Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02462


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Full Text

ANNO DE 1836. SEGUNDA FEIRA
12 DE DEZEMBRO N. 269.
J-iU..._U?
imoo. a Trr.Dl M. F.de Faaia. 1836-
DIAS DA SEMANA.
l2 erunda S. Justino M- Aud. do* Joi-e. do Cr.
dem. e *e t- e- da Thezourana Publica e
13CerdS.LuZiaV. Re. dem. e aud. do J. de
14 UuaruTp. jej. S. Agelo Scs. da Th. P-
i* Quinta S. Euzcbio n. Re. de m. aud. lo J. do
C de m e Ch. de t Quarto cr- a- 7 e 29 m da m.
16 Sexta Temp.jcj. S. Adelaide ses. daTh. P. aud.
n'saLTp.lejS.Bartholomeo Re. de m. e aud.
do V. Q. ^ t em Olind.
18 Domingo 5. do Advento N. S. do O
Ttdo agora depende de nimeimoi da noa pru-
dencia, modr.racao. e energia:oontinuemos coma
principiamos, e -remo apnntadoi com admira-
ijao cutre as Natjoes man, cultas.
rrucumaf de JiumbUa Uval Mrutl
Suhicrere-ie a lOOOra.mensaes pagos adiantados
nesta Tvpografia. ra das Cruzes D. 3, e na Pro-
es da Independencia N. 37 e 38 ; onde te recebem
correspondencias legalisadas, e annunciosj nterin*
do se estes ralis sendo dos proprio asiignantes,
viudo a*si|fiiadot.
CAMBIOS.
Dttembro 9.
JLiOndres 38 Ds. St. poi l c*d. ou prata a
50 porcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, pof metal, Nom.
Franca 255 U*. por tranco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedas de 04l>0 1S..200 I3..400
4000 6700a 6800
Pesos I ,,440
Premio da prata 50 p. c
das lettras, por mea 1 2 por o|0
Cobre 25 porcento de descont
PARTE OFFICIAL.
RIODEJANEIRO.
Ministerio da Justina'
Ulm. -e Exm. Snr.0 Regente em No-
me do Imperador o Snr. D. Pedro Se-
gundo Ha por bem que V. Exc. espesa.*
asorden* necesaiias para que nesas Pio-
vincia e observe puntualmente oque se
acha disposto no Al 75 do Regulamento
de 5 de Marco de i829; a fim de obvia-
rem-ae para o futuro as duvidas, que fe-
quentemetiteoccorrem, sobre o pagamento
deportes de cartas, que aa6 do Servic-o
Publico, por Ihe fallarem as competen-
tes olas.
* Deoi Guarde a V. Esc Palacio do Rio
de Janeito em a4 de Qutub Gustavo Adolfo de Aguilar Paotoja.Snr.
Piesilente da Provincia de Pernarobco.
Curapra-se e reg'Ste se Palacio do Go-
Terno de Pernambuco 6 de Dezembro de
i836.-Cavalcauti.
SEMBLE! GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sessad de aO de Seterabro.
Cont inuaca do n. antecedente.
Vem mea a seguinte emenda subs-
titutiva doart. a.:
Os Ofliciaes do Eserrito e Armada,
bem como o* das exlinctas Milicias, e das
Guardas Nacionaes, e dos Cor pos da Per-
manentes, que na defeza da lejjalidade as
ditas Prorincias, se impossibilitarera de
continuar no aervico militar, percebero
o respe, tivoaoldo por ioteiro qualquer
que lor o tempo de aerrico. Vasconcel-
los. ,. _
He apoiada, e entra em discuswo.
J ulgaJa a matei ia sufiicientemente dis-
cutida, he posta a votos. Fica empatada
emenda desuppresaaS do Snr. Nabuco
por 26 votos contra 26. O ait. a. he le-
geitado; e suscitando se boma pequea
questio de ordeno, o Snr. Vasconcellos pa-
de parareliiar a sua emenda, porque nao
tem animo dea ver moner. Este reque-
rimento he regeitado; pas-a-se por tanto
a votar sobre a emenda do Sr. Vascon-
celb'S que he tambem regeitada.
HeHdo e apoiado o seguinte ait. additi-
vo do Sr. Vascuncellos :
A faculdade concedida 10 Governo
no art. i. ter logar por huma ver somen.
te, ficando dependente da approvaC" da
Asemblea Geral Legislativa.)
O Snr. R drigues Torres pronuncia-se
contra a segunda parte da emenda, por
que julga que o Coi po Legislativo nao be
huma segunda instancia para ratificar os
actos administralivt 3 do Governo, como
a piomccio de hum OPficial. Entende
com tudo que os Sois. Ministros da Ma-
rinha e Negocios E-t-*xigeiros, e roais a-
quelles Snrs. que approva5 as suas dou-
trinas, nao podem deiiar de volar p-la
emenda, poique o Governo ja fez promo-
Qes e sugeitou-as approvaca doGorpo
Legislativo : o orador entra em duvida
como votar sobre a 1. parte da emenda,
porque tendo exposto os inconvenientes
que podiio resultar do 1. art. do prbjec-
to qae se discute contra o qual votou, es-
ta prte da emenda quer que se d a in-
teipietaca de-se artigo.
L-se oseguiote artigo additivo do Se-
nhor Carneiro Lelo, que he apoiado.
Art. Pata se julgar relevante o servi-
do, dever elle ser publicado na ordem do
dia pelo Comraan Jante das Armas respe-
ctivo, declarando todas as circunstancias
com que ti ver sido prestado.
Art. Passados i5 dias depois desta
publcaca, hum Jury comporto de doze
Olficiaes e Inferiores, extrahiJos sor le
dentfe todos que e^tivessem presentes ao
combate, 00 accoo em que elle tiver sido
prestado, decidii por escrutinio secreto
se o dito servico he, 011 na5, relevante, e
s no caso affirmativo ter lugar a recom-
pensa do artigo primeiro Carneiro Le-
o. a
Alcona Membros:Votos votos!
O Sor. Rodrigues Turres, dit que he
de notar o votar-se em hum ai tigo t5 im-
portante como o do Snr. Carneiro l.. ao,
aem que nenhum dos Snrs. Ministros digo
o que entendem a repeito delle. Julg
necesario definir-se o que sao servico- re-
levantes, e nao deixar uto somente ao jui*
zo do Governo, porque pode-te tornar hu-
ma arma tnuito perigosa, que nenbuma
naci niesmo diquellas que tem hum
Governo absoluto lera confiado ao Poder
Executivo. Seg iodo pode colligir da r-
pida leitura do art., entende que a se-
gunda parte he excellenle, e deve ser ap-
piovada, por que ninguera melhor pode
julgar seosaervicos de tal ou tal Official
pre.tdos na campanha ao relevantes.
Para apoiar a sua opinio o Ilustre ora-
dor estabelece esta hypothese : Suppo-
nhamos que hum Ofticial recel>esse hu-
ma carta dos nossos Ministros para ins
pirar osEleitores a quedessem o seu vo-
to para D pulidos ou Sena Joros a pessoas
que os austentassem, podia o Governo di-
aer que isto he bum serrico relevaale, por
ss o que os Ministros julga que a retira-
da do actual Mini tro aer huma calami-
dade pra o paiz.. ..
O Snr. Ministro do* Estrangeiros :
Apoiado.
O Snr. Rodrigues Ton e*, continuando,
diz que o Snr. Ministro acaba de apoiar
a sua idea, porque reconhece a piob-bili-
dade da proposica, e pergunta Cmara
se nao seria maia conveniente que bum
Jury desses Olficiaes que derramaraS o
seu sangue, roucorrendo para a pacifica-
ca5 da Provincia, fosse o julgadur dtasts
serviyos n-l.'v..nips. e nio o Governo que
Upara enlio sendo Jutz e paiteao mesmo
tempo.
O Snr. 1. Secretario dconta de hum
officio do Senado, em que communica
Cmara dos Srs. Deputados que o Senado
de ignou o dia aa do correle, pelas 1O
horoa da manhi, para a leuuio das C-
maras no P.91 do Senado.
Dada a hua o Sr. Presidente designa
paia ordem do dia seguinte, a mesma
materia.
Levanta-se a sessio s duas horas da
tarde.
Em conequencia de se na6 reunir nu-
mero 8ufli< ente de membros, n. houve
ses-io honleoj ai na Cmara dos Depu-
tadis.
Reunia das duas Cmaras.
Ses fo de 2a de Setembro.
Presidencia doSr. Barrozo Pereia.
Pouco depois das dez horas procede-se
a lser a chamada, e < II* ae verifica a-
chaien-6e presentes 28 Senadores, e 53
Deputadoa.
O Snr. prtsidente:-Est aberta a se-
sa5. A Asaemblea Geral acba-ae reuni-
da nafoima do art. 61 da Constituios,
paia discutir os -rtig-s addiiivos, propos-
tos pelo Senado', e rtgeiados pela Cmara
dos Snrs. Deputados, sobre a proposta do
Governo que suspende algumas das forma-
lidades que garantem alibeidade indivi-
dual na Piovincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sol.
Entra em discusso a primeira emenda
que he a seguinte:
Art. 6- dditivo. Fico amnistiados
todos os que tirera parte na sedicad de
aO de Setembro de J 835, e se subroetteraS
depois ordem legal, e cooperaio para
que esta prevaleces*.
O Snr. Presidente : A discussi he
ordinaria : ae podo fallar duas vezes.
O Sar. Borg/s, autor das emendas que
PARTIDA nos CORRP.IOS.
Olinda_Todos os dias ao meio dia.
(ioMim, Alhandra, Parailia, Villa do Conde, Ma-
man.nape. Pilar, Rea. de S. Joo. Rrejo d'Areia,
Rainlia, Pnmlial. Nova de Sonsa, ('idnde do Natal,
Villas de (loianninha. e Novada Prineeza, Cidada
da Fortaleza. Villas do Anuirs. Monte mor novo.
Aracat^ Cascavcl. Caninil, (Irania, Imperairi*,
S- Bernardo, S. Joo do Principe. Solirar, Novad'
ElHev, Ico, S. Matlirtis. Reacho do aiipne. S
Antonio do Jardim. Qupxerainoliim. e Harnahi -*
Secundas e Sextas feirai. ao meio dia por via a%
Paraiba. Santo Anio-.Todas as quintas l'ciras ao
meiodi. Garanliuns. e Bonitonos dia 10 e *?
de ada mes ao nieto lia. Plores no din 13 de
cada mes ao meio dia- Cali. Sennliaein, Rio Por-
mnao. e Porto Calvo- nos diaa i, l le il de caiU
ora se discutem, tircosamente julga do
seu dever a presentar Asaemblea Geral
os motivos que o uduziivS a cfferece-las:
e para isso remonta poca em que tito
lugar a sedicio em Poito Alegie, mostrea
rapidez do seu desenvolvimento, que che
gou o ponto de faier com que o Presiden-
te da Provincia do Rio Grande, nio an-
coni rasae nella bum ponto, para tjahl di-
rigir os nigorios da Pv vincia, faci que
se acha comprovado cum a sua cltrgada
Coi te. Neste estado de cousas o Governo
devia, ou cora a forca armada (aser entrar
os rebeldes na obediencia leis, ou pro-
curar hum meio de couciiiac5, dando
crtica ao manifest que o* sediciosos apre-
sunt'ia, em que se u-tificavio do seu
procedimento, raostraodo-se innocentes,
e declarando os seus protestos de respeito,
eo desejo que osacompanhava de conti-
nuar a faser parte da comtinha brasi-
leira, e que a sua nica eiigenci era a
mudanca do Presidente; o Governo pre-
ferindo os meios conciliatorios aos da for-
ga ou das armas, entendeu que devia dar
crencaaoque os rebeldes afinnavio em
seu manifest, e cmdou de Ibes enviar
outro Presidente, a fim de ver se assim ces-
savo os motivos que elles allegatio; e
enviando Ibes Presidente, o fia acompa-
nhar de huma pioclam< Ihes promedia o perdi, e se Ihjs assegu-
rava que o Coi po Legislativo havia de
approvar essa amnista que se Ihe come-
dia. Correu o tempo ; e oeflYito que tal
amiii-iia produzio, julga, o orador, ser a-
l boje desconhecido do Governo; pelo
menos atao tempo ero que o orador >a-
hio da adminittracio, nada set-abia; nem
hum ofieio a rtsjitito havia do Presiden-
te da Provincia; mas be de suppor que
huma Ul promessa tivesse induzidoaal-
gur.s individuos, como os fiaros, ou a-
quelles que por illusose tivessem unido
ate da
legalidad-. Em dias de Jo I no se apresen-
lou Cmara dos Sr-. Depulados huma
propo.-ta, na qual so pedia a ?uspensadas
garantas para a Provincia do Rio Granda
doSul, aqualfoi adoptada, e enviada ao
Senado. No nteivallo desla apreaenta-
ca5 eremessa ao Senado as circunstancias
da Piovincia tiveaS huma grande altea-
ca5, e como a promessa tjue o Governo
havia feito se nao litlha rea.-alo, em
consequencia dos rebeldes que ae havia
de latatJo contra o Presidente, irem adi-
anto com seus designios, passando a sus-
iK'nsa das garantas, aquelles que se t-
nho det-ligado do rebeldes vita da pio-
mtssa do Governo, ora fi -a\o Mig-ilos
eexpostos espada da lei, o que he nada
menos do que o Governo praiicar huma
pe filia para com < ficis em vista de sua p 1
i'
il


^r
-
DIARIO DBPERNAMSUCO.
D-se o artigo por discutido e posto
a votos he approvado por 61 votos, con-
tra 2 >.
Entra em discassaS o seguale:
t Art. 7 additivo. Fica auclorisado
o Gove no dentro do pra>o marcado no
ai ligo p'imeiro, pi>a amnistiar por Ti-
mes polticos conimettHos na dita Pro*
vin< ia, como e quando julg.ir conve-
liente.
O Snr. Borges declara ser o autor deste
artigo, mas nao concebidos como se a-
oba, tem a cor: eca5 de outro nobre Se-
nado''.
O Snr. Henriques de Resele declara
nao ter entrado na casa roa tencio de to-
mar parle na discos*i ; raais lem de
mostrar o seu desejo de ssber quaes os
motivos que o Governo lera* pararegai-
tar as cooce-ses da Assemblea que na-
da menos importa que a confiauca de
huma promessa q.iee'lefez ao Rio G an-
de do Sul, pan se maravilha de ver
que dous membros da admimslraca vo-
tarc contra o artigo, o qual ludavia pas-
sou......
O 3ni. Limpo de Abren Peco a pa-
la vi as.
O Snr. Henriques de Res-ende Em
firn, hum dos Sors. Mni*tros.ped>- a pi-
lavra o que nimio estimo porque espo-
ro bler inforroacSes sobreest tacto.
OS'. Limpo de Abren responde ao il-
lustre Deputado, que a razaS porque do-
us membros da adminisi tacad accab>5de
votar contra o artigo additivo offereci-.
do pelo Senado a Lei de su-pen-;. de
garantas, he a coherencia que o Gover-
no t orador declara ler votado na Gamara dos
Deputados a favor de-se artigo additivo ,
mas depois que hoje ouvio ao illustie
msea.hled Geral da' a nterpre-
taco auientica a esta emi-mda que elle
mesmo oflerecera ; nao pode deixar de
pronuuciar-se contra ella. Entenada q'
cssa emenda na5 f>e poda dar inliiligen-
cia ampia que o dlu-lre memhro oV'u.
Elle declarou que a redae.5 era m ; qoe
por ella pstava romprehendido na amnis-
ta o ebefe ou hum dos principis chefes
da n-b-.-li 5 do Rio Grande do Sol, Bento
Gonsalves. Ouvindo liuma tal proposi-
C 5 pronum i- poii.so qne sempre f--i intenc. do Gover-
no Mr cohetete as mecidas que adopta-
ra a re-p-lo da Provincia do Ro Gran
de do Sul.
O Sur. Borges --ente que se esteja em
discussaS ordinarias onde so se pode fallar
duasvesis; p i- pelo que acaba de ouvir
ao nobre Minis'ro do Imperio, podiria
terminar se e-ta sts a rom a discucao
entre elle e o nol>re Ministro. Maravi-
llia se di' todo qnanto nuvio parereu-Ihe
tudo novo Nota o nobre Ministro pres-
ci ustar as iniencSes de seu collega, o 8nr.
Ministro d-'JFasenda, o qne I he parece no-
vo ; n s*he como hum metobio da As-
semidea Geral pode avancar qoe outro
m- mi) o hade votar da mesma forma!
Outra couza que Ihe parece nova he o no-
bre Ministro d Imperio volar pela emen-
da na Gamara d<>8 Deputados e bojeem
A semhlea Gerl votar cunta ; eo que
dirs quando sonb rem que
a nova especie que appareceu, desde que
O ii' bre Vlinis'ro vot u na Cdinna dos
Deputados, e a .'e-sao de boje, fui a inter-
pretabas aulbenlica que dera o autor da
emenda ? .. Admira se elle, orador, que
Iium jurisconsulto dame iniei pretac.6
auiheutica aJiuma expliraca que de a
hum memoro da As-embl a Gr-ial ; sea
chamasse dontiinl ainda bem ; ma.au
theniica Qa m na5 sab qn- a ii.t-r-
prituc' aulbtntica he a que lade legal ? O orador l< mbi a que pelo
que lera no Jornal do Commeici o no-
bre MinUtio sustentara e volara pela e-
tnenda; mas poda lisong^ar-ce rouilo de
que US ra/e- queproduzia fieraS mu-
dar o no'-re Ministro de opiniao. Oque
ihama a nobre Mimbro inlerpretacaS au
til tilica n*5 o conheceu logo quando leu
o artigo? Parere-lhe que stm ; eporcon-
6tqu. ruia julga que outras for5 as taz5-
es que o nolire miui tro tev-r paia mudar
deopinid5; pap'ce-lhe i|Ue o nobre Mi -
ni tro uesta o. casio fui pmco tince-o; I
e di-ve ser franco, diien -lo era publico I
oes porque boie vota coaira a meo-
eque
a's ra
da.
O Snr. Henriqae* de R>>sende passa a
responder a alguns dos argumentos do Se
Limpo de Abren, e observa que o Che-
fe dos sediciosos do Rio Grande, huma
d s armas qtie empr<-gava era diser:
nao vos fe6 da amnista porque o Go-
verno n.16 teto attihuca5 de amnistiar ,
porque e-sa it'i iliuujo foi coartada ao
Governo p-la leda Regeni ia ; sua coa-
cessa depende da aprovaca da Assom-
blea Geral. De-gracadamenle be exac-
to o que dii a esse chefe, deque huma
tal promeca era huma illusa, porque o
Governo assim o quer. Q lisera que a
Assmb!ei Geral eximina-s" a coadu'ta
do Goven>; qual sera' a int tic. o do Co-
verno que leu lo promettdo hum* am-
nisjia sendo ella concedida pela Assetn-
blea Ceral, diseudo que nao lie precisa ?
Mas lalver. que isso diga por entender ,
der, quando, e romo Ihe parecer. O o-
rador corno ve que dosrtig-i em discus-
se vai autorisaca ao Goiemo, para am-
nistiar como e a quera quiser, nao po-
de votar por lal artigo rom quattto te-
nba votado pelo primeiro, tendo em
vista salvar a honra e dignidade do Go-
verno.
O Snr. Cornelio Franca responde a al-
pumas observat's apcesentadas pelo Sur.
Limpo de Abreu ; dt-c'ara que vota con-
tra o artigo por estar p<-r>uadido de q
o Governo nao piecisa de au(orsac<5 al-
guma, porque elle pode faser o que qui-
ser e tendo hum tal poder nao precisa
da dispozica do artigo para amnistiar
como e quando quser ; emesmo, al in-
di pendente dessa di-posicio, elle p de-
ria quando approvesse amnistiar ao Sur.
Lma.
O Snr. Souza e Oliveira nao sabe eo
facto que arcaba de appresent.-r-se dos
dous Snrs. Ministros votarnoi contra o ar-
tigo additivo, daria lugar a julgar o Go
verno perGdo, como qutm prometieu
a aainistia : mais ao minos d lugar a
presumir di parte dos Snrs. Ministros
hum artificio. Observa queosSrs. Mi-
ni-tros-como que escarmentados como que
acontecen rom a lei de 6 de Outu-
hro de i835, queiendo para o fue turo
evitar que sobe a adminslrac5 lecahia
as mesmss cen-U's que h>ja reeanhem
sobre o Snr. Ministro da Fasenda, de ter
feito por sua inllu ncia psssar e adop-
tar na Cmara dos Deputados esta de-gra-
gada lei ; lalvn receeso o Governo de i-
gual resultado, certo ao mesmo lempo do
tunpho que esperas'a desta votscaS ,
qoz uiar l.-lvez de alguin arlifii io ne.-te
caso i se tcd.via o oitificio nao he muilo
presumivel ; ao menos ha manifesia in-
consequencia, quando se atunde na luti-
lidode dos motivos c-m que o Sur. Mi-
nistro quit just'ficar a sua conducta e a
do seu nobre Collega. Nota que a sim-
ples confiaste do autor da>-nm/nda de
que nao estaVa b m redigida foi chama-
da pelo nobre M>tistro iuterpretaco au
ihentica.
O Snr. Senador Albuquerque pronun-
cia-se contra o artigo em discussa, por
hum ampio ai hiti io ao Governo de am-
nistiar como^quando quser ; admiia-e
muito que o Governo nao goste dede ; e
he de opiniio que o Coi po (.e^islativo fi-
xe liumpia-o. dentro do qual seja am-
nistiados aquelles que se apresentaiera ao
l'i e-i K nie da Provincia.
PERNAMBUCO.
GOVKRVO DA PROVIBCIA,
Expediente do dio. 10 de Dczembro.
OFFIUOS.
Ao Commandante das Armas cotamu-
nicand 1 Ihe que vai ser representado ao
Governo de S. M. o Imperador o engao
de troca e suspensa dos nomes do Ca-
pillo Antonio Manuel de Mesquita Pi-
mentel e do Cirurgia Francisco Jos do
Sacramento que nota na Provssa do
Conselbo Supremo Militar de 17 de Ou*
tubro p. p. ; n-6 devendo porem seme-
Ihan'e engao prejudicar aos de mais in-
dividuos deque trata a mecionada Pro*
visad.
Ao misino p o Tenente Coionel Instructer G ral das
Obras publicas o primeiro Tenente de
Artilharia Joa R:beiro Pessoa de Lacr-
ela a Qm de ser encat regado da Inspec-
ca imparcial das obra- da Estrada, e
Ponte dos Carvallio e E trada do Ge-
qni conforme requisita o mesmo Inspec-
tor Geral.
Ao Inspector da Thesouraria para
informar com os motivos porque ao Al-
feresMaooel Joaquina do Reg Brrelo se
deiiou d" pagar sold deste o anuo de
18a 1 #1827, e porque ora se Ih'o nao
tem paco a fitn de se responder ao Con-
selbo Supremo Militar que ordena se Ihe
remeta esclaieri metilos a respeilo.
Ao Inspector Geral das Obras pu-
blicas communicando-lbe que foi espedi-
da ordetn para Ihe ser apreseutadoo pri-
meiro Tenente de Attilhaiia Joio Ribeiro
Pessoa de Lacerda que requisitou em seu
olcio de 29 do passado Novembro para
encaregar-se da Inspecpad paicial daso-
bras da Estrada e Ponte dos Carvalhos, e
Estrada do Giqui.
Ao Inspector Geral das Obras Publi-
cas para entregar ao administradar da
Meen de Divetsas Rendas as Chavt-s da Ga-
za da Inspeccio do A'goi*5, e As-ucar
que em sen oflicio de g lo coi rente parle-
cipa est Ao Administrador da Mesa das Di
versas R-ndjs communicaodo-lbe a ordem
expedida pelo oficio antecedente e orde-
nando que ponha em exeouefo a lei
Provincial de 11 deJuuho, eRegulamen-
to de 3o de Selembro do corrente anno,
chamndoos Pren-ariosa Trapi> hetos pa-
o- etica 1 'regar do que Ihes impoem o Art.
28 do me-mo ReguUmento.
Ao Inspector do Ai seal de Marinha
participaodo-lbe pai e sua intelligencia e
exe.uco, que por A vito dea* de Otttu*
oro d> con ente anno foi dele minado qoe
d'ora em diante se nao admitto a bordo
dos Navios de Guerra Paqu. tes, e Tran-
|ioi tes as trocas n-> s dos Co>iimis-ario-,
e EUcfrvet nias anda das outras pesmas
encarregadas dos gneros, a effeitos da Fa*
zeuda excepto no raso recommendado pelo
A-t. 5. 3 Capitulo3.a do Regiment
Piovini ional.
Depois de fallarem os Snrs. (ampo de
Ab eu, pa>a explicar se, e o Sur. Souza
e Ouera para responder ao Snr. Mi-
mst-o, julga-se cmi luida a iliscussa e
posto o artigo additivo* a < olaea he re*
piuVado leimindo soineute 19 volos a
favor.
O Snr. 1. Secretario partecipa a As-
semblea Geial, que o Sur. Senador Jos
Joaquina de Caivalho, e o Sur. Depulado
Pai'anhos por imommodos nao pud-rao
compadecer a sessa : fioa a Assemblea iu-
teirada.
Depois de lida e approv>da a arta d-
Asseniblea Ceial, o Sur. Presidente a lea
vanta.
DIVERSAS REPARTIC02NS.
ALFANDKGA DAS FaENDAS.
O Brigue Sardo, Cvalo Marmho, vin-
do d Monte Video, entrada em 9 do cor-
1 dita com aceite. 1 fardo com couros, 3
ditos com ditos de lustro, 1100 barricas
com tariaba. 1 ssecca com farrellos,
lao caixas coro queijos, no barricas com
alvaiade,[6 ditas com Sei veja,5 caixas coas
peanas, irnos lacre, e papel, 18 bar-
ricas com goma.
O Brigue Sueco, Birger Jar!, vindo de
Lisboa, entrado em 7 do corrente, Cap.
ta Petter Olaf Astrom, consignado a Tho-
mas de Aquiao Fonceca.
Manifestou o seguinte :
60. pipas com vinagre, lo meias ditas
comdilo, 20 ditas com vinbo, 5 banis
com dito, 3o saccas com perneas, i54 pe-
dias de contara, 4 bahus com calsado, 6
caixas com dito, 1 caixote com sedas 6
barricas com drogas, 1 caixa com ditas,
1 caixao com iivros 5o barricas com la-
loha, 20 anas rom al pista, 7 bani-cotn
azeite doce, 3 quart lias com dito, 5 cai-
xas com barretinas, 3 ditas com marmella-
da, 16 barucas com potassa 13y moyos
de sal. /
Fora do Manifest. {
3 canastras com fi actas, 1 caixote com
doce.
A Po'a'-a Sarda N. Sra. do Carmo
vinda da Malaga entrada era 10 do cor-
rente Capita Joa Cheape consignada
a Joa Pinto de Lemos.
Manifestou o seguinte :
764 barricas com farinba, 60 pprscom
vinbo, 3o bar is com dito, 5o dnos com
agoardente 400 caixas com vinbo engar-
rafado 7o banis com seite 2oo jorr-
is com dito, 200 caixas com enxofre, 75
ditas com mann, 1 dita com sabio, 11
ditas com figuras de barro 2 ditas com
quodros, 1 dita com vi di os \oo ditas
com passas, 4" meias ditas com ditos 5o
caixas com aiueixas, 3o bairis com 6gos ,
20 saccas com amendoas, 6 lardos com fio
4 > 1 esleas de alhos, i5bnicas com ai-
pista 1 meia dita com dita.
Fora do Manifest.
1 caixa com fasendss 6 ditas coa car-
ta de jogar 3 ditas com bixas.
MUZA DAS DIVBHSAfl RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 253.
rente; Captad Francisco Dodeio, ; Con-
signado a Adolfo *iliramm.
Manifestou o seguinte ;

a466" Quintaes de carne Secca, 6 bar-
lificoui sebo, 86 anobas des>bxem rama,
pei-j de Monte vdeo, 2 caixas Coro fian-
jas.
O Bigue Beig. Con tinte, vindo de An-
tuerpia, Entrado-m 7 do corrente, Ca-
pit- Arivan Scbe, Consig.-udo a N. Ott
Bichar. & C----------
Manifestou o se seguate :
179 barricas com ferragem, 102 cai-
xas com dita, 293 ditas cora vidros, i3
diUs com pedi'j, I dita coui lasen Jas,
CRRllO.
O Pataxo Horacio, sai para a Baha no
dia iG do corrente.
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA
4/ SessaS ordinaria de iS de Oulu*
biode i836.
Pr.sidencia do Sr. Barros Falca5.
Comparecern os Senhores Guedc,
Xavier Passos e Albuquerque fal-
tando com cauza os Senhoies Oliveira,
Roselles, Azevedo, e Padre Pereira.
Abarla a Ses-a e lda a Acia da antece-
dente loi appruvada ; O Secie'ai io dan-
do ronta do ExpeJiente, mencionou o
Odiaos seguales :
UmdoEKro. Presidente da Provincia,
la-.en do scienle que a companhia da Po-
voaciS de Bebiribe resolver unilla 0
Batalhad deG. Nacionaes do Poco da Pa-
nella : iuteirada.
Outro do D iuIoi- N-jno de Ayque d'A-
vellos Aunes de Brito Ingbz, part cpm-
tto que a na prxima seguinte Legislatura, que co-
mees em i837 : inteiradida.
Outro do Fiscal da Freguesia do Po-
co da Panella representando que na5 p-
dente auudir a todo o servico de G. Na-
cional, exiga desta Cmara que levasse
ao coahecimenlo do mesmo Exm. Piesi-


-"-
dente a lira de que o mandasse dispensar
do roesrno sei vico ; exreto das revistas,
paradas ge raes : inteirada ; e deliberoo
levar a sua peiic5 ao Excellentiasimo
Presidente.
fiesta Sessa ccmpsrcceu o Procurador
eapresentou as coritas do Trimestre de
Muco, as quaes feral remetidas a Coma*
saSdosSnrs. Barios FalcaS, e Azevedo
para interporem o seu parecer.
A ('amara avaliou cada urna caada
nova das agoas ardentes de Producca
Brasil.-ira ueste Semestre, que termina em
Desembro pelo piteo de aoo$rs. e que
se afixasstm Editaes para o indicado
fim.
Dirigi outro sim huma Representaban
40 Piesidente da Provincia a fim, de con-
servar o actual Corum.n Jante das Ai mas
no Governo.
Ap^recerad varios reqnerimentos de
paites, e por ser dado a hora o Senhor
presidente levantou a Sessa5, e li/. esta
Acta em que assiguar;-5. E eu Joaquina
Higino de Molta Silveira, Secretario es-
tirino o escrevi. Hircos Falca, Presi-
denta, Guedes, Xavier, Aibuquerque, e
Passos.
DIAKIODEPERNAMBUCO.
5
is que tinbaS roubado na povoacaS deste
ponto eastendas dos Caciques \i Bornea-
dos.
EXTERIOR.
Ao Exm. Sr. Govemador e Capillo
General da Provincia Nosso Illuslre Res-
taurador da Le Brigadeiro General D.
Joio Manoel de Rozas. Pontas do Ai -
roto Tapalqueacima Uululiro i. de 1836
armo 27 da Liheiaade 2I da independen-
cia, e 7 da Confederado Argentina.
Exm. Senhor. O chele que esta subs-
creve tem amaior sati.->f..cio em participar
a V- Ex. qi.ena madrugada d'este da re-
ceboavisu dos Indios m jgos, disperso de
1.1 sido sin prtrundido o Canto de Tapal-
que, e todas as t>uas tendas situadas no Ar-
r. y.), e sims immediace- por huma di vi -
lo de Indios inimigos Chilenos Bocogas ,
que atavio roubando as sua-. cavalbadas ,
fazendas e levando-1hesas familias.
Iinraciiatamente fiz montar a diviz >
do meu accidental commaodo coaipoj-ta
dos Esquad'e* de Carabineiros d>>s Regi-
mentos N. 3 e 6 de Catnpanha e a-
compnhado de alguna Indios amigos cm-
prehendi a minha marcha. L go que me
aproximai aoa inimigos carregaiio-me rom
a maior intiepidez (animados s-m duvida
pelo 111 mentaneo triumpho que tindo
oulido com a -ui pieza oVtruicio dos In-
dios am'gos e coi. lio de numerosas familias,
e fazendas de todas as clases ) a pontos de
rechassar me parle do esquadiio de 3 pe-
lo que mand i formar quadrado com o es-
qoadrio de numero 6 s ordena do Com-
iii.m lanit- O. Manoel delCaimen Garca ,
* parte do 3o dividindo o resto desfr em
tres fortes guerilhas pelo fl meo diieitoao
mando do Sargento Mor, D. Ramn IVlaz
za epela e-querda os Indios amigos com-
mandados e capitaneados" pelo Majar gra-
duado D. Eugenio Bento pelo Cacique
Painan, Cacique Vicente Guenhigual ,
Nicacio e o filho maisavelho do Cacique
Cu tri.
Os inimigosresitiiocom intrepidez i
repetidas cargas das ti es fortes guenilhjs
indicadas, pelo e-paco de dua- e meia a
're. horas s< m cederis o campo ate que
por u timo foio recbassados perseguidos
e cutilados em distancia de sete legoas na
diiecc-ad do Sudoes'e ; poira attmdendo
ao 11 ui pezado do campo pelas muitas cliu-
?as e ao minio que trabalharaS as calha-
d.seessei de p rs-guir bu-n re>to He cen-
to e lautos, que em varias dir -ces fugi-
A nossa perda consiste em ter sido era.
vemente ferido o meu Ajudante D. Jo6
Pablo Albornos e levemente o Capita D.
| Jos Morales e contuzojo Tenente gradua-
do D. Mariano Soto, moitos fintee seis
soldados e vinte e nove feridos.
Ao concluir esta parte be do deverdoq'
firma recommenda consideraca de V.
Ex. o bom comportan* nto militar que li-
Terafi na accaS o Tenente C ronel D. Ma-
noel del Carmen Garca, Sargento Mor
D. Ramn Mazza o Major Graduado.D.
Eugenio Bustos hena como todos os 0IF1-
ciaes da Divisa entregue por V. Ex. su
minhas ordons.
Dos Guaude a V.JFx. muitos annos
Pedro Ramos.
Pelas noticias de Texas consta que o Go-
verno estabelecido em aquella Provincia
tinha celebrado huma convenci com o
Ceneral Presidente Santann*. seu prisi-
onero e que era viitude della se acluva
e-te embarcado com defino a Vera-Cruz
com o tira de alcancar a ractificacio do
Governo interino do Mxico ; mas nos
momentos^ de preparar-se a embarcacio
para dar vella receheo se a u< ticia de
que o Congresso e o Governo d'-aquella
Repblica achvio-se resollidos a prosse-
gulr na guerra com ardor pira cujo fim
se levantis hum xercito de l5,ooo ho-
mens : em conseqoencia do que se impe-
dio a.-ahida do General Sant.nna sugeitan-
do-o novamente co^dicio de piisioueiio
de gueira.
1-------------------- -------- *-*
espaoridos e a huma grande dislanca
indo em sua persegoicao o Ca iq e Ni-
taeio de cujo resultado daiei parte a V.
lix. logo que este se tu reun.
O esultado de.-ta accaf ficaiem no
campo morios segundo se vio e conheci-
menio se tomou mais d" lentos ludios ; ter-
e-lhes lomado oitocenlos a novecentos
cavallos ; tolas as suas laucase a cornata
d Cacique Alan rouhei-da p<-lo M>jor
asta que Iba dera oa Serra bem como
l'das as familia de Cati ic Amep.m Ni-
eacio Quinliignal, Tani>nteg Cumguan-
quin e oulros, e con-ideravel numero de
("becas de gado cavallar muar vacura
e I nigero a estes pe tenerntes e tudo o ma>
As ultimas noticias dos Estados Unidos
dizem que o Congresso tinha encerrado as
suas seses, e antes de separareis-se as
Cmaras tinbio sanecionado as propestas
de suas respeclivi-s commisses de nego-
cios estrangeiros entregando discripcao
do Presdeme da Repblica o reconheci-
ment da Independencia de Texas. -- As
tiopas do Govemo acompanbadas dos in-
digtnas amigos tinbio alcangado varios
triumpbos sobre os indios sublevados ,
muitos dos quaes se tinbaS rendido, e
anda que continuava5 as hostilidades es-
perava se que n- tardara a concluir-se a
cufftip inha de hum modo favoiavd futu-
ra tranquillidade permanente do paiz. Sa-
gundo a noticias de Texas huma divisio
ds Fo.c.-s Mexicanas too posta de 7,000
homensempiehendeo a sua marcha deMa*
tamorascom o fim de invadir novamente
Ttxas. Ao rereber e>ta noticia o General
pmrhele das Ti opas Txanas reliocedo
da posieio em giosar o seu exeicito, o qual ci ia-se que,
com o novo reci ularoi tito decretado de
todos ns homens desde a idade de 16 an-
nos t a de 5 >, e as numerosas pai tidas
de voluntarios, que se apresenluvio dos
Estados Unidos em breve montara a 9,000
homens. Nos Estados Unid >s seguia-sea
fttr suhsciipcSes paia enviar sorrorios
aosTexianos, poicm em alguns pontos ,
como succedeo ltimamente em New Or-
leans, 09 individuos nomeados pela- Jun-
tas publicas celebradas para este elRilo,
para correrem com a administraran dos
lundos as-im reunidos linhio-sa iecu/,a-
do a servir, expondo que julgavo con-
sentindo ni nenii ,ilid*de dos E-da ios Unidos e a invio-
lablidade da f dos Tratados e dai iio lugar
a recia i'aies que podei i resultar em
huma guerra entra o Estados Unidos e o
Mxico. ( Gazeta Mercantil. )
Mas foro dotados da rooralidade que faz
succeder o impen'o do direito ao impeiio
da forca e niesmo que pe esta na depen-
dencia do outro : dahi na.-ce a igualdade
que he a base, e condicio Dereamria da
ordera social dahi nasce tambem a liber-
dade que s opera nos I.miles do direito.
Ha outro gene 1 o de desjgualdade a
qual he independenle da legislacio eque
nada deve destruir cu enfraquecer que
he a lonte da perfei tibiiidade da expe en-
ca do homem e de todas as superiorida-
des sociaes legitimas; a desigualdade dos
talentos e das virtudes.
Todo o ^y^tema da legislacio rrduz-se
por tanto a consagiar aulhoridade do di-
reito sobre a forca, a favoiecer o desenrol-
vmento das potencias iotellectuaes e mo-
raes. Nao se pudendo deter o vo dos
talentos, sem condemnaros homens bar-
haridade a industria deve gozar de li-
berdade plena : dahi a desigualdade das
riquezas desigualdade inevitavel na-
cessaiia mas que podendo servir da ins-
trumento forca co deve ser contada
por cousa alguma diante do direito ou
^!an.fe ^a ''' 1ue ne a consagiaco de
direito. As virtudes mesmas poderiioser
empregadas no strvifo da forca e tor-
u*rejn-se mei de oppressio ; mas que di-
go...
Se a forca ou a riqueza usurpo o poder,
I he que a legislacio he viciosa e n5o tende
a fazer triumphar o principio moral o
direito. Kunca a tyrannia se eslabelecei
entie homens virtuosos porquanto, co-
mo bem se ha notado nao .-ao os tyran
nos que fazem os esciavos mas sim os es-
cravas que fazem os lyranno-. Islo res-
ponde ao pensamenlo de Rousseau ne-
nhum cidadio deve ser bast.-nte opulento
para poder comprar a outro e nenhum
ba-tante pobre par ser constrangido a
venderse. N'hum Estado aonde a igual-
dade de direito he o piincipio eo fim da le-
gislacio podero hav.-r cidadios opulen-
tos, mas nao os havei toaviltados que
sejio constrangidos a vender se ; porqua a-
onde ha igualdade dedireiios, ha difinida*
de do homem em lacio prosperidade.
Que as Id- civis tendi a igualar as fortu-
nas he -ero duvida esse hum dos resulta-
dos a que deve propor-aa toda a boa legis-
lacio ; por quanto a forca das ecu-as ten-
de sempre a destruir a igua'.dade e a de-
sigualdade rxcessira lende da sua parle a
destruir a liberdade. Porem pertender
que se rilo devem s ff er homens opulen-
tos be destruir a liherdade ; e a mesma
igoaldade dedireitos. No sio as fortunas
(po cu o. fire limitar; he a miseria ea
ror>upcio que convem impedir. A Legis-
lacio pode e di-ve locar essa meta : toca-a
velando na coi-ervucao dos costumes p-
blicos protegen.lo igualmente os ti> eilos
de todos, regulando as herancas segundo
a ju-tica que he fjvoravel diviso das
pi osperid des concedendo consideracio
e importancia s luzes protegendo as le
encas, as ai tes, a indu-tria, otomrocr-
ci<>, e piolubindo qualquer especie de mo-
nopolio.
( Torornbert. )
Porque signaos se poder conbecer a
moraldade de hum lidalgo improvisado ?
Por hum grande nume. o de seges sua
porta ? Pelo lustre das novas libis de
seus criados, e por sua iosolencia? E*-
tes indicios se achio quasi sempre icuui-
dos, ambos sao inlliveis. Qnantu es-
sas seges ellas esperio alguns de-*es que oas-
ci ios da cortesios apreodeiio dellea, ase
arrastar sem corar e inclinar-se diaria-
mente peante o planeta que t elleva.
Respeito oioulhota criad -ge que encon-
tris nao liqueis surpreendidos de seu a-
treviiaento; como queris vos q'ie este
homens se nao creiio alguma cousa i Elles
sabara a histoiia de seu anno. s
( Tiduzido. )
Suspens^ de Juizo.
*
Desde que ha Liberdade de Imprensa
he moda atacar os indiduos Estes no
leguinta correio vena sempre com a mo-
da deque o Publico suspenda o seu Ju-
no Pede-se que tenha compaixa do
Senhor Puiko que na5 pode ter o seu
Juiso suspenso tanto lempo.
Petiscos.
Em queseptrece a Caita Constituyo-
nal com as Fregideiras de Brago ? Em
que quasi tudo he folhado.
Que he ito de Imprensa livre ? He
huma licenca que se da para os tolos, e
os perversos mpi miierao que Jhes vem
a cabeca.
Em que se parecem os Peridicos una
cora os outros Em que todos te dizem
independei.tes e acreditados.
Suscitau se huma questaS na Cmara '
baixa sobre a distancia em que eslava o
mar alto.' Parece que fui remedida a
huma Commiasa5 deTuba>5es.
( Do Ariilheiro.)
( Do Paquete d > Rio. )
AVIZOS PARTICULARES.
( Do Paquete do Rio. )
MMl
VARIEDADES.
Das Desigualdades necesarias e daquel-
las que curfpre'-Bvitar.
()< bomens sendo desiguaes em forpa ,
n> have'ia nem O'dem moral, nem or-
dein social p >s- i vel se ficassem sub-
metiidos aos effeitos de-sa desigualdade :
nviriicomo a maior paite dos animaes.
O cpirito de parte ligs entre si os ho-
mens pelo interes-e de hum odio com-
miim n:0 por eslima, ou sympatia do
rorfcio, e apagando as afieic-s que ex-
isiem u'alma a ellas suhs'itue lacos j-
menle formados pelas relaces t'e opiuiio.
Agradece-se menos o que outrem l vos, do que por vossa causa. Ter-vos sal-
vado a vida lem muito menos preco do que
pen.-ar como pensis ; e por buna lei
singular relagSe-. de alli-icio e nconheci-
mento s se estabelecem entre pessoas do
inesmo credo. O limite da propria opi-
niao lie tambem o dos devere-i; e se al
guma vez socconos se lecebem de homem
do partido oppo-to paVece que com elle
e-t quebrada a conratei nidaUe humana ,
e que o s*rvico prestado he hum acaso
quecumpre inleiramente separar de quera
I he deu causa. As qualidades superiores
do homem que professa Ji/T- rente religiio
poltica nao podem por seos adversarios
ser enumeradas ; mas o. ei ros, mas os di-
mes meamos dos que partilhio fusta opi-
nio nunca d'elles os de lacio. ( Stid.)
Jote Antonio Correia, mora na ra da
Sanzalla velba reGnacso de assucar 11. 3o.
*ry Queni precisar de um Brazileiro
de 50 anuos de idade, sabe, ler, escrever e
acha-se desembaracado de famila, enlende
bem de venda de 11 mi hados, e Sabe resillar
ogoas-ardentes de todas as qualidades e
roesrno licores: quera quiser se re> vir de
seo prostimo anda menino para qualquer
armasem, annuncie para sev pro urado.
$3p Piecisase de um homem Portu-
gus ou de outra qualquer Naci e.-tcangei-
1 a para feitor de um sitio na passigem da
Magdalena ; a fallar na ra do Colovello
D. 10.
X5*m Prccisa-sealugar urna casa terrea
coro quintal, e cmodos para inoradla nos
trez bairros cora lano que seja em 1 ua de
comercio, cu entrada e sabida de Sertane-
jos e matulos: quem liver para este fim
piocure na Botica do Snc Paxeco na ra
da cadeia que ahi s lie quem pertende
at mesno d-sc urna gratificacio a quem
a de-cabrir.
f^,y O Portugus, que se offereceo
p bri^ando-se a servir um van g ali- ou
em sua falta outro qualquer que se
pioponha ao dito servito, pode dirigir se
a ra da Penhs ao lado diitito da Igreja ,
sobrado D. 10.
te9 O abaixo as ignado avisa ao res-
peitavel publico que pessoa algoraa faca
negocio com a viuva do lalescido Joze Fe-
li, Rila Mara Pe eir de Bastos, sobre um
nmleque cri uilo de neme Joze, pois do
filho da dita Rita Mai ia.
Antonio Martinano Vandeilei.
Continua-se a vender capim de
p| nta a 320 res a a< roub. : na ra do Sol,
as-im cerno s? loma inais alguma fn guezia
para pagar conforme se aju-lai.
^gr Nesta piaca deseja se fallar ao Sr.
Joze Antonio Concia, cazado com a Se-
nboia Joaquiaa Maiia de Jezus, a negocio



DIARIO DE PE RMAMBUCO.
de ambos, queira por esta Diaria atyiunci-
irisuamouHa para se the fallar.
. iair O abaixo assigtiado rcga pela se-
gunda vet aos Sms. que Ihe sao devedorea,
(como j fez ver eeu o Diario de 2i de
Ootuluo) hajao de Ihe mandarria pagar
ti* diminuta qu.-nti.ts, d<> contrario pas-
sarfo pelo denosto de verem seos nomes,
publicado*.
Joze Luiz Guaico.
jty Aluga-se um sobrado de dois an-
dares nofiairro de Sanio Antonio que so-
ja bstanle fiesco : quem o tiver anuuncie
por esta f-lha para ser procurado. ^
%rlr* Quem annunciou no Diario de
Sabbado quere dai 350$ reis a premio de
um e niiiu porceutoaj mea coro ascendi-
eres declarada) annuncie onde se dte
tiaetar para ser piocuralo.
^ry Pieeisa-se de urna mulhervelha de
40 a 50 annos, para estar em companhia de
urna familia: ua Boa-vista beco do Veras
no sobrado novo para se tractor do seo a-
juste.
fjqp Quem quizer dar diariamente
capim para trex cavados, din'ja-ss a
rna da Aurora stimo sobrado que acha-
ra com quem tractar.
jr^ Dez* ja-se fallar com grande pre-
cilo ou ao Sor. Ignacio lo/.e Pestaa,
ou ao Sr. Joze Berto Po beco a neg i" de
seus ioteresses queirio por este Uiaiio
diclararem as suas moradas pira 9e Ihe
fallar.
ay Quera precisar de uma mulher
para todo xervieo d'um caza de portal
a dentro sendo bomem lolteiro procure
jias cinco ponas casa D. 36 cujo seis es-
t apagado coro cal.
y Braz Vlarcellino do Sacramento,
avisa ao publico que por motivo passar
de boje em diante a a>siguar-s por
Braz Goncalves Dinit.
jny Quem quiser mandar criar algu-
ma criancade lene crn lodo tractam-nto
em casa particular, dirija-t>e a ra deOr-
. tas sobrado D. 47.
^ry Quem quiser dar dois contos de
rebapie uio de um e meio por cent ao
me, om hipoteca empiedio livre, e des-
embarcado; annuncie.
*y Quem quer dar 350$ res a pre-
mio annuncie a sua morada, ou dirija-te
ao paleo .10 Carmo, sahindo do Carino a
d reita D. 4.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
Segu viagem com toda a brevidade o
Brigue R< cha Capitio fofo Franci-co :
quem no mesmo quiser carregar ou ir de
passagem, diriji-se a Gaudioo Agostinho
de Barros, ou ao Capitio ab >rdo.
Para-Montevideo
Mp Sabe com brevidade o Brigue A-
meiicano Rjze, forrado e cavihado de
cobre, pode receber 100 barricas fete,
assim corooalgins pa-sageiros : os perteu-
dentesdiiijio-se L. G. fc'trreira & Mans-
fiald.
NAVIO A FRETE.
Freta-se o novo e bem construido Bri-
gue Irlandez Iiish (#'<*{ quero perlender
Oirija-ae aos seo* consignatarios Diogo
Cot'ksh .li&Comp., ra do Trapixe no-
vo a. i4.
COMPRAS.
Quem I ver um cavallo bem libe1 al ero
puxar cn inno, e o queira Vender, ou tro*
car po outio, annuncie, ou procure a Bo
tica do Braulio na Praca da Boavi\la.
yy TJm livto deSaluslio em latim em
bom uz<: quem o tiver annuncie, ou fal-
le no Beto do Ptiie f VENDAS.
Uma barretina aparelhada para G. N.
do a. Batalhto, por pieco cmodo: na
ra do Cabug D. 5.
yy No armasen de capim da ra no-
va ptrto da ponte da Boa vista continoa-se
a vender capim a 32o rs. cada huin fei-
xe de arroba,) e rogase encarecidamente
a qual pessoa', a quem Ihe for vendido por
roaior pnco publique pelo Daro, a fim
de sedar as providencias uece.-sirias a lal
respeito.
ajatJ* Uma canoa de carreira com 3 >
palmos de.enmprido, equatro de largo,
nova, prop'ia para carreg>r 6 a 8 peno*
as: no porto das canoas venda defronte
dotelheiioa filar com Manoel Antonio
da Silva.
/y Bias muito boas, grandes e ne-
qu< nas, e preco cmodo : na ra do Ro-
sario Botica de Joa5 rereira d Silvveira.
jry Uma canana, eum penacho de pe-
na de gallo : na ra do Livramento loja
de como dejse Aponario.
fcy Uma crioulla de aa a 23 annos ,
muito robusta, cosinba o diario de uma
ca7a lava de varrella, e ensaboa engo-
ma lizo : antes de % gar ao bero do maris-
co sobrado D. l3, I. andar.
ry Doceem calda, de peras, deRnja,
de pessego, de amt-ixas, superiores hce-
las de marmlada de4, a, I'/ ubra- ,n.ll
r liega do oltimamrn'e de Li>boas : paios
presuntos, tourinho de Lislioa, vinho dito
e doroilo, eoutios muito geueos, por
preco imis cmodo do que em outraqual-
qner parte: no atierro da B"a-vi-ta D.
31 ven-la de Manuel Francisco Lg' ^ry* Cadeiras, e bancas deangico do
milhor gosto p*.ssvel por preco muito c-
modo : na lja de trastes na roa estreita do
Rosario ronfionte o beco da Larangeira.
CP" Um cavallo ptimo, b raneo, bem
gordo, de boa figura, e muito esquipdr
e rarregador, por preco cmodo. Vende
se porter o dono de retirar-se: na ra da
Cruz n. 57.
y Urna p'.rcio de barricas rabias que
forio de farinha de trigo: na Boa-vta
beco d< Veras nos'brado novo.
^py Uma negra de bonita figura, co-
zv, engoma, cosinba e sabe tractar de me-
ninos; na ra do Crespo D. 5, 3 andar.
ypgT Uma bonita canoa de cari eir com
3 palmos de cumprido, mu'to *in, carre-
ga 5 a 8 pessoas, e tem perto de 3 palmos
de boca : na ra do Cubug ao p doSnr.
Bn.deira, se dir quem vende por preco
como lo, eamesmacauoa se acha dtfron-
te do Trem.
^y Uma casa nova quase acabada, e
Iret terrenos pegados, chaos proprios, li-
vre e deembaracada : a fallar na mesraa
casa sita na ra Ha Trem pe lado do poen-
te no p'.rio do mesmo muro c >rredor do
sobrado novo da fabrica do rap.
hy Excellenteschapeo8 de castor, di-
tos de ina-sa Bnos, por preco cmodo .' na
(abrica nova unto a cadeia D. 1.
ey Urna molata de Hade 50 annos,
de muito boa conduela por a60$ reis li-
vres de sia ; a dita escrava tem algumas
hab lid. de^, e a roais excellente, he a de
saber resir a doutrina chn-i, e por is o
oropria para encinar a pelos no vos, e a
meninos; a vi>t (*% f: na loja nova de
Manoel Fian co da Silva.
ly Giammatica franceza theorica, e
pratica. pr Monieverd^em broxura. Lri-
cas de H .rario Ird'lu-idas em verso pji tu-
guez por Elpiuo Duriense era broxura,
Lgica de Coelhoem PortUue*, e Concilio
de Tiento sendo latim de uma banda, e
poctuguei de eutra, e outros muilos livro.-.:
na ra das Flores casa ultima ao p da Ty
pogra6a Fidedigna.
fcy No atierro da Boa-vista D. i5 ba
para vender as seguidles fa.-endas vindas
de Lisboa prximamente: um epelho
grande, e banca com pedra ; banca dejo-
go, um leito grande, doze cadeiras, e ca-
map, ura realejo com cinco selindros
muito bons, e com pecs muilo moder-
nas, paineis, meias cortas de linho, pt-
d'-as para p em simade p pira escritorio, endieiros de bomba, car-
tei.a, relojo de ouro com lepetivio, e cor-
rentes de bom ouro, orchala em frascos
de folha com quatro libras, livros, vinho
beanco de vanas qualidades, proprio para
engai rifar, em barril de seia medidas.
S. bolas a 320 reis o rento, e mo-
Iho a 800 reis : o armasern de Joze Luiz
Goncalves, ou a fallar com sunoul Ferrti-
ra da Silva Ramos.
qa Um molatinho de idade de doze
anoos, bonita figura, sem vicio nem moles-
tia, proprio para pagem, ou aprender
qualquefcfficio : na ra Nora venda da
esquina D. i. .,
j^ Superiores selim ingleses, bridas
de ferro polido, bons estribos da I tio, r-
palos e bolinsfiancezes para bomem, di-
tos para senhoras, e meninas, bi/erro de
lustro proprio para calcado, por preco c-
modo : na loja Franceza do largo do Livra-
mento.
*^- Por preco muito comroodo os se-
guinles livros em bom uzoAs obras de
D.Quixoteem Hespmhol 6 volumes, Bre
viariod histoiia Romana i vol. a." e L"
tomo das carta de uma Miy seu hlho,
a t mo do Diccionario Theologico, Ser*
m5es Paneeyricos, c- moraes i vol. Gatica-
nia i vol., Pecador convertido i vol., Bre-
viario R< roano i vol., Novo methodo de
grammalica latina devidido em a partes
i vol., a.8 tomo do Diabo Couxo, 4 ,0~
mo da Historia de Portugal, 5. tomo das
obras de CamSes; em a ra da Praia, ser-
rara junto ao tanque d'agoa.
Tjry Umescriptorio de Jacaranda mo-
darno, era muito b >m uzo, com guarda
roupa, e guarda livros e vidracado, ohra
doroi lo por prego cmodo: na ra de San-
la Bita nova casa D. l8, do lado do M-
cente.
tjcy Uma parelha de negros serradores,
e canoeiiose um u'clles ptimo olheiro;
mocos, robustos, e sem vicios, e tambera
se vende cada um de per* ; advetint-
se aos compradores, que se vendem por te-
rem declarado nao quererem servir ao ac-
ctualSnr.; na mesma casa cima.
y Un faqueiio do caixa de madeira
fina envernisada com 24 fCi de cabo de
prata, a4 gaifos, e a4 culheres, gaifo, e
facas de trinchar, e de tirar peix", e co-
Iheresde tirar soopa, e arroz, e a{ colhe-
res para cha com as mais pessas necessai ias,
assim como oulras obras de prala fe-ta
no porto; ricas raixas de charlo cm fi-
chas de madreperola para o |ogo de Vol-
larele, e uma esleir de sala de palha fina
feila em Lisboa, tudo de muito bom g**-J><
Garrafas do *erdadeiro Rob anti lipnillli
que de Laffecteur, e vid ros de agoa das
caldas da Rainha : no lrgo da Piaca da
Boa-vista, rasa D. a.
ey Uma porc.au de argaas de su-
perior qualide chegadas proxiinamente
de Li-boa : quero as p>-rlender dirjase a
ra Nova Ol>rado D. a2 ,g onde achara
com quem tratar.
ALUGUEIS.
Aluga-se parapassar a festa uma
casa, no lugar da Caza-Forte, com bons
cmodos para familia pequea, a qual bas-
tante fresca por ficar pi-rto do rio, pelo la-
do do nascente, remito limpa, e envidraca-
da, com duas \an lias, e uma porta na fen-
te, cercado, e boa cacimba e tanque : os
pertendent'S dirijo-se ao sitio dos arcos,
no mesroo lugar da Caza-Po'lp, que all
achaiiocom quem tractar de seu aluguel.
ARRENDAMIENTO.
Arrenda-se uma casa terrea recentemen-
te,e cora muilo asseio acabada sita na rus
Nova, que vai para a Trompe: quema qui-
zer arrendar falle com Joio Sebastio Pe-
reti id sua casa no pateo de Santa Cruz.
I
PERDAS.
Pcrdeu se dentro do Recife, no da 10
do crtente Deiembro uma fivella de pra-
ta de suspensorio; quem a hWf adiado, e
quier restituir, leve-a ra da Cruz n. 57,
>.." andar, quesera recompensado.
FURTO.
Furtou-se um anello de ouro lavrado
que tem de pezo 4 oitavas e |8 grios, o
qualsup6e-se ter sido furtado por un ne-
gro ganhad>r do gentio da Costa : a pes-
soa que souber ou a quem for offeiecido
ha ja de o aprehender que levando na ra
da Cruz o. 27, recebar as alviciras.
ESCRAVOS FGIDOS.
Do Engenho Caxoeirs junto a Villa de
Goianna fugiro dois pretos uro por
nome Miguel de idade de 20 annos, bem
parecido, e outro chamado Domio da
mema idade e com a mesma apparen-
cia ; ha notidia queao p do Aracaly :
os aprebendedores levem nos ao dito En-
genho Caxoeira ou 110 Recife a caza de
Joze Antonio Alves da Silva morador na
Boa-vista, queseiio generosamente re-
compensados.
ey Antonio, naci raocambique, esta-
tura mais que o ordinaria, cara icdondi,
beicos grocos, boca grande, nariz gropo,
bons den tes, pequeos talhos nas fon tes
(ignaes da afio) olhos amortecidos, pouca
barba esobre ovasio direito tem duas mar-
ca--, ou sicalrizes queparecem ter sido fei-
lascom fugo, e falla lobem portugus que
parece caioulo; oflicial de carniceii o : o-
ferecese 20^ reis a quem o aprehender e
entregar a Manuel Bizerra Cavalcante de
Albuquerque na ra do Coliegio D. 2, ou
na ra do Queimadoem Casa do fallescido
Paula Pinto.
ty" O abaixo assignado faz scienta
ao publico, que apparecendo em quaU
qner destriclo desla Provincia um crilo
de nome Luiz de idade 5o annos b>i-
xo grosso cara redonda nariz chato ,
c m um dedo da ma direita cortado ,
pes apa! helados, dado a bel)'dice, Coro,
utlicio de serrador, n*5 apiesentando
carta -ua pela qual cnils andar era seu
servico, pode ser preso, por estar fgi-
do; poiqoanto dilo t-scravo costuroa au-
y.eniar se de casa, intitulaudo-se fono e
t mando o nome de Luiz Antonio Van-
guarda pelo qual he bem conh-eido. lio-
ga.se p>is a >* Srs. Officiaes de Polica e
os aprebendedores se o encontraren!
assim regando, haj-5 de o remttier, ou
conducir a casa do anunciante, de quem
elle he escravo morador na Villa de S.
Autad, onda sera5 bem recompensados.
Lourenco Csrneiro da Silva.
Taboat das mart cheias no Pono d
PcmambuCo,
5-Segunda | iO'i. 6 m
- 6-T: 5 iO-54 a.
9 7-Q: * 11 4 a
^ 8-Q: - 0-30 M
)S: 510-S: - 1-18 2 6 N
11D: j a-54 a
Man."
Tarde
NOTICIA AMTIatAB.yggjg
Navio entrado no da 10.
Costa doXili; 5g me*e<; Baliera Ame-
ricana Baiquecora, Cap. Eheneso Aerc-
klez : szeilede peixe: ao uiesmo Capitio.
Ton. a 1 o.
Saludo no da 9.
Maranhlo; B. Aurora, M. Joaquim Soa-
res Vlurero: varios gneros. Passagei-
ros3.
Da 10.
Rio d Janeiro; Pataxo Bella Amisade,
m. Joze Joaquim Masado : ra os genero
Passageiros 5, e 5 esclavos.
TEROI., MA TIP. UU VI. E. 'AUIA l**.


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