Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02452


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Full Text
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A#U*IJt 18*4 QUINTA FEIRA 27 DE MARfO
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V-%%WK' %
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miio m ti
B"1!B-
Sult*creve-se metnalnieiite atiAO reis. ariiaiflados. na Tipografa
lo Diario, pateo da Matriz de S. Antonio obrado da porta lar ja
nde se rccehein correspondencias, e anuncios; estes insirein-se
gratis sendo dos propnos assjtnaiues trnenle, e vindo assigu;*lo&.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nssa prudencia. >
deracq, e energia: continuemos como principiantes c ft*|UHV
apuntados coihadniiraco entre as Macees mais cultas.
Pioclamu^ao da A tiemblen Geral do liratil.
'*sm
3mpre00a em pernammico por 3Q?e Oictorino ox atoteu
DAS da SEMANA.
(OBI
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5.'-S. Roberto -Re.""(le m., Aud. dos J.' do Civ.
de m. e de t., e Ch. Pr. as 6 h. 6 m. da m.
.-5. Jiexandt-So*. daThez. P. de m. eAud. do
J. de Orlaos de t. P. as 6 h. 54 m. da m.
Sabbado-\ Emidio Rl." de m, .e aud. do Vig.
G. de t. Preamar as 7 h. 42 m. da m.
Dom.- S. Joo Preamar P. as 8 h. 30 minutos
da
m.
tu.nu< m.%&otv% > *' *% *"
N
INTERIOR.
Pernambuco.
Estes'das em q' como Christos, somos chamados
aos Templos, a celebrar a paixo de Nosso Senhor Je-
zus Cftristo, e nos aeonselha, como Ihe compre, nos-
so Pastor em sua ultima pastoral, a penitencia, os je-
jun, e a oraco. (Muito se tem elle esquecido de nos
Eregar a unio, e aos insurgentes de Jac i pe, e Pancl-
s a obediencia as autboridades, e respeito s vidas, e
fasendas de seus Comprovincianos) Nestes dias em que
a Religio nos manda particularmente depor nossos o-
dios, fazer sacrificio de nossas piixSes, ron grasar nos
com Dos, e com os homeus pcranle o Santo Tribunal
da Penitencia ; dias em que deixado o brilicio do Mu-
do, e Irahillios terrestres devemus nos entregar total-
mente obras de devoeo, e penitencia ; nossos bra-
vos Coneidados, apartados de seus lares, trabalhados
de fadigas, acosso tal vez pira todo- os lados, essa re-
cova de salteadores, que em nome da Religio sacrifi-
cio seus Irmos, roubosuas fazendas, talo seus cam-
pos, e procuran por meio da destruirn, e morte re-
duzir-nos ao aviliante jugo, deque felismente nos vi-
mos livres. Tem sido semprc, e be ainda agora umi,
e a mesma a lingoagem de todos os absolutistas da tr-
ra. He em nome de Dos, de sua Mai Maria Sants-
ima, e de todos os Santos da Corte do Ceo, que os
Vendeanos assolaro o Franca, e ainda hoje promo-
vem a reslauraco do neto de Carlos 10, que os Car-
listas de Hespinha guiados por Padres, e Frades, in-
surgen) o Reino Contra sua legitima Soherana aRiinha
D. I/.abel : que D. Miguel tem disimulo parte da po
pulaco Porlugueza, entrega o Reino ruina, e o r6
serva em armas para dfe/.a da Coros, que injusta-
mente pretende roubar soa Sobrio lia : e que os r-
banos do Citara, e Pernambuco tem causado os estra-
gos de que infelizmente somos testemunhas. Sua lin-
goagem he a mesma salva a diferenca entre o estilo
Jezuilit'o ; porem mais limados dos Frades de Hespa-
nha, e Portugal, ea algaravia ininleligivel, e pessima
orthografa dos Vicente le Pau'a, Pintos Madeira, e
mais sucia dos nossos absolutistas. E be igual a auda-
cia, com que aqu, assimeomo l, meia duzia de la-
drees, sdenlos de sangue, ededinheiro, se inculcan
servidores de Dos, seus emissarios, e em sen nome
mandados sustentar u Religio, e a Realeza. To pon-
en condiz com a snntidade do ministerio, que se incur-
ri, a prrversidade de suas almas, e as malvadezas,
que perpetro. O Deo, que soube escolbrr os Pe-
laros, Agostinhos, Amhrozins &c. nao escolheria av-
igora os salteadores Merino, Pinto Madeira, e Viren -
te de Paula ; eo Ente benfico que pregou aos seos
d>ciplosa candado, amor do prximo, e respeito as
leis, nao pode ratifier agora a carn.igcm, o roubo a
devassido, e a rebebi. Quando nao tivera elle pro-
prio dito, que seu Reino nao era fneste Mundo, quado
nosouberamos, que em materia do Governo, bero
com' em toda outra a Divindade nao influe diretlh-
mente, e delta a liberdade do bomem o dirigil-o,
quando Jetos Christo nao tivera pregado a paz,^ har-
mona, e caridade entre lodos seus filhos: a razan nos
dictara, que amando-nos, e ajudando-nos reciproca-
mente mais agradamos a Dos, que nos creou pura
sermos Telices, e que he na concordia, e harmona de
vnntadcs, que deve residir o direilo de decidir nossso
deslinos, d<*veno se a menora sugfitar maioria. O
direilo publico, estudado na na tu reza das coisas, e na
constante, e comparada observaeo dos Pactos assim no-
lo ensim. E com que direilo quereria a minora, em-
hora melbor parlilliada nes dous materiacs, e
moracs dcidir da sortc da maiora ? Onde tu
documentos de seus privilegios ? Vem ellcs de Leos,
ou dos bomens ? E sao ou nao fundados em superio-
ridade de ser, e de gosos ? A naturoza quando os for-
mou iguaes demonstrou log'* que s por vonlaqe se
pofle o bomem sugeitar outro, e que quando reun-
dos be a vontade de todos, ou do maior numero, qu
deve dirigir o menor ; e para sustpntar o direilo o a-
poou com a Torca, que em regra esl sempre do lado
do maior numero. Si os hom>ns se dirgissem sempre
pelos dictames di razo as armas nunca serian em pre-
ga das em su as disputas sobre o Governo, e e direilo
de voto, ou o que tem qualquer de decidir do modo
por que deve todas as duvdas. Infelismente ri rasan* nao he sempre
o gua do bomem, e a falta de respeito ao maior dos
dons, vida, faz emftregir armas onde a concordia,
e uniao s podem fer salular eTeito. Cegos pela ig-
norancii, e superslieao, vidos de dinbeiro, edesan-
gne bomens de ordinario os mais nbjectOS da Socicda-,
de, lango mo das armas em npoo nao conenhem, e poem seus ConeidiclioS na necessi-
dade de lh resistir, e de os mol ir : e he cm nome da
razo, ed'um D'os de juslca, que os atacados, como
temos sido por essa recova de salteadores, levo feq
nvu'o Vites o castigo, e d'-struieo, que nos pr--para-
vao. H.' pois amiis aceita penitencia, e sacrificio a
Divindade a exlinro de.ws Canibies que a tem pro-
vocado com su is iniquidades ; e todas nossas oraces,
peniteucjii, e b"as obras, que i Religio ordena nes-
tes Miniissmos diis de'vem ser offeref i l,is pela prospe-
ridule de nossas tropas, e total aniquilamento dos Ca-'
banoc. Pos*ao ellas ler efficacia perantu o Supremt.
MUTILADO
ffPPP^I


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k.. ;
.v. v
1 \


* ^^ tiso, e nos cjutejjuir a de/cjaila paz,
li'diitjuilidade.
P.
*%%******>
BAHA
Ela Escuna Mara da Gloria, chrgada a este Por-
to no d'ia 25 do frrente recebemos follis al 15 do
mesmo, e dellas sahornos estar em perfeita tranquili-
dade a sua Capital.
Do Diario da IVihia transerevemos o seguinte extrac-
to, pira eo'ili cimento dos nossos Le torea.
A'guns vadlos se lembnro de afixar Prorla-
macots na passada noitede 27 pira 28 p los calilos das
ras, convidando o l'ovo Manta F(uteiaoa>, e mal-
disendo um Governo Despota. Porem o elilo de si-
milliantes pecas lie tan ridiculo e mo, que nao pode
dcixar de ser parlo de algum rapla muilo salado,
que pensa poder dirigir os destinos de-la Provine'a.
Proco rao fa/er persuadir ao Povo, que a Santa Fe-
fleracao, que < lies ignoro o que s )a. ha o preco da farinhi, e da earne, e lalvez mesmo fiz-r
que ella se distribua g'atuit miente p-los vadlos Se
noehove, a Federara i trar agas; se nao prospera
a Industria, he por que a Ferie ac i nao rliegou \
se o mal triste e o ra rpido per-agnem nossos gados.
a causa lie o reta da ment da Santa Federacao ; fi-
nalov-nle, (lepis que ella vier, iodos comerno sem
trabalhar, e ludo marchar npimmete. Os Politi-
eos admirareis, que eombini esr- Rystemaft>ko i Tor-
ea d armas, e por m io de I'pvoIik 5 nao sio eapi-
ze de combinar dous artiffos e redgil os e muito
menos saberio W>r suspender urna torrente revolu-
< lonaria, eujos (liipies, umi vez sollos, milagrosa-
mente deixarao de ludo derruir entre nos, onde exis
t.tu Unios cl.in. utos de desordem. de anarebia ; e
pouco* ou nenhuira (le ord'em, Ar industria e <\e k-
licidade. Oque no* deve cnnmlar he, que felizmen-
te taes revoliuOcs nao devem assuslar demisiadumen
ecom os i eceio* de prosperaren!, porque toda geni*
sensata as Inde Kb.ter; mas inquietan os Cidados,
ateno os E?lr*ngrr.ns, paraliso o Comnvrno, e so-
bre ludo desmor.i.-) o Povo, comas repetidas infrao
edes de lew, sem a punirn necrss-irh para exemplo
deseus Aulhores. O exemplo da impunidad*, que
o nosso Jury acaba de offereeer, libertando lanos bo-
rne ns criminosos, vai pmduMiido seus efeitos, e nestes
ltimos lempos lem divido nesla Cidade um maior
numero de primes, desordens, facadas, e assassinios.
O Jury do Rio (le Janeiro lem dado um melbor ex-
emplo, tendo sido condemnados diversos criminosos
com o rigor que as nossas circunstancias ped m. He
de esperar, que a Rabia orereci as soguintes Sessoes
una outra lace, disipando assim os terrores que di-
visamos entre as familias, reelosas dos efleitos da im-
punid ide. No estado de desmoralisacao em que es-
tamos collorados, i!com um Cdigo brando e digno de
outro Povo, precisamos ao menos que sepi certa e in-
fallivel a pena, que as lea tem eslabeleeido. Pes de
familia, a causa lie vossa Homens industriosos, a vos
interessa a luslpntaci) da ordem publica, sem a qnal
os Zangos d.i Soi-iedude desfrut irao vosso suor So
nosso syslema Poltico he defetuoso, cumpre a emen-:
da do dehilo una Assemblea, nue escolhida por nos,
e_ melbor instruida dos meins de remedTar nossas ne-,
cessidades, nao deisir;i de tirar-nos do cmharaco Pm
que nos ach amos. Se nos queixamos do pouco que
tem feito a L'*gi*latarq passada, e dos i nen veniente s
de suas leis, ubi veremos urna razo mais de nossa in-
sufficiencia para lomarmos por nos taes medidas; pois
que os nossos scqIIiJos, os nossos Representantes nao
i

sabem o que devem fazer. E se os Repre*'/unte nt
sabem, que diremos dos repreienados !
' .....J
CAMBIOS.
Baha \A de Marco de 1934.
EjOndres............. 30
Dito em moeda papel..... 36
Pariz..................
Lisboa................. 65 a 70 por 1O0 dr pre-
mio na forma da Lei
Pernambuco......20 por0/.
Rio de Jineiro.....35 a -40 por "/
Dobrrsliespanhoes. 27^000 a 27^500
Moedas de 6.^>400.. 16^>000
de 4^)000..... 8^000
Pezos bespanboes.. 1^800
Pmta............ 90 por %
Cobre............ 20 a 25 por /o nom.
Notas do Banco.. ... 20 por /0
(Do Coireio Mercantil.)
EXTERIOR.
.*
Portugal.
il.Ecebcmossopia impressa de um memorial inlere-
>anie, e imporlantissimo, (em razo da p^ssoa, que. o
euderessa) dirigido a D. Pedro por D. Franc'sco de
Almeida, Ministro dos Negocios Fs'raugeiros duran-
te loda a Regencia de V). Maria Izabel pelos anuo* do
1826 e 1827 at u cbegidn de D. Miguel. Os prin-
cipios liberaes, respeitaveis talentos, e honroso carc-
ter deste herdeiro d'uma das prineipaes familias de
Portugal (a de La va dio) sao b-m conhecidos, e Ib rao
experimentados durante o lempo do seu Ministerio.
Seu apego ; Carla Constitucional Porlugueza, e li-
berdade da Naco o fez desterrar de Portugal com a
entrada de \). Miguel, e o impeli agora a inderessar
de Pariz ao Regente o memorial que abaixo extracta-
mos, estando como su pomos, seu Pai em Portugal.
Neste memorial elle expressa ao Duque de Bregan-
ca a profunda afflicocom que lodos os amigos da li-
berdade tem observadoos actos illegaes, e. iujustos
pralicados pelos seus Ministrose Ihe assegura que el
lesseguem um sistema, que a ser continuado, obstar
ao estabelecimento do Throno Constitucional da Rai-
nha, arruinar a Naco Porlugueza, e far. murchai
os louros, que sua Magestade Imperial tem adquerido,
eonduzindo victoria as tropas Conslitueionaes. En-
trando no desenvolvimento dos erro fataes, peculalos.
e opresses, que trm commettido os Conselheiror d(
Regenteo nobre memorialista, declara serem ruinosi>s
os empreslimos contratados em Londres com a caza de
Ricardo, e contrarios os interesses financeiros da Na-
co Porlugueza,tersido violento, e injusto o proce-
dimehto para com a Igrejaler-se mauifestamente vi-
olado a promessa de conciliaco, anunciada no mani-
fest Imperialterem-se confundido os poderes do
hstadoler arrogado a si a Administraco o privilegio
do legislar,, e abrogar leis, e de destruir ignorante-
mente a anliga orgmisaco Judicial, e administrativa
lo Reino. Elle contilua assegurando, que os direitos
nidividuaes, e de certas classes, legtimamente adque-
i dos lem sido atacados, invlidos, os interesses do
Ministros da Religio, e que a urna mostruosa Legis-
lco, directamente oposta Carta, se tem seguido
proscripeoes, e confiscacSes, que recordo os mais
tristes periodos da historia antiga, e moderna,' e ejuw
<>
MUTILADO
;? i11"!".1/
ILE6Iy EL


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i' sem pifcf-.j
(1407)
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tcifc'seflipifcf^roeedido, u acompHnhado o despolis-
Wo.. cAlj Khn | ri'i
cumento, e temos con acrtscettlw^ Ifjue mui bem in-
formado, e cotu a aeico a cauza Constitucional, pro-
porcionada aos males, que por Ma cauza tem sofrido,
este Fidalgo respciivel parece obligado dar to in-
teira eonnrmacJo as ob>ervne6;-s, que fisemos a um
me sobre osactuaes Miniaros de D. IVdro. E co-
moconcorde rom nos*o juizo, e obsrrv;u5-s, elle
nos.unimos pira pedir ao Imperador a demisso dos
seus adunes servidores; a convocac.io das Cortes, ea
adopcao d'um sistema de contiliaio em concordancia
rom a carta Constitucional.
Times de 15 de Janeiro.
Igu.ies ou maiscxpressivas, e oncrigiras ainda, q'
este, foro dois memoriaes endoressados pelo Conde
de Taipa ao Duque de Braganoo. i m os quaes lite pa-
lentcava as desgracas di Naco Prlogueza, erros de
seus Ministros, e apona va os remedios. O Crudo del-
les porem li i ser mda<'o pi Gd. r o Cafada, que se enlo
ada va em Lisboi, e obligado r-fugiar a bordo.d'u-
ma JNo Iu^leza, donde p>r fim drM.-mbircou, e foi
dispensado da pri-o pelos ex Coreos, e representac o-s
dos Duques de Terceira, e IM.nella, e oulros Fi-
dalfos que instar;! < p los privilegios <\o Conde na
quaJidade de Par do R.-iuo, contra aordem despoliea
do Ministro Joze d. Silva Car va I ho Vale est Fi-
dalgo o escrever de loil^i, e de lujpronde I he nao po-
dem laucar as {furas, e he prov.-.vel. q.le infrurluo-
so ser osen liaba h>, e franqueza ; p r que si ver-
dades duras nit.giR-m agrada, menos a Testas cor
das, e:i D. Pedro.
roa-
I'
PER/GUiNTA.
Ergunta-se se h i Le i q ie anetorize a qualquer
Commandante de Bat.dho de Guardas Ni riles, d. i-
xar de reconhoc-r a este ou aqucll Oficial Rleilo na
conformidade da Lei ih* mesmas Guardas, poisassim
tem praticado o Major Heiirique Pendra de Lu-ena
Commandante Interino do Hita I pao de Guardas Na-
nonaes do Limoeiio, com o Tewntee Alfares da 1.
Companhij do mencionado lialalho Eleitos no lia 13
de Fevereiro do correle anuo e [ogo parlicipado pe-
lo respectivo Juiz de Pa*, e ateos fe* m< ter na Corma
como Guardas, por nao le re ni adquerido a maioria
de vottos para (|uem omesmo Major linda cabalado.
O Guarda Nacional,
*.% <%%^
im Escuna Mara Gloria sai pin o Rio de Janeiro
no da 6 de Abril prximo vimtdi
-------... ,.,. ,,,,,,, (Mo.xiino vin.ionio.
&3* Os Corr.ios Terrestres d'Agoa Prela, c Pa
biba partera amanb (28) ao nuio da.
ra-
%%%> **.*--->
tara o Rio de hineiio.
^tL Escuna Nacional Maria da Gloria, Cap. Antonio .
Carlos de Azevedo Coulinho, subir imprelerivelmen-
teno dia 6 do prximo m.z de Abril ; quem n'ella
quizer carregar ou lijr de passagem dirija-se a seus
consignatarios Rozas & Braga, no largo do Corpo San-
to ii. 5.
O Brigue Nacional Filinto. Elizio que da Pa-
rahiba segu viagem para o Rio de Janeiro tooftuta mo-
te porto de Pernambuco at o fim do crranle mez, oa
principio do futuro, tem excelentes com modos pata
passageiros; qualquer pessoa que no mesmo queirn
hir de passagem, pode dirigir-se nos mesmos consig-
natarios cima.
c
acnDas
h
Opos sortidos de medida certa : no beco da kin-
gOela venda n. 4.
^E^" Urna venda com poueos fundos e commodos
para familia em bom lugar : na ra do Vigaiio n.' $9t
1. andar.
^^* Pessas de ouro de 6400 : no armazem de fer-
ragem da ra do Viguio D. 6.
&i^ Bixas de boa qualidade : na praeja da Boa-vis
ta Botica D. 10.
T^ Uma negra da Costa ainda mossa, sabe cosi-
nhar, e vender : na ra dos Quarteis D. 5, 1." andar.
^3* Rap Princeza de boa qualidade, mais um
tanto seco, pelo prco em partidas de 1800 reis, libras
e a relalho a 1920 reis : na ra da Cruz n. 57.
^SU* Um cavallo carregador baixo, esquipador,
milito novo, grande e gordo, com seo selim, -um par
de esporas de prata com o pezo de uma libra, xicote,
loros, Ierra para capim, escova, um partido decapim
que d sustento para todo anuo no invern e vero, e
uma porco de mel, ludo por 210$000 reis em co-
bre de bom lom em Olinda botica da ra de S. Ben-
to.
^T^" Uma casa novamente fundida na esquina da
ladeira da S : na casa de Francisco Antonio de Brilo
ao [t do Bom fim.
fc^ Uma loj i de couros com poueos fundos, na
ra dos Martirios D. 14 : na mesma.
^^* Uma por naxos : na ra Nova defronte do oito do Sacramento
D.
5.
^^* Uma escrava de naco, engoma lizo ecosinba
soCrivclmente, para o malo, ou foro da trra : na ru
do Rangel ao entrar na pracinba do Livramenlo 2.
andar do sobrado do lado squerdo D. 37.
T3* Um cavallo melado bom carregador: na ra
Nova D. 22.
V3* Vinbo (\o Porto engarrafado de superior qua-
lidade a duzia 3$360, e garrafa 320 : na venda n. 1
no beco da Lingoela.
^Cy' Carlas do Papa Clemente 5 volumes, vida do
jmesmo um dito, provas do Doutor Seabra, poezias de
/.Medina, e va la da res, Viajante Universal n. 37, |co-
/nomia da vida, arte de gramtica latina, feliz, Inde-
pendente, Trzouros de meninos, e moral de tarra-
ga era Porluguez todos em bom uzo : na ra do Livra-
menlo D. 7.
K3" Uma venda cora poueos fundos propria para
qualquer um principiante, cita na ra das Cruzes D.
12 : na ra do Queimado venda D. 4.
K^ Um negro de naco, mosso : na ra do Ro-
zarlo, que vira para o Collegio venda D. 17.
$T3 Barril de vinho reina de 18 caadas bom pa-
ra engarrafar, barril de breo, caixas de sevada a 2400
a arroba, e em libra a 120, caixas de arenques, sacas
com arroz, caixas de traques, queijos francezesde boa
qualidade, superior vinbo velho do Porto engarrafado
a 400 reis, garrafa de gehebra 'de CManda a 320, e
botijas de azeitonas de ervas a 640 : na venda junto
do B iteqim da porta larga D. 4.
$cy Uma escrava com todas as habilidades: na
Assougue da Boa-vita D. 18'.
roa
:
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11

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aiilMMb
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J.
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(1408)
\prgp Fiiks'grandes mu-Ho bous-,." areco rauiti eo-
Mtd: no arfhlftem deiroote dactatf'da opera esquina
do que tem lantpio.
'fc3 Troves e inxaims de Barab, e de ootras
qa1idads de madeira, de,todos os cnmprimenlos, e
grjssuias obrigando-se o vendedor a pol-as no porto
uais perto da obra : nos Aflbgados 2o sobrado pas-
sando a ponte lado direito.
Compras
JjM talim de chapa amarella coma sua competente
pasta, e dos pares de esporas de Llao : na ra do
Collegio Botica D. 5.
%^3^ Escravos para fora da Provincia de 10 a 20
annos, e prata, o em bura cobre : na ra do Viga-
rio D. 13, 2.' andar.
tt^" Urna escrava mossa que entenda de. engomado
e coziuhar rom perfeico, e um selim : na ra Direita
loja de couros D. 27.
^C^" Um pretoque seja padeiro, ou alluga-se : na
ra da Madre de Dos n. 197, defronte da Botica.
Ai
**% %v%v%%w
ailugucis.
^Lluga-se um sitio perto da praca com casa de vi-
venda de 2 camarinhas, cacimba, ou vende-se : adi-
anto da Igreja da Soledade entrada que vii para o man-
guind sobrado de um andar e mirante.
^py Alluga-se urna morada de cafa terrea, no at-
ierro dos A (logados : na roa do Collegio D. 3.
v v m%*
pertus
l^j O dia 23 d correnlc Marco pelas 2 horas da tar-
de perdeo-se um coraco do ouro, do beco largo at a
ra das Cruzes : quem o achnu querendo restituir di-
ririja-seao paleo do Hospital na casa de Joze-Roberto
da Silva, que ser recompeneado. *
A.
U1-1 *
&ctja&o.
.Ppareceo no sitio da Soledad* de Francisco Gon-
calves da Roxa um quarlo peado, e como ja f.izn>
dois dias, e nao tem tido ninguem a procurar, qneira
o dono quanto antes ir buscado, pois que 6 nao Iu-
do protesta sola-lo, e nao se responsabiliza por cousa
algum.
N
furto.
O dia 19 docorrente, as 8 horas da noile furia rao
do sobrado do pateo do Carmo que, faz esquina pira o
beco da Bomba D. 1, um papagaio tocio pintado de
amarello, muilo f.ill.ulor, e levou no pe urna argola
de prata : roga-se a quem for cTtrecido luve-o ao dilo
sobrado que ser rerom pencado.
%Cy* No dia 24 do correnle furtarao da Boa vista
ra Velba sobrado defronte do beco de Joo Freir,
um moleque de nome Vicente, do gentio de Angola,
tema perna esquerda torta, pez apilhetados, e dedos
escarrapachados, reprezenta ler l5andos de idade :
pede se aos Snrs. Juizes de Paz que tenbo em vi>u es-
tes signaes, para quando se ihe pedir pasaporte para
algum nao serem Iludidos.
R
pt*o$ pavfcveutefc&
Oga-sea qualquer peisoa rinda no Paquete Cons-

ar no Ma*
tanca, e qe flzesse a graca de se encarrgtt
ranhao, de urna carta para Joze Francisco d'Atevedo
Lisboa, se digne entrega-la na ra Cfa^Jn. 5?, ou
anunciar sua morada para ser procurado.
$l$* Quem percisar de um rapaz para caiaeiro de
loja, armuem, ou mesmo de ra, o qual sabe ler, es-
crever, e d fiador : dirija-se a ra do Aragio venda
D. 3.
^y D-se 400$ reis por hipoteca em um ti*
sendo nos lugares seguintes, do Manguind at a Cro
de Almas, da estrada de Joo de Birros aleo sitio da
Torre, e Santo Amarinbo, tendo casa de vivenda,
arvores de fructa, fieando o lucro do arrendamento-
pelos juros do dinheiro: anuncie.
jr^ Quem per izar de una muHier para ama de
casa rom pouca familia ; dirija-se a ra do Roiario D.
7, na Botica de Rui tholomeo que o mesmo dir quem
, e a sua rapacidade.
*^ O abaixo assignado roga ao Snr. que tirou u-
ma carta do Correio, por engao, vinda do Maranho
no Paquete Constanca, qneira entregar ao mesmo no
Forte do Mallos O. 12, o do contrario lanca-la outra
vez no Correio, pois que as providencias *i eslo da-
das para que nao tenha vigor algum a qmiquer pesso
que a aprsenle, sem que seja o anunciante.
Fumino Joze Flix da Roza.
^2J- Precisa-se allugar pretos de ambos os sesos
para venderem nzeile, pagando-se-llie 320 rois por
cariada: na ra de Santa Bita nova D. 18, lado do
nascerile.
* ^?" Na ra Nova D. 34, 2/ andar ivcebem-se en-
commendas de pudins de todas asi qualidades, bollo*
Inglez, bulinhos para cb, pndelo fresco, e cuberto.
y* Quem na Quolidiana N. 125 de hontem an-
nunciou querer 400$ a premio por espaco de um an-
uo sobre boa firma ; dirija-se a ra do Rozario estrei-
ta sobrado I). 29, segund anda.
fj3J O Snr. Francisco Luis Maciel Vianna queir*
reanilar procurar urna carta vinda dCidade do Porto,
na ra do Crespo D. 5, 1 andar.
F.
^eraros JfuaiDO0-
Rnncco, mulato alvo, baixo, refeito do corpo,
com algumas marcas de bixiga pela cara que leve eai
pequeo, Cabello crespo, firizado em um braco tem
un cio saloman, e no outro urna cruz, no dedo gra-
de do p tem urna cicatriz de um lalbo de foice, os
pez curios e grossos, 20 annos : os aprehended o re9
recolho-no a cadeia, e faco publico por este mesmo
Diario, ou Iranio a liba de lia maraca a casa de Vicen-
te Fcrraira Guedes.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia 25.
\\
^lAHIA ; 8 dias; Escuna Mara da Gloria, Cap.
Antonio Carlos de Azevedo Coutioho : varios gene-
ros : Rozas & Braga. Pas^ageiios o DoutoT Pedro
Au'ran, com sua familia, e Ji.o de Castro.
LIVRPOOLi 44 dias; B. Ing. Jarrum, Cap.
Ilulebinsum : varios gneros: Russel Mellors.
Saludos no mesmo dia.
n
IAHIA j Polaca Sarda O/inda, Cap. Michel On-
ti : vinlio. e mais gneros.
LIVERPOOL; B. I..g. Inghtingle, Cap. Henrv,
Crooksbank : nssucar, algodao, e ionios.
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'-.- i. T
^>1I> -


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