Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02484


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Full Text
fe-
^
I
ANNO DE 18.34
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SABBAO 12 HE ABRIL XLrViKR0.3(^.


ra>anr*^.3
>ubse.reve-sc nttnsaiuientff a 640 ress. adiantados. na TipoiT- fia
a> Diario, pateo da Mntrix >ie S. Antonio snlirado da porta tarta
onde ae receifi'in corretipomieticia*. e airune.ios: mik iitMw>.irfie
rail* sendo oit propino adueante oiuontu r. vi non UK8tHlkdos.
Todo agora depende de nf mesmo*. da nossa prudencia.-m
deracao. e. enera ia.' comiuhcinos romo principiantes c seremos
apuntados com admirarlo entre as Kareo mais cultas.
l'tvclimafttu rf/i tiemblen Oerui do lirutil
-,-z=i
Iiupvc^sci em penunitMico por a. 3!- De jHiranna faca'o.
OeEP^9-e* fj^=cra^g.rs==.
DAS da SEMANA.
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%/*^*'**/ %* %***/*%*. v%%-%*-%%*
Sahhado-'. ffermogenes-R\*m de m. eaud. doVig.
G. de t. Preamar a 6 h. 54 m. da m.
Dom.- S. Sulpioio Proamar as 7 h. 42 minutos
da manha
*** **'*%*'*** %%%%%* X <*%* *%% *. % X V%%< 1
%**/ **>%*.* *"**^**'^^
ARTIGOSD'OFFICIO.
Xlm., e Exm. SenhorA Regencia em Nome rlp
Imperador o Senhor D. Pedro 2., gerente do que V.
Exc. refere noseuoficio N. 1, e bem certa do patri-
otismo, actividades e discern ment, com que V. Exc.
se empresa no servico Publico, Manda declarar-lhe,
que convindo dar hum golpe decisivo para terminar as
funestas, e desastrozas consequencias na existencia dos
revoltozos de Panellas de Miranda, Aulhoriza V.
Exc. para laucar mo de todas as medidas, que llie pos-
sao occorrer, e parejo proficuas, tendo em vistas,
que nesta dala se expedem ordens aos Presidentes das
Provincias da Parahiba, e Rio Grande do Norte para
prestarem os auxilios scu alcance.
Dos Guarde V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro,
8 de Fevereiro de 1834. Antro Jos Ferreir de
Brito: Senbor Presidente da Provincia de Per-
n.imbuco.
Acampamento em Limeiras.
Respondiendo ao offieio de V. S. de 31 do mez
p. p. tenlio a dizer-lhe, que nao tem lugar o paga-
mento de sold, e ctape, que pertende para o piquete,
que mandei postar na ponte de Gindabi, por isso que
esse servico pode muito bem ser feito alternativamente
at trez dias cada piquete : quanlo aos nasses, que de-
vem aprezentar os Soldados, que por ah tranzitarem
serao assignados pelo Major Francisco Antonio Pereira
dos Santos actual Commarulante deste Ponto.
Dos Guarde a V. S. Acampamento de Limeiras 2
de Abril de 1834 Manoel de Carvalbo Paes de Andra-
deSnr. Juiz de Paz do Rio Formozo, Joze Luiz de
Caldas Lins.
Ao Exm. Commandante das Armas, rommuni-
cando-ihe que por ordem da Regencia em Nome do
Imperador te ve passagem desta para a Provincia de S.
Catbarina o Capillo Manoel Francisco de Brito, que se
acbava com liecnca na Corte, onde foi pago dos sol-
dos de Janeiro, e Fevereiro p..p. Em dala de 2 de A-
bril.
Ao Exm. Commandante das Armas, parleei-
pando-lhe, que por A vizo da Secretaria da Guerra
secommunicou ao Goveino, que a Regencia em No-
me do Imperador o Senhor D. Pedro 2. Houve por
bem naconformidade do Art. 8 da Lei de 25 de A-
gostudc 1832, Promover por Decreto de 21 de Fe-
vereiro do correle anno a % Ten ente do l.c Corpo
de ArtlIberia a Cava||0 de primeira Linha, o 2. Te-
nente do 4. Corpo de Arliiboria de pozieo da mesma
Linha Manoc! Rodrigues Gamboa. Em data de 2 de
Abril.
Com este reverte o Alvar de soltura do Bacha-
rel Manoel Podro de Moraes Vlaici, prezo nessa For-
taleza do sen interino commando, aoqual dar V. S.
inleiro rumprimento.
Dos Guarda V. S. Acampamento do Limeiras 5
do Abril de 1834Manoel de Carvalbo Paes de An-
di,leSr. Cipito das Guardas Nacionaes, Prxedes
da Fonceca Coutinbo.
Acando-me, como estou, neste Acampamento
oceupado na nerseguico dos infames salteadores de
Panellas de Miranda, Jacuipe, e suas immediacoes,
nao posso ir no prezente anuo lomar assento na Assem-
biea como Deputado por esta Provincia, e pira que
nao fique vago esse lugar, eu o commnnico aVv. Ss.,
a fim deconferirem o necessario Diploma ao primeiro
Supplenle, como compre.
Dos Guarde a Vv. Ss. Acampamento de Limeiras
5 de Abril de 1834Manoel de Carvalbo Paes de An-
clradeSnrs. Presidente, e IMembros da Camera Mu-
nicipal da Cida.de do Recife.
Illm e Exm. Snr.Para expedir a competente
nomearo de Auditor intirino ao Bacharel Joze Cauris*
tano Bandeira de Mello, proposio por V. Exc. em of-
fi'-io de 29 do mez prximo pausado, necesito que V.
Exc. me diga se existe nessa Capital um numero sufi-
ciente do OfbViaes para adianlamento dos Processos
Militares atrazados, cuja cauza den motivo ao Avizo
da Secretaria de Estado dos Negocios da Justica.
Aproveito cita oecazio para communicar a V. Exc.
que mereeeo a minba a pro va pao a medida por V. Exc.
tomada sobre a guarnico das Fortalezas.
Dos Guarde a V. Exc.Acampamento de Limeiras
5 de Abril de 1834 Manoel de Carvalbo Paes de An-
dradeJHm. e Exm. Snr. Commandartte das Armas,
Joze Joaquim Coelbo.
Com esta oecazio tenho a de recommendar muito
a V. S. que fica todos os exforcos possiveis para evi-
tar a venda de plvora no seu termo, como bei ja
reeommendado, e bem assim, que nao convinlia sa-
bir farinha alguma de mandioca, tanto por exporlaco,
como reexportado dessa Cidade ltenla a caresta,
que ba desse genero, e a necessidade de bavel-o es-
te Governo para fornecimento das Tropas em opera-
coes.
Dos Guarde a V. S. Acampamento de Limeiras 5
de Abril de 1834 Manoel deCarvalho Paes de An-
dra<](Senbor Doulor Juiz de Direito Chefe de
Polica, Francisco Mara de Freitas e Aibuquerque.
*v **,
Quartel do Commando em Chefe das Forcas eru
operacoes em Jacuipe 4 de dbril de 1834.
ORDEM do DA.
^jOwstando ao Illm. Snr. Commandante era Chefe,
7TT


(U52> \l{ -rf
por informadlo to Snr. Capilo Francisco Manoel
Accile, Commandante (lo Ponto de Baixa secca, que
ii3.' Companhia do ?. BatalhSo de G. N. al i desta-
cada, e da qual he Commandante o Sur. Gapito Joo
Paulo Percira, se tem conduzido com urna conducta
ligua de ser imitada, o que he devido nao s ao nte-
resse, que o mesmo Snr. Capitulo tem tomado pelo ser-
vico da Patria, como lo-bem ao grao desobordina-
co, e disciplina, a que se acho elevadas as prncas da
mesma Companhia ; manda por sso o mesmo Senhor
Commandante em Chele derigir-lhes os seus louvores, e
cordiaes ogradeci roen IOS ; esperandocontinuem da mes-
ma maneira para desta sorta fazerem-se sempre dignos
OB estima Publica, e servirem de estimulo a todos os se-
us companheiros por ser ste o efTeito, que as atoes vir-
tuozas devem cantar as A'mas bem formadas. Felis
Pereira Dourado, 1." Tee Me s ordens.
O
ORDE.YI AUDICIN AL A DO DA.
Illm. Snr. Commandante em ('befe, manda trans-
cr-evr o ofRcio, que de ordcm de S. F,xc. o Snr. Vi-
ce Presidente da Provincia, Re dirigi o All'cres Al-
dante (fOriens do mesmo Exm. Snr. ; para que le-
nhasun devida expcuco.
OfficioIllm. Snr.Tendo S. Exe. o Snr.
\ ice Presidente sido informado pelo respectivo Cirur-
gio-mor, que ueste Acampamento se ocha com parte
de ducntH desde que aqu chegou, o Teertte Joaquim
Bapli>!a Rodrigues, que se tem negado ao necessario
tratamento, com o frivolo preteslo, de que suas in-
f'ermid.idcs ( venreas) as sofre a 6 meses: julga S.
Exc. conveniente, que V. S., se digne dispensallo do
ser vico, e fazel-o regressar a Capital, visto que a inea-
pacidado fi/.ica, e moral (leste Ofucial o torna intil, e
pezado a Fazenda N. Eis o que de ordem d S. Exc.
tenho a honra de comunicar a V. S.Dos Guarde a
\ S. Acampamento em Limeas 4 de Abril de
1834 Illm. Sr. Joaquim JozeLuiz de Souza, Coro-
nel Commandante em Chefe das Forcas em operacoes
Joze Bernardo Fernandes Gama, Atieres Ajudante
de Ordens do Governo.
Em cumplimento ao mencionado officio determina o
mesmo Senhor Commandante em Chele, que o Snr.
Tenente Coronel Commandante da Brigada expeca su-
as ordens, para que assim se cumpra passando-se-lhe
a competente guia, e contando-se-lhe o sen veneimen-
to at odia de boje excluziveFelis Pereira Doura-
do, 1. Tenante as ordens.
(Diaiio d'sidministmeo.)
o
CMARA MUNICIPAL.
70/ Sessao Ordinaria de 12 de Marco de 1834.
c
RllESIDENCrA 1)0 Sr. OliVERA.
_jOmparf.crrao os Senhorcs Silva, Ferreira, Gus-
mo, Sotiza, e. Camelo, (aliando com rausa os Snrs.
Doutor Maciel Monteiro, Doutor Mavignier, e E>le-
ves.
Aherta a sesso e lida a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conforme.
O Secretario dando conta de expediente mencionou
hum officio do Juiz de Paz Supplente do 5." Deslriclo
das Cinco poutas parlecipando que linha tomado conta
du vara por ter marchado para Panellus de Miranda o
Juiz eflectivo, pedindo esclarecimento a quem devia
passar ao immedialo.
Oulro do Padre Joo Barboza Cordeiro partecipan-
do que tendo de relirar-se para a Capital do Imperio
a cumprir os seus deveres como Depulado por esta
Provincia, que auctorisaco deve levar dos seus cons-
tiluintes sobre as reformas Constitucionaes : ao Snr.
Camelo.
Outro do Engenheiro Fermino Herculano de Mo-
raes Ancora pedindo que lhe forneco os homens, que
devem trabalhar no levantamento das plantas, e jun-
tamente ao dezenhista, e papel pira as mesmas : que
se lhe responderse dizendo que declare a despeza que
deve fazer as plantas, e o imis que for necessario pa-
ra lhe ser fornecido.
Outro do Juiz de Paz do 2. Deslriclo da S. Cruz
remeten do os nomes dos Inspectores do seo Deslriclo
approvados, e reprotados, e propondo a hum Cida-
do para Inspector do 6. Quarleiro : que se lhe res-
pondesse disendo que proposesse outro Cidado das
Guardas Nacionaes doservico de reserva : e quauto
aos nomes dos Inspectores approvados: inteirada.
Outro do Cidado Joze Pedro Carnciro Leo par-
Iccipando que s podia comparecer para o juramento
e posse de Juiz de Paz do 1. Deslriclo deS. Louren-
co da Malta, na semana seguinte : que se lhe respon-
diese dizendo que devia comparecer no dia 18 do cor-
rente.
Outro do Cidado Miguel Correia de Miranda pe-
dindo escusa do cargo de Juiz de Paz do 5. Deslricto
de Bem fica : que se lhe respondesse disendo que le-
galizassecom documento a sua molestia.
Oulro do Juiz de Paz Supplente do 1. Deslriclo do
Collegio acerca das escolas de primeiras letras: ao Sr.
Gusmo.
Outro do mesmo parlecipando, que tendo de reti-
rar se para a Capital do Imperio ali ofTerecia os seus
servicos a esta Cmara, e que tem passado a vara ao
Juiz immediato : que se lhe respondesse que quanlo
ao oerecimcnlo que se lhe agradeca, e quanto acerca
da vara : inteirada.
Outro do Fiscal da Boa-vista aprezentando a corita
das despezad (titas com os concertos do assougue, cal-
cada da ponte, e outras despezas da mesma Fregue-
zia importando ludo em 14$680 reis : que se naftas-
se mandado para ser pago.
Procdeo-se a Eleicao de Juiz Municipal Interino
desta Cidade por ter sido eleilo o proprielario o Dou-
tor Fermino Pereira Monteiro Juiz de Direilo da Co-
marca do Limoeiro e sahio eleito com 6 votos para
Juiz Municipal Interino o Doutor Joo Paulo de Car-
valho.
Resolveoja Cmara que se officiasse as Cmaras Mu-
nicipaes da Provincia remetendo Ihes hum exemplar
a cada huma o qual trata do curativo da Colera mor-
bm.
O Senhor Souza fez a seguinte ProposlaAfilndo-
se o 3. Destriclo da Madre de Dos ocenpado por hum
Juiz incompetente, por isso que se acha juramentado
o immedialo Feliciano Rodrigues Selle, proponho
que a entregue ao mesmo Selle, e no cazo de impedi-
mento provado, que a vara se devolva para o Supplen-
te, que esta Cmara enlendeoser o Juiz do 1. anuo,
a fin de evitar-se autos millos, e esta ('amara ir co-
herente em suas deiberacoes. Paco da Cmara 12 de
Marco de 1834. O Venador Souzafoi approva-
da.
Despacharo-se alguns requerimientos e por ser da-
da a dora alevnntou-se a sesso. Eu Francisco Anto-
nio Rubello de Carvalho Secretario interino a escrevi.
Oliveira, P. PrezidenteGusmoSouza-Ferrei-
raCameloSilva.
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PAGINACO INCORRETA I


rr-T
~r



CORRESPONDENCIA.
I-
A
Sur. Redactor.
Leviandade, com que alguns senho-
r.\s pertendem so com a insercod'um ar-
tigo da Aurora Fluminense denegrir a re-'
piitacao do Dr. Jos Mariani, me obriga k
lanzar mao da penna para defFender aquel -
le probo Magistrado injustamente taxado
de Caramur pelo Redactor da Aurora. A
influencia, que e9te escriptor exerce hoje
assim na Corte, como em todo o Imperio,
fcilmente torna criveis suas asse^oes, que
sem exame se assoalhao como echo da opi-
niao publica. Tomando pois sobre mim a
deffeza do Dr. Joze Mariani pelas injustas
arguices, que Ihe faz o Redactor da Au-
rora, outra.ooisa mais nao ten ha em vista,
senao tributar o devido respeito ao patria*
aiithoridadeda Provincia, mais que nenhu-
ma outra obrigada vigiar sobre a execu-
9S0 da Lei, se fosse a primeira em infrin-
g! a ? Mas nao, o Presidente sustenta a
Lei, e empreganclo a persuasao consegue
dispersar a ajuntamento concillando d'esta
arte os nimos agitados: eis aqui por tanto
todo o seu crime. Quera o Redactor da
Aurora, que d'um golpe (talvez muito pe-
rigoso) fosse aquella associacao aniquilada;
e porque ? porque era composta de milita-
res, e urna d'esta naturesa haviaj a presen-
tado na Corte um carcter ameacador. Te-
mos por tanto que todas as Sociedades com-
postas de militares sero ms, porque m
foi a da Corte e neste caso aconselho aos
Militares desta Provincia, que se vao pre-
parando para a dissolucao de sua Socieda-
tismo e virtudes do Presidente do Rio Gran- de, urna vez que isto nao acconteceu em
de do Sal." sua instalado; e assim tero de ver premi-
A penas encetada a Presidencia do Rio ados os seus servicos sendo maltractdos pe-
Grande por est hbil Magistrado elle s lo simples facto de pertencer urna classe
viu embarazado com a opposicao, que se alias muito honrosa.
pertendia fazer instalaco de urna Socie-
dade Militar na Capital da Provincia ; e a
que fez o Presidente? b que a Lei determi-1
nava. Taes Sociedades longe de seren pro
hibidas, pela contrario acho o seu appoi
na-legislacao do paiz, com tanto que seus
Ainda mais o Redactor da Aurora cen-
sura o Presidente do Rio Grande por tera-
misade com o? militares daquella Provincia,
guando eujulgo, que com esta accao o
Presidente nao fez mais, do que dar um
justo apceo boa ndole e subordina^ao
membros faco a competente partecipacao daquelles bravos soldados, que desistirao de
a authoridade policial. O Presidente a nao
podia por tanto dissolver, principalmente
nao havendo contra ella ornis leve indicio,
pois fu sejio havra ainda instalado, en-
tretanto porque o Presidente respeitando a
opiniao d'esses poucos, que contra ella re-
presentavo, usou de meios brandos para
frustrar a sua instalaco, o Redactor da
Aurora o appellida Caramur, eojulga
connivente com os membros d'aquella asso-
ciaclo. Mas bom era que em tanto se fun-
dasse o Sur. Evaristo'para censurar Snr.
Mariani.
As provas da sua assercao sao fundadas
no testemunho decartas particulares viudas.
do Rio Grande. Ora nao h coisa mais na-
seu intento so porque contra elles apparece
a mais lev' sspita.
Continua o-Redactor" da Aurora dizen-
do, que o Marechal Barreto diligencia pe-
l9oes das Municipalidades em favor da
Presidente: ignoro para que Ihe^ellas sejao
necessarias; altao-lhe crimes, de que Ihe
seja preciso defFender-se, nao ser o de nao
transigir com retrgrados, e muito menos
contemporisar com anarchistas.
He necessario nao conhecer oDr. Mari-
ani, ou de proposito, como creio, querer a-
bocanhal o, para se dizer, corno fez o Re-
dactor da Aurora, que elle se oppozera aos
pblicos regosijus da Capital da Provincia
pelos successos de Dezembro na Corte. Nao
he de hoje, Snr. Redactor, que conheco o
Dr. Mariani, homem virtuoso, Brasileiro
tural, do que haver o Snr. Mariani adqui-
rido inimigos d'ntre esses, que representa-
ran; e de outros, senao d'elles, podiao ser decidido, einteiro Magistrado. Talvez me
as cartas vindas para oRio de Janeiro. Co- julguem suspeito, epor isso invoco em seu
mo pois chamarse Caramur ao Snr. Ma- abono todos os Maranhenses : ("nao pou-
riani, so porque tal o dizem os seus inimi- eos aqui existen^ elles que digo, qual a
gas -? quao reprehensivel seria a primeira conducta do Snr. Mariani durante o muito
flBM
ir
,


(i)
1
tenipo, que servio naquella Provincia ; uro
s* nao apparecer, que me desminta.
Estou por tanto persuadido, que, se o Dr.
Mariani prohibiu, que houvessem reunioes
para taes festejos, he porque justos motivos
lhe fizerao suspeitar, que de taes ajunta-
mentos resultassem desordens, enno porque
os pblicos regosijos dos cidadaos offendes-
sem os seus senlimenlos politicos.
A demissao do 1. e 2. Commandan-
tes dos Permanentes he um outro ponto da
censura do Redactor da Aurora, o qual, nao
sabendo dos motivos, que para isso teve o
Presidente, aventura, que tanto dera cau-
sa o liberalismo dos dois Officiaes ; libera-
lismo, que tal vez lhe fosse communicado
por essas mesmas cartas, que nenhuma pro
va.fazem; quando o Presidente pode em
Cpnselho dimittir qualquerdestes Officia-
es, urna vez que nao seja de sua confianza:
-e dado mesmo que taes Officiaes fossem tao
liberaes, como inculca o Redactor da Au-
rora, ainda assim a sua censura cabia mais
ao$ Conselheiros do Governo, e nao ao Pre-
sidente, que, como se sabe, apenas tem em
taes casos o voto de qualidade.
.. Nao sendo pois as cartas particulares vin-
das do Rio Grande ao Rio de Janeiro pro-
vas sufficientes contra o Snr. Mariani, ou-
tros j ulgo serem os motivos, que dirigirao
a penna do Redactor da Aurora na censu-
ra, que fez ao Presidente do Rio Grande
do Sul. Ku os exporei, e estou certo de me
nao haver engaado.
Ninguem desconhece, que o Snr. Eva-
risto se julga com direito a homenagem de
lodos osempregados pblicos, principalmen-
te daquelles, que sao agentes do Governo ;
por consequencia he para elle criminoso to-
do aquelle, que nao vai ao seu benedicite
receber as instrucces, que elle julgar con-
venientes : daqui nasce por tanto todo o o-
dioso contra o Snr. Mariani, que chegando
. Corte nao foi, como muitos outros, ao
beija~m~o do Gabinete, tornando se assim
criminoso de leso-amor-proprio. Nem se di-
ga, que eu quero com isto escurecer os ser*
\i90s, que o Redactor da Aurora h pres.
tado ao Brasil; pelo contrario eu os reco-
nheco, e por elles lhe tributo o respeito,
que lhe he devido: e somente quizera, que
a causa publica lhe merecesse mais atten-
9S0, do que os seus interesses particulares,
e que nao censurasse tao acremente um
empregado, so porque lhe nao lisonjeia :
isto he tanto mais pernicioso, quahto des-
gestando os bons empregados, priva a Na-
c.o de bons servidores.
Resta-me pedir de passagem aoSnr. Cor-
respondente da Quotidiana n. 129, que
seja mais circunspecto, quando quizer con-
vencer ao publico de ms qualidades de
qualquer empregado: assim como lhe asse-
vero, que se nao enganou, quando disse,
que o Snr. Mariani havia de proposito sido
escolhido para curar as chagas aberias nos
coracoes dos Paraenses; e que se isto se
nao effectuou, foi, porque lh' o nao permet-
tio a generozidade do seu antecessor. Ro-
go-lhe, Snr. Redactor, ainser^aodestas mal
tracadas linhas, com que muito obrigar.
11 m
Seo assigiante.
Jmprssa tm Pernambueo na Typografia do Diario. 1834.
i
T


^^M
m.
^^B
(1453)
Cunliiuiacao do N. 361.
Ai. he o pensamenlo fundamental da nossa lcgis-
laco industrial. Ella nao examina, se o melhor raeio
de procurar huma coiza, he cria-la directamente, ou
procura-la por va da troca, e fabricando outros pro-
ductos different'S: ella imagina, que qualquer com-
pra ao eslrangeiro he huma perda, como se esta com-
pra nao proporcionasse a sahida de alguns producios
nacionaes. Por efleito deste erro dcploravel, tem-se
conservado certas industrias huma proteceo, que as
torna hum verdadeiro flagelo para o paiz'. Tem-se
habituado os productores (Wiref.es procurarem nos
imposto* huma preeminencia, que elles deverio bus
car na perfeeao dos seus productos j tem-se collocado
nossu industria n'hura estado d'inferioridade relativa
mu grande a par de murtas industrias estrangeiras.
Nossasiodus ras privilegiadas, marcho mui pouco,
visto qe.c nao sustento a mnima concurrencia nos
mercados estrangeiros.- Nossa inferioridade relativa
depende em grande parle dos monopolios. A supe-
nondarfe dos HoHandexs no mar, e antiga baixeza de
priego da sua navegaco, depende da ligeireza do sen
cmame frito d'lmm cnamo exreflente, o que lhes
permute navegaren con menores equipagens : ora a
caresta da nossa navegaco depende principalmente,
.segundo os Negociantes de Brdeos, da carestia do
frrro. E$tacircunstancia he digna de seria reflexao.
JV auno de r83.1 so setenta e dous navio* francezes
passarfio o eslreito do Suud, noentantoque ahi se v.
rao 4,800 navios inglozes. Ora o Sund he a entra-
da do Maluco, e ocommercio do Bltico he o commer-
uo com a Prussia e a Russia Norte, eom a Polonia,
Socla ,je eslao quaz-i as nossas portas por aquello
caninho. He este a figura, que conven Franca ?
Indo esta dependente das grandes quesles, que
intersalo a industria. A paz, que nos deu necesi-
dades novas, nos impoz tanhem condicoes novas, que
lie percho aceitar. Nao so governa huma popuiaco
ftirrquecida de m.-quinas, nlelligcnte, activa, como
se_eli.iest.vera redu/.ida ao uso grosseiro de suas mos.
A proporcl que o |t.,p0 decorro npparcccm novas
perlr.,,;ue, que indispensavelmenteaccarrelio difficul-
dades. Se o homem d.srohrisse o meio de poder di-
rig r-se no r. Seria necessario modificar a legislado
dos pasaportes, e a das alfandegas. A simples natu-
ral.sacao das batatas na Irlanda nao hastou para du-
plicar a ponu lacio/leste paiz, e dar rudos oceupacoes
at SCU goveruo ? O translho opera todos os dias en
tono og.obo mudancas maravilhos as, que exercem
mis oulras parles re.ir.oes, que be nrcessario saber
prevenir. Na Nova ldbnda os condemnados Ingle-
zcs edificarlo huma Cidade de vinte mil almas, bri-
llante en luxo e etruipagens, n'bum lugar onde, ha-
va pouco lempo, vegetarlo alguns mizeraveis indge-
nas, que seoecupavo em apanhar lagostas, para pro-
ver n sua conservaco. As lans, que hoje ven desta
colunia, produzem alguna sensaco na metrpolis
hala principia n cancar se de pagar Companhia das
Indias hum impusto de 50 nilhues s pelo cha. Eis-
qui huma questo tambem muito importante: Ccm
uulboes d'Indios conlinuar.io en 1834, a depender
d huma companhia de negociantes, cu o quartel ge
mralheh.im velho hotel de Londres? banco de
lngLterra, esle colosso com ps d'ouro e d'argila, con-
tinuara gozar do seu privilegio ? Qnanlas razoes
pro c contra estas grandes medidas, donde dependem
miihSes id existencias E a econonia poltica oFerc-
ce soluces certas estas difficuldades.
Ella nos fez apreciar exactamente a importancia, bo-
je bom demonstrada, de certas circunstancias mal de-
finidas sobre produecSo. He deste modo que inn-
meras consrdera-ooes secundarias drsaparecerao em
prezenca do grande principio da facilidade das com-
inuncacSes. Recoirhc.eu-se immediatamente, que a.
criac-> d'huma estrada era sufficiente para resolver
tal problema, cuja soluco era nuito procurada. A
analyze dos factos tem mostrado que hum pinheiro a-
valiado em dous francos as florestas inaoessiveis do
Jura vala mais de quarenla no centro da Cidade, e
queem consequericia o estabeleeimenlo d'huma estra-
da dara hum immenso valor aquellas florestas. He
s suas numerosas estradas, que os Inglezes deven hu-
ma parte da sua superiorid' industrial ; e nos estamos
intimamente convencidos da necessidade de seguir sen
exemplo.
Nosso systema de canaes oflvrece grandes inconve-
nientes. Hum barco carregado de earvo de pedrt
gasta tanto tempo para vira Pariz pelo canal de Saint-
Quintn, como hum Navio para ir s Anlilbas, e
voltar. Alem disto nossos canaes nao sao navegaveis
no tempo dos grandes calores, e dos glos ; os ros,
(pie esto emeommunieaco com elles, espiavao-se na
primavera e no oulrono. Pira hum canal sao neces-
sarias compras considera veis de terreno ; no emtanto
que as estradas de ferro as poden dispensar. Se no
he permettido exprimir minha opnio sobre esta gra -
ve materia, direi, que a Franca cedo ou larde preferi-
r a< estradas de ferro qualquep oulro meio (le com -
muucaco. Com ellas a despeza da mo d'obra he
maior de que a do ferro ; ora aquella he moderada em
Franca, para conpensar a baraleza desta em Inglater-
ra. Naconbeco chefe d'obra mais admiravel do que
a estrada de ferro de Liverpool Manchester, onde
eu, nao ha muito tempo, andei dez legeas por hora
com menor emocao do que agora sinto, conlando-o.
Ex peden-se em Inglaterra regimentos de ('avallara
por esta estrada : os soldados e as bestas viajan junta-
nente e com toda a commodidade j e o Gobern a-
cha isto muito econmico. Fsta estrada, vnd.ideira-
menle mgica, alravessa riberos, valles, rochedos,
pantanos, e finalmente huma Cidade intera de
200:000 almas, por baixo dos seus soterraneos, sobre
huma galera Iluminada OJn 600 lu/.es de gaz. En
nao acreditara isto, se o nao ti vera visto ; (Caqui a oi-
to dius ahi espero voltar, para ne certificar novamen-
te.
Contmuar-se-ha.
II.
Publicacau pedido.
F.pois que estive eom Vm., esta manha, receb or-
(iem do Presidente para entregar oCommaudo da Le-
gioao Snr. Major Manoel Joze da Cosla, e como na
rdem do Da d hoje, fiz logo entrega, me nao compete
mais noinear o Conselho, que Vm., e osj seos colle-
gas requurtarlo $ por isso remello o requerimento pa-
ra encaminhar ao novo chefe da Lego. Dos guar-
de a Vm. Qnartel de inuha rezidencia 3 de Abril de
1834.Francisco Mamed de Almeida, Major do Ba-
taljio de G. N. do Recifc.-Ilm. Snr. CJiriatovio
Guilherme Sargento Ajudante do Ba tal bao de G. N.
do Reei'e.
Quartel da Legiau 0 de Abril de 1834.
Oudem do Da.
Ten do de responder a Conselho de Disciplina o
Snr. Captao Antonio Gomes Pessoa, em virlude da
reprezentacao, que contra o dito Sr. Cpito levarlo
prezenca de S. S. o Illm. Snr. Major Chefe Interino
da Lego, o Sargento Ajudante Cbrislovao Guilher-
me Brcckenldd, e primeiros Sargentos Antonio Leal
de Barros, e Joo Xavier Ribeiro d'Andrade, aquel-


(1151)
les do Balalhao do Recife, e*esle do de Santo Antonio;
o mesmo Snr. Chefe Interino tem nomeado para Pre-
sidente do referido Conselho ao Snr. Major Francisco
Miimede d'Almeida, e para vogaes aos Snrs. Capites
Prxedes da Fonceca Coulinho, Francisco Feliciano
Rodrigues Selle, Zacaras Rodrigues de Souza, e An-
tonio Prisco da Fonceca Coutinho. O Conselho no-
meado se reunir para suas sessoes no Estado Maior
do Corpoaquartelado na Fortaleza das 5 Pontas.As-
signadoAntonio Carlos de Pin lio Borges, Capito
com exercicio de Major da Legio.
I)
THEATRO DO RECIFE.
'Omingos 13 do correte haver o seguinte Espec-
tculo. Depois da symphonia lera lugar a reprezen-
tacao da prcao Castigo da Prepotencia, composta
pelo Escriptor liberal Luiz Joze Baiardo, e um dos
seus che fes de obra. Nella se v de quanto he capaz
o Despotismo, e ao mesrao passo, que ou mais tarde
ou mais cedo elle se aniquilla, c sao ellevadas sobre
suas ruinas, aquellas mesmas victimas inocentes, que
arrastavo os mais pezados ferros, e a quem elle in-
dignamente tyranizava. Finda a peca o Actor Hen-
ri(]ue Carlos e a Actriz Mara Joaquina da Conceieo,
cantaro, o DueloVon na Barca de Vapor.
Findar o Espectculo com a.Farca A paiteira
anatmica.
Principiar as 8 horas.
/%\-\\ **%
O
SUngo* tso Cozreto.
Correio Terrestre de Garanhuns parte hoje (12)
ao mio dia.
\%g~ O Correio Terrestre de Paja de Flores par-
te lio j (12) ao meio dia.
(LenDag.
Ma porco de barricas de assucar branco, e junta-
mente pipas e barrisde vinho p r n de superior qua-
lidade : na ra da Cruz n. 58.
^3* Vinho velho engarrafado ha mais de trez an-
nos, se va da de Lisboa a 120 reis a libra, se bollas em
porcao, e a retaltio por preco rommodo : na ruado
Rangel venda D. 2G, esquina do beco do carcereiro.
*^" Um escrato de Angola, rom mais de 30 an-
uos, Irabalhador de enxada bice, e machado : no
principio da ra do Palacete ein casa de Miguel de
Souza Fotites.
^^" Um negro mosso para todo o servico : no a-
terro da Boa-vista na segunda casa junto a ponte n. 2.
*% %-**%! A% ** V
u
Compras
,Ma correle de relojo, com sinetes e que tenha de
pezo como de 15 a 20 oitvas pouco mais ou menos :
na ra Nova armazem de trastes D. 34.
^C^* 2 cabras que tenho bstanle leite : ua ra da
Cruz casa de Jones & Wvnne:
<%,, ,,IV%V
?ertms.
M
O dia 9 do correnle Abril perdeo-se um Bilhele
de cobre da quanlia de 20$ reis passudo por Antonio
Joze d'Albuquerque, com ordem para ser pago por
Nono Maria de Seixas : quem o arhou e queira resti-
tuilo, dirija se a ra da da Cruz n. 57, pois que es-
tando os referidos Snrs. de inteligencia, fica dito Bilhe-
te completamente invalidado.
%V*V* %%%*%*
furto.
jT UrtarSo dois pares de botoens de ouro de punho.
cortados, tendo |um delles huma sida por detraz ; a
quem for oflerecidos os poder levar a ra do quei-
mado loja de Ourives D. 13, quesera recompensado.
/*%%%"%* *%>%
O
at)i?02i particulares.
Abaixo assignado tendo de fazer urna viagem a
Europa, rogaa lodos que liverem de rec^ber ou liqui-
dar contas o fcffo por todo o corrente mez.
Joze dos Santos Nunes de Oliveira.
^3^ Perciza-se de urna ama de leite, se for capti-
va melhor; dirija-se a praca do Corpo Santo n. A, 2."
andar.
$^- Perciza-se de um feitor, que saiba tratar de
arvores de espinho, e horlalicas : no alterro da Boa-
vista casa do Medico Brito.
^^" Quem pereizar de um rapaz Brazileiro de
boa conducta para caixeiro de venda, ou loja \ anun-
cie.
f3 D-se 250 a 300$ reis a premio de dois por
cenlo, sobre boa firmas, ou penhores ; na loja da
ra do Qneimado D. 6.
%^m Quem anunciou querer comprar um escravo
j idozo j dirija-se a ra do Rangel da parle do poen-
t D. 7.
^l^- Quem anunciou querer comprar urna canoa
de carregar agoa; dirija-se a ra da Paz n. 12, por
detraz da ra das Flores.
$^ Preciza-se de um preto para servico de urna
casa ; quem o quizer allugar por mez, anuncie,
^ Perciza-se de urna pessoa fiel, e que cosinhe
com aceio, para urna casa de familia : quem estiver
nestas circunstancias anuncie.
$3" Ricardo Doile retirase desta Provincia, dei-
xando por seus procuradores os Senhores Jones &
Wvnne.
^^=- Quemtiver urna escrava de 10 a 12 aunos
que queira trocar por urna que sabe cosinhar e engo-
mar de 20 annos : anuncie.
^^~ A roulher viuva que anunciou no Diario de
honttm querer botar sentido um sitio ; dirija se a ra
de S. Rita nova primeiro sobrado pastando a Igreja.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no dia 10.
K.IO DE JANEIRO ; 18 das ; B. Agida do Bra-
sil, Cap. Joze Mililao Texeira : farinha e cafe: ao
mesmo Cap.
Navios sahidos no dia 11.
K ORTO DO ABREU; B. de Guerra Imperial
Pedro, Com. o 1. Tcneule da Armada Joaquim da
Silva Medela.
R\HIA; B. Cicilia Constante, Cap. Joaquim Joze
da Silva. Passageiro 1.
Pbra'. -v-f l'vP' no Di rio 1831.


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