Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02444


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Full Text

.
ANN DE 1834.
i%icnump *.** ** a *
SABBADO 15 DE MAR0'
NUMERO ?44.
***% %%*%%%%v%% *% %W%*r%
v**n %%*,. r %% 1

(.TSIlVXaBStOflkt

>ubsreve-8e uicnsalinente a640< rei' iiantados. ii Tipografa
ao Diario, pateo da Matriz de S. Antn,i .(.malo da porta larg-a
ende se receben! correspondencias, etnjuiKKoa; estes insircm-se
gratis sendo dos proprios assigiiautes smente e vindo assigaados.
Tudo agora depende de nos mesmos, da uwssa prudencia, m
d-racao. e energ'in: continuemos corno principiamos e seremos
apoutados coni adiniracao entre as Naciies mais cultas.
Pioclam Impresso em iaernawtwco por 3o?e (lltctottno Dc&fcteiK
h
t .
DAS da SEMANA.
i
Sabhado-S. Henrique Rl." de m. f aud. do Vig-
G. de t. Preamar as 7 h. 42 m. da m.
[).n.0-\ Cj/iaco -Preamar P. as 8 h. 30 minuto
da m.
>>%v. M~ *.**^**.* %*<%%**%*/%**
O
EXTERIOR.
jlemanha.
Comportamento dos Estados lemacs nestes 8 on
10 das da-nos lugar a graves observacSes, si nao
serios temores. Grao Duque de Hesse Darmstadt
dissolveu a Cmara Legislativa deste Paiz, extranhn-
do-lhe acremente sua rezistencia censura previa
da Imprensa, e duvidas sobre a interferencia
da Dieta nos negocios internos do Ducado. Em
Urlemberg foi o Ministro desapontado no apello, que
fez ao ramo popular dos Estados, e obrigado encer-
rar a Assemblea com urna solemne petico ao Rei pa-
ra abolir a censura previa, e defender os direitos de
sen Pon, contra os nepotimos dos Estados confedera-
dos : e no Grao Ducado de Badem empregaro os Es-
tados sua ultima Sesso na adopco de um endereco-
em qu.-; punhp patentes Sua Alteza Real o Grao Du-
que o perigos, que corria a tranquilidade da Europa
com a rezrslencia que aos direitos o Povo fazia o par-
tido do Governoa injustica com que os Principes He
Alemanha demoravo as reformas, que no fim da guer-
ra li iviao promettido seus subditosa injustificavel
pretendo da Dieta de limitar a liberdade da Impren-
sae a probabilidade de urna terrive! reaco, si me-
diatamente nao fosse consultada a votade do Povo, ou
satisfeitas suas queixas. A assemblea recorda em seu
endereco o ominoso reinado de Carlos 10 em Franca,
e allude repetico de igual catstrofe, si forem imi-
tadas suas medidas. Temos pois os Reprezentantps de
mais de 3 milhoesde Alemes tomando corajoza inicia-
tiva da expulso de sua opinio a favor da liberdade,
e particularmente: aprol do instrumento de melhora-
renlos inlelleetuaes, e politicosa liberdade da Im-
prensa. E nao he provavel, que seja tranzitoria, e
pouco firme este sentimento assim expresso ; que h
j animado os debates de muitas SessSespresidido
diversas eleicoese inspirado a mudanca d'alguns De-
putados, e que tem ganho forcas com a rezistencia, e
se tornado mais rigoroso com a disperso, e volta dos
Deputados para suas casas entre os seus concidados.
Neste catalogo de oponentes nao vemos incluida a
legislatura de Bavaria, que embora nao reunida ago-
ra, partilha os sentimentos dos confederados ; mas a-
chamos as foWvas Alemes um decreto do Rei Bavaro,
que mostra quo pouco he elle capaz de se instruir
com os sucessos, que tem lugar rodu delle. Ao mes-
mo lempo, que se exigem mudancas, mais ameacado-
ras,. q;ue o. ecligseyque outroia poz perplexosos Mor
narcat) elle parece s cuidoso de um modo, inverso,
de exaltar sua dignidade, abaixando seus subditos, co-
mo se v do seguinte pargrafo.
A 7 foi aqui publicado um Decreto, fundado em
outro de 29 de Oulubro. Seu primeiro artigo prohi-
be passarem pelo coche do Rei, todos os coches, ou
cavallos, sejao de quem forem y e he .prohibido pas-
sar, ou ficar diante do Rei quando andar elle a caval-
Io. O 2. artigo ordena, que todos os coches, ou ca-
vallos, qu encontrarem o Rei, parcm mediatamen-
te at que elle passe........,
Portugal
Nada tomos de novo a dizer : D. Pedro tem re-
forcos todos os das; mas nem elle nem su c^uza, e
sistema ganho moral influencia neste Paiz. Lord
Russel recebeu hoje despachos, que podem ser consi-
derados como favoraveis cauza Constitucional, nao
obstante, que sem mais alguma actividade da parte
dasanthoridades Pedristas, elles perderS de certo Fa-
ro, e Setubal j porque os Miguelistas esto muito ac-
tivos por aquel le lado. He facto verdico, que ex-
cepeo das duas Cidades do Porto, e Lisboa nao h
sincero apego a D. Maria 2." em todo o Reino, do
que he cauza o temor, que de seu Pai tem os fortu-
guezes. Tivesse elle bastante senso para conhecer es-
ta aversao Nacional para consigo, faria, deixando
Portugal, avancar mediatamente a causa de sua filha.
Hasphire Telegraph. Do Times.
Mxico.
Capitulou oufra divizo do exercito, contraria
ao Governo, commandada pelo Coronel Cacio ; e Du-
ran, que de Guanajuato tinha fgido para o lado de
Oajaca, foi cercado com todas suas forcas em um Con-
vento, (onde nao pode, nei.< escapar, nem rizistir
por muito tempo. Est pois j em tranquilidade to-
da a Repblica.
O Governo parece dicido a adoptar medidas re-
forma completa, segundo as vistas do Congresso. En-
tre outras coizas vai ser mendada a pauta da Alfande-
ga, e diminuidos os direitos. Renovar-se-h o tra-
lamenlo de algumas minas, que foi deixado com a
guerra ; novo impulso ser dado ao Comercio ; aug-
mentados os recursos do Paiz e postos em activa ope-
raco. A diminuico do Exercito mingoar as des-
pezas do Governo, no entanto, que a diminuico dos
direitos augmentar o consumo, e por tanto as rendas.
Emfim he avoravelo prospecto, que hoje aprezenta a
fuclura, e estamos esperancados de sua realizaco, que
nos ser muito ut'il pelo lado do commercio.
Times.
Ede-se-nos a reimpresso da ode, que um Autor
incgnito fez em elogio ao Senhor Joze Joaquim de O-
liveira Maciel, por cauza da plena reprovaco, que te-
ve pira Professor de primeiras.Letr;is,da Boa-vista,, e.
T


^i
MMk
V

I
(137 0.
l


do que o mesmo Snr. fez em resposla, a qual. vai no-
vamentc correcta pel seu Autor.
DE.
Em quanto p Bejy de sobro.lho injusto,
De enfunada carranca, as Leis torcendo,
Roda, puxada. qualro, altivo, e ledo
A rpida Bcrlinda ;
Km quanlo, (Maqueando o Throno, a Patria,
Egostas servis bebem tranquillos
Km baixela exquizita longos tragos
As ligrimas dos Potros ;
Em quanto o crime em torreoes vistosos,
Amas>ndos com sangue, em pranto erguidos,
Alravs de mil Prticos soberhos,
,l?)*Wti Wb&ffii br i I liantes;
Em quantp.em pudor, sem veo, sem freio,
Desfazendo-so em curvas burrtladas,.
A prosllMcla lisonja U (Vequenla
O I',i lucio <\o> Grandes \
S t, Lidia dos 'rs, tu mj Virtude,
De.fi;nlias na penuria, e no abandono!
Que solitario est, como deserto
, Teu venerando Alcacar !
. Desprovido o leu, Lar Onde os teus Cultos ?
Onde os insensos leus?, .Tena Sacrificios
l Ministros nao tens ?. Nao tens Altaros?
noiibuao-le os perfumes?
Pois que Tendida, o npula sagrada ?
Forro las paredes verde- pkintas?
Surgeniabrolhos.mil. eos cardos crescem '
Nassolilari is portas? \
Oh secculo.s de li.-n ror ?. .Tempos d'infamia!. .
Sao oulros os Morlac>, () Mundo outro !
Bastar ila Gcraco Manchaste a terna
Basta de sacrilegios.
Perdn, M iciel Sofre lovar-te.
V Virtude fdlei, com ligo fallo :'
as garras da penuria, e da indigencia
Es da Virtude a copia. *
. PerseguijoFiiosofo, nao temes :
E as trevas do ergistado meilonbo,
Livre entre os ferros, aflrnnlando sustos
Bracejaste co'a mor.lc.
Generoso, e fiel, ardendo em Gloria,
Teus atinos, liberdade, a rara Prolle,
Tudo oflk-receste, dste ludo a Patria :
Que recebeste della ?
_Oh deshonra !. Oh labeo Que resta ainda?
Vive o justo entre nos sem recompensa :
A calinda o pe segur, a fome o traga,
A (titira o fulmina.
Que mais fuera ao Alent sublime
A Palm de Antropfagos Se I vagen* ?
Somos Fillins dj Luz ? As Leis amamos?
E onde d Moral existe ?
Embira, MnciJ, comancia tudo
Main b a a virludo a dadiva do crime :
Ta mesmo coracao faz teu tbpzouro :
O leo pnmio es tu mesmo.
Ode em- respofita da antecedente.
O Tu das nove Irmes mi mozo Filbo,
Que modesto (e encobres cautelosa,
A' meu ag'adeeido, ingenuo peilo
Rpido voi
Tu (pie no berro as musas embalarlo ;
Que de Minerva a penna reeebeste;
Qqea virtude fi/e-le ver, quanto era
Candida, bella.
Porque teu venerando nome oecultas
A' jjuem arde em desejos de abracante,
Por gratido bandado em copiosas
Lagrimas lerna* ?
Como Paslor viven entre Pastores
O Filbo de La ton a disfarcado ;
Com tudo conheceu-se que era o Grande
nclito Apolo.
Assim tambem vira um dia claro,
Em que sjas com gloria conhecido :
Que prazer gozar meo peito nesse
Luzido dia.
Ominosa nao a opaca nuvem
Q' encerrado te tem : pois inda oocullo
Suspendes1 a torrente impetuosa
D hrridos tramas
Mas aonde me a crujo; temerario
Sem invocar das !\lu-.as o socorro,
Sembelvr da Castalia as cristalinas
Lmpidas agoa's ?
Einbora (ne mais alia Divindade
Em meu auxilio imploro 5 s Tu Virtude,
Tu celeste \ rinde, quem prostrado
Su-nnlice invoco
Por ladeas viis, orbes estrellados
Tu os Mortaes exaltas t o Empvrio ;
Onde perante Jove gozar ledos
Jubilo imen*o.
Que importa que rmo esteja j teu Templo ?
Q' importa te nao ergo Altares ?
Que teus cultos rnubassem os nefandos
mprobos zoilos.
Se o perverso estremece as grandezas,
as masmorras tranquillo dorme o justo.
Penetrando em seus peitos teusbrilhantes
Filgidos raios ?
Infla exi-lem ra/oes abalisadas,
Q' intrpidos combatem negros vicios :
Eis, meu cantor, um delles por seus doces
Srilidos versos
A amisade snppoem que o caro Amigo
Tem virtudes momea, que nao possue :
Assim ao inimigo o odio inventa
Prfidos orimes.
Teu encomio cantor me nao dado,
Como devo ultimar, l;dta-me engenho ;
Da gralido porem aceita os puros
Frvidos votos.
I
\WX\XX'
r
CORRESPONDENCIAS.
inr. Redactor.
M-iOuvores sejao dados ao Senhor'Caetano. Pinto de
Veras, denodado Patrila (deste ha bem poucos) pelo
bem que a poueo acaba de fazer-nos, se bem que nao
concluio de todo i queslo que to corajosamente in-
lentou, de dar por tena com a maldita laeraco dos
Navios Me.rcantis que vem a este Porto, com tudo res-
ta-lhe a gloria de por sua caira ja nao haverem des-
cargas de 23 patacas em prata, que recebia o Guarda
Maooei Theodorio, e boje o dito, Joo Francisco
Regis, disem que por mandado do Escrivo da Des-
carga, Thomnz Lins Caldas, do corpo do commercio;
pjr eonequencia a mim e a outros, que temos escra-
vos alugados na capatazia da ihesma Alfandega j nos
la/, eonta la os ler, o que antes nao fazia, por que a-
gora temos as'tardes'vres, eos mandamos ganhar, em
outra parte, visto que as 2e meia horas da tarde est
acabado o trabalbo no guindaste, em fim j os Snrs.
Sampaio, Lumacbe, Pniva, Reg, Joze Joaquim, Jo-
ze Antonio (Portetro) Joze Gregorio, e outros vo p-
\
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( 1.375
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. ,
ra,suas caza* das 2 as 3 Ii'oras da tarde, o qie nao su-
oedeo liavet 5 a 6 annos.
Tanto *bcm que gozamos, dr-vido ao Senhor Cac-
tano Pinto de Veras, ser talvez recompensado esle
bem que nos fez, em. hir para o meio da ra (segun-
do ja se di/) em se pondo em vigor a Lei da reforma ;
mas resta-llic a gloria de nao sahir da Alfandega por
Jadrao, e por uzurpador dos rendimentos da Nacao,
&c. ^(v&c. mas sim por fallar verdade, e mostraT
que esta.repartido lie intil porque commummente
quein ftiz bem tem mao pago, e para exemplo vejo-o
que j (liscm do Sensor Gaetano Pinto de Vcrasi eo
pago que derao ao Senhor Capito das Guardas Naci-
naes de S. Antonio, Jnze Jernimo Rodrigues Chaves
(cazado) por nao lia ver comparecido- no oampo dos Ca-
necas (por <>!e motvo;o mandado para Pan ellas-.)
Tenha porem o,Senhor Octano. Pinto de Veraso
consol, (pica maior parte jos bons Empreados p-
blicos, que nao sao ladrocs, e os.bons Pernambuca-
nos, oejliiro, por co-nhecerem. seu Patriotismo e
bons dez^jos. Por bem da verdade,. c recairhecimen-
t se dignara o Sur. Redactor reservar, hum canlinho
to seo bem eonceiuado Diario para a presente et do-
mine.
O Snr. dos escravos.
PERGUNTA.
Ergunla-se ao Snr. Doutor Promotor Publico do
Olind.n qu I a razio de nao ler acuzado o Juiz de Paz
Supplentedo 2." Destricto Clemente JoM Fcrreira da
Costa por nfo ter esse Ibe dado acertido da aecuzaco
qnemove 3." o Sr. Lourenco Antonio de Albuquer-
que Mello. Nao ser islo falta dos deveres do mesmo
Snr. Doutor Promotor? Nao he Talla do rumprimpii-
, to de deveres nao subministrar-se todos os documen-
tos aos Promotoros que Ibes ion ni no- essarios A'ra
procederm a acurado? Se be falta do Juiz porque
este Snr. nao aecuza ? Smenu; o Snr. Promotor se
contenta rom o pedir cerlii.'oes ? Estou certo que se
fosse ainda Juiz o denunciado, todos os dias sofreria
urna Denuncia. Snr. Promotor nao se acuz > s por
ser desafecto ; se quer gozar da opinio de Jusliceiro,
faca Justiea igual, de outra sorle'
Ora Domine.
*** .. v ... v
I)
THEATRO NACIONAL.
'Omingo \Q> docorrente no Theatro Nacional des-
ta Cidade ha ver o seguinte espetaculo.
Depois de urna brilhante symphonia, se d.ir come-
co reprezeut.ido da insigne pessa sacra intitulada os
Martyres da Liberdade Santa. Esta pessa be do Au-
tor liberal, o insigne Baiardo : e be desnecesario te-
cer-lhe elogios, quando ella he j to conheeida nesta
Provincia onde sempre tem recebido apl.iuzos ; o Em-
prezario disvela ndo-se sempre em fazer o que os Au-
tores das pessas mandan, igualmente se tem esmerado
para que esta v a -scena com toda a pompa possivel,
alientas as dificuldades que sempre ha a vencer ueste
pequeo Theatro, elle tem a gloria de poder dizer se-m
que seja laxado de exagerado, que ella far o effeito
que sedezeja, e al mesmo, que ella ainda no-a sce-
na tanto restrictamente como seu autor manda, como
agora. A loa decorado est "cumpl la, e he ludo pin-
tado pelo Snr. Andr Alves da Fonceca : e os coros
de muzica ao da composico do Mestre da Orchestra o
Snr. Jo/.e de Lima. A pessa terminar com huma
resplandccente gloria, em a qual se elevars at s ban-
dolinas, salmon, Eliazar, e os selte fiihos.
N. B. Como falcamente se di*se, que na noilc ch.
da 9 do correte, es precos da plateia lodo alterados,
por este se adverte, que os precos sao os do costil me.
'
ANUNCIO.
IMOjesahiu o Carapueeiro, contendo o segredo de
.passar bem.
ajenias.
iJ.Ma venda com .poneos fundos, na Boa^vista ra
do Mondego n. 388 : na mesma.
<5^ Taboado tanto de louro, como de amareHo,
por preco commodo avista do lempo : na praia da
Rieeifa na serrana que fica por baixo do sobrado que
foi do falescido Luiz de Mello.
K^" Um escravo de nado de 18 annos, bom so-
cador de assucar, e proprio para o servico de campo :
na ra da Cadeia do Recife nrmazem n. 4.
$T3* Bixas de boa qualidade ebegadas da Italia, a
retidho e em pordo : no armazem defronte da casa da
Opera.
%"^* Um relojo caixa de prata, e urna corrente de
ouro com chave, e sitete de Carolina encastada, por
preco commodo : ua ra de Santa Rita nova da parte
do nascenle D. 18.
M.
WtllUtlV\
CotopratiB.
LOleques de 12 a 20 annos, sem vicio, ou defeito
al;;um, assim como laobem as :oguinles obras: Orde-
nacoens do Reino, Correa Telis Doutrina das Accoens,
Goveia Pinto Tractado dos testamentos, Carvalho Di-
reito Euphiteutico, Manual Pralico, Processo Orfano-
logico, e Assentos da casa da suplicado : em Olinda
ra do Amparo n. 31, fallar ao Chacn Estudante
do Curso Jurdico.
& Um violo com boas vozes, e sem defeito :
na ra de Santa Rita nova da parte do nascenle D. 18.
A.
v* ^ %%M** %%
ailugueis.
.Lluga-se um carreiro : na Cidade de Olinda, ra
do Amparo n. 36.
".m.>v.
A.
flrrenfttmento.
tRrenda-.se um sitio com bastantes arvores de fru-
to e casa de vivenda, na ra do Mondego deronte do
fillescido iManoel Julio Alves de Aguiar : fallar com
Feliciano Augusto de Vasconcellos na fabrica do fun-
do.
* v
aut503 parncuiares.
VrS Subditos 13ritanicos rezidentes em.Pernanlbuco
sao por este avizados que a lista das resoluces adopta-
das no ajuntamento que leve lugar no Consulado Bri-
tnico no dia 21 de Janeiro prximo passado para to-
mar cm considerado o expediente de se abrir urna su-
bscritao para por em pralica os fins contemplados no
acto 6. de Geo : 4. cap., 87, se acha prezentemente
no Escriptorio do Consulado Britnico (junta com as
TT


th
t
(1376)
subscripcoes ja feitas,) para receber as assignaturas
d'aquellas pessoas que quizerem contribuir para os
fins propostos.
^f^ Quem percizar de um caixeiro Brasileiro pa-
ra loja, ou armazeni ; dirija-se a ra Direita D. 2.
^3" O Sur. Joze Cela no de Mesquita queira an-
nunciar a su morada, ou dirigir-se a ra do Queima-
do loja de fazenda o. 2, para receber urna encomen-
da vinda de Minas.
^^ Quem anunciou querer ser ama de urna casa
de liomem solteiro, ou cazado que nao tivesse filhos ,
dirija-se a Botica de Luiz Pedro das Neves na ra da
Cruz n. 23.
SSC&* Dezeja se fallar a Senhora I). Umbelina Joan-
na de Vasconcellos, ou seo filho Ovidio Saraiva de
Carvalho, para se Ihe entregar urna carta vinda da Par-
nahiba.
^C^" Alluga-se um sobrado de um andar, e as prin-
cipaes ruaz do Bairro de S. Antonio que nao exceda
de 8, a 10$ reis : anuncie.
T^ Ha vendo os Administradores da casa de Smith
& Lancaster, j por duas vezes convocado huma re-
unio de seus Credores, afim de Ihes patenliar o esta-
do de sua casa, apenas compareceo hum pequeo nu-
mero dos ditos Snrs., por cujo motivo nao se pode to-
mar deliberaco alguma ; e considerando os abaixo as-
signados o seu estado, e tendo determinado propor
aos seus Credores a sesso de todos os seus bens, por
se persuadirem ser este o meio que pode aproveitar aos
interesses de seus Credores ; de novo os convido pa-
ra que hajo de comparecer Segunda feira 17 do cor-
rente Marco as 10 horas da manh ; para aceitarem
a sesso de bens, ou deliberarem definitivamente so-
bre os negocios da caza.
Smith & Lancaster.
^^" Perctza-se allugar um escravo para todo ser-
vico de urna casa : no Botequim atraz do Corpo San-
to*D. 66r
^3* Quem percisar de um homem para adminis-
trar um sitio, pois entende de tudo quanto agricul-
tura : anuncie.
^ry" Quem percizar de urna mulher de meia iuade
para ama seca de urna casa : anuncie.
\J^* Quem anunciou querer em Olinda 200$ rs.
sobre hipoteca em 2 ou 3 escravos, dirija-se a ra de-
ronle do Quartel do Paraizj venda D. 10.
&&" Quem anunciou querer trocar um moleque
de 12 a 14 anuos por urna preta, dirija-se a venda a-
cima.
(fctayov Fugitro. .
Hereza naci Beni, estatura mediana, um tanto
fulla, cabello bastante rallo, cabeca, orelhas, e cara
pequea, beicos grossos, barba raxada, tem no lugar
das fontes uns talhos a imitaco de pezdegalinha, bar-
riga quebrada, pez pequeos, e na junta do p es-
querdo, tem um moho de veiaz levantados; fgida
em Dezembro de 1832 : a Fortaleza das 5 pontas que
se dar 30$ reis de gratificaco.
^y* Um moleque de nacao Angola, estatura alta,
be icos grossos, e tem fala de mulher ; fgido no dia 12
do correnle depois das 6 horas da tarde, levou vesti-
do camisa de algodo da trra com alguns remendos,
calca de brim branco tizo, e suspensorios : ra dos
Quarteis venda de Manoel Jacome Pereira.
PRfiCOS CORRENTS.
DOS GNEROS DE EXPORTACO. *
Pernambuco 15de Mateo de 1834.
GNEROS
I
PREC'O
POR
Agoardente de cana. ..,. 1649000
de cachaca...
Algodo de Pernambuco.
da Parahiba....
Assucar branco sob o fer.
Masca vado.....
Azeite de car rpalo.....
Couros...........____
Ipicacuanha.........
Mel.................
Meios desolla..........
Pontas de Boi..........
Peles de viado.........
de cabra.........
Vaquetas..............
608000
79600
6940O a
19100 a
10100 a
29000 a
130 a
29000 a
Nao h
2o206
119000
Nao h
320
19800
69600
19200
19200
29200
135
29200
360
CAMBIOS.
Londres.....___60 d. v. 35 d. por 1000
n i
Fanz nominal
Rio de Janeiro
Bahia
Moedasde 12$800-26$000
Moedasde 6$400-13#500 al4#000
i 4$000- 5$800 a6#000
Pezos Ilespanhoes.. 1$450
Prrmio sobre prata 60a64|pr. 100
Letras 1 '/a 2 pr. c.
FRETES.
Inglaterra-Algodo ar. 320
Assucar ton. f 2 10
Franca-Algodo ar. 500
Assucar ton. nominal
Hamburgo-Assucan 2 15,
Hollanda-Assucar s. 3
Triesle-Assucar 3 a 3
Portugnl-Assucar ar. 250 a 300,
Algodo ar. 600
CAMBIO.
Baha 3 de Marco, de 1834.
Londres.......... 30
Dito em moeda papel 36
Paris............
Lisboa........... 65 a 70 por 100 de p. na forni-
da Lei.
Pernambuco ........ 20 por/o
Rio de Janeiro.....35 a 40 por %
Dobroeshespanhoes. 27$OO0 a 27$500
Moedasde6$400.. 16$000
de 4$000..... 8&000
Pezos hespanhoes... 1$800
Prata............ 90 por /
Cobre............ 20 a 25 por /0 nom.
Notas do Banco..... 20 por /
(Do Correio Mercantil.)
i;
t'
Pbhjv. js'j Tvp tto Diuiiio 1834.
'
TTT
./


Full Text
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