Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02504


This item is only available as the following downloads:


Full Text
DE AGOSTO DE 1853.
AWNO XXTX SEXTA FEISA 5 '1 ., DE AGOSTO DE 1853. ________________ N ,7
DIARIO BFilPERMiBlCOT
FBE90 VA' DBSCRIP9AO .
uksrrcc-te o li.OOO por auno, c ifJOOO por
nunrli'l )kibo adiiinladi', c I9VK) por quarlcl paso
MMinilo, 11a rain du seu' proprictnrfo, M. Fiyurinu
de /-(ira, napraca da Independencia, ns. 6e 8, ano
Kii> de J. casa doSr. JortS Percira Marins.
o 1". iDiiprad.
o JiMi|uiiii Bernardo Metidonja.
o JosuiHodriiiue* da Costa.
ci Joainuini Iiinacio Percira.
u Anluiin de I.enios Brasa.
o GuilliermcAuguslo de Miranda
ce loaomm Marque* Rodrigues.
(i Justino Jos Kaimis.
Baha
Mani '
Faraliiba 0 a
,'alal
Anua!) 0 a
Ceara' a
IfaranhaO 0 c
Para" a

CAMBIOS DE DX AGOSTO.
Sobre Landre* 28 t{
Paris, 337 .
o Lisboa, 95 por renlo.
MKTAES.
Ouro. Onras litspanliolas 28i00 n 23000
Modaade tolOOielha......IIWOOO
11 de IStfOO no*as ...... Ki-ysjO
o do 48000.........991100
Prata. Pillarnos brasileo*........ 1^140
Pesos roliimiiarios........19910
a mexicanos.........I9H00
Are/les do Banco......... 10
llt-sronlu deLclIras.......9a II
NOTICIAS ESTBAMaEtBAS.
Parta-gal . 11 de Jnl. Austria. . 5 de Jnl.
rhkpanha . 9 de 11 Inglaterra 9 de >
Franca. . 8 de Suissa . i do
Blgica . . de s.....te,. . 26 de Jun
liaba. . . \ de o E. Unidos 25 de
Aleinanba 3 de Mxico . 10 de ii
Piussia. . 3 do California 15 de Mai
Turqua . 2 de i> Cbili . 15 de ir
Riwrin' . 21 de Jim. Buenos-A. 4 de Jul
Dinamarca 8 de Montevideo de i
wotioias do mrauo.
S. P.do Sul 3 do Jul.
S. Paulo 12 de Jun
Minas. ... 23 de
Hile Janeiro 26 de Jul.
Babia .... 30 de
Para*. 18 do Juiho
Miiranhao 22 de >
Ceara'.. 27 de o
Parabilia 1 de Agosto
Alagas 31 de Jnlbo.
paivtidasdos cobbxios.
Olinda, todos os dias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruani. Bonito o tiaranbuiis, nos dias I c 15,
Villa Bella, Boa-Vista, Kviic(tiiciir>, a 13c 28.'
(.....un,i e Parabiba, segundas c scxl
Natal, quintas feiras.

das da semaa.
1 Si'^ihmI.i. Aft*C**hfaa
do S. Pedro a|Htolo.
2 Terca. N. s. dos An
jos.
3 (Juarla. S. Ilermi-
li.
i Quinta. S. Domin
nos de (asman.
5 Scila. N. S. das Ne-
xo.
6 Sahbailo. S. Xislo p.
m.
7 Domingo. S. Castao.
AUDIENCIAS.
Tribunal dtreommirrio.
segunda p quintas.
feiacao'
tercas e sabbado.
F'izcnda
Ierras esextasas lOboras.
Juila ir Orpum
segundase 5. asid horas.
/ittitrtia rara do cicel
tercas e 6. ao iui'ii>- Snjllllilaiillililitrii-rl,
qunrlasc sab.ao ineio-d.
XyHEMEBIDXS.
Agosto 4 I.ua nova as 10 hora, 15 minutos e
.'lscguudos da maulla*.
12 Quarlo crescento a 3' horas, l!l mi-
niiluse 36scguudi>sda inanha.
18 I.ua chafa as H horas ,: :t.~i minutos e
lseguiuli da tarde.
26 Quarlo niingoanli' a I hume 17 Oli-
nutus e 33 segundos da larde.
rrtEAMAB DE HOJI
Psjinria ,* 5 horas e 1H minutos da maullad.
Segunda as 5 horasc 42 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA 1?R0VINC1 A.
Expedfeate do dU 3.* tic aioiio de 1853.
ruaraDesoneraodo, de confurmidade cun a
I roposla do desrmbaruadnr chefo ilc [wlicia inleri-
iio, a Jos Antonio tapes, do carao de delegado do
Umo do Kio Konnoo,ior sor rouimandanle de um
li.ilHlliao de guarda nacional,e Horneando paraodilo
carao o bacharel Rodrigo Olio- do Albuquerque
Maranbao. .
IHlMDcsoncrando do cari de iiriineiro sup-
plcntedo deleitado do lennodo Kio lormoso, con-
Imiifc prono*o desembarcador chele de pulira in-
lerino, o lenle-coronel Jos l.uiz de Caldas Luis.
0 nomeando para o dito layar o cdadnu Josa Anlo-
ii o Lopei.
i,i.i| tesn eran do do rarao de snhdoleyndo du
rregued* do Un*, o miJordorasMeliVipbaUllillode
nirdl nacional Tlmina/ Lna Caldas, rdos do kV e
J.'Mi|iplcnlcs do auhdelcRado da IVciiexia do llio
1 iiiinoso, os cidadaos/eferrno Amoli ,de Almeida
Lias c Joo Aidonio da Cosa e Silva, conforme pro-
i-ii/o desemliaraador cliefe de|H>licia inl
id.i
,in
inrando para o I.-dos mencionados cargo:
dio Paulino Angosto da Silva freir, pare o i
Fraudara V'iclorde Gooveia Muiira e para o 3,
joo Baplltla Pao Brralo* Coinmuricou-sc
mcMiM (liefodf polica.
dem do da 3.
oiiirioAo Btnt. viee-prasidonto das Alagoa*
rummtniknndo que, (endo o capellfo ilo s.- lala-
IImu do I na ni arta padre A n Ionio da Cunta I'iiiuci
lo huno prestado os csclarccinenlos exiaidos. pela
.I." sccranda ronludoriada niesma llnsonraria.
PortaraAo oaenlo da conipanhia das banal de
vapor, mandando dar paasagem por conla ilo rutot-
no, no vapor ,S'. Sallador, para a pro vieta dan A-
legoas, aos soldados descrloi i>s do8.- bata.hilo de in-
fanlaiia, HaMiniiido Alvos do Nascimenlo v Cela-
no Mauricio, c para a Italiia, aos soldado* MiRuel
Rlbefro dos .tnjos o Joso Pedro, <|uc Vffo reunirse u
cotnpnnliia de invlidos ii qi.e perlenccin. Con\
inunicou-sc MOOmniandaule das armas.
Dita An mesnin, recomniendando a c\pedicai
de Mas ordena, para que oconimandanle do vapor
QuanaMra, receba a seu bordo o rnndiiza a ser en-
(rcRiic ao Bam. prcsidenle do Ceara, um feicbe de
maniva de mandioca.
Dila Ao mesmo, para dar passacein paran Ma-
ranhflo, por conla do ajnvcrno, no vapor uaiutb-
ra.nn desertor do quinto bnlalliaoda infaularia,
lenlo Isoncalvea de Ollveira, que seH ramodidn
pare bordo do mesmo vapor, pelo coronel coinotan-
daide iUis armas. Cnniiniinicou-se I oslo.
Dila Aomeeiiio,parafaier Irausportar pareo
Ceara, cm um dos luaares vasos de
oslado eslslonlesa bordo do vapor
padre .Manuel do Ileso Medclroo.
Dila Mandando, cm execoclo
n. 316. de 14 do mareo desleanm
IHusaRoiroa
(iuanaora.
c>lii, que velo para esta provincia coni I
diicnlc, ollererido-sc para fj/er nesl \ guailCflo t
M>rvicoqueIbaas rompalivel rom o ton oslado di
Minie. resiRnando assiin o restante da dita lit-cnea, i
M'inlo favorevel o parecer do roinmjudanlc das ar-
i acerca do scmelbanlo prelenrrio, eipedlo 0T-
diui enil de inaio ultimo, nao so para ser 0 dilo ca-
iifllAo reunido aocominsente de^eu balalliflo, mas
l iiiiIh'ii) para se considerar linda a mencionada li-
cenr.i.
DiloAo Bim. presidenta do Muauliao, dlxondo,
nw |im> acliava aqui a machina da barca de oara-
\,m;.io i-oiistiuida para o servlre cfaquella provin-
cia, 111,1- liaolando viudo na crvela tiiitln, romo
'c e-jH-rava <> inarliinisla darlos K.elel. que pelo ro-
\rion in|'iial Un inctmdutlo de innular a reforlda
mai luna, n.io pude por isso ser a mencionada barca
enviada para alli C001 a presle/a que S. Bxc.
exin.
i'ii-iAocommandanledaa armas, Iransmlllindo
nare oHmconveniente*. nAoa >'i una do soldado
Jujn IIim'iii*. na- lambeni a invesliR.irao a que se
iirocedea na Parabiba pelos reriroontos por elle fei-
los no corneta Hanoel Percira, o declarando que o
referido soldado velo para esta capital no vapor \.
Sitlnitlnr, SORUUdo eonmuiiiiroii o K\m. \ice-|ire-
sidenle d'aqoella provincia*Rorlicipou-so a este.
Ih'tn AO mesmo, declarando que o Kvm. pre-
sidenle do Para coinmanicou Icr viudo para esta
pru\ rucia 0 eapilao JoftO de Castro c Silva, alim de
M'iinir-se N decimo-pi imeiro biilalbao de iulaulai ia
a que perlance*
HiloAo mesmo, duendo que. coin oscvcmpla-
rcs.quc.....ralle do regulamenlo pata a reparlicio
do <|iiuli'l-incslre Rcneral, creada pelo decreto n*
112/, tira salilfeila a rcqnisico deS. S. con l id a em
oilirio ilet de junbo uHimo'.
Mil" A lliesonraria defa/euda, Irn
yi cpa o aviso da repartirn du imperio
jullio ultimo, no qual m declara lorein sid
du. usduplorn Joaqun) de Aqjoino Pona
presidoole, oAlosandre de Souaa Pereira
e Cosme de Si Percira para Hembras da comniissflo
dehygiene publica desla provincia, arecommeii-
danuo a evpedieao de suas onlens, para que cada
um l"> referidos ilonlore-sali-fai.a na eslaco coin-
peteideos direilos coustanles da nota que lamben)
Iransmilte por copia.
HilaA Husma, coinmunicaiulo ipie, por de1-
erlo de 18 de junbo ultimo, scauudo coutoode
aviso do ministerio da tazcuda de !l de jnlbo prxi-
mo pastado, fui nomeado para segundo escriptura-
rlo daquclla Hiesouraria, o Inspeclor da do lli
lirondo do noria. Bonifacio KrancUco Pluliciroda
Cmara, que deve continuar a servir alli no mesmo
losar que ora oecupn* Parliclpou*se ao lvm.
presidente daquella provincia.
Hilo An director da academia de Olinda, acen-
sando recebla a lista que S S. remelleu, d
i malriculados osle anuo naquella
Jceondoa sua leinliranra.
i Aodireclor du arsenal de guerra, aulorl-
>,uido-o, i vista de sua informanio, a mandar alis-
tar na compaubia de aprcudi/cs daquellc arsenal o
menor llllio de Dellina Camilo da Silva, nina ve/
que a lapplicaote Mlisaca asdi>posieocs lio arliao
;. do rcRulamenlo u. Ii:( de 3 do Janeiro do H\
Hilo A lliesourariada fa/enda provincial, ap-
provando a ariemal.H-o, que fox Jos Vicira de
Mello, dos conscrlos da cadeia do llouilo coin o aba-
le de mu por ccnlo no rcupedivO orcamcnlo, sendo
liador Amaro remandes Itallro.
Dilo A inesma, communicando baver proroga-
do uovauenle por mais um anuo, a contar do pn-
nieiro de selcinliro prximo futuro, o contrato que
bavfl feilo o ciiRenliciro Meiuique Auuuslo .Mile,
tiara servircoino ens'iibeiro da repartirn dos obras
I ni Mica*. Coin ni un ico u-se ao director da me-ma
ic|iarcao.
Hilo A' mesma. devolvendo a conla d.i
tus fcilas nos mezesde Janeiro a mareo dcst
mm o sustento dos prc-us pobres do "cadeia
i n.ii u, aflu de ser paga, ristolero delegado
da lei provincial
. que deixa de
continuar a runeconar o coiiscllio de salubridade
publica, e ordenando que pela secretaria du '-inver-
n se facamas neceararascommunicacncs.
Dita Ao direclordo arual ile Ruorra para
salisfa/cr o pediilo de ;(SI paiesde sapalns para o bV
balalbao de iutaulaiia.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnarlel do commando das armas de Peraam-
buco, na cldade do Reclfe, cm 4 de agotto
de 18S3.
OADEM DO DA N. 33.
ti rmoiiel i-iMiiiiiaiHl.iiile fia. anuas interino, de-
laraqo
balallmu
xinilano Joaqu
ineiro da me
res lente l.uiz A
[Ulliloda infaularia,
de Almeida Piulo .1
liveram nermia
Ionio do
e alfera
decira
l0 do -
Cou-
i Ma-
-pri-
iiver-
io para so demorar na corte, soRiindo conslou la
omniunicaciieN l'eila- pelo ipiartel L'cneral na dula
le :n' de jullm ultimo: conscguinleinenlOi de ue-
iilunii efleflo aordom dadla s do referido mezsdb
ii. 20i quo epnaiderau auaenla poi exceaso do li-
nca o mencionado Sr. lenle.
Declara Isualmeiilo, quo liontom fox a sua apre-
utaeao vindu da provincia do Pai.i, n Sr. capilAo
do batalliAo ii. II, Joao de Castro o Silva, equen
lieenea de l'i dias, concedida pela presidencia aoSr.
priuieiio lenle qnartel-uieslre do quarlo balalbao
de aililliaria a p Caelano da Silva Paranbos, ser
mulada dodja ."i doste me/, e nao de 2COMO ante-
riormente -e publicou. Manoet Muniz linares.
EXTERIOR.
mlllindo
le -2ti de
ca pan
i Carme
d,i
i OBlU-
idoraia.
n,'..
sdespe-
1 auno,
de Ca-
daquel-
Londres, 4 de juiho de 1853.
Anda que a oceupaejto oininonlo dos principados
danubianos pela lluwia, tenha ado discutida o au-
licipada pela Furop.i durante um periodo de varias
somanas, a approximarJtodealeovenlo uo Ihc lia
diminuido a Importancia, mas antes augm&nlou a
anciedado com que as suas ronicquencias dovem ser
consideradas, raltaremos doale faci como de um
ovenlo eminente, mas nj<> consumado, porquo
i'i ati.li duvida |uiltU-so noticia que us foratraus-
mlllida de Vicua, do que tg,000 Kussos (inham
com elTelloeiilrado cm Jaas) no dii 'i do paasado,
ru guvernO aostriaao denob cnnlrerfoii ossa aaseve-
racao. Segundo a inrormaejlo mais precisa que re-
eebemo de S. Pelersburso, s foi a U que a or-
den) de Iranspor o Prulli IVra dada pelo impera-
dor.
Por tanlOfterJa una mentira demasiado superdua,
se a inarebana rcaHadade bouvosse (dit lugar no
mesmo dia em quodi/.em que a nrdem foi dada, lia
distancia de7(10 militas. Varias nutras historias,
quctcracirculado com urna temeraria lalsidade que
redmenle nos sorprendo, sao puras iiivonsOos. No-
nhuma onlrevista na lldo lugar entro o imperador
da Malvan e os embaivadiires iimlc/ e frauccx desdo
que a noticia da reueic.iodo alihiialam cllCgou a S.
Pelel slmri'o ; porque, em verdodc, c>la ev en I u.il oa-
le fui semproconservada em segrodo al o momento
cm que o paquete parlio. Nenliuma declararlo >< fei-
ta cm liitgnagom mais lurte > llnlia sido annunciada
polo imperador a aquellos ministros. Anda mais
absurda be a aaserc/10, (lo que inslruecoes peremplo-
rias (orara antccipadamenle enviadas a Mr. de Ktu-
now para regular o OOmportamonlll que deve Icr pa-
ra cuno Revent InRlcx, ou de que nao lem occor-
rido cousa alguina pare censurar oslouvavcts osfor-
COsdcste diplmala, pela conservaC/io das relaces
amisaveis enlre OsdoUS gOvcmos.
N'nlici o smente somos mov idos a monciona-los peta cou-
siderae.lo Jo que nada deve, sem neccasldade, asma-
vara a nc ieda le do publico uc>ia criso. As rireums-
lanciasdo caso silo liaslanlo serias ; sao serias a des-
peito ele ludoquantoaoxtreina circumsiiecfAo a flr-
ineza piulcn fazer para cinbaraar um arando peri-
ro. Com ludo, alo aqu, o espiritado faocfl, mala
falso o maligno doque os anlagonislafl da Inglater-
ra, nodo lomaro poslo para disseminar noticias a-
dulleredas, augmentara nquicla*Ao do paix por
meio de aasereOei infundadas, e diminuir conflan-
ca que em laes occasiOoB se deve depositar to so-
veriHi da rainlia.
Gomo quer que soja, o povo dcsle paix lia de exi-
gir, c lem direilo a oxg plena a honesta prava do
queso lem emprecado lodos os ineios parase evitar
a -oel i .i ; que o governo coiiliuiiamonle se abslevc
tic iulromeller-se eiiiquesles de inleresso estran-
goiro, laes como a dos Lugares Sanios, em quanto as
obrisacoes geraoa da Europa c os nossos proprios in-
leresses e compromisssos nilo foram coinpromelli-
dos; queal entao a nossa inlcrvencaocra concilla-
loria, e nflo ameacadora ; e que adherimos em Inda
a parlo as derlaraeos explcitas dadas cm nonic de
S. Mageslade'no principio deitaj Iransacccs.
Mas.pelocontrario, seos principados forem orcu-
pados pela Russla, como nesle uiomculo lalvczj
eslejam cm parle, sempreesperamos queso possa
evitar umacollisfo ao menos emquanlo setenlarem
novos ajustes. Mas se luda isio so malograr, ae Jo-
das casas moratorias dn parle da Kussia nao pa
sarein de prci.iraces disfareadas deumplauo, ha
milito concobidoc deliberadamente executado.de
aggreasao da parle do imperador Nicol io, enlao, em
ventado, nao pensamos Ido vilmcnle a respailo dos
noosos concidadioa ou do parlamenlo iusiez, que
duvldomos que mostram a mesma uniao c determi-
nadlo que umitas vezes nos lem levado alravcz dos
matares porlgOS.
.Nao duvidamaaqfo foaae fcil ao imperador Nico-
lao, al asura aceitar as garantas que a Porta dnaoa
scus subditos rhrsUos o a terminar a disputa, SO
[ac foBSom os aeua desejos. Mas hedillicil evami-
>s as clrcumstanclaa doala conleoda, sem que
clieguemos ii concluslo do quo aquella que juluon
invenante comoca-la, nao julgua convenanle ter-
.....w-ln agora ou logo. A total insuffk}encia das
lusas alleaadas de rescnlimenlo contra Turqua,
espeeiabiieule ileppisipiea salisfacau foi alcaneada
qiiaillo aos nicos aggravos palpaveis que faziam o
objeclo l,i queiva, faz crer <|ueoulios motivos mais
profuiidnsdovem ser asilados.
Emquatilo acreililavamos que o objeclo da miss-lo
do principe Menscbikoirera resolver a tlispula acer-
ca ilos Luaares Santos, ou ao mendX ohler una nova
ilec|;ii*aeao de imiuiinidailcs para as igTOJaj chrslAas,
Oslas colisas gyravam dentro do dominio da diplo-
macia. Mas a conccnlraco dosexcrcilos na frnn-
leira, a revista cm Odcssa, o proccdiniento do envia-
do, C a sua recepcao em Conslaulinopla, desperta-
ran) todas as suspeilas. Parece (pie elle ha sido man-
dado, nao s para oblar um tratado, mas para pro-
curar um pretexto para desavir-socom alguem. o
pie parece que elle mais precisava, era nina recusa.
star conseguido ludo quanto pedia lora provavel-
nenle niiillosiar a sua empreza.
Exislem na corte de S. Poloreborgo no Imperio
ussudous partidos, que silo claimenlo dislnctos
iclaaua respectiva descendencia das provincias ger-
mnnlcas ou blticas do imperio, ou do velbo (ronco
moscovita, lina larga propurcao ilos estadistas
que lem diauilicado a ptdilica do imperio pcrlencc
a priineira cbisse,entre ellernnlnm-se o principe
Lleven, o conde NeaVrode, M. de Mayondnff, o barffQBrunow, o barl Krudaner,
e oulros mnilos. A propria casa reinante da Rus-
sia lie dividida, pelas duas nicas geraCOWde Ma Ofl-
sem alleinaa, c 0 imperador Alevaudre nunca t>c-
cultou a sua predilecco em favor dos bomeus, que
refoicavain a sua iiniAocom as maneiras c ideas da
Europa occidental
rador Nicolao vai rpidamente lomando-so o prin-
cipal inimiRo da ordem de cousas estabelccida n.t
Europa. He esle o nosso principal perico, porque
a revolucu que elle representa esta armada com
enormes forcas militaros e dirigida pelo poder ab-
soluto. Mas*, por outro lado, como a sua ambicio
he insaciavel, ste espirito ama vez sollo, mais cedo
uu mais larde ha de p0r-9 em eollisAo com os di-
reilos constituidos das ontras naces, e, se a Kurnpa
permanecer unida e leal aos scus- iulercsscs com-
iouii>. lem asma em seu poder prescrever a Rttssia
as liinilac(*tes,que csse imperio prc>euleiueule pare
re tan pnuco disposlo a respeilar. (Time.)
licaajca livesse de exceder a seis me-
INTERIOR.
o hnpi
npposl...
car-so con
as aspirae
dos Mosc
Iros, lem |
lar.
O
-I.nili
cb
rador Nicolao lem IrilbaJo um eamnhu
Aua poltica lem consistido em idenlili-
ii asp.nves, com as parlieutaridade-, eoni
OS politicas, a COm 0 fanatismo religioso
las, >', mudo mais quo os sens iiiinis-
loptado o espirito quoescolliou represon-
i segundo flllioe favorito, o grio tiuque
, lem esposado o mosmo grande parti-
do nacional, al com maior fanatismo e rebemencla
que o Imperador ; e em ambos a causa da (oreja e
do imperio enronlra um campefio, e talvez un ins-
trumento.
Ventada he que a nrdcnleaiiihican dcsle partido;
imflamadio pelo enUiusiasmo religioso c peloorgo-
Ib'o de urna raca dominante, por algQM anuos pas-
sados, ha sido dirigida no presente anuo como o
quarlo centesimo do desinoronaroento do imperio
sieso, e em Conslaulinopla, como a presa de sncr-
ra ; c, seja qual foi a intrnseca iiulianidade de llo
masticas .is-.iciicnes o prophaoiat, iiluguom ha de
negar que conliibuom pira o son limen lo que pode
coocorrer para o cumprimeulo dellas* Segundo o
juixonpaixonndn dosses Immcns, a circular do con-
de Nosselrodo, que ha sido condemuada no resto da
Europa por causa da sua UloglCI lemeridatle, lio
denunciada como urna fraca e indigna doclaraeflo
ila supreinacia ruasa.
A guerra, na forma em que se lites apresrnta,
nrio be urna invasffo, mas urna cruzada; e a qucsl;1o
dos Lugares Santos, combinada com um direilo
prntecciln lia isreja sresa, be precisamente 0 as-
sjjmpto melhor calculado para Ibcsarcndcr o ardor.
Se, u'iiuia hora malladada para o mundo c para si
-oprio. o imperador Mcon'toexcitou esto espirito,
KIO \\\ a\\\M\.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSOEM (i DE JI'LHO DE 1853.
Presidencia do Sr. obcode de Baependy tice-
praiidan/a.
Swmnario. Expediente.Ordem do lia. l'i-
xacao das torcas de mar. Discurso do Sr. lan-
deira de Mello.Chamada de supplenles. Or-
eamcnlu <|o imperio. Discursos dos Srs. Ilarbo-
sa da Cunta. Naluico, Aususln de Olivcira, Ta-
ques, Percira da Silva, c Theoplulo (aspar.
A's ti horas manos 5 minutos, reunido numero
uflicienle, abre-se a sessiio. Le-se e approva-sc a
ida da anterior.
EXPEDIENTE.
Qnatrorequerimontos: I.-, do capilgo do quarlo
ha tal liio do arlilharia a pe, Francisco Primo de
Souxa Asuiar, pedindo passasem para o COrpO ile
uliciros. A'com'uiisso de marinba e guerra ;
'.dos mesarios eirmos I.i irmamtadc lloSanlb-
la cidado da Diamantina, pedindo
vender bens de raiz. A' cum-
I
que nao eslo i
romo lomos r;
foraeompanh
rojo da nacAo
quebrar
iiuenefa
ijlllcllas
> humaiu)
que o in,
nenie onposlas a sua polillca
o mundo seja ameacado poli
moderado da convencao iraneexa,
ri'u poplales o barbaras irrupc
covila.
O trinmplio do poder sobro o direilo, da Pircase
hrc a lei, c-penalmente (piando lie coadjuvadO pe
exc](amento popular, he a essencia darovoluc^So pe
tilica, e, paradoval como ealo laclo parece, o'impe
pode
lo la
ipil!
las suas foi cas conler ou sul
iz.lo para temar, a marcha do cxercitO
ida de novo appello^io orsnlho e ar-
, asta (orea calamilosa c destruidora
>e o accarrelar as mais deploraveii
i. Scmcllianles paixucs san juslamen-
c hostia aos mclhores inlcresses do ge-
, comoessas rommofoea revoluciona-
peradoV Nicolao suppc ser diame-
e pOUCO importa
pro-elvlMim lin-
n pelas supcrsli-
ies da raca mos-
FOLHETIM.
\SOMimADAFEIJ(;il)AI)E.(*)
Pelo condessa de Orsay.
TERGEIBO VOLUME.
, CAPITt LO V.
I-
4'.
ni.l.l..
ibWi! <|nj
, ltei
Au
lina de-sa> tempestades, que cbeRam com tanta
promplfdao esem serem previstas nos paxes do
iae0-dia, acabava de de-fechar. ( Era a mesma que
linha aadgnalado a entrada de (aludida na casa,
cm que ella achou lord Metise. ] A chuva cabla
por torrentes, o ventoRcmia, eos relampusos ahriam
quasisem interrupco; nada fazia lembrar que una
hora antes a nalurexa eslava calma e radiante de
paz e de esplendor.
A mudanca rpida, que leve lugar no estado da
atmosphera, pareca ternas cnminuuicadncinseulidn
inverso a alma do Valeria. Em vao 1'criiando pro-
curou adiar em suas fci;es lomadas impassiveis al-
Rum vcsIro da lerna cmoc,flo, que ha pouco a agi-
lava, quando, a si* rom elle na varanda,. scliidia
abandonado durante alguns instantes ao allraclivo
;ao.
Inlerinrmcnlc d'Arvllc cnlrcRavan lodos os po-
deres do inferno, que parecan) desc'ucadeados nes-
w momenlo, casa vclha fnnaaV, que rio lia sempre
nicllor-seenlre elle o ool>fee?&4 de seu amor! Pre-
ocupado pela v iva enntrairiedade (pie Ule linlia cao-
'"lo,i appaiie.'iu mil rezcs Inopportona de Mr. de
i^rabere, elle nao linha anda cuidado un dngula-
riilade daespboie da roubo pralicado sobre sua pca-
' |i 'i -na peraoatlhlora no mofo de um baile, eem
'mpanhia ilfl mlilber, deque a viuva procura va
i'--l".ilastado. Todav i o episodro era sullicieiile-
inentc eslrauho para morecei umaexplicacSo, e
-iimi Sacramenb
aulorisacao par;
mislo de fazenda ;
.L-, dos cmpiesailos da caixa tic amorlizacAo, pe-
dindo iiielhoraiueulo de urdenado. A' ronnnissao
de penaOca e ordenados ;
, de Jnannes Voisl, iwdindo para |mder exer-
eer as raojcajooa do lellociro que se llie dispense
o lapso ile lempo que I he falta para completar :.'"> an-
uos, como exige o art. 36 do cdigo conunerclal*
A' commissao de juslica civil.
Approvam-se sem solucocs, o os sem i i n les pareceres:
o A commissao de ponsOes a ordenados para po-
der inlerpnr o seu parecer a respeito da prcleucAo
do Mlieilador da relaclo da corte JoSo Ferreira Lou-
r.ada.quc pede BUgmeillo do ordenado de s>u\-^ n -1 [s.
que aclualineule vence, he de parecer que seja ou-
vido o governo a semelbanlo rasneilo.
Paro da cmara dos deputados, i do juiho .le
1853. Gome* ttibeiro. J. /:. de N, S. Lo-
bato.
o A commissSo de penscs e ordenados, para po-
der Inlerporoaeo parecer rospoiloda prelooeSode
Joaqilim Jos Moreira Main, ollieial-m.iior da S0-
cretara da polieia da curie, (pie percebeudo aclual-
mcule o ordenado i(p tNl>(Km rs., e una gralifldlo
de imio^hh), pede que sejam augmaiilados osles ve-
cinieiitos; bu de narecei que prTmelrametile seja no-
villo o goverim semelhantercanefl
if Paco ila cmara dos depulados, de. juiho de
1853. Gome ttibeiro. J. /:. de x. s. i
bato.
A connnissin de penses e ordenados, para po-
der inlerpor o seu parecer a respeilo da prelenco
dos correios das secretarias do estado, que pedem
augmentodos onlenadoa que actualmente vencem,
he do parecer que a seniolliante rospelto seja ouvi-
dfl priineiramonle o governo.
Paco da cmara dos depulados i de juiho de
1853. Gomes ttibeiro* J. /:. de a. s. Lo-
bato. >
Val a imprimir para entrar na ordem dos iralu-
llios o parecer de (erecira commissao ilo n;auien(o
con vos leudo em projeeiodc lei aproposla do aovar-
no relativa lixacao das despezas do ministerio da
marinba*
lleudo e lien adiado, pnr pedirein a palavra os
Srs. Viriato c Miranda, o aegululo parecer :
l'oi presenten commissao depeusoes e ordena-
dos o requerimenlo do desomba sudor da roladlo do
Mamullan Manuel Bernardino de Souxa Figueirodo.
em que pede dous anuos de lieenea, cuino ordenado
por inlciro, .liii de poder \r tratar na Europa, da sua
sa.le sravemente arruinada, como provara as cor ti-
does'dos facultativos, c o coulii mam os presidentes
da provincia e da rclacrio.
a A commissao nao hic duvida o quanto allega o
siipplieaulo 0 a conveniencia le Hic ser concedida
pelo soverno imperial a lieenea pnr lempo mais ou
menos prolongado, conforme as noces* ubi des de sua
Conservadlo o for exigindo : parean achando-se e>ta
materia resillada por lei, qual a de -J de oulubro
de \X:\->, no art. \> ;. que aulorlsa u soverno a conce-
der lieenea aos eiupresados pblicos, emn verni-
inenlii por inteiro norespacouo6 inezes.em COSO de
molestia, ou seja para dentro, 00 seja para fura do
imperio, e por mais de -eis me/es sem ordenado, ou
com parle delle, he fura de duvida que o suppliran-
le, encontrando na lei eilada a prov idencia que recla-
ma, deve dirigir-So ao aoven
leixar.i de eonheccr a juslir;
ferindo-a nosentido mais tav
tille.
n Se alsuma excepcao a osla reara lem feilo o
carpo legislativo, fui por sem duvida guiado pelo
principio de que, para tartos amoragadas rivla mul-
to amesquinliadosaindasAoos oruonados, a que por-
lano deshumano 0 menos de equidade seria dimi-
nuir os scus veiieimeulos tmr si mesmus esea-^ns.
quando
tes.
Ncslc caso, porm, nao se acba um de*embarga-
dor.cuju ordenado, anda roduxido melade no caso
do lieenea, lio todava um poderoso contigenlc para
as naceasidadas da vida do eropragado publico, as
(paos nilo devem pezar exclusivamente sobre o os-
lado, mxime por mu (ao louso es paco do lempo,
qual i> de dous anuos ; nesle caso a sorle do cm pre-
gado semexcrcicio, eque osl forado servien, >cra
a toda a prava mais vantajosa que a Borlado empre-
sado, sobro o qual pesain as consequeneias do um
servico activo c as radicas inherentes ao cHeclivo
exercicio. lleporlanlo a eommlsslo ile parecer que
seja indeferida a prelencAodo supplieantc.
Paco da cmara dos depulados, i de juiho de
1853. ,fomaa ttibeiro* Meudonro c. n. a
ORDEM DO DIA.
Fi.i\irao da* forras de mar.
Enlra em Icrrcira discussau a pro|iosla do Rovcrno
para Hxacflodas forcjis do mar.
O Sr. Hawleira de Mello :Sr. presidenlc, meu
irmo doputado pela provincia de Pernambuco de-
ve unta raspoala ao Sr, ministro da marinba. O
csl.ulo desua tunde llie nao lem [>crniilliilo vir t
cmara laiblaxer essa divida, c cm ccmaaquancii
disto, en. levado pelo senlimenlo de fraleruidade,
sem duvida mullo louvavel, aeeilei a dclcgacan de
i'umprir com osle da ver; c mesmo a deferencia para
como nnhre ministro nos obrisav,i a amhos a di/cr
aiunina cousa iteorca do discurso, que o Sr. ministro
ullimameulc profero na casa acerca das Toreas na-
va es.
O Sr. 'residente:Observo 80 nohre depulado
quo esta materia so acba om lercelre diacuaslo, e
que por 880 nao be permitlido fazer observac/tes 80-
bre poltica seral; nao posso admitlir sanio o que
(em rclacfln com a malcra. O rcaimcujo be muilo
positivo a semelbaule reapcito. f. tintados.'
O Sr. Handeira tic Mello:Ku julso que nada
(enho de dlxor que seja estrauho a materia. Aceito
a advertencia de V. Ex., masjolgo que ella nilo ten
de ser applicada ao que vou aprcseular n considera-
rlo da casa.
Sr. presidente, o discurso que 0 iiobre ministro
profcrio pode di/er-se quo so compoe do 't dilVeren-
les seeros ou variedades. A priineira dizrespeilo
a invectivas, asegunda cninpoo-so deapborismosju-
ridfcos ou administralivoa, o a lerceire refere-so a
apreeiaces, quanlo ainini menos evadas, de alsu-
mas proposiees que o nobre deputad a que alin-
do profero na casa.
As invectivas que o Sr. ministro dirisio acamara
sin por sem duvida muilo graves, c nao he poad
val que a minora que lem assenlo nesla casa as
deixa pastar deaapofcabldas.
O Sr. ministro, referindo-sc a volacesque live-
ram lusar na casa a respeito da elcieao doSr. con-
selheiro Sou/a Franco, disse : Veis volasles contra
a admissao. a
o Sr. dprigio:hso be poltica geni.
ti Sr. I'retidnttc:Perdoe-me o nobre depula-
do ; bao nao (em reanlo com a materia que se acha
em discussao.
OSr, Handeira de Mello:Enlendo V. Exc. que
lUTo lom nada coin a malcra, c que IIQ pode ser
considerado de paaSBg.....<: como por inridouli* seme-
lbanlo objeclo de que se Iralou cm seRunda discus-
sao? (.blando a maiora lem eucei rado ludas as dis-
CUsaoca, quando nao foi pusslvel por isso responder
s inveelivas do nobre ministro,-parece a V. Exc.
Inconveniente, que um depulado da minora se
prevalere desla occasiilo, quando deliberamos em
sesiiiineutto sobre a inesma materia, anda que cm
tercera discoaaato, para a aquilatar, aqnililarseme-
llianles pntvocaces, o fazerdhes a Juslica que me-
rcelo? De corlo quo a nccasi;lo no be impropria.
Eululgoquo V. Exc.. recorrendo aos eilxlos,
nao adiar um precedente em que possa apiara sua
Insistencia, ceu me record (pie o Sr. conselbeiro a
que alindo militas vecs nosla discussao se referi a
nutras qucslcs, c Iralou mesmo de polilica cm
seral.
0 Sr, Aprigio*.Abusara di paciencia da ca-
ntara.
O Sr. Handeira de Mello
du mesmo o rigor &.\ leda di
miltisse semelbaule diseuet!
rasposla, para que o paiz n<
ilsunia tolerancia para com
nuassoa pcrmilUr-noao
.Nao obstante, se V. Exc
t que quan-
Acredili
regimonl
i, a i oitveiiiencia da
i possa julgar, eilfjfe
tsco, c que se conti-
ie fui permillido a uniros.
enlende que de maueira
alguroa devo tocar nesao objeclo, cu vejo-me forca
doa nao continuar.
O Sr. 'residente:Enlendo que o Sr. depulado
nao pode continuar assim. O arl. I i do nosso re-
lmenlo he muilo expresso. O honrado depulado
e convencer, ,i vista da leidtra do artigo, d* razao
que meassisle. O Sr. depulado pi.do. na discus-
sao dos diversos oreamcnlos. aprcseular essas refle-
XOes, e nie parece que he melhor reservar-sc para
casa occasio. Nao posso admitlir ns lerceire dfaeos-
o .Ut projecto de que se traa, asura considera>ees
obre materia que llie lie inicuamente eslrauba:
sso seria infringir o resimenlo. Ijmiados, I
o Sr. Handeira de Mello :Peco a V. Exc
mando ler o artigo respectivo.
OSr. I. Secretaria Irado: a An. 148. Ui
pial por cario nao jeclos de lei que vieron! da cantara dos senadt...
le Sua pietenrito, de- o projecto de Ici do orramenlo taro aumente dUH
ravelque a lei Ihc per- dikiuses,quecorrosponderflo 2e3". Quanda
se disentir o I.-artiso pialerse-ba fallar em seral
sobre a ulilidnde uu inconveniencia do projecto.
O Sr. Handeira de Mello :En naosei, Sr. pre-
sidente, como V. Eve. dedil/, do artigo que leu o
Sr. secretario a prohibirn de que nao se podo em
\\" diseussSo fazer considerar/n-s, nao digo de pol-
tica seral, mas de pi oposieoi's emlllidas na casa.
, que
i pro-
llotemosra/.ilo alsuma para occulla-la aos ni
leitorcs. Ei.-aqui o fado :
Pelas informarocs que Ibehavia dado ltep|
iluquexa de Marignan sabia primairamonle, >pie
Fernando, depus de sua chegada'i aples, llnlia
una amante chamada (imlilla Gaslelli, celebre pe-
la sua helle/a o pelo hrilho de sua vida aventur-
la. Em segundo lugar ella eslava nleirada do que
o comiede Melrose, o qual se mostrava suarda vi-
gllanleda delidade de sua mulher, procurava Ira-
vararaore eomcssa mesma Gluditla, eque soba-
viam de reunir OSM uoito iiacasiuha dovirlUOSO fi-
que piinha lord Melrose
sua nota, eque devia a<
li Valeria a fal-ida.le ,1..-
lando, valia b
\
: Diario n. 17
Esta dupla desrabarla,
a merco da duquexa < do
mesmo lempo descobrir
protcslaees amorosas de
centonas de ducados exigidos pela cnica de Beppo
edosquaesa vclha COIlInva ser embolsada mais lu-
de por seu primo de Paraberc, que deltes havia de
eolher os preciosos frurlus.
Mas a viuva era una cslralesista muilo bahil pa-
ra desmascarar ao mesmo lempo lodos as suas ba-
leras. Ella limilou-se a dizera Valeria que K pro-
puuba fazer-lhe essa noile um servico imineuso, o
qual Ihc asseguraria para o fuluro a tudcpendijncui
ea seguran w.
Quanlo a Fernando, nem unta palavra, nem a
mais liaeira explicaco.
D'Arvllc procurava adevinliar o papel que ihe
(Inha tocado no drama que se preparara. Sem ser
de urna exsencia minuciosa cm materia de etique;
la, parccia-llio que deviam liMo consultado antes
de laxe-Jo apnarecer ua secna. Como linha una va-
Rastispcila de quesc Iralava de lord .Melrose, cm
cuja ausencia no baile linha reparado, l;ernando
seu lia-so iauahneule disposto a provar paciliciinen-
te o flagrante delicio, ou antes auliRir ao marido
criminoso, scauudo a requisirao que poda scr-lhc
feila. <* que ello nilo quera, era o papel de mudo,
que a viuva pareca decidida a as.ynar-lhe per om
pianlo.
Seuhora duqoexa, disso elle vollando-se para
eltaeom a greca mai; fagoeira que pode lomar, ea-
lou penetrado do rcronlieciinenl pela iscolha que
m dtgoou faxar de mtm para nau rempaao, em urna
Dccasilo, ruja Importa neis desojarla poder apreciar,
'resumo nhoia, ii.'iii lady Melro^ocorreni perigo algum *-
ro. Todava, se fixlslonlgum, rrea que tare! mui-
lo praier em piovar-iiu......eu alo, dedicao^Jp-oic
ao seu servico.
l'or clirid.nlede Fernando, a noile uccultava 0
sorri-o sardnico, com que a vclha acullico esle dis-
curso.
O lenllOf be mil vezo muilo hom, rcspondou
ella coin una pulidez all'eclada, em a^iadecer-me
a da conlianca, que sua lonsa c constante
iiiinha neta juslilea llu ben.. Sua prosen-
a com eflbilo necossaria, mesmo Imliapen-
s sem ella o aTasfeclio de urna inlarcasante
cria incompleto.
Que dlabo de onigma osla valha sybilla me es-
t dixendo? murmurara '" petto Fernando mullo
indignado com a arabiguidado desla pbraso.
De outra parle Valeria, que nao se deivava iltu-
dir pelo (om de falsa llianea, que sua avr linha
tuna lllloil. i;n ni m lll s a
vcl eomc 1" lu
adoplailOi pergunlava .i si mesma rom unm e**i
Inquietadlo, cm qoe a ii i ii i ,-irileiiic curosidailoi ulln eeejava ehegar lui.'o
im lim da vlagem*
llnuvo um prorunilosilencio; nula um lus Iros
individuo* i&andonafa-sa i** sua* conjeduri* ,m
aos seu* pensamenHk, quando a earruadMn parou
dianle da casi i-ul.ulj, para muir ltc|>i>o havia con-
iluiido sua viclinia, Bju parla'da linha tidoo cui-
dado ilc ili'ixur oiilreahrta. Valwia c Fernando
guiados pela duquea, ejijla Inlbrmaeoea enun mu
precisa*, sublram a oseada, alraveasaram naja Irevaa
o rorrcilur c a aiilcraiiiara, c uV|iui>* ellMWram sem
impedimojilti a preaenca do rumie e de tiiuilitta.
A viuva que quera saborear romo simple* ospee-
ladora lodo eaaa drauu inllmo, t'u.'ou sombra na en-
triul.i du quarlo; mas Valeria, cujoolliar irado h^-
via procurado rpidamente todas as particularida-
des aceusudoras da cena, .im; icproduiia dianle
lo si. lanriiii-se romo urna vbora sobre w cul-
pa, loa.
No paroiysmo desla colora taosubilajneole aecn-
qida, ella eaqueceu^. da dignidad, ilc seu sexo. Era nina cousa cstraiilia
ver aaaa inullirr ile formas tilo Molleadas, c manei-
ras tan ilisliiulas alianiloiiar-sc a um cuosso ile fu-
ror tilo vulgar. Ella fiv a lord Melrose cvprolira-
(Ses, cuja l*niluniilade n-o padia descolpar a inde-
cencia; iniirioii-o nipsin.....,m diii.i energa e nina
voluliiliilaile, 0JU0 li'iiam feilo honra a aui.M.i 'Ir
um i.....ador de PorlM, ese rile nao n Uves i rail
do roma, ler-seliia tingada sobre iudilla pan
ilo*pedat*-la com asunhaa.
ii;.....ir de Fernando devia ser liem robuslo para
resUtii i um gspeclaculo uto desagradavel. Has pa-
ra Tallar a verdade, ,'lln lambein tomava parle nes-
la m I.-II.I. a eslava alisurlo pela cs(U|iefan;iu que cm
i
i linha produrido a vhladoljiudillaemsemclhaii-
lo lugar... Ella une algom*. horas miles linha Mili-
iiifeslailo una dor lito anlenli'. um desespero Ido
eomplelo, que havia conseguido locar a I.ucclicsini
de coinpaiyui, a Aiianu iiiionsolavel, cm favor da
qual l.uigi reclamava a cirairospeocSo de Fernan-
do, nrliava-soagora raiuhado una orgia infame.'
iudilla em linba re.....hecidocm Valeria ada-
ma ila culera, que havia cncnulrailoiia Slradmiw
ia, a bella nasIadora da I illa realr. Smente
moca nao va nella a esposa irritad* de mu marldi
porein mulher que amava a Fernando, a rival que
linha destruido seu repouto e sua fclicidade, que
linha arruinado sua vida e quebrado sen fiiluru.
Assim a odio que faiscava no olhar ero/. de Vale-
ria maislnvejosa lajve das vanlagen pliyslcaa da
Gaslelli, que Indignada de sua nreaenra em seme-
Ihanlo fugar, case odio refleelia ......i mullo mais
forca o grandna nos nlhoa negral c fulminante* da
bella italiana. Sua colera era mais digna, porque
parlia de una fonlc mais nobre. de una paiv.io pu-
ra c profunda, em que nao entreva una su parliru-
laridade de baiva inveja, nem de vaidade pueril.
Assim a Carielli esmagava sua rival com toda .1
inaKestadu dg sua helle/a. rom lodo oamargo dcs-
ilem ilesse nebro confio dcsprezailo, coin toda* H
riquexas de sua or'.'siiisacao eapleajdlda. A' vi-la
desta Imaginario severamenle conlida, a loara o
frgil Valeria dominada por um Wla furor pareca
um menino mal ensillado. I> contrasto que se csla-
djelccia enlre essas duas naturcias, lio pposlaj no
physlen o no moral, nao era vanlajoso para a fidalfta ;
ella mesmo iisenlia, apenar de sua vaidade, c sua
colera coin isto anula mais se aiiuuicnloir.
Keslava-llic todava que solfrer una liumilhatAo,
a qual devia encher a medida deseobriudo as rela-
cocs, quo csisliain entre essa mora, que pareca af-
fronla-la, e o bonicni quo ha muilo toni|io ellacnn-
siderava seu oacravo, sua propriedade.
Fernando linha llcado de parle, sendo tesleniu-
nha sih.....insa desta scena horrivcl ; mas vendo a
atlilinle amearaditra de Valeria Icmeu a violencia
do carador de Giudillo, ejuigou necessario inlcr-
> ii cun' a- iluas mulhero* para hupedir um escan-
dalo mal. di'i'bn'avcl.
Sua proaanea foi um gedpe I ralo para i Caalel-
li, a qual coDiprehendea que as apparencas ,lc-
\iaiii perde-la ao* olhos doseu amanie ; mai nao
lu'siiiiii em proclamar sua Innocenoia, oniqiellar
para a verdade. Ella aparlou Vahhia com um ues-
io imperioso, e non indWval lorpreu do lml\ .Mel-
rose I incou-seaos |is de Fernando.
O" incii uiiiop amigo! eiclamou ella, nilo me
condemnes, ngo son culpada Fui nrraslada aqu
imii Indignas manobras, e victima de nina vil cin-
hoaeada. Bwe homem, em quem nunca vi seno
leu amigo, eque anda auora me fallava a liimua-
gem do amor, nao be nada para iiiiiu Eu l'o juro
por esla sania reliquia de iiiiulia mai, pela minha
II FGIVELI
dina, poi li, ineu ieiu mpremo, por h a quem amo
com um amor, cuja tornara tom limites n.m com-
pieheiuU'ics senifo quando ludo ealiver acallado,
quando este polncrorarao livor duixado de haler !...
A infeliz, moca colina a mao de Fernando de la-
grimaaede beijos... ello a repelllo most raudo-1 he
com um pealo de deapreio os laom do diamantea
que llie liuliatu lieadosohrco poilo, onilc lord Mel-
rose os havia prendido.
Esmagada debaixdoa Indicios de colpabflidade
que a oppiiuiiatn de (oda-; as parle-, a desaforluiia-
ila moca viillou-se para o ronde, c invocou cncriii-
ramcnlc seu loslciuunlio em favor do *ua innoi ru-
cia ; mas este que eurvava ao olhar irnico da vo-
lita duque/,i. a .1- unguinoaaH invectivas de Valeria,
no eslava do humor para aacrilloaraa pola tu-iiii-
cariio daiua victima* Ello faxia eaforcoa inauditos
para conservar esse san me fri hrilanico de que
lauto goatam de mofar aaoe viilnhoa un- impres-
ikmavels, e to que ho todava a forca culo espirito iiieuos hrilhanle, porem mais solido,
salte anioldar-*e* s rearas do hom sonso c da de
reneia.
Com ludo a colera do lord Melrose liramin surda
mente, c s procurava mu pretexto para fa/cr evplo
alio. Klle adianlou-sc paca "eriiaudo, o qual ac-
bava da livrar-oa cora algdina vulcncia do abraca
apaixonado daCastclli, odissc-llio un dignidade
Mr. d'AivilIe, quando o senhor mo liver feilo
saher porque casuatidade lenlio a honra de rccelie-
lo em urna casa quo ho minha, o na qual nao era
enterado, lerc lima coiiununirac.lo impurlaiitq que
fa/cr-lhc...
M)h>rd, divieavinvadandoumnaajoparadi-
.inli'. permilta-uie que responda por Mr. d'Arville.
o qual fiearia talvax emharacado em ftao-lo, pois
Ignorava porrellamenle para onde ia, quando vinha
para ku.i raw. Ladv Melrosoaaltendo de mu, nrcaan
ca aqui rom unta deaconlioclda, lomoii, pura -itliir
do baile, o braco do pri.....iro cvallotm qoeerf
cootrou, eoujulRuol a proposia aeoniranha-la pa-
ra salvar a decencia, que nunca he dentis... Ago-
ra, ni)lord, pode enlender-so com 00 l.....
a conimunicieo que desoja fa/ei-lhe.
.luLu ipie \ K\e. n.lo achh apoio na lei da cana,
nem nos precedentes...
O Sr. Aprigio :Apoia-se nao u> na lei, ionio
nos estvlos e boa razao. .miada...
O Sr. Bandeira de Mello:A boa raxflo he dar-
se rusposla prompta quillo que so diz ua cana, o
V. Exc. sabe que o&as proposites proferidas pelo
Sr. ministro lem milita gravidade c importancia no
espirito publico, e purlauto me parece que nao do-
vem de maueira uenhuma passav desapercebidas
sem algum eoulrasle, sem algum oxainc. Prete-
me pois que posso di/cr ao Sr. ministro que elle fal-
lou a um,i conveniencia...
O Sr. Presidente : l'erde-iueoSr, depulado
por nilcn ompe-lo. ,\,io posso dcixa-Io couliiiu.ir.
nem oslar emcrroccrca da iu(elligcncia)doarl. \Sl
do regiinenlo.
O Sr. Bandeira de Mello: A docilidade do V.
Exc. me obriga a ceder a wiaiobservacies,
Um Sr. Depatado : lie melhor que ceda da
palavra.
(J Sr. Bandeira de Mello : O Mas tambe m nao
enlendo que deva acceder ao couvilo que me faz o
uobro depuladoem seu aparta ; seria apena islo um
desahafo de amor proprio offendido ; eu passarei
p"is a onii.i- consi de rages que nilo possam sollrer
essa exelusAo, c Icnham immediata relacao coin as
forcaa navaes.
O Sr. Ipriaio : Aniado.
O Sr. Bandeira de Mello:Sr. presiden lo, dei-
xarei de parto a variedade dodiscurso do nubro mi-
nistro que cu classiliquei de inveelivas ou |trovoca-
efles ; enlrarei na segunda parle, quo conten di Ae-
rolitos aphorsinox de diroto publico constitucional
le direilo administrativo.
O nohre depulado a quem me retiro, e por quem
(omei a palavra alim de defender as piopusieftes quo
aqu emillio na casj, disse queoSr. ministro nao
apreseulava as suas proposlas em ordem a que li-
vesse a cmara lempo de esluda-las, c poder apre-
cia-las devjdantenlc ; o Sr. mini-lo cm resposla a
esta pruposicJo eslalteleceu o soKUn(oa|diorisiuo de
direilo publico: emquanlo a caoiara liver ohjoctos
iuiporlanlcs a discutir, iicnhuiuiuiiitdrodcve .ipn>-
senlar projeclos, porquo enlao etlcs tlcaro parnly-
sados sobre a mesa, e com eslo procedimenlo nada se
adianta*
Sr. prealdenlo, so nombre ministro esperar para
aprcseular suas proposlas que acamara nao tenha
objocloalgum importanle a lralar.de cerlo que nun-
ca lrara projecto algum ao corpo legislativo, porque
eu nao eomprchendo quo a cmara dos eputadus,
/elo^i como lie petos inlcresses pblicos (apoiudo),
nunca lera um objeclo de importancia para discutir ;
mas u.im he s esla cousideraedo que combale o plio-
rismo do nobre minislro : exislem outras.
Gmvm que os niinislrosapreaentem cmara as
suas propostas, nilo s para que nos posemos e>-
luda-las, aprofunda-las, para o que o lempo te l'a/
inisler, como para quo a impreusa tomo conta dellas
igualmente com o corpo logislalivo, o posaajudar-
nos as discussoes.
Se acaso o nobre minislro aproseniar boje a sua
pro pos (a, boje for impreata e amanhfla liver de sor
discutida como j lem acontecido)^ quo rcsullaru .'
(Jiio o nobre minislro lera occasiao de ili/er-nos :
nao lestes a propona, nao a csludastcs ; o ja um
ministro relorquio assim a um ..parle quo llie
deram.
Eis aqu, pois, o inconveniente dos minislroa lian
apresenlarcni com a antecedencia conveuteute as
suas proposlas, os seos pensameulos ; apresentam-
os aqui de diluviada, o entrando logo emdiscussio,

leriasque so aprcseulam considerarlo da casa.
O nubre depulado disse (ambem que o nobre mi-
nistro incouvenienlemenle poda urna1 aulorisacao
para organisar oconselbo naval, em lugar de propin-
an rorpo legislativo afaclura de una lei ascmelhau-
le respeito.
O nubre minislro resnondendo, eslalteleceu lam-
ben) u seguinlo apborsmo : n.io deve ocor|*o legis-
lativo tratar de objeclo al-.'uiu miporlante, t-e n.io
deitois de algum ensaio feilo pe. poder exacutivo.
Ora, Sr. presidente, ser isso exacto ? Enlendo
que nao ; enlendo que, a proporcao que uina male-
ra lie impnrlanfo.iiui- convem que o poder legisla-
tivo, em vez do excculivo, so apodere della, a dis-
cuta, a converla em lei, csefaca entao o ensaio,
porque conlendo a lei sem duvida maiores condicoes
de perfeir-lo, visto como que o corpo legislativo
concorre, assiincomoocieculivo.paraa factura della
e ensaio sera pnr conseguate mais eomplelo, mais
perfeito, (era lugar sobro bases esla bolee id as nao s
pelasaliedoria do corpo legislativo, como (amhcm
|telo auxilio quo a experiencia do poder oxeculivo,
lito posu fornecer. 4
Osensaioquo (cm sido feilosmeramente sobre
rcgulamentns do poder execulivo infelizmento nu
(em sido adoptados, nao (em sido vanlajosos. Eu me
record deque o ensaio felto acerca do registro de
bitos foi desgracadissimo; quo cusa ios se (em feilo
lamltem infelizmente snbre aor^am-ar.io da secreta-
ria de estado dos negocioa do impeli, e so lem
repelido esses ensaios, porque o primeiro mo servio,
nao servio o segundo, o me parece que [ambem nao
servir o lercei ro. ludo isso revela quo ns obras quu
salicm do poder execulivo sao menos aperfeitjoadas,
porque sem duvida nao rcuucni (antas coudiecs do
j i i....i esabedoria.
Quando o poder legislativo faz nina lei, o olla mi
ensaio moslra-sc menos vautajosa, nuda obsta a quo
o poder legislativo, que se iimjuc todos os anuos,
corrija a sua obi% e a aperfeiede. So acao-o poder
legislativo nao livesse essa faculdade, enlao prece-
leria lalvc/ o apborismo do nobre ministro ; ma-.
torno a dizer, nos reunimos Iodos os anuos ecatamos
aqui pura corrgir as uossas proprias obras, enuui-
aaaaxaaaaaaaaaaiaaaxaaaa^xaaaxaa
Senhor, disso o conde a d'Arville com nina
dignidade uolavel, reconhe^o que leuho abusado de
sua hospilalidade : quiz seduzir sa amanle, e se
nao o consegu, nem por isso sou menos culpado, o
senhor (em direilo de pedir-mc salisfacau disso, o
eu |K)iibo-mc sua disposic^o.
Mvlord, respondeu Femando sem o menor
em ha raro, eslou persuadido de que o senhor me
ronheco bstanle para naoduvidar de minha (ir-
me/a em um encontr ; porm nao sou uenlimu es-
padarbim, e nao me balo por um gracejo. Eu esla-
va aborrecido ile-a i.....;a. c ccdo-lh'a com muilo
goslo. Quanto a perfidia do queoseulior se acensa
com una nobre franqueza, nada (enho que oxpro-
brar-lbe,|torqiie ha seis inczes que farjo a cdrlo mais
assilun a scnbora condessa. J v, mi lord, quu es-
tamos quites.
Melrose tlcou paltido.
Scnhin-l exclamou elle, essas palavras querem
sansue. Eu (ambem n.lo sou espadachn!; mas uo
mcdeixo ultrajar impunemente. Sou, pois, cu ago*
ra que lito pcc/> satisfacen), o se o senhor nao be eu-
varde...
Espere, mvlord! inlerrompcu Fernando ro-
priniindo sua colera, dcixomos de seandalos ilu-
tis esle leinpio impuro nao be lugar proprio pa-
ra nina discussao sobre a honra. A mullter que (em
sou nome, esse nonti' que o senhor melle aqui no
Indaeal de unta vergonliosa orgia, est sem macula.
He-uio quasi intil Sltlrmar-lhe islo, (Mtrquc a. (ias-
lelli eslava anda cm minha casa ha alguinas hora-i,
en dia em que eu livesse sido assas feliz para ser
amado do urna mulher como a sua, teria visto a rup-
tura desla uniao aviltanto.
Estas palavras lancada* corno ama cruel alTron-
(a ao rosto do GiudiUa, derramaram um balsamo
bonctlco sobre o orgulho otTcndido de sua rival, t'm
olhar quasi imperceplivel, mas elteio de amcatps pa-
ra o fuluro conjugal de lord Melrose agradecen a
Fernando... <> conde dopois du desali quo acabava
.li trocar rom d'Arville julgou que, em rigor, a de-
cencia nao (he permiltia Picar em face de seu ad-
versario em mu quailo, que elle poda considerar
sou proprio domicilio. Klle relmui-se paja sala
vi/inha, aonde pos se a passeiai com a Icampiiili-
dado quo lite era lulnlual.
Ouauloa infeliz l.iudilla, odeiprexo de son a-
iii,me a linha fulminado. Ella licou alguns inslan-
l e.....ma inunohilidade completa, e depois cabio
no chao sem scn-lidos.
i L'QHliimo -te-ha.j


11
.
dando-as un sentid" que a blilidaile publico u
Si-, presidente, i'm rv pcn-i-
nientoquo ("i cmillido pelo nobre ili'i
ello, perminlonilii : o porque o nobra "ministro .la
ni irinlia nilo prefere ante- o syslcma ingle* o res-
ioilu d;i o: roiiscllio iiiiviil".' I
rain ronce*'.' (I nolire minisb
(adeudo amhcm, rslnbcloceu un nnlro .i|iln>rs-
nmde direilo publico: A constituios i.roliilu: o
gao do um rorpo, ou de niiloi idode que ilon-
dssn ilcliiiilivanicnlo, porque h rcsponsabilidaile
ministerial he exigida pela incsino ronstfluiclo,i>
Si. pro-idenlc, dundo lambem que csso aplioris-
iii" du Dobrs minislro -cja cxhcIo: porque nao vejo
que a cnislilmcio ilc niaucira alginno prohibo
crearao de carpos ou aiitoridariosqiio ili'cui ilocisu
terminantes, definitivas, para as qunes o minislro
directamenlcnRoconcorra. Se acaso uso fotaeexac-
to, cuino o nobre ministro teria de baver-se rnin
rollona ministro da tonda, porque no reuna
menlo do Ihesourosedolermina quo o tribunal res
I.....tivopossa resolver questoes"coin o-volo delibera-
li\o, c por couscciiinlc leaos que o mfnislro abi n.i.i
lem a principal lospomobiliiloilo, mas sim aquello
Iribunal, o qual resolve por maioria conTormc cu
Ionio sor de ncrordo rom o lei, o por conseguinte
clisos |iodeni dar^c em que o faca contra o vol di
ministro, cuja responjobilidade entilo nfio so veri
tica.
Anda raais:ospresidenlosdc provincia lambem
n.io lein allribuiniessiiosquo Ibes il.ln o direilo do
rosolvoi iliiliniljva'nicnlecerlasqiiesliH's? E os presi-
denles nao silo delecados. do poiloi coculivo 1 Mas
por vonlura a rcspomabiliiladc do minislro se os
leude directamente (digo directamenlc a Indos os ac
ti dos presidentes 1 lie corlo que nao. Ai aso o no-
bre ministro querer pelo sen principio que a res-
poniabiliitadc deque se iirba revestido so estenda
por manado alel- iiianobrasileuin navio de guerra
ucrerii assuiuir a responsabilidade da perda ilo va-
por Alfonto, visto quo entendo que iionhun aclo le
neos subordinados |iide ler limar som a sua medi,
rcsponsabilidadc '.' Orignenle que n:lo.
Ilemals, esse aphorisin'o nimia lio improrodenle por
urna raiSo de conveniencia. O nobre niinislrn cu
Icnde que bconselbn naval deve ser sempre cnsul
livo, ilini do que a sin respunsabilidade como mi
nislro apparcea uitosr.1 ; mas c nossa supposir......
res|ionaliilidade local augmenta, ao contrario perde
a respunsabilidade moral, e lalw/ lambem iliminua
a mesnia rcsponsabilidadc legal, porque dfio-sc en
lao cirriiiislauifas allcnuaules que a enfraquoooiii
o -orvni ilc desculpa ao ministro. Para iscnlar-se da
res|ioiisahilidade moral, para juslilicar-se, e lalv
.......llar ,i sua rosponsabilidario permite a le, dir
elle, bavendo um ronsellio naval puranle consulto
vo : n Coii.nlloi ao omisellio naval.....nsullci a npi
ui do bomens oxperiroonlados, ile liomens |iropri
os para resolvercui as quosloos; romo posso sor cul-
padoYSn errei, romn podio dcixor de errar? o
Foi cunrargumenlos desta ordoni que, sendo, S
Ex. argido |ielo nobre deputado por Pernamliuroi
Sr. Paula Btpiisla por ler,fallo sabir o vapor Para-
mu, que illas era dot.....ciado como inciipax de na-
vegar, o nobre minislro preleudeu jusllflcar-se, <
dis-o: ii Mandei informal a......enal, e as informo-
<;oes drraro o navio romo rapan do navegar ; a mi-
liba rcsponsabilidadc eslii salvo.
O Sr. .//iiioo: Nao lem pandado ; i-" sai
quosloos de fado, e o nobre ministro rele io--e as
i|ui-iiusiie dlrailD.
, n .vo. liandrira de Millo: Nato ho ponivel
que o nobre deputado, comprolienileudoa mulla ar
uunienlacAo, de o-se aparlc ; elle revola que o nobn
deputado me nao presin nltcne.io, |Hirque a argu-
nieiilaoao procedo oiiclaincnlc. Eis o que disae o
nobre minislro f/i*: u II minislro, com as infnima-
oi'ies que exicio, odeaccordo com ns que proceden,
salven sua respoiisabiliilailc. Ei* aqui pni* o que
bo arespnisalilliilade ministerial cornos corposeon-
sullivo-, ei- aqui pois o inroilveiliolllO du ronsollio
naval puraincnlo consultivo ; nulllflca a responsahi-
lidadodo ministro, que lanc.uasobreoulros os erras
ou fallas que so leuliaiu eommcllido. Parece-nio por-
lauto que o nobro dcpulado lia do agora rcronliccor
que a miulta arutimenlaein procede.
ll Sr. Aprigh: N.in apui.ulo.
" -so. bandeira de Mello : Ser dilli.-il con-
Icnlar an urdir dcpulado, ser.i ditlieil ler lgica quo
o-.iiislaoa.
I nuble deputado por queui rcspoiidnilis.se: A
propo-ta do miiri.slro fui desca nada : o o nobre mi-
nislro, tomando em consiiiera<;an es-a proposii;An
'aniliom erigi um oulro apborisnio, di/ondo: o II
oonlra a constifuicilo prppo.dasfloreadas |hmico mai
ou iiieno*,;. proponas com appcmliees ; a opposie.lo
a quoni cumjire /olar a constituirn (nolc-so slo, s(
a opposiolodie queo.....pro /"lar u'ovoi-uc.lo da oons
lilui<;ao), vem fa/or mu roporu que so oppo a lodo
os preoedeiitcs das oulras opposioes; todas el las ola
mam porquo vem com muertos i be a cvprc
nobre miniatro) a proposla de lixaeau de Im
ianiloservico ,-mcJ;
li/i' .-i
Mas, S um pal/
todas aa ricspeas publica', -i'-uiiJ.i o seu arbitrio,
cspenuBo um lili do inileninidade que Ibe sera da-
llo? >v corlo'que iiloacrla muilu ineoiiveiiieiite.
Apoiaioi). Seria roiilra lodos-s principioeastn-
eiacs do nosso sjslema.
Agora, Si. |iii-.iil--nie,1iassarci lerreira vancilo-
ili-ilu ,li,ouwi .lo nolire minislro.; refere-so el a a
olisBrvaresqiic cu lomarei a libcrdad do qualili-
oar ele nienns exactas.
'linba dilo o nobre dcpulado que nina das causas
de rsouganCla dos-nosaos palrfclos para a vida do
mar. era o mo Iralo dos marrnlieiros a burdo dos
ua> ios de anona eomo responden ou aprec.....o no-
bre'ministro cala causa -' Disso : a presumpcAo be
que os nosso. officlaa de marinlia cuinprcni os m
devores seniaparlar-sc, nao so ilo quo exige a le,
mas lambem a poli.leu o a liiimanidado.e nao pudem
coiiseipiciil"inoiilc dar migetn a wniclliaulc causa.a
Si. presldcnle, a sor valiosa nina Inl rcsposla, enl.lo
n.iii ha nada que nao se posea justificar.
Se Isuem for accasado de prevalloarno. dn.i u a-
migo do acornado : NSo be pTissivcl ; o liomem
gozoii sempre do milito boa opinit^foi semprecon-
aidoradornmo milito honrado. Ora, bem vi o no-
ble minislro que s.miollianle modo de disourror nao
pode ser admissivcl. ( nobre minislro deviVa ad
vertir que o illuslre deputado,a qiiem me reliro-n-io
ail di'er quo os arlos de rigor que podoni orcasio-
liar repiiunancia para oservico do mar, rniisliliii-
om o carcter dos nossos ofliriaes de marinba ; o no
bre dcpulado, assim como cu lambem, loeouberi
queosoOlriacsde marinba brasilea om eeral sai
,1 ndole doril. humana, como be a indolo carado-
risliea de Imlosos llrasilciros ; iiiasiuu ou oulro ac
lo queso pralira monis hiimaun, de maioi severi
dado be bastante para produzlr o cfl'eito moral, pa-
ra ospalliar oalarma cnirccasa gonlaquo pule olio
i ei i-r-se para o ton ion do mar, e afasla-la as-im do
scpropor'ao ciu-.ijnnionlo; bjlo he llinogavel. Me-
mu uo bavendo eicosso de riaor, a IradiroAo que
corre exagera as proportOa ilo arlo, do
cntoonovo que nlo.val averiguar, cr facilmcnlo
nenas exageraec.es, o nasce nelle a repugnancia que
se nolou como o resultado, entre oulias oansas, di
modo porque sao halado, ni marinliciros da ar
nada.
Mas. Sr. presidente, poder-sedio sustentar nao, si
porque somos.....goral animadas do espirito de Im
niaiiidadc, quo.....mi oulro ollirial da armada nun-
ca Iculia pratioalo algom arlo mono, compalivei
i-en o-o sonti.....alo? i'- Ingleies Jaclam-so de
milito bllinai
rom libertar I
do ; lilas fui
Irnu
de bllinanit.il
nas as nacas do mtgello
o nobre minislro ni
Aomplii de um farlo que i
lanlO que 'pi-
lla
qucu
auno i.
aqu
Mas, senhores, omlo esta o artigo da roo-liluicao
que prohibe quoiiH lei de lixao.io de forras novacs
se |hi-x,i o-iilioeer um ou oulro arliio conleiuln ma-
teria eslranba ao al-jarismo ilas foro.;s navaes, qnau-
do a Babcsloria d.i i-amara assim o entender con-
veniente ? A con-liliiio.ui isso n;io proliilio, quainlu
di/ simplesmeulL- que ccmpele ao nu po losislalivo
lixar as Toreas nava.-; o a lei de IXI'i, que, dis|H"ie
queo minislro fara a proposla respectiva, lamlieni
o.i i encerra seinelbaule probibirao.
A convenioncio pulily^a piide exigir, ruino lem
exiaido militas vezes, es-os en\erlos para f.icililar
a iliscusso, para adianlar os nossos Iraliatbos. Se
is.o he ronlra a consliloicao, be preciso que o nolire
minislro so conrilie com lodos os seus oollegas que
lem admillidocssos eoxcrlos o onlcndem que ellos
nao contrariara, nao pratadicam a consliluie.io ; he
preciso que o nobre ministro declare romo aios in-
roiisliliicion.-ics lodos os preraileulri da cunara que
.i 11 ni 11 ruin asea rnxertos. O nobre minislro po-
llera dizer que islo lemenos ronvonienle, sobre o
que se podcr.i -iisrilar queslo em tal ou tal cir-
ruuislancia masuSopodor provar que be con-
tra a consliluieao. for conscauintc csso apboris-
nio do uobrr ministro nSo me parece justificado.
Ilisso o nobre dcpulado, do qiicui por assim di-
zersou crlin: u O nobre ministro tul aiilnrisadn a
gastar l():UIXk| cora o eonccrlo do quarlel do llra-
g.iuoa ; n.io poda irnlm dessa snuuiia, nao poda
dclonniiar para esse objerlo niaioi dcqie/n. o O ne-
bro ministro, raspoiidemln ainda, eslabolereu mu
oulro apborisnio de direilo linam-ciro som din ida,
pois que. disae: ii Pdc.n govrrun prrsridir da lei
do nrramento o la/er as despezas que julaar ron-
venientes ne servir publico.
Sr. presidente, como be quo o nobro minislro sul-
la nesla casa nina proposico seinelhanle ? Para que
bo que nos elaboramos uma lei de o oaiueulo ? Pa-
ra que be que gastamos tanto lempo em fazer casa
. lei, com prejui/o, lalvez, ilo objerlos imporlaules,
que poderiam eulreler a nossa alleucao, provocar os
nossos Irabalhos, se arasoo nobre minislro entumi
que olla nflo o eiubarara do fazer despezas quo nato
oslejam abi manadas?
A lei de un.-amento a qucalludo diz luililo posi-
iiv.imcnlc queo ininKIro da niariubapoder ansiar
no eonccrlo do quarlel de llraaam-a. note bem a oa-
mara, aU lOriNOgOtXI lie o mai-: porem o nobre
mililitro oque faz ? Contrata a obra desea quarlel
pel.iqiianli.i de .:(K)n; Brava o Ihosouro rom essa
quanlia, quanlia que s nos he quo podemos avah-
ar se excedo oo au aa forra do mcsnio Ihesmiro,
oompriiini -ti,- -o-iiii a nacio, sem o coneniiiuuiiio
dos seui represonlanlcs, com o nnus do uma quan-
lia que lalvft o Ihosouro nto pdense agora dispeu-
der, o cnlciide que prucedeu cin reg a i
Todas as leis, Sr. presidente, quo tralam doseme-
Ihaulemateria rondoraiiam a deblieracao do nobre
ministro. A lei do 20 do oululiro do IS2S, n lei de
'.l de sclcuiliro de IMII. o a lei do h de oiilnl.ro de
IS.II, e linalmciit a do l'i ih- acost de IKIH, lo-
dua ol fiegaiu ao nobro minislro somelbaiilcjiulo-
ridade. Soinrnlceiii casos uraontes c citraordiua-
rios bo permitilo ao governo abrir um crdito pi-
ra fazer ao despozas que tacs rircumslancias possam
exigir ; maa jior ventora o mocero do quarlel de
Bragaiu.a oala Hesle caso ? Nao podia'o nobre mi-
nislro por coala desses rO-OUS volados pelo rorpo
Icgislalno mandar fa/or um qiirlo ou melado do
roueerro desss) quarlel, e pedirn depois aulorisacAo
.icamra para poder conclui-lo ? Nao lie o mcsnio
nobre minislro que nos recorda que o cupo lexisla-
lMiilclermiiioii para a obra do cae da Sagraco.da
provincia d Mar.inlijo, e para os mcllioraincnloH
do piulo -li- Poniambuco, una re la c determinada
quanlia em uoi auno, e que no auno soguinte volot
nova quanlia ? Jslo o que demonstra ? Demons-
trasen! duvidyq.i" < eiupo lolfislaliVo vai volando
ipiaotias p,ua as (inicenles obras, conforme oesla-
do do Ihosouro e as oecossidodes do icrvito publi-
co ; mas o nobre mioielro enleiidcudo que o concer-
t do quarlel de Braganpi dcvla ser fcil-i de um jar-
lo, nao se embalaron com a dispo-dcilo expressa da
lei. c tull -ti nm arbitrio que sem iliiv ida no pido
dei&ar do ser censurado, assim como oulros que lo-
inou de innii.l.ii i,i,ir obras novas quo n.i i estn na.
cueiim.lanoi.i. o ........., das leis riladas, preseiudlu-
do d.1 aiiliiris.ii-rii, pnWia lio rorpo legislativo Se
o nobre iniiiHiiin-iiteu-lo que osla nolorisaro n.n.li.-
iiereasari.-i, para que o ai.....pasudo leiopadi
niara fundos para a compra de vaporo
sem nossos cosas'.' Poderla ah ir um rredili
esta ile-|ic/a, c depois dizer atfcorpn Icgislalno :
ido leve lugar no" parlamento ingfoi : nmde|
do iic-e parlaniculo aectisou.....oltlolal de marinna
por ler maullado aliiar sobra um inariiibeiro que
Ira'ava de evadir-so. de desellar. Bis pois um lac-
lo quo lovejugar em urna uae.io ein duvida diana
do sor ronda-torada humanitaria, fado que o mesmo
bilopillailo ingle/ lanlbcm apro-oulava romo lima das
causas quo em Inglaterra molivavam repugnancia
liara servir ne armada. Portanlo, essea lelos Iso-
lados. se iilio m-irrain o carador de uma classo in-
leira. lem todava a perniciosa induoncia a queme
lonbo referido.
Isanob, Sr. presidente, ainda ha.....a nutra con-
sidorarao, A nos a legislarlo antiga, que autorha
uma disciplina mullo rigorosa, disciplina que boje
i i nao o.la a par dos no-sos cos uni-. ........tos
nlliciaes de niariuh.i, uulorisados por essa leaisl ic.io,
po.loiii applrca-la >cm quo infrinjan! os seus deve-
ros ; mas porquo tiles obran donlro do seu direilo,
scaue-su queo nio li-ilanieiito, sopor que a lei n
iilm isa, nao dov i produairo seu elfelo natural, is-
In he, o ala-tainenlodc nina villa quo est rbala
i es-as Icirivcis eventualidades de rigor? De corlo
pie sim.
II nobre deputado dase lambem.que urna das i-au-
-as il.....pugnanrla dos nossos palririos pama vida
lo mar ora o meo Iralamoulo que linbain a bordo
ni qiiaulo ao, COInCstivci* ; a lato roqioiolou o no-
bre iniuislro : >ao he poivol; <(\ se liouvoese
nina conspirac.to colilla o OSlomagO, co-ilr-i o vonlro
lo lliaiiubeilii; scnl haw-res-a emispir-ieao. C......i so
io'Ioi.i di/.or que os inarinlieiroa paaunn mar.1 o
inbre iniuislro parece'que julOOll que osla liauaora
um nrgumcnlo, o onlo o aprescnlou como valloao!
na. acamara semduvida reconlieccr'q"ue una ti-
lia nln lieun argumento.
Se o nobro minislro roconli
rac.io, noin podo liaver, contri
tro do uiurilihcirn, pimplo o,
examinar OS vivero, que Ihe
ivclquoafiivordo al
riirilialr, ipiajillaiiem p-
prejudirar o......'inlieim
ES
que
ps
lispi-
ven-
que he iniiil" inconvonieu
lado, ao mesmo lempo qu-
ilo he echo de aecusaer. quo
n-io so esolva a
guin examo esp
favor do queso
da. n-parlices
nobre inini
ce ipn- pilo ha r
n osloningo ou
llieiues ,|o sainlc va,
lo destinados, he pos
em baja alainna BHlenlt
W ler corlo ulero-.o Cn
Eu. aclio, Si. presidente
0 sffsaaKfhsssjelsjlo governo? Todos aquellos quo po-
mii.iiii |.....,ii.,i a sida de mar su allende
ciiinslaucia do qi li(,-Oes do
uto ; por oiuisoqueneia tratan de i
a una clausula, que sabrm que nunca ou
larde so realisa.
ecessidade iiieemd que pode jusiifirar o go-
verno, lalvez governo fosse
leal ipromoisa da lei, eolio lalvez osla noceaddade,
repito, se nSo desse, porque poderia ser ipio bavon-
ilii oais concurrencia de ptsoae que preleudejsem
vida do mac, o governo pode se aMm ler sempre
iiai nocidos os novios de kuoi ra sem recorrer -iqucl-
i- expediente, rujo ell'eilo moral he sem duvida
muilo triste, dcbano de mais de um poni dov isla.
Ainda lomarei em consideradlo algumas nutras
propo.ieoes proferidas pelo nobre minislro. S. Exr.
"iivio o reparo que se fez por n,lo se ler aaslo com o
rio do l'ernambuco a quanlia determinada por
o nobre dcpulado, zoloso como bo pelos inte-
ressos da provincia que representa, moslrou ezdesc
jo de que o melborainculo do parlo dessa provincia
fosse mais rpido, que so cueduasse dentro do mi
or lempo possivol, c portanlo eslranhon que nao
se llresae gasto toda a quanlia determinada por Id
O nobre minislro, respondeii.lo, disse que ojo ora
possivol gastar lodaesaqi.....lia, porque alaun- ob-
Jcclo | ac ii iiielboranienlo do porlo linham de vir
da Europa, quo embiraceva que oasea Irabalhos se
adiantassem rom a promplidRO que era para desojar.
fiia, o mclhoramento do.porlo do Pernambueo |<
est em andamento ha mais de tres ou qualro an-
uos; por conseqiiouoia parece-meque a previdencia
do nobre minislro (que lambem deve desojar ver
completo caso raolhoraraento] devora ler fefto com
liaulassem as enciuiuneiidas para a Euro-
lovera ter reipiisilado ludo (pinito fosse cim-
iento, para que a e-pel.i dos objertos precisos
nao relardasse a ConclosM de urna obra, que o no-
bro ministro mesmo reeonlieceii que nao he sudo
inlcressc de Pernaulhuco, mas do inlcresse acial.
Assim, nSo pan-re muilu aceilavel a ovplicacao que
S. Evo. no- lili.
II nobro deputado laiuboui nolou com rclar,.1 a
esse melhoramenlo.que o rolatorlo do anleceamr do
nobre iniuislro di/.ia, que a munida da Iba defjo-
guelra llllha -M bracas, quaudn o nobre nunislio
no sen rolatorlo nos di/, que apenas lem I Vil. t) no-
bre minislro respondendo a esto reparo, disso: o As
nformanie. que lenlio lio de que a inuralha lem
1711 bracas; nao me cabe conciliar o nicii rcl.dorio
com o do iiicii antecessor; niio me don a esse 1ra-
balho.
tira, ou julgava que era liabalho proprio do no-
bre iiiinisii.,. logo quo receben uma Informarlo quo
nao so confu ron a com nina oulra que eslava cou-
sianada no relalorio do seu antecessor, pedirnoyas
Inform icocs, averiguar o lado, o nln mnolrar-ao In-
ililIVrenle a .einolhanlo ronlra direilo. Assim, 011-
leoilo que o telo do nobre minislro flllboil nosla OC-
casiilo, que ello devoi ia ov-uiiiuar o que linba dado
'causa a essa conlrodiccao, aemesmoislo natoaerli
: re.illlado de al-juin de.vio reprovado.
1 odcpiiia lo ., ipii-ui lenhoalludido,perguntoii ai
I nobro ministro ae nato convinlia diminuir a jerar-
rhia que acliial.....uto so lili ni nos-a armada. S,
Bxc. dis-e quo era islo Ulna quesillo accidenta] ai
destino da armada, que ni a ronviiiba reformar na
da, porque intersea muilo que os posti
liba correspondain proclaamcnlo aos posl
rito. En uni que o nobre miiiisln
dental aos deslinos da armada nina seuielliaole
ipic.iao. que ali s be muilo Imprtanlo.
Saber so uma peca roiivcm ou lulo ao niaobinis-
01", se o macliinisino podo funecionar conveuienle-
inenle com reliicHo ao son destino, com mais ou me-
nos ama peca, nao podo -'-i indifierciite; sem du-
vida um iiiaehinisla olhar.i muilo para isto, adiara
que he quesillo muilo e-sem-ial. Assim. se se pro-
var que a armada piide manobrar muilo bem sem as
ralheaorias do nlliciio. que arlu-ilinonle ovi-tein.
po lor-siviia dizer quo lie islo indihorenle ao destino
la armada? Se om lugar de nitocalhegorias semos-
li.ii quo pwloler tos, cuino nos Balados-t*nidoa,se-
i isla indilTcrciile? le cerlo que nao.
II.unis, a i j/l.i de oonvcnienria que d i O nobre
nniiisiro-p.irocc-mc de ponen Importancia, Poder-
ss-ba inanler osla ordem do jerarcliia que actual-
mente ovi.te, qiiand-i so provar que iieiilnuua rcla-
cu (em com os lius ou icrv
ooleilo de inanler-.-e 0SM
los ou ::r.iosi|o que fallou
lamonto n,io.
E lauto mais, Sr. pie
liidfircrotile aos dcalim
.mico....... di
-i-l.lino. Il
2
s;
MP>
da mari-
do exer-
olianie arci-
llo nobre dcpulado por Pernambueo, o exclamo :
ie no imperio cxisleni depori-
queosba em Jaragu, na Ha-
bla e no Rio do Janeiro ? n Nao he essa a questao
a questlo he-se cssas madcii na quan-
(idade no- : que. (piando so determine o
fabrico de qualqucr novio, ellas Icnliam lidoo lempo
conveniente paraaeccarcm, ea aacesaidade afo obri-
gue l.d\e/ a tancar man de inaffiras que ainda nao
ii iiriisiiuu ius que sao exigidas par uma
reaularcunslruocilonav.il.
I'., Si. prcsidenle, o respeilo do madeim nn Ingla-
terra se loinaui |iroviilciirias muilo serias, lia de-
psitos aiuide ciilram allernalivanreote agua doce o
anua salvada, e isso para prevenir queo bicho nilo
ataque as madeiras, porque aua salaada niativ o bi-
cho '\^ IgUl doce c virc.versa j e assim se conscgiie
i|.;ei-i. in.uloil-.is so rul'.scivcm por muilu lempo
sem seren prejudioadas. Seria conveniente queo Sr.
ministro pensaste sobre uBoeeiamhxasse se alaiima
colisa podiamos fa/.er eiu onloiii o acaulelar o cstra-
ffi o piojuizo que sollrem as nossas madeiras de
cons'ruccao por semclhantc rausa.
Ainda disse o iiie-ino nobre dcpukido'qiio a meri-
nbnmercante eraoviveiro dawnarlnha di guerra.
O Sr. ministro conlcsloii is-o, c disso que era um
anacbrouismo de quej ninaiiem se Icmbrav.i depois
dos oaminho. do ferro c navios a vapor.
Sr. prcsidenle. CU ainda Icio boje em livros mo-
derno-que he com enalto vlveira da marinba do
guerra a marinha niercanle, o como pens que larde
un nunca chegar.i o lempo em queo vapor dispense
iiilciramcnh) os navioi de vola, arredilo que em-
ipiaulo pelo menos cxislireui navios mercantes, cas
poseai i ts de que me ia esquceoinloi roiivcn muilo
que u governo procure protegeros nossos pescadores
e a marinha mercante plcamelos de que disputar,
coiisidctif.ido aquellose os individuos ompregadoa
ne-!.i coino o vivoiro da niarinh.i do guerra, onihura
o nobre minislro julguoqueisso nao seja neccamrio
porquo lomo, osimperiaes iniirinlioiro.; mas. Si.
presidente, pdo-ae dar circumtlanciasom que os im-
periars nmrinheiros sejam insullioienlo.; e entilo
Olale r.....iriei, segundo as urgencias do snico pu-
blico, sonso i marinha 111010,11110? E inultos dos an-
tecessores do Sr. minislro lera sempre considerado
rumo vivoiro da marinha de guerrea niariuba mor-
cante ; he isso o que Macha noa"anteriores relato-
rios. ,. dios nlo estilo Ido alra/ados, arrirt. II Sr.
iniuislro me perdoe easa palavra ti.....e/a que appli-
quei, o que reconhoco deaocaajaria ; occorreu-me
Hilo sei porque ; mas se Os antecessores do nobro ini-
uislro nao oslan muilo alra/ados, parere-me que se
piule pensar ainda com ellos, som calllr no ana-hro-
iii.uio, quo o nobre minislro ola cuino uma ollon-u
aos proaies.os da oivilisaoilo, c as forras do vapor
lano no mar como om Ierra.
Com essas nh-or\ocoos, Sr. prosidenlo. poiiho ler-
uwaomeu ditedrao; cedendo aasiin a umdevcr,
llover que parlioiilaimente me iinpo/ o scnlinionto
de fralernidaile, eu ruin a maior salisfac.lo acabo de
pi.-onoho-liiila inaneira que me foi possivol.
O Sr. Prerldellle :l-'ira adiscossSo adiada pela
Iimi... V'a-SO 1....."del Milacaodos arliaus .ulilili-
vos a lol de lixiio.lii de foroas de torra, ruja discii-.o
lirn bonleni encerrada.
Consultada a casa, he npprovado o artigo r. 1 1 i r i
vo da 00.....iIssAoqne. crea desde ja um cumman-
do do armas na provincia do Amazonas, c rcjeilado
o oulro,
(Conlinmr-tt-ka.l
Parabilia 6 ias, liinle hrasileiro Oncifil 1 Flot
ta* rirtudn, del loneladas, uiealre Joao Al-
vos de I.illas, oipiip-aeni ilonlao-
gue ; a Paulo Josdllapii-
Ponlaiaues lllldias. barca logleza Clydeidale,
de19 toneladas, cspilio I). Me. Inhe, equipa-
ge ni 10, carga car ., urdem.
Velo refrescar o segu para J-'idmulh.
tiariot tahidot na memodia.
Havre pelo Maranhaoe l'ars Brbjue fraine/ lie
aujeu, capiUlo Siirmoiil, carga a mesilla que Irnu-
xe. Pnssagerro, E. Iloefer.
Kio de Janeiro Barca lu-asilcjra Ipnjuca, capitao
Alcxandre Jos do Jess, carga rarvo. Coudttl
:l e-eravos a cnlrecar rom passaporles.
dem Uriaiie'bi.i.iloiiii hmlimado Nortr, car
1*0 .In.iqin'in l.opos da Casia Albuqiicrque, corga
carvao.- Acoinpauhn a seiihora 1I0 capitn.
Liverpool (alera ingleta Cohimbm, capilao lio-
Ido, curva a mesnia quo Irouxe. l'assocciros, l?r-
diiiand lliehoi esua familia, llcnrv Ijibson, Ma-
dama l-'nx c i fillios menores.
lampin Kood via .New-York llinlc americano
henl, capitn William llamliii, carga guano e
n/oilc.
Paro e poiios inlerniedios Vapor hrasileiro (.'110-
ml/(irt, rommaiidanlc o eapllgo de fragata ('.osla
Pereira. Alora dos passa".oirns qun Iriiuxe leva a
seu huido para os norlosdo stil, Joaqiiiui Ignaeia
Eerreira, Fre fose do r.oraoau de .Minia Castro,
l-iei Bento do Monte Carmello, padre Manoel do
Reg Modoiros, il.-uincl tiabriel de Carvalho e 1
eieravo, .Manuel da Cosa l.ima e i inennros Ga-
briel c Ernesto.
Hio do Janeiro c porloa inlormedioa N'apor bra-
sileiro S. S11I1111I111: rommiinilnnle o cnpililo l-
enlo Antonio Carlos l-'iaiieira. Alffl dos pas-
sageiroi que Irouxe leva a seu bordo para os luir-
los do norte, o capillo de mar e guerra Joilo llen-
riqui's deCarvalho e .Mello esua familia, a segun-
do lenlo JoSoafendea Salando, o aaerivfto da
armada Antonio Jos Molrelles IJsboa, Manuel
itiiarquo Maccdo l.im.i o I oacravo, I segundo
saraenio. I escravo a entregar, J. Marllna l.a.ir-.
francisco de Paula ll.uros, Pro! I.ur* tiralvo,
.lo iipiim Perreira t\.\ Silva Jnior, padre Antonio
l.niirouoo Boavenlura, 1 africana lvro Harta Jo-
rpb.1 da(aiiiroii.in. isohladns invlidos, Carlos
devorao aprcscnlar-se ncslal rapitania, aftm do se
dar unanova numersrl>o,c|elra, deque lala
imenlodaf.cipiliiNias do 19 deunin
de tHiti, leuilo S di.i- ruall I wn dar cuiApri
iiu-olo ao 1 pie cima o-1- del Armiado, sendo que de-
aV ricab! pra/o se impor.a mulla delornii'iada 110
iiie.ino leaulameotn. ScciJ;li,ri.i di capii.mi.i ,|
llbuco, U dejagoslo de ^ia:|.(1.,..
eretario Interino, Joo R"\cri AVISOS MilHITlMOS
Para o a..hmi> Ml'm^eicrvoliueofe nodi
15 'lo corren,o, o ltale t'ior do Vururipe, o qual
> receba pwaagelrdt. a ilnlar na rui daCMeudo
Isccifc d. 'i,', priinoiro anlJar.
I'ar.i o Kio il(> Juieifro sjiliir. faTfVfl o palrtr|,t>
braaleito Itomllra, r.-H>iilo LwppWo Menlo Van
na : quem no monmo qukrr Cirrcgar ou cmli.irr.ir
csfravoi, im'hIo cnleiuferf-fc rom <>. consignaUrioi
Amnrim & Ih^h, na rjja ,1a Gru D. :. iMi rom o
ila ann nl.i, *
irresponiltficla .
1 imAru niinialrol
para
ms-
Ger-
nlenle, onla quesl
ila armula. qu
Sr. ministro a apredtii
-i; ella no son rolelorii
1 he
Uro
|M lc-
wja
ico iims oqiia-
> ite capilo fcionaln.cnle o
TaWc
|iio mi) ministro de
entendo que nm ilepnln-
liialilic.i le bailar-,
[troceder algun Inquorilo, a al-
rial, e que, tranquillo c provehidoa
n lia c-i.iIk'IitiIo quanto ao peasoal
argimicutc romo arguiueiitou o
II ih.il ir'ia
Por ventura o nobre minislro da marinha j-i no-
orprexa fosao fca-
aos marinieiroa
petioas quo ac-
1 estado em que se
dos marlnhciroa,
1 lazer cases euiucjs,
rflinccasifinaqua frniules apparet;ani.
aleja onobre minislro IM prevenido
oas .i i|.iciii 11 le incumbo este eia-
a\(
\H-
iiicoii alguma commisslo quo lo
minrseos alimentos destinado
erAo bous ? Pode acontecer quo ai
lualmoiile loiniu conheciinciilo ti
acliam os viveros para alimento
lelo liabflo mesmo de oslar
so relaxo
Por lano
a 1.a.ti d,
mi'.
o nobre ministro lembrar-ao*lNi rc
rollega Iji Ruerra lovo lu arrenender-sedn ti.....asn-
;i ronliiinrii que o lovou a emiltir propositos quasi
sfiiicllianies. Por rouseqiiencia, quando nina pro-
ilesla onlcni appareco im casa, e o mlnulro
res|.....de reconlicrendu alias quo ella he o echo ile
votes que tilo qualica do Ihuibcs (quc diier nosto
caso geraest eommuna, que percorretn muilos eircu-
in-, o seu pjwedimento deve ser o exanic, a inven-
li^ar.io. e 1180a IranquHdAde. a eontlanea le quo
ludo vai muito bem, le que ludo maitiia em regraa
Por ventura o nobre ministro j examinou se os
soldados da nossn armada eoniem frcscoiscmpro (po
eslao no porto, ompro que Islo lie poHivel nos pri-
melros diaadoviagenst Senffo comoin ooustanlb-
mente salgado, prejudcando assim i sua saude ? '>
nolire ministro iimier.. aiiiju n quesecunipre oque
dfspffealeia este roaneilo? Que os marinlwiros
lem uma comida variada quanto possivel ir-la'
lulgoque o nobre minislro iiao |oder aasogurar s-
|ue por cbnsequencia a res|ioBla que deu reve-
ta uma conflanes: quo nao se compadece muilo rom
/i'i'i,i|in! alias eu recoulieco no nobro ministro pe-
lo servico puldiro.
( nobre deputado iupiein me lenlio raferido^in-
ila apresentou como uma tercoiracausal la repug-
nancia dos nossos patrelos t vida remelles um futuro, e flearem reduildos, depois de
preaiarein seus lervicoi d ie acbarem acliacados, a Ir
mendigar naaruas, a esmolar. Como responden o
nobre minislro a esta caus.il'.' Nole-se, antes di^lo,
quo S. Eis nio aceitou nenliuma das causas que
aprescnlou o nobre tb'|>u(a recen inosmo inoatrai vontado decldiiln em contra-
riar o nobre deputado, nao aceitando nenliuma das
causas por elle aproscnladas. Blas como o nobro
ministro aprecion a causa referida ? Como prclrn-
deu iiulliUca-la,desconlicce-lai Disse: Nao lie
possivel que esta Icnlia sldoa causa darojugnaneia,
porquo o lenho o projecto do um asjlo para esses
invlidos; ji exislem arrecadadas as snmmas detO-
muas para esto asylo, t ralla deseobrir um luuar
em que convenJCfitemetile se eslabeleca. Ora, es-
la reposla be em verdade nolavcl! Pois o nobre mi-
nislro qtier que um ns> lo que se lia le aluda Uv/.vx,
que be cous.1 de futUN, lenlia ell'eilo sobro 0 passa-
do, de inaneira que nao tenlni itdq a causa de a 10-
puguancla ? dlt-se em pbylosoplita que o Creador
mesmo nata pode solne o passado, (pie nSo pfle fa-
zer com que um aelo que se realisou deixe de ler 1-
ilnexistencia ; maso nobre ministro quer, que mu
US) lo que anda so ha de fazer nao Icnba sido ;i cau-
sa da repugnancia al agora existente do nosso povo
para a vida do 111,11'.' *
Tralando ainda des te ebjeclo, perguntarci ao no-
bre ministro se a prolwco devida classo se limita
smenle a e-'e as\|o ; se n nina oatxa para facilitar aos soldados o mannbeiios
algn. SMCOTM pecuniario na velbice, corno acon-
tece em franca. Alii se recnllicm os despojos dos
Hiariitheirosque niorremscm licrdeiros,ein umaeai-
va, eaixa para a qual enlram lambcni corlas fiom-
mas quo ser\in de auxilio aos marinliciros inv-
lidos.
Disse anda o nobre deputado que.nina das cau-
saes desta rcpusnancil, era a inlidelidadc do aover-
110 i'iii dar baivi aos mariulieiros quando (inliam
roncluidu sen (einpo -\c servco. Oiiobremiuistro
responden qiW Wo nao pode ser a causa d repug-
nancia; (pie o governo, levado da necessdade tic
guarnecer uoesos navios, liuha muitas ve/es lcne-
iMtli Uaixeaos sold.idos que Ifldiam adquirido direi-
1. .1 ella.
M.i-;, sen lime-, porque P**n neri^idade pudeju*-
i.m'i no que .1 im [imcede, |ntrvenlura po-
do foineiler-ociii lira esTeilo benfico enm
rejiucnaiiria? U"f so importa
o inariiiheiro com a uecessidadeque pode Juslilica
Igualmente nrovelloso elevar um 1
drodo* ofllciaossiiiierlnresal o p<
nuil o Ruerra, rostrfugiudo-BC pro
ilosll >-los suballernos.
fj Sr, Ministro Ua Marinha: lato lie nutra
consa.
o Sr, Dan Uira que se reslrlnsissem as arailuacOos subalternas.
OSr, Mimtroda Marinha :O numero.
o Sr, Bandeira d Mello :Nao, o bou nobre an-
lecessor da a raiAO por que quera essa le-lijcc.'lo.
Eis-aqui as suas palavras: a Com b manulen^au do
quadro actual.
i 1 Marinha 1Ho oulra cousa.
t de Mello : Ku entendo que
lor pie eulao era ministro da nia-
ic resiiinpissc o numero dos offl-
la marinha, alim, dase elle, de que
oulciaes nao c demorassem muilo lempo nes-
sos po-tos, \ indo assim a pas-ar a nlliciaes superiores
ja vollios, q.lando j 1 nilo podian ler os mearnos csii-
iiiulos pura bem servir.
' Tenbo agora, Sr. presidente, deallendcra miro
punto. Onobre minislro disse quena niariulia iu-
gleza havia maior numero de graos do que na nossa
armada; maa cu peco licooca ao nobre minislro
para couiesiar casa suapropos^Ao, poroucjulttoque
ac oqiiivocou a respeito; nao lia na mnri-
;le/a todos esses gruoa deJorarchia que o no-
ilatro nolou no seu discurso. Ku li^e ocui-
ler oSr. Dupiu.e nelle encpntrei o que ora
p para nnile-lar :u nobro minislro. 1> nobre
0 Si . Mil inn
0 l.nl Vi . Um ilrii
nobre .en.
iulia 1 noria I ui
:laes 11 lorii-i . (1
raMMiini
COMARCA DE NAZARETH.
2 de .i,; osio de 1853.
Esta ierra Rea om perfeila Irannuilidadc,
lemlo occorrido contra a aeguranca Individual,
propricdaile, depois da ultima que Ibe dii Igl, o
Un- communco para sua intelllgencla ogoverno.
Bntrolanto, so nenbum faci material levo lugar
alguma cousa houva, que pode e deve Influir m
estado um pouco anormal, e de ag taclo, em qiu
se lom csiado aqu de^iomposuiia c., por causa di
procosso-mania : quero Tallar na ida du llr.Juiz mu
nic i pal, o do promotor a essa capital.
l/ciii que o Exm. Sr. presidente ila provincia
cniupeiieiradoda nocossidado de por termo a Intri-
ga, que com grave prejuixo do servlcn publico, senvolvcu-se entro cales dous runccionarlos os man
tiara chamar, aflm do bem informado ila causa quo
a tanto os obriga, poder com acert da>nroviilon
cias em ordem a nuo-los entrar na n.iia dos seu
qu
le Moma). desertore
rito, Jos Antonio de Abneldn *
cisco [selle <\-> Costa Bolm. Jofl.
Jos Antonio dos Santos, padr
do Carvalho, Jos Perreira Dia?
I.eite la Cosa Balen), alteros
le Squolra rer-
limarScs, l'ran-
Joaqulm Alvos,
Antonio Alvos
l.ciie, Joaqulm
Manoel Joaquim
Jnior,
lera inglesa Unda, o
itine Sek'
Muafurd,
Bieber i\
.leve
O I
dirig
\an.b
compet
tai
.eiro ilos
1 manliKa
.-11 lusar ore
*, o segundo,
fleandoo son lugai
9 que faxer ao Hon
l a ei
ItlIOS (Ullt 11
le Sdo me/.
orcupadu po
n, p
em
tarca p
larfoi para abi >!*
pie liliihui-se, Ji-i
quem do direiln
riio na manba de
agora, o quo lom
lijo caco nao piule
iinauerer sefli pro-
nln
dad*
basl
ministro considera ronmum grao do jorarchia da
unda inglesa d commudoro; o commodoro nfio be
Rniolla erarrhia.
o Sr. Sedra :Aiwlado.
tt Sr, tiandeir de Mello :D-me......bre mi-
nistro licenea p na (pie.....que nao sou da proflssAo,
laca algumas observacoes sobre a malcra, sem que
isso |HMsa innlesla-lo.
Ocommodore be o mesmo capilfto do fragata que
loma esse llulo,quando |tassa a rommaiidardous 011
mais na\ ios ; mas logo (pie deixa de os ruinmandar,
logo que essa commlssAo cessa, deixa lambem de ser
commodoro. Este Ululo pois nao Imgroou posto
como acroditou.....bre iniuislro, he urna rominlsfao
tempnraiia.
O* primeiro e segundo lenles, que o nolire mi-
nislro considera como dous graos dlstinctos, nSo sao.
Quando em um navio saaprosontam dous ou mais
leiieiiltx, o mais antloo possa a st'i considerado pri-
meiro Iciiciite, mas desapparece lambem essaquall-
licac;*io logo que deapp,uei'ee-^acircunitliiucia OVOn-
lual ijiie Ihe dora nascimonto.
(> mesiie ma*ter)qut nobre minislro considera
como um grao do jorarchia, lambem nao he. porque
o mostr lie um rommtssarlo, um Individuo o on-
carrcoado na marinha inglexa do tomar contsf los
cordames...nM9sames...o nobre ministro poda mes-
mo me fornecer alguns lormos, porque eu nao sel
bei.....o explicar nease Lionero de cousa';. Ku quero
fallar do .111,ij material do navio : desse inaiijo he
(1110 Osl rmai reliado o me.slre, o qual nAo lem a e-
licidadoile oceuparum grao na Jerarcliia da marj-
ulia britnica.
O nobre deputado por Pernambueo a quem me te-
11I10 referido, susriloii urna piol.io (pie me parece
uiui cssciicial; pcrguulou ao nobre minislro se j li-
uha algum pensamonto liquidado a respeito das pro*
UlOcOes dos ofllciacs gunlava o nobre dcpulado, ntals convenienlo |ue
as promocAes dos groas inferiores Ibaaem fcllas, co-
mo na Inglaterra, mi libiium do governo, sendo ao
contrario a proino$an dos poslos supafjores fetas
por mora auliguklado, BslaquestSo be muilo Im-
prtame, o 0 nobre ministro nao a lomotl em con>i-
derac.io. talvex porqu ngo (ivesse anda ponsadoao-
bre ella, e a qulaetae adiar para oulra oceaslio, em
que pudesso bem responder, com perfeiio conheci-
iiiciiw de causa. Cortamente, mullas queridos ^c po-1
demonerecer sobreaorganlaafjgo'da marinha que
aajgem profunda meditaofio, e tura devem serdemo-
uu'iilo resolvidas; e eu "mc-mo sou le parecer quo
se o nobre minislro nao tcm ja urna OptolfiO forma-
da sobro a queslo que foi avcnlada, nao arrisque
oSaeujuite aem o.ler eaelareeido pela moditaoflo s
serio exame de lio importante aaaompto.
Ainda o nobre deputado pcruunloa aoSr. minis-
lro se existan) madeiras nos dilferenles de(i*ilo> do
impeli, bem seecas e bem dbpOStoS, pata o fabrico
dos navios, o que iir.porlavao mesmo que peraun-
bu*aa alguma providouca liuhasidn lomada pelo
Sr. iniuislro para que as madeiras quando fosseiu
appliradas i conslrureao, livessem os requesitos c
qj.did.ules precisas, alim de que.ea navios fosjatn
hi'in con-.irniio'-, cun aa condteOea ooflvenlet|tes ile
doracfto, ilefxaiHlo-eed empreaar madeiras mais nu
manos veriles, ou menos propras para o flm, por
nan lerem Miad...... depsitos o lempo preciso para
que atlipiiram as propliedades quc~do lempo Ibes
pesia vir.
O Sr, iniuislro pareceu nao enlender a peryuila
cabercomo |
motor, mola real de loda ajuslfca criminalmaxl
inof havendo aqui lanos hachareis e^idvogadosl.,
Este Moraes em ludo quer metter a sua collier ;
Dens quena (pie por Isso ainda um dia i..lo lbe 8UC-
cetla mal.
Foi esputada a retiuiao lo jurv para o dia -2(1 do
mez que vai rorremlo, epor esto ve/ dou-lhc a
agradavcl noticia de que a sorle deixou-mo em es-
quecimento, do que muito agradecido Iba fique!.
I'oruin concluidas Ires grandes demandas, (pie se
agilavam no bao dosla cidade, das uuaes eslava on-
carregailo > lr. Lourenco bezerra Carnolro la (i-
nho, a quem bem agradecidos devem estar osseus
(iiinmilleiilos peb) /elo o lileresso com ipie se llOU-
voaproldoseus diroilos; o qual achando se agora
mais desoecupadoem seus Irabalhos deadvogado,
trata de amenisar osla loealidado, convocando fro-
qjiontes reuniues em casas do prenles o amigos,
onde se declara guerra de exterminio ao. pobres pa-
lo-, galinjias o pe us.
Aquello prolo pie lentou degolaMO, dando um
como Ihe cnniuiuiiiquei. sendo por
1 removido ila eadeia para casa,
du mellior Iralamoulo, ovadlo-sc,
obre linmein bem reeeioso.
mtim'ia sem alierar.v>.
v.
Carla particular.
Ramos e Josd Antonio de Araoj
Obferraclo.
Suspenden do lamcfrl
igiiora-ae o bou destino.
Pari*entrados i"> dia \.
Terra Nova:i2 dias, briguo illglcz 'fii
ank, do ISO toneladas, capitiio John
ejuipaaem8,carga bacalhaoj a.O.
Compaulria*
Acaraiii3I illas, bialc hrasileiro -/-/i/mi RrMIi f-
/v/, de .Vi loneladas, mcslre Francisco J> la
Silva Ralla, equipagem O, carga carne seccae
ni 11- gneros; a Manoel (loncalvos da Silva. I'as-
saaciro, Manoel Peasco do Son/a Rrilu, Joa-
quim da Silva Pereira, Joao JosO* da Vega, 0
Francisco l.ui/da Silva O ti una.
Salem19 dias. e-cuna americana Al'ni, de \'M\
toneladas, ranitflo A. Cnulfelld, equipagem
!},carga farliiun de trigo; ao capitn. Velo re*
hrescar o acBue para Bueuos>-A>res. ? ,
llavan.TOOdias, palacliohcspaiiliol Mila,c 1+1
toneladas, capilo Molheus Llemona, equlpaspra
I0, carea imuardcntate assucar; a* Aranosa bVy-
an i\ Cninpauliia. Velo refrescar e sei-uio para
Buenos-A vros.
Parahihaa lias, hiale hrasileiro Fhr do OiwrV,
ib- -2* loneladas. medro Joaquim Antonlode l i-
gueirodo, equipagem*, carga loros; a Antonio
Joso de Castro,
demI das, hiale brasllelro Parahibano, de :il
loneladas, meslro Estaci i afeudes da Silva, eqoi-
p.i fin .1, cama loros o f.irinha lo mandioca ; a
(laelano da Costa Moieia. l*assagero, Cyriaco
Comes Italbiuo.
EDITAES.
o Ilini. Sr. inspector ila lliosoiiraria pravin-
i.d manda faxor publico, para coiiliorimoiila ile
uoni conxier.o arligo 10, ilas Inslrurttlcs da mi......i
ni i expressa derlnrarSo da i|uo,a Falla
de .im observnnria, ini|iorla i exclusao itn prelen-
lio
i.il;
', ilo
Art. III.
lii.i.nis do
idonoidade
dajiinla i
lili- Olll (
admitM
l'i
B0l|
scu.inpsmu
alim de re
c agora an
Tildo o i
,\U"' mai
seiiln
eber
la o |
nais c
ver.
COMMEilCIO.
i'lt.u.:.\ lit KECIFB i DB AtiOSTO AS3
HORAS HA I AltHE. '
ClltlICl'O.llllici.lOS.
Compra, de amigar.
Mascavado regular a iBi'dl rs. |ior irroba.
AI.IA.NDKliA.
Iloi...............lo dia Ia3. ..... lifllHfl
l.k-in du .lia ....... 7*17*10
!:7*lsH7
Barca
Briguo
Briuuo
Defarregam hoj
iiiiii.Mio/.itralU
wlc Carolina
uiliiDuinaxii
i v agotlo,
incrcadoriM,
i-.ilh.ni.
rarinlio.
Briguo amcrlcaiio
Briguc i'c.inco iMlrol, le i Bl
Barca dinamarquoaaOrionfarlnji
Yoofo l.irinlin do In
le in BaplUle?
lo lll
liaron porluauoM --- Brachariue idom.
Il.iici .iinoric.iiia lluntrtti n/oilri do poixe.
Escuna olileniburguexa Concordia marca-
dorias.
Imporlacao'.
llera porluguotn Brackareiwr, ^ isi.l da Trca-
lo, roiisitin.i.la n Tliumaidc Aqulno fniiscca (V ri-
llin, iiiiinil'o-i.iii osoguiulo:9,000 liarricns larlnlia
de trigo, l.'iOcaisasaro; n Deane VooloA Compa-
,100 linas do diversos lamanlios, 300 acajaloa, 18
lilllius, ill co-tn. do ili\ot -o- l.iniiiuliiw o COTOS, l:
cadoiras de palliinlin, I canap de dito, lOcaiaali-
cores; aos cunsignalarios.
Rcaisas licores, IJcadcirasile palliinlia, ditas
ilc tiraros .lo .lila, I rnnap doditil n ordem.
Briguo franco/.7..- IroinJeaA Baptite, vihhi da
illm do Sal, consignado aOlpirn Irm.....,\ Com-
nanhia, inaulfesloii o acguinle : MV molos de sal j
an- ino-nni- conslgnalnrios.
iONSI I.AIMH.ICItAI..
II.....lmenlo do dia la!).....ifcWWHT]
Idom .I" da I........ B8|8M
a .la thesouraria provincial d. Pernanv
agostado 183:1. O secretarlo,
Antonio Ftrrelra tCAnnmiciaelio.
o. documentos comprobatorio, das llalli
arremalanles, o os que .loicni provar
dos Dadores sarao npresenladoi na aessflo
nloriora d'arramalac,Ao, para sercm
iiii.iilor.icii". resolver-so soliro ,n li.ui.a o
o o licilanle.Conrurmo.i) serrotari
Antonio Perreira (T.lniuateiacSo.
la in-pooluriaila alftindega so l'.i/ nubil
i|........da ti dn cnironto, donoi do molo (lia,
lia di- arrematar om liasla publica a porla \ nio
uta re|i.'irlii;an, Iftllgurasdc porcelana para amia
lo clioiro, im valor do I3a900, abandonadas aos di-
rollos |. 'i It. Iloporiiiann ; sendo a airomacn li
vre dodlroitosao arromalanlc.
Virillldcgad. IVrnaniliiiKi, i do agosto de 183.1.
Omspeclor inioiinn.fenloJo> Pernandei'lliirrn>
Pela insnectoria da albiidcgii se lai pulillci
po, no dia '110 enrenlo.-o lia Ac ai rematar cx.il ha-
la piililioa a pniia ila ino>ina roparlifao, 3 e,ini\oli'i
pequeos om forma de punlial, no va
ap|irelioiididosdo conrormidnde
tgulame......i.CtldoH dea
i aiioniataciiii livro de direil
do obrigado a roesporla-kn i
iimi delermf
1
lito capitn a lionlo
Para Lisboa prctni
barca iKirliuniczn i;,*ifj
ICT o.in caar mi ir do pal
-.ciado- ciiiniiiiidu-, o
rios Tlinjnaz de Aquin
gario o. III, priuioiro
piara.
Pura o Rt
suhir ate <> din I
veleirobrigu r,
be iilj'iiina earg
u l'i-i'lc : para
do C.iillcjpo ii.
Paca a llaliia
sumara ItorlenctM
om oa-a de seu coi
llioiis : na run da
Pun O .
u ninior brxji
ciouaj Firma
Gomes la Sil
/.,t rairegai
que lem jl>o
consii'iiiitiirii
dol
saliir com brevidada a
do: quem na masma Mi-
geni, para o que Irm as-
ida--' roni os eoMifftiata-
ousacaj hilho, na do Vi-
llar, ou com n capitn na
.I". Janeiro, preende
do i-oriente, o muilu
fe, o qual anda jvrr-
possagiroa c ocravos
ijo lim, trata-te mi ra
7, sojjuiulii andar.
o^uo om poneos dias. ,i\i.kii
para o resto da caica trata-so
igualara orningosAlvos M,:-
:>>.
lurannfio ePnra' mhecom
ule possivel o liiigne na-
eapito Cielo Mi.reoliuu
a : i|in-ii: no mesmo (ini-
iii ir de puss.i;;,'Mi. pun n
i eonunodoR, dirija-W ios
Novaes & Compnuliia, na
iM|iii-lie n. Tii.
( Rio de Janeiro.
linlf!) do eiirrcnlc solio a SKqaa *>(
idiiiio Jnaipiiin AnloDioQoDCtlvesdosSa
I.V rocelio cari: i c paNagciros: a Irilarco
("aciano CVriaoo .In ('. M., ao ludo "In (airpo S.ml
lija do madjiaincs u. 'i, ou romu eapuao,
nni
\.i
Ftlii
LEILOES.
PcFiiaiido lliolier, eslaiulo pruxiuin a retirar-
se para a l'.iiTn|ia, f.tri loilAo por inlorvenc.'in du
agente Olixclra, do Inda i molilia o mais ulensilins
da casa de sup residencia, consistindo om riquk-i-
mu ronsolosAinesnsredondas culilouuas, cadeirai
o sotas,: ii11.> nmo o do maMapurado goslo para sais
do \i-ila-, li|KvoJJri(Jisslmo para a incsiua, enm ca-
pa; un valiusutniauo forte lal\cz Saiuporil tic la
cidado. oslante no msica, masa dalanlar elastjrii,
radeiras usuae-,1 ditas de lialanen c lio brMOS, mar-
quosas, cuarda-vestidos modernoa, uanla louc.i.,
aparailuto-, cniniiiol.'-. in-as diversas para sal -
o ulriiviis, lianqpinlias, loiicadorcs, espelnos rom
inoldujas, e.iixiuiia para costura iloltc.iilaueulc mar-
dictada, e oulros, lavaloros, ricos pannos do ino-.i,
cortinados, divcrius Icilns do ferro para rajaos e pa-
ra sollciros, um eliliriolct muilo niaiiciro, lindo c
ipia-i novo, com uavallos c arroloscomplanlos jos-
lampas lina- paranuailros, mu lindo tabulen" o um
apiirolliuparo rliiilcptima prala, lou;as dhTeren-
le-para ni -a.rli.l ecnf, inclusive de porcelana,
carrafas, co|KM, niinpolciras outrasper.i.ile rliri-
i.il. vasos, llguras para oriianienlos, ItnDpeoesdixcr.
sos, lautoriia-, garlse faras, collicres c muilo lieiu
de roaiulia, alm dlc varledade iW arligc alis, sen-
do alguns para janniii ele. ; sexla-feiro 3 do corren-
Ic, ns II) huras da inanlula, na Indicada rasa, man-
do, modernamente edlHcada ala no HoodOKO, ron-
ligua a do Sr. oiiniiiionilailor l.uiz (iomes rerreiri.
Oteilfl.i nniiiineiado paran dia 3, no Irapicht
da airundegavclhn, licmi (ransrarrdo para hoje5da
corrcnleas II luiros da inanliilo : assim eoiivida-o
aos apaivinailo- para ipio coinparooan as boras mar-
radas.
AVISOS DIVERSOS.
uiiiii
iuilos.
lor de il'ctimi re
rom o disposlo n
lo do IN
licando.
(na dn i
do lilil
crranle
Alian
Oiusne.
uno ne
ido
mola
K
'-nln
do
urde
>l do
ii ciciiIji
jllllllll lili
ile arre
reparlieaii,
cal do podr
aos (liiciln
arremalacJi
\ i (.un i
loca >lo Pornaioliucii
Im interino.fenloJi
.lo inspectora da olla
lia Kilo crranle, dojM
nalar em li i-lo pa.l.li
le agosto do 1853.
IFernandet narro*.
niega so nn publico
s .lo incio dia, so lia
porla .la
un l-'l arrobas liquido .lo
, no valor do ltsO' res, abandonad n
por Antonio Al.es Vilella : sendo a
livro 'W. ilireiliis ao arromalanle.
de IVruainliiieo. t de agoslo de 1833.-
Oiuspeelor inleriuo.fenlo Jote Fernando Uarrot,
DECXARACO'ES.
i1
i n Kio
loras da
: 387SI.il
lilVEIISAS PROVINCIAS.
Rondlmonto du '. I a 3.....
idom in illa i........
xii-vjso
I5|673
HliC
ni;t:i:iiEi)oiti.v debendas internas <.v-
RAE8UEPERNAHBUCO.
ioniliinonli. .....lia i...... i0219311
CONSULADO I'K(ivim:iai..
Iten.liinenlo do dial a3.....34T3rV4S
dem du dio i. ..... ". 710i
l:llli-1il
MOVIMENTO DO PORTO.
.Vnrios riitrmloi no ,Ua.\:
Hiclininiid 11 di..-, Inicuo americano Hable, de
Iffi luiieladas, copilau Jolu S. KslierlsM, oipi
pagera 10, carga laiinhode Irigo "
iiinnt i)i Cunpanliia.
a Slc. (M-
Corrcio gera.
O patacho Sania l'.rii' recobo mal
tirando do Su I. no dio 7 lardo.
Oe.....olho ailminislralivo, em campriincnlo
doarl. s doreaiiloinonlo, raipubUco, que fomni
aeoilas a- proiMstas do Snpioira (\ l'oreira, Molliiis
de AzoveilO Villar.....-o, Marreli.....Icronxmo de A-
aevedo, Joaquim Jos Dias Pereira, Francisco .M.i-
ciei.de Boom o Souia A Krclro pora forneccrcm |
o I.- 303 vara- de briol bri........ n. 3, a 315 r-.: o
>. 305iMt.is do dito, n. 3, a .II". rs i" rovados de
panno prolo para polainas, a &500 rs., 190 varas
do hollamla, a i"i rs.; o ::. 395 varas de In im. u.
.,. .i 31 rs., 35 rovados de panno proto, a ;-i. iOi .:
o .- 171 esteirasde pallia de rariiauba, a 220rs.,
Illtl paro- do -.....iliisde sola o viro c orellias, a I- 100
rs. opar; o5.-371 ditos do ditos rollas mi ierra, a
I9500 r. o parj o 6.- 53 grasas do botos prclos.ili
o......a KM i-.. 28dllas do ditos liraneos,a moni.
o avisa aos ditos voiuledorcs que devem rccollier pa
ro o arsenal do "nona ni referidos objerlos no dio x
dn crranle un, Secrolaria rio constlio ailminis-
lralivo p.ua nriieciiioniii do arsenal de guerra,
de agosto de I853. Bernardo Pereindo (anno
Jnior, vocal o secretarlo.
. BANCO DE PEKNAMBl'CO.
iiii-i Iho do diroceao, la/ corlo nn- -cnliore. ac-
ia-, ipio se aeha aulorisado 0 ccroulc, pora pa-
semelo dividendo deaOO rs. por areau.
i ds Pernambueo 4 de agoslo de I8j3.O se-
cretario do cousellio, .i/. ./ tOltteira.
CUMI'AMIIA DE PAQUETES A VA-
POR DE LIVEBPOOL.
lspera-so de Liver-
pool o vapor Irgen-
lina, oqnol depois de
una ili nm: i de I2'hn-
ras, seguir' para o
Sol. locando na Baha, Rio de Janeiro e Jlonlcvi-
iln: pora passageiros, Irola-sc rom os consignala-
lius Doane VooleS Compaoliia, roa di Cldeia.
ll prei(loM*o da a-soiiililea coral dos acoinuis-
lasdo lianro (lo Pornanilnico, convoca a .v.scinlili'a
coral para reunan extraordinaria, no qual 'se lom
,1o disent! as propn-las lia dirCCClO, acerca dn anc-
iiioiito do fundo do honro, que lie pcrniilliilo pelns
estalutos, e acorra (la commistSo, qpa dev. ser poco
an un ente. A reunin lera lugar no dio 8 do ror-
inc/, a- II horos oo bigardo eoslmne. Rec-
fe. I da agosto de 1859.Pe Ira rtmneino de Pon-
i torolronl, o lll.o.,,: o. prcsidenle.Joi
Bernardo Uairo Alean/orado, I." HMTelario.
,(Ue ordem dn llliu. Si. capilo do purlo, so
Dn piililicn.poio eoiilieciiiienln do- proprietariosdos
etiihorcorescinprcBailas no Irolico do porlo, que
Attencao'.
Avisa-so no resnellavcl puMirn, que nio alu-
guom o cairo o. 3:1, que oiiiifa lionlein coiido/io
um cadver ao ccinllerlo, olciu de oulras uuilos ve-
/' que o lem foilo. pois tic unio (eineriilade o en-
trar iesle corro.
Srs. P.ixoto e Pinto.
I.cnilnnseii annimcio no Diarlo d ftMMnf'N-
(", leiilin a rospiniilci que, ns verilaileiras pilul.i-
para bobas ocravos bcccos sAo a-quo se veiuloin na
na Iwlica, formula do fallecido Setia-iiiln Jos de
Olivciro alaccdo. Se^ombinaren MoaaBoHos acha-
r o publico a v o liado ; quando se halaiieooii o no-
lira lo dito fallccido.acliaram-w algumas eaias,os-
ino provnram ussenlinres pharinareuleos iiriiiulii-
dos dn iliin holaiieo, que |Hir ser fi/eiulo partirulai
n.io quizeram lomar nota, as quina se tcm vendido
e conlinuam a vender, preparados pata verdadelrs
lirniiil.i quo se aohiiii em seu cadonin parlrulor, a
juntamcnle mais .il-innas. Porcrc-ine com o que
levo oxpn-lo lor salisleilo aos seus pedidos. C.onli-
iiiiii asordo \'inc. alenloveneriidor
PrwiciKO de Pauta Piren llamos.
Aliicain-se '.'. esrravo, tisis linio en/.inlioiio,
nina piola que coiinlia O diario, e um nioleipio hmn.
srvenle, Indos liis cseni viriiis: no ru llireila n.
i .' Osali.iivoassignadoscontinuain
i' a liaiiipieaf a Indas as rlassex em
M 'eral ns seus Sniliiiteulos de la/eii-
N.j das por liaisos preeos nao' ine-
fd nos de tima peea 011 uma iliizia, ti
i a dinlieiro, ou a prazo, conforme &
^1 se ajusljir : no seu ai-ma/.em da ^
"r praea do i'.oi |in Sanio, esquina da F3
| run ilo Trapiclie, n- S. Roa-
T Iron llooker & Companliia, ne.;o
t eiaiiles ii'ijlczcs. Os mcsnuisuvi-
'_ sanan nspeitavel publico que abri
rain no (lia 5 do rorrete me/.
sita luja ile Ca/.enilas da rita do Col-
n e l'asrio Publico ll. 15, (li-
di pelos sinlinres Jos' Viclori- mi
le Paiva e Manoel .lose' de Si- ii
I
o i
Banc
ira Pitanga, para venilereni i
nir iilacndo i* a relalbo-
Ht3L*SS22pE^^!^fflrf I
(lucio prec..... 00 um hiiiuoin pora leilur de
un silfo, dirija-so n roa llireila n. 2.
Para esta praoo fncio no dia 21 doino/ passa-
itno prela csrrava, por nomo Kclitarda, do Mdado
da \ n loria, rom os signaos seguimos ialtura rr
colar, rr prela, nociz cholo, quando anda iocn.i-
se para a fenle, liein fallante, o rosto compridn c
encarnado: lovou veslido do chita rosa o panno Uno
prclo, e um pamicu vo-io : loda e qualqucr pasa i
que o pecar, foro o favor .le o levar as taen pim-
as, p.id.lli.l n. :1S, que-ora cralilieado.
" Ho-appaioecu no .lia 2 do crranlo um wcrnyo
ponime Gaspar,da Cosa, pcrtencenteaoadmiuis-
li.nlor ilooncciiho S. C.ielann.do Cabo, Saldando.
n......i signaos soguinles: olio, ralurcano, cara bo-
nita, Iims denlos, nema o pos cms-os. mu signal
sobre mu Jos peiliw, lince sor novo ; dosapnarerea
enm o fem no pescoeo que |idojii lorlirailo, o Ic-
viiiieaniisa o coroulo do algodao a/ul Iranosdo:
quem o pesar, nnelra leva-lo o seu ser.dor em dilo
enceiiho, oo na proco na coso do Ilini. sr. cirurgMo
Ironrisco Jikh do Silva, que ser rcroiu|ieiisado.
()llercco-se nina niulbcr copal para o servio"
inler.....le uni rosa deponen ramilla : no paleo
do Gormo, n, 7, i.' aodar mular, ou onnuiicie.
Precisa-se a!u;ar una casa terrea,
ou um primeiro andar de quakjlier so-
brado, prefere-ae uatrun do (^ueimado,
Ittitijrel, Ciii/.es.ejaileiu. I.iv ramciilo, ou
llireila, (|tic nao exceda seu iduglltl o.'
Kl.vOttll a 12x000 rs. utensat : quenl
ttver, diriia-gea ra do Qoetmado n, Hl,
i halar.
OlVcrcoo-e una nina iihii letla: na ruada-
Sen/ala Nova n. 22, que se dir qoem he, ou on-
'"!"a possooquo un jornal u. IT.t, (loriaron l"e-
risar do um pequen.....i li annos il.....ade, poi-i
, nveiin : poda procuro na i ua Aucusl.i ". i. 'I'"
il fiador a su.i cuuducla.
..
i


.- o
lili pasBBBnap
i'l
y
i,mu a Miar fgido, desde tu 'I *p* P;'>
raa do i""1"' Cusma, mulata, do
ile iil.i'lr pon Hipnos com
,,iles: altura regular, os sostas flora duas eostu-
,' sendo lima no hombro osquerdo, o iiulra para n
unodascosas, "> 1-"' da ",,ril l,'T" ul"a c""1"1'''
. iiiicnu ilc ventosas, o pfa cominidos e seceos,
.m|ii ii 111.I0 cjq.ior.la ura '"'o dormnte o um
..laricio, cabellos Borlado. orelha- .Brandes, pa
,',. linas, sabio do sitia c limadle lila, bastante ve-
ll'u, 1,0 Mlia llr. Selle, denoto IiiiIii (Movaria* rugidas, c j foi pegada una \c
,,,, villa ilelguara-s: roga-soa*autoridadespoli-
, i i,s c qualquer particular que ouberem dlla, se
dirijan! ao alerro da Boa-Yisla, n. 17, a fallar com
I rederiro Chavea, que sera rerompensadn, ____
'r-m^-3^aB8&]fflHS53rS
AO PliBLICO.
No armazem de fazendas bara- ';
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-te um completo sortimento j
mi de 1'azendns, (na* e (rossas, por ^
fcy preeos mus l>ui,\os do que emoii- jg
Sjj tra qualquer parte, tanto era por- j
i roes, como u ret.illto, aflianeanuo-
ao compradoras um s preco
'i para todos : este estabelecimciito
" uhrio-te de combiiiacao com a
mullir porte das casas commerciaes
ingleza, frunce/as, allemias e suis-
tai, pora vender faxenda man em
conta do que se lem vendido, epor
,1 isin oflerecendo ello maiores van
IV
^ laijens doijne .miro qualqucr
;1 iiroprietano deste importante
la a'
..jlilic
j'j ral, para que venliain (a
I mus ntereMes] comprar
es-
labelccunento convida a' indos os
itlS patricios, e ao publico em 'C-
a' liciu dos
aprar forendas
laratas, no armazem da raudo
Col
;io n. '2, di
quo
un arl, -J. il
ii.i lloJIaml
desiiresaml
inuiinncaii r<
ii-
lllliin.i
quo i
l.il !C TI
Antonio Lu/. dosSantOS
/ f.?rpmm .- /' '
MITA ATTEN Hesposia ao pe da lettra. menor de 3t3 auno
rendo eu folio aonuneiar pubticamoule, quenin- marcial, salvo dc|
mili miuvcsn de riinii iiir com (iiilrns herdeirM esta quo esl di
,1.....cu ogro Jos Amonio Alies da Silva, rclall- cida
vameule aosbent, quelites couberam em parlillin
oda rallcclmoolo d insano, laso petas rasOcsque que
eijieudl, servio lal annuneio de dispertar uo |ieil
ilo Sr. baeliarel Francisco JoSo Carnoiro da Cuiilia, |irodui
roimioassoveroo mu senlinionio, que cabe a lode ilo .Mello.
I......em de pensamonlo (eiiao ilo obra honesto, p Rui
Ii.mi.'.lo : e ei-Io quo ipparcce com son lirado ale
iiiiliai n;.io roiierciiljjlo no Diario de Pernamlnua
ii. Mil do 25 du pasado, s<..... o mesino oiilondcn
r lu\iir o (Vello quo aquello inoii aiiiiiincio devo-
ra |ireduxtt|.e do mal me arge de luivci eu que-
rido, ora que existisse, ora quo nilo, asociedadi
Viui.i \l\os da Silia i\ l'ilhns A osa parlo da
rnin-piiiidcniia. quo pela ~nu forma, obaervoeftes e
|iprllos quo all faz o Sr. hachare!, imporla nada
menos du que o Intento do prevenir o Julgado, que|eodl
lem de decidir d.i causa por miiii ullimamcnlo iu-
leni.id.i acerca da niillidailo, ou nulos a nSo estelen-
eia re una lal socledadoi respondo rom o que ji
liei Mil 1.11, ipeclivfl quesillo, peanle o jili/o com-
lil Trini da _'. ion do-da Capital, o que aballo 18(0
ii......rever; riimpriiulo-trie do mato observar, que
ou sejuj u'.' |iela cslalenclOi ou liSo csisleneiii da
leferida smied.nle u que nao dopCIlde de inini ,
emqualquer dos canoa o Sr. baeltarel nao pido vou-
der aqiieilea beni, poli qu o mesmo aonlior, ouen-
miiioeio gerenlc, ou como simples herdeiro, em
cojo podei parain grandes quanlias, que perlencen-
d......casal aluda naofoMMll parlilliadji. comoulli-
mi un-ni- ileierniiiiad'i fui or accordao du tribunal
darelacao; oaUi obligado pete parlo quo-do les
quiiilias pnr ilireiloino |ioi-lence, a qinil anda au
inidehaver, apelar Je decorridos quasi o espato (i
minos, depnis dofalhicimcnto domen cscusogro.
Itiiili.ii |iiuiaiilo oannuneio(ello, e imlesle conlra
liicn liaja de cnilralar com os herdelros icerca di -
liilosbens, iiiilaiidoqiio o Si. Iiacliniel em-ua cor-
ti'>|Minlciii i.i ii.ni a!ii'ieu-se a negara inleneaii. que
lia .le veader-ee os menino* lien*, como ] siiccedcu
.......'- apollces, qiielileiiciiinei no mol .inniliiein
' '|iip ser-llie-ia inellior nao ler nella falhldo dosaas
m II i i i
do para a prsenlo: sondo que alli oeud
nao if]ue-eniiiii lilulo ou Inslroitfenlo de especie al-
;iuil;i, Cuja tllib^AO aqu so pede ; oque -e pru-
va com o doriimcnto junio n. I. A mullier do oni-
IftrgaflOi quando orpiaa, nunca leve seiencia daso-
ciedade de que o embargante dava-a mesma eonm
parte integrante, c sodepoi* de casada ebegou ;i
seu coiitieciinenlo por inlermedio do seu marido o
orobargado, e por occasio do annuneio feilo polo
embarranca do Diario, romo consla do dni-unienlo,
II. 7 v.; c "como o emliaruaiilo ao nasso (|U0 so di-
/ia socio gerente da soriedado de Vinva Alvos, da
Silia (i, lilims etlgia no inveiilarlodoa baado ca-
sa I ih< Joso Anlonio Alvcs da Silva, sogro do ambas
asparles, qflo a invonlananle nina e rabeen do
casal apreacnlasso um bataneo caclo da casuiiin-
nieici.il do dilo Jos Antonio, com o quo dava a en-
Irndcr, que os finidos deSSI inr-ma casa nao ha-
viam rormado o da soriedado. que dilia eslabelcci-
da depois'da morle dodilo Jos Antonio, c da qnal
arroga-se o HWlO de sucio uerenlc, rom o que lia (i
anuos lem relidocmsi grande parla da.licranca pa-
terna, que compelo a mullier do embaruadu. A'
,isiad,--as lacillacins e inccrlca-, resollantes ilo
procciliinenlo do embarganle, c mesmo porque lan-
do ealc -ido rilado pane prestar cuntas da soriedado
em elijo nomo o com olilulode sociu ueronloliavi.i
relido, e anda rolem em s o que perlouce uni-
dor dooniliarunule. anrosenlas-i; elle eonUU evli.i-
liidas sob a lirina de \ iuvn Alves da Silva A; Gen-
ro, ,1o cuja lociedado, d/.ia o inesmo embarganle
ser eveluda a muliier do i-ni^i: :.i lu, cuino se v
do eeguiido annuneio, pnr copia, do documenlo
iiiiiin a II. 7 v.; entended o enwargaalo que o ineo
legal para (licuar ao eoulieriiiienle evado da evis-
leucia dasiicied.ide Viina Alie-1 da Silva y l'lhos
cria requerer a evbibieao do lilulo ou iuslrumenlo
que a liiiuasse ceila o real, Bob pena do serli la en-
mu nlo oiutenlo. Uaa tal lilulo ou ipslrnmon-
(o urin be aprescutadu pelo embarganle ; a mullier
do embargailo nunca foi ouvida acoren da sncirila-
do, que o mesmo embarganle gen'ira e aliortra,
eoinn si- \ dos diiii- auiiuncinsr quo eonslam ilo
ilocumcnlo junio a II. 7; equaoilo inesmo a mu
llier do embargado livesae convindo o csialissoi
compelenlo iii-lrinuonle, o apreseulado fosse pelo
emliargaillo, anda as-im -cria i.olla de pleno direi-
ln til s'icieiliidi-, pela ni/o do que a mullier do em-
li.u:;adii uAo eslava emancipada ao lempo em que
se dora como estlente a dita aociodade, oqno.se
laovacoiii o iliiriiinenlii fl. Ii, e combinndolo a
dula em (pie fallecer opal da ine-iua, oque cans-
a a II. 8v., sendo que polo arl. .Vi-J ilurodin riim-
niercial rfftrluguox, -" pndeni fa/er parle de fua-
-iiciaes pe-suns que, segundo a lei. -."ni ropublda
fura do 1 i qiiil.ili-so di'leienles imiil,
\ ue- de Iirincos de lis quilalos, I reloglo deouropa-
lale siisso e onlro dito pequeo do senlmrn, ei-
iii.illndo do prelo, -1 curenle de ouro, una pon;,lii
de in-si.leliis, foi por ora o cx.inio que so fe/.: aqu ni
ivr oaorcclua qualquer das pecas o der nolicin, lera
tOOsOTM) rs. ilo --'raliru-.u-.i., uniando-seaa-aulorida-
descivis e militaros as dcvidiu providencias.
Pela ulliniii vos ped'-i- ao Sr. francisco I'c-
reira l'inlo CavalcaiUi o favor do appurcccr na roa
doiMlirljriosli. :ifi. paraconrluir o negocio que
nao ignora.
lano '.'-i
s po-
do
arl.
IHid
le
ido con
roillgo com
Pnr lano,
case jni/'
pieriila
bler
ein.ilii'i|
dovldos effeilos. C,
Ii
matricula com
ido, disposlca
tirina estallle
lerclal liaiu-e,', e in
e-pera o euiliar::adi
s embargos n.,julgnn
II. pnr senteliea pan
- Pen
IK30,
gado,
ilesaea llvroa, que aprosenlara em julio ei
epoil que para MSO tora piililieauenlo obri
quando a se llnbain passado Ires .aino.de
iwla de liaver dado romo oilincla a aocieilade
ViUVa Me- da Sitia Pililos, por iin-a.i.iii du
e.i-.iineiilinle miillia cspOM, pols quecail-a peju ver
a fabidado das quanlias colon dispondidas para dar
logar a s laida do diirhoiros que o Sr. bacbarol re-
cebera do casal; o que liii.ilmenlo mato obrigncao
lem o in.-iiiii Si. baebarel como socio gerente, o
para arr apreciada a aua illibada honradez, de dar
endamenlo aoeumo daqueltaa conloa apresrnladoa
ri...... prrlenrendo soeiedaile de Viuia Alies da
Silla v\ lienro da qnal llia o di/, uo tor feilo
paite a iiiinlia esposa, do quo en. que por Ora Ira-
lodejudicialuneQle everigur, secomeneilo eiislioa
deViuva Alvo do Silva A Filhos,sob eujo i-
lulii o mesmo Sr., dliendo-se aocio geronte, lem
deii.iiln lia aoo aoDJOa qoa-i de enlregar-mc grande
liarle da lieranca, que eahio-llie as mos, e aqual
i Heos salic quando liaierei. bcni que diaposlo ou
e-leja a arranca-la das mesinai pelos muios jud-
ciaes. Hccifc, i de agosto de IBM.
MtmUm Jni lape
Rutea. Osembargos II. nio procodem, poreon-
eguinle deve ser julgada por seuleuca a coinmina-
coo iinp.i-i.i ao prcccllo judicial, para cujo iini-
V',i,ieiiin fiira o' cmliarganlo nulitieadu a ll. .1 v.
A nimia o embrgame, que os sociedades em nonio
colleclivo cnni tirina nao se proven! somonte por ns-
li milenio puldi o. ou particular, iiolaudo-eu que o
embargante aseim declara, quando se trola de urna
r.in-a,' roiiiu a presente, cerra da existencia de urna
sueiedade lal entre parles, quo se discm ossociadasi
o.recorre ao or. :)0I do cdigo cuiiiincn i.d ln.i-i-
leiro. bem que lugo depois venlia allegando que es-
to rodlgo naudevo rogorocaao em qiioslJo, porque
-i sociodade Viuva Alies da Silva i\ l'illins, creon-
-e o existi antes da prninuldaem dnqtiello mesmo
imligo. O embargado pnrm em conlra|Kisieaoao
' mbarganle observe, que un fu-se anlcs mi depnis
du ililo ndigo a existencia daquella aociedade, que
n cmliarganle deu como esislonle e liav ida enlre el-
le, Vinva Alvcs da Silva, c a mullier do embarga-
do, anda nao emancipada, em qualquer das lu |-
lesi-soronlralo de nina tal sociodade em contendas
cnlrc os socios acerca de aoa eiialcncia, spi'alescr
provado |inr in-lruineiilo em que inlerviessem osa-
miados: porquanlo. o arl. :hs) do cdigo co.....wr-
tial brasllelro, o de Portugal art. 591, oda Franja
art. $), a quo te recorra gritas do urimeiro para
reper as conleniliis cnnmierciaes, couiurmo era dc-
loriiiiiiailn pela legislacio pnirin, f.i/ein lal osigon-
ua; ose Boembarganu paoconvcni qno o caso nao
seja decidido pelo dircilo ronuuercial, e siui civil ;
vejaaOrd. L. 3., Til. ol em principio. N'cmso di-
ga, como f-lo o embarganle em seus enihorgos a
II., que nuil. 391 riocodlgo comiiiercial brosilciro
que lilis lui repcllido por olle\ admillc em causa
COlre u- associados, cuino be a de que aqui se lala,
oolra qiMlqnei puna, que nana iiislrniuenl.il, puis
que para lid allirniarao seria precisosuppor da liar-
le du legislador brosilelrg ODDlradifoei em dis|wsi-
obei de arligOS IfiO prximos culrc si, cnino bem sc-
joni osarla. 300, 3"id e :KH, o que se nopde i
sumir, segundo os prim ipios da boa licrmenculi
jiiiidiea. iiarl. 9M se refere s pravas as cau-
sas da snciedade cninnieicial, ou cada um dos socios
cun pessoas esir.inlias a ella, viudo assini a -el sna
di.|i.ii;.in inii.i lunililii-arilo a l e-i a gcrnl clnbeleci-
da polos ai I-, 300O :u:i,|iar.i a qual tiiislc nuiara/io
peculiar, queajuslifini que vera a ser evitara im-
l'ussil'ilidade em que se acliarinm lerceira- pessoas
para os sm-iusde nina smiedade cunimereial. de pro-
Varem com Inslriiineulosa creaco di: nina I.d
sociodade ; os qnne* ronslilueni obriga^es entro os
associados, em podee de quem licam muitlle in ini'iilns, e nao das pessoas cslranlias aquella. Allega
anda o embarganle, que o embrgalo reeonheren
a evislencia da sueiedade de \iu\a Alies daSilva
o, I illiii-, quando chamara ao mesmo embargante,
nuil" socio gerente dola, para dar caulas aojuno:
|Tiiii"i, iineiiie ola o embargado,, quo o fado de
i'aver chunado Do'embarganle para aquello fim,
quando inesinu se ipieira reputar rcconliccinicnln.
"o ronitoaAo da parle A< emMrgado acarea da esls-
leuca da dita -"' ieil.ide, nao podern siipiirir a falla
ilccsciipliun luddca ou particular ncccssnria para
proia ilaquelU cxislencia, cuino he expresso noart.
'i du rcgutamenlo n. 737 de 5 de nuveniliro ile
'"i", referndo-sc aos arligos ;g|| e 3113 du cdigo
1 onmiercial eipie lal ditpo-ieau do legulanienlo,
semlo relalia marcha e ordem do processo uas
causas runiineiciaes, cuino lie aprsenle, deve re-
-1'1 -n "iciu.it iiroreworin vista du dis|Misln n. 1I&
donicsiiu) i. .ni lineis. Uo mais a nocjlode conlas
nao lu manilo as Iros ideulidades rom .1 prsenle, o
jul^unenlo sobre aquella nao coDsliluo caaojalga-
liuaes. As duas eerlid.es a II. VI.
e njunlou o embarganle pro-
a mullier do ombargodo no lempo,
a sen pai. nao liaba completado
", anuos de nladc. que se exige na pessoa
que tintn de (a/er parle do urna tirina social, COII-
forniQ o artigo .v,j do cesligo commercial porluguc
eiii.iu adoiilado, rccoi i ido ao lempo em que se da
7 leudo ovi-lidn a sueiedade viuva Alves di Sil-
Pili......uiuliiiiaiiduciiui u .iiii." .- In mesmo
i, sendo que a m n i n "! Iiarsado
nlo eslava anula e 41 a de i prnvnd >.
pelo iliiruiui.il.........ue I "i principal au
consisto na idad ique ni .n liaba a dilo mulligr do
embargado, qualquer que ella fosse, linda.....ron
que ciiulicra u ,Malii/alein, deveiia aquella ler--i lo
uuvida,eeonscnlido, iiccrc.1 dpuina anrioilade, em
que se (lava como sucia, o seus boinl linliam lie
carrero risco das iransaccAes, e giro mercaiilil; mas
lal nflo liouve, e o embarganle quem pnr le In-
cumbe aprcscalai aqui lilulo do fiirmarao do lal
sueiedade o que alias nio fa ncm lindera li/e-ln,
neni an menos aprsenla nlgum icio, que fnsso pra-
llcado pela mulber do embargado ao leinp'i, pin que
so diz ler existido ii sociodade, e que re ele. nu mes-
mu auspeitc ler havido da parle delta conhccimcnlo
de que era -ma da dita aociodade. Rs.....nlu r-
menlo Me ella cliegara, depnis que -. casara com o
cmbar"ail.....por consla a il. 7 v., em qno o embarganle por sna. o u-
nica antiii iiiade, enio que iguaimeiili' imvia croado
a dita sueiedade. a dava eiiini dioliida, seni quo
em ueuhum dos anniiucios apparecossea Inlcrveu-
e.in, ou ns-igiuliu-.i da mullier du embargado, de
orle que u emba gante fa/ia o desfasia as sociedaJ
des sna vonlado,o assim podia obligar, o deaobrl-
gar os lien- da mullier do embargado, romo bem en
(ondease : nada de eerlo nudera baver que seja l."n
u I iiii ai iu. .\l;is ili/ o eufliarganle, que o embarga
docouvcio na sociedailc ; cuino poderia isso ler, -i
AJTIGA
BOTICA
HOMEOPATBICA
a* iu a has cki7.es -ao.
Fundada por
fiOSSET BIMOM.
LSsle nlnbolecfnioiilo |*rsu lodwM
dicnmcnloi ot agura expenortnUnlw,
wa Europa como no Dnul( t preparada
lasmarlimasda iii\c,in;ito do Mr. Muit
Gartoirasdo ISIubosat I60( por procos va-
rlavcirS conforme a qualidade das cauas, .i
qoaoiidade rcmnlios c sna dMi.iiiii- -1$
25:000 rs. I
1 AI A CAKTEIRA rom os :. nrineipaes
ty remedlo MMno\palhicie3ofwaffeiwtc^
S liidipciua^ois |iara << prinriulaiilea juc se
3 quiterciii convencer da\crdade da nova roo
H iliiina ; conlciidoaldm demaltoscousellioa
3 cliuicos, a italliogeoesta ilc IS iin'tliraiiu-n-
-, loa.
M TuIhm avulsMi cada un ).....lym fi
> Tiniiirade loaos ; eosde 4 onra............J4K >d
(:1 Na mesilla liolca euconlrarHio-ha sempre 13
8| mu nronde sorUinenio de lvros ein porlu- jX)
tf fiuczc francezt c oniHin ludoquaulobe ne- ^
:a rcv.ii jo ['lia u csiudu c pralca da bomopa- w
Ali'^ii-so un iiiuli-ipK', du lua cundiuia: na
i na Nova n. I.
Justino Anlonio Pinto f.iz cenle a (pen, con-
|UPi desde ilo corronle, ileisou da sor cnikci-
I Precisa-* de um coi
da mi" -
luilroirn*, 8 meios adore;*
nares ir de rose. 11 edor do lii*i
Manocl de Carvarho, pata tratad
siBeenQSKauKSE
Prcfi*Ji-se ile um etlor |n
mu sillo [mtIo da praca : na
n. H, semmdti andar.
PK^E^aEJKI^)ge^
Pi-idr o di.i -2-2 dujullio passado, csla IlRdo
do abaho signado o nio, crinlo, de idade de .'i anuos pbuco mal* ou
meno-, ror prela, altura regular, c reforjado do cor-
po, poUCal barba ccom nina marra enrima do lor-
nozcllo da parte de Tora de nm dos p&, o ijual lie
natural do Macelo, levou camisa de abodno/udio,c
caifa Iftanra, o qnal escraVO foi rompad > ao Sr.
Nicolao -Macli.ido l'ieire, morador no Monl.'iio.aoii-
de j.i foi enconjrado; assim coDigiDullin vekeapelo
balrro da lloa-Visla, ruada Aurora : rci'ommenda-
se a captura do dlloescravo, sendo cniroene an sen
aonlior, ama doGoilegfon. SI, eguudo andar, o
(pial gralUlearn.
.Inlvnio Jos /totlriguesde Souza Jnior.
Aluga-se O 3. e i. andares da COM sita na na
lo Cabuga n. 10 : os protondeqtM lirijam-sc loja
da itKsnu rasa.
afrvoel Jos Gomes Mina reiira-sc para o Re
de Janeiro,
Os i-redores do Jos dos Sanios de Ovelra
queiram aproseular suasconlaa crranles, em tur na
quo faca fo, para eulrarem ratelo depois de \criii-
eadas ; i(o no arma/cni do Joaquilll lilippc da
Cosa, nn travesa da aladrado Dcos.
Joiquim Rcrreira ta Silva Juuior deixa por
seos liaslanles pioturadmes, na sna ausencia, du-
rante a ';iia viageuit osSrs. Guilhenno da Cosa
Correa Leitc e Antonjo dos Sanios Vloira,
Joaqulm Porrejra da Silva Jnior, nao podeur
do dosneriir-M do iodos os seos amigos, o un. por
molo de>ie, o mesmo oflerece o seu dlniinulo pros-
limam. Baliifl p Itio de Janeiro.
Joto Domlnjgues Garra, dos Santos e sus mn
iher parten. Immedlatamenlo para a Knropa.
Airenda-se nm sillo qoo ICIihfl casa de vlvon
da para urande familia, emliota o silio nao SOJl
niuio grando, as proximidades do Recifo at
~ <. 5 i a, 3 a.o-
|nril*rfal
8|fra.?!B|l8i2
fllilssilllfi =
preeil i
L'il!.rJ-L.-44UBWB
is prelus
de (arla- i
^^^^B| de linho, re-1
cesas. Na mes-1
^^^B* e ineiiiiia*,
i meninos, por |
N!i!ilr|nl
llstsVBlIfl 1
r=?5 & m
3
BJB
00
iS aXS al
i;a
IS-sbFH -5S -i
*7. ^ J '*'
3
2 sr
Fl
iile
.li
io do Sr. Lu/ ,!"-r di
No da :t do con
nio, indo nato a [cii <
me Js, ida.le '.I ,1111111
o rres|io, lo*n '2 denles
onlros, o com falla de mu di
du ruin camisa de chita pr
lila, o bonelo do imniio, lud
lordados policiaca ornis pe*
cobrir, lova-lo a ra da Vii
M a noel Joaquim do Nasclnn
I ni mncoconibaslanl
aiTcrece para caixoiro de qu
Dador de sna conduela : (picni do tu presum
ipiizer uf i litar, annuneio por osla folba para ser pro*
curado.
Ao amanlioccr ilodia I de agosto, nomsrnlip
l'arai/o, doJosi- Correia de Oli\eira Jnior, i oin-
Araiijo.
, lesapni
i asidora
i, pardo claro, cabello luro
na (ronlc milis lentos qaoos
ule du lado, fui.iesl
lo, calca ejaqiiolo de
prelu : roBji-se ii- .111-
iois ipie o possam de
icilo ii. 33, em casa de
i nlo.
ortica de negocio, se
jipicr casfli o ipiol d.i
a
IgrcjadaSolcdado o Bilancia : a Iralarna mide
Apollo n. 15.
I'reesn-se de uniii parda ou piola forra, para
nina de nina casa de ponen familia : ipiem CSlivor
tiestas i iieuni-l.nieias, ilrja-se ii ra ift S. t'rao-
ciseu, solirado n. :>, quo ..ii-la de aliono do po-jnia
liiledi.ji.1 que aliauce a sea lio.i conduela, lialar--e-
lin do ajuste.
rhoniai Times ipieira iliiiuir-se i ra
arlo, luja ti. 8, a negocio de sen Inlc-
(I Sr
larga do Ii
roste.
arca de Na
i. clara,di
i niaisou mol
i.d.elir. pie
iwiileados, lem I)
qneixo superior, Ii
eiimluia ilas fiema
al [una -a ni millas,
lii.a, eheia tic L'elu
e.pe liada nu filil
ardil, desa
nomo l'aul
le lu
O
er
mluxi
I el,
idade
iia aslatur
e bolls, e
le? mu de
lieos grecos, i.
, temo- dad
provcnienle t\
uo indar. I
r, cnsommn
lio.
crava ea-
. P
I
le de
la. I l I
di
den ella
a casado, o P"
r ncndoqiio o prolosln
i nein por re lie osigid
incllror direilu pala o
i nega, quoeliamara au
sueiedade viuva Alie
11......ad.i euuincnla o
que
ule o enl-
omo ......o-
liz ilevia
l dara a.
futuro. II .ni-
luliarganle a dar
la Sitia (\ l'i-
ilocumonlo jun
limpa, eiido,
illlo de tdila enea
\i-lidus deea-alir.i
delln livor noliria queira
ii......ila praca iioSr, Josd
na. na rna da Cailria n. 9,
|)...appiireeetl no da I de
mue Tliomoleo, .la le JUamm-
-u do corppi lem lamias erui
leviui duas cuicas de riscndo lll
algoilo grosso : quem o pegar
i!irija-sea roa da Cruz II. 30,
.enere menle.
urna e
le 30 ai
i. corpo regular,
eeosluma Iraic-loa
lente na lenle, nu
anda algiima rnina
11. .u>- pos rurloiio
lie liicnos, cintura
lie mullo ladina, e
i e cose mal : aup-
le mi purcilo de
I illl- de nieriii. I
diiersus
une- e de ciTlJ qiieill
leva-la an dilo cnseiilio,
ll.ipli-la lliboiro de l'a-
andar
por
aunslo nm piel
criotilo, balso, gros
e.i.las, poueo barba
llstra. e camisa d
ni .1.1(0 der utira
ijiie -em graliDcad
ao leiu|.....ni que
bargadn anda nili
ra reelai.; ir .' nci
ler sillo feil
embargado
burgado n.n
cunta- des-.
Idos, rassin
a il. :'. I ; mas a quesillo aqui lio divena; e nqucllo|i'
cliamanionlo leve lugar ei.i cousequoncia de que"
riiiliai-.eiii iienlium roulieclnicnlolendo dn cosa do
Jos Anlonio, seu giro, c Iransaccdos; a vendo que
o embargante depois ,1a nuuio do mesmo Jos Anlo-
nio era quem di-piuilu lie ludiis os lien-, aceitara .1
dei l.u.ie.iuquoli/erio ine-niu emlairganloda lalso-
eledade, visto que nonhum doeumenlo linlia para
couiiaiiar ; inasocuibarganle leu de si motivos pa*
icinliaij.ido aqui n cbamasso alim de cxhilur
ila socieilade, ipu-di/. ler eiislido; ronvoin
irgad examinar quacsao louilos consliluili-
iiicuin que eoiieorrera sna mullier, o
A pe-.
ii -. nu ronu
i idade .....-i Nanos
Anin
avisa ao ic-|
do imperio,
Aclia-v
ai i"1
> titulo
os delta, a \h
laasonlimeub
ontaste
tiesta em ludo quanto na scefio de
ombarganlo declarado^ allinuailo
sendo quo na dila achilo que se refera as conlas t\,i
sociedado vima Alves da Silva A l'ilbos, do que di-
lia Mi ler feilo parle a mullier do emburuado,......-.-
nio ombanianlotquo com tiltil" de socio gcrcnloj
lem conservado em si arando parle da licranr,n da
mullier il< omliargado, aprosenlara as ditas conlas
com iitni.i do viuva Alves da Silva \ Hienro; conlra
o que dispoeaproprio arliao 8M do codiso com-
mercial Iirasileiro, invocado pelo embargante em
Bas razos II; soclnlnde osla, do quo era excluida
a mullier do embargado. (' quo Be^-alleg:uu por
parle do ombargado.a fl 19, previne repula^Au,
pie moroce o quaulo alloiiou o cinbarfianle em suas
tinaos la/oes, e (i. I'. I'.l'ereira de Mello
Ao publico.
I'li iondo de indiciaran.
Ili/ ocnnilo Marcellino Josc Lopes, con
nistradordo aun mullier, liliciliiao bncliaral Francisco Joflo Carneiro da Cu-
nlia, allm do tugar au Mpplicanlo algumas dividas
activas, ifti.* couberam em parllllias mulber dm np
pllcanlo pift" boranfa do bou falocido pai, Jos1 An-
lonio Alvcs da Silva, o quedilo liaciaiel re-oliera
scn oslar aulorisado pelo supnlicnnle e por isso in-
competole, imdo condemnado a pagar ao suppll-
canle pnr osle juizo ; acontece que longo de -e con-
ulmo
de i
mus do lab-
pina quo pieei-
i.ii.i qualqui'r n
Precisa-se
r.ital. ipte enle
quizor, dirija
AJugai
(pie sallia en
na ni.i Direil
ia que annunriou comprar jm'1- de i
o ila maneira 'pie anmincia, dirija-so
iu!.i ra du llom-tini. n.i rasa de M
llO Mello.
Eo Je-niiio Marques, rliladSi
n'ii.r.el publico, ipic rollrn-
a tratar ilo sua -ande.
e nu 'oiie ilo Maltosa barcada Brara
iid.i de loros' de varias madeiras de lll
un primen! o,o que alguns 1IA0 I IpJ pal
t serrada: qualquer marcinein
nw
i brasjlelro,
10 para fina
AOS TES.
J. Jane, o l:em rOnllCCldo denlsla, lia mai- de lll
anuo, nenia praea, pude ser proeurailo qualq
i hora na sua rcsidencla.na ra Nova n.lP. I
g CO\SII,TORIO IIOIHHlll'AilllCO.
jj Ra das Lurangeiras n. 18 se- ^
:) gunJo andar.
U 11 l>K. f.ASANOVA coiilimia a dar con-
'i sulla- -ralis nos pulues,ila,7 al ao ineiodia ; M
J depois iloslii hora al as '. da tanto se aclara -
S no Herir, ra do Trapiche Novon. Il.se- M
muido andar, nudiMein alierlo un noiuriui- ':'
sullnrio.
59 N. B. Asneawasquenao fuieni pobres pa- v,
:; RarodoatWOUOrs. polo iratamoulo que i.:
ji? nao pe leni exceder do-dous imv.es, nem de- j>
) veri o duenle lee, lier mais de is modlcainen- {
I" loa.
." ': :.......::::: I
L0TEHIA K.V S. 1)0 ItOSABIO
Casa da esperanca, run do Oucima-
do n. 61.
Nace.i aeinia, e na praca da independencia* luja
>U> Sr. hollnalo, conliiiua a estar venda um com-
pleto sorlimcnlo ile eanli las c bilbelosda lolerfa a-
eiina, cujas rudas aiidam ao din I-! ilo correnlc, a-
iiula ipic liipiein billielospor vender.
Illllicle.......I--MKIH
Ouarloi......l-jii
llerlinos...... (im.)
Pree-a-se de una ama para co/uliai
l'-lHfn.
""'"-?";;';
3 "11,1! I1!
P ---.2 =fTT5u
= E.r"."-S|'2.
I =x,?-- <=
g *8|SS"S.F
a-c = = ci.2, i5.cc
I 3 i Q I fl*

-3
c/s
S
Q
DENTISTA AMERICANO.
W O. W. Hiijuoii, ciruri;i;iudeiili-la, ciinliia
1$ excrcer sua prunao, razeadu Indasas
I eAes que (breni precisas de qualquer nalure-
9 O lano por (ora, como na sua realdenclt,
.'' oudc pode ser |irucorado a ipialquer hora :
i na da Crui n. 7, Hguudo andar, no He- 4
cife. m
ATTENCAO, UMCO HKI'OSITO ,NESTA
ClDAIHi.
Paulo Hannmi, d.....isla, receben agua dVnti-
frce ilo llr. Pierro, osla asna cmilieciila como a ine-
llior que lem appareeiilo, (o lem mulos eloghaiii
seuaulnr,) lem a propriedode de conservar a bocea
cliciroaa o preservar da- dores do "denles: lira o
oslo dusiui adaiel nue da cm ooral o cliarnto, al-
umo (-ola- desla n'um ropo d'agua o sullleieii-
(cs lamliiiii aearliar po denllfrire cseeUente para
a i un-. 11 ,u;aa dos denlos : na ra larga do R>iario
n. :(ii. sesuiido andar.
COMPRAS.
SAMIS.
SALSA 1'Vlir.ll.lll.
\ ieoule Jos de llrlo, nico ayente em Pt
buco de II
tilico que le
cande frase,
verdadeiram
de Janeiro, |
.1. U.'tedt,
ni rliegluo i
midoroa
enaano
.liiinico americano, faz pu
a osla prai;a una grande por-
s de salsa parrillia de Samls, ipie silo
ule falsificados, e preparados no dio
elo que se dovem nraulelar os ronsii-
dc cahir ncslc
de IflO prceoso talismn
lomando as tune-las cnusequencias que
empie eii.-liiniam Ira/cr os iiiedicanieutos falsilica-
lus e elalinrailos pela nulo daquelles, que anlepoein
inleres-esans males e eslraeos da liunianidaile.
-el
como convier a
com perfeinlo.
Padre l'loriauo
ni pouca ramilla;
i, n. .
a- e alugar um esevav
Corno Sanio loja docalc
a--e de um peipienu lu
i Idade, p.ua calseiro,
quem preleuder, anntii:
diario
Iravessa do
sapaleiro: na
lo. ii. .
isilero de I:! a
Olio de lllliiln
ir, dirija-sc a .lila liareaea que -e
Fio.
un leiloi pal.) mil silio nu Ai-
Mida do planlacAode ranim: quem
e a i na du (aille^iu, n. 1:1.
nina prela qiio seja boa vendedora,
minare seja llrl, paga-so ll-issii-.:
n. 100, segundo andar.
^'<*''>?'>**'- '.*'>: *V--V '^. /-V^V'W
g admi-
ido um
Curuiar eiiin |vu ju-la senlauca. appellara da mesma
pai.....espellavcl Iribunal da rolaran. s(i rom o llm
He ir rhlraiiaiiriii |iara reler os liensda mulber du
Mipnlicanle em sen poder, romo lem lido a liabili-
llSdodcO fa/er lia pe le ile Ii annus; o por USO le-
q.....- oMipplir.-iulea V. S,que seja rilado o ili lo
hailiarel pal a-e.-ulnieiilu......ai- 'eiiiins da dita an-
peilaciloque O dilo liai liaiel Inlerpdl da Mlllciicn de
V. S. para a rolaran,,......., pena de reveja: por
lano pede ao lilil. Sr. llr.jni/ do rival da segun-
da vara, delira no supplicanle,E. II. SW.Mnr-
- telina Jone tooas.
Cito-scllecifc 13le abril de 1853.Coifa Me-
tuxn.
Cerliflra que sendo nesla ridade do Itrrife, cilei
nvhacliarel Kranrisco loso Carneiro da Cuaba, em
Minprupriu pe-.-na. para ludo ennleiiln na |ielico c
despacho relio, de que llcoil enleiulidii.
Ileiiie, llide abril de IH53, O ollicijl dojui/n.
I:iihn, itn fu./il Rocha.
I ;
3CONSULTORIO BOMEOPATHICO. $
28 ra das Cruzes 28.
609SET BIHQafT, proleaibr Je ffl
homeopatliia pela escola do Rio de g^
Janeiro, caubna i dar contultai
gratis uus pobres, todos os diiuteis,
ilns S huras ila iikiiiIi.hi nlr un
lucio dio.
V
4-
Os
iluminos <|iu- si
liliruilii luis jiiiiiai's n
ein |in-
,.., lio
Si'. JotKlllilll
i'iiipri'jjailii
se eiilende enin I
de Soii7.ii Serrana
ein Milla il.is repai 11 enes do Sello,
mn.. sim eiiiii mu laipudor 011
r.ii;;iiern ilo eiiijenliu Plllllistll.
iW nina ra-a
Cupo Santo
Preeisi
Iravessa do (
I'rccin
M aune* d
noa conduela
prueiiradu,
Declara o abalxo assisnado q
ante lem mudadosua inorada da rila do Qui
paran deeile, ra da T.a le 111. 'di. prlmeiru
Francisco 'i'itiurcia tic Stiuza A"
O Sr. Manocl Perelra Manllifles le
caria viuda do norle : ua ra do 'trapiche K
ni, segundo andar.
i para ser
ra em di-
mado
indar,
les.
i una
BOTICA CESTRAL HOMEOPATIIIM.
II III A HASCIII/liS M mi; lll I II.
C|l|
.-. j .v'V.v'V.-j.j-;^:'v^.'..-A^'Vi.'%i>v,fv*^
IIHeieee-sc um adiiiii>lrador para engeuhii,
ii qual alian da prnlica dn.Borvico, lem haslanlein-
leliigeiicia para ronberer loso da bondade dos assu-
pares em .principia da fabrica, assim como grande
:le.ellYol! menlo para alie de enr.ipina, ja para ris-
car, ajuslar, <
para tal l'un
aiipl
ele., el
ii a
i-id,i
lrala-so
fe de e-i'iaii.s
na na llinil i
pas, i
H. 7I.
Dador.
I
ilanug
u le I
Quem precisar do nm esrrevenlc pora caiio-
asa parliculae, para ali'in dis-n agencias, com-
M'iulas, ePoloauea-, procure ua ra llireilu
, que achara nina pe-soa de educae.in e d.i
'ssiki alguma faca irn
lia de :!r-IH'l rs s
in-eea de Mcdeiros, i
I Carneiro
pagamcnl
paramen
iu em nina lelra
sacada a favor do Ma-
mila Ani.iiiiu Pacheco
la Silia, puis dita lelra
i que deve o inesmo
i anda cm evecueao Ju-
i'-eji-*e mullo tallar eoui o sr. jo.io Miguel
de Oliveira Heraidn. para tratar-e negocio de inle-
ree : no largo do r.iin',i si,iuIii. arma/ein de l'al-
meira ,\ llellrdu.
Na ra Direiln n. 3:1, lem nina negra para -o
almiar, que sali fa/er lodo o servico, i.....losen-
eliminar.
(Ufen re......un i.iivi im brasilciro, de 14 an-
uos : na ra do (.laciniado, loja doiiiiude/aj do Sr.
Ierras.
le Ahneidac J
Bld -ii-i-i.i a i
Sr. Pousccoi c
tieial.
DEN DBl'TSCIIE EINWANDEdEd.
Ilion, i dieser lu Rio do Janeiro eimnal *oe-
clieuiliel ersclieiiteiiden Keiluna isl nr uanabarra
lii.'i oingelroflen. un.l ersuebe leu die lilesigon
Abonnenlcn iliesclbe bel mir cnlgcgen nebmen zit
iiollen.
Mil dersclbon ticlcgeiilicil ompliiig icli dle rale
l.iclrung de. mediriiiiscbcn Weik-.
IIKII'ltAEiiE /.l II KENNTN1SS DES GEI.BEN
IIEUEdS IN lito DE JANEIHO, VOM Dll.
I.AI.I.E.MA.M.
nel, he bel mir cur Anslchl bereil liegl. Jede
Lielruug ion eiuem Ungen kostel im Kels, cablbar
hci t'eherreieliuilg der l.lefriiug ziiiiejlich Pollo.
Ilc-lcllilugeii darallf iieidcu ven mil CIllgegeR
^eiiomuieii.
Ilua dn Trapiciie Behnecke.
Nu lunar Tlgini, perlo do sobrado que foi do
Sr. Casado l.ima, dislanlo duas leguas desla eidade,
em ilirecca pel'o Afogado, reside nina possol que
fin picar envalhK inelliiiniudu-us em sua- e.lrada-',
para niai-e nieuos, eucallaildii-os, couipullilo-tm que
pi/ein fechado; e ludo sin sein rigor em cunforini-
ilado i|u(iliiIade,,pnileiiilo le-los no nuiior pra/.o
po|.K dia- para esse lim,
No illa ultimo do passado mes perdeu-aeuma
pnleeira de ouro. do palco de N. S. do Trro al a
fnudieaoila ra da Aurora: roga-ee a pena que a
aclioii, wodo que q lelra restituir a sen dono) diii-
j.i-si" ao paleo Uo lern u. lll.
Alesandre Joaquim Saljro, com labernano
l.i.u.1 il Pilar ll. 17, appielienileu um barril COm
bolucliinlia Ingina, a um prelo que a aiiil.na un
ilemlu : quem fur sen dnin, damio os situaos c pa-
gando o annuneio, llie ser eiilrcgue.
11 Sr. em (llinil.i, que eofltprou una janeada
|wr uiisKSIrs. ao aballo maigoado, faca faior ni m
del l'.i^.u. c ...... la/eiiilii leu, de wi u -en lime
lie le /l,ili.'i.-i.iilili. Joaquim Su'll'ii.
Os ceediirosde DpoUOUQS de Soussj A/eiedn
Iran apreaenlar as nmias em casado
TattO A. Irniaiis, para se verilicuicni.
.Nesla holln
iiiclicanieniM u
ruidos, un Ili
l'Ai-iein carlcirasde
IH.-SIKKI ate lOaOOll i
ililran os mai
.....ni l'rai
iiieiru, e i
iliramenlos
informo o
naini-
109 dos medieaineiilus, e .
aerediladi
ra, nu-lisiado
ni Peinamliiici
desde o proco .
numero e as d
rlqucsa das ea
Cada mil
Cada iu.....le
v. /;. (Ja m.
lucillo usa u llr
os pro|.arndos e
la- inincilialas,
ll.i.....a; porque
esles ilosenvolveni
la o elUcas, i
em Olslra qu
-ein (mi,l,i met
le tintina da .
di ni
de que ni,
sua o\leli:
Brasil,
ir e-la raan,
Hilera
lo lac-
ea jiur procos i
mus l.aialus d
A nica lia sin
tica eeiihal lio
i-aro. ,- .' I.NSKI
- frequenle-
i praea. sao
inhili.....lebalfo deslas >is-
liil pliiuin.ieeulii o llr. Pires
iencia lira i.......wslradoquo
una acen iniiilu mais proiup-
que o. |ile|i,uadus em Prauea, nu
|llcr parle, sendo esta circiimslancia
pela dillerellea dos climas.
Ii-,
i Peni;
lelo lii
ipci
ida
enli
im
11, exprime-ae o Sr
Curado de Crnang
lo-meos lulioseo
ei jamis d
porqiio ns ineilian
i muflo lecilnienlo -(di o
inedicameiilos iciulidos i
lais baiSOS que os nutro-
ipie em outra qualquer i
e.l
tai
liurnlade ifoS II
il.....palhiea, na
. eslran-
rlima du
la liuli-
e iiniili.
He.
la
ainenli
Cl use
o.
ca
que
feil, i
reiihal de I1
q.limns; sa
e-Ion -ili.I',
llr. Domingos Contoneo Vai
:n da maneira secuin : ACui-
ini-laule- des-a lista ; naodeisa-
mprai os mediramenlos da bofi-
rnainluico, porqui.....i verdade
i muflo l'c'ii preparado-, com o
diinio. mesmo porque seosef-
llifolaill iiiuneilialaineiile depois de
o sua apptieaeao, Kulciidn que os BOUS uleiliea-
i moulos sin os que mais coniem ,i genio do lora,
u que SO SCI Imite da l'un le dos reeursus. n
ADVERTENCIA.
Para maior conuuolliilade do publico estahelcec-
ram-so ns seguiutes deposilos de medicameiiloe.
l'i'imro.
Aterro da lloa-N'isla, n. 20, primeiro andar, coii-
sullurin du professor em homoaopalliia, lleurique
A. Chale-.
HegudOi
Em Pedias de logo,' casa do Sr. Camillo II. da
Taima Imhiieii.i,
ranlo pede, pala que o piibliro SOpoSSS linar
ili fraude e ilisliniia a veidadeira salsa parrilha
Sauds da falsilicada e receiileinentc aqui chega-
; oannUDciante fa/ ver que a leidadeii -e ien-
iiuieamenleein sua fiolu.i. na ra da Couceh;ilu
do Iteeife n. til ; o, alm do roreiloario que acom-
p.iulia cada Irasco, lem embalso da prfmejra pagina
sen iiome impres. o, e se adiara sua tirina em ina-
nuscriplo sobre o iuvoliorio lojipresso du mesmo
Iracns.
.........:
H CII.Nsl I.KUII" IKl.MllK'il'AI IIICOI.IIA
$ II IKIPAIIA (IS POIlltliS.
i Na rasa nniaiella paleo do Collegio, primei- .
M rn ailar, re-id.....ia do general Ahieu c l.i-S
K na. Balo rniisull.il in lie dirigidu pelo proprio **
.; general Abreue Cima, e nefledsm-secnsul- ;*
,':;. las gratis aos pobres em lodos os das ulaia
II desde as de/, da luaiiliaa al urna hura da lar- Sa
m de. (i mesmo sonlior pode ser consullado ?
;;; pnr inilias pi^.snas a qualquer hura do dia un M
a da iiuile.
:..:::.:>'::"'::::" :;
Na ra dn (.lui'iiii.ido, soDrado n. II. segundo
lindar, preci-a-e de pe-nas que lendalil fazelulas
lelas rilas,nao su por SI, romo acumpauhaudu pelos,
dando ein qualquer dos casos fiador, paga-se a jor-
nal, nu da-se illlerosse luis glibo:
peua que se qui/er conlralar.
Arniani-se bunilssijau de hoh
e por proco conuuodu : na ra ih
AVISO AOS SEMI0KES DE ENGENIIO.
Alenlas as grandes i.iniauens na inoagein de cali-
na, proienie.tlesde ler os lamlinre- das mnendas
perfeilanieiile tnriieadus.nahaivo asslguado rcspeilo-
samente lembrs sos sonhores de ennenlio que na
sua fiiuillraii de fenn ein lora do Portas se pude
perfeilainenlo lomear de noi.......jugo de lamina-
ros, e aparar c endireilar os ilonlcs daarari
lana presle/a, que se pode eulreta-lus uo lliesmn
dia, evitando-sc assim o iuronvenienle da demnra
dos carros e o ImpatO da inuagem ; assim cuino que
a mesma fuiulicilose aclia semprcsurtida, nao s de
iioias.inoeiiil.isile diior-Os laiuaiilins o inodelos. se-
ndo lamhcm de rodas dentadas, laulo pai a agua,
eoino para animaos de ludas as piopnreoes, a sabor :
mita por mita, ndla e qiiarta. valla e Ierro, volla
e lucia, duas, Ires, quarlro vollas, ele., ele., e per-
ianto que qualquer seulinr de eneenhii qiierendo ac-
eelerar asna mucml.), a lim de muer mais caima no
nu1-.....i.....po.....relarda-la, a lim de espremermais
liquido da mesma caima, pode sein demora csrnlher
as rudas compelenles. Iuulieau do ferro na ra
du Itriim pa-samln uehafaris. D. Il\ //memi/n,
engonlioiro.
LOTERA de nossa SENHORA 1)0
LIVRAMENTO.
As nulas desla luleria audain imprclcri^clmentc
31 de agosto prximo, e os liillieles arhain-
lul.i no. limare- seguililes: ra dn Ciira-
liuliea du Sr. Chagas : na do llueimadn.
o Sis. .Muraes. e Silvestre ; prai;a da Inde-
ici.i, toja do Sr. I'urliiualo ; ra doCahiiga.
do Sr. Juan Moicira. Joilo Domimjucx ila
Silrn, Ihcsuurciru.
Aiiemla-se nm eiijjenlio com 25
eseaMis. 2't Imi.s e 2"i lieslas, pertO da
embarque, coinsnfcn para tres mil paes,
tuna gruiide destilnc^Io e luna poirao de
mea madura : n pessoa que cite piedlo
pretender, dirija-se a Iravessa da ra do
Vigario o. I segundo amlar, a (rotar
eoni Antonio Gomes Pestoa Jnior.
I,n\a-sc e en^iuiuna-.e com asseioo |ierfciciV
no paleo da Ribcirade S. Jos n. IS.
Paulo Gaignou, dentista.
Pialo sor procurado a qualquer h'ora em
^ sua casa ua ra l.u:,i do Rosario, n.
36, -mido andar.
LOTEUIA DE NOSSA SKMIOItA 1)0
KOSAIIIO.
As rodas desla lotera atulain no illa 12
ile agosto, seja qual l&r o numero de lii-
llu les que (ique por vender, e si'ise ven-
.[.ii na praea da liulepemleneia, loja do
Sr. Fortunato ; na rita .lo Oueitiiado, lu-
ja iln lliesoitreiro ; na ruado I.ivranieii-
lo, botica do Sr. Chugas, e na praca da
Boa-Vista loja ilo-Sr. Pedro Ignacio
Bantista.Oiliesotneiro, Silvestre Perci-
Ea ojuaalo ka falta.
i.....|.i .mi-i' meias garrafas, quo lenliam sidod'a-
gua de aollz, viehv, ou sedlilx, a US) rs, cada una:
na ra larga do Hosario. loja do tonca.
Compra-sc o diccionario de llmpiel. |iorlu-
iic/, francs, em Imuii uso : na ra do Calinga
n. II.
Compra-so um hahito de lercoiro Fraueisrniie,
em lioni uso : quem liyer, innuncie |xir cala follia
para ser prociirailo.
Compra-so um compendio do giiigrapliia por
Vrllc/, limallas de Andrtveau (ioujou, eos nme-
ros seguidos do Jornal o Comnurciot dos nsfirrii
de majo, jiinlio cjulho \\o correule anno: no Vara-
ilouio cm Olinda.casa de negocio do capilo Coelho.
Compram-se pea do larangoiras de umblgo, do
sapolis, proiirios para mudar, iiuis levent eslar em
, .iimii". ou liareis que he para ir para fina da pro-
vincia : na Praca do Commorcio, u. ti, priioairo
andar.
Compra-se esrravoa, vende-se, recebe-se de
commissao, lauto para a provincia como inira fora
della: ua ra da Gloria, u. 7.
Compra-se nina |Hircgo de lahoado do assoa-
Ihu com uso: ao alguein livor, dirija-so ao aterro da
lloa-Visla ii. 0.
Comprain-sc escrares, e vendem-^e, roceliem-
se do riimnussa, lauto para a proi incia como para
fra delta; na ra dos Qii.uieis n. "2i, secundo an-
dar.
Compra-se urna (oalha loda sberla de l,d>> i m
Iho, seudn grande, sein le hiro, o nao leudo aluda
se fcilu ii-ii della: na ra do eslreila do llosmio, se-
liiindo andar, por cima dd nrmazcni de cera.
Compra-se una boa rasa do sobrade, que saja
na praca e aterro da Ba-Visla, mas da Aurora,
Ni,\a, eColleio : queju tlvcr anuiiiieic ou din],
se ao aterro da lloa-Visla i loja n. I.
Cnmpram-sc (I eolheres pina -opa o \- para
cha, de piala e -o-in feilio : ua rua eslreila do Ko-
sario, taberna n. I.
VENDAS
dii
lojs
nli,
mo
Lotera do Rio de Janeiro.
Acliam-se n venda o* billietcs ta W.
lotera ilo Alonle Pi (eral, que (leve cor-
rer de Ii a 1(1 docorrente me/, de agosto.
O vapor liiianaluira saliio d'a.ptelle por-
lo no.lia 2, a lotera 15. do hospital da
Misericordia licava acorrer a 27, c as lis-
las de tumi coiilia loleria cliegui le l!l
a 20 do corente : os n-einios sero pa-,
HOS logo (pie se li/.ei- a ilislriliuieao das
listas.
Vende-se una taberna rom [poneos fundos,
oo poleo da Sania Ci ii/ ii. (i :qiiempretender diri-
ja-si n rua do i.huiiii,i,lu u. ^0, para tratar do sen
ijuslc.
Mvmerlos da Lisboa.
Voiidcm-se os m>slcrios ilol.isliua, por Alfre-
dn llogan.'l hegado ujliniaiienle de Idsboa ) 4 ln-
i....., ruin linas estampas, por preco eonmiudu : na
111,1 du Collegio, loja de enrailel iiai.'ao A. 8.
Gamo do iol.
iN'a ruada Sausala Nuva.laheruan. '2J, ha |iara
vender cante de sol, iiiuiln nova o gorda, a preco
coumiudii.
Vende-se a Ijpographia da Viuva domi : a
tratar rom Jos.^ Jaeome de Araujo. na ros doScve.
\ende-se nm carneiro bstanle grandeegor-
do, bem manso c muso : cnnfronlo a ordem ler-
ceira de S. francisco, corheira n. "i. '
Veiiilem-soiluuse.scravos.scnduuma nralequi-
nhnde idade de lll .1 VI anuos, e un. negro de ida-
de de -JK anuos : no caes du Humus n. S&
Vendo-so una miilaliiiha imiiln linda do 12
auno-, luuilo diligenle e especia ; um moleque de IN
anuos, milito lindo e esperto ; duas bonitas prelas
niuitn mocas, -em vicios, nem achaques, ptimas pa-
ra qiiilandeir.is ou para lodo o sen ico ; Ires prelos
minio iinii.ii- Ihius para lodo.o sen ico ; um dilo Uo
moja idade : na uta dos (Juarlcis 11. -\, scaundu
andar.
Vondcm-se cocos seceos, propriospara embar-
ear-se un plantar-so : no silio do Cafund que fca
na eslrada de Joo de llarros.
\'ende-se nina linda miilaliuha de idado do
17 para Ili anuos, eleganto ligara e preco ra/ua
>el: na rua da Cruz, do decife 11. 27, segundo
andar,
Vende-se una porcAo do laminas de chombo,
para einliriilhdr ropo, como lamhcm papel amarcl-
lo para ,1 mesmo lim : airas, da Malrii da Uoa-Visla,
11. Lili, padaria.
Vcndcm se o aterro da Boa-Vista ,
loja do Guimara'es n. 48
caulclas da lotera do dusario da Boa-Vi-la. que
corre a VI do crrenlo.
Ilocimos...........600
Vigsimos...........320
(MlmWW ^R^H WTv s?"* """fc
Vcmlein-se rhiinilot de Hatmin, cm
lo rom, c meias (1023 : Aa rua Nova
lesa
i
se lr.nluH I
1'dlASSA
DAGUERUEOTYPO
Tiriim-se rclrnlos ilncjucrreolvpo nu rua
doQiiHin.tilo ii. Ii, MRUUdo amiiii. I'.nn
Ihcrn liinpiuu-se oh nic^mos retratos, por inr
IKM vWv*|g qno so nrliem, (Mtlii'^'iiii o
artilla em no\.i> callar, t lio Mrlwlaf como
a maula ocetri
SSIA.MHUK A
HIUSII.KIdA.
Preiine-so aos selihores de cn^enlu
co ilepn-ilu. na ruada Cndcia Velha i
prvido de po(SW ^^^ qualldadaB cima, por ep
ciiiiiiii.....las leila- reeenleineule, o que es prtCOS sin
inuiii rasoavais.
aii PUBLICO.
I) ahaivii .issii'na.lo la/, seienlu ao respeilmel pu-
tiliro, e em parlieol.u a MUS III".: ir/i' i|iie nill'lou
sua loja de niiudezas da rua do (Jucimadn n. 17,
para a nu-.i na n. !i, e para roaslar al o pre-
senle.Antonio Jote de AZtotO,
dICA.NA
que
12,
"I',
ra da Silva (iiiiinaraes
madama r0tieb modista hia.\-
(:i:za;uianova\...s,
Ten a honra de visar aos mus Irjguecsa, qas a-
caliade rcielier nm Imvo seilimenlo do fazeudas, a
salier : chapeo* de seda da ultima moda, inanleleles
prelos c de cores do ultimo goslo, meias do ilapdio
pina -enli.iia- e menino-,.lilas de seda liranra, liiios
valencianos,de blond e de linho vcidadeiro, eoini-
sinhas linrdadas, lencos de seda, diales, de (ilo pre-
lu lvenlos, franjas e Irnrn- prelo., c de cores, flo-
resprela-, plumas ditas, liivus decasamenlo, liiias,
riinieir.i- c mangoilos bordados, chipaos de mana
para amazona, Illas de seda e do velludo, sedas de
furia cures, aros de imples liso de todas as cetas, lili
le ludas ns quididades, maulas prelas de seda a imi-
laerin de Id.....I, e militas Miras fa/endospor preco
rouuuudo.
MADAME ANGELINA MAI VEdNAY ,\ CO/A-
1,'AM(IA. AIKdllO DA IIOA-VISTA N. I3
avisaui an publico, c particulaftiienle a -eus fre-
guetes, i|......Mas lem rcrchido pelo iillimo tavio,
viudo de franca, um grande surlimentode fn/en-
das do ulluno goslo.e das nimia, a, mais iniidei na-,
lal como ricos veslidosde soda luvrada,mullosaeaa
pado, o de lodas a- nue-, vestido! de salta) borde-
dn- de mal/, cun liahadus, pava noiva, vestidos de
i,ii lal,ni,i nuil in- babadas Bardados, dilo rie-eaast)
,li;ii.li- haireae,ricoscanesoiis enfeiladns com lilas
rapoliue ruin......s de cambra ia bordadas; linas de
pellica jotiiin de ledas as cotes para hoOieAse.se-
nli.ii.i-. dilas de seda branca bordadas para tenhora,
lilas de lodas as qualidades e da todas as cores, gran-
iende-s
piulado
Para rapazes.
Vcndc-sc sapalos de beierro para rapazes de ti a 8
anuos, incins do algodilo piuladas de rores: na rua
Nova, loja n. ->.
Vende-se casemlras propriaj para forro de car-
ros, na toja ijo A. Cilomhie/.: na rua Nova n. 2,
airar, da inalri/.
\'ende-so collelcs macodouia de selini, prelos e
de rores por l,'itXI rs.: loja n. 2, da rua Nova.
Vendcm-se corles de insumir inf.dc/a de bo-
nita* cores : na loja u. 2. da rua Nova.
- Ervn malte.
; na Iravensa da Aladre de Heos arinaxeui
de nivo.
indo-sc um ravalln ruco, ruin lodos os anda-
ros, oonlu : na rua do l.iimnenlo, toja u. 1(1.
Vende-si-sal inuilo grosso, viudo de Cadis, a
Iralar em Jos Antonio de Araujo, no Hocife.
Vndense una prela crioula de idade 25 an-
uos, parida de mu mes, lem una cria nuil.iluda.
cuja he de niiiilo boa conducta, o (cm alimma- ha-
bilidades, cpnde-sc aliancar ao rompedora condue-
la da mesma, e Ismhcui se dir molivo porquo so
leude: na na da (doria n.7.
Faraba de mandioca
Vende-se farinha dn dio-l"ormoo, miiilo Supe-
rior: na prensado .Manuel Ju-e da Silla Braga, 110
Corle dii Mallos, lar^o da assemhla.n. C
Vende-se nina negra de idade de 22 anuos, de
bonita liRura. rom nina cria do IS meses, parda,
ouscm ella, eumeser.no ninen. doscrvicodecaiu-
|.u : no aterro da lina Vista i''-
Vende-se nina nesra mota e com olgumas ha-
bilidades ; ao comprador .lirio os motivos da ven-
da : ua estrada nova, adianto da Magdalena, pri-
meira casaaiul. ____-_
IAIC1IAS Dlill.RRO.
Na tundicu' dAurpra em Sanio
An,:...., e tn'ml.i.n no DKPOS1T0 na
iiii ilo lliiiin logo nu einiiila, : neron-
li'iln Ai-senal ile Maiinlia lia' seinpre
nm i'raiide sorliinenln de CiieliiU tanto
le liilil'ica nacional como estniifjeira,
batidas; .ftiiulidas, fjrnmle.s, poniieuas,
razas, e finidas ; e em anilms os logares
e.islem quiudiistes, pai .arre|;ar ea-
noas, nu eaiTos livres de despeza. Os
sao os mais cowuuxlos.
ii c:m\/ci i




Chin, barata..
Vondem-H'rli i bom panno, padroos
cl.uo.c oscuros, pelo burnln proco lo 1'JO o lio i..
mi peilhor : na rua Su-
va, loja nova n
Cortee d* ceiSaalra de aliod.o', a 1,600
N i'iiileffl^HBRHra^ do alundao, botillos pa-
droQs,, claro- c escuna, |>clo barato preco ilc IjtiOO
le : na na Nova, luja nina n. I(i.
Conc. da chita da barra ,
Vcndem-so (lu linas ile liarra. padrnes nioder-
pelo barato prcro do :iyJI0 o 3?j00 o enr-
e : na na Nn\a, luja nova n. 16.
Caientras moderna
Vendem-se os mais moderno e Imnilos corles de
raMmiras francesas, despachadas esto semana, len-
ilo porree para ncolher : na ra Aova, loja nova
n. l."
A elles, que se estao acabando.
Cobertores de nipele muilo grande, pelodiminu-
lu proco de Ii00, dilos mais |>cqiicnos. a HIJO rs,,
colchas de salpicos trancos, a Mam, hrini trancado
Mcuro, de Hubo puro c muilo lino, a OiOrs. a vara,
rliil.i. de ausento oscuro e hom panno, a II" rs. o
covado : na ra do Crespo, loja n. f.
Vendc-se un IhiiiIo csrravo com algumas ha-
Lilidailcs : na ra de Aguas Verdes, casa n. 36.
Vende-sc una escrava moi;a ede Imilla huil-
la : na roa da Madre de Heos n. 7.
Veiidc-*e urna escrava de 10 annos, para scr-
viro de na : ua ra da Cruz n. til.
PAO' CRIOLLO.
Na nadara da ra da Senzala Nova n. 30, c no
deposito ija roa do Kangel n. 13, aclia-se o venda
liariar.onlc o liello pao rrioulo, fahrirndo ju.r celin
droa nimia do Kio do Janeiro, o qual alem ila su-
l*rordade ao paoconimun Icin a vaolagcm de ser
scnlo de rcccbcr o mais pcipieno golpe de suor d
lunatodor, visto ser amassado por machina : na
mesmas casas ncharao semine as pessoas de hom
goslo o scttuinlc:
Fatias da rainha por. m
dem idem imperiaes KllO
dem de familia.....KOII
Aramia de ovos Mil
rlisroilo de amante.....100
Ar.ntila pura.....WO
I,han laranjas.....i1"1
llolachintia inglcza. tico
Fallas dores.....240
lliscnilo dnee......210
Hiscniliulios '. :U0
Vende-so urna cabra. Incln, parida ha ni
dia., a qual da urna garrafa do Icile diariamente
he muilo mansa; na ra da Sen/ala Nova, n. .'MI
se dir.
Na ra da Crespo, loja n. 12,
Vendc-se damasco de seda encarnado, igual ao
de I.islma, muilo pioprio para colchas ou cortinal
de iureja. e sondo o prero de 3JH00 rs. o coi ado, a*
innnndades devem aproveilar a aOrosino de possuir
mu cortinado riroc com pouco im|iorlc.
A 3600 rs o par.
Conliniiam-so a vendersapatocs de lustre para ho-
inein, obra limito boa a -i.ivn rs. o par, assim co-
mo dilos francezes para meninos de ti a 10 anuos, a
;|.VhI0 rs.: no atorro da lloa-Visla,loja do calcado n.
."mS, junto ao aelleiro.
Vendcm-se liras luvas de seda, de cores, hem
como do lorcal, da inclhoi qualidade, e por preco
commodo : na ra dos Quarlcis n. 21, lojadcCrui
,\ H.lsIllS.
Vendcm-se penles para alar cabello, do nie-
Ihor losln pussivel. rada, um i-in sua ramuda, por
preco roinniodo : na run (b>s Quarlcis n. 21, loja de
Crol ,\ llaslos.
Vcudcin-se grvalas de luidla, ou sem ella, de
diversas edros, por proco coimnodo : ua ra dos
Quarlcis n. 21, loja ile Crui t\ llaslos.
Vendcm-se tapete, sapalinhos para mancas
de diversos luuianlu". o loueas paia senhora, Indo
de hla, por preco commodo : na ra dos Qualleis
ii. 21, loja de I a n/ ,\ Kastos.
Vendem-se bcugulaaMlc unieorne, do mais ri-
a rapaziada, par prococom-
_ Ko i ao, riuina dn berro da liom-
n. t:i, couii
o, dito iniido, a
U'7(i07HJWie2>' familia d"
rcino.ollOi iba, a 281), ditas de
r.iirniiarele. 720, liolai'liinba- inglcia, a -luir.,
latas de sardinhas, a-0ra., cerveja lirpnca e pie-
la, viudos mullo superiores, e oulros minios sono-
ros ; e aflance-ee ao compradores serum licm servi-
dos, c|hein pc-aila.
DEPOSITO De bichas iiambr-
GEZAS.
Vondcni-scaos rentos, a relalho.c lamben; so alu-
cam e se Mo applicar paramis rommodidado dos
prclcndentes, as inclborcs bichas de llamhiirgn que
tcm viudo a esle mercado, tanto por serem muilo
urniides, como pela boa qualidade : na run estrella
do Hosario, n. II c 19.
Vcndom-so 2j accoes do llnnco de I Vi iinnihu-
eo : na Traca doCnmiiiercin. n. (i, escriplorio.
Vendc-se, ou Iroca-se por escravos una Can
terrea sobradada, sila cm a ra de S. Bnlo d'O-
linira, iis-im cuino una canoa aborta para carregar
familia : ipiem pretender dirija-se a ra do Pilar,
cm Forado Perlas, n. 101.
__Vcinle-se um piano urisonlal, de iiiuitu boas
VOtea, o ruin ponen uso : na ruadas Flores, UM do
Sr. Trcsse.
A SOO US. O PAR.
Venileiii-sc sapalos de inarrnquim. para lioinciu .
a 800 rs. o par : no aterro da Una Yisla n. .jH, loja
de calcado junto aoselleirn.
PERFUMARAS.
No alerro da lloa Visla, hija de raleado n. .Vi ,
junto ao selleiro, vende-sc agna decobuiia, s.iho-
nelea, pimiada, pailicbouli. agua de lavaude. exlra-
tos lnus, c oulras qualidailcs de perfumarla]
de apurar-sc dinhciro.
A IsiOO RS. PARA ACARAR
Vcndein-sc lencos de ranihraia, aberlos,
hieo, para mo de seohora, a IjiOJ rs. : no
da Boa Visla n. 58, loja de calcado.
' A IJ400RS. O PAR.
Vcudciii-sc calinitas de porcelana, a I--IIII i-, o
par : no alerro da lloa Vista n. "18, luja do calca-
do junto ao selleiro.
A 210 US., .NAO' HA COLSA MAIS BA-
RATA. *
Vendcm-se pontos para prender tranca, n SM rs.
cada un, c igiiahncnle do nutras diversas ipinlida-
des, que niiiilu iinilam a larlarima : na rua larga
do Rosario n. 2tl, loja de mludcus junto a de
' A VERDADEOW PITADA.
\'eiidc-so o verdadelro rapo Piulo Cordelro vla-
jado), c igualmente de Gane, Uno, grotao, e molo
urossn, mo esi|ueceiido a legitima nitada do Jlcu-
ron, asse>erando-se aos ainanles liavor seniprede
Indas eslas ipialidadcs o mais fresco c moderno pus-
sivel : na rua larga dolto-rio n. Jll. hija de niiu-
dezas junio a de louca.
SARONKILS DE AMENDOAS.
, 2., luja de Cruz i\
.
CO BOItd, proprias pan
modo : 11.1 rua dos Ruarle
llaslos
Yendem-so penles de marliin, para alisar c li-
en bichos, da inclhor ipialidade, por preco muilo
commodo-: na rua dos Quarlcis n. 21, loja de Cruz
& llaslos.
Ainila existo iim;i-|)(;(|tit'iiii |K)lVuO
do ja' acredilitu' rcuicliu contra os um-
I11 i.i;;,h!u., viudo do Rio le Jnneiro, c
nclia-se 1 yenda, o r-ua do Knnjjul, lw-
lica 11. <>\.
Ycnde-se una escrava crioula de bonila figu-
ra, de idado20 a 22 anuos, com una lilha parda de
um auno, ou sem ella, se assim couvicr ao coinpra-
.
Vondo-se espirito de vinho, a l28() rs. a ca-
ada : cha brasileiro, a 19000 rs. a libra : no Paleo
do Hospital, n. I i.
LMA PEDRA PARA FILTRAR AC.UA,
\cnde-ao no armatein de louca de Silva j Compa-
nlii.i: na rua larga do Rosario.
Veude-se dous prelos padeiros e canoeiros,
lambein pndem servir para sitio, por ja seren ido-
sos o entendidos cm snico do cani|Hi: -jio paleo do
('armo n. 20, scguiido andar.
Yende-sc um pardo com 22 anuos de idade,
bonila ligurn, e bomollicial de sapalciro : na rua
do Crespo, loja da esquina ipio volla para a Cadeia.
Veude-se una escrava, crioula, rom 28anuos
de idade, c he bda quilandcira : na rua do Rosario
eslreila, padaria n.2.
Sao ('heraldos os icrdtidciros chu-
rulosde8. Feux, da acrcdiladn liilnica
de Jos Antonio Franco, da Buhili, rc-
conliecidos jicla exoellencia de sna (jna-
lidadc, e a mellior escollia de bons l'u-
mos; polo (|ite convida-sc aos senhoi'CS
acadmicos, c no publico apreciador da
boa ritmara,acoiicoi'ici'eiii anta da Ca-
deia do Recife o- 25, casa .de motilados
do Eslreila, vendcm-se era porees e a
relallio.
No caes do Ramos, taberna nova
do retiro n. 20, vende-sc a/.eile de car-
rapato, era caadas a xOSO rs., e ein
garinfas a Sllr.; dito de coco, era ca-
nadtis a 2#210 rs., e em fjarrafas a 520
rs.; tambem tcm llundrcs e medidas pa-
ra dar de veiidagem, 011 emprestar a
(jiiem tiver os seus negros, e lia vinlios
c espiritos, por preco mais commodo do
(pie em oulra parte.
LINDAS E MODERNAS ABOTOADU-
RAS PARA COLLETKS.
\'cndcm-se muilo lindas aboloadoras para colle-
les, asmis delicadas possiveis, lauto cm goslo co-
mo < 111 qualidade, pelo-diminuto prcepdo 1,1280 rs
cada urna ; assim como ditas amarellas, para casa
ca, o mellior <|iic he possivcl, lisas o lavradas a
:i5O0 r. cada una : na rua do (Jueiinado, luja de
miudezas, n. 19.
SUPERIORES CAPACHOS
grandes c pequeos, os mclboros que csistem liojo
no morcado: vendem-sc na rua do Uuciinado, n
lll.
MEIAS PINTADAS PARA IIOMEM.
Vendcm-se muilo linas mcias de lislras de cores
para Inunom, a mais linas possiveis, proprias para
andar c-oin sapalos razos : na rua do (Jueimado,
n. 44.
ATTENCAO" AO BARATEIRO, RUADO
' QUEIMADO, N. 49
oqual parlicipa ao respcilavel publico, que est
\e111lcndo siius miudezas por limito baiios preros:
como spjam luvas de pellica para honiein e senhra
|0 ) rs. o par. (lilas cnfeiladas a IWiOO r<., di-
las de seda trancadas, de todas as cores a 18000 rs.
luvas de laia para senhora a 610 rs. o par, n imita
cod.ls de lorcal,-muito ricas lila* de seda paracin-
ii'iio, papol bordado para carlinhas do namorados,
a 120 rs. a folha, com o seo compclcnlo subscripto,
o- M'iil.i Irnos penles de bfalo, para alizar cabel-
los, aliiO rs, cada um, um completo sorlimento de
perfumaras, muito linas, romo sejam : palbchou-
li, hoquel, miel de luglaterre, anibre, lavando,
i.n superior agua de colunia (lo Pivcr, pnra c
aiiiliaris.nl, cromo de aihendoas, para fazer barba,
iieias brancas e decores para meninos o monuias,
ogos de li.unas I11111.....lin.-irios, dilos de vispora,
proprios para seenlreler nos domingos c das san-
io-, ni|mo- de I.m i'.na iiu-iiinus a 1(20rs. o par e
nutras iniudc/as mais bacilas do que cm nutra
quahpicr parle.
JARROS COM I1AMIA
No alerro da Boa Visla, loja de raleado n.. ,
jiuilu ;anselleiro, tcndoiu-se jarros de pun-clan
duirados, o com hanha, a 10200 rs.; assim como
ranudos de pomada de toda as afros, a 100 rs.
alliil
rom
aterro
ic salmneles
i alerro da H
de am
a Visl
n,l
\'cudeni
:iiiii rs. : n
ao selleiro.
O 59,-A-
cnnl'rnnlc ao Rosario de S. Anloui
nienle, vende cm purcan o a relalbo,
bi.cnilos, 0 falias de lariulia de Irigl
las com dilas de ararula
madeira com 12 ii de sag 1
ramios, 1
luja II. W, jiinh
lila
lasli-
isiilas do niel ib
. i-uii-l.-iiile-
holacbiilbas,
1 aramia, ta-
le Lisboa, caixiiihas de
liio em ir.a ''
rs. muilo novo, bolinhl para cha mullo linos o para
mais do ISfloaldadcS, voudem-scde per si
mo inislnradns, rhoeulalc de l.i-hoa,
Ibas peiloraos, saropes para refresi
eonfcilos em Irascos e a relalbo, ra|
rusas, ludo por commodo preco.
Veiulc-se una casa terrea 11. (i. na Soledado
dcfrunle do chafan/, por proco commodo : quem
quizer dirija-se a ruado Pilar, a nina i;i^\ terrea 11.
7.'l, ao lado direlo, onde se Iraballia cm sapalos, ne-
ta dita casi saliera a duna onde......a para se Iralar
dn negocio: na uiesnia casa en^umma-se e bmi-sc
Ijem, por proco reuulur.
Btalas novas, a' 1,280 rs. o gigo,
vendcm-se lloraos da AlfalKlegBi armazciu la quina,
ilefrnnle do guindaste, n na Iravossa da Aladre de
lieos, ainiazein pintado dordso.
GIjABIIANAPOS DKI.IMIi).
Na loja de (uimaraes A llenriquos, rua do Cres-
po n. .'i, vende-sc guardaiuipos do lilil. 1I0 superior
qualidade, pelo haratissiino preco de Sillo rs. a
REMEDIO ESPECIAL PARA HORAS K
fclAYOS SECCOS.
Bate arredilado remedid preparado conforme a
verdadera rereila dada pur um ollicial que mullas
vetea a preparou que leve o finado pliarmnccoli-
co Scliastio JosodoOliveira Maeedo, continuas
vender-so na botica da rua do Kangel 11. ( que fas
frente para o largo da Rbera.
En) consequencia do aniiiincia domcamo remedio
leilo pelo Sr. I'oixoio \ Piulo, em que declnram,
ipu' 'i vondido na ruado Kanuel o. (ii, be falso, nos
cm dell'erencia se rospeitaud publico mandamos
publicar a segunde caria, para que clles se convon-
eam do contrario: adverlimln, que. o que se vende
a botica da na do Rangel 11. li, llAo he preparado
periodo 1 anuos, mas -in coilformesou consumo.
Eis a caria :
lilil. Sr. Monio Ijlftt iln Silrii. Pe iiaiiihn-
n. 13 do juihode 18.Temi V. S. pralicado
phanoac'ia coni o fallecido pharinaii'lltico Si'lia-liio
Jos de Oliveira Maeedo, na provincia de S. Pau-
lo, o dpois nesla provincia proparava um re-
medio especial para bobas e travos seceos, c como
011 o lenba continuado a proparar pela rereila, que
V. S. fez o especial obsequio de medarem agoslo
de 1830, igualan que o fallecido proparava, porler
sidu nroparado pur Y. s. mullas vezes, por is-
so rogo-lbe n obsequie de me declarar ao pe du-la,
se he verdado o Icr-mo dado a rereila do vcrdndoiro
para bobas o cravos seceos, que 0 falteeido propara-
va, assim como copccder-ine licenc.i de usar de sua
resposla, como mcroimcr, por cujo favor llie ser
gralo o sen amigo e criado.
Joai/uim Marlmho da i'ni: Correa.
Sr. Jod'/iiim Miiiiiiihn ilu cni: Correa.Km
rcspuslu sua caria dalada de II do -correle tenlio
a tA'i-lhc que a verdadeira formula do remedio
para bobase cravos seceos preparada por nieu anti-
BO inrslreo fallecidu plianiiaceuliio Sehaslin Josd
do Oliveira Macedn licjl quelbc ilci 0 que por lllim
fui preparada lauhi na provincia de S. Paulo como
nesta provincia. .
Pode V. h. usar desla iiiiuha resposla conforme
Iho couvicr o confirmando minhaeslima sonde Y.
S. amlge b ebrlgado fjope* da Stlea.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundiefio de C. Starr iSt Compaiiliia
cm Sanio Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas bodas de ferro, dciun
inodello e conslruccao muilo superiores.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba V Ainoriin, receberam pelo ultimo navio
de Lisboa barris rom i a, de superior cal em pedia
para o fabrico de assucar, e veiuleni por menos que
em oulra qualquer |#rle ; o para fcchainenlo de cen-
ias um restante de pnlassa americana : na rua da
Cadeia do Uccifc 11, "si.
Vcndeni-se anieniloassein casca, de boa quali-
dade por seren muilo novas, a 20 rs, a libra : na
taberna da roa largado Rosario II. 30, quina.
Vende-se a verdadera salsa pan 1-
IIni de Sands: na botica l'rniicc/.a, da rua
da Cruz) cm frente acjciiafam.
\'endem-sc (> escravos,.sendo 1 miilalu pro-
prio para pageni, 1 pretodcnacilo, opliino cozinbei-
ro. I dito para o campo, I pela para o ine-inu sor-
vico, 1 dita quilandcira, c I cabritilla rom algomas
habilidades, propria para mucama por lerlido mui-
to boa cdncacAo c he rcrulhida : na rua da Gloria
n. 7.
CALUNC.AS DE NOVA INVENCAO'
anil.iiiilo [tur nii'iri do maiMClismo, o (juc se luniii
U15I.111I0 admirjivel : quem Juvldar vcnlia ver c
comprar |relo di mi nulo prefo de 35OO re. cada
am : na to.i do (ueimado, n. V).
AO MODERNISMO.
Vcndcm-sc riquissinias pulceiras do ultimo gos-
lo, cliegadas ltimamente, pelo diminuto preco s-.vm rs. cada uina : ua rua do Queiniado, u. 49.
BOUQUET DO liKASIL
ovlraclos muilo flnj", dedic.-nlos polo grande perfu-
mador rranees I.. T. Pivcr a S. M. o Imperador e
a S. M. a Imperalric, com oseu compelenle rclra-
to : vendc-se a2uO00rs. cada frasco, na niatjuei-
uiadn, n. -19.
MEIO DE DESTitlTIt A TRACA.
Na rua do (.lueimado, n. 19, vendem-sc polos
com pintura-, muilo delicadas, proprios para mi-
mo, i'onteildo ilt'iilm nina coinponijau, a qual alln-
aenla as Iracas de denlro de bnlius, ou commodas,
laja a roupa ; atslni como guarda luvas
cam o hicsmo cheiro. pelo diminulo proco de l600
rs. caaa urna : a ellas aules que se acabom
AINTHaSAB ESITERIOIIIDAIIK
DA
SALSA PAHItlI.IIA DE BKISTOI
{ SALSA PABR.LR. DE B.41S.
Attcncao'
\ SALSA I'AHRII.IIADK DRISTOl dala des-
de 1 .'12, o tem Hin-laiilenieiile niontido a sua re-
pulufilo sem .....:cssidade de recorrer a pomposos
aimiiiii I.....la que as piepuincOe.s de mrito uodoill
dispensai-.e. o soeoseM o Dr. BltlSTOd lem
provocado in'linilns invejas, c, entre oulras, os dos
Srs. 'A. K. Sands, de New-Yor, preparadores
e proprielaros da salsa parfllhl rouliccdj pelo no-
mo de Sand-. .".'o
Bales seuhres solleilaram o agencia de Salsa par-
rillm dellrislol. ecomo mo o pmlcssem oblcr, la-
bricaran una iinOfilo de lliislol.
l'is-aqui a rarla que OS Srs. A. H. II. Sands es-
creveram ao Dr. Brislol no da 20 de abril de IM2,
c quo se liba cm DOSSO poder:
Sr. Dr. C. C. Brislol.
llralo. ,\r.
Nomo sprecMvel senuor.
Bm lodo n anuo passadn lomos vendidu qnaiili-
tlivlcs ennsideraveis do evlrarlu de Salsaparrilba de
Vine, e pelo que ou vimos dizer de suas rirlmle
iiquelles que a lem usado, julgainos que a vendada
dila medicina se niuanonlnr.i miiili'simn.. Jje Vine,
qui/er fa/er um conteni conmusc.i, creinus que
toa reaullarii mulla vanlagem, unto nos como a
Vine. Teos muito pruer iiuc Vine, nos ron......la
sobro esle assiimpln, c se Vine, vicr a esta cidado
daqui a um inez. 011 cnusa senielhante
muilo praier e.....veict
Ion, n.79.
l-'icam a- ordena de Vine, seus segaros son Inores.
(Assignados) A. K. D. SANDS.
C0NCLUSA0'.
1. = A anlisuidade da-alsa parrilba de llrislnlhe
claran.....le provada, pois (|iic ella dala desde 1X12.
cuno a de Sands su appareceu em W12. 6poca na
qual esle dnwuisla uu pode oblcr a agoneJa do Dr.
2. = \ superioridsde da salsa parrilba de llristnl
he inroiileslavel: pnis (pie oan obstante o concur-
rencia da de Sands, ede una piirofm de oulras prc-
paracots, ella Iciniuanlidnosuarepularaoein qua-
si loda a Aincricn.
As iiuin......as experiencias feilas rom o uso da
salsa parrilba em Indas as cnferinidades Originadas
pela impureza dosangoe, eo I.....i eiilv oblido nes-
la corle polo Um. sr. iir. Siaaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo mostrado Sr.
Dr. Antonio Jos PoiiolO em sua clnica, eemsua
afamada casa de saude na Gamboa, pelo lllin. Sr.
i- oliveira, medico do exercllo, e
s medlcus, pcrinilleni buje de pro-
0 as vn ludes ellica/c- da sal-a par-
vende-si' a 5*000 l\Am.
.la sabia niiiilni-.e para a botica
la Cruz, cm frente ao cbafai i/.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fundiciiu d'Aurora acmvseconslanlemcnlc um
i'rliiiienln de machinas de vapor, lano
4-
loriamos
rua de I ni -
Dr. Saturnino d
por varios oulra
clamar allaineul
lilha de Brislol
(. deposito de
fraucea da
coniplel
d'alia como do baiva pt
approvados. Tambem se
da de q'ialquer furnia qii
lliainr presle/a. Ilabct
pai.i as ii a-entar
lu-iunie aflnncam
piiii-aluli-aiii |
ap[
de va|i
esladu cm
cal II
canica repn
le, ccroscc
de inndellus os mais
apiiiinplaui de encuninieu-
se nossam dcscjarcoui a
omclaes scnio mandados
fiihricauis come lem de
pcrlcilolrahalliu dolas, eseres-
lalquer dcfeilo que |Mma ndlas
uranio a primoirasalra. Muis inachi-
l consliiii la- nosle e-lahch-riilienln lem
,. .oiislanle servico nesls provincia 10,-12,
;,....., ,. apenas lem exigido mu i InsigttlO-
I-. o alRumas ale nenliunsalisolnlamen-
lo mo o consuiumo de emibusllvcllio
qm
enlioresdecngenlio, pois,
que nrecisarcffl de ma-
(iii
ara-
"iii
M.
a rua das Cruzo
Veielem-........'
panilla, ns praca rio (
vinho ile.Marsi'illeem
em noveHus cemol
mandes, acude inilai
mili incoiisiiteravel. Os
e oulras quaesquet pcssoai
chlnismosao rcs|ieliosamcnle convidados a visiiai
eslabeleciineiiln cm Sanio Amaro.
.MIADOS DE PERRO.
Ha l'iiinliraii' de C. Starr. v\ C.
Sanio Amara aclu-ce para vender
dos de forro de superior [iialidadc.
;ofl.oo ns.
Vndc-se por 50Q90U0 rs.....na lypographia
mais de7011 ii de Ivpo- mullo hem SOrlidoS, 0 um
I ii un prolodv ferro e po: a quem eonvier dirija-se
segundo andar.
ia de Me. Calmonl ,v Com-
rpo Santn. II. oseguiole:
alias de l a 0 duzias,linhas
-. bren om barricas inulto
orlido.ferroinglez.
OLEO EXPRESSO DE BABOSA.
O mais ('Mllenle oleo que lem nppa-
reeiil para impedir a queda (los cabel-
los ede criar caspa, refresca a ealiecae
ainucia muito o cabello; vende-se na rua
da Cadeia do Recite, loja n. 9, prcrade
cada UUI viilro 800 rs.
lilil I.AIl'KC.TII V.
o nico anlorimilo por deeitna do eontelho nal
t ilniohi imperial.
tis mediros dosliospilacs recomsnondam o arrobe
l.allechMiv. coinn -eiulo n iiniru aillui isadn pe
vernos pela Real Socieriado de Medicina
ilicaini'iilo d'uiii goslo llgradavel, o fcil a lomar
em secreto, esti em use na marjnlia real de-de mais
de lili anuos; cura ladicaliiieiilc em pOUCOl.....|K>,
cun pones desposa, -.......icrcurio, as alTcecoos da
pello, impingens, ascousequencias das sai as, ul-
ceras, e ns accidentes dns parios, da idade critica c
ilaaciimoiiia hereditaria dos humores! convenaos
calharrus. da bciiga, as cermenos, e fraque
dos ornos, precedida do aboso das Ingere/..........le
sondas. Como anti-sv phililiro, o arrobe cura em
ponen teinpn os lluvns rcenles ou rebeldes, que vul-
vem hiccsssnles semeonsoquencia rioeinpreqods ro-
pailia. da cliheba. (III das injecees que repn-iii-
lamn virus sem neiilralisa-ln. 0 arrobe l.allecleuv
he especialmente recommendado contra as duencas
invelei.olas ou rebeldes ao inercuiiu e ao iudnielo
do oolaslo. Vendo-so om Lisboa, na bolica de Bar
i*-!c nie-
Koliciano Alvos de Asevedo, pra-
, SS, onde acaba de rhegar una
larraftis grandes o pequeas, viu-
do Pars, decasa do Sr. Boj vean-
Hirhov Paria ()- formula) los
sa dn nocido S Iva, na praca do
.No Piulo, em -asa de Joaquim
. lama A Iu- us; em l'criiam-
de Janeiro, Ib dia ,\ l'illi.-. el
ogas; Villa-Ni va. -loan Pcieia
Rio-Grande, I- lauci-cn de, l'ai|->
rol, e do Antonio
oa de I). Podro i
grande punan.le
das directamente
l.airecleiiv 12. rao
dam-sc gratis om cu
D. Podro n. S2.
Anulo: na liabia
buco, Suiun;lVi"
Morena, luja de dr
do Mag.....I.eiie;
la Couto ,\ (..
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste eslalieleciinenlo continuo a lia-
ver mu completo soriiinenio de moen-
das e mcias moendas para engenho, ma-
chinasde vapor, c. taixas de Ierro batido
c eoulo, de todos os tainauhos, para
(IO.
Veiulein-se vaipielas de lustre, para
coberta de curros : na rua da Senzala
Nova n. 12.
AOS SENH0RES DE ENGENBO.
O arcano da inveiicao' do Dr. I'.duar-
do Siollc era Berln, einpregado as co-
lonial inglesas e liollandewis, com (frau-
de vantngem para o relhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de I"
Ulnas, junio com O inelliodo de einprc-
ga-lo un idioma porlii|;ue/., em casa de
. O. Bieber & Companbia, na rua da
Cruz, ii. i.
Vendc-se collada Babia, de boa qualidade,
em purc.lo c a relalbo : na rua da Oui n. 112.
vudein-sc ll escravos, sendo um lindo mole-
que de idade de I i anuos, um sapalciro, 2 de todo o
servico. I negrinlia de idade de l."> anuos, o fl cscra-
vasquilandoras: na rua Diieila. n. 3.
Vendc-se a conteni rio comprador um peque-
o sobrado do 2 andares, leudo no fundo -1 casal
terreas o una rucheira (pie fas Trente para oulra i ua,
ludo em Culos proprios, cuja propriedade rende
liien-al.....ulc-ioai) rs.....lando qiia-l -emkiciu a
corbeira. tem um pequeo soUo e estribara ; en-
tretanto fat-S negiiiialiehneiilc comqualq..... com
pradnr ra/oavel : oa rua de Sania Rila n. :I7.
Na rua do Visarlo n. 19, piioieOo andar, lia
para vender, farello nimio novo ehegado pela barca
cniiiiiin. per oreen eonunodo, e jiinlamculo nova
ral viricin de Lisboa.
Vendc-se una iiiululinlia boa engommdeira,
e cose i ua i ua da Cadeia do Recito, protimo da loja
do Sr. Jos Dias da Silva, a fallar no priineiio an
ina rua
n
Afranos de vento
mo para regar burla-e balsas
II. VY. Muiviiian: na rua
ii 10.
Vs.V,\\>^\\\\\>x
DAVID WILL1AM noWMAN, engenfcelro nw-
cliinisla v fiiTHllor tic forro, mu rcspeilostmcnle
amiuria nos MDhorM pft.pr.c.ar.o* ilc engenlHMh
fazoadeiroH, c ao respcilavel puhliro, que oseu esla-
iH'lcrin.oulo de ferro nio\ido pur uijcliiua do yjipor,
na rua do Bru pausando orliafniii, ronlia em
i'llerliwi evereico, ese arlia roniplelanienle montado
com apparc.lios da primrira qualidade para a per-
feila roureecaftda^ inaiore* peras de machini^mo.
Habilitado para einpreltendcr quaesquer ohrastla
sua arle, lavid William Bowman, dfija mnispar-
lirulanneiilecl.amar a allenra puldica para as se-
Kuides, por ler delhwcrande sorlimenlo Ja' |irnmp-
to. em ileposilo na im^ina fundirn, as quo GODS-
IruldM en -ua faln ira poden. Competir rom as falri-
etdeteni pul eslranoeiroi lanioeiu proco como cm
qualidade de materias pilmas c mn de obra, a
saber i
M.irliinasde vapOff da mellior rtmslrurari.
Moeodas de raima para eimenlms do lodos OS la-
iiiuihos movidas a vapor por agua, ou animaos.
Rodas de auna, moiobosdovettCooserras.
Manejos indcpcudculcspancuvallos.
Rodas dentadas.
Atnilioes, bromes e chomaeeras
Ca\ill>('>eseiiar.ifusos de lodos oslamanlioB.
TaJxas, pairos, crivoa e bocas de fornalha.
Moinlms de mandioca* movilos i mao ou porani-
maes, c prensas para a dita.
Chapas de Rsafie Ibriwfl defarinlia*
C.uiosile ferro, ioineias de ferro ede hron/e.
Bombas para caejmba c de reputo, iu-.i'i.i- a
mao, por anmaos ou VOQtO.
(iuiutlasles, guinchse maracos.
Prensas hidrulicas ede parafuso*
Herranens para navios, enrose obraspoblicas.
(eliminas,carandas, yrades e polines.
Prensas de copiar ra las e sellar*
dnias, oarrosde mafte-aradosue ferro, ote*, ele.
A lm dasupedoridade das suas ubras, Ja' ueral-
menleroconliecida. David William Bowjnan parante
a mais exacta conformidade com os moldes o dese-
niiosifuit'iiidos pelos senhores que se dignareo do
fa/er-llieenroimneiolas,ipio\eilamlo a orea aO pa-
ra aoradoeer aos bous numerosos amisjus e (regueaej
a preferenria com que lem sido por ellcs honrado.
e ssoejrara-lhea que nafl poupara esAirensediligeiH
das para ronthiuar a merecer a sua oouanca.
dar, oucoin Jos Pires do Maraes, n%|nsn
- 53.
Attcncao*.
Cruz & M.-isliM, receberam viuda (te l-'ianraf una
machina rom seus utencilios, propria para" Armar
loda qualidade de papel, coro os nomos que qui/-
iTin, i-rom dilTeienles corona, brosileiras e oulras,
proprias para quem tiver ttulos de liaran, duque ,
marquei, ele., acharan lambein a toda e qualquer
hora papel prnmplo da forma quo quicrem, assim
como lanibom liruiam Iraicudo sen papel, por prc-
eo mdico : na rua dos Quarlcis, loja do miudcs
i. -Jt.
Vcndcm-sc atacas, ou pulceiras, do mais raro
o delicado Rosto, por prcro mdico : na rua dos
Quarleis n. -21, loja de tan/. ,V Bastos.
Vendem-se atacas de cornalina para casaca,
C preco commodo : na rua dos Quarleis n. 21,
do Cruz ti Baslos.
Vendem-sc paros de ralungas do porcelana ,
proprios para cima de mesa, ou consolos, por prcc/i
medico : na rua dos Quarleis n. 21, loja de Cruz ,\
Baslos.
CARTAS PARA VOLTARETE.
Vendem-sc muito suponeros rartas para jofiar vol-
larcle, por prcro mais barato do quo em outra qual-
quer parte ; na rua larua do Rosario u. (i, luja do
iniude/.as junto a de louca.
TltlESTE-SSSF.
lie reccncliciiado um carresainenlo da >erdadei-
ra farinlta de SSS ramiuno, e vende-sc |or mdico
proco : no escriplorio le Deano Vinilc ("v Onnpa-
iiiua. ou nos seus armazcm noheen doGoncsilves*
DOCE DE BACORV.
ChegOU recenlemente poie.lo desledelicado doce, o mellior que ha, tanto
pela sua evellonle qualidade, como por conservar-
se por mullo lempo cm perfeilo estado: vende-ic-
eni casa de l;onlCi\ Irmiio. ua na da Culeia Velha.
AgflDCU da Edwln Man.
Na rua de Apollo n. (i, arina/em \ (jmtpauhia, aelia-se conslanlemenle bous stuii
meatos de misas do ferrocoado abatido, lano ro-
a romo lumias, mneiidas ineliras lods de ferro pe-
ra animaos, aLZoa, ele., ditas para armar em niadei
ra de lodos os lamanliose imuleloso-m lismndei nos
machina Imiisonlal para VBpOT rom forra de
icavallosj cocos, panadeiraj de ferro eslanhado
1 tira casa depuraar, por menos proejo que os de en*
ir, escavana para navios, ferro iiurjei lauto em
barras como em arcse follias, etudopor barato
preco.
VendctMe relogioi de 0111*0, pi-
trnlo injjliv-, os mcljiorcs que tt^n viudo
a esle mercado, e do mais utcJIhIo
ubricante de Liverpool: em casa de Rus-
ael iMollors i\ Gompanhia, na rua da
Cadeia to da falirioa do'Todos os Santoi na Buhin.
Dcpo
a de .Y O.BJ
daO trancado
laccosde asaw
nnnioilo.
Vendern-sb mcias etaslkas
quem padece do erisipela e 1
\ ende-se, em ca
la Cruz n. 1, ale;
limito prop jopara
ravos. por preco <
lier j (I., ua rua
d'aipiclla faln ira,
are roupa tic es-
la rua
nard.
da Cadeia to Recifo n.
; mu proprias para
1 commodo preco:
13, loja do Bour-
Gciio,
10 em barrica!
Keller i <
C. STARR &C.
reapeitosamenle annunciam que no sen evienso es-
labnecimenlo em Sanio Amaro, continua a fabricar
com a matar perfelc^oe pramplidilo.lotla nqualidade
do machinisnw para o \i><^ la asricultura, navega-
ro t.....mofadura, e (pie para manir commodo de
seus numerosos Iroguezes e do publico em nonti, (em
aborta m um dos Brandes armaxensdoSr, Uesqui-
la na rua do Ilnini, alia/, do arsenal de maiinba.
u m
DEPOSITO HB MACHINAS
construidas no dilosen eslahelorimenlue
1 li arbardn os compradores um cmplelo sorli-
mento do inoondas de caima, com lodos os ineltio-
i......mos alnuns dollesnovos ooriginaes) de que a
experiencia de mullas annos lem niosfradoa neces-
aldade. Machinas do vapor do baha o alia pressno,
laixas de loilotamaubo, lano batidas romo fundidas,
carros de infio e ditos para comluxir formas de as-u-
eor, inirbinas para moer mandioca, prensas para di-
io focrflv .lo ferro balido pura larlnha, arados de
ferro da mais approyada ConsIruccSo, finidos para
alamlilfljues. crivos o portal para rornalhas1 o urna
inflnitlade de obras ue ferro, que seria ouladonlm
enumerare fo mesmo deiKtsJlo existo urna pessoa
i.....Iliocnlelo liabililada para recober lodasasen-
commendas, ele, ele., que os anuunchuiles eonlan-
docnmacaparidadeile suasofllrinas e inarhiiiismo,
a pericia de leusofllciaes, se compromeltem a faaer
exccular, com a maior preslcta, perfcicfto, c exacta
conformidade com osmodelnsou uesenlras, einstruo-
r^qes que Un* lorcm fbrnecidas'
POTASSA SI'PERIOK
Vendse por proro muito com-
modo, no .'irinn/.i'in n. 7 de ces da
nllitndcVm, dcJosc Jonqnim Pcreira Je
.Mello, ou no escriploi'io de Novnes i\
Compnnliin mi run do Trapiche n. 34.
Na rua do Vifjnrio n, l, primei-
10 mu.ii-, tem parn venderdivcitaa mu-
sical para piano, violilo c Umita, eotUo
sejam, (piaili'illias, valsas, redowas, sclio-
tickes, inoilinlias Indo inodernissinio ,
chejndo do Kio de Janeiro.
VINHO 1)0 PORTO MUITO FINO.
Vende-sc superior vinho do Porto, cm
li.oi isdi' i., c S. : no aiii'.a/.i'iiida rila
do A/.eile de Peive n. I i, ou ;> tratar no
eteriptorio de Novaos & Coinpnnhia, na
rua di) Trapichen. .~-
Vendcm-ae os veriladelrosscllinsinejcsea, pa-
lenlc, de mola n sem ella: na rua daSeoza la Po-
va n.42.
I'ASI II.IIAS di: SOULI.
VEC.ETAES CONTRA AS LOMBRIGAS.
Appravadas pela juhla ccnlral de hygiene publi-
ca, epreparadas por J. II. Soullo, pliiirraaceutiro
.....abro liiul.ir da arademia iinperial de medicina
e da sociedade de pliannacln do Kin de Janeiro.
- O Milico do|Hisilo verdadelro desla paslillias he
e.ialiolceido pelomesmn anler na bolicalo Sr. Jos
da Rocha Paratilios, mu Direlta n. s, em Pcrnam-
boro.
Desde muilo (enipii a arle niediea esl,i\a S pro-
enr.i de mu medicamonlo que tosse facilmonle ad
mistrado hs criancas sujellss s moleslias yermlno-
sas, roolesllas lerriveis quecondusem lodoswdlas
bu iiiniiiln ni arande un.....ro deltas.
0 eoslo odielre dos anllielmnlicos empresados
al lnije erain iiiiinis lanos obstculos sua adini-
nisii.il.Mi; pur luso eremos lot proslade um arando
servico i iniin.inidadc, e prinoipalmenle ees ab de
ramillas, aniiiiariaudo-llies um vedniifugo, debaiSQ
da furnia de paslllhas, HCmeheiro ie;n salinr, quo
possuc a ai-i..in a mais enrgica como anlelminllco
vonuicido conlra as lombrigas inlosltnas. ( Lont-
brlgat. orj/uratit e/c, ele.
A reni|iii-i;.iii das |i.iriilli.is lie puramente vege-
tal. Quaudo em I8S li/enuis a i.il preparafao, es-
livcmos lAo cerlo da sua aceflo vermicida, que no
liesilamea un instante em psnerhnonla-la em nos-
sus proprios lillins aules dea l,i/er ennlierer : n ell'ei-
lo fol espantoso, elogo i|uc os inuslros professeres
dn Itin de .1 jiieiru e da uiair |uo\ lucias do imperio
a eoulieeerain, nao diivicl.inini erapreffa-la cm (odas
is moleslias verminosas!
(1 elleilo deslas paslilhas lie KM cerlo que nao p-
podehaver a menor dovida sobra asna elllcacia,
niinii consta das eiiinies de niuilos illuslrcs incdi-
cos que aqaiso Iranscrevenios. .Com ludo, como as
irrlancas esi.io sujeilass* oulras molestias cujosajmp-
innias s-lo quasi os mesmoa das moleslias vermino-
s^s, tCOPSClllSinoSi nos rasos flavos, ele ron-ull.u
um liomein da arle aules de administrar as dilas paa
Ulnas; tilo que ellas posaara prodazh sUjummo
eOeilo, porque na sua comuosiciu nada entra de
nocivo; mas porquepensanioB mis ue n'aquelles
CASOS KTeSSS naodeve administrar-so reiucdij.nl-
minl emquaoto a nndcslia au lio |iereilainenlc
dlagnestieaaa.
A dse das paslillias lie a seuiiinlc:
1 loas a sris naaliUlM enijcjnin. para as rrianeas
ue dous a seis uiinu-, .iii^meniandi) a iluso gradual-
mente segando a idade. Dedos adose paaliluas
para os adultos, ede quinte a vinlo para as pes-
S1..1S de liiul.i anuos para rima.
Kepele -o a misma djoje lie- di.is litios, o no quar-
lo da |>" le--.' dar un purgante de oleo de rieinn.
\. /;. I'.nlc-si! aiiimienliu a do-e das paslilhas
sem rcrcio de produzir rrilaeoo algunnl as vias
dlgostivas; a te algunias rezes nao ha lombrig.u o-
pulsas, pode-sc oslar cerlo que lodo e qualquer
symploina de moleslfa verrainosa. u.....tasappare-
i nli. Se'jiiem-se os altcslados de duTereates mc-
llirS.
esuntoa inglexesmuite nevos para
holaeliiiihas desuda inule/..i.i, --i-
rvas mullo novas, semonles de in-
Veude-
le : em el
Cruz. n..V..
Vendo-so p
fiambre, latas coi
Jos de pialo, ciin-
das as qualidados do hn^tliec. rhegadas
le: ua rua da Crus u. Id. defroule
Cosme.
FARELOS,
Vende-se no nrmar.eui do Si
lano em sacias de ~> arrobas,
cllCJbado iillimainne-
nipailhia, un rua da
iliui
i.. S
IIIU'll-
. Dr,
Aunes ,
por me-
ItOTO'ES
de vldro, ni.issa e metal, proprios uasf vestidos de
si'iilioras, o lioncles de nieiuiioi, dilos de masa ou
cliifre Ir.iiispareoles o de metal Uno, proprios para
palilns: vcudem-seom frenlc do IJvraracnto luja,do
miudezas.
Veiidein-.si' os vcrilaileii'os salanus
deBolonlia, chegaos tiltiuiamenle: un
largo1 do Corpo Santn. 0, taberna de
Palmeira & Belii
Vendcm-se lunas, briman, lirio, e moias lo-
nas da Hussia : no armasen) de N. O. Bieber &
Comnanliia, na rua da Crui u. 4.
CEBLAS BARATAS
Vendcm-sc ceblas novas, o (00 rs. renlo : no
armaran do J. J. T. Jnior, no caes da AJiandegi.
REMEDIO PARA FRIALDADE
Contina a voudor-so esto acreditado remedio ,
preparado pela formula do fallecido phannaceuliru
Meliasliaii Josij de Oliveira Maeedo : na botica d.t
rua do Kangel n. 8, em frento do becco que vai pa-
ra o arsenal do auerri.
REMEDIO ESPECIAL PARA ROBASE
CRAVOS SECCOS.
Continan) a vender-seasverdadeiras o bem cou-
cciluadas pilulas para bubas ecravos seceos, na bo-
tica da rua do Kangel n. em frente do becco qno
vai |iara o arsenal de guerra, verdadera composic.ii>
du fallecido pharinaceulico Sebasliao Joso de (lli-
veira .Maeedo, dono que foi da botirs n. Bl da mes-
nia rua; c como na mencionada Iratiea n. 6i se te-
lilla annuuciado dito remedio especial para bobas o
cravos seceos, declaramos ao respoitavcl publica
desla cidade, senliores do eugenlios e faiendclrus,
que o dilo rcuicdio nSo lio o verdadeiro do falleci-
do, por isso que o nico e verdadeim he o que Io-
nios vendido e continuamos a vender em gosss b-
lica n. H; e para que o respcilavrl publico se con-
venea da verdade, rogamos ao lllm. Sr. Franclsru
de Paula Pires Kamos, como teslamcnloiro dn falle-
cido Sehasliao Jos de Oliveira .Maeedo, a bouil.iiln
de responder ao |t desle, so o reipedio que lomos
vendido em uossa bolira, he ou nao o verdadeiro ila
compnsieao do fallecido o por elle anda praparade.
(iiiiu sua resposla milito obrgados Ihc cimos.
I'ri.rolo ti l'inlo.
CAL VIRGEM E POTASSA
Vende-se polassa da Rtlssia e Aineii-,
cana, cal nova em pedra, viada agora
na barca Gratidao, Indo da mellior |tia-
lidade, (pie lem viudo ao merendepor
commodo preco: na rita do Trapiche n.
17, iiina/.cni ilcJos Tei\eira Haslo.
NO GRANDE ESTABELECIMENTO DI.
FAZENDAS BARATAS, DA Itl V 1)0
COLLEGIO N. E CRESPO N. 11.
Vende-sc o melhore nmis lar panno
le linlin de Allemanlia, para lences ,
ciue lem viudo a este mercado, com ti e
Id palmos de largo, pelo barotitsimo prc-
ro de 2400 c2,s.'(IO rs. a vara.
Vende-se uina escrava de bonila lisura, de -J.">
unios de idade, pouco mais ou menos, enm as hahili-
l.idesseaiiinles : colinhoira, lavadeirac eiuunnni-
leira : na rua da Ou/. n. 17, segundn andar.
Vndenle um nrclo da Costa, sem achaque-,
muilo sadio c proprio para artnazemde assucar ou
Eadaria : quem o prolendcr djrija-so a rua do '.i-
ug, loja de Joaquim Jos da Costa Fajoles.
Frederiro Chaves, vende um dns soos silios de
Ierras, com rasa de peilra e cal, nrvoredos do frucloi
boa agua de beber, e Ierra propria, na odrada do
Kosarnho, ede Belem. por preco eoinuiodo.
nos preco do que ein outra, rjiialquc
parle.
A 5,000 rs. paqannoa, e 5,500 rs. (randas.
Vendcm-se chapeos de sol de seda Inglesa de
superior qualiitadc, pelos procos cima : na ru
doColIcRio ll. i.
MEIAS CltlAS.
Vendem-se molas cruasi UdIo para linncni enm
|)ira ssnhoras, por prego mulle ravoravel pois ni
excedo .t :WM* rs., o par : na loja de mludexas em
renle do l.ivramenln.
Vende-so vlnlio ila Mailelraile tupeilpr qoa
lidadeeni(|n.irise ollavostlepipa, por preeo com
modo-; noarnuuemde N. O. Biebr J Companhia
na rua da Crui ii> ^
Viudos superiores de Buceilas
branco o do Colara .linio cm barris de quii
viidein-se. em vasa de J. Keller A Ce
Deposito de tecidos da fabrica j
do todos os Santos, na Baha.
*1 Yeinlo-se em casa de Domingos Alvcs
I Matheus, na rua da Cruz do Recife n. !>2,
|i-5 primoiro andar, algoilao transado daquolla
jj fabrica, muin proprio para sacros c rou-
m pa (le escravos, assim como lio proprio para
US- rolos do pescar o pavios para velas, por i$jj
a: preco muilo commodo.
-.',- :v:":"io': u-v-:/;: = :":.*
\u ll MIAU) ANTES QUE SE ACABE.
Na hija da rua do Crespo n. .">, vendc-se pecas A
cliilas linas eoin 38 covado, do lindos padrn, pelo
diminulo preco de 59)000 rs., c Ito.rs. o covado
esla hienda lorun-eo reooraniondavcl pelos lindos pa
droes e pannos muilo (orles: alora desla taiendt
vendc-se oulras mullas pur baralissinio preco.
Taixas para engenhos.
Na undieno' de ferro de I). \V
BoWOiann, lia rita do llrtiiu, passan-
do o elial'ari/. conliiiiia liaver um
completo soiiiiiicnio de luisas do ferro
fundido e batido de ."i n S palmos de
Doccn, as quaes aclinm-sea venda, por
preco commodo e com pronlptidiio':
embarcain-se 011 carregni-Mem carro
sem despeai no comprador.
\ l-iil KS. CADA UM CORTE DE 11 l|-*
COVADOS.
Na lija n. '> que volla para a rua do CollegiSl
vendc-se corles de casomlras de laa c algodSo, muito
enrorpadas, o padroos mullo lindse modernos, pelo
haralo preco de 19140 rs. rada um^rle.
S'ii arnia/.i'in da liavcssa da .Madre
de Dos n- !. e no caes da Alfnndega. n.
I, vende-se larinba de mandioca, sus
Iho c feijfio ninlalitilio de superipr qua
lidade, por preco connnndo. r
Vende-se relogios <\r ouro e prnta
Dtente ingles; na na dn Sen/jilla-N'o-
ESCRAVOS FGIDOS.
Ilesapparereu no dia ii de jullm o mulato Al-
bino, de idade Jl anuos, alto c um naneo curvado,
mal fcitodo pes c denles iiccros; lovou calca e ca-
misa de ..'.111^ a/ul o bonete escocen: quem o pe-
nar, leve-o ao largo do Corpo Santo 11. 6, que sera
gralilirado.
No dia dezoilo dcjulho dcste annn dcsap|ia-
rcccii da casa de seu senhof, a prcla l.uzia, que
moslra ler J"> a :K) anuos de idade, levando mu 1.1-
bolciro envernisado do cncarnadu colierlo cun
hal.i verde, onde'rosluma vender pRo-de-l, vet-
cli
no
va n. 42.
A 5.000 c 6.000 rs. a acca.
Vende-se feijSO limito superior, raja-
do, n5j000 rs. nsacca, omulatinho, "
OjOOO rs. : no arina/.eni de l.ni/. Anto-
nio Annesjucome, defronte dn portada
Alfandeoa.
Vende-ag um inoleipiede naeaO, de idade 17
para ISannns, sadio, he hom ollicial de charole!.
ru, o (pial se vende pelo motivo de nao querer ser-
vir? mi llccife. boceo do Josa Cselano, labriea de
charutos.
Vende-se um cauriutel nsado, hem forte, por
-.ISINIISI r-. : no lamo da asseinhh'a 11. 20.
CERiV DE CARNAUBA.
\endc-se no Forte do .Mallos, dcu-oiilo do arma-
lemdoSr. Joaqolm Pranelsco de Alem, cera de
carnauba doAracaly, por mi.....s M que em nutra
qualquer parle : assim ruino lalivrinlhos assentados
cm boa hienda, constando de lencos, toalhas e ro-
das desaia, ele. ole.
OH! QUEPECHINCHA.
Vendcm-se capsenos psra forro de salas lapb
de cor para" iIcsciiIhh. dilos quadrados modernos pa-
ra Garapias c mnrcioejrcs, braceletes de eonlss de
cornalinas, brincos da ntesma qualidade, indo mo-
derno, para quem lem liomuoslo;um completo sor-
lmenlo de rtgisloi cm poni erando e pequeo,
dilos j cm quadres com moltluras de papel donra-
f], relralos de N.npole.1. r'enintHo Corle/,liuillier-
ine Tclh rom iuas e-posas madamas* *ern tlillerenles
nosfotss ; Palsagem os Burupa, Asia, AfHea eAme-
ir,i, en ponle grande* eonliwmui*^objef4oaojne
seria innosjhel nnini'iar, e M) acliam as orden** dos
fregilo*** "| frenle do Uvrsi.ienlo, lo)n de irrtn-
deca de I'. \. de Pinito.
BOA PMCIHNCIIA
\ en li'in-sr mairiiipiius com pequeo loque de
millo (a maior parle rovo 1 milito barate, c lamben)
se f.i negocio cm Iroca de laui.nii-.i-. para 1. quo lio
mnits proprio: em frente do Llvrament loja de
miudesas de r. A. de l'inho,
tas, patio da Costa novo, com lislras brancas, fran-
jas Coilas na Ierra c ni.il.unes. Essa prcla !ie*bem
conlncid por ja ter andado a vender Aneadas, bs-
tanle deseinliararada, c do mais a mais por ler 11111,1
cicatriz na face direlta, alguna cabellos,poueos,|>nr
baiso do queho. Consla que Icin andado pelo La-
chana em companhia douin prclo, escravo de Ha-
noel llo/.erra Cavalcauli, c de nomo Pedro, c cm
!tliid.i,|no Varadouro: quem n ap|>rclienHer, le-
ve-a na loja de la/cndas 11. 07, na rua do (Juciui.i-
do, que ser.i enerosameulc recomponsado.
Conlina a estar tmido desdo o dia II de
m.iio o prclo Dionisio, de nar.ln Ufa, de -211 anuos
de idade; levoii camisa de al|jodilo tranradoda Ba-
bia, ralea de aluodao Irancado de lislras .mu- e
sem chapeo; alio, chelo do corpo, scni barba, ran
principio do buco e com falla de um denle na fren-
te de balso, nariz chalo, rosto comprido, bstanle
barriendo, pos urossss que parecem lachados, quau-
do falla healrapalbado, nao pronuncia bomas pals-
vras c bstanlo carregado de pliisinnomia.iiliro |>ou-
ro os olbos, qunelo audaou para paroce espanlado;
foi esiravo de Nomeriano Jos de Barros que mo-
rn no ciuciiho l'ilih, boje liba dasCobras, fre-
Biiezia do (".alio, o qual o venden a I.uiz Anlonio
AniiesJacoinc; lio de suppnr uuo algutnn o seduzis-
sc ou o furlasse para o vender para o mallo a ll-
gn sciihor de cngcnbo, uuo lenba occulto, traha-
Ihava em armazcni de assucar, e por isso a quem
elle foi onercridfl para o vender, e he do suppiir quo
Iho ininlein o noine, por so roga-sc as auluridade.
polieiacs, capiltlcs do caaipo e pessnns do povo^J)
apprehendam e levem-no n rua da Cruz do Recife.
armasen) de I.uiz Jos do Si Araujo 11. 33, que so
gratifican! com KHijOOO rs.
Ilcsapparoccu dosilio denominada AftOa-Fria,
um escravo por noine Ignacio, prclo, haivo, cara
larga, nariz, chalo, nacon Cacance, um denle da
fronte tirado, e ps |>cqucnos; desapparcecu no dia
2H do julho do rorrete anuo; levou camisa e cumu-
la de algodo : quem o pegar, leve-o ao dito sitio,
[lortcneculc ao leuculc-coronel llcmelerio Jos Vel-
loso da Silveira.
Ilesapparcceu no dia 2. de julho prximo pas-
sadn o prelo Kav mundo de cor fula, cstalura regular
hoieos grossos, rendido de urna virilha pouco vola-
mosa; be rrioulo, muito ladino, viudo a <> mozos dn
Ico, remellido an Sr. Xislo para o vender : lem bar-
ba cerrada, que (aires a leiiha rapado: levou caira
e camisa azul: quem o pegar leve a rua Direila n-
S(>, (pie sera generi>sameiilc rccompensailo.
Ilesapparereu na madrugada do 37dejullio,
de bordo do briguo Motiunna, fiindeado na praia
do Collego, din csrravo prelo, de nomc Filip|io;
he crioulii, 11nlur.1l do Maranhao, de Idsde21 an-
uos, punco mais 011 menos, Iwm prclo, lio msrinhei-
ro do dito brigiic, e levou Iml.i a sua roupa inclusi-
vo japona c nutras roupas proprias do seu servico:
qncm o pegar ou dcllc der nnlicia, podo dlriair-se
ao lari:o do Corpo Sanio n. (i, casa do Manocl gna- .
ci de Oliveira, que ser recompensado.
Continua a estar fgido, do I sclembro do
auno de IS.12. o prelo I.uiz, do nac,o Cassangc. do
idade dc2Ka MI annos, de estatura luisa, cheio do
rosto, lem um si-^nal como de um lalho na espadua
direila, c quamio falla hale com a lingoa nos den-
les ; este escravo foi do Sr. Francisco do Carvallin
l'aes de Andradc, lio condecido pelo tome de I.uiz
inariniha.porser muilo apaixonado desle insimlen-
lo : quem o pegar levo a rua da Concordia n. H
roliuacao, que recober lOligUOO rs. de gratilics-
cao
Aiuda continua estar fugido.dcsdo 15 de mar-
co do crrente anuo, do engenho de Santo Amari-
uho, freguezia da Var/ea, o escravo Silvano com o*
simiaes scgainlest levoucamisacecrouladcalgoil.il'
da Ierra, reprsenla ler Jl anuos de idade, cara mu
poueo larua e lalliada, altura regular, nio falla de-
senibaracadii, he algiuna cousa fula o lem lodos o
denles: quem o pegar leve ao mencionado engenho,
quo sera l>eui rccoiiqiei.sado de seu Iraballio.
Desaparecen no dia 11 do correle, do sitio
onde inora o Sr. Eduardo Fonlon, na l'as.-agein-
da-Maudalcna, o escravo do nomo Jos Palacio,
reprsenla ler 10anuos, casado coma escrava c-
oula, Genoveva, que representa ler 3."i anuos; o
escrifio he de aliara reimlar, grosso do rorpo, |ws
combados para dentro, falla grossa o rooquenha. lie
muito regrista o dado a valenlao, levou tislidocai-
caecaratsade alqodie ciscado americano de loaras,
ca escrava he alta, reforcada, lemf.ijla de denle*
na frente, c 11111.1 cicatriz em o lado direlo da '''
boca, provenienle de pancada, follas mancas, e rom
osollms noebto, levaram toda a roupa que Imliain.
juluii-se Icrein seguido a eslradadoscrliio do nn>-
cli.i da Brgida, .de onde (erara do Major N ulcuo :
Koga-w por lano a ledas as autoridades poueiaes,
o capiles do cani|.....po os aprebendam o os levem
a ruadusOuarniis n. J! segundo andar, q..... '
1.10 bem recompensados.
Perai.1 Tvr. >*. e*arU. -I8M-
j____- MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESVO8NKDA_XYGL7H INGEST_TIME 2013-03-27T14:22:56Z PACKAGE AA00011611_02504
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES