recife 11. 10, piimeiro ambir.
Para Lisboa pretende sabir rom brexidade a
barca porlugueza tirali'lo: quem musnesma qu-
carregar ou ir de pastasen), para o que lem as-
ido- cuinuuidos, rnlcuda-so com 01 conslgnala-
Thomai de Aquine Fonseca e\ b'illio, ra do Vi-
lo n. lo, priiniro andar, ou com o capitao na
pa,
Para <> llin de Joneiro, prelfiode
snhir ule o ili.i I-'i d veleiro brigue Recilc, ixiiim anda rece-
be alrjuma carga, panageiroi c escravos
n frote : para cttjo (ira, trata-te na na
do Collegio n. 17, segundo andar.
Para Uaranlifio e Para'sane com
11 maior bravidade powivel o brigue n:i-
cional l'ii'itin, capto 1:11*111 Marcoitno
(iiiinrs da Siliu : quem no meuno nn-
'Avv carregar ou u-de panagem, para "
cine ii'tn liona coiumodon, dirjale nos
consignatarios Novaos & Companhia, na
ra dn Trapiche n. -"i.
Rio de Janeiro.
No da 13 dn cnenle -abe a escuna Sociedad)
/.,'/., caniMo Joaquim Antoniotionfalvotdos s.m-
lus; aluda recebe carg 1 e passageiros: a halar rom
Cnelnnu Cjriaro da C. SI., ao Iadu do (aupo Santo,
hija de niassames n. 25. ou com o capitao.
Para Ceara,
Segu em poneos dias, o bem contiendo hiato Aoro
Ollnda -. para carga o passageiros, Irala-sa na na
do \ u.u io 11. 5.
Para o i*2racaly.
Seguo aleo dia 15 do corrcnle, o bialc ligetro:
para o resto da ca ga o passageiros, Urala-ea na na
do Vinario n. 5.
Para o Maranhao' c Para'.
\':ii sabir ate' dia I") uo corrente, o
brigue nacional Firma, ainda recebe al-
giima carga u passageiros : Irala-se com
ocapito Cleto Maifelino Comes du Sil-
va, ou itini os consignatarios Novues d
Companhia, na ra do Trapiche n. 54.
LEIjLO'ES.
o nonio Oliveira lar leilao de esplendida
nobilia do mellior goslo equasl nova, eonsislinde
ou um grande nanla x osudos, guardo roupa de bo-
im-m, guarila loucas envhlracados, ditu para Mira-
ra, aparador multo rico,commoda pequea, loucn-
doi de siqierlor qualidade, dilo eom laxalorio, ar-
marios grandes de mogno^bonilas caminhaado me-
ninos, horco do melbor goslo, cama frauce/a de ca-
sado c.....toberlio estrado, papeleira, mesa elstica
para jaular, bancas dcabrlr, e mitras dogavela,
ditas de charlo, sor, cadeira de bataneo, ditas
iisuaes, serrelaiia com gavelAea, cablde, quarlinlici-
ra, bidel, linteiro e jarros dourados, lianbeiio, ban-
dejas, quadros, relogio de |wrede, lalheros do cSbo
do marflin para mena, cusise o bellas ulna- de pi a-
la, cryslaes, copos e Barraras do diversos moldea e
qualidade-, dous aparemos de pnrrellana, sendo um
branco e oulro piulado, e xaiiedadc de 011I10. arli-
goa, inclusive alguna para jardim, quo mullo agra-
daiao aos preteudeutes : quera feia, 10 do coi ren-
te, as 111 huras da manli.ia. 1:0 silio dos BOnliorra
Ainorini
xullat pala
i lleane S't
lavatorios, guardas I
.11 tricas para c
frtiu-ezai.cspcll
mangas do vidr
Iros mullos arllgu
Leilao
Convida-se
i lim da ra do Pire:
Hispo.
(.loarla feira. 1(1 docor-
.....le. a. II huras da ma-
nbaa em ponto, o agente
Anluurs fer leilao em
seu armazem, ra da Cruz
11. 25. de trastes de diver-
sas iplaliilades noves e
usados, consisliudorm ca-
ifas, 'iiLiique/us, con......da-,
. bt.....asparojogo, sccrela-
Iplorio, loucadorra, minas
com eslampa colorklaa,
candelabros, elc.eou-
que serao lemlidus barato,
de arados de ferro.
ms seuhores de eiiRenho
I
qtiailn
lauteriia
que xi'iiliun, oumnndem pelosseuscoi--
resnondeutes approveilar aoccosifto do
leilao, que fuzem Rotlic >\ Bidoulac, no
dia sexta feira 12 dn corrente, ao meio-
ilia cni ponto, no armazem dcM. Dirnei-
10,11:1 ra ilo Trapiche n. 58, decerca de
W arados de ferro, de.modello bem a-
creditado nesta provincia os quaes se
rcnderSo sem limites, c a vontade dos
compradret.
Ilenrx Portier A; Companhia, farib leiblo por
ordem do capillo Clutrlet Hull, em preaenea do 8r.
consol dos Eslados-l'nidos, pm ronla e risco de
quem perlencer. e por iulerxencao do agente Oli-
\eiia.dossal\aflodonaxoaiiiericaiio charles Mat-
Inrg, naufragado na recife do Cupi, ao Bul do Cabe
de Santo Auoslinbo, igi sua rccenle xiauein proce-
dente das liba da Sanduieb, com dr.linu a New-
iork, ciinsislindo usmcsmosein maslros, xergas. xe-
la-, cordoalha, ancoras e correlas, docta, eabras-
laule, inclaldc furto, aducllasdecascuspara azeile.
i.uique de ferro pasj aguada, um< lancha a dout
bolos, puniros uhjcrb'S lllludtM du tereiidn liaiiu :
quinta l'eir.i II docorroule, as 10 horas da manb.ia.
un arm.i/i-iii du Ar.iuju, pinxi..... au caasnovoilo
Recite.
11,-in x Inr-ler c\ Companhia f.traui leilao por nr-
dem do capillo Cbailr- Hull, em prosaica do Si.
Roga-se aoSr. que, no collcgio de Sanio Af-
fonso, poi ocrasiilo do baile, Irocou oseucba|ieopor
um pelo carijii de abas largas, leudo no fundo a
tirina V. Turres o Coinpanbia, ra diiQuilninla u.
81 : qiicira inanda-lo levar a ra dos Querais n.
I, primeiro andar, para se desfazer a Iroca.
Pergtuita^ee ao Sr. coiTetor Olivei-
ra, so elle [Klde licitamente \tv em lei-
Io o cuco da escuna Little Per, como
pei'tencetite no capitio Pole, visto como
ella nao prrteiiceao inesmo ei|iilfio, que
a abandonou, e sim aaquelles que asal-
vniiini.
Siqueira i\ Pereira, emharcam para o llio de
Janeiro a- suas escrovas, liarla crioula, Clara ca-
bra e Mili.ni.i muala.
Roga-ae a pessoa que achou om lequt de cha-
nlo da ludi.-i, e mu lenco .Ir grade ecambraia ruin
as Iclras R. C. os queira por especial favor man-
dar entronar na ra dn Colicu n. 21, eslo len^o c
leque se deixuu n'uma cadeira, nu dia do baile, mi
coflegio de S. Alfonso, o se licar inuilo agradecido
deateobseqoio.
I'recissi-scde una mulber parda ou prela, que
saibaro/inhar'hem : no aterro da Roa-Vila, BCgUO-
do andar do sobrado onde mora o Dr. PjHjges.
Precisa-se alugar um proloescravopara oser-
xicn' interno de pallara, dando-se Ihiiii U'alaineiilo,
a halar na ra larga du Rosario, n. is.
Ilesappareeeu DO dia 7 do curenle a rsrraxa
por i.....ie l.luileiia, crioula, de dado II a 12 ahnos
punen m.iis OU menos, Icvnu vpslidu de rhim mullo
de-bolado, eom um i lerida na pema esquerda, quasi
fechando, um signal no corno de chicote, em cima
da fuute diieila oulro siimal, beicos erossus, iu-Io
regular, meia barriguda, hombros um lano neo-
lllidos, meio fula por ler principio de frialdade : io-
ga-SO a qiialquei pesa na da polica, ou eapilde ile
campo, de a pegar o levara ra larga dn Rosario, n,
20, em casa dn sru senliur, quesei recompensado
genorosamenlo.
Ilesappareeeu da rila da Cadeia do haflTu de
S. Antonio, ii. III, defrunte du tbealro xelbo, a es-
rraxaThcre/a, prela de naciio Cabinda, baixa, L'ros-
se, beicos Balenles, calcanlnireB rochados, tipm :lo
anuos de idade pounrmais OU menos* e cicniri/ cm
furnia dolalhooo rosto atfpo do ouvldn: levou dous
vestidos do cinta amarclla 0 rxa. panno da Corla,
e cm um ilos pos um pedaco da crrenle de que se
dosprondora : quem a approbendor e onlfogar nadi-
Incau ser rocompoosado,
Illustres e honradas pernambucanas .'
V.loja lira-ilrira n, 17. da roa do Gol legro, t|ue
abiu-se ha puncos dias, lem Tinais proflcua BSporan-
a naprnleccao de seus inalienaxejs babilaules, pois
esse iuliiilo aluio-.i; e lem a mala irrefrauaxel
prova de suas generalidades! o parece quo, em cu-
ta sombra ou veslea r'aguerdam a felfcidado desle
lio paiz.
4rapas-a--r a cbaie de tuna laberna junla-
meule a armaran, lodo, os pertooces, n'uiiiu das
piineipaes ras desta cidade: ns preleudenles diri-
am-se an aterro da lloa-\'isla u. 78.
Na primeira audiencia du lllm. Sr. Dr. juiz
dus feilns da Calenda, que devora ser sexta feira 12
dn crrenle, uluaptaca por xenda os teguinle
molis por exniicnu da fa/enda provincial, conlra
ICjrmino Jus Polis da Ro/.a : um -ufa dojacaraodi
rom nssenlo de patita por 209000 i--, umasjnoaa re
dunda da inrsuia luadeia por 100000 rs.; um culi
s,,lu ,\,i mesma luadeia, por :l(HHHI rs. ; urna cadel
ra do balanco de aniarello, por 1.-JKKI rs. ; qualn
quadros cm fumo com moldura dourada, por ,-;i si
rs. ; cinco cadeiras do Jacaranda assenlo do patha,
por I5-MI0I) rs.; a arremalacAu he depois da audien-
cia, na sala das mesma.
Quem precisar de utn toiliador para malar
forminas, oqu.il euleude liiuiln, |ioder ir fallar rom
Jus Rodrigues, bespanbol, na Estrada Nova, silio
do dcfunlo Jiislini,...... pi iuiejru portSo.
A Sr'. D.Clara Alaria Viara do Oliveira]!.a-
cenla, viuxa do fallecido .lu-r N'ieira de Oliveira Ma-
ciel, queia mandar a ruaduAlecrim, sobrado a. I,
segoodo andar, receber una caria vimlo do Rio
tirando do Su).
Oauniiiicio sabido ueste Diario nos dias tab-
lado, segunda c Ierra feira em que di/ descia-ee
tallar com o Sr. Joaquim Mendos da Citas (iiiima-
i es Jnior, nao se enfeuda que fosse por dix ufa ou
cenias, 0 sim para Ibe cid legar urnas cartas eencum-
inrndas. o por ignorar-ae a sua residencia e para
que o publico mo supponlia *o contrario, lai-se a
prsenle declaranlo.
Existe nesla cidade urna pessoa, que da noticia
.tus aeguinle sacravos rugidos: Joaquim, mulato,
alio e chelo du corno, olhos grandes, cabello quasi
liso.o qual be naluial da sena dn Cununissariu, ler-
moda tillada Pombal, c foi vendido nquiem I8U;
um pieto do nomc Caelono, balso odelo do corpo,
> falla mal acba-se fogido lia '.l para 1 unnos : osso-
iiluu es dos dito eseravos, eaconlrarlo na ra da Ca-
deia. leja n..",, o nnnuiirianlc, que delles dar exac-
tas noticias.
O abaixo assigoado declara ao ivs-
peitavel publico que o Sr, Joo Argemi-
vo Bastos Melibeo deixou de serseucai-
\elio desde o din do eiu-reiile me/, de
IIROStO.
Manoel'Joaqtiim da Silva Ferrax.'
Quem precisar de urna ama secca para rasa de
pouca familia, piide dirigir-so a ra do Autorm
n. 21.
Precisa-se de urna ama para casa de buinem
selleiro : quem quizer, dirija-se ra da Cndela d
Iterifo n. 18, primeiro andar, das li huas da roa
lili".i a. i da larde.
otirrerr-so umasenhora para engommarem
Casa particular : na ra da Santa Cruz antes de
chegar a ribeira, casa n, :lt.
Oll'ercee-o una ama para rasa de hornom sol-
leiro i ii de punca familia : a tratar na ra da San-
la Cruz, casa n.St.
Aiuga-SG um bellissimo osrravo, fiol, mnito
liinpne boill cozinltciro: na ra Diieila, luja de l'a-
tendasn. 12.
O Sr. Joo Xavier da Fonseca, quei-
ra appareeer, nu ra do Crespo n. lli,
que se Me deseju (aliar.
O Sr. Juan de llanos Correa lem una caita ,
lindada. AJagoas : na ra do Hospicio n.9.
i amassador de nadarla, que
lambem para enirogar pao a
da Noval na pastarla da Pea-
le Domingos Antonio da Sil
ile
-Ira
Piris,i
seja bum, e que sir
nina Ireguexia nne
sauem ila Maud.iln
va Belrls,
A pessoa que precisar do una.ama, que lem
Ihhii leile, para criar : dirija-se a ra Diieila. laja
ilc ourixes II. 71 que achara rom quem Irallr.
Attcncao.
Antonio Ignaoio d'Amandola ai isa a indos os ealo-
danles, que asilo ltl,e drvendo, que bajam do .ali.fa-
zer os seus debilos al o lim do crrenlo me/, a.-im
como lodiiaqiiciics queair opia/u marcadonfl)pa-
garni, lorio de ver os seus nomos o at-quanllas
por cxlcnso nesla folba.
Ouein liicr um-ilioqueoqueira allugar, prc-
fere-sc no lugar da li-trada Ntm.....i Vanea, quo
leuba proporces para 10 nu 12 vacias, dirija-sen
ra do Hospicio, casa n. 15.
Ainda esla por alugar o sobrado deAneclelo
Jos de Mcndouca : na ra dos Coditos na Roa
Yi.l.l.
Olleiccc-sc una imdbei capaz para ama de
casa de iiomem solicito ou xiuxp, que B80S cuzinbar,
engonuqar t toser, pina asta Braca ou mtsnw para
ala..... silio pecio : quem piecisai, dirija-sr .i na
estrella do Resalta, travesse para a do Oueimado,
lujan. 18 C
Preciia-te deiini Irabalbador de masseira : o.i
i ua Diieila II. 00.
Olleirce-se un n.uen para andar em nica
iniiilri ou para criado : quem pretendorj diiija-sc
., ra du Uospiciu em nina taberua ao |k'- du Quar-
lel.
BOTICA
HOMEOPATHICA
28 Rl'A IUS CRIZES 28.
Pediiiirt ao rapcilavcl publico, t'utisiiicrir.iii a carta o o cerlillcado que almixo pu-
blican..
film. $r. Dr. Gosset fimont. Tendu viilo nos
Diarios de Pernambuco do 25 a 26 de julho prxi-
mo panado, um communiendo no qual vcem asnin-
nadas varan peiuoaaque posrtuem car tei ras liomopa
Ihica* compradait a V. 8., as quaes fazeru \eru i-iii-
caciado scus remedios; e cuqu larobem lono
ditas carlefras, o curo com medicnmculos ulTo s ero
slnhulos como eiu tinturas, comprados na botica M
V. S.; \cnlio|or meio desta cerliflcur-llio quesem-
prollroi mnito boi resultados dosn.csmos,coioo ve-
r do ni les lado que incluso Ihe remello ; deveiulu
nutar-se quo ruiilem os nomes de pessoas traillas
Eor mini c oulras em cujus casas Iralci ; romo tam-
L'in deixam de assi^nur oulras muitas por nio sabe-
rem escrover, ou por ser MMil.ora a dona da cnsa.
Faja porlaiilo V. S. o uso que julgar mais convenien-
te, nao mi desta carta como do referido attestado;
NHO de provar aos incrdulos que seus medica-
mentos ilo lo ou UlVM mis elllces do que os
apieijoadus |Kir seus vendedores. Souscuelc
Jn Silio no Arraial, 2 de agosto de 1H53.
Nos abaixo asonados, atiplamos quo o Sr. Joa-
qun, gnacio Qcnicutedc Almeida Sariulio, tem
tratado de varias molestias, ainda mcsino clironicas,
lioinopalliicanuMilc, e temos visto, e litlu Ihiiii ic-
sullado de seus ruralivos.
Poco dn Panelta, X\ do jullio de lK't3. /Miz
Epifanio Mauricio ii'andcrley.i'irrnte Femirm
(/? Mello .lHitt'fitertftte.FranrtecoJnrgc de Sou-
:n.Jom/uim Jtirinjo /.cal.Jacinto Antonio da
Silva Peuoa.mador de Araujo Pesma de Mel
I>.MMO0t$l$rt8$ Abiii.Joaquim de Albu-
i/uer'/w f-enta/ttle* (ama. Framisco Jote da,
Chaya*, professor jubilado.lltiijue Anlune* Cor
rea.-Jote Jom/nim Ihrge* Crhiia.Anloni>> Cor
n (ornen ii Almeiila.Cfiristonio de .Santiago
do NatdmenlO.JoUoBOMffl dr Mello.Antonio
Joar/uim Correa./tufino Jote /'ernandes de A'"i-
t/iififlo.Manoel Sabino da Costa.Jorge Anto-
nio de Almeida. l'raiicixco /Utere* de Abren.
/'rancisco de Abren /istere* Jnior.Jos da Silva
(iisiin'io Maia.Manoel Joaquim forrea de Al
meitla.Manuel fenlo de fanos ll'anderleq.
Raytmtndo /'iberio da llorha llego.Manoel de
Barro It'tindeiiei/.Antonio Fernandrs da Cu-
nta Arellar.Francisco Antonio de Soma.Fe-
l Jote da Cunha.Jon Francisco Kstetc* de
4breu,l)vziderio Jos du Silva.Jone Cnnicim
I da /twUa.Joo Izidoro.Antonio Ferreira da
Silva.Munnel Joaquim .IMune* Correa.faij-
innnd'i du Silcu Hala,Joao.fcmiyii Pereira.
Jos itoin'io fainoi*Francisco Antonio Pereira.
'i'iburtino CorrdQ de Amorim.
Precisa-se de una ama de leile : na ra to
Rango! n. 36, Ngundo andar ; send" lona nielluir.
l'iu rapa. do boa conduela, de Tora da pro-
vincia, com l'i innoa, deseja-se -nruinar do caixei-
ro om qualquer cslalielccimenlo: pessoas que
precinrern, aununcMI* 0 niesmudapor dador pes-
soa do re-peilo nesla praca.
Prcto-tt fallar cojn oSr. .loaquim Jes Pe-
reira, subtlilo portugus, natural da fic^iir/.ia t
Amorim, a negocio que Ihe inlercssa : na ra es-
Ireila do Rosario n- II.
Precisa-se de um Jimn lorneiro, do que paga-
se bem: na nadara do paleo da Sania Gru n.(i.
Na mesma piecisa-se de um Irabalhador lamliem.
Arrendamento.
Arrenda-so o grande silio do Arrumbado, pcrlen-
cenlo a vluya do fallecido Antonio Telieira Lopes,
eom L'i.m.If eexcelleutc casa de \i\eiula de sobra-
do, capella para cclchrar-se inissa, duas eozinlias,
aenzalHpara muiloanrolo*, casa para fc.lor, o mais
d0U9 ipiarlos, coi-lieira < lugar para estriharia, dous
graiidca baplieirosde auna doce eaalgadfl, cacimba,
pombal graudosobre pilares, cinco \i\eiros, dous
em bum oslado o com bastante peixe, c lies que
precisan, de algum reparo, com mais do SOOpsi do
roqueirosa dar filelos liastaulc* p> le sapoli/ei-
ros, condcceiras/jaqiiciras, manguelrOJ, liueras l;i
Penda, de umbiap, lima doce a aiodo, caDellefras,
jambeiro-, uoialieiras, oulis-roros, enipa[ieiros,
aracascroslarauueiia< -electa-,tlrumbiizo,da (lliina,
em abundancia, piubeir.is, aralicuu/eiros, uiuilos
cajnciroo, bananeiras, lamarineiro e parreral, cer-
cado de v alado de agua doce, com pasto sullicienle
para inais de olio vaceas, lerrem mol bm para
laude planlar.io de capim o !iorli, por ser de inas-
nap i quem o pretender, dirija-se ao meante siliu,
a halar com asna prpiirlaria.
Aticn*;.io' a verdade.
0 39 A, conlionte ao Hosario de Santo Anloni,
conliecciido q ie o retpoilavel publico Ja lem conlie-
cimeiilo da veracidade de seus annuiuios, nova-
menle laa puldio, que em seu ealauejecimento,
aleiu tos de mais RODema que por sua qualitladej
sao bem conliecidos, lera mais daqui un dianle o
milito superior pao crioulo ; mas notando-que nao
be desse que vendeui |tor abi maior paite das pa-
darias. (pie s lem o nomo e n.io qualidade; p08-
aoaa lano desle balrro como da Boa-Vialaonro\am
norquo lem mandado buscar delle e conbecem a rea-
lidade do prsenle annumio ; porlanl o respeila-
vol publico por mais uta ve/, conbecera a sinceri-
dade de seus amuiueios.
Dcst'ja-scsiilx'isciH'jita cidade exis-
te al mim heraeiro, ou prente de Jos
Antonio J. Cosa, ({ue aqui residi, e
(iue linha doiU irmOS na llliii da Mailt'i-
vn de aoinS Jos*' Pereim, e Joai|iiim
Pereira, lioj(. fullecido*; este annunco
nteressando a pessoa cjue manda la/c-hr,
[todera' l.iiiiheiii inleressara(iial(|iier pa*
rente daquelles jjnados : (iiieira tioisdi-
nirir-Ne a na do Vijario n. 10, sefrnndo
andar escriptono de Machado i\ l'i-
idieiro.
A pessoa (jiie annUDClOU precisar
de un |ir brasileiro : dii'ija-se ao
arnia/.emde Lu/. Aulouio Vieira A Com-
pauliia, na ina da Moedu II, i|oca-
cliai*a' um com as (tnalidades me e\(re.
Precisa-se alujar urna prela, que seja liel e
,i|>a/, para vender na ra: na ra da Calcada n. -2.
Precisa-e Jo 2000000 n. a juros, dando-so
como garante boa liun;i : quem liver, dirija-se a
ra do l'ailie lltniauo II. :ll, ou aiinuneie.
Alugu-w urna cscrava, para lodo servico de
luna casa e comprar na ra o que foi preciso : a
tratar no-caes do Hamos n. 'Jt.
Roga-se SO senhor um, ipiccouiprouuma poi-
can de paos tle lamaucos. na ruada Praia u. 15, de
os ir pagar o mais breve possivcl. sean lera de ver
osen iioiuc poi cxleuco ueste Diario, c licara por
mi.....e para o publico, safa.
Roga-ae aoSr. Ricardo Pereira lie/erra e Mel-
lo, morador no eOKuho dol.arub, que baja de ap-
parecerna ra da Praia n. I">, porque se Ibe desoja
nldllo fallar, teto rom brevidade, do contrario se-
ni depualo por OSle Diario o nci;oco qiic Ibe diz
tes pe i lo.
<>ltercoc-sc una mulber para ama de casa de
pouca familia: na ra da Seu/alla Velba, n. 13.
Perdeu-se una loca de tilo de linbo prelo, en-
I. dtada com lilas a Uceada mesma cor, da ruada
Cadeia das Saudade* ; quem acbar dii ja-se a ra
da Cadeia deS. Antonio segundo sudar n. 16,que
ser orn graliicadn.
Avisa-se ao Sr. l'ranci->co das Ghagas Caval-
canli PCHoa, morador cm Oliuda, procurador dos
pililos, propriclario da casa terrea, ua carreira do
Sr. i.u-mfto, no aterro dos Afogadw, que dita casa
lesdeo dia (i. csl;i desoceu|lada cuja inqulina pas-
sou-se para a nicsma ra, casas de Antonio liraude,
onde espera o dilo Sr. para ajuslar cuntas at o dia
cima, como Ir.ilot com o inesmo Sculior.
>o dia .") i\o corrente mez, das S para as 0 llo-
ras da noile, lurlaram da liba do Hcliro, na I'assa-
gein da Magdalenas aw eavallo do sella com os ii-
naea aegulnlea: coapo Cbcji, balsv, demsjaj car-
es, easiaubo, com algumas piulas brancas, tliuas
prclas, cauda prela ripada, ps prelos, o tem um
i .'Mit I de cuxuiila cm um dos pos ainda eom o bura-
co, anda de pasa c earrega bailo: quem o pegar
pode i'i'ii.l u/ii a i ua da Cadeia n. ti, que ser grnli-
licado.
SabbadoU do crrenle mez, enlregou-se a um
labiinlia, pie tlis>ti cbamar-se Frauciftcu, e ser os-
era \ o do Si. Bernardo, morador na ra da Croa, -'
baudijas nonti loiii boiras (lomadas e recorladM
ello no apparercu mais, a deasoa a quem for uffe-
reeldastaes sMadojai (ac o favor de aprebende-las
eleva-las a venda du Sr. Manuel,ra daCrui,n. ;\'.h
que ser recorupeusado, com u valor das dilas han-
dejasa
Ouein precisar do una ama branca Dar o aer-
\ ro de nina casa d bomeiu solleiro ou d punca fa-
milia, meco/iidia, lava, eiiKomma e coie, (ulo ooni
|ierfeii;Jo e sem eu-aios, tlirija-s*1 ao .jico do lius-
pital, casan, "i.
LOTERA DBN. S. DO KOSARIO.
Gasa da esperanen, na do Oueima-
do n. 61.
Nacas cima, e na prata da Independencia loja
do Sr. KoiIuiikIu, ronlmna a estar venda mu i-ora-
pleloaortiimiut de cautelase billicltsda loleriaa-
i na, cujas roda andain nu dia 12 do corrente, a- .
jada qualiquem bilheletpor vender.
Billiclc......49000 '
yuarlos. ;.... 1*901)
echiios...... 600
Precisa-se do urna ama para coziuliar o diario
do urna cata com pouca familia; na travesea do
Corpo Siinlo, 11. 29.
Prccisa-so alujar um escravo sapaleiro: u
Iravcssa do Corpo Santo loja de calcado, 11. 39.
Precisa-t de um feilor itara o campo que seja
moco, para um engenlio ao Sul desta praca 18 le-
gua, sendo portugus assorlauo, ou inesmo brasilei-
ro, que lenlia prslica de agricultura : quem preten-
dor, dirija-se a ra de Moras, casa 11. 90, que se di-
r quem pretende.
Iiu moco brasileiro de boa conduela, que sabe
ler, cscrever e contar, deseja arranjar-se em algu-
111,1 venda decaiteiro: quem o precisar podeanuun-
ciar, 011 fallar no Trapicl Novo, n. 14, primeiro .
andar.
Os credores do Moracs & Soares, mandem rc-
: 1 o primeiro dividendo, em casa de Brunn Prae-
ger i Compaiiliia.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca ra-
milla, que engomte o cosinliebcn : uaruadnCru,
11. 43.
Koubaram na noilp de 24 de julho prximo
passado 110 general Abreu e Lima, onlro oulras cou-
sas, o teguinle : I m habito, ou urna crus de esmal-
te roso, contendo no centro um emblema como urna
1 mi. m. o ilo volln a interipcao libertador da No-
ra liranada e no verso o nome do mesmo gene-
ral no centro, cao redor Cundinamarca liberta-
da anno de 1819 L'ma medallia de ouro do forma
oval com a seguinlo iuscripeflo : Cernedor em
Puerto cabello auno 13 o tambero um paseador
de ouro para prender medallias : quem appresenlar
estes objeclos receber um premio cm dinheiro, ti-
rando em segredo o nome da pessoa que o flier.
Iirs,.|.1 -, muilo fallar como hr. Joao Miguel
de Oliveira Uerardo, para tratar-te negocio de inle-
resse: no largo do Corpo Santo, armazem de Pal-
meira & Bellrllo.
Aluga-sc o primeiro andar, do sobrado da na
da liuia 11. 61, a familia lioncsla: Irala-se uo aterro
da lloa Visla n. 60, com Joaquim tionealves de Al-
buquerque.
Sr*. Patele Pinto.
Leudo o seu annunco 110 Diario de Pernambn-
ro, lenlio a responder que, as verdadeira pilulas
para Itdbn e eravos seceos sAo a quo se vendem na
sua liolica, dn mu.1 do fallecido Sebasliao Jos de
Oliveira Maccdo. Secombinarem seus circilos aclia-
i.i o publico a verdade ; quando se balanceoua bo-
tica du dilo fallecido,acfiararo-ae algumas caliat,co-
1110 provarain os scnliure pliarntai'oulicos iucumbj-
dus do dilo li.il.uii.n. que pur ser formula particular
uno quiacram lomar nota, as quaos se lem vendido
e conlinuaiii a vender, preparadas pela verdadeira
furinulii quo se achou em seu caderuo parlicular, e
juntamente mais aluma. Parecc-mo com o que
levo csposlo :i salisfeilu aos seu pedidos. Conti-
nuo ,1 sor de Tiiir. nllciito venerador
Francitco de Pauta Pire llamo.
LOTKKIA DE NOSSA SEMIORA DO
LIVRAMENTO.
As roil.is desla lotera andan, imiirclerivelmenlu
un tlia 31 de agoslo prximo, c os bilbelcs acliani-
sc a venda nos lugares setjuinles: ra do I.lvra-
incnlu, botica do Sr. Cliauas : ra do Oueimado.
loja* do Sis. Mora es, c Silvestre ; prac,a da Inde-
pendencia, luja do Sr. Fortunato ; na doCabug,
bolica do Sr. Joao Morcira. Joo Dominguet da
SiUa, Ihr Din t'im.
^foca-sc um enRcnlio prximo a freguizia da
l>'.nrf por oulro ua comarcado Cabo,que moa
com anua, ou leuba proporcAo para isso; udo duvi-
dando-so vollar 0 excedeulo do valor, cano deva
isso ler luyar : (ruca-Me anda mesmo or una par-
le de euueiilio cuja dono esleja na posso do momo,
eotranslira: a (ralar-se com o nbai\o aaslgiiado
na villa do Cabo, ou nuengcnlio liba do Morgado,
junio a punte dos Carvallios.
Francisco lillas do Pego Danta*.
Deseja-se fallar com oSr. Joaquim Mendes &a
Crus (u i maraca Jnior, na na dn Cabufi, loja
n. l.
IVccisa-so de um bum forneiru, pai;a-se Iwm:
na ra Imperial n.,,17, nadara defrooTo do cba-
f.iri/.
Aluia-se o Ibcalriidio da ra Augusta, nrn-
prio |i,ii .1 prexepio ou diverlimenlo parlicular :
quem o pretender, dirija-se a ra das Larangeiras
n. IK ; lambem se vende a dita prophedade cima,
c mais oulra junio a mc-mia.
Na na do Qucimado, sobrado n. ff, guudo
andar, precisa-so de [KStooa que vendan fa/eudas
pelas mas,nao s pur si, como acompanbaudo pretos,
tlando em qualqucr dos casos fiador, pa^a-sc a jor-
nal, ou da-se Intereaae nos ganbos como cunvler u
peaoi que c qui/or contratar.
COMPRAS.
Em quanto ha Calla.
Coiiipr.tm-se lucias },urrafas, que lenltam sidod'a-
guailescllz, viclrv.ou sedlils, n 100 r. cada una:
na ra lurua do Itosario, loja de louca.
Coiflpni-se um liabilo dclerceiro Franciseaiiu.
em boin uso : quem liver, niinuncie por esla i.-lh ,
ira set nroeiirailo.
(!oiiipram-se ps do larangeiras de umbigo, do
.polis, prnnrios jiara mudar, mas devent estar cm
i.iivies ou liarris que be para ir para fura da pro-
vincia: na Praca do Commercio, n. 6, primeiro
andar.
Compra-so urna porcao da laboado do assoa-
llio com uso: se alguem liver, dirija-se ao alerro da
Bua-Visla u. bu
C.mnprani-sc escravo, e vendem-se, receliem-
se de enniinissao, Ionio para a provincia como |>.n.i
fira della; na ra dos Quarlei n. 24, segundo an-
dar.
Conipra-se llin escravo para todo oserviro de
un,i casa, e una escrava de Ib' a anoos, que sai-
lia bem cuuouiuiar o roainliar, pagam-se bem : na
ra do Amuriin, n. 95.
Comprom-sc 500 lellias ja sen idas: qaem liver
dirija-se a ra Aimusla, n. 33.
Comprain-se dita malas docuuro, francesas ou
inglcxa, ji usadas : na ra do TrSBiicho n.34. ."
Coinpram-su dous prelo a contento, diindo-se
|ircfercnciii sendo j.i arosliimados so servico de |a-
daria : uo palco do Terco n. 13.
VENDAS
Vende-so a laberna da ra do Collcgio n. lo ,
nrompla de novo : a trotar na ra doQueimado u.
10, segunn andar, das I, as 9 lloras da inaiili.l.i, e
das -' ns i limas da larde.
Vcndc-sc una muala, de 20 anuos, |ioiicu
mais ou menos, rom algumas bnbiliSadcs : na ra
Alaosla, defruiilc da laberna do Sr.Jos Maria, casa
do l'acbeco.
Vende-M una prela moca, de 20 a 22 anuo,
com una linda cria de lint anuo, eom as labilida-
des seguidles: ongomina perfeilamcnlc, cozlnlia,
cnsaboo o cose : na ra da Cadeia do Keeife n. 41.
Vcndo-se o dcpnsilo de assucar da ra do A-
ragAu ii. 36, proprio para laberna por ser cm bom
luga'r e lem nunniudos boalanlcs : a tratar uo
mes...... .
Vcndc-sc urna negra, crioula, mora, bouila
lisura, lava de brrela c suban, coziulia o diario de
ira quulquer servico de catn-
iiii.a rasa, c propria
p : na ra Nova n. y.
Vonde-se um quarl.-io muilo bom de carga ,
bastante gordo, por proco muilo cummodo : na co-
elieha ,1a ra da florentina.
Vmule-se nina escrava boa cozinbeira, doceira,
pimnmiiiadeira liso, lavadeira de sabAn e brrela ,
vcudedura, inuilu sadia o liel, o sem achaques: na
ruado Rangol, luja n. I.
Vcndeiii-se loalltas de panno de liulto do l'or-
lo. para roslo, o mellior que loiti vindoao increado,
n IJISKI rs. cada una : ua ra do Crespo, Inja da
esquina que volla para a Cadeia.
Veiule-se urna escrava, crioula, de 28 anuos
de Idade, cuzinba o diario do una casa, sabe coser o
engommar: alralar ni paleo de.S. redro do Beri-
fe, casa n. ao.
Vende-so a laberna com pequeos fondos, sita
na l'.is-auem da MigdaloM, ao p dosobrado grou-
dc : a tratar na mesma.
JFarlaha de atMdloea, a 6,000 rs. a taeoa.
Vende-se noarmascm doj^iines, no Irapiclie
doalgodo, ou a fallar roiu^Sl II. d.i l'onseca J-
nior, na rita do Vigorio n. 4, primeiro indar.
Melat banicu de Cariaba, a 7,600 r*.
Vendem-se meias barricas de rarinlia de superior
qualidade, pelobaratisslmo prera deTBOOrs. : na
padaria da ra larga du llosario u. 48.
A 2,000 rs. ttst ana*.
No aterro ta Roa i'i-i.i. leja tWoalcadq n. 58, juu-
luao selleiro, vendem-sa linda ccsliotuu conleit-
ilii yualro rrasqoinlio coni iliriios, malte proprio
para presente, a 2,000 rs.; assim como caisiolias com
perfumarla, guarnecidadcIVW, ,i 13280 rs.
*v



A clles, que se estao acabando.
Cobertores to la|>eto muilo grandes, pelo diminu-
lo proco de IMOi, Jilas nuis iiequcnr, a wki ri.,
rulchas de salpico* brincos, n I 4100, liriin trancado
oscuro, do liulio puroc muilo liuo, a 40rs. a vara,
'.hilas do nssonlo escuro c hom panno, a 140 rs. o
royado : na ra do f,res|H>, loja u. 6.
Yriide-seuin bonilo escravocom afumas lia-
bilid.ides : no ra do Aguas Verdes, rasa ii. 36.
Na ra do Crcipo, lo) a. 12.
Vende m' damesed do seda encarnado, ii4ii.il
de Lisboa, muilo prnprio para colchas oti corlinas
de igreja, e acudo o prcrode JOOO rs. o royado, as
m ni,mdados devcui aproveilar a occasirto do possuir
ii ni cortinado rico o rom |hiuco iuiporlc.
A 3600 rs., o par.
Coutinuain-sc a vendersapatocs de lustre para lio-
mem, obra muilo boa a .'lMIOO rs. o par, assiin co-
mo ditos li.uirivi'- para meninos de ti a 10 anuos*, a
.'19500 rs.: no aterro da lloa-Vista,loja de calcado n.
58, junto ao sclleiro.
Aiinla eKste urna perjueua porrio
lo ja' acreditado remedio contra o em-
briagado*, viudo do Rio de Janeiro, e
ncliu-s a venda, na roa do Itnngel, bo-
tica n. Ci.
,Sao chegados os verdadeiro clia-
nlusde S. FeTi\, da acreditada fabrica
de .lose Antonio Franco, da Babia, re-
coobecdos pela excellencia de ma ijua-
lidade, e a uicllior etcollia de bou lo-
mo ; pelo que convida-se aos senliorts
iicadeniicos, e ao publico apreciador da
boa fumaca,aconeorrereru ama da Ca-
(Iciii dn Itecife n. r>, rasa de molhado
retalbo,
JAKKOS COM IIAMIA.
No alono da Boa Vista, loja de calcado n. 58 ,
.Minio aoselleiro, vefldem-se jarros de porcclan
dourados, e con lianlia, 19*00 r.; assiin como
i anudos de puntada dclodas as cores, n IIM) rs.
DEPOSITO DE BICHAS IIAMBUK-
GUEZAS.
Vendem*tssos ecotos, .i n'i.iiii -,r lamben, sa alu-
.aiu om vfo applicar paramis commodidade das
urcieMulM) t* mclhorw bichas de Uamburgo que
fCIII V|MIo '* ni"ii',|.ln. I.iiiln por H'ITM. IIHIO
Brandis como pela boau,ualdade : na na estrella
do Rosario, rt. II c l>.
A soo KS. 0 PAR.
Vendcin-sc laptuM de makTOfla.ro, pura liomein ,
.i 000 rs. o par : no alerro la Boa Visla n. 58, loja
de rabado junto un sclleiro.
PERFUMARAS.
No alerro da Boa Viva, loja de calcado d. 58 .
nulo o st llciro, \cnde-sc moa tic colonia, sali-
notes ponida, palhrhouli. auna ile lavando, extra
loa linos, c outrts dualidades de perfumaras, aflni
de apnrar-M diiilielro.
A IJ400 US. PARA ACARAR.
Yendcm-sc lencos de cambraia, iberio, e rom
luco, para iiio ile senliora, n 1>l)'t rs. : no aterro
da Boa Vala n. 38, loja de cajeado.
A lj|400RS. O PAR.
Vende rn-oe calungaa de porcelana, a l9.0() i-.
par : no alerro da Boa \ i-a n, ."8, loja de calca-
do junio BO selleiro.
SAB0NETES J)E AMENDOAS.
Yciidcin-fte abneles de ameiidoas, Brandes, a
.160 rs, ; no atorro da Boa Villa, loju n. *K, junio
ao selleiro.
Vende-so una casa forrea n. li, ua Solcdade
THIESTF-SSSL
lie rorcncbcBdo uiiwarregamenlo da verdadei-
ra fai inli.i de SSS raminlin, e vonile-sa |Kir mdico
proco : no escriplorio de Deanc Voulc Jt Compa-
rtid., mi nos seus armasen, Mbeccu doGoncalve,.
Vcnde-ee colla da Ilahia, de lien aualidade,
era porrflo e a rclalbo : na ra da '.fai n. li*2.
DOCE DE BACORV.
Clienop recenlcinenlc do Maranlio una pequea
poroso deste delicado dore, o melborqoe lia, tanto
pela sua encllenle qualidade, como por conservar-
se por muilo lempo em pcrfeile eslado: vcinlc-*e-
em casa de r'tmle& Irma, na ra daCadeia Vclha.
Agenciado Eawin Mw.
Na ra de Apollo n. ariiiaoni de Me. Calmen!
A Coinpanba,achn-sc conslaiilcmenle bous sorli-
mentos de laliaa de fcrrn ruado e balido, tonto ra-
sa romo fundas, nioendas ineliras ludas de ferro pa-
ra animan, agoa, ele, lilas para armar em madei-
ra de Imhisos laiiiaiihosemodohisosmais miniemos,
machina horisonlal para vapor rom fon;, de
I cavallos, coros, passadeiras de ferro eslanliailu
Iiara casa de purgar, por menos proco que os do m-
iic, estovos para ua\ios, ferro nulo/, lano em
barr.1 como em arcse folhas, eludo por barato
proco.
Vendein-se relojjins de onro, pa-
lenle nj'le/,, os mclliores que tem rindo
a este mercado, e do niais acreditado
fabricante de Liverpool; em casa de Rjis>
sel Mi II.i- .'. Companliia, na rna da
Giideia do Itccile, n. 50.
Drpoiito da fabrica de Todo. a. Snuto. na Bnbin.
\ eade-flO, nn casa il>- N. t. Ilielicr iV. ilaOu/. n. 4, algodao Irancado d'aquella falirica,
aiuilo proprio pan sarcos de assucare roupa t\r et-
cravos, por proco coiuniodo.
Oc.o.
Vende-so sessnein barricas,cllOSado iilliinamne-
le:cmcasa J. Keller ,\ Compailllia, ua ra da
Cruz. n. 55.
Vondo-sc presualos inulc/es muilo novo, para
liainhre, Illa*fOm Imlarhllihas ib.....la liulo/.a.qui'i-
jos de pealo, consonas muilo nova, someale do lu-
das as qualidades de borlalice, chcuadas iillimaiiieii
le
Cosme
ra da Cruz n. lli, defronle
FARELOS.
lo Sr. Iir
Aunes ,
, por me-
(|uak|iicr
. fcrandes.
a iilIi'/.u do
ma : ua ra
'lefrea
quizar dirija-sea ruado Pilar, a una casa IflTea n
73, ao ladodircilo, onde se tiahalha cin -apalos, nes-
la dita rasa saliera a lona onde mora para se tratar
ilo negocio: nameama casa cngoi.....a-soc lova-so
bem, por preco reuular.
i;rARIIA.NAI'OS DEI.INIK).
Na luja de liuimaracs c\ llciu iques, ra do Cres-
po o. 5, \ende-sc guardanapos de liuho do superior
qualidade, pelo baralfatiiiio proco do ?iii rs, a
REMEDIO ESPECIA!. PARA BOBAS E
CHANOS SECCOS.
Bfle arredilado remedio preparado conforme '<
verdadeira reeeila dada por mu oftlrlal que iinula-
veaei u preparou), ijne leve o linado pnarmaceufi-
(0 Seliasliao Jos de OliveJra Marnlo, continua a
\ender-so ua hotiea da ra do H.m.el n. (ti i|iic 1.1/
fenle para u larav da llibeira.
Em Bonaequencia do aanunclo dometmo remedio
leilopeloSr. Pelxolo i\ l'inlo, cm que declarani.
pie o rendido na ra do RangeJ n. 64, he falso, na
oiu dell'creucia ao respeiavel publico mandamoa
pniiiicii i aeguinle caria( para queellea se conven-
ram doronlrario: adverlindo, que, o que so \ende
na botica da ru.i do Itanuel u. i, uflo lie preparado
- periodo\ anuos mas sim conformeaou conaumo.
Kis a caria :
Vende-**; no armazem urclii em snecna .1' -" nrrobns,
ikw pre^o lo que em oulm
paiie.
A 5,000 rs. peqnenos, 5,500 rs.
Vendem-so cliapeos dOMl de seda
superior ipi.ilid;nlo. peloa pre;o;
doCollogio o. i.
Vefrae-aovinlio da Uadeira de superior qua-
lidade emquarloac oilavoadc pipa, por preco rom-
nwdo: noarmaiejnde N O.Biebci v\ Coni|anlia
na i h,i ila Crui n. 'i. -
VinhoR Riiperioi'es x\c Bucclliis
I hranr o deColaroa llnln em luirria de quinto:
vendein-ae em vaaadeJ. Keller &C.
AO BAHAT ANTES QVE SE ACABE.
Pa loja da ron do Creapo n< ". vende-ac pocas do
rhiaa Ifnaa com 38 covados, de limloa padrooa, pido
diminulo pirro de 59OOO ra*i c 110 ra. o corado:
calafaxenda lornn-ao recommcnda\el pelo'lido- pn-
drfica o pannos muilo forlea: alAn deala fazonda
venderse oulraa m n 1; .1- por naraliasitno prern.
Taixas para engenhos.
\;i iimln .m' de ferro <\v I). \\.
Bowmann un ra I Bruin, iNissau-
do o chafaras continua haver um
completo sortmento de lnMi$fiie Ierro
fungido e Imtido de ~* n H palmos de
bocea 1 ns nuaes ncliauwicu venda, por
preco com modo e rom promptidao :
eml>arcnia-se ou carrcganv-geein cirio
heva despexa no comprador.
Vendem-ae lonas, brinzaA, brinac
as da Kuaaia : no armazcm de ,\. o
Doinpanhia. ua roa da Uro/ -n. |,
Moinhos de vento
combomhaaderepu&opara reoar horla^
de rapim, na fundirn do I. W. Bowmau: na ra
do Bium us. 6, Se 10.
POTASSA SlPERIB
Vende-te por iifet^o milito com
moilo, no ;ii'iiiii/.ciii 11. 7 ilr C.I6S dn
;illai>iliv'a, dr .Insc Jii.iiiiiiin Pcreira ilc
.Mi'llo, mi mi escriptorio il' Novaea \
Compnnliin un run do Trnpiclio n. ."i.
Ni ruu dn Vigario n. 19, primi'i-
po niiilnr, Icm para venderdivcrana niti-
mc;is mrii piano, violdo ti llnuln, como
ICJtim, (|UIIUI'illlilS, i.iImis, inlou;is. scllO-
lickcs, modinlmt linio moderiiittimn ,
Loteria do Rio de Janeiro. Lotera c N. S. ('.o .^osario.
Ai*liam-si' a venda < Mllicics da 37. NodiaSS lo eorivnte, nndiini a ro-
lolcria ilo Moule Pi (cnil, (|ucdcvccor- das desta lotera, no consislofio da ijreja
rer de (i a 10 doeorrenle niez de a(^wto.de N'ossa Scnliorn do Livrumenfo, com
|0 vapor (iiitinabnra inhio d'nnueJ
lo rio (lia -li. .i lotera 15. (lodo*
molas lo-
llieher t\-
h.iix.i-
ihi
l/lm. fr. Antonio bopetda Silra> Pernmliu
13 de ju'.hode 185a.Tondo V. S. praiicado cnegado lo Rio de Janeiro
pliariuaeia eom orallceido pharmaeeuliro Sebastio
Jos de Olivcira Maredo, na provincia de S. Pau-
lo, e dejiois ncsla provincia propama lyn re-
medio especial para ludias r cravos seceos, e como
en o leuda continuado a preparar pela reeeila. quo
V. S. te/, o especial obsequio de me dar cm Offoslo
de ItviO, igual ao que o fallecido proparava, porler
sido preparado por V. S. inuitas ve/es, por is-
so ro^o-lhe o ulisequio de me declarar ao pe deala,
se he verdadeo ter-mc dado a reeeila do verdadeiro
para hhas c cravos seceos, que o fallecido prepai a-
va. assiin como concciler-ine licouca de usar sua
rcsposla, como me couv ier. por CUjO favor Ihescr
gralo ii scu amigo e criado.
Joaquini Martinho ia Cruz Correa.
Sr. Joaqun Martinho la Cru: forrea.Em
resposta sua carta datada de 1:1 do correiile lenlio
a diwr-lbe quo a verdadeira formula do romodio
para bobasc cravos seceos preparada |Kir meu anti-
l;o nieslrc o fallecido pliarinaceulico bebaslfln Jos
do Ulucira Macedo he a que Ihe dei o que por iiiim
Toi piepar.iila lano na provincia de S. Paulo cqiiio
nesla provincia.
Podo V. S. Usar dcsla miiiha resposln conforme
theconvicr e eonlirmaulo inhiba estima sou de V.
S. amigo e obrigado Lo/rn la Silra.
DEPOSITO J)E CAL E POTASSA.
Ijinha i\-Anioriin, rcceheiam pelo ullimo navio
de Lisboa barris com I a de superior ral em pedra
para o fabrico de assucar, c vendem por menos que
em oulra qualquer parle ; e para ferhainento de coil-
las um rstanlo do potassa americana : na ma da
Cadetada llecifc n.Su.
Vende-se a verdadeira salsa papr-
llia de Sands: na botica france/.a, da na
daCiii/., <'iii frente ao cliafariu.
Vendem-sc Si arenes do Banco de l'crnambu-
ro : na l'raca do tiommercio, n. ti, escriplorio.
:oo.(ioo ks.
VflUdc-se por .'iOUSUIO rs.. nina lypograpbia com
inais deTOO i de Ijpos muilo hein sorlidos, c mu
hom prelo de ferro epio: a qiieni couv ier diii ja-so
a na das CniIM n. >. segundo andar.
Vcnilem-secni casa de Me. Calmonl f Coni-
l'anl.....ua pracadoCorpo Santn. II, oseguinle:
viobO de.Marseilleein canas de 3 a li duiias, linli.i.
cm novello. erarreleis, lireu em barricas muilo
grandes, ac de milafisortido,ferro inglei.
AGENCIA
Oa Fundicao
VIM10 DO PORTO MI 110 FINO.
Vendse superior vinlio do Porto, em
barris de i., .">. e 8.: no ai'icazeni-da ra
do A/.eili" de l'i'iM" ii. I i, OH ;i halar no
escriplorio de Novacs iV Companliia, na
ra ao Trapiclien. 'i.
Misericordia licava acower a27, e asus-
tas de tuna'contra loteria eliegan de I!'
a 20 do corrento : os premios sero pa-
gos lojjo (ine sr liaj' o distribuicao das
listas.
Vende-so una escravado nacilii Chongo, a qual
-alie lavar o co-iiihai : em l;or.i de Portas, n. 11.1.
Winle-so i.i|n-de Lialioa, vindoasora de eu-
comnioiida, pida barca twtdito : mi l.ni.n da Aa-
seiuhla, li. 1.
CEBLAS BARATAS.
\ i udchi -c .chola- novas .1 f.lHl rs. OCOIltO : lili
armaxejn ^'' J. J. T* Jnior, un caes da Alfaudega,
\oinli'-se a l>puprapliia da Viuva Itoma :a'
Iralar com .lo-o .[aromo de Aianjn. na ra dnScvc. '
Erva mate.
\iinlo-se na travesea da .Madie de lieos armazem ;
piulado deriivn.

; (jiinlqucr numero de lallietc* K>r vender, o resto que existe a-
ras c f|UCjo de
: na taberna la
rom Imbuida*
andar.
\cu patente ii{lr/.
ra n. ^.
Veudt'in-se o-
i'lo
;ios de buvo e prata
ra da Scnzalla-Xo-
verdodeiroaacllniiiialezcK, pi-
do mola o scmHIa: na i na d,iSen/a la Fo-
Mi
I II.
mi-
niados
,014.
Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste esuibelecinicnlo continua a lia-
ver um completo sortimeuto de moen-
da* c lucias moendaspara engenlio, ma-
i'liinasilc vapor, e Uivas de Ierro batido
< coado, de todos os tainaulios, para
dito.
Vendem-sc vacjietasdeluslre, para
robera de carros : na ra da Senzala
Nora n. 42.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
0 arcano da nvenrao' do Dr. Eduar-
do StoRe cm Beiliii, empregado as co-
lonias inglezus c baUandezas, com gran-
de vahtagem parW o ini'lliiirainrnlo do
assucar, ncha-e a venda, em latas d10
libras, junio com o metlmdo de empre-
;;a-lo no idioma porluguez, <'in casa de
. 0. Bjeber A Compaiiltia, na rtia da
Cruz, n. 4.
Ni ra do Vigario n.19, piimehn indar, ha
para vender, tan-lio muilo novo cheaado pela barca
Gratidno, por preco commodo, ejunlameulc nova
cal virgem do Lisboa.
Iciilr
va n. 12.
A l-folis. CADA III CORTE l'K'l l|2
OOVAINIS.
Na loja n. ~> quo volla para a ra doCollcajo,
vende-se corles de caseiuiras de 13a ealqodSO, muilo
encorpadas,*c indroei muilo Ululse moilcrnos, polo
barato proco de 1*410 rs. cada um ci le.
No armazem da travessa da Madre
de Dos n.'), e no caes da AHitndi
I, vende-se larinba *U' mandiot
loo c icijao miilalinio de superiorfiua-
lidade, por pitico commodo.
A 5.000 e 6.000 rs. a sacca.
Vende-se leijao muito siuierioi', raja-
do, a .sOOll rs. aSacca, C miilaliiilio, a
OsOOO rs. : no armazem de Luiz Anto-
nio AnnesJacome, defronto dn portada
AI la i K lega.
CERA DE CARNAUBA
Vende-ee no Porte do Mallo-, defronle do anua-
/emdo Sr. Joaquim Pranclico do Alrm. rera de
carnaoba doAraeal)tpor meneado f|ucem nutra
qualquer parlo ; aaaiin comolaliyriullioa aasc
em Itufi fasenda. confiando de lenros, loalliai
ilai da laia. etc.. ele.
REMEDIO TAHA FRIALDADE
Conlinna a vender-ae eale arredilado remedio
preparado pela formula do fallecido pluirmaceulira
Scha-.ij.io Jo-c do Ollveira Maredo : na Iwlieada
rna do Kansot n.H, cm frente do boceo ipie val pa-
ta o arsenal tic i;tierra.
CAL VIRGEM E POTASSA.
\ cmlc-st* potasso da Itussui r A11 k ii-
can&i cal nova cm pedra, vindn ;i;oi;i
iii liiur.i GratiddOi iiulo damelliorciuu-
I i da de, que tem viudo ao mercadoepor
coDimodo proco: na rna do Tr.ipichen.
7, irmu/ciii deJos Tcixciin It.islo.
NO GRANDE ESTABELECIMENTO DE
FAZENPAS BARATAS, DA RA DO
COLLEGIO N. 2, K CRESPO \. 11.
\ iiitit'-s*' n meilim'e uibjs largo panno
de linlio de Allcniniilin, para Irnci'ics ,
que tem viudo n esie mercado, com 9 c
10 palmos de largOi pelo baratissimu i ii t-
rodo 2.SV00 eSO is. a vara.
Frodffico Chavea, vende um doaacus Mliosdc
Ierras, rom rasa de pcdr.i Q r.il, arvoredol de Iracloe
Im.i .i::u.i de beber, e Ierro propria, na tslr.iJii I,i
itn-,n iniiM. e de Itelem. por preco comnaWo. '
Vcnde-ae moa laberna rom poueaa runoVa^
no palco da Sania Croa u. I :queinprclcmlei diri-
ja-se a ra do Queimado n. stu, para Iralar dn aoii
ajuste.
\endc-sc nnupiela erioula deidade "i au-
no-, p;iii(lad' tilo me/, (nn iitii.i 11 i......daliulia.
ruja lie de muilo hoa conduela, e lem algumaa lia-
billdade, e pode-ae aflanear ao eomprdora condue-
la da mesma, c (ainlicm -f diu niolvo pori|uc se
I vende : na ruu da Gloria n. 7.
DAVID WII,I,IAM BOWM \N. ennenielro ma-
niiniala o fundidor de ferro, mu rcaiieitoaameiile
muuliria noa aenliorea proprielarioa le enacnlina,
aKcndeiros, e aores|>cilavel publico, (pie o son eala-
belerimcnlo de ferro mo\ do por machina de vapor,
ua na dn llrm paasando oelmfariT, ronlima em
elrcrih o PM1 cirio, eso aelia romplelamcnle montado
eom apparollios da priinoira ipi.ddade para a per-
reila ronrerca ria< maiorea iteras de marbiniamo.
Ilabililailn para emprclicndcr quaeanjner olirasda
anearle, David William Rowman, dcaeja mawpar-
liriilarmente rhamar a nlleiieno pnldir.t para as sc-
suinlca, por lordellnn erando nirlimcnlo J.V promp-
ln. oin ilepwilona mesma fundicao, aa quaea rona-
Iruidaaeni -ua fabrica podem rompetir rom aafabri-
rad.i-mi pul/ enlrnuffciro, lanloem prero romu em
qualidade de maleriaa primas c mafl *U' obra, a
saher:
Machinas do vapor da melhnr conalracao,
.Morndas do raima para en^enhoa de toilns oa la-
manhna, movilaaa sa|H>rpor nuua, ou animaos.
Rodas do amia, moiuhoadc vento eaerraa.
Manejos indcpendenlca para cavalloa.
Kodaadeuladaa.
Aauillioos, Itronzos o rhunuceiraa.
Ca\llliAca c paraliihk de lodoa w lamanlioa.
Taixaa, |mriK% cr i vos c hora, de rornalha.
Moinlioa de mandioca, moi idos i man ou porani-
mat's. c promina para a dita.
Chapas de foonAofornoa defarinha.
Cunos de ferro, lorneiraa i\<% ferroede bromee.
BouUiaa para raVImba e de repuso, movidas i
mao, por animaos mi vento.
(iufiHlaatca, suinchoae macacoa.
Prensas Imlianliras o do p.u.ifuso.
In rasena para na> ios, rarnw c ohraa publieaa,
Columuaa, varandas, nradea o porlooa.
Prensas de copiar carlaa o sellar.
Camas, rain--.lo maAearadmde forro, ele., ele.
Alni dasnperioridade dan auaa ubraa, |a" ncral-
menlercconlieeda, David William Bowman pranle
aiAaiaesacla ronfonnidade com i......ddea e dcac-
iihoaremcllidoa polo, sonhores qucae disnarem
fa.-or-iiio encommemlaa, aprovcilando a occa iafl pa-
ra iieradcccr ana seus numerosos amigos o Ireauexea
todo
licir
rlin-sc a venda nos lugares docostumt,
Oilicsiuiii'irn, Silvestre Pereira dn Sil-
va GumaiHcs
No alerro da Boa-Viala, loja n. (i. do Mr. I>u-
ltaii\. acha-aea venda um realejo de vcio rom za-
bumha, rampas v de muilo encellen lea vozca,
; Oh que bello petisco !
Vende-so rarnc do serillo, linstiii
ptima ipialidadr. o prernromniudo
ra dns Martirios n. 'Mi.
Vende-ie um casal de mulato*
dos : na rna da CriHt, li. Is. Icrrcro
Sebo o Rio Gnnde do Sul.
Vcndc-secelw do Hio Gramle do Snl, nuiHo i
purificado, u 7s00rs. em |iorcjo : c fft ,,v) i i re-
lallio : na rui do \ icario, n. 11.
Vende-se carne saleada do porro o vacca, nn
barra pequeos de 5ft libras, e prcsunlos ameri
nos mullo Itona: em rasa dt loslron Kookei A
Companhia, piara rio Corpu Sanio, quina da ra do
Trapiche n. k.
\endciii-so3inolecolcsde dalo 13a
Sescravos de bonilaa lisuras, oplmios para lodoi
aervico, cscravaa moras que lavam cozinham e
sao quilandeiras: na rna Dircila, n. :t.
\ or lo so urna eserava moja c nadie, parda es-
cura do l para IG .muos. soui vicioi ncmdvfcilos, a
pial cose o ordinario, enejomma ofi ivelmcnle, o en-
iciiilo bem do aervico inlernu de nina rasa, acoslu-
ijiioin
n. r#8,
;i preferencia com pie Icm -ido por olios honrado, dos, <
i* asscciira-lln
i.i-paia ronl
mada desdo os primeiroa auiuH do"scrviro:
pretender dirija-sc ao atierro da Koa-V'iala,
DEPOSITO DE POTASSA.
Na rna de Apollo, armn/.t'in ele Lt'til
liis, contina a e\slr a mulla
su labricnda no llio ilcjunciro, a prcro
commodo.
Na rna do Cabugu', ioja de miudezas
de quatro portas, veade-se
un roiniilrlo sortiniciito dcliliis de boi"-
dar, ilas mclliores cores, c mais linas co
inert'iido ; assim como franjas c tranca
oclas de i vidios de lartat u;a, milito li-
nas, ricas franjas de uires e lirancas tic
cortinados, mu completo sortimonto de
lucos, liiiis. pei'fiinuiritis, incias, Invas,
lano ilc menina, como parn senliora,
toncas tic la, sapalinlios do mismo, ban-
dejas, etc.
AforismoMlliirliii liiir i !. pnrlcripa iissum
iciic' isquc Ihc cliettarsni moilasiinvss, |icltMrioin
iilfiiins iisvios iv.iiiii'/i'- n Vernambueo e lleanjeu,
ii rorliincnlfl roni|iflo-so ile clwi|......parn sciiliuni o
monillos, enrollen para rabera, maiilel los, hasqu-
no, o i.i|iii!lnlin ilo scila iii- r.'iiv. c |>ro(o, calio^los
iinnririis o rapolinlios, rsiipxons J. Iiirn, rainisiilia!
rio cambraia v ile liico bnrriaria, mnnsaH |iara \cslt
ilns. li'in-ii. o chales do seda ; riw lilas larcas: espar
IiIIis. Iiicos o ii'itil.i- lir.inr.....prclos, IIi'm, ram.
lii.iia- o l.iiliilaiiii-, lilas rio ^. IiiIii para Ollfoilnr \rv
lirios, linas ilc ouvim o rio seria, nicas rio blondo,
cambraia to linlin miiilii lian^i .nriilr. h.iiu n o fran.
jas. lencos ilocambraia ele. oif,, em miutlexas lam-
in'in recelien-se lilas ilo linlin puro, rio lotlas as lar-
miras, reros to cores, actillias e caliin |>ara vesli-
tpi
supe
; |ioii]i.'ira esforcosoriilii$eU'
nerocer a sua conllaiieji.
;7.ir.nii,i de mandioca
V'enrie-so farinlia rio itin-Kormoso, muilo
lior: 11.1 prensatle Manocl Jo d tln gilva Iba
Forlo iln .Mal tus, larpn ta assembla n. I.
Ittlll I..M iki.ii:i V.
O uniro autortatto por rferislo do eonselho real
# e eereto imperial
lis mdicos Josliospilacsrerommendam oturobe
Lairecleiiv, como sent.....niico nulorisailo pelu ro-
vornoc |icla Real Socictlade do Medicina. Eslo mc-
ilicamenlo d*um goslo ai&adavel, c fcil a lomar
fin serrlo, nl om un na inarinhucal dosrio mais
ilcim anih.s: cura ratlicalmculo ni poueo lcm|K>,
com i'iiuia ilt'.|n-/a. -om mercurio, asaUecrSoa ria
pello, impinsens, nsconsoqueiilss das sarnas, ul-
ceras, e "s ncritlenlcs dos par.....(hridade critica e
dascrimonla liercdiloria dosliumosjji convm ao,
ralbarros, ta bciiga, as conlraccOeT o lraquea
ibis orgAot, proceriidn !" abuso da, Inqcec^cs mi lo
sumas. Cmiin snli-s)|ilrllilico, o arrolle ors em
puiico lempo ns iIiimis rcenlo,.....-elielilo, quo vol-
vcni inceassnle sera coniiotiooiicis doemprttodaco-
pnilia, tln oobeba, mi (|is InjeceAes que rcnraMn-
um o virus si.....leulnlim-lo. O arrobo LsReeleui
lie cspecialnieuls reconiniendario conlra as iioeDcji,
Inveterada, ou rebelde, ao inorcuriu eaoioilurelo
ile piilasio. Venilc-se fin l.islii'ia. na litilit-a tic Hor-
ro', c tic Aiiloniti Policiano Alvos do Axevcdo, pra-
i.a .lo n. Pedro n. ns,. mulo acaba dechegar nina
arando porfiodo garrafa, grandes o peq.......1-. fin-
ilas iliroriuiuoiilo delNiris, decasa rio Sr. Boyveau-
l.alTeriptiv i>, ruRlrls Pars. Osfarnuilarioa
ii.iin-.o i;i.iiis i-iii raso iln alenlo Sibtt, na praj;a de
11. I'oilrn n. H-2. No Porto, em eass 'lo Joaquim
Aranjo; na Babia, Lima 4 Irmloa; om Pernam-
Ihii i. Siiimi; Itiu lo Janeiro, Rocha A kilhos, ol
Miuoia, lu/ll ilo tironas; \ ill,i-\.i\.i. Jog l'iroii.i
iio Maules Lelle Kio-CranuV, l'raucisco de Pae-
la Coutu iV I..
fasendas se venderf
soavel: no alerro ta Rva-Vj
Iiourla de N. 8.
Desensao aos Eneredulu .
por proi
.li. I. b
n lllllhi
ija.
iTo Rosarlo.
i: dental il
i.i-
andam iiilallivelmonle lio riia lirio correute, liqucni
osbilliolrs que Hcarem pni' *e \cnrier. Na Piaoa ila
Indepenrieni ia loja rieenlcnilo n. 'X', orna tln (labn-
ei, bija tic sirguoiro n. S6. arbam .i vetilla, bi-
llieles, melse cautelasdwla lotera ;
l'itl'.l.liS
Bilhele,........i-
Mfins.........L'-,IMI
llecinios........ KWI
\ igesinios....... :\ti
A 3,200 rs.
Paulos de brim de cor, franceses ; na rus duCnl-
Iruin ii. i.
Vende-so um prelo, ptimo para serviro ilo
canq......ii pal-a '..inliiir na rna, por prcoii coinnto-
ilo : ii.i rna Djreila, laberns n, 106.
Vendc-80 nina piiroamlo barris. quo tniain ilo
oleo do Unhaca ; na ma laiua '!< Ibo.irin n. :it,
boiioa ilo Barlliolomeu.
Deposito de calcado, do Aracaty, e franceses,
no alerro da Boa-Vina, defronle da boneca
Charutos da Baha.
Acaba de clicgar nm bello e vainillo
sortimer-to Has melliores qualidade, <,ue
sevendem arclallit, mi caixinbas, por
coininodos prec/JS: na nm to Colleffio
n. 4.
_ Ventlc-se nma maccira, lenoedelra, duas rnn-
eha, tic balnnga e bpm braen, com pesos para lo ar-
robas, (tuto p6r preco commodo, quem pretender
'lii ij.i -o ii run do Hospicio, n. I.'i.
Vende-se a 6J000 i, u sacca, da
mi-llior farinlia que lia no mercado : no
armazem confronte ao Trem, por baixo
dosobrado encarnado, o (pial estar' a-
berto tas S lloras da inanlifia, as 6 da
larde.
Vcntle-so um prelo tic tincan, de nula e tan-
lOsaonos, boa Hgora, forle, sem vicais, neni aolia-
ques, proprio para qualquer senrioo da praca ou do
raiiipn. por oslar arnsl.....mlu a anillos : no paleo
ta Sania Ou/. u, 70, mando inilnr.
Na roa do Collegio, luja de miiidesas n. I, e
nn l'assoin Publico, luja tic fnxentla, n. I, vcuriom-
m mullo bous charolos da ilaltia, regala, sprasi-
a>a, pelo Iraralo prcro de IJiOOO
rs. a eaisa, por se aclisr algum furado de Intbo.
\*eiiilcin-se quarl.os c bostas, por preco rin-
iiimlii: na ma do Queimado li. II, ou aup da
ponte ils lina Visla.
Vemlc'soiiiii escniM pardo, bonita Rgu.ra.senl
vicios nem sehsques, ilo M anuos de idatlo |Hiurp
mais nn menos, com principios do oflieio tle niSjan-
neiro, o t-n/iiiliir, o qual Icm Indos os papis legua
para ipii-in o tpieira exportar; a Iralar na rna da Ca
tleia Vcllia ilo Itoiil'o, bija ilo forrauens n. "ai, de
Francisco Custodio do Sampaio.
Jumentos.
Vruilom-se dous jonionliis .le boa raoa ; ua run
ilo Queimado n, I i, mi ao |i ila ponte da Dos Visla.
Ycinlein-so aineixas, em frascos de video, as
mclliores c mais bem eonwnada, que lem diluios
esto mercado ; na ra da Cu, armasem n. O.
Burros.
Vendem-so quatro burros, mancse gordos: ns
na ilo Queimado n. I i, ou ao pe ila nonio da Una
Vista.
Sola e couro. mludos.
Vende-se sois e couro, miado, ns rus do Cres-
po o. |n.
Vs'iitle-se nm lindo nioleiiiie tle
I I anuos tic dude : na rna to Vigario,
loja ii. III.
-r Venilriii-sc billielcs ila loteria to
Rosario, tjuc corre no din 12 dn corren te,
| a pcern tle .s'iOO rs. cada nm : na pra-
ca da Independencia, loja decalcado n.
37 c 39.
1 D'jjos!o de tecidos da fabrica ^
do todos os Santos, na Baha, -j.
Vende-se em rasa ilo Domingos Alves M
* Matheus, na ma da Cruz do Becie n. 52, i
2 primeiro andar, algodio transadodaquella w
B fabrica, muilo proprio paro saceos crou-
y pa de oscravos. asslm como fio proprio para M
H redes do pescar e pavlos psrs velas, por se
preco milito conimodo.
A.NTItil'lli.MiH B SUPBRIORIDAUB
UA
SALSA I'AIS 1(11. HA DE BRISTOL
A SALSA I'ARHliA DE SASOS.
Attcncao'
A SALSA PARRII.IIAllE IIHISIIll. .lala des-
lio ls:l-_. o lem ronsbiulemcnle manlldo a bus re-
pularto som iiooossiflnie de recorrer a pomposo,
aiiiiiinoins, de que as prepararnos ilo inorilo ootlem
ili-l.....tar-se. t> mictcbo do Dr. BRISTUl. i.....
provocado iiifinilns invejas, r, enlre oulras, as dos
Srs. A. It. I>. Sands, de Now-York, preparadores
o propriclartis da salsa |iarrillia ronlicrUid pclono-
ino .lo S.iinls.
Bstes seiihnres solirilaram a agencia de Salsa par-
rilba de llrislnl. oonini mlu o podessemoblor, l'a-
bricaram una imitucilotle Ibisiol.
I'as-atpii a caria quo osSrs. A. It
eroveram ao Mi. Itrisiol ooilia Mde
e que so acba om no-so pudor:
Sr. Dr. C. (
Bfalo, Ao-
>"-- spreciavcl senlior.
Ijn iii'ln oannupassndo leiuos vofiditlo Qitanli-
fftf/es ronsidcraiei, do oxiracln do Salsa parrilha ilo
Vino., o pelo que ouvimos' tliicr tle suas rirladeit
iiqucllcs quo a tem usarlo, julgamos quo a ventla ila
dita medicina m augmentar mm'ffsst'iNO. Se Vine,
qniser lser mu eonceuio romnoaco, erenio, que
nos rostillaria mufla vanlagem, lano a n, i......n a
Vino. Tomos muilo praser que Vine, nos rcs|nds
sobro esio assumplo, o se Vme. vier a esla ririailc
ilaqui ti um me/, mi couss -oiiiolliaiilo. Icrismo,
muilo praser em o verem noMs bolica, rna tle Pul-
Ion, ... Ti.
Picamos ordenado Vine.seus Migaros scrvillores.
Assignatlos A. I!. I). SAMIS.
COXCLUSAO'.
I. A anligaidnde da sal-a parrilha de llri-i"l lie
claiainonio prov.tila, poisque ella data desde IWt,
oipio a de Sands s tpial osle droguista nao pdrio obior s agencia do Dr.
Brislol.
A -iiporioriilailo ria salsa parrilha tic Brislol
lio iiioiinio-iaM'l; pois que nao ohslanlo a concur-
rencia da doSnnris, o rio una poican rioontrnspre-
paraedes, ella lem manlidoasua repula^oein qua-
si bula a America.
A- numerosas esporionria, foilas rom o uso da
salsa parrilha em lotlas as enrcrmitlades originadas
tola inipiilo/.i ilnsaman*, ni bulo cvilo oblitlo nos-
la otirlo pelu lllin. *r. Dr. Sigsutl, presideule ila
academia imperial do i.....licina, pelo illustrado Sr.
Dr. Anloiiiii Jn.o Poivoin cm -ua iliiiioa. ecinsua
afamada eass do snudc un Uamhda, polo lllm. Sr.
Ii. s.iiiiinino ilo Oliveira, metlico do esercilo, e
por vario- oulro, i.....lieos, pcrmillcm liojc ilo pro-
clamar aliamoiiio a- virltulcs cfllcaies da salsa par-
rilha tle llrislnl vende-sc .1 9OU o tidro.
O ilcno-iln ilesla -ii-'......dou-se para a bolica
i'ianct'/a da roa ila tan/, cm Ircnle ao ctiafai 1/.
ln casa tic H1111111 Praeger &Com-
|i.iiini.i. nn rna ta Cru/. n. lo, vendc-s
n seoiiinle ;
PIANOS FORTES dos melbore* auto-
res file inoilenia eiiiislciiei'ao.
INSTRUMENTOS DE ..II SICA paror-
clieslrn e bandas militares.
OltiSAS DEOl'RO tle toda a qualida-
de e do mais apurado (oslo.
VI\ll<)SSl..Mai;ol.Sl..liiliei.ccliaiii-
piirpibc
LONAS ile ililK'Ct'iiles tiiialitlailes.
BMN9 DA Itl SSIA.
MOBILIAS DE FERRO, c......i sejiim,
cailen ns tic ilill'eienlcs moldes, mesase
sol.i s, assiin comocoDiiuodas deraoffno c
cadeiras de Imlauco desipi, vindas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda que
tem Minio 1 esla praca.
OLEADOS com lindas pinturas de file-
las, etc., rjwrn mesa tic meto tle sala o
TAIXAS DE FERRO
Na fundicao' tl'AiiioiM cm San
Amaro, e taubem no DEPOSITO .
o
ilo Arsenal di
um grande sortrnento de laiclms tant,
tle .fabrica naciorial como etrangeii a,
batida, fundidas, grandes, pequeas]
razas, e fundas ; e em ambos os logare
evistem t|iiindastes, para carretn
noos, on carros livres de' despeza
presos sao" os mais cntninodos.
111a do Brum logo na entrada, e tlefim,.
te do Arsenal de Afn inli.i lia senipri
ca-
0,
t^**
li. Sands es-
bril de ist.
BrliM.
DAUROMA
C STARR C.
respcitosanienle annuucian, que no seu extenso c*
labclecimenlo em Santo Amaro, continua a fabriw
com a matar |icrfcicao e prornplidlo.tods .tuialiilail.
de machlnhjmo para o uso da aarkullura nave a
cSoeiuanuraclura, e que para maiorcommo.lo',|,
wu, numerosos freguezca e do publico em nral, lea
alarlo om um dos grandes srmasen, doSr. MeiejL
la nansa do llriini, aira/ do arsenal de 111,11 mVi
DEPOSITO flE MACHINAS
constrtiiilas 110 dito seu eslabclechiiento.
All achario as compradores im completo ment de mneiulas de omina, com todos os ini<||ln.
ramenloslalguns delles novos eoriginaesi ileqia
experiencia tle mullos anuos lem mostrado, nees!
-nlailo. Machina, tle vapor de balsa e alia preitM
taixas tle todo lainaubo, lano batidas coinn fundlaav
carros do man e ditos para condosic ftlrina- de i-.u-
car, machinas para moer mandioca, prensa, lursej
lo, fornta tle Ierro balido para familia, anulo. 9
forro da mais approvada conslrucco, fundos pal
alambiques, crivea e portas para foniallia-, 1 dm
lllflnldade de obras de ferro, que mis .-1 I..I. 111,.,
enumerar. No incsmo deposilo exisle urna 1......i
inlelliKente o liabHilada para rereber lotlasaseoi
eommendas, ele., ele, que os anouucianles cnnian-
iloooiuacapaciilaileilo suas ollli'iiias e hlachinrSDJ
o pericia de leusoflkfaes, se comprometilo a r.t/er
oxooiilar. finil a maior proslota, porroic.jo, eexaclaJ
ciiiifiirmiilatlccoin os modelos oudcsenbos. einsirae- '
i;oes que Ibe forem fornecidas' .
Voiiile-se nina inulalinba, e una ncgrlulat
anibtis tle 9 a 10 anuos, muilo lindas eespertn, 11
la/0111 muito servico em ulna casa : na roa ilnl,n|.
legin. 21, primeiro andar, sedini quem ton l-.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desdo o I uo irosIo correlo pOc<#Bciu i:i.*
o meu cs'r.nn Anlonjo, de Angulii, de hoa rslnlu- '
ra osom ilofflo ; he Iioiiiin, I'i'hi emlcMliiilo, Ddd
compre! ao Sr. Jos1 da Foiueca e Sil\a, o<|ual
aro loi cueonlrndo cm um comlioy do Sr. cpll|ri ]
Joilo do orno, de Sanio Audio, <|uo dicm comniaii-
daiiin all le pnlicin, c por hito duvido de MU on-
Miilment, tfixem ijue se aproTeiUvi drllc. djio
prelo, paro J tliriyir ao Sr. Jos Facunde. no BtH
lieulio l'alnu ira, IreguetU) de Notwa Scnliur,i di '
(loria: i-io potlo. rogo a ditos sculiorcs por oI- '
t|nio, sondo rerlo os dilo* ciimi, que por son r-*'
peito mande-o ngarrar econdaoMo a ale til i :
pdlioll&i nn Mondcio; c OOttOl rccominciid > jios '
cajiilflca ile campo, que pagorel iodo o I rabal ho re-
Hiili.iiilf.Srh(tst,'u> dn* (ktito* .trro l'erdr l'er- .
iiitiubiiai Citratriiiili.
CouDiia afnda mgMo, doengenuo Voltio de:
Jaho.ilo, desde 0 din li do me/ de levereiro |ri>-
viuio lindo, o mualo Jlo, rom os siuuaes m enjil-
les : rarreiro, idade para mais de IM) anuos, alie,
urotto do corpo, picado pelroslo de marcas df lw- |
xittn j muilo vellias nao he Iriimeiro, inilfeilt) '
de corpo, pos mandes, islo he, largos o RTOfoos, >n-
ln'll'w cacheados, harhn nao muilo cerrada, ollio'
ircquenoR, quando amia cmbatela para nm......ir->
lati, e como ipie roxeia, c inclinado para Junte,
talla RTOOM 0 doscancada, ctultmia beber UUardaM
le 0 i'inhi iaua->e, (em um tos joelhos irlii p000|
(trosso, lem um peipieno inchaciuho no (roucudo
pescoco no finida espinlM dorcal, rallanillie varM i
deules, harrimido, e o umhigo saliente: -i .m
lilins Sis. encureados il.i polica, oaqualipu-r i>c- j
SOO, ou rapilao de campo de o capturaron, e i'iilre-
caiiilo-ee ao proprielano do engenho sfcim dilaj
este couiproinelle-se ser generoso com os i uitliKlo-
res Contina ov oslar fgido desde o da li de I
maio o prelo Dlenizio, le naci Tea, de -ju OM
Ir Idade; levou camisa tic aluodao Irancado da ha-
i ii. calca de algodao trancado de IbfrasaiiHM
som chapeo; alio, cheiodo ror|fo, sem barba, rom ;
principio de buco e (imi falla de um tiente na fai
h* de liai\o, nariz chalo, rosto romprido. hi-ianic
barrigudo, pds groaaoaque parecem iuehadtw. <|un-
do Talla healrapalhailo, nao pronuncia hom ai ptaj
Mas o bstanlo carregado de pliiMonoinia.ahrc pou-
co o- idlios. pianito anda ou para parece cspnul.iilo;.
Coi eacravo de Somcriano Jos tle Harros que nm
ron no engenho Pililn'i, boje filia tlast'.ohr.is rs- I
gurala do Cabo, o qual o vendeu a l.ui/. Antonio j
AnnesJacome: he Uestippor ipu' algiiein o -ctlu/i*-
se OU o furlasse para ti ven.Ier para o mallo a al*
cun senlior do engenlto. ou o lenba occujlo, tralia-1
lliaea cm atma/em le a--.uciir, a DOT SBO a t|ucm
elle Ier oflerecdo para o vender, lie de iupp>di !
ihe mudem o nomo, por iaio roga-ae as auliiridaoej i
polici.ies, c.ipites de canpo c pejaoOf do "
Mpprehendam e leveni-no ra da Cruz dn llecje,
annaxeiii de l.ui/ loso* do Si Araujo n. :i:(, qua -e j
anilificani eom I00000ra,
Conliiiiia a es lar l.i^ilu. do 1 sclemlio do j
annode l85S,o prolol.ui/,de iiac,io Caouiii, ds.
idade deHa ilOnimos, de esUlura baja, clieioei
ro-to, lem um stgnal como de um talho na espadnj I
dircila, oquaiidoTalla hale com a lincea nosdeH
tes Oslo rscravo foi do Sr. Irancisco dcCannllio \
l'aes tle Antliatle, he cunliccido pelo uonie He \.mt
marmha.|Mir eer muilo apaixouidodeslein-lriitiun-
l<> : t|iicni o pecar le\u a rna da Concordia n.H]
leliii.icao, qtie recebera HH^HH) rs. dograUOcq
U.
Trora-sc por lodo o prero spalo-, o botina, lauto
para hornern como para meninos de lodosos laroa-
j nhos ; assim como um hOYO o rompilo sorllnento
tic calcados Francexei delottaLas qualidades, lano
para hoinem COIDQ para senliora, meninos e meninas,
JUlloafin de-o apurar dinlieiro, inda mesmo sendo
ledotas reinas.
Carne do sertao'.
Vende-se mallo boa tamo doserlo, a Itii-,
.'i libra : na ma do Ou*iniado. II, 14.
At.e1.9ao' ao barato, na ma do Crespo n. 14,
loja do Jote Francisco Das.
Vendem-Mt chita-- esciu.is hoiispanno-i.ritresimiild
li\as, a IliOrs., luiiis hrancos ii.uir.ido". superior la
/onda, quial lodo linho, a l.rJH) rs. o corle.
ranens.
CIIARI IOS dalluvnna vofdndciixM.
MOLDURA DODRADA para guarn-
."(i <4c salas e (jiiadi*os.
FIWDICAO' D AURORA.
>a fundlflto d'Aurora arha-eeeonalanlenienle nm
completo aoriimenlo do machinas le vapor, lano
tralla como de bilii preaaSo do modelfos os mata
appmxadov. Tamben, se apromptam deencommen-
da dewpiahpier forma (pie 10 DDoMm ilfsejar coni a
maior presteza. Habis nmciae* ser.io niandado-.
paraaah nasenlari e oa*fklbricaiilea como tem costumoalianc.im o peiTeiloIraballio dolas, escres-
pini">aliili-.tlo por rpialqnor defeilo que posta mi-Il.:s
appareeer dnraole a primeinrsatra, Mullas machi*
iia< de >apoi mu-druidas ueste r>stabeloeimenlo (em
estado cin CMiwLmlo soi \ro no>l;i provincia 10,1*2,
eal 16 auno-, o apenas lem Cogido inui inalgnifl-
canles reparos, c nlgumas al nenlinnsabaotulameo-
le, acereaceado (pie o eonanmnMf to coBkaMivcl he
mili inconsideravel. <)s seiih 0oulra- tpiae-ijiier poiaoas que precisarem tle nm-
cliiuismo 1A0 respeitosameiilc coimdadns a x i-ilar o
leslabelerimeiilii em Sanio Amaro.
alinda continua estar ruuido.tlL'nde 15 de otan
ca do correntoanno, ilo eufcubo de Sato Aman
olio, freguezia da Vanea, o eacravo Silvano cora os
rigOMa seguales: lcvouramlMooerouUdeolgoila|
ila Ierra, reprsenla Ier -20 anuos tle idade, cari mu
ponen larca c lalhada, altura recular, nao Talla dc-
sonibaracedo, lio alguma eoual fula e tem todo o*
lenles: queiiMi pecar lote 10 mencionado en^-nlm.
queseni bem recomnebsadode seu iraballio.
Conlinna a eslar fucido, desdo IS dealuil |r>-
limo pasaadOi a eserava tic nomc Cosma, nralata, de
(l anuos tic idade punco menos, com oa itgiiaos se*
giiinlea: altura recular, sf coalas com duas eii-tu-
ras, sendo urna 110 hombro esquerdo, e oulra parajj j
meio das coslaSi no lunar da nuca lem nina postuflj
pequea th* vontosaSf *s [Ms compritlos o secaaij
finio a mito osquerda um lauto dormcnle de un >
pauaricio, cabellos corlados. orMhas cramle^, ler-
nas linas, suhio de aia e liiiulti do lila, baslaii'eM'-
Ihti.he lilba tln Itio trande do -Norlc, foi esrm\a !'
Ilr. Solt, depois de I. Mara l'cliciiinadoOliveiri.
leudo leilo varias lucidas, c ja foi pecada unu val
11.1 villa dolguaraWo: roge>oe as autoridades pdi-
cfaea e qualquer particular que souhercm della,
ilii ij.im ao aterro >Ui loa-Visla, n. 17, n T.iJIai
Irederiro Chaves, que ser recompensado,
Ao amnnherer ilo lia t de IgjSSto. uoeii-i 'I1"
l'ai ai/o, ilo Jos Corroa de Oliveira Jnior, com-
marca tle Nazasalli, tlesapareceti urna osera*a ra-
hra, clara, de nomo Paula, Idade de 30anuos, pou-
eo mnis ou menos, de boa estatura, corpo recular,
cabellos prctos, crespos o bous, coBS'uma IraTe-lo*
peuleados, (em falla de um denlo na fronte, no
queivn superior, beicos crocos, anda alcuma rom*
cambiladas pomas, temos dedos*doc peacutloil
alguna aem uulus*, proveniente de bicho>, coluri
lina, rheia de coitos no andar, he muilo ladina, t
espevitada no (aliar, enconuna c cose mal: mh
pOo-se ier condusida a cavollo, levou porco roupa. sendo, I chale ilo seda. I dito de merino, I '
itito de chita encarnada. I l bramo e dlvcraaj
vestidos do PSSIS branca, de cores c tic chita : que*
della liver noticia queira leva-la ao dito eugenliOi
ou nesla praca noSr. Jos laptisla Hibeiro de I ti-
lia, nn ra da Cadeia n. i).
100,000 rs.
Umi^KH) rs., a quem Irousor no ahaivo assignado.
111 icrave artoulo de aomo J anuario de idade de n
i :lll nimirs, estatura recular bem fallante, feintc*
mludas, barba serrada, pe- pequeos, leudo nina ci-
ralrfs na uirlia do dedo de una das mflo*, nlliO'."'"
\i\ns, v indo do Ararat*, an Sr. RnmfnlM Q I iJ",s-
para ser vendtd0 o qual foi vendido ao Sr- S> I1"'-
11,10 Francisco Helem, o este \endeUao ilutiv ;1"1-"
do enjo potliM.fii.'io no dirfUt'de julhodi
lado
18.">3.. sVlina Machado.
Vem.:- Typ. 4o K. F. de Faria. !


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