Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02466


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Full Text
T" "
ANNO DE 1838. SEXTA FRUA
16 DE EZEMBRO N. 273.
. /
meo. ka Tr.n M. F. de Paria- 1836.
das da semana.
12 Segunda 8. Justino M* Aud. do Juizes. do Cr.
de m. e de t. ses. da Tliczouraria Publica e
Clianc.de t-
13 Ter?a 5. Luzia V. Re. de m. e aud. do J- de
O. de t.
14 duaru Tu. jcj. ?. Agulo Ses. da Til. P-
15 Quinta5. Ensebio n. Re. de ui. aud. di. J do
C. de m- e Cb. de t Quarta cr- a- 7 e 29 m da m.
16 Sexta Temp. jcj- S. Adelaida ses. da Tli. P. aud.
do J. lis O.det
17 Sabido Tp. jcj s- nartliolomeo Re. de m. c aud.
do V. O. de < mii i nimia.
1S Domingo 5. do advento N. S. do O'.
Tidoagoradenende di nos meamos da nnssa prn-
denca. modc nijii, e energa-'continuemos com,
i'niic-iiM.iiihi-. < lerfmni ipootadoi coui admira.
<}io entre aa N'ncoes mais culta*.
Proclamar da Jnrmhlta Birml d Bratil
Subscreve-se a lOOOm. mensaeii pagonadiantadon
nema Tipografa, rua das Cruzes I). 3, c na Pra-
C-a da lnde|ieudetir.ia N. ."I* e 38 ; onde te receliem
correspondencia lejfalisadas, e aiinuncioK; inserin-
done .(.'- fratii temi dos propriot aaaignantes.
e rindo n.'>iuilni.
CAMBIOS.
Detembro 15.
JLiOndres 38 Ds. Si. poi l ccd. ouprata
5o porecnto de premio Nomina.
Lisboa 5 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 255 Hs. por tranco
Rio de Jan. 6 p. c. de prem.
Mcelas de 6..4IK) 132iM) I3..400
4000 6,,70Ua68UO
Pczos |4-10
Premio da prata 50 p. c
da< lettras, por mez I 2poro|0
Cobre 25 por cont de descont
PARTIDA DOS CORHRIOS.
Obnda_TodnR os das ao meio dia.
Uoiana, Alliandra, l'arailia. Villa do Conde, Ma-
man^uape. Piar, Rea. de S. Joo, Rrejo il'Areia,
Hainlia, Pnmbal. Nova de Souza, Cidade do Natal,
ViHas de (oianiiiiiha, e Novada Prineeaa, Cidade
da Fortaleza. Villas .o Aquirs. Monte mor novo,
Aracatt, Caacavel. Canind, Granja, Imperairiz,
S- Uernardo, S. Joiio do Principe, Sobrar, Novad'
KlRev, Ico, S. Matliew, Reschodo sangae, S
Antonio do Jardim, Qiiexeramobim. e Parnabi a
Segundas e Sextas feiraa ao meio \a por via da
Pnraiba. Santo AntaoTodas as q-iin'-is feiras i>
meio dia. Garanhuiis. e lionitonos das 10 e 24
ilo inda mez ao meio da. Floresno dia 13 de
cada mez ao meio dia. Cabo. Serinliaein, Rio For-
mozo, c Porto Calvo-nos dias 1, I l.e 21 de cadn
mez- _______________
PARTE OFFICIAL.
RIODEJANEIRO.
ASSEMBLEA. GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sessa de i7 de Selembio.
Pelas 10 horas da manhi abre-seases-
sio, e lida a acia da antecedente, fica ap-
pr< Vada.
O Sr. I. Secretario d conta do exped*
ente.
Ordem do dia.
En'rio era discussio as seguimos reso-
luces, que sio approvadas e adopta-
das, e passio Commissio de Redaccio.
A Assemblea Geral Legislativa re-
solve.
Art. nico. Joo Moreri, quefoi Es-
ciipturario da extincla Repartico to
Comraistatiado, est comprebendido na
resoluca de3l de Outubro de i83i.
Paco da Camera dis Deputados, 11
de Agosto de 1836. Lima e S Iva.Pin-
to Pcixolo.Francisco do rugo.
A Asserublea Geral Legislativa re-
solve :
Art. un;co. Fica approvada a tenca
nnudl de 300$ reis, conced Ja por de-
creto de 5 de Junho de i835. ao Briga-
dero Raimundo Joze da Cimba M.tloj,
diminuindo-se a quanlh de a0$000 reis,
quamio teuba olido o balito da Ordem
de Aviz.
Paco da Cmara dos Diputados, 6 de
Jarhodei836.-J. F. de Toledo. C.
da Fonceca.Paira.
Enira eiu discussio, e he regeitada a
eguiote resoluca:
A Assemblea Geral Legislativa re ol-
* Art. i. Na aposentado!ia de Pau'o
Jironimo Bregaro, eno emprego de Ad-
ministrador da desa ra Estiva da Alfande-
ga desta Corte, se dever contar o lempo
de servico que teve em qualquer outta rt-
patica6 publica.
k Ait. 2. Ficlo revi.gadas lodas as dis-
posices em contrario.
Paco da Cmara do Senado, em 1 de
Sctemb. de i83ti.-Bento Barroso Pnieir,
Pr3sidente.--Conda de Valenca, 1. Secre-
tario. Visconde de Congonhaa do Campo,
2. Secretaio.,,
Entra ero discussio, e he approvada e
adoptada a seguidle resoluca :
o A AssenbUa Gej al Legislativa resol-
te:
" Art. Uni'O. Fica approvada a apo-
sentadoii.i concedida por decreto de ii
de Novcmbio de i833, a Joze Rabello de
Souza Pe eir, Ollicial da Secretaria do
Conselho Supremo Militar, com o Tenci-
mento de 300$ rs. por armo.
" P 90 da C.'tiiara dos Deputados, em
a8 de Junho de i834 Albuquerque Ca-
valcanti.J. F. de Toledo.- G. da Fon-
ceca.,,
Passa-se a discuttir, e he approrada e
adoptada a seguidle res lucio:
A AsbembKa Ceial Legislativa revi-
ve :
" Art. i. Fica a pro varia a t*nca de
a20$ reis annuaes, concedida pilo Go-
V-jiio, ao Coronel Joie Ferreira da Cu-
nha, por decreto de 24 de Novembro de
183a, em remunerado de eus seru-
CvS.
Ait. a. Ficio-revogadas as leis em
contrario.
** Paco do Senado, em al de Julho de
i836- -Bento Bairoso Pereira, Presiden-
teConde de Valenca, I, I. Secretario.
Visconde de Congouhas do Campo, a. Se-
cretario.,,
Entra em di.svussio, e be regeitado o
seguinte:
A Assemblea Geral Legislativa re-*o'-
ve:
" Art. 1. Fita pprovada a tenca de
a20$ reis annuaes, eoncedida pe'o Co-
Temo, a D. Leocadia Villovy Sayio, em
retnun< rapio dos servicos de seu m 1 ido, o
Brigideiro Graduado Frinci-co Joaqtiirn
Corieia Moiiqo, por deoeto do 1. de
Junho de 1835, etu resoluca de consulta
do Gonselho da FazenJa de 8 de Outtibro
dei830.
'? Art. 2. Ficio revogadas tod.is as
(!i-pjsit,6es em contrario.
Paco do Senado, em i3 de Julho
de 1855.Bento Bairo^o Peieira, Ple.i-
d'tite.Conde de Valenca, 1. Srcietario.
Luiz Joze deOlivita, a. Secretario.
Pelas 11 hotas e mtia be rerebido, rom
as formalid des do estilo, o Snr. Minis
tro da Justica, na presenca do qual entra
ero dittu->so a proposta do Governo, c5-
prehendendo varias alteraces ao Codito
do Processo Crimin.'l, relativas pii< i 1
conTertida rm proj*cto de nsoluco pela
Com. de Ju-tiga Criminal.
OSr. Heri.pies de Resende enc cussio, declarando prescindir daqu-stio
de que a malaria n >5 dtve Hr ttalida co-
mo resoloca, mis sm como decreto;
e ter smente por em quanto a observar
que esta le avolve em suas disposiedes
maleiia da co-i petmrij das Assembleas
Provinces, s quaes compete legislar a
1.1I respeilo, aitubuiga esta que teni por
ellas i-lo exercida, creando novas auto-
ridades pulicues, e dando-lhcsdir.renUs
altribuices; e quaes quer que lejo as
medidas que te bajo de tomar a tal res-
peito, dee-se attender que s Assemble-
as Provinciaes he a quem rmpele lomar
medidas sobre a polica luc. Fundado
nestes motivos, o nobre orador tem de
propor o adiamento desta dlateiia, pois
a entiar-se na di*cus.sad della, enlende
que nisso ce pedera muito lempo, dis-
culindo-se materias.que sio da competen-
cia das Assembleas Provini iaes ; cuj,-sat-
tiiboices, poiem achando-se bi.sUnic-
mente co'ifuzas, nio t>e podeloniar huma
medida adeqoada em quanto a Assemblea
Geral nio definir btm quaes s ailiibui-
c5es t|ue competem s Assembleas Pro-
vinciaes, vi .-tu a duvid* em que ellas en-
trad sobre suas attribuc5e>, porque hu-
mas sio mu latas em enteuderem o Ac-
to Addicionai, e outras mui restrictas,
como a Assemblea Provincial dasAb-g'>as,
a qual atjulgou na" poder di-pen-sr a
hum dos mus memb o-, por cuja dnvida
repieseulou Assemblea C^tal. O seu
adiamento pois tem por fim ficar a pro-
posta adiada al que a Assemblea Geral
lome medicas .obre as diversas propostas
das Assembleas Piovinciaes.
Oadi.irnenlo prupo-to pelo nobre De-
putado ha apiado e entra em di cus-
sao.
O Senhor Presidente declara que o
addiamento propos'o importa urgencia
do projecto indicado pelo Snr. Deputa
do.
O Snr. Henriques de Rezende continua
a in-tar no scu adiamento, por orlar per-
sta lido q ie emb-ra passe a urgencia
do projeClo relativo format;io da culpa, e
el e Sfj.i ths ulido, os males nao fisoa
nados semquea As.-emble Geral externe
bem asaltubuices das Assembleas Po
tjariae*,
O Snr. Visconde de Goianna......
O Snr. V.. intii o Leso observa que ha
muito que elle e muts Srs. Diputados
e.iterriem que n.18 se pode entrar na re-
forma do Cdigo do Proce-so Ciimiu!
como t xige o ititi resse publico, sem que
bem d unida teja a competencia da As-
semblea Geial e a das A-sembleas Provin-
ciaes j defmica, q -e, (endose tentado
f'Zer no comeen desta sesrio, o Snr. Mi-
nistro dos JN- ;ui...s F.sl: angeiros, entio
diJustic-, juljiou dever oppor-se a ella,
p rsuadido que devenios permanecer
uus'e e-tado de coi,I sao, ero que nio e
s be qual he a eompe'encia das A.-sem-
b^eas Provinciaes e da Geral.
Adroira-tte que os illusties membres
da Commissa a quem foi ter a proposta,
pfferrados ao Poder Provincial com o mais
ampio desenvolvimento possivel, annuis-
sem-de boa vontsde a ella sem julgar ne-
cesario a iniuima coircccio, persuadido
de quea obrigtcaS em que se icha os M-
nisteriaes nio os deve levar a tal ponto que
faci desistencia completa de principios
sustentados publii ament, tem ao menos
as-ignarein com restric^es. Vota pelo
adiamenlo<
O Ser. Liropo de Abreu, a respeito do
Acto Addciona'# pensa do rnesm modo
que stropre pensou. Se se lem declarado
pilo cepticismo, este uio se extende
a lano como qtierem dar a entender al-
guna ilustres Deputados que o lem com-
ba t do, pois que seu sceptecismso s se
refere a fados, e Dalo julga que sei a-
rotrpanhado por aquelles aobrts Depu-
tados que nrt quiserem cabir em erros
muito graves, e que pedem ser muito
perigosos. Quanto ao Acto Addicioual,
diz que se acoso o Corpo Legi-lalivo t-
rese lirado todas as duvidas, approvan^o
por buma di-posiia legislativa asinstiuc-
c5es que oGovetno deu aos Pre.-idei.tes
das Provincias, e contra as quaes tanto se
trm clamado, e.-t*va ludo na roelhnr or-
dem possivel (Dolados irnicos nos ban-
co da opp<.sitio.) O Governo fez de sua
parte ludo quanto podia lztr paraque
do Aclo Addiional resultaste todas as
vantagens que delle eia dee-perar; o
Govemo nesias instrurces, sujeitando se
letra do Aclo Addiciom peilo deempiegados piovinciaes, qoe os
Presidentes das Provincias os podiio no-
mear, suspender edemittir, roas que nio
podiio as As-embleasProvniciaes toiarnas
suas attribuicd.-s, poique a adminislraco
da jistia devia ser regular e nao variar
conforme oque se disposesse em huma nu
nutra Provincia. Contrario a ito nada
se enconlia na pmpi.sta que se discute*
Nessas instruece-, tit-sa medida salatar,
tomo em outras rouit.a q-e o Governo
tem tomat'o, nio se diz que a< As-embl-.as
Proviuiiaes tivess^rn o diieito de augmen-
tar cu diminuir ns atti ilmicSe dos era-
pregidos provinciaes de juolica, e as-,im
nao houve incoberencia alguma da parte
doCovenio, pelo contraiio heuve e ha-
ver sempre a mesma ctherencia, o mes-
mu modo de pensar e sentir. Se os illas-
tres Deputados qoe fiZem oppovicio a es-
sas irisiituices do Governo enltndem que
o Governo erron, dand buma intetligen-
cia que nio dev dar, a elles cumpredi-
ze-lo, iuopie Ibes raandor mesa aquel-
la medida que eutenderem rnait pri.fi>. ua,
roas nao aecusar de contradictorio, n5
julgar li'ba do -Vitenia de s- eplicismo,
liuma un,lauca que nio existe j purque
existe a mesma coherencia, e existir sem-
pre, por mais que seesfoicem os nebres
D>put. dos para mostrar que o Coverno
be contradictorio, que boje pensa de hum
modo e no ouli o dia de outro. Lisongea-
H' era ver os nobres Deputados aecusaj o
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DI AUTO R PRRRAMROCO.
G verno, porserem outras (an'as oci-
sias di Gove.no deferder-se, e mostrar-
te desvauecer-se do que (em feito do
quinto pensa bem nad .- em male-
na de Legi-iacu C u 11 poltica ; rilo
tcnd u pitarras de hum ououtro Sor.
Deputado q'ie liad de desacreditar o Go-
verno qumdo da ficto quando resul
' luis de sais medidas ma-tra que ou<
t< as nao podiio ser tomadas mais acer-
tadas, mais proficuas a ordcm etrarijui-
Iida le publica.
O Sor. Souza Marns, pela ordetn,
dis que a Commissio nao meiece a ci-
minico no nohre Ministro deve lera-
brar-se que sera se esiabele-er principi-
os nao se pode dar hura parecer; e que
pele diversidade de principios entie os
metubros da Comnv'ssio nao hepossivel
dar-se bum parecer.
O Sor. Vasconcell vota pelo adi'a-
menlo e ja mostiou liontem que me-
Ihor era principiar a leforma do Cdi-
go pelo Projecto sobre a formaca da
culpa. Nao sabe como o Senhor Lim-
pn, (calando se do addramento pode
chamar a qoeslio para o elogio do 6o*
verno: e que elogio? Que o Governo he
irifallivel, que faz a felicidade do 4)ra-
zii sem nem hum auxilio, s rom a sua
sabedoria que se deve chamar mais que
humana para ir coherente coo o il-
lustre Ministro E descobijo o nobre
Ministro que se alguns ro des sotTremos,
lie poique a raaiorii nao quiz approvar
as suas celebres imtiuccg. O orador
pergunta, a vista do que disse o Snr.
Ministro, se em politica ha i lea 6x..s
e iu varia veis? onJe e qual he o autor
de politica qual he o Governo t< Ibite
queeatenda que deva subordinar a nalu-
resa as suas oidens os seus aprixos
Mil vontade? Huma tal propositad paie-
ce que nao honra a hum hoioem de es-
tado. O orador depo s dd ,respouder a
a'gamas outias proposkio do Seulior Lim-
poda Abreu, quando as inslrurges aos
Presidentes de Provincia diz que sent
que o uobre Mini-tro dos Estiangeiros as-
signase taes inli ucces manchan lo . 6Qa inteligencia : essas iuti uce5es parecem
tersido fcitas, p. r quem .-acreveo a pro-
posta sobi'e a Polica....
(Conlinuar-se-).
PERNAMBUCO.
, ,, GOVKRNO DA PRoVmCI *.
Expediente do dio 15 de Dezembro.
OFFIUOS.
Ao Inspector da Tlusouraria enriando
llu- um cilicio do Inspector Geral d>s
Obi as Pblicos em que paiU-cipa nuter
esta repollo o dinhtiio com que pussa
saptUfaser ao Ai lerataiite das j3 > bra-
cas de l .strada do Sul a prestaca de ....
3:8gt$32'i rus, a qoee obrigada ; afi,:>
de q' deas profdeociai para n.-u paiali-
sar-se una obra t-5 importante.
Navios despachados no da i5.
Brigue Iugl Jobu llood Paia Liveipool.
Gap. J. Evkfcldi Conloa Jo a JoaS
Hatheus.
inifeatou a seguale :
3 caixis de pentei, 4o barricas com fa-
iiiiba 6t meias barrioas com dita, So
barr* coai azeitede pe te, looeaxas com
esparm cele, 3 14 ditas rom oh', %5 sac -
'cas com piraenta, 3 >o birriquinhas cma
InLxinhi, % ti feicli s abatidos, 39) bar-
ricas ditas, i 7 ditas no'ii taoip >s, 5o du-
sas de caddiras, i cad ira de embalar, 3 la
taboas de pinho.
O Brigue Amaxeeno Le Barn indo
de Nova Yjr.k entrado em i\ do eor-
ronte Cap. Johm L. Chcmewank C3tv>ig.
a lien r y Forster & C.
Manifeloa oseguinte :
56 > tibias de pinho, 4jo barricas com
farinha, 15 caix.is co n queij!*, loo di 'a -
rom cha So suecas com piraenta, I oo
pessas de cabo, 95 ca;xas com spermacete,
5o enib ulhos com lonas, 5t fardos com
fasendas i.oti embrulhos com cadeiras ,
5 ) cairas com passas, 5 ditas com cd :,
i oo ditaa com bi^couto de soda, a5 bar ili-
nhos com dito dore, loo ditos com bola-
xinba, i c.i\acoii papel de fortx, 3
ca xa com peales, 4 ditas com oito 14
bonicas com maces 7 barriscom moeda
de prata 61 pes-asdecabo.
ni !mhmimiiiiiiibii.....ni qniaaaamimmmm
doQ'iartd a correr a cavallo a toda bii- I o dito Vereidor.
d de que resultou aerem inf.lzmenlc n*
segunda vez arrojados contra a calcada
dous soldados do aesrno Corno, e urna
mulher seplsagenarta squal ficou taS
pisada, que, a ponen momele; depois
expirou, deqae se fes o competente cor-
pa -le dlieto.
Nada mais consta.
Dos Guard V. Ex. Secretaria da
Pr< feitorn da Comarca do Rccile i5 de
Dezembro de i836. Illtn. e Eim. Sr.
Francisco de Paula Car..| anti de Albu
querque, Presidente da Provincia. Ma-
noel do Nascimento da Costa Monteiro.
Despachar5 se alguns requerimentosde
parte?, e por> ser dalo a hora o Senhor
Presidente levantoa Stsss, e fiz esta
Actaem que assfitiari<5. E eu Joaquina
Higinoda Motta Silveira, Secretario n-
t i rio escrevi. Barros Falca, Presi-
dente, Azevedo, Cardim, Xavier, Gue-
des, Pasaos Albuquerque, Ruzelles.
BKIBI
CoRRElO.
OBiigue S. Manoel Augusto, deque
he Gapita J iu Manoel Alves sai para
S. Catharina com escalla por Santos ao
dia a2 do crrente.
DIVERSAS REPART1C0ENS.
TRIBUNAL Da RELLACAO.
Sessad de 15 de Desembio
Nos Embargos de Luiz I '.lo Dur.dJ co-
mo Administrador de sua mulher rontra
a \iuvae H rdeiioa de Beirto Jo e da Cos
ta na CatJU de Appellapo do Juizo de
Direito doCivel desta Cidade, se julgou
P'.lo d' sj) eso ilclles.
ALFANUEGA D.VS FazENDAS.
O Brigue A-nericano Andrs, vindo de
BBXA DAS DIVRR3AS RBNDAS.
A pauta he a niesma do N. 258.
PREFEITl RA DA COMARCA DO RECIFB.
Parte do dia l't.
lllm. e Exm. Sr.
Partecipo a V. Ex. que das partes
recebidas mala Prefeitura consta terem
sido presos a mioha nrdem e recolb'do^
HoCallabouco de Polica donde tivei-n
differeciles destinos Ana-taco D min-
gos crioul, por Ur insultado sera mo-
tivo com palavra9 injuriosas ao pa Thomaz de Aquno dos Pi -a se res Oaflado,
ofllci.il de calafate, morador no pateo da
Ribeira, e honesto, p ov -cando o a des-
od, ra ; Manoel Felii da Silva Soldado
da quarta romparihia do Corpo de Po'icia,
e Jo>; Igiiacii., hmno, tabeimiro, por
estar, m em desorde.n todor remeettidos
pelo Sub-Prel'eito da Fregu ia d-' Sanio
Antonio; Alexan lie da Ora dos Santos,
lemellido pelo C muiandante d. Pairu
Iba i iid-nt da Frgui,ia da Boa-vala,
porter quebrado o pinte, quu huma mu-
lher truja a cabecaj, Antonio Marques
He Souz" Lea, dese tordo 4- Corpo de
A.tilheria, e Pedro Jos Martina, deser-
tor do 7. Bat-lhad deCasadores, rea.e
t.dos pelo Sob-Piefvilo da Freguesia da
Vanea por terem feto vaiog furtos, e
serem de pes-iou conducta.
Nada mais (onsta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Cot marca do Re< ife i4 de
Dezembro de 1836. lm. 0 Exm. Sr.
Framiscode Paula Cavaloauti de Albu-
queique, Piezidente-da Provincia. Ma-
nuel o Nasciinenlo da Costa Monteiro.
Parte do dia 15.
lll.n. i'Eni). Sr.
O Oficial d'Estado do Corpo d- Polica
iiiHnd iu prendea, e recolher a o rsped i
vo Callabou.o, don le tive destino,
Manoel Pegado de Albuquerque, brauco,
PhiUdelphia, entrado em i4 do contlo por ter passado duai vesa por djionte
CMARA MONICIPAL DE OLIN'DA
5.* Sessad ordinaria rfe 22rfe tfovem-
bro de 1836.
Pnaidem ia do Sr. Barros Falcad.
Aberta a Sesa5 forad presente os Se-
nbores, Doutor Reselle-, Guede-, Xavi-
er Passos Albuquerque, Azevedo, e
Cardim faltando com causa o Senhor
Oliveira,
L da a Arta precedente foi approvada
por se acbar conforme.
O Secretario dando conta do expediente
mencionou os Oflicioa seguintes :
Um doCollegio Eleitnral de-ti Cidade
retueit- ndo a Urna e Livro d'Acla dos
Deputados Geraes, e Provinriaes : a C-
mara 6cou inteirada e niandou, que o
Secretario cumprisse a dispoic do Ca-
pitulo 5. 9 das ii.slrucces de 26 de
Maicode 18 <4-
Oitro do Juiz de Paz da Freguesia de
S. Pedio Vlartyr, paitecipando echar-
se restabelecido de sua saude e poder
contmuar na vara do mesuro Juizo : in-
teirada.
Ooro do Escrivio do Civel J so Justi-
no Fernandes de Souza r< metiendo hum
requerimento de Manoel Luiz da Veiga,
citando a Cmara para seguimento e
mais termo d\pplicaco na execusia,
que I lie mote pira a Reli-tca : a Cmara
firou inteirada ; e marid u, que se respon-
de se ao diio Escnv.'d no sentido de sua
inteligencia.
Ontro do Ci Jado Vf anoel Jos do Nas-
cimento participando nao aceitar a rio -
m agao de Procu ador da Cmara por
circunstancias pond.rozas : iut. irada.
Foi nomeiado, epp ovado para novo
Procurador o Cidada Manoel Antonio
dos Passos e Silva a quem secntregooa
sua competente p ocuraco na founa da
L i. ?
Nesta S s-a se dii :gio ao Prosi lente da
Piovincia hum oflicio com a rol .co exa-
(a da arremat cao trimunio da Cmara que (iterad lagar
peltre presente anuo, para ileio di di-
vida approvagio.
A Camaia resolveu que fioaaM addiado
.oRequerimemo do ex-Procurador Antonio
Hereira D uiz, que exigia >ei reiutregado
no seu proco rato ra, a que compurecesse
perante ella Amonio Domingos Pinto a
satisfdser o con eudo no lequ-.-iimenln,
que diiigio a Cmara a vista da infor-
macio, que deo o Seorelaiio desU Ca
mar.
O Snr. Doutor Ro.-clles Reqoereu, que
fosse copnido o Re.jueiimento de Mano-
el l.uiz da Veiga qn- fui ap-esentado
para a Cmara finar iatei'ada dos termos
ii'apptdlacio da canza, que com elle dis-
puta com declarapad de ser o Requeri-
mento feito p>r propia letra do dito
Veigaa, ruja copia hoav.-s^e de ser re.
met ida i-o piomoltor Publico da Co
in.rca para proceder contra o meuio
Veigas pelo ataque que f .z a esta Cor
l'oroc^.5 a i'Runda p*i t< d, Sgn rcqie-
1 imento, onde requea: a a Auihcndade
lutical p.i.. i|,..; aejaAJJcfodui indi-
T I ara nte os sen-niemb os daudo por
Otuzal, que elks d*ix-<5 de se leutiirem
en Ve.e-ca inuito jdepropouto, como o
lem fe'to ri'outras occnsit-s, segundo a Ma
allirmativa xpressa no ronteudod) nque
rj nenio que he mnito injurioso e atta-
eanteebta Cmara. Foi approvado, e irimi-
Jousecumpiir no sent Jo,eni que requereo
EXTERIOR.
IMPRENSA PERIDICA.
ArtillirroN."al7. -- Trasladamos pa-
ra as nossaa columnas por inteir o artigo
A Vedeta e o Sr. Borges ,-- porque
alt'm do chiste com que- tanto se deslingue
este illustre contemporneo, e que faz lc
com satsf'Cio geialmente quando cscre-
ve refuta victoriosamente rtspondendo
as r. flexe.s que aquelle peiiodico apre-
sentava em contra os fundamentos em que
o bonradissimo Portuense baseava a sua
Repre-entacio a S. Mageotade, .resignan-
do as Suas Reaes Mioso seu emprgo, e
negando-se a juiar a Constituico de 22
em q iianlo ni o se d mon-trar legtimamen-
te que tal e* a vontade da Naci, quanto
o- orgios do Governo bao allegado. A-
caba de levantar-se urna poeira entre a
Piima Vedeta, e o Sr. Ferreira Borges :
o caso. O Si. Ferreira Borg*s nao quiz
como prmeiro Magistrado do Commercio
jurara Constituico de 2a; teve l eeua
escrpulos decousciencia, poim Piima,
quenunca (o esciupulo a quer por torca
que elle juro. Vejamos os motivos porque
S. Eia. nao quiz jurar. Diz S. Exa. que
fura um dos Regenedores de a4 de Agos-
to ; que entio j cuino Dcpu'ado e j
como Conselheiro d'Estado jurara t..
Constituico: que por issd lora persegui-
do, quesaira, e que voltara ; e depo a
vindo a Ca: ta, jurara e que agora nao
d novo juramento, ate porque sendo a
Caita a que ligitima os direito* da Raioha,
ella licava sem ellos derrubando-a : e de
.mais que era Deputado da Naci, e em
quanto a Naci o nio mandasse ufo ju-
rava e pede a sua demissio. Vejamos
se S. Exa. tem ra.-f >.
O dia ^4 de Ag uto foi um dia Nacio-
nal : S. Exa. f um dos autores do g ito
Constitucin'I, e por i so benemrito da
Patria: at aqu dos litros: prestou o
seu juramento de fazer guardar, guaidar
a Constituigio fui fiel ao seu juramento
ate que Naci abracando, romo abra-
co" o novo pacto fundamental entre o Re,
e o Pov o aliviou do piimeiro juramen-
to : isto matara, e nei/huma quehra de
crdito d\ 1 v-m ao Ilustre Cidadio. A
historia aprsenla militares d. ex'-mploi
d-to', 15Uto quo a maior parte dos De-
pi-t d s que protestaran) contra a queda
da Con-lituicio de 2a, tomaran) a.^sento
n* Camaia Electiva da Carta; prestaram
noro juramento e ninguem por sao os
achincalroo. P.nlo de Magalbies- Fiei.
re- Lima L'itio Fras Carmo Bis-
po de Coimbra S. Luiz Peres da Silva -
Posanha Cimpos Beltencouit
Magi chi Felgmiras Aunes Palma-
Jo e Liberato -- Jos das Neves Jos de
S Baneto Fe o Manuel Antn o de
Carvalho -- Borges'" Carneiro Calllo
Branco Queiroga etc. etc. tic. e ou-
t'os varios deque trata o novo Meihodo.'
E'Veidade que muir-s de-tes diabos sao
Chamo ros, e por so gentinha s m ca-
rcter, mas como l esto osS.s. Campos,
Pe8sanh Galfio Palma Jos Lib lato,
Jos de Sa, e alguns outros parece que a
Vedeta deve em h rua das firmas nio pro-
testar a letra. *
D de D-u<, e to mundo'iileiiY>mpttm as su-
as sisse-. al que a Deputago pe manen*
te i 8 chame, e pmtvtattl em numedeseus
oriht 1 t'ii 111--3 ele. Agora perguntmos nos
Primase 8" verificou o caso do chuna*
ment pela Depulacio permanente? Tai-
vez que a Piima aciedite de boa fe! i|ue a
D putaco permanente a Gu nd- Nacio-
nal de Li boa e u.-sse caso ra'aur-s o bi*
co. O protesto em noine de seus onj-
dluinles os seus constituidles tram a
Nac ; ora a Naci em 26 fez urna nova
traiisaccao com o Rci cassou as suas pi i-




-*

tneiris procurares, e rauitos delles Ihas
deu notan p*ra defender os seus novos
intei e-ses ? Islo 6 (lo cliro que qualquer
Procurador de causas, asesmo destes de
qniartilho o sabe. Parece-nos por tanto
que a Veleta chamando perjura ao Sr.
Ferreire Borgs, est a dar bofetadas nos
seus amigos, e truca de falso.
O Sbio Autor do Cdigo doCommer-
co est persuadido de que os Dretos da
Raiuba Gorda de Portugal Jhe provm
da Ca ta e que logo que a Ca ta deixe de
existir, a seas Dirttos ciducaram. A
Prima mete a ridiculo esta opinio ar-
gumento sempie fatil, e de oais era cj.
eusdesimilhante oatureza. A Coostitui-
codeaadis, Gap. 4., p. r^f>
A successio Coroa do Reino unido
guir a ordem regular de Primogenitu-
ra e re presentado, entrega legilimos
descendentes do Rei actull o Senlior D.
Joio VI, preferindo serapre a liuba ante-
rior as posteriores etc.
Ora diga-nos a P.iraa Vedeta qaa! era a
linha legitima Ha de der ge quiter f
que era o Senhor D. Pedi; depois seo
filho, eoafilhos dete e na sua filia a
Senhora D. Mara dt Gloria. O Av fo-
se o Pai deixou-se moner por nos
( 'lo mal fea ) o seu Piimogenito vive \
e como quer asir a Vdela deste embara-
zo /
Dira Prima a Comt"uica5 de 2a foi
feita para o Reino unido ; e como j nu5
ha essa unia tamb -m nao ha e>ss linha
recta de descendencia. D vagar : o Tra-
tado de Independencia nao exoluiu D.
Pedro da SuccessaS, e tanto que por mor-
te de seu Pai foi Rei D. Pedro IV. Seu
filho, a nao ser a Caita Con-tiluci -nal ,
novo pacto entie o Rei, e a Natja tem
legilimos diieil'8 a Coroa desle pais : a
Oaita o reconhece, e dis Cap. i. o.
Art. 86. Y '
" A Seubora D. Mara II porGra<;s d
Deus, e formal Abdieaca e cessad do
SeohorD. Pedro I Imperador do Bra-
sil reinara'sempreem Portugal.
" Ait. 87. Sua descendencia legitima
surredera'noThrono. ,;
Temos pois uto nova dinasta na pessoa
da Rainha : dinaslh que nao teria entra-
do apeaar da res<>luca6 de seu Pai, se a
Nac.5 aceitando a Carta, a nao aeclamas-
se, e reonliece-s*.
Dir'roais a Prima : osseos direilos s
Ihe provm da AbdicacsS : vamos a Ab-
dicaca. ii ella que abdica na Rainlia
para governar este Reino indepenJenre ,
e paja Consiiluici de ag de Abril ; e tan-
to liga va a Abdicacal a Carta, que ex
presamente diz- que a Rjinha nao sii-
ra'do Brasil para Portug.l cm quanto a
Carla na5 for jurada. Epara q.-eea pre-
ciso qu* precederse o Jm amento da Car-
ta a salda da Rainlia, a nao ser pira ver se
Naea6a ie. onhcera e a quera por
sua Soberana ? ? ? Logo somos de npinia
ron o Sr. Ferreira Borges que a Senbora
D. Mara II e Rainha dos Portugueses pe-
la Abdii-acsfi i gada a Cata ; que na sua
pesoa comecou urna nova dinasta : que
6. M. nao pode calcar a Cirta porque
aceitn a Coroa com a rondica UIIposta
na Abdicagadegovernarpda Caita: que
para a deitar a lena era preciso que a
oulra parte contratante, que a N c> ,
f'Sse consultada, econcor,lssse ni-so : que
S M. obrou como olirou seu To ; deca -
rou-se absoluta, > om a d.e.enca de
que o To o fez pin oab8j|uti>mo e S.
M. pjia a anarch a. ,
Prove a Prima Vdela que a'Napi'6 foi
C0"8U't-!*ii eapprovou. Ja diss. mosque
NacHn. a Guarda Nacional m a u c o.
---- v "-uSa LT t HMril "C a_jia-
h-a, nem o Nacional, nem a Vedtta !
Mis dir'a Vdela, qe a RaoaS vai sr
consltala pois se va reunir Corles .'
felorj Qoem deuaRiinlia odirei'o de
chamar sd^Q a Corle- s^na pelos mciot
J" da a Carta? Se a Guarda Nacional
d* es'edir.ito, cntatambm O. Miguel
(*>avt sm>*aii direitn qu>nd> calcando a
^arta, coiivocou os 3 bracos, p-iis esse di-
teiio Ih'o d> u o R gimento 19 o Chico-
r'a eo Migu.-I Alcaide ?
' os 3 bracos Constitu ional se reun-
-m |||.,s .suc>fdera' o que succedeu aos
"roa 3 bracos a Realista : nullidade e
^*sp e<,o : accrescetid por ultimo que a
'v*5 as-a: tem moshado que nao quer [
"liaron similhaute attentido ; ella lava '
suasmios no ssassinio da Csrla e ape-
ussoionsolaaideade que a sua R8nbs ,
como die o M..inho da Silveira esta' coa-
<:, que presta o stunome a fores que
a domina, e quem obra em coac? neo
pode ler iraputaca6algums jurdica.
Dira'a Piima que similfainte coaegag
urna Fulsidadc : pois bem ; 8eja chamor-
riste: mas sempt-e nos diga; foi, ou
n^5 fui a forca armada mo^trar-se era
frente de seu Palacio ? Foi: quem a co-
mandara era nomeado pela lUiaba 7
Nao: ficou a DeputacaS bellica esquenta-
di, quando soube que J>. M. 11.S tinhs
anda dado o Decreto da ConstiluigaS de
a ? Ficou : asaignou S. k. o Decreto
jane]la vista da forca ? A-signou. O-
ra dganos mais; e se na5 as'signasse ? Que
Ihe succederia ? < tnesao que a Luz 16.
Bailly diese-lhe Seohor Henrique 4.
vosso Avo, reconquistou a Cidad de Pa-
rs, mas hoe Paris reconquistou o seu
Rei I J A Vyltta bade ssber o resultado
da reconquista.
Dis a Prima que ca Povos nlo deram
procuracio alguma aoSr. Ferreirs Borges
para jurar a Carta Venha c, menina :
anda nao bouve Coosttuicio alguma que
maior enthtiritsmo promovesse como foi
a Carta. Jurou-se com a melhor vonta-
de, a Prima bem o sabe I A Wac.so a nao
qus? Mas a Naci a jurou, eapplaudiu
sem sor i mpeluda pela f .rea. A Nacjo a
no quii? Msk o di 16 de Mio pn.va
o contiario. A Naifio a nioquiz? Mas
as linha desta Cidade eterna, o saegue q.'
aqu se deram u, ss gintilezas de valor
que aqui se pralicram, ludo prova que a
Carta era Nacional. A Carta e nada mais,
a Carta e nada menos ero inda ha pouco o
pregramma da Prima, que nos fez lembrar
o do Conde da Ponte resultado foi o
mesmo !. .!.
Cuncluremos que s opno feral que
a oousa nao vai bem : que o Sr. Ferreirs
Boges, e quemo tem imilalo oslentam
um carcter Romano, nao daquelles Ro-
meSos, que como a Vdela, faram f lici-
tara Cezar pela passigem do Rubicon, q.'
d*estes temos nos em abui.d.ncia com o
cheiro patritico nos empigos: mas Ro-
manos de fibra, como Cali. Que im-
porta que a Vdela o a hincalbe, te a vir-
lude, a lealdade, e a honra os coroatn !
Mas os Cate* nao a frorla, que mais se
aclimati-a em o no-so paiz, poi isso mu-
tos Embregados jur..m hoje esta, e ama-
rilla outra : era por aso < s dei.\amos de
estimar: as circunstancias podaos mais
que tudo ; mas, concordes cosa o Sr. Fer-
ieira Borges, nlo damos valor algum ao
juramento dos lmp.egados, que tem para
nos a mesrna rala, que o imperio das lu
minaras, e a npniio publica do- foguelea.
P01 tugues N/ 83- Propoem se pro-
var OOseuart'go pincipal, que se deve
jurar a Corslkuiro de a2 apezar de nos
s- r imposta ptla forja. E como o pro-
va ? nem mais, nem menos como os Mi-
guelistas provavam o direito da usiirpacio,
e quese devia obe eser a d. miguel, e qoe
d. miguel tinhs direitos de euforcar-nos:
tal qual. Eis-ahi seu argumento :
Os nov-os maiores, que nioeram rna
is do que nos somos, infringirn] a lei fun-
damental do esUdo, e fizeram revoluc 5es
nos casos segunles : i. expulsando do
tbrono o Re D. Sancho a. e fazendo-
Ihe gueira : a.* negado mi armada a
ascensio do Ihrono princeps D. Brites
nica e legitima rilha do Re D. Fernando
3." expulsando do tbrono o Re l). Afon
se 6-' Ora esl-s refoluce-. foram legitima-
das pelo ssenso dos povos e sua appi ova-
rio em core ; Logo ai tutl r. volucio,
que hade ser approvada em Coit s legi-
tima. (!!!!!!!)_ 6
Ag ira lt!de os papis do tempo, e vede
se l aio acbaes iscrito pelas mesrnas pala
vrss o mesmissimo arguaicntn a favor da
usurpavo de d. miguel. Certo o argu
ment colhe a p-ri em defeca dos direitos
da usuipacso : diremos mal, a favor della
eolhe a fortiori, porque al se den a condi-
90, (ue parece eligida p lo nosso famoso
publicista advogido da noite de 9 He Sa-
temb o, por que se deu o assenso dos po-
vos, e a approvacao das ('orles. Mais :
qualquer revoluefo possivel, seja em qua
fr, eeta justificada pelo argumento do
conteporaneo !! 1 Mas em taes ob.urdo
bio de cair necesssriamenle todos os que
3
no facto consagrara o direito, como faz o
conteporaneo, e j Ihe Dolamos. -.-
Em verdade conlessamu que nos espan-
ta o que Itraos na? columnas do Portu-
gus i urna seiie de proposices lloab-
Mirdamenle de luzidas, muilo lempo nao nos dep-.irava a orie. --
F que moral e qnesciencia de direito J !
Que famosos que sio os advogado- da noi-
te 4c 9, e do lia i0 de Seiembro /
Qvttv o contemporneo, se nio convencer
pois inipossivel, ao menos aturdir ? es-
force-se por demonstrar o direito dos fados,
e deixe se de provar pelos fictos o direito.
Entretanto veja sempre como stabalece e
romb applca os principios: mas se nao
sabe(e ns o nio ensioaremo) e a po-
lmica r.io o seu foi le, entio fa?a como
de oiitraj vezes, imite o Nacional, banali-
dades e mais banalidades, e deix- se de
queelSes : o cooselho de amigo, porque
Ihe di/., mus com sinceridade que entende-
mos que nlo o chama Deus pelo caminho
de jornalla; e adoptando o no so alvitre
niocompromttte tanto o jornal, e sempre
vae fazeodo jus sos tantos ris, que quem
vive. n
Porto-Franco. N. %f. ... Recoromen-
daraos a leitura desle N. O artigo Guia de
Regeneradores romeca dista surte. Mui-
ta bulla -.- espalha f.to repartirles
extine'as outra* creadas de novo...
miidanc* na denomriavo dos empregos
planos de g-andes obraamuitAs ,om-
misses o branco fazer-se preto o
prelo fazer-se branco doz minutos
viHte exonerados passi d-qui para al
Vfm tu de l para c d is escritores
em campo quatro mentirollas alguns
agradecimenlos .. Eis a que se ie-
duz tota a tatici regne. adora moderna,
Le a que melhor se deveria chimar a grande
indrmina ... Bom dito. Pa,sando
um suMtitoem certa ra, ouviu que dois
inviduos estavam nests conversa ... Dizia
um, muito fadig.do i Ab meu amigo es-
tamos perdidos, Uto Vi.i cada vez p or__
Enllo porque?--. Pois nao *, oque vai ?
N.. Algarve o*Remechido ; em Klvss o-,
soldados levantados conti a osoflic.aes; na
iha acclamada a Repob'ica, e faxeildo-M
ndependente^le Poilugal ; no Porto gri
ciosas collecges e observaeoea impor-
tantes. Este palacio das arle- gosa de urna
posioio pitoresca ; urna long'a e larga
rus de alamos, conduz 3 sna entrada a
lera se c-.mecado um j.rdi-n geogrfico,
cojos dierentes departamenios encerra-
lara as produoces vegetaes de cada par-
te do Globo, e os"modelos dos seus piin-
cipaes roouumentos. Um bello tanque,
um vasto prado, um templo destinada
concerios, um jardim Ingez, um arroyo
conendo por entre uns lis, foimab o
complemento das beiesas desle esUbrleci-
meuto construido por um simples parti-
cular.
(Diario da Ptersbuig >).
(.Do Diario do Governo de Lisboa).
AVIZOS PATICULARE,
O abaxo asignado f prou dosmeios billie'es da a. parte da
14 Loleri.- do S m rnrio de Olinda ; cuios
nmeros sio 250, 3475, para oSr.Frf.
Claro Solano da Fonceca, da Villa de Ma-
cuo
Franciico Jozede Magalhsens Basto.
tando pela Car^s; e finalmente en. Lisboa
a ^rila.em pe'a a deSO! Entio anda
querem que \i melhoi 7 Nao Bombea.
Nao xombo digo a verdad". Mas
como a.-sim? -- Eu tod go. Os republi-
cnospod^m ir pa a a Ubi: os miguelis-
tas para o Remecbido, os Carlista- pata o
Porto, e os deaO ficarem deacancados em
Lisboa s m tarem que temer fartosos
Meu amigo, todo vai b ra, por que todos
'-tem sus baudeira, e ponto de reuniio.
( Da R vista. )
VAP.1EDADES.
Estabelecimento ge grfico de Bruxellas-
Entre os monumentos celehiesde Bni-
xellas na5 dtve oriMtir-ae o es'abeleci-
mento geog-afico de M. Van-ier Mae-
len, coi.c.pci excel!ente de um genio a-
ctivo e -rapiego digno de um capital
consideravel. Esle monumento que elle
mandou cousliuir p 1 lo da po.la de
**" Preciss-sedeurocaiiro para ven-
der pao com um preto : na ra Direita
u. di, lado do poente.
V Quem annunciou ler doa feixa-
duiss de t.roca p.ra vender; procure na
mesma 1 asa ncima.
Ity OSnr.-que dis querer 350$ res
sobre um escravo, fieando o ju.os do d-
nbenopelo srvicodo dito, dirija-se ao
aftarrsj dos Afogados em casa de Francisco
Aavur dssChagas.
WT" Apessos que annunciou ter pai a
vender urna peqieua morada de casa era
Santo Antonio quei.a declarar sua morada
para i-er pr **" esoravo Ant-nio Mocarnbique
fgido eannunciado pelo Snr. Manoel Bi-
/eira Cavalcanle nos Din ios de 10 e 12 do
correnle, boje o dito escravo perd-nceao
abaixoa3s,gr,ed^ por ter comoiado-o ao
(tito Sur. e puriss ruga se a indos os Ca-
pilaeus decampo que reparem para estas
o'b s que nvltaa *erio os seos signaes para
o poderem prender e mesmo qua'quer Sr.
que o pega,- o leve a ra do Q.ieimado a
"p de Euzebio P rito & Comp. que serio
beru recompensados de*eo tiabillio.
Joiodj Cunha Rei--;
Flande?, no rnein de vist-sos, tardas,
compVse de urna sobre-loja, e outros
dous andaros. A fachada piincipsl tem
iS jsnellss e os lad--s I.teraes 33 cada
um. A' e querda ha varia estufas, e um
gabinete de historia naimal *> as ex-
tremidades oTuioas de torgrafis, ga-
ura de>enhu e emprensa, escritorios,
de redagio e de administrado escolas
onJe se instruem mais de 33j meninos
gratuitamente, as-im corno huma biblio
leca magnifica. O centro desta bibo-
Ihecaum Glob gigantesco conslruido
por M. Van-der-Maelen, e n lie lebaarj
gidouin Atlas univers.l em 4oo fdhss,
que principiou a f^ser celeb e esle edifil
ci. Urna aclivdade prodigiosa re na no
esiabelecimeulo, eexe.ulou se ja nelleum
Atlas da Europa em |63 cutas, um map-
pa de Ferrara corre.to, e outr>s uiMitos
tiab.lhos e-tadisiioos. En ic>3a o lun-
dador enviou a sus cu^ts ao Urasil M. M.
I Degrolle e Crabbe, que votara5 con pve-
Martioho Jo/e de Siuita, tem no-
tici que na praia do Pilitrb ,' -e a, ha urna
sua negrinba lug-da, em compsnbis de ora
preto que vende miudras, Coja neg,|
baila, pellos p q-unos e emp, p, r e
mos (quenas, qu.n lo anda ligeira, ral-
la celerada, quando falh lem ar al-gre
boca um lauto grande, o, denles da pirte
inferior meios hepar**., naris chato, a
poi issoiogas Aull.oiidales dai,uellalu-
g.ramaude aprenlundtr e nisndalla en-
t epai aoannuncianle n Recife na ra do
' re po toja D. ia, ou em sen sitio ero San.
ta Arma ao p da vn.da do Nicolao ao p da
Gasa Forte que reia.be.i" de gr-lificacio
1005)reis, notando m*i-.que dita preti-
nha lugioa 4 -ie Agostj f.. p.
Wr Precisa-se daaoo^ieis apremio
dedo.s prtenlo ao me/. p, r <8paro de
s ismezescom boa firma : quem osqui-ar
dar annancie por esta f>lba p.ra ser procu-
rado.
fc#" Precisa-S'- de urna ama, que co-
nhe, e engome para urn;i ca-a de 4 peaaoai
de lmilia : na ra d .9 Ag< as verdes D.
ao.
YW Quem guisar tomar de um a dois
contos de res, a juros re .i.. po. cento,
dando penhors de ouro, ou hipoteca em
alguma propriedade que etej e-embara-
Cada, ou mesmo li- m.s cap es ; annuocie
por esle Diario para s -i procurado.
W* Quem precisar de um lapaz Bra-
silneiro que sabe hr, escrever e contar ,
dand-j fiador a sua conducs para Caleiro
deaimasein deassucara venia ou out a
caxeirajem anuncie.
*W Prec sa-^e de um fiilor Porl. gues,
pira um >lio perto da praca': quera esd-
ver ocla circunstancia, dirja-se a Boa
u
I*
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o
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o
a?
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a
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A
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DIARTO DE P ERWAMBCO.
visti, ra dd S. Goncalo cada n. 1 para tra-
tar do juste.
%CP* Qe.n annunciou querer Tender u-
nit pequea morada de casa de pedra e
cal na fieguezia de S. Antonio, diija-se
a roa da Gloria d> fi otile dd fabrica do fa-
iescido Gervasio, ou annuncie asna inora-
da, para avista da piop.iedude be livctar
do ajuste.
ffl^ Na padaria e refinagio ora do
Fui te do Matlos D. 43 p e.isa-ae de urna
pela aind meamo seiu abilidades, poretn
que sirva para lser o servico de casa e ra,
ou mesmo um escravo de idade, robusto,
paia o mesmo Hu, e tambem se compra-
i qualqner dos dois, se agredir.
rt^' Na mesma casa cima prerisa-se
de um pequeo, ou mesmo rupal para
entregar pi na ra.
jqp" O Sur. Brasileirode 50 annos de
i'ladeque diz qieier ser riixeiio de ven-
da, srud-> qutia ir paia Olinda pode pro-
curar a vend do falesri Jo J.imano que
l achara rom quera Iractat-, e se fi/.er des-
peza na viageiuse pagai esta, ou declre
a sua morada.
%9 Aluga-se dois prelos para traba-
Ihatem fia da P.aca, e d-se 10$ reis
rnensars, eo su-U-nlo: na ra do Crespo
Joja D. 4.
9 Aluga-se 2 osera vos para um ar-
masem de assuear por f\, ou mais mezes,
pagando-se a| /\'0 rus diarjoi com o co-
mer; quem os titee diiija-se a naca do
commercio ai masem confronte a leja de
cabos do Tenente Coronel Mamede.
V9* Ne8ta praca descja-se fallar enca-
recidamrnt", ou eo S ir. Antonio Domin-
gues da Sil va, ou ao Sm. Francisco An-
tonio Coi I lio a negocio de amb>s, queirio
por es'e Di.rio aununciarem as suas mo-
radas para se llies falUr.
%qT Virante Ferreira Marinho actual
rea bedor do Imposto de ao por cento su-
bte o consumo das agoas ardentes de po-
ducco Brasileira enovo imposio do con-
sumo de $0 reis por caada de bebidas es-
pirituosas, no Municipio de inda, faz
certo aos collectores do rnetmo u avansa-
dosdeque no prsenle me de ezembro
principia a cobranca do segundo quartel,
em sua casa ra doCahral, e que fiado di-
to mez, e anuo, proceder con'Va os que
deixanm de stisf.ser, e para que chegue
aw conhecimento de todos faz publico pe-
lo presente annuncio.
jrjp* Quem annunciou queier vender
urna pequea morada de casa terrea de pe-
da e cal aesta f> eguezia de Santo Antonio,
I iv re e desembarazada, dii ija-se a ra dos
Qjirleis D. 5, lado diieito, que achai
com quem Iniciar.
W Aluga se urna negra que saiba ven-
der na ra ; quemjativer annuncie por es-
ta fu! ha.
aja1 Nesta praca desoja-se fallar ao Sr.
Manoel Mat Iins das Neves, e ao Snr. An-
tonio Ramos de Oliveira a negocio de seus
inUresses, queirio aunuuciar as suas mo-
radas por este Diario para se Jbes fallar.
COMPRAS.
r~~ Escravoa de ambos os sexos de 10 a 20
a n ti os; na ra do Fogo D. 11.
LEILAO.
DIogo Cockshott k Comp. fazem Icilo
boje 16 do correle as 10 horas da ma-
nhi, de diversas fa.end*s ; na casa de sua
residencia, ruado'li api xe. novo o. i4
VENDAS.
Folinlias de Algibeira a (lose
vlnteiis 0 de porta a seis vintens:
Na l'rai/a da Independencia luja
de livros ti. 37 e .38, na loja do Sr.
Antonio Jos Bundeira e Mello ,
ra do Cabula e defronte da
Igreja da Madre de Dos, venda
que oi do Hezende.
3
Um negro ci ionio mo-so, officiai
desapateiro: na ra do Crespo 1> j* D. 4,
se dir quem o vendr.
\jry- Urna teuda de msreineiro, e doas
bancas deconduru : na iaa Direita D. 50.
^y Fxcelleules latas com roarinclla-
da, e geleia de marmello cheg.ida prxi-
mamente por preco cmodo: na ra da
Ctdeia do Recife venda de Joze Goncalves
da Fonte.
jr^ Sucas de farinha de muito boa
quali ade a 18 patacas, ditas de anoz bra-
co a n$500, paios, presuntos, vinbo de
Lisboa, dito rnoscatd, queijos novos, lin-
gnicas, e todos os majs gneros de venda,
p.r preco cmodo : na venda defronte da
torre do F.ivramenlo D. I9.
|ry U na e'scrava que representa 18 a
aiannos, crioula de boa figura : no alter-
1 ro a faMar com J 0 Ulano de Barros, A-
feridnr na Boa-vista.
%r^f Urna venda sita em muito bom lu-
gar c >m os fundos de 600$ leis, ponco
nni>o.i meii's, muito propria para qual
quer principiante; na ruada Sandalia ve-
Iha na esquina do beco do Poito das cano-
as, ou na esquina da rna da Sanzalla nova
sobrado deum so' and r,
IpW Chapeos de senhora da ultima mo-
da, \ indos de Lisboa: na ra da Madre de
l)es na loja defronte da Guarda.
%9' Um curio* cantador, por preco c-
modo : na ra de S. Bento em Olinda D.
55.
Hry Seis varea boas de Jeito filhas do
pasto trez p.>rida3 e t (! tas prestes a pai ir ; no Engpnho do Cu-
rado a fallar c<>m Manoel Juvencio B'zerra
de Lira, o qual fat todo negocio nioso' a
dinheiro como a prazo.
U Urna preta de naci de ao mino-,
eosinha, engoma, lava roupa de sabio e
varrella um escravo de naci de 26 an-
nos, proprio para tolo o servico, tanto de
campo como d< Praca, sem vicio algum :
na tua do Fogo I > ir.
M~7' Um mulato bom pe.c d >r do alio,
bom canoeiioe trabalhador d'agricollura;
de idade de 2b annos : na ra da Cre-po
loja D. a. lado do norte.
%W Urna preta mossa, de bons costu-
mes, habd para qualquer servico : na ra
do R..saiio larga no armasem D. 9, que se
dii quem a vendo.
VI* Urna crioula de boa idade, bonita
figura, eosinha bera, cose, engoma, corta
vestidos, faz doces, muito gil noseivico
da casa, com um molaiinbo filbo da mes
ma, com anno, e raeio de idade, rom algu-
mas condi eque se dirio avista docom-
praror : vende-se em raso de quem a pos-
aue se reiirai d'esta Provincia : quema per-
tender pode dirigir-se a Luiz Pidro das
Neves na Botica da ra da Cruz n. a3.
tr^P* A Escuna Pjiiugueza Bes>usciiada
chejjad.i proximamenle do Porto a qual se
acha piompla a seguir viag-m para qual-
quer parte : quem a pertender falle com o
aeu consignatario Manoel Ignacio de Oli-
veira na Praca do Commercio n. 28.
W Una rica colcha branca de setim
de macau boidada de matis: na mesma
casa cima.
IQP Feixos de pinho do Porto pro-
prios para as-ucar por ser muito lurtes
que dispeaisio arcos: na mesma casa ci-
ma.
fCJsT" Potara Buciana de superior qoa-
lida''e em barriz pequemos : no Eacripto-
rio do Coronel Mentzes, ra do Vigario
ri. 15.
X^ Urna preta crioula de ao annos da
bonita figura, sabe muito bem cosinhar, e
facer toda quahdade de doces, coser, en-
gomar, e lavar, ludo com perfeicio, e boa
vendedeira : na ra de Orlas D. 65, e a-
vista do comprador se dir o motivo da
venda. t
VJ^ Urna negra, para todo o servico de
urna casa ** ra : na roa Nova D. 13.
*r^7* Um quaiiu que car ega, esquipa
e bom piceiru : na renda da esquina de-
fronte da casa quefoi do Padie Lessa na
ra de Sania Rila.
uy Um esciavo com principios de pa-
deiro : as 5 pont.-s venda de Joaquim
Joze Ferreira.
VJT Urna escrava mossa, eosinha bem
o diario de urna casa, e lava, com urna
cria de 5 annos luofatiobo; na ra do
Queimado, loja de Antonio da Silva Gus-
ino.
U.n cavado alazio, bonita figura,
bom pas-eiio, opiimo carregador; a fallar
com Joze Ca miro Bodr^oc Ca,nBpello,
na ra do Collogio D. 9 do lado da mat,
ou no silio de Santa Auna do Xavier.
V3P* Sapatos de Li>boa de durai|ue pa-
ra senhora e meninas roo fitas e sem ellas
de todas as cores, e feitio-, dos de mar-
roquim franceses, rapareia pieta, e p'l-
cezada Bahia, e miudezas de todas as qua-
lidades, ludo por preco muito cmodo :
na paraca da Independencia luja n. 6.
%J Urna negra de bonita figura, com
t> das abilidades, e dois mtalos mos-os,
proprios para api endtrem 1 ffi io : na Pra-
cinha do Livramento loja de f. i9.
^^ Urna m dala costurara e engoma
deira, e mais urna negra da Costa: na ra
do muro da penha D. ic.
|piy 5 a 6 duzias de taboas de loiiro de
assoallio cmii pouco roeno de ;loi- palmos
de Lrgo : na 1 na do Rangel D. 28, das 6
as 8 horas da manh, edo meio da as a da
tarde.
%tJT Um terreno no lug?r da Estrada
nova de Luiz do Reg junto a casa doSr.
Francisco Joaquim, Esrrivio do- O l'ios ;
na casa do Commercio a fallar com Joze
Gunston, q lelhedar as enformacS s ne-
ces.arias.
Ir^r Sementes de ortalice de varas qua-
lidades e tiobem de flores ebegadas pro-
it'injninc de Lisboa : na ra da Cru n.
a3.
%&' Paios de Lisboa muito bons a
a-^-OO a dnzia : na ra do RosaiioO. II.
W Urna parta de um sitio com tr-
ras proprias, na camaina da Caza-Porte ;
com boa casa de vi venda de pedra e cal,
piopria para urna grande familia: quem
o pertender dirija-so a ra dos Martirios
lado da Igrej'a D. 8 de manh al as 8 ho-
ras, e de tarde a toda bora.
y&T la vareas muito leiteiras, estando
6 paiidas de pouco, e as outras prenhes,
entre as quaes algumas filbas do pasto, eas
mais afeitas ao rresmo pasto : na ra do
Queimado loja de fasendas D. 8.
fcl* Urna barretina propria para G.
N. por preco cmodo : na ra do Assou-
gue velho D. 3.
tr^T Um molequede 11 annos proprio
para aprender qualquer officio : na Praca.
do Coi po Santo no armasem de assucar ao
p do Ti apixe do Pelorinho.
Wf" Uma porfi de pentes de massa
fngiudo tartaruga, e outra porfi de-tra-
vecinhas douradas, tudo de muito bom
gosto : na praca do Coi po Santo, no ar-
masem de assucar ao p do Trapixe do Pe-
lorinho.
fcy* Coui os de cabra, e sola tudo mui-
to superior; em Fura de Portas casa de Je-
rnimo Joze Ferreira.
annos de idade, de bonita figura, bom ca-
noeiro, proprio para lodo o servico : no
porto das canoas defronte do telhi-iro a fal-
lar com Manoel Antonio da Silva.
19 O muito Teleiro e ero marcha su-
perior?: Bligue Austraco Caliroe de 180
toneladas Francesa, consti uido de aptim -s
madeiraa seis annos, e forrado esta viagem
em Marselha, contado) os seas pertences
prompto para qualquer viagem Quem o-
quizer comprar derija se a casa dos seos
Consignatarios B. Laperre & Companhia
OU aoCapito a bordo.
V4P" Rob-anti-sipbilitico, e excencia de
sam parrilha ultimomente chegado de
Franca : na logo de Fasendas junto ao ar-
co de Santo Antonio de Manoel Jos Gon-
solves Braga.
ALUGUEIS.
Aluga se uma grande casa terrea, sita
na Soledad O. 3>, com muito arvoredo de
espiuli >, caudas muitas fruteiras, tendo
quai tos para neg' os, e negras, e e.stiibaria
pace cavallo, tudo devc-lido separado ; com
urna boa cacimba, e tant|ue para hanho:
quema pqrtender alugar (ot|ue so' se fax
p >r anno) diriia-se ao Recit'. ao p do Cor-
po Santo, a fallar com Joo AulunesGui-
inaraens, por sima do Botequim de Anto-
nio Lopes, no a."andar.
*y Quem quiaer alugar uim inorada
de casa sita no MonU-iro defronte da Capel-
la, dirija-se ao proprietariu Manoel Te.
1 x ira de Oliveira, cu na praciuba do Li-
vramento loja de fasendas O. i9. .
ESCRAYOS FGIDOS.
A 5 do correte Dexembro fugio ama
escrava, por nomo Roza, de naci Cabio-
da, boa estatura, t.nto em alta, como em
gorda, representa 26 a 28 nnoi, bem re-
a, nunca se i, bem paiecida, paieveciiou-
la, levou pao da costa no.o, vestidos de
gmga encarnada, brancas de Cambraia, e
decbitas de cores ja desbotados: os apre-
henddores levem-na a ra das Agoas ver-
des suba lo D. ao.
VT* No da 29 do mez passado, fugio
hum negro de nome Lo u re neo, naca ca-
labar, de idade de 3o e tantos annos, ma-
rinbeiro, porem a muito qae nao em-
barca pouca barba olhos arregalados,
o dedo index da ma5 direita cirtado, es-
tatura regular, bem f.lante, levou vesti-
do calcad e camisa de algoda, ebone'de
maiojo: rega se porlauto a todos oh Se.
Capilies deembatcacSes o Hj5 recebad a
seuboido, e as aucthoiidades Poliiaea
dcsta Provincia em cuja Commarca el-
le aparecer o prendan e f.caS remetter a
seu Senhor na ra do Vigario n. 21,
ou em Fora deportas N. 37, que se pa-
gara' toda a despea.
|C^ Fugio no dia 6 de Setembio do
anno passado hum negro, velho por no-
me Joaquim Pires, qus foi escravo do fa-
Icscido Joaquim Pires Feneira, cujo es-
cravo be casado, e deixou a mulher por
iiomeMsiia doRosaiio, que ainda eiiste,
o dito preto tem ossiguaes seguiule ; bui-
xo, seco do corpo tem huma das per-
nas tortas dos Joelhos para baix >, muito
ladino, falla gaguejaado, o assubiando
tepresenta 4o e tahtus annos de idade,
e consta audir pelo Sul vendendo miude-
z.is,eoutias veses Irabalhando em sinos
por forro quem delle souber ou der noii-
tia, tem 3o<$aoo de graiilicaca fora de
todas asdenpesas que se houver de fazer,
eo podara' leval-o pracinha dolivia-
rnento loja de fasendas l). 19.
C5* Florencio crioulo, idade de 28
a 3o annos, principia a nascer alguna c-
belos de barba poi baix do qutixu he al-
to e de bom corpo olhos vei metilos e pa-
pudo.', Ixicos grocos, pernas grocas e mal
tedas, pez grandes e giocos u maneira da
euciadu-, tem nos lombos um.s costuras
le tas de 1 el lio he muito ladino b.m
visto econhecido nest estiada do Recite
pira onde sem pie commercia, compran*
do e veir.endo C>g>9, fgido no dia 6
para 7 do cruente : qutm o aprehender
leve o a seu Senhor Antonio Joaquim de
Lemos 00 Pau d'Al lio ou neste Recife a
Manoel Azevedo Maia, que eia' bem re-
compeusado.
Taboas das mares chelas no Pono d$
Pernambuco.
5Segunda 5 iOh. 6 m
6-T;
3 7 Q*
3 8-Q:
2 9S:
510-S:
iD:
Tarde
NOTICIAS MARTIMA.
'xi.-ir-sx-'
Ti avio entrado no dia i5.
Terra Nova : 35 dias ; B. Inglez San-
devich, C p. Widdecomb : laatro. Ton,
aao.
Sabido no mesmo dia.
Portos do Norte ; Paquete Conceico
Com. o a." Tenente Antonio Maria GomiSf
Passageiios ir.
I'lillN., NA TlP. 1>M IVi. F. I'ARIA lbjb,


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