Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02471


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Full Text
ANNO Dfc 1836. SEXTA FEIRA
{
23 DE DEZEMDRO N. 278.

Pimraiiiioco. Trr.oi M. t.t Pabia. IM36
DIA8 DA SEMANA.
19 Seunnd 3. Fausta And. do Juies. do Cr.
de m. e de U es. da Thexouraria Publica e
Chae, de t.
SO Terca jej. Domingos ilel- de m. e aud. do J. de
O. de i.
21 QuarU 9 S. Thom a p,
23 Qninta 8. Honorato M. Re. de m. aud. do J do
C. de m- c Ch. de t Lua ch. as 4. h. e 38 m. da t.
23 Sexta S. Servulo M. ses. da Th. Pub. aud.
do J. de O. He t.
24 Sbado jej S. Gregorio M, Re. de m. e aud.
do V. O. de t <>m Olinda.
25 Domingo Nascimento de X. Sr. Jeaus Chnsto.
Ttdo agora depende d oot meamoa da nona pra-
dec>a, modaracao, e energiaieomiiiuemoii coma
I frincipiainoa, eraino* apnntadoa coro admira*
cao .otra ai Macoca man calta.
frodmmafi da Ji,mbl,a aral 4, Iraitl
Sobscreve.aea lOOOra. mentaei pagos arilaotarfos
nenia Trpograla. ra dat Cruaes D. 3, e na Pra-
ca da Independencia N. .17 e 3w onde >e receben,
cnrreapondeiicia* legalizada*, e aniiiinciom inneriu
do aataa graltt itndo dotproprioi aiiignaniet,
a fiado aaia;nados.
CAMBIOS.
Dtzembro 23.
A- 50 porcenlo de premio Nomina.
Lisboa 55 por ojo premio, por metal, Nom.
franca 255 H. por Tranco
Rio de J.;n. 6 p. c- de prem.
Mneda de ,,400 I3..2 4000 6..700a 6800
p'o l440
Premio da prata 50 p. c.
.. di letlra. por mea I 2 por 0|0
Cobre 25 por cento de descont
ni i f37WA 0(,s CORK ROS.
u>inda_Tod .11 da ao uieio da.
Coiana, Alhandra. Paraiba. Villa do Conde, Ma-
"'.<-Pe. Pilar. Real de S. Jo5. HrejodrAre,a.
1^,1 :":b';Nnnd' Prinee... Cid.de
lr.r. r"' V",a*i A'",r'- "">r no....
S fVr a'T\''i. C'nindi- ''>. imperatrir.
> Hen.ardo S. J,,aodo PrlI,cipe. Sobrar. Novad5
lile.. Ico, 8. M.the.,-. Re..chndo >..,r. S
Antonio do Jardim. Queaerainohim. e Parnahi a
- efunda e Sextas (eiras ao meio dia por va da
taraiba. Sanio A ntao-Toda aa quinta feirwaa
meiodia. Garanbum. e Boaito-not dia. 10 e 24
dciadametaomeio da. Flore-no dia 1.1 de
cada mea ao meio dia. Cabo. Serinhaem. Rio Por-
nao, c Porto Calvo-nos dia I, I le 21 de cad*
mez-
PARTE OFFICIAL.
RIODEJANEIRO.
AMEMBLKa. GKRAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
SessaS de 1 de Outubio.
Depoia das dez horas abre-se a sessio ; e
lida a arta da antecedente, fica apjjiora-
da.
O Snr. Assis Mascarenhas servindo de
primeiro Secretan o, d ronta do exped
nte, faiendo menead de huma lep-eseu-
lacaS da Camaia Municipal da Villa de
Vassoui as, p. dmdo a revogacaS da lei da
7 deNovembro de i83l : Com mi vio a
que est aflcto este negocio.
Julga-se objecio de dcliberacaS, e Tai a
imprimir 0 segrate projecto:
Sendo reconherida a desigualdade
que huve na distnbuicaS da gratificis
addiciooal, (oncedida pela resolucaS do
i. deOutubro da 1834, aos OfBciaes Mi-
litares empregados era ser vico, pois que
ella sendo da melade do respectivo aodo
para o* Alferes, Tenentes eCapities; be
da quinta parle para t s Majores ; da sex-
ta para os Tenentes Coronis; da stima
para os Coronis; daoilava para os B-i-
gadeiros; e da decima parle pira os Offi-
iaes Generaes, cima de Brigaderos; di-
roinuiado a propon;. que os posto e
eleiio, quando be evidente que os OfTi-
ciaes medida que viosubindo em pos-
tos, to augmentando Mas indisp- nsaveis
despezas, e por conseguate suas nessida-
des. Stido pois a precitada medida pou-
co justa para osOfliciaes cima do posto
leCapitio, apjrtada do que aconselba a
equidade, e inieiiamerite contrati pra-
tica da nossa e dasNaccscultas, qu-aug-
menlio os vencimentos dos s. us empregs-
dos, aproporga que os i-levao em jetar
rhis: teuho por tanlo a bonra de pro-
|>or i deliberacaS de-la Augusta Camaia
us>-giii'iie piojelo de resotuca :
A Asaembba Geral Legislativa resol-
ve:
Artigo Uuico. A gratificaras addiri-
onal, concedida por decieto do i. de Ou-
tubro de 1834. aos Officiaes Militares em-
pregados em serv o, de ve ser da melade
do respectivo sold de cada hura, e todos
os potos.
Paco da Cmara dos Diputados, a8
deSelembro de i836.Sean.
lulga se objecta de deliberarlo, e Tai a
impriiBir o segainte parecer :
A Corainissio de Coa.tituica6 exami-
noo decreto do GoTerno, exped lo pe-
la Reparticii dos Negocios da Faeenda,
em 3i de Agosto do correnteanno, rom o
fim de regular a execura do art. 9 2
da le de 31 de Outubro de i835 ; e, com-
parando as suas disposicCes com a dita
le, achou que o referido decreto, longe
de conier hura simples regulamento ou ins-
Iroevpssnos lermos da Constitm'ca, cons-
ta quasi todo de materia exorbitante das
atlribuiides do Poder Execuiivo.
Em primeiro lugar, ob erv* a Com.
que o a do art. 9 da lei de 3| de Outu-
bro de l835, nio i-stabeleceu tributo no-
vo, moililic.il epenas esimplificou o im-
posto da dizima, o qgal sem duTda ficou
subsistindo como d'antes, salva a modi-
fitacaSreitaA Dizima de Chancellara,
diz a lei, fica substituida por a p. c. do
Talor de quaesquer cousas demandadas
em Juizo.A inlelligencia obvia destadis-
posicad, con.binada coro as leis anterio-
res, he que em ves da decima parte, qua-
i entena ou vinlena, que as ditas leis man-
dava5 pagar do valor pedido, e cuitas,
segundo o cbjecto da demanda, a paite
conderanada deve agora pagar somente
2 p. c., seja qual for o objecto, e os deve
pagar do pi incipal e na5 das cusas; guar-
dando se por e.-te modo na quantia do
impo-t-i huma mesma relaca5 com o va-
lor da couza demandada, seja ella e-pe-
ce ou quantidade, posse, ou usufructo,
pensa ou arreodamento, etc. E tsnto a
citada lei leve por fim nico a modifica
ca6 e. ce cao de hum tributo novo, que no
ait. 11 n classificou, entre as imposi-
ces geraes, idsima da Chancellaria, o
que naS faria seativesse abolido; sendo
tambero paia noUr-se que *sta ii telligen-
ria parece ler sido abracad* pelo Ministro
que r.feiendoi o decreto, qumdo apre
sentou a proposta do orcamento para o
prximo futuro anno finaoceiro, e rela-
torio de hua ReparlicaS, onde fez men-
caS desse imposto com a mesma denomi-
nacaS, e at i om referencia dita lei:
nem foi rectamente ontra, no pen-ar da
Commi'sa, a intelligencia de-ta augusta
Curara, quando ad-ptou oal do art.
15 do projecto de lei do orcamento, que
actualmente se discute no Senado.
Sendo pois o iropo-to, de que se tra-
ta, a mesma dizima da Chancellaria sim-
p!emenle m difical., a xi-indo Iris
que r.gula swa arcecadaca, a elles de-
via oGoverno sugeitar-se naijuillo em
que oaS fiio derogadas, e nunca violi-
las, como violou com o seu regulamento,
que apenas po leria ser toleado te versas-
ae sobre a parte modificada somente, que
alias delle ru careca pela sua clareza e
simjilicidade.
a Dado porem que o citado^ a do art.
9 da lei de 3i de Outubro de i35 nfo
tTesse aponas modificado o imposto da
diflm.t de Chancellara, romo para aCom-
misso he evidente, mas tice-se eslabele-
rdo hum tibuto ioteramente novo pa-
ra substituir a referida dizima; nem por
sso deixava o decreto de 3l de Agosto do
correte anno de ser exorbitante e Ile-
gal ; pois que anda assm enconiraS se
nelle muilas dii-posicSes, que nio > esli
fora da aleada do Poder Executivo, mas
tambera orFendem e atacaS a independen-
cia do Poder Judicial o.
Porqoanto, admitida edita bypo-
tbese, que be a mais faroravel ao Gover-
no, elle podera s m duvda e tabelecer
o modo pratico da arrecadacio desse im-
posto, e designar as pes o*s que o deviaS
reetber; mas quando os contribuintes
recusassem paga-lo voluntariamente, nao
tinba outro meio de licitamente os po ler
compellr, se naS determinando que fos-
sem demandados execulivamonte pelos
Fscaes e C. Hctores da Fazenda Publica,
como pra casos especies determnou nos
arligos 3 e 4 do citado decreto ; de ne-
nhuma torte porem Ihe era permittido
alterar a ordem do pti>ces>o, rapor s
pites obrigacSes a que ellas nao eslavaS
sujeitas em oonformdade das leis, fazer
parar os proc.s os pendentes, suspender
oif.ito de senlencas legalmente obtida.t,
e dar efieto retroactivo dispo-ca3 da lei
cuja execucaS pietendia regular.
Ora, todos estes attentados, todas
e-sas violacSes da ConstituicaS e das leis,
fez o Guvi ru em osartigos 6, 7, 8, 9 e
O d citado decieto ; e, alemdis.o, reco-
nhecendo elle que ese imposto de a p. c,
substituido duima, era devido pelas
paites veotida-, como Jaramente o e-.ta-
belece no art. 13, he evidente que o art.
a anda vem a ser mais attentatorio das
garantas dos cidadios, a quem o Ministro,
ampliando huma dispo.-ic.- d.s leis ante-
riores que be restricta a caso especial, o-
b'iga apagar o sobredio imposto, que a.
lias rtcunhere nio ser devido por elles.
* A' vista do que fica ponderado, en-
tende a C >mmissaS que o decreto de 3i
de Agosto deste anno be exorbitante eil-
legel, e co Jtem escandaloso abuso de po-
der ; e p r isso, a vista Ao ai t. 8 da lei
dei5 deOutubro de i8^7, esrrupulisou
acerca da obngac. em que pareca est-r
con tituida, de denunciar esse delicio da
respon-abilidade; ins, ronsideracSes po-
lticas sobie a utiliJade de tal denuncia,
as acluaes cu constancias, a tranqulisa-
ra a poni de se julgar desligada dessa
obrigaca : por tanlo, he de parecer que
o referido deereto naS deve so bastir,
nem produzr efl'eit algum ; e para re-
mover qualquer pretexto de duvida a tal
respailo, offerece o segointe projecto de
resolocn.
AAssemblea Geral Legislativa resolve:
Art. 1. O pagamento dos i p. c. do
valor de quaes quer couzls demandadas)
em Juixo, conforme o a do art. 9 da lei
de 31 deOutubro de i855, ten lugar
somente nos casos em que o tinha a di-
zima de Chancellaria, que a mesma lei a-
penas modificou.
. *' Art. i. Ficio revogadas todas as
dispjsicSes em contraro.
Paco da Cmara dos Deputados, 30
deSetembro de i836.-C. J. de Araujo
V.auna II. II. Camero LeaS___M. J.
de Mello eSouaa, rom restricto*. >
OSar. Carneiro Leio obtem a pafavra
pela ordem, e diz que quer pedir a ur-
gencia a favor de huma resolucaS do Sr.
Paranhos, n. 62, que lem por fim espa-
car aaeleiSes para Deputados A-s.m-
blea Geral as Provincias do Para e 15 o
Grande do Sol; pois que guerra naS po-
de dar occasio a-jue .-e f.gi. com liber-
dade *tm eleices, ejulga por tanto rnui-
o urgente, que se trata de>la resolugaS
que U eleicSes hejaS espacadas at que
as Provincias estejio pacificadas. Couciuo
propondo a urgencia.
A urgencia pioposta he apoada e entra
emdiscussio, e t .mando parte nclla os
Sor. Henriques de Keiende, Carneiro
LeaS e Visconde de Guanos, d-se por
discutida, e posta a votos be approva*
da.
Entra em discuti o seguinte :
A Asamblea Geral Legislatta revi-
ve:
Art. |. as Provincias de S. Pedro
do Sol do Rio Grande e Para, > se pro-
ceder eleicaS de Deputad- a pura a fu-
tura legislatura, quando tsliver reatabe-
lecida n-s mesmas Provincias a orden, e
obediencia ao Governo legitimo.
a Art. 2. Fi- aS para este 1 ffeito sern
vigor as disposicSes em contrario.
Paco da Cambra doi Deputados, em
3 dejulbo de i830.M. P. da Silva Vel-
loso.
O Sor. Henriques de Resende julga a
re oluca intil, e prejudicial; intil poi-
que pude ser que ao lempo da p-omulga-
caS da resolucaS j* se tenbaS feitoaselei-
cSts as duas provincias, e nesle caso s
na occa^iso da ve.itcacaS dos Diplomas
dos Deputados eleitos he que se pode de-
terminar se proceda a novas eleices, qui-
do as qae se tenbaS leio seacbem illegaes;
prejudicial, porque com a sua disposicaS
naS seba de evitar a influencia do paci-
ficador, por que depois de pacificada a
Provincia he que o pacificador lem mais
influencia nos dillerentes pontos da Pro-
vincia, dispondo das ti opas, empregados
pblicos, ele. (Coatinusr se ha.)


I o
D E
PERNAMBUCO.
DIVERSAS REPARTiCOENS.
>.LV NDEF.v DAS FAlENDAS
B igue Araer'ono, Angola, vindo de
TwMPlTr, entrado em o do coreante,
"Cnpilio Beny J. Tufila Coialgnallo *
HflOiJ Foster & C.
Manifetou o seguate:
4>o barricas cm bacalbao.
O Brii>ue Inglez Edgecnmbe, vmdo de
Terra Nova enfad ero JH> ocurrente
C-piu Geo Dugdalle, Cons6*do a Cra'
Hr:e|lyoorth ArC.
Manifeatouoseguinle :
i5oo barricas coro bscalhao.
rom urna lima umsugeto am urna ta>ar-
na.
Participo a V. 4$* pela Tolta da roej.pote puve uns loquea
5eCoru.li d.doiV Quirlel do B'l.lhao
7 do Candores, er
nofid.de ptlodesasod&tfeloftlie^q"el
las horas, dirigi-ru aoQue. til cali M-
be eren sido os loqtti.jd chamada de Sar-
gento, e raho do dia, vs qoaes havta an-
dado dar o Offi.-I de EaWa.por >*oaaa.
da fuga de alguns reci utas. '.
Nada mais consta.
Dos Guarde a V. Exa. Secretaria da
PrefeiMra da Commarca do Rcnfe 2a de
Dezembro de 1836. Mo. e Eim. Sr.
ren*', Bxadaim 665 094^^5, te quan-
dtceQUa ilutar, providencia do supr-
malo. E de cerfo, qoe fci para preen-
cher umanho dficit, que a Assemblea Le-
gislativa Provincial decreloualgumai im-
posices, das qaes proredendn se a uro
impo la.ica'moto d Rs. 68:758^000, co>
"maV ver ablacto n. a, foi comi do
precaria a sua Veasacio nos Cofres da
Provincia, a. le apenas entrou a quanlia
dcRs. i3:Z0&.67( relacio n. 3 ) para
.fezer, fve a lanu e lio urgentes deesas,
aecrescidas, como dito 6ca BU-ehl pow,
fcscvl. Sr., ao que se deve .atribuir a talla
de meios, que prest ntemente lia na refer
da Caixa Provincial, uio sendo possivel a
^esneito dea fuaie.^du/* e ^Oica/.es de.li
Francisco da.fau!. f*"1'^;*]? ^l T^KSS^m plorar a rapo
querqoe,' Presidente daProtiuru.. ;-+ Ma-
querqne, niiwic w-v-j-!--
noeldoNa*caeulo.da Oft Mao*eil>o.
grosso caniililho por franja, ludo foi rcdu
sido a migalhas e ein/.a, cu desemcami-
nbado, e isto feilo no maior enlhusiasmo
de Via a B hg'io, abaix< o Cimiterio, vi-
?aa, que comecaiio de'de a Praca, logo
que o Visconde de Piraj, ala lo de cordio
de Fran'i Urano f-i entrando na Praca lidi-
ante das Iiroandades, e quando tambera a
pedradas despedacario e poserio ero tetra
a taboleta, que eslava na tiente do Escri-
ptorio da empresa, o qual eia na casa do
Caetano Mauricio, oiide o Amamio, e o
Caetauo Silveste dava5 suas audiencias.
Em lira vi uui esboco gueira das Gra-
sadas.
a Todo o dia girarlo a Cidade com as
curucas depedac*idas, e a noite deilaro
MESA. DiS DIVERSAS RtTDAS.
A paula he a mestna do N. a76.
PREFE1T0RA DA COMARCA DO RECIFB.
Parle do dia al.
Illm. o Eim. Sr.
D-aP-rlesrecebid.scon-ta, que foiip
preaoa ordero dVla Prefe-tura, e .ecolhi-
doa ao Callabouco do Corpo de Polica,
dondeiiverio dferenles destinos- l*afl
Roiz d'Oliveia Branco, casado nalural do
PqHo, lemettido pelo Cornroissano oe
Poluii dodeslrictude Fura de port, por
lerqueiido feir a sua mulher com uro
cop*co, que o a corop<.uhou;.Daroianna
prela,cscrava de Finniao Pesso d Garoa,
eropllida pelo Commissarjo de Polica do
desl.icto do Corpo S.nto, por le sid.0 cd-
cootradatrt de horas faser grande alari-
do pelas las, e nao que.e> obedeotr a dtm de ietiir se; Domingos Jaquea cre-
oulo, d">oideiro, ppr ter dado un bofe-
tada em ser provocado em Manoel da
ReMuueicio, branou i Antonio, esrravo
du Tero ole Coronel Cbaby, por lar sido
ncontrado iulgaresiar fgido,* Joao Bapiula, e Joro
Violo B go; brancos Caixeiros, por te-
rero a tabernas abeila>conira as ordans a
Tespaito; e Manoel de Jesue Fe.rug'm
Corneta do a. B^lalhaS de G. ., por
se ler querido o eppO a pria5 dos di i ti a
Ca.xt-ir.s lodos remedid pelo Sob-Pre-
feito da Friguesi-ideSauto Anlonio.
N*d* mai'COcisla. #
leos Guarde a V. Ex. Secntanada
Prtfrilura da Commana do lUcife i
de Desembro de 1836. Hun. &*>*
Fraileo de Paula C.v.lcnli de Albu-
qunque, PresidentedaPovirou M. do
N. da C Munleiro
Parle do dia 2a.
lllro. cExm.Siir.
Fo.ao recibidos ao Calabougo do Cor
o de Poli>ia, e liver..6 o conveniente des
Tino, os pieso, Josquiro Ees. b.o dehouia
brauco, porcia, p.onuroiado a pr^ao,
elivramento; Virante Fernirs, c.eoulo,
por ser encontrado as del ho-as da uo.te
coro oro compaso, que o a rorop.nbou ;
J.cinto, prelo, esc avo do Tenante Joro
A.ionio, pur e^lar armado de urna laca de
pona, que igualro.nte o acompanhou ;
Joa5; tambero prelo, esc.vo de Miguel
T.vei.a, por se Ibeacbar uro Caivete de
mola, quet.mbem f.i entregue, eF.a-i-
rCo pralo, es. ravo de D. Tr.nc*. de
S p.!rterin-uludoaP.rulbarcHan.e
oam"r-o. injurio^.: todas reroelUdo,
oeUSubPr.fcioda Frrgueaia de Sanio
Sniooio-, JoeJ squirodeSouza recrul.
d B Ulhr 7 de C*s*ado.reroell.do pe-
lo fficial C a. onda de Policu, por
,e, desellado do B.i.lhaS e ser eoj'
do.sduasboro.da roanb n. Ponted. Boa,-
vat.; Jos Cordeiro d'OUveira, pardo,
14ul mau4 prderpoi ler qqaridoJarix
Promotoria da Comarca do fecifi
lllm. Sr. Dr. Juiz de Direit >. Peante
V. S. pela 2.a ver denuncia o Promotor
piblicodesta Comarca de Jos Francisco
Caetano de K'srooc-lloi, J"^""0 J?,
Jacome, Luis Francisco V.ries,|Manolj.
Lopes Braga. Vrenle JW Corroa, o l.
Obo, o 2.* Soldado, os demaisofficaes do
Batalhio de Guardas N^ciones de Olinda :
e he objeoto de i a e a.a denuncia o que
na i.aexpoi. /
Foi incumbido o Nolario da Fregoesi
da S de Olinda Jlo S-rgio Ceear da An
dradepelo PrMVito dela Coramarca, de
prender Jos RomSo, Soldado do mesmn
Batalhio, e.pronunciado pelo assassinio
commettido em huma Escrsva de.Barbora
Francisca de Alim-id*, e lbe foi dada hu-.
ma Palrulha para o acompaar na d ..
geocia : n manhi do dia 30 de Ou|qbro
quiz o Notario oar execuQio a ordem de
prislo p rem sabeqdo que o criroiuoo se
achava na parada ri< Palio do Carmo es-
peou em alguroa distancia que o Batalhio
se dispersasse : com effeilo acabada a para-
da e.d8Peos os Soldados d rigio-e o
NoiarioaoCriminoso, nU-nou-lhe a or-
dem de pr4o,edepois dejpreso o entoegou
a pairulba para que o con lusisseCadeia :
foi enlio que os denun- iadpa e denlrrelle^-
o Tenente ViiHd'espada descmbainh'da
insuliaiao o NQUiOi tiraiio O (preso de
mi, e pudr da patrutha, e roaodario
em altas vcx s que se elle eradisse e a>sim
t onleroo. Os Denunciados esli incur
os no An. iaO do Cdigo Criminal.
V. S. uloada'a preiente Denuncia dgne-
se de mandar tilar ss lestemunha mar
gem, e proceder como he de direilo". Se
gue-ae as tcstemunhas Joie Tbomoz Na
buco de Araujo Jnior.
baha,
artigo de officio
_ I!|. e Excel. Sr. Dando cumpli-
mento ao que V. Ex. me ordenaia, e.m
IBeiode i4 ^ crtente, p.ra que tu in-
foime erca das causis que se deve att. i
buir a falta da meios, que lem havido na
Caixa Provincia!; cumpre-me ponderar
V. Ex., que a causa existe na in-uflicien-
cia dos propros meios ronaigaadas Re-
ceita Provincial, queainda quando f ssero
todas realzadas nio bastariam as suas res-
p -clivas Despejas. Ant-s do acto addicio-
n 11 pelo qual foram as \ssembleas Pro-
vmciaes incumbid** de proier e.ca de
anas necesddes domesl-cas o GoVerno
achava ulhori>ado p*lo al. 34 da Lei
de 8 de Outiib-o de i833. ( cuja saluta.
providenci* canlinunu pela Uisposicio d>
ari. 33 da de 3 de Outub o de i834 ) a
fa*er suplir da Caia GeraJ rom o que mis
ler fosse ao p.'.gam. nlo das Daspesas Pro-
incs-s. E lano esla providencia era te-
clamada pela nece.-i lade que nos annos
fi caes de iS34a 1835, eeguinle foi a Cai-
xa Provincial supi ida pela Ge al coro
527.517^430, segando a nota j,roia em
i lugar e islo quando a .-ua de-pesa a-
peuas era oreada em 458 500^000 reja ;
ago a, que as Da-pesas da me-mi C-i*a
tem crescida, e que pela Li n. 27 do au-
no Bical e lindo, foi oic.dt em Rs.......
619:631^710 ra., a pela do a.* 3b* do cor-
Jnanle na^resa dealgunias das cont.^ui-
?5es: nem'porconsgumte remover aes-
cassei, e insufficiencia das airecadacoes, |
de roaneira, que se possa contrabalaupar
uraadesp.sa rerla, e aullada: com tees
dados pois, nao he prudente assegurar ,
que d'ora era diante baja um resultada ma-
is r.voravel, e que afluam as enlradas na
Caixa Proiincial, poulo de poderero ser
saiisfeilas todas as sua-despesas. He quon-
I, tenho de informar V. Ex., sobre a
materia eatralaulo que aguardo uma
providencia, que mais conveniente sea as
circunstHioias do luocnento. Dos Guar-
de a V. El. Thesouraria d Baha ai de
Outubrode i836. III. a Eieel. 8r. Pre-
sidente desla Provincic No impedimen-
to do Inspector, o Contador Joaquim Ben-
to Pires de Figueir.do.
Id m 26. dp Outubro.
Ja ninguem se lembra de leicSes,
porque coisa de maior monta oceupa actu-
almente a todos. A noticia de dever-se
henear o Cero terio no dia 23 para no 26
cobecar a receber cadveres, agiloU os
animes dos fanticos, das Irmandades e
cbnlrariasde Beligiosos clausurados, que
'recesvio grande prejuiz., e dos inimigoa
dos Empresarios, que lio bem por inveja
do lucro, que, se calculavs, el'les teno,
comeqayio a mais ag'tar. 0 A'cebi po
eslava doente ou continuava faser-se p>-
1 a nao ir benier oCeroiterio ;ai outras Au-
t|>oiilades Ecclesiaslicss negario-se, e as-
Hm tmbtm todos os vgrios, a exrepQio
do Joquin da Almeida, Vi^aiio da Vic-
io a, que aecti ou a nomeacio, estando
ja prparando-se para fa'er uma pitica
ou serroso pit o roesmo acto.
w Tere com tffeito lugar a benclo no
dia 23 sem motim, e a p-nasdois pannos
ricos de viluilo, um inca nido p^ra cada
'vetes de donz. lias, e mitro .prelo. soffie
rao avaria, poiq'ie os fo conia o boato, le que os l'*rn' iscauos ha
de orut aleada entregar as chaves do Claus
iro ao Arcebitpo por nao lerm, deque
subsistir d: pois da existen' ia doCemilerio;
q^je as Ordens Terc;as e mpis ^mnda-
les hiiiio da mesma forma representar ao
Presidente da Provincia coiitia o esbu lio
que j-e Ibes fasla de sua ant^a prp'ieda(e
porque de hoje em diante ludu hiria para
O C-niiteiip.
a Honlem as 10 horas ao toque d >s si-
nos r speciivos reunirio-se as Innand -des,
xcep'o a do SS. Sacramento da S, e
Terceira de S. Fianci-co, e frio acom-
pauhados de graoda multidio ao Palacio
do Cove no, onde o rre-iden'e Ihes asse-
goruu, que ma,hdaia sobre estar no enter-
ram.nto nj Cemiteri, alseiem dadas as
piovideucias pela Asscmbla Provincial,
que elle bia convocar .para o dia 7 de No-
embio. A ese lempo ja tinham-se en-
camiuhado para o lugar do Cera t -i io man-
gles de Povo, o qual encontrando, a ou-
iro, que iavia pa irada.o de demolir e estragar ludo ( que
eslava aceado e lel|o )e depoi locara fog",
nio encapando a casa do Capcllao. que.era
u Jos Maria, i> mi do Vigai io da Victoi ia,
o qual scapou fugindo em mang uii-a. em um cavallo t-m O'S >, e pardeo lo
' ., 1 _. V .:. r
la a ropa, porque al bollos e b-tiu* fu-
rio ao logo. Columnas, marmrea, Cy-
pi estes, nr.d->s de ftno, porteiras do mes-
rau, e 30 e tantas parvllias de besla-, to.
dos os ai u ios (doirados) duis segas, 9.
carrocas xcellenu-s, libres dos Lcaios e
boieiroi, chap>s atinados dVilsa, ricos
pannos de velado bordados da oiro, a de
Prxedes Fies.
Hia-me e.-quecendo dizer Ihes, que a
Capella do Cimiterio nio ricou intacta : o
cio foi laucado aofogo ^derr.t do, a.- le-
das t bicaa despedapadas, porque era cha-
mada a Capella Igreja de Protestantes,
e Pdreuos livres. Honlem buuve batu-
que, at de Natos, na porta do Viscuda
(] Piraj, o qual deo brodio, t cliamava
s qnem passava para lser saudc do gran-
de di, dia glorioso, como elle poneos li-
nda vi.-to na Babia, a n.commnlava sa
patrulhas, que no pr andasse chupado ( expresefo d'elle ), por-
que o dia era proprio.
Nio he extranbavel ja o Visconde da
P ii aja, poique todo o Brasil o conhece, co-
mo um homem, que se distingue sempia
lias insuneic5es da populaca, e que foi
Assembla propoi a bodrio do importo
dos l)..d 5e-, e como nio passun a sua pro-
po-icio a medi ia dos seo de.-ejos, retiroa-
ne e abdicoo o dfgno pi^to, que hia oceu-
par. O que he piis psra notar-se he q' ho-
nens, alias serios, ou que por taes sao ti-
dos, outios Depulados, Tbezoureirp, ^ por inimizade aos Empresarios do Giroi-
teri) asularam a.popula^, ef ram mesmo
judar a demolir exorlando. Nada disto
he exigerado, .antes tica a baixo do que sa
passou.
Nio ba seruranca ; varias pessoas se
lem occubado, cotnu aejam u ;Vitario Ju-
aquim de Almeida, e o ir m >, o Anuncio,
eoutros. J >sd rA nio nio de. Araujo, aquem
preparaiio um enterro, |em ^ido procu-
rado, e desde ho(itero roet au se com a fa-
milia i burdo de urna Fragata estran^eiras.
O Keb"uc .s ( \1anoel Mauricio ) constan a
ter sido ip'-dr< jado e procurado por ter
rouros dias antes destribuido os .--e >s f"dhc-
t|is sobre inhumaQOes as Igrejas. Os pas-
quins .*io innumeraveis. Duvida-se, que
se rena a Assembla no da. 7 da Novem-
b'o, e no da 8 espera se reuna > e entra-
da pela estrada do Ct%terio, por ser dia
da fe-la de Piraj, ;figurando se a entrada
na Cidade dtp os da guena da Indepen-
dencia.
( Do,Be opilador Cachoeirenss, )
I lem Comre-pondeucia
Todo 0 Cidada tem obri{,a o de dar
c uta de sua c nducla, murmente quando
a Sob.rania Nacional o eleva ao Gio de
seu Beprestoanle ; be, pois, na qusdda-
de Deputsd.1 Pioviroi I, que venbo pean-
te o T> ibunal da Optnio Publica dar con-
ta de m nha conducta. Na 1.' Sesaioapre-
senlei un Projecl, para -ertm izeutos de
pagar sita >s Predios habita lo- por se-'S
Proprietar.ios ; nio foi aceito, com a evasi-
va de eslarem e-las Kend >s incorporadas
sgeraes, e uio ser da atribuidlo da AH
sembles Provio al. Segundo Projecto, pa-
ra se abolir o novo Importo favor do de-
funlo banco do Brasil, leve a me-ma sor-
t, e no nacedou'O. foi garroteado. Ter-
ceiro, parasepaiacio das Varas de Juizes
de DireitodeS. Amaro, e S. Francisco,
noque nada despenda a Naca5 pois leo-
do doi Juizes cada um onppaiia sua Villa,
igual destino leve qual os oulros. Jadeis-
perdoapnsentei o 4- Projecto, paraqus
nenhum individuo, podese orcupar car-
go Publico, sem prestar 3 annos de servico
Militar; esta foi logo vigo-osimenle reba-
tido pelo partido Ministerial. DesgoHosj
retini-meao centro de roinha familia, d
qnde vi abortar capitales de Escravos, ai-
elusivos de 30 anuos I.tlciqaa.de coaleru,




e para que, Bibianos, esse augmento de
mposicdes? .Para augmento oe Oidena-
d >s, eCougrua's? Para criaca de Liceos,
e Gabinetes de Historia &c.,?! Pasmndo-
me de ver a jmmensidade de Leit criadoras
de 6emilrios, Guindastes, letradas, Pon
tes, Entalegeos, e ludo o mais qqe l.embra
qu ra, roiiio son bando, quer ver uoia hu-
milde choc metamoi foseada em um mar-
mreo Palacio, e,una p-gmeo emumgrjn.
de gigante. Ten lo excedido aoque me (-ro-
'puz, e.na quero abusar de ostia pacien-
cia. He Sr.. Redactor.
Seo niiiito aUi'di oo Leitor
Visco n de de Fi raja
( Diario da Babia ).
-t.-
ora 1
EXTERIOR.
A ADMINISTR\C\0' PASSADA,
E AS COUZAS DE HOJE.
Muito temos soffrido desde que nos pro-
pinemos defender a causa da Liberdade.
(Jau-a bella sem duvida porque a do
genero humano purera cheia de defiicul
dales e dissabores. Nao so tantos os que
pi overa da oj>psic'j de seus ntmigo de-
clarados, quanto aquelles que sio tffeito
do proceder de seus falsos amigos. Nao
ha objecto em que mais sejam da temer os
excesos e neuhun era que a hyuoeri ia
tome lio fcilmente as feic6es da honra e
patriotismo. Em nenhum outio se pre-
ga tanto a virtude da (oleraueia, proce-
dendo-se com todo o furor de partido :
em nenhom se avaliam paior os actos dos
homens pblicos, as suas qualidades ;
poique finalmente neuhnrn ha em que as
paix-'s usurpem t5 fcil e freqnentemen-
te o lugar da razad edajuiica. Desta
intoleancia desta niquidade sao ex-
emplo diarios todos os Joi nae-, que, se
deram ao vergnhoso empenho da apoi-
ar os bomens ,' que imperara hoje em
Portugal dnhaixo da deriuminieio do Mi-
li i teiio.
Um fjco Publico sabido e sentido"*de
toda a Nacfo os coralena : e apesac dis-
to .-em pudor algum, sem a mais leve
mo Ira da senihelidade moral, o seu
perenne cuidado lepreseniar comocr
miuosos aquelles meamos que ha tres an-
008 es:vo prognosticando a revoloc, da noute de nove de Setembro, e avisan-
do os Poitugueses para que se acaulelas-
st-m.
Os verdadeiros Patriotas os escrito-
res pblicos defeosore" da Carta Cons-
titucional, disseraS aos homens que pre-
paraVaS e*sa revo'uciu a que a ambicio
era o demonio que os pung oexerci-
cio do poder o seu alvo e desgranar o
povo ce> a a consequencia do triunfo se
:elles o alcancassem. Est demonstrado
cabalmente que a cauza e o objecto erant-
es-es ; e p-lo que toca aoseffeilos, nao
fajemos mais do que inteirogar a intima
consiencia de todos os bomens sensatas-,
de lodos os < te della ressomb a na fi ionoruia que a
Naci portugueta presenta hojea si m mae Europa nos symtomas de remurso
que se veem em lodos os membroa da
ni'sma Naci, anda os que se empenhio
ou era elogiar o crime, ou em f. ser a apo
logia dos que os commeteram. Nao lo-
mamos conlas pobre gente ignorante e
Iludida, que louva todo, <>u condemna
tu lo, segundo a vonlade e o ioteresse de
quera a di ig".
Porera os Jomalistas vendidos ao Mi-
nisterio aiud* dio noaiores demonstra-
res do que iodos os iu viduos do seu par-
tido da consciencia que tem do crime.
E-sa conscien. ia os trahe a ca Ja linha que
escievem ; e no empenho de se descobije
deixam vero raais monstruoso da sua fe-
aldade. Em logar de urna defensa lio
nohe como o alaqoa, isto corr as ar-
mas do raciocinio em o campo de huma
di-cosaaS livre que fas.em asses desgrana-
dos campees do perjurio e da usurpa-
ci 7 TJam de uma luguagera apaixuna-
da, que exclue toda a demonstragio :
clamam contra devori tas, ladiSes, abso-
lptitas!!! apostropham as masjas da
Guarda Nacional acon-elham asngue ,
meacio co'm violencia declarara que
justo perpetra! as: ainda mais, que he
necesario! Ppmir&iu .P.u jamado
governo dietario.a : uma dictad
Quera a decret-u ? Em virlode de c
Ui se tirn a Ranha o exercirio de che-
fe do. poder executivo para substuir esse
exercicio pelo de qnatro dictadores ? Fa-
lai claro, homens, homens da rev.Ja-
c-5 : queris nm rgimen de terror ; a-
chais que s assim conseguiris a perma-
nencia dos vossng amigos no poder : em-
bora s* j.. ., |u,ia mas n>5 tenhaes a
Bsensale de dizer ao mesmo lempo que,
na vo.-sa gente, no syslema por ella ado-
ptado, e:ta o nlac*l*d-Naeio Portogoe-
.za. Se a Naca quer s-e> homens, e es-
sas toutas paia qin>, violando todas as
lew, lodos os pi incipios todas as conve-
nieiici-s politizas ainda *s vosas pro-
priaa, aconselbaes qne se mantenha pe-
lo crime o que affirmaes que fe sus-
tenta pela op 111 a5 virtuosa e illu.-lra-
da ?
Ura rgimen de terror pode salifaser a
parte do empenho dos no-o regentes,
verdade ; e por ventura a nessa satisfa-
gas tem a mii a os que dezejam estable-
ce lo. Quercm ver assassifnad >s os prin;
cipaes cidada argidos de respeitar a
memoria de D. Pedro ; os qne m;m>res
sei vicos fizeram em defensioda Carla e da
Pamba; os que commandaram no Gabi-
nete, em fim lodos quantoa ainda possa
servir a Patria quando ella exange econ-
vulsa sar das mas oppre.-soras que h^ -
je a subjugam!
Tantas proTocac8es, tantos clamores
a mollidaS illudida tantas callumnias pa-
raa incendial a e condusil a aos ezces-
S08, asss demonstra5 a perversidade do
coracaS dos chamados ,camp> 5es da liber-
dade. Injuaiiad'$ por elles, e todos 06
dias leivosamente feudos, nao podemos
deixar de mar de frases terminantes, por
que ellas definen! o* homens c<>m exacii-
dao ; e este o maior mal que Ibes pode
faser.
Para nao sermos tachad"S de perder-nos
em geriealidades, lancaremoi ma6 de um
dos antigos m. do Ministerio esej o do Nacin >l de i3
do corrente que tem por titulo Ao> or-
nadlas da farcad decada. Cansados de
soffrer em silencio grosfeiras provocacoes
ser licito que a algumas dellas respon-
damos, nao na luigyag' va torpe dos peda-
g"gos do simpl, rio Redactor nominal ,
mas franca e verdadeira como sempre
u-amos.
Di* o Aitigo que a Revista anchen lar-
gis paginas de encomios ao Mini terio
Carvalho Rodrigo, quando a este socedeo
oMini-terio Campos Luur. ii o ; Ministe-
rio por quem o nobre Nari mal beben
candeiasde b pelos disp.11 ates que disse Collectivarr.ente
na Cmara e tanto que chorar c fora
pilos depio|'Oni'o- que fez; que estesen-
comios se tornataoa em fumo, poique,
depois rollando ao poder a admin'sU'aQa
p ir no; elogiada s se ocmpou de novo
emp'estiraos, novos juros, novas anteci
pues, e argumentos de divida.
Se o riosV contemp^ raneo do Nacio-
nal Bsease osseus art gos e lesse as re fu-
ta^Ses que tem aparecido na Reviita, por
romto pruco sentido seja estamos pe sua-
dido^ que ha muito houvera disistido de
provocar nos em objccto.a de Fazenda Pu-
blica.
Os homens que noseu jornal nfooflM-
osamente sultados tem entre osbonsuma
reputacac merecida; porque h fados
con-igna io- na histoiia, do seu patriotis-
mo e boma. Basta diser ae que elles fi-
zeram e sustentaran um gran Je exercito,
e uma graude esijuadra, que deram ca-
bo das numerosas tropas do usurpador ,
tirando recursos da nua habiude, e da sua
probidade ; q' em quant se combata nos
campos e defendiad as Cidades de ata-
que violentisjiroos eSeituavam elles as
inaioies reformas que se tem emprenli-
dido desde que o Reino .existe : verdadei-
ras reformas utei ao Estado porque fi-
zeram entornar sobre toda a extengaS do
nosso paic muitos mhes de tributo* a-
bolidos e restituirn aos cid*da5s la-
boriosos e inleressantes os beos que in-
dividamente erara senhoreados por cor-
pos da ma6 morta destructores par-
sitos da srvore do Estado; porqua redu-
ziram ssystema elaro e efieieute o ser-
1 ico publico em todos os ramos, aca-
bando com O indtcifianl misterio de-
biixo do qut se achava a administrado
da Fasenda ; sendo certo que nunca ,
an'es desta organi-aca5, e soohe em Por-
tugal o que consta va daqiu lia repart-
Qa6,
O Ministerio que entrn em Maio de
1835 era da oposica5. A gerencia dos
negocios da Fasenda leve mlle um dos
coi 1 pbeos opposiciooiilis, o preconizado
par essa ReparlicaS desde que em Pariz,
em L.val, em R-nnes, em Londres, e em
Plymouth se Gziram Minis'eiios todas as
semanas : e qual foi o resultado era qua-
renla das de servico? Ignora-o o
^Nacional ou a Naci ? O esult.ido foi
acndirem outros homens, muito depressa,
p ra que se nao fizesse uma banca-rota qne
era o nvsmo preparado por esse financei-
ro a Nac*5 Portuguesa N guesa que dos meses antes fasi* uma da^
primiiras flgmas as principaes pracas da
Europa ?
E'ii quanto esteve em PSefijcio a admi-
nistraca de Julho nio bouve doeslo neai
aleive que a opposicso (nunca onv.n'i-
da) nio soltasse contra oa Minislio> que
nio amava. Urna licenga para reduzir
trigo, que se perda a faiinha prece
deudo uindp" ito de Dii'ttos por inlei-
ro urna venda de Lesiras declarada de
grande ulilMade publica for6 piladas
c mo exorbitancias criminosas,romo ru-
bos e froctos de graude peceulato ; a fi-
nalmente una medida do Miniterio da
Guaira tomado deotro das altrihuicesdo
Governo deu 'un aublevacaS dos
OfiTiciaes que em Novembro passado em-
poserao de novo na administraca ho-
mens da extrema esquerda.
Nesse mom clamoies de commando,os desperdicios,
: Ministros dees Indos que se'escondes em,
que fugissem. Queiia-se na sua auaen-
cia proceder cora a *kitoia de que sao
capases os caudhos do partido da des
ordem ; mas felizmente nao tucedeu as-
si ra.
Os acuzados Gcaram no ea po>to
apareceram na Assemblea da Naci
metterara debaixo dos p s os seus inde-
centes inmgos ; mostraran) Ibes que
mentiam nades lici qtie 6zeia5 do Es-
tado do Reino : a uma cont falaz e vil-
mente aunada para seducir o publico,
opposeram uma verd'deira e clara e
apoiada em documentos inrontestaveis.
Deu um estupor no faduleoto Mnistio,
cujas Ingrimas hyp>ciitas linhad ja cha-
mado sobre elle a inlignaga de todos os
bomens honrados. Os a< cuzado fizer5
mais : demoiistrarad que havia adop
lado o rueio seguro e verdadeiro de fazer
l'aceao nosso grande d-li it e de ir dimi
nuiudo s m violcenc a pira o povo, c aem
faltar ao pagamento dasdosp.zs corieu-
tei.
Entretanto os hroes da esquerda osE-
conomistas, cujas frnfarronices o Nacio-
nal, e sua g nte eUlavam' s -atiabas,
marchando de delirio em delirio
cheguram ao extremo de mi
lia; e I*rg*ra6 o poder repelndj o
pe igo de banca rota. Tiveram t a in-
famia de tentar di por o publico pira
e.ve transe ; dorara no como ioevita-
vel, al utcessirio Ah al til !
Qnem estivessa em Lisboa no lempo em
que estas transaccSes liveram logar na5
poderdiix que nos explicamos.
E' ceito que Vendo-se chegadpi ao a-
bysmo quietara os Ministros reformado-
res expulso o seu hornera da Fasenda,
por ter aliraJo com ella ao inr, ajudar-
se de algura nutro da Pandba ( frase do
Nacional, e digna del le). Na5 sabemos
se achariam ou nio : o que sabemos
que dos qne os substituiram nenhum fre-
queutava as anle-camaias do Palacio
todos f iran por muitos dlaa buscados era
fio algura se tinha retirado d Li-ba
para nao voltar no Ministerio : e a muito
ru>to cedeu aos rogos teitos ds parte da
Rainba.
O Vli oisle io enfiado de novo te ve que
seguir novos planos : os primairos naS po-
dan) ja vogar porqne seus estupidos an-
tecessores ou haviam destruido a forca de
demencia. Esses plan >s foram presentes
as Coi tes e ai ronera para responder as
calumnias e as fatuidades do Nacional, e
seui confrides : enctrrayam euconomios
por nm lado', rog-neVl Be rech"po
ootro ; porem como tr unfar dos gnloS
e d-s insignes p'O'xcacde do iniro'gos
da ordem na Cama 1 a Pi.uco faltou para
que nem s tritura dos p ojectos do Mi-
ni teiio losserpVrn.ffda 1 .' !
Foi di-solvida a (.'amara ; e em quanto
nutra se convocara alraneou o Ooverno
ni- ios para as despesa.s mais uigrotos 1 to-
das as clas-es lurm c.o/i^eu'pl-rfai. O
Thesourofez trabal'hiS < p ranles; sem
violar nenhuma lei, obtuve fon ios ter-
mos taes o uns arie ijt.irt., negociante
abraca sempie quando os nec>-si!a para
suas tiansatcSe-- : isto a m io uor t-eu-
lo tomes E serla este diuiin ro para
pagar ^Igun salitre,'embutid 1 a f-na paia
eniiquicar patentes, ou na salifaser as
despezas (!e hum almoco diplomtico ?..
N. : f.i a sotniBd neresstria para segurar
o pagamento de trimeslies da divida e-
Irang-ira operscad que nao d-va cui-
dado porque, (recebida quefosse a di-
vida dojlrasil com ella ser m ir tisana a con-
tratada : e d sptessados da urgemia de
satisfaser aoutia, lempo fiava para I-
quid .I-a sem sacrificio ; e para cuidar
da oiganisaca intem, cojos giavea
negocios oceuparam muitas pesasas in-
telligenies as reparticea a 6m de po-
derera a lempo ser apreseotados as Cor-
les.
Em qvanto asim se trat-biihava nio se
esquecia a oposic ou aute os ni-
mig tos do Governo, bd->rando deoa e fo mce s.lio (oda a repulacio por elle
ganba p tos da c. lumnia mais perseverante e in-
rendiria.
Quando a administraca que -cabo 11
juntamente rom a Carla, enlrou, todos
sabera que no t beso ir o s achou compio-
melt menlos de seusanle sessores. Afir-
ma do antecedente Ministro da fasenda
eslava estampada em obngac5>s de mi-
Ibes era forcoso dar cupiprimenlea es-
tas oln igaces; porque igloiia de desfa-
ser tudo o que hzeia o sen antecessor ca-
sa i a aos homens da posici e para o
a< tual quadnumvirato : assim tem ellea
dudo o ci edito publico iuteiramenla a
cosa. <^m
Eia pois preciso ffecluar mnittsopf-
races. A opposicaS chamou s de Tora .do
Remo u-urpa^.5es ao poder legislativo;
isto sera embargo de que a Le os aucjoii*
svs e as operacSes mixtas capital fo-
rum denominad.s agioiagem fiaudulenta
para engordar protegidos e am gos.
E dizia se isto impunimenle, e alguem
pre-tava ou\idos a.iaes inUmia.-, na > obs-
tante saber toda a gente que sem pagar
nem governo nemeidado, pode gosar de
cred't.
I). i\airlo pois de coraba ter de novo
as calumnias que tanta< veses tem. s pulve-
rizado, > pergii')lar.'iiiO< de que modo
tem os Regentes aclu>es emendado as il-
lega'i lades argidas ?
Mand.mam elles Cancell qtiairoc ntas mil libras qne em ser
exisliam desss oper.icao de Londres ?'
Ah respondam ou o Nacional por el-
les.
P.oscipveram jars tio censuradas ope-
races mixtas ?
Era quanto de Londns sabemos no-
que se oella se quizeiem apr->veitar nioobs
terao metade do valor que < s seus anteces-
sores obtinham, e se obleria a nio ter a res
volucio f-ila pelos nimi^os do pait, e.eu-
cegos in-trumentos ; e pede qoe respeila
as operaees mixtas, ni nos i Diai io mpliacio de \ razos sem excrupu-
lo algum di terminado pa- a a ultima del-
las; se fazendo o Gove no cargo ao imii-s
do prejuizo de lerceiro, si flF' ido por aquel
les que entraram com seus titulas di-
nheiro ao lempo marcado no Dtcreio o 1-
g nal.
Os clamores contra empestimo?, e to-
das as operac5ea de crdito, sao me io- e
ataque.
Ja' ito se vai saliendo ; e se o> joma-
es vendides ao nioiaterio amda bu cara
aturdir os incautos, porque Hes parieci-
para da moral, e da bom do Gove n> qua
dosacradita o que lez osea ante.*-' bus-
cando sempre imita lo. O n-| c nsite
em que os imitadores osa exclusivamen-
te do pi/; baa vista p todas as opet;

r
i
.
i


qIARIO DE PERNAMDUCO.
-I
cbes .lo Si. Can.pos, e as que ora se
estadas* odo.
( Da Revira. )
AVIZ S PAtt TITULARES.
O OooIotLoV de Franca Mon!iTan-
tcs fz scifine ao respeitavel publico que
el'e rudBu a Jua i-e ideoiia para a la da
< urduBaii iodo Recito D. 57 no i.* an-
dar.
WP Preeisa-se alugar urna canoa de
' ca< reir para sempre ; quem a!Tfriiun
jcie, ou diiija se a casa n. 30 em Olinda,
ladeira ds bica de S. Pedro, lado direito, a
subida.
Juta Prerisa-se de 200$000 res a pre-
mio de doi.i por rento au niel por espaco
de seis metescom '>ot firma : quem Se pro-
poxer a dallo. detLre por esta fotba para
ser procurado.
%* Un hornea Poi tu^uez se offe-
rece para ai rauju- qiialquer eso ta de al-
gurna l'ije ou Caza de negocio tanto de
i I id s romo de laxen 'as e tarobem
rl.-r nlgutn baianco, tu lo ccm pettoklo
deb-ixo de intareases moito diminutos:
cpi.lquer Snr. que quena aproveitar-se
do seo pre-lim>> como agora est afinalisar
0 uno de i836 e ai para 37 anuuncie
asua morada para ser procurado.
_y A pejsoa que annunciou querer
comprar urna rede nova, dirija-se ao at-
ierro da Boa-vista armasem D. 16.
HP" Quem porete Diario annunciou
querer f.11 .r a|Fiacsco Joae de Olivera
natural da liba de S. Miguel, e rasado com
D. M*ra Francisca da Mello filha de Fri-
cisco de Mello Costa iala que e arba de
morada as Ofnviaae do AW da Pro?in-
1 ia do lio Grande do Norte.
fjajs Ti oca-he a morad 1 a de um sobra-
do na ra estrella do Rosario por urna ca-
I* terrea sendo na Boa-vista : qu-m quisar
rdWadita troca, dirija-ae a mrsma ra
ne sobrado D. 33.
** Precisa se de um caixeiro; na
tu da Conceico da Boa-vista venda D-
3o,
V** Quem precisar de uin caixeiro
Portugueide 18 annos para loja de ierra-
gem, ou fasenda, ou outro qua'quer nego-
cie do que lem bastante pratira, procure
na ra do Fojo venda da esquina D. 19,
que ahi se dn a quem i o mnum ian'e.
Le* T ac o se pata oes aquatroe do
xe : na ma de H ras sobrado D. 65.
erja^ O Snr. Joa |um Monteiro dos San-
ios, ihigal.. a pomo tempo de Portugal
(jii.u.i ier a hondada de annum-iar a sua
mura la pim se Iheentregar Dtnt caita vin-
di da llalli.
%V Maraes & Veigas avisio a todas as
pt. as que -e con-iderai em seus crednres
bajo deapttsentarsuas cuntas no pra-o de
oK' das da da la deste, no beco do Padre
l). 9, a.* andar para liqu lacio das m*s-
m, poisqoe juicio nada deverem, e fin-
di o dito t niuo nao se re-pon.-abilisii
por qu Iquer una divida que pos>a apa
recer por -er dis-olvida a ru mu a sociedade.
XaT" Pr-cu.i-se de urna ama para casa
de um lioiuem -olieiro, que d fiadr a sua
conducta, e de bons costumes; na ra da
Prnha, o ultimo sobrado au entiar a es-
querda i. andr.
y&* Pede-ae ncareciriamenie ao Snr.
Arre i-.laiit da Illuminacio d'esta Cida-
de, baja de \ r lampina, ns no Coi turne dos
Coelhos,nio o' porque txistrm mirado-
res at a olaiia uero da Cunta, ai onde i t-m piopne-
dades, que pagio Uecimai a Naci ; como
poique S. S. ja mandn botar no beco das
haiivi s, aoude. poucas rasas leu, e nao
porto de desembarque por ser em urna
c n.bja, o que uso acontece nos Coelhup,
qqe a lod.s hora se desembarca gente por
ser um porto na margeui do Rio obibari-
be.
Hu o que nio gosta estar as escoras.
Preoi-a e de urna casa terrea, ou
loj que -ej < no Bairr d< Santo Antonio,
e que aeu aiugtiel < ao exceda de 7 a 8$
re, "M para menos, dando-se fiador a
contento: na ra de Roda D. 15, se dii
quem ptrtende.
fajga 4 pet-ea que no Diario de Sezta
aira 10 de correte mex pi etaodia urna
cata na margem do Rio Capibaribe para
alogar'pelos dois meses da festa, querendo
um sitio na Passagera da Magialeaa com
muito boa cas de vivenda, extribaria, san-
talla pira p tos, mais de 400 pes de la-
rangeiras quasi todos de einbigo, e madu-
ras, 3 pez de coqoeiroscarregados, cajuei*
10, roangutiras, d. nde/.eiios, e ti pet de
i cipio decolher, extencao para i4 vaccas
de leile, e com bom pasto, e rouito capim
de planta pu go cmodo : a fallar nos Afogados no sitio
do coi 1 time do Snr. Manuel do Nasrimen-
to da Cst.i Monteiio, Prefeitu da Comar-
ca.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
Sahii impcrterivplmentfl no da 4 do
rente o B-igue Bramleiro Santa Mara
Bo Sorte, Capia > Antogio Henriques
Mafra ; o qual anda podeifeceber al^uma
carga a fete, Esciavos, ePassage'uos.* os
portendente.a podem drigir-se a rus da
Cadeia do Recife loja de fasendas n. i9,
ou ao Capillo aboedo, rujo Brigue esta
ancorado defroute do Forte do Mallo?.
LEILAO.
Joxe Pereira da Cunlia faz leilio hoje 23
do coi rente mea de urna porco mais de
seas de figos porta do ai ina.em de An-
tonio Joaquim Peieia no caes d'Alfand. ga.
VENDAS.
Folinhas de Algibeira a dose
vintens e de porta a seis vintens:
Na Praca da Independencia loja
de livros n. 37 e 38, na loja do Sr.
Antonio Jos Bandeira de Mello ,
ra do Cabug na ra dos
Quartes e defronte da Tgreja da
Madre de Dos, venda que foi do
Rezende.
*W S.-l fino de escuma muito alvo, a
480 itisuma quarta : na praia do Collegio
armasem -te Fiancisco Joaquim da Coata.
%9 Um terno de medidas de |u, 4
ditos de folha, um braco de batanea de
b.i'ci, um temo de petos de brunze de
8 libras at mt ia quarta, um pezo de fer
ro de meia arroob', e urna balancinha e
marco de um na venda de Joio Joze de Moui, ao p do
Livramento.
%TF lina escrava ci otila que sbela,
var muito bem, roser, co-iuhar, e engo-
mar : na ra do Cabug, esquina da ra
dor se di' o motivo da venda.
/y S Ha, e cornos de esbra, tudo
mui o -up-1 ior, e por preco cmodo: em
Pura de portas, casa de Jerouimo Joze Fer-
reira.
}fW* Um piano, em bom uzo, proprio
para ne aprender a tocar ; no segundo an-
dar do sobradu grande ao p da ponte da
Boa vista em que morn o Mazza.
JCJ** Tijollo de alienara, em porco
grande e pequea, po>to na porto, ou na
otaria : na ra dos Quarteis padaiia D. 4
V7" Urna p^rcao de banicas vasias,
por preco cmodo : na inesma padaria a -
cima.
W91 Chapeos de sol de seda, majsos de
roelas de linhu curtas, e cumplida, p mo
de linlio, ternos de coodeca>, pregos cai.
xh-s, e caibraes, tudo chegado ltimamen-
te do porto, e por preco cmodo : na pa-
daria ao p d<> Rosario O. r.7.
9-W Paius de Lisboa de superior quali
dade a aj^400 a duca, e seias de figos a
1*3)380: na ra doRusaiio D. n, binio
para u Collegio.
ajrja* Duas vacras de leite paridas de
pomo lempo ; na estrada d<> Rosarinbo no
sitio do fallescido Manoel Juie de Alraei-
da.
flaa Um pmdeiro com chave, cobe'to
de pe ga mi lu>, proprio para a briocadei-
ra depieiepioa: na ra Nuva D. m.
jrjaj Atseite di carra pato a aj^4 reis
a caada : em Fora de Portas casa de Je-
rnimo Jos Ferreira.
trjr Urna cmoda com doze gavetas
pequeas pioprias para papis, e lugar sor
tii-ifrite para um grande gaaetio; urna
guitarra de chave muito excellente, jarras,
potes, moringues, quartinhas, alguidares
vidrado8 e de barro, panel las, fogareros,
testos &c-, pao fino, e imis ordinario,
preto, azul claro e ferrete, ou escuro, e cor
de azeitona, meias, pesias de madapolo
muito fino de dez varas, conten lo cinco
pedamos que da 4 camisas, e pessas inteiras
de dito, xita-, algodiozinho, p'cas de bre-
tanhi, meias finas, bordadas de .-eda para
seuhora, e ontrasf.seodas por preco como-
do : na ra Nova ao p da ponte da Boa-
vista armasem D. 27.
/y Una venda que vende sofivel-
minte, situ no Recito na roa da Cacimba,
com fundos de 400^JJ reis : no mesmo ar-
masem cima.
ygy Urna negra ainda mogs, urna es-
psda direita com bainba de ac, urna ban-
da ainda nova e um moleque de quinee an-
no., ludo por prego cmodo na ruu Di-
reita 0. a7.
jr^ As segu rites obia^ por preco c-
modo: 3 de Instilutiones Ju'is Ecrlesias-
tiiide Xaveri Gmeineri; 1 de Iastitutio-
num JurispMidentiai Eoclesatira3 de Pau-
li Josephia Bi>-g<'r; 3 de Dmit de Ja natu-
re et des Gens por Mr. le Professeur de
Gen*; 3 du Doit aitorsl por Burlaqui: na
ra Direita loja D. 18.
U* Um selim com seus competentes
arreios com poui o uZo: nu atteri o da Boa-
vista D. 17.
/y Urna libe propra para pagem em
bom uzo, e por preco cmodo ; em a ra
da praia senaria junto ao tanque d'agoa.
ajrja Bixas de boa qual dade ; na Pra-
ca da Boa-vista Botica do Braulio.
ajraa Meias da linho e d'algodo finas
para homensesenhoras, luvas brancas d'al-
godio, ditas de seda pretas p tensos de seda pretos e decores da India,
diversas sedas dan, e licaa cambraia pa.a
vestidos, chapeos de castor de todas as co-
res : na ra da cadeia no Recito loja de
Gregncio Antunesd'Overa n. 40.
fjraa* Umi armaco de loj.< de fasendas,
sita na ra Direita : Da run Nova tobi ica
de chapeos D. i7.
%"9 Botns brancos cheeados proxi-
mamen'e pelo preco de 1 #600 : na#rua da
Madre de Dos n. 29.
^ Boas vaccas de leite e ou tras pr-
ximas a parir e dnis cavados, e ti< bem
veude-se tudo atacado {p.-r pre^ocumodo;
na Povoacio dos Atogados, ra de S. Mi-
guel defronte da casa o. laa.
XaT T b'-aJo de louro de 25 palmos
de cumpridoe p.lmo o meio de largo, de
boa qualidade, deassoalho por preco romo-
do : na senaria ao p do tanque d'agua na
Riheira.
XeT*|Um mokque de 13 a i4 annos, pro-
prio para qoalquer olcio, ou pagem na
ra da Cruz tu 8.
FURTO.
No da 20 do rorrente desapareceo tira
pietogrihador,da ra da Cruz atea pra-
ca da Unio, com meia arrouba de geco
groco e meia dita groc, roga-.-e a
quem souberdo dito preto diiija-e a ra
do Fernandes atrsf do Carino casa n. 11,
de Manoel dos Pasaos, pintor que tile re-
com panana.
ESCLAVOS FGIDOS.
Nodia 3 de Dezambro fugio um negro
por n me Domingos, nacao Caqange, de
a5 a 26 anuo-, ano. ico, com os signaes
eg untes, booita figura, c >m baiba por
baixo doqueixo, lavuu vestido cal-a de al-
godoe camisa do m dapalha: os aprehendedorea levem-no au
beco da Lingoeta n. 4. que reeeberoaua
gratiGcaciu. O dito negro conbecido
no porto das canoas pelo apelido deAlto)
Frente.
fjqaa* No da i9 do corrente mes de De.
sembr d taparecen da casa du Capillo MU
guex Correia de Brito na camboa do Car-
ino D. 4 pelas des horas do da urna ne-
grinha de nomc Heniiqneta, de idade d
8 paia8 para 9 annos, muito pretinha e
Bem toila, rosto cumprdo, e cabello bem
enroscado, e levou dois vestidos doxill
um por baixo, e outro por sima : quern
della S'.'uber quera avisar na mesma rasa.
/JT" A A para 5 annos que fugiu uma
moieea de noine Eufrasia, de iuco para
seis palmos d'altura, de naci Songo a
qual denomina-se por attria do Ro-ario.
por ter mudado, ou trocado o neme, &e-
rundo consta por pessoas que viam nos
piimeiros il as da sj fug4, nao leudo aleo
presente aparecido^ consta que a dita mo-
ieea fora panhada, e Vendida para u Pau
Amorello. Ella era bonita,e tnba em um
dos peitos, a seguinie in-igna, romposta
de 3 letras li l.ll em uma so': qualquec
pessoa que a conbeca, podei seguralla
aem receio, e levar a Oliuda ao abaxo as-
signado na ladeira de S. PeJio casa n. 3o
subida no lado direito que o seu lesiti-
mo Snr., o qual promete gratificar com
getierusidade a quero a levar, ou aanuarie
pela prsenle f .Iba o lugar de.-t ProVIni ia,
no qualseacha, qual nio seja possivel
2 messa della.
Rufino Luii Hern ques.
Taboas das mari cheiai nu Pono do
Pernambuco.
laSegn da 3h.4a m \ S 430 a.
-i3-T:
4 Q; * 5 4a a
^.5 Q: - 6 30 > Tarde
- 16-S: 4 78
SI7-S: 2 8 6 -
18D: 8-54 .
V
NOTICIAS M A R1TIMA8.
Navios entrados no da ai.
Livpipoi 1; 38 das; Barr Inglesa Tho-
mas Heruy: tosenda : Ruase! Mellurs.
Ton. a57.
Assu'; la dias ; S. Temeridade, M. Ma-
noel Antonio Grillo : peixe e sal : Ma-
noel Jone F> mandes 8c Iruuo. Ton. 84.
Passageiios 7.
Dia 22.
Maranhfo; n8 dias; Pataxo Venus,
M. Francisco Gregorio de Assis: varios
peneros: Joaquim pereira Penna. Ton.
87. Passageirs a, e2 criados.
Assu'; 1 das; S. I.iui entina Brasi-
leira, M. Antonio Germano Alves: .-al e
peixe: Luurenco Joze das Nev-. I'as-
sagtiros 6.
Saludo no dia a 1 .
Assu'; Galera Roxo, Cap. Joio Francis-
co: lastro.
Di
ia a2.
Havre ; Barca Francesa Mediis, Cap.
Antonio Ribeiro Mamede : couros, e algo-
dio. Pa.iajgeiros 10.
N. B. Oniem no expediente da Pro*
molona, offi io n. 3, escapou bum rn^s-
no e-sein ial : buha 16 quando dizou que
o Moloiio cumprio o .ieu dever, leia-se;
quena. cumprio. No mesmo lin. 'J ja
como iorseja como Ior.
N. 4 : lin. 2 retiradareferida, N. 5 :
lin. 7 PundobaPindoba. W. Q ; liu. 11
contostoconfesou.
PBRji., HA TtF. OU M. F, FaJU* ltjb,


AO PUBLICO
^^~<=S*~
Opresso por minhas graves enfermidades, \priedade direito garantido no nosso pacto
e dcil opiniao dos Proffecores que me a-fundamental, e que sem ultrage Jo bom sen*
concelhao hum moderado exercicio, sahijco, nao pode prostituir-se accintemente. Tai-
lentamente do meu Cilio na tarde de 6 do 1 vez que esta nflexa feita ueste lugar, me
corrate mez de Dezembro e derigindo-tnejaccarrele a pecha de parcial, mas attenda-se
passagcm da Magdalena fiquei hum poucoja que eecrevo depois de hem informado
pasmado, vendo na pequea Ponte da Cam- i pelo que testemunhei j pelos esclareci-
boa que corre naquella vsinhanca htiin'tuentos, que a roinha impareialidade extor-
numeroso e Iuzido ajuntamento e desde lo-quio de pessoas imparciacs. Siui Snr., o
go observei, que se descutia objecto trans-jadjunto largona Ponte e ^u con; elle me
cedewte: aproximei-me e firmando o Coto-jencam-nhei pela antiqusima Estrada d<
vello no Parapeito da Ponte, laneei sobre$chora menino; a puncos paseosfez-se parada
todos os circunstantes hum vido golpe de jera hum pequeo portao collocado na lio ha
vista notando desde log 7 Snrs. Membros da Cmara Municipal, o Sr jque hera esleo Citio do finado Jote de Ale-,
ogenheiro Fermino* o Snr. Cordeiador5mo CisneUos e reconhec a Senhora D.
Barata, o Snr. Jos Joaquim de Oliveira O [Margen da, sua virtuosa Consorte que co-
antigo Snr. Fiscal da'Boa Vista e outros in- jmo assustada e j curva ao peso de seus
dividuos parte dos quaes sustentavao com longos annos veio a<> portao tal vez bem
o Snr. Oliveira, argumentos de direito in- longe de crer que se trata va d'invadir-lhe o
teresse publica, e particular : a questa tor-1 sagrado direito de propriedade e rcdusilla
nou-se porfiada, o Sin. Oliveira tinha na i ao triste apuro de perder huma nica frente,
mao hutn papel a que chamava planta, ejuma nica sahiJ-a que no todo ihe rouba es-
quando pareca vencido r-tornaya aqu es-isa ilecantada recta.
t a planta, eu pugno pela execur.aO da plan! Aqu hum dos justos antagonistas do
ta, o bera publico o exige, a Estrada he-Snr. Oliveira Ihe. perguntou qne sabida,
mais recta, e ellevada, tnovendo-se esta pon- jou terreno se conceda aquella Senhora,
te para sua embocadura : os seus antagonis-jque por tal forma ficava solada? Responden
tas retorquo que o bem publico nao deri-jlhe com sen natural mpozam 3o palmos,
gia as suas accoens que o interesse privado; que he o que llie marca a J-, : pasmei com
iera o seu nico movel, que a Estrada Ve-(tanta audacia do Sur. Oliveira, e qtiaso ive
ha tamben* se podia nllevar, que mover-sel curvo prestando-llie juramento de prelto ,
a Ponte n'aquelle sentido hera occasonarje homenagem por que estou persuadido
despesas aoThesouro s para saptisfazer asjqueo Esta. Snr. Presidente revestido de po-
suas ambiciosas vistas, que se devia consiliar jder e mando anda que fosse provocado e
o bem publico com o bem particular, jun-joffenddo dara mais algum culto virtude,
tando a sto outras muitas reflexens nojrespeitando a Viuv* que he sinnimo de
menos salientes ; o mais he que o especia-{desamparo sem amagar lao' atroz e ve-
dores que pouco a pouco foro ali afluindo Jlipeniosamente o sagrado direito de pro-
parecero convencer sedaforcadesta verdade, f priedade i na verdade confeeo que me deixei
etambem creio, que a Cmara Munioipal do-j dominar de huma clera que bastante af-
minada de hum justo espirito de rectido fectou o meu fizico e dissolvdo o ajuntfl-
uo deu menor accesso aos argumentos do i ment retirei-me protestando entrar no ama-
Sr. Oliveira. O Sr. Engenheiro conservava- go da questa ; e com effeito no dia mne-
se em silencio, coberto de huma palidez a- diato demande! pessoas probas, que me
lm do natural, e soltando brandas p.davrasjfizera o recito seguinte.
concluhio, que s hera da sua competencia Jos Joaquim d'Oliveira e Felis Nau-
dar a direcc as Estradas, nao se envolven- din comprarao' propretariH do Citio da
do nunca in quesfoens de Direito e que Capella o terreno que se comprehen !e des-
pugnava plo recto: nao mejpareceo coheren- de o portao daquelle Citio, at prximo des-
te a opinia do Snr. Engenheiro, por que, sa Camboa vesinha da passagem c he vero-
recto he, pezar-se em fiel Balanca o bem zmel que o preco fosse tizado em rela-
publico, e o bem individual, fazendo entrar cao' sua antiga posse e dominio sendo
em rigorosa Escala 2 o sagrado direito de Dro-jjudubtavel que por aquelle lado gosnva s
.


,.cmuo, toma a J,recc,.o de 1,1 ponte ; 4**V ,
vasta linha recta desde o sen comete ate a inultos auuua, ^ i .
>astd mina recn m n t ../visar ament ten d mcluir-se o ter-
iim do muro que termina coui boma peque- que nec^""n*"" ..
Wa Camt.ua, e.lali vencido hum curto jn-jreno enique -o ; en ao er :^,9'
nlo corre huma linha recta do CWo ja dit.tapweita O St r. Ol.veira pois nao wj
S le' Margar!Ja que como se KffariuU con, o nos aball asignados o,, se alie,
t, aquella m.te ..mea, nica saluda .requeren ao Exm. Sor Presidente offer.
da^donot-r-se, que quando em 1817 ta -lo-lhe a sua planta ,( dizem >*>-
omTs.8 se tratou de melborar as Estradas, do the ceder o temoo rano a casa nova
tornan!o-'seL- em considerado' a l.nl... Entrad, sendo indemnizo no; que de.xa
JT daviao' percorrer, al .no para a Revoluto, aquella ^ba Estrada, S. Ex.
2dc6cacao'de predios, o que ja W sejmandnu informar a, Sur. Ferm.no que re*.
znZhL, fez-se demul.r e escuar o ean J pon leu com essa cmnc.dente planta ( valha-
de Francisca na direccao' da me Dos) abonando assim a .estranha per-
Ls d stabelecidn do Manguinh, d'e*>ncao' do Sur. Ol.ve.ra. S. Ex. pnre a
^aPassem eentao'D. margarida de-jquems nao pode w>gar sen manifest ,.
n, Iu tamb* m nW s o portee' .como t Jlutlea hum providente senco e madura re-
da a ana frente criando' m,is a Estrada ojiW nao deffinu o requer.mento coma
espaco de .8 palmos sendo forca la a atter- WipUacao' deeej.de talvez para nao suf-
ra-a uauropr" CHSta at en. periodo focar Direito conhecendo me*.uo huma tao
.rcado eitreUando.se de tal sorte o Citio, notoria injustica. Entao oSnr. ol.ve.r. ven-
que se converteu emborna pequea nesga ,Uo hurlados seus ntenfcrf recorren a Cao,a-
circundada d*agoa e s com essa sabida que n Municipal a tempos que ja hum rore.ro
hoja se Ibe pertende privar. Parece pois que!da l>. Francisca e torre.ro de terreno que
Jando o S. Oliveira compran essa parte do olba para cssa Estrada da Passagem ha va
Citio da Capella se arhava par de tojos /requerido a cordelo respectiva para po-
e.ses f.ctos por que he Pern.mbucano .jder ali edeff.car. O Corde.,dr que a pnn-
tem sempre residida na praca e elles pus- eipio recoiiheoeu e confecon a injustica do
ara emepocha ta recentes que nao' po- Sur. O iveira consultando o Snr. Engenhei-
diao'distar inulto da sua feliz memoria, e ro informo, ao fi.n de ,4 das bum absur-
tambem estou persuadido que quando Ira- do notavel por que dase em su.nma que
toa da compra, nao'den o mnimo indicio o terreno aonde se periendia linear nao
proprietane do Citio, que em sua alta Hinha frente esun laea a sui.frente a ..,.-
imaginacao' tracava o gigantesco plano queUm Estrada da Passageii. &0. &C. o que he
ora com'mo balsa pertende elf.ctuar. Sei abstracto e adm.tt.a huma digressac. joowa,
que a ambicad* he o movel do coracao* bu- nao1 fosse (c-mbecida a rectidao do Snr.
mane, e que ella bem regulada he at ca-j B-rata e elle nao ...formasse sobre .de.as
paz de produzir nobres estmulos mas o consultivas do Snr. Engenhe.ro
homem sizudo, o Cidadf.o honrado lauca A Cmara bastante embarazada .nao so
semoremodo honesto, e do justo, sem j com huma questao de D.re.to publico uni-
illudr,.. atropelar alheios e legtimos \ versal, como nies.no com bum conflicto de
direitos: aberrar o Sot Oliveira destes prin- jurisdicao', eauthondade, por que a ella
ripios he perder o nom'e de recto e tie compele ptwatrwmeirte pela Le da sua ins-
palriola por eacelieneta I tituicao' dar o alinliamento a ru.s des.g-
Vamos ao cazo. Diz-se que hum Mon-jnar a arquicletura das U.zas&c. e ao Exm.
sieur para satisfacer os planea do Snr. Oli- i Snr. Presidente pela Le. Provincial, aecu-
veira, e d'uulro Monsieur erigiado-se emj.nulativamente com a Cmara, promover o
babil Enaenbeiro entendeu que a anliq.iis-in.elhoramento e abertura das Estradas ,
sima e e.r,nioda Estrada da Passagem que', nao' quiz dar huma deczao inconsiderada,
conten, mais de 60 palmos de largura, e a je circunspectamente resolveu h.r composta
que o .ubl.co se achava habituado nao' lo Ido sen todo em cmpanhia do Sur trige-
inavfl huma direccao' tao' recta como se po-Jnhe.ro examinar e ver as circunstancias ,
dia imaginar e esta ideia apoiada ou antes je loicas do negocio. *
suscitada p-lo Snr. Ol.veira e Companhia,; O Snr. Oliveira nao poda sapt.sfazer-se
o ind.mo a Mendigar hum nos abaxo assig-'jcom buma dehheracao que se oppunlia ao
nados dos moradores vesinhos1, que ind.ffe-'j rpido progresso d-s sena vastos planos,
rentes ao obiecto e por extremo condes-\qu- .e.ej.va ver correr tao, precorozos co-
ceudentrs, parece subscreverao'aos dezejosjmo a aua veloz antaz.a : elle que havid lar-


.. 3
gafo o atienta na Catfif, privando eslacor- So para provar que s o nteresse publi'
poracao ele seus abahzados talentos reque-Jco o ot a iniciar o plano se compro-
riMi liara riviunini.- o.... .._:_- i > ____ '. r
v. ", ^.imansia ne superior; api ol (loa seus tteressea privados, segbio
a ouu-o quatquer Cidado. }oqile p,e (|ict<1 Lama ara9ao deamedida ,
bis a fnforuaco que coln, es o que J se faltn nos devefes imposto pela poltica,
presencie, e creio me d Dreito a bzei e obrgaedes sociaee, buscando em iLenosca-
breves ejiidiciosas relflexoes e interpelando! bo da Eei, illaquiar a boa f de S. Ex. e
o Sor. Oiiveiraperguntarei. Se sabe, e est*da Ilustre Cmara Municipal entao" per-
convencido, que do lado esquerdo deesa Es i mitta-mei o Sur. Olivetra que Ihe exprobe a
Irada a olhar do chora menino para a Ponte, jsua conducta em gem, e que me atrev.i a
existem dous propietarios, que alera do Sembrar ( rogando indulgencia ) a Cmara,
que naturalmente perderao' na cuustruccoje a S. Ex. que nao' deve tomar deliberar..'
premetiva da Estrada, conceder./ depoisjalguuia definitiva, sem consultar as partes
novo terreno,; em maior escala a Senborafprejudicadas deiaatido que ellas dfftVn.u.
D. Margarida? Se sabe que a Estrada porseus direit-s e mesmo para ver se pssas p .
aonde boje se| tramita para a Passagem da 1 tes fazero propostas, que sendo d'igu in-
Magdalena he a que desde tempo immemo-Jteresse publico oferecao' t-imbein rjjai van-
rial, tem servido ao publico? Se sabe quejtagensao Thesouao, pola at me informan ,
essa Estrada que. se taxa de baixa e lamneen-jque os proprietarios dos dous Cilios gravi-
ta na frente to Cilio de D. Francisca, bel mente tfcndtdos ero seus direitoa e interes-
ou nao' susceptivel de melhora e se a queses querem sacriflicar-se a bem i\a publico,
oerta est ou nao'em parte, depedenteje da Pasenda Nacional, sem que dezejem
de atierro? Se sabe que a recta, que per-j por huma justa teaerad que o Sur. Oliveira
lende tirar sobre o sen Cilio, com grave nao despresaria, rauzar-lhe a damno e per-
prejuizo de duas partes interessadas nao'j das, que este tente eccarrectar*fue; tal he o
j>ode ser tambe.n tirada sobre o lado opposto, j pencar hvre e filantrpico de quem tem por
smii prejuizo de tereeiro ? Se sabe que h;'-5 nico alvo a honra e a ijJStica e quer
vendo proposto a cessao do terreno preciso \pr-se acoberto da sencora publica e par-
para a Estrada s com o fin nico de ga-jticular ; censura que a \ista do espendido ,
nhar duas frentes, preterindo o dreito de recabe com maior razau'sobie o Sur. Uli-
nielboria adquirido por longtcua poase re-jvelra.
quereudo de mais huma indeninidade he o\ Sinto que hum facto tao'escandalozo e
uuico expediente convinhavel so publico ej'tao' arbitrario me obrigjsse a emp.dgara pen-
ao Thesouro ? Se para nao' pirecer ambicio- [na, e anda que drbil por mcus padeeimen-
zo seguid aquella conducta que recomendados protesto nao' a largar salvo se vir sub*
o dezenteresse polidez e Uibanidade tal plantado o egosmo e triunfante a raza e
como concertar com seus reos os mellio- o Dreito.
resmeios de consitiar benificios mutuos,;
com o bem e benficio publico ? O/usticeiro.

a>aee
* r
lAIPKf.SSO EM Pina
U Per, na fP. Fidedigna de J. N. ce Mrllo, R. vii Flores J). 17. i836


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