Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02448


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Full Text
mM
Wm
ANNO DK 1834. SEXTA FEIRA 21 DE MAR0 NVlE0 348
.*.,
4:

rrwrowr.'ireiwa-- in tT' eo* amo*
;{.. jas
i!
"ili,..ri ve-sc manualmente ati-iO n-is. adimido*. hh 1'iVogT .a
10 Diario, paieo da .Van:/: de S. Antonio ki>i>i Irf ib nona iar i
mide se rcceDciii cotrxpondehCiaft. anuncio .- nuirein-ae
Kraui* citd no propia.. asM-namcs-oinentp e. viudo a-signado*.
Tinto agora depende il<- na mesmos, da rtosM prudencia. i
derato. e energa; conlinuemo* eoino prinei pininas e semina
apon lados coiu aninua^ao cutre as Nacus mais '.ullas.
/*oclamttijuu Ja Assemblta Gem do frazti.
m
Impresso em pernammico por 30? c ditetenno cabreu.
^>*&&*&&&^UF^>&v~!E!?2lc.J52=m
DAS ..a semana.
I
6.'-.V. f nto-Si'^. da'Tliez. P. de m. e And. do
J. tic Orlaos Sabbado-.V. E/ndO III "u de ni. i and. do Vig.
G. de I. Preannr as 2 li. 6 m. da t.
I)om.- 6". Felis Prtamar P. as 2 h. 54 minutos
.i t.
>* V-, I V
.A %% ..
. %V% % .*.>
,*,..*.%.%* X* .*"'%'
CMARA MUNICIPAL.,
6*.* Sess&o Ordinaria de#0 de Janeiro de 1834.
Presidencia do Sar. Silva.
^jOuipanccro os Senhore Camello, Fe r reir,
Cosl-i, p Gftsitlo, lailn.lo com cauza os Sen libres
Estevas, Oiiveira, e Doulores Peregrino Maciel, e
M*vguier.
A berta n sesso c lida a acta da antecedente foi san-
cionado poreslar conforme. O Sen elario d.nulo cori-
ta do expediente mencnon os seguinles OhVios.
Hnni do Exm. Vicc Presdante renimettrtflo n re-
presenlarao de Jo/e Felis de Su/a a cerca i\.\ vara de
Juiz cl Pa-r. do 3. Dfslri.io do ('.armo que elle supo'
estar in.vjd i mente servido por Antonio Francisco
A'aplisla Ar Almeida, para que ;i Camila a Vista, da
represen lacio do dito Jure Felis, e infoi -macan do Juiz
de Dircilo Chele de Polica, diferirse como dejustici
fosse : que. se parteripasse ao Peticionario, que a vara
esla he servida por Antonio Francisco Baplisla to
Alincid i (pie leudo sido o Juiz de Paz do nono pie 4-
cabon, he a vista da Le o Supplente, que deve servir
por o impedimento do Juiz do 2. anno.
Olitro do Juiz de Paz do 3 Restricta de Jaboato
partecipand hate'rpor molestia passadoa van ao im-
mediato : inteirad a.
Outro do Tetunte Coronel de Eugrnbeiros em que
fazia ver o que (levia lser Antonio Joze Muuiz, no
fundo da casa, que e>ta edificando no Alterro dos Af-
lojados, equ-deila para n ra do Palacete: que se
officias>e ao Fiscal respe -ti vo com copia do dito officio
para que elle fi/essu ex < u! ir o que diz O Eligen lie i -
ro.
Sendo presente n Parocho da Freguezia deS. Lou-
reiico e Juiz de Paz do 2 Dnslrcto apurados para Jurados os Cidad.ios Antonio Francisco
Xavier de Vasconeellos. l'Yanrisco Antonio Cavaleanli j
de Albnquerqiie, Joo Carlos Au;u>lo de Barros, I,u
ir. Braz Campelo, Padre Manoel Thomaz Rodrigues
Campelo, Marcos Bizerra Campelo, Manoel Neto de
Souzi Bindeira, e Nicolao Joze Vaz Salgado.
espaeh ii>-se alguna i lpierimenlos. e por ser da-
lla a hora alevanlou-se a Besso. Jo/i- Tavne-. domes
da Fonceca Secretario a escrevi. Silva, Pro P.Ca-
melo -FerrciaGusmoCosta.
TPRRNAMBUCO.
Fmos p-tr vezes per^unlado a cauza de nao esta-'
rem anda prontos na. Jurados desta (^omirca, nin-
fuem lia que no la di.^a ; e todos allribuem desleixo
da Cmara [Sluoicipnl da Capital. Em algumas Pro-
vincias j elles traltdhao, Jia 6 mezes, em quazi todas
j nomecaro, e s Pernamhuco aind i de to til iof-
tilnicao est privado Os prezos amonloo se as Ca-
deias, donde diariamente fogem ; os processos entu-
Ihao os carlorjos, e os Snrs. a quem compete por em
actividade o julgamento por Jurados vivem talvez M
inaco, ao ptsso, que a innocenci i \ttl talvez oprimi-
da por falta de julgamento, e folgo o criminoso espe-
ranzado ni impunidad', que novos crimes convida
commeller. novas victimas sacrifica n sede insaciavel
dos mdva.los. E que exemplo para as Cmaras do in-
terior, que talvez espero, que na Capital principie
pira a segu rem Oque faz a Cunara Municipal,
Direilo que nao comeca os pilrjamentos. Oque faz
Exm. Prezidente, que como llie compre nao activa as
nuthoridades subalternas. A guerra dos Calanos o-
cupa Ihe tida a altenco, e com Instante motivo mas
pode dispensar um itionvnto paraolhar para estjs cou-
zas, que sao da mior enlidade. O julgamento das
causas, punirn do crime, e livramento da inocencia
interess.i muito a Sociedade, e delle depende o socego
e prospe: id ido (\.i Provincia. Felismente o Cdigo do
Proeesso Crimin.-iJsugeiton n aleada ilosJuizes de Paz
os crimes de abuso de liberd.ide de Impe.isi, cuja pe-
na nao exceder de 100$300, pri drstfrr>, atlu; 6 mezas, com na!tu correspondente
d melade do lempo, qu san ella, e 3 niezes de ca-
za de con era ou oficinas publicas onde as ouver,
e podem os doestados pelos Peridicos recorrer aos
Juizes de Pa/, e alcancar assiro satUfaco a injuria, que
llo exceder sua ai se diminuirem, quando nao acabiiem os reciprocos
insultos, pei'Minlinhas atacantes &;:. (pie inundao nos-
sas folhas. Quauto aos crimes de maior aleada, tan-
to de liberda-le de I/nprensa, como de (piahpier ou-
Ira lial t reza, esperemos, at (pie a Illm. Cmara, ou
qalfliier outra Antborid.ide de quem boje dependa a
intalaco dos Jurados, queira dar coineco seus tra-
balhos.
^. *...

COMM NICA DO.
I? T
jS^iXtre os utilissimo* fios (\.\ liberdade da imprensa-'
sao sem duvida prineipaes^s oVsensurar os maos actos
e crimes d.is Empregados Publieos. e didender 0 me-
reciment deprimido. Pro-igam's por ttoem paten-
tear as calumnian de que o Snr. Baeharel ex-Ouvidor
Joaqm Teixeia PeijTHo d'Aibuquerque recheou a SU
qu'eixa contra < Senhor Aulunio Joaquim de Mello,
Presidente da Paiabiba, cii'os actos por s.:a discriuo,
e [usteza sao cred.in s de ci'.-j'.ios.
m^m


(|J9#)
i
h Tem itoragadn n si guarda de presos di lustica,
4 uno fez oom o reo Antonio Borges da Fonceca. o He
esta hum das increpar oes, qne faz o til senhor Bacha-
re, a qfuem (com perdSo sen) nao podemos deixar de
gniar-Ihc : Mentes, mentes, mentes, infame calum-
niador. Como foi esse arrogarae'itto de guarda de
presos? O que entendes lu por guarda de presos?
(lomo he que limn Presidente se pode enearregar de
tal ? Ok perversidade s 'xoto na verdade completamente doudo ? Os doeumen-
los abaixo provo, que sendo preso o Thezoureiro An-
tonio Borges da Fonceca, o Inspector requisitando a
soa presenca para balancear os cofres, representara
entro sim, prisao : o Presidente transmittio este Officio ao Ouvi
dor pola Lei para que o'altendesse : digse o Oavfifof,
que nao tendooutra prisao milhor sin disnosico, po-
deria o preso todava ser removido (caso conviesse o
Presidente) para algtima prisao Militar : ao que res-
pondeo este, que poda ser transferido para a do Esta-
do IVlaior no Quartel do Trem, para o que firavo
expedidas asrdeos : e em consequeneia fez-se a re-
moco- Onde pois, e romo se arrogou o Presidente
aguarda desse preso? Nesla Cidade as pri>5es Mili-
tares das Fortalezas, e Quarteis trm sido, c sao fre-
quenlemente oren pailas com presos ciis, ou por se-
rena Dtais eommodas, ou mais seguras do que nsCa-
deias : e quem liver os milos em sen lugir dir, que
o Presidente da Provincia, e Commnndante fias Ar-
mas se tem arrogado a guarda de taes presos ? Oh mi-
seria das misM ias! fc he Bucharel, p f,, Quvidor o se-
nhor P, ixoto R he DeguUdo E n%o teme a luz do
dia E retpehn sub emane!ra o tremendo Tribunal
da opinrao l'nblica Esta arrog.menlo de guarda
de presos da Juslca excede salid ice da nvtso no
Poder Judiciario, descolara do mesmo autor, deque
tratamos no tntrceent'Commanieado. Dos Nos-
fo Senhor d Juizo a quera o nao tem.
i'ociimertos.
!. Illm. e Exm. SenhorPor oficio datado d'ho-
je do actual Thezoureiro desta Thezonraria Antonio
Borges (I i Fonceca, me eommnnicou o mesmo The-
xoureiro adiar se preso por huma rfevassa que contra
elle procedeo o ex-Ouvidor desta Commarca Joaquim
Teixeira Pcxotn d'Albuquerque, e devendo eu pro-
videnciar huma til Uta, dmdo as providencias ne-
eessarias para nio parajisar o excediente daquella Re-
partilo, liem dos nteressea Pblicos, c da mesma
I'azenda, foi resolvido em seasf o de boje se procedes-
te a hum Bala neo nos resperu vos. cofres com assisteocia
do dito Thezoureiro, como res-ponsavcl por el les, pa-
re se poder continuar no expediente daquella Repar-
tilo depois de dado o mesmo Bdaneo, requisitando-
sea V. Exc. heja tfe expedir as convenientes ordens,
-fim de virassistir o mencionado Thezoureiro ; oque
tara lugar rio da 26 do correte. Aproveito esta
mesn a oec-isin para tnbem levar ao conhecimento de
V.. Exc. a queixa que me fez o mesmo Thezoureiro em
seo citado officio da m, e indecente prUo em que se
acha, oque V. F,xc. se Dignar providenciar como
entender deju.ttica4.
Dos Guard a V. Exe. Th'zonraria da Provincia
da Parahiba do Norte 23 de-Agosto de 1833Illm.
e Exm. Senhor Antonio Joaquim de Mello, Presiden-
te da Provincia l-'raneis.-o Xavier de Abren.
2." Envo h Vine, o officio incluso do Inspector da
Thezonraria deSti Provincia cerca da prisao do The-
zoureiro Antonio Borges da Fonceca, para que Vmc.
o atienda com he justo.
JDeos Guarde a Vmc. Palacio do Governo da Para-
biba 23 de Agosto de I8M Aatonio Joaquim do
MelloSenlmr Joio Coclho Bastos, O^vidor peta
I 'Lei.
3.' Illm. c Exm. Senhor TransmUtindo nw a
Vara de. Ouvidor subrogado o actual Presidente da
Cmara Joio Coeiho Bastos, que a eslava exercendo,
he de meo de.ver scieutificar u V. Exc que estarc tem-
pre. prnmpto a executar as legaes ordens, ou qttaes-
quer nutras requis< oes que a bem to Ser vico Publi-
co forem. Aproveito a ocensio para levar ao conhe-
cimento de V, Exc, que tenho ordens para que o preso Antonio Borges da Fonceca
seja presente ao balnncoque nos rofres di Tbezoura-
ria se pretende dar boje, fim de nao se parausar o
expediente, segundo me foi requisita do. Em quanto
porem a mudanca da indecente, e m pri-ao, em que
se acha o dito Borges, que tambera se me. requisita}
tenho a responder V. Rxc, que a mclhor prisao, que
a minha dispocicSo tenho he sala livre da cadea de-
ta Cidide, em que hora est recolhido o snbredito Bor-
ges, pedendo todava sur elle removido (caso con ve
nha r. Ex. expedindo para isso as precitas ordens)
pata afguma pm&o Militar, mas ueste caso de vera
qual qner que se enearregu di guarda do dito prezo
ficar strictam.' responsaVel. Tenho pois res^Mndide
ao Officio de V. F.x." de 23 do correte.
Dos Guarde a V. Fxc. muitos annos. Pora iba 26
de Agosto de 1833. Illm. e Exm. Senhor Antonio
Joaquim de Mello, Prezidente da Provincia Mano-
el Valeriano de S Leito.
-i.0 Illm. e Exm. SenhorSegunda vez passq a dar
cumplimento ao Oflifio q.ue V. Exc. me dirigi re-
quisitando o preso Antonio Borges da Fonceca para
assintir ao bataneo que se vai proceder no cofre Naci-
onal, na qualidade de Thezoureiro, mas como este
repugna hir escoltado, ueste caso requisito a V. Exc.
hum Official para que eonduza o referido Borges ao E-
raro.
Dos Guarde a V. Exc. muitos annos. Parahiba
28 de Agosto de 1833Illm. e Exm. Senhor Antonio
Joaquim de Mello, Presidente da Provincia-Manoel
Valeriano de S Leito.
5o Respondendo aos Officios deVm., tenho a di-
ser Ihe, que o Thezoureiro Antonio Borges da Fon-
ceca, que se nchava na Cad.ia sua ordem, poda
ser transferido para a prisao do Estado IMaior no
Quartel,do Trem, para o que fico expedidas Guar-
da do mvsmo Quartel as convenientes ordens ; e tenho
nomcado ao Major JoSoSabino Monleiro para o con-
ducir dita prisao, bem como Thezouraria.
Dcos Guarde a Vmc. Palacio do Governo da Para-
hiba 28 de Agosto de 1833 Antonio Joaquim de
MelloSenhor JVlanoel Valeriano de S L-ilo, Ou-
vidor pela Le.
VARIEDADES.
LiM 1827 exislia em Sloikigt, .na Silezia, huma ra-
puiga cnida em lelbargia, e.cojo somno durava j
don* anuos e qu.atro mezes: no principio deste estado
ella aeordava de lempos lempos sem poder abrir os
olhos, e quando as pessoas, que a rodeavo, Ihe per-
gunlayao alguma couza, ella nao podia responder, po-
rem via-se correrem de seos olhos .lagrimas, que pro-
.v; vo o senlimento que ella ti nha. Quando n()s
Minos o momento, em que ella despert va era anun-
ciado por hum ligeiro movimento de dedos. Se Ihe a-
prezenlavo ento algum alimento iigeiro, como leite,
por pxemplo, ella o toma va, e continuava logo a dor-
mir : ella reuzava, toda B especie de medicamentos :


.1

""X
(li)
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sua forras ilimioii'o se*sai'*llWlH, r faiio presu-
mir, que pouco lempo teria de existencia.
O clihi c medico Hufetand afirma ler vislo mullos
a*os de igual adormecimento.
GoS tos singulares.
Alrxandre ama va seo Bucfalo, Nnma' huma
Corsa ; Augusto hum papagaio ; Caligula bum cvalo ;
Verguo huma borbote tn" 5 ero hum estorninho : Com-
modo hum macaco : Rehogbalo hum pardal : Ho-
norio h iti i gilinha. Hi alguna nonos, que morreo
em Londres hum jovem Inglez, bem apessoado e su-
mamente rio, que tinha concebido a paixo mais vi-
va por Lady S. queera extraordinariamente feia. To-
das as veies, que elle tinha oceasio de a encontrar con
servava-se admirado .liante dVMa, evitando rom cui-
dado falla f-4he ou nproximar-se. No tstnmento dei-
xou-lhe (jmico niais ou menos 8 milhoes.
(Lantcina Mgica.)
*%-* v%v
AVIZO.
LConsc!ha-se ao assignantc do Diario d'Adminis-
tra'co N." 62, que se nao meta a esperto, e censor
'dearligns d'ouirem pira se nao ef/c/ia/'complel.imrn-
. |c corno so desta vrz espicnou, disendoseCensor
complenle de passos, e diVerlmentosque como ac-
tos de vida privada estio fora do alcance deseus insul-
tuosos tiros. Competelhe sim, e a qual quer oulro
censurar falta d.s eumprimento de deveres de Empre-
ados pblicos; mas nao esquudriuhar, memos pn-
ttlicar os actos privados, vicios, que estas falUs do
caliza. Errou pois, e nao merece disculpa por que
-qnererxlo censurar devi i mellior examinar a qtiesto,
e nao ser to desc; medido. EspicJiou-sf mais, que-
rendo, qu*e o que por oulro algum artig fizesse, cam-
biase nos iivsmo* erros vm que chiria aquello; c'o'isa
uipossivel E enloqual a ncressidade de por oulro
mandar responder, uqin-lle que nao est afleito a
esrrever para o publico? Evpichou se. empreando
no sentido de espanto o termo espoctacao, que signi-
fica esperanca. Espichou-ne no engendiar, nopof-
pa na ciluco da regra de Relhoriea, nos inmensos
galicismos, c erros grama!icnes em que ealiio ; em fim
bMltO se espixou, que imis cbato, que um sapo, du-
vida-se que outra vez se posad lev.mt ir. Mas para que
em outro risco se nao meta o aconsellio (pie emprrgue
noestudo de ana tierm/rneutica h ihilidade, que se
lhe nao pode fregar, e que se deixe de sensnras para
que anda nao est apto.
* *. *
Vr Rrigue Amparo reerbe a malla pira o Rio Gran-
de do Sul boje (21) as 9 horas da manh.
U:
icn&as.
!Via escrava com urna cria de 5 a G mezes sem vi-
cio algum, boa lavadeira de roupa, sabe trabalhar em
sitio, e boa para ama de hile ; na ra da praia em
um sobrado novo de um andar defronte de uina casa
verde D. 1.
jr^* Urna pr-ta de 16 a 18 annos, de bonita fi-
gura com principios de costura, e ptima para lodo
aer.vico de urna casa, e um preto mosso de bonita fi-
gura i roprio para qualquer servico ; para fora da Pro-
vincia : na. ra Jo A rago D. 1.
*C?> Um preto mosso de boa figura, proprio paro
todosrrvico, para fora d Provincia : na mesma casa
cima.
p^- Bixas de boa qualidade, sag de l'.- e 2.*
sorte : no armazem do Machado ra doVigario n. 14.
fc-y Urna escrava de 22 annos do gento de Ango
la, cosinha.; em Fora de portas da parte da mar gra-
de casa junto ao ninxo.
T^Uma preta do gento de Angola, sabe engo-
mar lizo, e cozer chao : fallar com Francisco Men-
na de Snuza na ra Nova sobrado I). 26, parede e
meia do sobrado do Doutor Paula.
*r^ Bixas de multo boa qualidade chegadas a pou-
co da Italia : no armazem defronle da casa da Optra.
V^ Metide da casa de sobrado de 3 andares e so-
tan, chaos proprios na ra do Amorim n. 132, e urna
porcao de trra no alterro dos A (Togados da parte da
mar pequea e duas frentes de casa lie pedia e cal no
mesmo lugar lado da mar grande : na ra Nova D.
21.
^^- Sacas de milho branco de alqueire antigo a
cinco mil reis, e amarello a selle mil reis : no arma-
zem grande do caes d'Alfandega nova.
^r- Urna negra de 20 annos, sabe cosinhar, en-
gomar, e lavar : na primeira casa pegada ao muro da
ordem 3.1 do Carmo.
i r^" 1 barra de mel na venda do Valim na ra
do Roza rio.
^3 'Manteiga nova a 600 a libra, caf a 280, go-
ma do Maranhaoa 120, sevada com casca a 120, sa-
bo branco e amarello a 160, vellas de espermacete de
em libra a 126 urna, alfazema e alecrim a H0, v-
nh( claro a 160 a garrafa, ores a 100, castanbas de
caj a 260 o alqueire, e algodo em caroco a 80 rs.:
na venda defronte do beeo dd Veras.
K^* I l barris de mel : na mesma venda cima.
^r^ O lindo Brigue Augusto, de bella marcha,
ch( gado pioximamenle do Rio Grande do Sul, fun-
diadona praia do Collegio : quem o pertend.r diri-
ja se abordo, ou a Guadino Agostinbo de Barios, pra-
cinha do Corpo Santo D. 67.
$-3- Urna canoa grande que carrega 1500 tijollos,
ou troca-se por alguma escrava cosinheira, ou escravo
de boa figura e sem vicios : fallar junto ponte dos
A (Togados Io sobrado a esquerda.
IJ Ma negrinha d 7 a 8 anuos : na ra do Queima-
do Io andar sobrado D. 5.
$^ Urna canoa d'agoa, que leve 4 al 6$ reis o
balde a 20 reis leudo boa construco, e pjuco uzo : a-
nuncie.
^p^ Ordenaioes do Reino, Smit, Riqueza das Na-
IcSes, e Ricardo audor de Economia Poltica :.4>a.rua
' do Crespo D. 6.
M
j.-
3lti?oS parnciUn'vc
_ A5 se pode negar que o Inimigo dos Engaos so
tem feito ver ao publico gue -Imprezario do Thealro
depois que oceupa este 'lugar o tem continuamente il-
luilido eis a prov.v Principou dizendo qe tinha
huma Illuminaco do gosto de Para nunca vista nos
Thetros do Bratll, sendo esta a mais redicula que tem
aparecido, quiz fizer ver an mesmo publico que o Au-
thor della foi dicipulo de Robcrteson por saber fazer
algunsjngns deagoa, isto sem elle saber, tem queri-
do persuadi-lo que as muzicis que elle se tem servido
para varios Ductos, e arias sao de sua compo>.ico qu-


I------J,J-'IM,lfc*
1.
(I.392
f

de ellas sao de Rossine, Merceuante, e Evangelista,
finalmente prometen que Jerusalem havia de ser des-
truida, (|nando nicamente se vio a fumar de {arrho-
tes e algunaa palha. E nao sao i-to encinos que elle
tem prulicado? Em quanto a calumnia que elle pro-
Cura pura sua delira nao lem ncnhum log.r pois pode
fazcr se-lhe ver que se o Jnimigo dos Eligirnos uza i\o
Lato prelo no chapeo he por ser o que Ihe compete
pois elle nao he Porti|guez, o que pode mostrar legal-
menle a que compete, e nao a hum Emprezario que
cada vez se torna mai* aborrecido mili principalmente
pelo '
migo da verdade.
\C^- Nao mullo, que por mal informado, e to-
mando engalladamente a noticia do Theatro d'Olinda
pela dote, diremos, que se Un ha augmentado o jile-
co da platea em a noite do dia 9 do concille, e censu-
rassemos o Emprezario por esta vez, aunado esse mes
00 Emprezario, que to ousidamenle Calla no Diario
N. 342, desd' a epocha da arrematarlo de sua empre-
za at boje, nao tem cesando, de, impune, cora os seus
embustes engaar ao publico, e deslava.lamente men-
tir em quaze lodoso-; o.ta/.es ; ja anunciando pompo-
ros,, e bellsimos espectculos o apprczentMndo em
scena mil ensaladas pcssas, vergnh .sos redimios en-
Iremezes. Si, prorado o contrario de quanto Invenios
dito obre o preco da platea, pretende o Sor. Freilas
resalvar-se da pedia de mentiroso cngnna-se comple-
tamente por quanto avvsado a illodir falsamente an-
nunciou o incendio, e a completa derrota de Jeruza- '
Um, quindo apems derrub.ndo o frnnleq>ir.o 8 ca-
zas de papdho, aueimpu entre ejlas algumas p/dhas,
que mus pareca fogueira de ass.r camarillas, que n-
ccnd:o de Cidade. Alera d'outros mullos rasos sen.i-
llianlesa este, que exuberantemente tem courrido pa-
ra o desmerecimenlo do F.mprezariu, e riere censura, '
poderla mos pro va r se qui/es>emns d,r a este traba I lio,
aleveza do Sor. F.vias, e enlo ll.ie lembrari.mos o
annunc.o que fez publicar por este Diario qu nido se
enearregou da ora empre/.a do Theatro, em que Hi-
lando doex-hmprezario milito oufano, e palavrnzon-
nrmou, e persuadi ao publico b.nir de su.,vi,tasa
prezenca de Meretri/es no Theatro, e continuo.., a
ler.r-nos as vlbtas con, os mesmos obierlos impuros de
que tanto ceusuron, e que boje fem o constante, e
guapo ornamento do Theatro. Isto he o que se cha-
ma mentir descaradamente a face do publico. Em
quanlo a segunda parte do anuncio ineerto no Diario
i\. 342, assentamos nao responder por esta olha a ti-
ma tal sand.ee, e reservamos a sua resposta para occa-
l^JWODpoitana, Q Candela.
'&&* O 5>nr. Padre Manoel Lourenco procurador
do Reverendo P,d re Manoel Tava.es da Silva Coili-
nho, apareca na ra do Crespo D. 6 para negocio do
seo interine, ou anuncie a sua morada.'
fc^ Precisa *e Mugir pretos de ambos os sexos
pan, venden. a/.e|e as tardes, Daga ndo-se-1 lies 320
res, por cada urna caada, e obrigando se os seus se-
ntares pelos prejuizos que derem na venda do mesmo
Mle jema ra de S. Rita nova D. 18 da parle do
nascenle, ou anuncie.
&3* A anunciante, que anunciou no Diario, que
engnmava roupa de toda qudidade, ludo por preco
conimodo ; faz scienle as pessoas que qui/.ereni, que a
calca engomada eom gnun. por 60 res, carniza 30
re.s, coht..'20 reis, lenco de pescosso 10 reis, lude
engomara a gosto deseus donos; no beco do Falco
em urna casa pintada de verde.
*K^ Pereiz,! se allugar una canoa que earnyuc
quinhentos juloS de aUenaria grossa ; no atierro do-*
Affngados sitio do Pirara gordo D. 36\
deiros, querendo um molecole bom ma,ceiro, c com
principios de Torno ; dirijn-se a Praca da Independen-
cia loja n. 24.
^?" O Snr. Guarda Municipal que foi Ti-
|)ogr,ifi.i buscar o ci vallo que se .inuncin terse aeha-
do ; haja de ir saptisfazer a despeza, que com o me>
nio se fez, a pessoa que Ihe deo i urdem para o ir re-
ceber.
^?* Quem perci/ar de um menino Brazileiro de
24 anuos, para cax'-iro de venda do que lera alguma
pratica, ou para oiilro qualjuer negocio; diri|a-se ao
alieno dos Affogados defronle do viveiro do Muniz
em um sobrado de um andar, ou rnuncie.
^^ Prfciza se de um feitor que entenda de plan-
taco"ns : na [iraca da Boa-vista Botica D. 16.
*r^> Rohcrto Wynne socio e administrador da
eaza"de Commer'uo estibelecida nesta Cidade debaixo
da firma de Jones & Wynne, leudo de passar a In-
glaterra, afim de tratar do restabelecimenlo de sua san
de, deixa a mesma casa debaixo da administradlo de
seus Procuradores Joao Eduards, e Henritpie Pelham
Goodlad, os ipiaes fico legitimamente aulborisados pa-
ra todas as tranzac'S commerciaes.
V.^?* A Sumaca Palma anunciada para o Rio de
Janeiro, deve partir com toda a brevidade para o di-
to Porto, as pessoas quequizerem hir de passigem, ou
carrejar, dirijao-se a Prncioha do Corpo Santo D. 67.
f.T^?" Quem percizar de um caixeiro para ra, ar-
mizeiu de as^gear, e de li, casado, que sabe ler es-
cr<-ver, o conl'ir dando fiador i sua conducta: anuncie.
tty O Fiscal fo B.ito de S. Antonio Rodolfo
Joao Mrala de Almeida leudo a rog^liv,, l'eila a Cma-
ra Municipd inser i no Diario d.i Admini^lrago de
honl "en 20'onvda ao sen Aulhor hija ue. de-la rar em
que AsSiugue de.te Biirro se vendeo carne podre, e
ein que di.i, deven lo as i.-;n ir-se nessa declaracio afim
de le validaile o su dito, e se poder proceder contra
o dono- d< ssa carne.
% fc%*V
M
fimh03.
\;iani, oecupava-se m tirar mariscos, Icm urna
!jerrug no rosto na lace direili; e bem conhecida
das nutras; fugida no dia 19 do correte, com um
vestido de'Mv,. (.- (piadro, sai.i preta, e pino tambera
preto, ludo u/.ado : i ora de portas nos quarleis da
Intendencia, que ser Reooipenuadoi
NOTICIAS MAIUTLMAS.
Navios entrados no dia 19.
.v-, VV%'*^%^*%
L
IONDRES i 37 di as ; B. Ing. Evilina, Cap. Wil-
liiu Cowpe* : varios gneros : a Srailh & Lancaster.
Pa-s.; :ms Henry Smitli.
LIVKRPOO/; 48das; 0. Ing jihes Trmih-
to/'. Cap, Joli.'i Menring : varios gneros: RU&cl
Mellors.
Na vios aullidos no dia 18.
IV
IOFORMOZO ; S. S. Joza Jiajante, U. Henri-
que Car muro de A!meda : asquear. I'assagciro Jo
Joaquim Saldiob i.
Dia 19.
MARAXHA; G. L,g. Montriat, Cap. John Lei
fell : lastro.
S. PF/rERSBURGO; G. A:r. ldUam, Cap.
Richard Cernes : asquear.
mgs -'-.f^.. .^>,v..;. .^.-^^.^ "rj^2.:;'jiriijiiiriiijifi>f mj
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wm.
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