Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02464


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Full Text

ANNO DE 1838. QUARTA FE1RA
14 DE DEZEMBRO N. 27!.
Pkrmambdoo. 1\r.oi M. F. de Fia- I8S6-
OAS D\ SEMANA.
2 Sefrunrfa S. Justino M-Aud. dos Juiaes. do Cr.
de m. e de t. sCs. da Thezouraria Publica e
Chae, de
Vi !Yrca S. Lu/.ia V. Re- de m- e aud. do J. de
O. de t. m _
14 Cuarta Tp-ji-j. S. Agnelo Sos. da Th. P.
15 Quinta '. Ruebio Kcl. de m. aud. do J do
C. de in- c Cli. de t Quarto cr- a- 7 e 29 m da in.
16 Sexta Teino.jej- S. Adelajde ses. da Th. P. aud.
do J.de O. ilet-
|7 Sbado Tp. jej S. nartliolomco Re. de m. e aud.
18 Domingo 5. do Advento S. S. do O'.
Tirio agoradepende d> no metmns da nn prn-
denca. mude r^iiii. e energa .'continuemos rom*
principiamos, e reino spontadoi cnio admira-
'o eutre a Nc,oea maitxultaK.
Proeamtift ta AtttmbUa 0ral i Braiil
Suliscrere-e a lOOOm. mengue* pagosadianlados
nenia Typograna. ra das Crnzes I). 3, e ta Pra-
fa da Independencia N. .17 e3S onde se receben
correspondencias le^alisadas, e animncio'-; intern-
elo se estes gratis endo dos proprios assignautes,
finito signado*.
CAMBIOS.
Ditembro 13.
JLiOndre 38 Ds. St. ooi l ctd. ou prata
50 porecnto de premio No nina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Nom.
FrancaSM Ha. por tonco
Hio de Jan. f> p. c. de prein.
Mocdas de 6,.4()0 13..200 13,.400
4(MJ0 6,."00a 6800
Pczos I ,,440
Premio da prata 50 p. c
,, da leltras, por me I '2poro|0
Cobre 25 porceuio de esclito
PARTIDA DOS COK K ROS.
Olinda_Tnrtos os dias ao nieio riia.
Ooiana, Albandra, Caraiba, Villa do Conde, Ma-
mauguape, Pilar, Keai de S. Jno, Krejo d'Areia,
llainba, Pombal, Nova de Sonsa. Cidadc do Natal.
ViPasde Ooianninha. e Novada Prineeza, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracatt Cascavel. Caniml, Granja, Imperatriz,
S- Rcrnurdo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad'
RlRev, Ico, S. Matlii'iis, Re tiln do tiangue, S
Antonio do Jardim, Qucxeranmliin. e Parnahi a
Segundas e Sextas leiras ao meio lia por via di
Paraiba. Santo .Antao Todas as quino Teirasarr
mcio dia. (laraiibuns. e Bonito nos dias 10 '-'4
ile lada mez ao meio da. Floresno dia I3de
cada mez ao mcio dia- Cabo. Serinlmein. Hio For-
mozo, c Porto Calvonos dias I, II.e 21 de cada
mez- _______________
PARTE OFFICIAL.
RIODEJANEIRO.
A88EMBLE1 GERAL LEGISLATIVA*
CMARA OS DEPUTAnOS.
SessaS de 24 de Setembr,
Petas
.^tas 10 horas da maphl abre-seass-
alo, e lida a acta da antecedente, fi-a ap-
provada.
OSm. i. Secretario d corita do I-
pedienle, lendo hura officio do Ministro
da Faienda, participando que em addia
ment ai seu aviso de i5 de Jolho ult mo,
sob o. 35, remelle a esta (.'amara huma
informado do Inspector interino da Al-
fandi* desta Coi le, de aO le Setembr o
correte, acompanhada da tabella do* di-
reilos de 20 por cent), que paparlo M
merc.'dorias reexportadas pata a Csta d
frica, de-de ai de J.n>iro de i833a 30
deJuoho de 1854, enosannos linancei-
rosda i834 a i835 e i835 a i836 5 e
desta informaco ver a Cmara, que doj
us tercos das merradorias, que pag rao
os referidos direitos, nem tem appcacao
ramo algom de comrnercio, que nao
seja otiafico de carne humana: Com.
que pedio esta informaci".
Oulro do Mini>trodo Imperio, em que
pirtiipa que uaqu'-lla dala (aO do corroo-
te) remetiera ao Vice Presidente da Po
vincia de Minas Geraes a copia do decre-
te, cotn os papis que Ihe s5 relativos,
sobra a jubilado do Padre Francisco Ma-
noei d Srlva, Pnfessor de g.ammatica
taina da Villa de Nossa S nhora do Bom
Suecesso de Minas Nova-, a fim deque
luconfriniladedoque resolveu Cma-
ra dosSnrs. Deputados, aeja todo trans-
mitlido Assemblea L^ilativa da dita
Proviocia, por lbe competln o conheci-
mento edecisio daquelle negocio} ca a
Gamtra inteirsda.
atro do Ministro da Fotenda, remet-
teodo hum dos autographos da reso'ucio
da Assemblea Ceral, raiodando compre-
hender na aposentadorra do C nsell.eno
Antonio Horneo do An.aral, os *eocime-
tos que linha nos d-us lugaies annex a
ao de Theaoureiro Mor : para o Archi-
vo. .
Oulro doMioistro do Imperio, envian-
do duas r.p.esi.tat5.8 da Asamblea Le-
gi,lativa da Proviocia do Maranhio, ver
sando huma sob- e a eleica de mais hum
Senador, edot.s Deputados, pata a poie-
rem mellior representar na Assemblea
Geia), ea oqtra a respeito da xacao d
limites entre aquella Provincia e a de Goi-
az : sCommiss5es deCunstimico e l'.-ti-
listica.
Oulro do mesmo Ministro, remeltendo
os ex^mplnres dos Actos Legislativos da
Provincia do MaranBo, qi.e foro pro-
mulgados na se^sio do oarrenle anno, des-
de n. 15 ule1 3a inclusive; a imprimir, e
depois Commissio das Assembleas Pro-
vinciaes.
Oulro do Secietario do Sonada, re-
meltendo a copia di arta da ce.-slo da As-
semblea Ceral, que teve lug devolvendo com ella a piposta do Co
veino sobre a su-pensio de giranlias na
Provincia de S. Pedro, com as emendas
de huma e outra Cmara : Com. de reda-
cea .
L-se e approva-se a redaccaS da reco-
lugaoqud approva a aposentidoria de Ma-
noel IiiiiMcern i > de VasconteMos.
Ld-se e appiova-se a ledaccao, q>e an-
toti-a o Covet no paia conceder Jrroan-
dadedoSS. S. da aiitiga S dis'a Corte,
duas lotei ias annuacs, segundo o plano
que Ihe parecer mais conveniente, para o
fim de a- abarse a Igreja Maliiz; sendo
revogadal quaesQQer lei-i e deteiminaces
em contraiio.
He julgado objecto de deliberacnS, e vai
a 10]) imii' hum projectO de resoluc.iS Ha
3. Com. de Fazend.i, que aut-h ri-a o C--
verno a fa^er extiahir quatro Uterai da
cem cornos de rei* rada huma, segundo
o plano das que Ib o tonredida^ para u
Monte Pi dos Servidores do E-lado, e
applicar o seu producto construecio da
Ireja Matriz de S. Joa5 Baplista da La-
tos de Rodrigues de Freilas.
He lido e app ovado o seguinte :
a Requeiio que o Coverno informe se
nss recl.unaces apceo la las p-lo sub-
ditos Porluguezrs Commisrio Mixta, en-
trio indemnitiacio, tencas e penses; a
quau'o montio e-tes irtigos as quanti-is
liquidadas, e a quanto as que restto a li-
quidar. E se iilgum sub lito Brazileir
tem aproM-rila lo redamacis do tiusnu
geneo. Hiiuiiques de Res.nde.*
Ordem do dia.
Continua a di-cusio adiau'a na sessln
anler 01, sobre a ie?oluca5 que nulla, edeve ieputar-te romo uso e.rrp
t>, a dispo Luiz Antonio de Souza.
He apoiada a soguintu- emenda :
Art. Substituitivo. Os bens pet ten-
ce otes teipa deLutz Antonio de Souza,
lirio em conformidade a lei ce i8j7 per-
teucen. o a Mistl ordia do lugar em que
se acharem situados.-rResende.a
D-se por discutida esta maten'a, e pon-
do so a votos o art. 1., be egeitado, e
b-m assim a emenda.
Entra igualmente em 3scnsta8 o arl.a,
e depois de discutido, he tamben egei-
tado.
Entra em discusso o seguinte :
a; A Assemblea,Geral Legislativa re.ol-
ve:
Art. r. O Governo fira aulorisado
pata aposentar a Bernardo Joze Vianna,
K-erno que fui da misa grande da Alfan
dega de>t.i Corte, cotn o vencimento cor-
i vbpond' n'c lotacio do tiusmo Otlicio, e
aos annos de servico na iep^jtic6, em
conformidade da lei de 4 d' Outubro de
l83i.
Ait. a. Ficio revogadas as leis em
contrario.
Da se por discutida, e pondo-se a vo
toa, he apiirovada c adop'.ada, e passa
Com. de Ridacco.
Entia em discusio o seguinte :
a A Assemb'ea Ceral Legislativa re-
sol ve :
Art. nico. Fica approvada a pen-
so aun na I di GOO^JJ reis, que por derri-
to do Governo de 8 de Outubro de i834,
foi ronceditla a D. P< rp< tua Va. a Leal,
em remuiie: a,o do sei vc<' de seu de
funto marido, n C>ti-t Ihcir > Jo.-quim
Fianciscu Leal, Oieial Maor da Secre-
taiia di Eat'io dos Negocios da Mari-
nbi.
Paco da Cmara dos Depulados, 1
de Agosto de 1835. Viaconde de Coian-
na.--!'eixoto de Albuquerque.
Julga-.se discutida, e posta a votos he
a|-p ovada <: adoptada, e passa Com.
de- R' d.ici a5.
*OSnr. V leoonccllos obtem a palavia
pela od ri, e piope a urgencia para
l'ie entre em discusao a recoloca n.
5T)-jt ]iie |>pio*a atenea concodida ao
Martcha' Mnoil Jorge Rodriguen, e de-
clara que lo exp" a< rases em que ^e
futida para pedir esta uigenc'a, porque
ellas >io couhocidas pot todos os nieuibr.:.-
di .na.
A urg ocia he apoia a, e depois 0*0
ju'gai a discoli'a, approvar'a. Eilia
por cousequeucia em discuussa o segua-
te :
A Asamblea Ceral Legislativa re
solve.
Art. Unic. Fa app ovada a tenga
animal de 300^ leis coi le-pondente ao
p sto de Brigd*iio, c. n olida pelo Go-
verno ao Marechal do Campo Manuel Jor-
ges Rodrigue'.
Paco da C de Agesto de i83j." Gomes da Fonceca.
Visconde de Goiaoa' Pnixjlo de Albu-
q leique.
Depois ded'sculid he approva *a e
a loptada, e remelle-te Com. d-: Rtdac
cao.
Passa-se a discutir a seguinte:
A Asemblea Ceral Legislativa re.-.ol-
Ve:
A11. nico. Fica approvada a peo-
so annual ile a.{0$ reis, concedida por
deertto doGoveino de 5 de NovembiO
de i834, a D. Vi gina IhnriqU'la Nunea
Magno, viuva de Fortunato Marcendes
deCaivaibo Magno.
Paco da Cmara. lO de Outubro de
i835. Gomes da Fonceca. F. B.
Gu' na.
Dando se por Jiscutid, be posta a vo-
tos- o approvad jj sendo adoptada, remetie-
se Com. de Redtarto.
Entra em dUeus*fo o seguinte :
A Asheaiblea Geial L-gialaliva resol-
ve:
Arr. Unicn. Fica approvada a pen-
sio annual de 500$ re-, toucedida pelo
Coeruo a D. Mananta Roza de Arnujo,
vinva de Caetano Luiz de Aiaujo, por de-
creto de 7 de Maio de 1835.
Paco,da Cambra dos Deputados, em
i deOutgb'ro de 1835. -- F. B. Guerra.
PeKoto de Albiiquuque.
lie approvada e adoptada, e pas-a
Com. de Re Entra em discussio o-eguinte:
A Assemblea Coi al Legislativa resol-
ve:
Art. 1. Fica npprovada a tenca da
a20$ reis annua-s, concedida pelo Go-
vemo a D. Leonor Joaquira Lobio, em
Resolucio de Consulta do Consolbo da Fa-
zeoda. de 30 de De/erot-ro de i8a8, em
retnunea.a.. dos sei vicos de seu pai, o
Brigadeiro leloraado, Francisco j\uq hu
Lo bao.
Ait. 2. Filio revugadas todas as dis-
po.-ic.oes em cent ai io.
Paco Cambia do Senado, em 3 da
Agosio de i836. -Benlo Bairoso Pereira,
Piasidente.--Cunde de Valenca, 1. S-cre-
taiio. LuizJ'ie de Uhviira, 4- Secie-
tario.a
He approvada e adoptada, a pas-a
Com. da Redacco.
Pelas 11 hi-r*semeia, he it.trcd izidoo
Sr. Ministro da Jt-stica, que vem assislu-
discussfo da piopota do Poder Ejecu-
tivo, convertida em Prcjecto de Resolu-
fio, que conlotii alaumas disposiis so-
Ine asord.ns de H beas Co pus. Entra
im discusso o ai t. 1 e seu .
O Sr. Hetiriques de R-zeude observa que
a dispo-iiio do 1 vai e-tn i tac muito as
a t. ibuice da Re'acSes no que nao poda
concordar; ed? passagera mosira fer sua
opioiio que a pre.ente materia de ve sac
tratada em hum deircto, e nfo em reso-
lucio, como seapreseutou pela Cum.de
Justic-a C|iiiiiu.il.
:
i
u
i
10
ll
it

ii
i8
*
IV
i


-.5L! '
^
.ni ;,
DIARIO DE NRAMBCO,
O Sr. Vasconrellos motiva e m;-iida a
mesa a segrale emcn J :
** Diga se decreta era vet de resol-
ve.
apoiada e posta em discuti.
Depois desigual debate d se dis-
'ussaS par concluida o requerimentodo
Sr. Vasconcellos he posto a votos eappro*
vado.
Entra por consequeocia a proposta em
diicussiS.
O Sr. Ministro em resposta ao Sr.
Visconde de Goianna fas algumas obser-
vacSes sobre as disposisSes de alguns arti-
gos da proposta.
O Sr. Caraeiro Lea6 declara votar coh-
tra aeroposta: nao nega que alguns d-
feitd* da no C .digo fio ttulo do Habas-
Corpus, masdi que a proposta nad satis-
la*. ,. .
O Sr. Ministro defende e explica alguns
artfgos combatidos pelo Sr. Carneiro Lea5.
O Sr. Vasconcelos pronuncia-se con-
tra a proposta, e eotende que a reforma
mais necessaria no Cdigo, he da forma -
cao da culpa. Nota que oGoverno tem al-
gima tctica em nao tocar nesse processo ,
ep ir isso veioentretera Cmara cora a ac-
tual proposta de HabeasCoi pos que nao
honra nada ao Ministro que a a presenten!.
l\a sabe o que contera nella de novo e in-
teressante ; nella n<-5 se v sen<.5 propo-
sites offensivas da seguranca individual ;
sent que o Sr. iuistro dos Estrangeiros
naesteja presente, porque elle he que
sabe jurisprudencia 6na. Por huma le-
gislado nova do Sr. MinUro dos Estran
genos, ag4rra.se em hum impressor e
tarida-se para A Cede., lait de Pat
Pitada cujo nomo deie ser celebre, t >r-
mal'be a culpa sera mandar apresent.r o
editor ou oresponsavel : e o Sr. Ministro
'dos Estrngcuosapoia essa disposica, e
he preso o impressor por esse conloio do
Ministro cora o Juil de Par. Pergunta o
orador se tem lugar o Habeas-Corpus p-da
'proposta actual do Goveroo ? O enme
pode ser de huma naturez-t tal que (tota
haver a prisaS eutretanto que ua5 se
gua'rdou a le. Em huma palavra, o nos-
so CoVerno quer governa.-nos a ture.,
sandosua divindade, arbitrio, dinhtiro
e forca. O Sr. Ministro, liada quer msis,
porque quer que o .o aprsente o docu
nenio que exige o Cdigo I ordera de
p,i>a6, emboca o Juil a na5 queira dar ,
elisiiab tem logar o Habeas-Corpus, e
inda quer que sempre seja ouvido o Jui
que foimou a culpa : ora rauitas vetes ,
em o noaso pz hum preso he condoli-
do a rauitas legoas do distnclo da culpa ,
por fallas de prises e oulras raifies mais,
e sendo preciso ouvir o Juit qflfe formou a
culpa para entaS obter o mandado do Ha-
heas-Coi pus arha nisto buma delonga e-
terna eotritaulo que o paiiente est sof
frendo. O orador observa que e o Exm.
Miniio dos Estrangeiros eti vase pre
sent, talvea votaste entra esta propos-
ta S. Exa. clam<-u muito contra a Re-
Ui.6 do Rio de Janeiro, por ter dado Ha-
beas-Corpta p* solara dos sedicio-
sos de Minas ; o orador nao quer entrar
naqueslase esses mandados fora lej>al-
rnente expedidos ; nota so que o Sr. Mi
ni-tro dos E-trangeiros classifico a Rea
cao de apti-patriotiea e anti-con^tiiunio-
nal'por esse facto; mas o Sr. Ministro
i em outra occasia disse Cmara que
, Uva arrependido (risadas), do que
contra ella b*v a dito que tnha sido en-
canado pelos perio heos dos seus amigo
que o custenta na casa ; por isso sna in-
tipalhia com o Hibea-Co pus talvet te-
lina cedido. O orador na5 sabe que lecro
tnaopaix era ser appr>vada a proposta
que se discute se a missa dos Diputa-
dos fosse ua6 afende. ss precise-dos Ci-
dadosB asihirbt, torna-Ios de-grabados,
teiu'iieuhum escrpulo podta-se approvar
aproposta, porque ella pr.enche este fina;
mas o interese dos R presentantes da Na-
c5 heouiro pa.a isso provar, o or-dor
figura o < a o coms>go meo. Supponha -
ufos diz elle, que o Sr. Ministro ds
E.iraiig iroi, guiado _pe*o ins;gne Ryer
'Ciiftard( consiga influir as eleices; te
muito prova*el qu? eu nao sfja reeleilo ;
,,;afquei Juin de l'a/. formt-aae huma cal-
n- eu vou pra pris 5; requeiro a sol-
(ur'a, e du-me oJuis de Pai : para q-ie
eV. M. eatalei? O orador declara que
traz esta hypolhese p'*qote a' Jurispru-
dencia Criminal dev1* o se ape" fei? >r-
me-ito ao grande pMfcr'pio do ChVistia-
nimo que proclamo' a igildd j OTi
nao tendo o orador eci{U o s&$ Jusj pri-
vativo que he o Sanado nift sgol oais
Desembargador, qual ser' o ae fi'-n a
que pongos nao se exptVe, so p'provar i
p opoUa que se discute ? vAintf q"aV f -a-
se Ministerial, n* posica % q^oe esta*,
nao votara p r ella. PeJe ao' fnr. Mi-
nistro que medite bem s.bre todas tu di-
versas reflxesque se tem oflencido'
retire a sua proposta por que nisto fax
servidos ao pjz. Quer que se trate da
formicad da culpa, porqu esta' conven-
cido quo a Relace do Rio de Janeiro por tiniilee, od pira n6 iojo'rrer tii
indignado do sapientissim > Ministro de
Etrtngero se tem portado de inaneira
que nao tem prestado a todos os cid ida s
as garantas que desia prestar. DecUra
que nao conhece utilidade alguma^ne.ta
piopoita ; que se algum. di pssicaS obs-
cura do Cdigo deie ter explicapes nao
as recebe da proposta era discussuo ; re-
geite-se por tanto a proposta que o ora-
dor na5 se farta de denomirt-r tyranni-
oa e passe-se a discutir a lei ja inici-
ada nesta ca, que trata da forma*
cao da cu'pa, sera o que uada se couse-
guira'.
Sor. Visconde de G -ianna....
O Sor. Carneiro L-io em hum lon-
go discurso combate o que diz o Se-
nhor Ministro e presenta novos argu-
mentos que corroborad a sua opnn-
a6.
O Snr. Saturnino pronuncia se contra a
proposta.
A discos a5 fir ndiada pela hora ; re-
ti>a-seo Snr. Ministro com as forniali
didws do esli'o; o Sur. Presidente irarra
para a ordem do Oa, a coriliuuaQi.6 da
dis ussaS adiida das n em diante, e an-
tes disso vari de numero 61 de i834-
Levantoo a Seosa pouco depois das
dual horas.
Navios dc.'-pacbados noJia i3
BrSgil rtgler, Vfillian Heathcote, M.
Witlwm Ourhei Para Liverpool pela
ParuV.
Escun* Aattriitima', Williara VVtrt,
Mestre Gtrg- tfuey Para o Rio
de Janeiro.
ancha Sato Antonio Mestre Fran-
cisco Jow Ct*rPara Macelos
DIVERSAS REPARTICOENS.
PERNAMBUCO.
GOVRRNO DA PROVlJlClA.
Expediente do da 13 de Dezetttbro.
OFFICIOS.
Ao Commandantedas Armiapsra inau-
dr avisar os Vogaes Militares da Junta
deJuslica, para cornoarecerein no 14 do correute, no lugar, e hora do
custurae.
A os De-embiigadores, Jotl Rdac-
tor e Voves da Junta da Juslica par-
ttcipando-lh"S, que no da i4 do crren-
le havea' Sl-sso da mesna Juutada Jus
tica.
Ao Inspector da Tliezooraria para
informar sobie oohjeto'da rtpiesenlaca,
que se lhe envi do Exm. Presidente da
l'rovini ia da Paraiba e dar esclaiecimen
tos, se por esta Piovincia se arrecado
alguns impostos as Villas do Conde,
Alliandra.
Ao Prefeito da Commarca do Ro
Formlo auetornand o a vista ^oque
i-tpoem em eu Ollicio de 5 do corren-
t<", para su-teniar os presos pobres n^a-
q iclla Conmaica, em Jquanto existi-
rem naCoiea, ou prisio da Vd'a, lemet-
tendoa corita mensalmente por elle rubri-
cada para haver de ser paga.
Ao Pr m t >r Puhi'-o da Comaica
cima referida r spoo Jend j-lhe que nao
sendo sulfi. icuto os dous Hi> iae pira a
administracio dailu$tig< na Cotiiirc.i romo
pondera em seu oftVio de ii do ni z p e-
terilo ie()ueira ao Juil cotipelente o
augm-nto ao numero, q 'e indica visto
i|uese lhe nao pode periii.-lir ordi-nan-
ga que reqoiotou no msmo oliio para
o seu exprdienta.
A' Cmara Municipal d<- Olinda ap
priv.iiio a ai rematac d is Contracto',
(jue lhe peitencein, e que ion t-' da reU-
eso, que acompanhou oseo ollicio de 2a
do mes passado.
PREFEITl RA D CKAOA DO RECII**
Parte do da i.
Illm. e Exm. Sr.
Por8 presos a roinha urdem pelo Sub-
Piefrito da Fiegueia de Santo Antonio
os pretoa Antonio, cscravo de D. Mana,
viuva de Bernardino de Senna por andar
a vender buma colher de praia que se
supoem ser faltada; Joa deDeus, por
promover desordem na occasia, e lugar
era que se soltar- os fogos de vi-tas na
ra do Qaeimalo-, e Josefa, esrrava de
An!onio Nunes, por estar em altas vo-ei
a proferir palavras indecentes na presenca
de vaiias f.mias, qoe-e rhavio no mes-
roo enlretiuimento, e pelo Commissariode
Polica dot'oi po Santo, (oi prero Jo6 Vi-
eira-dosSantos, h-mem pardo, que sendo
por n eses a visado paia rondas, nao tem
querido comparecer. (
Nada mais cousta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitora da Commarca do Recife ia de
Dezembro de i836. 'Illm. e Exm. Sr.
Francisco de P-ula Cavalcanti de Alba-
queique, Prezidente da Provincia.Ma-
nuel do Nascimento da Costa Mouleiro.
THESoUARIl Di PROVINCIi.
EDlTAL.
Pe-ante a Thesouraria de Fasendi da
Provincia se bade arrematar por 3 snnos,
contados do l. de Julho de 183^, a*
ultimo de Junh de l8io, o Servigo da
Capatasia da Alfandega desta Cidade ,
piefeiindo quem o fuer com gente livre
por mis 5 por cenlo, a quem o fiser
cora esciavos, na forma do A'ligo 19
da Garla de Lei de 2a de utubro pre-
cedente.
As Pessoas, que se prop -serena a licitar
devera|compHiecer na S-lla das Sent**]
da mesma Thesouraria nos iss il,i3, t
16 Janeiro prximo vinlotno, a ho-
ras do seu expediente, e habelitad>s na
forma da Lei.
Si creta liad 1 Thesouraiia de Pe ruara- ;
buco ia de Desenibro de 1 83b
Joaqaim Francisco Bastos,
ffiial M-ior.
ALFANDEGA DAS KaZRndAs.
Amamhio i4 do Crrente re hade de ar-
rematar por esta Alfandega hum gigod-'
batatas, aprehendido poi o; traban-lo em
hum bote, na confornaidade do Atig
l.j 1 do R gulamcuto de a > de Setembro de
AllandgH i3 de Desembro de i836,
O Inspector interino,
Jacome Gerardo Maria Lumacbi de
Mello.
KKZA DAS D1VRRSAS RENDAS.
A pauta be a mesma do N. 258.
CoBRElO.
O Paquete Nacional Cono- ica5 receba as
tsgt3SgSgg'JtgaH9glailWIII III...........!!
mallas para'os Porlos do Sul, boje 14 do
correte 89 horas da noie.
A REVOLCAO' DE 9 DE SETEM-
BRO DESMASCARADA.
Qj'em pretende renovar entre n as Sce-
nas da Revoluio de Fraopa ?
Os factos sao urna forma de argameuio
contra o qual nada valem as palavras;
pois que um nosso contemporneo em utu
artigo tob titulo siaii bante ao com que
?ai esta nscifpto rleou a abrojo a|izr
qrue n, os esciittfret da opposiyiv, que-
ramos rtorvfft as Scena-s de 17W em
Franca, aos factos 1 eroi rremos ; e os fa-
ctos o confundirlo, e aos consocio* e
su. g-nte; mostrando-1 be que sioelles
e s elles quem pretenden abismar-nos
em calamidades. Nao seremos difusos ;
que mais vezes teremos de voltar ao as-
su rapto.
A Carta esta va jurada : a Carta, depois
de infinitos eaciificios regia ; e Carta em
si encerra os elementos sulicientes para a
raaior ventura da Sjciedade. Urna fac*
9o coraocada a organisar durante a
emigraco em Franca debaixo da influ-
encia do- republicanos daquePe paiz da
volta a Portugal trabalhou em secretas
reiini'S de apoderar-se do poder. No
grande PEDRO, e nosseus amigos, etta
via um obstculo quasi invencivel : nao
desauimoii. Odio eterno a D. PEDRO,
e aos seus amigos ea quanto de qualquec
modo lhe pe inicia, oi o sen primen o
o isso, e sen primeiro, e mais nefando
jnra/npnto. Daqui os escritos oooira D.
PEDRO publicados anteriormente em
Franca na Blgica e era Inglaterra :
diqui a opposico a que fosse elle declara.
do Regente : daqui as calumnias contra
Sua Augusta Esposa : daqui os pasquins:
-- daqui os infantes escritos contra a inno-
cente Princesa Amelia.
Entretanto estes homens to pe v, r-
sos como covar-'es nenhuns servicoa ha-
va ni prestado cau a da liberdade da
Patria e por isso convinha-lhe contem-
porisar at cedo ponto poique fresca
esiavan memoria dos heroicos faltos dos
Sslvadoies da Patria : a-simo fi/.eram,
servindo se oom tu lo dos meios mais vis e
abiectospara de tera.p is a lemp'* darem
d-'monilraco do que e do para que e-
ram ? d'a o in-ulto Maueslade do Res-
taurador daPatiia, e da R.-inha no Tbea-
tro, na data da Convenci do Evora-Mon-
le ; a mal di-faicada inf-rnal alegra
pela infausta mortf do Itnmorlal PEDRO,
e as mens gens a Bemfica : o- estorvos
ao Cazaoienlo do Principe D. Augusto, e
o meditado assassinio do Duque de Pal-
mella, por occasia do desgranado faleci
ment deate Principe.
C"m a seiie dos lempos a madureceram
nos planos de iniquidade medrou sua
malicia. Pela impraosa comecaivm a de-
sacreditai todos quantos bomeos lhe 1110-
li\- rain receios e a procurar attrair e
unir-se os bono ns perdidos, os hatnens
de nada em ser e em teres que sempre a-
bondara em todas *s S iciedades, e que lo
o leu fligello por isso que prontos sempre
a abracaren) quae-qoer novidades por
quanto, sendo para elle-s Faina s uma
palavra nada do seu bem emano, ou se
imporlam.
Progrediu a maldade: nveclivou-se
contra t por seu alto carcter na Sociedade sao b-
j cto de commum i^sp^ito forana cajuoa-
nia las contra o segundo casamento da Ra-
tona, at se emprfgou a tot*mia. Enfio
os revolucionnos estrangeiros deram as
oaos aos nossos revoluciona* ios e de
Franca vierara erai.-sarios paia pin o.e-
rem os ataques cont1 a um dos priraeiros
biluirtts da liberdade legal -- a Cmara
do. Pues, e de H -panba outios oon-
u o os ai se apresentaram para disporem a
aclama^ da Gonstiluico dea>, Cons-
tituicioregeitada pelo voto nacional. Em
(i uarto era Fi anca ie maquina va aherta-
mente a morte de Lmz Kilippe; traba-
lhava-se ero Portugal por detconcei Qif
a Rainha, Seu Augusio Esposo, a a Im-
peratiii. Em quaulo ua Granja se violcu-
L


tava Christuia a assinar a Constituido de
la ; dtspunham-se em Lisboa iguaes vio-
lencias contra D. M*,iH II r,as Necessida-
ries. Na Hespmlia f0 Rainha Regen-
te constraugida e ameacada ejurou: em
Portugal fui a Rainha cunstrangida e a-
rneacada e igualmente jurou ; e qual
seria sua sorte senio juiai,e ? ... Sio i>to
fados incontestaveis de qae todo* n* ha-
vemos sido testemunhas, e testemunhas o
sio os papis pblicos nacionaes o es-
trangeiroo.
De6ta fiel e breve recapitulacio do que
diinte de n>ha pagado manifest que
a Revolucio da tioute de 9 de Setembro
desde longe ha sido preparada ; e que seu
modelo ha sido a de 89 em Fi anca o qae
Taremos agora anda mais patente. Obi i-
gou-se a Rainha a jurar e amacou-se no
caso de promptamente o nio facer, cha-
gaudo-s ad.zer-lhe-" Assine, Senbo:
1 a ,' assine que eu j nio posa o contef
aquelle povo que ali est em bairo e as-
si m se falou ao inlelic Luir XVI. Ob.i-
gou-se a Rainha a ir jurar Cmara Mu-
nicipal passo inslito, e combinado a
fio de deslustrar e escurec r a magestade
da Cora : e como se fez ramitihar Sai
Magestade? entre dous trocos de Cavalla-
ria, quando al enlio se notava que urna
simples Guarda de honra a companha.-se
ao The.itro Dtssemelha este lance
por ventura dos da'citada poca ?
Nao para aqui ohrigam-se 03 CiJadosa
pres'ar juramento a urna cousa que nio
existe m-m se sahaainda o que vira a ser ,
e privam se dos seus emp:go6 os que nio
querein pe estar esse juramenta pelo menos
inisnrio. Condemna se a nobreza uul-
lidade, e dec(aia-se que lempo de dar
aos que nao tem e tiiar aosque possuem,
sem se inijiiii ir se coonjustica ou KCutu
ioj .tica : esta ha sido e a lingaa-
gem dos papis da revolucio o o. fados
pblicos mostrara ser este o primario fim e
prinrip.l alavanca dos revom ionarios : e
fui difieren le a marcha dos revolucinanos
fiam eies em 89 ? -- ou aate.s nao foi a
moma ?
Mais : a mea va m-se romo conspiradores
os humeus amigos da patiia da lei e da
ordem ; e assim se fez em P anca : cou-
vid-im-se a quesaiam do reino; e asira
se fez em Franca p Wo ali se fez : clama-se que nio se pro-
voquen! degordens nem sangue ; san-
gue e desorden* que se meditara.' e as-
tjtn se fez em Franca. Em fim appartce
um visionario piopoado o plano de urna
R principal lulha da revolurio o applau-
de ? Os .principios mo lauca-ios ,
as consecuencias ellas virafi se nao !' rem
esiorvadas: Os elemttitos sa5 os mesnus
que os de 89 -- quem u5 est centra
qu*m ., quem na5--contra quem tem.
Quem p'is que-quer ver lem'vadasas
sreoas da revoluca francesa em 89 ? a
1 emposta j nao pnblem-tica. Venha
p> i. emboca o Nacional rom as banali la-
des docostume; por nos, e contra el-
le eco tra os seus, e-.ta os lactoj- e
osf. de moa rao na posteridade. Por boje bas-
te.
( Da Revista. )
DIARIO DEPERNAMHUCO.
pu'jaauv!usn
Jea porque pacihea, porque vos s-ff,e ;
porque nio clama em alta voz que sois uns
impomre,, e que usurpares um nome
respeitavel para servir os caprichos da vos-
sa opiniio! A Correspondencia tam-
bera merece ler-se. Falando da Carta, e
do novo juramento, diz ent.e oulras cou-
W, o seguiote. At hoje ainda niu-
gu.m d.sse que tila (a Carta ) era pouco
Liberal, e sberram que os homens que
a executavam todos eiam pancas, devo-is-
las, e absolutistas j porm que lem a n*l-
dade dos horneo, cotu a bndade das cou-
sas? Porque tu tenho am inqoilino la-
d.ao, deito fogo ao pr.idio em tez de o
despedir ? Bravo que Logi-a Aonde
foi o Liceo dos p.querruohos ? __Mas
a Rainha aunuiu mudanca. Poderi
nao: Ella viu urna porfi de homens t-
nha tomado a iniciativa, e q' para Ihesop-
phcaiera sustiaba>n era urna das mios a
espada, e na outra a peona com que a as-
signavam, e em similbantes oonjunetnras
quem ha qu nio anna ?
Independente N. 181. -m Deve ler-se
o artigo As Tramas do Nacional termna
assiro : De facyio (ala o Nacional ? de
faccio 7 Piquemos por aqui. A Cons-
tituico de 2a nio existe nem de f* to nem
de Direitp de fseto nio purgue os Minis-
tros tem arrogado todos os poderes do Es-
tado de direit nio porq.ie vamos a ler
Cortes Conslituinles; no utauto que se
rulo promulga a,I.ei fundamental, todo o
Cidadio tem direito a t-xpor a theoria que
julgar mais conveniente siga o N.cional
o que quizer, que nos somos pela Carla,
cojo reatabeleriuienlo jugamos necessario.
Do ai ligo As eronomias do Ministe-
lio, ou o Ministerio das economas na-
da copiamos : bia^e todo, quetaocuii
oso, como t laclo 9 vu-dadeiro 110 que
pondera.
Pui.tugiipz N. 81. -- Fala de certas
proclamac5es alixadas ( diz ellf ) ai pelas
esq'inas, em noiqe de S. A. R. eque
sio do theor da oidem do da, attnboida
IMPREN9A PERIDICA.
Poito Franeo. 'N.0 a5. O artigo A
noisa swtuacio encerra muita veiddo:
d lie ext. al.imos o penodi o com que rin-
da : ; Isto sio verdades, e nio vagas
ld Na;io a menos de 6$ homens, e porque
estes foram provocados a ptdir, nem elles
sabi.m o que, diise-se logo rom deacara-
mento, foi a Naci quem p d:u, foi a Na-
ci quem o quit. O que quiz a Napio,
h imens crueis? Quiz. divilir-se mai.?
<,)uu mais saenfi ar-se ? Nio: s q.'
fo-tei- os agentes do msvimento, ibi a vos-
aa ambicio quem tu'to urdiu, e quem qos
l.mcou na tri.-te sitU4Co em que li je esta-
dos. Elles ha pouco eram regidos por
Qma C.'iti Con-iilucional, agora a miii-
ple vontade de btn \lmit lio incompleto
qu. m taz, muda, e transtiuia ludo que
liie em ido. F- IIi i-to o que a Naci
pediu? Impudentes! Anda a ullr*;
librdade, e to povo, e faz limitas m...
Qas, e peda umitas piovioeocias, e casti-
gos, e talar t que foi cas: -Jembe-se da
gnilholina que mais expiditiva, c a s. ena
a misma. Pode boa ser, eat prora-
ve que ocunteperaneo ti.s-ia Umbrti-
ca, mas como nio exaltad", nio quiz
por ora enuncia-la. O que mais p.tra
notar a ttica infame de que lanca mo o
ronti-poraneo : linge-se defensor de S. A.
R. e qaem procura desistalo como di-
gno do object do O'-jo dos ag'tadores.
Por que se estenio lora o eu fim, par
que havia de falar em quem ninguem f<-l ?
- para que b.via de fazer traicoeuameule
in-inuac-A-s pe iMasp ---
Tambam itnuitu para ver o como se uC-
na r< p t.^d.) a palavra povo : como se o
povolosse ouviif.i para a revolupio opera
da --- -Examine bem o mi lega o que va
pela 1.a ei i Cap ta< s d. Remo, e por.es*
s s |>i vin. i js, edep>'is, serp9z de ser
sincero, diga-nos re o povo quiz ou quero
que o collega advoga to allincsda, ma nao
consciosamenle? Achara o doqueassegura : seis mil h-imens vio
o povo poituguez, e o silencio dos u-
tios pr^va tatito que o p queia a revolu^io, coi. o o silencio de
multo- milh-s d' franc. zes provava que
elles qoeiiain o sanguin-irin despotismo de
Rol .s,iei 10. Al d- n-se o conlenifiora
neo eip insultar o povo senao quer que
O povo 011 aclame eio< que de igual o
t ata ni por classicos embusten os. Pega
embor foi cas nos que nao tememos as
de D. Miguel, nao temeremos ta pouco
as dos seus surressorr.s : nos queremos li-
berdade-e nao despotismo, e o despotismo
acbam e sei emus ltvres.
( IJ'n. )
io deirqii.s: compsebende varios con-
tos, descripca doscostumes do Oriente,
la^ulas canees, tntengas e proverbios.
Fructo dos principes ou delicias dos ho*
Ui'-ns el. g.ntes em proza e verso: con-
tem a lelaca de huma b.tairn entre
Aboul Absal, e o rei d<>s elepliantos os
pensauentos dn hum Lea solitario, e
as mrximas do hum camelo. Engenh >
enovdades, em dialogo entre pesso-
aa que professa os diifcrentes estado da
vida.
O auctor pe nesta obra curio esin-
gular cincoenta interloculor.s, que exa*
miii, ectilira mutu .mente su*-, p o-
fisses. Se se podessem vencer a- dificul-
dadea de tradmeio n'uma multida de
termos lechuicos que nao se acham no
diccin ro a versad de-la ohr em cas-
telbano no- illustraria muto sobre os u-
zos ecos^umes dos rabes dorante a sua
dominaca em He-panba. Noticias por
hum nobre auctor. Tracta io sobre as
peisoas e qualidudes dos Hespanhois; sao
duasobras e fallad da plvora, ttaepo-
cha do reu descobi imento e das nafSes
que prireirj usara della contra seus i
uimigo.
E por ultimo ha um grande ame o de
obras de poetas, e paiiicnlarmtnte hum
poema do celebre versificador AbonMo-
. bammed Abda|.Mjed BenAbJeum, cm
que >f coula as aventuras e guerras de
hum Piincipe darlyn.stia chamada Beoi'l
Al-.s ij .e reinen durante alg.im lempo
na Ci 1 d de Badajoz.
Tvi mii.a cinos pois o que diz respecto
aos manusciiptus do Escmial disendo,
que esl-6 cclocadps com muita ordem.
Fez se delles um catalogo qo.es.-5 i631 ;
ha muitosincompleto.- que seconlnce. te-
rem sido tirados das chammaa. 1 to to-
do oque 6' ou dos tiabalbos s de hum-* Naca que por espafo de oiio
sectiles oceupow o piiimiro lugar nacivi
lisafa. Paia lser desparecer os visli-
gios de seu bnlbo a rnio do vandalismo
?.? A*. e ^r e**a*ocazi4, fala muto em J oajlju vou os esfors'.s do lempo: por C
8-J dem do Cardal Xtmfuez de Cisnero
co gabinete de medallas, compo-to dft
i5o,ooo peas deteds>sdimencua eBe-
taajj
A bilioteca do rei nio minos rica
que a que arbamos de desciever. A dos
jei-uilas est tollocada no interior do seta
CoHcgio : raui ennsiderayel ; mas nada
efl 1 ere de raro. Quando se extingui a
rompah'a no lempo tle Carlos i. e pus-
tenorm -ote na epoclia conatiltiriooal, 9
sua biblioteca teiiuiu se a nacional pr*.
rem fji-lhes restituida. Hi tambein em
Had'id rauit.s bibliotecas publicas,s q'
pertencem a focielade scientrtica.s con-
tras que sao 00 duqua de infantado, Me-
dina-Celi, e O.una. Alcanca-s co
facilidade bilbetes para eulc-r ue-lua ul-
t 111 s.
Hio be M di id a nica cidade do Rei-
no que pjjjsue estes m ios de iustrucca.
Em Valencia B.jigos Vlalag., Tarra-
gona, S. Y.go, e em quase tidas as Ca-
p taes de provincias admitem-.-e livrema-
teas pesoaque querem as bibliotecas
do bi-po, da catedral, ou da Cidade
A bibioteca de Poled 1 sobre tod, riva-
lia com os milaoies t-t. bele.imemos 4c
Madri J. 0< archivos da lu ,s em Se-
vilha os dacoroa de Araga em ti .rcelu-
na, o de Simancas Navaira, e outros
muilos a.-Hjim como *a sociedades hilara
ras instituidas em tod* a He-panba offere-
cem campo inui exteuco as invealiga^fie
dos sobi'M,
A b boleca de Madrid 4 mai poucof r.
quemada, .xceppa deatlgansecclaiias-
tios que vio exirahir a'guna ii,Ca5
deS. Thomis,ou S. Agosiinho, n. se-
veemih senao estuJanles ieodo novellaa,
ou examinando estampas. Esperamos
Com ludo que a H spnh,, |<\rre das rn-s
do despotismo, marchaia' rpidamente
para olugsi que |h compete eltreasfa
ces da Europa.
(Extraido da Abeja).
(Do Diaiiodo Governo de Lisboa).
VARIEDADES.
y -
(Cnnche a discripca d. s monumentos
iliterarios e bibliotbecas de Hespanba,
comeado no noo numero an-
tee dente.
Em fim, ende os manusoriptes rabes
mais curiosos, acham se as obras seguin-
isneros
qm-imaraii-se jj i.oon volumcs as praQa.s
de Cordova ,e pouras obra. que GcaraS
I vara-as o nnano-s com-igo pa o stu
desterro. Nad obstante isso, apesar de
tantas perdas, a biblioteca do es< wril en
cerra ricas minas i\ue explorar ; porem
est.s tbesouros est.. perdidos para a sci-
encia bav.nio sempre o gove.no con-
siderado esseestabelecnm-nto corri pro-
priidade txcluisiva dos monges. Dr-.-ta
sort*-, ao paso que a soeiedade Asitica
de L ndres, e as soci- da 'e litTPrias de
Franca e Allemanha nao perdp5 meio
para fastr reviver a literatura nri. 11 al,
em Ue-paoba apems ha q..em sededijue
ao esludp da lingoa rabe, da qual exis-
te huma so aula a caigo de hum Jezuit,
que a penas possue os primebo. elemen-
tos 'til...
A bibliolpca de IVfadrid f -i fundada em
17ia poi Fili.'pe 5., a cujo e>t. b--I. ci-
minto agg.rg u.a sua lib./teca paiucu
lar. O numero de voluuies que contem
suiii a a .0,000.
Existe igualmente nesla biblioteca bu
ma rica coHecgo de manusc i plus he-pa
nhes, e cuya multida de documentos
sobre a historia, literatura e anlig .i.a-
des do paiz. Os tran toi nos occonili.s
a guerra da indept-n 'eti< ia occasionara
a perda de muito deste dueumontos; po-
iein anda se coiil.- uns a,o>.o tolumes.
Entre riles mereoem paiticul r mene
un compendio (J poemas pela <>r ipre te
de Hita, hum dos m .s auligos poetas bes-
pai.lios : o famoso litro do Teso,
eacripto por Afmao to.*: oma itaduc-
ca tm veiso Ha Eneida de Virgilio pe*
muquez de V'llena que h^, segundo di-
za n a primeua putihcada im (!ur<>pa ;
El Rimado de Palacio por Fernn Peres
d--- Ayala, em fim utras m itas de Po-
etas do aecalo XV. A estes iuan> scri
ptos deve tamb m ajititar-se huma col-
lecca lecta deoutr.>s aribes kf>-e.o-,
em nuMii ro de 3oo d* primi-iios, e a7o os
segundos.
Hfia p.eriaos muitos meses de Ira
ba'hn continuo para formar urna i ea
exacta da parte da biblioteca que contem
os manuM-iiptos e q'ie mu>to pouco
conlienh cida o fiequent.-da. -les es-
AVIXOSPAKTICULARES.
Vai sabir luz, em qualqner da detes,
hum P.riod.o, que ter por l (alo o
Veleta do I oroO seu obj.ct,, quesei
todo j nidico, limitar se I : i. an-||.
/ar hs Sen tencas celebres, que sahirem,
em ambas as Instancias, precelendo hum
fiel, esucii'ito leltorid do Fe to : a. a
censuraros D sp cl.os txti. os. inju-t.-s, e
ati'apalb-dos dos Juizes, preceden i.. ta,-.
brtH o relal.Tio da Pelicio, que ell. s dis-
seiem ifspeilo; 3.# annuncir algumas
necdola* dos J izes nov.tus, deiramados
pela Comarca, e fora dMIa : 4.* -uscitare
decidir quesees jun'dirss O Redactor,
depois depro'esiar, que nao recebei Cor-
rp p ndencias, alheias do -eo objecto mn-
vi Ja a todos os Snis Demandistag, Solici-
tad..re-, e de mais Fguras, que rpVesjk-
lio no grande'1 healro dp Fora, para que
hajio de. >e ent> n I. r-m com o Vdela
ministrando Ihe material p.raa obra, de-
ficl, e ardua, que vai imprehender.
Do futuro Redactor.
3* O Sr. R.ifino Lui/. Henriquequeira
ap.re.e. c.m tola a b.evidade na 1 ua de
HortsD. 65;
V'^f Quem nnunciou no Diaiio de
Si xta I ira q\q enrente ter para vender
urna balanca de pe/ar our.s, ebirricaa
d-JiSsiica, um hiaco deniin pequeo, pe-
zos &c, dirij^.sti a 1 ua da Peona, ^o lado
liielo da Ig ej-, sob.do D. 10, % aa -
dar.
Vendo o aiiriunri < ii'i Diaiio de
1 2 do coi rente que no im.s.-m de Cdnin
o p a p ole d.< Boa-vi-ia veide--.e ifi-
\edearroubi por 320 res, .d cl.ra qqe
alguns leixesqu tem comp aaJo ujm -|*iu
semp.e por 400 res, e ainda h ntem |3 do
correte o iboiii 'jareta I he. pd i to.
Ham que lem pago 40b reis
0
(es: Pia*eres da cQQvcrsa ourtuotio/ labelm-ioirutii powuc Umbem hum ti-,
jr^ De novo pievine-te aos comprado-
res oe rpita, que nos r.nasens ca ra
do Sol ao p da p.nle, e Pia^a Boa-
vista, continua se a vencer capun, ps-(ei-
xes de arrouba s i 10 res; t\

DIARIO DE P ERNAMB UCO.
a quem Ihe frr pedido maior preco do que
osnnnnciado, hajio de nio pagaren, e an-
Bunriaieru por esta fulba, fim de se pro-
Tdfnciar a re-p> ito.
yy Precisa-se de um cixiro pata
' vender pao com um preto : na rua Diieita
D. 34, lado do poente.
yy Felippe Menna Callado da Fonse-
ca 'participa aos seus Cliente* e Amigos,
den. w para o principio da ra dos QHar-
tis o. a.
yy Precisa-se de aoo$ reis a premio
de de dois por cento ao mez, por espado
de seis metes, com boa ("mura : quena se
proponer a dallos annuncie por esta folha
para ser procurado.
yy Os Snrs. que anteriormente man-
darlo na ra Dienta pascando o beco de S.
Pedro na segunda Venda ver o oou'o de
ver olonge, p dem tornar a mandar, vis-
to que naquelle dia nao houve lempo de
ae mandar para aquelle lugar,
ey Quem quiser dar looa aoe$ rm
a premio de unr e meio por cento ao mez,
sobie hipoteca em bens promptos, e o q-ie
mais sonta Ihe b'zer, procure na roa do
Rang'-I D. 28, queahi se dr quem Ui es-
te mgocio.
yy Precisa se de urna anouba d^ca-
pim que sej* hem verle, diaiamanto, e
qneseja perto da B >a-ora ; quem tiver an-
nuncie para ser procurado, e tractar se
do ajuste.
yy O Secretario da Sciedade Appo-
liaia conv da a todos os S 'Co< da mesma
a comparecciem boje ii do coi rente
as 7 boras da nuite na ra dos Quarteis ca-
sa n, a para trederem de objectoa inters-
sanies tendentes a mesma Sociedade.
yy Piecisa-se de um bom feitor para
nma propriedade porto desta prac una
quarto de legos, que nao tenha familia,
sendo ag-ade dase bom ordenado : quem
e-ti ver nestss circunstancias doAdvogado Francisco de Paula Gomes
dos Snlos.
yy Dezeja-se pagar os foros vencidos
de urna morada de casa teriea fita as 5
pontas D. a4, e ceno nio se sabe a quem,
pede-se que annuncie a sua morada para
ser procurado.
yy Pi'ecisa-sa de utm ama de casa, e
di-se por anno mais de 60$ res confor-
me o aju-te sendo dita ama pieta captiva:
no largo da Igi pja de N. S. d > Terco D. {.
y S-gnda ver avi-a ao Sor. que
emJuIhode i835 mandou faser urna cal
deira de cobre (grande para cosinhai) e
?endeooutra dita velha para que a neg-
ciodeseuinteresse de. Ure sua morada, o
epartea narm Nova loja decaldelreiro D.
i\. Outro simo Sor. quena me-ma loja
man l.-u uns caxilhos para b>>tar vidros, e
na mesma ocasiio, que foi por elles, dei-
xou 6o*r outros paia o mesmo fin, e co-
mo ja estejo promptos a muito lempo ;
es pode pro-urar, e para que chegue ao
conln-cimento do ditoSnr., e para evitar
quesles para o futuro, que se faz o pre-
sante anuuncio. ,
yy Precisa ->-ede um padeiro peritimo
nio ae reparondo ao preco : na padana da
rua do peixoto das 5 poi.ta.
yy Quem quiser mandar criar algu-
ma enanca de leite em casa particular com
todo tractamento, dirija-se a ra de Orlas
sobrado U. 4/-
Escravos de ambos os sexos de
io a 20 antios: naruadoPogoD.il.
yy Alguma morada de casa de sob.a-
do as ras principaes do Bairro de
Santo Antonio : annuncie por esta folha
para ser proe.ur.-d -.
yy Alguns pesos anda que sejio ve-
lhos, piqueos e grandes : na padarie da
ra do Peixoto das 5 puntas.
LEILAO.
Joze Pereira da Cunha faz leilo no dia
15 do coi rente mez de ama porgio de rei-
rs de fi^os, no rmateos de Antonio Joa-
quira P. reir no caes de AlfaiJega pelas
10 doras da manbi.
NAVIOS A CARGA.
Para o Havre de Grace
A Barca Francesa Medicis, Capitio Ma-
niere, sai seui falta no dia aa do coirenet
anda pode nceber a'gun* passageiros:
quem quisr aproveilar-se dcsta ore silo
compadec no Esciiptorio de Ltnoir Be-
suchel & Puget, os rorsmos convidio aos
Snrs. que j eogajaiio passagem de cem-
parecerero at o dia i5 do cor rente.
COMPRAS.
Portad
eo'jaoelle<,,f ig lmenle para tres per*
toetis, fendo tuto de caufari* de Lisboa :
quem liver annuncie p-ra ser piocurado.
VENDAS.
Fonlias de Algibeira a dose
vtntens e de porta a seis vintens:
Na Pra^a da Independencia loja
de livros n. 37 e 38, na loja do Sr.
Antonio Jos Bandeira e Mello ,
ra do Cabuga e defronte da
Igreja da M.-idre de Dos, venda
que foi do Rezende.
yjT" UnBesrravoofficial de alfjiate, do
genlio de Angola, de 18 anno*, e muilo
bm pira tudo por ser abelidoso, e opli
mo para pacem, sem virios nem achaques,
e tambem ^e aluga sendo pe-soa conhecida :
na ra do Collegio D. 7, 3. andar.
MpB Vende-se oulroca-se por om mo
Irque, ou negrinha, urna ne^ra idoza po-
rero muilo deliente,'para o servigo de ca-
sa por ser acostumada a islo : na ra da A-
legria qaem entra pelo bero da ra Velha
a primeoa, ca?a a esquerda.
yy i\., |Ua da Cruz no Recife loia de
sapateiro n. 8 ha o calsido segumte: bo-
tinsde borneo engrasados a a$880, sa-
patosde inarroquim para senhoras estran-
g-i.asa 640, sapatos de duraque para se-
nhora de todas as qualidades tanto fratice-
ae como poitaguezes, grande sortimento
de sapatos p*ra meninos de todas as quali
dades e tamanhos, por pi eco cornudo, as-
simeomosapatos para homem de loda. as
qualidadps.
y*p Uramolequecrioulo, de bonita fi-
gura, de 13 a ii tono, proprio para pa-
gem ou qualquer officio : na mesma casa
cima.
y^- Ujh relojo novo Ingles chegado
ltimamente, gosto mui.moderno e muilo
superior, pira senhora e pode servir tam-
bem para homem; igualmente se nade u-
uma rorrete com doissinetes e urna cha-
ve, goMo mui modeino : na ra Nova ar-
ma em d^ loufi fina D. i2.
yy Um piano de patente novo de bo-
as vosos, dois mil sarcos vasios novos e for-
tes de pao de linlio por 5 arroubas de as-
quear : vinho de Brdeos muito bom em
caixas de a e 4 duzias, dois carros grandes
paraEngenho, e urnas espingardas ricas :
ni ra da Cadeia velha D. 45.
yp* Urna pequea morada de casa ter-
rea de pedra a cal tiesta frrguezia de Santo
Antonio; quem a pe tender comprar se
mostrar livre e deaembaracada : annun-
cie.
Capim de planta oro bons feixes, lodosos
dias : ha ra da Amora no armisem Con-
tiguo ao do Sur. Major Floiencio, onde
tiobemse ajusta fieguezias.
yjp Urna preta, maito mo sa,sabe hem
cosinhar, lava, e faz todo seivico de urna
casa : na ra Novj loja de caldeireiro V,
14.
yj Cem pessas de 6^00 do cunho
anti^o: na ra do Trap'in armasem de
assucsr d^ Manoel Go;iQalves da Cruz.
yy A Escuna Poi tugoeza Res^uscitada
chegada prximamente do P.rto a qual se
acha piompta a seguir viag-m par* qual-
quer parte : quem a r*rten.ier falle com o
seu consgnate o Mauotl Ignacio de Oli-
veira ns Pih? do C< minen io n. 28.
y3P Una rica col.ha branca de selim
de ma.au bordada de matis: na mesma
t asn aeima.
Cjp Feix"S de pinho do Porto pro-
prios p*ra asquear por ser inu;lo lurtes
que dispenso arcos: na mesma casa aot-
ma.
yja* Um bomcavallo por preco muilo
cmodo : na rua do Trapue D. i3.
yy Um palanquim em meio uzo: no
alten o da Boa-vi.^ta armasem D. 16.
yy Vcnde-se por ao$ooo reis duaa
dusias de talioas de louro com a5 palmos
decumprdo, e um bem reforcado de lar-
goma praia do Collegio armasem deMa-
noel Morena de Souta.
yy. Urna preta naci mossa, faz todo
o servico de urna casa : oa rua do Fogo
D. ii.
yy Uras escrava sera achaques, com
algumas abelida'des, bem como coser, e
engomar, muilo sadia, e boa figura, de i-
dade de 18 anuos, e avi ta dos pretenden-
tes se far patente qual o motivo porque se
vende, a-sim como tambem se vende um
tanque d'agoa com todos os utencilios, es
era vos, e canoas, o qual vende diariamen
te4$rei, assim romo um ten eno para e-
dilicr casas Contiguo ao mesmo tanque;
os pe tendentes dirijo-seacasa do Advo-
qado Francisco de Paula Gomes dos Sn-
tos queathaio com quem ttactar sobre
qualquer dos negocios.
yy J9 passaios sortidos da trra sendo
7 patativos, 9 papascapifli, 1 cari, e dois
canarios, torios bons cantadores por preco
cmodo: em Fora de Poitas D. a9.
yy Por 400^J5 reis um preto do gento
de ao anuo, de idude, bonita figura, e sem
vicio algum: na rua Velha, em oi.cso-
lirado es.|ui.'i d >, vindo da ponte velha.
Wr"* Uma preta da co.-ta sem vicios, e
nem molestia, sabe lav.ir de sabio, e de
varrella, ecosinbaro diario de urna casa, e
l>oa quit-ndeira : no beco da Fol .-obrado
D. 1, no 1. andar.
Wy Botina chegsdos prximamente pe-
lo preco de mil e sete centos: na|rua da
Madre de Dos loja de fasendas n. ag.
yy Um neg'O que represnta a^i a a5
anno-s, para fora da t--rra, capaz de des-
empenbar todo o servico: no Porto da
canoas a fallar com Antonio Joaquim Ro-
drigues.
yy 60 barricas que forio de farinha de
trigo : na rua Direita D. 34, lado do po-
ente.
yy Carne secca de Moitevideo, nova,
e de superior qualidade, chegada boje em
o Brigue Americano Cynosure; quema
quiser romprar ou toda a canegacio, pu
em porcSes, dirija se L. G. Ferreira &
Mansfield.
yy Um carrinho de duas rodas promp-
to e novo com todo os seus arreios bem
construido para um cavallo, e por preco
cmodo : na rua Nova loja do Segeiro
Franceza Aupuste Jupnne.
yy No principio da rua doRangelao
entrar na P.acinha do Liviamento casa D.
8 terrea, vende-te uma preta moga sem
acbaquee sadia, cosinba o diaiio, 1 oe, e
faz renda, e engoma liso, e por nece^ida-
de que se vende.
yy Um molato de boa figura, alvo,
mosso, com principio de alfoiate, e mudo
proprio para lacaio, nio tem vicios, e
nem nobstias: na rua do Padre Floriano
ao sahir do beco do Serigado, o segando
sobrad".
yy Bizeiro, e marroquins de todas as
core, muito bom, por preco cmodo, sa-
patos de bizerro de Franca a i280, ditos de
sola evia i$600, docabraa 76O, e de
mullur a 650, ludo asatisfacio do com-
prador : na rua do Livramento D. 9.
yy O muito veleiro e em marcha su-
perior Bii^ue Austraco Caliroe de 180
toneladas Franceza, construido de aptim s
madeiraa seis anuos, e forrado esta viagero
em Marselba, contados os seus pertences
prompto para qualqu r viagem Quem o-
quizer comprar derija se a casa dos seus
Consignatarios B. Laperre & Companhia
ou ao Capitio a bordo.
yy Rob ti-sipbtKjico, e excenca de
salsa panilha ultimomenle ebe^ado de
Franca: na loge de Fasendas junto ao ar-
co de Santo Antonio de Vimoel Jos Gon-
bolve.i Br.->ga.
yy Uma negra de boa altura sem vi-
cioi nem asaques, diligente para qual,|uer
servico, na ruadoPidie Floriano queiti
s*he do beco do Serigado na segunda casa
a dueita.
PERDAS.
No dia 11 do crrente pelas sete hora
da uoite pe deu M do pateo do ('armo a S
Pedro, beco da Viracao ao travesar da rua
Di-eila, beco do Serigado at o beeo da
Car val lia, um vellido de cambra ia pintada
em corte, amarrado em um lenso de tou-
quim ; a pe-soa que acbou quvrendo res-
tituir d< ija-se a rua do Vig.u o D. 27, oa
na camboa do Ca mo 0. 18 que ser gene-
rosamente re< ompensado.
ACI1ADOS.
Qiiem perdeo uma chave de broca de
porta, procure Da casa n. 272, lado da Ri-
heira da Boa-vista, rua da Santa Cruz, que
na mesma casa se acha dita chave.
y^r Quem perdeo uma espora de pra-
ta dirija-se a 1 na Nova loja de Frederico
Chaves D. 5 que dando os signaos ceitos
lliesti entregue.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fogio no dia I9 de Marco do correnta
anno um negro crioulo de uorae Joaquim
que re prese u te ter 30annos deidade, com
os signaes seguintes; altura regular, cor-
no meio cheio, cara redonda, cor fulla,
pouca b-nb.i, peinas finas, pez pequeos,
elle muito ladino, filia bem e muito des-
embaragado, cujo negro j esteve na ponte
?endeudo miudezas em um Uboleiro,
bem conbt-cido nesta praca e mesmo pelos
mattos, pois tambem j andn ma-catian-
do em lempo de oulios senbores, eassim
promete-se a quem der noticia delle, ou a
quem o pegar ter 50$ reis de gratifica-
cao fora as dispesas que se ouver de faser,
e podtm leval o a seu senhor Amaro Gon-
calves dos S*nt" na Pracinba do Livra-
mento loja D. 19.
yy No dia 11 do corrente pelas 10
horas da man ha desapareceu do rancho
do armiZem de sal na Boa vista no mo-
mento em que o seu Senhor segua via-
g-m para su-i ca^a no certa5 do Pombal
hum preto crioulo diseudo crioullo d-
seudo ser de naca angola por nomo
Jos de Millo, d>-idade 25 psra3oannus
pouco mais ou menos, bailo, e seco do cor-
po, pauca barba, ievou vestido camisa e
seroulasde algodaoa algodadsinho e 1
jaqueta de chita cujo preto foi compra-
do ao Sor. Fra< i.-co Jos Mello, morador
no gado brabo do P0mb.1l; recommenda-
se aos Snrs. Capitaes de Campo, e a to-
das as mais pe.-aoes que o sprehenderem, o
leve-oarua nova l>. ai a J. S. Piete,
que tera 5 $ r.-. de gralilica^a5.
Taboas das mart cheiat no Pono do
Prrnambuco.
5 Segunda | iOh. 6 m
- 6~T: i -10-54 >.
i 1 Q- 11 4
41 8-Q: - 0-30 n
9-S: 510-S: - 118 2- 6 11
11-D: j a-54
Man.
Tarde
NOTICIAS M ARITIMAS.^BiS!?
Navios entrados no dia i3.
Montevideo; a9 dias; B. Americano
Cynosuie, M. FrartcTaeo nele: carnej
i Ferreira & Mansfield. Too. a30.
Philadelfia; 39 dia; B. Americano
Andes, M. Joao E. yEfeld vanos gne-
ros : JoioMathues. Too. 174
rBR0., NA TiP. i>u M. F. Faria l8Jb.


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