Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02472


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Full Text
ANNO DK 18S. S\B13\DC)
2 DE DEZEMBRO N. 2T9.
-1
Pai"""oro. a Ttp. M. F.de P*ri*. IH36
DIA8 DA SEMANA.
19 Secunda s. Fausta And. dos Jai es. Ho Cr.
Chine, ilc l-
'20 Tere jcj. s. Domingo lie!- de m. e aud. do J. de
O d.- i'
21 Quartrt 'I i Quinta *. Honorata M. Re!, de m. and. do .1 do
C. de m e Ch. de t J.na ch. as 4. h. e 3* m. da t.
yj s.-*ta S. Srvalo M. >es. da Th. Pob. aud.
do J. de <>. .le
51 Salrado lej Gregorio M. Re. de m. e aud.
dO V. G. de t em 'MOida.
'J5 Domingo Naacimeato de N. Sr. Jeao Chnato-
Ti.do acoradenende d? n meamos da nona pru-
deniv*. modrracao. e energalooniiauemoncoma
principiamos, e creun* apoutado* cuoi admira-
;ao entre ai Nunits man cultas.
Proe/omif lia Jiitmblta Qtrnl d* Bratil
Sulur.rrTe-se a lOOOrs. moimp pa^oailiantadim
acata Trpografia. ra das Crusca D. 3, e na I'ia-
ca da Independencia V n e :H : onde**e rrceliein
eorreapondeuia* lexaiiwdas, e anuuncioii inaertn-
ilnii* ahIsh ifraOf .......>> ilo^iroprion J-.MI i; n ni I en,
- rindo asignados.
CAMBIOS.
Dnnnbro 23.
JLiOndrev.'i7a.,!7 l|2 !).. St. por l Ctd. ou prata a
50 porecnto ile pren.io Nomina.
Lisboa j por o|o premio, por uielal, Nom.
Franca 255 lis. por fmncfl
Rio de Jan. t> p. c de prcra.
Moedas de 6...400 3..>0 IS.,400
400 O..700a 68u
Peso I..H0
l'reinio da praia 50 p. c.
,, di^ettrai. por raes I 3 por o|0
Cobre '25 porceulo de dtscouto
'' '
PARTE FFIC1AL.
RIODEJANEIRO.
A8SKMBLKA GKRAL LEGISLATIVA.
CMARA ROS DEPl'TADOS.
Sessade 1 de Outubio.
Continuaca5 do n. antecedente.
O Snr. Maciel Monleiro, era quantoa
d-ctisso o n5 esclarecer, ntra un lu-
cida decora') ha devutar; es' conven-
cido da neces idade deque os Repnsen-
tanles da Naci expiimo a veidddeira o-
p'mia Nacional, em6 I do partido -que
p> la lorca domina huma Provino. En
leude que esta resolucaS devia ler sido
di cutida, ha dous ou fres mezes, porque
-cutio qoando es-a Provincia chegasse
asua d.sposic-5, inda aseh ices se nao
leiiio ftilo, e nao hoje quando e!bs j se
tem feito, porque nesla'occasiio a resolU
cao vai declarar que aseleices fitas nao
merecem a approvaca da Asscmblea Ge-
ial-, e ter a Assemblea Geral re tesa de
que os individuos eUntos na5 podem ser
aquellesque a Provincia queira eleger, e
que exprimi os sentimentos da Piovm-
ca? Alem dis-o a r n. Ibe pre sua disposica deque a e'eicio s lara
quando a ordeio estiver restabeleci^a
pois cousidrra que liuina tal disposicio
leix polla aberla a .se comraetler bhhos,
porque pode ser queeiP lod s as Villas e
Jugare de huma ProvitiCla se aclie res-
tablecida a ordera exiepcio de liorna
ou outra em que se nao tem podido conse-
guir; entretanto que se jul^ue que lie
pieeisoquea Provincia estoja inteiraen-
le pacificada ; ou o contraro, i-to h-*, que
con quanto, em hura ou outro (,odIo la
P.ovnnia, a ordem teache alterada, to-
dava a Provincia se ache em soceg, co
nio porexemplo quenoPai eRioGii-
dti os rebeldes ttnhio abandonado a? Ca-
pitaes das Provincias e outros pontos, a-
caulelando-se em huru cauto dellas. Esta-
la m'bte caso reslabelecida a ordtm? Di-
8. ja que passe a ie?oluco, e paraesse fina
convida oseu uobre autor a melboiar a sua
j-, (lcelo.
Vem mesa a seguitite emenda tulisti-
tuitiva :
Os Presidentes cks Provincias do Rio
Giande de S. Pedro do Sul, e do Para,
&a5 autorisados a c-pac-ar as ditas Pro-
vincias as elcQOe da futura legislatura a-
t ofin deutabro de 18.37, te antes a
ordem n5 se reslabe'ecer as referidas
Provincias.Ciarneiio L-a.
Heapoiada e entra em discu'-si".
O Sur. Seara fundamenta em hieves ra-
75>s a S'guinle emenda subsliluiliva ; k \s
eleices pa>a a futir L'-gislatuia, as
Piovinci.s do Rio Grande de S. Pedio
rio Sul e Para, ^rio feitas depois de Ju-
II10 de 1837.
Heapoiada e po^ta em discussa.
O Snr. Cornelio pede o n'i mcnlo desta
dacusslo, at que o Snr. Ministro possa
vir asni tir a ella : < bserva que o (inver-
n tem tomado o direito de reprehender
a Cmara, como fez pelo decreto quehon-
tem mandn, p*rorogando a >esa, di-
zendo que a Cmara ni6 KO nio IratoQ
das propostas que e'le mandn, como to
bem da.s que na5 maudou, isto he, subte
o meio circulante, e entretanto os Minis-
tros no (juerem comparecer para as dis-
entir ; li'iue o Gove no s;.bendo que a Ca
mar ha de tratar do que quiser, e na5
do que se Ihc mandar.
He apoiadd o adiamento, e entra em iu*
cus-a.
0 Snr. Luiz Cavnlcaoti convem no a-
diamento, pelas razes apie-enladas, e
poique julga que, tendo-;e prcmgado a
A-H'mb't'i Geial para trab-lh^r por rim's
hum mez, oS'ir. Mmi-tro n.5 deve figr
em casa, deve tambera trahalhar com os
Denutadof.
O Sur. Uenriques de Rezende votr pe-
lo adiomento, a sim como volar con'ra a
prop-:sla porjulgar-la no. r a e intil:
intil, poi que quando se quiser n andar,
huiii destacamento pa>a lua, nao ta de
marchar ninguem, poique aq'ielles que
estivenm tas eiicunslam ias de matcliar
liao deansentar.se, e aqtielles que t>in le
tusentarem ser 5 os que a lei nao abriga-
r a isso ; e nociva, pela perda de lempo
que se gasta rom asua di-cussa.
O Sur. Alvares Machado nota que hura
adiame it<> semelhanle loi proponte ni ca-
a ha 3 0U 4 da, o qial nao pissou, por
que a (Jaroaia entenJeu que nio eia pre-
ciso esperar p> lo Snr. .Vlinistio, p r i^so
que elle ja lioha d^do esclareeimentos a
este reapeito, e que cora muito mois ra-
zo nio deve pascar o que ag ra se pede,
por que j o Sur. Ministro oumparoceu
na discastaO deata proposta, e deu os e->-
clarccimentos nece.sarios, posto que <>!>
ber*s-e que, em vez de se pediiero e^cla-
recimenios sobre Guarda Naoiouae.s, i
se discutio as eleir;6es, e roormente so-
bre oque se tem passado no Collegjo da
Gloria. Tambera pelas mesmas rses
que aprese-ntou o Sr. R-zende, o oraJor
vota cont>a o adiaroento, polque, se a
lei he perniciosa, para queadia-la? Dis-
cuta-se, e os que as^im o tcntenderem
votciu coutia ella. Resp^ndendo ao Sr.
Corne'io, o orador entende queoGover-
no, longe de querer deprimir a Cmara,
quit fazer-Ihe sentir quaes eia ns o-
hjeclos que o Governo suppo mai< ne-
ce.ssa'i< s, e maia eminentemente reclama-
dos pe i uroaperidadfl publica, por isso
que elle enm justa raza deve .-aber qua-
es sao as medidas ro.'is neeessarias.'
O Snr. Cornelio, em re-pota ao Snr.
Machado, i o decreto pelo qual o Gover-
no prorogou a As.-emhlea Geral, e per-
gunta se he verdade anda na5 ter entra-
do em discussaS as propostas sobre se-
guranca publica. Diz t-.rem pnlradoera
diMMssa&i efoiaS adiadas indefinidaroen-
te, por isso mesmo que anda nao se ti-
nha tratado de certas leis da Assemblea
Provincial de Pe namhuco, npoiqueero
verdade a Cmara j'ilgou (jue era nais de
cente aoGovemo que ellas fossem alia-
das do que regeitadas, pois que muitos
Sms., mesmo damaoiia, se pejav.t5 de
votar por seroellianles propoat.-s; por c6-
srquencia como he que o Governo diz
que se nio tratou d .-te ohje to ? Anda
memo quando a,-sim fosse, o orador en-
tende que o Governo n>6 he autoridade
coinpeleiite para marcar a ordem dos
Ir. ballios da Cmara; propenda elle o
que eutender, e a (aojara ha de discutir
lorro e quondo qujaer, Ob ei va que os
Mmistio- s) e-ti.) do rites pira asstirem
s discu .-- s da C-mara, e nao para la-
Z'rem i lucios rom o seu pr.piio piinho
sobre e!e>cis. (Apoiados) Quanto ao meio
circuanle, irntrpella ao Sur. Ministioda"
Fazuida que est pr.aeotr, porque na5
apreseoU alguno poposta a e-te iesp>ito,
para euta com iaz^.5 o Governo poder
rlizer o que di< n-scil decieto ? Porcori-
sequencia he huma verdadeia repre-
hen-a ousa que o Governo fez a C-
mara, n > porque es lund^miotos nio
mu verdadeiros, como at 'inda que lus-
.-.em, o Governo nio lioha diieito de mar-
car a ordem dotabalha da Camaia. O
oibdor diz que se a Cantara Sfguisse o
seu paiecer, aliava tildas as propos'as
inepta- do Governo, qu-.-se pas-ass-in, f.-
ria amina do Brasil, ja que se ti ni tido
lantr teim.i em se cons'-rvar no Mioiste-
i io hornens >|oe n.%5 podem f cidad* do pait. Mas t^lvez que mesmo
nesta prt r. g-ca o Ministerio na5 tenha
m Ctm.ra a maio ia que tem tido, e pa-
ra oaini) (joe eru an.aoiia ha de ser
OutiM. Era lim, lao d-.sgracado he o Bia-
sil, qaeletn Mioitlroacoaio o que hon-
tem asisti as nossas discusses, o qual,
leudo'a Cmara regeitado as suas propos-
ta, dizque me impoita, e teima no Mi-
nisterio. Ci que bum MinistcoK^abil
lar a o que lez o Snr. HoUondaCaVaTcan-
ti, que- nao pagando huma sua propos-
ta, pedio imoiedi lamente a :ua demias, 5.
P.VHT'IM DOS fOHllKlOS.
()linda_Todo o* di*., ao meio di.
Goiana, Alhandra, Paraiha. Villa do ("onde. Ma-
m.iii i.i|jc- Ciar, Roa. de S. Joo. Itrejo d'Areia,
Kainha, Pomhal. Nova de 9ou Vll'as de Goianninha. c Novada Crines aa, Cidade
da Fortaleza, tillas do Aquir*. Monte mor hoto.
racatr, Cuscavel. Cnnind, Granja. Imperairi/.-
S. Bernardo, 5. JoSodo Prinripe, Sobrar. Nova
BlRnv, leo. 8. Mathe.ua, Reaehodo aangoe. S
Antonio do J.iriliin. QnoxeiMinoiiim. e Parnahi
Segmida c Sexta Ierra* ao meio dia por via d.i
Paraiba. Santo AntitnTmlni an quinis feirai-ao
meio da. Garanhiiim, e Bonitono Ha lo e tf4
de cada .re/ ao meio .lia. Cabo, Serinliaero, llio Por
ni.no, c Porto Calvonos das I, ll.aSI de eardj
nies- ______________
O orador conclue que pir fazer muto fa-
vor ao Governo, piupoz o adi.'menio at
que o Ministro eslej. capaz de *r C-
mara dzer daquellas que huntem di-se,
(jue o Governo lera horror aos laes jura-
dos; e que a quer despotit no e mais d-s-
potismo.
O Snr. Vasroncellos pronunciarse pelo
adiamento, e quei todava que seja al a
reoniio ordinaria da A^sembl- Geral,por-
que em quanto nio -e declarar qual he a
competencia das A>semblas Provinciaes
sobre Cuardas Efaclanaea, nio he possivel
lomar-se huma medida aceitada a este res-
peto. Esta rasio s lhe prete bajtante
para adiar-sea pioposta, alen de que con
vem priraero tratar-se do pinje to sobre
a forrnagio de inlpa. O oadur est'con-
vencido que o Governo nio quiz repieheil-
der a Cmara, mas sim toma-la oJiosa ao
Rra/il inteiro : as med Jas mais uigentfi,
BS que i>io mas sentidas geralm. ule, as
que de todaa as Provincias sao redamadas;
eori-t tuem providencias sobre stguranca
publica e meio circulante) eo (ioverno,
pira convencer ao pas deque a Cmara
dos DeputadOs nio aprecala, como lhe
rumpria, estes ubjertos, cont-a o estilo
mais seguido na redadlo dos decretos de
prorogscio, de< lata que nio se tendo i-in-
da discutido a- propostas obie s guraiica
pub'ica, v provirleucias bre o meio cir-
tulrtrit", proroguva por mais hum mez a
A-smb'.i Geral ; por tanto nio loi inten-
to.do Goverrm nestaa palavras repi eliender
a Assemhle-.t Geral, mas torna-la odio/.a
ao paiz. Po eco o oridor nota tpie o (jo-
vei rio nio s-bs man j mas, porque se ain la nao folio discutidos
estes ohjeclos, seiem |6 ou aj S'S-Oes,
que tantas seiS as d pr. r.gaeio, que to-
dos estes ohj^ets po.iei ser discutidos?
Se o Governo reconbace a ne< e5sid^ ledes-
las medidas, como proroga .^ por 28 das?
O orador observa que huma medida sobre
o meio circulante en. erra DJuilos objec-
tus; importantes; lie mi-ter descohrir re-
medio para O mal, este remedio ts' mailO
connexo com .s providencial do system
monetaiin; he necessirioo eslabilecimen-
to de impostes, porque setu saciificiis
nio se p le curar hum ml lio grave, e
esles objectol nao podem sr discutidos
tio .pie~adamentec< 1110 o OOTeroO enlen-
de, militoBM)quando anda nao foi apre-
zentada a Cara r I tima s medida subte
esta maleii. (v)uarilo seguran?* publi-
co, ludo ha (pe Wi. 0 |orador ch^rv..
(|iie no prior ipio di sessio, piflpultfl HUM
se reformarse o Cojigo do Proccsso par-
cialiiniite, e nessa ccasiin indtCOu qu
eio as refoimas 11.ais uigente.'; a ti 1
Comissio de Justig Criminal, appiotan-
do O seu paiecer, aprestnkuem piiniei-
10 lugar bum projecto sobie a f^rmacio da *




DA
BUCO.

i
culpa, c e-te projeclo eotende o orador
que lie medida mais imparlante para a se-
grales pul! Cd lo q;io ar proponas adia-
das, eduque esta sobre Guardas Nicio-
naes: por lano o paiz, pesando bem estes
cbjolo^ olbsndo pira a mirrha do Go
' t'Veiti>, hade so convencer de que tila he
que se torna odiosa, quando por catea meios
procura indispr o pau contra a A-sem-
bl.Gotal. O ondoc po;- condue q re a
Aiseabtsalifr mais aos de^ejns do pi-
iz, discutindo esse parecer da Comroissio
(.obre a formacio da culpa, d que tratando
destes Coiiselbosdo I ivestigacij do Sor.
Ministro dos Etrang iros, e por isso re-
quer o adiame.ilo da propjsta em discus-io
at que se discuta optrecer da Commis-
sio de Constituicio, cujr urgencia o ora-
dor tambera requer, e >lo vai mes no em
conformidad* cun o que quer o G ive no
pelo decreto di prorogacao porque he
huma med Ja para seguranza pub ica o
prejecto sobre a formacio da culpa. O o-
rador passa a raspn ler censura que se
Jet contra os roembros da caa que falla-
ro as eleicS s do Rio de Janeiro ; e diz
uuj nao Ib* parecerio raso .veis e-sas cen-
suras, porque cjmpri.i Assembla Geral
velar na guarda da Cooililuicio e dasleis;
e como a contiluicio, as leis eo eipito
do systcroa constitucional f'fio atrpela*
djs pelo Govemo, int'rviiilo as elevO>
ptrochiaes do Rio de Janeiro, como inte.-
vei>, niu poda a Caraira deixar de apro-
veitir a presenca do Snr. Ministro paia
dirigir-lhe interpellacesa respeilo, e no-
ta que vtO mes-no praticio os corpos leg's-
latiros das naces civil. >a)as.
A di do-se a me-ma materia pta a ordem
do dia e levanta-so a sessio s a horas da
tarde. '
mu i'
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia a3.
Navios despachados
Brigue Brasilero, Hercules, Mestre N >
berto Joaquim Jos Gtiedes Para Ao-
gola e B. ngue'a.
Dito dito, Srota Maria Boa-sorte, M.
Amonio Henrique Mafra Para o Rio
de Janeiro.
Dito dito, Delfim, Mestre Luis Gomes
de Figueredo Para o MaranhaS.
Patacho dito N< ssa SeflhOi do Rosa-
rio e 8. Jos M. Joaqun Antonio lla-
lli P.ra o Rio Gran le d Sul.
Sumaca dita, Bom Sueso S. Migu!
cAim-s Motre Mathias da Almeida
C-uo Para o Rio Gianlc do Sul e
Santo*.
Dita dita, Em'ia Mestre Jernimo
Antonio de Soum Har o Aracily.
Di'a .lila, Beija Flor, \i. Jos lloaorato
do Santos Para o A a.aly.
DIVERSAS REPARTICOENS.
300 ditas rom sabio, 1 erabrnlho com pa-
pel, 5 tonelladas de ferro em barra, 3 ditas
de fe. ro em f igarerai sollos &<., 33 que
jos, 50 presuntos, 7a l*ts Vasias, 36 Irlas
lambe nvasis, 2 caixas, i gig-i, 1 buril
com conservas, 1 caix'i com calcado, e I
barril com louciuho.
MESA. DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. a76.
CORREIO.
O Brigue N. S. do Rosario de S. Jos
recebe a malla para o Rio Grande do Sul
hojea' do ccriente, as 4 horas da nia-
nh.
PREFEITUR* DA COMARCA Do ItECIFE.
Parte do dia a3.
Illm. e Exm. Sr.
A' ordem d'es'a Peefeitrira foraS presos,
recolhidos ao Cal.-bouco do Gupo de
Polica, para teiem o conveniente desti-
no, os individuos seguinles Senho'inha
llalla do Rosario, Anglica Mafia da As-
sumpc^d e dellina Maria do Nagrimento,
croolas, lemetlidas pelo Cnramissario de
Pocia do deslrirto de Fura de portas,
por erem dusor deiras, e inquietadoras do
scelo publico ; Guio pelo escravo de
AnloniMoreira da Costa, temettido pelo
Sub-Prefeit da Fre^uesia de S. Antonio ,
por ter quebrado a cabega 11 m almocreve
de menor idade, eespancatido a outro, por
o haver reprehendido ; F.aocisco Pedro ,
p.rdo, entregue por um Soldado de Poli-
ca porcrimede furto, e de faca ae pon-
a ; ManoeJ Rafael, tambm pardo, reme-
tido pe'o Sub-Prefeito da Freguesia d > Po-
qo, por ter sido encontrado cooi uma davi-
na, e uma faca de ponta no lugar do Maca -
coa e-pera do A l'eies Manoel Joaquim do
Reg B.rros, p.-ra oassassinar, depois de
pessoaloaente o ter ido araeagar em ira ca-
sa, do que se proedeo a Auto de diada.
N Dos Gnarde a V. Ex. Secrrtariada
Prefeitura da Commarc do Recife a3
de Dfsembr de 1836. Illm. Exm. Sr.
Francisco da Paula Cvalcanti de Albu-
qu<-ique, PresidentedaPiovincia- M. do
N. da C. Monteiro
AI.V>MDEFa DAS FAtKNDAS
O Brigue Saeco Crl, vindo d Li-boa,
rntratio em 11 do crtente, Gapkfo A. W.
KetfTg, coiiignado N. O Beber & (-
Manifertoa o seguate:
43 moyos e sal.
A Barca I'igkeaT.iV'nias MeHota, viV
de Liv-rpor.lni'a''a un o renle,
Opia-H-nry Hoptcbiasoo, consignada a
Bu*s.: MellS&Corap.
Manif stoiiosegninte
3JS raxa> a4 fardas c*n\ f^a-adac, S
fariirea com dita, 290 lit-s cota fariaha,
2i rorros de >4o. JOO bi rirco-n nanfi
a, 25 ca se a Espngrdns, 55 g'gos !
conlou^, -T.ka f J ck-s com IA, '
2barriec.modrre, l5 ditos can MiOe-
jt, SOcaiaaacomfolha delitid e, acaj
iiS.omsen, a5 ditas .'B trsir, S di
Us itmferragerr, I fcar*kaacondrta, c- 6
9 iiau cata Tldios, -I di** lacatsapeos.
M A R A N H A' O.
O dia 23 de Ootubro devia nio s mos-
tiar qaal a Optniio de que gosa o Snr.
A'iton'i Pedro, roas tamben justili.ar o
partido da oppoScio, pa-enle-inJo da a sua clareza, a prfida conjuracaj do
goveroo e mus partidarios, eiiiia as p-
dicas liberdade*. B> tn nos admiramos da
ousadia com que a esciiplor do govemo
.ippelava para as urnas eleilorae.-; nao jul-
gavamos entio q .e a baioueta >er'a a r Iddora da sr.r e dessas urn^s, e que qua- do
nda pdese o governo obter por meo do
tenor, feriamos d ver a.ro.ribadas .s I-
gr< jas, e loubtdas ns-as lisias pelos se-
us misiarios! JN'io julgamos entio qire
um Capillo de Poliria, digno da esc.dlia
a cenfirnca da Sr. Amonio Pedro, hoa-
ves.^a de ir con uma tropa lio indiscipli-
nada e imaoral como o u ehie, coagir o
Juia de Paz. mais aaihr>ridades popula-
res do uma Vil:a do interior, sMltar
fdmlascom rep..tida rtb.fes, tnsuPar os
Cidadiosque mermas pas-assem ptias ra,
et a proptin fii de PaK, e obstar as el
lei-.a numa fregaesia oade o paitido do
go\>rn tiiutiifar!! A'odia 23 teOutubio a-
inda alguem pfdeiia seguir de boa feo
partido da f-mila ti4 al erae di.
anda se jodia p(>recer do 1 lo do govtr
so sem <-orar de rer^'.nha ; h j i so
pOSSrvel) nfo ha mai- nvea (rino:
iitcessar>, 011 eacerr.ar o Sr. Antonio Pe-
dio, ou > ...juees qoe de ro cao *mo a lberdade,
o ds jto o bem det Tinba t. ni 'o neta cid^de, os peiio-
dicos publieaio es boato?, que a Sf.
padre Alexandre Goncales da Costa, Ju-
iz de P-2 do 4''di^iido, qhe devia presi-
dir as ll'.McSea na fr^-L'uetia da Conceicio,
adoeceria na praiimidde delh, a fim de
que o Sr. Joaqun Prxedes Jorge da Mi-
randa lomease corita d* vara ; s.bia-se que
rima forca ai nada seria posta di->p sicio
des-e Sr. Prxedes para coagir o^ cidadi-
os liv.es, e auiiliar o partido do goveroo
na nomacioda Meta; ludo se lealisou,
e a drscripcio do que se passou no primei-
ro dia, V. rao os no-Sos leitoies, da repre-
sentacio abaixo transcrista, dirigida pelo
Povo ao S'. Antonio Pedro :
Mai. e Exm. Snr.
O Povo da Freguzia da Conceico
d.sta Cidade, amigo d Ordem, porem
mais amigo das suas lib-dades, vem ia-
presentsr a V. Ex. contra o actual Ju
\i de Paz, Jo-q.'im Prxedes Joige de M-
landa, q.ie pelas mais detestareis tramoias
de um paitido geralmente aborrecido, se
acha presidiado s elleices naquella Fre-
gnesia. Sm, Si. Pre/.idente! O Padre
Alexandre Goncalves da Costa ero quelle
a quem peitencia a vara de Joiz de Paz,
por exclurio do honrado e benenrerito ei-
dado Mauricio Jos Bodriges Porssdilha,
ni enunciado injustamente por esse mesmo
Piaxedes; e j de muilo tempo se sabia,
os Peridicos o dicero, que aquello Pr-
xedis, sendo o hoinein piopiio pelo seu
carcter teirao-o e obstinado para agredir
as liberdades publicas, tomaiia conta da
vara de Juiz de Paz na vespera das eleic-
es : sibia-^eque uma forca mercenaria se-
a reclamada para coadjuvar aquelle Juiz
turbulento, a sedicioso na nomeaco da
una Meza da sua faeco, e coagir os bons
cidadlos, 110 exercilodos seus mais preci-
osos direitos : sabia-8-', e ara vr publica,
que alguna cidadios dos mais re.- tanto pelas suas luzes, como pelo sea pa-
triotismo, e deveio causa d lib'-rdade
seriio Brotas ero fl-grante o desviados por
esse molo da Assen.b'. Parochial: com
tff.ito, nio t aquelle Padre Alexandre
Goncalves da Costa passou a vara ao Juiz
de Paz Joaquim Prax-dts Jo'ge de Miran-
da, como este ultimo requisitou a tropa,
que f.-a depois erftra dentro da Igreja pela
sacrista, como foi presenciado pelo Juiz
de Direito Chele de Polica ; calncou .-en-
tinellas na porta prinoipal, ameacou os ci-
dadios que nao fo do seu partido, e apoi-
ado por 20 ou 25 Jiomens da soa faccio,
lezistio a vonta le de 2OO 300, oa talvez
mais pesseas que reprovaiio a Meza por
el'e Horneada. Alguns do Povo requere-
i i que se contasseui os votos j porem o
Juiz, em ver. de fazer isso, separando os
paitdos em boa ordem, t tratou de ba-
rulliar e confundir ludo, e vendo que a-
|jezar disto, a maioria se man 1-stava, le-
v.-ntand'>-e do si u lagar, interromp- ndo
um acto que j mais devea ser suspendi-
do ; e neta luda levoii att' a iioite, sem
que se poderse nou.ear a Meta. Ainda
mais Sr. Presidente! o Reverendo P.iro-
rho, sem cujo cousentimento nio pode o
Juiz r!e Paz propor candidato algum para
a Meza, em viitude do 3. cap. a." das
In-tmies de 16 de Mico de 18j4
P.everendo Paiocho nio foi consultado
11" 1 cu\ ido em nenhuma das nomeace*' !
Sr. Pretideiile! o rovo da Freguesia
da Conreiyio, que tein visto com espauto,
e indignacio veiilicados rses boatos de
coart, de tentativa contra as snas liber
dad..-, teceia que sendo nomeada a Mesa
do partido a que peitenco o Juiz de Paz,
se tealise tambom o que por todos lem si-
do oirvido, i|ue a* mais serias considera-
ces obrigara acredtar: que rssa Masa
ia-oa' as uos^as listas, as 1 s'as de todos
aqnelits que forem conhecidos pela >*a
amoraPatiia, decid do aferr as in-li-
tuies bvr.s, em liinSr. Presidente, de
todos aqoilles que nao form do partido
do govemo! aofl>e8m passo qu parten -
(U-.ii aceitar centenares de li.t'S de p.fsoas
>upp< sla, ede to 'o^quaut' s votaietn no
seo paitido, esteja ou oa5 estej. as
cireun-t*n Sr. Prezideolel o Povo da Canceicio,
ne tanto set^m dttingodo pelo seu amor
a Lib' riUde, em t (,es, nao es' d spos'a a ceder bojea tra-
rn s ti indrgiios, e^ re-olvido a noniear
un a Mi ka da ana counaaca, imapaz dse
dobrir seuio a c.ei; ello dio ceder jama.
is desta nobre resolucio, digna de um Po-
vo livre, e que honrar de certa o Povo
da Freguesa da Conceicio Porem, Ex.
Sr. se quelle Juiz de Paz continua a pre-
bidir aseleicSes, se insiste cm nomear ha-
ata Meza, qne nio mereca a n.s-a coufi-
anca, se elle tambero nio ceder em favor
da Le, em favor da Lib<-rdade, qual ser
o resultado desta lucta ? Ni deixamos a
sabia consideracio de V. Ex. os males que
d.hi se podn seguir: e desejando ev.
talos, este Povo vem respeit-s a V. Ex.,
depois de retirar-lhe a firme lesolucfio em
qua e>t de sustentar por todos os meios
lcitos, e defender a custa do proprio san-
gue, os stus Direitos e as suas Liberdades,
pedir a V. Ex. a suspencaS do'aft de Paa
Joaquim Prxedes Jo;ge de Miranda, pas-
sa ndo a rara a quem de din 1 lo perteoeer.
Exm. Sr. na occasiaS de aSsignar-se
esta represeotacaS sncedeo que o Juiz da
Paz Joaquim Prxedes Jorge de Manda
fez entrar no Templo, a ti opa, a qual foi
repelida pelo Povo que briosa, e valerosa-
mente resisti, cheg.ndo a conseguir pela
sua g.ande naiorid afastar os Soldados,
sem derr araaraento de sangue, na5 con -
sentindo que o dito Juis couliuuassa a pre-
sidir as Eleices.
P, ze, Exm. Sr., estes factos, e livre o
Povo Maranbense de recoirer a meios vio-
lentos para dt Hender as sua- L'berdade-, e
sustentar os seos Direitos! V. Ex. est in-
teirado dos factos, e V. Ex. responder ao
Msranha e ao Brasil inteiro pelos resulta-
d >s desta lucta entre o Povo da Conceicad,
eoSr. Joaquim Piaxedes Jorge de Miran-
randa escoltado de Soldados meiceoarios.
Seguia-se du/entas e cincotuta e lan-
as assigridluias.
asaa ja
Todo o dia 23 levoa o Sr. Prxe-
des a insistir na proposta dos dous Cidadi-
os Mendouca, e Joaquim Felisberto Go-
me, a presentados sem o consentimeoto
do Parocho, e constantemente ivgeitados
pelo Povo! Ameafata com pri.es a to-
do- qoanlos se Ibe oppunhio, e al chegou
a mondar sabir da lgreja algn,- Cidadios
que em .-ileneio as.-i-tiio aquelle acto, sol
o pretexto de que pertenciio a outra fregue-
sia, ao mesmo passo que con-emia que ou-
tros tm o direito de votar engrossaisem as
fieiras do partido do govemo, e piov-
ca.sem com to-ultos os cidadios que regei-
tava a ueza 1
Ni segundo die o negoi ios presen ton um
aspo t ) ma s a-su-tador : a A-aemba foi
ainda mais tumultuaria : o Juiz e Paz ,
antes de comecar os seus trahalhos quiz fa-
zer entrar oara dentro d. Ig'eja, um
eiescido numero desoldados vestidos pai-
zana e de reernts que nio s por
seiem soldados, como por hav. r do a septuage.-ima fora da etdade ne-
ohum Voto podiia ter na A-sembla paro-
chial da Conceicio ; o p >vo ep -se com
g.itos de f >ra -- fora entrada dos-
t-s hooten- que, ainda que nio b-tasseiu
para constituir uma maioria a favor do
governo serviio pria ap >iar as piepo-
teneias do Sr. P.olcdes e por em duvi-
da por algum tempo de que lado eslava
essa maiorii ; e vendo o Ju z de Paz que
o Povo cot eguia lancar paa fora da lgre-
ja os ta'-s recrutas fez enl ar dentro do
Templo por orna porta travessa os sol-
dad da guarda com as baionetas calladas.
O Sr. l.eonel Joaquim da Sorra que at
entio se tiaha aonduaido com uma caer-
gia moleracio e prudencia dignas de
a.lmiracio e lou'or apiosento 1 aquella
mesma coragem com que por mais de uma
vez afroRtou a morte tanto as commup5es
do Para, tomo na-do Rio de Janeiro : foi
o piimviro que se laricou contra as ha o-
netas a sendo seguido o seu nobre exeM-
plo pelos demais eidadao- forio repelidos
os sida los, os qaars stndo B asiUiroa ,
e mais va lentos do que os covardes a ssa si-
nos qua mandavio "acomitter um povo
inei me parece qiie aff .stario as haionetas,
e recusario ferir os seus pati icios poc
isso n. liouve derramaasento de sangoe.
Cumnre notar que na oceas- em qua a
Sr. Leonel se avancava para os tildados,
foi impelido com empmres para cima
das baiomtis, por algnns do partido c-
Irari ; a< ab ida a lucta com Os sol Jados ,
receben um aviso de pessoa da sua amisa-
da, poiem que peileace ao Sr. Antonio
\


an rio de perNambuco.
C
i^mmiiu.i.l.^.u----mm------ m ~ | mm mmiiM|| |.........
id existencia est*va era sad >s n.. ordem n.5 mereceo a conlianga
do Si-, Antonio Podro Era so na tii-
Pedro ,
grande perigo e que >e retirare daqnel-
la logar ao que nado r.sp .ndeo ; e deri-
giudo repara a p>rta principal, ah eo-
controuoSr. Prxedes com outra escol-
ta o qual ao %l o volta-se enfurecido
para os soldadose brada ; M.tiem....
prendi esse homem.... O g< ito de nv>r-
te f >i o primeiro que escapou da bocea do
0r. Prxedes! ...
D pois de-tes turnlos o Sr. Prxedes
nao se esolveo a voltar para o scu logar,
ictirou sa p>ia una casa fronteira a I-
greja ate que chegando uouco lempo
depois o chefe de polica e prometien-
do ao povoque se nao ternaria abusar di
forca armada, consigui acalmar os ni-
mos, eque o Sr. Prxedes, erntinuasse
presidir Assemblei. Porem como o
parodio tives-e mandado feiohar a porta
ti *essa por oode o Juis de Raa tinha IVi
to entrar 01 soldados, e aoade tinba coa-
tantamente conservada urna patrulha no
dia antecedente aquello Juit recusou se
continuar rom 03 seus trabalhos em
(uatito se nao abriste a poita, ed pos de
loogas con te.-, tacos, ten Jo elle promet i lo
o Juiz de Direito que na5 entram roais
soldados; e drciatado que t precisara
daquella porta por ser doente das omi-
nas e ter de satisl'. rias de momento a momento, o Juit de
Di'eilo obt. ve do parodio que se abriste
aporta. Quamodiiia? Apenasistose
fez, levantou-se o Sr. Praxtdes da aua
cadeira acea a um giupo de soldado*
e remitas, e puchando-os pelo brsgo os
introduca dentro da Igreja i Nato tu-
multo se levanta o povo repele oa recru-
l.s e os soldados luctio e conseguem
de novo lincal-os fora .' OJuizde Paz e
o de Direito te dirigen pel.< \.a ou 5.a vez
o Sr. Aotonio Pedro : o Juiz de Direito
a pedir providencias contra anarchia que
o Sr. Prxedes provoca Va e este a race-
ber initrucces da maneira porqae devi
continuar a proceder.
Tudas as providencias di Sr. Antonio
Pedro Iim>tara5-se a mandar de-emb-ncor
a iripulacc-o do Brigue Barca 29 de A
gosto ea do Brigue Niger, para defen-
del-o disiaelte, de ser ISMUMM'da i.e'o
povo do Maranhad, como o inf lia Lobo
de S >ua o Coi pelos Paraenses ( I ) O
povo Msrauhense, q-ie por dois anuos
tero soff ido os Jespotism is e pvp temas
dil Sr. Antonio Pedro, sem ninca su lum-
bral'de recorrer a urna sedicaS para se li-
viar de ta ppsado c abo.nimv.l jugo; que
por dois d*as tinha visto illudids t toa so-
herattia ,-e n oppor ao dspota que con-
culco vi os seus direitos, inais do que a
sna constancia verdaderamente heioica ;
o povo Vlaraiiheiise que na que su-.tentar essrs dueilo? d- que elle
digno, fui pelo Si. Antoni) Pedro equi-
para lo a essa borda fm* que ass ss'nou o
desgravado Lobo! Julgava S. Ex, q ie
eslava litis a medida do sso soff men-
t ? Na5: a no*M roolerac-5 iguala o
nosto patriotismo; a no.si pacienca te-
bulada pelo interesse que tomamos na pros
p.ridade da rosa tena ; nunca nos te-
amos dos pnmeiros mi pertuibar a or-
dem : se tatenos socomettid s pelo go
verno Henderamos ccin coragem as
nossas liberda.lcse as no.-sss vidas.
No seguate numero publicaremosj qwl
foio fim para que S. fxa. fez desembar-
car os marinheiros e mandnu prepaiar a
itilheiia : por agora seguiremos o fio da
11 .ssa nanaca.
Mandn S. Exi. tambem chamar o
Commandante da Nrli 'hera, eoidenou-
Ihe que apromptas-e a ai tilheris, e esti
vesse sobre aviso, e prompto a prinjeira
vos E* digno de notar-se que no meio
de t< do este aparato n nbuma pti tecipa-
io se fizense nenbuma ordem se man-
daste ao Comaandaijte da Guaida Nacio-
nal Este ctrpo com posto de negocian-
tes proprttarios artistas dwhomeos,
em fim oaait do que ninguem nteres-
( 1 ) O Lobo nao fui isssssinsdo pe-
los Peraensts, nad se faca essa njasltea
aos nosoairmios; Llalla, por aquella
facco sanguinaria que imrereo ellfgios do
Sr. Antonio Pedro na Cmara dosDepu-
tt-dos.
"i
p ilacs dos navioi df guerra, nos solda-
dos mercenarios que S. Exa. va a sna
lego ranea a aianoteucao da or.km I !
De volu, ao Sr. Prxedes propoz dois
Cidadaos pa a secrtenos, dos qoies
um foi aprovado, e com Uto se suspendera
os trabalhos per ser ja noite>
No terreno dia a constei naca, o susto
en geral, todos murmuraras do proced-
ment do goveiuo, os iaditrerentislas se
dpclarava contra um partido queso pu-
nha a sua confianca na forca mei Cenara ,
rautos pai t ditas do gove no o abandona-
va5 indignados do seu procedimento ; o
partido da opposicaS dentro da Igreja se
lu ta tnpl.cado: de2oo ,, pessoas que ti-
nbamos no domingo, nos arhamos com
600,, poi.co maisou menos na terca feira!
O governo recorreo entaS ao dinheiro :
alguna agentes seus se apresentara offe-
recendo-o dispejadamentei quero so qui-
sess bandear para osen paitilo; fora
repelidas com indgmc^S; e nem se devia
esperar que aquelles que se dispunh^S 1
ai rostar as baionetis, e os canhdes do Sr.
Antonio Pedro, sacrificando as vidas pela
liberdade ; fossem capases de veudtl-aaoi
seus oppreasoies.
A vista de ttmta firmeza, a gente do go-
vemo des-minio 1, abri mi de seus pla-
nos, entot era capitulac^S : proposeaS-
nos que lossem admillidos dous candida-
tos de cada partido 5 regeitamos esta pro-
posta como indeci rosa a um partido que
ontava com 1 quasi totalidad tbs Gid.i-
dios; e porque ama tal meza t serre-
ra para disputar, e empatar tedas as ques-
tSes, ficando sorte a dtd'sao dellas: da-
hi a meia hora nrva proposta se nos fez pa-
ra que se composes.-ea me/a d- 3 candida-
tos da opposica e um dogovemo; ac-
ceitamol a, e desistimos Icgu por seguir
oulro arbitrio, que ua nos tendo de tan-
ta vantagetn, era mait tido quec.inta com a jus'ica d sua cau*a,
e que. s dajustica espeta o tiiunfo; isto
he: queso propones-e um candidato de
cada pulido e dois imparriaes; e tendo
todos concrdalo na eoln dosSor*. De-
zembirgadoi Mariani, o Antonio Jo?e Bru-
no croo impaiciats, fii r ropo-ta a Me
za destes dous Cidad< s, e do Sur-. Cre-
gor'o Thauroaturgo Coneia di SM, e
Joze Lopes c'e Mtttos, depois de tres diis
de umn lucta poifiacla entre o poro, e o
Snr. Piaxedes eredado de sua auloi i'a-
de, protegido do Presidente, e escoltado
dos seus soldados.
Nao podemos deixir de d clarar que
muilo mmI ve ao Juiz de Diieito Chefe de
Polica, o Sor. J >ze Mnianno CoireiarJe
Atettdo Coiitiiiho. Era elle quern ore-
g..va os an:raoa txallaio-, qut-m ax V* os cidadaos a e-pera 1 e.-n ludo da rao
d racaS e da 1> i, e (ju m evilou { or maii
de huma vez que cones-e o sangne Bra-
sileiro. Os Maranhenses devi m uspeltir
n'seiberienoerito Cidu prebo, um decid lo amigo da libetdide
duseupaiz; as familias desta cidade lite
devem em grande pirte o soeego de que
g t ai ti.alrueritu ; eile tem adquirido uro
d r ito inronte.tivel giatid .5 eamor <'o
seus pariri -s. Cuni,>re notar ijue o Sur.
Joze Marianno Goriea ileA/evedo Couti-
nho, curando unic.mente das suas func-
ce-< como Magistrado, nao se Um invol-
vido em poltica, te ronse rou sempre
alheio a qoalqner dos perlidos que devide
a provincia ; uto cardida'o de nenlium
delles; mas chegou a occasi >, e o ho-
mem de bera nao poda deixar dep>orrdtr
como tal: seguidlo aquella rectidio, que
c a base fundamental d-> scUr, ad-
vogou e servio a causa di j ui ica e da lber-
da de.
( O) Cacimbo. )
AVIZ S PARTCULA I ES.
O baixoa co, e'Prapixe do Giqui espera, que os
Snrs. deEngenho que costumao recolher
caitas no dito Trapixecontinuem da ms-
11 a forma pois o ab^ixo a signado assevaia
pi ompia conducio para o Recito ecom
todo telio, as.-im como o Administrador a-
cha-e prompto para te. eber ditas caixas a
qualquer hora do dia e no i te, e >e nffei>ce
o m Os pertences do En^enho as si.as canos
gratis como Je Cultune.
Ama o Giincalvrs dos Santos,
querer ser admiuislrad"r de Engenho ou
outio qualquer emprego, queiemlo pode
procurar em 0!:n la venda q.iefo dof.dles-
> i(i,i Januarjo, rui do Cob al que l acha-
ra com qutm trartar e e fizer alguma d s-
ppzi na viageui tamb.m pagae ditt dis
pesa.
IffT Joio Torrato Lopes oom Deposito
de rap Princesa di Fabrici da Babia na
pi 19a do Comercio defronte do Corpo San-
to casa n. a pi meiro andar, continua a ter
no seu Depos to do mesmo rap Princeza
ltimamente chegado da dita Fabrica no
Brigue Escuna Carioca, estando da mesma
man. ira prompto a incumbir-so de qualq*
enct.menda do sobfedito rap tanto para
esta Provincia como pie* fon d'ella ; as-
simeomo continua a trocar qualquer por-
co ufo estando em bom estado e que per-
tenca dita Fabrica.
Uf Na Botica Francezi da ra di
Cruz, appareceo um escravo com urna no-
Iherdeprata, p-diodo que se Ibe dicesse
quantas oitaras tinha, e como o dito preto
nio pode dar explicacSes as perguntas que
se Ibefes, 80'simqoe morava em Olinda,
tomn se lheacollier. Na tarde do mes-
mo dia o mesmo preto tornou a aparecer
com una caita asignada Bu-nue, que
mais pareceo ser de compadre de que do
doro, e por isso negou-se Ihe a entrega da
d't 1 colher : quem f>r seu proprietario,
dande os signaes, imediatamenie se Ihe en-
tregla, na Botica da ruada Cruz n. 54.
Wr" A pesoa que annunc ou no Dia-
rio de i7deOu'ubro 11. aa5 que:er saber
onde mora o abaix" anado, elle declara
que a sua o orada no Engenho Serra de
Agua da Fugaezia de Unna, clit.nteda
'Poviato meia legoa, e caso o lonunia.n-
te nio posss filiar Ihe, diiija-se ao Sur.
Manoel G>mcalves da Silva n ss.i praea
com qwem tem relaiSes.
Minoel Goncalves Correa de Azevedo.
11^ Frsnci-co Joze Pinto Vianna por
e.'teivisiao \< rem .1 .nt <1 s Ai>iias arden
(sda tetra que dexa de vend r diio'g-
mro.mMia vend- n> cae< d Machado do
primeiro de Janeiro dei 187 em liante.
NAVIOS A CARCA.
Para o Rio de Janeiro
Com lidia bteridi-le o Paiaxo Bmilo
Porto, Capillo Ji/.e Ca< tao Maciel; quem
no mesmo quiaer rairei gero d rij-seeo EiCi itorio da Gandino A-
g istinlto de Bai ros, ou ao Cap lio abordo.
LE LA O.
Iae< b Le Jul'e & Ccmp. em liqo.lacio
prelen.lt m foser le lio hoj as I > b ras da
monh na casa da sua residencia roa da
Cruz n. 4 *'e uma P'"*cio de vinho de
B> rdeusemiaixasdo i >., g> m-bra d llol-
landa, ealgumas caitas de vinho de Him-
no.
VENDAS.
Folinhas de Algibeira a dois
vintem e de porta a seis^intens :
Na Prac,a da Inde|)endencia loja
de I i vros 11.37 e 38, na loja do Sr.
Antonio Jos Bandeira de Mello ,
ra do Cabug na ra dos
Quarteis e del'route da Igreja da
Madre de Dos, venda que foi do
Rezende.
B a ral brinca, e sebolas de Purlu-
u 1 wau;r:v.-: ~ -zxv*
c \ : no artnasein de sal de V'iuva Co ta &
Filhos.
Y9* ^hp?os de pilinh i' da manilha
por pecocornod : ni ruada t-ideia ven-
d de Joze Goncslve- da Pon.
^TF Paiinh de mindiacaeOl sacras a
4^J ieis : no cats d'.Uf mdeg* armascmda
Antonio J a juiro Pereira.
W^ Smenles de epolbo, de coentro
de touceira, saica, pitarabes, n bo<, tron-
zuda, e chicoria : no arma-ero do Macha-
do roa do Vigrio n. >4-
W cade.ras americana- amurellis
com pouco uzo; na ra do Litramelo D.
15.
ALUGUEIS.
Quemquiser alugar um preto para ven-
der aceite, o qual vende ranada e meia, di
nja-se a ra do Jai di n n. 1 a.
IMP1 Aluga-ae Urna casa para se passar
a festa, no Poco da Pane I'a, por preco c-
modo : no bufo da Bomba na loja do so-
brado que l existe.
ARRENDAMGNTO.
Arrenda-se um sitio na estrada do Gi-
quicom muitoboa cana de viveoia, ten-
do o dito sitio bastantes pez de coqmiios,
por preco como Jo: na ra do Viaiia4r-
nia.-tmn. 14.
PJGKDAS.
Perdeu se no dia 12 do r orre rite seis va*
ras de hi. o Fiancez, com 11 n palmo de lar-
go ; embrulbido em um papel; quem o
acbar, equier restituir, dirija:* a ruado
C-ldeieiro por detras dos Martirios, so-
brado O. 5, qne recrb- son achato.
TfW Pe. deo-se no dn 23 do coi rento
da na da Cad. ia deSn'o Aut-niO alea
pon'e de AJuloct'lemb/ una crlente de
S. Bento: qoem a arhar, e ffuiser re>ti-
luir dirija-te a ra da Cade a de S.nto An-
tonio caso junto ao tarque tt'Agoa que se-
labm recompensado o aeu Ir.b.. lio.
ESCKAVOS FUCinoS.
%W D-apirecpo no dia i9doroiren-
te as Irez horas da larde urna esiava por
nomo Ja efa, e levou vestido cabecao da
ca.ssa ile quadros giand s, esquaru jado de
renda larg, eum ve-tilo d xii* deihuta-
do, com duas emenl's no <: a dit< es-
Ciova da cosa, tem um talbo p quino
na cara, de boa estatura, um tuito magra,
mos pequen s: os apiei:eii n. a 1 na do Nogneira n. 7 10 e D. 9, que
s>rio beui recooipensid. s.
Taboas das mart theiat no Fono dt
l'emambuco.
\i -Segunda * - 5h. 4*
i3- T: a - 430
^4 Q a. 5 4.
^5 Q: - 6 30
lt -S: m m yo 7-I8
5 7-S: m m B 8 6
18: 8- 54
Tarde
&
NTICIAJ MARTIMAS.
Navios entrados no dia s3.
Loanda; 28 das; Patax PortugusN.
S. do Li vi amento, si. Antonio J.aqunn
Hotelho : las'ro. Ton. i50.
Mar P ciHco, ten lo sabido da Ni va 01*
lauda a 18 metes a pes. a d balis ; Gale-
ra Arar. Acasta, Cap A odi Pad Cantero ;
carga astite .* ao mesmo Capitio.
11 1 1 1 11
PER*., *k TIF. DB ftf. F. FARIA 183b.
'

\


Pveco* crvente^ pevninhnw
________________IMtgeaT&gAO IMPORTATION
j4
c/e &ezr. 9/*3S
GNEROS.
A CO de MAj.
** da Suecia
AR TCLES.
>

Ag03 fl..............
Agurdente de Franca 26.
,, du Mediterrneo,,
Watrl o Suecu......
Americano .
Affazema...........
Alvaiatie...........
Amanas de ferro con I', snas
de linlio Ing. pat
da Russia......
i'.uieniloa doce coin casca mole
Ancoras e aneoielas........
Aniagem ordinaria..........
,, lina..............
A i -une de Ierro............
,, de lalio............
Arcos de ferro.............
Arroz pilado cstrangeiro.....
! Asarcio...................
Azeite doce de Portugal.....
de Mediterrneo.
dcpeixe.......
BACALHAU peq. seco.....
Bacas de lalo...........
Batatas..........*.........
Bezerros Francezes.........
Hreu......................
Bri:n da Russia largo.......
,, eslreito......
lnglez largo........
eslreito.....
l'Bolaxa fina................
,, ordinal i* ............
1 Rolatinha..................
'CABOS de linho Itig. pat.....
,, da Russia...
Calle'......................
Carne secca do Rio-grande ...
,, de Monte-video...
de vaca salgada di llanda
d'Aincrica
de Poico ,, ,,
,, d'lrlanda
Carneiras Francezas decores..
Carvo de pedra.............
jCera amarella..............
,, branca...............
Cha Misson superior........
,, I XI III.................
,, perola................
Cerveja branca.............
preta...............
Chitas azuesda lalirica de Liab.
Chumbo ein barras...
,, em lencol...
,, Cobre para Calderro
,, forro-----
ENOJADAS do Porto
Ervadoce............
Espingardas lazarinas.
Estanto..............
FARIiNHA de Trigo Ame/...
,, de outra parte...
,, de Mandioca
FolhadeFlandes.......
de ferro lnglez ...
Fio de vella...........
Steel Afilian...........
Swedish........
S/>irits oj turpenline....
Brandy Frenk 26. ...
,, Spanish ,, .... .
Tar Sweditch ........
,, American .......
Lavander.............
IVhitelead..........
Cables-chain acc. to size
lcmp Eng. pat
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Brass ,, ,,..........
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Val Estrang'eiro............
Salca-parrilha.............
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Toucinho..........
VERDETE...............',
Vinagre de Portugal...... [
do Mediterrneo...
Vinho do Porto............
de Lisboa tinto P R R
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da Figueira ...
de Prov. eCatalonia..
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de Bordeaux em B.....
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Champagne ., .....
Moscatel ,, .....
Vidros para caxilhos deca
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Genova, Nominal
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Rio de Janeiro aLditOulabro-Londres 38 d v. Par 28-Hamburgo 467 47o Ouro em barra* 85 a 86 n r nr. ni x u 1^
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29fKK, Pecas de 604oo ,60ooo dUs de 40ooo ,' 805oo Prata cuul.ada .00 poPc. moeda papel iSpo? c., cobre 25 por c *" C> ***"***
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V,
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loo Lb. = g3 meios */l ,, r= 101 Lb. Ings. = q5 ll:nn.
1 Canad (medida vetla)=, 1 3/5 galn = 6/7 val te.
42 A/queires (idem)= 94 bushel = 34o lilres.
1 Couado = 3 palmos, 1 Ya,d. 4 palmos.
1 Varal ptlmot, 1 palmo = me x. 226, = 8 p. i, Ing.
Ql. quintal, Lb. hl.ra, Ar. arroba, To. tonelada, Ba. barrea
liarnl Ot. ca.xa, (il. gal'.o, I',,. ,,, Al,, alqueirc Va. vra,'
L.opoiradfr, b*. Uuoa, Dz. dar, Ct. cento, Gr. Cro,..,, Mi.
o>Lrul'i-, Re. r>.11
U".j5o lia, Ye- Jarda.
Fa. falla, aj. auaAiitc, Pr.
i.i
procuraile,

US dircitossode .5 p. c. sobre as ava.iacoens, eWi, ,,, de expediente
aantS ^^ *P0rC*m *FlH sobre o vnlo^dj *
N. B. Desd
4o rs. por medida de imposto r
SpSubscrevo-sena Typ. do D,a, ,o. Ra das Gruses D. 3 i3#ooo por ,nno
4oo Rs. cada bunt e sendo para os assignales 80 Rs. K
de o primeiro de Julho ultimo todos os espiritos e vinhos pago
ledida ile imposto provincial. f 8 "
I.VIPRES50 POR M. F. DE FARIA.
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