Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02500


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Full Text
ANPO *XK
SEGUNDA FEIRA 1
DIARIO DE
DE AGOSTO DE 1853.
N. 170.
PMMMBIJCO.
pniyO DA SUBSCRIF^AO'.
iltsrrevp-se a 15f000 poranno, e *6000 por
lid paco adiantado, c IsVK) por quartcl paco
eiicido, na rasa do seu proprielario, */. Figurira
itfaria, na prora da Independencia, ns Ge8, eno
uinilnJ rasa doSr. Joafi rereira Martin.
V. Duprad.
o Joaqiiim Bernardo Mondonga.
.i JosO Rodrigues da Cotia.
n Joaqun) Ignacio I'ercira.
Anlonio de Lomos Braga.
o uilhermeAugnsto de Miranda
a Joaquim Marques Hodrigucs.
q Justino Jos Ramos.
i* i ii
Miu a
M.iri'ln "
Pandilla 0
Mal " a
ajteal] o
Cor' <
lnnliM o a
Pa' ixawra f
CAMBIOS DE 30 DI JULHO.
Sobre Londres 28 'f
Paris, 337
a Lisboa, 93 por ccnlo.
METIS.
Ouro. Onrns liesnnnlmlas 288300 .1 2091100
Hordas di! 091(10 vclhas...... Il>9000
de B9IX) novas...... 1K9U0O
Prala. PatacM lirasllciros........ lauto
1'rsos roliimiiarios........ 1*940
mexicanos......... 19800
Arrics do B.iuro......... 10*
llesronlo de Ledras....... 9a II
NOTICIAS ESTBANOEaAS.
Portugal . 14 de Jim. Austria. .
Ilr-|i.lllll,l . 9 de Suissa .
Franra. . 8 de Inelalerra
Blgica . .. 5 de Saecia.. .
llalla. . . 4 de u E. Unidos
Alemnnlia 4 de Mxico .
Prussia. . 3 de California
Ilinnniarea 1 de Cliili .
Hussia. . 28 do .Mu" Bucnos-A.
Turquia . 26 de Monlevideo
4 de -lmi.
. 3 de p
9 de
30 de Maio
28 de
22 de
15 de Alir.
, 2 do
, 4 de Jul.
5 de i
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. . 2 de Julbo S. P. do Sal 3 de Jul.
Maranhao 5 de a S. Paulo 12 de Jim
CearaV. . 9 de Minas. ... 23 de a
Parahilia. 8 de Kde Janeiro 15 de Jul.
Alagoas . 17 de ii Baha .... 19 de .
PARTIDAS DOS cominos.
Olinda, todos os dias.
Vleleaj, us quintas (eir*.
Ciiriiarii, Boniloc (iaranliuns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eiit c Oricury, a 13 c 28.
i.ni.i ii ii.i r Paraliiba, segundase sellas.
Natal, quintas fciras.
DIAS DA SEMANA.
1 Segunda. Aa Cedrias
do S. lYilroaposlulo.
2 Terra. N. S. dos An
jos.
3 uiiaria. S. Hermi-
lio.
4 Quinta. S. Domiu
os de Iriismao.
5 Sexta. N. S. das Ne-
v*.
6 Sabliailo. S. Xislo |i.
in.
7 Domingo. S.Caclano.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commcrcio.
segundase quintas.
Helofao'
ierras esa libados.
Fazenda
lerdas o sextas as lOhoras.
Juizo de Orphaos
Segundase 5. asIO horas.
Vrimrira rara do cicel
Ierras c 6. ao mcio-dia.
Si'/funa vara do civtl.
quartascsab.au incio-d.
Acost I La nova as 10 horas, 15 minute, c
35seuudos.da nianliaa.
a 12 Quarlo crcscenle as 3 horas, l'.i m-
nalos e 36 seguudos da in.inli.ia.
a 18 La cheiaas8 horas e 35miuulos e
40 segundos da tarde.
26 Quarlo raingoante a 1 horae 17 mi-
nutos e 33 segundos da tarde.
ranina DE HOJE
Primcira n 1 horae 18 minutos da mantisa.
Segunda 1 hora c 42 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 29 4* Jnlho de 1893
Ofltcie A' Ibc-ouraria de I,
,1.....1" a CX|
la, rceommen-
ilc suas onletis, para que o ins-
i roiisinla no dosparhu sonto do
cdir.lil
perler da alfandci
ilircilos do 1011 bai i iras do rcmenlo romano, vindav
M nalaeln Qldetnborguenc Concordia, por ronla
,la- que o arsenal ilc inarinlia conlralou rom Joilo
arlos ngulo da Silva, para as obras do niolhora-
ricnlo do |K>rlo. Cciiniinicou-a no referido ar-
senal.
Ililti A' mesma, remedendo a ronla das dopc-
,i. Lilas rom a rolonia militar de Pinicutriras, nos
niwesdc mareo n juiho doslo anuo, fim de quese-
aininada naquolla tliosoiiraria.
AoeapitSo do porto, dizendo cm \isla de
i-miara", que pode ronredor ao uiiardiAo do
I ilc'Snnlo Antonio do Itrcile, as 8 podras
ped para soleiras das tribunas dodltoeon-
.....a \n que da extraern dessas podras uo
mina ao arrecife.
iAo dirc lor das obras publicas, para min-
iar organisar o rcinotlorns orramenlns e planos i:e-
,,..111.1., para serein pesias cm arreinalarloasrnn-
i n.ni,i-- iio alguna lanooi de o.irada. Gommu-
iinii..i' a lliesouraria provincial.
Hilo An dircrlor dn arsenal de gucrr,, para
ii.intl.il apromplar c entregar ao chefo de polica,
Bai de seren n.....illidas ao delegad" do Bonito, 6
i.....aleado faroeeoicadeatloe, para seapra'ncatlus
lian.....osmio icm do vr para esta capilal, envian-
a riiiila da do.pcza que si; li/or rom as ro-
srrentos,para scrsalisfcla pela Ineaonrari
la provineiaLInlerou-sc ao ebefe de po
ja ni i'
ll
lile
IHI
lio Mar
Huidas
di fnc
en lein perecdoromas snaa antigs 1I5 naslias.
\oscoslumes se lem formado, o se adoplaram
usos. A vclba jomrrhia, que coulava entre sens
nicmbrns alguns bispos appellandn da Sania S pa-
ra um Irihunal imprnlcavel, ha sido devastada pe-
los sucressores de S. Pedro, e una nota vinha foi
plantada cm Franra.
Dillcrenlc da su predreessora, a nota jcrarcliia
faz lembrar a suaorgem, o nto he inliel M anas o-
brineAra. Se nos fosso dado alegrar-nos pela que-
da da oulrn, fa-lo-bianios agora ; nAo pelo erro rom-
inediilii, mas pela imbrc c gonorosii reparacn.
l'm bi.|io resisti a Fenelon, o a aua ruina nio
ntolvcii Imnilar.io particular, o apenas liouvera
sido esquerida hojo oin coiisequoiiria da hiimildadc
anparior as forras humanas rom que olio reconhe-
ccii o sen erro. O arcabitpo Sibour ha 'ido secula-
res por adversarios, os quaos alom disso silo seos pro-
piiossiihdlos. Por lauto he urna humillarn mais
rninplela. A1 maimira de Fenclnn, mas cm clr-
cumstanclas malsoppresifvas, ello ha dado provas
de urna coragem nobre, o prallcou mu arlo de he-
roica siibmissao. Portoii-sc iiini obediencia, mas
nao-appaicreu ordem algnma. Poda ter esperado
porordensexprs.,!. pdia ler-se calado; podia
loi-seenlrinrhorailo na resera o no silencio, csc-
REC1FE r>0 l)E JII.1IO l)K 185.-).
AS 6 HORAS DA TABDE.
RETROSPECTO SEMANAL.
Os nossos Icilotcs ler.lo lalve uoladu nao Itavcr-
m nordi "Mados puldicas, sobro aquilli
lo coiHrario foi
q rom a maior
i auperlufa o
uoa que publi-
i stia-i preroga-
IHloAo delegado de Sanio AnlO, di/endo que
n. uit'ii.j. e mais ulijcclm da exUncia enfennaria
ilaquelUcidailc, dc\cmser eovlldosao lionpilal re-
CnwnUl ilisl.i > ,i|Mlul, pelo pi r-jlinl c da rainara da
iihmiu ridadea
lli(i) An -ilidelesado do AgUMS Bellas. Foi
mi.........ente ^alisraelorfi a nan-ar.io que poroul-
ciodc^Udeslo mex, le Vme. dos relevante- lervl-
rmqua alu lem nrcslado a relie i-lo c a provincia o
reverendo itrclelo, reir.aelanodn Messlna, 0 mui-
joeslimei que cm seu louvavol zelo osm coaujava-
ili |n'l.iiatiloritLolet des< Ingnr. Quaido ao oblado
fin ipie lliedil se acliarcmos indios, espero que iiu-
lillaoo dos mei n rcliglosM, rara Vine, com que el-
le* |MMMin receber na beneficios da cvilisiie.io.
litio-- A' eomiui".". eucarregada de dar o sen
parecer acerca do ibaMcrimcntQ de earnes \ erdes,
renicKendo jiaraofiuironvenleniOi a- nrbrmacAei
nuc loi.im minblradrU pelos delegados de Olinda o
r.n ii'Aiiio. acercada concurrencia de gado naquel-
Irs termos,
l'orlariii Ao arenle dn rompan.ii,i das barras tic
\.qmr. recommendaiido a expedienta do masordenj
,iliiii ronla do governo, no vapor que so espera do sul, ."i
orar de I." Illilia, que lem de ser para all envia-
das por ordem do coronal emumandanle las armas.
i!.........IIM< IMI-SC 1 OSlOa
hiino presldonloda provincia resol ve nomear
rorpo do policia. ao :t.' romman-
lopauhia do incsino corno, Manoel
r, para o I.' romniandui.fe da 2.*
. .la I." Francisco Ai.ionio de S
coinmandanle da l.,ao 3.' da mes-
Velloso daSilvcira Tclles, o para (ol-
anlos a Manuel KeniandesoeAlba-
o Anlonio Munfi Tavares, osla da
C aquctle da.' K ordena que pe-
it:,um, sccvpeeain as eonvouienlos
\. ri:crani->e oslas.
luraajudanl
tUnls da
r'crreira H
ronininlia.
tli.
rrto.para:
, l rancise
iip.e Mel
OMIIp lilil
feJpCI In.i -
COMItIANDO das armas.
Qurirlel do commando das armai de Pernam-
buco na cidade do Recie, en 28 dojulho
de 1853.
ODEN DO DA V. 21.
o coronel commandaulo das armas inlerno, dc-
lerminaquc ni manida do da 1-- le asoslo proxl<
iiiovindoiirn, *e passe, nos sens rcspeelvosquarlois,
rr. i-i,i deiiHMlra dos coros do exordio em guar-
nilo nesla provincial pela ordena seguinlc : a> f>
RoraHo ImI.iIIijh n. II de iuTaularia ; as7 os bala-
IbAov 2." o ft.'i da ajama arma eos rerrnlas cib>
'''T "i1" o quartel do Hospicio ; is H companlila
ludeca\Hllari|; a*,K ,',' i du artfices o fnialincn-
lea !, o i.- batalhlodearlilliaria np.
Manoel i\tyniz Tarare.
EXTERIOR.
A AU TOHIDADE PAPAL E O GALLI-
CANISMO.
lia ImjoMenla e cinoo anuos que Vollaira fox a
VU onlraila h hiuiplianle cm Pars, enlrcafl arrla-
injiyie.do. roilo/o.o do pnvo, ea franca salisfa-
<> ilc inuliis padres misetaveis que se luliam scu-
dUo ao snico do demonio.' .Nunca so vio niaor
letnriado ipioesla.ea iiirrcdulidado nunca alean*
na elurin. rola IteaHwgeni volunlarla de
lado crranla an .i.rwi aacerdnlo da cor-
. Mas na mesma carrnagcm com Vollalro
no invisivol rompanheiro, o a pesio da a-
ni.i
l.
riii
la rchcllinii fe? de Pars a sua murada,
>ii as ras do Mugue. N'iiipicllc louipn
crelamenle animado a rebelllto,
cllcmie ilo|in/. as auna.. resimou
uliinissflo llludida volitado do u
arcebispo ile Pars he a prlmelra i
en a scnlenca.ipio foi ilo.ra\nia\ol
Uvas.
listamos no loriado dn sceulo XIX, co povo obe-
doco ao papa na rapllalda Franca, ondoo aidesmo
Rii publicamente proclamado, 0com ludo anda ha
.lid ipicm lenha medo do oxeomunliAo, para onde ea-
minhamos mis'.' I'or ventura vamos proRredlndo
em ronliecimenlos, o nos liberlando do. jacos de
um.i nipersllcilo expulsa, ou rollando para a. irc\as
espessas da inoia idado, ipiandi os honiins linh.un
mais medode um pono rapnclilnho do que do impe-
rador lia Allcinanlia Em venlado slo parece de
man ngouro. Na chinde do Pars, onde oa ailaos
parlamentos jansonislas dsaflivam o sohoraiin o o
napa, asimples manifoslacJlo dosdesejoa do papa lie
receida com deferencia o satisfactoria nbedionca.
l)ar-ao-lia raso que a plillosopliia o o jameniamo le-
nhain perecido lolnlmonle, eqiieo ullramonlanismo
soja vindo a faicr a sua haliii.ir.iu dcnlru das mura-
Ibas do galliranlsmo rofulado ?
Releva lombrer que n.io se Irala do calllrannano :
poique desde a novgeomlilnicSo da jeraiehia fran-
cesa o (tallicanisino lem contado M, llupin 1-011111
advonado declarado. Nenliumlheolosn fn.....ex lem
querido Irlhnr a vellia eslrada. Garriere c l.oqiiex
lulo chegado ale u rronleiran, mas a Santa Si! Ihei
Ir.....bserrado oapmsos. O....... do toilirlo Ido
siiinninimenlo coildemuadn na ulliina oiicvclica
n.io leve animo do assiciia-lo, o fora' injusto irepa-
lar i.io rupeilaveis ceclosiaslicos ......10 autores ol
ronscllioio. de scmelhanlo osrriplo, posin que a fa-
ma publica 0111 I-rama os ro.pni.aboli.o por tal fac-
i. Oque lio corlo lio que o galliennismo, pomo
Ihcoria, ja perecen, aindaquoo espirito pona so-
broviver aqu e all. Ilouvelem.....m que adeno-
uiinac.o do L'alliraiijsmo nao ora considerada iiiimi
ealioma : maaesle lempn Ja paasou, o agora M. llu-
pin he provnvelmenlo o nico que fan garbo dcata
iufeli/. ilcsiijnaro.
Tmlavia, lie forra rnoro-aiqiio muila nenio fra
da Franra unir sii.peila. do iimmal qua vai Bras-
samlo, cala.....as pessons re.....lmenlo ja eliegaram
a maiiilo.lar iiiqiiioiacn. Bssas ap|irolieinOos i"'-
ilom ler 011 deixar :\i' lor fundamento, mas n.ia se
pode ver, wm alauma ilcacSnlianc*, a proposla de
mu memorial nacional a BoSSIlCl.
Alauein lem para ~ ao menos que o lempo fot
mal c.....Ihido, o que fosan qual fosse o mrito do
hispo de Ueaux, elle era o amigo do l.uiz XIV. e
exerria a iniluencia mais desastrosa sobre o cloro da
sua poca cm franra. Porlanln, a rcenle conlea-
lacilo cm Pars, o n appollo Roma, CXCitoil a mais
intensa rui insidade em loda a Europa.
Vollandii oulra vei a qursla>, njo podemos dol-
xardcoslranhar andera da impren-.i inliel. Emvci
donleerar^c, coi.......a natural, cun o Irumplio
itrangoira, lornou-se semcllianle
1 pro-enea iln ovoirisla, mais fu-
imenlc. Me oulra illuslraco da
que llillgllem he mais Iliberal dn
\ Imprenta aborrece Inda a lilier-
lieenca de que usa. Asorn, eomn
nico -11-......aculo da lilier-
nonllllce, e que o ullramnnla-
pnssiio mais lilierdaile no son ded
pie oulrn qualquer svslcmi.....1 lod
lancin das auloui
que nius de porto iincro-a a pnpulacau.....u MU
bcm-oslar quotidiano ; e rom ellelo, sempre que o
cnsojo nos ha parecido favoravcl, assim a lomos pra-
Iirado, anda que suiTlaincule, c nunca poniendo
de \isiaa especialidade do lugar que aqu oceupa-
inos, c o carcter do noaao Irabalho. Tambetn, por
esla ra/Ao, miiilas ve/os, sem duvida, Icrcmos pas-
sado |wr mfttmtt*, trivolnl, Sfi, &e, viato que. pon-
do ,i maraem o adiibado assiimplo da nowa eterna
pidira, lomamos por larefa 11 registrar ccrlos fiftlos,
e inoralisa-liis al inn corlo ponto, na jiersuasao do
quoo novo ordinariamente precita mais que se falle
le Mgoranca Indiviilual, do Iraballio, do bartela,
de rommodidades, ^c, &C, do que de gloria, ae
bros, do pahinlsiuo e oulras musas mais, que ape-
lar de seren muilo boas, milito sublimes mean,
lem todava osen lempo proprio, e pouco nu nada
lervem para o lidar eoilllnno da vida de rada da.
lio islo collamente oque na lnuuascm suber.iua o
desdcnho.adaqiiellasenhnrasoiliJsorun pirlida-
lin ilos inleresses nmleracs .Masoque inporla se-
melhanle cla*sltcaco ; qmndolie fura de duvida
que para so cultivar o espirito, mfaler be eomefinr
por mantel o eorpo em bomoslado, e que aliual de
ronla. (oda a quesillo a esse respelo nao pdcdoxar
do sor redil/ida a nina quesillo de lempo, na qual
Inda a vaolagem eau do no.so lado, norquaulo.
es iiilere.ses os|nrifuaos priinam |ioia nnbreXn
matoriaea primam pola necessiitodc, o requeran
sempre a prefereoeia na ordem cluonologica t Va
moa porlanln adianto.
II consumo publico |"lc dar lugar, lias mandos
cidades sobre ludo, urav es abusos da parle dos for-
nerodores, sol a Iriplirc rclarilo do abnslecimenln
do morcado, da qualidadc c dos prerus dos gneros,
Ora, do aliasleciuienlo c do probos j lemos ldo uc-
caiiao de fallar alauma cousa ; mas de qunldade,
quasi nada anda. E enlrelanlo ninquem desconhe-
cer a neceaaldadfjque ha de laucar a polica as suas
\ Islas fi oqiieiilcmonle sobre as miillipliendas c auda-
oio.a. fraudes, com que se adultera a iialurc/.a das
stihslanrins alimenlirias as mais iisuaes, nu nosso
mercado. So algurnaadasaa fraudo ato iinore/tte*,
o prejndieam o rousumidor uuicamcnlc em sua Hbl-
-a, bom coino o lelle baplisado, oulras pdem chc-
KBr a sor rriinnosas, e prejudrarcm-uoein suasi'-
do, caso em que mis parece oslar a visivcl falslica-
nlo do as.ui.u rolinado que por ah se vende, o
qual por linios n. modos, ale uiosino pelo nuio chai-
ro, palenleia a ovislenria do oulra suhstanra, que
com elle so mistura, soja cal, seja arria, 011 Analmen-
loo que liir ; o da niosnia sorle a do vnlio, se com
a agua o o almol que llie addicionam, vai (ainhoin,
como lie prn\nvcl,nlaunisupplcincnlo de malaria co-
lranlo.
Ouaiiiln, pos, se trata de invests ir as rausas do
ompoiaramcnlo da aalubridado publica, porque ni-
lio so ha de por de ladoa ponda das auIuMrn-
i-iiu? Porque la/ni se nao ha de despertar 011 avi-
var a adivinado do mus aflonlea para que nftoto-
lupido o iutoleranle que iuilu/ a negar aos filhos
de oulras provincias o pilo c agua, quanlo de louva-
vel edigno de animadlo esse palrotsmo das locali-
dadesi nobre e dcsinlcrcssado, queafferra o homcm
ao Im-i i,, do seu nascimoulo, e quo na phrasc de II.
COMM he o nico patriotismo verdadero : aquel-
lo encera os funestos germeus da rehellio, e op-
|ie-so ao futuro eiigrandccmenlo da palra; oou-
Iro iuspia os scnlimentos de concordia geral, ci-
menta gratules virtudes sociaes, e oppoc as (entali-
vasdecscravisamcnlo a insuperavei bnrreira dos
hahilos c das Icmbrauras queridas do lorriio natal,
tlxal.i, |Kiis, que o procediinculo dos bous acadmi-
cos maranhenses possa ser sempre dignamente mi-
ado i"" lodos os seus cnllcgas,*quan'o a manifesla-
_ilo do amor a suas proviurias; mas que lodos se li-
guem a iinidadc suprema c velieravel, que se rha-
ma Brasil.
De .'1 paia (i horas da larde de J'1. cnralhou ao
sul da brrela dcsla cidade a galera americana llun-
fraia, eapiuTo ./. l/lmhtrl, a qual leudo sabido do
Pariliro carregada do nzeile de peitx-, loriui cm nos-
c para
III pai
sle lii
Ni
i esla
Hedford.
si desear-
so porto para refres
Trala-sc de salva-la
regando-a.
As chovas quo por aqu li/eram alguma pusa,
reap|iareroram cm graudej-iipin, tanlo na noile de
>i como na manlia c lardo de 6 ; acham-so lodos
iior isso animados e esperanrosos do que o invern
ir ao seu lermo ordinario. Assim o iiiesmo aroule-
ea pelo interior.....
A 1.111 nli.1 sustenta a relalho o proco da semana
passada ; mas o feijio lem barateado so'llrivolmcule,
c o millio ja vai appareceudo.
J''.nh .11.1111 011 endiarracoes e sahiram H.
Itomleu a alfandega no 1110/ que hujo
linda..........aafcSMfaiu
O consulado......... 99:897563
Mesa de rondas....., d6:8l.">l3
i.nn-iii ,.in provincial...... mi.'.vi-.mi
Total deslesrendimcntos.....ill:K:i7?tl,>
Kalloioilun 53 po-.oas : 1:1 honiens, tl iniilhores
ell parnilos, livres ; :l homens, l ninlliercs;o2
prvulos, esrravos.
(.IL'.VOHO dcmoiNtrativo do itsndimento da alfandega de Pernaubueo no annoli-
naneciro de t'yl a 1853, comparado com o dos Ires unios linanceiros ante-
riore..
MENSALMENTE.
1859 a 58. 1851 a 58. 1850 a 51. isill a 50.
Jllll................ . 265:0939298 370MS9507 215:1839911 l!IN:*ilfr'll!
Agosto............. 2M:.WfW9( 303:8389106 236:4839395 :>22:9S495di
Solouibn............. 2.">i:99T|800 311:7709756 267:6729530 248.1979471
Iluliilin............. . 350^959590 1166:5659956 270:487*769 371:536989
Novenibr............. SH^ORpiSR 894:3039261 391:7719710 314:9039301
Deiembro........... i"i!):17 laneirn............. 254:498I76 870:750(098 1"l:i7i,TH"i1 356:3349781
Kovorciio............ :l2:.M:tjMli 863:3969873 324:8899638 J77:(KiK.?Sl
Mam............... . 379766|05ti 886KU69963 385:2449851 196:9989415
vbril.............. 376:6M799 859:3159515 326:4069751 893KI03976t
Maio.......'....... 3I7:560058 191:9739961 347:3889668 :ill:Ki(i.y.i:,j
luidlo............. . 330^661051 847^799361 :tOX:.>l:s7l:; 309:3809910
3eS56:5|8.50 3,391:7679379 3,7i3:7739457 3,5324609154
IIESlITlTtO'ES. 1:107*301 SH9|9 3:1549050 5:9749599
o direito ile eftcolliae sendo iwl>eraiio apreciador, dei-
xc deernprear o seu dinheiro n'aquella loleria em
que lem mais f, quo Ihe merece mai- cohflaut;a I
O communira'lor de ve saber que a TOnflanr-a ga-
nha-sc, n3o se impAese as loteras do Rio se achaui
lirmemenle acreililadas nesla provincia, devemos
confessar que isso he devido nicamente serie de
Taclos que tcein luanfcstamento demonstrado que
presido a ellas a maior segurant; e certeza e que
sendo o plano o raelhor, o publico abe, quando em-
prear o dinlieiro, o da em que lem seu resultado,
c quo esso rcsullado sendo por fclicidadc lisongeiro
se lomar imu'cdialamcute real, pois vahemos que
avullados premios leem aqui sabido, c estamos ha-
bilitados a asseverar que nmguem apresentou anda
duas veaes o mesmu btlhele por mais imporlanlo
que elle fosse.
J em oulra ueca^i.lo |>edimos ao communicador
que declarasse sen uome, permilla-nos anda odi-
er-lti que adiamos baiso e indigno de homens de
carcter elevado una discusso, cm que seus auto-
res te occullam.
Terminamos, pois, pedindo-lhc que indague,
quo so informe minuriosamenle sobre o assumplo
honre, i mi que prava quo o temos tesado; mas nao
venha eom iiisniiac,ocs malvolas, coro palayras
odiosas manchar pessoas dianas de aeipeito, e nao
proeuro prejudicar um negocio cm que, entre un-
iros, se oceupam pali de familias honrados, c que
honestamente lelle tiram o raro e necessario susteu-
lo de seus Hlbos!! -. ,
CORRESPONDERAS.
IMfforcnra fiara mais do rondimon-
lo comparado rom o do anuo an-
Icccdeulc.............
Termo medio do rcndimculn nos
iros annoa............
Dillercnra para mais no anuo de
1858 a 53. ............
lermo medio do rendimenlo mon-
sal.................
dem dito nos Iros anuos......
Ilillcrenra para mais mcnsalmcnle.
3,855:9985I!I
3,545:4099154
3,389:1829130
f9ffi6l99l07 3,596:4859625
466:1769119-13 3|* Z
309:889|395-e 3|1 ,"
....... 391:2749879
....... 295:4509762
25:8949) I"
de urna gazela i
ao energmeno ei
riosa que ordinal
venlndc que di/.,
que os liben.....
dado que lian lio ;
sempre, vemos quo
ilado ho o aofoerano
SU. mais lil
lllro qualq
nhamos romosiivois corrompidos prejudicial
ado *.' Tilo ntenle nos pareceu o ourar-se desla
causado insaliibriilade. que nao duvid. unos fallar
dalla sem motivo especial ocrorrento, dovondo por
issn lioarem srionles os leilores de que. quando ou-
Iro qualquer BSSUmptO so achar lias mesillas oir-
cumslanclas, lomaremos Acerca delle a liberdade i\e
urna brevodigreaso, onihora alguem pareja que o
fa/onin^ evleui|iiirauoamenlo.
Inrorm.'MU-noi que no da 96do correule, (ondn-
se remlliiilo para a sua prisao na forlale/a dn llriun,
llopois do Irabalho da mauliaa, oralrela .Malinas,
crioulo, ah fui assassinado com duas punhaladas,
por un soldado sen compinheiro, quando depois de
janlar se aehava doruiiiiilo, siippondo-so quo pelo
niolivo doler rorobido do niorlo, das aulos, nina
basloiiada. (1 assassino, denoto do ralla a unirlo, den
n piiuhal n inulbor ile nutro preso para o guardar ;
pnrein leiiiln-so dcscoberlO sobro a lardo o sen al-
icatado, a mesma mulhcr, aiomorisada, ealregou
logoo'instrumento luorlifero. l mullos lacloa an-
logos a osle Ionios rcgbllrado, mas ile bable, por-
que nAo be possivel esperar emenda rom u rnuli-
uuariio iudeliuida do urinal rgimen das nosatts pri-
llireilodo consumo.......
hilos de roexpnrlaco......
Ditos para Cosa d'Arrira. .
Hilos de baldeadlo.......
Premio dos assignados.....
Empedlenle dmelo por canto.
Hilo do por cenlo.......
Dito do l', por canto......
Arma/oiuuoui..........
Dita da plvora. ........
Emolinnonlos do rorlidoes .
Multas diversas.........
Imposto dos despachantes. .
I'eilio ilu. iiiul,,.........
Sollo..............
Nevos c velhos direiloa.....
I
HEsnii -iu>'ks.
poli RTICOS DE RECEITA.
1859 a VI. I8"il a .
3,776:0789699 3,298:8799833
1:6:ts.-lll 2:(Klij:WX
3
6799671 3099485
36:6199007 38:l559"i28
1:1039500 1:1039047
8:8869499 3rW09l40
7I8VT43 8079061
18^939306 25:5399784
9:5959215 2:7699420
9259190 2339520
1:4169724 12:8838093
1:4509000 I:6VWOO
I-2ii,-iki llo^BOO
1809600 :il)2Si8ll
9 --i'i.-MHXI
3,856:4059850
1:1079301
3355:2989549 3,389:122900
3,91
:7 L-6449949
IS.MI a 51.
3,641:9569731
1:5829728
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139:4609154
5:9749529
3,526:4859621
Compre-notar ojOeoa ltimos tros
Fernandos llarros.
; foram arrecadados sobre a adminislrae
do Sr. lenlo Jos
tT
Heformn
pie a ni-
pica ruina do rluisliai
liiiiinplms do nina pliilosopliia licenciosa. Todoo
nrfnosoachaya innraliucnlcarruinado, e aaproorias
Iii'i.k ili-iilin ilns seus rlailslios ifcsacioililailni pn-
tjramde parle as obras do Ji. I'ranrisco de Sale-, o
? -iil-iilui.n li/orain a sua loitura espiritual das
IBrasde llelvelius, Housseau o N'ollairc. Diderot,
uAJcmberl o o apstola Kavnal, por algiiiu lempo
fiiram |,em succedidos na sua cinjirr/a ilewspe-
Mila,
Ja 1.1 -c \ iii-olonla o cinco anuos, c a vclba l'iau-
prlurlpnes dcslos fanalleos Infloi
mes, quedi/. que: o Entre nsdadivas di
11 1.....Inini.i al buje he mais apreciada dn
o gulhosa conseicnria que lomo., lauto mi
eqiiriluaos cuino lenipniae-, de serums um polo
11 que so goveraa a si proprio, e que as nansas ins-
" lilulrAes, qur na oreja qur no oslado, nao rcro-
11 nhccein oulra nuloridado edranha .-i nar.io ingle-
u la. 11 Por oulras palavras tolo quor di/.or que so-
mos nina nacan do alhoos. N'lo roconliocenios loi
alguma que nflo soja Feila por mis, o nao nos sul......I-
tomos i aiiloridado alguma quo nao lenha sido orea-
da por nos. Somos independemos dn papa, o nao
devenios rcspeilo alsum n Dos. Somos o povo, o o
parlamento he a nossadivindailc. Carlos II linba al-
guma experiencia dos Prcsbylerianoa escosseics,o lo-
uiou'miiilosjiiraiueuliK em favorilas suas heresias.
Mas aliual ranmii-c,o um dia ii'iuumonlonlo do SC-
lieilado manifestou a opiniSo do que. o Presbylerin-
uismo podia sor nina rcllgUo mu lula para a gen-
te mnirer inlla, mis que eilava poi feilamenle cor-
lo de UUO nunca seria lua para um Ddalgo vlver
por ella.
Noronvm pergonlarse os homens podem viver
na rcligiao do Tinuu, na- he Incontestnveln.....le
cerlo qt.....lia be urna rcligiao que nunca serii boa
para aquello que ostixcr para niorror. N9o 0011-
corilainos ruin islo, anula quando loda a nacan in-
gina pensaase do oulra serio.
. 7/10 Tabltt.
l-jn a noile de 21,
lairin je S.-Anlonio
lem doalino, seuui
tido; c indaaanil
oube mullo 011-
liri
FOLHETIJH.
A,SII1IIIII\|)\FECII)\IIL(*)
Pela condessa de Orsay.
laWOiSjJala.1
TERCCIBO voi.lmi:.
(AI'ITILO III.
lendo a ronda de polica do
mi encontrado um pelo captivo
011-0 na desconfianza de anrfar fu-
1 dalle ondo morava o seu senhor,
loque na ra do Ltvrainenlo. Mu
jio-si- a ronda paiv a casa Indica-
da, alida na Ignorancia do nomo da pessoa que ah
moraba : chocando all, ncliou a escatla no escuro ; e
resbtilldo o [ireto por nflo querer entrar, o so ren-
lo, toiniii.unanle da palmilla, e mais um soldado,
o empurraran, para dentro, Kni.v> deseen o senhor
ilo escravo para recebo-lo ; mas nesla occasiao puxou
o prelo por rin.i laca que Ira/ia ncenlta, v eom ella
ferio gravemente o oblado. Inronuadj) o sarsenlo
pelo soldado do eslado em que se ncC a. Iratou,
cm ve/, do eumpiiro seu dc\er, Acacnfnmoi/ar ni
piule*, di/.ein que por ter rerebtibi cincoenla mil
rri> do diio -enbor. O aoldado irlia-se em perigo
do vida, eo Sr. rommandaotc do eorpo do pon-
da niaiiilou rebai\ar o MrgOQtO, c reeolhe-lo
prisflo.
.No da JS, a noile, deram os neademiros .Mn.i-
nhenses um esplendido baile na chind de Olinda,
CII1 roininoinoraeao e fcslejo da liberdade da sua
provincia natal, de que eni iiinh erario aquello dia.
Consta-nos que a funecao leve bastante aiHucncia
tic convivas nolando-ao cnire os meamos varias fa-
milias dislinctas desla capital as-in como que lu-
do iii >e paasou na meibor 01 iiem, assoioe rraulari-
dade : appareeeram o foraiu dlMlibuldoi inuilos fo-
lhelos, coiilendo producoSai poticas anlogas ao
da que innllvava o pra/er, sendo quasl (mas de jo-
veos lilhos da dila provincia, lano lem para nos
ile censuravcl o dfguo le reprov jejo o aa/rWsmo es-
iiiiniiMuno,
llaviamos feilo lonrao de mo responderme1
roininiiniadoque lomos no Diario 11. II7, de Kilo
rorrele.
Alguns amigos, porm, mis podem a publcame
de noaaai raxoes, por deferencia a olios c ao rospel-
lavcl publico vamos responder.
(i communicador diz, ojaeaacautolaadasfnppoalaa
lolerias do Rio do Janeiro, que aqui se icmlcn, sao
a cansa nica do descrdito das lolerias da proiin-
ria, e que se o publico uo compra os billieles deslas,
he por lor son dinheiro empngado n'aquellaa.
Koio.....In-se loleria da malrii da Bda-Visla,
que corren a lo do renle, dia 0communicador,
que lano he vordade o que assovera, quo o publi-
co, leudo certeza que a loleria coma ii'aquolle
dia mlooonmrreu compra lol.il dos hilbolcs, resul-
lando d'ahi prejuizo tonto ao dignoIhetoureirocomo
1 iriuaudado miirossiouaria.
Dcixarcinos de parle as palanaslupOMUM lolo-
rias,palavras tilo malvolas e dosloahiionlcoinpio-
-nlis |,|.|,i riimmiiiiirador ; bom romo de parle dei-
xaremns os roaos molivos |ielos quaes pouoo arredi-
ladas ae arhan as lolerias da provincia: essos mo-
livos silo por domis eonhecldoa, c nossa inlcnc.io
be o abrevjarmns o mnis possivel nossa resposlo.
lie falsa, nloirninoiile falsa, a asseverariln do
communicador, asaeverando que o publico acredita-
ra 110 dia marcado para a ovlraronn da loleria.
Nao lio DOSsa inlonrnn ollusrar a gloria que cabe
ao honrado Sr. Jos Teivoira liaste, lao smenlo'
diremos aquillo que he verdade, porque TI issu su-
mos forcadiis.
1) Sr. Teivoira Basto fui Ihesoureiro da loleria de
,8. Pedro Marisr de Olinda, quo ltimamente cur-
ren; esle senhor anniinrinti em termos mais ou
menos precisos o da da cvtraooan das rudas, o por
motivos plaiisivoise feries honre transferencia, por
ve/es, desaeadias mamados.
(iiiie-ino digno Ihesoureiro, pois, annunriand
11.un sen imprelerivel andamento a I.',, nunca se
illudio sobre a ImpresaaO quo esse annunoio faria no
puhlirn, elle sabia |ierleilamenlc quo a maior parle
dos compradores so recusarla a arredila-lo, a que
seria o-sa a maior diniculdadu com quo loria a hilar,
e de fado assim acouleceu.
Convidamos o oommnnicador a ir a qualquer bija
que venden hilhcles da lotera da malriz da Ibia-
visla, o esperamos bom que iodos serlo unnimes
em declarar, quoo publico dtividuii al o ultimo
dia, o alguns niesinn Ihe dirao, que para vender
seushilheles, se viramredimidos aobrlgar-ae para
com nuiilos compradores reslituico do dinheiro
caso a loleria fosse transferida.
Nos, o communieario
; desdo logo acreditam
valor nem 1 quoin i) 1 lo clli na | sil alavra,, ma oiiheeem o
do Sr. Jl ,0 1 eiielra Baa
II IB
1 mi ,i.
ihllrl
:itioo irmo ao longo de inuilas runs
nnbrias. A fadiga comecava a ga-
r-lt.
Muda
Onde he nnlaoque e*ls morando aaora? per-
piuiloii-lbc ella. I'aicce-me que vamos aliindode
'Com ciTeilo ellas' deisavam j a cidade airas de
"> cachavim-se n'uma especio de ra pequea c
wtelramanle daserla,
Beaqoi, .li,.,- Hrppn parando em lenle de
rnaporlu enorme, que pareca a entrada de urna
I risio.
I-I" 1. nuvam tham oncoherlo a la, e osr*-
ih'i1 '"T ,,l/l,avam ,i0 ceo '"',i"i"') ; as aulas de una
e.JI ,0,MI"^tnde comncavain a eahir. ao pauso
'i'":/-* riv.t, rebombava ao longo.
rJ-T"''n>0 "mante n febril energa da eu ca-
'"'"'/-"ita-w Intimidada, t) Hembtiuiie sinislro
,""""- alItiinlBdl) polos rlares ti, laopffMade,
' ,l11'' lerrivel expressao do ferpedado. I'a-
.- le.p,, vozdesse htimeiu reroz le lnha lor-
! ''!h r,w-\ "H..11 mata lo. rivet, e que elle
"t quando em quando as mitos a cintura pa-
OVIde iOio/,0 n. 1CA.
ra certiliear-se ile rpic unas armas estavam proinp-
iis para ajuuarcm seus degnioi criminosos.
Sanli-sinia Virgom leu.le piedade de ininha
alma, moiinuravaella fm voz.uaia, porque pro-
curava anda oceultar seu letror qualc que era o
objeclo delle.
Emquaolu n olhar feroz de Beppo magnelfeava do
alguma sorlooua proia, o nandnlo meltla na lecha-
dura da porfa urna ehave colossal, a foi preciso em-
prear loda a forca deque a iialute/a (iulia ildo
prodiga para com elle, alim de a/er manobrar essa
pesada uias-a de Ierro. Klle enipnrrou a irmaa adi-
nute de si, e ambos acbarani-se cm um vasto paleo
sombro c descro, lina ampia ceifade ortigas o de
plaas parasltai florosciamahit ea chuva, quveo-
not.iv.i a eahir, rmilribuia pira lomar essa pansa-
gem penlvol aos p. deliei;l-uneiile calcados da t'.as
lelli. O grto lgubre das aves nocturnas coufun-
dia-secoui o sibil.n .1. venUi. e acrescenlava slnfa-
tros presentiracntos mortal Irisleza qoecerrava
ocofaeflo de tiiudiiia. .
.\o fumlo do pateo avsla\a-se una casa em rui-
nas, c por Ir* dola arvores, que purcchuii indicar
a viiinnanca de um grande jardm.
AIquhs dcgrosj.i gastos pelo lempo cnnduzam
a um VOSUbulo, cuja porta eslava iberia, llcppo
enlrou primero; noobslanle arhuvaque lorna-
va um abrigo uleiramcutc ndtsponMVtl, t'iiudit-
la hesilava em segui-lo.
Tua morada be bem Irile e hem isolada, mur-
mnrou a pobre moca com una voz, que o terror fa-
zia trmula. K cuino potleste deixar essa pobre Itea-
ii 1/ so/i o lia em cnielli.inlo limar!
NiO le d isso cuidado, caminha!... Ohl ea-
ininha e\il.uiiou lli'ppu pegando no braco da ir-
ntfla, e posanilo-a rom nina violencia bralitl,
tiiudill.i indignada resisti aos esforcos do ban-
dido.
IrmRjJ disseella com UM voz solemne pon-
do amba rt miloi wbre o braco de Ileppo, e obu-
ste de miaha generosidada para ma llmhfres a
Luina emboscada, so meditas contra mim aU'iim
acto de mal vadosa, lembra-te que miblia maldi
pesara sobre li, a que Dos, que prolcgo os orphj^
cosliunra la infame traicao... Agora cu *,c si.*"
Midodr oiti^.jriiondoii Itcppo levanl.unh) os
hombroT Ohl pensas acaso que lo quoira desolar f
Mas he iuleiramenle 0 conlraiin. querida irmaa.
.N.i.i MU Iflu tolo, que vi malar .i j.ilinlia doOYOSdfl
ouro. t> que cuquero hequo seJM(iica e feliz...
-Hi ni de ler ininha parle da la riifneza e da tua fc-
licidadc.
Ambos en Ira rain nnescuridilo de um lonuo cor-
redor. Depois de ter dado uns (rnla pasaos, Befla
que os havia contado cm voz alia, abri nina pmtr,
0 einpurrandn a (ujlilla para denlro de um quar-
lo. que pareca vasto a jub/af-sc pela sonoridade ilo
e-pan, behoa-a a duas vollas... Glndllla lirn s
as io,lis profundas Irevas.
I in quarlo de hora de moraos agonas se paasou
sem que a moca ouvisso o menor rumor, ou podes-
se entrever um rain de luz. Ella presenlia urna
liorrhrel dewmcasera todava poder adevluhar qual
seria. Kra da ultima evidencia que Heppo medita-
v.i um crme ; mas para'pie a linba elle arraslado
de lao longe ale essa casa abandonada, quando mes-
mo em rasa della a linba sua disposicao, quando
\inle ve/esduranlco caminho torio pod'ido issassi-
na-la, se tal hoovesse sido osen disignto !
Ella M perda cm conjccluras, quando o murmu-
rio de urna conversaojlo, que pareca ler hipar em
umqurlo vi/inho, allrahio sua alinenlo. Guiada
fior esle rumor, ella dii icio-so ;w apolpadcllaa par
asse ladOg a reconhacaa a voz do Irmflo, poalo que
olio es|I\esse rallando eonj prCauoSb,
tem ve, oxeellencla. dhia elle, que cumnri a
ininha prumessa. Klla es|,i;iqui, proinpla para rc-
cehe-lo, e inui dispOSla a miu.u-sc iloseu inliel.....
como rtj mulheres se sabem vlogar. Agora, tignor,
queira ler a bondade de dar-mo os quinhenlos du-
cados, que pronielleuso eu fosse bem succedido. O
passatiuliu esta na ganda, o resto compete a fOSM
seuhoria.
(jiuditla stillocou um grfld de horror. O Unir do
pois.
i|iie as rodas da lotera da malriz da Bda-Visla i
sicvic '"igji su deshonra cltegtva-lfi
HOrwiuvdiH. Mas qiieni era m'U com-
lia respondido nada a Heppo.
ni -c linba fallado, era em voz Uo baiva, que ella
n.in havia podido ouvir.
A C.aslelH nlo era una desas mulheres, que na
crise de um pergo Hilo aeham nada mclhor a fa. _t
do que desmataren). "Sou carcter enrgico, e sua
nalure/.a robusla procuravam rom o aangue-lrio quo
d a verdadeira coraLrem um remedio para o peri-
co que aamcacava, c buce de oslar as loicas em
asiereis lamentacdes, ella recoliiia coidadosamcnle
lothi o poder de sua vonladc para o momcnlo da
lula.
Seu amor Ibefazia as vrzesde virlude. O que li-
nba peiieuciiio.i Fernando nflo podia eahir cm po-
lar de umoiilro! A honra da rmo.i perdida, esse
bom rcivindirado i rusia de (aulas lagrimas c de
lanas dores, esse duin supremo do amor nAo era
so aass precioso para que a mulber regenerada
pacasse com a vida?
.iludida poi-se liumildemcnlc de joelhos e orou
rom fervor a raiuha dos cos, que a suslivesse na Icr-
rivei pro.a que Ihe preparavam. l>o|K)is ella se le-
vautou forlce corajosa roma convircao que diurna
f sincera na assislencia divina.
Pouco depois o ruido de una chave soou na fe-
cliailura, a porta abrio-sc, nina lorrenlo do luz
inuudouoquarlo, Oatiiudiila achou-se cm presen-'
odclordMelrose!...
J dissomos que absorta emsua paiAo por
nando, a joven italiana no havia reparado ua quo
tiidi.i invuluulaiiameulc inspirado ao ronde. A' vi*-
leaaa homcm, que Ihe (inha sidoapresonlado por
eos amigos doSr. Ilaslo,
he porque conlieecinos o
o coral dos compradores
Ibosourcirus, ou sabem
do- saciilicos o fadigas
lo. un- o .'iroinpanli.il,lo-,
entendemos precisamente o valor dessas radicas, e
avallamos em grao posllivn csses sacrilicos, que sa-
bemos |ierfeiluneule seren reacs.
Mas jgnora o coramuoicador os sacrificios que
lambem conslanlemenle leem feilo os conlrabandis-
(as com as lolerias da provincia? Appcllamos uesle
para o honrado Sr. Teiveira Ilaslo. este Sr.
lera di/.er SO nao lem encontrado nos caulellSUM i
adju\aco franca, e sincera que comportarn su*
ft'ucas, e mis de passageni diremos ao coniinunic.idor
sacriflcios que temos feilo, a serein continua
dos, nosarruluarfam em pomo lempo.
QnO culpa cabe aos eautelis|is que o publico pro
tira a Compra dos hilheles do ";o aos da provincia'
Nao osllo uns e oulroa no mercado?
<.>......i joca na loleria n.lo di-pende o sen dilihei
roa bem >lo lieneflciadotem em \st*i dobrar*!
quantia quciMiipregapor venlura canhar um pre-
mio grandea
Se islo he verdade, verdade rceonhecida, real e
incoulesliivcl, se o joco da loleria hejogo puramen-
lodeinleriMM, como prohibir quo o publico leudo
poni
I
a como amigi
:, istupef.icla
1 DIO
e alar-
d'Arville, e ao qual ella recelt
ea ftcou alante delle sem vo
rada.
O quarlo cm que ella eslava, oll'erocia un eon-
Lraete aalranho com a ruma do resto da casa, |kis
eslava moblbado rom urna maguilicencin' quasi
real... Mo sagurejnojao,Hil oevcmplodererios aa-
lores, alis bem classilicailus, quegoslam de fazer o
invenlaiiodefodos os (piarlos a que conduzem o
Icilor. tiouteular-uos-hemos de dizer que nada ha-
via sido desprendo para fazer desse asvio mvsferio-
io um retiro resplandeeenle de luto e i\c riqueza.
o proprio conde eslava vestido de manelra a fazer
valer a nobrezade seu Idilio ea distineco fie suns
feices; elle pareca formar pela elegancia de
propria pessoa 0complemento eo lim animado das
maciiilicencias, que Ihe radiavam em Ionio.
Com o simples traja napolitano, que GindilU II-
nli.i lomado I lomar quando sabio do seu aposenlo.
paluda, destella, quebrada pela tadiga c pelas emo-
..es, a moca peloronlmrio, apezar da sua formo-
sura, fazia "quasi una mancha no incio dos* esplen-
dores quo a ecrravain, mas havia cm sua a ti iludo c
em seu olhar. tanlo sollrimenlo c dignidade, que
lord Mohoso embado pelas palavras de Beppo,
crendo achar urna cscrava suhmksa anudo nao va
senAouma mulber ulTendida, naoOUSOU aproximar-
sr della. Elle repara va rom sorpresa na repugnan-
cia que (udilla manifcslava vista dos divans ma-
cios, dos quadros vnlupluosos c dasoslaluas inipu-
lieas que ornavam esse lugar de que elle havia fei-
lo sua 11 ha do Cflprea, e ondo vinha dislrahir-so dn
monotona da existencia conjugal. Ah ello era sul*
tan no mcio do hurisrondesceiidenles, quo Ihe pa-
gavam a moeda ilo seus ducados cm delicadas cari-
cas, que lsongeavam agnrtavalmente a vadadedo
conde pouco habituado a receber comprimenlos em
sua casa, aondo Valeria abwrvia ludo oque respoi-
lava ao louvor e admirado.
O (dalgo, mas habituado a dcixnr-so adorar do
qua a Mduzir, achava-se em urna po&iciTo a
barajada. Posto que dolado de urna peispcacia fls-
sjm mediocre, o conde comocava a dasoonfiar da gue
o bandido linha nrohado delle, efluo Gludilta nio
era sonAo a vielima do urna odiosa omltoscada. Mas
enitim ella eslava ah, o con vinha a lodo o cusi. Ir-
uinphai desua iudillerenra. todava sua atttude
alo del lava de infundir-! he respelo, e ello nao ou-
nava olTronlar a tempestado de sua <'olera, 1'oi GD-
dilta quenirompeu o silencio.
Sr*. linlactores. Hogo-lhes de inserir no ssu
primero numero o discurso do Si. deputado Bap-
list;. para que a provincia teuha delle conhecimeu-
lo. Seu leitor. O t'ernambucano.
Discurso do Sr. depurado Francisco de FaU
Bapsta sobro o emprestlmo do banco.
O Sr. Paula taplisla : Senhoros, as ques-
Ics cm cujo same nos enipenhamos, o as quaes af-
felam, nao ao governo nem aos partidos, mas a lo-
do o puiz, devemos achar tres cousas iusoparaveis: o
pergo, a diniruhlade o a necessidade do, all inil.m
do a respousablidado, (oraarmos urna medida qual-
quer que nos i 'ii i mais saba e conveniente.
O pergo to manifesta pela justa consideracao do
que as perturbac/les ou a inacefiu do crdito e com-
mercio dgumas vezes invadem rertohllnanieiile ou-
lras espheras de actividades ; a l'm <;,i inicial da iu-
duslria na produerfloc distribuiejo dos productos i
sollre, sollrciu as rendas, soll're o thesouro, lodas as
forlunaa to abaladas e estremecidas.
A dilliculdadc se manifesta pela razAo de quo o
mundo Un.meen o eir. sua constante mobilidade a-
preseula s vezes lacs pbenomenos, o casos de urna
naiiiie/a lAo singular, que nem nos livros dos ecu-
nomislas, nem mesmo nos exemplos de oulras na-
os, se jiodcm encontrar sempre os materiaes para
segura solucAp das queslOcs aguadas. A eslo res-
peilo assim seoiiprimio urna vczGarmcrJages, urna
das inlelligeucias mais penetrantes iicsWgenero do
indagarnos. Nao obstantes os mcus astudos dosdo
a moridade sobre estas materias eu teuho muitas
duvldaaye grandes, o
A necessidade de urna medida se manifesta pela
simples razo de que i crise llnanceira be mal que
rorre veloz, para lovar longe os seus desastres ; O
neslc caso nada peior do que o scntimcnlo de looga
hesitacAo que acaba por nada tasar.
Cun estas geraes oltservacoes nAo quiz fazer al-
g.ima evbortarAo preliminar para rhamar a atten-
ciio la cmara dos Srs. deputados para a imporlan-
cla da malcra ; mas nicamente para fazer sentir
e crcr que o mcu espirito ne-to momcnlo cstn' des-
prevenido ; que nao lenho complacencias nem resis-
lencias a nnpregar; quo nAosou govemisla nem op-
posIclonisU ; mcu partido, agora, e nico, lio o da
escrupulosa imparcialdadc.
Sr. presdeme, ou sou do opiniao que ho real o
mal da falla do meicireulan.e que soffro a prara
do Rio do Janeiro, o pens que osle mal vai com-
prometiendo nteresses de oulra ordem, e que ho
mais serio do que lalvez muilos imaginen)- Quan-
lo s suas rausas, eu assigna-lo urna dupla causa, *W
saber as novas empresas de camiuhos de ferro, e
outras quo lem aborto larga oslra. para oemprego
de urna grande parle dec.ipii.ies movis, quo esliio
ah imiiiobilisadossem lucrse i espca do futuros
e grandes resultados, aggravada esla causa, o mu
agravada, pela desorden, proveniente de musser-
vicos c imprudentes operares dos bancos.
I 'ni Sr. Deputado : Nao apoiado.
ti Sr. Paula faplinta: Amistados pela idea
do anuos felizes, ode dividendos prsperos e sober-
bos, os baures levaran) a elaslicoadede seus crdi-
tos al o ponto dequebrarem ; assim, iiols, nao |io-
dem boje trocar os seus hilheles. ( Reciamare*.)
n- si'iihorcs queme iulcrroinpem oucao-ine, o
depois diseorram no sentido de suasopines e res-
poudam-me. Assim os bancos j nAo podem con-
tinuar nos descont! de lellras apoindns ja nao
podem salislazer essas grandes erlgeuca* muitu*
apoiado*} que elles mesmos croram com as suas
operaees iuiprudenles o insensalas.
Um Sr. Deputado :- Knram creadas polas no-
s empresas),
" Sr. Paula liapli&ta: Entremos na ntida
resenta desla ininha opinio : discorramos um pou-
co* sobre as hypolliesospossiveis, e vejamos a- linal
se lenho ou nAorazAo no que digo.
A queso (kver attribuir a alia do juro, c a falta
aclual do milo circuanlo ?Seri, como a principio
sequizerer, a ospecularoes reprcbensjveis^os mes-
mos bancos cuardarem a moeda, pararen os des-
contos, para assim ealruladamenle molvarem a al-
ia ilo juro? Naopor rCrlo; porquauln, aiem de Ibes
ser hciu dillcil, scuAo impossivel, pdrem todas as
torcas da urna prara romo a do Rio de Janeiro dc-
haixo do dominio o vassallagem do seu mono|H)lo,
a alia de juros queja ha multo reina ouerece des-
conios mu \anlijosos;e Iodos csses capilaes, quo
niio podem (car dormndo parasompre improducti-
vamculc, ja deverjm (ci sabido ilesses calculo^ de
inercia o abslencirpara precnchcrcm osen destino,
e encherem o varo nos cenaos da circularAo mone-
Knlio, MUord ilissc-lhccllatni voz breve o
irritada, porque hequo cslou aqui? Quo quer mim ?
A perguula era i'ositiva e lornava a resposui dif-
licil forc dosimplicidade. I.ord Melrose eompru-
hendeu que cumpla arriscar una declara^Ao, pos
Jo o subterfugio se lornava intil. Ello laurou-
se com um corlocnlevo aos pos do i udilla.
Vossi1 est aqui, disse-lho elle, porquo cu ji
amo, porque Icnho-nio tornudo lonco, traidor o in-
fcime; ponjuo sci qu voss est abandonada, dese--
perada, rcduzida i miseria ; e porque quero faze-la
a mais rica, a mnis feliz e a mais uVejada de ujdas
as mulheres. .
Um soi riso aiuargo se deslisou pelos labios da
moca.
Ah responden ella, cugana-se, Milord, o se-
nhor nada pode fazer para a ininha felicidade. UU-
lii.i Castelli nao se da nem se vende.
Bemosc, tornou o conde com urna eialla-
eUn sincera. >o ha mino em (olcnnde assm rica pa-
ra pagar urna hora de seu amor .Mas deixa per em
sua cabrea de unperalriz una corea do diamantes,
ornar esse rolo de eslalua com as perolas mais raras,
eobrr esse corpo mimoso com as mais ricas rasimi-
as eos toridos mais prociosos do Orieulo. Kaitiha
pelo esplendor do tua belleza, divina Catudilla,
quero que sejAs rnnha polo ten luxo, pela tua mag-
nificencia, quero ser o primero o o mais humilde
ilos leus escravo.!
I.ord Melrose linba arraslado a Castelli para um
divn, sobre o qual liulia amnnloado os adornos em
podras preciosas, pie junravam a rnosa, a, apozar
dos eafop.o. Ji mora, ctlc a robria de collares, ora
colotes a oulras joias de um prec.o fabuloso...
,\e'M- momcnlo o porta, que eslava apenas eef-
i i la. abrio-se rnm oslroudo, e a duqueza de Ma-
lignan, Valeria a Fernando so apreseutaram aos
olhos adniiradoo dj conde c de Giudtta.
Ja vejo, disse a velha acilando o loque, que
ham cuKaoado : U>lord sodiverli.....
(C'jiiliumr-se-ha.,
nao me liuham ouganado :
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-B______IH'J
lata. E nale cato a medida di emprealiroo o novo I Dp, mas na rcalidadelic papel-moede; pelo me-
piivilogios que Ihcs diiacomutheSotCrviria para aun
roealar o mal un vez da una lo.
So dever allribuir o mal a recelos infundado*da
uegcoianles o capitalistas quc.lciiiendoalgum.
Uwles esUbeleetnieiitos de credilo, gu.irdir.im seui
rapitaas mondarlos, quarendo anlcs te-Ios loa Les, do
que v-lns cxposlos a riscos e perigos ? Digo lanibcm
quo nao o os a raijo porque: tenliorcs, um niinis-
Iro do flaneas, que deve dominar o movimento do
Uiesouro e presidir a scguruuca das fortunas, deve
estar eni uui punto culminanto donde possa ver a
regularidadodos bancos; clledovo ter lodosos ele-
mentos de nformacoes sobre a mareba doa cslabc-
lecimenlos de credilo ; e ncn cu concibo bancos
bem instituidos sena quando clles lomam uina si-
luacgo bem delinida aule o governo.
Porlanlo, eslou bem convencido do que, se fura
essa a causa de crise,o mal seria mui ligeiro, e bas-
tarla a palavra bonrada o poderosa do bonrado mi-
nistro da fazeuda para dissipar este pnico, esle mal
de puro receio e pliantnsia. Mas niio, scubores, a
causa be real, as discussocs, as proprias palavras, do
bonrado presidenle do consellio de ministras o lem
revelado. Entre nutras cousas aqu so disse em ple-
no dia que os estatutos dos bancos sao mui dofei-
luosos, que os aulorisao a fuer avancos sobro call-
ejo de'conlas correnlos que n.1o sao Ulules nego-
ciaveis ; dissram-sc oulras cousas do que logo ti-
raroi ptimos argumentos em favor de minba opi-
uiSo ja cmillida, islo be, que a causa do mal esla
lia mareba perniciosa dos bancos, para a qual a
medida tomada polo governo, e liojo augmentada
pela commissao, nao bo a propria uem a convc-
uieiile.
Dever allribuir-se o mal i diminuicjlo sensivel
da nosaa oiporlacAo em rclaciio i imporlieio, de
sorle que todo o excedente fosse levada em moe-
tla metlica para o eslrangoiro t lainlicni digo que
n.lo; pois que S. Es., as tabellas que acompaiilia-
ram bous relatoi ios, d a nossa Industria em pro-
gresado, e a nossa exporlacflo em certos anuos, e crcio
que al 18.50, como superior importaran, e nunca
Uu inferior quo podesse prmluzir esto rosullodo.
Alem deque, quando iiiesmo fosse essa causa.
trazendo a falla de moeda o depreciameolo de to-
dos os valores trocaveis o mcrcadoi as, a incsnta
mareba regular e certa da cousa nos Iraria a moeda
e faria desappareccr esse passageiro mal, sen que
fossem procisos os remedios beroicos i|nc ap|ilicou
o governo.
Ser a causa da crise a dimiuuic.no na mussa dos
rapilais, roai.cqiiivalcnlc de valores croados o eco-
nomisados para o empregoda producen. do novns
valores"! Ali nesle ponto en me abstcnbo de toda
a negativa absnlula. I'arcce-moque al cello pon-
i esla causa be real. Novas c grandes emprestas,
como as estradas de ferro, romo dis-e, lem felo ab-
sorpcao de urna grande parto do capilaes que scr-
viAo as industrias regulares.
Nesla parto eu quero acoinpanbar o nohre presi-
denle do comelho na KM hlbll rompararao de que
D Urasil be como un ineninu que so OfgUQ e cami-
nba na estrada ,1o progrOM malcrial, c a ijueni se
riaodevc por Iropccos neui desanimar; porm cn-
lendo quciicsla mareba os bous desojos de feliz evi-
to aconsclham que se d benfica man a este meni-
no para livra-lo dos precipicios; que aconsclham
loda a prudencia, lino c perspicacia para na remo-
jo dos bices c embaraces ulacar o mal onde elle
realmente cxislc, para evitar a progresas* do erro,
a arcumulacaodas difliculJades c as cmiipliracuc.
Ora, ueslis circunislancias em que nos leliamos,
leudo enlre miios gigantescas empre/as. os bancos
que, quando bem instituidos, recularisados, c sendo
a exprsalo allae forlo do credilo, niuilos benelicios
poderiam faicr, mal fundados como se ocliaui, rom
clat'jiju dolciluosos, c enlrcgues a oporarc.es ar-
I "Iscadus eexorbitantes, sao un agente de pcrliir-
baces o desorden* nos forras vivos da industria c
do commercio; sao, em una palavra. una ralaiui-
dadu que obsta lodo o bem e s produ/. o mal. ../-
poiados.) Logo he para abi ipie devenios laucar
vistas perspicaces, empregar serios cuidados no iu-
lerosse de removers verdadeiras causas do mal.
leudo jiois como cello que os abusos dos bancos.
a aberraco de mi i missao que os alirou para o esta-
do anormal em que elles eslao, be a causa mui seria
da crise eroque se acba a praca do Hi de Janeiro,
que,afora^aVa, oulras plausiveis ino vcj'i ni, eo-
trarei agora na apreciuco da medida do governo
em relilo soin ,-.i 11,, causa cusiente, comprehen-
dciidoaigiiniasinanifcslacos fellas na casa lulos,
honrados defensorio da proposla do governo o da-
addicesaprescnladaspela cnimnissao.
Senhores, toda a proposla do governo, j na par-
le em que faz umeinprcslinioaos bancos, c j na
parle em que usautorisa para o acerse.....i de una
nova cinissin sol caucan de nielaos, cillas capoli-
n's di divida publica, queja tcm una oulra signi-
licacao e servcui de garanta vellia cinissao, loda
esla proposla. digoeu, nao beseno para dar inipul-
sao a bancos* iuanidos.
Senhores, os bancos nio prodiizcm capilaes mo-
uclarios, cotnoquz dizer o noliro'ministro. Qual
lio o ofllcio de un banco Y Ku direi coni os ccono-
mivia> e flntneelros: lie regalarisar, simplilllar e
dar desenvolvioienloao muvimenlo Un.....ciro; be
faeililara Irausfeieiicia dos capilaes do unas maos
em que esl.u iain eslercis, ou seriam menos produc-
livus, pora oulras em que vilo ler mu einprei'o
nenie
leu-
utn yvromais lucrativo e vaulajoso ; o lio
VJnesle senlido que llosei, citado pelo iiobrc pr
le do i'onselbo. e oulros cconomislas. o coinlc
como um agente beuelico o ellica/. ua producr.io >la
riqueza.
Sendo islo assim, quando a praca do Hio de Ja-
neiro ge tsenle de falta de capilaes inonelarios,
quando as novas empre/as absolvern! grande liar-
le delles. quando a desconlianca reina contra ban-
lis manidos que siMpcndcian osdesconlos, o que
esperam lodos aquellos quceni lacs circumslancias
querem rcbabililar esles bancos com a coucesso do
nova eniiwilo, e com o curso forcado de suas nulas,
daando licar os vicios de scus estatuios'' scni du-
vida quo soja perniciosissiino para o futuro aquillo
quo he pernicioso no prsenle.
Croio que be esla a iiulbor occasiao de responder
ao itobre depulado, nieinbrn da rommissao, que nos
ileclarou que os bancos liaviam dado dinheiro sobre
cauco decoulaatoirento, que iisini o permitliam
os seus estallidos, e que nissono haiiiconvcnicnlc.
Senbores, aer possivel que se nossa dizer de nos
o que disaera Napole.io ? ajaEm tranca fallam ho-
uiensquo saibam o que he flu banco: be una clas-
se do genlc s para crer.
Creio, senbores, que os fundos de mu banco de-
ven, ser iiicessanlemonle liauidos e ,lis|.....veis.
Eiaminai as quedas e fallenciasdos baos na In-
glilerra, Franca, Eslados- nidos, .^Ofc.-.vis que
nao obsl-uileas dill'erenles marcha que cada mu
Icllcs seguio, nao obslnnic as dillcn liles causaque
-ederain.e das diversas eslradas que seauiram lu-
da vieran! dar ueste poni : falla le fiiwlui lii/ai-
dmeiUtponieh. He dahi que vem as crises, mi
ella e lornan iinniiiicntes, prcslcs a ao realisarem.
Desde que os bancos, abandonando a prud'cncia e
previsocs na ordeni de seus servicos c opera^Oes,
lijo aconimodan aevpanto doseu credilo as for-
cas do_ paiz, o desce para o terreno das cspecula-
ces arriscadas c le longos prazos, diz un ccouomis-
laque ueste caso elle j nao lie uta banco, mas una
casa de negocio; e eu, indo mais longe, direi: be
"ni ele.....ulo de desorden], lie a cvprcssao da con-
fusao c descredito, e.....iapoiatle* r rerlamarues
v quo ja nao podem merecer os favores do governo
.mas medidas radican que repi irnam seus abusos,
Miasindisciicoscsuas abcrrac,6cs. Eu pens as-
im. Eolrclaiilo, seiibores. be furco-o a inda que
cu diga que. alm do que loin apparocido na dis-
casaao, oulras informacfte lenbo cu. que n.lo podcni
ler escapado ao nobro. presidenle do conscllio.
Dizem-ine que os bancos deseniilaram lellras de
longos prazos, e quualguns dos seus aecionisl.is n.io
eiTccIuaran suas ullurioies entrada senao liclicia-
iiieulc obre caurati de suas arenes.
Ora, nao sendo para ludo iwosuflicientc nem ade-
quada a proposla do governo. vamos anda os injus-
lijas e oulras rouilas inconveniencias de la mesma
proposla.
I'riioeiroqiie ludo esse curso frcaiio, que se
Sucr dar aos liillieles, fere a lei dos pagamentos,
luitos credores, que (inbam de liavcr i> piigainou-
In desuas dividas, por esse modo s.io ronstrancidos
a roceher uina moeda que repudiaran! so jaso Ibes
fosse livre ; lemo or con que sae apoia na violencia ; leinus, conm diz to-
'pielin, escrijilor que nao merece credilo para S.
vc. a i}raonia com lodos oa seus amargos fruclos.
O Sr. Miimtro da Pazenda :Eu nao disse que
me nao mereca credilo.
l'niSr. De/iulado:Eisso que niio dava lana
importancia, que he cousa diver-a.
" Sr. Paula Rapluta :Poisseia i-o.
" Sr. Minittrt) da Fazrnda:Dou mais crtdi-
los aoulro-i.
O Sr. Paula llapliila :Dise, porm, o nobre
i-ninisiro, prc-.i4ci.lo do con,e||, Mas u uolai
niio iJd papel moeda, mas urna moeda fiduciaria,
que promelle om reembolso cerlo, o qne su nao da
no papel nioed.i. o
Senbori-. nao |,osm, cooeUiaresta- ideas. A ron-
lianca se n.lo inipric. |i jujloseeouiprovas n,m,luviiliK,,s; |,c |......
i-spnnlaneiilade nao lili,o da lona. Perianto, I...
das as vezcaqiiRM du i-iirso robado ..-, noli
banco, lodas ,i- vozos qua fe inuN fin rosamente o
connanca, esaa notas serlo nioedas fiduciarias no
noshe forcoso conlr--,ir i|hi' a idea de reeniholso
no he i|uem produ/ e anima a Ma irrulacAo. mas
,io legal. N.io me quero Importar com a
forma, nem com o nomo: a realidadoho na.
i a oulros pontos. A comitaisslo, queren-
do lomai nteis precaticoes, diz no S '' do artigo 2.':
i, Esla cniisalo aerii caucionada |h>i iuual valor em
malaca preciosos, etc. Ora, a palavras Ma
emissSo pelas ripias da hermenutica devem-se
refi-rir sem duvida ao arre-ciino da nova cmisslo,
c he dcsles nnvos bilbcles unieaBente que a cuni-
mi" io quer garantir aos particulares o reembolso,
e por coiiseguinle parece (jue s a esles bilhelcs da
nota einissao lie que se deve dar o curso forjado.
Entreunto quo no arliao-J.- a commisslodU: O
governo tica autorisado para facultar ao bancos a
elevaran de -na eini-au al a Importancia do rs.
(i,0Ot):O(K>9, sendo as suas letras reeehldas as esla-
c,Vs publicas, ele; donde se concluc que sendo a
caucao -o para a nova omsso, o curso forcado be
para todas as lelras dos bancos.
OSr. Sfnltlro da l'azenda : lia urna emen-
da que explica islo melbor.
II Sr. I'aula llupli'la: Eu nao vi esla emen-
da. Biiacello declaraclo doS. Exc; mas anda
roiiliuii.ini ininlias iluvidas. S. Exc. restringe as
lelras que deverao ser recebidas lelas eslacin-s pu-
blicas o pelos particulares, c diz quo serao nica-
mente aquellas que forcm represcnlaules da nnva
einio.
O Sr. Ti'i.reiva e Maecdo: A caucAo be dos
(;.(MHI:O00.
O Sr. Mini-lid da p'azenda: llccm relacoa
loda a emisso al esla quiDlili
O Sr. I'aula Bapliila: Eu prometi respon-
der respetosamenle nesla parle a S. Exc. Se a cau-
cho exigida he smenle para o valor c importancia
da nova cmisso, o se he s a osles bilhelcs que se
d curso forrado, enfilo Icrcinos notas do inesmo
banco com dillervnles l'vtos, e por coiiseuuinlo pre-
cisando do diversos caractersticos; cdcstcniodo
esta medida ira produzir enibaracos no coiimicrcio,
undo a boa f poder ser Iludida, e deverao os par-
ticulares eslar scninro em constante vigilancia para
disccrnirein os bilheles de cuja oiussAo lia garan-
tas no Ihcsoiiro daquellcs que a nao lem.
Se, porm, a caucan exiuida he para loda a emis-
sio nova e vellia, he para os ll.0IKI:DtHl3, julgo pri-
mero que ludo, que esla idea deve ser con-iLiiada
DO projeclo com luda a clareza, sem lacinias eduvi-
das que nos afllijam ; edepoisdislo lenbo razei
paraauvidar ila cvlensauuiie se quer dar as palavra-
desle arliiw e Si. Os hanens caucionando o ciiipres-
liino de l.(Kg)IHNI.? com apolicesda divida ; os lian
co- caucionando do mais a mais B.OOOlOOOj, maxi-
iii,ide -na cini.-.o, por igual valoi em uielae- pre-
ciosos, apolicesda divida publica, lelras do Ihcsoii-
iii o bilhelcs da alfaiidcua, depositada a rancio as
casas doa proprioi bancos, parece-me bao urna cau-
cao exagerada*
Siipponbo que na discussgo do senado se nao dis-
se i-su ; mas sim que esla caucan era nicamente do
valer da nova einissao ; e por issou bonrado depu-
lado pelo Team ilissc.beill, que essas apolices e rve>
molacs precin-o- ja re|iie-enlavain o fundo da vellia
emis-Vio, oque assui se quera eslabelecer sobre ellas
nina dupla caucan, ou para nudlioi di/er, se e>ta-
beloeia nina cauc.lo sobre sianaes reprcsenlalvos de
valores que jfWleviain estar consliliiUHu um finido,
em pararjlia le omiasOesli feilas.
Anda mais, a coniinis-ao quer nos seus arligoa
additivos que osla einissao | e em nunca di/er que
emisslo he casado que ralla nloposnaei applica-
l.i -enan ao de-couln de lelras da Ierra com dtias ur-
ina- pelo mon, e cujos prazns nao excedaiu a IM
lias, ele. Disserau-me que esla medida leude a un
lim. lato he, a facilitar os deseonlosdc lelras de cir
i-iil.ir.u. que algn nogocianle aacaram unssobr
oulros, bonr.uidu-e rcciprocamenlo com o valor de
suas rcspcciiva. (Irmas, o qac alo judamcnlccala
asque lem levado o. bancos a maiores apuros; ese
fie assim, nao p.uere conveniente nem acertada esta
dispo-cin.
I'or oulro lado, si' por ventura -e quer realmente
levantaros bancosdu dilliiiililades em que aclual-
mente se achain, o reliabilila-los com mais f-rcas
para a rnnlinuacan de siia- o|ieracoes. parece que
nn lia razan plausivel para se Ibes vedar odcsriuiiu
das lelras de cambio, quando ralas conliverem finas
urinas, e os descunlos foreui com curios praioa e com
inleiec- lazoaveis. Kso me parece claro: nao ati-
no, porlanlo, com a razio de una tal eiclusffo,
.'i-nra pcrgunlaroi,
-eiise-lalul
-e 09 bancos lem definios em
la marcha que lem seguido
i e uem lem liaviilo -afi,'doria
c.in, elileuder o governo, cu-
que cuiu estes simpli.'cs arl-
uss.io, garaillirSo de boje em
liante un mov Imenlo regular o prudente'.' Que por
estas nicas medidasdoprojcclu licaui curadas e pro
venidas todas as emerseuciid gra'
untes que, lirados da
so p.
inoslraiu que nao U
disciplinarla emsua a
lender.i a conimisslo,
In projeclo rio d
ador
ruliifiraniei. Dizeni-nc* flBc val por ah gran-
de desaforo ta falilUeacsIo dealinieulos, de bebidas,
d'oulros gneros roninicrciaes. Vende-se vinlio
adullerado, haveiidn desroii(loni;a quesejam ci-
as preparai;fn's a chumbo. Oossucarhe
lawueado com fariuha, ce. o
Ai autoridades dcvcni vigiar, e o quolxoses fa-
ltan um grande servido, doseobrindo o corpo do
delicio nos gneros quo comprarom.
i Diario do Hio.)
Quando com a exlens3o necessaria relalamos os
erro do ministro na diracfll) das negociarles com
o imperio do Urasil,a cerca dos conflictos suscitados
com o seu ministro n'esla corte, o Sr. Drumond,
mostrando como a Justina o o direilo a una repara-
rlo, eslavo da nossa parle, insistimos em provar
que o governo, proredondo scni prudencia o ra
doscslvios admitilos, so enllocara em urna posico
falsa, rue fira dcsapprovado pelos hoincns exper
rientes tanto iiaciouaes.conio cslraugciros.'
fenlarain eniao conteslar-nos, o convcrler em
Inuvor proprio at as aberraciios. Evadiani-se da
critica fcita aos scus actos levianos para os sophis-
mas o lugares communs, c alraz du decoro da na-
to, prohibiam cm nimio d'clla, que a analvse lia
gcllassc a incapaciiladodo poder, asseverando ser
o ini'-uio do quodar razan aos adversarios!
Nao cudenles com osla evolucao, por gasla, j
inulil.quizeram figurar imauinarias coulradli;r>es e
c concluida nossa severidade a respeilo das ine-
xactas iiilm tii.i'.ni'- do diplmala brasilciro una
approvacao absurda para as violcuUv o inopias de-
mnstrateos do Sr. Jervis.
Como ciilondiamos que a dianidado do paiz, c os
seus inlcrcsses commerciaes cxigiain urna salisfacao
|ilciia, decidirn! quodeviamos npplaudirfosse oque
fosse, con) lano quo (omasse esto objeelo pos as-
sumplo.
Nolnios-lbc a iieuluima cnherenri.i de tal svslc-
ina de defeza, c com as suas mesmas allega^oes al-
Icsfiuiios-lhcs. que o evito da instancia fura sacrifi-
cado pela inhbil iniciativa do ministro dos nego-
cios e-trangeiros.
Se um liomem menos insuflado do vaidade, e
niais,i|ilu presidisse reparlii;ao, o Sr. Driimiinil,
urbanameiilc convidado, nlo pnderia faltar i Ical-
dadce:isua bnnra negando a reparacu, c man-
iendo cuino verdadeirns fados que era de loda a
a evidencia seren exageradosou destituidos de fun-
damentos.
Se per meio de un iicidenle scmcxomplo.e lora
do-......diplomticos, as relaees uio se declara*-
sem inlerronipidas e o nosso aaenlj; no Kio de Ja-
neiro rccelit'sse as inslrueces convcnicnlcs, scliau-
rcllaria du imperio versc-hia narigorosa necessidade
de reslabelecer a verdade, c de emendar os mana
elleitus de um fiqso, que proceder ilc equivoco
scu.
(iracas au Sr. Jervis, ludas oslas vanlagens fnram
perdidas ; n boni Iciicno luriiou-se rcsvnladio ;c a
negoci.ico cbeiioii a Icrnios desngradavets, o amc-
aca parar n'elles mi proseguir anula cm peior sen-
lido. Quando manifestamos cale recelo, e ndic-
uius o innilodccvilarem ns jirejuisos de um rompi-
iiieulo, preferiudoaevoneracao do uiinislro ao com-
proiuelliini'uto das relaces cunimerciaes, us apolo-
gistas iulimaratii-uns para que agiiardasscmos o
primeiru paqucle, porque bavia seauros dallos para
rocrer que todas as divergencias carlain apla-
cadas.
I'areciain l.io certos do qac diziam, c loinavan
ares Mo decisivos, que resolvemos suspender a po-
lmica, e esperar pelos acoiileriineulns, como arun-
-elliavani. O paquele ebeguu, purm ; Icmos-lhc
lado mais (loque O lempo precisn para puhlicarem
;is pruineltidas espIfeacOes ; cal' lioje \Kta apparc-
eu nada, nem se quehrou o seu profundo silencio
2
i islo doput ilc i.ini.i |i"tni'.i l-M pt-
i em que N arli.im. I.oni-c aprononU. *> mewKi upoelo. o pver-
tom 'i'-i.i .'i ola, i/itc de'tnjmr
filenle spijumh ou loUfWtOfet, ii'firiu-so
. prinielnu asscn.'ocs, c acii'sci'iiiou
Irisles ? Ou
ao emaue se arhain, re-
|>r\ili'^ii->, un desojo
hahililailos com Uuporlanl
ile se sahareiii Uc su;is anligfli tumiilicirnc-.ni.ii- -e
roiti|iliijiieiu em -ii.is "|iei.in"H"-. e por CODSOguiuIO
que, quaudo se seabar o iirazo dos iiovoj ravorc,
sej;i oslo o periodo tnals iliiliiil pafaellos? l nesle
caso*|iio fa/er '! Sem duvidfl piorcyar-se o tcm|.o
ilos privilegise
Senhores, esla possibilidtde nto he pbinlasiada ;
as medidas prposIflSi nfte alicandoo mal pela sua
oriuem, no a previncill rapa/ioeide, e, para di/er
ludo de ii.m i \iv, < que eu enxcrgo nesla propoMa,
lie una |iro>tilciiein iiromplela e egoisla. Sim, <
goverin) (eme o naufragio, o o que quer lie (pie,
quando n naufrai[o tr rommum, liaja salvacAo bo-
gura para olliesoiiro. Ku fin. juslii;;i no uolire uii-
nislro d.i r.i/end.i reeonliocoiulo seus profundos co-
ulierinieulos neslas ncilcn.i-, o em querer llMBoa-
lOvj i'cimilla-me S. Ese., que Uro di^a que S. Re.
niio pude deivar de eonliccer e presentir (odas c-ss;is
cousas ; mo pude deitar ile estar prorundanieule
Convencido de que estes cstiilielceinicnlos de credi-
lo, segundo asconiivns ffijs na cmara dos Srs,
dopulvalos, nSopodem exislircomo esle ; que sflo
um periffo que cs'i sobre o paiz; mas be que Si
K\c. mis dilliculiladesdo inonienlocontcnta-sc com
um simples pallialivo ; conteuta-se rom urna medi-
da provisoria i aguarda a approvacao de seu projeclo
queja passou mi senado, para na everurao dcl.i lei
lomai uina medida deflulUva.
Sim. Sr. presidente, parcre-inequc-c lian pnder.i
resistir a lV>rca de miulias redeitOeSe S. Y.\>\ cunce-
be dmiravelmenle a necessidade de providencias
ni ii-- largas ; b sem duvida he na crearan do banco
nacional,que S. Exe, pretende descarrogai1 culpes
pininii'i.i-, e aproveilar-sesmcnle dos alicorees dos
leluaos para snlire elle- le\,iular novo edili-
se assim he. comu relmenle pens, poique
se nao explica fiancamciile nesle sentido?
o nao di/ '.'
i que fr, como eu nSo parlilho ih opinies
aminlslropresidonlc du consclliono sen pro-
ra a crcaoo ilo banco nacional, como eslou
iiciasiiuiicapilaes,u;io po so de modo al-
ue,
pie
De que prov
lavras?
Da siluac.T
rar, o negocb
no lm ao i
do novo
que as rafifleava c manllnha. nflo admHndo di
cussiin sohrc o assuinplo principal, em quanto n
ministro de Sui Uageslade Fidelissima nao rcsla-
bclecosse as ralacAes com o Sr. Drumond No caso
de lulo anmiir a osla exigencia* ao gabluelo de ls-
boa era livre obrar roufortne juljiasn melbor na
rertosa de que o iiNcro di)Imperio rr^er\a\.i pera
-i plenamente iimal direi Ir.
Bis o c-.iado verdadeira da qncalSo Eis a furma
por quo a rara liabiliiladoj do Sr. Jervis coi
corlar o conflicto, e sa y o descordo. Os
ghlasagora he ns.uialrfc nos remetiamanda para
o paquete seuuinle. priUr.cllemlo tudoirelle. Esla-
ui os decididos a nflootouvlr, exi^indo desde jan
respenaabilidado do injilstro. Nao he justo que
por causa da ambleo inepta c valdosa de um lio-
mem se arrisquen] os iniceseos uraves de classes
dignas do prolcccao, c de respeito.
Informo de fJtMa. i
ipnlo-
i caixote erva brinzo; a AdIodo Marlins de Car
valhn.
\ caiu santos de barro, grupos de dito, o figuras
de dito, 165 ceas fcij.o, 5t) dilas grao de hico, IOU
caunsiras hlalas; a Machado & l'inheiro.
1 caita de folha com 4fi milheiros deouro, o 41
diloi de prata em folha ; a Jos Teixeira Jtaslos.
k harri- siulio tinto, 2 caixolcs velas de cera ; a
Augusto Cesar de Abreu.
10 liarris'vinho branco ; a tu JosO* daCosta
Amniini.
5 caita* rap ; a Joo Jos do Carvalho Unracs.
I caixalivros ; ao padre Jos Antonio dos Santos
tessa.
1 ealxa livros e folhclos ; a direcc."in do gabinete
porluiiuo/.
t i-ai\a impressos; a Miguel Jos^ Alves.
1 cai\a marmelada, 2 ditas ehocolalc, 10 harria
loucinho, 100 cuiaslras batatas, 400 niolhos och-
las; a Anlonio Alvos VileUa.
10 pipas vinlio tinto; a Manocl Joaquim Kamos
e Silva.
I oaitolinho rap ; a Joaquim t'crrcira Mendcs
Guimarilcs.
1 ,n\ i hichas ; a orden).
Iti kai' auicricaiio nimlij II im\ viudo de Pili-
lailelplii.i, consignado a Hnstrou Kookcr e\ Aimpa
nhia, mnnifcstou oseguinte:
KW harricas fariuha de lro ; a Mallicus Auslln
\ Cumnanhia.
I caixa cnconiniendas ; a A. Forslcr A Com-
panhia.
'1 caitas cncoiDnicndas ; a Alberto Damon.
700 barricas arnha de trigo, liO ditas linlaclii-
nha, .'>.'. fardos panno de iilgodilo, l.'i barrilinhos
carne devacca salgada, !."> s carne de poroo, 1
harris presuntos; aos consignatarios.
2 caitas obras de couru c horracha, 2 ditas rade-
ras ; a Dcane Youle & Compauliin.
I caixa umoarro, -2 di las pertences para dlo, 2
ditas arreios, ele.; ao Dr. Hay*
Urigue escuna oldemburgue/ Concordia, rindo
de llaiiihurgo, cmisignafJoa i(o(he<\ Itidoulac, ma-
l i fes loo oseguinle :
Ucaiva fechaduras; a E. II. Wvall.
H caitas vidros, '2 dilas couros, I dita miude/as,
2 ditas couro deliislrc, I dilaubrasdo ouro ; a J.
D. Wolphopp \ Compaohia.
1 eaixa laperai ias, X dilas hrins para calcas, 7 di-
las Icoidosde algodao, 1 emhrulho nmoslras ; aH-
Deppenuann.
I emhrulho amostras; a C. J. A^llo> & Com-
panhiii.
1 fardo leoidos de la, 1 caiva ditos de soda, e se-
da e ah-odo, 1 cmht ullio amostras; a llruiin Prae-
ger i\ Companliia.
I caiva lilas de seda, II dilas lencos dealgodifo,
S5 fardos lonas, \ caixas hichas, ."i ditas feilOS para
espingardas, I cmhrullio amostras ; nN. O. Blflber
,\ Gompanhia*
1 tardolecidos do algodito; aJ. Kril.-i A Coin-
panhia.
7oai\as couros, H barricas c 11 tolumes drogas,
8 caitas vidros, I dita chocolate, 10 fardos papelan,
:ltl barricas gonchra I emhrulho amo-vira-- ; a
ordem.
2Ui barricas o i"iO caitas genchra, 100 caixas
queijns, 27 harris pnlassa, 65 barricas ceneja. 100
barricas cemento, I caita couro-;, 90 barril pite, Q
caixas lirinquedos, 1 dila caitinhas de papelao \a-
sias, 90 banis alcalr.lo, 00caitas telas, :(0ditases-
pcllios, 50 gigos garrafas, :00 barris alvaiade, I
caita cobcilnres de 1,1a para mesas, 10 dilas fogoda
china, H.OJS botijas \a-ias I,00 garrafes ; a
Kolbe A Bidoiilac.
caixas gomina lacre, I dita vitibo, I dita lilas de
algodao e seda ; a Chiisliani A Irmos.
CONSULADO UERAL.
Kondimenlo do dia 1 a -J.i .... 39:35393^5
dem do ili;i :i0......
DIVERSAS PROVINCIAS
Iteudimenlo do dia I a 39 i
dem do da ;).......,
RENDMENTO HA MESA DO CONSULADO
DISTA CIDADE M> .ME/ DK JLI.IIU DE
185.
Cousuladodo 5 |mr vento. 35:4981568
:,l-j:>s
39:8979563
.' 3:iaog03l
:l:lilr":ll
COMMEITCIO.
ci. E i
9. Bjc. i
l*UI |1I0 (
Sejae
ilo nobre
jeetn par
cm ilivoi
uiiui. dar o uii'ii vuto.i esla medida proviso in
iiicsiiin irovisori, repuloruneslapelas n/c:
PRACA Iioiii:i:iie:io lili Jl l.llti AS3
IIDKAS HA TARDE.
l'.iiLn.u's iillirincs.
Dearoulo ile lellras de i a n me/os-* I por cenlu
11 me/..
Diloile(lilasilo3mozas I i|i porcenloaomet.
Cambio sobre Lomlrca a 28 \2 il. 60il|v.
Hito snhre o Kio de Janeiroa l"i dia- no par.
D'rele para o Hio di frala pola carga i|iic receber
1,700 paUciesod por canln.
Ilcsconlo ile lelras do 15 ilias I por crnln ,io
mes,
Assucar maacavadn regulara I5I.V) \m arroba,
Al.l AMlEliA.
Itoiiilinii-iilii.Imliii Iad9 .... :l|:i:.Vl|.-vli(i
l'lein do dia ;ill.......9:lldJrt1
Anrora
HiriMlo:
Hilos ,1
EVIH'II
Mullaa. .
Sellos .
EiiioIiiiiii'mI
Mil ,
le I."
"' I1"1'
ile du
per eenlo .
1I0 .
a|M(uii
ile lerliilei
:..1297J0
.ViSIIK)
I :l.i---,(K)
(i'.p^--,:;.
325*500
KStteHKI
II^SIIM
:i'i:-'i;--,i;h
Sello de hernjs e legados.....
Novse vi'lhw ,|r,.ins.........
Emolumentos da polica........
Imposto de 3 |Kir ccnlo ile diversos os-
labelcciraculos. ,
Dilo de I2KI0 rs.........'.'.
lOOJOOO rs. por cxr.ivn drspscliado. .
I009000 rs., por casa de vender bi-
Ibeles de lolerias de oulras provin-
cias...................
Matriculas de iuslrucjilo superior. .
Mullas. .-...............
liMStMS
lociMa
C9000
52.^120
259600
l:3(Ki,-)0IKI
. 3009(100
2090INI
309701
5(l:IK0ai80
Mesa do consulado provincial 30 de jullio de
1853.O escriplurario.
Jote Canil mu i de .llbiuiuerqne.
l'il.V A DO HECIIE 30 DE Jl I.IKI DE 1853,
AS TRES HORAS DA TARDE.
ftevKla semanal.
Gimliin- Eslivcram paradas as oiicraces
do camino at lionlein, lioje po,
rom lizeram-se alemis sai|m's 1
'JS l|2 d. por 19, sobro Londres a
60 d. vista; sobre o Rio Ininaraiii
se lelras 110 par a 15 dias.
Algodao----------Veudeu-so 0do primeirasortees
colliido de (510011 65200, e a re-
cular a (9; e o de segunda sorle
de .'600 a 53"00 por arrolla
entraran! Kl 6 sarcas.
.Vssuear l'izcram-se inuiliiniladas vendas
e nao lia deposilo. Os precos lo
ram os iiiesmos da i'cniaia aule
ccdenlc: islo lie: segunda sorle
2^,VHI, leireira superior l'^IIU
regular SMtU, quarta 220(l ;
2.3250, quinta c sexta de 2^KK) a
23100; o inascavado cscolliido 1
I-Xvlld, o regular a It50 |mr ar-
roba e Coi punco procurado, 1
liouve venda desle a I'-Tihi poi
srroba |wslo a liordo cm Macci
Coilros-------------Eoraiu procurados, o vcii so cerca de 7,500 seceos saleados
de 137 l|2 a lili rs. por lilir
sendo esle ultimo a prazo.
Azcitc-dore Venileu-se a 3550 por galAo do
de Portugal.
Bacalhu----------Refalliou-se de 139500a i,3 or
barrica, c Bcaram cm ser 3,1)00
barricas.
Raalas--------------Idciu de l?2U0 a llOtl por ar-
roba.
Carne secca Vcndcii-se de :WiO(l a I.3KKI par
arroba da do Rio Grande, da
qual evisle lio Ulereado 50,(11)0
arrollas. \o lia da do Rio da
Prata.
larinlia dalrigO- Os" precos riiiiliuiiaraui do 11-a
I9J>500 por barrica : c o deposito
lira lioje elevado a 15,000 barri-
cas, por Icrcni entrado Ircs rarre-
camenlos.
Dita de iiiandioca-Veiiileii-se do5>500 alo por al-
qiieire ulico.
dem a 19600 por clao.
dem de DSIOO a69600 por arro-
ba do de Lisboa.
dem a 1103 o linio do Lisboa
l'ltll, ea 1203 o de oulros aulo-
res, c a 1109 por pipa do branco
marra Jii.lo de linio.
dem de 703 a ".'i-; por pipa do de
I,isliua.
l-'ieles Do alcodao de .Mareui para Li-
verpool a tl|l ti e 5 por rento.
Descunlos- (Ionio nesla semana se vences-
sem militas lelras, o dinheiro
Idi procurado, o os deaconlos -olu-
r.iiu de I a I l|l por renlo ao
me/ ; leudo porein cessado esse
motivo, he provavel que na se-
cunde seja menos procurados,
e por consegninle desea.
I'iearain no porlii.Weiiiliareaccs: sendo i .une-'
ricanas, I austraca, :il lirasileiras. I diiiamarquc-
ia, l rrauce/as, 2 liespauliolas, 1) incle/as, I ol-
ilcmhtircuc/a. I porlllguexaSi I sarda e I sueca.
Oleo de lili!
Tone niio -
Vinli
Vinagre- -
MOVIMENTO DO POHTO.
Olllm.Sr. inspeclor da tlicsourarlaprovinciil
cm i uinprinienlo da ordem do Exm. 8>. prssliicnl
te d.i pioviiicia, do II do rorrele, manda fsicx pu-
blico, que no dia 18 do agosto prximo vindouro
peranlca juntada hienda da metino Uicsouraris'
vai novanieute a praja para ser arremanila.i queni
por menos lUcr, a obra do 10.' lanjo da estrada ,|
Ol, avallada em8:8009000 rs.. scr'viudo de base i
ai leniaiocio o abato do 33 |r cenlo otTerecidn m*
francisco Alvos de Mira da Varelfe.
A arrcmalacaoser (eita na forma, dos ai
o 27 da lei provincial n. 286 4c |- ,| ,,( ,|c
IK.,1, e sol, as clausulas especiaes abaixo copiados,
As pessoas que io propnzcrema esla srrematacAn,
comparecain na sala das sensocsda incuna Jonu,
no dia cima declarado, pelo molo dia, coinnelcnlc-
nii'ule li.iliihlailas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar polo Diario.
Secretaria da liiesouraria provincial de l'c........
hoco, 25 de julho do 1853. O secretario, ^Io-
nio Ferreira tf.lnmtnciarao.
C lautulat npeeiars para a arremalacilo.
I-1 As obras do 10.-Iones da estrada ,| ,i ,.
r.lo relias de conformidade aom a planta, prrlK
longitudinaes o Iransversaei junios ao orraineulu;
apnrovado pela directora em conselho Mprese
ado a approvarfle. do Exm. Sr. presidenle da pro-
Dircrs
Di/.inio do algodao i
lirandc do Norlc.
1:1709995
:i;i:!CI73ili;i
i prpri
Kio
321:6119270
De-eanran baje 1. de aaa*lo.
lia lera inglexflllnnilamercaduras.
Escuna porlugueca Soberana batatas c adi-
las.
Brle,dc inieiiranolhand-ll inefariuha de trico.
Escuna -oldcinburgueza Concordia i|ueijos.
Ilrigue frailee/.llena jen-manlrica.
Ilialo bia-ileiroAom iilindafiipio c rliarulos,
UlvNDI.ME.MO DO .MEZ DKJI'I.IIO DE IN.V1.
R.....lime
Resliluie
it......al.
1121
6119270
9
321:6119270
.'lulnlo ; e o met arcedlo n
lirme, quanlo eu vi que na d
l,i palle.
leulio evpeiulido
lano mais (irme, quanlo cu VI qu
projeclo de que falle.....senado, di.ciiss.io lucid
biillianie, aperar di-est'.iicus de alguna nobres
nadore luel ciUustradosna inaleriaparacouj
emendas iperfeicuarem o projeclo, neuluima d
Hiendas fui approvada, leudo aasloi oreasi1o do ver
que neslc assumplos.ein que 19o nbalisados linan-
criiii- deaconflamde mesmos, s. Efe. nfloaehou
urna s idea digna desua.'qqiiovac.oi, pelo que nem
espero nesla proposla a qiprovacao de emendas que
deva mandar, e uem no projeclo que lem de vira
esla cmara.
Todava direi sempre, queem pretenea da crise
actual o de suas causas prximas c remotas, a minba
opiuiao lio quo se procedesse a um inipierilo eir-
ciiinslanciado o oireumspeelo lebre os bancos, c de-
pois de vcrilicadaasua ruimceslao, os vicios do seus
e-laliilo-, inlcrvicssea accilo do enverno nos refor-
ma- uccessarias, qualquer que fosseodifliciildade: c
que para salvar o coninicrcio do mal que preaenle-
monlCKulTre, |iara deliciencia do meio cireiilaulo li-
zesse um cmpreslimo directo ao inesmo coinmereio
sol Ii.i.i- caucos c cinii eondiccs razoaveis.
Posso oslar em erro : c bci lonco de ler a v la os-
lenlaotlo de instruido neslas materias, do que nao
Ou profcssional, c apenas esluilo pelo noliro desojo
de alargar um ponen aostreita esphera dos meuseo-
iiliecimeulos, pelo coolrario me conlessoo menos
instruido. E nao be milito que ou duvide doacerlo
de ininliaso|iiiiirH's.i|uan,lo Mr. l.anjuinais. em ma-
linas qu.isi anloga! assim se exprimi na tribuna
francezn : A- iili-riviiccs que Uve a bonra de vos
submetler, o sobro que lenbo meditado por muilo
Icmpo.mc Icvam a pensar que no nosso paiz osespi-
i iins ii,",ii esl.'io solllciculeincidi'|n<'|iaradospora aso-
luc.lo de quesliies tilo graves: somos cbamados i
exainioa-liis. e quanlo a inim sou o menos csclare-
Cillll. .,
Tcnbo concluido ; declarando quo vol roiHra a
proposla. (Jornal do Commercio.i
Srs. Ilcdacltires. Como a despeito da opinin
publica lio altamente pronunciada cm Portugal, e
dos luminosos principios Sr. Soarcs do Sousn, ronlimiaiu susprnisas a- rela-
efies diplomaiicas com o nu..o uilbn em Lisboa:
Ihiio lie (pie se cotillera que a ne,,1.1 das l.ilsilicaces,
ali, nAo lem cessado, pela pnlilic.ic.lo do artigo se-
fuinle exlraliido da Imprima de Lisboa n. Mi. de
1 de maio desle anuo.
Direitos do ronaomo,
Hilos de I por cenlo
para os pollos e.lran
Hilos dilo para os porl
Evpeilieiile ,1c 5 por 1
cinnTcarln ,l,> anifl .
Dilo de 1,2 po
Dilo de I l|2|
dereevporlae.oi
iln
Imperio
do
Ditndil
l're
de I p
Ijoivr '
leero
i uener
1 rento
- genero*
d i.r.'i/.
is llvrca.
d.is 111er-
del|2p
c.ilculad.
culo
los iissi^oa
los. .
Mullas i'.ilculad.is nos dest
Dilas diversa............
Sello liso..............
Paleles dos ilcspai-li,mies cer.ies .
Keilio do. I1I11I,,- dos mesmos, xeircis .li'.ii.u liantes e .ijiid.inles
,..........1,........,ic.........
bmoliimeiilo. de CCTlidoc.....
317:812-11112
Il29ltl
589875
659901.1
3009675
I089M3
I:I2KVi71
171-691
3:3285043
39O9C50
I493OO
7:l-!iii
7osU00
Dilo dilo o oulro.
l'arahiba .
Dilo dito das Ala:
Dilodo ii.-in.ii ,1
Dilo dilo o oulros
l'arabili.i. .
Dilo dilo do Itio
Norle.....
cueros da
lila,
enero
ule do
59895
1199220
KVill
1059681
20-1011
.1:120-0:11
>'ario entrada no din MI.
Mar-ellu 12 dia-, brlgUO -ardo Daflio. de 1711 lo-
ni'lailas, rapilau Manuel llo/./ano. equlpagcni IJ,
carga viubo o mais gneros ; a (lliveira \ lr-
in.ios.
(Vae/oj takiioiiho motmodia.
Cotiguibiilimara brasilcira Tenlall
Manocl Vicenloda l'fivao, carca vaii
Passaceiros, Dominlnco Boavenlura,
l'ranciscode Lima.
Rabia barca dinainarquc/a Pnllux, eapilao J
Jcverson, em lastro.
Nato mhiito no dia 31.
Havre Rarra fraucc/a l'ernamliaro
Duiriilv, caiga as-ucar, algodao e inai
OburcarHo.
Seguio para Livcruool o luigiie ingle/ IiujU
que veio a esle pnrlrPrcfro'rar a 211 do renle
lucslrc
[cneroa.
Vlltoni.
, capilar
, gneros.
EDITAES.
13:OI7,'i!l-
Deposito- s,ihi,In
Hilos cxislctiles,
l:057-2lii
2:2739801
Me.
I,' Ifv
ii do
i:i.
Hilado de Pe namliuco, 30 de jillbu
O escrvilu
ia /jinistciii
ile Mella
.lamine Ucrania Ma
Exportacao'.
araliilia. lirigue licspanliol Marlim, de 393 lo-
nei.nas, coiniii/iii o legninte : I io cuuroa seceos
le cavailo, o 70 toneladas de la-lro de pedra.
Collngulba, sumaca nacional 1'lor iClngcliin, de
9S lonclads, eondii/io o secuinle : I cala di-
versos objorius, i huno papas. 20 barricas cemento.
25 dilas laraJia de Irigo, 5 sarcos fardos, 2 gicos
hlalas, I prcsunlo, 10 barrl'as bacalli.io, 1 cirio de
mao, 6 saceos nrro/, 10 fardos ilgodio da Halda.
Havre, barca franena Pernambueo, de 251 in-
iciadas. condii/.io o secuinle: I caiva lila-mofl-
as, II dilas diversas blendas, I dilabrara do ser-
pentinas, 3 dilas cobre vcllio. I voliimc inoedas de
piala, 300 saceos com 1,500 arrobas de Besucar,
5172couros salgados com 100,117 libras, 309 sacros
com lili I arrobase III libra, de algodao, I cmliru-
llioromos de raineiro, I caixa com 50 libras de ra-
pe, 5,090 rb i fres do bol, I sacia caf, I caiva carra-
fas d'agua, 7 dilas viubo, l dilas objerlos de 11-0,
RECEBE DORIA DE RUNDAS INTERNAS UE-
II AESDKPERNA.MIirCtl.
Itciidiuienlo do dia .Ui...... 736S90
RENDI.MEMO DO MEZ DE Jl I.HO
O lllin. Sr. inspeclor da lliosouraria provin-
'ial, cm eiiiiiprunciiln da nrileui do Exm. Sr. prcsl-
loilte da provincia de 12 docnireule, manda fa/er
publico que nos dias 2, :l c i de agosto prximo v 10-
1I01110, peranlca junla da fa/enda da mesma Umsou-
raria, se lia de arreinalar a quem por nienosilier a
obra do l.' lauco da estrada do Pao d'Albo, avalla-
da em 10:8909.
A ariemalac.o ser feila na forma dnsarlicos 2i e
27 da lei provincial II. 386de 17 de maio de 1851, c
sol, as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propo/erem a esla arreiiialacao
couipai'ccan na sala das sesses da mesma junta, nos
ilias ai'iuia declarados, pelo meio-dia, competente
mente habilitadas.
E para constar se mandn aflixar o prsenle o pu
bllcar pelo lliar
los
339*00
I7.->M0
1;
834:6449370
,VVM 'egiliulf ripee
Diiilii'iro
As
Einli.il.ni,
jiiiilm 1
EiiIi.mIoii
ctlados .
Deponan.
......Ililuo ll<
154:91397
169:73094
31:1039836
5:361985:1
cenle mez
Sabidos............
. Existentes..........
Ka Mauiniet etperiei.
Dinheiro..... I00,-s02
Letras......34:2959570
:365788
:970I91
34:39.5*591
Albudeca de Pe iiomhiiio Ilude julho de 1853.
O eserivo iiilei'ino,
Francisco de PaUa Goncalcct a Sika.
Importacao
Lsciina porluguo/a Soberana, viuda de l.islioa -
consignada a Machado & Pinhciro, manifcslou o
segutnte :
'1 > pipas e 10 barris viubo linio ; a Olivcira Ir-
uiaos i Companlna.
5 caiioles cora em velas, .MI canastros balotas; a
Francisco Severianmj lt helio > l'ilho.
I |n| i- e IO barris vinagre, I laln rap, 2 caitas
chapeos de pello, pecas de dilo, cascos do dilo, o di-
tos de la, 99 cinaslras hlalas, 100 mollins de ce-
blas ; aThoina/. de \quino PoSMCa A l'ilho.
ii' i .,i.i.l11 .c, ia branca, 12 ajTtcas dita eingni-
111,' : a Josi- Pereira da (ainlia.
foiiarrrv e 10 caixas loucinho, 10 barris nzeite
doce ; a Jos Francisco da Silva.
de chan-
loreional.
idlico.. .
Renda dos proprios oacionaes. .
le terrenos de marinli.i. .
I.aiidciuios.........
Si/a dos lien- de rail......
Dcima addiiional das roi-porac/ics
de mil' mora.......
Dila urbana. ....
Direlns nevos e velbo
cellaria ....
Ili/iina da dila. .
I.ecilimacao. .
Carla do hu harcl. .
Sello do papel lixo c pie
Premios dos depsitos pi
F^molimienlos........
Dito por cenlo dos premios das lo-
teras ..........
Despachantes c cndores. .
Impii-lo sobre lejos i-casos de des-
cunlos..........
Dilo sobre casas de movis, roupas,
ele, fabricados em pa/es e-lian-
ceiros..........
Dilo sobre seges.......
Ditos sobro barcos do Interior. .
'laxa de eseravos.......
Multa |Hir iiifracciics do rcculaiiienlo.
Salarios de Africanos livres. .
3II9.55O
.j.il,--,-,I
J"~IHMI
3:3339716
6199351
369719
S16-'I7S
I:l58fx533
523800
li-MHKI
5:19699.51
11.31182
5189140
1:3609000
lI:iiii:i.-'MHI
8:6911631
2808000
669868
319009
62O.-O0O
659111
2459901
26:SI5sl03
Recelieiloria 30 de julho de 1853,
. O escrivao,
Manuel .inlonio Simiicit do .linaral.
CONSI LADO PROVINCIAL.
Reiidiinenlododia I aitll .... :.58697IH
lilein di da ZO........ so;i-7:l2
.50:1809180
RENDIMF.NKI rjOCONSULADO PROVINCIAL
NOMEZ DEJtl.llO DE 1853.
I por cenlo......
' por cenlo......
396 re. sobre sacra de
II
m\/cri
lliieilos de
lini'iiii. de
C.ipala/ia d
godao...........
Dcima dos predios urbano
bfeia si/:i de eeenvos. .
l*3335>4O0
K::li:l.>s(W
1:2173280
^0489066
l:-'203"i5'J
'ar
lucial de
secretario,
Pernain-
.liiloni'i
crelaria da Iheaourfl
buco, Lldejul.....le 183
Ferrelra oTAnnuM lacHo
Clafulas cs/ieciaes part tirrcmataciio.
[.' Asnina, do decime-oilavo lauco da estrada
do P.10 d'AlllO scrao feilas de coiirorniiilade com o
orcameiilo, plaa-, perd lonflllldinaes, hausver-
sacs approvdos pela directora em conselho, e aprc-
sontado l appiovae.lo do Emii. Sr. presidenle da
provincia na Importancia de 10:8909*
-'.' Asobrai doderimo-oilavo lauco principiaran
no pia/n de 11111 me/, o deverao iilliniar1; no de um
anuo, contado na forma do artigo di da lei provin-
cial n. 886.
3,' A*iuiporlancia'da arrciiKilaclo Berpagacm
qualro prcslaccs: a primeira de|iois de felo o ler-
endas obras do lauco ; a segunda de|Kis de r.uiiplc-
(ados os iloos tercos; a lerceira quando forcui as
obras recebidas provisoriamenle, o a quarta depois
da entrega definitiva, o qual lera lugar un) auno
depois do reccbiiiicnlo provisorio.
M P,ira ludo mais que n.io se acba dclcriuinado
pela- pri's,.|ilescl,uisul.is,se;iir-.-e-li,i o que dispe a
lei provincial n. 886.
Conforme. Osocrelario, ./. /'. d'.ittnainva$Ho>
o lllm.Sr. inspector da liiesouraria provincial,
em cumprlmonlo da ordem doExm.Sr. presidenle da
provincia,deSiliciirreiilciiianda (a/er publico, que
nos dias 16, 17 e IS de acost prximo vinduuro,
licranto a junta da fa/enda da mesiua Ihcsnuraria,
se lia do arrematar, a quem por menos li/er, a obra
do II.- lanc,o da estrada do sol, avahada cm
I2.-9809000 is.
A arrenialacao ser fcita na forma dos arhgos 21
c 27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e soh as clausulas especiaes a balso copiadas :
As pessoas que s,. propoiorem aesla arrcmalacao,
eoniparceam na sala dasseseoosda mesilla junla nos
dias acuna declarados, pe.....eio da. coinpclenlc-
iiienle habilildos.
E paia constar -o mandou aflixar O presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesourarla provincial de Pernam-
bueo, 25 de julho de 1853.-- O secretario, .Inlonio
Ferreira d'. taminciaraa,
Clmide especiaes para a arfcmaliicHo.
l.'Asobra. sc-liao, de conformidade com o orcamcnlo planta c
perlis approvados pela dirceloria cm eooselho, e
nprcsenlado. 1 apiirovacao do Exm. Sr. presblente
da provincia, pela quanlia de I2:98(I3 2." O orrcinalanlc dever d:ir pi incipni as obras
un pi.1/0 de um me/, e conclu-las no do nove me-
zo., ambos contados na forma do arl. 31 da ki pro-
vincial 11. 2S6.
3." () pagamento da importancia da arrcinatarao
realisar-se-ba coi qualro prcslaccs icuaes, ,1 I.1
depois de felo o primeiru leu;,, das obras, a 3." de-
pois de concluido o- segundo Ierro, a 3." depois do
rccehimenlo provisorio, e al.' depois da eolrega
ilefiniliva, anal dcvcr.realisar-seunianiio depois
do rceebiiiicnlo pnivisorin.
1. Para ludo o mais que n.d, se acba dehtrmi-
nadn 11.i- prosenles clausulas, nem un orcamnlo,
seguir-se-ha o (pie dis|>c a lei provincial 11. 286.
Conforme. O secretario. Antonio Ftrnint
d'.lnnuiuia'i'i'j.
2.' O arreinalanle dora principio as obra., ..
praio deum mci.e dever conclu-las no deoilo uw-
zcs, ambos contados na forma do arl. 31 da lei
provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da arremata-
' reab-ar-s.'-lia cm qualro preitaeaea iguacs:i
I." denois de feilo o primeiro Ierro das obrasfa 2.'
depois de concluido o segundo terco, 3. depola ih>
reccbiinenjo provisorio, ea 1. depois da cnlrega
dcluiliva.
4." Para ludo oque naoie acba determinado nai
presentes clausulas nem no orcamnlo, scguir-sc-lia
o que dispe a lei provincial n. 286. Conforme.
O sccrelario, Antonio Ferrelra tC.tnnuneitiKio.
O lllin. Sr. inspector da liiesouraria previa.
eal, eiu cumprimento da ordem doEim. Sr. pie.
sidenlo da provincia de 35de junlio provino pa.sj.
do, manda fa/er publico, quo no da 1 de leaall
prximo viiidouro, peranle 11 junta da ra/eiidj il,i
mesma liiesouraria, se ha de arrematar, aquciii por
mino- li/er a obra do oilavo lauro da cslrada do
sul, avaliadacm6:6WI9tlOOr>.
A arrcmalacao ser feila na forma dos iris. !,
27 da lei provincial n. 286 de 17 do maio de.ISSfj
o soh as clausulas especiaes abaixo copiadas,
As pessoas ipie se pro|Hiicrcm a esta arrcmalacao
coniparceam na sala das sesses di mesma junla.'iii
dia icima declarado, pelo meio dia, coinpelenle-
mentc habilitadas.
E para eonslnr se mandou aflixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da (hesuuraria provincial do Pernani.
buco, 6 de julho de 1853.Osecrelorio,
.Inlonio F'crreira d'Anmtneiani>i.
Clausula* especiaes para a arrcnuilariiit.
I." As obras do oilavo lauco da estrada du sul se-
rao feilas de conformidade enm a plaa e uts
junios ao orcamnlo, npprovado pela direclori 1 cm
ronselbo e apre-enlado nesla a npprovaivn do
Exm. presidenle da provincia na importan, i,i de
6:600glKIO rs.
O arrcinalanlo dar principio osobras nopn-
/n do um me/, e dever couclui-ras no do sele mc-
zes contados de conformidade com o disposlo no arl.
II da lei provincial n. -286.
3." O pagamento do imporle da arrcmalacao ras-
lisar-sc-ba cm qualro prcslaccs iguaes; a |uiiiR'i-
1.1 di'i mi- do feilo o primeiro terco das obras do fin-
co ; a segunda depois de concluidos dous tercos; 4
lercoira depois do rcrcbimenlo provisorio ; ea (piar-
la liuahnqnle depois da enlrcga detlniliva a p 1..I
lera locar um anuo depois do recebimento provi-
orin.
i.' Para ludo o que niio se ach dclcrininailo uai
ueseiilcs clausulas, nem no orcamnlo, scctui-sr-
ia o que dispe a lei provincial n. 286 de 17 de.
maio de 1851.Conforme.O sccrelario,
.Inlonio Ferrcira d,.lnnunciaciii.
O III111. Sr. inspector do thcsonrariu provin-
ial, em euinprimentu da resoluto da junta di f.i-
fazenda, manda faier publico, que no dia 25de
lo prximo viinlouro vai novmenle i praca,para
irrcmalado.a quem roaior proco nnerecer |*ran-
lo a misma junta, o rcudiiiienlu do imposto do di-
zimo do uudn cavador, mw municipios secuintes:
Liinoeiio. av aliado aiiiiiiahiieiilecm 729001
Riejo.ein 629001
Cimbres, em iim
Flores o Floresta, em 325SII0I
Boa-Vista e Bx.em 2179000
A arrcmalacao sera feila por lempo de :! anuo-,
a contar do l.'dcjulbn de 1853 a 30 dcjuulioilc
1856.
Os licitantes que sepropozerem a osla 111 cmiii-
cao, romiiareeam na sala das sesses da mesma jim-
ia, no dia cima indicado, pelo meio dia, compelco-
Icniente habilitados.
I') para constar seniandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario,
Secretaria da liiesouraria provincial de Peruain-
hiini, 35 de julho de 1853.O sccrelario,
.Inlonio Ferreirii da .liinuiiriariin.
O III111. Sr. inspeclor da liiesouraria proiis-
eial, cm eiimpriuienlo do ordem do Enn. Sr. presi-
denle do provincia, manda faicr publico, que no
dia 18 de agoslu prximo vinduuro, vai uovaiiiciilO|
i praca para ser arrematado, a quem por menos l-
zer, peanle a junla da fazenda da mesma liiesoura-
ria, a obra da casa da barreira da poule dos C,ma-
lln-, avallada cm 2:1289000 rit.
A arreniataeiio ser feila ua forma dos,iris. 21 e1
Ji da lei provincial 11. 286 de 17 de maio do IKjl/
e sobas clausulas especiaes abaixo copiada..
As pe-soas que so propozerom a osla arrenialafM
comparecan na sala i|as sesses da mesma junla, no)
das cima declarados, pelo meio dia, roinpeleaW
lucillo babililadas.
K para constar, seuiaiulou iflixjr o prsenle i-pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsnuraria provincial de Periiiini-
buco, 35 de julho do 1853- Osocrelario,
.Inlonio Ferrcira d'Annunciariio.
Clausulas esjieriaes para a arremataran.
I." A-obras e Irabalboa da barreira da ponte dos
Carvalhos scrao fcilos de conformidade 0010 a pl.ai-
la c orcamnlo appi'nvados |iela dirceloria coi ciui-
sclho, e aprcsciil.nlos i approvacao do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, ua importancia de 'l&tytiO
n'-
icffWri
As obras prnieqWr no pra/o de mu inc/fl
crlo concluidas 110 de seis .me/es, emboa ionl.iil,
do conformidade com o art. 31 da lei provincia]
11. 286.
l.'i A importancia da aircinalacao (era paga el
tres prcslaccs : a primeira, do valur de don- ipuii-
los, ipi.iniln esliver feila mclaile da obra ; a teguadl,
aiuhcni de dousquinlos, quando h'ir a obra recebla
provisoriamente; c a lerceira, de um quinto, qo.iu-
iin fu recebida doflnilivamenle, rujo re, eliinicula,
lea lugar um auno depois do rccehimenlo prorF
sorio.
i.-' Para ludo mais que nao esliver delennii.itlo
pelas presentes clausulas, segiiir-sc-bi o quo dclcr* j
mina a lei provincial 11. i'Nli.
Conforme. O sccrelario,
.Inlonio Ferrcira ttAnnuiieiacao.
Olllm.Sr. inspeclor da liiesouraria provin-
cial em cumprimcnloda ordem do Evm. Sr. pie-i-
leiilc da provincia de 25 do junho proviroo pa--J-
lo. reanda fa/er publico que 110 da 11 de nBOHj
prximo viinlouro, perauto 1 Jimia da fazenda
mesma liiesouraria, se ha do arrematar, a quem ir
menos li/er a obra do acude na povoacao do ile
quo, avaliao.i em :I::1003000 rs. m
A arrcmalacao -ca feila na fonruran) arls. :'HJ
27 ila lei provincial n. 286 de 17 de maio de IS'il,
esob as clausulas especiaos abaixo copiadas. j 1
As pe-sii.isque se propo/erem a esla arreiiial.iri4
rompai'ecaui na sala das sesses &.i mesma jimia, n j
dia cima declarado, pelo meio dia, compelcnle-J
mente habilitadas.
E para constar so mandou aflixar o prsenle epa- 'i
hlicar pelo Diarlo.
Si'cii'i.nia da liiesouraria provincial de Perneas j
buci.ii de julho de 1853.O sccrelario,
Anlonio Ferrcira da AnnnncitcHo. \
Clan-alus especiaes para a arrematar"'
I.1 As obras do acude do lluique sehlo fel
pis-
as sol
val
,p|iin
1,0 pr.w
mezo, a'
conformidade com a plaa c orcamnlo
pela dirceloria cm conselho e apreaenladi
vaco do F-xm. Sr. presidente, na Importancia
:i:3OO3OO0 rs.
2." E-las obras deverao principial
60 dias, c scr.1o concluidas no de dez
lar da dala da arremalacao.
;). A importancia desla arreniolocoo ca
cm tres prcslaccs da 11 anelra seguinle :a \ 1.1 dos dousquinlos do valor letal, quando live
cluidomcladc da ubi a; .1 segunda iguala piii
depois de lavrado o termo do reccliimenlo po
rio ; a lerceira liiialmonle de uro quinto depoHO"
leicbioieiilo .lelinilivo.
4.'V O arrciiinlanle seri obrigado a o
repartico das obras publicas cun aol
10 dias" .1 dia lixo, em quo tcm de dai
cxwucao das ulnas, assim romo Irahalb
liieulc lili.l-, alim'ilo que po.-a o 1 ;ii:
ntTOgado da obra assishr .io- pii
Paia liidii ornis, que nao
pati
mes--
coo-
l'ill.
-
iiiiiunicar ]
eileni'ia *
principio
., seuool*'
nli. ii" ''"
... Irali.illi'1"
esliver esper*'
,1.- ro.1 uiiiii o on,,s, ,|u, ...... .*..- .
.....ia- pi escoles cl.uuulu,segoiMe-b o que ucira
K\ it"ii Ano


mina a IcJ provincial n. 286 do 17 de maio.lc 1801.
_Oiiforme.O aecrel.irm. .
Antonia Ferelra dn .Inmtnao
_ (i lllin. 8r. Inspector da tliesour,iria prnvni-
...I cm riiioiirlMfiilo da orden) do E\ni. Sr. preel
IpuIc da nrovlnela do *< de junho prximo pasffl-
,, n,anda far p......co, que no da II de iji.no
nixiroii vindoU, pcrrinle I jimia da aneada da
l lliesc"""*1* ut lia irrrninl.ir. a (
lUor
liarla, c ha de arrematar, a quem por
ulirn do njude de Pjeii di1 llore,
".Vallada cm :I:I9*K W.
, na- que so propoitercm a osla arremtitarao
ri,;,,.,!..-jin na sala da sesaocs da mcems Jimia, no
jii cima declarado, pelo moio din, cumpoteiilc-
iiK'iile hauililada&.
A arrcmalarao sorii feila nn furnia dosarls. 21 c
^ Ja le provincial ii.JSfi.le 17 do matado IH.il, c
op atclausulM espeda mmIm copiados.
I, panii-uiislar so mandou nlllxar u prsenlee pu-
lihcir pelu l>iur0-
Secfoloria da Ihesouraria provincial do Prrnam-
|uico, de jullio de IMS.O socrclario,
Antonio Perreira da Annunclaco.
I liiitHild* etpeciaes pttra a arrematado.
I,* Asearas dcslc ic.uilo serflu feilas do conlbr-
.....l_i.lt- ruin M plantas e niramoiijo aprcsentailo
ne-ta dala approv.ioflo do Exm. Sr. presidonle da
i,ri)\ii"i.i. ua Importancia de II: I'JOJKK) rs.
,. Usas obra devcrao principiar no praio de
,li>i iriv,'-. c MllO concluidas no de de/ mezes, ii
,i,i,ii ,ciiformc a lei provincial n. 2>.
i.. A Importancia dcsla arrematarlo ach paga
cm tres preslacOea da mancirn segointe:a priinci-
r,,iliis,loiisipii"u.lus do xiilor total, quiiiidolivcrcon-
iliiidn a nielado da nkra ; a segunda igual a primci-
ra, depiiisde la\radu n termo de rcrcliimcnlo pro-
vi-orio; a lercolra linaliiiaiilo de un quinlo ilepuis
,1,1 reocliiuieulo clelinilivu.
I." O arreniilanleseranliriu.nla comniiinirar a
reiiarllcao il*a ohru pablicas rom aaleeodencia de
.aidias.'o din 0>o, em que lein de dar principio a
cvi'i ii' 11 das idiras, assim rom Iralialhar scmiidn-
mi'iile (luanle l.'idias, lim de quo possa o enge-
nlieiro cncirregado da obra assisliros primeiros Ira-
Whc* .- ,
j.i para itiiki o mala que nao catlver oapecincado
lias presentes clausulas seguir-sedia o que ilelernii-
iM ,i ici provlorial u. SMfde 17 denudo de 1851.
Conformo(i secretario,
Antonio Perreira da Annuncioeio.
1) llliu. Si. inspeclorda lliesmirariii pKiMin-i.il,
cm i'iiiiipriincnln da ordem do Evm. Sr. presidente
da provincia de Itl do corrculr.mauda faicr publico
lie no din t de agosto prximo vindouro se lia de
arrematar, peante a jimia da fazenda dn niesiun
lli('M,iir.ui;i, a quem mninr proco oflerecer, as duas
inopriedadeii ahaixo declaradas, i|iie le .un ailjutlt-
rada i Hienda provincial para pagamento do sello
de liei.uiea do linado Josi: llamos de Olivcira, lo-
in.iii(lie>e por b.i*e d'aircmalneao i iilerecimeiito
Mo por Jlo l.eilc Pilla Orligucirn da quanlia de
l.nntWUt) de, por ninba-.
I ni liliodenominadodo .Manuelun oslrnda da
l'.eilede I eba, rom casa do xivcndn, eoebeii.i. ea-
liili.ni.i,-en/ala, o arvoredos de dillcronlo- frulos.
I un inorada de casa terrea junio ao dilo silio,
ruin M'ii quintal c alsune arvoredos.
i!.|iii'ieinlenlos eie.nparecain nn dia cima indi-
(1,1,1 ao nielo dia,na sala ilussc"r- da nicsiuajunln.
i; |iara mmiar so mandou afiliar o prsenlo e pu-
blicar pelo Otario,
Seciel.nia da lliesournria provincial de l'ornani-
bii. III de julliu de 1853. 11 KM retarlo,
Antonio Ptrrrira tAnnuHCiaeo.
Blizario Inlonh doi Santoi, of/teigi daimptrtal
urdan ta Hoto, ntinlleiro tln tlr s. Btnlo t.i-
r:. t truzeirot convorouo com 'i owdalha oV
'f./,, .-loda cainponhn tln lluliin, copito le-
nenle ta S, i. inipoclot ti anenal le wni-
i-ittfui r capi'Mo o porto ti pnriHcia tic /vr-
ititiiiiiitni, por 8, M. i. c Coiutilucional, oue
Dmfuanletle.
Kaoosaber, que, em \irltidedo ailigo 7t do ro-
gulameolo das capilanfas do* porloa de r.i de malo
de Islit. iieiiliiuii.i peasoa empregada no Iraflco do
porto p.ideui nalilr |iarao umelrloaom que primei-
rainenleparticipe a eapitanllO lim para que all so
dirige* e logo que lenlia volladO|dara parlo a meama
eapilaiilado resultado; lieaudo oacepliuidua dcsae
ruiiip.irerimetito 00 pescadores,que houvcrom de sa-
liii ii.ii.inalio.e barcaceiros quaedirgeme oulroa
porlos.
Oulroulm. ne.....nn capilao ol Rlilrc de embar-
car ni nacional ou cslrangelra poder admiitir Indi-
viduo algumein ana Iripolae^lo sendo nacional aem
liillieleile capilSodo porto,em que mostr estar u In-
dividua qiiei de eiigajnmeulo emoutro navio ; e sendo es-
liaii.cli.i -ein un dueiimeulu doeunsiil do aua res-
padiva n.ieao, einque declare oslar desciubararadn,
c di, meuno capilfloau rorln, por onde conste nao
le ongajamenlo em oavlo brasllefro,
l.ui; (pie se observar algumn oiubarcncao em Do-
ria.....u,(iu slgnal de pedir sueeeilo, lodoso, pia-
licaae'capalaxeslrasj .i capitana do Porto c.....auai
laiicbas devidainente esquipadas ; do dia eoui o alg-
ual Id urna bandeira a/ul icada no maslro da capi-
lania. c de noile no signal de un Uro de peca.
O eontraicnlores serlo punidos pela maneira de-
signada nn; ti. do arl. ti. do tneamo regulamento,
Ijipilania do porto de l'crnainliuco, :iti dojulho
de IK.VI.Kli-.arin Antonio ti' Sanio*.
"'I' ...... ^-
ha^eaiciado prrelpio no espectculo, exaealando as
des agilidades :
Primeara parte.
1. llescalcar os snalose rucias.
2.* 'Amarrar em un lenco alguru objcclo o ali-
r,i lo-ba a qualqucr camarote.
3." Pegar em alguns ovos, que cilnrao sobre o
palco, levaodo-os mesa, os quebrar, e batendo
os com vinbo, os beber.
t. Tirar da alglbeira un relogio, e nbrindo-o
dar-llie-ba corda, e (ornar a fccba-lo.
5.* Trnebur e comer qualqucr vianda,
6 "
omeri .
Descascar para o mcsiuo llm una laranja
Segunda parte.
Preparar e lomar urna chavena de iba.
il.a Formar um cigarro c o fumar.
3.* Assignar o scu iiouiu e desenliar qualqucr
aiiiui.il.
4.* Formar un earluvo, com o incsmo carre-
-.ii.i iiin.i pistola o a disparar.
5.a Posto cm pe cnsaboar a barba, e n far ,
penleando depois o cabello.
6. Finalmente calcar as meias e sapalos.
Scguir-se-lia a represenlacao do muilo applaudi-
do vaudevillc
0 ISIS.hl.
No ilcsenipeibo do qual liimam parle alguns ar-
tistas dramticos, que gratuitamente se prcslam a
beneficiar um infeliz a quem a natural privn do
auxilio dos bracos. A sculiura 1>. Manoela l.ucci, a
Icspt'ilo de scus iecommodos de sado nio duvida
eonenrrer para o rninplcuieiilo de una aeco Io
meriluria, qiiaulo digna de louvor.
lie esle u cspecluciilu que o liencliciado ouereee
aorcspeilaxel publico, a quem supplica pioleeelo,
e protesta cierno recoiiliccimenlo.
I'i ineipiar as K boras.
< i. bilhetea ncIronMfl ti venda na ra
ettreita du Rosario n. IS, e no dia doea-
|>cctaculo no inctmo theatro,
AVISOS MARTIMOS-
... .';

Para nliccido lii o Araralx si do Flor tli ie 1
carga e pas cife n. 111, snueiros, Iral piiineiro .ni, i nr
I lll
t,l.i,!e o bem co-
\trurip0i |Kin ti reato da
na ra da Gauchido Bc-
PARA '> Uio DE JANEIRO
soiiTie a escuna Sodedode l-'clz ; recebo
paasafloiroi: Irai-so com CaolanoCyriacodi
ao liidudii Coipo SanlOi leja le mMMmes n
com oT;i|)iu Jn i|'.iiiii A. i. dosSnnlos.
PARA OAKACATY
Segooem poncoadiwo liiaicA/'/nro: que
cr carregaroo rdc paasagonit uirja-soa
Vigajio ii. 5.
Para o Rio de Janeiro sahin breve
brasiloiro aBoniQ....., ca|iilio l^opoldo Bou lo Van
na: <|ucim no mesmo i|uizer carregar ou emi
escravoSf pode enlciidei>ee <"i"> ce coiu
imoriin *\ Irmce, na rus da Crui n. 3t un cuino
lilocepilfloa bordo.
r.ua Lisboa itrplendo sabir rom brevMadc o
ii;. m
ua ilo
\ imlarlH
alarios
barca porfu
tercarrefiar
solado
I nara.
(rall
u ir ilc passnna
eonimodoa, ciileuda
in,i/ tic Aquino Ion-
I9i priiuciro andar,
ijin ni ni
ii.....-' '
ca&Filli
mi com
i nioHiia ipii
quo lein at
i consitiiiala
ii, ra <1o Vi
i capilfli
n.i
LEILAO
I.EII.AO' DE
Aviso aus
l.nihc ,\ Hidoula
(0 de cerca il- .o ar
acreditado nesls \m
derHe wn lotea a vo
limiles: oswsliorcs
voitar dcsla venda,
st'u- rorreanondenle
lao le lagar no In
ora |.....In.
AHAIIOS DE II'KKO.
senlioresdoeiigenlio.
ii/t ni leilflo no da 3 do asos*
idos de feno, do modelo bem
vincia ; < adverlo-sc qne se ven-
iludo il< coiiipradorc! c sen.
de eDsjeuho que qoizerom apro-
lovcm mandar assuas ordens a
i em lempo competente; olcl-
plcho da aifaudega, as 11 hurai
AVISOS DIVERSOS.
- Ei
DECLABACO'ES.
Ilr
tainas,
bolOcs
COMI'AMHA DE PAQUETES A VA-
POR Di: LIVERPOOL.
Espera-sede l.ivor-
poul o vapor iifjrii-
linti. oqualtiepoisde
urna demora de 18 lio-
na seguir, para o
B Janeiro e Monlevl-
iraia-se eom os coKsignata-
hiMiit' Vniilt.'tV Companliia, ruada Cadeia.
ASSOCIAJAO COMMEItCIAL DE PEH-
NAiKBUCO.
A direacan da associ:u;ao rommercial dcsla prac.i,
de riiiifuriiiidadi' ruin ns iris, ill e K. cap. Ililns
ealalutoi que a regem. conx ida a lodos os scnbores
socio- para a asscmldca acral que deve Icr lugar no
ili.i i de agOBUJ do correnle anuo, pelas 11 boras ,1a
manilla, na sala de suas sesscs, IVrnambiifo 'Jl
de julliii de ItCi.l. O secretario, Antonio Mar-
pu th .linorim.
(i conscllio administrativo, cm virludo de au-
ti'ii-.i nula presidencia em otlieliK,lc 12 do corren-
Icnici, ei de compiar os olijcclos seguinle. :
l'tira o !!. ialalha tic lu/niilaria.
n liranro liso, para caira-, varas IIK."i; bolocs
.ii-ii, trosas K; panno prclo, para |iu-
i ovados S. ; liollanda de Torro, covados 190;
pelos de ossq, srosasSS ; esleirs \~'i : sa-
p.ilo. de -ni,i e \rn 171.
a- peasaw, a onem eenvicr vender laca olijeclo,
Mneeiiieiii is suas propostas, cm cartas Tediadas,
acouipanliadas das ciimpelcules amoslras, na secre-
taria do ronscibo administrativo, eetabeleeido no
arsenal de guerra, as II) lunas do da i de agosto
pnlmo futuro. Secretaria du conselbo adininis-
li.divo, para rorneclinenlo do arsenal de guerra, -2~
ilcjulbo.ic is:.:i.wose de lliiln Ingles, coronel
presidente.fltrnarwo l'ereira to Carino Jnior,
regale secrelario.
Na MiWelegatia da fregue/in deS. Fre Pedro
lione.ilve- rallo varias pecas de ourn, prala e podra
que loram adiadas no teibclro dn Iraveaaa da ra
do Htilln ; (piem .liieilo livor a ellas apre enle-se,
que liando os aiguacs cajrUa Ido scrilo enlregues.
ReciTc, -si de julliu de l853.ta0.
II arsenal de maiiiilia, compra nodiaS do mez
ne agosto, ao moio dia, procos rlpaes da Ierra de
UiarnieSa), epedrade granito para lagear o novo
l.r!.in do inesnio arsenal, assim como vende una
|kii,..io de bolacha arroinoda. Betrelaiia da Insnee-
*H|......en.d de ui.iiiiibnile l'erunmliuco, HOdeju-
e de 1893.O secretario interino, Manoel Am-
Wotfo ia Canreieo Hailha.
ti consclho doulinlnistrncAounxnl,contraa no
.'a .1 dciiuo.to o seguinle : Tarinba^lc mandioca, e
"forncrinienio dedrogaspara os navios da ai mndn.
Wiproposlas ilcveinaer reguladas pelas Inbclns,
1 vendn estar prevenidos os loinece,lores de que se-
p> acallas as proimUa. dos gneros, que meil van-
Usen, iiilerecan a eronomia dn Taendn, embora li-
qne iluii,, o Torncciniento, o que nao prejudica
oniriirciiiicliln. Sala das sessOCS do conselbo ni-
taino naval cm lVrnambuco, :I0 de jnlho
O secretario,
'7,r,'.'oro Stiiiliago e itliieira.
um pelo pi-
crrcii. que nioriin ua
i na praca da !
t.i (ypograpliia precisa al
ii seu crvico.
t> Sr. Ricardo llias
ruado Apull.., queira n
le......loncia, liviana II. ti cS
mEKXKKXm
ANTIGA
BOTICA
HOHBOPATHICA
-^"53B III A HAS 1.III /.ES -SI.
Fundada por
GOSSET ItniOM.
F.sle eslalieleciiiienlo posaUO lodosas mc-
ilieinieniusai agoraoxporimenlados, tanto
Verso* que fea tuna senhora por oo-
CQsiao da morlo de san filho
Qual da roso o baHIo
Apenas desabrocbado,
To roubou a parca Impla,
O' nini lilho idolatrado !
T eras niinlia osporanta,
Mililul doce consolacao ;
Hoje verlo pranlo aanirgo,
Entregue a dr, a .illlue.Hi.
-Aos dccrelosdo Allissimo
Eu mo curvo revlenle ;
Prantear-le uaequiera,
Pois vives eternamente.

Mas cu nao posso deixar
He ardenlemenlc sentir,
He i limar ,i tila ,iii-cnei.l.
I ni passaincnlo carpir.
Son niullicr, cssa nini frgil,
No lenbo n reslgnaro,
i}iu< leve um Job paciente
Pos scus bens na privncAu.
Pcrdoai, summo lieos,
Meus transportes desculpai,
Dai-uie o esforz preciso,
A minlia dor consolai.
Acceila, lilbo querido,
Da inhiba dr a expes..',,,,
Por niiin Heos interceda
I i na sublime mausao.
i:o.vsi ltorio ioiiii:oihtiiii;o.
Gratuito para os pobres.
S No Itlt'.ll E, ra do Trapicho Novo n. Ii, fj
;.; segundo andar, na ea-a onde se acba o con- -,-
'' sol,ido france/. a
' O DU. CASAN IVA lein alierlo um novo
> consultorio no Herir, ondo poder ser pro-
I curado do mel da ale as I horas da larde, vi
; J5 N. II. As pessoas que n.lo forem pobres pn- 5
' !> garlo de ."i a trNKHI rs, pelo Iralanionlo que {.{
; Mo poder exceder de dona ine/.es. iieni de-
' '.') xerii o doeiile receber mata de Hincdicanicn- ;.;
;;:;'?:.:-;::^::;:::-::" :.:;--;:-:--::z:;:--:
A.lvdi,c ni Sr. JERHV I.VEAk, que lar-
gue o despre/ixel cosliime que, di/.eui, Iciu de an-
dar aluciando os engajados dos oulroa, eenffo talve/
lite ralo caro, romo j una vea em alios pnssados
iie elisin : pois. dixem, nao [aliara pravas do sen
pruccdimeiilu a esto respeile.
LOTERA lo RIO DE JANEIRO.
A 5 ilo uiiv. di- agosto, i's|itTuiiiis do
Bul ovi|iiir nocional conductur da lista
is. il;is cagas de Cnridade, que corren i
I "i di' jiillin, ospouoos bilhetes, <|ttevie-
i.iin ili'siu lotera foram vendidos imnie-
diatamente, eos que se ncham presento-
mcute u venda sao os da lolcria 15. lo
hospital ila Misericordia, por erro sean-
nunciou no ili,i 30, que a lista da lote-
ra I"), virin |ii'lo vapor mencionado ,
.suploslo que ato sejo possivel todava
nos s podemos asseverar que vira' a lisia
da is. que copiiti a l.'i i|c j 111 lio. Nonas
ultimas noticias nos nSodam aindo o dia
.ni <| a>- devin corre a 15. do hospital ;
pagaremos ospremios na raesmo occastao,
em que distriburmos as lisias.
Os Cai'li'lislas.
I CONSII.OltlII HIMOPATHlGv).
j Hua das Larangeiras n. 18 se
'& gundo andar.
19 ti Hit. CASAMiNA eonlina .n dar con
W sullas gratis aoa pobros.dasT al ao moio dia ; C-
lepoil de-la liora ib- as da lardo se achara ft
5
Armam-so bandeijas de bolos com pi
ta da Padre flurinno
ii SI.
1.0/IMIKIUO.
iiem livor uro coxiuhriro, e qu
ir das compras, e o quizer alugai, dirija
pe a tua du Iones n. II, ou .iiiuuiicie por este i>Tfi.
aga-w bem.
O Sr. Thuiuaa Times queira d.irigir-sc a ra
larga do Rosario, laja n. 6, a negocio de seu Inte-
resas.
JosBenlo Ferreira Uallbar deixnu do ser
caixelro de AuloAio Leal de Barros, desde 10 do
orrcnle niiv. de julliu de I8.1.
ft#A Kffl35
S llii.NSlT.'l lilil) Htl.Mt)E(lPATIIIi:()t;HA vi
S TL'ITOPAKA OS POUIIES.. |
j;; Nn cusa ainarella palco do f.iillcoio, priinei- 4,
S ro sudar, residencia do general Abrcu u l.i- '/'
ma. Este consultorio he dirigido pelo praprio ,",.
;; general Abren e Lima, e licite damsc eiinsul- ,
J'3 las'-'ralis ios pobres em lodos os das uleis
desde as de/ da ninnha al nina hora da lar- k
^ de. O mesmo senlior pido ser consultado
Si} por oulras.pcssonsa qualqucr hora do din ou 9
da noile. (g
3ea*j8; 3 r .'"
I o innato Ferreira da Silva faz publico que,
dcixou d. ser raixeiro do Sr. Jos lomes l.eal, des-
de odia 11 drjulho de 1853.
O ahaixo assignndo declara, que Irndo-sc dc-
senciiiiiihado una letra 11. I0K, que desla praej
remellen'no Sr. Antonio Francisco llamos, da Pa-
rahiba, da quautia de res til I^HJA, pelo mesmo se-
ubor nceila cm 2 de de/embro de IK-'id, 1 II me/cs ;
que dila letra 10 nchn seni vnlinieiilu algum por es
lar paga pelo respectivo aceitante 10 lacador; o em
ipialquer parle que apnsncer lira inleiintiieule mil-
la.J0S0 Pernandn Prente 1 ianna.
A "i do correnle julho, desnppareceu da ci-
liado do oiinda urna estrave de cdrprola, balia,
magra, feicjlo descarnada c bstanle lela, com ida-
de de III anuos, punco mita 011 menos : levoii ves-
tido asal de rniiiumii nmnrclln o panno dn Coala
azul: roga-SO pola as autoridades poliriacs o capi-
iie- dn campa a ana apprehenslo e entrega na mes-
nia Oliuda, 110 V'aradouio, 110 sobrado do fallecido
Jnnquin, ila l.igoela, que ser recompiisado gene-
rosamcnle.
.Miliap llorues 1.'cIumi embarca parolo Itio de
Janeiro os sus escmvos Pedro, pardo e Annn, ca-
lir.i.
Prerisn-sc alugsr umnprcln, cscrava, quesai-
h.i eo/inbaro diario de lima casa c comprar na ra:
na ra da llova'11. II.
: [: m !'': ,
CONSULTORIO IIO.MI.OI'ATIIICO. ^
ai
1
iberl
Novo
um
I!, se- ':,
|,i-
8
i
na Europa com
lasmarliHiasda inv
Carleiraadc llul
riaveis. coiiTonue
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ule do
I, e preparados
do Ilr. .Mure.
snl IIKI. porpreeo
ualidade das cali
ledios e suas dvm
pe-
25:0001%
{ dHA CARTEIRA
C-3( rentcdiM liomopalli
>|iii/(?ri'iii
Jirina ; r
i clinkoti.
iiiilrli.lt
ii patlio
un ti* ;! nrinripacs
-citnlirii-tlillrrtMili".,
1.1 ou nriiirlninnlcs i|ue ^e
cr ilavcrdudcdanovamo-
illrin tic lim ilo* CAlUClllOS
enesia Tubou avulsos. rada um ) .
Iniini.i vir Imloaosincdiramciil
1
11,1'
-Va nit^niii bol ira i
un arande sorliitien
Ktici e hraucci, o cm
reMario [tara cstml
Hila
. IS000
is cm ii 1
, "IKK! ,
ha Kiiinro
le li\roa em porlu-
in ludoquaiilo Ii** ne-
e |n.iiiri ii,i homeo|Ni-
nlr
le IK,;[.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
"_'f|'ivlactlliiaiiiiiini-iailii |.ui s.ihlin-
''" '" do eorrcjite, embnebeib re Ha-
noel deJess l'rii/., pot eirciiiiistaocias
""pievisia,, r/mio 11 molestia de 111B dos
'"l""1^ il[;iins arrunjos internos do
''"'i'<>, lir, iiaiisl'.Tido para
OlAHTAFKIItA 5 MAGOSTO VtmZ.
,.,",'l,""ide unu es, t|,i,ia oiiverliiia. desempeiiba-
._'', la orebejlre, de que he direc-, _
" o hbil anua o Kr. Tliemloro (Iresls, dar o I de pal Jas I si li
cal
&ivBs& i .;m%jm.
Das sote pura oito horas dn noitc d
dia ."indo jiillm prximo pnsstido, perde-
'iu-sc mis autosciveis iinipouco volttmo-
sos, iimiIioh n'iiiu jornal, la rita du Au-
rora ule' o largo do palacio dogoverno,
emserriiimento dn ponte, rus Nova, Cres-
po v iclein : ijitrin ns adiar e o (jttzer
restituir i'io dosdoutores Aleniilonido; do Gerva-
sio, 011 ua ra da l'niao casa do OTO.....-
lu- puMirociiiesera' recompensado.
Desapparecea no dia i'i deludi prjimo pas-
udo o prrin Knvmundo de cor fula, rslalura regular
bolcoe gruaos, rendido de urna virillia potico volu-
mona; be rrioulo, mulla ladino, vlndo a 0 meses do
leil. rcinellido^io Sr. \is|,, pura o vender: lemh.ir-
ha cerrada, que lalxoz i leillia rarftdo: levou rulen
e caiuisa ssul: quein o pegar leve a ra Dirolla n.
st, quesera gonenwanienle recoiniiensado.
AGENCIA DE PASSAPOHTE, tlTI'LO DE RE-
SlllUNCIA E MU.HA CORftIDA.
Claudlno de Bogo Urna, morador na ra da Praia,
priiuciro iikI.ii ii. 113, lira passoprle para den-
tro, efora do imperio, Ululo de residencia para cs-
Irangeiros. 'c Iblna corrida, por commodo pceo, o
eom Inda prompliilao.
UslSNI roisde grnlilicac.lo.
Doabaixo as-ignado, ii" m dejiiiibn proiimo
paaiado, rusia umaenescravo do na^flo, do nonio
Sehnstiao, com ea aignaes seguinles: Jn Idoso, silo,
Corpo icTiirrailo, poma barba, denle, limados, |,
e luios Brotaos, anda e falla muilo descamado; le-
vou camisn de algodlo Moneado de lislra axul, c
calcado algodlo azul trancado; cojo escravo Tot
comprado i Srn. II. Marinnnn da Conceico Pereirn,
moradora uarua das Floros; e ha loila a cerina de
elle andar vagando pela Ba-Vlag..... aondu lein
sido ns mais \e/* agnrrndo: recommeiidne ns
iiitoiidade- polkiaes capiliies de campo a captura
do nesmo, a ser entregue na ra do Crespo n. 10.
JoteGonralre* Muliciin.
383S;:
dentista americano.
I). \V. Ilajnoii. cirurgiodenlista, contina a
a exercer aua prufissn, fa/endo ludas is n|iera- w
9 {Oes que forem precisas de qualqucr nalurc-
xa, tanto por fra, conm na aua residencia, W
;:; oude pode ser procurado o qualquc liara :
St nn ra dn Cruz n. 7, segundo andar, nn He-
; cife. i.'
Ia>>x9at8ff^f#
Jos Joaquion delivl ira, subdelegado da fre-
guetia de .'. Prci Pedro Ciinealves do HeciTe, ejui/.
ilc |iaidnprimeiro districto da mesmo frcguezin,
K-ba-M em evereieio, e.il.c llldleneiaii COiltillliain a
.,., nos nwsmea dial de
iib'delegacia das fll horas as i da larde, e Jojuizo (
k I TI
I no llecilc, ra do Trapi
." glllldo indar, onde lein
,v suiorin.
M .N. II. A-pi'isnas que nao forem pulir
:; gario deja --'il-'aitl rs. pelo ti .llmenlo qm
;.} iilo poder exceder do dous mezes, ncniilc
? ver o docnlc receber mais de H mcdieanien
tos.
r::: ':.::- :';:
Na ru.i da (loria n. 7
de mal botnein que euteuda de aliiupar arvoredo
iiasa-se bem.
A siib-iin,!,.'!... i '.leiras de instriircao ele-
menlar desla ridade inuiliill a siia residencia pira i
ra dn Rosario n. 38, onde conlrla a onalnar par-
lieiilarinenle : ns pe-soas quo se quizereni ulilisar
du sen |iresliuio, podrm dirigirlo a mencionada
casa.
Pre isa-se de nina i seiava para Tazer loibi o
servico em urna casa de puuca lamilla, e mesmo
para vender na roa : quema liver e qui/ei aliuar.
dirija-se a raa do Qucinuido n. 33.
.NOVA APOSTA.
K.lo leudo s. Esc. o Si. presidente da provincia
piulido, por causa da multa cliuva, aasiatir a primei-1
ra experiencia que so les no din 26 deslo mea, com
o carro inventado m-Io aliaivo assinnado, e dearjan-
do por scus pro|iriosollios apreciar o meriloda In-
venc.io, loi S. Bar, servido ordenar, que peanle S.
Etc. SO procedes-e Ii iiilcu a nutra experienii.i, ua
por de luais ilnperfciln estrada Af1 Oliuda. dirigida
por don- ilislinchM oiioulicirns dn provincia, ,,.
Srs. Ins.. Mamode o -Mello Rege: n resultarlo fui
cuino ao devin e-perar; e la" salisTnclorio para u | fr
ahaixo assiguado, que boje torna a repetir o desa-
lo, que j por esle Diario fea; com i nica dille-
renca que agora fur.i um cavallo levar no seu carro
(itl arroba-, levando o carra conipelidiir uuie.....ente
JO, IVin.imlni o, SO de julho da 1833.
Jone tln Mtiijn.
(i Vigario Antonio da Racha Vianna, que at
buje residi em Olilldl, esl.i residindn lio Iteiile, n.i
ra doCollcgion. 19,terceirn andar, onde poder
ser procurado.
Iloje, dopolsdn audl:
pi imeira vara, na repeiliva
28 ra das Cruzes 28.
GOSSET BIMONT, professorde H
luiiiii'iijiuiliia pela escola du Rio de |
Janeiro, contina a dar consultos dz
jj gratis us pobres, lodosos diasuteis, H
lias H horat ila iiiauliaa ale 10 **
^ meio dia.
t^mz / ,',
(Juem livor roiiTaarom rornando Bieber, Na-
ja de as vir receber at o da 30 do correnle mez
tic julho, na ra b Crui n. .
Vi fabrica ro, n. l(, precisare deolllclacssurradoreSt quesai-
bam hoiii a sua arlo, que omquanto ao ajuslu dAoso
olha a proco,
.Na luja ila IravetM dn CorpoSoillO. roiifronlo
ao lado do paco o. ti, prectw-so deoRtclaoa de aa-
palelro : foiu ou eaplivon.
Na loja da Iraveasa do Corpo Santo, conlronle
ao lado dn paco ii. -2\), c\slc um soilimenlodo c.il-
r.idos e axianipiilos para o dilo : veildc-M ludo por
precoa raxoavcisoa ronladodn comprador; nssim
como so u calcados de enconirocnda de lodas as
qualdndea, com asscloc promplIdSo.
Al A DAME ANGELINA I.IAIVEHNAY i\ COM-
PANUIA, ATEItRO DA BOA-VISTA N. I.
nvixam ao publico, o particularmente a seu* iic-
Lfoexc*i quo ellas itiujoioliiilo pelo ullimo navio,
viudo tlu l-'r.uiT.,, ;idR||ratiilo wrlimcnlo tic faxon-
i.ii cuino ricos vestidos de soda lavrada, mullo cncor-
|mio->, o to lodaa aa corv, vestidos deran bnrda-
ilos de malla, rom bnbados, paraiiulva. vestidos de
larltlana rom iros dallados bordados, Jilo decasaa,
dilode liaiiouo, ricos canesouH enfeitado com litas
capoline), romeiras do earibraia Irardadas, luvasde
pellica jouvin) do ledas as cores para Iramcnsesc-
;;:;;:. ; idioras,ditas deseda branca bordadas parasenliora,
dir quem precisa ntosdo todas as qualldadcs oda tedas aa coros, gran<
do sorllmcnlo do Iranias e franjas, aderemos prelos
para lulo, bicos francoxea ealretos, lenles do tarla-
ruga, Iwloia para vcstldosi espnrlilliosde lindo, ra-
irh/ tic lodas as corea, e agolbas francoias. Na mea-
macasa laiem-aovcslidos pura sanluiraa o meninas,
o vestuarios do qualqucr modelo para meiiiuna, poi
l>reco razoa vela
Pin ui-so i^ um t'o/inhoiro lialdl, para ra-a
eslrangoira : dirija-so ao Corpo Sanio, armascm de
Palmelra, i; I se dir (pie ne.
Josa Vasques rojea aos scus rredores, ipic no
praao dos das Uro aprosonlem mas coalas para so-
ioiii pagas: na ra da mtilri/ da lloa-Visla n. 51.
Mi memifl forma rogaa lodos os scus devedoraa, pa-
ra (po, ih> prato-do3U diaa lliaulislaeama Impr-
lancia do seoadcUlaa, para depois delfea so nao \.-i
na prccisAoda aaai contra os meamos dos ineloa que
a loi he perniitle.
i ,ist) AO COMmElicro
Ol iilt;i\iiis.sijii;i a Iraiiciiicar i todita ni clnsses em
geni Iseos Bortimcntofl e iizen-
dna por Imixoa nrfi
RA DAS CRUZES
ELEMENTOS
di:
HOJUEOPATHIA.
SAHIO A LUZ] A SEGUNDA EDI(A0
il'csla obra cmiiposta pelo professor liomupalha aiiKinenlaila, o 11 .li.ij.i de proposito para os priitcipiaulcs que quiercm 'de boa f expcritnetilar a nova
medicina.
PREIJO 0:000 RS. EMADERMDA.
N4o precisamos luje provar a nlilidado dcsla obra : a primeira edicto esgotada em menos do
dous anuos, nodei&a a menor dux ida neslo ponto. Esto suceesso iiioslraiido-nos que o plauo d'esles
il.lr.....iiiic e o HKi.l,] pelo qual lui seuuido loram geralmcnlo approxados, obrigou-nos a tazer nevos es-
iii ros, para torna-Ios rada xeii mais dignos do acolliimentoque o publico quiz ibes prodigalisar.
lie |K>is sem o menor escrpulo do coiisricnria, quo nos resolvemos a publicar esto segunda al i-
'..i". ilim do convidar o publiro a experimentar a uossa doulrina rorneceudo-llie os mcios ; nio duvidau-
do que, as pessoas conscietlciosas, que se eonvenecrem da verdade, prociirariio adquerir eonlierimenlos
mais vastos nos livros que so cslilo publicando, lauto na Europa, romo no Brasil. Sapienli tal.
Prestamos pouca allenrao i crllira que alguns doulores allu-liemopallias liaerain, tanto do nos-
so Irabalbu, romo da preparara dos nossos medicamentos ; esta h-aeco diminuta Julga Icr o dirciln de
maldizer de ludo quanto della no emana, e quer que so lome como palaxra do Exaugclbo ludo o que el-
la produ/. ; a uuieu resposta <|ue merece, be a seguinle:
\i< aliai.ro aitignado altetlamiu t/tir, leudo /rilo uto da* rarleirat hoinopalhica, eujoi
medicamento* leem *ith comprado* nu BOTICA DO si: MI Ol OMHET IIITIOV, ruadni Crices
^^k T^WtW^ em l'ernamtntcti, temo-no* tenida do tobredito* medicamentos, e tempre om o
maiifeli: retallado, uo leudo por h*o razlia dedeieonfiar du* prepartuilr.< rf dito ,s'r. isMMIKT
IIH1\'I tanla a tuaualureza e legllimldade. Oque affirmamos por ter verdade.
Oprolessi.r liomopallia l'raneiseo de Paula Carneiro l.eAo, Alcsaiulre do Hoguier, nadre Jnlo
do llego .Moma, Francisco Jos de Moura, ,\lniocl llcicrra l'ereira de Araujo Bllalo, Francisco Caval-
canti .Mliuqucrque, Jos Hiendes Carneiro da Ciinlia, tlcrniano Francisco de livelra, Jos Januario de
(jirvalbo, l.ui/ Francisco Barros llego. Ilr. Domingos Sousa l.eao, Vicente .1 u.liniauo Bezerra Caval-
canli, Panlaleilu de Siqueira Cavolranli Jnior, Ignacio lenlo l.uii Ferrar. Jos Soarcs Novel, I-eon.ir-
il" Be/eira l'.axalranli, Fredei ico Augusto Neves, I.ni/. Antonio Monlciro Cavalcanli, Manoel Vicente
-Vlonleiro Cavalcanli, Manuel Paula tliiinlclla, cirurgio Francisco Jos Bodrigues, cirurgiSo Sabino An-
tonio da Silva Oiliiilio, Joaquim Teixeira Peixolo, Jos Paulino da Silva. SchaslUo l.opes(iulmaracs
Jnior, Virginio Carneiro l.cao, Pedro da Cimba c Albiiqucrquc, Porlirio da Cunlia Muraira Alves, Ma-
nuel .Vilo de Sonsa Bandeira, Jlo Cecilio da Silva, -Manoel Clcmculo Calanho de Almoida, Sebastian
Antonio de Siqueira Cavalcanli, Joilo Carneiro Hmlrigiics Cainpello, Brai Carneiro l.eo, e Olivcirn
ll.iiluell.
A' esta lista linda puderiaiuns ajiinlar ligninas centenas de mues, mas be (al concurrencia que
existe em nossa botica, que impnssivel nos be recordar-nos dos nomos de todos os scubores quo se digna-
iiii boni.ii-niis com sua ciinlianra; iremos ciitiio colbcndo-os pouco a pouco, -ilun de que o Publico, uiii-
u |ui/ uesla materia, veja de que lado be o ebarlalaui'-inii.
AO PUBLICO.
- O desojo do sormis ul'l eulos il>s que padece iu al^iimns curermidadcs.qiie, apr/.u- dos esluroos da medicina se lornaiu, i inaior
parlo das wix**, rebeldes ao loimo e fastidioso Irulamenlo al hoje coiihccido e empreifado, nos aniniaiu a
('crecer aos naliilanlcs tiesta liclla provincia os mwssos serviros na arle de egra-las riulicalmenre por um
noto sj slcina, ainda entro nos (Icsoonhecitlo. Os curativos instan laos praliendos, i vista de muilosse-
uhores, cm pes-oa> cDidicriilas tpiosofriain do rhciimalismos e de nevraiias, entrando nesso numero o
Sr. Jos Leandro de (iodo) de Vascouccllos, um sarucnlo de um dos ImtailiOcs existoules nesla cidade.
do um esrravo novo malhodo da curar.
As pessoas t|uc sequierem Iralar das mol eslas, anaixo declaradas, podero dirifiir-se ao consultorio
do Santos Marques, na ra da Cadcia do Itofifo n. ID, do moio da s 2 horas da tarde, edas7 as 8 du
noile dos das uleis.
ADENITIS, iullaniacaodas glndulas. AltTIIKITE. dor as arliculaccs eom incluirlo inllamato-
ra, (pie se muda linaLiioiilo cm nos uolo os. CAIIDIALlilA, uo rom scnsac.o pressiva. (-UIMlAI.AI.lilA, dores de rabera con I inun ou peridica. DVECKA, durc/a
ilo ouvdo, pruvouienledc constipadlo oude rlieumalismo. IIVSTKIIIA (livpocondradas ntulhcrcs)s*uv
ceplibilidadc cvlrema do sjslenia nervoso. ODONTAMIA, dores do denles proveniente de rcsframonlo,
ou por DXCilacAp do ayslema nervoso. SVHII..MI S, /unido tos muidos com dvsccca. NEVRAXA, dore
nervosas. HI1H MTISMO. dor as parles musculosas e fibrosas. Klinnlmenlooulras molestias do ligado,
dos intestinos, espasmodicas c paraliiiras provenientes das suppressoes das funcefea e da anemia do svslenia
ncrvnso. t)s pobres wrto tratados pratui lamen le, aprcsenlando alcslado dos seusrespcclivs parorbos.
N. I!. I'oilfinos hoje nliancar que uenluim individuo, que solresse da gula ou rlieumalismo nos pro-
urou,depois da pubicarflodcste aununcio, (pie uno euconlrassc um alivio consideravel no primeiro cu-
rativo, o dalxaase de ficar comptetamenfe s9o no
ou fi.
Olerocc-sc um moco para ruixeiro do escrip-
ia outiuiro qualquer eslabelecimenlo, poique para
ludo lein fnlelllgencia : quem do seu prcslimo e
quitar ulilisar, annuncie sua morada para ser pro-
curado*
nos de 11 mu
a (liiilicim,
se njustur
OS, DO lli'-
|id';i OU UtlM (Ill7.n,
nn a pi'uxo, couiorme
nn scu arninxem dn
i
sala.
eivclda :
ni/n d
lein di
malar diversos movis por ovonic.in de Hmlliolo-
mcti Francisco de Son/a, nrovonieulc de alir-'ucl de
casa contra Joao Antonio (iontCS 'iiMinai.io-.
A possoa que uo da J do mes prximo pas- i-
sado, por esta fot ha ro ofToreceu pata caiaeirode os-
cripta, dirija-so i ra de Apollo n. i A, para halar
dosle neaocio.
Alufla-se um escravo de.....in dado para ser-
vonlodoobra, ou oulra qualquer oceunaguo, polo
proco do 9QO00 rs. por mea: na ra osircia do Ro-
sario, -ornado novo n. 35a
Proclsa-se da 3 a 1:00118000 do rs. a premio
por eaMcodc um anuo, sol hypollieca cm um pr-
diouesta pr.ica, paL'ando-M? o juros mous.ilinenlt*;
quem qulerdar! snuuncia para ser procurado.
.Na roa das l'riiii liciras n. I, esule ntllfl parda
ii- bous costiimosi v indo ha pouco da Varaea, a (pial
ta conhechuenln ile sua conduela, que so oflereca
para ama do casa ile liomcm sullcro, o sabe lacr
lodo 0 soi vico i::!'!""
i' Icpm nn- ?
II. llllItlIll'IOS Ijlll'
meado pos jornnes
ii-
ii.io
so eiitendc com o Sr. Jotiqujm
du Snti/.i Sermiio i'iii|iirj;iilii
cm iiiiiu i sello
mas siui com um luvrador un
IGirO ilo i'u;i'Ii!mi Pnulistn*
(i?)
A
I

2
v'V .''.';/-,,.V'.i: ./-/.';.' J.^l^^
Joan Alves de SoUSfl S mais dous henlcirus
osllojualos e conlraladoa para veiidorem o aen si-
llo, com nina peipieu.i casa de laipa j.i vellia ; ua
estrada ilo Arraial, foreiro; se ilguem sejulgar pro*
jmSlrailo nesta venda, appare^a oealcs 8 diaa os) an-
nuncie.
Pcrdou-M nosabbado, :!ti dojulliu, dastl bo-
ras ao mel dia, ta ra Nova a ponte dn Hoclto,
linas i.iie.i.decaaerulra, sendo nina prolaeoulra
rmenla, emba einbriilbiul.is em um leen de ,-biia
branco, com llores aziies c amarcllas: a |iesHNique
ii ilun, queira levar., Cambia do Carme n. 33, que
receber o valor das moamae.
Na na doQneimado, sobrado n. II, sesiiiido
andar, precisa-se de pessoas que veuilaiii faxenai
pelas mas,nao "(|mi si. couiiiacompaiiliaiido prelos,
dando cm qualquer dos casos dador, paja o. t jor-
nal, ou da-se inleresse hos wnhoa como couvier a
Dcaaoa que se quizer contratar.
Precisa-sede una ama forra mi captiva, para
o servico interno e externo de urna familia de duas
pessoas: na ra Direila n. lili, segundo indar.
Ka rus do Colovello, eaia n. 107, apronlam.
se bandejas comlionias armacSes eauperiorea bul
iiIhm para cbl, bolos do lodaiai qualidadea, pudn
ele.; Iiiitn por preeu nlniln inimnnilo
iiie.in.i
|iin;i iln Corno Santo, estiiiinn di
rini do Trapicho, n. 'tS. los- !
iriin Kookcr e\ Coinpanliia, uego-
cttinles iP-glczcs. Os mestnosnvi-
siii no respeitavel publico rjiieabr
rain no (lia "i do correte me/. ;i
snti luja ile lii/.i'tiiliis da rtiii ilo Qol-
li''m c Passcio Publico n. 13, d-
rimtl i pelos senliores .1
no de ruivn e Uanoel
iincir.i PitanRa, para
fl I""'
alacado u n ri'lallio
uj Yirliiri- r/j
ose de Si- fr-ji
vniilireni f^sS
Jtetfaitmb.
BOTICA CENTRAL HOHKOI'ATIIIliA.
II lll A li\si.lll7.i:s NUMERO II.
Nesla botica se eiiruulraiu os mais acreditado)
i'diramciiiK prepaiados cm l''raui;a, noeEatatlos
liiidns, no nio de Janeiro, c otn Pernambueo
Kxi-iem carteira. de medicamentos desde o proco de
li'-iiiin ale IJIHSI rs. colil'onnc o.......ero e M dv
namisaees dos luciliramcnlns, c a riqiie/,1 das cai
Sr. Fortunato ; na
ja do tbesoureiro;
dr
Cada v
Cada tiln
.v. /;. tis
mente usa i
ns preparad
i de Untura da .1. dvnaniisarao. i-IKKI
de lueilicaniculo .'.... IJOOO
medieainenlns de que mais rreipieule-
llr. Sabino em sua exlriisa pratiea, siio
s em Pernambueo, ilebalxo de suas xis-
'SlJBEmfESS&SnESX
Irot-a-'-e um sobrado novo de dous andar
fin bou ma, por oulro do um andar as seauinl
mas: CruXCSi Ouoimado, lladeia ilr Santo Aul
on estrella, paln do
IViho, rna da IIorlas,
lo dilo : ijiiem quiari
que se dir quemdi i
do urna mulhi'i ni
hito he, (pie nao |.
otiunar,
de nina
Lfvramcn-
rrimelras,
dii ija-so a
i......?oclo.
aiha en
odian
nio, Rosario lar
lo, dito do S.
CoHcglO e palee
esln i> nograpliin
Preesa-se
nao lenlm vicio
no alhein, o po
sarao e coainnar
solleiro, e (pie do flm
se mensalmanlo seis
circunulanctas dirija
Antonio, sobrad......
ccirolindar, ondo so achara com quom iralar.
Anacalo Josd de Mendnnea aljmaox'ii sobra
do >\.t ra dos Coelhos, na Boa-Vislg : a I rain
a (piahpier hora do Hia, la Cinco Ponas, casa da
ni i
l re
ira e limpa, 'lir
icba e nao peuuc
rotor, lavar de
casa de homeui
sua romlucla, pngando-
is: quem estiver ncslas
raa da Cadcia de Sanio
andares, il. lo, no ler-
Precisa se alugar^um negro, ou urna uegra,
pie saiba cozinhar: na na do Crespo n. ! arre
iVocisa-se de um foitor porluizue/. para um
sitio ncrlo de-ia praoa: ouem e-iivor nosto caaboi-
rlja-aea ma da Gonconllai rcfuiarao, juuloa Lilierna
da esqu ua quo votla para a cadcia nova.
-- |*racisa-se de um leilor oo IwrleUo, para Ira-
Lar ila harta do UN engenllO l na rila de Apollo
AMA DE LEITE.
Qaeo precisar i\f urna ama de icilo, livr.e c.scm
lilho, dirija-so i ra da Alcuria u. II.
O hepanhol Hanion Tubio o sua niullier viio
para Bdenoejv-Ayn
D4BUERBEOTYPO.
Tirain-M relalos Adaguerraolvpo na
i doyueimailo n. li, segundo indar, lain-
Irrm limpam-e os iiiosiiioh retratos, por ajar*
noaviaivebl (pie so achcm, entregando-oso
; artista em noVM rallas, o uto poiTeilos romo
lirados fiKseui na mesma ocrasio.
A segunda odenlo tos primeiros elatnaados pora
llcoada fflrocivili mais bem corrlglda o noresrentn-
la, uo so a respailo dojjue nllervn a le da refor-
i.ilai 0,1 nu. ionio acorra dos despachos, iulerlnniloriw e di-
tlnilivas dos julL'atloro-i ; ohra essa l,io inlorfvs.ii
las iminedlaUM, polo hbil pliarmaoeuliio hi. I'iies
llamos; porque a experiencia Ihe lem mealradoque
catea desenvolvcm nina ac(So muilo mus prorou-
la c eflleaii do quo os preparados em l'ranra, nu
em oulra qualquer parte, sendo osla eircuojlaucia
sem duvida melivaua pela dlflron^a doa climas.
Por osla raz3o,.o porque os medlcamenloa eslraln-
Beirua ao alleram mullo fcilmente sobo clima do
Brasil, sao laca medicamento* vendidos neata boti-
ca por proro- mais balsos (pie oaoulros, e muilo
mais baratea do que ei.....lira qualquer parlo.
A cerca, da superloridade dos medicamentos ja
botica central In......wpalliica, ra das Graxea, u.
II. exprime-so o Sr. Ilr. Iiomingos Lourcnro Va/
Curado doCrnaugt da maneira seguinle : a Jf.ui-
ii de-moea lubea cooalanlea "deaaalala ; naodcixa-
< re jamis de comprar os medioanioiilus da holi-
o ra central de ivruamliuoo, porque em enlude
sao ptimos; sAo milito hem preparados, iuijio
o qoeeatou salisreitisfimo, inesmo porque seue cf-
u lelloa n manlfeslnin immedlalamenle depois de
K sua applkacjo. Knlondo quo os soiis inediea-
h montos sSo os que maisconvem ii genio de lora,
a inie se ncha longo >h fonlcdos recursos. .>
ADVERTENCIA.
Para maior commodidade do publico ealabelecc-
raiii-so ns seguinles dcpositoi de medlcamenloa.
I'nmviin,
ta, n. 'ii), prinioiro andar, ooti-
r em lion.(copal hia, lleurique
Alono da llo.i-Vi
sullorlo do profesw
A. Chaves.
r//iiiirl-i.
,' casa dn
Si. .mullo ||. da
a r\n
Km Tedias de IV
s. lavora Indgena.
MADAMA ROUTIER M0J)IST.\ ll!A\-
t:i:/.A.Il A NOVAN.58,
lem a honra do avisar ms scus froguesea, ipie a-
cabado receber mu novo seriiinenio de fasendn, a
saber : cliapoi de seda da ptima nimia, uiaulclclcs
pii'iiis-i' do rorrs do ullimo uoslu, meias de algodlo
p.ii.i aenlinraa e nseninoa,dilasdo seda branca, bicoa
valencianos, de liloiid e de liulio verdaileiro, raiui-
.inli.is bordadas, lencos de seda, rhaiee, de Alpre-
lo lav railoi, Jaujas e lenrns prelos, e de cres. flo-
resprelas, pl.....as ditas, luvasde casamento, ligas,
romeiras c mMWuiloi bonlados, rbapi'-us de niassa
para masn*, Hlaa de ndaede velludo, sedss ds
furia corea, uros da uaptoa liso ,le lodas as riires, lib
le ludas as qualidadea, inanias pretal de seda a inii-
I,n; ni do bloiid, c mullas nutras faicinla, por prero
roninioilo.
II. l-ui/a Aunes de Andrade Leal o suas ma-
nas, l>. Senliiirinlia de As-era Hilauriuirt l.i.il ds
Hescndc e Tliereaa de Jess l.eal, lem iberio em sua
casa una aula para o sexo tViiiiiiiim ; ns pas r|iie
qiiiierem matricular leus Albas, liearlo lalisteilos
pelo aiiginento que ellas lenle poresludos, ro.....lu-
do que iucn a liaaedueai.rin : aa materias doensino,
sflo as secuinles : Icr, csrrcver rom orlliograplii.i.
contar, (rainmalica naeipttel, e arilltmetica ero.n-
ras.roser cbilo.lalivriiillios, bardal !.....la c de ma-
lo, de Isa. de froni c lalaiiarra, cacund c as ulnas
propriss do 'evo : prelcncfonles, podein dirii:ir-sc
,i i un le Saala Hila eolrtra Pagando n. 5,qucm
ini ,l,i ltilira segundo sobrado aope do de v.iiu
da enearnada,
LOTEBIA DE NOSSA SENHORA DO
ROSARIO.
As rudas dcsla lotera nulain nu dia I
-In. sejfl i|iial l'ur ii iiiiinri',1 de lii-
lln'ti's iinr liiinr por vendfer, e sse vm-
|M,uic,i iiuu mus sci v un un nu lll I I 1
na praca da Independencia n.JieK. i aera na prarn da Independencia, loja du
101 |.i limpiante- cm platica que Ibes servil .1 do liu
conductor
II
7TTWCT i
uu do Queimado, lo-
na tita do Lim'.init'ti-
In, liolira do Sr. Cluij'as, e na piara da
lloa-Visla loja do Sr. Pedro Ignacio
Raptista.O llirsoiireiro, Silvestre Perei-
r.i da Silva (iiiiinaracs
i AO riBLICO.
'^ No armazem de fazendas bara-
"- tas, ra do Collegio n. 2,
',!,) vendse 11 ni completo sort ment
5| de fazendas, linas e grossas, por
y preros mais liaiv.os do (|iic em ou-
.Vj Ira qualqucr parte, lano fin por-
^a (,'oes, como a retallio, nllinnrando-
j$ se tos compradores mu s pr;o
s^j para todos : este estalieleciinnilu
tf ahrio-se de combinaro com .i
maior parle das casas comnicrciues
ingfezas, frnnce/Jis, allcmasesuis-
sas, para vender fazendas mnis cm
cotila do (pie se tem vendido, 8por
islo oll'erecendo elle niaiores van-
lagens (loque oulro qualqucr ; o
pi'oprielario deate importante es-"
tiilielecimento convida a'lodos o
scus patricios, e ao publico em pc-
r.il, pai'a que veuliaiu (a' bem dos
scus ulereases) comprar fa/endas
baratas, no arma/.cm da rita do
Coll('|'io n. 2, de
!j Antonio l.ui/. dosSnnlos.
/ /;-'/"'/?isss
LOTUS IA DE NOSSA SEMIORA DO
LIVRAMENTO
As nulas desla loterhi audain imnreferivelmenlo
nrmlia :l to agoslu |iruiimo,.e os nilhele arlnun-
e a \einln nos hipare* scpiuiiles: rui do IJvra-
nicnlo, holit a ilo Sr. ('hauns : ra do (Queimado,
Irtjsi lo Sis. Muraos, c Silveslre ; |>ri; di Inda-
jiondoiiria, loja do Sr. I inluoalo ; i ua do^Cebugn,
liolira do Sr. Joao More ira. Jodo Dominyues da
Sitca, Ihosonrelro.
AVISO AOS SEN'HOHES DE ENGENHO.
.Alenlasas grandes vanlnzens namoapein de cali-
na, provcnieiilesdo ler os lamhores das moendaH
licrrcilameule lomeaxdos.oibaiie askignado rcs|>eilo-
saincnle lembr.i aos senliores do onuenho quo na
sua hri.ii'. m do forro cm PiVri de l'orlas se pido
|ierfeUineiilc lomear de novo mn jogo de Inniho-
ros, o aparar c eildireilar os denles das carTOtH com
lana presleza, que se pode enlrega-los no mesmo
dia, ovilando-sc assim o incoiivenienlc da demora
los carros eo Impela da inoagem ; assim conio quo
l mesma fundidlo so aclm sempresorlitla, mi dfl
novas niuonilas de diversos lainanhos o modelos, se-
nao lamhern do rodas dontadaii, lano pira agua,
romo para auimaes de lodas as propor^xOaa, a saber.:
volla poi volla, vnlla e quarla, \olla o Ierro, volla
e ineia, duas, Iros, quarlro vollas, ele., ele., c por-
l,nilo queqnaIqnor senlior de onuenho querendo ar-
relerar a sua nioeinla, a lim de moer mais MAM an
mesmo lempo, ou retarda-la*, almdeespremerniais
liquido da mesma ranua, pode sem demora es**ulher
as rudas conipelenUt* Kiuidi^jlo do ferro na ro
do l.iiini passando oehafaris. />. //-'. foumnn,
eiigenhoiro.
AOS DEMKS.
J. Jane, o linii conhecido dciitislii, lia ninis ilu lll
miiim- iii'sl.i praca, |kkIo ler |iruaajr. hura im sui rciiuencia,na raa IVova ii.ll, I." aiiiir.
ATTENCAO, IMCO HEPOSITO NESTA
CIDADR .
I'imlr Gaieneu, denlafa receben i^"a ilr-nii-
friccilo Ilr. Pierre, eala agua eoolieeid ano a rae-
llinr que tem aiinanriiln, < lem miiiliM elogios
(ouautor,I lema innprieilaoc rlieirosii e i'ii'si'ivjir das
Hiislo deaagradavel ijuo ,li
Bumn notaa tleslii u mu e
tea; lainliom se adiara r'
.1 .1,11-11 v.i.j.i.. ,i," ,1,'lllrs
ii. M>, -,'niniilti iiular.
Airciidi-sc ii in enwnho com 25
cscravos, 25 bois c 2"i lirslas, perto de
eaibarque, com safra pura ircsmil pfies,
i una gratule destacSo c Utna pflrijao de
roca niiliii : a pessoa que stepredio
pretender, dirija-se a travessu sWrua do
Vigario n. I segundo indar, atrillar
rom Antonio (jomes Pessoa Jtuiior.
I.ivn-se e euuuiiuna-wi eom awiu e |K'i feieSn:
ii" i'.ileo la RibeiradeS, JoS n. 15,
ilorrs d (lentes: lira o
cm cern o charuto, nl-
i|i ir.iitua sao siiniiieu-
ilenlifrire exiellcnle para
na ra larga do Rosario
J*


1111
t,.
SAMS."
SALSA P.4MILHA.
VircnloJosc tic tirito, uniro senle cin Pornum-
buro e It. J. 1>. Sands, thiuiiro americano, faz pu-
blico que tero chpuado a csl. |>rji;n nina sraude por-
i;o de frasco de salsa parrilha de Sauds, que sao
verdadeiranicitle falsificado, c preparados no Kio
de Janeiro, polo que se devem acaulelar os consu-
midores de l.io precioso talismn, de cahir neslo
engao, lomando as funcsln, consequeocia que
eempre coelunum Ira/er os medicamento lahiflca-
do e elaborados pela milodaquellea, que anlopoom
sous nlcrewe, ao, mates c cslrago da humaiiidadc.
l'ortanlo pede, para que o publico se possa liyrar
desla fraude e duliiisiia a verdadeira salsa parrilha
de S.ni.ls da rulsHicadii e recenleinente agu chega-
da ; o .1111111 n, 11 rile 1.1/ ver que a verdadeira se ven-
de uuicameuto em sua botica, na ra da Conceir.10
do Herir n. 61 ; e, alm do receituario que acom-
panha cada frasco, Iciu omhaito da primeira pagina
sou nome impresao, c se adiar sua firma em ma-
nuseripto sobre o iiivollorio jmpresso do mesnio
fraros.
4 Anda se precisa por oltiguel de una prcla,
cscrava, para o servico de urna casa de poura fami-
lia, sabendo faier as compras e mai arranjos da
casa: na ra de S. Fraucisco, sobrado u. 8.
Na rua da Aguas-verdes n. ti*, segundo an-
dar, cose-so com pcrfeiro camisa de bomeni, vc-
lido, borda-se e fa/-se labyrinllin,c loda mai qua-
lidade de costuras.
Paulo Gaignou, dentista
Pode ser procurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
l'OTASSA DAKUSSIA.NOKTK AMERICANA K
RKASII.EIRA.
Prcvine-so aos senhoics de engonho, que o anli-
go deposilo, na ruada Cadeia Volha n, IJ, arba-sc
prvido de polassa das qualidades cima, por en-
commeudas feitas rog-nlcmenlr, c que os prensan
limito razoaveii.
Precisa-se alugar iim sitio perto da
praca e quelenlia banbo perlo :quem o liver, dirja-
se ao paleo do Tere n. 1,2' andar, ou annunric.
COMPRAS.
f.oiiipra-sc nina porcAo de taboado de assoa-
Iho com uso : se alguem liver, dirja-sc ao aterro da
llua-Visla n. 60.
Compram-sc escravos, e vendem-se, reccbeio-
e de commissaO, lano para a provinria rumo para
fra delta; na rua dos Otiarlcis n. 21, semindo an-
dar.
Compra-so escravos, vende-se, rerclie-se de
i-omiiiisau. lano para a provincia como para fra
della: na rua da Comprn-sc um nicllioilo de flauta em meio
uso: na rua do Vicario n. 10.
Compra-sc una barrara, que esleja cm boin
oslado, ( sendo nova uiclbor) que carreguc .'10 a 10
caitas : quem livrr. aununcie.
Comprain-se 6 rollieres para sopa e 12 para
cha, de praia, sem o feilio : na taberna du Paseos,
rua do Rosario.
Cnmpra-sc de nina a Iros Narras paridas de
novo: quem as liver annunric.
VENDAS
No palco ilo Carino, quina do boceo da lluin-
ba, taberna piulada de verde n. I.'l. ronlinua-se a
vender inaiilciga inglea o francesa, a 180, .16U c
610 r. a libra, caf de enroco, a 160, dilo muido, a
200 rs., irriudoMaraidiaii. atOOrs., rhn bvsson. a
IfifjO, 1920 c 25210, lapioca. a 80 rs.. ladrillado
reino, a ''0 rs., velas de carnauba, a 280, ditas de
esperinaccle, a 720, bolacbinlias inglc/as, a 2IM) rs.,
lalasdc sardinbas, a 600 rs., ceneja branca c prc-
la, vinbos muilosuperiores, c oulros mullosgene-
iii,; c ufianra--e aos compradores seren liem servi-
dos, e liem penado.
Vcnde-sc una negra de narao, que conidia e
cusaboa bem: eiigoinina algiima ronsa e be upliuia
quilandcira : quem a pretender, dirija-te rua Au-
gusta, pnssaudo o liecco do Marisco, a prime-ira caa
lenca n. 9.
. Vendem-se 6 escravos, sendo 1 mualo pro-
prio para pageni, I nretode linean, ptimorozlnnel-
ro, I dilo para o campo, I pela para o iiiesnu ser-
vito, I dito quilandcira, c I cabritilla com ligninas
habilidades, propria para mucama por ler lido initi-
lo boa eilui'ai;lo c be recolbida : na rua da (iloria
n. 7.
Vende-se I boin cavallo com alsnns andares,
e osla carnudo : na rua da (iloria n. 7.
Vende-se un escravo de lucia idade. por pro-
co commodo: na rua eslreila do Rosario n. 20.
Vendo-*e una cscrava: a tratar na rua do
Colico n. I'i, -.cuando andar.
Vende-sc colla da Babia, de boa qualidadc,
em poican c a relalbo : na rua da Cruz. n. 62.
Vciidcni-sc 1 folbas de cobre para caldeireiro,
a700 rs. a libra : na prar.i do Corpo Sanio n. II, no
trapiche.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Iii'iipii PraegrA Coinpnnliia, na na
ra Cruz, n. 10, peceljeratn de novo ton
snrtimento de instrumentos de musir ,
como se am, (bullios de eliano em mi br-
mole la", com 4 chaves ; pistiies com sua
i nmjieleiite caixa ; flautas de l)ll\o; vio
loe tic iNHerentes qualidades, C eommn-
chinitmo ; assim como 2 violties riquis-
sinios. todos guarnecidos de madrepero-
v---------1
illllOh^fjJP^O:
iiaBr^mal.nu-
la ; Lamban recoinnieiidain osen aran-
de sor!Menlo de todos os niais instru-
nientos, tanto para orrhcslru, cuino pa-
ra innsica mili!.ii por menos preco do
(jtie emoiitra parle; sendo para liquidat
cotilas.
Voudcm-sc tres lindos pardi
i n.ipagem; urna pardinba o urna.
bem milito bonilas; c una niara iIlTlioniln finura
i: boa tavadeira: na rua do Crespo, loja dii esquina
que vira para a cadeia.
Vende-30 um cabrielcl usado, liem forle, por
JOO-nn'i rs.: no largo da issemblea n. 20.
CERA DE CARNAUBA.
Vrnde-se no Forte do Mallos, derronlc do arma-
/emdoSr. Joaquim l-'rancisce de Alcm, cera de
carnauba doAracal}, or menos do~que cm oulra
qualquer parle ; as-im como labyriDthos assenlados
cm boa fazenda, conslando de lencos, loalba c ro-
das desaia, ele. ele.
ALCATIFA PARA SALA.
Vende-se na rua da Cruz n. 10, um
lapete i-ande para sala, de milito honi-
lo padrSo.
Vendo-te una crioula, de 2i anuos de idade,
poucomais ou menos, a qual engomina, faz lodo o
servir de una rasa e cose : .na rua do Nogucira n.
2"i. segundo andar.
CEBLAS BARATAS.
Vcndcin-sc relilas novas a 600 rs. o cont : no
ujiazcm de J. J. T. Jnior, no cae da Alfandcga.
-------Vendcm-se suecas com (arinlla da
Ierra, de superior qualidadc, por com-
niiiilo jireeo : a tratar no trapicho do Cu-
nlia, ou na loja da rila da Cadeia do He
cd'e n. 2(i, esquina do beccoLargo.
COM TOQUE DE AVARIA.
Pecas de madapoln a I ,So00 e 2^000 rs
Na rua do Cres|io, loja da esquina que vnlta para,
i cadeia.
Na rua das Crines n. 22, vendcm-se duas es-
rravascrioula, engominaileira, roslurciran, cozi-
tdieiras e lavam de sabo ; una dita de nacSo com
n mesmas babilidade ; urna crioula de 18 au-
no ; urna preta de m;iu idade c um mualo de 21
iinno.
Vendem-se corles de vestidos da
la lina de cor, com 1 % covados cada
corte, pelo barato preco di- tjftOO rs. :
na loja n. 3, ao lado do arco de Santo
Antonio.
: Vcnde-se, para acabar, cera de car-
uatili.i de primeira sorle, pelo piren de
(i.S'jOll r$. a arroba : na rua da Cadeia,
ai ina/.iin de lijnlos n. 17.
REMEDIO PARA iitlAl.HADi:
Conlina a vemler-M este nereililado remedio,
Krjiarado'peh formula iki fallecido pliarmacculiro
Itasli'o Jos de llliscira .M.i'i'do : na holica da
rua do Rongel n.8, em frente do becco que vai pa-
ra oar-a'iial de guerra.
\einlr-M .i mellan l'ai inlia (jiie lia
un mercado, a 'i.s<)(>0 rs. asacca : na rua
da IV. ni n. 10.
A20KS., NAO' HA COISA MAISHA-
HATA.
Vendelp-M Denles pira prender Iranca. a -'" fk
rada un. c igualmente de oulrns diversas quallda-
dcs, qiiemoilo imilam a tartaruga: na rua larga
do Hosario n. 26. loja de iniude/.is junio a de
'Ut*' A VERDADEIRA.PITADA,
Vende-se o vordadviro rap Piulo Cordeiro(via-
jado), o igiialinente de Oasse, fino, grosso, c meio
grosso, nao csqucccnilo a legilin pilada do Mcu-
ron, asseverando-sc aos amonles baver scuiprede
liMlas estas qualidades o mal fresco e moderno pos-
ivel : na rua larga do Rosario n. 26, loja de miu-
dezasjunto a de louca.
PARA VIOLAO'.
Vendem-se muilo superiores corda- para vlello,
as mai novas possiveis : na rua larga do Rosario u.
26, tola de niiiidczas junio o de louca,
CAIXAS 1)0 ARACATY.
Vcndem-sc muilo boas oaivas para rape, feilas no
Araralv, e por preco milis baralo do que cm oulra
qualquer parle : na rua larga do Rosario n. 26, lo-
ja de iiiudczasjiinlo a de louca.
A 100 RS., ITVKI.AS PARA CALCA.
Vendem-M livolas para calca, do inclbor goslo
possivel, sendo douradas e praleadas : na rua larga
do Rosario n. 26, loja de riiiudcza* junio a de louca.
FARIMIA DE MANDIOCA,
Vciidc-S8 farinba iloltio pormoso,muilo superior:
na prensa de Manoel Jos da Silva llrag...... lorie
do Mallos, larco da Assemla n. I.
LADRILIIOS DE MARMORE,
vendem-se na Iravessa da Madre de Dos,
aiina/.em ])inlado de it'Ao.
TRANCAS DESEDA.
Vendcm-se muilo rica- Iransas de seda, propria
para eiifcilcsdc vestidos ; na rua larga do Rosario
n. 26, loja de iniudc/.as junio a de loara.
O 39,-A-
ronfronle no Rosario de S. Antonio......islanle-
mciile, vende em porrao o relalllO, bol.iclunlias.
biscoilos, cfuliasde farinba de Iriso c arariila, la-
las ruin dilas de aramia e de l.islna, cnivinlias de
madeira rom 12 ii desal por i.- rs. dilo em ii.a ."(20
rs. muilo novo, bolinbos para clli muilo linos e para
milis de I6(pialidadcs, \enilein--e de per-i ou.....s-
mo inisliirailos, cliorolalc de Lisboa, dilo cm pasli-
lluu peiloraes, laropcs pira refresco, arneiidoai c
cnnfeilos em frascos e a relalbo, capsulas ilc niel de
rosas, ludo por roiiiiuodo preco.
0 39,-A-
confronlc ao Rosario de S. Antonio, recebougran-
de porrao de balaios de Indos os lainanbos. c muilo
piopris para padariase vendas de pilo na rua. vn-
dc-se cada um de per si, du cm leroos, por comino-
do preco.
Vende-se farinlia de Sania Calliarina, e dila
de S. Malbeus, em saccas e mi-sino a relalllO, de su-
perior qualidadc, por preco mai roniniodo do que
em oulra qualquer parle : no ai ni.ucni da rua do
Hanscl n.26.
Vende-se nina casa Icrrea u. 6, na Sondado
dclronlc do cbafai i/, por pceo commodo : quem
quteer ifirija-sea ruado Pilar, a una ea-a Icrrea n.
7.1. ao lado diri'ilo, onde se Irabalbacm sapalos, oc-
la dila rasa saliera a dona onde mura para se Iralar
do negocio : na mcsnia casa cnsoiunia-sc c lava-O
licin. por prcro reuular.
PARINIIA DE MANDIOCA.
Vende-sc farinba de Sania Calliarina, iniiilnsu-
|ierior : no arina/ein do Porto do Mallo, no Itrgo
da asseinblca n. 20.
I.IAUUANAI'IIS IIKI.INIIO.
Na loja de liiiiinaraes \ llcnriqnoa, roa do Cres-
po ii. 5, vende-so suardanapos de linlio do superior
qualidadc, pelo baralissiuio prero de 28600 rs. a
du/ia.
Cl RIOSIIIAHK
vocabulario da liugua indgena geral, e o opsculo
a mullier forle, ou a- > iludes que a poilem for-
mar |H'lo i.....eso ila Se do Para. I.U1 llanoso de
Basto: vendo-te na linaria do palco ,ln CoIIcl-
ii. 2,e no hotel francisco, rua do Trapiche.
REMEDIO ESPECIAL PARA HORAS E
;avos SECCOS.
Eslc arredilado remedio preparado conforme a
vordajeira roccila dada por um ofllcial que milita
\e/.cs a preparoii que loe o finado pbarniareuli
ANTIQUDDE E SIPERIORIOADE
SALSA PARRILHA DE BRISTOI.
A SALSA TAKRlHA DE SA>DS.
Attencao'
A S.W.S.N PARRII.IIAKE IIIIISIOI. dala de
de INII2. e lem ron-lanlcmcntc manlido a sua IT-
puofo cm nceeuidaile de recorrer a pomposos
annuncio, de qu* as preparni;'ies do merilo podem
dispensar-so. O~ucccsso do l)r. RRISTOl. lem
provocado infinito invejas, e, enlrc oulra*) as do
Srs. A. It. I). Sands, doNcw-Vork, preparadoirs
c proprielario da salsa pnrrilba conbecida pelo no-
me de Sands.
Esles senborcs solirilaram a agencia de Sal-a par-
dilla do Brislol, o como nAo o podcssein oblcr, fa-
lo iraraiu nina imiliirilo de Urislol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. I). Sands es-
crcver.nn ao lli. Urislol no dia 20 de abril de 1812.
e que se acba cm nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brittol.
falo, \c
Nosso api eria\ el senlior.
Em lodo o anuo passado temos vendido qutuili-
dalles consideraveis do extracto de Salta parrilha de
Vine., e pelo que oiivimos diier de suas tirtUt
quelles que a lem usado, julsainos que a vendada
dila medicina soaiisnicular miii'fi'wiiim. Se Vmr.
quir.er fa/er um rom-filio eoinnosro, cromo que
no resallarla multo vanlagem, lano a ttoacomoa
Vmr. Temo muilo prazer que Vine, nos responda
sobre oslo assiimplo, c se Vine, vicr a esla cidade
daqui a um me/..... eousa semellianle, leriainos
muilo prazer em o vercni nossa boliea, rua de l'ul-
lon. ii. "0.
I'icain as nrdens de Vine, seus sesuros servidores.
(Atalgudoa A'. R. I). SANOS.
CONCLUSAO".
I.A anlisuidade'da salsa parrilba de Urislol be
claranicnlc nrovada, pois que ella dala desde IK:12,
cque a de Sands apparcceu ero IMS, poca na
anal esle droguista nao pide obler a agencia do Hr.
de Urislol
4
Urislol.
2. A siiperioridade da salsa parrilha
he inconleaujvel \ pois que nao ohslaule a concur-
rencia da de Sands, ede una parean deoulraspre-
p.u-an'i.-s. ella lem manlido a sua rcpulc'in em qua-
si Inda a America.
As.....nerosas experiencias feilas com o liso da
sal-a parrilha cm ludas as enferniidadcs originadas
pela impureza dosangue, r bom evito oblido nes-
la (-orlo pelo lllin. Sr. Or. Sisaud. presdanle da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Antonio Jos PeixOhMm ana clnica, eemsua
afamada casa do anude na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino de Olivcira, medico do eveicilo. o
por varios uniros nicdieos, pcrniillcm boje de pro-
clamar admenle a- virtudes ehlcaies da salsa par-
rilha de Urislol vcnde-se a OOO o vidro.
II deposilo desla sal-a mudoii-c para a botica
franeexa da rua da Crux, cm fronte ao cliafarii.
rUPDICAO1 D'AURORA.
Na-fuiidirlo d'Aurora arha-seronsl.uiln.....lie um
completo tnrlimenlo do machinas de vapor, lano
d'alla ni..... de batea pres-ao de modeltoa os mah
approvado. Taml......se apromplam de encom.......-
yicr rrma que se po-sain desejar rom a
eza. liabais miniar, serlo mandados
para asir amentar, e o* fabrttautot como i......le
coslumo alianram o perfeilo Irabalho dolas, c se res-
ponsahils.iiii mr qualquer defeito que pos*.....Has
apparercr durante a primeira salra, Mullas inarlu-
nas do vapor construidas ocle oslabeleclmenlo lem
estado em coiislanlo aervico netla provincia 1.0,12,
eale 16unios, caponas lem exigido mui insignifi-
canlcs reparos, e algumas al nenTiunsabaololanien-
le, accrcscendo quo o consummo do i.....busllvol he
mu mcoiisidcravel. Osaenliorasdeeugenho, pois.
colillas quaoqiici pe-soas que precisarem de nia-
chinisino lo re-pi ilo-anicHlc convidados a v i-ilar o
OSlabelcci.....nlo cm Sanio Amaro.
ARADOS DE IERRO.
Na fuidieao'- lie C. Slarr. A C
Santo Amaro aclia-se para vendei
do) de (erro de
de rapun. i
do Bi'iun u
Moinhos de vento
.dr repino para regar borlase liaixas
a l'iiuiliriii de II. W, liuwiuau: ua rua
0.

DAVID w I i.l.l \M iJOWMAN, cnRehelro ma-
rlinsla c fundidor de forro, mu respffltaBSfnente
iiiimiif ia aos sonlior f.i/pnilcinw, r MrapeHarel publico, qaeoLMVcstft-
Ifolorimpiiln de ferro movido por marhinn do vapor,
na rua do Kriini passando ocliafaiT, rontina em
etTertivo exerririo, ese arlia roinplelanifiili'nmiilado
com apparelhos da prinuia qualidadc para a per-
feila eonferrai") din matera peras de macliinismo.
Habilitado pan emprehender quaesqner obraada
sua arle, David William Bowman, deseja maispar-
lirularnienlc rliamar a allenra puhlira para as sc-
Ruin.cs, por ler dellas erando S4irlinienlo ja'promp-
lo, em deposito na mesma ruiidira, as (paos nms-
Iniiilaseni sua fabrica poilem competir com as fabri-
cadascm paiz e^lranueiro, lantoem preco como em
qualidadc de malcras primas o ma de obra, a
saber:
Macbinasde vapor da mellmr conslrncafi.
Moendas de caima para enseiibo-i de I.hIos os la-
maolHM, movidas o vapor por agua, ouanimaca.
lindas de auna, moinliosdc \ciil<) eserras.
Manejos indepeiidenles para cavados.
Roda*, dentadas.
v\'-,iiIIhh's, l.ron/esc ebumaceiras.
Ca ilboes e [larafusos tic lodo os lamanhfls.
Talxaa, parc. cri\*)se bocas de fonialba.
Moinhos do mandioca, movidM a ma oi porani-
maes, v prODMU para a dila.
Chapas de fbgaOe fornoa defarlnha*
Canoa de ferrO] lornolras de ferro ede bronze.
Bombas para cacimba e .le repuvo, molidas a
man, jinr animaos ou ionio.
Prensashydraullcas ede parafuso.
Ferragenspara navios, carro--o obras publica?.
Columnas, vanadas, grades o p Prensas do copfnr carias oscilar.
Camas, carros de maOe arados de ferro, ele, ote.
Alm dasuperioridade das suas obras, ja' BOTal-
mcnloreconhecida, Da\id William Hnwnian caanle
k mobles c fleJC-
a maueacta eonfbnuldado c
nhosremellldos pelos lonhoresqnese
RneHIie encommendos, aproveitando
ra agradecer as seus numerosos Bmll
a preferencia com quo lemsIdOpQT
e as-(':iira-lbe- que nan poupara esfi
cias para conliituar a merecer a sua c
dignaron. d<
aneca-i.m pa-
iis o fre^iie/e
riles honrado
rcosedillgeor
mlianca.
la de
maiiM
ip.ah|
pre
par
siuiei mr inialul
e.m
ara-
;elc
V.....
mai, di
lioiu pi
a rua (I
\
pal
* pi
i III
>P'
raplii
idos.
e lian
.o
dii i i .1
icar a seiiinle caria, pora pie elles se conven- .
do contrario: adverlindo, trae, o que se vende la Launa ci lt
olira da rua do Rangel u. Ii. n.lo he preparado ,-k|;i mil v lilin
Seba-liao .lose de Olivoira .Maecdo. continua a
\onilcr-sc na boliea dalia do Rangel n. < (pie faz
frenle para o laruo iRi Hibcira.
Em roiisripienria do annuncio doniesino remedio
fcilo polo Sr. Pclxolojj l'inlo, cm ipie decl.irain,
ijuco vendido na rua do Rangel n. 61, le fallo, mis
om deferencia ao respeilavel puMiro manili.....is
publicar a scuninle caria, naro pie ello
na bi
pe lo (le i anuo-, mas sim eonfonneseu
Kis i caria :
lllm. Si: Antonio t/tpti rf Sllea. Pernambu-
eo, l:l de julhode 1853.Tendo V. S. praticado
pharinacia com o fallecido phai'iuaccutico Selia-li"o
Jos de Olivcira llacedo, na provincia de S. I'au-
lo, c depuis nr-ia provincia proparava um re-
medio especial para buba, c ciuvos seceos, c como
cu o Icnlia ronliiiuado a preparar pela rcri'ila, que
\. S. fe/, n especial oli-e(|ilio de me dar cm agosto
de 1830, iualao ipieo fallecido proparava, por ler
lido preparado por V. S. muila, reoa, por i--
so rogo-lne o obwquio .le me declarar ao pr desla,
se he verdade o ler-nic dadoa reccila do verdadeiio
para bobas e i rams seero-, que o fallecido prepara-
ra, assim como conreder-me lirenr.i de usar de sua
rcsposla, como niernnurr, por rujo favor Ibescr
grato o mu amigo e criado.
Joaquim Miiriinlin Un cni: Correa.
Si: Joaquim Muilinli'i diiliii: Correa.Km
rcspnsia ana carta datada'do 13 do crranle lento
a di/.er-lhc que a verdadeira formula do remedio
para bobas e eravoeseccM preparada por inen ail-
an meslre o fallecido pharmaecutien Sehasliao Jos
do Olivcira Maecdo he a i|uelhe dei c cpie por niiin
fui preparada lano na provincia de S. Paulo romo
m -la provincia.
Podo V. S. usar desla minha rcsposla conforme
llic convicr e conlirmaiidu niiiiha estima sonde V.
S. amigo e obrlgado tope* d'i Silca.
IAIIIMIA FONTANA
de milito superior tiiinlidnde, ecliegndo
ltimamente a eate mercado: a tratar
com Manuel da SUVA Sanios, un caes da
All'ande^a, OU na rua do Aiikh'iiii n,
5G e ."8.
Vende-se mercurio dore cm cai\i-
nlias de duas liliras, em porgues e a reta-
llio, por preco muilo commodo : traa-
se com Olivcira limaos i\ lliimpauliia, na
rua de Apollo q. I l.
UOENDAS SUPERIORES.
Na fnndico de C. Slarr A Compnnliin
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas todas de Ierro, delira
inodello e conslriieeao mullo superiores.
DEPOSITO DE CAL E l'OTASSA.
Ciinba A Amoriin, receberam pelo ullimo naiio
de Lisboa barrilCOOl i a de superior cal em pedia
para o fabrico de assucar, e veiidein por menos que
cm oulra qualquer parle ; c para fcchamcnln de cen-
ias um rcslanlc de polassa americana : ua rua da
Cadeia di Hecifc n. 50.
.Na rua do Hosnrio da lina-Vista, Inberna de
Francisco Gomes da Fonwca, vende-te superior
oaiiii i.:.i inglexa, n.iw.
Vendem-se uiiendoasscni casca, de boa quali-
dadc por seren muilo novas, a 10 rs, a libra : na
taberna da rua largado Hosario n. 3U, quina.
Vende-M a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica l'rauce/.a, da rua
ilarau/, em l'reiile SO cliafariz.
DESENGAO
Loteria de Nossa Senhora do Ro-
sario.
\ endeni-so liilbcles, meios dilos, c cautelas da
inc-uia leleria. na prara da Independencia, loja de
calcado n. 33, c i ua do Cabun, toja de sirguciro n.
26 ; d'esla lotera audam as rodas no ilia l de agos-
to, Dqne qual for o numero de billiolos,
I'RKIdS.
llilbclcs ...... 1-.IKI
Meio,......-i
llecimos..... bOII
v igaumpa .... 390
Vende-se dore de caj neceo, a 100 r-. a libra,
diln de mancaba secco, a 3^Urn. a libra, dilo tle li-
mita seceo, a30 rs-, pos de sapolis bous de se uni-
darcni: na rua do llomlini, om casa"do abaito ai-
signdo.Manuel .\unes de Mello.
iinacia mull
.'idO.IMMrOKS
.-,IKI,7lKKI rs.. moa I
le lypu, muilo hem
lo de ferro e p iu: a quem con
. Cruxes n. -2S. seguudo andar.
'iideiu-seeiii casa de lc. I.alinoul & l>ni-
. na praca do Carpo Sanion, II. owguinlo:
iubo de Marseilleoni ranas do 3 a ti du/ia-. linhas
cm novellos ocarroleis, bren em han-iras muilo
grandes, aro de milaOsoriido, ferro ingles.
OLEO EXPRESSO DE HAHOSA.
O milis excellente oleo que lem tppa-
reeido para impedir a tpiedn dos caluj-
lot ede criar caspa, rclirsca a ealiei-ae
o cabello: vcnde-se mi run
Kecife, loja n. !>, precio de
SO rs.'
ROB I.AIIKC.IKI V.
O mico auloritado por deeitSo do cotuelko real
e decreto imperial.
Ol mdicos dos hospilaes rccoinmendam o arrobe
Lallerleui. cunos.....lo o nico aulorisailo pelo n-
venlo o pela Real Sociedade de Medicina, lisie mc-
dieamcnln d'um goslo agradavcl, e fcil a lomar
em serrlo, osl cm uso na mal iuha real desde mais
de tiO i.......s; cura radicalmente cm ponen lempo,
com poma despeza, sem mercurio, asaflee(oea da
pello. impiiEcns, as conseqnencias das sarnas, ul-
ceras, e os areidenles dos parios, da idade rrilir.l e
da acrimonia hereditaria dos humores; convom ao,
calliarros, da besiga, as conlreefOcs, o i fraquen
dos ornaos, precedida do abuso das inueeees ou de
sondas. Como anli-s\pbjlilico, u arrobe cura em
poueo lempo os lluvos recanes ou rebeldes, que vol-
vem inccssanlcs tein cunscipieneia docmpreaidaco-
musas
"'
DA UR ORA
C. (STARR&C.
respeilo'.uneiilo annuiiriam quo 00 BCU exleuso es-
lahelocimenlo em Sanio Amaro, continua a fabricar
com a maioi pCrfe(30 Q |>roni|ilidao,loda aipialidade
de maclllnlsmo |>ara o USO da aiiciillura, na\e.;a-
r.in e inanufacluta, o me pava maior commodo de
eus numerosos freguezea o uo publico em ueral, lem
aherlo em um dos grandes anna/.ens do Sr. Uesqul-
la na rua do Hrum, aira/, ilo arsenal do mai inlia,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo bou oslabeleclmenlo.
All acharan os compradores um completo Wril-
meiilo le moeudas de caima, com lodos o* inclho-
ramenlos nimios ncllesnovos coriginaos deque a
experiencia de mullos auno-- lem mostrado a oeces-
sidadOi Machinas de vapor de baixaealia press&o,
Uixu do lodo laiuanho, laido Inlklas como fundidas,
carros de mffo 6 dilos para ntndn/.ir formas uoassu-
ear. machinas para moer mandinca, prensas para ili-
to, (orno* de forro balido paru r.uiuha, arados do
ferro da mais approvada consimcco, fundos para
alambiques, crlvos c norias para fornalhas, e urna
iliflnidadq do ninas de forro, pie seria enfadonln
enumerar. No inesino deposito e\isle una pessoa
intelliflonfe e habilitada parareceber (odas as eu-
commendas, ele, ele, pie os aunuucianles ronlao-
do com a ca|iacidnde de suas olurloa* e nuMiinbtmo,
pericia de mmi.illi<'iaoa>,. escruta
iiformid
ui que II
perfeic
ou deaenlius
m a maior pr
lo com Mmodclos
fmem foniecidas*
l'OTASSA SI'PKRIOR
por
en
acli
ilruc
Vniilc-su por precio minio com-
modo, un rtrmnzera n. 7 de caes du
nlfundegu, de Jos Jnii|njm Pereira do
Mi'llo, mi no c&criptorio de Novaes i\
Compuiiliia n.i rua do Trapiclie n. t.
Nn rua ro andar, lem para vender diversa! mu-
sicas pura piano, violSo c lliiil,i, rnnin
8cjain,i|tiadrillins, valsas, rcdowas, sclio-
lickcs, modinlias iiidn iiKiiIrrnissiiiKi ,
chegado iln Um deJanciro.
VIMIO DO PORTO MITO TINO.
Vende-se superior vinlio do Porto, em
barrisde %., 5. f S.: no armazetnI; rua
do Azeite dr Peive n. I i, ou i tratar no
paiha. da ruhel......u das injeceocs que rcpTi
lamo virus sem uculralisa-lo, O arrobe LaUecleuv,
be espccialmeiilc recoinnicndadu coulr.i as doencas iM'ri|ilniio (Ir Aovucs i\ Lnill|iinlili, llii
involeradaa ou rebeldes ao mercurio eaoiodunlo|rna QoTi'anielicn.^V.
ao mercurio a ao iodurelo
do potasio. Vcnde-se em Lisboa, na boliea de liar-;
ral, e de .\nionio Feliciano Alvo, do Aievodo, pra-
radeli. Peilro n. 88, onde araba docheanr .....a|
grande porrao de garrafas grandes e peqi
dasdireel........lie del'aris. de casa do Sr
verdadeirosscllinsinalelM, a-
mello: oa roa daSeu/.a la co-
IjiITocIciiv 12
dam-se aratis cm casi
II. Pedio II. Hi. S
Ai-aujo;,ua llahia,
buco, Soiuii; Kio d(
.Moreira. loja de d
Ricbe, l'aii-.. Ol formularios
do ajenie Silva, ua praca do
Porto, em casa de Joaquim
inia \ Irni.io-,; cm IVrnain-
Janeiro. Rocha ,V l'ilhos, el
\illa-.No\,,. Jlo Pereira
aleocl
idas de um so
prias para una sala
da esquina que \ o-
da
le Hgalos l.eiie; Rlo-Grando, Pr
latinlo \l..
Vende-se redes tic
paune, de muilo bom gosl
decente : na rua do Crespo, luja
la para a Cadeia,
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua
Senzala nova n. 42.
Nestc estnljeleciment continua i lm-
ver nas completo sortimento Ir moen-
das meias moendas para engenho, ma-
cbinasde vapor, e taivas de Ierro liuiiiln
e coadO) de todos os lamaulios, pary
iliin
COBERTORES DE TAPETE.
,\a rua da Crespo n. Ii. vonde-sosuperiorc| cober-
tores de nlsodSo oscuro, proprios para escravos. a
'i,i. larjrjors. cI.tIlocada um. brim(raneadobran-
CO de Moho puro, a .VHI r-. a laca. FOrlos de dilo es-
curo, a iffiiio tiooo ,.,, corles dachila rom baba-
do. o hara.a tfOOO rs., leudo 13 eovadoseada um,
rhias c-ruras de ludas seguras, a lll. isa. e 0rs.
o eovado. notim pelo inaivo, a il-iMSI e3|CMN>, pan-
no prclo lino. 0 :l e 1*000 rs. o invado, dilo l/.lll
muilo lino, a 'e-un rs, o eovado, pecas de cainbraia
de salpicos rom 7 raras, a i e IgfiOO, a mullas mais
fazenda por menos preco do quo em oulra parlo:
na rua do Crespo, loja n. 0.
COBERTORES DE TAPETE
Escampara eacravos, a 900. l|00OeHkMOra.
na loia da esquina da i ua do Crespo mo volta para
i Cadeia.
Vendem-c vaquetas de lustre, para
rolarla du carros : na rua da Sensata
Nova n. V2.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O ajTano da invencao' do Dr. Eduar-
do Siulli' em Berln, empregado as co-
lonias inglezas *% hollandewis, rom gran-
de rantugem para o meUioramento.do
atsucar. arlia-sr i venda, em laiisdr 10
Ultras, junio ((Un o ii.rlhn.lo de COipiV*
ga-1o no idioma portugus, cm casa ilt
\. O. liii'liKi- & Gumpanltior, ua rua da
Cru/. n. 4.
Veud
Ion rp, ilo mola
"'ASTII.i.rta DE SOULI.
VEGETAES GOltTKA AS I.O.MIIliU.AS.
Approvadas pela jnnla central de hygioue publi-
ca, eproparadas |or J. M. Soull, pliarmacculiro
moinliro ulular da academia imperial de medicina
o da HOCedade de pliarmacla do Kio O nico deposito verdadclre deslas paslllliaa Im
eslabolecido pelo mesmo autor na boliea lo Sr. Josd
da Itorlia Paraiihos, rua llireila n. W, em l'ernain-
buco.
Desdo mullo lempo a arlo medir Cfllava f pro-
cura de um mediramcnlti que fo-sc lacllmenle ad-
mislrado s enancas sujellas Aa molesllas xcrmiiin-
sas, molestias leniveis que rondu/eui lodoaejS dial
ao tmulo um Brande numero dellas.
O sosto ocliclro dos anlliolininlicos empresadoa
i tantos obstculos sua a eremos ler [reslado um grande
do, e principalmente OSais de
ido-lhes um vejmluno, rfebalso
sem clielro o MUI sabor, quo
ate* hojo eram ouin
nislracjo; por ssi
aervico humanid
familias, annunci.
da rrm i di' paslllli
a como anlclminlii'o
intestinas. i.m
DOSSUe a an.ao a mais enerm
vermieldo contra* as loinhrign
brigat, txrytfras, rh\, ele.
A composifflo das parlllliai lie puramente vege-
tal. Oiiamlo cm IRl.i li/cinns a (al picpararo, livomos laoccrio da sua acr.io vermicida, que nlo
hesitamos um Inslanlc cm evperimcula-la om nos-
sos proprios fllhos antes do a fasor conliocer: <> eit'ei-
lo fui espanto-. >. eiofto do Kio ile Janeiro e da inair pJOVilICIas UO imperio
a conlioceram, &o duvidaram omproga-Ia cm todas
as molosllas vermineaas.
o ofleilo decas paalilhas he Iflo ccrlo me nao p-
poilc haver a menor duvida sobre asna ollicaria,
conm cansa dasopniOei de minios Ilustres mdi-
cos que aqalso transcreveuioa* Com (mo, cuino as
chancas eslo sujeilas i oulras molestias eujosayjnp-
lomas a8o quasl os mosmos das iDotesIlas veran-
las, aeouselhamos, nos casos graves, de consultar
mu I.......i ii da arle antes de administrar as tlilas pa
(lllias; nao quo ellas possam prodozir ateum mi
i'llcitu, porque nj sua compMiofJO nada oulra di
nocivo, mas porquepensamos mis (pie n'auaelloi
rao- pravos lulo aove adminlslrar-se remedia al-
gn, emqu&nlo a roolestia nao he perfeilamenle
diagnoslicada.
A JW da* pastilhas lie a secuinlc:
Duai a sais paalilhas emjejum, para as oriancas
de duus a seis omos, augmentando a dse gra loal-
menlo j.-.:un.l.i a idade. De der, a do/e paslilhai
para os adultos, o.dequinze a vlnte para as pee*
so.,, .le Irula anuo- pata cuna.
Ropele-iQ a mosina tloso tres das afios, e no quar-
id dia puile-se dar um porgante de oleo de ricino.
A'. //. Pndo-se ang.....nlar a dose das paslilbaa
Kom rcelo de producir irrilacgo alguma as vfas
itiL'tsii\.is; e m algumas vaos nao lia lombrigas aa-
puteas, pde-Se oslar corto que lo*lo o qualquer
sMiiploma de molestia verminosa lem desapparo-
cdu. (Segueni-se osatleslados dedWereule^ aw-
dlcos,
TRIESTE --SSSF.
lie rcccnrlieaadii mu rarragaraenlo da verdadei-
ra familia de SS.S ratninlio, e vende-se pormodiro
prero: no oscriplurio de lleano Voulc &Compa-
nhia, ou no, ,ou, armasen, nolicero do Gonrahcs.
CHAPEOS DE SOL, A 1*28,
na ruadoCreapolojada uMiuiua ouo volla par. a
Cadeia.
DOCE DE BACORV.
Clicfzou rcecn temen le do Maranho una pequea
porrflo deslo delicado dore, o mcllior que lia, lano
peta na eieellenle qualidadc, como por consenar-
so por muilo lem|io em perfeilo enlajo: vende-w-
em casa de Fonledi Irniin. na rua da Cadeia Velha.
A.sacia d. Eawi Maw.
Na rua do Apollo n. 6, armaiem do Me. Calmonl
i Companliia, arlia-se eonslanlemeulc hons sorli-
menlo, de laiaa de ferrocoado c balido, tanto ra-
sa como funda, ninenda, ineliras lodas de ferro pa-
ra aniniaes, aaoa, etc., dila para armar em madei-
ra de lodos o, lomando, cniodelosoMiiais modernos,
niarliina liorisonlal para vapor com forra de
|ra\allos, coco,, passadeiras de ferro eslanliado
para casa de purear, por menos preco que o, de co-
bre, escovens para navios, ferro nnlez tanto em
barras como cm arcse folbas, eludo por barato
prc^o.
Vende-se colchas brancas He sal-
picos milito cncorpndas, propria,para o
lempo de fro, a 1,000 rs. cada nina: na
rua do Crespo, loja n. 6.
Vendem-M rdogioi de ouro, pa-
Icnlc ingle/., os mclliorcs (pie teni viudo
a esle mercado, c do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Hns-
sel tlellors iV Compaidiia, na rua da
Cadeia do Itecil'e, n. 50.
Depo.ito d.i fabrica de Todo. ... Santo.na Babia.
\ eude-se, em rasa de N. O. Ilieber & (',.. na rua
daCrirt n. I, algodaS Iranead" d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar c roupa de es-
cravos, por preco comniudn.
Vcn.lein-sc meias elstica, mui proprlas para
quem padece de erisipela e por commodo prero:
na rua da Cadeia do Itucifo u. l.->, bija do llbur-
grd,
Oe.io.
Ven.Ie-sc-essoem barricas, ebecado uHiinamiie-
le : em nasa J. heller o Cciii[ianbia, na rua da
Cruz n. -Vi.
Vende-so proMinlns incle/csmuilo nnvos para
fiambra, lalaa com bolachlnhas de soda iagleza,quei-
le pralo, conservas muilo novas, semeules de l.
jos (le pralo, conservas nimio no\as. semeules ile lo-
das as qualidades de borlalire, cheuadas ullimanieu-
le: na rua da Crin n. I(>, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
FARELOS.
Vende-te no arma/.em do Sr. Aunes ,
lardo em saccas de 5 arrobas, por tne-
prect) do pie em outi'n qualquer
nos pre
part
v
\ llii.v PITADA DE I.I9BOA.
,- rap de l.isbna miiild Miporinr
lulo de
iterife, loja de
relogios de ouro e prota,
; na rila da Scn/.alla-No-
-aili
id
eiii-dininenda : na rua da Cadeia d
Jodo da Cqnli. MaKalhlcs, n.5l
A 5,000 ra. pequeos, s 5,500 ra. grande..
\eiiileni-se chapeos de sol de seda in^le/a de
superior qualidadc, pelos precns cima : na rua
doCollogion, I.
Vende-**
patente inglez
va n. VI.
l'OTASSA DA ItrSSIA,
Vende-Se polassa da Kitssias cb(
ltimamente! na na do Trapiche n, 17.
Vendi'-*e vinho da Madeira de superior qua-
lidadc eiuqii.-.ilose oilavosdepipa, por pretocom-
modo: nonrmaicmde >. t).Ilieber jj Compaonia
na rua da C.ril/ ll. 1.
Vinlios superiores de BuccIlaS
ibranro e de Colares [linio] em harria dequinlo:
vendem-se em vasa de J. Keller 4\ C.
Ainila exista urna pequea porrao
do ja' acreditado remedio contra a em-
briague)!, vindo do Rio deJanciro, ca-
charte a venda, na rua do Rangel, boti-
ca ii. Oi.
Vendem-se lonas, brinuo, brioso meias lo-
nas da Rsala: no arman-m de N. O. Ilieber A
(iuipaulua. na rua da Cruz ll. i.
Deposito de tecidos da fabrica $
de todos os Santos, na Baha.
Vendo-so cm rasa do Domingos Alvos
Mathcus, n.i rua da Cruz do Rccifc n. 53,
priinoiro andar, algodao transadodaquolla
fabrica, muilo proprio para saceos o rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
redes de pesoar e pavios para volas, por
preeo muilo coinmodo.
mmamm
AO BARATO AMES QUE SE ACABE.
Na loja da rua ib Crespo n. .'i, vcnde-se pecas de
chila, linas enm :ls covados, de liados padroes, pelo
diminiilo preco de ">-i'!l rs., c lili rs. o eovado:
esla fa/enda lomarse recnniiiienuavel pelos lindos pa-
droPse pannos muilo forles: alem desla fazenda
vende-M nutra, multas por baralnsimo preco.
Taivas para engenhos.
Na rnnilicaii' de Ierro de I). \V.
Ifowmaiin na rila do Hrum, passan-
do o cliafariz continua baver um
completo siii-iiiiu-iiio de taivas de ferro
fundido e balido de a S palmos de
bocea, as (piaes acbam-sca venda, por
preco coinmodo e com promptiduo' :
eml)arcam-se OU cnrre;aiii-sccin carit)
sem despeza ao comprador.
\ l-iil IIS. CAMA l M CORTE HE 3 l|
. COVADOS.
Na lija n. ."> que volla para a rua do Coltegio,
vcnde-se enres de raseuiiras de laa aalgodlo, muilo
Vende-sc'tamanoe do Porto para Iramem e iihora, a3aW rs. o par: nos quatro raido, da Bo.
\ isla n, t. l,to be para acabar, he peclnncli,
CARIAS PARA voLTAitirri:
Vendcm-se muilo .Ulteriores caria, para jogar m,|.
trele, por prefomai. barato da que cm oulra qm|.
quer parle ; na rua larga do Rosario n. M, W> t
miodezas junio a de kniCA,
Venie-sc orna rarro^a, prompla para boi, ou
cavallo: alialai na rua do Cabug. n. II.
Vende-w urna CKrava, crioula, de 2;.......
do bonita figura, engomma muilo bem, niiiW (
lava roupa, e ludo fai muilo bem : na rna do Gs>'!
Icgio ii. 21, primeiro andar, te dir que .ende. J
REMEDIO ESPECIAL PARA BOBAS El
CRAVOS SECCOS.
Conlinuam a vcndoMeasverdadciras e bem rom]
cciluadas pitillas para hnbn, ecravo, mcco,, n |Nb
lica da rua do Rangel ll. 8, cm frente dn berro qa.j
vai para o ,u seal de guerra, verdadeira coni|ioiip,.1
do fallecido pharmacculico Sebnslio Jiisc. de oy. [
veira Maecdo, dono que foi da boliea n. 61 da ms.J
na rua; o como na mencionada boliea n. 6isotVl
nba annuiiciado dilo remedio especial para Mbaifl
cravos secco,, dccluranio, so rcpcilavcl pulillr, :
desla cidade, wnhores de ongenho, e taendcir-l
me o dilo remedio au he o verdadeira do fallec.'
do, por io que n onico e verdadeira he o que le- J
mos vendido c conlinuainos a vender em nossa I.
lica n. 8; c para que o rcspcilavol publico se coa.
venen da verdade, rogamos ao lllm. Sr. Fraiiritr.
do Paula Pires Hamos, enmo leslamcnteiro dn falle-
cido Scbastio Jos de Olivcira Macedo, a bondad,
de responder ao pe dele, se o ren\edio que temo,
vendido cm nossa botica, lie ou nao o verdaduru di
rninposifaodo fallecidoc por elle ainda prepralo.
Com sua respostn muilo obrigado, llic lirnnios.
Peirolo S Pinto.
BATATAS NOVAS, a 1,800 o gigo.
Sao mais baratas pie ontra qualuitej
qualidade de pflo : vendem-se na traveh
sa da Madre tic Dos, arma/.em pintado
de ronvo, e no caes da nlfandegn, urina-
zem da esejuinn, del'i-onte do giiimlasip.
FARIMIA DE MANDIOCA
milito nova e de superior qualidade, tle
Santa Catbarina : a tratar com .Manuel
da Silva Santos, no caes da Allaiulcpn ,
mi no arma/.em de Antonio Atines.
WiSC ::S$ tt3*M
a^ Na rua do Queipiado n. 51, vcndeiu
f palos o Lo luis do Aracah pelos pftena a> %
0 uuintes: -spalos GIK) rs.,"c bolins a IJJUSIis. y
:: ;.-:.^V!.rS !<:&:### IJ|
Vcnde-se una bonjla cscrava, ilcJilaiuio.de
idade, com habilidades de eiigominar, eaiiahar c
coser: no aterro da Boa Visla n. Ht, Itgundo .iiiljr.
\rcnde-sc, por preco commodo, um cofre de
ferro : na rua da Praia ii. *.', ugundo andar.
Vcnde-se um escravo, rrioiilo, de idade -JS .a.
nos, pouco mais ou menos, proprio para quilipirr
servieo ; aasim coma urna eacrava infli do dila e>
cravn, de idade III anuo,, ponen mai, ou menos: na
run da Praia de Santa Hila, taberna u. I, defronlg
da ribeira do Peixc.
CAE VIRGEM EPOTASSA.
Vcnde-se polassa da Russiu e Anini-
cana, cal nova em peilra, vindaragora
a barca (ratidao, tildo damelhor ipia-
dade, que lem viudo ao mercado epor
commodo preco: na rita do Trapichen,
17, arma/.em dejse Teiveira Bnslu.
NO GRANDE ESTABEI.ECIMEMO DE
FAZENDAS BARATAS, DA RUADO
COLLEGIO N.2, E CBE5P0N.il.
Vende-se o melhorc mais largo panno
ile lindo de Allemanba, para ((iici'm's ,
que tem vindo a este mercado, coroOc
10 palmos de largo, pelo baratUaimopre-
ro de 2jt*00 e25O0 rs. avara.
ESCRAVOS FGIDOS.
rp.i.i.i-, e padroes mullo lindse modernos
baralo proco de Islll rs. cada um c-rle.
Vcnde-ao brim lomeado amarello, tinr
pnrulinlio, a liillrs. a vara: na ruado Crespo
pelo
, de
lija
Hr
LOTERA DE NOSSA SENHORA DO
IIOSAIu
Casa da Esperanca, rua do Queima-
do 61.
irinia. c na praca da Independencia ,
Fortnalo, c,l a venda um cnuiplclo
de raulel is c bilhotcs da lotera do Ro-
i rodas andam no dia li de agosto, ainda
me iflum billielcspnr vender.
Ililbelc,.........IWKW
. :?!"">
. l.-s-lf
Na casa
lojl.....Sr
snrliiiiciib
sario, cuj
Meios. .
Quarles .
Decimos.
-;ihi
jjOOO RS. O PAR.
Vendem-se sapalocs de couro de lustre, para ho-
meui, nina muilo boa. a 3*600 o par : assim
como dito, do lustre Irancezes, para meninos de 6
a lOannos, a 300n. o par, lodoadinhein
aterro da Boa Vlsla, loja de calcado n. junto a
selleiro. .
No arma/.em da travesa da Madn
lie lieos n. !), e no caes da Alfnndegfl n
I, vende-se fnrinlia de mandioca, nti-
Ibo e feijito mulatinho de superiorqua
lidaile, por Dicen conimoilo.
ni.ii mole, branca, que
los: na rua da Praia n
I*
~ MUTILADO
Vende-se urna podra
er\e para i pares de COM
, armasem. ; i
___Vende-te muito superior tarinna ib
S. Calliarina, a (iS'iOO i-a> o alipieire ve-
Ibo, u bordo do brigue Recife, defronte
doTrein.
VINHO lE COLLARES
Cin calas de una duiia de narraras: vende-sc na
rna da Cadeia do Recife, ll. IX, primeiro ailar.
Vende-e nina bonita eacrava, crioula, de elc-
uanle Agora, Bel, sadla ecomSi......atdaidade;
vcsio bem urna senhora, engomma omelhorpoaii-
\cl. CMOcblo, lai.iecii/inlia. vendc-se per na que-
ii i wrvir mai. a ^usaenliorcs: ua rua do Queima-
do, n. *. piiincini andar, ae dinqdein vende
No .lleno da Ibi.i-Visla, luja ll. Ii, .1.
Iiam-, acba -se a venda um realejo de va
inimii.i e campas, ede mui eiwllenie,vos
SOI.A U COI UOS .Mitin >
V'endem-se quarenn e lanos meios
naatrocanloe e lanos cuinos mludes
1 .K-s|.o ii. III, .
Mr. Ilu-
de /.t-
da iota e
na rua do
No dia -J8 do correle, ai 7 lloras da noilr, au-
senlnu-se ila casa do nbaixo assignado, iinnadof na
rua I miosa, una muala do nomo alarla, de dad.
II anuos, li;i\a e urossa do eorpo, eom baslanlaeli
ninb.-is no rosto : quem apprcbendc-la, enndu/a-a i
inciicioiada casa, que sera recompensado.
Mii.i miao Franritro Itegueirn Dmirlr.
Dcapparoceu em 1818, do Paral de Cam;ira2i-
lic, provincia das AlaRoas, nina muala de non.
Paula, com idade de 'JO anuos, pouco mai, oa luc-
ilos, cabellos cacheados, com alquil, panno, no |iev
eoco e pollos, boa lisura, c muilo ladina ; andan
calcado, be lilki lie Cururipc, e foi cdn/i.l.i |-<
mu pardo acabildado de nomo Cosme Duarlc llilici-
ro, muilo cachacoiro, cabello, cacheados, Itltn di
Paralaba do Norlc, o qual n conduzin para i
dade por Ierra, c aqui se pcrdcii : ha noticia cjil-
ui-.e i|iie ella andn em Sanio Anulo o Nazarclh
Im i o ie a revolucilo: pelo que, rooa-sc a Iwla,
auloridadcs policiaes e mais peswns parlicul.ir.*
que della llvcreni milicias, a niandem pegar c leii-
la a sen sculior, o abaixn assignado, na rua dn Vi- i
cario n. 17, que rcocberti de uralilicacilo a rpi.ml I
de inosKMlrs..ih/ohio Italdellarra*L
Desappareceu na madrugada de 7 de jullio,
de bordo do brigue Maiiannn. fundeadu na praia |
doCollegio, um escravo prclo, do nome lilij-iw!
Iiccrioiilo, natural do Maranbao, de idade laa-l
nos, pouco mais ou menos, bem prclo, be inariiiliei-1
ro do dilo brigue, e levou toda a sua roupa inclH i
ve japona e oulras roanas propria, de sen lerviefj
quem o penar ou delle der milicia, pude diri^'ir-sc
aolaroo do taupo Sanio ll. 6, casa do Manoel lina-
rio do Olivcira, quo ser rerouipeiisailn.
No dia l!l do corrcnlc desappareceu luna es-
crava denacilo ('anuo, de nome Antonia, Juladc 1 i
anuos poucomais ou menos, c allura reantar, ins-
lo comprido e beicuda ; levou vestido de eana de-1
ludada, o um de chila de palmas n/ues; por bliaj
e panno da Cosa ; quem a pesar pollera levar na \
rua da Sen/ala nova n.l, quesera bom ricoiniicn-
tadoi
Conlinua a estar, fgido, do 1 wlcnilirn do i
anuo de IHV2, o prcln l.ni/, de nato Caassaae, de .
idade de38a iUlannn,, de estatura balsa, dieiodo
roslo, tcm um signal romo de inii lalho na cspadul
dircila, c quando falla late com a linsoa nos len-
les; osle escravo tbl do Sr. l-'ranriseo de CanaNin
Paesde Audrade, he conbecidn nelo iininc de l.ui,
marimtia.por ser muilo apaivonado desle inslruuicii-
lo : quem o pegar leve a na da Concordia n. S
relinacilo, que rceebcr I0U9000 rs. do sialilicj-
cao
Desappareceu na madrugada dn dia 11 do |US*
sadu, dosilio do Canlicnciic, em lleberibe.....irs-
cravo pardo de nome Bernardo, naloral do do Ico, |ierleucenld a Viccnle Ferrcira ds CoS,
ipie o coinprou ao, stiiborcs Camiiiba i.V l'illios, i
qu.ie- o liouveramdo Sr. /os Pastor Ferrcira l.inia. i
rujo escravo lem os signaos a^uinlcs : cor clan,
acabildado, cabello corradlo, haWa cerrada, pe- de
papasaio, lem um dctcilo no cotovcllo esql!l 1".
que quando dobra o braco, sabe o osso. que fai dr*
liM-ado, lio de altura regular e sosura pro|Hirda.
nal, lie bem encarado c alegre, c reprsenla ler tila
:l."i,unios de idade: levou um raras, c unisonad
rom roupa de pagcni, jaquel, calca c rollle aiul,
roupa brama c de rucado para servico, una redi
e mu chapeo de pollo sem gobio : pede-so as animi-
dades policiaes. ala quem delle soubcr, o obseipiia
de o apprcbeniler c nianda-lo entregar a eu senlicr
no dilo siliode Behcrlbe, ou ao Recife. un arnia/cm
da eseadiuba, (pie alm de se pagaren! lodas ni (l-
pera, de sua apprchcnsan, sogralllirar gencrow
mente a quem o apresenlar.
Anda continua atar lugdo,devle l.'i domar-
en do correle auno, do cngciibo de Sanio Ainan-
nlio, fregne,ia i|p Varzea, o escravo SUvano caal
sisnaesMiguinlc,: levou camisa cceroula de alcml*1
da Ierra, reprsenla ler -21) anuos de idade, cara um
pouco larga e lalbada, allura regular, nao falla dc-
seinbaracado, be alsuma cousa lula c lem lodos *
denle,: quem o |icgar leve ao mencionado cngciilWi .
quesera liem recnmpci.sadodo MU Irabalho.
|ie-,i|..iieei-ii no dia Ii do colleule. dasill
nnde mora o Sr. Eduardo Fenton, na PiHsageav
da-Magdalena, o emravo de.nomo Jos Palie*1.
reprsenla ler III anuo,, cmado com a eacrava en-
oula, Genoveva, que representa ler .Vi aun"-: J
escravo be de allura reuular, grosso <\o corpo. I*1*
canillados para dentro, ralla uroa e ronquen na. I
mnilii resrisla o dado a valenlao, levou vislinocvi-
C. ecamisade algodao risrado amerieaun de Ii-1*"
ea cscrava ho alia, rarorcada, lem falla de dcni
na rrenle, e nina cienlriz cni o lado dircilo
boca, proveoicnle de pancada, fallas mancas,
o.ollio, nniliiii, levaran lodaa roupa que i"*
iulga-se Icreiu seguido a Mirada dn sertto doi"";
diod.iErigida, de onde foram do Major \ olea"-
Hoga-M por lano a loda- as autoridades polo>;
e capillas da eampo, aa as aprafcendam a os nw
a na dosOuaileis ri. l\ aundoandar, qu.n
rao bem rcconi|>cuMdo,.
.mi
.mi,
Per
wTf. tal. P. uTiU. -MM-
FG VFI


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