Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02506


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Full Text
ANUO XXIX
H
SEGUNDA FEIRA 8 v
D1/4M0
DE AGOSTO DE 1853.
N. 176.
PERTVAMBIICO.
mxqo da subsciupcjao1.
uhuTrvc-tt a 158000 por auno, c 48000 pnr
guarid p3?o a,Maulado, o i>VH> por qualNI pago
vencido, n rasa do mu propriclario, M. Figueirda
tFuria, na praca da Ijsuerudeiicia, na. 6 c 8, c no
Kimlr J. casa doSr. JnaoPcrcira Marlins.
Babia r\ Ituprad.
m.i.-oiii o a a Jnaauim llcrnardo Mendonra.
Parahiba a a a JosoHodriguesda Cotia.
pialal Joaquim lunario Porcira.
Ararat)' o Antonio de Lemos Braga.
Ccara' < < liuilherrocAugusto de Miranda
llaranha i i Joaquim Marques Rodrigues.
Para' Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DI 6 DE ACOST.
Sobre Londres 28 i{
a Paria, 337
<( Lisboa, 95 por rento.
MXTAZS.
Ouro. Onras hespanholas 2*00 n 299000
Modas de iOOvcIhas...... 190 - de SIDOnovas...... 163000
do 41000......... JOOO
Prala. Palacocs brasileos........ 139M)
Pesos coliimnarios........ 19010
mexicanos......... 9800
Arnics ilo Bae......... 10'f
llcsronlu de lidias....... 9a ||
NOTICIAS ESTBSNGIJBH.
Portugal .
Hespauba
Franca. .
Blgica .
Italia. .
AJcmaiiha
l'russia. .
Turqua .
Russia.'. .
Dinamarca
i* do Jul
. 9 do o
8 de
. \ de
, de
3 do
3 de o
, 2 de
29 do
28 de
Juu.
Ausiria. .
Inglaterra ,
Susm .
Succia.. .
E. Unidos .
Mes ico. .
California .
Chili .
Biicnos*A.
Monto ideo,
5 de Jul.
9 de
* de
26 de Jun.
25 de
10 de
15 do Mai
15 do o
i de Jul.
3 de i
NOTICIAS DO IMPIBJO.
Para". 18 de Jiilbo
MaranliaA 22 de t
Ccara*. 27 de S
Parahiba. 1 de Agosto
Alagoas 31 do Jolln.
8. P. do Sul 3 de Jul.
S. Paulo 12 de Jim
Minas. ... 23 de
II de Janeiro 26 de Jul.
Babia ..' 30 de
FAIITIDAS DOS COBJ&XIOS.
Olinda, todos osdhr.
'-ilMti
Viclorla, DosqafDlas Cetras.
Caruar, Bonito e (aranliuus, nos dias 1 o 15.
Villa Bella. Boa-Vista, Ex Ofkury, a 13 o 28.
(,,li.iiin.i o Parabiba,segundasesextas.
Natal, quintas friras.
das da semana.
8 Segunda. Cyriacol).
M.
9 Ter^a. S.Romilosol-
dado.
10 (liarla. S. Lourcnco
Dic. m.
11 Quinta. S. Tiburcio
m.
12 Sexta. S. Clara v. I'.
S. Anirctu.
13 Sabbado. Bt.Hipli-
to e Cassiano nuil.
M Domingo. S. Ensebio
AUDIEITCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Ilelacao'
tercas csabbad os.
Fatenda
Ierras eseilasas lOboras.
Juizo de Orphaoi
segundase 5. as 10 boras.
Primeira rara do citel
tercas e 6. ao mcio-dia.
Sri/u ma tarado eieel.
quaiias e sab. ao mcio-d.
EPHKMJTCBjTDXS.
Acost i La nova as 10 boras, 15 minutos e
:isegundo da manliaa.
,' 12 .Iiiiii I" rrescenle as 3 burjs, 19 mi-
nutse 36segundosda niauhia.
18 Loa choa as 8 horas 35minutos n
40 segundos da tarde.
b 26. Quarlo mingoanle a 1 horae 17 mi-
nutos e 33 segundos da larde.
riUHU DE BOJI-
Prlmeira s 7 boras e42 minutos da manlia.
Segunda s 8 boras c 6 minutos da larde.
t>
PARTE OFFICIAL.
Sanie
me. re
clajun
ih/endi
GOVERNO DA PROVINCIA.
Evpedlcate do da 6 d* agosto de 1853.
Olliiio^o commandanlc das armas, dizendo
me, |wra revolver arcrca do sen uflirio ii. Mfi, fu-
s nrecHaro que S. S. declino qiiatltu o dispen-
dm pela caita do hospital regimenlal rom o funeral
do filiado primeiro lente Jos da Gwta Rom.
Milu Ao presidente dn consellio administra-
\o. remoliendo, por copia, ;i rclacfto das uizcndas c
mais objocloadc quo neccssilnm o arsenal de gucr-
i, para, nfloso salisfazcr as requuirOes dosdilTercn-
leororposdc prlmeira linlia, ma Ininliein ocroner
aostrahatliosdasouniias e lahoralorios do mesmo
arsenal, alim de que esse ronselho (rale de comprar
a referid i* fa/.endn* c (dijerlos, nos lerinns do roiii-
I.Miicnlo de M de de/emliro doanno prximo PBSM-
do. ri/cram-se as nece**ariasnimmiiiiirji|;0es.
IliloA' lliesouraria do fazenda, eomiminiran-
iloquc, por derrelo de SSdoJllIhO nlliino, BOgun-
(I.mihi-Iuu de pirliripae.lo ca reparliriio dajuMira,
Imada ein !'* do mesmo me/, foi potenlAdo o
jiii/ ilcdireiloMaiiocl Mcndet da Cunta Azevedo
ni un lii ii do lesemliar^iidor da re I ardo desla
prowiiria, rom o venrimcnl" annual de1:{OO0OOO
ts, k'ual parleipaofOM fez ao eonsellieiro presi-
dente Hila A* mesma, remetiendo, por copia, a nota
|,>. .liMilosecinoliimeiilosrpie lem de pagar na re-
SWdoria das rendas desla provincia Antonio da Sil
Gusinu, para ohler a auii pllente de n-r.......i no
puto ilc major da oxtinda prioeira leuio da t-nar-
d.i nacional desla municipio, a ipial Ihc foi ronee-
dida por deerelo de m2't de junlio ultimo, secundo
ooalfl da parlicipacao da secretaria ta Jaillea da-
tad* do fi de jtiflio protimo lindo. Coromunlcou-
>c a reforma do ijue se (rala oo res|ieclivo rominan-
daale iii|erlor.
|iilnAojull municipal da primeira vara, pa-
ra iiiamlar api ementar com urgencia ao rommandan-
e da fortaleza do Rruin daofl ralcelal robustos, alim
deserein enipregajloanoscrvieo dalimpcxa e fa-
china da iiif-iiri fortaleza. Coiumuiiirmi-sc ao
rommandinlc das armas.
Dito Ao director daobraj pnldicas. dizendo
que pode comprar pelos prerns iudica Mielo,esobjectosseRuInlea, une silo piensos para
a conliiiuacaoda o|>ra da casa dedelenrao; a sa-
ber : |Kdn/ias de taimas de assoalliode aiparello de
1 l|Spolli'midasde yrossura, 16 de largura e 30 nal-
mosecoanrimenlo, 15 dunas de aaaoalho de loo-
roretUDo, 400 caluros para andlmes, mil pecas de
v\-\.\s de embira, duasarrouM de arcos de ferro li-
no para rebalfineiifo de barriai nina arroba de sebo
eoulra de carnauba ; ededarando vada a compra. ipicS. me fes, de mu inacbaoo e
seis Moas a 7^'(t rs. cada mu para o servico dos co-
ludos graplifcoi. Communicon-ee u Iheaourarla
da fa/enda provincial.
Di lo A' lliesouraria da fa/enda provincial, re*
iMcllciido, por copia, ouicamcnlo 4pie iipprovnu,
dasqualro giadcs'le ferro para aslanellas da sala
central da casa de dolencao, alim de que contrate
e-si obra com Antonio l;erreira de Sou/a pelo pro-
co Je 133 I*, a libra, eonroinu'prnpnz o director das
obras publicas, vtslo ter o dito Souu cm Janeiro
ueste anoo eoiilratade pelo mesmo preco a exeeu-
jan degrades vinellianles. t'.oriumniicou-sc ao
referido director.
Mi lo Aojull de paz da fremiezia de
Antonio, acensando recebida a lisia, que S.
mellen, los cidadnos qnaliliciidos vulautes |
la revisor* daquellfe Iregoexla.
Milu A' cmara municipal do Cabo,
que qualquer augmonln de desposa lev e, nos termos
do artigo 7 da lei provincial n.* IIW, ser por aquel-
la cain.tia [iroposlo para obtor approvaeilo da assenl-
Mea leuisldliva provincial.
Podara .\ ornea mi o 0 actual qnarlel-mcslrc do
rorpo de polica Allloojo Joaquim de Almeida (iue-
des AlcanforadOi para o posto de piimriio eomman-
danie da miarla compannla do mesmo eorpo, e bem
osslin para terceiro commaudanlc da referida coju-
paubia a Uaudlno Jos Crrela, fleamlo sem efleilo
i portarla de II dejulbn ullimn, na parle relativa
a iiuiueacau de Jos ConegOludei da Silva. Fi-
/eram->e as nece>sarias coiuniunicacoes. (
Mita Nomeanilo a Alexandredc llanos de Al-
buqnerque para o |>osio de lenle quarlcl-nieslre
de coi jd de polica. E\pediram-se as iitycssaiias
eornnmuleaeooh
Mila O presidente que Ibc requereu o pralicanleda mesa do ronsnla-
ilo pioviinial, Vicente Machado Freir l'ereira da
Silva, resolve nomea-lo Interinamente osen, n-
r i diento alguuj para o limar de lercclro escriplura-
riodaiBeama reparllcao, creado pelo rcaulauonlu
novissimuttaloque pelaassemblea IcRsloliva pro-
siucial seja delmilivameiile approvado a<|iiellc rc-
pulaucnto, GemniQnicou-se a lliesouraria
viudal.
TRIBUNAL DA KELACAO*.
SKSSA() DE -2 DEAGOSTO DE 1893.
'tendencia do /-Un. Sr. COiWlhfro .Izerrih
As 10 horas da nianhaa. acbando-se presenten os
wnlHircs desjeoibafRadores Villares, Has
Souza, Hebello, Luna Freir, Tellcs, Me
leiro, e Valle, o Sr. presidente declara
*c*sao na forma da lei.
/tffoamenfos.
Agravante, I). Francisca Tlioi
Brasa ; ajaravatlos, .los da Silva
iros.Ni'L'aiatn firoviinenlo ao asar
Anpelliuilc, Jos Mara Ramos Ijurjflc
Joaquim l'raneisco Muarle,Conflr
leoca.
Appellanlc. ojuizo ; ap|iellndo. Fram
Bandclra de Mello.Goufirniaram a senlenra.
Appellanle, D. Joanna Mara da Coneeicflo Albu-
querque ; appellado, Manocl Joaquim da Silva.
Itcrebcram-se os embarcos.
Embarganleo, Mauoel Prudente de Jess e sua mu-
llier; emliarfiadu, Jos l'ercira 'da Silva Carva-
Jlio.Desprezaram os eaobargo*.
Appellanle, ojnizu ; appellado, Joaquim Viciradc
Mello.Mandaram a novo jury.
netiymrrs.
Appellanle, Jos Rodrigues do OHvcira Lima; ap-
jicli-t'l... JoAo Hermenegildo Borges Miuiz.
Appollanlos, a viuva o berdeiros de Joan Coelho de
Araujo ; appellados, a \iuva c hcrdclroa deJos
l.et| de temos.
fteviscs.
I'assaram do Sr. desembarsadnr Villares ao Sr.
desembargador Rastos asseguulcs appellacoes em
que sao :
Appellanle, Antonio Joaquim Vidal ; appellado,
Jos da Costa Dourado.
Appellanle, Jos da Fonseca e Silva; appellado,
Manocl Carlos da Silva Fragoso.
Appellnnles, I), l.ui/a Miniada ConCi^Ao C oulros;
appellado, JoSo Anlonio da Costa.
I'assou do Sr. dcscmliargador Bastos no Sr. dc-
sembargador l.eflo a segulnlo appellacSo em que
Appellantes. OS lierdcirosrleCaelaiiotionealvsPe-
reira da Cimba ; appellados, Jos de Barros Cam-
pcllo eoulro.
l'assaram do Sr. riesombargador Souza ao Sr. dc-
sembargador Kchetlo as segu ules apnctlarocs cni
que sao:
Appellanle, ajusticia ; appellado, Raytnundo Cor-
rea de Araujo.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Antonio Jos Mei-
m!m
le I es
quintes
PM
appellado, Jos Ferrcirados
appellado, Momiu-
appclbido, o
Sr. dcseml
em que sao :
Appellanle, a juslien
Sanios.
Appellanle, ojuizo da fa/enda
gos Jos Dias de Oliveira.
Appellanle, Joan Ferrcira de Mello
juizo.
Fassaram do Sr. desembarga dor Tellcs ao Sr. de-
embargador Fereira Hoolelro as sogulnles appol-
lacesem que silo:
ApiH'llante, ojuizo ; appellado, (ionealo Jos dos
Santos.
Appellanle, Sebastian Mauricio WandorkM ; ap-
pelhdo, Kraz Carneiro I.ohk
I.cvaiilou-se a sessilo depois do meiodia.
EXTERIOR.
Despacho circular expedido pelo governo rus-
so As suas lesaco'es ma% corte esiraogelras.
.v. Petenburgo, ;g) de moio de 1853.
Sr. 'leudo a inissao do principeMoncbikolTa
Turqua dadomargera aos boatos mah [ufndados,
aos quaes a retirada do mesinu principe, C a Infcr-
i uprio das relaces que a esla se seguio, deu aimla
tu,lien rorpo.julgo do meii dovOT dar-\os a lal rcs-
peilo algiius esclari'cimenlos nenies, para que pos-
si Ir reliliear as ideas falsas que vogue.....o CSlado
cm que resids.
Farecc-mc desnecessario dixcr-v0ti que nao lia
ninasii ventado noque ns peridicos tli/eni, (piando
asseveram que as nossas reclama{des tem pnr (Im
augmenlar o lerrilorio, Qxar regras mah vanlajosas
n;.....bm frouteira asitica, obter o direlio de no-
mear e exoneraros patriarebas ile Goustaotinopla,
on, lnaluieiile, eslabelecer nutro protectorado
religioso mais rvlcn-t tl que o (pie eveicemos Ira-
dieelonalmenlo de fado cue dlroilo na Turqua, cm
viriude de halados anteriores. Conheeendo vos
bem apolitlca'doimperador, sabis que S. M, nao
quer a ruina e desliuico do imperio ollomauo, que
ji poninas vexeasalvou ;e que pelo contrario lem
elle considerado, e considera anda O HatU qUQ
actual como a melhor comblnacflo possivel para
equilibrar todos os Intereses europeos, que nao dei-
laram de se combaler no Oliente, seabi se e-labe-
leeesse este vacuo ; o que no locante prolecclo do
culto jareco-russo na Turqua, nao carecemos, pan
llie auvogar os inleressos,uulrosilireitos atm desso
que nos alliaiicam os (ral.idos, a llOSSa pusieflo, a
influencia resultante da sympatliia religiosa, que
e\isle entre cincoenla mllluSe do EOSSOS, que se-
uiiem o rilo grego,C a grande maoia dos subditos
chrisISofl do suli.'m influencia secular, e Inovlla-
vel, porque exlsle nos facise nas palavras inllii-
encia que o imperador adiou ja formada quando
subi u lluoiio, e a qu.il, por contemplarlo rom
as Injustai mispellaaque uesperla, nunca renun-
ciarla, pois nlopoda abandonar a gloriosa lieraiica
de seui predocessores.
For aqu veris o poilCO fu
boatos oanalhados, ocrea d
M.....bikolf, a (pial nunca lev
ctnnpor a quesl.to dos Ln-.m-
Seria milito longo, senborcs, n referir-vos mi-
minuciosamentc todas as pluues, porque esta
de
ipcln
his llus.ambos rc-
ida
eoulro
sSan I o
lo que lem os
o do principe
tim tenfto o de
pro
pioi.Hi lem paseado, desde
a consciencla de que nao fomosi
suscjtuiios. tem sabiainns as RT
cas que poderia Icr para a pan de
para a pa/ ib.....indo. Nflo Ionio
principio, de chamar a seria allc
europens, para a siiuacoi em qui
i,To nos cdiiocava, c para as sra*
(pie dclla prov"
de ia"iO. Temos
priuieiros i|iie a
mdes consequen-
Oriente, e lal vez
eessado, desde 0
rilo dos gabiiioles
sinulbanle ques-
s eventualidades
sivo desemvolvi-
ilo que ella loni do, produiindo, por lim, a
crise actual, ainplamcnio justificou os nossos Irisles
prwcnl imcnlos.
Bastara por agora lembrar que, loso dopofs das
prime iras concesoOes, obiidas pela Franca a favor
dos liiiissts em Jerusalem, em delrimculn dos privi-
legios seculares, deque gosavam os gregos, vendo o
imperador a evideule pareialidadc da Forla para
cornos latinos,arrnsta-fai de da para dia, a ron-
cessoes Cflda vez mais graves, em relacao aos direi-
tos e nleresscs do culto oriental, vio-se na neces-
sidade de eaerever a esto rerideilo urna caria amiga-
vel, mas sera, ao sultflu. Os rosullados destc pas-
mi foram, primeiro, o formar-so urna commissffo e\-
cluslvamenlc. comjKwta de oulemai turcos, que
Iratou de adiar mu nieio, que COncHiasM as per-
leneOes recprocas ; seguioee depois una carta to
Mill.ii. ao imperador dando-llie parir-da ioluc.10
dellniliva da questAo, c fazendo as mais solemnes
proniessas, deque manleriaos direitosoulorgados
pela Porla as commiiuidades gregas. Fi
mesmo lempo eommunlcado um /(
al
Mon-
prla
da C.onceicio
Braga c ou-
; appellado,
0 Aillo
ellos.
Appellanle, Joaquim Lopes da Silva Mala ; appel-
lada, gueda da Silva M
Appellantee. Ralkman ,\ Irmaos ; appellados, Jos
Joaquim l'ereira de Mendunca e OUtrOB.
Fassaram dd Sr. desembargado!- Bebollo oo Sr.
dc^'inbaryador I,una Freir as seguiules appella-
""(- em i|tn-
Appi-llanie, o jni/o : appellado, Flix IMai Clia-
ves.
A|tpellanle, a juslica ; appellado, Manuel da Silva
Braogeiista.
I'assaram do Sr.^lesemliaruador l.una F reir a o
as particularidades desla dis|
le firman, um llaltl-Sbcrtf,
reconhecia o consagravo, t\^
i.....nulidades anteriorun ule
em diAeronles pocas, ronol
moud, e confirmadas pe
Anda que esta caria i
bids em ospirilo e lern
desviovam dostriclo ttat
mos de manler, o imperai
les documentos satlsfazlam
sua Justa sollleilude a bem
udades do eullo grcco-rns>
veu-se a confurmar-sc con
iiinii, conlondo
rao. Na lenle dos-
iiilograpliodoiullo,
modo mai-. fiunial, as
oncedidas ao- grcgOS
ovadas pelo sulfilo Mab-
soberano actual.
;-i<> liiiii,ni fassem conse-
i que, em cerlo modo, se
t/nn, que seniprc liniun-
r, pareceudo-lbe que es-
al mu tcrlo ponto, -
los Intcrcssc* c immu-
vi Jerusalem, resol-
pelo sen doasej
A m
laJWos a questSO dos lugares santos.
t." Negociar em lugar do firman, que se acbava
redUtIdo ao nada, urna nova ronvcncilo, que, sem
privar os latinos de que acabavam de alcanear coi
ultimo lugar ( pois queramos evitar; lllglndo esta
aunullacjo, o enllocara Forla ollomana na uiesnia
siluacilo" para rom a Franca em que so acbas
va para com muro explicasse, pelo menosnosco)
atoasconcessOes de modo lal.que lbe tiraste a oppa-
rencia de una victoria anlia sobro o culto grego-
restabelerentlo, mediante algumas compencoes ra-,
ovis, o equilibrio perdido*" rusia deile ullimn.
2.- Forlilicar esla convenci com um aclo aiilen-
lico que servisse de repararan ao |iassadu, c dcsc-
guranca no futuro.
A primeira parle da misslO do nosso embaixador
extraordinario, sendo dilllclle mullo espinhosa em
si mesina, pois que relevava pT de accordo direilos
e Intereascs recprocos, mas opposlos da Rnaslae
Franca, nos a procuramos resolver com grande es-
pirito de conciliacflo, e compraz-nos em declarar,
que o enverno fra'ncez a elle corresponden da sua
parle. No cabo do longos debates colbeu a mfssHo
osen fruclo, sendo o resultado della a feilura de
diuis novo* firman*, sem opposlclo do embaixador
de Franca.
Foriu, como icima dissemn?, a nesoriacao apre-
senlava anda Ulna nova face. Nao bastava obler
nina convenci. Sem mu ido que a revaldasse, e
non dsso a aegoranea de pie os novos (imum* s0-
riam defuluroexeeulados.e religiosamente observa-
dos no sen principio e eonscqueueias, lie claro que
estes documentos, depois da llasrante vinlaro do
outro que os preceder, nao podiam ter a nos sus
olluis mais valor real doqueeslc. O imperadorda-
va lano maior valor a esla seguranca, quanlo be
cerlo que ella constitua na sua base a nica repa-
racffo que podi depois da olcnca folla sua dig-
nidade pela falla de boa f da Furia ollomana,
principalmente em vista das circunstancias que a
I i/era m anda mas palenle.
O principe de Menscbikofl foi cnenrregado de a
obler, mediante tuna convencen |Kir elle assignada
com o governo turco,
Tcm-se altamente declamado contrae forma desla
roiivencao, como attenlalo'ia em prinripios aos di-
reilos da soberana do sulMo ; e como ronferndo-
nos defacto, em neme da religiao, umdimitido
pe peina inlervencao nos negocios internos da Tur-
qua. Entendemos queso creou umphanlasma,
e que se ppirenlam recoios mais especiosos do que
rea es.
Como principio : lina tal cmivencAo ou Ira-
lado nada leria de inslito ; c mo compreliemlemos
cm que seja mais alten, doria dos direilos da aulo-
uomia aoberata do niltao, de que as capilulacoes. c
OUtroS ados que DOSSOem ja na Turqua a I'rauca e
a Austria. HN'rque romo prinripi, islo lie, nolo-
canie a iiidepenaencla do snllSo, Importa pouco,
que um aclo soapplique a este ou aquello numero
deseos subditos, cm favor dos quaes se evercila
Uindireitfl de proleelo ealrangcjra. A seguranca
por nieio de um tratado, piomellidau'um estado
aos inlerease de urna communhSo estrangeira, be
coiisa platicada em lodos os lempos. Por evemplo
na poca da reforma, alguna estados, eomprehen-
dendo os grandes ssUdos callleos, celebraram Com
oulros, tratados u convencOex que aflLincavam a
cnnniiuiiliao protestante cerloa privilegios, franque-
z'as. i* |inmunidades ; de forma que boje mesmo o
esladuVivilI desla coimnunlili, asseilta em lae- ba-
ses, sem que por isso <>s oslados, que deram OSSa se-
L-iiranca, *t: lebam julsado lesadoi nos sens derei-
los soberanos, on na sua independencia poltica,
Com inais foro retan, como principio, podem laes
irlo-MT icleluados eoin um calado musulmano. de
quenios clirislffos lem soRiido, c wflrem lautas ve-
lamnos, nflo so nas suas inimunidades, como
lambem nas suaspro|H'iedadeaeexislenea.
Quanlo ao fiteto Pelo que nos diz respoilo, a
osa em sioiislej, e a forma de urna conveucflo,
|ue propozemos, nada ollerere novo cm malcra de
arotereflo religiosa, o Iraladodo Kaynardji, em
do quala Portase obrisa a protegerronslan-
iins leus estados a reusiao cunstiTa o suas
l-nososufllcienle direito de vigilancia e
Esle diroilo se acha do novo o mais
labelccido no Iralado de Adrianopb
(c calas duas clausulas. Hesullou d'aqui a feilura
de um segundo projeclo de trned, sobre a aceilaco
do qual elle Insista por longo lempo. Finalmente,
pcrsislindo a Porla alo o ullimn momento na rejei-
efode loda a especie dcromproniissoconi qualquer
nna bilateral, es>nallasmalica, o nosso enibaua-
dor, scgiiimlo oespirln de suas inslrucc>es, julgnu
iicver declarar qfie, v a meema Perla qulzesse acei-
tar c assiguar imnifilialamenlc tuna ola, lal como
a deque acbaieis aqu junto um projeclo lexlual,
elle se contentara com esse documento, conside-
rando-cromo sulllricnlc rcparacilo e penbor de se-
guran ra.
Eis-aqni, pois, qual era, na OCCasliO em que fi
principe de Meuscbikoff parti para Constanliiio|da,
o verdadeiro ultimtum proposlo pelo gabloele im-
perial : e foi a demora que a Porla teve cm aceitar
similbanle documenlo, que obrigou o nosso negocia-
dor a embarcar para Odessa, a suspenders nossas
relaces diplomticas com o governo olloinano.
O que elle suceessivainele cct\on, quanlo forma
e materia de nossas propostas, foi igualmente ce-
deudo quanlo ao prazo orsinahamcnle livado para
asna aceilacan. Ordeurn-se-lho, no cabo de louga
e infructuosa espera, que Ollglsse da Porla iimares-
posla definitiva no termo de Ircs das ; e, ainda que
esla rcsposla lbe deveasesor cousequeiilemenle dada
no da H de maio, elle- no dia -Jl do mesmo mez
be que sabio de Couslanlinnpla.
No lim de l mezes ronscculivnsde laboriosa neso-
ciacilo, (endose csgolado as ultimas concessoei pos-
iveis, v-se o imperador abrigado, de boje em oan-
le, a Isjsislir peremploriamcnle na aceilaco pura
csimples do projeclo de ola. Todava, movido por
onsjileraees de paciencia c lonsanimidade, que al
aqu o lem pniado, conceden Porta una nova es-
pera de oiln das parase decidir; depois duque,
PT malt que bso CUsIeM ilis|iosiccs conciliadoras
de mi i niageslade, ver-se-ba elle forcado a exigir,
lasaumindo mais grave asnelo, a salisfac.ioque, em
bable, lem procurado at asura obler por meios pt-
cilicos.
Sera com vivo o profundo seulimenlo, que o im-
perador laucara nulo desle recurso. Mas, ,i forca de
cegneira eobsliuacao, leem querido colloca-lo n'u-
ma sjluacflo, cni que a Kussia, arrojada, por BSsim
di/er, ale ao extremo limite da moderacilo, nao pu-
do rclroceder, sem minsua da sua rnnsidcracao po-
ltica.
Tende a boodade, senhor,
deetes faeloe, ao governo, ju
acreditado, e do Imporlante
despacbo. Pediiuus-llie qui
lencanao mcsmodocumenlOi porque be elle que fo>
na ueslc momento o li gordio da queslao: im, que
anda desojamos que se desato pacificamente, mn
que parece baver empcnlmcm nos obrisar a curiar
Submclleiido o nosso ultimtum ao juizo mparcial
dos abneles. deixemos-tbes que decdam, se depois
dos graveserros que a Porta tein commeltdo contra,
iio> ; depois don grandes mntvos de rescnlimenlo
que ella nos lem dado,era possivel que nos conten-
tassemos com una menor salisfacao. O evame im-
parcial do nosso projeclo de nota (trovar que esle,
despido de toda a forma de tratado, e ale de contra-
to ynnallogmalico, nada lem que seja conlraru ans
direilos de suberania do sultflo, t liada que moslre
da nossa porto prolencOu exageradas que nos su-
jeilem a una dcsconllanen IflO injuriosa para nos,
quilo pouco justificada pelo- nossos ados anteriores.
Bastara' este examc, aasim o esperamos, para por ler-
iii" aos falsos boatos que se leem espalliado, altrl-
bundo-nosaltivas exigencias ; e para mostrar quo
, de dar ronbecineiilo
uto ao qual vos acbaes
documento junto a esle
> pnate amis serlgal
lirludc
emenl
isrejas,
idmocstac
la 'ame ni
pie conflrmou as nos-as anteriores convencoes. A
le Kavn.irdji lio datada do auno de 1771. Eis-aqui,
pois, le fado mn espaco de qUBS oitenla anuos,
lesde o qual possoimoi porfscriplo o direito que se
ios dispula, e cuja menean se pretendo agora consi-
lerar
-es
lo-tu
-cus s
po Ii
nlia
lo ronriliacao, ordenando que so Ibes dosso 0 valor
de una Iransaccno solemne e dellniliva.
Em vista dests ilocumentos, catliegorfca e olll-
eialmenle communicadoa depois de longa o traba-
lliosa nesociac.io. linba o governo imperial direito
para jul^nucoiuo para sempre acabado um dbale,
ti" qual pela aun moderarlo, jemovera perigos, del*
xando os latinos no gozo de novas vantagoiis, Sa-
bis que desgracadamenle mo acontecen aaaim.
Mullo longe iria lequlsesse inferir lodos os actos
le rraqueza, lerglversacflo e dobrez, pratieados pe-
las autoridades ollomanas, quando se tratou de sa-
(isfazers ubr-.ires |>aracnmnnsrocnnlrabidas,ede
proceder cm Jeiosalem, segundo o eslvlo, proniul-
gaejao, regislro,e ezeeo^ao do lirmau O commissarlo
turco, enviado cidade Sania, em viriude la expl-
cita promossa fcita nossa missfio em Gonslanlfno-
pla, quando all cheg.....iusou declarar ao nosso
cnsul, que insista pela leilura e reglllro do lii man ;
|U
doeumcnl
) nao fazia dcllo men
, pnr elleilo de nossaa
ico lirmau fosse litio e
ic, comludo, cerlo que
islvas ao cufio oriental,
exceptuando a
tie nao linlia noticia d>
instruccoes que recbela
alguma. Anda que depois,
Instancias Mconscguisse, qu
registrado em Jerusalem, b
s o foi oom reslricccs ollcc
Pelo que diz respeto ao arl
realMieao desla simples bu inalidadc, lem sid
principacs disposicOes abeilamcnle transgredidas.
A infraec^o mais flagrante, foi o ser entregue ao
natriarclia latino a chave da porta principal da Igro-
ja de lleiblem. Estaoulrega ia de encontr aos
lemos preciaos do Arman ; olToiidla profundamente
oelcro, cloda a povoacao do rilo ojeco-russo, por |
que, segundo as ideas seguidas na Palestina, a pUS-
so da chave envolve por si sa idea da pisse de Io-
do u templo, o governo turco inoslrava aasim, con-
tra o seu proprio inleresse, a suprcmacia que con-
fiedla a um rilo dilferenlcdocullo.a que^sl sujeila
a maoria de scus subditos.
I'm lal csquocimciito das man positivas promes-
sas, consignada^ na carta do sullAo ao imperador ;
una falta de boa f lo manifesla, assravada pela
linguagem derisoria dos consclliciros de S. A., au-
lorisavam, cerlo, o nosso aususlo soberano, oflendi-
do na sua dguidade, na sua ronlinuca amigavcl, no
seu edito, o nos sentimeulos religiosos que a ello e
sen povo sau coinmuns, a pedir desde logo nina sa-
li-laraii plena. S. M. poderia le-lo feilo, se, como
be acensado por una opiol&o falsa na sua base, pro-
curasse pretextos para destruir o imperio ollomauo.
Nao o quizassm o imperador : preferio obter esta
Ulisftclo |H>rmcio de una ncgociacSo pacifica.
Ksforcou-se anda una v*-/ por esclarecer o sobera-
im da I nrquia acerca do mal, que lano i.....-, co-
mo aossi-us pruprio.- iutere.vses laria, appeilaodn pa-
ra a sua prudencia, alim de que con) ella eniendasse
os erros de BMi miuislerio. Com este intuito lie une
S-. M. envioua Consl.inliuoula o principe JUchkIi-
koff.
como urna completa nllercjo nas nossas rela-
rommerciaes com a Porta ollomana, conlerin-
isa suberania elVecliva da immeiisa maloria de
ubdilos. Corlo, se durante esleespsco'do tei-
mos querido abusar, como neuravcii des-
ii uippAc, nao loria para Isso fallado oe-
easilo nos ltimos lempos, principalmente no em
que a Kurupa, a bracos com aananlia, e em que
os governos sem forca contra a discordia inlerua.se
acbavam dislralddos pelas revolucoes lo Occidente,
lelxando no rlenle Ihro o passo as miras ambicio-
sas de que nos arnisam. Se livcssemns as inlences
(pie se romprazem em nosaltrlbulr, nguardariamos,
acaso, paia as jir enieveeiir.io, ipie se e-labeleecsse
a paz na Europa i Teriamos disposto as nossas fur-
cas de modo (pie ollerecessem a iiosm.* vKuilios mn
auxilio moral e pliysicol Haveriamos procurado com
o zelo que maiiifcslamos reconciliar os nossos alij-
ados, eallaslar ludo oque podcSSO oppor-SO A uuiao
Intima da poleneias? feriamos, bem ao revs, se
laes nao fos-eui os nossos desejos, (ralarinmos de per-
peiuar o desarcordo entre as mosmas potencias^ Te-
riamos deixado ba(ercms entre s, ou com os bous
povos revollados ns governos europens } e aprovei-
[.Indo-uos dos mmis apuros, cainiibariaiuus,......ubs-
laculo, ao lim a que di/em tender o que dciiomiiiam
nossa poli I lea Invasora. Iloje que a ordem social
esta* feli/uieiile ruiisolidade em loda a parte, o que
o, (-.lados ni)\aineiilea--enli'- na- >uas bases poden i
matsllvremente diupor, lano da sua af^ao, rumo
ibis -.nas forcas, seria, em verdade, bem mal CSCO-
Ibdo o ensejo para levar execucao similbanle
poltica.
Repetimos: assim cm principio, como le faci,
mna convoncao com a Porta, a bem dosfilerossesdos
nossoacorreligionarios, nflo hocousa alguma nova.
N.lo nos offereccria vanlagom alguma, que desde
tongo lempo nSn possumoste de que nao lenbamos
podido abusar seas nossas inleagAes fossem laes como
no-las luppnc. Se somos fortes, uio carecemos ds-
m; so somos rracos, similbanle aclo nfio nos faria
mafl tomerosoii. He Islo Mo verdad? que nunca le-
amos feilo proposla alguma a respeto da queslao
especial dos Lugares Sanios, m b Porla nos nao for-
cnsse, peloesquceimenlo dnasuas anteriores pro-
mes .as.a obris i-la mais eslreilamente mamilencjo
.do siniii quo dos Miiluariosila Palestina; ose,quan-
do roclammoi contra concessoos fetas em nosso
damno, nos nflo desse por desculpa, quena locante
aos Clisares Sanios ludia a Franca mn tratado, o
que nao aconteca rom a Russia.
Aloidisto, Sr., .iin.i.i nio fizamos como condicao
tne i/un non de um accordo com a Porla a feilura
de urna convenci, prop menle dila. Entregan-
do ao principe de Men-cbikoll, na oceasi.o da sua
pariida para Conslanlinopla, a minuta das estipula-
cues (pie devia negociar, deixon se-lbe plena libcr-
dade, nttOS de as moHilicar nos BOUS lermos, como
de as firmar debalxo oo qualquer uuira forma que
menos o (Ten desso o melindre da Porla, ou da diplo-
macia estrangeira. Depois derla autorisaciio be que
0 nosso negociador, clicgando ao sen destino, c con-
vencido doj obstculos que o nosso pmjeclo de con-
veucilo cuconlrava, se limilou a pedir, com o nomc
de srwi, mn ado que eslivesse mais em relae.iollos
usos orienlaes, e menos conforme com as ideas so-
lemnes que ordinariamente enselve a palavra cou-
vencao no dlrello publico europeo. Tendn suseila-
do graves objecc6ei as duas clausulas <|u projeclo de
teneii, em gue pedamos, nflo como se |>relende, o di-
rello de confirmar a cleie.au do pallfarcJia do Cons-
lanlinopla, mas lito smenle a manulcuc&o das Ion-
muiiid.ides eccles asi iras, R das regalas lemporaesr
concedidas ab antiguo pela Porta aos qualro patri'
arenM de Conslanlinopla, Antiocliiu, Alexondria, a
Jerusalem, assim como aos-mclropolllanos, bispos; a
oulros ebefcsespirituaesda igreja oriental, o prn
cipe.Mensclukollu.ii duviduiisupprimir inleiramcir
-e a lejeicjio dos ii 11 i rilo melOS de coniposieao, que
prepoxemos para remover os obstculos, que RO BU8-
cltaram na questao Iih l,usares Sanios, produ/io
eoinplienees que ponbamem perso a paz, uilo be
obre nos que, peranleo mundo, devea responsabi-
lidadc recabir.
Hercbei, senborcs, os protestos da inhiba disliuc-
ta consideracRo. iVeassfroV. sr.,..
Projeclo de unta,
A Sublime Porla, depoi; de mais alenloc serio
evame das km luuaces que for mam o objeelo da
mlssflo cxlraordinaria confiada ao principe Mcns-
chlkoff, embaixador da Ruada, e depois de baver
submeitdoo resultado desteexamos 8.M. osullao,
lem como dev ei seu o dar conbeeiinenlo, pela pre-
sente, a S. A. O embaixador, da declsao imperial e-
manada a este respoilo de um ira.le supremo em da-
la de.... (datamusulmanactiirittaii.)
S. M. osutio, qoerendodara seu augusto adiado
e amigo o imperador ila Russia um novo leslcoio-
nho da sua mais sincera aniisade. edo seu fnmo
desojo de consolidar as BHligas relaces de boa v isi-
iibauca, e perfeiln intellscnrie, que evi-lgu enlre
OSUOUS oslados ; pondo ao iiic-iiio lempo |Tena ron-
lianca nas inteneOOB COllStanlemeillO benvolas do S.
M. I., em prol da mautcncan, da inlesridadee in-
ilependeucia do Imperio ollomano, digMiu-sc apre-
ciar c lomar na mais seria COUsidoracjto, as repre-
scul;u;es francas e enrdeaes de que O embaivador
la Russia so cousliluo orgflo ein favor do cutio or-
iboiovo do Oriente, profesando por seu augustoalliu-
d.....assjnpcnmo pela maoria de sens subditos.
O abaivoassgnado receben,cm rniisequenciadis-
to, ordem de dar, pela presente nota, a mai-. solem-
ne seguranca ao governo Imperial da Russia, que
representa junto de S. M. nsullno. S. a. o prin-
cipo Hensclilkor, de invarlavel sollicilude, o gene-
rosos o loreranlesseuUinenlosqueanimam S. M. o
suliao, em prolda BegsjBsjneae prosperldadoemseus
csladiH. do clero." isrejase eslabelecimonlos religio-
sos do cullnebrislao no Oriento.
Para lomar estes proteslos mais explcitos, e in-
dicar por mudo mais formal os principacs pontos de-
la sollicilude, reforjar com esclarecimentos auxilia-
res.que o andar dos lempos lomo necesarios, o se il-
udo do. arllgos que nosaiiieiorcs iraiados, celebra-
dos entre as mus |io(encas, loeln retaceo com ai
questOes religiosas ; 0 liualmeiile prevenir para
sempre qual errada inlelliseiica 0 desarcordo a 80-
mdbanleresuelto enlre osdous sovernos, estn a-
baivo assgnado autorisadopara laierai BOguinles
doclaracoes:
! O culto orlboilovo do Oriento, osen clero,
isrejase dominios, assim como os seos eslabeleci-
uicuios religioMs, gosarflo no futuro, sem a menor
quebra, sob a egide de S. M. osultlo, os privilegios
e immunidades quelites sfio asscgurailBsaoaM/yuo,
nu (pie lbe lem sido uiilorsado'. ein dilierenles ve-
res por favor especial, e por principio de arando o-
quitlade ; parliriparo das regalas concedidas aos
demalsculloscbrlstaos. assim conioiai lesacoes cs-
Irangeiras aerediladat junto Sublime Porla, por
convcncaoou disposic1o particular.
9.i S. II. osullflorjulgando necossarloejusto cor-
roborare ftniiiicarn mu firman soberano, revestido
do lialll hoomavoun, no da 15 da la de Itcbiul-
Akir 1468(16de fexereirode ir\'y2 como sen nu>
tro firman soberano de... e ordenar, alm disso, por
OUlro firman, em dala de ..a reparacao da copula
do templo do Sanio Sepulcro, serfln esles dous fir-
man* lextiialinenle OKOCutados o liclmunlo observa-
dos, ,dim de ser para sempre mandilo o statu guo
actual dos sanetuarlos possuidoB pelos groos exclus-
vmenle, ou em cummiim com oulros cultos.
lica entendido que esla promesu comprehende
isiialmenle a con-ervacao de lodos 00 direilos c im-
mundadesde que go/amoft antit/uo a isreja orlbo-
dolae o sen clero, lano na cdade de Jerus.dm, co-
mo foca delta, sem damnoalgum das ontras commu-
ndades cfarislia.
3. No caso de que a corle imperial da Kussia o
reclame, desisnar-sc-bao conipetcule local, na cida-
de de Jerusalem, ou nos scus suburbios, para a eons-
truceao de um templo em que eelebrem olllciodivi-
nsoaeeclesiastlcos russos, ede um hospicio para
os peregrinos pobres ou enfermos ; cujos estabole-
efmentos uearfio sob i losrcJtopeelal do eonsula-
dnucral da Russia iiaSvria Q Palestina. ,
M Bnviar-so-Uo os/frauM, c aa bruein uwi-
larias I quem de direito l'dr, o aos |iatriarrli.is m-
gos, para a exeeuoflo de-i.is rr-iducoes noberanas;
devendo depois Iralar-se dos olijectos particulares,
(pie nflo liveremsido ctonprebeii'lidos, aasjm nos
firman relativos aos Cufiare- Sanios de Jerflsalro,
como na prsenle nolilicar;io.
Oabaixoassignado, otete.
''Diario 00 (ioivrn-i di tj$b0$l.
Manifest do imperador Nicolau.
Neolau I, por ataca de *>-, emperador e au-
tcrata de toda* a* fiit**ia*, etc.
a Fazcnos salier que, como bem sabem nossos
fiis e presadores subditos, fazendo nossos gloriosos
tircdecessores desde (eni|iu immcmu ial volosde de-
ender a f orlbodoxa, a ubservjie;lo desses deveres
sagrados (em sidoconslaulcmenlc u objeelo de nos-
sos cuidados e do nossa solieitudc, desde o momen-
to ein que aprouve a Divina Providencia Irausmil-
lir-nos o llirono beredilario. Firmados no glorioso
Iralado de Kainardji, conlirmados |>elas Iransac^'oes
solemnes concluidas posleriormenle com a Porla
Ollomana, esles cuidados e esla suliciludc Uveram
sempre por lim garantir os direilos da igreja orlbo-
doxa.
ti Mas com profundo pozar nosso, apezarde lodos
os nossos estar eos para defender a inlcgridade dos
direilos o privilegios de nossa igreja orlbodoxa, nu-
merosos actos arbitrarios do governo ollomano ala-
caram ltimamenteOSSOB direilos, eameacavaincm
lim destruir completamealo a ordem do cousas
sauccjoiiada pelos sceulos, o lao cbara a f orlbo-
doxa.
ii Nossos rsforcos para arredar a Porla de arlos
scmclbaiilcs, foram inulcis, e ainda a palavra so-
lemne que o guillo nos duba dado naquella orea-
siao nao lardou em ser violada.
Depois de 1er esgolado lodos os meios de per-
BBsjaibi o nflo podcmio obler araigavelmento a sads-
moto devida s nossas justas rcclamacoes, julsamos
inuispensavel fazer entrar nossas IropOS nos princi-
pados danubianos, alim de mostrar Porla ondea
pode levar sua pertinacia. Comlndo, anda agora
nossa iulcucao nobccomecar a guerra; pela uceu-
pacao dos principados queremos ter cm nio um
penbor, que nos responda por lodo o estado de cau-
sa do reslabeleciuienlo de iiussos direilos.
Nao procuramos conquistas; a Kussia n.lo tem
precisa o deltas. Pedimos que seja remirado um di-
reilo legitimo lao publtcamenlo violado. Estamos
pi'omptos desde jn a fazer parar o nioviineutu de
nossas tropas, se a Porta Ollomana se obrisar a ob-
servar relisiosameiile a iiitegridadc dos privilegios
di Igreja orlbodoxa. Mas se a pertinacia o a cegnei-
ra quizeiem absolutamente o rontrario, ciilito, cha-
mando Dos ein nosso auxilio, entregaremos a elle o
cuidado de decidir nossa queslao, o ebrios de espe-
rance, em sua rogo'omnipotente, maullaremos em
defezada f orlbodoxa.
Dado em Plcrliofi* un dia II ;2(i) i\o mez de
jiuibo do .....odagraca 1833, c SB de Roseo reina
do. Assgnado, Nicolau.
/oigamos til fazer aoleilor umi descripcAo ge-
ral do paiz, quo o imperador Neolau faz oceupar
nesle momento por um rorpo de exordio.
A Bessarabia, dondeparlem as (ropas russas, per
Icnccii i Turquia at IKJS, poca em que ella foi
cedida i Kussia pelo Halado de Hucbarcsl. Esl
eompreben.lida enlre o grande rio Dniesler, anliga
frouteira da Itussia e o Prutb, que se lauca no Da-
nubio culrc Calalz e Keni. No mcio-dia he limita-
da pelo curso inferior do Danubio, a partir de Keni,
e a leste pelo mar Negro.
A pesMasSoda Bessarabia confereaoi Iiussos mul-
las vantagens nasqueslocs que poasam ier coma
Turqua. Nada os impede de penetrar directamen-
te na provincia de Silislria, lerrilorio hirco, pas
Bando O baivo Danubio em Ismaibd, que Ibes per
lenco. De outro lado, paseando o Prulb, ellos to-
mam de reves (oda a Moldavia, provincia que se
ealende entre aquellc rio a leste c as montaubas
c.-irpalbis da Trausvlvania a oeste. Jassy, capital da
Moldavia, est situada a qualro lesnas smenle do
i'iuib, quo os Russos passaram a 3doJsdha em
SUnulini. Sua poslcflp 9 marsem do Prulb Ibes per-
mlllo passar ao mesmo lempo esse rio junio de sua
embocadura no Danubio, para lala!/, o que ospdc
peuxulo na Vnlacbia, provincia que se eslende
BOanida Moldavia.
Desla vez os Itussns acabam de passar o Prulb em
Leova, pequea aldcia situada na marsem es<|uer-
da do rio, a molo raminbo de lalatz para Jassv, di-
rigindn-sc directamente a Bucbareat, capital da Va-
laquia. Seis ou oltodlas de marcha os levaram a cs-
sa cidade, a qual on uparam prnvavelinenle a '.I ou
III de jolln.
A Yalaquia be nina rcglflo vasta e ferlil, ualural-
meulelimitada pelas montanbaa de llermausiadi,
inilexau meridional i;i cadola dos Karpatbas, c pelo
curso do Danubio al Itraliilof. Suas planicies nessa
altura se confunden! com as da Moldavia. Cada
uma (testas duas provincias lem sua constituidlo po-
ltica c seu principio chamado huspodar; mas a sp-
melbanca dos dous pairos, quanlo 80 aspecto natu-
ral, producios, linguagem o/costumesdos habianies,
faz com quo ae designe ordinariamente lodo arc-
giflo debaivo ilo nomo do Moldo-Valaquia.
Importa lembrar actualmente as pnases dlvcr
sas das relaces inleniacionaes desse paizes com i
Turqua OCOm a Kussia. Os Turcos se limilavam
onlr'oia a conservar algumas sutrnicoes nas prin
elpaes cidtdes, deixando aos buspodares nomeados
pela Porta o cuidado de arrecadar o tributo desti-
lo i Conslanlinopla, ede opnrimir rom Impos*
por sua propria cuida os camponezes c hoiardos
Estes principes, escolhidos (Teir ns (rogos do Ca-
ar, emnregavam como fnslnimenlos desuasexae
soldados allMiier.es, conhecidos pelo nomo de
arnautas, especie de malfeitores, que fazem brinco
do assassinato e do mubo. (t paiz debaivo de um so-
mclhanle rgimen nflo poda dolxar de empobrecer
e dcsjMivoar-se, resimen que reduzia ao desespero
os infeli/.es agricullores. .
As invasflea luccosslvas da Kussia na suzerania da
Poda lem sido sem contraedieflo muilo uleis aos
moldo-vnlaqu los. Bis aqu o bou descuvolvfmento
gradual Cm 1771 o iraladodo Kainardji d n Kus
sia o direito de interceder cm favor das queivas que
podes-e l'.izer a populae;o; em \H2>'>, pelo tratado
d'Ackerman, esta clausula foi transformada em di
reilo de repre-eutacao ; linalno'iile depois da clin-
I'.inli,i de \H2H, cm que os rnssOB coniiuandados poi
Diebilcb, passaram o Kilkau, esse primeiro baluar-
te de Constantinopto, os principados so acbaram
completamente llvres.
Polo Iralado de ISJII assgnado em Andrinople, a
Kussia obteve um direito formal de garanda dos di-
reilos e privilegios da nac,ao. O russos oreuparaui
Onlo por muilo- anuos a Moldo-Valaquia at que
a Porta Ollomana livesse pago Integralmente a con-
Iribulcflode suena que Ibu era Imposto. Cni isi,
um regtilamento orgaulco, estabeJecido de accortlo
Din a Porla, deu urna consliluicm aos principado
Valaquios. Emjgeral he um paiz de planicie sulca-
dopor numerosos ros, os quaes correm de nortea
sul para se lancarem no Danubio. A-latliimle he a
da Italia ; os terrenas sao de uma grande fertilida-
de ; rra-se muito gado, o um exercito que paga, en-
centra ahi vveres com abundancia; he o queso d
anualmente com O evercilo TUSBO. A -eiuirancn e
urna legislarlo melhor tem melliorado basloulo a
-"Me dos -.inipoiie/.es : por e-la razao ftdo immeutos
os progressos feilos de|K>is de 0 aunos na cultura,
industria e civilisacjio. Os habitantes, que so de-
uomiuam Koumani, I.II.un uma linguagem desayu-
do doladm como a lingua italiana, ctala, o do Cao-
guedoc. Ellcs descendem das legiocs qoe Trajauo
eslabeleceu no norte do Danubio, dopob do ter con-
quistado a Hacia.
A pepulacio total dos priueinados be eslimada
em i milhoes de babitontos, dos quaes 2 millies o
MMMHIperleiicema Valaquia.o i milliao c 500,0X10
sao da Moldavia. As rendas sobem a '27 millies
le francos, sendo lo para a Moldavia c 17 para a
Yalaquia. Finalmente os dous principados lem um
evercilo nacional qu em caso de necessidade podo
ser elevado a .'iO.IHIO bomcus. He aos russos que o
paiz deve sua organisaeflo administran va, linamcira
o inililar. Por isso os russos eslo nellc como cm
sua palria.
Jassv be uma cidade de 40 mil almas, fcila do
madeira,eieepluando-se alauns grandes cdiiico>.
Hucbarcsl, capital da Valaquia lem urna popula^iiu
de KO,0tM>almas, IMifi igreias. muilos palacios e_ di
versos estabeleclmeulosseioudlicos. A nslrucao w;
lem desenvolvido rapfuamonte na classe rica dos
Moldo-Valaquios. os quaes sabem quasi todos o fran-
cez ou o italiano, indo un grande numero dalles Ta-
zer sens esludes em Parisou cm outras capilaes-
He um |hivo que renasco com a dvlUaacjao c me-
rece as sjmpalliias do rcslo da Europa.
Journal de* Dabatt.)
Londres, 6 de julho de 1853.
O manifest do imperador do Kussia acerca das
suas causas de diileenea com o imperio ollomano,
que publicamos noulra parte, foi promulgado a '26
de junho, Mmenle um dia dopoisque as ordeus fo-
ram enviadas aos exercilos russos para Iransporem
o Prulb. Ao mesmo lempo sallemos por va de um
despacho lelegraphico de Vienua, datado de hou-
lem, que com elleilo o Prulb lora passado om Loo-
va pelo corpodeslinado para a orcupac,flo da Wala-
cliia, e em Skouliany pelo corno que deve operar
em Moldavia,- c al dizia-sc que o general (od--
cliakoll'ebegarla boje em Bucharcs!.
Purlaulo o passo decisivo foi dado aOnal, e a be-
sitn^o at aqu manifestada pelo governo russo ce-
den a arelo rpida vigorosa. Em verdade,* a'pu-
blicacao do manifest be uma prova dislincla de
quo o imperador lia lomado a sua derslo, o agora
(levemos formar a nossa opiuiAo acerca da sua poli-
lica segundo as suas proprias declaraoes. So esto
manifest lem mcule por lim appellar para o fa-
natismo dos subditos do imperador, podo ser coii-
venicule, porque respira o espirito de intolerancia
religiosa o do dominio ccclesiaslico; mas nao se on-
conlra nelle uma pslavra que possa ser interpreta-
da para eslahctercr um caso de guerra, segundo as
leis e usos das potencias civ ilisadas.da Europa. Nao
s<; allegnu um facile quer que fiindamentc algum
'Vaso de guerra, nao se invocou um principio quo
seja repuguanle poltica, que al buje lem sido a
base da paz subsistente enlre a Kussia o a Porta.
Asseiilaumanifestn na presump^o deque ha iden-
lidade entre a igreja deque o imperador da Russia
be o chelee a f orlbodoxa das igrejas srega o orien-
tal, nao incluidas dentro dos sens dominios. Mas
esla presumprao he iuleirameiilc infundada, como
esl demonstrado pelo fado do que> imperador da
Russia he o rhefe da igreja nos seus dominios, mas
nao he ochefe das i (rejas christAas nos dominios do
sullo, bem como a rainha do lnglalerra', que lio
chefe da igreja nesle paiz, pode reclamar ser consi-
derada como ehcfe de lodas as grojas protestante*
que cvislcm no mundo. Mas, admillindu cm se-
si.ndo lugar, cunio hv potbese, que as sanias obri-
gacOcfl ii de que falla o imperador, so roferem nflo
s a loda a isreja oriental, assim como ao ramo par-
ticular que lbe porlcnco, com ludo elle nao de-
monslrou de maneira alguma que os direilos dessa
igreja lenham sido invadido^.
Elle acensa a Porla de 1er perlidamenle violado
um juramento, do que so deve inferir que a Porta,
Icnifo concedido corlo firman de privilegios a igreja
prega, foi iuduzida, pela inlluencia mal aconsclba-
da do embaixador-. francez, a revesar esto firman.
Semclbanlc arlo podo (er sido impoltico, mas nflo
era iiifraceao de um dircilo positivo, e n5o da jus
algum i reparacao que oimperador da Russia |iorc-
ce estar preparado a lomar forca d'armas, especi-
almeulo porquo o aggravo de que se qucixa a res-
poilo dos Fugares Sanios fui com efloilo removido,
|>elocousentimcnlo do proprjo principo Meitschikofi,
anles que essas ulteriores exigencias fossem inani-
festadas.
Asseverar que Imlos os meios porquo as justas
exigencias da Kussia podiam ser pac lica i nenie
ajuslndas, de bable foram lenlaslsjB-ii lie uma vinla-
ro directa da verdade, p M^t'ejfipsjMukuis rccla-
inacres do jirincipe Men- iiir,*ss>BSSBt ju-i,^ ou
mesmo po>siveis, loraiu reculadas sesundo o> seos
desejos, e com acnadjuvaeao do nosso proprio em-
baixador. Pertinacia da Porla nao he uma ex-
pressao corlcz para com uma potencia com que o
imperador Nicokio sempre assevera nao estar em
guerra; mas nesle caso o que I he apraz chamara
'(pertinacia da Porta he nada menos que a con-
viccao deliberada de lodos n* estadista* da Europa,
e a npiniao concurrente de ludas as |Hjtoucia% inclu-
sive a propria.Austria, que nao lem hesitado 'expri-
mir esla convieco com uma cnergia c constancia
que a hnura.
As provincias danubianas devem ser oceupadas
um |>enbor cni favor doreslabclecimonlo dos
.podares he cleito vilalicia-
iiii a anprovacffo da Russia,
do Porla, iqu.il 0 paiz jiaga
O direito da Kussia sobre
ijc rui diaulo qualilicado de
IL EcSTV E L
CHcIfl un dos tlous tu
monte putos bolardo, <
i? rocha mn Irlbulo niii'leiv'lo.
m prlneipidoi lie iic I
proleclonKlOt
Ein Isis. asiloploni\eis loiirurns da 0aRerac5o
democrtica nanaram, como se sabe, da Franca para
.i Allemanlia, para a Austria, paraa lluiiBn'aa ilalil
liilalmenle para a Miil.lii-Valaipiia. A llnssia jul-
ffou necessario reprimir as pcrliirliari-s polHICMi
ipic rchcnlarain ciilAn enw Jassj c cm Ducharos!, c
fe/ mnipar os principados para reslalielccer nollol
arden e a pa*. Comludo, os russos, i reprosen-
lari'KSda Porta, nao prolongaran! muilo essa oceu-
,,i' i i. c conrliiiram nossa ocrasiao cum a Porla
lima coinciirauaNsimiada cm llalla-l.iman, no I" de
maio de 1K10, a (pial d.i s duas potencias o direito
deiuterviroin siinullancameiilc nos pi im-ip.nlos no
caso de pcrlurliarcs internas, nao podendo final-
mento cada |Hjlencia fazer entrar netle* mais de
Vi.OOO liomeus.
Tal lio a siluaeo o os direilns rospeelivos eslalic-
lecidos pelos Iraladus. O imperador Nicolau inva-
de hoje esse pai* noiilro contra loda a especie de di-
reiln eem um (im comminalorio. (Is turcos podc-
rinii faier ouIrO lano d sen lado ; mas ahslcr-se-
luln de o fazer, deianrjn Indas as injn.liras do sen
adversario, e recorrendo s nefloeiaffltM^ as ojflgBi
i'iilraui da hoje em dianle em nina pliaso inloira-
monle mna. (i lerrilorio turco lin aluni dial i ta-
larlo, ein quanlo os ruaaoa nao pa-sarem u DajuiblOi
( os iiltiinos pndoslos ilo czar dao n coi loza dt njucl
a occupa^Ao dos principado, be sullicienle NUM
vistas de auora.
Terminaremosnln noticia comalgilmas linhasso-
hrc a iiouulaeao, recursos c pro^ressos da Maldu-
ilireilos da Itussia, siili ipiacsspier circumstancias
Mas ondo lem a Itussia mostrado que algum dos
lireilos fdra violado? Valla cm couslraugcr
l'orla a observar solemueiucntc a inviolabilidado da
igreja orlbodoxa. Mas de que maneira ha sido Vio-
lada ou alunarada com violacjjo .lignina minunida-
dc desla igreja ? Ein*balde nos temos mourejado ,.t
ra ifenararmos com um argumento ou um (acto onde
nao ha iicni urna nein oulr.i cousa; ca final mn
\euios reduzidns a raciocinar sobre inferencias m-
leiramenle dcduzidas da falta de ra&lo.
Mas comparo quem quizer a linguagem arrogante
e sem fuudainenlo algum desle docuuionto, com o
lom moderatlo c quasi submisso da ultima nota de
llcl-iliid Paella au gallineto russo, em rmpostaas
suas exigencias, o ser impossivol duiidar, que
quando o imperador Nicolau (alta cm ir pelejar pela
f orlbodoxa, porquo a Turqua na sua cegucira c
pertinacia desoja op|r-se-lho, ou elle usa de pala-
nas sem ligallicacao, ou medita actos que nenbu-
na das suas allcgacocs justitlcam.
A nnp,a lano consiilcrorno ligada a esle mani-
foslo/no lio todava o seu ofleito no resto da Euro-
pa, mas nos subditos da corda russa o nos membros
la igreja russa, a quem ella lio directa, senao e-
lusivamoulo dirigido. Nislo est o seu principal
porigo. Pora um povo c para Um clero como o
russo, argumentos e provas da lei publica sao de
pouca valia cm apoio dos seos desejos Iradiccioniea
dos seus direilos ascendencia espiritual. Com
plena confiaba no braco do Allissimo nos marcha
remos o pelejaremos pela f orlhodoxa, a sao as pa-
lavras deslo manifest, que repercutiram pelo im|>c-.
rio. He o grito de uma cruzada aleado no mcio de
um poxo que ainda est na era dos cruzados. He
um appollo aos senlimenlos que nenhum governo
racioaal eiciuiria, se nSo ostiveasc preparado para
ilai-lbcsunia -..mina do salisfacao que, ueste caso, a
Itussia mo pode ordenar oinquaulo u.io diciar ter-
mos, nao sii Porla, masa lodos os eslados iiidepen-
denles da Europa.
Estamos informados por teslemunhas fidedignas
que ii.i Russia Osontimcnlo publico JA e acl tan
mil.un.i,lo que cm bao PelersbuTgo o goxeruo ho
rensurado, nao por sua violencia, mas pee sua mo-
ilemcfO, i ha i|uom so Icnba adiniladn dos arlilIciiK
de lingiiauein anda mpngados para su.lWsar n
qualificar as derlaraetea publteadas do governo.
Mas a opiniAo do publico na Itussia be o que o go-
vernoconteni, ou desoja que ella soja, o no pode-


ni", cuucober urna respoiisabilidadc mais pesada o
onerosa do quo > do novo ronibnslivel lineado ueste
fogo aleado. i Tima.)
I
25 de junho.
O manifest publicado pela corto de S. Pelors-
bufgo.mio lie calculado para remover o susto ezcl-
tndo pelo estado dillliulluso da quesillo oriental J
pnrque conloo) urna awercao nova das pretenedes
russas, eabwiaincute indcaos meios a que ociar
podo recorrer, atim de compollir a suhmistao. sua
vontmlr. Taltcz que neilc momento o ultimtum
imperial j India sido rejoilado, e as cousas Icnliaui
bogado no ponto cni que a Knssia declarara que
seria justificado o appello os armas. Todava lia ra-
il* paracrer-e que as operarocs niio hilo de ler co-
meto nas froulciras turcas, cinquanlo o negocio nao
for do novo romellido S. l'clcrshurgo; e annun-
ciou-so que os bous ullicin. da Austria I1A0 sido soli-
citados cm lavorde iiina-solueQn aniigavcl da dispu-
ta, 011 ao menos parase ajustaran as condiroespre-
liminares para a roassuQipcao das negocia^oc*.
Aiuda nos nao adiamos em eslado de asseverar,
que llgunu proposirocs dfsliaclas j tcuham sido
subnicllidas pela corle de Vicua, mas podemos
agourar favoravclmcnto acerca do faelo do scrcm to-
dos os oslados curopeus cxccssivamcntc opposlos a
qiialquer actp calculado para tornar a guerra" inc-
vilnvel. As potencias allcm.ia-, poslo que benignas
M ciar, nao sil menos anciosas que a Franca c a
(ra-Brclauha cm impedir nina ranipanlia russa na
Turquia o durante as negociarnos recentes, ogo-
verno ollomdiio ha mostrado urna enrgica disposi-
'..o em manler relacoes amigaveis com o sen pode-
roso vzinho.
A Porta nada lem pratirado que provoque 011 jus-
ti^nue actos hoslis da parle da Knssia ; porque as
medidas que o sullao tem adoptado hilo sido cslrie-
_,lamenlc limitadas polasnecessidades da propria de-
nte, >'o tem batido nenlium desses impelos do
phanalismn musulmana, que nas primeitas occa-
niOes provocaram a inlcrveiioao das potencias eurn-
l>as, A polilica do Divn lia sido assignalada por
um espirito de moderaco e eonciltaro, c a auloi i-
dadeda Porta tem sido sufllcicnle para proteger os
seus sulhlltos rhrislaos conlra as violencias do par-
tido ullra-liirco.
Eslas considcraralcs nos animara a esperar una
rondu-au Tavoravel das presentes didlculdades. He
obvio que haduvidac licsilarAoria parte la Russiu;
e a evidente m vonladc do czar cm recorrer iinme-
dialamcnle as armas, d lugar a iuterirmosque el-
lo preferirla una solurAo da quesillo que o habili-
tasse a retirar-sc sem peda do crdito DCMOll. Se a
dispula smento se referisse aos dircilos religiosos c
s Immunidades dos subililos chrislaos da Porta,
nSo fdra dilcil dragar a una rcconrilineao ; por-
que em verdade, ludo qua*nlo foi oslciisitaincnlc
exigido pelo principe Mviisrliikoh" linba sido espun-
laneamcnlo concedido pelo siilliio. Admilliram-se
as prelenrocs olliciacs da Knssia cerca do Santo
Sepulchro; c se, como be assevcradirem a nula do
conde Nessclrode. eslas prolenroes coiisliluiain o
nicoohjcclo da missaoilo principe Menschikoll, o
negocioos! realmente concluido.
taimo o governn frailee* recusou com prudencia
nslar pelas suas reclamarnos em favor dos dircilos
exclusivos da igreja latina na Turquia. ai dilloien-
eas relativas aos Saulos Limares forain farilinenlc
ajustadas. As eoncessocs suhscquenlemeiile exigi-
das pelo enviado imperial cm beneficio dos rhris-
laos grecos lio imperio ollomano fjram igualmente
cedida pela l'orla, eso publicaran! alguns iirmans
para cuecluar-se as inlcnrocs justas c libelaos do
HUMO.
Porlaulo, vec-sc-ba que os rundamenloi .la con-
troversia sao mili aperlados. A Turquia, obrando
em virtudu dos consellios dos outros oslados cuio-
|>eus, tem aunuido a ludo nanlo lora reclamado cm
favor dos seus subditos chrishlos ; e lainhom deca-
roir-so disposta a dar nina garanta os malulos po-
tencias conectivamente .pela devida oxoruofm das
obrigaroes que se Dalia voluntariamente ajena-
do. Todos os ohjcclos quo a Hussia julaava Impor-
lanles para requerer a inissao do mu oinbaiador re-
vestido de poderes extraordinarios, o coadjuvado
|Kir consideraveis deuionslrarcs por mar c por Ier-
ra, foram na realiriade atrancados.
E, quaulo aos nlcrcsses riessns raras, em favor
ilas quacs se inslmi pelas exigencias ota qucstSo, lio
muito mais vanlajoso para ellas que a sua protorrao
forme lima parlo da polilica scrnl da Europa civili-
sada, do que lirnrem exclusivamente sb o amparo
de um solierano que, por manir que seja o sen m-
rito a outro respeilo, pinas pide ser consideodu
como um campciln, que so nao compromelle |iela
liberdade religiosa e civil.
Assim, se considerarmos os fados como gao ex-
poslos, por um lado, 110 manifest rnso, e por nu-
tro, na proclamado nfllcial ihigovrrm turen, hcrln-
ro que a causa da ronlemla ha sido lolalmenlc mu-
dada, Fica smenle a quesillo da inancira porque
nohjeclo tem sido eircrluadu. Fui nesle documento
qiicsemanifeslouafraquca da cao-a russa. O czar
primciratncnie insisti sobre um ajusto se por
nicio de urna conieiicAo formal 011 por mein de nina
nota oflicial hecousa de pouco interesso coi vir-
ludedoqual a l'orla dara penliorcs dislinclos ao
seu governo acerca dos dircilos dos cbrlalaOs sie-ns.
A esle respeilo o nssumpto he relcrido em ;.....la
do ronde Nessclrode, c a exigencia imperial he sus-
tentada pMareferencia a alguns fai los mu aporrt-
phos, c a principio, aioda mais apocryphoSi Maso
diplmala russo nao tem demonstrado que nina ga-
ranta dada a una polencia csrlusit.menle seia
mais apreciavel para aquellos em favonio qiicm el-
la foca alcanzada do que cmpremenos fcilos rom
loilasasgrandespolenriasexclusivanienle. Nilu os-
la provado no manifest imperial que a can,a da
rhrislnidnrio o da elvllisarao ganlie, licandn silh o
exclusivo palrocinium do e/ar.
Nao vemos que abnma^anlagcni, immediah.....
remola, seja assegiirada a aquellos iliredainenle ira -
Icressados, |r mcio de um protectorado russo, o
que seria a ronscqiicncia lisilima do ajuste que os
agrilles do czar prelcndiam eilorquir da parle di
lurquia. lie seguramente inelhor que as eonces-
socs ledas pela Porta fossem nlranradas sem coac-
jao, c os dircilos cib c sociaos das raros que habi-
tara nos dominios ollomanos fos.tm protegidos pe-
las syinpathias geraes da Europa, anlcs que pela
inllueiicia russa
Porlaulo, soflpialqucr poni ,le visla que consi-
deremos uaMumplo do privilegios religiosos dos
rhrislaos na Turquia, nspassos dados pela l'orla lar-
gamente alisfani as exigencias das potencias eu-
ropeas, eprivam a ltusia de qualquer jus a exig
preleneaes exclusivas a respeilo da igreja "ico.,. >,,
da mais resln, cxcoplo a qucsliloque lio pouco mais
que pessoal cidro os movernos da Hussia c Turquia.
Se o r/ar escolhcssc persistir na polilica que tem
praclaapado, a eoiisequencia ser a uuerra com a
orla, e mu provaveliiicnlo eran a tranca catir.la-
Ilrelanha. Mas na ausencia di algum fiiudainenlo
real para hostilidades, nao acreditamos que elle le-
vo as censas ao extremo.
Ale aaora, he difllcil imaginar que o imperador,
pormolivos ISo insignilicantos, se enipenho n'unia
conleslacAo perigosa ; o esperamos que o successo
ha de mostrar que, quaudo a gravidade dasituacifo
houvcr siiio plenamente appreciada em S. I'olo'rs-
burgo, hao de prevalecer consenio. mais pacilieos.
Ja>m ludo, sejaqual for a consequcilcia, sdinciilc
liavenios de eondenuiar o coinporlamciilo da (tus
sia. Esla polencia lera procurado ohler nina inDii-
cnciana lurquia incompalivcl eoni a iodeponden
na do Sullao, c, conw os seus esforcos so lifto na.
logrado, tem imposto o l'orla a necessidado de fa-
ier enormes sacnlirios para a dereza das suas fron-
teiras. A polilica ila corlo de S. Pclersbiirao ha si-
*lropelladora o aggressiva, c apenas he na ihis-
sibilidade ,le realisar-se urna total inudanca no seu
romporlamenln que fundamos as nossas esperancas
acerca da conservarn da paz.
{ Morninq Chroniclt. 1
------IBIOHl-------
Cari, dirigid por S. Ene. o conde
Mirad a' S. A. Hrschld-Facha'
lew negocios straniclro, ele.
a Sao PdUraburgo, 19 de maio de 1833. "
(i Scnlior.o Imperador, mcu augusto soberano,
acaba de ser informado de que sen embaixador lexe
le denar tonslanl.....pa, em conscqucncia da recu-
sa nrcrempioria da l'orla de fazer corle imperial
da Hussia, a menor promcssa.alim de assegnra-la das
inlencoes prolecloras do governo ollomano a respei-
lo do culto e das igrejas orlhodoiaa na lurquia.
- fio doiiois do urna residencia infructuosa de :l
mezes ; de|Hiis de.ter esgotadu de viva voz o por
escripia ludo o quo a verdade, u benevolencia e o es-
pirito de couciliacSo podiam didar-lhe; depoisO-
nalmento de ter procurado condescender com lodos
os escrpulos da Purla, pelas inodilicaefies sucressi-
v isem que consenlionos temise forma das flaran-
liasque eslava encarregado do|iedir, que o principo
Monschikoll levo do lomar a dclerminaco, quo o
imperador soube rom pezar, man que 8. M. nao po-
de dn.ntv de apiirocar plkanicntr.
1 V. Exr. be demasiado esclarecido para mo
I as cniseqiicucia da miel i u|..., do oosas re-
l.oj.ios com oxovernodc S. AMeza. He hastanle-
menlc dedicado ana venladeims inlcresses de sei
beranoe ile seu imperta, para rifa experimentar um
profundo pezar na prcvlsao do ai-imleeUnonlm que
imlern .hri'vir, e r.11......(wn.alslidado pesan in-
Icu.t solire aipielles que os provcalo.
o I'oi isio, diriuimlo boj, c.i,1 carian \. Ec. uo
lonlio oulro lim scuao persuadir aquer;iia,emquaii-
10 o podoainda, um serviro iropoHanlissirao aoseu
soberano, Apresenlao, senhor, aos olbos de S. Al- stonjoclurar, porque boje na Europa, com os vnporoSi
leza.n siluacfib real da anuas 1 a moderacao o a
juslica ilas exigencias da Hussia, a grandissima' of-
fensa que se faz ao imperador, oppondo-so s suas
inleurocs Ido coiislnnleincnlc aniigavois e generosas
urna dcscoidianca sem molivo, o repulsas sem jusli
llcarilo.
AdignidadodoS. M., oslnlcresscsde seu impe-
rio, a voz do sua conscicncia nao Ihc permittem a-
ceiiar seiuelhaiile. procedimcnloseni paga dos quo
lem (ido e dosej.i..iinla ler paracom a Turquia. El-
la deve ohter reprtelo delles e previnir-sc conlra
a sua renovaran no futuro.
o Em pouras semauas as Iropns roeeberao ordem
de pasiar as fronleirns do imperio, uiio para fazer a
guerra, a qual repugna a S. M. fazer conlra um so-
berano, quo Iho approuvo sempre considerar como
seu alliado sincero, mas para ler garantas malcraos
at o momento cm que, tornado a scnlimenlos mais
justos, o governo ollomano der 11 Hussia ns segu-
raucas inoraos, que ha dous anuos ella lem pedido
iiiiililmciitc por mciudc seus reprosenlanlcs o Cons-
lan un d.i. o iillimamciile por seu cmhaixador. O
projeclo de Nota, que o principe Meusrbikor vos
enlregon, so acha em vossas niAos ; do-sc pressa V.
Exc., dopois de ler olilidoo coiisciitiineulnileS. M.
o sullao, em assrgnar essa ola snn modifleartu, c
Iransmilli-lii, o mais breve |H>ssivel no uo.u eui-
haixador em thlcssa, onde elle deve aehar-se anda.
o Desojo vivamente que. nesio momelo dlebive,
o con.cilio que dirijoa V. Exc,com a coulianea qi^c
sois hues o palriolismo me inspiram, seja aprecia-
do pin V. Evc. como por seus collegas do Di van, e
qne, no inlerossc da paz, quo todos mis devenios de-,
sejar que se conserve, seja abracado sem hesilacao
ueui dcuiora.
Hogo V. Exc. etc., etc.
Asignada : Nessclrode.
IIESPOSIA DE ItESUlIb-l'ACHA'
SnbUms Porta.
Mniitcrio dos uet/orios estnngrirofi
ti Senhor.De-nie pressa em apresenlar a S.
M.o sullao, nieu augusto soberano, o despacho que
V. Exc. fez-n.o a honra do me dirigir a II) de maio
passado.
sio as maiores nllences para com S. M. o impera-
dor da Hussia, que elle considera como seu alliado
sincero cromo mu vizioJio lieni inlencionado. Nao
diividando fie neiihum modo a Sublime Porta das
inlencoes generosas do imperador, senlio um pro-
fundo pezar pela inlerrupcao dasre!ai*oes sobrevin-
da nfclizmcnte, porque nao so lem comprelicndido
he latan a impossiliilidado real, em que ella se u-
ehava, a respeilo da queslito suscitada pelo Sr. prin-
cipe ile Mcnschikolt, de consignar em 11111 tratado
diplomtico os privilegios religioaos concedidos ao
rilo grego, Com ludo, lem a eoosolacaode verque
nao contrihuio de'iieiihiun modo, da sua parle, pa-
ra tra/.er um semelliaute eslado do cousas.
o Gofln elVeilo o governo ollomano lem mostrado
desile o principio as lucidores disposicoes e offereci-
do ludas ns facilidades, relalivainenle e Indas as
ipicdoc, que o Sr. principe do Mciischikol! eslava
enraiTeado de regular, eonfornie asrdeos do im-
perador, e momio, em una queslao lao delicada,
como a dos privilegios religiosos da inreja grega; a
niiuaudo-se nimia de seus seulimeiilos pacilicn, e
naorccui.....lo ,1. garnnlias quo podiam fazer d
appaiccere acabar Indas a din idas que leriaiu po-
dido apparecer a esle respeilo, a l'orla eapornva,
principalgienlo da reconhecila sabedoria do princi-
po de Meuscliikoil, qoo eslo embaixador so moslras-
so salisleilo do projeclo de nula, que Ihc linha sidu
Irausmillido cm ullinio lugar, e que coiilinlia Indas
ns garantiai pedidas : soja como for, leve lugar mu
fado lamcntavcl,
" S. A. o principo do Mcnscllikoh* resumin, lie
verdade, a segunda a itiiniila do srned que elle li-
nha dadoao principio, edando linalmonto um pro-
jeclo de nula, faxalgunluS inoiliiicaciii's nos termos
011 na redacrao e liliilu da peca. Masa iulellieii-
eia de una convrncaoahi se Renava sempre, ecomo
essa convencfio diplomalien nao pode conciliar iicm
COfll a iiidepeudeucia do governo olloniauo, ncni
com os diceilo dosua aiiloridatlo soberana, nilo se
poda aos motivos do impossibllidado real aprasea-
tndos pela Porta, o nomo de recusa, o fazer disto
nina queslao de boma para S. M. o Imperador da
Koala,
a Heais, so dela iuipossihilidadc se queixam,
allriliniodo-a 1.....1 scnliineiiln de desronlianca, a
Hussia, nao loniaudo em eousjderaco Indas a ua-
oflerccidas da roanoira a na:: solemno pela
Sublime l'orla, o declarando que era indispcnsavel
consigna-las em um neto, qile lenha forra de Irala-
do, naod por ventura una prova maiiilcsln de sua
lalla deconli iiic.i para rom o enverno ollomano, e
clc o.io lem por sua vez o direilo de queiva -e ?
o Todava para responder aesles dous poni, el-
lo roporla-se a alia juslica o conheclda do impe-
rador da Hiiia, aaum como a elevada ra/ao e aos
senlimeiitos eminciilomeiile pneilico do V. Evc,
que lodo nlem disto lem podido reconliecer c aprc-
pena dar tralos a cabeca do, um americano para o
2'
l |irl cliimailo como hd misui belli pelas polencias proler
->!e ferro e laegraphnB lecirclus, as que*-
tftes fteoidem-so mailo mais rjnilnmefilr *lo queu-
Ir'ri, t; por i-<-o cm luevc lenSmoa a soluco des'a.
Etilrotanin, com os (latios furnecidos^pclo nuwo cor-
rcs|Nulenle de Paris, n.io serla temeridade avanzar
Iue *||Auisa Icvar a bocea pelo menos uuia parle
o bocado que do louuo;. lempos tem amawado.
Do urna parle, com clTeilo, v-*c que nasRrarules
rroleiiciastlaUuropa reina um runde meti (Induci-
r aclualmcnlc, porque lodas querem n/ar em paz
dM su.19 vanlaRcns adquerida ; o do oulra, Talla
l'orla o principal recurso dcijuc cm laes apcrlos se
pode laucar moa abundancia do lhc$uuropor-
que o diubeiro he rcalmenlo onToda guerra. Ora,
sendo sim, que esperanca secura liavciM pnra i
Turquia, vendo os principados danubianos j inva-
didos pelos cossacos, cm que osle passo Tussc pro-
clamad
loras/
Sem embarco, aluuma COUM lia sem duvida a i--
perur da Inulalorra e da Franra.se 09 inlcresses com-
mercltot. do um, t>em verilirados, scoppoxorem \s
prclenccs do Sr. Nicolao, c so n conduela da nutra,
miIi apoMb III, for anda a incsina que sob apo-
I......i;raudc, quandn em Tilsilt c cmErfurl, I lie
proponhl Alcxandrn dividir o mundo cm dtMM. li-
cainloclle czar rom donslanlinnpla ;o que be du\-
doso>islo que os lerinos da queslao acbam-sc inlei-
ramculu mudadus.
. Dcpois do (ivcat H'estent ebeearam no da o
GuiiimIhim, procedente do Hio do Janeiro, c o S.
Salvador do Para" o norlos inlarmcdos. Do norlo ao
Hila MMOfVthM-O mipcrio na mais perfeila Iran-
quillhladr ; sninrnloas popularnos da capital r- o BaMa ro>enti,un-sc aiuda, beni como a doslaci-
dade, da falla de farinba, ronero da primeira o mais
urgente nocowidado. Elrlre o que de inleressanlc nos
.'romeo (iianahara, veio liiuilmenle o propnenlo
dos lies lusares de quc*p compoc acommissiio ilc
liygicM publica, creada uesla provincia, bem como
nas do I' .1. .Maranbao, Kaliia e Kio tirande do Sul,
polo doerclo de :*J de selembro de 1831a N80 sendo
nata salisfarlorio o eslado sanitario do nosso paiz,
como Iodos saben), a iuslallar.lo c clTeclivocxercirin
de laos commissOos, era de um grande InlereatO, i"
menos para que o povo saiba, que cvislem senlos
pblicos especieImeolQ cncarrcsatlos de velar n.i
COnaervtrS ilc sua saude (o mais procinso de lotlos
os bens desle mundo ) c (cuba por coii-ojuinlo a
i|iiiii iliii'jir-sc para a oblencao de ccrlas iirovidcn-
naa
Enlrou lnnhoincm nosso porto, no diaG. una pc-
qena lancha pericltenle escuna inglea Ultle
Pttt a qual lentlo sabido no dia '2, carrejada uicar, com destino l.cilh, foi pique no mc-ino
lia t,s:i lioras damanhia, na Int. sul8.4,olona
i.^cK'. A lita lancha condazio ocapllao esco-
11,1. Jomes l'ole, e mais (res peasoas da Irlpoloolo,
nbendn-ae por osles que, polas S horas ta imite de
, i'i.i ella tlesaniparada pelo piloto, quena compa-
nhlo de doua manoheiros eaeapou-aeem um es-
caler.
Nolavel nicllioramcnlo lemns observado ulliiua-
inenle cm di\or-.as 1 nas tlesla eidode, d'onde eolli-
t|iie o /,clo da llliislrlwlma cmara municipal
pelo heiu-estar tlus sous muuieipe.. j palonlcado
por ecrlns acloa tic sua adinini'-lraro, em nada
lem anefocitio, o anta detenYoIve cana di 1 maUac-
lividade. O paleo da IVnha, por ovoiuplo, c a ra
do mosmo nomo, queso acha.ain qunsi inlransila-
veisem consoquencia do pulrido lamaral (pie soac-
cumulra dopois das chnvw, achani-.se alorrados
roma 111:1, o (jmposde (oda inimundirhi, dOTOOdO a
ma aiuda ser raleada, secundo nos ron-la ; <> alcr-
10 da Boa-Viata, cojocal^amenlnse havia completa*
menlo oslraaadu, csi aondo calcado de novo*ejos
viandantes que por all paawm, lenlenvsequailII-
h> roreio ile seren emporealhados rom os sil
**.
~-*~-
picos da lama ario all se ajunlava, pelo frcquenlc
posto oiiendid), c declara que nSo Ibe conslava que
oaecusado livesse querido ollondo-lo, sendo que al
rkxlaO) nula eoiilrava!
Faca, por lano, idea do quanto ndc a procesan
inania.
Apozar da rigorosa bysiene com que vivo, Uro
com bem medo, vendo a hora que ella ba(c-mo
pnfa ; vade retro.
Cm certo Sinbra'que mora fra dcsla cidado, Ion
rio rindd sabbailo a reir, procurouo commandanle
do deslacamenlo c petlio-lhe ojue maiulasse preu
der a um seu cscravo, que iudicou, vi$to como prc-
lendia romiercr a polica, para o mandar castigar
porsuspcitas que linha, de que o dito eseravo leu-
lava contra os seus das ; c lano era o reccio de
que eslava possuido o Sabra, quo dcclarou ao com
mandante (pin por forma aluuma desejava que o es-
eravo souhcssc que elle fura o aulor de ta prisflo,
bem como do caslico que Ihe deslinava por inlcr-
vene1o da polica.
O commandanle, preslando-se a esla requisir.lo,
mandou immedlalameiilc prender ao eseravo o re-
colhc-lo cudeia, onde ao cabo deduas lima-, (an-
eando uiilo de una faca rom que se dividan) as ra-
cOes, deu um olpc no larvu\, que o separou com-
plelaiuenlc ; foi do prompo soceorrido, cjulua-sc
que poder chapar.
Ncssc mesmo dia de sahhado urna unir scena Ira-
Eiea passava-se no lui;ar da Tema, daqui a h n to-
uuas : um inspector de quarlcinlo, dlrlglndo-ae a
casa do um siijcilo com qnein vive inlrii;ado por
causa de um pleito judicial, que roircm, a lilulu do
prender a um guanta-costa deslc, ao avislar o inli-
liHadoguarda-cosla Irocaram-sciH Uros, do quere-
sullou Uear esle mnrlahnonle forillo, co in*|tcclor
com um liro em um braco, do (pial suppe-se liear.i
aleijatlo. t) quo licou feridoja morreo.
(.heuou aqui esla semana, viudo de Sanio Anl.io,
mu mostr de msica, ceslabeleccu urna propagan-
da lerrivel: por lodos os lugares por onde pas.o 011-
eoulro-me com esses perigosos lilbos tic Euleipe.
canlaiidodescompassadarnenlo uns coulros, embo-
cando diversosinslrumenlos ; j vivo com as oucas
cslrauailas, c si' a poliein nlo pozer cobro 1 islo. c\-
ofTicio, eslou vendo que os chamaiei a um termo
de bem viver.
Tamhem dcsonvolvou-so um oulro goslo que pode
dar-lhc alguin inleros>-o; c rom a ser, oscrever cor-
reepondeociaf: sujciios que en prcsqmia nao potic-
rcm dizer duas palavr.is que livessem alguma Uga<
cao entro si, ouen dizor que eslo eoni as penna
aparatlas, para eocraverem arligos que bao de cm
basbacar a lotlos: em quinto venia agua na vela
orovotte-os.
A salubiidade vai boa, o madama farinba j des
eco um uruit.
At mais logo. \.
Carla particular,*
da Nes-
1 tnlalstro
S. M. osulhlo, por 11111 liruian imperial, re-
veslitlo to sen augusto hulti sftnif^acaba ilcconfir-
mar de novo os privilegio-i, dircilos e iinmuuida-
do-, de que gozamos religiosos O as trojas do rilo
grego aft aniiquo.
A Sublimo l'orla nao liealtar jamis em man-
iere dar as aaranliat conlldas o promellidas no pro-
jeclo de nota onlieguo ao principo de Monschikofl
pouco antea de aua partida. ( despacho recobido
Ja parlo lo X. K\e falla em faz 1 as IropH russas
naaarcm aa fronleiraa. Esla declaradlo be Inrom-
palivel r.nn a--oL'Ui.incas de pa/e do boa volitado
de s. al. o imperador Na venJado, ella he loo eon-
Irara ao (pie ao lem direilo de esperar do urna po-
lencia amiga, que a l'orla nao lalo como riera n-
eeia-la. Os preparativos mililaroi o as obras de
defea ordenados pela l'orla, assm como ella do-
ciaron ofllcialmcntoapotencias, slo porlaulo m-
cessidades Irazidas pelos ariramenlos con-ideraveis
da Hussia.
Blles coiisiiuiem orna medida puramonlo de-
lenaiva. Ooovdfcodo sullo, nao leudo nenliu-
ma inlenro hostil conlra a Hussia, exprimo o dose-
}o do quo asanllaas ralatocs. que S. U. almdlslo
considera romo muflo preciosas, o da-- quacs a- nu-
merosas vantagens rilo conliecidaa pelos dous gover-
nof, sojam reslabelecidas cm son cslailo primif-
livo.
Confo que a corlo ta Hussia apreciara com um
sclilimcnlo de niaudc con-ideraijao as inlonees sin-
cerase leaes da Sublime l'orla, o levar.1 cm cenia .1
impossifailidado real, cm que olase acha de aiinuu
aos dosejoj,quo Iho foram expresaados. Soja apre-
ciada, romo merece, OSM iiopo-.ibilid.ide, posso as-
aegorar a V, E\c., que a Sublimo Porta nao hesita-
ra em ordenara un embaixador extraordinario,
que se dirija a Sao IVtcr-diuigo, para ah reatar as
negociaeos o procuiai, de acconlo com o governo
de S. M. o imperador da liusaia, um ajuste que,
sendo inleiramonte do agrado de S. M., seja tal que
a Toria possa acclta-losem utTender as baaa de -na
indepcndoncia,oua autoridadesoberana do8. M. o
sullao.
V. Exc. pode ler a rcrlc/a de qlie da minha
parlo desojo case resultado de hulosos mena votos,
clisuhufio-me decrer que omosinosuccodOda par-
lo de V. Exc.
a Rogo a V. Exc, Ce.
transito quo ha na dita ra
Para nos, pols, que enlendemos nao ser l das
poioros deflnfrftes, a tos que discm quo a arle do
Korerno, a fallar-se com propriedado, nao ho. bem
eomo a medicina, sena incns neilieeit s.ios c bem rfutridos porque so os
melhorainenlos malcraos nao Implican, nores-aria-
menlOO pro-rrwi Inlelleclual 0 moral, sonaoquan-
do as atoca lem a (Irme vontade de o obter, ron-
formo se oxprimo Chovalier, pelo monos ellos sflo
una rondiraudo bcin-cslar roinpleln do arando nu-
mero para nos, diremos, ja se ve que lacs mclho-
ramentOS, cm qualquer escala que se apresenfem,
nao sao perdidos c nos parercm merecer sempre
animarnos c li.uvnrcs para aqucllcs que os propor-
eiuiiam. Ora. ho recouheritlo pela srienria que a
oalasnaejo1 daa aguas na apemele da Ierra belflo
prejudicial a vogelacao como a saudo do. homens,
-cutio mesmo ama das principos eausasdasinter-
miltenloa nos campos 1 oque por eonsemiinte, n.lo
pudo ha\er nada mais contrario asando publica de
orna ciliado ramio cpopulosa,do que 11 mi.....liado
das suas roas eiilameadas, entrecorlailas de chai-
ros e aleni dislo cheias de lixo e Immumliclas. A
nossa munklpaliilado, perianto, nropondo-se a li-
vrar-nos, quanla esb'i em seu paer, tlcssc oslado
deaagradavel c inaalubro que apreaentamcerlaaruas
e palcos, faz um rclevanlo servico o meroco .1 consi-
deracfioi a estima eo reconheclmento dos seus mu-
niei|es.
A aula deeconomM polilica inslallada nolyco
continua a ser concorrida, e parece dar bono resal-
lados.
Aseliuvaa lem continuado, ora mais ora menos
copiosas, e o mercado nao lem offerecido alleracflo
nolavel.
Entraran, durante a semana 18.embarcarles e
sahirain '-2.
Rendeu a altandega 87:4009322.
l.dit'cerain.'L' pessoaa, a saber: Hhomens, Sniii-
Ihorese 12prvuloslivres; o2homens, I mulltei
c 1 paivOtlo, escravosa
PERKAHBLGa.
RECIPE, (i DE AGOSTO DE 1853.
AS ti HORAS DA TARIS.
RETROKFEtiTO SKll.WL.
0*>apor naloz <;inu H'ultrn, entrado em no<-
so porlo no dio I' ilo rononli1, IrouiQ-noa novas do
\i-lJil nMiii.lii. Nada iiccorrari nlli da iuiporlanlcdo-
|uiis il.i. iiiiinKis noticias, a si n contooda ruin .i Portaoltomann eoollnuana alisorvern nt-
lebaio ilo riinilu publico,
Com n |*ali InleframantQ nrsmiisailn militar, c
leudo sob aua nio nina nmssa cnorino o compacta
iln poputafllo, mi' posaua lodaa ns foisj i- malcraos
da civllhacfo, cmliurii ,1ra qiiaai cm completa bar-
biiria inlellei-ln.il cmor.il, sem ontra vlrtlldc om-
nenle ucepto ;i iiheillcncia |wssva n mais absolnta,
naoqurr vaulorrata, e rom rasSo, ilcsislir do >ya-
tcma do |iolilira Irumlo porCcilrn liriindc ios mmis
descudenlos, c l'io ^iniinsni.....itp |>ro*eauidn|HirC'i-
ili.irnia o Aloiaudrc. ira, sogundo aquelle ivslenki
a idea dominante mi antes a -orlo da poltica c\lc-
rior, lio a oxlonso indelinida do poder russo s.dirc a
torra c solire os mares per fui OH per lelas, islo lie,
pola astela o pola forra, pela diplomacia e pelas ai -
ni.i-, .Ir-orle quo nao seja mais possivol urna gae
erapliia a seu i-Hpeilo ; e eflbcUvamentd desde um
si-rulo ipie o territorio da Itussia lem-sc augmenta-
do -um ~ \ amonio ai ad.i tratado que se tai na Eu-
ropa, c, lora dislo, todos os \inte anuos, aaaovera
rerto escriptnr, ella invade os territorios ilo n.n,oes
diversas, o lempro comsneresso.
Olni|ierionlium.iiiii, vclhn precoce, enendn pe-
lo, alni.iisil.i brea, petaie>traagaocta>e enterilida-
des do islamismo, sempre foi a pro/a culiii;ada dos
ares, o i-is-alii porqnc agora, mi melado .lo secuto
\l\, re-se o sulMo aperlado, osero oulra operan
ia'lo sahai ni a nao .11 o auxilio da ln;lalerra, da
laura, o i.lo por um molivo que apareuli'iiH'iilo
pelo menos nada lem de jusio. i.iual sarf^orm o
destecho da conlcnda'.' He o que nao vafebem .1
COMARCA DE NAZARETH.
24 deiultao de 1883. (')
A semana quencabou, fui das mais alnindanlcs
(l......nidados, das quites vourelatar-llieaquellas que
ilieuiiain ao nieu conlieciinenlii, vendendo ludo
pela iiiosma ra 1 eraran porque coniprei; ineni mais
neni menos.
Pelas II llora- da maulla do dia domingo I" um
liallp l-'rani'o/, eiilenda-se' que aqui lia, por nomo
Augusto llucll, chamando para dentro de sua casa,
no lugar mais pnblieo desla rldade, a um criado
do Ur.juia municipal, dopois de bem trancadas as
perlas, prcgou-lho una forinidavel roda do conps
ile baln, que o eseaclioua|B abarfOtou para mais
de "idias louiodeeidiii......s homens darte.
Por i--'.\ htatela, que n.lo est omito de accoruo.
cun a ritiiisic.iiidoa Gallos, foi o Momrieur tetado
incoulineiilo para n cadeia, n entregue ao Moracs
para ilar-llie mu limar em sua hospedarla ; este,
poreiii, letado do sen I10111 genio, o /''/u/o sd pm
"./'i o eommodo do >ea hotpeet deixoiwi no corpo
da guarda, d'onde, qnarendo, la 1 casa ii-fics-
C A MAR A MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE -Si lili
Jl'1.110 DE IK.V1.
Presidencia to Nr. Bario ti? 1 'apibartbe.
Presentes os Sis. Ileso o Alhiii|licrqile, \ ianii.i.
Ileso, l)r. S l'ereira.lteso.Olitcira cliainciro, fal-
Inndo rom causa OS mais Srs., abrise a sessao e
toi lida e npprovada a acia da antecedente.
I'oi lidoo seguiole
EXPEDIENTE.
I 111 ollicio do lixiii. Sr. presidente da provincia,
remetiendo para conliocimonlu e direcelo da enma-
ra, copia do |iareccr da coniniis-,10 de pdeles da ,i~
sombloi geni legislativa, sobre a eloifao de deputa-
dos por esta provincia, a qual acompanhou o ntisn
du ininislorio do Imperio de 17 de jiilho ultimo.
Inlelradi,
Oulra do mesmo, remetiendo copia da reaposta
do engenheiro director dasohras puhllras.ii respeilo
da pal te que se eslii eonslruindo, do caes da ra da
Aurora.c que acamara Ihecommonieou que se nao
achava de acconlo com a planta da cidado, liflm de
que fossem lomadas em con-ideraraots rollexiies fol-
las pch) dita engenheiro.Quo SO raspondesse \
S. EsCii que a cmara concorda ihi pnoguinonu
docues 11a incsin.i dirercao dada, em \isln das refle-
ves. do engenheiro, mas quo cnlcudc ser convenien-
te, para se otilar a Ignorancia de que elle falla, que
sempre que 11 repartirlo das obras publicas litoide
oiecutar, denlrodo municipio, trabalhosquc lonham
relacao com a respeclita pl.uila, seja outiila .1 c-
mara mi ao menos o seu eogenliciro, maulando, o
as-iin n li.umoiiia que deve naver enlro iimii e oulra
reparhc.lo.
Oulro do mesmo, coneedondo a nulorisaril
cmara Ihe pedio para poder, desde ja.mida
lora da estrada do cemllerio, para o que foi
nada quolii na Ici du orraincnlo iiiiiuiripal do a.....i
futuro. liileirada.
Oulro da cunara municipal de liaraiihiills, arril-
sando a recepefo do desla. cm que Ihcs coininuni-
rou a nomeiicaii c posse do actual administrador da
provincia. Iiileirada.
Oulro do advogado, oiplicamlo om visla do oiii-
elo do liscal de Sanio Antonio, lido na aosslo de l:
do rorreule, a iiianeira porque so deve entoud i o S
l.li!. II, das posturas. Oue.se remcllesso por ru-
pia ao ibcal, em rcsposia ao seu dito ohlcio.
l'or esla occasiSo, o Sr. venador Reg o Albu
querquo mandou a mesa osemiinle requrrimonlo
pie dopois d'uma luisa discusio, tirou adiadojm-
sesiiinle, a reqiierimcnlo do Sr. Oli-
em que iocorreu, por nao (er pago em lempo o im-
posto municipal de seus carros de oluguel.
o Sr. vercador (iaineiro iijz o sesuiulo requori-
monto, que foi approvado :
u Estando om andamento os melhoramonlos de
iilsumas ras das frcsueiias de Santo Antonio o de
f>. Jos, do ronformidade com o orcamentn quo iwra
esse Um se confocciunar, c como a despeza com lae.
inclhormcnloi dova ser feita |H>r*conlu do 2:lltl
rs. para fsso destinados pelo aoverno da provincia,
,i quem devo a cmara dar eonla do empreco qu
(ir de semclhnnlc qoanlia, requeiro que se orde-
ne aos Oseaos, apreseutomem dopUcalaal foihas
do servido, urnas para floarcm na conlaOuria, o nu-
tras |iara seren rcmellidas n S. Ee. o do contador,
para abrir um ttulo especial dessa dospea, visto
quo ella. uAo deve ser confundida com a ordina-
ria.
u Sala das sesscs, 27 de julho de Is>;l. r,ri-
metro, ii
Foi Horneado Clorindo Ferreira t'atao, para o car-
so de solicitador da cmara.
Hcspacharam-se as pelicoes de Antonio Caldas da
silva, de Anselmo Ferreira Cmara, de Audradc ^
l.cal, de Albino Jos F'errcira da Guilla, de Anas-
lacio Xavier de Cunto, Hcrnardinn Anloiiio Itamiis,
Clorindo Ferreira Callo, i:hrislovilo Star \ Compa-
nhia, Me. Calnwnl ji Conipiihia, Francisco de Pau-
la Alhuqiierquc, onoalvos & Companhla liis, Jo-
s Soares da Costa, Joto CarolUunlor, Jos Uudri-
euesdo l'aco, Joaqiiiiu Eusehio de llarros, l.ui/. de
Franca Olivein l.emos.l.ui' Manuel Rodrigue, Va-
lonea, Hacia Helena PesSda de Mello, t. Minia
Francisca Marques de Ainorini.Maria Robera pau-
la Jos Comes, Simio Antonio, e Ictantou-se a ses-
sao,
Eo, Manuel Ferreira Accioli aatcrcvl no impedi-
nieiiio do secretario. Bardo 1 Copiboribe ,
presidenta, I 'launa. Gstmeiro, Oltrclnt.
llego.
COMUNICADO.
qile ,1
da foi-
HOMEOPATHIA.
Cada te/, amplilrn-se mais o rirculo ,los nossos
adeplus: cada dia aullamos em noasas lileiras maior
numera de Uenodadoa puguadores,a iodo o mome-
lo se nbalam os nimos vista dos reiterados fados
da nossa medicina, que lem lido capa/, do conven-
cer os OSplrilos mais perlina/es; cada dia mais se
esiroii.i o j'1,10 aperlado circulo da allopalhlai a
cada instante se ti1 esta ameacada da .....rio afrou-
losaque deba imiilo aesperajacada passodeserlam
de suas Metras os poucoa amigos, que por coiulos-
eendenela nu condemnnvel telina,anlosquc por con-
tiri-an, querein anda por algum lempo faier hon-
raras aos custicos o punanles : pouco lardar que
a cruel parca descarrosjue sen inexonvel braco so-
bro, a caliera dessa htdra sausiiisedenln, que "so se
satisfaz tomos tormentos da humanidado; breve
so.ir.i a boia do pass.iuiciilo ,1'esse brbaro sj-leuia,
horrenda produrrao do inferno, pois s do nilciim
noderiam nasccr seusmarlyrios: dentro om punco
nao se f.illar.i de lal srienria songo rom n mesmo
horror, que anda lioje Inspira a qualquer que lela
a pavorosa historia dos Iralos da inquisi(fio: pnir
ro lardar que a humanidadj de lodo litro do juso
da medicina raeloiial, poswTospirar largamente e
amaldiriiar para seiupro a medicina ollirial, sem in-
venlores, e principalawnte aquellos que por inslen-
larein um louco capricho, continan! a -er Impla-
cavois algosa da es|iecio humana 1 penloari poram
iquclles, que por demasiado igooranles persuadem-
.c que alian da carlillia que, como papasaio, apren-
lei.ini na Olela, nao ha mais litro que hale de rc-
liaiJo.
I'ohre al lopa thia, que IrMosortoque tos espera! !
que negro fado presidio ao tosso iiascilllclllo!I onde
iiaa ler os vossosoTsefutesl cerlamenle seris sepul-
tada rom luda a vossaiucia no inferno, pnlria que
to- den o ser.
Nao he dehalde que lomos aroroeuado a lodos os
homens de itilolligencia a estudarem a homoopalhin
e ap|ilicareiu-n,i a -en- docnles, especialnienle nos
lugares om quo a talla do mdicos e de oulros re-
cursos poein a espeeio human no risco de morror
miona : nao he debalde que temos procurado faci-
litar a nasos peanas os molos de pndereiu adquirir
cnnhecimenlos ovados, quaulo possa sor, da mo-
do rada eanta mil voxea se
sraras .10 Allissimo pelos hc-
a liomoopalhia : j boje he
IllOVOta deite de applirar um
Icsvalidii, que, aliun de baldo
eha louse dos mediros: jri
Detcarregm hoje 8 sis njosto.
Barca portuauczaCralH/iioo resto da car
Barca portusueza BracKorliun farinba
Iriso.
Barca dinainarqmSaOriondem.
Briguo americano Sable ideal.
Patacho americano 1/iperidrin.
Barca americana Humr'u azeile do pouc
Itrlsue sordoflaiiioo resto da carga.
Brlguo 1 osle/. Curoline baealh.io
Escuna pi.rliiaueza-.v.ifc.ronn-niereadoriis.
fcsrnna oldcmliurBueza Concordia. enel
Itendiinonlo do dia 1 a3. .
dem do dia 6 .' ,
fcWSM
iS990
DIVERSAS PROVINCIAS.
Boiiiluncnln do dia i a 5.....
dem do da .....
I36JSM
19nHB
ui3
,, Exporlacao".
Jlarsctha briRue trance/. Mame, de 9l:|lon,
J.^uio W)oile:-a,M8 saceos eo
I,(10 arrobas de assurar.
Aracalt, hiato brasiteir .lurora, do 35lonels.
SitiZ' moHiadoT16 : ~ ^^ ^
RK,:E,,E!5EAsDl^T,NA8aa
Itcndimcnln do da ti.....
CONSUI.A 110 PROVINCIAL.
Itru lmenlo do dia I a5. .
dem du vlia O......
li.n.'JSSj
WIISHI
SlilMl-,
lici na lonieop .mica
levain aosan dandi
tollclo aro 111 (|I1C to e nina 11 Teili mflo 1
cmctliuaii no re. so
1 I- I' 1 ns humos, ae
ni a
veira.
o A' tsia da falla o alio proco, porq.no aclual-
ineiile se vendo a farinba, e nao hatendo le que ,111-
(01 i-e a loniar-se medidas respeilo, iiodendo algu-
ma priividenri.i queso nossa adoptar ferlr talve o
direilo de propriedado, industria o commcrcio, ga-
rantidos pela 1.....slilui(Uodo imperio em toda .1 -na
pleniliide ; proponhoqoe cala cmara, pcdiiidoau-
lorisaeSo ,10 governo, eompn.....ta poroso de farl-
alia, inaiiil.iiiilo-a buscar onde a liouter mais liara-
la, c dopois de dedil/idas as despozas, oiponlia
tenda.'no s nos quiltro bairrusilcsla ciliado, como
em ludas as mais povoaroes do municipio, creando
para isso ouipresado,, odandn ludas as mais provi-
dencias que sojam noetssarias na criso actual-
Nunca falla quem du bem de onlrem lenha invo-
ja ; O por isso homo loro quem des-e parlo ao jui/.
municipal, qloa que o Mr. arhava-se fura da prl-
sso roiiiiuuiii, mas tambern qiie o Moraes cosluma-
ta relirar-e de iioile para casa) pelo que dirisio-
so o jui/ .1 cadeia pelas 7 horas da noile do dia 20, e
rulo encontrando alli o Moraes, o mandou binear
em rasa e lranraliou-o no rhiliiulr, junio rom sen
amigo Cali.
\A 1 1 BOU o poliro hoineni "1 luirs rnnladiulias ;
porciii ,1 mamara dos que areilan a corea rio mar-
Itrio, pata depois roivboiein a palma do Iriumpho,
aiiula n.lo lioute quem livesse salisfo^lo mais rom-
pida do qu elle I
Pelas 8 lonas da noilc do dia I ap|iarereu na
cadeia o delegado do polica, nompauhado rio dous
e-critaes, ib 111 dos quaes enliesou ao earcereiro iu-
lorino nuil ordem do tollura, paasada pelo lir. jui/
dodirello, coja dlsposlo9oJa se achata o Muraos,
e mandou que fosee logo inoculada, o que foi dlloe
feiio ; mandou lambem o mosmo deles ido, que o
.Mr. vollasse para o corpo da guarda onde eslivera
de-de o principio ; o mandn Hnalmenle quo liras-
so.....hiiindro o quo tazin do earcereiro Interino
ihrm folla para nao orrupar logar que nao ho -eu.
o .Minaos .lata pulos de conleiile, c ria-se rt sorse
deployoe, dlzcndo quo nunca ningoem Ih'a fez, que
nao pagasse.
A processo-mania, que data musirs com lieenca
dos senhores mdicos do Irrfcilocriso, dcsenvol-
veii-sc rom 11111 furor espantoso, de -orle que neui
mais os causticas t\c-. Vicua iHidcram aproveilar
Ihe, asma s ferro em brasa.
A proposito, quero eoular-lhe una historia : sah-
hado 23) colisin que eslata preparada una de-
nuncia contracerla peasoa, por ler nesse mosmo dia
querido Icnlai muir a eti-leneia de oulra, sendo
que ale haviam tealemunhas de visla que presea-
ciaran) o farlo, o Indicavam o lugar onde ello so
|is. na.
O arcuado desso pretendido ajote, sendo inter-
rogado era confidencia, solire licuar que junis Ihe
paasasse oran sequer pela Imaginaeao tentar contra
a tilla do algoem, di/ia que nunca em seus dias
lora a essa p.i-saseni, em que se queria que livesse
lido lugar a lentaliva.
Nisln oslatain as eonsssj; ais que apparere o sup-
I') Bem que .1 caria minia -ojado dala anterior.)
oulra aoojn puhlic.uiios, snos vcio a nio no dia 1,
o por eonler tartos inqiorlaiiles .1 nao BOprlmimoa,
" Paco da cmara municipal, 27 de julho de 1X5:1
llego r .lllmt/itrn/iic s
Continuando o expedienta, foram lidos mais os
sesiiiules ollicius :rio prociiradur, dizendo ler pa-
so .1 Miguel Soiisel, a quantia quo lallata para com-
pletar a porque fui justo o rano fnebre relio pelo
mesmo icgeira ; e podimlo que a cmara ihe Indi-
cassoo lusar onde dte ser o carro guardado.
Maiiihiu-se responder, quo o recolhrsse .1 coehoira
por liaivoda casa das seseos, pasando ao seu pro-
prielario oque I/u la/oatel para nisso consonllr,o
mandasse fazor urna rapa para robrir n rarro, guar-
dando os leusarreios em om dos quarlo, da mesma
rasa das sessOes.
Oulro do mesmo, remetiendo na 1.....fonnidade
do arla 7. S 3i do rcsiiluiaiciiln iloreinileriii, o raap-
p.i dos ohiius no trimestre decorrido de abril riJunho
prximo Mudo. Mandou-so publicar.
Oulro do eiiseiiheiro cordeador, abundando lias
rozOea suggeridas pelo advogado, a respeilo do olli-
cio do liscal ilo Poeo.reUlivo a disposiejao do arl. >,
lil. 7. das iio.lura. Re*olvou-se, que sempre que
reqiieiessWiceiira, parase fnzer qualquer obra deu-
Iro de silins. Ios-e a peliro remelliihi ao rngonhei-
ro cordeador, para di/ei o que Ihe parecer convo-
njente respeilo.
Oulro do contador, participando achar-oe oztinc-
la, o al inesuio etcedida 11a quanlia de.'ii-li a
quola toiadapara liinpe/ade mas.Mandou-se olli-
claraoEsm. presidente da provincia, pedindoau-
Inii ario para si.....iiliuuar a dispeuder pela mesilla
terha, aleo lim llnjarmnltinnnn municipal, lazcn-
do--c as ncres-ai ia-etplieare-.
lina informarn do liscal de S. Antonio, .1 re | ri-
lo da pelirao ile Jo- SoaiO'. da Costa, requeren lo
lieenca para collncar rotula na sua fabrica de cha-
rutos) onde nena. ConccdcU-SO a lieenca.
Oulro do liscal da Boa-Vi-la, acerca da pelir.lu de
l.ui/. Manoi I Rodrigues Vallencu, sobre una reedi-
liraro de casa torrea 11.1 ra do Rosarlo. ludel'o-
ID--0.
Oulro da liscal supplcnle tU mesma fresue/ia.
di/endo quo, as mullas impostas duranlo n lempn
do sen ezercieio iulcrino, imporleram em 1618000
rs. Inlcir.nlu. '
Oulro do liscal de S. Jos, remetiendo o mappa
du gado mullo para eonsumo, lia -emana de |S a -2'i
do crrante, sondo ao loito'SSO rezea, iocliuivo .-i7
pelo, marchamos pirllculares. tjuo se arclii-
vaase,
Oulro do inesiun, inforniinidoque o osiabeloci-
inenlo do Anselmo Ferreira Cmara, se arda no ra-
sa da ezeepeto da postara addlctonal dc-2Silo maio
iillinin.Coiiredeii-sc a lircuea para ronservar-
se aborto oeslabcleriiiiento aos domingos o dia- san-
IIBcadoS.
Clutrodofiscal do Poco, parlleipando (erronrlui.
do os re|iaros ri'umc oulro lado do cano d'altenaria
da e-Irada de S. Anua, por a quanlia do lOgSttOr
mi 11 isoVUOds oreada, c hater lirado de resto dos
ma loriaos una canora de arca o pouco n>ais d'uiu al-
queire de cal. Maurioii-sc responder ao liscal quo
mn-oi-tasse 11 restante do malerial para ser empresa-
do em alguma obraque doli prerisar.
Oulru do mosmo, lotormando conlra a nretonefio
th- .lose Itihlrisues ,1o l'aeu, ip.e reqoereu liretira
para levantar mu lerraro na frente de suas casas, na
ma do Monlelra, Beferio-seiia eonfarmidade da
por Inda a parle -e milico) ns fructos das lucubra
resdn immortal llahnciiiann ; o assim vulgarisaria
a medicino, poucos solTrem por falla dosocrorrosa
lempo, e os a quem nao lio cusi n provor-se du-
litros e remeilii), neee.-ai iu. para soccorrer .u<^......s
seinelhaiiles, leein ficquenles oeeasfooa do outirona
tu/ do rnrarao d'aqiiellc) a qiieiudaii tida, a quem
salvam das sacras ti^t unirle.
llatei.i dous mozos quo o llini. Sr. Francisco Jo-
sa da Silta, sonhor do cngeulio Poco, se tos dirigi
petitorio que Iho lornere cun- una raiviiiha de 21
mediramenlos, eiima obrado Manual honioopathico
do l>i. .1.011, pnr, mis Ir.idii/.iilo: 111 lim. Mr. Silta.
romo houliau de eonsrienria, he-ila\a se poderia mi
iin cnlrar no oonhccimeiilo rio liomcopalhia para
podernpplicar remedios a sua familia ; entretanto
as rircuiaslanclas obrlooram-o, o inaiseoilq do que
e-perata. a pi'r em pralica a medicina do- leme-
Ihanles, lazendo com Isso incalculaveis bcnollciosa
sen prximo, contse possa a ver da eaiiauoa o mos-
mo Sr. Silva fe/. I'atorilirisir-iu)., cujn peno.lii prin-
cipal he oque se logue :
.1 Sondo ou i.io medroso para npplicar qualquer
remedio, como Ihe mande! dizer, torcoso me foidi--
piu'-iiioa i-.u na quadra presente, pois app.iieieu a
epidemia das cmaras, que nao lite remedio sono
applirar remedio a tamos riesvallirios; porm no
sei se per o, lenles nu lorein de inorrer, ou se foi
Cuello dos remedio-, o corlo he que nppliqael a li'S
p.'.-oa- que foram atacadas das cmaras, c s iiinr-
reraiii 2, por ja* oslnrem ha 6 semanas atacadas, usan-
do de remodioa rasoiros, o quaudo rcrorreram .1 lm-
maopalhla J.i cstavam cm mullos solutos, c lici-
tando una asna vento podra, 1'rurei mis poneos ja
......islario le mise levantaron; nilolhc posso espm
em separadnos remedios que appliqoei a cada um
por ser..... 11,10 acabar, poroto disu-lhe que foram
mullo diiicrciiie, os Iratamontos, ou qaasl (odosdl-
vcrglam, o que li/ foi ir guiando-me pela mudanca
que a-r.uiiaills fa/iam, o ir iiiinlando lamhem de
remedios, guiando-me sempre pelos simplomas,eos
reinedios que appllquel fur.un : Ipee.Ars.
MoreXns-t.Acn.Bell.
Kis-aiii como o III111. Sr. Francisco ,1......la Silva
presin um servirn 13o imporlanlfl a seus semelban-
les, mais iinjioi lano aiuda por se adiar em mu bi-
sar onde nao ha mediCOJ, o onde se e-l.......ilohilise
driles. .N.iu lomos a honra de conliecer peaaoalmen-
leao dito senhor, parm fazenios juslbj|i-sua In-
Irllisi nri.i e 10 seu delirado modo de pToredrr, em
que musir nina alma bem formada o coiisrien-
closm
Continuo S. S. a prestar lio grandes beneficios
hiiinanidadc, o asunelos do en rahlrao sobre sua
ealicea ; c pedimos a todo) OS oulros que se acham
nascirciimslancfnsdo lilm. Sr. Silta que,peloi......r
de Dos, eda lium.u.ida le iniillein seu carldoso pro-
cedimenlo, oque concorrairi) quaulo em -na- rorcas
eslfvcr, para aliviaros solTrlmonlos dos pobres afilie
los: cm um ou oulrocuo ii.iu -erao comiilelamcnle
ffllzos, 111.i- j Iu- si.....I" felicidad.' lian licitar lili
rer ao desamparo: somos mnrlaosi o lambemse m
ro nas na... dos 111.1 i alialisados prol'e.snres, e 111
pie se chaman! de 1
mm^ >:WIISC*
PHAtA 1)0 RECIFE 6 HE A.iOSTO IIE l8JJ.
AS TRES HORAS DA TABDE.
ftrilta srmtiniil.
Cambios Troearam-ae algumas -.uno.,. .1
hrc Londres a 28 l|i d. por tal
dinheiro viilg,ca28 com |,i ,.,;
c sobre o Itio de Janeiro ao par 1
por lelras a 15 dias do tista.
Aurar ----- lia mu pouco do brinco nosar-
inaicns, e itio ha compradores,
lio mascavado fez-se tema del
alsiiinn 1*450 por arroba de qaa
lidade inferior.
Alsoiln-----------Enlraram 511 saceos, o tem
o de primeira sorlc Olcolhi
li-:i"l a li-IVI por arrolw,
regular a own. Tambeai .e
venden nina partida evislciilc em
Maceiii a 69IHKI por uiroba 1
prazo.
Couros ----- Venderam-sc os seceos salssilosa
I3S rs. por libra a dinheiroi
110 ris rom preso de qualrsi
mezes. .
Alf.i/enia----------Vendeu-aea 39 por arroba.
Alpista.....dem a HS por barnra.
Aiuendoas----------dem do :iU a .tJ-VW por arrobl,
rom e sean cala.
Azcllodoce-------dem a 2u.ltJ por galio dorisl
-Medilerraiieo.
Baealh.io -- l'ni rarregamenlo entrado esta
mana blete lssiltl por barricj,
e rom elle o deposito hoje ni"iila '
a i,mibarricas.
Carne secca Itololhou-se a do Rio tirando ik, I
1 a 19 por arroba, BcaocM I
em ser iO.mill arrobas. Nao hi [
da do Itio da l'rata.
FariuliadoIrigo- Deifique rnlraaaeen quairocar-
rcsanientos, os prei;os nao liva-
ram allerarilo, por quaulo un se-
guio para o sul, o os uniros ais
cstiio decididos se liraro. (I de-
posito anda de l!l a 2tl,IKHI liarri-
cas inrliisivc os titos tres rarre-
saincnlos.
Massas ----- Vendoram-so a IcsHlH) pnramilia.
I'apel......dem a lr}2IKI a resina ilu.iliii.iin
azul, cu2$llKI ilo tu,111.-11 e j u
do de embrullio azul.
Sal ------- Vcudeu-so un cari esaiiienlut in-
do das llias de Cabo Verde a
l-Hin o alqueirc da medidave-
Iha.
\ nilu..----------. dem a 1059 por pipa du liranro
de Coito, e a 122; du tinto.
Desenlos- Como suppjksstnos o dlscote ds>
ceu para um por rcnlo aa inez
lelras de I a 0 mezes do nrazo.
I10I1........Paro o Itio da I'rala a 1,211(1 c .
por renlo para rarrcsainciilo iu-
inleiro.
porlo 15 embnrcaeoes.
I'icarain 11
aiuoicanas, | au.lri.ira, 2!) biasiliiiras, t d
que/a, I fraucoza, 2 insle/as, I oldembui
I
orlusiiezas, I sarda e I
cu, .1
MOVIMENTO DO PORTO.
equipas
.N.ii/ns en/rudos uodiati.
Maraiihln e Coar 2II dias, o do ultimo porto
cuna brasilea fmllla,i\e III toneladas, o
lo Antonio Silveira Mario! Junio
II, carga mllho ; ao mesino caplli
ros para esla provincia, Miuioel Anloulodcah-
raes lllho, F. Bolaud o :i eseravos a enl
para Monlct ideo II passageiros lodos cslr.ncei-
ros. Veio a esle port lardar a carsa c ron
soirosT sesue para Montevideo.
I'hiladelphia le dias, patacho americano II. f.,
Ijticr, de I67toneladas,capillo Eduanl i.ieinit,
iquipasem S. carsa farinba de- Iriso c bularan-
libas; a Milhcus Aiislin Companhia.
Sinios entradono dial.
Bin de Janeiro o Macelo 33 dias; o do nlllmaj
porlod.brisu" hra-ileiiu Midui.dt 190 InocUlai, 1
rapil.lu Joan ICsidio 11,-iplisia. das Nevos, w/iif-r'
sem 12, rarga farinlia fli inaiulioea ;'a Viuta
Aninriin Fllbo. PassagOiro, Joo Dioso de
Mello.
Sumalra 78 dias, barra americana Ctret, daS
I.meladas, rapitn Thiimaz E' Sinilli, cquiiagem
15, carga pincola ; ao capilAo. Vcio a esle imi-
to recebar 01 den-.
Oburtaco.
, Ocapll.....1.1 liana Cera, encontrando na l.all.
S.8.36e l.ong. S. a escuna inglc/a /.Hile
/el cm abandono, condozio-a para osle porlo,sj
11a entrada delle balen lio arrecife, sendo sorrurri-
do pela capitana do p'irlo.
EDITAEa.
O Htm. Sr. inspector da Ihesoorai ia piotiii-
eial. cm ruinprimenlo da ordem do Enni. Sr. prc-
sidcnle da provincia, manda fazer publico, que
nos dia. 30 e .11 do rYirrenlc 0 I.- selembro proii-
iiiii viiidouro, peranlo a junta da fazendn da nir-ma
Ihcsoiiraiia, se ha do ai rematar a qucni por meilll
li/er, a ulna dos eonoertos o accomniodarc- de que
precisa a casa que servo do cadeia e qual Id, na
villa dctairuar, avallada em 2:N0frj(Kltl rs.
\ arreinalarAo ser feila na forma dos ai I-. 21
I" princip.denle riouaes.
N ida podemos fnzer: ronlicecmos .1 nossa deficien-
cia doennhcrimontos e ainila mais de onoenlio unas
sealguoni julgar que podemos prestar alsisai servi-
co, nao lem n.ai-d 1 que .....s empregar luda-, as nossas (oreas para salbfazor
11 mclhor que po lelil"- espcdaliva do qnein quer
quo soja 1 e declaramos que, lose do considerarmos
essa pequena oceupacito eomo un iiironmioilo, I.ae-
uios anlcs o maior prazer se podormos ser ulll cm al-
guma cousa.
Aqui terminamos par hoje, o pedimos desculpa a
qin.....1A0 goslar rio dcsgoslu que Ihe causamos; le
iiliiiu pacioncia que
loantes passar poli
rom linio u sen Ir
UOSSO di'-i'jo he ter quan-
rio l.eilics a medicina o/fleial
de custicos, ino-ra. e san-
inlnUc;
homoopallua ni
em que val, equo i hoje
gradar, e oslamos sallsfoilos
leropra ventado, Consultori
CoHigio 11. 25, primciin.ind.
r.iiiunliu ilo progres-
he imiHissitel rcliu-
A verdade ha de -er
homenpalhiro, roa do
. ///-. /.nbo .\/ateozo.
iiiloriiiar.iu.
Fui tida e 1,laudoii-se ao procurador para infor-
mar, ojiia peliao leila ao unvernoda provineia por
llisufi Anchanjo, pcdinilo ser rcletado da mulla
COMMEHGKO.
PHACA 00 RECIFE B DE ACOST AS .1
HORAS DA TARDE.
Cotac/iea ofllciaes.
Cambio sobro Londres a 28d. e 28 l|l d.
Ile-mnlo de leltras de li me/es 1 por centono
mez.
Compra* de ssi/c/r.
Masoavodo regatar a 19150 rs. por arroba.
AI.FAMiF.OA.
Keiidiilieiiliido dia I a 5.....titSftigO-JQ
dem rio illa i.......19:rt*i0il
da Ici provincial n. 2Sfi de 17 do maio de I8W.
o -oh as clausulas especiaos aliaivo copiada-.
As pessoaa que se propozerem a osla arremata-
ran, coniparecain na sala das sessOes da uiewna
junta nos dias a cima declarados, pelo mein dia rom-
pcleulcracnlc haliililndoe.
li para constar se mandou afiliar o prc-eulc, c
publicar pet Diario'.
Sccrclarin da Ihesouraria porvinrial .le INiimh-
hui'o, ."i.de maio de ISYI. O sctelario, ///"iiis
Ferreira t Annuncitcio.
flmula etperiae para a arrematarlo.
I.' A- obras dos conferios dcsln cadeia. KBfij
feilas de coiiforniidadc com o respeclitu ,ur.uncn-
In. approvado pelo Evm. Sr. presidente da pro-
t inria, na imporli.....ia do 2:800^000 rs.
J. Estas obras deverao -er principiadas no piara
de um me/, e concluidas 110 de seis me/es, rentada!
de ronforinidaile com o dlsposlo no art. 21 I"
provincial n. :?i.
ulnas sera pasa na
ia>.! naaiido' estivrr feila
qillldo fnleni Inda
't.* A imporlanria
'ln.is prestares, ,
motade das obras, ,.
concluidas.
i..t Para ludo o ma
do nas presentes el
Fgil(*32
II FtTTVF
nuc n.io esliver delermlm-
ulas, seguir-se-ba o que ilis-
pea respeilo a Ici provincial 11. 28(i de |7deouM
de ISl. Conforme. O Secretario, ./. ''
il' titmtii'itnto.
O lllm. Sr. inspoRlorda Ihesuilrnria provin-
cial, em cumplimento da nrdenrdn K\ni. Sr. pre-
idente da provincia do I.* do correte, Bisada
fazer poblieo, que un din t de selembro protinio
tiniliunu, peranlo a junln da fnzenda da mesan
Iheseuriria, tai iiovamonle a praoa para ser rre-
malailo a quem por menos fuer, a obra dos comer-
los do acude de Tiaciinhaein, taliad.i em
6O5C0OO 1-.
A arieinalac.ioassra feila na forma dos arl-. si c
o T, da lei provincial ii- -*' de 17 de majo e
IR'il.e sobas rlausiilas especiaos aballo copiadas
As pesaoas que se piupi.'eieui a sata aircinala-
eJo, eolU|i.iic':ull na -ala da. atestes da nie-in 1
jimia, no din mima declarado, pido lucio dia, coui-
pclenmciiiu habilitadas.


V
F .....,, ,,,slar mandn iilussi o presente, o
''tdSSior.-.ri provincial de Feraam-
, ,,easoil/a I83. O &corolario, .Inlo-
1 "'" ,/.f"il arremolino.
\, obra do rapan do ocuae deTraciinha-
r-ir te-hao d conformidade rom planta a or-
Cl" iio imprvidos pe' dirceloria cm conselho, o
'-'".,1 idos a approvacao do El Sr. pretidontc
T n, tilda, na importancia .te-605*000 ra.
' .1, o arremtenle dar principio a obra, no
Tin .lo -10 da, o dovoni coiiclui-ln o de Irc
nucs. ounladot do conformidade com o rl. 31 da
1.. nrotincal u. 286.
I' 1 o nagamemlo do importo da arremnlaciio
rcaiitar-c-ha asa llui" Pascos, primeirade
1 ,,n,, dociiu.n da moma Importancia, depoto do ro-
rrlnmenl" provisorio, o a segunda, de dom deci-
',.' na occasUo da cnlrcga dcllnillva qual de-
C IW bisar un anuo depois do rccebiinanlo pro-
*).' Para ludo oque nao sacha delormlnado as
l'scnle-clausulas, ncm no orcimenlo, scguir-ic-ha o
nrenuo di-poo a lei provincial n. 286do 17 de malo
,lc IKV1.Conformo. O socrelarlo, Antonio Fer-
rara d'.lnnuneloeo.
O Di: Cufiadlo Manuel da SI ha Guimarile>,jmz
de {irrito do eleel, e do commerclo denla cidade
do Recite, por S, M. / C, e le.
Faro -aber aos queo prsenlo edilal v ireni, que
un .lia 8 de agosto prximo futuro, se lia de arrenia-
l,u por venda 11 quem inais der, depois da audien-
cia dcsleioiio, na casa das audiencias 11111 sillo silo
uoCuijIodo l.orcllo, (aliado em fcOtlOrs., pc-
i,l,i.ido por cjcrucilo do Jos do Quolroi Lima, aos
In-ilciros de francisco Jos Ludovico.
B para guechogne n uolicia de lodo innndci pas-
m edilaet, qoo sern publicados pela imprensa c
llAudoa na praca do commercio, o casa das aii-
|i ido pastado nesta cidade dn ilecife aos III do
IUI.....le 1853.Bu Manocl Joto da Molla, ewrivio
lubserovi. Cufiadlo Manuel da.titea Guimare:
din .'i ponto, no (muazem Se M. Cumei-
n,ni nin .lo Trapiche 11. 38, de cerca de
10 arrobas de ferro* de mudello bem a-
rrr.lilndo nesta provincia 01 quaes se
venderao sem limites, o a, vontade compradores.
AVISOS DIVERSOS.
DEClAtACGES.
Companhia de seguros.
A direceao .la companliU do seguros martimos
llllade publica, eslabeleclda nosla cidade do le-
nlo, convida os senliores accinuislas a entraron pa-
11 caira da mcania companhia, com 111 por tonto
taquanliaconi que subscrcverSo na conformidade
ilnarl.2 dos ralalulns, do .lia lOali'i do crlenle
H o o etcrlptorio da companhia na ra da Cadete
1I0 ilcrife, II. -!, priin.'iro andar, das II hora- da
uuiiUa ate .1.2.la larde. dirtdoret,
_ () capilao do piulo desla provincia faz publi-
co, qu.- iodo, os n.lindos matriculados nesia ca-
tania devoro, comparecer no primelro domingo
de cada nwi, para a res isla de que trata o arligo00
do regubunoulo das capilanias, de ni ,1o malo de
'' BANCO DE PERNAMBUCO
mselli
que
indo
mhorM se-
, parara.
II.
IH'I.'I
.1.1 P,
..Y-/
da .liroeeao, fa/. cerl
seacha aulorisadoo gerente
dividendo da I2J000 i-, por accao.
anibuoo a do agosto do 1853.-O se-
i-cllio, M. J. i'OHciira.
companhia.de paquetes a VA-
POR DE LIVERPOOL.
Baperoaoda Liver-
pool o vapor .traen-
^//\ *L ~t_ Una, o qual depon de
-.'/. :^,T' : moa demora do labo-
ras Beguir* para o
Sol, locaudu.ua Baldit, Rio de Janeiro c Montevi-
deo: para n 1 tiro, Irola-se com es consignata-
rios Ueane VouleA Companliia, ruada Cadeia.
_ Deordenido lllm. Sr. capillo do porto, se
Fai publleo,paracoiiliecimen!o .los propietarios das
BnltarcacoStanipregadiu no Iraflco do porto, uno
deverao apreMiitsr-sc nesla capitana, aflm dse
dar urna nova numeracao o letra, dequo lala o
ai 1.7.1 do rc-'iilaiuniilo das capilanias de t'.l de malo
do Isi'i. londoSdias para poderoin dar cumpri-
.......1,1 ao que cima ealailelerminado, sondo que de-
pob testo prai.....Impor a mulla determinada no
iio-iiia regulaiuento. Secrelaria da capitana do
porto de Pemambuco, :l de agosto de 1853.O M-
crelario Interino, oflo /("'.cro Auguito da Sllca.
AVISOS martimos.
l)e$eja-e saber se nesta cidade exis-
te nlfiiin lierileiro, 011 prente de Jos'
Antonio da Coala, (jue nqui raadio, e
que tinhadnns innfios na lllia da Madei-
r de notnes J< Perira, e Joarpnm
Pereira, boje fallecidos; este aniiiinoo
interetsando a peaaott que manda feze-to,
pndera" lambi'in interessar ti(|iial(pier pa-
renledaquellea uados: queirapoita-
i-i('ir-se 0 rna do Vignrio 11. I!>, Mgnndo
lindar escfiptorio de Macbado i l'i-
nbeiro.
A iiessoa que anniineioii precisar
de 11111 pequeo brasileo : ilirija-se ao
armazomdeLuiz Antonio Vieira S Coni-
panliia, na ra da Moedo n. II, quea-
chara'.....oom as qualidades epe exige.
(Jiicm precisar de nina ama, para fazer lodo
sel vico iiilorno.leiinia casa, islo be, colindar, la-
var, engommar e coser: dlrlja-se a ra do Fa-
go n.:.
yiiein precisar do un esclavo, cozinbclro, 011
para mitro qualquer serv cu : dirija-so ao nlerrO da
lina "1 'isla 11. -I'; SOglIlldo andar, querellar coin
quem tratar.
I'recisa-se alagar nina prcla, que soja Del e
capai, para vender na rila: na na da Cadeia n.:.
Praclaa-M do SOtajOOO rt. n Juro, dandn.-ac
como iranio boa lirnia : qucni livor, diiija-sc a
ra do l'a.lrc Horlann n. Si, ou aiinnncio.
Aluga-sc nina esclava, para lodo seryieo de
urna casa o comprar na roa o que Mr preciso : a
h Hamo cao. 1I0 llamos n. ifi._____
AViS SO CUMMElltlO.
Os abaixo assignados continitain
a franquear a todas as classea cni
geral os sens sin linuiili'S de la/.en-
:s por baixos |n.
I


Pan o Ar.1r.1l> salieinipreleiivi.lnionlc 110 dia
15 do crrante, o hiato Mor do Cururlpe, a qual
,1 rcr lie passagoiroa 1 a Iralar na ra da Cadeia do
Recita n, 10, primeiro andar.
Para o llio do Janeiro sabira breve o paladn
brasileo ..lloinlim, capilao Leopoldo lenlo Van-
11,1: queio no mosiuo quizer carroar ou embarcar i
escravos, |hh!o onleiider-aa com os consignatarios
Amorimoi Irmot, na rus da Cfiis n. 3, 011 como
diio capilao 1 bordo,
para Lisboa pretende sabir com brevldadoa
bar.a |iorlugucxa ratdUoi quem na mosina rju-
serfarregar ou ii do paaaasjBm, para o que lem Ba-
ldados com.....los. enlenda-ie con os consignala-
rios I lomi 1/ de Aqulno Ponaca i\ Pillio, ra do V-
prk n. 10, nrimeln.....dar. ou com n capilao na
prafa.
Para u llio de Janeiro, pretende
sabir ale o dia 15 do concille, o milito
eleii'iibrigit Hecil'e, oqualainda rece-
be algitmn carga, passageiros o cscravos
arele: tiara cilio bm, truta-se mi ru
iln Cnllcgio n. 17, segundo andar. *
Para a Habla segu em poucos dias, a vcleira
snmaca llortteh : para o resto da carga Irala-ao
, 01 caso do taja consignatario Domingos Alvos Mo-
tleos : na roa da Croa, rtl 5i.
Para O Maianlin c Para' Saliecom
a uupr brvidade possivel o brigne na-
cional rinna, capttfio Cielo Marcolino
Gomes ta Silva : quem no racimo qui-
icrcarregar ou ir de patsagem, para o
<| 11. lein Imiiis eoiniiioiliis, iliri|a-se nos
consiAuarios Novaos c\ Companhia, na
na do Trapiche 11. "iV.
Blo de Janeiro.
No .lia 13 do crrenle sabe s escuna Seicicilafo
/'/'., oapao Joaquini AntoniotioncalvcsdosSao-
i"-; anda recebe carga e posaageiros: a Iralar com
Gaetano t'.yriaco da G. M., ao lado do Corpo Sanio,
luja de na-ame- 11. 25, OU com 0 C0pll3o.
Paro Ceara,
Segu em poneos .lias, o bem couhecido liiale JVoro
oliiid'i: para carca e passageiros, Irnla-sc na 111a
do VigarQ 11. !.
Para o Aracyy.
Segna alo o dio 15 do eorrcTle, i bialo lAgeiro :
para o reslo da carga e paaiagoiros, trata-sa na ra
do Vigarion. 5,
LEILOES.
11 igenle Olivelra far.i leilllo .le esplendida
inobilia do nielbor iosIo c quasi nova, consisliiulo
em mu grande guarda vestidos, gunnl roupa de bo-
iiicui, suarda louiasSJnvidacodos, dito para livra-
ria, aparador inulto rico, commodn pequea, loura-
doi do Miperinr qualidade, diln rom lavatorio, ar-
io.o o- grandes >W molino, bouilas camiiihasdc me-
ninos, berco do mclhor cosi, cama Iranecia de ea-
ladui iinii sobarbo eslrado. pipelelra, mesa ciaslica
paia j.miar, bancas de abrir, o nutras do cvela,
ditas de rliarao, sof, cadcias de balando, .lilas
naoaes, secretarte com gaieUM, cabida, qnarliuliol-
ra, bidet, linteiro e jarro, dpurados, banheiro, 1.....-
dejas, cpiadros, relogie de i'arcdr, lalheres do cabo
oe 111.11 lim pira mesa, cuslusase bellas obras de pra-
i.i. 1 > sines, copos o Lana tas de diversos mobles o
analluadas, dom apamhos de porcellana, sendo um
raneo o oulro ninlado, o vareUade de oulros arli-
-o-, inclusivo alguiM para |ardim, que muilo agra-
darlo aos preleii.lenles: quarla feira, 10 do corren-
te, hs id |,oras da manlnia, no litio dos sonliorcs
imotini ^ Inn.ios, silo no lim da ra do Pires, ao
'ollar pala o Con.di do fti.,po.
finarla feira, 10 doror-
renle. as 11 huras da ma-
tibaa em ponlu, o agenle
Aiiluncs I'ih'.i leil.io cm
|scuarmaz.cin.ruada la 11/
111. -i'\ de Irasles dediver-
Isas qualidades novos e
-----'usados, consisliu.lo, 111 ca-
'leiras.mesairedondsa, iJif.n.marquezas.coniinodiis,
'"ilorios, guardas lonco, bancas para jogo, secrela-
loiras para esrriplorio, loucadores, camas
""'/ 1-. 1 ipelfioa, qiiadroscoiii estampas coloridas,
'......-'as de v idro, laiilernas, candelabros, ele., e 011-
uosinuilotartigos, que -oiio vendidos liaralo.
I-ellao' 4s arad de forro.
l-'iiivi.la-se nos senliores de eiigenlio
'I'"' Mnliniii, mi raaiideiii pelos seuscor-
i'i'S|iiiii,|,.|,|,.s approveilm1 a oei'.isio .lo
''o, que-azea RotJie Bidoulac, no
da lexia feira 12 do corrente, ao uwl-
os, nao mi
( npsf'le fua piv, ou urna du/.ia,
Ji A dinliciro, ou o prazo, conforme
se ajusfar i no sen iirmnaem da .-
A praca doCorpO Sanio. esi|iln.i lili N
j rna do Trapiclie, n. ttos- -i
?*j (ron Rookct' >\ Companhia, neg- fa
?.j ciantes inglcKO. ,,s mcsmosnvi- t.l
sao no rcsiK'ilavel publico que abr- ffl
rain no din "i do crrante nvxr. a
ana lojn defa/endm do rna do Col- .'
egio e Passcio Publico n. 15, di- U]
. riiriila pelos senliores Josc Victori- rcj
... dcPiriva e Manocl Jos de Si- p j
, queirti Pilanga, pora venderem f-
;,1 por alocado en retalbo.______ M
':...: ,'l::"i!^;:;Tv,':i'!
kii.-io.o-o um rapas porTugnez, puriirnucl-
io do lolierua, ou oulro qualquer ealabelcrimonlo,
para loin......ma poi lialauco, mi sem ello, para o
que lem Imtenle pratica : quem doaeu presiono se
quizer ullllsar, dirija-so a praca da Indopondcnria
II. lo.
Rogn-soaoscnlior um, quecomprou urna por-
caodc poos de lainanco-, na rna da l'raia 11. I.i, do
. ii pi-.u .....lis bravo pi--uol. -on.io lera de v.'i
o sen nomo por o&tcuco neslo Diario, olicarpor
infame para n publico, safa.
RosassoaoSr. Ricardo Pereira Bcacrra e Mel-
lo, morador nocugenbodeCuiih,quo hajadoan-
parorer na i ua da Peala n. I ", |torque -o Ihc desoja
muilo lallar, islo com hrevida.lo, doconlraria sc-
ri dcpuslo por osle Diario O negocio que llio diz
rospcito.
(Illoreco-o nuil ninlber para ama do rasado
pouca lainili.i: amada Sencilla Velba. II. 13.
Perdeu-se una lora de lil" de linhu piel.....n-
loilada iiiiii Illas 0 bicos da niesina ir, da ruada
Cadeia das Saudade. : q......i echar dirija- o i ua
da Cadete de 8. Aisla......, segundo audar u. l6,quo
ser noin grlillcado.
Aluga-so uminolcqne.e igualmente nina parda
que sabe colindar o diario, o engommar liso, mullo
lid, odo boa conduela pura sen ico de casa : na ra
no Hospicio, li. 15.
Pica sem cflbilo os nnnuncios publicados nos
Diarios ii.TI, 7-', 7.;, rospoclivoa uma letra sacad i
a ravnr de Manuel louo.i de Modoin*, e aceita
pin Antonio l'aclieeo d'Almeida, e Jos Carrclro
da Silva,e como jii esteja paga a quanlla quo aincs-
iii.i letra eslava sugeila, ten wo proslito annunrio.
Avisa-so ao Sr. Francisco das ('.bogas Catal-
canil Pcssoa, morador em Olinda, procurador dos
irpliAos, propriolarin da casa larrea, na enrreira do
Sr. Iiiisiii.i:,, no llorro do, AfogadOS, que dila casi
desde o dio ,i, .-ia deseceupada cuja inquillna pas-
sou-se para a incsnia roa, casos lie Antonio railde,
nudo .-.pera o dito Sr. para njuilar confas ale u dia
(cima, cuno tiaiou com omusmo Soulior.
No .lia ."i do crlenlo inez. da- S p.ua US '.I lia-
ras di, noilo, lu i.lian, da libo do Retiro, na Passa-
ceni.la Magdalena, mil .avallo ,1c sella cunos sig-
naos aoguinlcs: corpo laca, baixo, de nielas cu-
nes, caslanlio, coin .ligninas piulas brancas, clines
piolas, cauda pida ripad.i, pe- piolo., o lem Ulil
signal do enxuaila ci.......dos pes aluda com o bura-
co. anda de passo o enrregj baho: quem pegar
pudoronduur a ma da Cadeia n. II,quo sen grli-
llcado.
Sabhado 6 do crranle mez, enlregou-se a um
cabrinlia, que disto chamar-so Pranciseo, c ser -
.-cavo do Sr. Dernalo, inuraddr na ra da Crua, -
bandeja, novas uuii boira, .bolladas c recortadas ;
elle nao iippareccn mate, a iiessoa a quem tur uITc-
rcciilaslact bandejas i.ic.i..fiv,u do anreheiidc-las,
eleva-jas a v.....la do Sr. Manocl.Tua da Cruz, n.:',!',
que ci recompensad.>, cun o valor das ditas ban-
dejas.
100,000 rs.
1000000 rs., a qaoui Irouior ao aballo assignndo,
i es iavo cnoiilo de nomo Januario le idade de :
a dll.iuuo., cslalura regular bem l'.illanle, l'eice,
iniudoi, barba serrada, ps pequeos, lando nina, i-
ciliiz no mili.i do dedo de una das mitos, olhoa boni
vivo., viudo do Alacilv, ao Si. l.aniinb.l o\ pilhn ,
para ei vendido, o qual fui vendido ao Sr. Selias-
li.lo l'ranci co lleleill, o este veo,leu ao aliaiio llssig
nado, de cujo palor fugio no dia :il de julliodo
l833../loniu './o.: Harkajlo.
, i /',,-, -
AO M BUCO.
j No armazcm d.fzcnda bara- ;':
tas, ra do Collegio n. 2,s
vende-se um completo Mirliinenlo w&
de fizendns, linas e growas, por
procos mais baMis iln i|ne enioil-
i! tro qualquer parte, tanto era por-
H i-.'ies, como a re illio, alanrondo- |,>
9 se nos compradores um so pnvo .
^ para linios : CSte cslabeleciimuilo E|
1,1 aliiio-se de conlliiiiaco COIM a ;'
niaioi- parte das casas commen i -
ingloxaS) roncewis, nlfemilas esu
e
;v
sas, para vender Emendas mais cm
muta doque se lem vendido, epor
t islo oirereceinlo elle niaioies \aii-
tarjens dnni.....niro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
talieleeinienlo convida a'lodos os
.sens patricios, e ao publico em ee-
^ ral,para qui vonliam a'bem dos
i leus. inlciTSScs) eomprai azentlas
lmalas, no armii/.cn da fiia do
Collei'ion. 2, de |
Antonio l.ni/. dos Sanios.
. drrhi
___dsn-sc de um lOltol para o campo que soja
moco, para un engooho ao Sol desli praca l le-
lo poiluoiio/ assoii.ino.oo ino-iiio brasilei-
ro, quo tenba pratica de agrieullura : imem prclcii-
iler. dirija-sea rila de Hurlas, rasa n. 90, que se di-
r qiieui prelende.
Tonia-se oonlfl do una menina ou 'iieiiino des-
inaniad.i. pji.ieii.o : a pes-oa que quizer annilliric,
para sai procurado.
#
$,
No lucir Tigipio, perlo do sobrado que foi do
Sr. Casado Cuna, distante duas leg
em dir, c
fat picar cavallu, msthorando-os em sin
para mais o mono-, oncartando-oa, coiuponihi-nsque
piem lecbailo., a ludo islo sem rigor em ronforini-
,ladea ipialida.lc, podeudo le-losaouiaior praxo por
H ilias para esse lim.
Oncni [irecisar do una nina branca para o ser-
vico de umi casa de honioin sollelro ou'dc pouca fa-
milia, que eozinba, lava, engoimna c core, ludo com
perfoc.ao e sem ensaios, dlrija-so ao paleo do Hos-
pital,' casa n. 5.
Ignacio I.. B. Tabardo embarra parado Rio do
Janeiro a sna mulallnha de nomo Candida, coin
idade de II minos.
Os nnnuncios que se leeni pu-
blicado nos jnrnaes ns....., nao
se cntende cora o Sr. Joaipiun
de Sou/.a Serrano empregado
'*'' era urna das repat tienes do sello,
$) mas sim coin um lavradoc OU
$) cnrgiicii'O do engenlio Poulisla.
I ni moco hra-ileiro de boa conducta, que ~.\W.
ler, escrever'c contar, dezeja airanjar-se cm algu-
in i venda de caiveiro : quem o precisar nodeannon-
ciaa, ou fallar no Trapiche Novo, n. I i, primelro
andar.
__Os rre.lores de Moraes c\ Soares, manilcui re-
ceber n primelro dlvldemlo, emcisa ,1c Bruno I'rae-
ger l Companhia,
Precba-se do uma ama para casa de punca fa-
milia, quccngommoecoslnbebem : na ra da Cruz,
n. 13.
Hoiibaraiu na noilo do -1S de jullio proxinin
passailoao gfneral Abren e Cima, enlro oulras cou-
sas, o aeguinle : I ni habito, ou nina cruz, do esmal-
to ivo, contendo no ccnlro um emblema como una
r.miaa, e do volla a InseripcSolibtrtador ia No-
ra Granada e no ver-o o mime do inesnio geue^
ral mi centro, eao redor Citruliaamarea liberta-
da anas a 1819 I ma nicdolbade ourode forma
oval coin a seguinle insrripeilo : temedor, em
Puerto cabello auno 13 -eiambein um paseador
do miro para prender iiiedalbas : quem apprc-enl.ir
estes objeetnsroreberi um premio em dinnelro, li-
i ando em segredo o noine da pe-oa quo o liz.r.
__ Roga-se a jiessoa quo descuidoo-sc de man-
dar entregar a litro de amostras do nanease guies,
Hlaade Madaine Millo.han Buenard,
ole de o mandar-entregar.
Casa do commlssao' de eseraros.
Na rna Direila, solnailo de 3 mil
tlefrontc do beccodoSi Pedro, n.
ivhoiii-socscravos do ambos os sa*ios para
se vender de eomiuissSo, nSose levando
por esse tiaballnunais tlp(|IICpOI ceir-
lo, e sem se levar colisa iilgiinio de come-
dorias, oll'erecendo-sc para islo inda a k>
'iiranea precisa para ns ditos eseravos.
Troca-so um engolillo prximo a fregllilia do
Escoiln, por oulro na ruinara do Cabo,qui.....ia
can agua. 011 telilla propon;;,, p.ua is-o; lian duvi-
iliiiun-se vollaro cscdcillc do valor, caso .leva
-o ler lugar: Irocn-sc nimia mosmo por nina par-
lo l......gonho cujo dono csleja na pus-e do mosmo,
a Iralar-sc ruin o atiaiio assiguodo
bn, ou nocngoiiho liba do Margado,
dos Can allios.
Franrteo liliaf do llega Danla.
Pcde-SC rncaie, idanionle (O Si. .Manuel IV-
iia lli'iiilo. o favor do Miiiuneiar a mu morada,
ANTIGA
BOTICA
HOMEOPATHICA
ran |Ia i>as coi /ks ?a-
Fundada por
GOSST B1I0NT.
Edccslabeleci.....nin |>ossuo ludenoa me-
d, iinenlos al agora ciperiinciilados, lauto
na Europa romo no Brasil, e proparados pe-
las machinas da menead dollr. Muro.
Culona.de l21ubosatC 160, p ir procos va-
rinveis, e.informc a qualidadc das raisas, a
qiiaulidado dos remedios o mus dvnumi-
25:000 m
. annuncioii querer
da casa de i
do ler i
lares
, re-
.:-. s^
o o lian-lira
na villa iluta
junto a poni
ji principad
ras ditiiToulo-
IUM CA11TEIRA com ns
remedios Iioui6npnihcoso3ol
i : pon i', i- para os priiicipianlcs quo se
i convencer dnvcnlaJc da nova me-
oiilcndo alm ^>' muilos consclhoa
i palhogenesla do 18 medicamen-
r
i lim :
. clil.il
n Tubos avulsos (enda um......1^0*11
S Tinturas de lodososmcdicainenlos em jras-
H cu-de '. .mea............^HM)
3 .Na ine-nia hnlica eiicunliar-se-ba sempre g
M uui anuido sorlln.....lodellvros em porlu- (;,
f gUCIC l'raneoz,o einlini ludoqi.....lo be ne-
/^< ... .ai-, pura o esludo c pratica da buineupa-
''"'"'' BSBsaBKKMpSB
Ilesoja-so l.ill.u com nSr. Joaqunn .Mendos
Cruz. Uuimarles Jnior, na ruadoCabugi, lojn
n. 0.
isa-ao do mu lium fornoiro, |mga-so bem
n i
lar
P
S para
l.loli.l.
I,e. M
a pe-o.
qu
ra Imperial n. -17, padarla defronto do cha-
iileu-se na nnile do .lili i do crrente, das
. !l lonas, da ra Velha ao lim da ra da
u primeiro volujno do romanse Intitulado os
squeleiiu-, mi violo anuos depois: roga-se
quo o irhoi......Ircga-lo na rna Nova n. 6,
i recompensado.
Roga-se a ajana livor conlns com JosoAnlo-
niodosSi.....>s. o Julo Vllul Correa, do aprsenla-
las uestes Hdios.
ProrlM-se |>ara a labernn da ra ilo Collegio
n. 1(1. do urna pos oa que Iridia ba-lanlo inlclligen-
,ia do negocio o probidade, para l.un.ii cania da
mesmn, no qual se dar sociotlade,indcpend'cnlo de
onlrar rom tundo-; este casa ou......amalla vanla-
geni, pela sna locnlidade o couiniudida los quo loin.
NAo cnronlrnndo-so pessoa om quem ledepualta In-
loiraeuldi.uic
roer, sorvin
que a OSl
lid
nr
respoile
ia travo
_ Alo i- 0 Ib
lirio pa prozopio
qucju o prelendor
i'.]i< qiioin.iior vanlageniol!..-
e culo do aviso aquollas possoai
llio lem fallid,, : a Halar na
-a llnMlldl do He..-n. I.l.
enlriiilio da ra Augusta, pw-
, ou dverlimentu parliculnr :
luija -o a rna das I.mangonas
cima,
IK ; lamliem se vende a dila propriedud
c mais ou Ira Junio a inesiiia.
Quem precisar do um oflicial de pliannacla .
com .* anuos do pral:a : pode diriuir-se a ru.t lar-
ga do Rosario n. :t.
Precisa-se de um liomem, quo enlonda de lu-
das as qualidades de maca. : na Vua das Cruzas
n.:.
Alug i- D nina escravn, que .abe fazer lud,ser-
vico do cea o compras, por l:'-''HM i,s. nicn-ae. :
na ra do Collegio n. 16, lerccin......lar.
Quem livor Sanios, que queira trocar, sendo
norfoilos : dirija-so a rna doVigario n. 10, lojn de
l'iulor.
i i ..,';'
CO SI LTOUIO IIOMEOPAT1UCO.
28 ra das Crucen 28.
GOSSRT BIMOT, proessor do
j liomeopatliin pela escola do Kiode
^ Janeiro, oaailinn a .lar consultas
) gratisnus pobros, lodososdinslitis,
tas S luirs
ineio dia.
(lll II, II i :
nin
ale
lle-e: ,- -e lnuil<> l.'ll r 0OIII (I Sr. Jo.'o Miguel
de (lliveira llerardo. para lialai -.o negocio de inle-
rosse : no largo do Corpo Santo, ariuazeni de l'al-
noira \ II Iba".
A pessoa que.annuiieiiui comprar p. de sapo-
lis, qui.....ido damaneira que annancia, dirija-se a
cidade d Olinda ra da H.....-lim, na casa de Ma-
nocl uos de Mello.
Aliioa-so o pi iineiro andar, do sobrado da ra
,1a lidia n. lil. a lamilla lione.la- Mala-se iinaloiro
da Boa ^ isla u. tn, eout loaquin lioncalves ele Al-
biiipierqur.
__ (lili-rece-so urna ama com luito: na ruada
Sen/ala Nova a. 3i, que se dir quem he, nu an-
iiuncie.
Quem precisar de unvhsmam paraMIorde
un litio, iliiij.i--.',, na lreila n. -'. ,
na din
Precisa-sede nina uuiMierforra,para
cade urna menina, fura da cidade: na ra Koran.
50, primeiro andar.
Precisa-se do uma ama para rasa de liomem
sollelro: quem esliver ueslai clrcinislancia-, ,lni-
ja-scacua da Cadete do Iteeifo n 1S, primeiro an-
dar, das 8 horas da noaanSa as i da lardo.
Srs. Poisolo o Pimo.
Leudo o seu aniiuiiclo no Diario de l'ernamlm-
eo, ionio, a responder que, as vcrdadclrns pitillas
para bobaaecravua mccoi silo as que se vcndeni na
Ma bolira, Ibunula do fallecido SebailiSo .loso de
OUveira .Maeedo. Se combinan ni scuselTeilos ada-
lo o publico a ventado ; quandu se balanccuu a It-
lica do dito lallccido,aotiarani-sc ligninas caivas.co-
ino provarain os senliores pliarinaceullcos iiieumbi-
dns dn dito bataneo, que por ser Formula parlirular
iiiioquizcraiii lomar ola, esquiles se lem vendido
e coiitiniiam a vender, preparadas pela verdadeira
formula que se acboii em seu caderno pailicular, e
juntamente mais ilsumai. Pareco-ma coin o que
lovo evposlo ler salisfeilo aos sens pedidos. Conti-
nuo a ser de Vine, alenlo venerador
Fram-hni de Paula Pires Itamof.
SfficJiS*:;-:.::: ...' : : ".-'
% i;\SI i.iiillHI llllilll-iOI'iTIIICH.
)3 Ra das Larangeiras n. 18 se-
; gundo andar.
PJ O lili. CASANOVA conliinia a dar con
& sullas gratis aos pohrcs,das7 ale ao lucio dia .
Vi depois dcsla luna at as t da laido se achara viv
*no Recite, ra dn Trapiche Novon. 11, se- (S
gumln andar, onde lem aherlo um novo con-
.'O sullorio. ''
i N. II. Aspe-oasqueuto forcni puliros pa- W
i.l gario do5 a 30fU00 rs. pelo tralainenlo ,que
^1 ligo peder exceder de dOUI inezes, neni de- ;.;s
i ver o iloeule icceber mais .le K mediraincn- 0
5 los.
; :;. .;. ;:..;::";.::.::. ::''..
Precisa-se iiluj'ar uma casa terrea,
ou mu primeiro andar ile ipialipier siv
br.ulo, jirefere-se as ras do Oueimailo,
Rnngel, Cru/.es, Cadeia, l.ivramcnln,OU
Diieila, que nao e\eeila sen lllllgucl de
IO, tver, ilirija-sea ra do Qlteimado n. V!',
a Iralar.
loi rouhadu nu dial) dn cnenle, das !> horas
da nuinhaa alas 1 dn larde, a .lose Nnvella. mora-
dar no segundo andar da casa da rna dn Collegio n.
li.. II pulcclras, 8 meras ulereos, Saderacos, 10
nares do brincos, apares de rselas, sendo ouro de
fura de l quilalcscduTcrenles inodolo-,.. smenle i
pares de brincos de 18 quilates, I relogio de ouro pa-
Icnla suisso o nutro diln pequeo de "eeuhora, es-
maltado de pelo. I cononli' do uiuo, urna porc.io
de consollas, foi pororaocxumequesa tez: a quem
ir eflorecido qualquer das pecas c der noticia, lora
I009000rs.de graiilieacao, rogando-seas aulorida-
de.nvi. euiililaii'.as devidas providencias.
Aluga-sc um nuileque, de boa conducta : na
ra Nova ii. I.
Justino Antonio Pinto te nciente a quem eon-
vier que, desde I do corrente, deivou de ser laixci-
io,lo Sr. I.uiz. .lo-.- de S.i Araujo.
I ni iiiiicu com batanle pratica do negocio, se
olVcrcce-para cnixeiro do qualquer casa, o qual da
Dador do ma conduela : quem do seu presumo se
quizer i.-iilisar. aiiiiiincie por e-la folln para sor pro-
curad.i.
.Na ra llii.eila n, :',:!, leni.uina negra parase
alugar, que sabe b.zer lodo o serv ico, monos en-
Slia tfM
Si l'recisa-o de..... feilor porlugiioz., para fft
Igf um sitio perlo da praca : na na das Gruid
g n. _*, segunde andar.
fe
Atrcndii-K um sitio que Idilio casa de viven-
da para grande familia, cinbnra o litio nao soja
muilo grande, lias proximidades do Iteeilealca
igreja daSolodado ou Estancia : a Iralar na ruido
Apollo n. 1.1.
I'recisa-se .le nina parda OU pela forra, para
ama de uma ca-a do pouca ramilla : quem esliver
nosla- circuinslaiichis, dirija-e a, ra de S. 1'ran-
cisi o, -oiir.idu u. que .tvista
[flanco a sna boa
Na rila do Queiroado, obrado n. 14, segundo
o lar, precisa-se do pe Jaleadas
, nlo s por si, coma .ijti>y, ,n.' ;
qualquer dos casos Afestor, posa-sc jor-
, ou dl-se fiiteressc no uvler a
sua fundlcso do ferro em Fra do Perlas se podo i
pprfeilanienlo tornear de nov
pi.liicit.ir os dcnlea.:
tanta presteza, quo se pode cnlregs-h "
dia, evilando-se asslm o iueoiivcm
dos corros o o impale da moagem ; assim como que pessoa que te quizer controlar
It'.RA 3
a mesma fuudicao so ai
n,,vas mnondasde diversos tamanhos o modelos, se-
n.lu lanibcm de realas dentadas, lano para agua,
como para ananaes de loilot ai proporc^is, a -aber:
volla por volla, volta o quarla, volla o Ierro, volla
e mete, duas, tres, quarlru rollas, etc., etc., c por-
tento que qualquer senhor de eiiaenho quercnd.i nr.
relerar lsua inoonda, a lim de moer mais canna nu
mcsiiin lempo, nu relarda-la, a Dm de espreincr mais
liquido da mesma canpa, iide sem demora eseolher
as rodas oonipelontcs. I'ndlco do ferro no ra
do llnim pausando ocharnos. l>. !>' Bovman,
ei.genhelro.
SifmmiifiCvfi #...
CO.NSCT.TOHItlIlOMDKtlPATIIK.tK.RA
II IK) PARA t# Na casa amarella paleo do Collegio, prime
Ql ro mular, residencia do general Abren el.i-
_} ma. Eslc rnnsultorio lio dirigido |wlo prop io
@ general Abren e Ulna, e nelledaiii-scconsiil-
tas (ralis aos pobres eni Indos os .lias uleis
desde as dez da nianhaa al urna hora da lar-
t de. U me.mu senio : por oulras pessoasa qualquer hora do da ou tfi
LOTEUIA DE NOSSA SENHORA DO
LIVBAHENTO.
As rodas desla loleria niidam impretcrivelmciilo
un dia II do agoslo prximo, c os bilbeles a, baut
so a venda nos lugares seguidles: -^.n.i do.I.ivra-
melo, botica do Sr. Chagas : rna do IJuelinado
lujas do Srs.-Moraes, o Silvestre ; praca da lude
pendencia, luja do Sr. fortnalo ; rui doCahug
Indica da Sr. .loan Morcira. Juo liominouef da
Silea, lliesoureiio.
AIIENC.iO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Galgnou, dcnlisla receben agua dent-
frico do Dr. Pierio, cali agua rontiecida cumn a nio-
Ibur que tem appareci.lo, t e lem inuilus eloaiosi
soiiaulur.t lem a proprie.lade do conservar a Imkti
cheirusa o preservar das dures de denles: lira o
gusto dosagiadavcl quo di oin geral o cbaruln, al
minias golas desla n um eopo d'agu.i san sulli.ieu-
les; lmbelo se achira po dontifrice exeeJIenle para
a conservacaa dos denles : ua ra larga do Rosario
9 DKMISIA AMERICANO.
ii II. W. Ravnon, iiriirgi;indcnlisla,ronliui'ia _
evercer sua proliasSo, razendo Indas as opera- S#
"j riles que forein precisan de qualquer iialurc-
?j za, lano por lora, como na sua residencia,
i nudo pMe ser procurado a qualquer loira :
f na rna da Cruz. u. 7, segundo andar, no Re-'
cifo.
--..'........::":' :::;;; :
I.ava-so o engoiiunu-se com asscioe perfeicAo:
no pateo da Itibeira de S. Jos li. l.
Ildedif
ha do
na que .
(juste
,1o abollo de pes.
ondiicla, halar-
AOS DEMES.
ni couhecido dontbla, ha mais ,le U>
lira, pode ier procurado a qualquer
J. Jane,ob
alen,- nesta I" .
luna na sua residencia,na rna Nova n.l'.i. I.- andar
LOTKIA DEN. S. DO ROSARIO.
Casa da cuperanca, run do Qucimc-
do n. (>'..
Na casa cima, o na praca da Independencia loja
do Sr. Porlunal......miman i calara venda um cm-
plelo .01 lmenlo de cautelas o hilheleida lotera a-
cinia, cujas m.las an.laiii no illa l do corrale, a-
inda que liqueiii lillbeles |ior vender.
liilhelcs......lOfJO
f.luarlos......lOOtl
Dcciuios...... no
Precisa-se do uma ama para cozinhar o diario
le nina ca-a coin pouca malilla; na lYavcsss do
Corpo Santo, a. II.
Precisa-se alugar um cscravo lapaloiro: na
llave-a do Corpo Sanio loja do calcado, II. fl).
Declara o abaixo nssiiinado q.....I'ornemdi-
anlc lem mudado sua inorada da ra do Queiinado
Reeife, run da Cadeia n. lli, piiineiro ambir.
Franrjteo murria ile Souza .\in-._
o Sr. Manuel Pereira MagalhSea looi .una
caria viuda do noria : na rna do Trapiche Novo II.
lll. sogundo andar.
POTASSA DA lll SSIA,NORTE AMERICANA B
URASII.EIRA.
Provine-so ao. icnhores do cngCnhn, que o enli-
go denoiito, na ruada Cadeia Velha n. I-', acha-io
prvido rio poias-,1 das qualidades cima, por en-
commonilas loilas rcconleineiile, e que o- procoss,n,
muilo ia/oaveis.
Ao PUBLICO.
U abaixo assignndo fai setenio ao rwpoilavel pu-
lilic.....em parlieular a seas freguojos, que mudou
sua loja de niiii.lezas da ra do t.lociinado o. 17,
para a inoMii.i run II. 511, C para cunsUr faz. o pre-
sante.Anton'oJoti de l-.reedi
para .
.
DAGIEUKEOTYPO.
S Tiani-se rclralps dagncrreoInMi na rna B
M dntiueiuia.ln II. II, segundo andar. I'ain- j
M bem linipam-sc os inesnius relralos, por me- Q
jS llOSVisJveiS que -o acboni, cnlicgalel....... R
^ arllsb........ova, raias, o lio perfoilos c.....o 33
- lirados lo -em na nicsiiia .
. .
SAMIS.
SALSA PARRILIIA.
\cenlo.lose de Brilo, nicoagonie .ni Pornam-
llllCO de II. J. II. Sands, chiuricu ai.....icanu, faz pu
blicoque le.....hegado a esla pa
le frascos do niUa parrilli
v'er.l uleiaineiile fal-ilicados, o pi
de Janeiro, polo que e devem ni
midoros de iao precio-,, talismn
engao, lomandn as funestas ci
sempre coslumain toser os med'
dns e
llisu-
neslc I
pie
|
i nina grande pul-
lo Sau.ls. que sao
epaia.los no Itio
cautelar os
te ealiir
loqiieoci,
.....bis falsilica-
laborados pela maodaajuelh*. que anlepocn
-eus men......- nos oale- e estragos lia humanidad.'.
porianio pedo, para que o publico ao pos-a livrar
de.ia fiando o diilingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da i'alsiiica.l.i c rece.........lo aqu che;
da o innunrl luto taz ver que a verdadeira se V
do iini.amenicen! Ma hnlica, na ma da Coineii
do Itceiie n. 1,1 ; o, alm do rceeiluario que acun-
panlia cada frasco, Icio cmhuivo ,la piiiueila pagina
.ou iioino iiiuae-s,,, C60ochar IUI liona em ina-
iiiiseripiu sobre o involloriu Iniprcsso do iiiesmn
flacos.
MADAMA ROUTIEB MODISTA HtA.V
CEZA.RUA NOVAN. 58,
Tem a honra de avisar aos sens hoguezes, que a-
cabade recebar nin novo sedimento de raleadas, a
saber : rliapns do seda da iillimH minia, uianlele!e-
piolo- o de COrH da Ullimo gOStO, ineias-.lc algod.io
para sciiburas c inooinos,.lilas de sc.te branca, lucos
valencianos, da Uoud o de linio, verdadejro, caml-
siobas bordadas, lencos de soda, chales, de fil pe-
lo tevrados, rcuijas loncos prctos, i de cu.-. Ho-
ie- piolas, plumas .Illas, luvas da casamento, ligas,
.. ineii,i- e nunguilos bordados, chapooado massi
para amasona, lilasde .oda ede velludo, soda- de
furia cores, gros de naples lis,, de loda a- tdres, ill
de ladaa as qoalidadei, maulas pi olas de seda a iioi-
lac.iu do l.lolld, oinuilas oulras fazendas por proco
conuuodo.
\VISt) AOS SENHORES DE ENGENBO.
Alenla., as glande, vanlageiis na niiiagolu do can-
ia, pr.ivonic.losdo ler i.s lainb.no. .< inociida.
perteilameiilo torneados,oabaivo assignado respeito-
-anieiilc lenibra KM Ciibores do eiigeiibo que ua
r^
0.
^NlWC^J
^

MTiCA CENTRAL IIONEOI'ATIIIM.
II RA DASt.l',1 ES NUMERO II.
Nesta botica sC enconlram os mais acre.lila.ln
leilieanionns propalados em I-rali
Estada-
luido,, no llio do Janeiro, e em Pernal
Kvislem rarteiras de medical......los desde o proco do
KlrstHMI alo IglisiKKl I, onnnrmc o numera r as dj
iiauisacncs dos......liciinenlos, c a riqueza das.cnl
xas,
Cada vidio de linliira da 5. dvnamisacao. --aKl
Cada tubo do niodicanien.........I^l
V. /;. Os niedicaineiilos de que mais frequenlo-
inenle usa o Dr. Sabino cm sua extensa pratica, sao
o- preparados em I'el ii.uiiluirn, debaivn de suas v is-
las imiuedialas, polo hbil pbarinaceiilico Dr. Piro
llamos; porque a osporioncia Ibe lem inuslradu que
osles desenvolvem nina necio muilo mais prom|i-
lacellicaz, de que oa preparado, em Franja, ou
cm oiilra qualquer parle, sendo esla ciiciiinslancia
sem llovida m.divaila pela dilTerenca dos climas.
Por e-i.i rasan, o rtorquo os medleamcnlos eslran-
geiras so alten......mito farllmenlo sobo clima do
Rrasil, -a,, laca medicanienlos vendidos nesta boti-
ca por procos mais luivos que os oulros, e multo
mais baratos do qus em oiilra qualquer parle.
Acerca d.Tsiiperioiidadc dos medicamentos da
Imiica central lioiiHropathica, ra las Cruac
II, e\priine-se o Sr. Ilr. Domingos l.ourenco Vaz.
Curado do Ciuaiigi da inanoira seguinle : M.ur
s dc-ineos lobos constantes dessa lisia : iia.nleiva
o reijamis .ice.....prar ns inedieamenloa da bol
> ca control de Pernaaibuco, porque em verdade
sAooptillios; siio muilo bem prepara.lus, cuino
,. que oslou iilisloilissimo. ine-inu porque seus cf-
" foilos se inanifeslain iiiimedialameiile depnis de
,. sua applleaeao. Bnlcndo que os seas ine.lica
,. lenlo, san i,s que maiscuivoni n genio de lula
., que se acba Unge da foillodos re. iiisus.
ADVERTENCIA.
Para maior canil.....lidilo dt publico eslabclece-
ram-se ns seguinle- depsitos de incdicamcntot.
Primeiro,
Alono ,1a Boa-Yhln, II. SO, primeiro andar, i.....-
sullorio dn piule..... om lioinuopalhia, llenrique
A. Chavo-.
Segundo,
Em Podras te Kogo, .asa do Si. Camlllo II. da
j Paulo Gaignou, dentista.
S Podo sor procurado a qualquer Ilota om
'! sua casa na rna larga do Rosario, n.
>?f ;i, segundo andar.
IMiiMA/ DANIEL TIIOMAZ.
Precba-se saber aando mora a pessoa chamada
TI......az. Daniel Thotnai, natural de Walea em
tii.la-llrolaulia. Paraca que elle ji esleve om l'er-
liambiico algn, qualro onnns pas-ados, mas depois
volloii para o inlerion, anude presumo-so que ag.ua
CSl, non ando: qualquer pessoa que poder dar iilgu-
nia infonnaco a respeilo, fara o lavo de mandar
ua ra-a de .lames Crnblrco ,v, Companhia, un rila
da Cruz. II, 13 i o inesinoseo.lilo I honiaz iniirreii,
qucreai sor Inonnados.
f! ; : 'r55 = 33
l I-s-i.slIl2
i4ili!ffi
i^!-l!fiil1
-IftlSUilr
JLffs i^b s H.S ?- -
PSe-s g-s 3 -5'i .; s o.
t.^ g -? 2 8
&s e e>S-a a i : ; r = ; ; .a-
x ; ."
_ = i
ttMMflft
CONSULTOKIOHOMEOPATHCO
Ra do Collegio n. 25. pr
metro andar.
O Dr. P, A. I.olio Moscoso, lia'
consultas gratis aos pobres, to-
llos os .lias das 8 ua 12 horas da
mantea.
Pratica qualquer o|HTai;ao de
cirui-gia, ou Ilecelxi cscravos dmuitcs para
Iralar de sitas ciifermidnclrs ou
fazer qualquer operacio, por [lic-
eo rommoilo.
m
avts ifmimc
A segunda cilicrlo dos primeiros clcmenlot. ptN
lieos tln rorocivil, mnbin corrigida o acrcsccnla-
'l.i. n5o s a respeilo doque alleruu a lei a refor-
iiia, como acerca dos despachos, inlerlocuioria e rt-
liniiiviis dos julgadores ; obra essa tao iiileremanle
aos niincipiaiiles cm pralica que Ihes servir de fio
ronduclor : na praca da Independencia u.fie8.
COMPRAS.
Em quanio bm falta.
Cumprain-so meias carrafas, quo (euliain sidod'a-
m.\ de sella, vichj.ou sedlilz, a 100 rs. cada una:
na rna laica do Hosario, loja de lousa.
Compra-so o diccionario do Hoquel, portu-
cuez. frailee, em boin uso : na ra do Cabug
n. II.
Compra-so um habito do lercciro Franciscano,
om bom uso : ipiein livor, annuiicic |wr cala folha
para ser procurado.
Coniprain-se |is de larniiReiras de umbico, do
sapolif., prunrios para mudar, niat devem estar em
candes ou barrit que he paro ir para fora da pro-
vincia: ui.l'ra(a do Cummcrcio, n. ti, primoiio
andar.
Conipra-sc urna |rcao de lahoailo do aoa-
llm com usn : s aloom livor, dirija-so no aterro da
Boa-Vlila n. 60.
Comprani-sc cscravos, c vcndeoxe, rerebem-
se de cninnilssao, tanto para a provincia como para
fradella; un ra dos tjunrleis n. 1M, segundo an-
dar.
Compra-se una lioa casa do sobrado, que soja
na praca e aterro da Boa-Vida, ras da Aurora,
Nova, cCnllecio : quem livor aiiiiuiiric ou dirija-
se ao aterro da Boa-Vista a loja n. I.
Comprimi-so li colhcres para sopa e 12 para
cha, de piala c sem fcilio : na ra eslreila do Ro-
sario, labernn n. I.
Compra-so um cscravo para lodo o serv ico de
urna casa, c iiniaescrava de l< a 'i anuos, que sai-
ha bem engommar c cozinhar, pagam-se bem: na
ra do Amoriiu, n. Stt,
C.....prain-se .VK) Iclbas ia servidas: quem tiver
dirija-se a ra Augusta, n. 33.
VENDAS
t*3
ftUivLw
i

4E?fa.
un.
SK"3rfl9
I i- 3 -= = 51, j g.
se

IZiKt
\itt\
sa irR,
B 3. g *- f' -
7 -, T I t i

Vondc-ro um catal de mualos com habilida-
des : ua rna da Crin, n. IS, lerceiro andar.
Cebo do Rio Granan do Sal.
Vcndc-soCelio do Itio tirando do Sul, muilo bem
piirilira.lo, a Tf.'SKIrs. em porcao c tfOOtl rs. a re-
lalho : na ra do Vigario, n. II.
Vende-so carne saleada do porco e vacca, cm
barril pequeos de ll libras, c presuntos america-
nos muilo bous : em casa du Roslron Kooker
Campanilla,praca do Corpo Sanio, quina da ra do
Trapiche n. 18.
Vendein-se:l iiioleeoles de dado 1:1 a 20 auno,
_> esclavos ,1o lunillas ligaras, opliiilos para Indo o
-cvico, i cscravat moras, que lavain coiiiiliaiii e
sao quitandcirai: na rna Direila, n..').
Vcndc-sc ninaescravaino^a osada, parda es-
curado l"> para lli anuos, sem vicios neindcfeilos, a
,pial ese o ordinario, engoinina sofrivelmoiile, o ca-
lende licni do scivico interno de una cata,' aeoslu-
inada de.de os primeiroa anuos do servieo: quein
pretender dirija-se ao alieno da Boa-Vista, n. 38,
loja.
Vndese um e-cr,iv o pardo, bonita figura.sem
vicios ncm achaques, de 21 anuos de dado pinico
mais ou menos, com principios do olticio de marci-
nciro, e cozinhar, o qual lem lodos os papis lgaos
para quem oqueira expoliar: a halar na rna da Ca-
de*! Velba do Ilecife, loja di ferrasen n. 56, do
francisco Custodio do Sainpalo.
Auenc.ao' ao barato, na ra do Graspo m, 14,
oja do Jos francisco Olas.
Vciidcm-se chitas escuras bons|iaiinos,crcs mullo
lisas, a llillrs., lirios hranros Irancadr mpeiior Ta-
z.enda, quasi ludo Hubo, a l2H0 rs. o cirle.
Vcmlc-se a (ijjOOO rs. a aacca, da
mcllior farinlia tjtic ha no mcieado : no
ai na/.ciu conlronlc ao Treiii, por baixo
to sobrado encarnado, o rpial estar' a-
lierlo das S horas da ntanha, as 6 da
larde.
Lrn casa de Brtinn Prnefcr t Com-
pnnhia, na ra da Cruz n. 10, vende-so
o scj'uinlc :
PIANOS FORTES dos mdliores aulo-
*?es eile moderna construccao.
INSTRUMENTOS l)E MUSlGApaiaot-
eliislra c bandas militares.
ORRAS l)E OURO de toda a qualida-
dc cdn mais apurado (osto.
VIM10S SI.Marrjot.Sl.Jiilicn ccham-
pagnlie.
LONAS de dill'crenles qualid
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como lejana,
cadeiras de dillerenlca inoldi^, mesa* c
sol'a's, assim comot-onynodas dcinojjnoe
cadeiras de balaiirn de sipo, viudas de
Franca,
ALCATIFA para sala a mais linda que
lem viudo 0 esla praca.
OLEADOS com lindas-pinturas defne-
las, ele, para mesa de meio de sala c
bancas.
CHAI!! TOS da llavana verdadeiros.
MOLDURA DOURADA para (ttarni-
cao desalas e qitadros.
Charutos da Bahia.
Araba de che;;.ir mu helio O variado
irliniei'lo das nielliores r|nulidades, que
s.'venilcni arctallio Cera cumnhas, por
roinuiodos piceos: na ra do Colletjio
n. i.
FrDICAO1 D' AURORA.
Na fundican d'Auroraarha-soeunslanleiiieiite um
rnmplcto sorlimonlo do niichinai do vapor, lauto
d'alla como de baila pressao do inude|ins ns mais
approvados. Tambcir. se aproinplan de eiicuiiiiueu-
da de qualquer f.inua que se possam desojar com a
maior prstela. Ilabeil oin.iacs seiAu m.iudad.i
pina as irassentar, e os fabricantes como lem de
roslu......dianean .> perl'eilu Irab.dho dclhn, oseres-
p.uis.iliilisaui por qualquer deleito .pie non.....Uas
ipparcecr iliiranlo a primeira -aira. Minia, inaelii-
n.is de vapor construidas nclto eslnbcleoinicnto lem
oslado em ronslaiito servieo nesta provincia t}\>'
cal IBannoi, o apenas lem oviuido mu msionin-
cautes reparo, o alcuinas alo nonbiiosabsohitaniou-
Ic, imeseeu.lo que o ooiisuiuinu do conbuslivcl lio
mili inconsideravol. Osscnboicsdeenteiibo, pon,
o millas quaosquei pessoa. qoo pro; tares de ma-
, bini.iiiosao rcsiiellosaineiilo convidado! a visitar o
osiabolecinionio em Sanio Amaro.
TAICUAS DE IT.ItHO.
Nll fiuiili<;ao* d'Aurora em Sanio
Amaro, e lainliem no DEPOSITO na
ma do llrtim lopyo na entrada, c ilelron-
te do Arsenal de, Marinha lia' sempre
um grande socthaenlo de Calchas lano
de fabrica nacional como e.slran;er:i,
batidas, fondillos, grandes4 |i(i|iu.....a,
razas, e furnias ; c fin ulilbj os logares
evistein quinilasles, para rJaYfegar ea
noas, ou carros [ivres de ilcsjic/.a' Os
precos sao' os mais commodos.


a


:4
I" '
A elle, que se estao' acabando.
^'jobcrlflrc1* de tpele muito grandes, pelo diminu-
to |iroro4e UlflO, dilw- mais iiequcnos, o WHI r-.,
rolol(|oTal|>ie. branrns .1 l(0(>, hrim li >
niiiito Tino, n (510 rs. vina,
rliilai de Mrin eruro c hom panno, a 110 re. o
covado.: na ra do Crespo, toja 11. (i.
vende-sc utn I.....ilo t'si-rjivoc'om.-iliim.-is ha-
bilidades : ua ra de Aguas Verdea, casa n. 36.
PAO' CKIOULO.
Na padaria da rua da Sen/.ih Nova n. 30, o no
dcpMilu (Ih rua do Rangel n. 13, ocha-sc a venda
diariar.enle o bello |iao crioulo, fabricado por celin-
droa modado Mo de Janeiro, o qual alein da su-
!< unid,ule ao pAoeouitnuin lem a vanlagcni de ser
isento de receher o mais pequeo golpe de suor do
amassador, vllo ser amasando por machina : uas
mermas casas acharan sempre as pessoas de boro
gostoo senuinle:
IhIi.i- da rajona por. 800
dem dem imperiaes 'H00
dem de ramilla .... 800
Aramia de ovos'. 610
iliscoilo de amante. 400
Ai ,n ni,i pura.....100
dem laranjas.....100
llolachinhn ingiera. -Jim
Fallas doces.....i?1(l
Hiscoilo doce......210
Kiscoilnhos.....320
Na na do Cresa*, loja a. 12.
Vendc-se damasco de seda encarnado, igual no
de Lislma, muilo proprio para colchas ou cortinas
de igreja, e sondo o preco de II^OOO rs. o covado, as
irmandades um corlinado ricoe rom j-ouco importe.
A 3600 rs., o par.
Conlinuam-sc a xcudcr&apalcs de lustre para ho-
inciii, obra milito bou a J?*(i00 rs. o pai, assim co-
mo ditos tiaiiie/.es para meninos do 0 a 10 anuos, a
.'*ZKkH> rs.: no aterro da Boa-Vi si a, loja de calcado u.
58, junio ao solicito.
Vcndem-se ricas I uvas de sella, de cores, bem
como de lorcal, da mclhor qualidade, c por prcr,o
cominodo : na ruados Quarlcis n. i, loja de Cruz
c\ Haslos.
Veudcm-se peules para atar cabello, do mc-
lhor goslo possivcl, cada uin cm sua raixiiiha, por
preco commodo : na ra dos Quarlcis u. _*, loja do
Cruz c\ Haslos.
Vendein-se grvalas de molla, ou sem ella, de
diversas cores, por proco commodo : na ra dos
Quarlcis n. Ji, loja de Cruz *\ Haslos.
Vendcm-se peles, sapalinhos para enancas
de diversos tamaitos, c loucas para senhora, ludo
de lila, por proco commodo : na ra dos Quarlcis
n.-21, .oja do Cruz i\ Baslos.
Anda existe tima pequeua porteo
do ja' acreditado remedio contra os em-
briagados, viudo do ltio de Janeiro, e
u-liu-sc a venda,
tica n. 'fi-
na ra ilo Kaiifjel, lx>
:lo8 OS verdadeiros cha-
ai ar
-SOJ
S'io che
ruto ile S. Flix, da acreditada fabrica
dejte Antonio Franco, da Babia, re
.....Iiccitlot pela excellencta de sua cina-
lidtide, e h melhor escollia de Ixiiis l'n-
mos; pelo que convidn-se no> wnhores
acadmicos, e ao publico apreciador da
boa fiiinaca.a ((iiiroiieivni a na da Ca-
deia do liedle n. .~>, casa de molliailos
<\o Estrella, vendem-se cm poiroes ca
rctalbo.
JAMOS COM lANHA.
No aterro da Boa Vista, loja de calcado n. .V* ,
junto aosellciro, vcndem-se jarros de porcelana
dmirados, c com hanha, n ltOO rs.; assimeomo
canudos de pomada de lodas as cores, a 1IMI rs.
DEPOSITO DE BICHAS IIAMBLU-
CUEZAS.
Vciulein-sc aos ceolos, a relalhn.o lamben) se alu-
gaui o se v.io applicnr para inais rommodidade dos
prelendeutes, as melhorcs bichas de Uomburgo que
lem viudo a este mercado, lano por seren muilo
grande*) como pela hoa qualidade : na ra cslreila
do osario, n. lie 10.
A 800 RS. O PAR.
Vendcm-se sapatos de marroquim, para bomem ,
uHOOrs. o par : no aterro da lloa Vista n. .'H, loja
de eticado junio aosellciro.
perfumaras.
No aterro ta lloa Vista, loja de calcado n. 58 ,
unto ao sclleiro, \endc-sc agoa de colonia, sn b-
lleles, pomada, pilhehnuli. agua de lavando, evta-
los linos, e oulras qualidades de porfiiniarias, alim
de apurar-sc dinheiro. .
A 1*100 HS. PARA ACABA
Vendoni-sc loncos de cambraia, abortos o rom
luco, para mi de senliora, a, I&100 rs. : no alono
da Boa Vista n. ">s, loja de calcado.
A l|}00RS. OPAR
Vendeni-sc calunuas ilo porcelana, a tatOO rs. o
par : no aterro da Boa Vi-la n. ">S, loja de calca
do junto ao solleiro.
sabom:ti:s de amexdoas.
Vcmlcm-te abnales de amendnas, Grandes, ;
;Mi0rs. ; no aterro da Boa Vista, loja n. ."S, junio
ao sellciro.
Vemlo-so urna casa tarrea n. 0, na Soldado
dofronlc do cliafariz, por proco commodo : queni
quizor dirija-so a ra do Pilar, a urna casa terrea n.
T.\, ao lado direilo, ondoso Irabalhaem sapatos, nes-
l,i dita rasa saliera a dona onde mora para sctflra
do negocio : na mesma casa engomma-se o lava
bem, por preso regular.
Vendem-sc bengalas de unkornc, to mais ri-
co gmlo, prop-rAs pira a rapaziada, por proco rom-
moilo : na ra dos Quarlcis n. 21, loja de Cruz (\
Basto..
Vendem-sc pontos de martini, para alisare li-
rar bichos, i\3 melhor qualidado, por proco muilo
commodo : na ra dos Quarlcis n. 21, loja tic Cruz
& Baslos.
lilARl>AN\POS IjKI.iNiIO.
Na loja de (fuimaraes i\ llenriques, ruadoOcs-
pon. 5) vende-sr gnardanapos do linho do superior
qualtdade, pelo baralissimo proco tic >f,iHi r>. a
iluzia.
REMEDIO ESPECIAL PAItA BOBAS E
CRASOS SECCOS.
Esto nrreililnclo remedio preparlo ronrornie ,i
vtrdideira rr-ceila iladapur um onleial (que umitas
venes a preparou), ipie leve o linailo pliarmareuti-
eu Sebasliu Jos de Oli\cira .Marnln, continua a
vnuler-se na liolica da ra do Rangel n. til que la/
Treiilo para o laro da Itihcira.
Em coiisrquencia do nnnuncio domesmo remedio
feilo pelo Sr. Pei\olo r^ l'into, em que declaran,,
que o vendido na ruado Itangcl n. til, lie falso, mis
cm iloffcrencia ao rospoitavcl puldirn mandamos
pnltlicar a seguiule carta, liara que elle se conven
Cara do contrario: advertiudo, que, o que so vende
na botica da ra do Kanucl n. lit. nao lie preparado
i nertodef anuos, inaa sira confornie seu consumo
Eis a caria :
film. Sf. Antonio Ijypes da Siha. Pcrnanilm-
rn, 13 de juilio de I8M.Tcndo V. S. pralicado
Jliarmacia com o fallecido pliarmareuliro Scliasliao
onde Olivcira Macedo, na provincia de S. Pau-
lo, c depois ncsla provincia proparava um re-
medio cspoi ial para Icilias e cravo seceos, c como
cuoteidia continuado a preparar pela reccila, que
V. S. fez n especial obsequio de me dar cm agosto
de 1t>i0, igualan que o fallecido preparava, por Icr
sido preparado por V. S. militas vc/en, por li-
so nnjo-llie o olneauio de me declarar ao p desla,
M lie verdade o ter-me dadoa reccila do verdadeiro
apara Wlias o cravo aeccos, que o fallecido prepara-
va, assim romo conccdcr-mo I cenla de usar de sua
n-pnsta, como meconvier, |ior rujo favor Ihc ser
Liralo o seu Bniigo c criado.
Joaquim Marlinho n Cruz Correa.
sr. toanvim Marlinho da Cruz rorrea.Em
lespnsla i na carta datada de 13 dp corrcnlc lenlio
,i (li/.cr-llic que a verdadeira formula do remedio
para-Bibas e cravos seceos preparada por meu anli-
go mestroo faitee ilo pliarmarciilico MchasliAn Jos
de I iliveira Macedo lie a quclhe dei e que |mr mim
foi preparada tanto na provincia de S. Paulo como
lila proviucia.
Pode V. S. usar desta minha rcsposla confornie
llie convier e conlinnaii'l.....aliaestima sonde V.
S. amigo e obrigado Lopes da Silva.
DEPOSITO DE CA". E POTASSA.
Canda i\ Ainniim, receberara pelo ultimo na\io
de Lisboa barris com 1 a de superior cal ero pedra
para o fabrico de assurar, e vendem por menos que
i'in uniiaqusJqtMi parle ; o para fecliaineiitodci.in-
'' "".....I.inic demitasM aawricJUM: na ruada
Caoeiado Recite n.SO.
\einiem-se aaaendoMsem casca, de boa quali-
dadoporsore.......lUonovaa, > ill n, a liin.i : na
taberna da ra largado Itosario n. 39, quina.
Vende-sc u verdadeira taiga parri-
lli.i de Sand: na botica francesa, il
da Cruz, em frente ao cliai'anV.
..iij iii _1____fa_-' -JW
Vendcm-se -2:> aeces dn Banco d Pcmambu-
co : na Prac, doliminercio, n. (i, escriptorio.
KO0.000 RS.
i :.auO0 r., urna Ivpograpliia com
Fut i de l>pw muilo beb sortidos, o um
Iiiiiii prlo de ferro e pu : quoni rom icr dirija-sc
a ra das Crines n. "JH, segundo andar.
Vcndem-seom rasa de Me. Calmonl & COBV
panbia, na praca do (aupo Santn. II, oseguinlc:
\inlin dcMarseilleeracaisasile 3 a (idurlas.linbas
em novellus ecarreleis, breu cm barricas muilo
grandes, leo de inilaosorlido,ferro inglez.
Vendc-se colla da Babia, de boa quejidade,
em poreso o a rctalbo : na na da Crui n. 6.
AGENCIA
Da Fundico' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nestc estaljeleeimeiito contina a ha-
ver um completo sorthnciito de moen-
daii c metas Inoendai para enrjenho, ma-
chinas de vapor, e taixae de Ierro balido
e toado, de todos o tamatihos, para
dito.
Vendem-sc vaquetas de lustre, para
ooberta de carros : na ra da Senz.ala
.Nova u. 42.
AOS SENIIOHES DE ENT.ENIIO.
O arcano da inveneao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Ilerlin, empreado as co-
lonias inglesa! e hollandezas, com gran-
de vantageM para o melbornmento do
estucar, aca-te a venda, em latas de 10
libras, junto com o melliodo de etnpre-
;a-lo o idioma nortUgUOE, em casa de
N. O. Biebn- & Conipanhia, na rita da
Cruz, 11. 4.
Na rua do Vigttio n. 19, piimeirn andar, lia
para vender, farello muilo novo cliegaik pela barra
Uralidt'io, por preco coimnodo, c juntamente nova
Alurscm de usnoa.
Attencao'.
Crin i\ Bastos, rcceberan viuda de l'ranca, una
macliina com seus iilencitios. propria para tlrmar
loila qualidade ele papel, rom os iinuies que quiU-
rom, c com dillercnles romas, brasileiras o oulias,
proprias para queiu livor liliilos de baro, duque ,
marque/., etc., acharan lambcio a toda eqaalquer
hora papel promplo da forma que qiiiercm, assim
como laiubem lirniam Ira/eudo seu papel, por pc-
eo mdico : na rua dos (.luarlcis, loja de miudezis
n. 21.
Vcndem-se atacas, ou puleciras, do mais raro
e delicado Boato, por proco mdico : ua rila dos
Qual teis n. -2\, loja de Crin i\ Baslos.
Vendem-sc atacas de cornalina para casara,
por preco commodo : na rua dos Quai teis n. l!1,
loja de Oral cX* Baslos.
Vendcin-se pares ^le calumbas de porcelana ,
proprios para cima de mesa, ou censlos, por preco
medico : na rua dos Quarlcis u. Ji. loja de Cruz ,\
Bastos.
TIUKSTE-SSSF..
lio rorcncltcuatlo um rairegHUMnlo da verdadoi-
ra Tarinha ilo SSS ramiidio, oonde-so pormofllco
preco : no oscriplorin de llcano Voulo & Compa-
iiliu. mi DOS BOUS arnia/.cns no boceo do (iorcahes.
DOCE DE BACOKV.
Oocou roconloinenlo do .Maraidiao una pequea
poicAo dostedelicado doce, o mollior ipic ha, lano
pela sua oxrollonlo ipialidado, romo |K>r consolar-
se por muilo lempo em perfoilo estado: voinlo-se-
om rasa do Tonto i\ IruiJ". na rua dal'.adeia Velha.
Agencia de Eadwln Miw.
Na rua de Apollo n. 6, arma/em le Me. Calmonl
t\ Compaiibia, aeba-so comlanlcmcnto bolla sorli-
menlos de laliafl do ferro coado e balido, lano rSa
.i como Tiindas. moendas incliras (odas de ferro pa-
ra animaos &goa, ele. dila-. para armar em matlei-
ra de lodosos laman lio* o modellos m ii> nioiler nos.
machina horlsonlal para vapor1 com forra do
travalloff, oAcosi paasadeirm de ferio ealanhado
p.ira ca-.i tle puri'ar, por moiHM preco que os de c bre, e->ro\ons para iia\im( ferro iuulez lano em
barras como om arcse folhas, e ludo por barato
proco.
Vcndem-66 i*eloj08 de orno, po-
tente inglez, os inelliores ciue tem viudo
este merend, e do mnis arredilado
rabricante de Livei'pool: cm casa de Ra-
se! Mcllors iV: Coinpanliia, na rua da
Gadein do Itccife, n. 36.
Deposito da fabrica de Todos o* Santos na Baha.
vende-M, em casa da No O. Biabar t\ r.. na rua
daf.ru/. n. alsodao Irancadn d'aquella fabrica,
mullo pronrio pera uceas do ussucar o rmipa do os-
crvaSi por preco commodo.
Vendein-so lucias elsticas mu proprias para
ouempadece docnsipala o por commodo pceo;
na rua da Cadoia do llecifo n. I., loja do llour-
jar.l.
Gcsso.
Veiide-iecessoem barrlcas(cheffado ullimamue-
te : em casa .1. Keller A Companhia, ua rita da
GruxD. .V.
Veii'ie-se premunios malaxes muilo noves para
fiambre, lata* com bolachiiihas de soda inglexa,quci-
jos.de pialo, conservas mullo novas, sement* de lo-
das as qualidades de hot lalice, chega4las iillimamen-
le: na rua da Crill u. i(, defroule do Sr. Id.
Cosme. *
PAKELOS.
Wiidr-.ic no ainia/.ciii do Si
fardo em suecas de 5 arrollas-,
do

. Annes ,
por me-
oulra c|UoUn
5,500 rs. craDdei.
id de seda im:le/a de
>rocos cima : na rua
superior qua-
i,t t ua
nos prero to parle.
A 5,000 rt. pequeos, f
Vendem-se chapeo* de
superior qualidade, pelos
do Gollego n. i.
Veode-se \ nao da Uadelra do
lidade em qu;ir(o*c oilavosdc pipa, por proco com-
mndo: no ai ina/.ein de ,\. O.IIiebei t\ (jimpauliia
na rua da Cru/ n. 4.
Vi n llOS superiores de BlICellaS
' bramo o doGolares linio em hanis de quinto:
vendem-se em tasa de J. Keller A Ce
AOII\lt.\T(l ANTES Ql'E SE ACABE.
Na loja ta rua do Crespo n. j, vendc-so [tofas do
'hita* linas com >1S COVatlOS, do lindo* padroos, pelo
llmjnulo preco ilo i^fOOOtSo, o 11<) r*. o covado:
Ma fa/.onda torna-so rcconmieima\el peto; litlos pa-
dres c pannos muilo hules: alm desla fa/.onda
vende-so oulras milita* por baralissimo proco.
Taixas para engenhos.
Na fundirao' <\v ferro de I). \\\
Itowmann, na rita do Kriim, passaii-
do o chafan/, contuua hnver un
rompilo sortimento de taixas de i\'\v fiintido o batido de a 8 palmos de
l>occa, as piaes arliam-se a venda, por
proro commodo o com prompldao
einhareaiu-se 011 oarrejjaiii-seeni Carro
sem despoza RO CjAprador.
Vendem-se Iona*,l>rin/a0, brin* e*iMiia* bi-
nas da Itussia : no arma/em do N. O. Itn-ber v\
Companhia, na rua Moinhos de vento
eom bombas ile repuxo para'reinar borlase balsas
do eapim. na fumlica de I). W. Ilownian : na rua
do Bromos, fi, 8e 10.
POTASSA StPERIOR
Vcnflosc por preco multo com-
modo, no armiizem n. 7 ilc res d;i
umndega, de Joi ionquim Pereirovile
Mello, ou no escriptorio de Novaet A
Companhia na rua ilo Trapujas u. 54.
Na rua do Vigario n. 10, primei-
1*0 andar, tem para vender sirs puta plano, violfio e (lauta, como
seja III. .['lilil'lillas, lal-as. rcili \ as, srli, .-
tickes, modinlins tudo modernissimo ,
chegado do Kio de Janeiro.
vimio no porto muito fino.
Vende-sesuperior vinllO do Porto,
liairisdo i., ">. c 8. : no iirir.ii/.cm da
uteriutorio de Movaes A- Companliin
rita do Trapiche n. 34.
Venili'-se relogios de onro e trala,
putele ingle/.; na rua da Senzalla-No-
taii.12. .
Vi'inlrni-si' ,is venlailcrossoltininRleieei pa-
tente, do mola ii aemellat na rua ilaSoou laNo-
' A l'lin US. CADA I M CORTE DE :i l|-'
COVADOS.
Na loja a. pi'- vollii para a roa doCollogio,
vciule-soriti's ilu casmiras Ir laa ealgodflo, niiiitn
eneorpadaa, e nadroei muito lindos o moderaos, pelo
barato prego lio IX)M0 rs. nula um rollo.
No ainia/.eni da liavcssa da .Madre
de Dos u. 9, e no caei da Alfandegn n.
I, vende-se larinlia de mandioca, mi
Mo e feijii mil Intiiftio de supeiioi-(|iia-
lidade, por preco commodoi
A 5.000 c 6.000 rs. a sacca.
\'ende-se letjao minio superior, raja-
do, a.'i.stlllll rs. n sacra, e iniilalinlio, a
li.Stli) rs. : no arnia/.i'tn de i.ui/. Anlo-
llio Aunes Jacome, deli otile di pollada
Alfandegn. *
CERA DE CARNAUBA.
Vriulc-sc u Porlo do Mallo-, ilriiniiu- do nriim-
/i'iii do Sr. .1 < -. < i...... Francisco de Alm, cera de
carnauba doAraealyi por monos ,io que en nutra
qualquor parle ; assim como lalivrlnllios assentados
cm Itoa fa/oiitia. constando ti loncos, loalbas c ru-
das de saia, cli'.. ole*
Venileii'.-se os verdadeiros salames
deRolonlia, cheijados tiltimnmente. no
largo do Corpo Sanio n. (i, laliernii de
l'almeira t\ llelli.io.
REMEDIO PARA FRIALDAOE
GonUiiAa a vender-ao osle acreditado remedio .
proparado peh formula do (hllecldo pliarmaceulico
acbasllSo Josa de Olivcira .Macedo : na botica la
rua do li.nu I u.S, cm Irculc do berro <|ue val pa-
la o arsenal tle uueria.
REMEDIO ESPECIAL PARA ROBASE
CRAVOS SECCOS.
(.oiiluuam a veudor-soii* M'iilatleiras o hom rnn-
coiluadas pilota-* para boba* orravoi -ceros, na bo-
tica da rua do Katifiol u. val para oarsenal de mierra, \cidatleira COmpOsIcSo
do fallecido pliarmaceulico SebastiSo Joso de 011-
\eira Haccdo, donoquofoi da bolleo n. t>i damas-
ina rua; 0Como na mencionada boliea n. (i i SO le-
uha annuuciado ililo remedio espacial para !"! o
cravos seceos, declaramos ao re*peila\el publico
desla cidatlo. senhores de oiicnhos o azendeiros,
me o dilo remedio nao he o M'i'dadeiro d<> fallcei-
tlo, por isso ojUQ nico o >crdadeiro lie o ipie lo-
mos vendido c conlinuamos a vender em noasa bo-
liea n. S; o para ipio o raspeilavel publico se con-
vence da ventada, rogamos no lllm. Sr. Francisco
le Paula Pire* llamos, romo leslamenleiro do falle-
cido Sobailiao Jos de Oltvelra Macedo, a homlade
da responder ao p dosle, so o remedio uno lomos
vendido emnossa bolieai hoou nao o vardadalro da
rompttjiicfro Jo Fallecidoe por ello anda preparado,
(liuii sua resposla muilo obrkodo* llie licanios.
w l'ci.itttn <\ l'inhi.
CAL VIRQEM E POTASSA.
Vendc-se potnssa dn Itussia e Amcri-
(iinii, cjil nova ciji pedra, vindn agora
na bai'cn Gnitido, tudo da mollior| ai;*
lidade, ([lie lem vindo ao morcadoepor
commodo preco: na run do Trapiclien.
17, irin;i/.i'in ilrJo.se Tcixeira Basto.
da Alfaudega.
flOl.
a,tabernau. 22,lia para
novo o gord8| a preco
da Vima Uoma : a
CEBLAS BARATAS
Vendem-se ceblas novas a l'-tHI r*. renlo
arma/em de .1. .1. T. Jnior
Carne de
Na ruada Sanala Novj
vender ramo do sol, muilo
commodo.
Vonde-ee a hposrapl
(rala** com .los locme de Arujo, na roa doSove.
Vende-se um carncirobaslanle prende o gor-
do, bem manso e moxo : confronte ai ordem lor-
reira ilo S. PrancJfCO, COI heii a n. 5.
Vende-*o una miilatiulia minio linda de 13
anuo*, imiijo diligente e esperta ; um inoleipie de 1H
auno-., muilo lindo e esperto ; dita* bonitas pridas
muHe mona,sem vicios nom acliaanes, ptimas pa-
ra quilandciras ou para lodo o snico ; Iros pidos
muilo moro* bou* para todo o ser\ico ; mu ililo do
meiaidade : na iiia dos Quarlcin n. ^i, segundo
andar.
Vende-so tuna linda mulalinha de dado de
I.* para !( anuo*, elegante figura c preco ra/oa-
\v\ : na roa da Ouz do Itecifo n. 27, segundo
andar.
Veudo-se nina porc.n do laminas do chuiulio,
para cmhriillidr nip, como lambem papel ainarel-
lo para 0 mcsino lim : aira/ da .Mal i/ da lloa-\ isl.i.
u. ali nadaras
Vendem-sc no aterro da Boa-Visla ,
loja do Guimara'eK n. 48
canlola* d.i lotera do Rosario da Boa-Vista, nao
rorro a 1 do rorrele.
Decimos...........btw
Vigsimos...........'teo

fVendem-so charulos de Max ana, em caixas
dr com, o inoias de "i: na rua Nova, loja
:,":,;;-! : sauz : .-,
Para rapazes.
Vcndo-sc sapalo, de beiterro para rapaxes ilo t> i s
anuos humus de algodxo piuladas do foros na rua
Nova* loja n. '2.
Vondorso casomlras proprias para forro ili* car-
ros, un liijn ,ln A. Colomkio : na rua Nova 11. -2,
slrax.da matriz.
V'cndo-se collolcs maecdonia dcsclinitprclosQ
do coros |hii l.v-imn rs.: loja n* -, .1^ rua Nova.
\Vii,leiii:si' cortes ilf rasemira ingina de l>o-
nilas cores mi lujn n. 2. dn rua Nova.
Erva malte,
vonita-se mi iraToasa dn Uadro do Dees armazoni
plnlado ili'ioxii.
VendeHsasal muilo srosso, vlndode Gadis, n
trillar com Josa: Antonio do Araujn, no UocUo.
Vciule-ee ama pretu crioula ilt* idade 2't ;m-
iiiis, parida de mu un1/, iivm un') cria mulalinha,
ruin ho de muiii boa conduela, c lem algnmas ha-
bifidadex; e poderse amanear ;<> eomprdor a eondue-
t,i da moni.', e lamben! so __'.; motivo porqueta
\eiulc : mi run il.i loria n. 7.
v vffy*' "n,a 'K^ do idade de 22 .innos, de
honils ligura, com una cria do 15 metes,
ravo moco, doserVIcodecam-
po : no aterro da fl-\ 1,1,1 n. t.
Vciide-sc um Cavallo ruco, rom lodos os anda-
res, gordo :'na rua do l.ivrainnito, luja u. I(.
Loteria de N. S. do Rosario.
No dia 12 do correrite; andnm ai ro-
das desto loterin, no conitorlo da igreja
de Noua Senhora do Livrnmeiito, com
todo c qualquer numero de billiete que
iear jx)r vender, o resto que existe a-
clia-se a venda nos lugares do cosame,
Otlicsoureiro, Silvestre Pereira da Sil-
va lillllillil-lies
DEPOSITO DE P0TASS\.
Na na de Apollo, armuzem de Leal
liis, continua a existir a melhor potns-
sa fabricada no Ro de Janeiro, a preco
commodo.
Na run do Cabuga', loja de miudezas
de quiltro portas, vende se
ti ni rompido sortimento dclans le l>or-
ihir, ilas melhorcs Vires, c mais linas do
mercado ; assim como franjas atrancas
(le 18a e relro/, de lodas as pialidades,fu
neias le i vidros de tartaruga, mtitO li-
nas, ricas l'ranjas de cores e brancas de
cortinados, mn completo sortimento de
hicos, lilas, perfumaras, meias, luvas,
tanto de menina, como Dan senhora,
toncas d laa, sapatinhos do mesmo, ban-
dejas, etc.
Modamc Millocliaii Bneaard, parteripa assuas
IrCRueSM que lliceliccaram modas novas, |ielus ilinis
iiltiinii. navios lia uro/es o l'eniainlnirn e lleaujeu,
o sorliineiilii eompoe-ee de eliapcos para seRhuns e
Dieniuos, ealtiles para caliera, inanleleles, basenit-
nes o eapollnhos de soda de corea c preto, cahecoea
remelras e capotinlios, caaetnim de luco, camlslnlias
de eambrala o de ico bordada, laaogespara vest
dos, lenco, c diales de seda ; ricas lilas lamas; espar
lillios, bieoso rendas liranrosc prelos, tilos, cam-
lindase l.ulalaiias, lilas de eludo para enlejiar ves
liiloj.luvas.de joiivim c de seda, lucos de Idonde.
eambrala de linho muito transparente, trancas p Irn
jas. l.....;r,s do cambraia ele. ole,, em miudeas lam-
bem rcci'licu-se lilas de liulio puro, de todas as lar
curas, retro/ de cores, agDlbas e calim para vesti-
do., ossas tazendas se vendero por preco mueto ra-
toavel: no aterra da Boo-Vlsla, n. I, luja.
No palco da riblra de Sau-Josi; n. II, vnde-
se nina pela de lucia idade, nncao Angola, sem vi
ciu, ncni achaque, ptima ipiilainleira, por preco que
convida o comprador.
Vende-se lima varea com una cria muito man
i, por commodo preco : a tratar no paleo da Santa
padaiia, onde os prelcmleiiles a pode
"J I
em
rua
! lili
, na
NO QRADG ESTABELEC1MENT0 PE
rA/.i:.M)AS BARATAS, DA RUA DO
COLLEGIO N.2, E CRESPN. II.
Vende-se o iiielliore mais largo panno
de linho ile Alleniniilia, para (eniiies ,
que tem viudo a este mercado, com 0 c
10 palmos de largo, pelo buratissiinu pii>
einle .stltl e $500 rs. a vara.
" Vende-so umaeacrava de benila iletira, de25
auno, de idade, pinico mai- 00 mellos, cun as hahili-
dadessceainles : ciHEinlielra, lavadeirae encomma-
deira: naruadaCrui n. 17, segundo andar,
Vendo-es um preto da Costa, sem achaques,
^milito Nidio i- pioprio para ariiia/em de sasucarou
nadarla : quem o pretender dn ija-sc a rua do Ca-
1^,-. loja da .loaquin Jo,s da Cosa fajo|os.
Iicderii-o Chaves, veinte um dos seos sillos de
le ras, con casa de podro e cal, arvoredos de Irados
boa agua de beber, o tena propria, na estrada do
Itosariuho, ede llclc-in, por preni cnininodo.-
Loteria do Rio de Janeiro.
Aeliam-si' B venda os Indicies da >"
loteria do Monte Pi (ieial,|ticilcvccor-
rer de (i a 10 docori'enle me/, de agosto.
Ovapor Guanabarn sabio d'aiiuelle por-
to nodia >(>, a lotera 15. doltospital da
Misericordia Ucava acorrer a "27, e asus-
tas -de Ulna contra loteria chegaiu de l!l
a20 do corrcnlc-: os premios serfio pa-
gos logo que se li/.cr a distrjbui^oo das
islas.
Vende-so una taberna com plices fondos,
rn, piteo da Saiit.i tan/ n. i:qnompretenderdlri-
ja-sea ruado Qneimairo n. l'II, para tratai 'do BOU
ajusto.
My.lerios de Lisboa.
Vendcm-se os myslerios de Lisboa, por Alfre-
do Hogan,] clu'fiailo.utliiiiani'lllo ilc Lisboa i lo-
iiii-, com linas estampas, por pfbee e......nodo : na
rna lio CoUogk), loja de eucadcrnacAo n. S.
\VV.\\>sS\\Vv.^>^
DAVID WIXLIAM HO'.\ .MAN, cnronliofro mn-
rhiuisia o FnndMor iIcIohm. mol rospoilosaneiilfl
aiinuiiria OM sonhorc< proplielarlM lo cutli'uh'is,
f.izeiiilo.ros, o aorespeilAvel puhlico, queosou wta-
hi'lrriinoiilo de li'iro movido por ir/jt-liina do Mil1'1''.
na rua ilo Hi'uiii pUMDdd ocharan/, noillna om
eflecll vo osorcicio, otOAcluicomplotainoiilfl inoDlndo
com npparelliM da primeirn qunlldado para a por-
foa coiifor^aO da* maioroa peras do machlnfamos
llahi|jla pata ciuiiii'IhmkIit t|tiao->ipior ohras da
miarlo. David Wllliam ItowoJBii, doseja maiapar-
llFiilarmenlo rhamar a allenrao publica para a-
Buinlea, por ('jleUaaRrando aonimenlo ja' pnunp-
io, om deposito na i noso i a fundirn, aa quac rona-
IruJdaacm sua fabrica mmIcii ronipollr rom m fabrl-
canaaom |mIi nlramioiro, lano em proco como em
< 111. t I.. 1.-1. i ly fhalerias prlmafl 0 luaO uC ohra, a
saber:
Machinas de vapor da mollior roii'lruca..
Moendas decannapara enpenlios de lodos o la-
iiianlm-. movldaso vapor por agua, ou auimaess
Modas {|p anua, moinhos do vento o sorras.
Hanejoalndopendenles para cavalloSe
Rodas denladas*
AlmiIics. hrou/os o chiiuiacojras
(.111/
rilo \er
LoterU de N. S. do Rotarlo.
Discnmio aos incrotlulos. As nulas desla lolcria,
-ni.I.rn, iuralliveliiienle no da IsttJo corrcnle, 11>j os llhch's que Ikaram por se vender Na l'nra da
Independencia loja de calcado d. 33, e rua rio Caba-
na, loja th* sirgueiro n. 96, acham-so a >euda,*hi-
llicics, nielo o caulelaadesla lotera ;
PHECOS
Itilholc-........,>VHI
.Muios.........gyOO
Decimos........ (ik)
Vigsimos....... :1l1
A 3,200 rs.
I'.ilil'isdehriiii do cor, IrMOOZea : na rua do Oil-
leOtO O. le
Vende-se urna necra hoa qullandclra, lava-
deirn e co/.inheira, por commodo proco, por ser de
niela idade: na rua larga do Rosario n. ii, segundo
andar.
Deposito do calcad** do Aracaiy, e franceiet,
no aterro da Boa-Vista, defronte da boneca
n. 14.
Troca-sc por iodo o prooosapalos, e botina, lano
para I.....mu como para meninos (le Indos os lama-
nhos assim Come um no\o u1 cmplelo sorlimeoto
tle calcados france/es de lodas as qualidades, lano
para liomein como para senhora, nioniius c meninas.
ludo aflm tieso apurar dinheiro, inda moMiio sondo
sdalas vellias.
Vende-so urna oscrava com habilidades, pota
nao lie boa farneira, coilnha o diario tle tuna casa
de familia, lava eengomma ; nao le vicio algum :
(pierna pieleudercomprar dirija-se n rua dasguaS
verdes, no segiiniloanilai 'l<> sobrado n. um.
Bonetes escoceses.
_ Na luja do Domingos Jos' Vieira Braga, arroda
G.iutcAo ii. (i, acham-se a venda os milito desoja-
dos bonetes OSCOCexei, proprios pari einliarcadicos,
chogadoa ha las pelo vapor Ot$ttwtbdfO% vindo d
Sul. lien unir loja ipic hojoso acha de possedeslo
genero, a jjuaulidade lie pouca ; o ('lies antes que
so acbente
Carne do sertao'.
Vendo-SO mullo hoa carne ilo serian, a 160 We
a lihra : na rua to Quelmario, n. 11.
Vndense uma bonita cscrava crioula, com Jfl
annes do idaxle, aflanra-ae o sea proceder: na rua
doNogueira, sobrado n. ;i!i.
:.:.;. : ', ::'.:::;:.::::';::;.':;::;
GANT01S IWIUIKTi: & COMPA- g
N1IIA.
Conlinua-sca vender no do|iosilo acral da 9
m rua da Crua n. 5, o axcellenlc e hom con- ^v
5 COHuado rape arria piola da falnica de lian- V
f; luis l'ailliele i\ Companhia. da Rahia, cm f$
iraiidesepeipienasporces.peh preco eslahe-
; lecido. di
:;,;;:'.:'::::;;::..":':::::':..:;
SALSA 1'llilllLIIA.
ni-;
BES! v- SS f*V5- S n -_
As numerosas eaperioncas feitas rom o uso da
salsa p.in illia em todas as enlcrmidades, orioinadas
pela impiire/a do sanoue, e o liom evito olilidii na
i,Hii- prlii lllm. Sr. Dr.Siaaud, prealdcnle da un-
ilemia imperial de mcilicioa. pelo illiislrado Sr. Ilr.
Antonio Jo.i; Peinlo rm sua clnica. i-nn SUS -lla-
lli.ida rasa de saudc ua Gamboa, polo lllm. Sr. Ilr.
Saluriiino do (Iliveira, medico dn ovorcilo pjinr \a-
0 krle iMMee* I
Veode-se carne do sertao, lioauira. c niicM,a, I
ptima qualidade, e preco ,-oinniuilo : na lanero;, .
ruados Martirios n. ;Wi.
HOB LAPFECTfilJV.
O ico autorltado por dedillo do eonttlhn
e decreto imperial.
Os nieilirou dttilnupitaesrefonimonilam.narrn,.!
i.accteuv, como senil" ,, uoicu autoiisailo pelo m.
vernoe pela Real Socicdadq de Medicina, fetc lw.
dicamcnln d'om genio agradavel. c fcil a tm-
em secreto, esla cm oso na marioha real desde m
de ti anuos; cura radicaliiicnlc em poucorfeas
com pouca despexa, sem mercurio, as aSHSosiSj
pelle, impinaeos, asconsequeneias das sarna. .
cras, e os accidentes dos liarlos, da idade rrit'mwJ
catliarro, da besisa, as colilraccoes, e irn!
dos orgflo, precedida do aboso das iiiKecc,-s ,T
sondas. Como anti-svplulitiro, o arrobe cura 2 i
pouco lempo os fimos recentes ou rebeldes ,7
vem iiicessanlcs sem consequeoria ,1o era prese a. *
paiba, da eulicba, ou das iiijeccoes que renrteT
*m ""."-, ~.......eulralisa-lo. O arrofie l.allc.w>
he espcfialmente recommendado contra as doean..]
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao-io-i,,,^
de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de a,
ral, c de An onio Feliciano Alvcs de A/evedo, ,,,,
Ca de I). Pedro n. 88, onde acaba do cheaer nu
Brande poreaodc Rarratas grandes o pcqiwias, va.
:la din c mu uto dr-l-ir, de es, do |jr. I
> tiste i N lurmlarfe '
va, o.i praca ,
>. em. ensii de Joaiinin
Araujo; na llalua, Lima v Inno. i em Fernn
buco, Soiini; Kio de Janeiro, Rocha Pililos
Moreira, loja dedroxas; Villa-Nova. J,ki pJ;
de Magates l.eilc; Itio-Grande, Francisco de pau
la Coulo rti C. "
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundidlo le C. Stiur & Companlii,
em Santo Amaro, arhn-sc para vende)
moendas de aiiniis todas de term, deum
niodi'llo ^ eonstrue;o muito snpci mm,
\ i-i i- le'-su uma escravs de naeo Congo, a qm| i
sahe lavar c cosiuliar: cm Fura do Portas, n. II.,.
Vende-se rap do Lisboa, vindo agora de on- I
rnmmenda, |iela barca Gratidao : no Urge di \>.
semblea, n. -1.
o aterro da Hoa-Visla, laja n. ti. do Ilr. Ihi.
harrv, acha-se venda um realejo de velo rom u-
humha, rampas c de muilo cxcellenlos vetes.
LalTecIcuv 12, ruc K
dnin-sc gratis em casa
I). Pedro u. >-.'. No
ESCRAVOS FGIDOS.
rio-, uniros mediros, |wriiii(l
al l amen le asvirlmles eftlcazos d
SALSA PUIILIH
DE
BRISTOL.
Nota.Caila Barrara n
pido, e a salsa parriUm
como puramenle \euelal :
sium.
ii deposito desla salsa
ranccxfl da rua ta Cruz,
CoDloa a oslar fgido desde o dia II de
inaio o prelo l-ioni/in, de nac.lo I r.i, ili> ill fl,)im
de idade; Icvoucamia dealcodAo Irancadods llu-
hiu, cjilcn to aluotlAo Irai^ailo do IUlrasa/um
sem chapeo; alio, cheiodo rorpo, sem barba, cun
principio de buco c com falla de um denle na fen-
le do bailo, nariz chalo, roslo comprido, hnsianie
lianiKiido, p Brossoj que parcrcm iuchados, (pian-
do falla liealrapalliado, mo pronuncia hem as pala-
vras e I- i-ianir carrejado de phisionomia.^hre i m-
co os ollios, quando andaou para parece espanlad
foi escravo dp Nouicriano Joi de Marros que mo>
rou no eu-'euho Pililu'i, hoje llha dasllolnas ln-
ue/ja do Caiio, o qual o vendeu a l.uiz Anlniioj
Aunes Jacome; he dosupprque algucn o seduiaf j
m' ou o furlasse para o vender para o mallo a a|.
jiiili seuhor de enuenho, ou o Icnha occullo, lrab,> j
lliava cm armazein do a*sucar, c por isso .1 quem ]
elle forolFerecido para o vender, e he de suppiir que
Ihe mudem o noinc, por i |toliciucs, capilAes de campo e pessoas du po\o, o
apnrelicntlain e levem-iio a rua da Cru*. do lir. ,
.o ni i/co de I.ui/ Jos de Si Arau>o n. 33, e
Krnllflearn dn looamNirs.
Conlinua a estar fu id o, do 1 selcmliro ilo I
auno de I8V2, o prelo l.uiz, de iiacjio CaiAance, Je ;
idade I _*><.i IKIaniini, de estatura haixa, cheiodo 1
rosto, lem um siunal como de um I11II10 na e dircila, o quando falla hale rom a Jincoa iiusden-
les ; esle escravo foi i\o Sr. Francisco de Canallm I
Paos de Andrade, lie contiendo polo uomc de l.uir
mai imha.jHtr sor muilo apaiionado desle mlrumea-
lo : quem o pegar \e\o a rua da (/incordia 11, I
lelinacao. que reoeberu IOU9OOO rs. degnliflesj
cao
Anda conlinua oslar fgido,desde I' le m.ir-
vrt do corrcnlc anuo, do eiigenlio de Sanio Aniarl-
ulio, fuuue/ia ta Vaiawa, u ajojCAva Silvano ivni os;
i^ies seguidles: levou camUacceroulaitcsilsotlAo |
ila Ierra, representa ter -21) anuos de dado., rara um
pouco larga e talhatia, nllura regular, nao falla semharaciHlo, lie alguma cousa fula c lem lodos m
denles: quem o pegar leve ao mencionado cnseiilio,
quoser liem recom|H?i.sado de seu trahalho.
Desapareceu no dia ti do correle, dosilioj
onde mora o Sr. Kduardo Fcnloii, m Passlgenh
da-Magdalena, o escravo do nomo Joe Pilaras, 1
representa ter 10anuos, casado coma escrata rri- \
oula, lienoveva, que reprsenla ler *"> '.....;<
escravo lie de atlura regular, grosso do corpo, p
cambados pora dentro, falla grossa c rouquenlia, lie
muito regrisla edado a valenlfo, levou vblldoefeV
ca e camisa le algodao riscado americano de lilras !
ca oscrava lie alia, reforcada, lem falla de denlo
na frente, unin cfoatril em o lado tlirciluil.i ra-
beca, proveiiienle.de pancada, fallas mancas, ecosi !
osolhos nochjo, levaram lodaa roupn que tiiiliiim.
julga-sc Icrein seguido a estrada do ser 1.1o ilnRi-j
choda llriuida, de onde foram do Major VulroJ
Itoua-so por lano a (odas as autoridades poliriaovJ
e capilaes decampo,que os aprehendan! c 04 leven]
a rua dosOuarleis 11. i scguudo andar, ijiic se-_ |
rao hem rtompensados.
*- Continua a oslar fugiilo, desdo 18 de abril pr-
ximo passado, a cscrava tle Momo Coima, muala, de i
id anuos de idade pouco menos, com os -un n- -o- j
guiles: altura regular, as rostas com diia*co-
ras, sendo urna 110 hombro csqticrdo, c nutra pana I
meio ilas costas, no lugar da nina lem uma costura 1
pequea de ventosas, os ps compridos e scpco, j
lendn a linio esqucrda um lano rlomionl&Ac ""'
panaricio, cabellos corlados, orcinas grandes, per- j
as linas, sabio de saia o limo de lila, bstanle \e-
llio, he lilba do ltio (rande do Norte, foi escravl M
Dr. Selle, tlepois de I. Mara Feliciana do (Uncir,
leudo feilo varias fgidas, c j foi pegada uma va
11.1 villa dolguarasad: roga-se as aulorithylc< p'li*
ciaes c qualquer particular que soubercm dola, t
dirijam ao alerro da Roa-Visla, n. 17, a fallar cos
Mlem lllini
de llri-lol
n mercurio, iodo, pota
mudou-SQ para a hnlica
cm frente ao cbafariz.
DAURORA
c
respeilosamente
lahelecimeulo 1
Cav lines e oarafoaoa le todos os tamanhos.
Taixas, parn", crivosc bocas de fornalba.
Molblios de mandioca, movidos a man 00 porani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas do fosaSe f"i nos ,|r 1H iujii.
Canos de Ierro, lornelrns de fero-ede bronxe.
lloinl.il- para cacimba 0 tle repuxo, movidas a
ma, por animaos on vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensashydraulicas ede parafaso,
Ferrageuspara navios, CUTOSC oliraspublicu.
Columnas, varandas, gradei e podos.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do maOoaradoade ferro, ole, ob*.
Alm dasuperioridade tas suas ulnas, ja' lioral-
mente reconbeetda, David WiHam-IInuoian uaianle
ainaisr\acla cnnlnimitlade com os moldes e dose-
IiIhMremellidos'pelos senhoie. tpieSfl dlgnareffl de
fa/or-llic cncommendaSt apinveitando a orea afl ua-
ra agradecer aos seos numerosos amigos o Ireguoices
a prenToncla rom que lem sido por alies honrado,
e atsoutu'a tlies qu uafi nounara estorjOso diligen-
cias para conUnoar a merecer a saa coniianca.
Faraba de mandioca
Vende-se l.ninli.i ,|.> llm-rm.....50, htailo -upc-
rior : 110 prensado Manuel Jo- da Silva Braga, no
Furto do Mallos, largo, di assomblq n. 1.
STARR <-VC.
iiniihciain que un seu DXleilSO 08-
Saulo Amaro, conlinua a fabricar
1 a niaior perfeiratOpromplido.lotla aqualidade
do iiiachinismo para o uso da agricultura, nav04a-
c.lo e manufactura, 0 qi"' paa maior commodo de
soos numerosos freguezes e do publico em geral, tem
aherto em um dos mandes aruia-zcns do Sr. Misqni-
la na rua to llrum, alia/, do arsenal de mariuh,
DEPOSITO DB MACHINAS
construidas no dito seu eslabetecimenlo.
Alli acharan os compradores um cninplelo sorl-
tnenlo de nioondas de caima, com lodos os mellio-
ramenfos alauos debes notos eodginaesj de que a
experiencia tle muilos anuos Irm moslrado a uccIS-
sidade. Machinas de vapor de baila o alia raraasffo,
la xas de lodo (amando, tanto batidas como fundidas,
carros d.....ao e ditos para condu/ir friuas de fcWU-
car. machinas para moer mandioca, prensas para d-
li. ftirnos^ tle Ierro balido para farinlia, arados de
ferro da ans approvada consiniccjo, rundos para
alambiques, ivo-. > pqras para foralhas, < uma
nfinidade tle obras tle leicu, que aeria eiifadoulio
onumerar, No moanto deposito existe uma pessoa
iilelligenle e liabilllada lairarecolieT lodxsdsefi'
coinnieutla-, (le. etc.. que OS aiiinuo-hiile- < mil,in-
do ruin a rapa, idade de mi.is nllicinas e machiiiMiin,
e pericia de leusoflktaesi te comproinelteni a faser
execular, com a maior pfftsleta, |erfeico, eexacta
conformidadeconi osmotlelu-oii desodlos, nsli uc-
eAej quclhe forem Ibraecidas'
retlcrico Chavos, que ser recompensado
Ao aroanheeer do dia i do agosto, noengenha
Paraso, do Jos i^orreia de Olivcira Jnior, coa>
marca tle Naz^reth, desapareceu urna escra\a ca-
bra, clara.de nomo Paula, idade de SOannos, |wu*
co mais ou menos, de IMa eslalura, rorpo recular,
cabellos prelos, crespos e bous, ecosliiina Iraie-tM
penleatlos, lem falla do um denle na frente. "
queixo superior, heicos (reos, anda almona MHtffl
camhila das pernas, tem os dedos dos pea curise
aluuns sem iinbas, ]iroveuicnle de bichos, cintura
libras de Ii- 'na, cheia de gcilosomo andar, he muilo ladina, e
he garantida P^povilada 110 fallar, cncomma 6 cose mal 1 aa*
pAe-se sor conducida a cavallo, levou nrco
roupa, sendo, 1 chale de seda, t dito de inclino, I
dilo de chita encarnada, I l branco c diverso*
vestidos de cassa branca, de cores o do cbila : quem
del la livor noticia queira leva-la ao dilo cnseiilio,
ou ncsla |-i,ir.1 aoSr. Jos llaplisla Itibeiro de 1>
ria, na rua da Cadeian. 9.
Dcsapparcecn no dia I de agoslo um prelo por
uomc Tbeinoleo,idade dOanqajperioulo, baixo.urov
so ilo corpo, lem as pernas arqiicadaa, pouca barba:
levou duas clelas de riscado ilo lislra, o camisfl >h
algodo grosso : quem o pegar ou de!le dor nolin.i -
liiija-se a rua da Cruz 11. .'19, quesera gratilicailn
{onerosa mente.
Desde o dia 22 de julho passailo, osla futido
do ahaixo assignado o seu escravo de uomc Anto-
nio, cjioulo, de idado tic "1 anuos, ponen mai* os
menos, cor [trola, abura regular, o relorcado to cor-
po, pouca barba o com uma marca encima do lor-
iio/clh> da parlo do fura do um dos ps, o qual he
nalural do Macei: levou camisa to algodaozinlio.s
calca branca, o qual oscravo foi comprada 80 Sr.
Nicolao Machado Freir, morador iioMouleiio,aon-
do ja foi euconlrado; assim conromililasj vtvr-i''"
bairro da Hoa-Visla, ma da Aurora : recommeiula-
se a caplura do tlilo escravo, sendo cnlregue ao -cu
senhor, na rua do Collegio n. 2t, segundo andar, n
qual gralifleara.
. tutumo Jote Uotlriyties de SQMX Jiouor.
Siguaes to cabra Cosme,q ilc \~i anuos pouco mais, uu menos,de altura regular,
cabellos cacheados, olbos regulares, nariz um
lano erando, bocea nina neba, desdentado adi-
anto, bem barbado, e j pintando, milito (aba-
quista, o muilo ladino, c he bstanle conhecidn neatt
praca,e tem-se na cunta de forro,c ja foi sm nido de "* .
calh.io, o por isso hade.Icr marcasita dila surra:
alm diSHO lem uma maica era urna poma na pal"1
|ioslcror que perece frula de fugo, o a marca he
redonda c pcqucna,ja fa/. dolh anima pomo ni.iia cu
menos que eslevo fugithi, c t oii*ta-me ijue esleve
nesla pracaa titulo tic forro, e que esleve (rebat-"*
lo no soi v ico de canoetro, que ne mejjlre dasle scr-
vfeo, o tle lodos os mais ; roga-se .c-anioi idades i*"'*
taes. e rnasmo aos captlftes d'campov* que o a|*e*
lendara queserffo gratillcadoa; adsertavae, fugio"0
dia 11 de julbn do corrcnlc anuo. Antonio a
Molla Teijctra Cawlcanti.
Perra.1 Typ.
r. eFarla. I8W.
s


Full Text
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