Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02468


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Full Text
ANNO DE 1831?. SEGUNDA FEIRA
19 E DEZEMBHO N. 275.
s
^
Psax t mkuoo. Tp.n M. V. da PIA- 18.16

DAS DA SEMANA-
19 Sfg;iin ala m. e dn t. ses. da TheuourHria Publica
Chae, de t.
20 Terca jej. S. Domingos Re-di m. e aud. do J- de
f O. de i.
21 Uuurta t9 9. Thom Ap,
22 Quinta S. Honorato M. Hcl. de m. aud. do J do
C. de m c Ch. de t. I.ua ch. as 4. h. c 38 ni. da t.
23 Sexta. >. .Servido M- aes. da Tli. Pult. aud-
do J; de O-dec
24 Sbado jej > Gregorio M. Re. de m. e aud.
do V. G. de t. em Olinda.
25 Domingo Nasciuicnto de \. Sr. Jezu9 Chrtsto-
Tedo agora depende d. nO meimog ila non |im-
denca. niodr.racao. e eiiergiarcontiniiemoe eoni.
principiamos, e ereino p<.nimio com admira-
cao entre as Naije maia cullai.
troclanata* lia Jtiembtea Html 4* Sraiil
8ulicreve-*e a lOOOrs. mensa* pagniiadiantadn
nnta Typofcrana. na das Cruces D. 3, e na Pra-
fa da liiilepeiideiir.it N. 37 e 3 -. onde e receliem
correspondencias lejtalisadas, e anniineins: inseriii-
di> se entes gratis leudo do profiri* amilanantes,
rindo aisieiiailns.
C A.MUIOS-
Ditmnbro 17.
JLiOndres 38 I)s. St. poi l c< d. ou prata a
50 poroento de premio Nomina.
Lisboa '>."> por o|o premio, por metal, Nom.
Franca255 Rs. por franco
Rio de Jan. G p. c- de prem.
Mnedas de 64(K)' I8..200 I3400
4O00 67<>0a 68l)0
Pezos I ,,40
Premio da prata 50 p. c.
,, das lettrns, por mea I 2 por 0|O
Cobre 25 porceulo de descont
PARTIDA DOS CORK RI09.
Olinrl Ti nli.' ii- diasan rneio da.
Goiana, Albandra, Pararba. Villa manguitpe, P'lar, Rea. de S. Joo, Rrejo d'Areia,
Rainba, Pomlial, Nova de Soasa. Cidade dnNatal.
VI'hs ile Gniaiuiinha. e Nora da Prinsexa, Ciilade
da Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracatt, Cascavel, Caninl, Granja, Imperatrix,
S- Bernardo, S. Joao do Prinripe, Sobrar. Noa d'
Blltev, Ico, S. Mathens, Kevchodn sanpiie, S
Antonio do Jardiiu, Quexeramobiin. e Parnalii a
Secundas e Sextas feiras ao ineio da por via da
Paraiba. Santo AntaTodas as quin'aa feiras ao
iiii 11> din. (araubiins, e Honito no alias 10 e 24
de cada mea ao meio da. Floresno dia 13 di
cada mex ao rneio dia- Cabo. Serinbaem. Rio Por-
moto, e Porto Calvonos dias l, I l.e 21 de cada
mex-
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLBA GP.RAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sesan de *g ale Selerobro.
Ordem do dia.
Continuacio do discurso duSr. Limpo de
Abreu. ^v v
Qu.mto os abusos que M Sr. Torre
figo ion que o Governo pode fazer das G.
Naci oes, seo nobie Deputaio pode -
presantar alguna Lei d que o Governo
ni>|JO--si abui-ar, desist da propost ;
dir que u nobre Deputado he o'maior lio
mera do F. tado, nio s do Brasil, n as de
todo o mundo. Hura nico rneio ha para
que o Governo nio possa abusar, quando
queira, das leis, he oio baver Gove no.
i)e acaso o nobre Diputado puder provar
que he mclhor oa baver Governo al-
gutn, do que baver Governo que pos-a
abusar, est prompto a dar o seu voto, a-
inda que fique privado de alguroa e.pe-
anca que o sienta, que he ver o nobre
Deptrado diiigindo osn.go i s doBra-il.
edtrigindo-os como huma legislacio tal,
que, anda que qm ira, nao possa abosar;
mas como he impos i ve!, orno no he
dado aos lalmios humanos fazer, *0 rue-
os sobre rerias ni.it'1 i', leis taes que o
Goveoo nao possa abusar, uppoe que
taes argumentos nana provio, ou lio pou-
co, quenielhor f>a )ue o nobre D. pula-
do nunca os piodnzisse ; ou eolio provio
a ponto de nio-tiar ai paiz que o m ior
ben> fi io que se Ihe possa faier he titar-lhe
este peso insuporUvel de huma causa que
se chama Governo, hum esqueleto des-
camado de poder, iras cojo nome odioso
anula fssusia ao illuslre Deputado e aos
que como elle pernio. Este auathema nio
se restringe s ao Governo : o m.b'e De-
putado assenta que todo* os empreados
do Governo o o maior l gollo da socie-
dade ; pare e que nicamente quer em-
pteg-dos electivos, e que desde queentra-
rem nos Conselhos de QualinVacio os
monstios (que assira poHein 6e chamar os
em prega Jos do Goierno), a hberdade eat
perdida, os homens indu-hiosos seiio ai-
ran ados aosstus ollioios, e arrojados as
Provincias lougiquas : ludo parecen bom
se coniarmos a Administrado do Impe-
rio a cinpi t-gados eloi tivos; entreguemos-
Ihes lodo quanto be de JudicUrio, de
FZt-uda, iiii lita todos os ramos da Pu-
blica Admnistraca; ponhamo-lo1* em
mos de pessoas que de Governo' nio le-
nhio o nome, a nnmeac<5, netn olitul.
Se taes sio os priocipios, talvcz muito lu-
minosos, do illutlre Depvttado, poique
raio se imnila tanto com hm Conelho
de QualiticaQa, que deve t-er romposto
do Commandante do respectivo batalba,
que he lectivo, de honi Girargiio Mor
ou Citurgiio Aiid de pi imeira linha, e de hutn da Guarda
Nacional ? Porque rasio Mipp q > io-
dos ts'es memlii os do Con-elho sin inte-
pssados era fater o maior damno pos-i i el
Guarda Nacional, e que haS dereciber
as iuspiraces desie Governo monslro(por
que se chama Govet no), e que hio de
deixar o- homens que esto as circuns-
tancia de sahirem, e designaren) aquelles
que dt vem flcar ? Desde que o homem
he nomeado pelo Governo, torna-se hutn
flanello da sociedade ? Snr-*., exclama o
orador, n'liuma p< puUica5 illuslrada co
mu a do Rio de Janeiio, taes vozes nio h5
de produ/ir ell'eiio algum ; mas onde a
illu traco nio l'nr tainanba, taes vozes
> hum ai chote (permita o Ceo que ou
me engae), -io hum aechte da g en a
civil, o talvezda dtsuoiiode todas as Pro-
vincias. .. .
Hum Sur. D puUdo : Santa Barba-
ra!., (risa Has)
O Sr. Limpo : Nio he s hije que I. co
deaii tnbuna semelhante profeca; quan-
do huns iepret.entautes tl. N.n-ao, lo
digos, lio i'lu-tiados como o nob e L)e-
piitido, croprega5 tolo osen lempo em
tornar odiosos, nio ja os membros do Go
remo, mas os empegados subalternos tio-
mcados pelo Governo, o quee-p-ra o ni-
hi e Deputado ? Espti'j ijuando snbir ad-
minislraca ter Torcas bastantes pata fa-
zer suspender o elrVilo tenirel, a etplo-
io horrorosa que suaa palavras hio de
ter itifaUiveliDeuie producido as Frovin-
cis? Nao opese; apesar de ser tama-
ita a mi.i capaciitade, apegar de \ne eu
confie muito nos recursos de s< u genio,
todava nio I lie p. sso d ir tan'a impor*
lancia que me per.-u mi as desordens que taes pilavras pro-
feridas tod 8 osdias, repetidas em todas
as sesaes, contra tudo quanto se chama
Governo, hio de ser levados s Frovin-
cias.
O Sor. Rodiigues Tori*es eslava quasi
na5 respondendo ao di.-curso do nobre Mi-
nistro dos Negocios E traugeiros, porq ie
aiuda est penetrado do senlimenio que
sobre si pr .duzio o seu vaticinio. Diz
que, sem duvida, o Deio de Braga itiofi-
eou tio aterrado com o vaticinio de Abra-
ca,iluo, do que elle, orador, com o va-
ticinio do Ilustre Mim-lio; por que se
suas dacas. palavras ttatem a auarquia
com lodo o seu medonho aspecto para o
Brasil, nos essamos em vesperas tle cali ir
era hum golfio de males, e tudo islo por
que? Poique elle, orador, leve a impru-
dencia, a oosadia de Jis-r que nio podia
passar o artigo i. Ja prrpo-ta, porque da
doutt na de-te artigo podiio resultar abu-
sos do Govetno, u> onvenientes ao paiz 1...
Pafece-lhe que a Cmara deve d-if ao dis-
curso do Sur. Ministro a mportam ia que
merece; reconhecet que o Snr. Ministro
? quii apioveitai- a ooeasiio para
mostrar inteiramenle, pata mostrar
Cmara, ao paiz, que elle he com e&eito
es-a inteligencia administrativa que min-
ias vezes i.a lera |pieconisado. Nio era
preciso a Snr. Ministro cancar se tanto:
que o Se Ministro e seus collegas sao os
nicos homens capazes de salvar o paiz,
disto ha muito lempo tile, orador, est
persuadido. Dii ao Sur. Mini t.o que
neui a Cmara, nem o paiz dai s fracs
palavras delle, orador, a interpretaeja
que lhesqii dar o Snr. Ministro; nem
deltas, nem de huma opirnio emitlida na
Cmara podem provir todos esses males
que o Snr. Ministro rm sua imagit>aca5
fantaseou e pint->u tm su pathetico dis-
curso: nao l'oi o sus iracas vozes que
produzia e anaocaraO os ventimentos
de iia e colera dequo Sur. Ministro 6e
acba pnssuido, mas foi naturalmente a
impte>.sa climatrica de que fallou.
C) orador ex|)iica o que lisse acerca do
nao compar cimento do Sur. Ministio da
Justca, e i bserv que (--s Snr. nao he
o tnimor-o da maioria, e por consequincia
anda quando nao estivej-e molesto, ti-
n'i.i loda a rasad para nao vir (amara
vista dj derro'a que soffreu, e da* con-
litiu nas cori as que tecehe das inas da
maior id o Snr. .Vlini-lro dos Ivs'rang'icos
Nuti que oS ir. Ministro des F.slrangeif.
i mb -m se tiritn, poique o orador ha-
via fallado emeleir Can ara, que ouvio o aeu discurso. Qui-
do t que o Governo pre^a iiiesmo na
Can ata doiitrins conlraiias aos pinci-
pi s do Governo Repiesentativo, nao de-
ve o orador calar se, de ve pelo conltario
aprov>itar lo-l^s as ceas 5es de f.ser so
brsa'ir oque ach^ de perigo>o na tbeo-
ria do Gove no sobre thi\PS, por isso
que o objido interessa ao paiz : O orador
pide Cmara quu note a>ex|)loso-s de
ira ude exprobiages que boje saliira
da boca do Sr. Miuislro dos E^trangeiros,
tepuiando i'ichnt' s da guerra civil as vo
Z's do otador, que cham<'U de monsto ao
Governo, e a todos empregados pbli-
cos. Dees, exclama o orador, aonde ou-
vio S. Exc. islo Eu disse que quando se
liouvesse de arrancar o- Gidadios indos
ti osos do suas casas para mandaren! a
huma Provincia remota, que ittu ua de-
via licar ac Governo, mas sim no pro-
prio paiz. N sei para que S. Exc. na
serve de taes argumentos que- mostre
a fraqueza de suas rases, que s mos-
trad que S. Ene. rom a c.

tem, na5acba outros argumentos ae nao
attribuir-me proposices que na5 sahira
di minba boca, t quero que todos oseoipregados-dis difle-
rentes repartives seja electivos; e nao aet
queS. Exc. lenha outros moiivos para tor-
cer as lOinliJK pal-.Vrn* yfn-,t par* tornar-
me hum pomo odioso.
Depois de combiter o ert. em discos-
sao, jeaponde aoque dise o Snr. Mutis-
tro, que o Governo, em quar.to existir
semelhante legislaca arespeito de Guar-
das Nacionaex, est obrigado a cumpril a,
e como responsavtl pelas suas consequen-
cias deve exigir leis que possa destruir
o* intonvenientes. N 6 sabe que o Sor*
Ministro st'ja re>p.ins*vcl pelas conse-
quencias que resultad de huma m legis-
laca. Sipponhamos que o Juiy esl
mal composto, e que, cm virtude desta
n ai compo-ia, ha hum julgamenlo mo;
o Snr. Ministro he re-punsavtl por Mae
m ) julginenlo ? Anida ha pomo lempo
o Sor. Ministro dos Estrangeiros quii fa-
ter marchar para o Rio Grande 500 Gur<
das N icionaeii os quas abandona a in se-
us estabelecimentos e industrias, e rtlra-
a se para outro potito do Imperio pa-
ra laSiiem ao Rio Giande. Ota iti
he hum grande u al au pai/. que S00
homens industriosos bandouem as-im su-
as industtias e estabelecimentos, e va
vive- em outro ponto aonde'he peciso
Irabalhar de novo ? Se islo acontece tfOin
a lei existente, o arl. do Snr. Ministro
vem ainda a ser raais nocivo i induSlia
dop-iz, vem aggravar mu-, as cirrun^tan-
as dos Guardas Nitionaes. ero era ue-
ces-ario, exclama o orador, que S. Bst
pira rombrter rt>8 ra s armu-se rastel-
los, para ter o gosto ao depois de os des-
truir. Nao he preciso dou minutos de-
p'is que proiri oiinhas opinies, te-
la- d; maneira tal que indiqnem^ t-r eti
chamado o Governo de monstro c flagel-
lc> d sociedade, eque todos os empregedoi
dcia ser electivos. Cusa nnr q>o
hum minislio desea at o ponto de alte-
rar estas proposit..s eu vista daquelles
que asouvia.
A Jis us.5 lica addiada.
Dada a hora o Sr. Presidente designa
p.na oidem do dia se^uinte, a mesma
materia, a diver.-as resolutes.
Levanta-se a sesso s duas huas da
larde.


%
DI A SI O DBPBINAMBOCO.
DIVERSAS RliPARTlCOENS.
TRIBUNAL DA RKLI.A$a5.
Sesfo de 17 de Dezembro *
Na Appeaea Civel do Juico d is Or-
fas d Provincia di Alagoas, Appellante
o Ju 9, e AppeUado Diotra Burnet ae
mandn dar com vista ao Desemhargador
Procurador dt Coroa e Fasenda.
N< apellaca crime dos Jurado d Pa-
raiba era que he Appellante o Sindico da
Convento de S. Francisco dt Paraib, e
App liado Mathias Fraucisco da Amparo,
se julgoa, aulle o PcocessO de f. i7 en
diante mandade-ee remetler os autos
o Juiso Aqoo para coutiauacsS da mes-
fflo processo.
Nt Revista Civel eotre pule Recorren-
te D. Feliciana Tllela, o outros, re-
corrido aFa-end. Nacional decUose a
favor dos Recorrentes.
DeraS-se Ferias at dia de Re.
MESA DlS DIVERSA. RENDAS.
A pauta he a raesma do N. a58.
CORREIO.
A Sumaca Delmira recebe a milla para
O Aracatj boje 19 do corrate, *> 9 ho-
ras do da.
A Sumaca Emilia recibe amalla para
O Aracaly boje I9 do curente, as 9 horas
do dia.
O Brigee, Stnta Mara Boa Sement, de
que be Capita Antonio Henriques Min
sae para o Rio de Janeiro no d* a2 do
eorrente.
Ten do-se de proceder nos te un os da
|c ( w di (5 o correnie O C9&-
umo peto fogo das ctrtas retardadas
nesta Admiaistiacio abiixo transcriptas :
avisa se por este motivo as partes inteies-
sadas, pra que com Umpo as ticeui, ou
as manden tirar at a espora d'aquelle
dia, para que por inaciencia desse pro-
cesso n6 venhao depois a ter os proputa-
rios deltas algum prejuiso.
Us*a nominal das Cartas a que se refere
o aviso assima.
Anna Getrudes Cordeira Cintra
Joaquina Moura
Albina Moreira
Alex-edre Pirante!
AgO'tintio Bibeiro
Antonio Aff"Oso B. Alteada
Corris Cabrsl
Cankt
Dratss Figuertdo
Ferreia
Francisco Gsta
m Lu machi
. Mu tira
Perene
Gomes d'Arau o
Gonsalves Justa
Jaouario Aguiar
Joe Figueiedo
,, Pe eir
fi Altes
Res
Lint |Sa' Cavaleante
Moraes
ttedeiros
fc. arques Miranda
Manoel Cunba M.
Pedio Figueredo
Pas Silva
Pires Castro
Rodiigoe-Almeida
Sautos
Silva Almeida
Souca Pereira
,, (ondas
Silva
Xavier Noronrm
ernardin
Bellarmiuo Amida Cmara
Relicario Satnrnsno Ssjula M.

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Bereardiao Antonio Vieira
Bernardo Costa Fseire
Jase
0vir
('andi lo Iguaeio Riheiro
Clemente Ferreia Franqa
Jos Farreira Casia
Chri-tova Guilhcrme B.
Caetauo Luiz Ferreira.
Rocha Peieia
Candido Jacinto Mello
,, Maximano Feitas
Diogo
Duarte Marques Araujo Gois
Disiderio Francisco Silva
Domingos Antonio A teredo
,, Germano A. Rigueira
,, Jos Soares
,, Martina
Brito
Emilia Candida
Emidio Herculmo
Jorge Lima
F.tevj Cavaleante Albuquerque
F.midio Jo-eOliveia
Frederico Chaves
Firmino Herculano M. A.
Firmiao Jos Rodrigues
Felisberto J se Ferreira
Florencio Felicianao Barreto
Francisco Antonio Albuquerqae
Paieira StttoS
Pontua!
Fernsades
Fe reir Silva
Gonsaires Justa
Silva P. reir
(Contiuuar se lm).
>
ARCBNAL DBMARIBKA.
Faz-se srieote aos Operarios, do Ar-
senal de Marinha que segunda feira ( i9)
se pagara' s feia do f. a 15 de Desem-
bro de I36.
Arsenal de Marinha i7 de Detembro de
1836.
Antonio Pedro deCarvaW,
Inspector do Ai seal.
ARCN AL DE GUERRA.
O Aarsenal de Guerra compra porquero
menos preco der os ohjectos segu uto :
Folha da Rindes 'cobre velfto asso,
bdetilha para carluxost lati em cha-
pa do meta grossura.
J.a Areenio Barbos.
Vice Director.
PREFEITORADA COMARCA DO RRC1PE.
i
Parte do dia 17.
UUd. e Exm. Sr.
O Sub-Prtftiito da Fregue.-ia de Santo
Antouio paiticipa que h niem pelas 9
horas da imite fora assassinado com hum
tiro, delirado da porta da ra para den-
tro da casa, Jo.-e Coins Liio, brinco ,
casado, morador, no* largo da Ribeira ;
e que quaudo se acudi ao tumulto nao
loi ja possivel encontrar o as.-as-iuo, do
que nao obstante s proceJeu a corpo de
dilicto.
Fun reccllvidos ao Callahooco do
Quaitel do Corpo de Pulira d'onde ti
vera dentinos Franrisro de Paula S-
qoeira, pardo, tnoiador na ra das Ago-
ta verdes, o qual mandei prender, por
denuncia de furto, que Ibe foi encontr
do, e de que se procedeu nos termos da
Lei ; e Falis^rdo Antonio soldado da
stima Companba do Bt.lh5 Stimo,
que o prend por tel-o encontrdo hoii-
(era as la horas da noiie na poute da
Boa-v8t',e julgal-o suspeito.
N.-d mais consta.
Dos Guarde a V. Exa. Secrttaria da
Prsfeitura da Comarca do Rerife 17 de
Dezembro de 1836. lio. e Ezm. Si*.
Francisco de Paula Cav.L anti de Albtt-
querque, Presidente da Provincia. Ma-
noel do Nascimeolo da Co^ta Muiiteiio.
C\AA ffOBlCirA. DB OLINDA.
7." Sessao' Ordinaria do 1. de De-
sembrq de i836*
Presidencia doSnr. B.rros Falca.
Compareera5 os Sais. Cuedes, Pss-
Sos, Albuqurque|, Cardim e Xavi-
er, Mundo cora causa osSenh ires Olivei-
ra, Doutor Roselles, e Aeevedo.
Alwrta a Sess.6, e lida a acts antece-
dente f i approvada por ser conforme.
O Secret.irio dando corita do espedien-
te leoooflicio seguintc.
Do Vereador eleito Doutor J-a Cspis-
tran > Baadeia de Mello remetiendo o sea
liiploma e escusaodo se de servir de Ve
read t no proaimo quatrtenio por ferem
muit-s vises incempativeis as obriga8es
de Vereador com as do Emprego Civil, que
oceupa de Late do Curso Jurdico: a
Cambra fi-ou inteiada; e resolveu cha-
mar o mediato era votos em virtude da
Le,
Fora presentes lolos os Diplomas dos
eleitos Veicadoies os quaes sendo veri-
fici-dos, elegaea, ficoa siente o Secreta-
rio ficou de cumplir o q* d spoem o artigo
16'da lei do 1. deOutubro de 1828;
excepto o Diploma do Ser. Doutor Cha-
gas, que a foi Hprebentsdo.
Resulveo a Cmara, que ficasse adiado
o despacho que de vis tero requerimen-
to do e- Procurador em que eliga ser
reintiegrado no seu proeuratorio.
Foi dirigido so F.im. Presidende da
Provincia bnm OHicio cerca da respos-
ta do oHcm de 3o de Setembro, em que
eonsukou a Camsra ao meirro Sor. so-
bre ajuste dlium Advogado da Cmara do
Recife, a fin de ter s.goiment as ques-
tAesJudiciaes na sobredits Comarca.
For. 5 despichados varios requerimen-
tov de partes, e por ser dada s hora o Sor.
Pre.-iddte tevatitou a Ses-a e fu esta
Ada emque as-ignars. E eu Joaqun
Higinie da Motta Silveir Steretario in-
terino a esc" ivi, 8dtro> Falca. Presi-
dente ? Pasos Albuquerqne Xavier ,
Cdiditt, Guedss.
EXTERIOR.
CAUSA DA PATRIA.
O genio beta f.izejo a ventura de hura
Povo que a ha eomprsdo 1 cu-ta de hum
preQO t6-ubilo, parece baver .abando-
nado estes lares dignos d'outra sorie.
Tomara qe nos dissessem para que se 1 vi-
ramts-es exlorson, esstes fetos de estion-
do, esss provea de valor, que dera raos-
tras de ter saido de bracos s a victoria
u ados, de peitos eminentes que conti-
nhrt inda o s ngne puro do Patriotismo,
restos dsquelle que animavs tases Luzi
taos que homaro as paginas mais co-
fa cosas da Historia do Mundo, dando-
lhes mo tras sob jas a q gar os heroicos feitos dos humanos ?
Deque servira tantas privayes, lau-
tas noutes pa-s idas na inesrtesa, onde o
guerreador entregue a si menno, igno-
rara se Ihe era dado a ver a lus do dia ?
Para que foi tanto sangue derramado,
tantas victimas ci rao seguidos de hum morro pela Car-
ta Viva a Carta!.. Seria paiah rnoi em paga esses continuados'sobre-
saltos em que vivemos ? no.-so perdido
soreg esses larmes d.'dos sitbe DeUs
pra> que fins ? Vermos a cauz. da
Pttris entregue a huma fdecio prompta
ao signal dos Dictadores, desbes homens q'
Ihe cravara6 opunhal homipida, que ro-
deados de huma escoria infame de hum
puuhado de perversos que Ihe dicta a lei,
vio abrindo por elles encaminha-
dos, novas feridas nesta trra ja psrdida ,
quasi entregue ao ferro do assassino ese
ferro nodoado com o espeJacsmento do
nosso maia firme encoto, a Carta de
46???... Sitn e-srf Caita o6 C-
digo que nos poderia fa-er ditoxos, que
dispertara e prenda nossas srmpathiat,
pelo sello de sangue que cubara paraba-
ver loica e vigor, e que devia de ier ter-
ns e sagrada; essa Carta acabou !...
rssgais sacrilegos sem pejo a tuai pagi-
nas. .. tolherao os beneficios que ella nos
offertavaS !... Que flzera com i>so ?e
aaraostiarem os que as.im opraticdriQ
que nda Ihecustara nem perigara pal
ra alcnc-!a ou que nao sa6 dignos
des b ueicios com ciua nos ella adi-
tav< ?
Dsei perversos, disei, vos que Iluds.
tes os incautos, que os sedujisteis a pon-
to de rem com roaO liheitcda destrui-
rem t6 veneranda dadiva dos Ceue, da.
diva do Immortal Hroe, que chora no
fundo do seu tmulo os aosos debataos,
dee na8 treroieis ne3se]momento ? cor.
rei, voai se he possivel, junto aquella
lugar onde existe seu CoracaS penhor
sagiado a Cidsde eterna ; ide l vos di.
go roropai as bar reiras que o enesrrad
ali onde at agora xislia todo quente'
como que ainda possuido^dos impulsos qu
oaoimava, como estiVesse aiaJa unido
aquella alma aquello corpo victima
da nossa Liberdade!.. Victimas por
nos, ingratos! f que t* m paga Ihe
havemos dado por tamaobo sacr6-
ciu!.. Ide li, ide eel-o, este Coraca
palpai-o -e senti-lo-eis todo fro todo
gelado como boi rorissdo de tanta asir.
tido. 6
Ah! e n5 rslrerascereis, malvados,
nao caims em v,, nao veris o precipicio
em que vos despeohai* ?? .. Uoe ^i6
em quanto lempo. Maa isto he debai-
de, estas esperancM, estas voses sao
mal aceitas. Como pode,quera caminha
na vsreda do crite e da deshonra ver o
laclar da vsrtade, sem qaeier acaba-la,
ext.ngn.l-a de uma veJ, para asairn po-
der sem eusto seguir no caminbo da per-
eeraidade? Mas iremei veda bem que
era todos morrerio a < lucta sanguinosa :
olba qoe por abi aada esses restos de ta
valeates guerreadores, tremei de os eaea-
rar para que nao vos destribua desde lo-
go a lecompenca que merece o vosse per-
juno. Ellos aiada se record- os tra-
balhos t^.5 soff. os iada se lembra
d> Chele Generoso que semp.e a victoiia
os conducir' e da cauca quedef.nder-6:
fica ceitoa de qa atao cotnaigo raes-
mo chorando os u alr9 desla Patria infe-
lie, cajo facturo usa dia e ootro dia ais
medonho vai tornanJo. Attentai 00 q'
fasats nao vos illuda falsas appareoeas,
nao exultis aiada com a vos.a decantada
victoria, aaojulgei* que se posea dispor
dos oo* bracos pr* os vossos nefandos
Sus .tremei na h .ra em que os pateot.ar.
des, quesea mas prompta a re posta qua
elles vas darao do qe o descobrimeato
a^t vossos iuteotos.
OITAVAS,
i
Soblos ros que vo
Por Babilonia me acbei, )
E ali sentado choiei
As desgracasdeSio,
Cara.
lula retroa na Cidade eterna
Dos horiisonos broncea o estampido;
Inda a triste Viuva se consterna
Co' a saudade do Esporo que ha perdido j
Inda ha valente geracio moderna
Nao tsqueceu das hallas o zumbido 5
E da Fume o esqueleto se aure-euta
A q .em recorda guerra tao cruenta.
E qual loi o Talismn, que deu mate
Nos t ranos de eolio ? Carta e Raioha
Rjsguu-se a Carta ; e (reme do remate
De Pedro A Filba misera e mesquiaha:
Contra no vos trennos se combate ;
Mas entre estril prantose definh :
De seus propri s dii eitos sent Ga
lacerta e vacilante a Soberana.
L lens Porto, o Coraca legsdo
Do Maior dos Hroes da nossa idsde..
Ksi ffreis assim ver malogrado
O seu extorco, e o leu, Leal Cidade?
De rebeldes sem nome ouia un puntudo
Destruir alta noute a Liberdade j
Evocara perpetuoesquecimento \
Cuta, qussellou teu solTiimento !!.*
Soffrer carraucuda Dictadura,
Que se arroga. dasjLeis o fasimeoto


DIARIO DE PEBNAMBUCO.
s
Que arrias de terror en rio pro cara
Vara mant r sea moco atrev melo !.,.
f. liotJ,b >gal caterva impuia
Suppcir valor, virtu le, merec ment :
E apupados, proscriptos, ver errantes
i amigo* da PFDRO, Heioesjpi estantes!
E a NacOHoffrer sera serourida
Sem destinos detxar a revelia,
Poique a di-te Rainhaconstrangida
Rasgou a Carta, q ue M t r D fia ?...
Que A-semb i dos povos fui reunida.. .
Oital d.i novo Pacto a garanta...?
(Jumo que jurara bocea obligadas
Futarasoondiges oio declaradas?
-flomens do Morimento, terapo sinda....
Enrolai oestandarte, que arvorastes!...
De nova cie oio capareis a vio la!
Evita! rea i ces, que prorocastes!
Voso Raiaado breremente (inda ;
Mas lavai-vosdo ciime, queencestastesl
D ai-nos a Carta que a Na vio quera
Restitu Bamba a Soberana 1
Assim merecis ser esquecido
O mor ment atroz, quinto Ilegal
essa tenue fiacco, desse partido.
Por quem tememos suite (u fatal :
S assim podeum povo todo unido
firmara Liberdade en Portugal.
Alias os de-tinos Luzilanos
Seiiu oa escrardio soflrrr Trratma.
O Obseiridor.
(Exti ahido da Revistsj.
IMPRENSA PERIDICA.
Portugus n. 86. Pede que se con
roquera desde ja' as Cortes, e acabe a
Dictadura porque o e-talo discrecional io
violento, inquieto, du'idoso ariisra-
d<>. Sustenta que m devem rotar tiem
ser votados para Deputados os que nao
quise ram prestar juramentos i Con-titui
va, SMOO hade facer. O argumento 'lo
eonteporaneo todo m.ito sea: ei-lo:
quem n. 5 jurou foi por .melindieescrupu
loso de nao se saber se as coi tes approva-
rao a C n.siitui; o de a, ou como a oto-
difi' ara : man esse escrpulo dee subsis-
tir paia tolher a tomar parte na exprs-
sao das cortes visto della duridam; e a
ce isriencia recta oa boa li na 'a f z ea>
duvilla : logo nem devem ser deputados,
ni-oi eleiloes de deputados. Argumen-
to, similhant a teni umas cousa boa
nao cart-cem de ter r< putadoa : entre tanto
un rtflexr. O coniempoianeo con-
funde mise a vilmente os termos do s> u ra-
ci .fimo : urna const nao querer jurar as
cegas urna Constituica que inda ni5 se
tez; e outra inteiraineute diversa tomar
paite na (ormagad dtssa Constituica que
se intenta formar; e como a duvid.ina.-ce
de sen- saber se ella comprometer a
eoosciencia era alguma de suas risposi-
ces : a Cmara e o logar proprio de des-
ranecer essa duvida e at de faier que
nao possa vigorar tacilitand > tolher que
taes di-posuts vingem. A'em dis-o, co-
mo urna nova Con ttuiga ; um novo
pacto para toda a Sociedade todas as o-
pinies devem de ser ou vidas na sua f r-
maca aun) de se ccnciliarem quanlo Tur
possivel (odas as vot-des. Finalmente
dissol vido o aotigo contrato Social ( A Car-
ta ), e anda ua formado o novo ( a Cs-
t tuii, que ha ser reformada ) e enta
donde e em quem a autoridade de privar
qualquer cidada do seu direito natural
de tscollier quem forme e elle mesmo
formar novo contrato, que devera' cons-
tituir a sociedade? rollaremos ao as
aumpto.
Tmulo n. 4- O artigo ~ Isto n..6
p de durar as-im esta' escrito com va-
ieatM. Sao dignos de at'enga os segua
(es periodos. -- '* S resta um meio aos
ty i auno- para demoraren um pouco asis
seu despeoho o terror; mas tambera
* a sua falta o que dissim Iba seu reinado
do monstro usurpador : apenas installadu
O dominio do cada falco a differenca en-
tie um e outro neuliuma pordui os
tyraanos pnrecem resolv los a agarrar-se
a esse nico meio As garantas indivi-
duaes va ser suspensas, ao menos tal
o Viejo dos mandaos, para dar um cor'
a e-ta medida atroz e sanguinaria tem o
governo feiti e-pilhar pidos seus HCcarios
aoubadas conspiracoes deosobeitas tern
dado retate em toda a Lisboa chamado
s armas a Guarda Nacional os Hit. Provisoios, e j Tropa de liuba; tem-nos
dado oespectaeulo d'omi praca su Menti-
do umassalto d'exercito numeroso e a-
gsjerrtdo,
Para m*:or infamia tem apparecido pe-
las ras proclaman s e puquios que se
attiibuem os Portuguetes na6 perjuros ,
a fim de com isso fio^iiem rereios e go
vernarem-nu miguelmente. 1J. at quem
assevere que se prepara urna np. tu da.
Septembrizai la para forjar S, Magestade
a sainar o decreto fatal que p5e a di-po-
sicaO d'ambicioso! e sanguised-nt s verdu-
gos nos-ai cabecas, nosss bens, e a hon-
ra da nos-as familias !
Tjrannos para saciar rosso e-pito
de ving nca ua basta a disp.sic.a5 do 4*
do ai t. n4t que dtbaixo do pretetto de
segaranca do IC-iado vos agu?a as garras
com que podis atraves-ar a innocente
pomba ? Vos queieis embeb r vs no seu
sangue, queris poder mandar para os a-
i-rais d'Afica os PuitugU'tes Geis, cuja
vista para tos um supplicio, que vos pu-
ne de vossas perfidias e ta i ces! Mas v<
vos illudislevautai forcas, aumentai -
numero des piisoes, stulb i-a. de v;cti-
mas, opalbjt pelas ras buidos de vossos
caceteiros, recrutai tropas de te-temu
nha- f.i-a fenolhai a imprensvi q e vos
terviu para a rebeilu, e de que agora ves
arrcete:, tanto, inventai tortura-, decla-
ra! Lisboa em e-tado de sit'o, romo fes o
vossii Isturiz em Madr', crai Commise*
du Ca.-tell, que em ?4 oras nos leven.
ao gairote, ou i (brea, entraj em ajuste
com Miguel, comou \oso Isturiz, lez o n
D. Car r......na la toa sustentar, ros
careis, e q oanto mais tyraunisardes a [in
feliz Nai;. P..i tugueza, mais tenivei sea
a vos.-a queda.
Noticias Oficiaes de Madiid.
O CapitaS Gen. de Castilla la Nueva
em data de *7 de S leml'ro diz que o Te-
nentc Lope Le boga do Esquadtvd IjgC-
ro de Madrid se passou para o iebelde Go-
me/, pO'u que tora apandado no pOVO
de Malta e mandado proce-sar. r
O nesmo CVpa5Gen. era g d p^rte
dse haverem apiesentx'o i5 soldados, e
um Olli. ial mais d ds ja' nencionados.
O Geni-ral em Chele do Exercito do Nor-
te Bal I .meio Espartero diz de Pancorvo
em 28 do passado que, temi cliegado a O
na pira combiter afaccana sua teo'ati-
v. e.-pedicionaria para Castilla loubo, que,
se ha viaja' vrificadoem forca de 3B Ihe-i e 2 Esijuadies ; roas que o Gen.
Pen com 5 B.talbes e i5o cavallos va>
em sen alcance, (trido voltario a u..s po--
edes V-lla Re.'l que t veio proteger a Ex
p-dica R'-fere mais que o Gen. Evans a
i7 do ultimo noticia que imm. di .(ament
fa-ui emburrar para Santander uma liri
gada EspanhoU dos u Commando.
( I lera. )
CARTAS AUSTRACAS.
A da-peito de todo- O a vi,os feitos pela
impieusa, especialmente depois da queda
de Vi su vii, sobieos projeitos da Rus-ia,
e os meios que t lia einpiega paia chegar a- s
s- us fins no Oeste da Europa niu se ava-
lia devid^mente a politea e a pi.sico
desta poteni ia. Se de bura lado ella re-
couhecea in-ufli ciencia dos seus meios ac-
tuaes para os planos de u.-uipncio, que
bum .-y tema tradicional, e a necessidade
d -a cousas ordenan que prosiga de outro
lado tem a convceo da forca immensa ,
irresistivti, que Ibe dara e-n bum breve
porvir o uccesso deiies planos se em
quanto he U apo, au se con ti aria nos seus
ti amas, anas suas alliaucas Tambera e
esquece muitaa veces a dependencia intei-
ra e volunt.ii i* do gabinete de Beiliq para
com o de St. Petersburgo e os lavo- in-
ditsoluveisdestas duas potem ias. Nao se
corapiefaende lo pouco a po-icao singular
e embaragada da Austria obligada a ao-
nutr a toiai u corabiuac.s mesmo i-
tradietoiias, huma rec que ellas tendi a
e-pacar a dciso d<-s questes pendentes na
i*u metter-ibt* a contiuuaqi do seu sj-lema
de incoa e de resi.-tenci . ellas suspendi lodo o transtoruo no ta-
to quo da Europa. Foi esta dei isio que a
cen tcangiu a apresentar-se ao (Jongresso
uo 'l'ojplitz, ou te se discutio a pai tillia da
Allemauha e da Turqua que ella quer
iiuiedir cun t >d.s .-s suas i..rcas ; he es-
ta posicio que a coiupellio a cuop oceupacio de trac.va onde se trata do
arrancar as ultimas raices da naci Pola-
ca que sempre considei ou como huma
das suas murallias contra a Rus.-ia r he
eta posicio em fim que fac o<>m que acei-
te hoje com praaer a visita dos nincipes
Francezes, bem que sejaa Pru sia eua
pengosa rival, que Ib'ua en\ie em segun-
da uiio.
Ha lu.iu facto que ninguem ronhece
mcllior du qae os hst di-tas de Si. Peters-
burgo, e rem a ser que a Rus-ia i e
em a assistencia de bum ou de inultos al-
liados, nio pode, oeste m omento, coiu-
batn com succiaso fura dos seus limites,
alguma nado europea das menos fortes'.
Foi por isso que ella renceu os Turcos
com o auxilio da Inglaterra da franca
dos Gregoi dependentes, e d0 pacna
Egyploj que acarou com a insunecio
Polaca com o aoccorro scelo n rm
ua menos elficaz, da Prussia. Mas o
Calimete de St. Petersburgo reconbece
igualmente que todas as fugas da Europa
nao p dei laclar contra aua domioa-
gaft universal, huma vezq ie consiga -po.
deiar-se de Coii-tantiuopla que Ibe abre
o Mediten aneo; do litoral do Mar-Ral ti-
co, que Ifae assegura a possess 6 da Polo
o. O mesmo succederia Se a Rus is 6-
seguisse evitar as lu tas de que se re a ,
durante ao ou i > auuos isto he duran-
te o tempo que Ibe lie de rai-ter para de-
seqv.dver os recursos immeusos que a na-
tureza po/. sua disp sicad sua ma'i-
nlia, seu cominercio comnuan o suas
tentativas para p ear os p ogiessoa utte-
rions das outra na^oes da Eompa, que,
em todos OS espeitOs't se cb.-5 mais adi-
antadas do que os Russos. He este dile-
ma que impea Russ brar differentes, nos quaes ella toma al-
ternativamente segundo ucressita, ora
'utro de resistencia. Este ultimo ordena
que adi suas tentativas de usurpacoes,
logo que obserra huma potencia europea
decidida a fuer Ibe oppo-ic.io por meio das
armas, excepto purera se ella poder r5
lar com o apoio de huma liga formidsvel
de alliados determinados a a-ociaiem-se
aos s us pi'ojtctos, e a serrrem Ihe de
instrumentos. Poim este syst.ma he
arrscalo, eexpi lodosos das a nerigos
imprevistos* A o>cupai,io immediata de
Constantino.pla, e do litor.l do Mar Blti-
co dispensara a Ru^sia de e-pecar huma
aorta de anuo- durante os quaes podem
s brevii Rui opa occm reucixs que rea
li.iando o triun.pbo gi ral dos (rincipios
da nanonalidade a liberdade dos povos ,
IrajftO coms'go a uniadellts, ecimple-
tem sua inteligencia poltica, Enta e
conbcceria el les e comhaleriaS de rom-
mum tordo o- perig'-s que a Ru sia pr-
p.na independencia e civilisaca da Eu-
ropa inteira. Uum tal acord pode, n'ura
b ir e fechar d'olhos. corapiometter pa-
ra sempre todos os bellos sooho* ci ni que
oa C/aies husca5 sua.is.n- seu sonmo in-
quieto, iie por is.-o que todos os esioi eos
do gabinete deSt. Peteisborgo tendem a
ai har potencias que stdeix por pei.-uas o i por forca, aapoderar-se
immeditamente dos pontos que cubica.
Hj Sabido que successos oorora ale'
l8a9, e mesmo i S i i dorante a guerra
da Polonia, todos os e forcos da Russia.
Ella cooseguio alternativamente fser en-
trar n s seu planos todas as potencias eu-
ropeas, coma nica zceppad da Austria.
Kntr. tanto a Russia eslava couteririda ja'
de-de o Congie.-so de Vimna que o rea-
to da Europa n 5 poda impedir a oceu-
pagad fiual de Constantinopla, sead com
o concurso da Corle da Vienna, e qu po-
tencia alguma esta iaem circunstancias de
oppor-se com successo, a tata oceupa-
cao, sea Austiia a prote^esa*.
Depoia da paz de Andrinopla que al -
bm abri os oibos da ng'aeua, a Rn>u
comprrbeudeu que ella n poda mais
dar hura passo pa-a a Tmqoia seoa a a-
si leticia (ii-i lirada d> Aostita, e enta5
esta potencia fi leqo-it d. p los Ingle
es. Ja' de de o sfgund-- Congreasi Vienna, todo-, os en. e tus do. Ros sien-
dia a compel.r as (brea* da Au>fr.a ou i|(
asS"Ca>las aos Seo- piojecto- con ira iTuf'
quia, romo ootr'o (mtaa lo .ado < co-
operar na part Ib d* Po o i..-. Nj pre-
sente caso obrav > tinuarao a f-voneac o p> (sr<-s-<> da mo-
narchia prusiana, e afaro'Cnar s<-u en-
gr.ndecan- nto na A lemanba paia obtei
della era ret ibuicio a reooraofa doli-
t nal do Bltico. Pur sua paite a Prussia,
que nio limitara sua ambicio a i Sur da
Europa por bilma paite proporcionada
sua importancia nocoipo gerrmaico, o
qu.* a-piava aiornai-se, pela sua piopiia
IVrca, huma grande potencia, entregou-
.-e era corno calma Rus-ia. Desde en
t5 os dous adiados traba I ha i a em com-
mum piinaeiraraeote em co.i bater o es*
puiio de independencia e de liberdade o
em impedir a unia dos outros Esiad- a-
Alioraanba, eaodepoisem isolar a Aus-
tria, e tira- Ihe essa pequea influencia
que ainda t n ha sobre os mesmos ,tad' A-sim todas poltica da Au>tiia <
pois de 1825, se resume em huma resisten-
ca tenaz aos esibreos que fa2<6 a Ru-sia
a Prussia para altrahi la ao seu sy-femrf.
foi neste iutuito que ella empe^ou to los
os seus cuidadoem frustrar qu.lqoer mo-
viuif nt. na Europa, at h de e a j ver
constrangida a eitrar em huma al langa fen-iva e defensiva iom e-sa- di,a poten-
cias, por quanto no caso de bum con-
fn to a communidade dos prio<-ipv,s Iba
dar por alliados necesarios a Rusia e a
Prussia. Do reste a r.sa da sua poltica
era evidente: ella na ia liubaa gaubar no
arraujo projeclado pelas suaa duas alija-
das, quaesquer que f.ssem as v-ntagent
territoriaes que ellas e-.lir.ssem dispoa aaa
faser-lhe : ella st va na me-ma po-.ica
que na epaca da paitilha da Po'onia qu
rclmente nao i tu ta p o\eiiado s-nao
liu.it 4 P.ussa. (Juaoto Au-t ii,
n.5 tinha ella obtido recebendo a Gali-
cia, sem>5 hom eleaneato heterogneo a*
c e centado aoamalg-iua de tantas ragas
diversas, quaes as que c>mpoem o sea
imperio, eos esfiaqu-cera. A posigaS
iop graphica ee liaiegica dos mus Estados
Da linba sido da manen a alguma foi tfi-
ca la : a Russji, pelo contrario, liaba a*
juntado ao seu Impero bum territorio
immenso, Rebatido po povos que se con-
funden! com os Russos por huma com>
mum origem. A Prussia liaba a OS seus fiados, gauhopoiles iramens.s
uo Baln o, com apussibilid.de de trocar,
m.iiseai-iie, huma parir do seu teriitorio
polaco com a meiade da S loma. Hoja
em da qualquer oon engrand. cimento
feito em pr .v. ito da R ssi., da Pruaaia e
da Austria, trana os uie.-mos ie o.lados.
A Austria, entregan io a All muli.
Piu.ssia, desappaieceiia inteii amenlt di
nte de huma potem ia unida e h m.ger.e-
a: ella ua p le mis ueixar o dominio
de tudo o paiz de Peste a rtu-sia, so esmagaria e itio a pnmeira: se ciU acei-
tasse coujiini lamente hom engandeci-
menlo ua A lemaiba e outro a Peste, ve-
ra augmtntar na mesma prop ci sua po-
pui c. Al in, eadar, diiTei entes nca
i o-loujes, n* i i*ilisa.,ao, as uecessidat'es
inUllectuaes, e que r.elaraa bum sy-le-
ma iliftiente de GotVrod, ahuma polti-
ca diveisa. Em huma pslavra, ella nao
faiia id is do que augmentar seu emb. gus dentro e lora : vei ia ao mesmo tem-
po suas populaidcs alien is gi'adas pelas
da Prussia, e as suas popui-ces Slvas
pelas intrigas da Ru sia, queieiido a pn-
meira trazer ao seu dominio todo- ns iovo .
AlUmies, eaoutia todos os ioo S-lvo .
Sem embargo da cousianca ioin quo
Combate >eu- pengo-os allirdo-, a \usri-
a, muito (rauca coutra a colli^aaa, aban-
donada por todas as outra p lenci.., p. ->
dea pouco a pou u parte do 6 na Allemauba, ea Peste. A lngl-.teir
susti utoii franoamvnte na sua opposic .
an establecimi uto da linba de all..d gas:
e a Franga de nada se orcupou. \ Ingla-
terra a a Franga combate, a pela Ru>.-ia
contra a Austria, em Navauno. Maista.-
de, na poca da campanba da Turquiv
as du* potencias pare.ra ietoobtacc
L


3=
A
DIARTO DE P ERNAMBCO.
suas faltas, edisprsea lepara-las. Na

Alaga se um rsrravo, que queira
ie. nuo q*> tee lugar cm Jahanisherg, trabalhar anda mesmo pessoa forra;
nois'ud 1 830, (libad m.Io discutidos os queun tiver,ou quistr, dirjase a praca da
planos dr h'-i i-a iqwracao comniuro, quS- Boa Vhta D. io, junio a Botica do Braulio,
no a r>voii.u d.~ Julho a poltica receo- %W No mez de ulubru p. p. de.apa-
sa que luyo -d >i ion a Franca, a reforma i receo da cana do Tmenle Coronel mhik-I
M'glea, que por algmu t> m\> observou a
atUnc5 do Pa> lamento, de novo fr a Austria a r nunciar huma resistencia a-
berta, e meMiio enlr m na allianca do Nor-
te.
Em huma segunda carta seguirenr s as
pilases diveisas qo esta grande questa
percoireu disde 1830 ..t lioje.
(Du Journal du Comerce.)
AVIZ S PAkTICULAKES.
Frederiro Heniique Lulkens parteripa
ao publico, que nmguem coaipre a casa
lenta nova rom quintal,"chaos e oitSes pro-
pi ios na (i a Je de Oiinda ra do Posso Cas-
liihano n. 2 peruno rite a Jom Antonio de
Olivei a e Sil* por se achar hipotecada ao
IBQUBi ante desde i. de Jmho do cr-
rente anno, perqu ficar sugtrilu aos di-
reiios d rinuncianle na mesma cata.
9" Quem tiver, equiser alagar urna
rsciava, que saiba Tender na ra: annun-
cie por e-ta folha, ou dirija-se a ra das
Agoas verdes rasa terrea ri'ucna poita edu-
ai janellas, que 'tca defronte do sobrado
D. 16.
rp"" Quem tiver alguma caza para alu-
garde um andar e suto, nuorie. .
9* B 'ga-se *o Snr. tardo Perora
Maloio baja de declarara sua morada para
negocio d>-> -u inteie.sse.
WT" O out..r Jnio Joze Pinto, parle-
npa ao respeitavel Publico que tem muda-
do a sua residencia para a ruada Cadria
doBairrudu Recite casa D. 7-*, 3.8 andar,
junto a casa de cambio do Sur. Vieira.
^9* Quem annuuciou querer dar uro,
a do 1.1 conios de rea a premio de um e
mtio por cento ao rn.i, cora hipoteca em
predio livre e desembarazado, dirija-se a
ra do Padre Floiiano sobrado novo de
dois audaies.etripeira, que te dir quem
quer.
^P9* A pestoa que no dia 16 do corren-
te trocou um chapeo castor por um
de pello de seda velbo, sendo o de castor
novo, em casa do Juig de P. z d Bairro de
Santo Autopio queira mandlo entifgr
na mesma casi, ereceber o eu, adveran-
do .se que tabe quem fez e.-s.. ti oca, e
nao #e lie publica o umue p r d cenca, o
que se far no Di -rio d'amauha, caso te nao
determine a entrega |o.
WF* O *ba>xo dignado t n lo conSpra-
do uu ..im.sem de Antonio Joaquim ao p
do arco da Concrcio 10 molhos de sebo-
Ls, e um rolla de fumo, c ludo entregou
a um preto, e este rauito pouco conhecido,
e por jj roga a qualquer pessoa a quem
Oit'ig n 10 fo?se mliegue por e:gino, e o
queira restituir diiija-seas 5 poma* venda
Uo ano nejante que pagara asdesptzas que
bt tiver Jeito.
Joxe de Castro 0111 pequeo de nome Au
Ionio Mjieira Vell r ou Antonio M.ueira
do Heido, id ule 1 i anuo-, bailo, e groe
d> corp->, cara chata, im bello louro: e
vindo do Porto noBergantim S. Mnoel em
Janeiro de 1835: roga-se a qualquer um
Sur. de Engenho que o lenb em casa ou
outra qii-.lquer ps-oa o f.v. r de o mandar
arompanliar a ra-a do dito C-stro q e ie-
ctheia Iriula mil reis do gralifi\cao quem
o tiouxer.
COMPRAS.
Um livro nt'tu'ado Orth> grafa : quem
o tivfr anniux ie pira se pineniado
JJP" O livro de Manoel d'Andrade pt
rainstruroio de meninos: qu-m o tivtr
sendo mesmo nzado e o queira dispr an-
nuncie.
VENDAS.
J^aqoim Joze Ferreira.
*&" Quera q User alagar utna parda
para o se. rico de casa, i-ngomdr.a ; ve-
nta na 111a do Padre Fio uno ca-a alta
V. 4.
*** scravo Antonio Mo:ambiqua
tugiJea -n.-icalop | Snr. Manoel Ui
/.erraCa^ac nle n..s Dia. o de 10 e ta do
cnenle, lioje o ,tt escavo perte-.ce ao
abaixo asonado por ter com.ir-do-o ao
dito .^nr.ep, iao .ogi-se'a todos os Ga-
ptanis Je ...mp, que r< p..re,u paa e-las
t.lhasqne nelas rerivoa seos signaos pe-
ra op..le. emprender e mesmo <|u.i|quer
Sor. queo|,, ... 0 |eve a ru- d Quei(Btt.
do a loj. de Euieoio Pinto i- Cou.p. que
serio bcra iecuni4 eii-aJoa de sej tr-balho.

Joao da Cunba Beis.
Joze Mara Ferreira Mendes Gui-
BJraeasaobdito Poituguea. reaileme ne.
la Ciu jtf do Recit, mesma t.ix.iro
dof.r. Jote le|Mroeie, Juoior, declara
peto preseoe, que d..- hora em dianle se
asigiKirapor Jmc Alaiia Ferreira daGu-
uba.
Folinhas de Algibeira a tlose
vinteiH e de porta a seis vintfns:
Na Pra^a da Independencia luja
de livros II. 37 e .38, na loja do Sr.
Antonio Jos Bandeira e Mello ,
ra do Cabug e tlefronte da
Igreja da Madre de Dos, venda
que foi do Rezende.
yn^ Ai ubi al seguintes: Emer:gon,
T ait des Assuran< es ; Maiten, Manuel
Diplomatique, B. Coostant, Horacio, Ti-
lo Lirio, e obras po. tiras de Bucge ; se
se comprsrem tmlas as ditas oh as de urna
vez, vender -e-han por dezoilo mil reis:
na ra da S rita C> uz n. 32.
?jrjr Sal de S>>tubal abordo do Brgne
Portuguet BoaVi'gem: quem | ertender
algum talle abordo con o Capitio Manoel
Ant-nio dos Santos, on com Joze Pereira
da Cunba no Becife, ra da cadeia.
ry Areiie de carn-paio a aJ4^^ reis
a caada : em Fra de Poitas, casa de Je-
rnimo Jo/e Feneir.t.
fj* Sola desuptrior quabdade, e cou-
ros de club : na mesma casa cima.
%& Um escravo de naci de i8aao
anuos, propr o para qoab| -r servico, le
boa-figura) vende-se poi 420^000 reis:
na ra do Caldeireiro por detra/. dus Mar-
tirios Casa terrea D. 36.
\ty la vareas muito Kit< iras, estando
6 paridas de punco, e as outras prenhe-,
entre as quaes algumas (i I has do pasto, eas
m lis afeitas ao ifesmo past'i : na ra d>>
Que>roa lo leja de fasendas D. 8.
&W Pirulas de familia .heladas agora
do Porto : na roa do Colegio Botica 3
de Cipriano Luis da Paz.
13>" Um' venda si'a em muito bom lu-
gar c>m os fundos de 60-0$ ieis, ponco
mai< on menos, muito pronria para qual
quer principiante; amada San alia ve-
Irta ni esquina do beco do P01 to das 1 ano-
a-, < u naesijuina ra da S.n?alla nova
sobrado de um su' and.r.
^l#- Huma e-erivaniha de duas fices
com os seus competentes mojos, e nutra
ditadebuma f. ce por preco corando, e
tara hern ferrag-ns de engenho de todas as
i|u 'iida ie- e fexaduras do Porto louca
d Babia viuda de novo e duas mezas d
ni.relo pequea*, qua'ro soradoies de
assucar e duas ama-, de vento stm arma-
cao e sem lona, cancallas hita cavilo
de pao grande de botar selins: quem per
der qualquer dos ubjeclus annumiidos an-
nuucie.
HW Bisas de superior qualidade che-
gadas ltimamente de Lisboa gran les e pe-
qneuas por pre^o cmodo : na ra do Vi-
gario venda de Thernuthio Pinto Leal
a. 30.
*# 3 pipas de arco de ferio em bom
estado, 2 ditas de arco de pao, 3bamzpa-
ra aceite de earrapatoem bom estado, e 1
caada de rao-Jida de pao: no b cu do Mu-
lisco D. u.
U na amarra de Eml Parana-
gu em Fora de poi tas n. I9g.
tq^ L .as ingle/as, presunto dilo, v-
nhos de todas as qualitladea, Scrvefa bran-
ca, anoardente de Franca, chai utos de
Hivaua e americanos, camisas de ris> ados
finos, e ordinarios e de bieta, sidra, con-
servas de todas as qualidades, mostaida,
(jueijos londrinos, sapat.s inglezes, gigos
de sal rtBnado, bulboeus de g.ax, tijollo
de limpir faccas, fumo ameri-ano, agoa
razem garrvfoens, tintas para pintar de va
lias core.-, e outrus ge eros : oaiua da
Alfandega vlba n, 3.
ajy Para fora da provincia urna osera-
va que repiesectJ ler 23 p.f a4 anuo*,
bonita figiM, de naci Ancolia, s-beco-
zer, engomar, csitibar t'da qualidade de
comer, lava de bar ella c sabio, e vende :
na ra do Hospicio passando a casa de Joze
de pinbo Borgos no piimeiro portio, a qual
hora do da,
1T9* Urna negra d-boniu figura, com
t das abid.'des, e dois mnlatos mosos,
proprios para api euderem uffi io : na Pra-
cinba do Livramento loja de f .sendas D.
1 y.
XW Urna N-gia de N'cio Bangoela ,
bonita figura idade de 18 a) ao anuos,
quem perlend^r derij i-te a ra do Q.iei-
mado D. i.j I ja de Ferragem, de Jos A.
M. Ba*to.
W" O lindo eexcellente B< igue Ame-
ricano Tabasco, forrado de cubre, e ravi-
h ido de cubre, com todos os pertenece,
come.-tives, e mais sobrecellenles ; est
prumpto paia viajar dentro em 24 horas :
quem o pertender diiija-se ao Escriterio
de John ldbam & Comp. 1 ua d* cadeia
do Recite.
\W Um Carriolio de qustro rudas no-
vo com >s seos cooipettntes arreios, para
urna parcha de cavallos, que acomoda
-eis pessoas, pintado e enverni/ado do mi-
Ihor goslo que se uia, ludo bem frito e
muito leve: na loja de Illaiio no atierro
da Boa-vista de Francisco Alemio lado do
sul.
HP Dois escravos um maxo-e nutra
femia ; o everavo serrador, bonita figura,
e com 26 erraos de dado 5 e a esrrava do
sei ico do 1 ampo de24ann Livramento na venda iodo lado d rti-
to indo para a [groja do mesmo nome.
fc-"1 Por pn-eo cmodo o rendimento
dos for)S de dois tenens; um com 412
palmos, que paga de furo 82^'jOO; nutro
com 300 palmos, que pag. 60$000 teis,
arinuae-, ,-itos oa estrada de Joao de Birros,
que vai para o Msnguho; quem os per-
ista, -s)nina que volla rara o beco do
Tanb D.6.
%^* Un npgro de naci de 22 a 25 an-
nos, e bunita figura, bem fdll para o servicu de urna casa : na ra da Cruz
n. 56, e avista do compradnrsedir o mo-
tivo da ves ia.
W Um escravo com officio de sellei-
ro, muitu riiop >, e bonita fig ira : ta ra
do Fagundej sobrado de um andar D. 7,
a di eita, vindo da libeira.
t3>* S-l de Lisboa: abordo do Brigue
Sueco Biger Jai I.
ffW Um escravo ufficial de sipateiro
psra fora da Pro\incia: ua ra Nova D.
25.
*3* Bix3s do porto grandes e peque-
as, pre-ui.io de Lisboa, vinbo P R R, s*l-
picuens, e paios 1 ovos, as im c.mo m-is
eff'itos de venda por preco muito como-
do : na Peca da IJ a-vista D. lo junto a
Botica do Biuo.
ley Um cavallo de carro, e sella por
proco como lo : ua me ma cas arima.
t3r* Bi ineos de i-u >a de dita rom diamanles, ,-botu. dm-.- de
dita com a> ai m a Im per tees, aueis de di-
ia, u .-a tluzi* d< c d iras, de pao preto
enuei nis bs, ludo de bom goslo, e chega-
do u!timm> nte do Porto: na ma das 5
Puntas 0. 1 4.
9* U u scravo moco, ha tante robus-
to, e sem vicios, npiim canoeiro, olh-i-o
e senador: na ru.ide Santa Bit., nova casa
O. 18 do lado do nasconte em qualquer dia
e hora.
WP* Urna e-pingarda de meta ooronha
de passai irthar, ainda nova, um follts para
a offi;ma de ourives sem defeilo, e os li-
vios egumtes em bom uzo, a obra de D.
Ouix:te rio He.sp-nh-.'l 6 voluraes, Brevia-
rio da historia Romana 1 vol., a obra dai
cartas de urna Mii a s- o filbo 4 vol. 2 to-4
ino do Diccionario Tbeologico, Sorme}1
Panegy. icos, e moraes 1 vul., Gaticania r
vol.. Pecador onvo. lido|i vo!. Brevia-
rio Romano 1 vol., Novo methodo de
gramtica latina devidido em 2 partes 1
vol., 2. tomo do Diibo Czo. 4. tomo
da Historiado Portugal, e o 5. tomo d obras deCanrt-s, tudo por pncimaito
coramodo, om a ma da praia serria junio
ao tanque d'agua.
19* Urna p.-r'ede um litio com tor-
ras p> oprias, na campia da Caza Forte :
cam Ix.a casa de vivenda do peora e cal,
prcpiia para u.nn grande familia : quem
o p> Hender dirjase a ra dos Marn ios
lado da Igreja D. 8 da manh at as Jj ho-,
ras, e de tarde a toda hura.
fc3T" Ni padaria da ra Direita dtfro-
te da casa do fdllescido Joze Fon eir da Pe-
nba ven le--e pi de muito ba farinba a
seis por quatro vintn, aspira como bola-
xa, e bolaxinha, por proco cmodo 5 as
pessoxs que quiserem pudern mandar a di-
ta padarn que serio l tiobera algumas pes-oas que o qoi^erom
tomar para pagar por semana, ou todos os
mezes, sendo pessoas de crdito s-.ro acei-
tas com a dita condicio.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fusiono dia 12 do crrente moz, tima
pnta fulla, baixa, aiquiaiada d-spertias,
secca do corpo, a qual cosluma ser ataca
da de um puxodo no pedo, e levou vesti-
do um vestido de urna xita do assento os-
curo com folhagem verde, a cuja se chama
Tneodoia, andava a vender a*ete de car-
rapato na Cidade do Recife: qaalquer
pessoa que tooha oribe, imento-da dita
prta, eque a vtjio podero manda la a-
prehender, ou por obzequio, ou por gra-
lificacio, e mandada levar ao abaixo aasig-
nade, morador em Oiinda, na ladeira da
bica de S. Pedro, a subida a direita casa o.
30.
Rufino Luiz Henrique*.
Fugio no dia 6 de Setembro do
anno pass 1 io hum negro, velho por no-
me Joaquim Pires, qus foi escravo do fa-
lescido Joaquim Pires Feneira, cujo es-
clavo he casado, e d.-ixou a n.ulher por
nome Mai a do Rosaiio que ainda eiiste,
o dito preto tem oseiguaes seguinle ; bai-
xo seco docoipo, tem huma das per-
itas tortas dUS Joelhos para bair >, muilo
ladino, falla gaguejando, e a>subiarido
rop -serna /\n e tratos annos de Hada,
ecousiaand.il' pelo Sul veudendo mmde-
zas,eout'aa veses (rabalhando em sinos
po.' forro : quem delle souber ou der noti-
cia, tem 3o$ioo de givlincacad fura de
todas asde-ptsas jue se houver de l'.zer,
eo podara1 leval-o pracinba do livra-
mento loja de fasendss D. 19
Iaboas das mares cheias no Pono d
i'ei nambuco.
la Segunda j
5.3- -T: S
J i4 Q;
-giS Q:
16 ~S:
3 17 S:
- 18 D:
o
o
3h.4a m
430 .
5 42
6 30
718
b *
854
Tarde
noticias Martimas.
Navios entrados no dia i7.
Cabinla ; 20 das ; Fs una Americana
Aug e, C.qi. Tliomaz Bai Ton. I0<>.
II.ni.b 11 go 5 60 das; B. Dinaraarquer.
Seiiu-, Cap Jam Schmedt : f^zenda : a
A. Schran.m. Ton. 250. Passageiro I.
Terra Nova ; 2i das ; Barca Ing. An-
des, Cap. BicardsTailur: bicall.u : La-
tn m 8c H1bl1.it. 'Ion. 2G6.
N w-Yonk} 33 dias; Pataxo Purtu-
gaez Primavera, Cap. Joz-e Carlos Ftrrei-
leiraSuar.a: lastro. Ton. i50.
PER*., ft* TIP. UH M. F, FARIA l3b.


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