Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02431


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Full Text
^TfftF'
ANNO DE 1835. TERCA I*EIRA
\J
so d\l JUNMO. N. 1,2.
DIARIO DE PERNA11BUCO.
yp. d Pin
e F*m. is:;.

DAS da SEMA NA-
SO' Secunda SO Torca S Mir;.il B. Ral. de m: aud o J de 0. de I.
1 Quarta (Primeiro de Julho) S. Tlteodorico Al, sesaao da T-
Pul.
5 Quinta Vuitacio de N. S. Re Ca m., a de m. e de t.
Sexta S. Jaciutlio M- se'sao da T. P. de m. c aud. do J. de 0
de L Quarto cri'sr. aos 2'2 m. ila t.
4 Saltbado. S. lzabel H. HelacSo da m- aud. da Vig. G
de i. fiji Onria.
5 Domingo S. Athanajiio M. D.
Tudo aora depende de naine. da nossa prudencia, tunde
racao, e enerjrin: continenlo* comn principiamos. imrvtuo a-
potiludoM eom admiracao entre as Naques niais sulla*.
Pror-'-imofo da JsttmHia Qtral Swl>screve-sc a 1000 rs. mensae pagos adiantado nesta Tpo/rra-
fia, e na l'raca da Independencia N. 37 e 3H; onde recoliem
correspondencias legalisadas, e anniinivn*i inserndo-s e*tcs gra-
tis sendo do propiiosasig-nantes, e rindo as*ignads.
PARTDAi DOS CORREIOS.
Oliixla _Todos o* diasao meto illa.
Goianu, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde Manianruapc Pi-
lar, Real de S. Joo. Bit-jo ifAn-ia, Rainha, Puntual. Nora de
Sonx.i. ( idade do Natal. \"iI'a- de (loiannitha, e Ndti. da Prince-
Mt (.'idade da Fortaleza. Villas do AflilirtVs .Monte mor ntfvo,
Aracalv. Carcavcf, ( anind. Granja, imporntriz, > iernaMu,
S. Joodn Principe, Sobrar. Nova dBlRer, Ico, S. M atlicn, i-
aclio do rangiie, Santo Antonio do Jardim, Qacxeramoiiu, Par-
nailia Segundas e Sextas fe i ras ao meio Ala,
Santo A Nio Todas as auartas fi-iras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonitonos dias 9 e 23 do me7. ao meio dia.
Floresno dia i.'i de cada r'a ao meio da.
Serinhaem, Rio Formozo, e LimeirasSesudas, Qnarta, e
astas fe i rus ao meio dia. ,
INTKRIB.
E
iXpendercmo boje nossos sentimentos sobre o Pro
jecto, que na ('amata dos Depntados Gerars app^e-
zenloii o Sur. Doutor Antonio Ferrcira Franca. S>m
deseonhecer as suas luy.es, e expelientes qualidades,
nao se pode, deix.tr de escrever, tept ovando alta e po-
derosamente assuas pTfnsase desgraca dissimas ideas,
prop dadas cmj) sen Prnjedo. Este parto da inron-
sidrracio, e da imprudencia nada menos he, do que
ii'im tenamolo poltico, que desmoronando todo n
ioss revolnco ao ulliino extremo de pobreza, de ruina,
e minera. Elle nos faria passar por todo os degeaus
ensangiientados, poique lem pisxado os nossos vizi-
iiIiom, e conterrneo d'Ameri'-a HespanhoJa : esse
Projecloem Gm queracabar rom a Motraichia, arran-
car nos dos lirios o penlior da nossa Gptieidade. o An-
C,U l Menino, que a PioTideiioia a nadada de nosos
males, outorgott nos para nossa falVacf.i e rejn'edio.
Atialyzcmoaos rus Aitigos, <> vjpjinntt, que torrente
tle dvsgracastiiiha de de.sprendei-'.e sobre mU, se fe-
li/.mciile nao l'os edegrapde esi-.ndalo para a fer*n Brmlefra.
'".* A-It" OGoverno do Rta/il crsir de ser
pitrirnonio (Lhurna li.miH..! Em lu:m.T Monar.hia
Conslilucioiial Represt-ntaliv, rom quanto sej,i o
Ptincipe Cbefe do Potler Pxprntivo ; (.. que alias en
cerra giandis&im*, e mui ronsid. raveis vantagpns) tn-
davut.io.sepiledierrom rerdade. que O seti (lo-
veriM He pati imonio dnWtimn GinW* i por quanto
nao ctirivgiii:!.! aquelle rom a responsabilb^ae ; po-
lm .-.im ussftts Mini,ir, s iu. mM desles be. que ver
laihir^men^ e>t a m-Jirl.a. e^dj energa, e for-
Vi do (iorerno. Pss.-s" rar-pi los tj.t patrimiot. e n.io
pittimou.s .sao a linguagem rostnmeira dos devotos
da Dem .-erat i, qno ni" di-srem di po'ilico-mana
de rrerem, que. m, nPst- form;i ,]v Coverno p -de dar-
sp prospt-fidade |)ul)'ic.i ; m Immt ennstante, e an-
liaylakliiM xpetieiuia .le*iro.- inlf iraiHent- todas e J'h.orias ex-lusivas. Nio querem lg.tns, que o Go-
veriM do I a il M,, seg.m.lo a sita expressSo, p.ti-
ii.oi.so da F-u.ili,, de hum Piin.ia, filho, neto, bis-
liflu de Rei* desde longos serillos, de hum Principo,
torneado do lodos os mui valiosos prestigios da Rea-
lera, de hum Principe en fim. paia caja ohedine*
nao eiieonlto repugnanua al^uma os Poros, ha" itu-
H'ln.s desde lempo iminemoti.l a ob derer a cus \u-
giw..* i\U>res5 paril qll(, 1o ttrtrtnlumrU m-t-
l.itK.-a, para qt^ to p^rig^a n.vidade ? Para -m \i\-
luna analyse audur n Guverno doB.anl de mo em
tliio. ocrupado por hum pUtihido i;aiili-s, pr.x., ,|P HVeiitnreiros tcrbillenlrta, liotnens
ptl njif pule .oberlos de rtimes, e ordinariamente
os menos dignos dos .votos de seiis Ci.ne! -lail-is. Qua|
a raso, cm nos os l*oofc d'Ameiitii t)epauhola, devor-ndo-sp, romo
l.-ras aempre em guerra civil, se nao pir terem Sobre-
>al|eaua atnarclu das mudaheas p .lir-as. que-eudo
v i ngar de lio m >;i!to o (legraos, que mp lei ntrn a
Moninpiia absoluta, e a tempestuosa Democracia ?
*;> elles huuverSH'n tjilo a IWlun* de pos-nir em sen
sio buin piim pe, n r|oem arclam:isem Rei, riq I n-
piador, quando se emancipiro, e liBertarfo da uii
p.iti ia; estamos, que rt-fi lerio estrello o camiuh ll-
,|ioso de lautas revo'ucs, o desg'acns. Deo nos
a l'iovi lint ii i a ventura: < \\\ ijuem se lembr de
a largarmos por miq, para nos precpitarmos na mes-
mi, o em mais horrorosa voragem de todos os males
pblicos!
Art. 2.*Oarlual Imperador, e suas Augustas
Irmas cedero de>eu privegin, e reeebera por hu-
ma vez hum subsidio pira completaren sua eduracio,
e princpiarem eu eslabelecimeuto. Por este borri-
hilis io Artigo devia espirar no Hraiil a Mouar-
rhia ; devio os Rrazileiros ( que opprobrio ) lancar
de seu seio, e expitriae a trez Principes na idade da
innocencin, seus Patricios, e Coneidados, cuja Or-
fandade m> p'-r si faz-se credra da nossa mais eorde-
al adeco liste desgracado alvitre do Sur. Dorlor
Ferreira Franca tanto mais nos admira quanto, este
mesmoSnr. Depntado tve a i np-tideneia de dizer,
que se D Pedro t." (que I)eosJiaj) t|uisesse voltar ao
Brasil, elle franquear-lhe-ia a suas portas. Tanta
predilecto pe"P,i?7 cuja lllauraco abysmaria dec.-r-
to o Rrazil tf pelago insoftfavel de dagracas ; e lio
grande desamor, tanta cruefca para eom o innocente
Filho, que tienhum tAl nt>s fez ade qu-m pelo con-
trario devemos aguardar inumeroi hens? R o que
quT dizer hom subsidia por humavet para rom
p'et.rem os nossos PrineipsM pro.seri|>lo* sua edneaco,
e*priiii-ipt r. n seu eslabelecimento ? Qnareria o
nobre Deputado, ^ue o Augusto Menino, Imperador
4o Brazil, e suas Augustas Irrrfcs foste aprender a al-
alfaiate, e a costureiras. oh dessem em agrirultores,
oti se applicassPTTi as fabricas, fec. ? Ta' rxtr.iv-
rrancia nunca devrarouvir-saimseio da Representarlo
National. '*
Art. 3." A Nac.o sari governada pnrluim ("he-
fe eleito de ilou* em t?otiV|Uios o dia 7 de Setemhro
inainiia devotos dns ('i'jadSos eleitnres d<> Riari'. A
simples Itittl'a deste Art. baxAt 1>ar.a. em nosso fraro
piizo, desa< iedt.r lo transmu lado repentiname-tlt* em Repblica? Que
regu ra Queui alba atleutamente p*ra'e nosso reta-
di ; quem m dita em n nes en a nos-a i.-rnoranria (jnasi fj^ral ; tpiem r< fie. te em
os nosos hbitos. &c. 6Vr., treme de ontrir f.Har em
rgimen Republican > pin o Bra/iK F- annde temes
ni e.ss.s notabilidades pMitii s, esses eidadios conspi-
cuos, e pre.t olios, qtt> por anas luzes, nol"riis virtu-
des, e relevantes serviros pr.rta'o aptar a benevolen-
cia, os resDeitos. a r or jlemelo, e snhinissao dos Po-
vos? Q*W.s soessHS b >mens la prestigio, que pe-
la ureo'i de gloria, que os eircond ?. nts iu lu/a
vetj/raca, eriijo nome biste para por Teo- poxips
vi llenis .'etatitos ambiejosos ? Ah Se tal infeliei-
dade cbisse sobre o B-a/ ; as revoluc s suereJ^r-
s- i fu eom huma raui le espantosa, e te; amos Chefes
ou dictadores, nTode2 em i annos; se mo de mete ti
in.z, talWi dous, e tn*\*em boma s semana.
Quem ronb-re a historia vergonhosa das nossas ele-
c-s populares, uio ter por cxag-*racooqne se aea-
li'j de pY'npl^ar.
Ei> as refl,-rus, que em iws^peodurio o esp int-isn,
e horren lo Projer^r do Sor fVrn ira Franca ; e lou-
vores sejo dad's ao n isa IUustre Dcpiit*' o Sal".
!) nitor Pedro d'Amujn f.tmi, que recuoo, romo
Pie-lente di donara, propoto ti vmMc*>, por ser hu-
Pl-nj rio in'-onstituri'inal. Sim, mnilo bem disse n
li tura lo Ut-putado, que a l>, juc au< tortza as Refor-
mas, nao permitir aos Delegados da Nato 0 destrui-
r m oseu Pacto Fundamental, pata o 'pie nenhumi
auctoi isH'o reebe 5> de seu lJoii'ititit 'S : e H !> a-
cao Brasileira ni admilte a fa can liosa Omnipotencia
Parlamentaria da (!r Bretaub.t cm seculos de erro, e
fanatismo. O Brazil quer. o (lovcrno Monarcbico,
Constitucional Representativo, a coja manutenco es-
lio obn'oados por juramento previo quatitos oceupio
o destitu to lugar do Representantes ia Nuci.
He preciso litialmcnte, que estes nossos Concidadi.is
se convenci, que os poderes, que Mies delegou a Na-
ci, nao sio ilimitados, e desrricionarios,*, poitn i-
dsirictus VLtlI Fundamental, ou vontade txpressa
Ha mesma Naci, que nao he tua escrava, se nao sua
Mandadora. Bem cedo estamos, que Projectos de
somelbaiite natureza nao ncoutrara jamis neolbi-
mentoem a maioria da Representacio JS'acional j e Mr
so fos*e to extraordinaria a nossa desgraca, que as i-
ds do Sor. Ferr ira Fran?* vingassem ali, e asaim
se lavrasse asse Decreto de motte-, os Escriptores var-.
dadeiramente amigos do Rroail locar;,'i a rebate, pori-
o em movimento as Provincias, e dirio eom lodo o
enf*M da indiguaco Rrasileiros armaa. Os ns-
0 Procuradores, e Delegados, excedero sa da sua
eom ni sao : elles se lornaio facciosos, e traidores;
clles pretended! arrancar-nos dos bracos o Nosso do-
lo, a Taboa da nossa stlvaco. o Innocente, e Au-
custo Menino, Nosso presado Imperador, e nvolven-
doo Brasil nos marulhos da Democracia, dividirem
entre si e seus satlites os de- pojos do gigantesco Impe-
ria da Santa Crur. A's armas, BraziU-iros. Casaai os
dip'omis a esses pet juros. Yiugumos a honra Naci-
or.at*:'*sal)7eiiioi a Patria Ncste mesnio sentido nao
se.->aiio de proclamaros
un.
PERNVMBCCO.
Astemblea Provincial.
Parecer appiovado.
_j ('ommivsio de Polica eiirarregada de dar o seu
pireeer ao rerjuerimenlo do Sur. Depuiado Francisco
t;avjleauti sebre os ttulos, nomeacoos, gratificaces
d>'S empreijades da rasa, he d" precer. (pie quanto
aosofieiaesda Secretaria, os &eus ttulos, Hutiifai-S, e
mesiuo gralifi-.'ac.'S nao sao legaes : parque devendo
Exm. Piesid.-tite da Provincia nomear a hnm s of-
ficial, creou mais 3 em pregas; pelo que bouve exces-
so de poder. Em quanto porem as fraticai s tobem
be de ptreci-r a commissai, que tio ejlo em conform-
dade eom a le nio& por que marcar estas gratifiea-
vbet peitenrea Asseinl'lea Provincial; como porque,
qnando o Exm. l'resi lente se jnlgasse auctorisado peU
E i de 20 de A^sto de 1828, devia marcar esta grati-
ficacao durante o lempo do servio soment* eom- de-
terniina o att. l) da itnla Lei. e nao apnualtnente
como consta dos seus titulo Qmanto poremaopor
teiro e aiudaVile h- de parecer commissad que as su is
nomsaro s sio legaes : por que ss suas nomea^ s nao
se catn eom n Irj pel.is ragos-s Ja expendidas. Paco da
Eatnii.1 da A semlilea Provincial ao* 10 de Aoril de
1355.
Tlioiinz A titanio Maciel VJontciro, P.
Laijriati'tl Antonio Moreira de Carvalho,
.r.rctaiio.
V.ni.Jo
D >ator Franeis'-o de l'aoU Be] tita, 2, Sccr
I.* Se-
I
i
1
i
f ILEGVElTl
a *




'W
*
A
DIARIO DE PCRNAMBUCO.
rROROGACA.
Ata da i.' SessSo da Assemblea Provincial de Per-
namburo ao i.*'de Junho de i855. ,
pLez. do Sr. Dezemba; gador Mcul Monten o.
>
i

/RF.zentes k, S.s. Depuiados, filiando comi cali-
za p-rticpada s Srs. Jo/e Ramos, e Padre Meua,
esem ella us Sr... Pedro Francisco, Francisco de
Paula, Dr. Chagas, Joa Rodrigues, I)r. B'Pl,sla'
Francisco de Carsalho, Rodrigues S^ie, Mjwocl
C#valcanti, Dr. Mendos, Dr. Brita, o Sr, "
dente brius sessa. Leo-se um olficio; do &r. Ue-
poiad* Parn Meira, participando naO/poper por
molestia conprerr.r na pruregaga. O Sr. Padre
Gama nolouqueaCommissaS de Kedareao eslava
aem a Membro., e o Sr. Presidenta nomeou os Si*.
T.bu.lino, e Dr. Vieira de Mello. Leo-se um le-
que.imenio de Francisco Ferreira de A cantara,
Alfers Ajudaiit'edeprimeira Liiilia, pedindo As-
sembba que o muidas*, indemnizar de *o soldoa
atrazados, correspondentes ao lempo, ero que es-
teva, no Acampamento de Jacuipe, e Pauellas : ( a
Gonami^ao de Pelees. A CoromissaS dos negocios
eodeaiastcos aprezenlou ato Parecer sobre a ie-
preieuiaca^ Jos jitea de Par, da Varzea, ero que pe-
diao pac* seo Pa rocho o Reverendo Yigano hel-gs-
ba*>w6JoaqiMindaCunha, qual parecer fo. que
se reroellsse ao Ordinario para dar ns providencias :
foi aproado. Tevea priroei.a leitura um fm***
de Re.,olucao offrr cido pelo Sr. Dr. Vieira de Mello
p,a occor.er algumaa disidas sobre o logar pe >'-
ie*Vri*, eiimiiicipnl : dispensou-ae a segunda
ieitura requerimenlo do me-mo Sr. Debutado, e
julgou aeobiecto de deliberado para se ir iniprunir.
ACommissade Redacc-5 ap.rzenlou o Decreto ao-
breaadminr-tracaoda Igreja da Madre de roa re-
diaido, efcd aprobada n renicoaoom a aeguinJ e-
rnenda ao art. 5. e ceder os quai los exialenita
na me*nia larej-i, logo que as.-im o exjja o serviao
publico. Entronen terreiri diseu6 o Pitueclo
obre a fi*acae da Foiea Policial, c fi provado pa-
ra ir redact com as emendas rerebidas na segun-
da di-cussa, eas sveuinlcs, que fora api-ovadas em
tercena. Ao arl. i. Ti.e e o Capeilao : o
Secretar'o, e Qaartel Mestrecom graduacaO, Sol-
do de 3. c Cum mandante: Clarim a. Ao art. a. ,
o Commandante Geralter i00$000 rs. de/odo:
o Aioduiir, e Comn.amUnte das Compaiihias
50^,000 rs. d-sold. A., art.. .0. Em cada cksse
de (o Miiiari3niiios serafi considerados mais anligos
os rneles de Loba, que-a:tn.duienie sao Aellas
emp-'g-dos. Ao mesmoa.t. suprima se a palavia-
ac.uaes. A. t. aditivo As piscas de Prel engaja-
das no Coi po de Municipal** permanentes contiuua-
r6 a vencer o sold n razi do seo engajamenio, a-
t que este se finaba?. O Sr. Preideule levanlou
a sesaao, dando para ordem do Dia a niesma da aes-
ra, artlecedeule.
Thomaz Antonio Macitil Monteiro* Pref.
Laurentino Antonio Moteira da Carvato, 1.* Se-
cretario. _
Dr. Francisco de Paula Baptista, t.* Serretano.
t

E M ob-erv***, an fi Cftkt de V. Ex.
dactado de *% ''Abril |H-0*im( p*af*cj do preaente
uno, esta Cmaro pweea-twfoiwer-a V. I'.*. -' s
guinle; masan* da enlj; w. ssun.pto en que
deveoecupar-se, permiHa^.fix. qua man.f^le a
purasatlslacadeV se ; te poawnda pelo leste.
Uiunho do citado Uffififcftg ** o dezejo de pro-
mover a prosperidade naosd'e-le Termo romo de
toda provincia, assas corresponde a espeta?ao Pupti-
ra, e as C'eos proteja as justas entencSes do Fati ion-
io CoWerno de V. Ex. a bem da Protfneie.
NsicTeririExm. Sr. extem P.ov.das duna
CaKiraa de primei ras letras, ques.-,6 a. ltate Villa,
e a la povoac d'Agoas bellas; c.ta^ 5 frequenladaa
rom enciente numero de meoinos, econsta-n. iw-
ver nellas tizo progiecivo i pyr isso ulgamos de nau-
ta uiii;d*'le a sua runa rva?5. Assim como nos pa-
rece ser deebaolula necessidade crearem-se maia ues-
te Termo ( pelo menos ) duas Cadeiras ditas, orna
na povoaCa6 de Papacara, e outra na Povoac.o do
Crrente, por ha ver nietas dit.s P.voacoes baalen-
le fopnlac.6, e grande numero da mondada cr.an-
(|0-se na ignorancia, os quaes nao se nudem aprovei-
,arda Mei^ feila a esta Valla, e a d'Agoa^llas, pe-
I.! grande di>lanca em que fic.o qualquer (I e! as ; e
tendosalisfeiloaosdois quintos exigidos no OBicio
lide V.Ex., e.sla Cama-a Exm. Sr. aproveila a oocaziao
para representar a V. Ex. outtta multas e infca-
r- ___:.!.. raplum i-ste I ermo. cuno
o.
GOVEUNO da PROVINCIA.
Expedienetd do-dia 25.
JffiC/o ao Commandante das Armas, remetien-
do officio do Exm. Presidente das Alagoas, coui re-
querinnuto de Francisco da Rocha Vieira Cavaban-
ti ouepede confirma?^ de postos de a. c e f.
Tenenie d'Artelheria d'aquella Provincia afuu de
maBdar exlrahir certida autentica dos respectivos
assentos. ,'*"', i .:
Aodito para dar esclareciroentos sobre a pn-
sa6de3>zeLourenco Henriques Alvareoga, que se
nueixa de haver indevioamenle si-lo reci otado para
a Marmh ; ouvindo pat isso o Major Febppe Du-
arte Pe <" a
_ Ao Director do Collegio dos Orphios; q tem
officiado respectiva Commissa Administradora pa-
ra nome interinamente um Professor que faca as
?ezes do"^1"1 visl c""-*6 doente, e sem es-pe-
ranca de prompto restabelecimenlo.
_ A' referida Com-raissa6 sobre o objeto do offi-
C,0JUporiaria ao Commandante do Paquete Janu-
arianaiarecebereconduzir para o Rio de Janeiro
disposica5 do Exm. Ministro da Marmha os ivera
tas S R de Vasconcellos e M. d'. do Nasnmento,
e.SoldadodeptWiraLinhaA. F. daTrind.de,
rindos do Cear e Rio Grande do Nortea Escuna
Br'Ao Commandante das Forcas M. para fazer
pasar para o dito Paquete os reerutas de que I. acia*
Portara snpra.
p.-nsavs preoizSes que reclama e.^te le.roo enno
U. a Pime..io d'uma Cade!.a da l.ngoa La ma
qe lanas veies tem repre/.entado a esle Exm> Oo-
ve.no por inslipaca das CidadSe, d'e-te Termo, os
quaes pOr emull c-6 d'outras Villas gozaren d e>ta
l-rc, eestaHa ter essa regalia vivem desgost.z >s,
v.n.loaler.ar-se.mocidaded'este Te.m. no bu.do
da -gnoroncia, onde apenas exis'eiB duas tad.iras
de p.imeiras Lelras ja frbp* ditas. Como lao l.em
lai.in.Uvel o estado da indigenca em que se acha
esta Camera sem ter Patrimonio, nem rdito algum,
nem e menos com que pague os fancionorios.de seu
Municipio,, como seja Secretario, Porle.ro que
esu.6 se. rindo k na esperanca da Providencia, e pe-
lo que Uvamos dito parece-nos ta justo coiuo 09-
ces.a.io, que ae Ihe mande dar um Pdjr.mouio pa-
ra remediar suas precizSes a ima .lil:s, e mesmo pa-
ra sustenlacap dos prezos pobres ^ia Cadca d este
Municinio. Sa5 estas as mais fenles premo's
d'esle.Teroao, do qt.e esperamos a Aprovacao 'e
V E.; e que levar ao conhecimt'til" da IliuMriesl-
maAssemb'eia Provincial, para providenciar a res-
ucito. __ Deus Guarde a V. Ex. Paco da Cmara
na Villa de Garauhuns em Sessa ex't.aordiuaria de
15 deMaiode i835.
Antonio Teixeira de Macedo, Prez.
Quintiliano Ferreira da Cimhe Oliveira.
Manuel Jozedbrreia.
Joa IgnCode Mello.
Joao Bapti-t da Sil*.
Est conforme Jos de Lima e5lva Secretario da
Camera bese re vi.
DIVERJAS HEVARTICO'ES.
PftOMOTORtA.
Pe^ktb V. S. Sr. Juiz de Paz Suplente do i.
D.sliicLo da Vanea denuncia o Promotor PuIjIico Dr.
El as Coelho Cintra dotctnal J iiz de Paz Angelo Cus-
todio da Silva Fragozo, e o motivo da sua],denuncu
he o siguile :
No dia a6d*Maio deste anuo querendo o denun-
ciado prendera Luiz Mximo de Freitas pelo furto
de huma muhW cazada, sem receber denuncia e
formar-llieaculpl, foi.com huma patru'lu prendel-
o em caza de Manuel do O', e logo que o vio man-
dou-lhe faser fogo, e como elle se evadisse foi a ca-
za do Freitas lirou-lhe hum "*bahu rom roupa, lumia
leuda de Sapa tetro, hum rede, huma fcranadeira,
paffona, e carluxos, ( pois que o Freitas he Guar a
Nacional.) Tudo iste sem levar EsorivaS ou Meri-
nho, e lavrar aut9 de busca & e todas as m>is fonoa-
lidades exegidas no c. 8. T. 2. do Co:l:go_ do Pro-
cesso Criminal. O qe provo con as, testemiuihas
abaixodeclaradla. Por isso est o Juz de Paz en-
cursonoarl. i3o*e a69-do Cdigo Criminal, e re-
quero denunciante a V. $. que jurando se Ihe lom
a sna denuncia, e se proceda nn fonn*. da Lei. Re-
cite 5de Junho de i835. Dr. Elias Coelho Cin-
tra, Promotor Publico.
Teslemuiihas Ped-o Cletin> banco ra re-
dor nos Remedios, E,lea6 Pereira, crioulo caz .do
morad.i- na Varzea. iojquim Feneia de Mello,
pardo solteiro morador ni Varzea.
COMMUNICADO.
(^OMoquer que a_ppareces.se a lurta di impiedado
rondan Religio ( pois que a n.e v-r a tentativa da
de.apropriaclo dos bena das O dos Reliaoss, e
sua-total extinco wo importa meii ?, que hum.
verdadeira e manifesla pe.Mguico Divina Reli-
giode JLSU-CHRISTO) ; nao posan leixar, co-
hio Calholioo, de sabir campo, e pegar em armas
para rombaler pela causa da Religio.
F-stou intimamente convencido, que de todos os
direitos, que o b m>m g^a, a propjedade pess .-
alhe.o mais Sigrado. Esse direito o.|ie-.-e protegi-.
do pelos Oorenms livie-*, e he em rOe*equencia del-
le, que pode qualquer Cidadio dupor de .sua pessoa,
n'm tanto qu- nao perlmbea ordem stcii1, nem
rau-e prejuizo ao du>itos de le.ciio. Postofeste
principio, cuja evidencia^he manile-la a<-s quo t.m
uso. de ravo, perguntarei a os Filosofantes, sea lincciodas ordea religiosas, nao involve '\t*k*9*>t
do dirto de propri.dade pesaoel \ e, se nao he Jor-
car os R.ligiotos a renuncia, emao estado, que ad.-p
t'a.So? S rrelhante medida, a meu ver, upuvale
seeuinte: todos po-l* 5o ser o que quizer.ro, e abra-
car o estado, quelhesaprouver, menos pe. lencaem
s sncVdndes c.nsgradas ao servio le U.o^. O al>-
,ordobe claro <.!hos vislos, e ) ara maior codlu-
s.6doS Filosofantes desejuia quvn.e dicessem qual
O motivo; porque OS Brazileiros dev.m Lt a hberdade
deseali^a.em as Sociedades retes (o quojhes
he p mitii.lo pelos artigos 28a a a84 do Cdigo Cri-
minal ) a se Ibes hade veda, o congregarem-se ein so-
ciedades religiosas. Dar-e-ha por ventura que a-
qnellasseiomaisutris, que estas ? Seas pr.menas
o.sao, ignoro ; mas o q-e parec-h.e u-ngu m d.ni-
dar he qneas ordena ie%<*aj t-m l. azulo ao Mun-
to inteiro grandes l.ns. BnlTun, nalmal.sta u.s,-
,,. falai.dodas Missoens expr.me-ae des'n .-orle:
5 As missoens conqu^Lv So mais homens entre as
Nacoens brbaras do que as *.r.es v.cioiosea.dos
Principes,.quenssubjlg.8o- O Pa. aguy loi de*1e
modo'onq.ltado. A ndur-, blto.it exemflo a
raiidade, eo exereicio da vi-lude ronslan emento
practicada pelos Misionarios, move.ao -a aeleagens,
e vencerlo a sua descanenra e fereza. Elhs vierld
multas vezes.de moiu p-oprio pedir, que quemo
conheeera Lei, qm/tornava os homens lao perfeR*.
sujeila.o-se e8|a l.ei, e se renn.ro em soc.dade.
Olnglez R.be.tson na sua historia da Amrica diz :
qe paMiaa-fnarios llespanhoea,, em re de op-
prinii.em os Povn*, furlo sempre Miii^lroa de pa
para os Indios, e que se exforca.io mees anlemen-
le em arranca, a virk* fenea das maoa de seu. op-
pres.sores. E quem fo-8o estes Mias.onariu.-, senay
Kengiosos? Quede bens nlo troux=e.ao as qo.ln,
partea do Mundo esaea meamos Jesutas impamente
p,6sc,iptos, ecujoscrimesnaoerom.usq.M, o zeo
e a vigilancia dos intereses da fteUM ? Btm U-
M/te.vcomp.nhiohuma sociedade de *,& u.div.du-
os, disseminados pelo orbe, e desmte.^sad.men e
ocenpados da inslrimc 5 da moci.lade, f pre lice do
Evangelho, dasco..c!neoc|,s d-s sobros a mo-
ribundos, em sumiv.a d-s funcoeil^W g.adas a
bnmanidade. Do.is Miniaros execandos e hum
Pon.nce, qoejaeflijuIftadoporAo-, acal^arao ,^a-
ra.semp,; rom este Kvo de tie.fies rom esta m,h-
viateneslre de Jsu Christo, e que era sempre de
saudosa memo-ia para os homens imparcnes. Seria
hum nao acabar se quize.se, lito enumerar, porem
simolesmen-e abocar s immensos l-euehc.os, que
oaReliguisos tem feilo e podem anida faser a soy.-
dad,-: Ne^te ponto os-s.-us titulo a gral.dao publi-
ca este suficientemente ver.luados.
Tomando ao ponto, prinripa!, que se me .a tras-
malhando, dlrei p ,is, que aex.imcio da ordens
religiosas be huma violceo da hberdade pe.soal, e
4ur tanto manifeslamenie injtt>a. Accreace que
re.mlhP.ieextinccaooppoem-se nossj. L.. randa-
.n.n'.', co-.o passarei a .lemonl.ar. O art. \-j
Vl'diConslilnici.doI.np.-riod,/. exp.essamenU-
mu- iiing-iem p !e ser per, guidu por motivo de Re-
ligiao r> Perseguir he lomado aqu no sentido de mo-
lestar, avexar, atormentar. Su, p .libarnos, que Pe-
dro se'prrsuade, que o meU.or molo de servu a De-
es, ealcancirasabaciohe deixar o Mundo e iv-
colher-se'humeUostro. ortde pase o reslo deseos
dirtem.ora.coens, j -jiuis, e penitencia anima: im-
podilldeexecntar o..eu desenhei wbi bft Jara vida monstica, ou arrancaflo {_ o que he peior )
do raos"., nio ser por ventura huma ver/laleua
pe,s.gi;c5o? Nao ser molesb.Ho, e av.xallo ?m
hum ponto de lano r'.'lindiv ? Que impo lao i-P"
cieda 'e.esi leHs.1.- Prdro, e o s-u mnoceule proee-
d'rm-nt.,? Que mal re/.ola ao Estado de h^eie.n
a> los, aonde se vcolh as denostlos da n:0ra1a
lingencias? ReceiariS por vculu.a os Filosofantes,
quo lodos os membros da sociedade se tornem fw-


DIARIO 01 PmWMQVCO
fifi
7 i
dea? Nn; penque ollestio deaconh-oem a divrsi-
. dade das ndoles, nrliiiacoens, talentos, e yocaooenj.
Mas dundo vira o estcarnicameii-lo do- Filosofantes
co*lr as Qidon Regulare* ? Eu vo!o digo A "ex
lnciodoCatho'icismo he o lim, a que *e endecidi
todos 08 seus plno>. Coiutuemos, di/.em os Filo-
jofanlea, por acabar (om os VndNaj D*tn#ataoa de-
. pois os Padres ; o casamento destc* tr-ar romsigon
scisrea, e-a extinca do calljoiic^oi. Aqu portfm
nio pari os seus araados intuito j porque -
blido o Calholici-ino, es' aberla a piola
hereiie, osla dai nasuinnnlo pluraUdade Se
seit-s, ( dalu* vi. finalmente e. iudilfeienti-mo re-
ligioso, a abnheo totul da R. Iiguo do -FiJho do
Carpinteiro, oomo<:Hffl..aJi:SLJ.-(JHRISTO osn s-
tm FilcsofaMteedosecwki.- Es i pU,, ca.isMmoa
l|llo,e>. lis0 "ll. |uese,dirigem todas as ai-lmia.
ivMJB da impiedad.- j | qu<;jra Dos, ipie Unlativa nio
coste c.-.rohfns amores, non que o Allismos ja il-
wdo.siarc.ngado desollar lantanbo- umn)U>. Ciu-
fne.qmilo, queri'buui Paz, onde a Ri-ligiio dom-
name he a Cal bobea, Apostlica Ro.nana.se faca lio
tiuenla gurria ao G.lho icisuiu, que i,'hu,n seculn,
que se d:z>er o das luzes- e da Consiitucionalidade,
se ijue.ra coarriar aos individuos o livre cxe.ri. i., do
diieilo in<.is sagrad,., quahej-. a uu>r*.le dop-.zigo
desuas pissoas. Lancera asnos o- Filos oijfte.s hu-
ina is'ad'olbos .o.s lisldn-U.i.d.*i, lei.'i'a historia
desse P*ia, quu se considera coni> ornis abalisadu em
civfrsacio, e bhe.dade, e eaaWrin, qe desde i;9 o
Cnllmlic.Miio t.inleiti. ali rpidos prognatos, que
hoye lu no Ma.iland varios Comemos de Frenas e
F< adej. Nein s djga, que a maten* dialctica he vi-
ciosa, pu.quuse esli-iba uu falso principio, que a c,m-
aa d-C,iIhulic.smo depende da Ctfnacrrafnb ds Or-
dena Regulare. Po. quanlo> saim como E-lados
carecen, para a su. wlracu, d-feza de ln.ni exerci-
to, e punco seg.nos.ju g.ri.. qje nio ,Vl.SM. x
ittrsiua aurl precisa o Coi bol,cismo de huma milicia
eapu itual, que aideudoein tefe pei Ca- do Senhor,
ba,a po, ella a duk-ndela dos m))os ,ta w Aii,,,,,,_
sia: eon.uishe, queathrye a fe o, ihudoxa se tem
Bwfi onde exis.em rdeus
las corrobo-
Alem disto os
ReguaresconSl1l>.eu,],umcr|)0 de re6 0(, u_
x.hador, desuado a coedjuvar, em circunstancias
urgentes, o clero secular.
cbs por escaros; se elk, 9tg p0r este motivo, qual
he o propietario e senhor de Eog^nbo no Braiil, que
ajusto liiulo nio mereja o labo depi rgi.icirM.?: No
nieu Tiacotnlend r nenlmm proprielai. be ocioso,
a excepeo d'aquelle, ^jue vire da reri la d i soa ierra.
s dtisindiistn/feo, ciio ninacn. p.-rleurem <* Cr-
r.oracoe..'s SWgfiwai B azil.iras. Sefeudo o Sur. J.
B. Igy a indH-lria << |ie mis noe a accJo d.sforgas
h-icas, c mura-sdo Iimncm applcd- Nao he ca cssencia, pa,a que imn in lividusCTi'con-
sulcrado como industri z0, que empr* gue naproduc-
Pili ritlllunMn.v... r n TkT
da oatiircza, hp o'sMio'; o que se occup.a da aplica-
rn distas' e 'pi'i'CK-cm do lin'meni he hu/n aeri-
cuUor, hiiBi manujactor, ou Ntguciante. O indus-
InoZ", qoelrabalh'a niaiioann-ni.-, d:rigido pulas lu-
7.1-s, e pe'yiuao dosouro, liehum ob-eiro.^ ftqui
ve-se poi-i que nao esto excluida^ Ja induMri.i ascom-
binaQpens, as concrpcnen do e-piriio, e n sonii'na o
lr.d>.ll)oni('nlaI, queiecnd reg k prodcelo (j s'a-
lores. lio !o iuduslriozo tf qu? dirige os biacos <"s
esrravos, como ospropn'os escr.rvos, que rxeoutao os
planas e combtnfcof ni feseos directores. F. quem
he que diiige o trahalbo dos e-cravos empj^gaos nos
BagenllpS e propiedades dosFradcs? Es'ou vend .,
que nio |p o, yismofl Frades, porera sm os que qu
rem roubar-lhes a faz rida.
Ootruargumen'o miun jo, que rem balha, f|un-
do se trata dasO.dens Regulare^, lie, que o.-aeusEu-
grnlio ; fiteiidas nao produzern o que poderiio pro-
duzu-. Mas quem ser o culpad d-i'e drsfa'que de
proihicfo? S. r5 os Frades, ou o mesmo (Jorerno,
i l~... _i.:i.:j i .
-" ""' -"i i'id.zes, onde exisl
Regulare*, e ne.n se pode nega,-, que di,
rao sujgularuienie a devoco dos Fi,v. Ai
>' Guando se Ira ton de rire-
gar oWgelho, de co.,f.itl. <)9 rei de vi.lX os
enfermos, *togjf*th Uvtfa Jmpie promptos,
e nunca,ecu.rao dian.e d, p.-rigo, di guerra, e do
lagellos da peste a ruis asso adora
D,zem osdapandilk, fi|0 rel,g,oZ,s tem degenerado, rt* p(. is,0 convem des.
trmilae. A co.uequencu So me parece exacta. Se
as Orden. BrI.g.o..a se ,em ,6r Vf 0
pie b.zer be relormalla.s, pondo en v LMn
disoplina. Porque, seo.Frades, qnando luceros e
viriuuaos ediheavao enm ukm v0m,,i -
, Uhee e\emplo, e pre-tavfio
servidos rvlevanits a huma iu.la,t ir i
t- "umaniuaiJa sendo refoi ma< os,
cuino couvein, dar o
mesmoexemplo de eiiludes,
e preslara os.nesmos s.rvicos, qnP d'an.es. D.iem
Hl** queoslradessioocioso.. Mys qu.J-era o rrro-
t.vu?. Porque, ,.sp0lld, m os Filosofantes, os Fra-
da v.vem ou da car,dade dos Fiis, on dos rditos de
uas tenas eEngenhos, q(lC sS traba|hdd ,g r e,.
eraros. Quanloaos F.ades, qile ?rem da rari.lade
do^ieis, comoseJtoosMelic.n.es, nlomep rsua-
do, que el.es se...llo !ortia(lo ^ ao ^
Jante quenada Ihesd., numambem spss,.,,.
quod^sl^emalgumas.s^U de u(o 1,,,,^,,, ads
e^cuja cm, U-d. querer co..rc.ar, ,,, a m-, hum
de pensar, o nec plus ultra da i.m,sMCa. E neo, vale
a mijo q,.e o couMn.,od..s Frades Mendicantes I,
i.nproducUvoj.po.qnaMto maiores desperdiqios se K,-
zemanno.dmunle na soeiedade or gos, as come-
sa.uas, jHfregft, e prosti.u'as, cmicos, cantores,
eludo quamahelu.o eso,np.noSdade: e ainda nio
cusa, que nenbuuia f.m.liu ficas-earruinada porque
desse todas s su.m.uas a ,.,a estoola aos Grades Frn-
ci.c....oa, que oro a DeoS pelos ,eus beuif-it..,, >
^'t"**1?* libertinos, en-reiauto que moiie eno-
meloza,latndus,e.e1a'.-ma,lo n.-maior mis-.ia
pelos exce-sos do jogo, p alenipo, &o. Nao lie, en
olep.U, o que conso.ne.n os pobres Frades M n li-
caulesoque ,u ujudica a sociedade; be ,-im oquefor-
Cosainenteseti.a aos ihdunlriuzospjra se mantee hu-
ma ehosma deofficios imitis. Mas como o nossos
l Uosojos aopet mor parle sanguesugas do Estado,
ou |,e P'eparly a ser, ni,, tocio uestes g.audes desper-
Oicio, cum ,p. Si engorda., oU preten leu, es-n-
oar, uso Kdao lootisuro improductivo dos Fia les
lyendicapie.
riskindo aos ^Religiosos, que po-socm b.n de r.-
f (e na >ua nq eza, que f./ \',Au miii a Srit, est
ludo o sen crime) nao ttil p.-r.siK.do, qhe rtfjio i i'ed.
riadoiguouuiuuso t-pilrlu du pregui^oos, s porque
vivem dos rditos de seus Engenhos e trratrabaOU-
que lena prohibido o ingres^o de noveos ponto de
rednair asCorporacoens Rpligiozas meia duzia de
elbo-v, ineapazes de administrreai as fazrndas da
Cominuudad->, e queso cuidjo, corno be da rarfn, em
ajustar as contas, e aprumptai-ne- para a tcrrirel ria-
g.-m que tem de lzer des.ia para out.avida? fjada
porem a hvpothese, que ei Conventos aida tenhio
sobra defteliosos mogos, que ml'eie'se tem elle em
desenvolver aclividade, quahdo cida p teso esperfo
ser extmetos, e privados, coin a m.iier ini.s(ica,dos
bens, que legitima epamente adquirir? A fal'a de
seguranpa de propriedadja lie grande obstculo pro-
duefo, e accnmulacio da riqueza, eaindaque a fi*y-
polhese figurada fos.se vrrdadeira, a nsecurid.ide em
qu se acho osRIigiozos relativameleaos bens, que
poesuem, lie bastaqle para explicar a minjoada pro
ducco, que lie a pedra-dv esca.nl.ilo deseos fig uimigns; e esta mesma cansa se deven atribuir al-
g'itn.is dulapidiiQ'cus, que tenhio havido; porque
nioguem ajonta p ira Zangoens, salvo se osnossot F-
lasofjs do seceul das luzes uus (uizcrein dar este
novo exemplu de plnUnlropi,., punca visto.
J ni.ijirei, conforme Ueos mu ajudoii. queaa-
boligao dasOrdens Reliciwxas er iniusia. S ipp >nha-
mos porem que ellas seextingu--m, eseus bens.-econ-
f.scu heut-Bcio do &tad<>, ou, para fallar sem re-
bug de meia duzia de espertalhoensy que querpm.
engordar cum o juor allieio: q ie de males nio liar
comsigo este p.isso tiodesace.-tado'' Por man pros-
p'M-a, queseja, aoondi\'2.> de huui Filado; eniaisra-
pido o aiigiuenio de seus mpiHes; e o' ora finalmen-
te se tenha torn ido a in tusli ia oais p idui'iva, que
he po^ivel, b.du haver se.uorep ---, ju vivi na
indig< leu, mo.Irado,
(pie os bens do-R digio-., -o vn d>i 'ei ament opa-
ti-uiuni d.i p >b /..i. En d i le uio os seus re-
ddos lorio g t's e.ngiauie oai le,en dar de cora r
aos que ihibo fone, fin vestir os mis, dar puusadi
ao Extrmgen'0, suste{f|af a viuva, eo orfio, curaros
le ido-i edneuiis. Sem me ser preciso ..ir buscar e-
xemplos remlos, pod^rei co.u o que vmps em o
iiosso Pcruambuco pro va r a veraeidad da niinha as-
se. gio. Quando filhos deS,. Fellippe Nt eitavio,
segundo he vos p iblica, po ma'or apuro de relaxio e
dtjsrgrament, deixario pflugs'enlura deexerc caridad^* ooip o- n.'Cessit idos? Nio contavamos, dia-
i menle portara da Madre de Dos (que a mpie-
dadu reduzio hum moi^tio de ruinas) para ruis de
8o pobres, que recebo ra^oens? Quautas familias
indigentes e honestas nio crio particularmente sec-
corridos? Que de pessoas u|o mora vio degraga em
caas da Congragagio? Nao era por ventura a Madre
de Deo* a ho-ped jern dos Gove> nadores, Bispoi, e
van liles.' O \l>ogivi>os li.viii degenerado^ os
duqierd cos ero seri coo'a, nspr-dio4 ihal admoiis-
l. ado-, e nao o |anle fi/.i nst I t>s o*o lia- 6 as u cessidades l ^rand nnni ro de indi-
.. o..', ue sai c- i .rail 1 i a SO orlaudadu. H >|e,
qiiioha M ni'grupos, que se nio fazem mais lesli-
vidadus na Madre do Deos, nem se'do eemolasj, heje
que o patrimonio dos Congregados passou paja tneia
doxia de orfio-, es rendirumlos sl> puucos, e nio li i
diuheiro para se comprar huma galinba, casa adoeg
algum pobre menioo, e que provarci, % necessarie
frtr7 e cem docnmenlos ausbenlico*. Oquedigodos
Congregados, antee da sua proscn'pgio, podello hia
'gnalmenle aplicar aos Carmelitas e Benedlclmps.
Ora abolidas asCorporacoens Religiosas, e confiscados
ostous bens, quem hade cuTdar da pobrea? A re*-
po|a dos ze/ocos do bem pub'ieo custa alJieut he
obvia: os pobres, que trabalhem. n Mas, pergun-
ta re, o trabalho se.i alguma couza, que postamos tec
fl noa vontader" O salario do Irabalbador .e. sem-
preproporcionado s prcrisoens de sua familia? Cu-
rti poder irabalhar c porexemplo o que se arha
enfermo? Como poder sustentar numeozos filhos
o que recebe em r compensa duseu trabalho huma
paga diminuta e insignificante? Pelo que respeia
aosprnein*, isto he, es que nio podem Irabalhar
por inolivo de molestia, parece-me que os uessos Fi-
losofantes, orculos do seculo, nada lere, que
responder-me, salvo se tanbem quixcreni que su es-
tabellef a hum imposto favor dos pobres enfermo,
e qu se tornar excessivansentecneroeo nos cazos de
peste, epidemia, e fme. Deniais, que preciso ha ,
de enearregnr a soc^dade o cuidado dos pobres eaftr.
nios, seascorporages Religiosas tomio a si e.'sa te-
refa, e de muilo h>ra grado? Quanlo aostrabalhad-
re=, que earreglo nuineroza familia, parece-me slar
ou viudo dizer aos Filosofantes: e quem Ibesman-
don caearem-se?. Ja que fizerio a asneira, soffiio
os consectarios da imjajudencia, ou alias estudemo
processo mecnico para faier que aa omitieres
ro sejio mus, obra inleressantissiina, publica*
da na Inglaterra, eda qual daremos oopreio huma
novaedico, com notas ampliatiras, e que ser dis-
tribuida gratis pelos trabalhadores, pois que lan-
to chega a nossa philanlrepia > Eu bem vos eu-
tendo philosofos do seculo. Queris que o pob< e ni ,
secase, ou, se o fizei, que infrinja a Lei de Dos.
Cera qusnlo reconhega os glande males, que acar-
reta sociedade huma populaco excesiva, nomeu
humilde pensar a Continencia, ou celibato, melJior
quadrava aos ricos, que aos p .ibres. Aqnalles gzio
de todas as comodidades, e confortos da vida humana;
o sei. dinheiro lhes d nmeros amigos, e Ilics abre a
porta dosprateres desleMunJe-, porem opobie, que
vive sem ter quem lhe dos, que nSo tem piase.es,
I couforlos, nem amigos, que pasaa adaide ouaacerao
por do sol em continuas e insuportaveis privacoena,
ha mister indubitsvelmentc de-huma corpanheira,
que lhe sirva de amigo inseparavel, que o coadjuve
en seus trabalhos, que o consol e*i suas trib^ileedens,
equelheassista emsuas enfermidades. No meu hu-
milde, pensar, anda o repito, eejln quae forem|as
tragas descohertas para impedir o rpido crescimeuto
da populaco, sejio quaes forem os planos de reforma
pasa tornar o* tribalbideres mais acamellados, an-
da mesmo que esses planos producio o effeilo desejado,
hade sempre harer boma classe de indigentes, quer a
miseria provenha de culpa propria, quer d outras
causas independentes da rontade humana. Posto isla,
o quednver-se-ha fazer da pobreza? Deveremos en-
tregalla todos s horrara d seu deploravel estado?
Duveremos sobrecarregar a Naca6 de hum imposto pa-
ra os pobres? No meu entender nem huma, nemou-
tra couz^. .Mas o que se Severa enta lzer ? Eu vol
digo: deixar a poftreea entregue quell-s, que por
dever de consciencia estaS obrigados a cuidar do po-
bres. Sim, devemo-la entregar aos Religiozos, enan-
ca privalla do nico arrimo, que ella tem neste mun-
do. He pois claro olhos vistos, que bolicaS das
Ordens Religiozas redunda era delrimeuto dos pobres;
e este motrvo por si s deva confundi o-desalmada*.
Ainda que esle drligo seja extenso, na5 se pursuada6
osinimigos dos Frdei, que lenho esgotado a ma'.eria ;
pois que a lo lo o lempo, equand quizereoa, me a-
cbarS prompto e disposto, com o favor de Deo, a
pugnar pelos intrresses das Ordeus Religioaas. r
Aulr&n.
Lente do Curs6 Jurdico de Olnda.
MEZA DAS DIVERSAS REHDA.
A pauta ha a mesma do W 107.
ANNNCIOS.
\[Jarla feira !. d Julho principii dr-ie lu a
Qbra intitulad i jifa j* Marica atn v^iso sol)
coinooiU pelo Snr. Filippe Maiq es dos Sinto of-
farecida ao I lurtrissimo Snr. Teuente Corenel.Ffau-
cJ,o Carneiro Maxado Rios.

i ILEGVEL L


1
DIARIO BE PttltNAMBUtO.
fc*Vi
Esta obra, qu.ee maisuma convincente ptova, que
nos da o Autor, doa seus talento, e de sua adhesio
a cauza da Itberdade (por oflerece-la a uro desses Ci-
tados, que por ella tanto tero pi opugnado, e solrido)
mu digna da aceitarlo Pub'ica, nao poique ah
seencontrao, com ordem, e clareza os preceiio. des-
sjarle encantadora, que os homens dco a madre JNa-
tureza, para alivio das aflicoes, trabalhos, a que cs-
tfotondemna'dos-, como poique o seu insigne Autor
soube embelezal-os coro o* divinos eltcantos oa Poe-
"aSe Horacio, Vid tos da A.t. l'oelH valcro-se do belez., e dos preci-
to d roesroa Potica, o autor desta obra le* roais *m~
da .oubeTrooniz-r os preceiios da Poezia, coro os
paitos da Muzica j aquelles crao roestres ero unja
le este roostr. que roe*tre ero duas artos } de
noaoque bero se pode dte., que nunca Euterpe, e
Rr-t L .charlo t*o concordes, e u rolas.
<5C flV Sne desU Obra, ou k-U*< -
JStro public.ndo.se cora toda a brev.d.de, ale
qU^LToforedro do" Sur.* Inspector do Arsenal de
IVlaTmha pela ultima vez se faz publico que precisa se
Mannhape (io blim ann0 de bolaxa, e
"rTverdc Z *b**' Naaon.es, e Man-
s5S^-tt^^^d-horas al"
t.ro d coro os seus nadies idneo., poi. qu- ni.<
TedUte eve concluir.rrematacio. Arsenal de M-
^27deJu,,hode,S3AtonioRober,o Franco.
.Secretarioda Insperco do Ars. de Marinha.
AVlZOAOS NAVEGANTES.
FAROL TAPA O PORTO DK FALMOtTlI.
Londres 12 de Feverei.o de 1835.
O
h preparatorios que a muito lempolem do fnto.
Jo se daVao publico hum 1 arol sobre o Cabo de 5.
Antoniosituado"a tte da entrada ""4 *.?*!-
idoi.iIi, aeha-se em estado de grande augmento.
frn raza. disto se publica a siguite noticia, (ue
o Farol sera vistosob.eo dito Cabo dous meZes depoli
desta dala, e dahi dante continuara a appaivcer
todo, as n..to desde o por lo sol at aoclafiar d uiflO-
ra, para guia das Embarcacoes que entilo e sahem
do dito Porto. .__
Bale iarol apparecer na elevacao de 63 pez cima
doiiifeldoin.riitprPHro.rda. ag.a viras, r ri
M em todas as dim 5,-s de S 40- R, e na volft do
S, Oeste, .Norte .cima do d.lo Porto.
Afim de poder ser este faiol fa. lmente dis ...t> de
lodos osoutrosrircunvi/.i.il.os apureienlara elle huma
rpida, porem regular w*m*fr de chama de l.r.lhan-.
U Informal s ronis partcula, es serio depois pub'ica
las logo que o Farol- coroesse apparecer. I o. orden
1. loiueilSecretario.
ConlemeAmonio R..be! to vrancpS.crt tai 10 da
Inaperco do Arsenal de Marinha.
FAROL |.MKT\RT Wm
L-.ndres l-$ de Feverero de i83j.
- Estando muito adianlada a h-a que desde .1-
. lempoe,Uv. em progreso para .ee.eg.r hum F.-
?ol aro Sart l'oint, az-se publico por ^.
vizo qoe e^parando-se que om breve ella M poih la, o
Jro^.doVarolconiess.rappareee.- no p.in.ip.odo
Outoi.o seguiute. r .
Odes.imvod.sleKa ol que appirecera na elefa-
cio de 20 p^z ac do oifel d m.r na pream.r das
1911M JLM wr o de buma.lu/. mv.i e mov.l, mostian-
TKESSJi diversas core,brH..nle. coro m-
er>.Uos rerula.es de l.nm romuto. Alem d.sta lu
i drecera?-n.l,m no mesmo Farol out.a eManona-
i i na direccio de Borres litad.
l2SE P"'-,ar7 ^ 'jo lo caraca
, aes.iu.ivo oeste Farol, ro depo.s publiclas log-,
1 |.'aco publirn tambero que com apancao do projec-
lado i arol cima referido, o alto Farol en, P.rtUnd
dejar deaPParecer como huma Un filio, u U.
cionaria juntamenle coro o b-Uo F,.ol, sen-io ambas
visifeis n. direreio do Sul como to aqo.. Fo, |r-
,mJ- Herbar.Secretario.
Conforme-\ntonio rUnrto ..c-^crctano
d. 4BajH-eri..doAr8c!iMdrM.riuu.
AVIZOS PARTICULARES.
O
ra
W Abaixo assiguado tendo con prado e remetido pa-
o Cear trez Cilhetes da preZenteLotera Ns. 1025,
2169, e 2198, p->r cenia eordem do senhor Joquirn
Jone da Silva Santiago, aconleceo que este senhor
dando ordem para o ab' ixo assiguado entregar urna
quan'.ia que tinba do mesmo, nao excetuasse o caso da-
quella compra, por isso o abaiao a?signado deixcu de
descontar e importe de ditos bilhetes, e previne que ti-
rio por sua conia.
Joze Antonio o\ Santos e Silva.
flry Joaquim Pereira Marques ex-cobrador do
Diario, offerece-se para ser carxeiro de alguma casa de
negocio, ou de escripia, ou mesmo de ra, com tanto
que seempregue por assina Iba coiivtr. no estado ero
que asta, d fiador se p.eciso for : quem dclle preci-
sar dirjase ao mundo novo n04, ou annunrie.
yy Carlos Vanes tem a honra de aununciar ao
respeitavcl publico, que havendo sido prvido na ca-
deira da l.ingua Ingleza do Liceo d'esla Cidada por
ordem do Exm. Piezidente desla Prafincia, que no
da 8 do mez de Julho peitende dar principio as li-
ces da roesroa liugua no Liceo dVsla Cidadv. Os Sr.
que se quzarem aproveitar do ensno da mesma liu-
gua poder se matricular no 1 .i eo d'esla Cidade nos
diasque falto para a mencionada abertura.
%qp> Amanh 1 de Julho o da annivi rsa'io' da
abertura de Grande Hospital de Cardade, aonde se
medicuarao no decurso dedois anuos 1060 ptbres en-
fermos, nao se mencionando muilos, que luio cura-
dos portara do mesmo Hoyptal. Queiro os Ceos
perprlu.r esta lio pia InstiluirSo, que tanto bem tem
Uito desvalida humandade!
tf^> v)'Jem precisar de urna pessoa capaz para es-
ciever em elguro carlorio, ou aimla mesmo 1 a'gum
escriptorio particular ; quem delle precizar ainiunce.
yflp Quero annonciuu ter para vender diversas o-
'brasde piala do Porto, quera dirigir-se ao 3. andar
do sobrado D. 10, em a ra de S. Francisco, ou cu-
dria ; alias declare ondequer que seja procurado.
%ry Quem precisar de um. crila para casa de um
bomem solleiro, dirija-sea traz da ra Nova 6.
tpy> Oabaiso astgnado fiza a lodas pvsso*.. que
lite encommenda o para concertar diferentes p*'9as de
dbra de roarcineiro, queirio procurar dita, obras, pois
o abaixo assignado ignora que >o sens doims, que dan-
do os signara ceitoslhe se io enliegnes, p'is nao con-
ven) ter o armazem ocrupado rom obras que nio Ihe
perlence, ialo no praro de quinze dias contados da pu-
blcelo este em dianle.
Joze Coelbo farboza.
>rjr* Hum rapaz Brazileiro se offerece par. ser
caixero de esc ptorio ou na, de exc-lli*nle eonducta
que dar fiador se for preciso : quem delle preri/ar
annunrie.
\ry Para clugar ao ooinWimento dos sei-hores
Manoel Uizerra Cavalcanle, Manuel Antonii Bibeiro,
Joze Mau"icio dos Sanios, J>-So Cavalcanle de Albu-
querqwp, Antonio Joze de Aihuquerqii"", IUz Anlo-
nio da Silva Burgos, Eugenio Joze Muniz, Antonio
Joaquim de Mello TaUuba, BuZebo Gaspar Mix'a,
e i mo Correa (Cavalcanle Maeam^ra, se lat o pre-
7Pnte'afizque sao ii'teres-ndos em vinte roeros bilhe-
tes d primiira parle da II.' Lotera do Semina-i.> de
Olind dos nmeros sigirnles que vio .iibaixo fielmen-
te esc. i pos: 653, 663. 605. 660. 067, 66^660, .1217,
3222, 5236, 3608,3609, 32H, 3635, 3641, 3643,
3905, 3928,3933, e 3942.
ypf Dezeja-se fllanroin o seiih'r Manoel Ff is de
Souza, e como se ignora a sua morada, por hs r se a<> mesmo senliiH qne qm ira aiuumeia-la.
tCa^ Prei-isa-SL- de um hnmem jiidoz, qoe snba
ler, esrrever para lomar tonta de urna pequea venda,
perlo da Pra9a, ou alias, um pequeo de 12 .Minos pai a
o mesmo fim ; quem ealiver tallas eircunstancias pro-
cutr na padaria de I^uiz de Castio Oliv-iri na ra da
Laranjieiri, que este di: a a pessoa que preiisa.
fcy Os Snrs. Redactor, e Vire Kedaelor do Aiis-
l.rMiu teroemo prximo N.* da Vo/. do 11birib rea-
posla .0 seu afizo de Stbbado plisado.
O'Redaetor da Voz do Beb.ibi.
aj-^ Allugt-se urna meUjealiv. paro <> servic. de
urna casa de pouca famtlia, no nie?mo sendo forra para
ama ; na ra do Mondego L). .^80, ou snnuiui^ para
.er procurada.
V EN AS.
JjArrisde mol de furo de 19 r.notfo. 7^)000 res ;
na roa do Livrameolo sol>r..dii I). 18.
fj^- Tje a*de/, oras do lii inda aferttO para
vender o Tynufjnalla l''idedif;oa na ru das ForK,
"aijMns ni- ioi UillKtes da Lotciia qii' eooi.ca a cuirer
oje: ao larppn de de/, patacas em piala.
y y- un > p> '"' <' J'''' ''' I'**' I 'i1 '' l,"
11 f;i\/fi
curada, especialmente para remedio contra roturas
quem a perlender annunrie.
yy Meiosjbillietes da Lotera a 3$200: naseiu-
co'pontdsloja de fazendas 1). H-
gle., e d'oulras qualidades superiores, agua de colog-
.na, e ..boueU-a-fino., feslidos de fil de liuho borda-
dos com dill'erenles haba Jos, lencos dilo para pescoeo
do senhora, suspencorios'elaticos, lencos de gola airo-
pies bordados, ditos dita com bdbados, ditos de cassa
bordados, vestidos preloa de fil, nieias pretas curtas
de seda, ditas bran< as dita, um soilimenlo da retidas
e bicos de muito bom gosto, lindas sarjas de diversas
cores, vidios para agua decheirp, vetado, pretos, a-
linhadesabo para lavar mos; ludo istu cima se
vende por atacado, e a relaLho o seguiute : ricos ramos
d'ourodefilagran para cabreo de senhora, ditos esmal-
tados para dita, ditos ditos coro dumaoles, brincos
defiugiaade dll'erenteS goslos, prximamente chega-
doade Franca, boes acenlurina para .anua de tio-
mem, dilosd'ouioidem, tranceln, d'ouro de gosteg
modernos para bomem a senhora, aunis com di.mau-
Us u opa, annelSes esmaltados para humero, alHuelte.
d'ouroesmaludos para senhora, relogios de ouro pa-
ra wnhora, espaitilhoscoro molla, e .mi tl.a, otoiaa de
|inho finas, curias, e cumpridas, brides de Ierro, a
jinUfa|as que se ia*em aqui, canelas de prau, mau-
pas deTidro lizas, e lenlemas alrumbeladas coro ra-
' s de cores, e oro seus competentes caaticacs de eaa-
ninb! no atierro da Boa visla tro casa de.Joo
Francisco Santos de S.queira, udo que sao obras d cu-
ro eomaisnaruada cade.rf velua uo i. andar da
rasa n 7 entendendo-se para o ajuste coro o mesroo >i-
UPra, ou com Francisco Joaqun Pedro da Cosa.
- Um mualo de 19 anuos, de boa figura, Um
mu.lahabilidade, por ler apreudiuo, boro uncial do
sapaleirode luda. uaob.a.,co.e muito bem lauto de
honM-m^eomo par. senhora, rouilo bom engou.ador,
entende alguma couza de tosiuha, e lobcm decusa-
boar, e do ms irafi.o de urna esa ; uto leu. o me-
nor achaque, e nem vico : na ra i., crespo h-j. D. 4:
ao corop. ador se dir os motivos poique se vende.
r* Uroa venda com poucos lunus : no pateo do
Terco : no beco do Lobato sobrado de mu andar. .
ay- Mrios liilheles da prczenle Lotera a 3^j200
rm p.ala, e dos viniens em cobre : na loja dtf Mq
do Cardial rna> Liviamciitu.
l^L'UAVOS FGIDOS.
|%'0 da 22 de Mao passado fup., unoa p,-et de na-
co Rtbolo, por nome Filela, vestida de s,,ia de lib-
rado escuro oziJs, e cabevao de inad p >lo, repi/ea-
tn 40 e tanto, anuos j baVa, e magra, inrj,, lUo,' o-
Ihosafumacados, deutes alvos, pellos cabidos, bracos
e nerna* fioas, anda com a ca^ua b*Ua : f .i visia a
ouv p,,r hum pa.ceiio, em umacza na ra de N. S.
do TeiO unloa urna q mada donada casa, pelo dito pamiro, que aquella
prela andava lugida, que iba entregaste para I. va-la
a seose.ihor, e pondu-s* com p.lialiv.s salit-faioes dfo
lempo a pwl ev.idir-se pelo inlefior da cas ; hind
d. pois seu seuh''r a ilt. casa, ai bou a hix.,da ; roba-
se p .r lano a (pun stibar para onde mu.lou se, ou em
qoe parle existe esla senhora com dila prela d parte-
eip^r em a ra da cadeia do Recite, sobrado o. 3 2."
andar, que s > a 1 eco 111 penca do j poi->c pertende por
apena da Le, a quero sem os comp.ar qaer se servir
eom os e>craVos alhi ios _____^___________^__
JNUriClASiiAlUTlilASr
Taboas das mares chelas no Porto de Pernanibuco.
4Segna 7 h. 42 m.
5T:----- S -r 8 30 j
0_Q:----- i 18 Manl.a
7Q:---- 10 6 i
85: -= 10 >4 ]
S 9-S: ->-,g Tarde
10-D: -.0--30. I ,
Fainos entrados no diu 26.
RlO FOFMOZO; S. S. Jo/e Viajante, M. Henti-0
que ( nrueiro de Alroida : la>lro. Ton. 21.
RlO DE S. FHA\< IS O; 3 di s: S. Amr. Fju-
ll.a, M. AntonioNunes de Medeiro. : arri-z, e s< bulas.
Ton. 47. PasSHgeiio--Mannel Antonio.
Dia 27.
BAHA \ 0 das I'.. JN^pJilanoCallcpe, M. S.lva-
loreSpardiua : Igum, rale, e Ustro.
Navwi suliidos no da -26.
TIUHSTRi:; Polaca Sarda l.ev.i.., M. Pedio An-
tonio Wigui heiio : btsuc'ar.
HAMUWiO } Barca lug BroaJ Cahr., M.H"*
heeh .S. K'.'.r. ________
Pern. un Ttyi. do Diario \ifa5-
9
l


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