Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02425


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Full Text
i -

ANNO D 18.35. SEXTA FEIR..
19 DE JUNHO. N. 106.
DIARIO DE FERNAMBUCO.
pits*MBco, s Tvp. ot PNHino f F.inu. 1883-
1
16
17-
18
DAS OA SEMANA.
Scfumia S. Vi-cor M. aud. dos Js. do C. ds.m. de t. ses. da
T. 1'. e ('li. d.- t. i i.
Terca S. Joo Fraijc ?co Re- de m. e aud. do J. de O. de t.
Quarta S Theretti Painha. enao da Thez. P. La
cb. a 8 h. < $ m-da lardo.
Quinta ijfi Fcta do Coipo le Dco.
le^Nx't.;.*"- Juliana1 V. ses*ao da
".I.- t.
20 Ssbbado S. Filverio P. Rol.
' rm Olinda.
SI Domingo S. Lua Gouicaja.
*". P. de id. ajd. do J. d O.
de ni. aud. de V. G. de t
Tildo agora deporde d ni mmn. da notsa prudtncia, mode-
rarlo, eenergi.ni continuemos com principiaiuo*, e aaremoa a-
pjntados cjm drairuqo ntre ai XaroVs niaiii culta*.
Prucianayu* da Jttmil** Btral rf BrttU.
Suliscrerr-ne a 1000 r. mensae pago a.liantado* ne*U Tta;ra.
(la, na Praea da Independencia N. 37 -SS; ond te recebem
corre'pond.McaOegalUada. aannuncin*; neriudo-M slf. gra.
lis lando dos prop'rioi astnantw. e rind ampiado.
rejreyg^iA* ^,zs^i3^#*a&z xrw^^a^-^a^a^^w-awK3aetaB88K
RIO DE JANEIRO.
i
PARTIDAS DOS COHREIOS.
Dlmda_To.'oos dl;:ao mcio' din.
Goiana, Alhandra, Tarsiba, Vi'.la iu fui.!-. M.-iisnguape. Pi>
lar. Real de S. Joan, Brejo d'Arcia, Kainha, PoiobaT. Not de
Siman, tillad, do Natal, Yiljav de (ioiannii'ia, e Xoa da Prinae-
ta; Cidad<" di l'orlilcza. Villa, do Aqofr". Mont mor novo.
AvacTtv Cu cavel, CauiniK'-. Granja, Imuerntriz, S- Bernardo.
S. .loando Principe, Sobrar. Nova il T.lcv, Ico. S. M albitu, Ri-
ai-lio do saiigui\ Sanio Antonio do Jarnim, (iii-xeraiuoliiui, Par
nalba Sopuntas e Sextas feirn ao m;-io rlia.
Santo AnlSi Toda as manos reir* ao meto illa.
Garaniuin*, lionii'" no dia 9 e SS do me/ ao nuiu dia.
ore no din 1S de cada mez ao meio di-v
I'ormozo, t bimiraa Segundas, Qnartna,
lufurmat/oes para a fxaco das Forcas de Terra para
o anuo de 1836 1837, lidas na Sesso de hentem
pelo Ministro da Guerra.
Angostos e Dignissimes Sors. Representantes da Na-
ci.
c,
__I Omo Cidado que nunca aoube recusar-se so
sei-vico da NacSo.e do Imperador, e desejando conser-
var (.linda precindindo de qualquer causa de cons le-
rdean pessoal) >s$a boa reputaeo, e a do respeito e
jjiali So que Iribula ao seo .Constitucional Governo 5
eu njesubreranegqei, em ob.servancia do Decreto de
16 de Marco do cor rente anuo, da responsabilzate
i'os'negocios do listado da Reparlico da Guerra, lal
vix por tanto menos bem advertido da insufficieurin
(le'nH'iis talentos para o neccssarlo d^sempenho de tan
e. pin liosa quanlo honrosa Commissao : be rgnra do
meu consequente trtr erh repeilo le, eomparprpr
perante esta Augusta Assemblea, prestando as infor-
mates para a fix icio das Forcas da mema Repartido
no futuro auno financeiro de 1836 a 1837, a meu ver.
asmis interessantes e compaliveis com o curto lempo
que uve pira oconcernente exame dos ojertos em oe-
corren.pia qo desempenho devido a tantas outras ordi-
narias ob jjHLtj Jo cargo.
As Forcas de Terra actualmente existente, est^o
mui longe da sua fixacio pela lei de 1833. O* ineioi
proscriptos para orecrutarnetitodo Ejercito nao lem
sido cfficazts, Sfja pelos defeitns q"e elles em si enenr-
rr>, seJ^ polo es'rfdo Convulsivo em que se tem achado
oliuperio. O pequeo numero de Cidados que oes-
tes ltimos anuos tem sido aligados nos corpos, nio
supre mesmo a falla daquellcs quea'i se td-m inbibili-
tado, que tem mor ido, desertado, mi prehpnrb'do
o lempo do contrario pelo qual ie <>brif{rSo ao sprv-
C0 e desle ltimos nao l''m uinda sido dispensados
ae nao muito poucos dos que iuressantemente 0 tc.m
reclimado.
Hum compVxo de rrrrunstan?ias, que certamen-
te vos nao sero desconheridas, tem reclamado boma
# natiir.'xa de em prego .^al daquollas (ropas, que alem de
prejudicialissimo boa 6calisaco as despe"*, he
eminentemente incompativel com a disciplina Militar,
seiu a qual os Cidados desta classe se torno o flagello
da sociedade geral.
Segundo as informac s existentes na Secretaria
de E-tado dos Negocios da Guerra al o dia 30 de Ja-
dir n qualquer psrte, aonde a ficio publico, muitos dos nossoa soldados que peki
Imperio iim o reclame. Nem suprema lei da necess.dado, r.So leem obtido do Go-
verno a sua devida baixa, o que reservo para o Rea-
y-------------------..w,j AV&_#V|V/J \iit /lili Id H ^ 1/ UIU *J\f *-- 1M
neiro ultimo, as Forcas effectivas dos Corpos da i."
Linha do Exercito montavio a 4.642 pracas : estas se
acbo distribuidas pelas diversas Provincias dolrope-
np, ja na/]ijtilles pontos da Fronleira qne o exigem,
j 1 as Capitaes das mesmas Provincias, em que a
Guarda Policial nao as pode dispensar anda, ja nos
diversos destacamentos, taes como os das mmediaiSes
de Panellas e Jacuipe, as Provincias d'Alagoas e Per-
nambuco, onde permaneptemente se tem conserra-
do (ropas nSo poucas de 1' Linha,"alem de Policiaes
e Cvicas.
Forcado o Governo de S. M. o Imperador a
hum semelbante emprege* de Forcas de Terra, nao
podereis i,,norar, Aogustos e Dignissmos Snrs. Re-
preien(antes da INaco, que com tio"pequeo nume-
rudflbs, noser pofsivel, na digo revesa-las, quf-
'o o requereste apreactipta disciplina Militar, mas
ter di*Msco do Poder txecatiw Wom tiiimero da
1
tropas aptas para acu
seguranca e dtfesa do ....
mesmo se podeiia ter organisado hnm deposilo regu-
lar, em queosnovosrecrutas(qundo os houvesm)
fossem habilitar se para competentemente desemne-
nharem as funcc,5ps de Soldados.
Este curio esboco do estado n*as Forcss de Terra
anualmente, pnce que ministra ja nao pequeos da-
dos, para a sua total fixacio 110 designado futuro anuo
Gnaaeero.
Em verdade o Governo de S. VI. o Imperador
acha se presentemente m patcom todas as Natcs do
Mundo ; nmo ne abo de exnor acerca do estado
do Exercito em Terr, as necessidades que desa mes-
ma exposiclo se deduzem, reqoeremque o Poder Ex-
ecntvo .*ej habilitado no anno de 1836 a 1337 para
f.zer elevar as mencionadas efltclirw fo'C" dos Cor-
poa de 1.. Linha f6,320 prQis, total de loda a offin-
alidade, e ma.s a meade das bayonetas no estado rom-
pelo de soa oretumacSo em *\Rr' ^ff^J?.''*"
mente hiveii decretado. Eim-mo, iatr.i'.mciHo W
poder chamar a huma disctplm* ma.s regolir os
Corpos que delta por ventura carecera, e se acho im-
pedidos de a rereher.
A natural tendencia do homem ao melhoramenlo
de sua existencia, Ui que anda so a eperanCa desse
estado Ihe minore o desgosto das ma.s crue.s pnv-
t8es do presente, e a anime a *Front*r os mats forni-
da veis obstculos : he de consequente raxio que a-
chando-se restricto, quasi absolut-tmente, todo.o acces-
so da carreira militar, e todo o premio aos insofficien-
tes meios de manterem com derenc suas familias, ci-
dados, qu> pelo necesario rigor da disemina, se
resentem da desigualdade em mnilas das geraes gn-an-
lias das outras cl^s^es da sociedade, submettidos assim
a ndispensiveis privac5es. ao pisso que nobremente
se expoem aos maiores pericos de sua pessoa em apoto
d* lei e defesa da Patria, s persistindo o germem da
anniqmlaclo de lo interessante profissSo. o desenga-
o da privarlo de todo o-genero de consideracao des-
ignada, se,a honorfica ou lucrativa, nao se desco-
briro as fileiras do exercito, se nao aquelles entes de
loapoucada capacidade, que nao estejao nascircuns
tanrias do escolher outro genero de vida mais conve-
niente emsemelhntes relacftps.
He por tanto a vos que cumpre, Augustos e D.-
gnissimos Snrs., legislir para que de algum modo
subsista aquelle justo eiu.lispensavelestimulo de hon-
ra e proveito, que nao s atrahia, roas conserve, ea-
perfeicoe os votados inda eusta do propno sangue,
a f^rer respeilar a justica, nem seropre soffieieiite por
suas forqas 10, para a necessaria. execuco daa sbias
leis que lendes dictado.
o Pelo que respeta porem outra classe doa mea-
mos cidadVqne 6 tem deservir por certo periodo
no exercito, prestai, Snrs. meios efficaxes, ja boje
imprescndiveis de sen alrstamento, em ordem aenlra-
rem no mesmo exercito l.SOO no anno que vai cor-
torio.
Os Mappas junios faiem o complementa disin-
forma^es que em vrtudeda lei, cumpre ao Gover-
no de S. M. o Imperador, apresentar a esta Augusta
Cmara, para a fixaco das Forcas de Terra ; no des-
empenho deste dever, seja-me licito asseverar, que
se'mpre me presUrei com a melhor vontade a quaes
qoer ulieriores esclareciroenlos, que ulgueii a propo-
sito exigir de mim como Ministro e Cidado, que em
vos contempla a respeilavel consideraco e escolha
da Naci, para a elevardes, como Ibe promelte o seu
genio, ao cumulo da gloria possivel enlre as mais cul
tas Naces do Universo.
Pa9oem6de Maio de 1835. V
Raro de Itapicur-Mii im.
rem no ni"1" --->--- .,
rendo e outfos tantos no seguinte } easim lacilhlire-
is a fixiclo das forjas em ambos >* annos, aem'exce-
den m o mais redundo numeeo de 6,310, to-
tal de toda a forca requeeida de pnmeira Li-
" Sem ultrapassar o termo fe mnhas atlribucoe,
parece cump.ir-me, na qualid.de de xelofo M.n.st.o
So Poder Executivo, pro^dr-voi bom meto qne tai-
vez determinarla a T^-istirem no exernta, em b^c-
_________PRRNAMBUCp.
Jsicmblca Provincial.
Aaa da 39.' Sesso ordinaria da Assemb'ea Legisla-
tiva Provincial eos 26 de Maio de 18J5.
JBiStando presentes 24 Snrs. Deputados, falUndo
com parlecipaco de doentes os Snrs. Deputados Dou-
tor Pedro Cavalcanti, Doutor Meira, Rodrigues Sel-
le, e Doutor Manuel Cavaleanli oSar. Presidente a-
brio a sesso depos de aprovada a acta da anteceden-
te, O Snr. 1." Secretario leo as seguintes pe9as : hum
omcio do Secreiario do Governo inclusa huma parte-
cipacio doExm. Presidente, pedindo a Assemblea
Provincial informacSw sobre a neces idade dse pro-,
rogar a mesma Assemblea. O Sdr. Diputado Doutor
U.bano rrquerco, que se respndase, que a Assem-
bloa nao podo conslitnciondroenle responder, o que
foi approvadu : hum requerimento de Joo Luu Fer-
reira da Silva, pedindo hnm dos logares da Secreta-
ria, o qual foi a commissao de Policia. O Snr. Dou-
tor Peixoto requereo que com urgencia se organisasse
aSecreUmi U#ma* o Snr. ?..' Secretario hum
requerimento de Joxe Alves de Souza Rangel Director
do Farol, pedindo augmento de ordenado, o qual foi
lopo indifirido. Outro r- querimento de Ignacio Mar-
cal, queixando-se do Juiz do Civel noadmiltir a jua-
lificacio, que den de nao sef cidado Brasileiro, o
qual foi a commissao de pelkoea. O ex poi teiro Fer-
nando Francisco da Silva appresentou a sua jusUnca-
c sobre as imputares, que Ihe fez o Exm. Pres-
deme a qual foi a commissao de justica civil: huma
representaco dos Juizes de Paz da Freguezia da \ar-
ze, pedindo a d'mao da Paroquia, a qual foi a comT
^issodeestatistica. O Snr. Deputado Doutor Vi-
! eir requere que, existindo na casa hum projeclo
sobre o mwmo objecto, fosse tohem remetlido a di-
ta commissao de es.atistica, e foi approvado. Entrn
em discussio o parecer adiado da commjssao de Poli-
ca sobre orequerimento de Francisco Xavier Lins,
e tornou a ficar adiado a requerimento do Snr. Depu-
tado Doulor Urbano. Entrou em 3 discusso o pro-
jeclo adiado sobre a desgnaco do da d abertura da
Assemblea Provincial, e foi approvada a^6unte *~
m;nda do Snr. DepuUdo Padre GamaO da I. de
Abrl ser o da abertura d'Asiemblea Provincial, fco-
i


DIARIO JW5 PER-A ^BUCO.
att
troa em 2 diseusso o projerlo n. 33. O Snr.T>pu-
tado Dr. Vieira offereceo a seguinte emenda substi-
tuir, que foi approvadaA Igreja da Madre de Dit-
os perlenrenle a rongregacio de S. Felppe Ner cx-
tin ta pe'a Carla de Lei de 3 de Denembro ser entre-
gue pfirbumiiivenla.iu cora asalfaias e ludo mais,
rjue esl a cargo do actual administrador a Trmandade
de Santa Anna erecta na mesa!?. Igr; ja, esobre ella pe-
sar toda responsiMjdade, devendo todos os anuo*
darconta da su a administrado as Justinas ordnaii**
sendo primero approvadas pelo Juli, Theiourero,
e Escrivio. Ao artigo o mesmo Senhor Deputado fe*
eguinle emenda, que tamben) foi approvada.A
Ir.mand.ide de Santa .Arma fica obrigadi a conservar
bum eapellio, que diga missa dos Domingos, e das
Santos sem qae perceba ordenado a'gum da Fazenda.
Xj Sur. Deputado Padre Gama a'p presen ton o seguin-
te art:go aditivo, que foi approvadnA Irmandade
tranquear o sali para aula de Lalim, e bpm assiin os
quartos contiguos, se exigir o bem da Provincia, pus-
sao lo a final o projecto a erreira disrussao. Entrn
em segunda d'iscusso o projecto n. 7 que estava adi-
ado no art. 2 O Sur. Depusado Ancora offereceo tre
aitigos subitulivos ao resto do projecto, os qnaes fo-
lio approrados rom a seguinte emenda oflVrccida pe-
lo Snr. Deputado "Doutor UrbanoNos art$. 2. e 4-
em lugar das palavrai Presidente da Provincia, dga-
se pelo G o ver 11 o, e paasou o projecto a terceira dis-
russao. Eiitrou em tere-ira discus^o o projecto so-
br a estradas, e a requerimento do Snr. Deputado
Aneara resol veo a Assemb'ea que se procedease vola-
cao eai cada bum das artigosnovos adidos ao prqjeo-
10, e I030 proredendo-se a votaeio em cada bum dos
ditos er+igos forit lodos approvados rom as seguintes
arteraiSes : o-art. 33 soffreo a seguate emenda offa-
rwtd.i pe.lo Sur. Deputado Francisco Cavalcanti que
foi approvadaNa falla do Procurador Fiscal por pes-
soo iniigeiiie nomeada pelo Presidente di Provin-
cia: pasHndo o projecto a commisso de redacio. O
Sur; Diputado Joo Rodrigues i.ffereoco quatro pi;o-
jeclo, que liveiio a primeira leuira. O Snr. Pre-
sidente dando para onlem do dia o projecto sobra O
campen io das eseoLs primarias, e secunda di.-cussio
do'projecto sobe a fin rio das fincas levanlou .cesso
pelas duas heras da tarde.
Thomaz Antonio Macirl Mnleiro-, Prei.
Lauientin Antonia flfticira dn Carvalho, i.* Se-
cretario.
Dr. Francisco de Paula Baptisla, 2 Secretario.
GOVERNO da PROVINCIA.
MP*

/!-,. '.!' *l
m
o.
Expedienetd do ia 16.
'Fncio ao V. Pretidenleda Parahlba reinetLm-
do os proce*sos rio-Ajudante'A. V. de Magalhies, e.
ilo Soldado M. F. da Silva, ju.'gudos em junte de
Jtftt'e*
t Ao Commandanle das Armas remetiendo, oilo
procesaos igualmente juliados; do Cdetele d'Ar-
F. C; fjomarbi, do Sargento de Fernando H. I-
Brg-, 'do Cabo do BatslhaS 5'* Jo venci V. de Li-
ma, dos Soldados L. dfc Paria, c J. F. Guimaraeua
dn Artelhei.a, J. p. da Slva da7*, e F. J-. dos
Santos, de Fernando.
' Ao dito iK'tori-ando a prehencher as vng is do
IV.talliio 7. coni o Cap. A.F. Padiiba, eTetieuleN.
A. Cavalcnnl. *
Ao Itotprctor daTbczouraria para por em a 1-
mmiatraro a capala/ia eguinda-tea da Alfandega, vis-
to nao se Inver efiecluado a arrcma'acio por falla de
licitantes.
- Ao Cnsul Iiig'ex, re-p uideudo que sa acho
em vigor as 01 dos dadas por sen antecoxsor, para o
desembarque da familia de S. S. que por isso non-
iian obstculo algum.
; Ao Chefe de Ptdicie, que p de dar o conven-
ante, destitio aos sentenciados vindos doCear, que,
Ibrio receTiidua a cadeia d'e^to ot'devn dn Auctori-
d*ade respectiva, emo da Presidencia.
.A'Cmara M. tl'e^taCidaderemeitendo.o ptre
e.er da Cqmmisi-io de Pelc6ea approvado pela A-sem-
idea, L. !'. apbre o requerimento de V. F. dos G. Pe-
xoto..
A'Cam. \f. deNaaretb, que ten do 3 Assem-
h1a Xj. P. re,-olvido que se ndmeassem pesoas irlel-
Ifcaqte.d'aijuella Valla e darir-Goianua, yxir infor-
nafiem sobre, adtvi ooue convem riovainent* fitier
entre as \h Villa-*, ccolhioSs. mercs neseu Mu-
nicipio tres Cididos prob e inte! I gente, qne reuni-
cq* a o itro< tanto, de Goianna cxamin<>m o actuaea
]mi'e>, eiufnnem circunlaiic>a lame-ile a respeito
Sfi alter.tefles que convi-rem, tnd> a nuior alten-
c,io. aos lim.'tes natueflea; :e nettendo e-tj informa-
^J8 por mtprmedio da Cmara de Goiann'a.
A' Cam. M. deGoi.inna no mesmo cnlido.
Ao Di'ector do Collegio dos Orfi --, respond,r-
do que brcvell^e.sero enviadass laminas de pus, que
TequjVta, e que os II vi os quedi foi.<> enviados S -
crelaria para seren rubricados, allj norhrgario.
Ao Inspector da Alfondega, respondeiulo que
haveud.. sido jor novas o gados Publicos Uisguardas equalquer oulr.) servio
ordinario, eso obrigados a revistas geraes c rxei ciri-
os, fica sati-l'Vita a ;iia reqnesigi eos Empreados
da Aldudcribiigados ricamente a faier guardas
n'ella, quando nrgetrte neceasdade o txisir.
Ao J117, de Paz do Destvicto daRibeir dcata
Ciaade, para informar sobre a qneixa do V. Cnsul
vPorlugu respeito dos subditos desua Naci .. J. Marques, e
1. da 5 O'iveira.
Ao Promotor de O inda, reverlendo o officio do
Juz de Pz do 3. = D.slricto d'aquelle Municipio; e
(ommunicando que esli dadas provid.ncirtS que
ex:ge o mesmo Juiz qne, quando preci-nr deforma,
a deve requ'sitarao Comuiandant* dasG. N. do res-
pectivo Deshielo.
A' Sociedade Philodt lfica, agradecendo a sua
congrstalacl".
Portara ae Cirurgiio de Vaccina exgindo tres
lamina- de pus, pura oCoIlegio dos Oi| baos.
Dia 1?.
Olficio ao Delegado de S. Ex. Reverendi-sima,
convidando-o comparecer em Palacio no dia i9,
para Iraclar deodjecto do srrvico publico.
Ao Insprc'lor da Thev.Qurara para informar
qnanto se poder rometler no memento ao Comman-
danle ero Clicfe, que para pagamento das Tropas,
que vio ser despedida*- requisita io2:ooo^.i's.
A' Cmara M- de lguar.-s, agrud< gendo as su-.
as fi lie i taco s &c.
Ao Iti-perlor das Obras Pmblicas'para examinar
os concer.tqs que precisa o Qnarlel do Hospicio, e
<|ue d'-speza pouco mtis ou menos se poder com ri-
les bizer.
T\---------
Quaitrido Command dO$ finias de Pernaoibu.-
to 1,5 de Juiho de i8>5.
OBDEM ADDIC1QNAL.
J_iSTa.va sem duvida reactivada, para mm a gloria
de aayiumcier as briosss Troyas, da Gnaiu^aq, nne
guerra de Panellas, e Jac i pe &p echa extincta.'
Q dia 31 de Malo de-loan,no ser sem pie risonho ps-
i'o*niiav nofSMsCampos a guerra civil, cujos lerrivta ealra-
gqs.se fL>eit.sentir em todos os ngulos desta, e da
Provincia das Alagoas.
Tres aunos de sofrimeiites sem liioea lerinina-
iift npsse ipcmoravel Dia, em q,np o quadrilluiro, e
re^p'tozo Vicente Ferreira,de Paula abandonado d'a-
qoelles quera soube iHudir por lauto tempp, pro*
rurou na fuga escapar-se a justa puu'ca que o espe
rt$f E>tesceleraiodeixou o ponto que ocenpava,.
eacomfHbado. aoda,~de alguns seravos nquilom-
bado-, penct ou q iutrrior que abunda a grande.cxleuc;6 de terreno, que ser-
vj'ode llwatio guerra. As mais lerminant-s 01-
dens se lera dudo para ser preso esje infidit, e seus
sequases, e espelucas de que em breve rc'ceb-
r o premio da. suas iniquidades,
Cooli-cea, sebera que larde os Camponpses
qne fiseraQ pa^te daa inimigaa (Ittrcae aj illusa em
quejaza; mas felismente chegaraS a ver, que s
proinecas dq Gcverno lan'as vzs rep.otidas, e le-
vadas aos seuadiveisos Acanlouamentos, n.5'era
siiladasque se Ibes prepara1 a, como. Ibes fas:a in-
cut;, esse,. que boje fugitivo curte nos escondrigios
os remorsos de enormes d'licLos. que conri)clt-u.
Gracasa Providencia, que insessante v!a nos desti
nos da Patria; grata a per.-everaqea sem igual des
nossoa bracos enn operaces; gra?s ^ acertadas ' diila-s, dictadas, e ainda railbor executidas pelo be-
n.emerito Majoi-Joaquio Joze Luis de Souza. Cun
mandante cu Cbefu dasno:sas Forcas; grabas finaU
menle ao Ex,ro., e Rip, Bspo Dioces:mp, que no
Riligiozo desempenhj de suas mais AUas Funcoe,
Unto cooperou para a apresen tacad de 6.60. desaper-
cebidea agricultores, que a,rrepen 1 'qs a^aba de
ter emgreso nafrsqaa antigs babiaio s.
QajnHo cuijlemplo a firmesa, e bravura d-s
Militar*^ que co'iib'iera n;f presente, lula, reco-
nh QO neLlc> o mais inexpugnavel baluai 'e da Monar-
clia,CQsliiucioual B'asileira. N,5 Inm e,lks a in-
vejar q,fguriido Copos da Europa, cuia.s assi^-
nai*da*, que os dinltuclos, e relevantes serviros, que acabaq
de dar. teu Paitan. Iva vb de inumeraveis mp>c>
Itoa, apregoad por tota a parte u gloria, que a l'qui-
rira. e qmj j uMis,sei- riscada da nossa lemb-anca.
' fi^ea4a>a-pCMad^leuiigraLu|,ir rpp-cpm,p.s, P.-r-
lumbucaiios, e Alagoanos pela final couclusa da
g.ierra; tanto mus appreciada, qu-inloi sacrificios
^os custou. Val a aggricu'lur, essa f nle das nos-
.'ts riquesas recobrerseu vigor, e o Com mere o n .5
menos se tornar florecente, se circun pecios souber-
n-.osapproveilar a dura licaS, que'vem de nos cffe-
recer a porfise conienda de Pon- lias.
Cbegon finalmente o momelo, de patenteor as
Tropas vencedoras a niinha gratidaS pelos couside-
rav(is servicos |ue prestaraS, e digno (oinporlameu-
lo, que. Overe, durante a Campanlia. Ao. Sr. Ma-
jorJ. J. L. de Sonta mu pai licularmente me di-
rijo fe'fcitando-o pe'a maneira luniro.'-a com que vai
remalar a delicada, c penosa trela, qne I lie foi in-
cumbid: o"S--. Majo se deve enrb r de ulania por
ha ver roncot rid< com s<'\s esforcos para libertar
duas Provini ias das garras d'anaicbia, ein que s
linhaS precii ilado homens insensatos. Nao sem
grande praser, qne ultimando a presente ordeiii fa-
cop-iblicar o officio, (jue do Exm. Sr. Presidenle
da Piovincia rncbi com d..la de ia dcsle mci por
occasia do reslabele meii'e da paz. Wehte officio
lem o S-. ('omraandanle em Cbefe, os Seiikores
Olficiaes, Inferioris, e Soldados, quefisciua cam-
panba urna provade qu-ttito o Governo sabe apreci-
ar seus serv;ces, servicos, que \a ser novamenic
piescnlesa Regencia em Nome do Imperador o Sr.
D. Pedro Sgundo, que nao deixar de os touuir
em Sua Alta Coi.sider..ca6.
Officio.
JIjU me tenbo possuidp do mais excessivo conten'a-
irenlo c->m a leiiura d*h-OlFicios do Commandanle em
Cbffe, que ,V. S. acaba.de me enviar p aiiieipondo lia- <
ver finalmente concluido a desas ron guerra deJ.i-
cutp-, e Panrlla: Congralufando-ra. Coi V. S.
?>or lio faoali) noticia, eu me congratulo igualm'nle,
rom odesiincto, e bei> mrito Commandanle emCfc*-'
fe, com os bravos olficiaes; e valentes Soldado-1,'efi-
nilraenle com a Provincia inteira, que toda sofra com
semelbante guerra, e tria exulta Cert o pivgf da
paz<__Louvores, e-agradecimentoa sejo prdiga-
mente manda los ac|uelle Commandante em Chele,
a os OfRciaes, 9 Soldados, que, sem duvida, tem di-'
reilos a publica gralidio. Ficfo-se dando as previ-
dencias para remessa de dluheiro aflm de sereta pied-
ras asTmpis, qrese forera di-hpe lindo. D nsGuar-
de a V. S^Palacicdft Governo d PernnmlMico- ia de
Junbo, de iB3*5. Francisco de Paula Cavalcanti de
AlbuuuerqueIllii^i. Sur. Joze da Costa ReBello Ro-
go Monreiro Conmo"dan4e das Armos.
BAHA.
1
DISCURSO
Pronunciado feh Sr. Deputado Astit. Coelfi, na
SessaS de 4 do corre/tte.
E
jliNTrando em djCUssaS o Projecto de Lei n. 17,
que diterrainava, que os Hens movis, e iainwveis,
administrados pelos Religiosos Carmelistas d.sta Pro-
vincia, aera6.arrecadado-, e poslos sob a guarda d Governo Provincial, at que a Assembla GeiaJ re*-
sol.vaaobre sua ulterior appcac.6; pedioa palavra
Sr. Assxs Coclho, e oruu pela maneira, que se se-
gue.
Duas cqnsideraiftes, Senhores, me orrupann no
momento: de urna parle vn ardentissimo desejo de '
manifestar meossentiraenlos, de-exprimiros princi-
pios, qne profesan na materia, es discos ao; de ou-
lra'par,te ninadilfienldade na3 pequea em comb.ter
id's lodas coicebidas iia melhor Pj e com ella mes-
maapreieMladas pelo meo Hlpdf. Amigo o Sr. De-
putado Autbor de.,te Projecto: mas, si por ventma
em mim prenonderar a segunda das considerac5,-s,
que ficam referida^, poderei eu, Senhoces, juslicar-
ma em algum lempo perarjte miin, | erante minba
conscieinia, deixando que passe, sem niinba o)-
po-i^a. n'm Projecto, qne julgo menos juto? N 5
segurara'rite; e lano basta para que eu peca ao
meo honrado, amigo a p-rmis.aS d; oppor-me ao
Projecto por elle a resentido..
OpponWme, Senlipres, e oppouho-mu firmado
nesse principio salutar, tantas vezes invocado nesta
Cara -^ o direilo de Propriedade A Conslituicao
do Imperio anminriou, e pionielteo todos os qjia
vivera b'a S ciedade Bia ileira, que w.ia manl.do
em sua plenitude, o Direito de Propriedadu, e que
urna Ler Regulameular marcara os ca?o* d exce-
pcao, oue pos em aiieiic*ao bem publico^ ven-
ficad rgafineiite: esta Lei l'oi promulgada, ehea
de i9 de Selembro de 1826: vejamos so algum doa
casos est verificado, para que o Pvojecto |e| se-
gundo'a Lei, jstificar-se: d^fesa do Kaludo, *?
giraici Publica, Socco.ro Publico, emtempode
f >me, ou omr extraonlinuria oaUnidade, salubn-
dade Pt-Wita'/ sao oa cssua excepriquaos, dudes o.
quaca, he citu tirar a prepiiejade alha; o que


DIARIO DE PittSA.UAUlO.
*
y* > >

5
poto, pergunlarei cu Serihorosj pcrig-ar o Estado,
iui6 pod'i tile defrnder-s-e, sein que O' b-ns dos
Cr mol atas lhes -eiam desapropiados? A sejuranc
pblica, a fome, ou qnalqoer calamidade exliardi-
neria,*a''siiliibndade pubh. a, urgird, que Se lance
niao firmar; romo pois desapropiar alguem dos beus
adquiridos em lempo, era que as publica urgencias
o na5 tem reclamado?
Mas, en p evejo; e o nao pniedOi que ac-dbo de
e-eotar, ja me minucia, urna o'qecc-.b, que Heme
pode oppor: os Relgosos nao leni propriedade, el-
l^s a n 5 podeirt alonar, eo argumento UuO vale u-
ma voz firmado na Propriedade.
Eo responderei por.n, com oque pens acerca
da propriedade, c com o que s-* d nos ttulos por
que foram adquiridos os beua dos Carmel islas; evos,
Senhores, julgareia, ac o principio, que moco,
procede na questao. A'propriedadc no meo sentir,
eho de mis a'guern, comiste no direiio, qlw coni-
p< tea qualquer exclusivamente de outro acerca de
qualquer objeto; pens, que po lem ser objedos de
proprielade, assim as causas p'iysCis, como moru-
es, assim como diivitos, ama vez, que ellas sejatn
exclusivamente, nossas: p de4ispor, e de alienar, lie nm iff 10, que asma
tas veees resulta do propriedade; mascnloodo, que
n; 6 be o caraclt riMico, nem requisito essencial
n propriedade ; en perguntaria, Sen lio res, se o meo
braco naShc propriedade urnha, ese deixa de o
sr por i&sQj que o nao posso alicnai? Ea pergim-
lavia, je q'iwlqi.cr objecto, que me fo a condicaS de n;.0 alienar, deixaris por iso de c<-ns-
liluir min'ha propriedade?
Accresce, que ninguem anda duvidou de que
fotae iiimuv o fructo do mo traballi; e sendo de u-
ma verdad* irrecusavel, quet Irabalho dos primei-
ros Car.nclia'as lornou cultos lugares, que eram
hiendas, nuilliplicoii producios, eos accumulou, e
erigi em Temples e cd.ficios sumptuosos, rochedo
fr>lila|ie*i i mino 1 oeicom juslica as^evciar-se, que resulta-
dos los tialialliostlaqinlles piimeiros Religiosos nao
Goualilue propriedade da rdem, que periertce-
eui. Nafl h! pvoprb-lario, na minln oeim'., nen-
Ihiih dos Religiosos, de pe si: nao lie lamber un. 011
0.1 tro Convenio; mas be prop datar a a Oidem; este
corpa moral, que permanece, itn& abitante a sucee -
*t& ib* te nipos, a dos n Itvidwes.
Agor, me oceuparei, S nltovea, de mosirar-Tos
qna8 os ttulos da propreda do dos Carmelitas: na6
i'wmBrie, ujueolhando ao* *ampO, os do.vam
un Fundador: fui a piedade d a piis, *. im m ta-
molaa^ fraiii as doa^oes, loam as compras, foram
ua legad% pelainajur parle erada rom er.careo^
ostilu'.oadj aeq,ca5; e por ventura M os flsk
saasdoadores, s.oo. lesiaior*, que reelamam a-
iudlo, qite tena dado? Nem o l'azem, nem faS pou-
coopudeiia.BJafaZrcj por isso que transmitliram
odireiio, queimliam; como pois tirar-se a proprie-
dadeassim adquirida?
Mas anda uniaigume.no se me oppoe, e eu o
pos*o prevenir eif momento, a aberrar. 6 dos prin-
cipios opgma i;ia.nenle observados pela corporae.6
a delapd..c 5 d..s ben, ora possudos, eo dreilo,'
aucoessao futura, que lhe aguarda, jnstificam a me-
. "^*-aawarnaa.1
que os Religiosos tena propriedada, e ra injusto
deslruil-a: ag. r.i mostrarei, qjie .cria por cetto in-
conveniente: Seiibore", a primeira conveniencia de
11 m Estado roilsisleem msiiler os di relies de cada
um, consiste na obfervancia dos prnepios de Ju>l-
ct, po:s, que henraa veidadeipneg.ve! 3 Sellenca
do Orador Romano S ne mxime justitia rem-
pi.blicam legl non po^se: urna ve* provado, que,
o Projerto bale defrentea propriedada, est demons-
trada asna inconveniencia; as si na experiencia te-
mos b -Iwr lices, e se 0 erfenipife nos devem dou-
Irinar, busquemos a demonstraca6 da inconvenien-
cia111a extim?, 5 dos Jftuitas: ondeos bsns que pos-
suiram, em que mios, ecom qu? proveilo do Pu-
blico se achan. elies hoje! Qde os f-clos respondam,
eosCotresPubl.cosodlgaui! Tenho, pois, Srs., di-
lo por agora o que me pareceo suflicienie para mos-
trar, que o Projerto nao deve pwsar segunda ds-
cu*sao; peco a Cmara que veja como he necessario
conservar ebtes monumentos, cm que se abriga a pi-
dade foragida do scelo: e na6 p rmiUa a Providen-
ca, que pai.se umacl9de-ta Cmara, que arranque
aosfilhasdeSmto Elias guillo, que possnem, em-
bora se Ibes deva algmn oulro arlo Legisbilvo, ten -
tknle suaadinidistracflS: ningiwm mais do que eu
pode faxer iuslica s boas inteiie5os do Sr. Depula-
d ', Aullior de>le Pii>cto; eu llie reconh co sever-
(Ude era principiosmorues, eodvsejo de ser Otilia*
paiz; mas imploro a sua indul ;ncia para Iba dier,
que os fins |ouvave<, qoe elle tere em vista,', nao
sao de.sempenba los peloseo projeelny e contra o qiial
me (enbd declarado, votando por.sua regcicaO.
(Do Dia io da Babia.)
DI VERGAS REPARTICOENS..
Quarlel do Com man do Superior das G. N. do Rec.
fua?deMode i835.
ORDiVl ADICION'AL a. do DA.
T!
Endo o Exm. Sr. Vicr-P resillen te da Provincia
ap-rovado a numeraca das.quatro BatalbS.-s, que
rompo m as duas Lpg'os desle Vluii cipio do Beci-
fe, propo-sla por mirn para imdlior regularida Je do
servic >, e man lado, que se oxeante: ordeno, que
de boje ero diarite sh5 Jilos B.ihillio->s tratados pela
maneira Seguinte. O BalalbsS 1I0 Birro do R.-eife
1. ; o4o-Ba-r-d-*S. Aw>htt;- -r. *-; u do D.iirio '
da Bv.a^Tisrsi 8. ; e b Chefes das mencionada^ Len6ees lard suas ordena
para que lodas as Praqas periencentes aos ditos Bila-
llies tragaS na chipa das barielinas o n. corres-
pondente.
Francisco Jacuito Pe eir.
ComuMudaiite Superior.
/,fj
Corre 10.
%P Brigue Escuna Auna, e Mara, de qite Capillo
Domingos Francisco da Silva, sai para Luba no ds
a8 do correle.
O Palaxo Plorcni;* recebe a mal para o Rio de
Janeiro, no dia 19 as to m-as da mauhs.
Rfzuliado das eleicSes conhecidas para Regente.
JaLPlogo Antonio Feij................,. .' lft-,fl
A. F: de Paula Uollandi CavaleaUlP. .. ;..... 1803
(Jornal do Commercio.)
CAMBIOS.
Rio de Janeiro, 2. de Junho de 1835.
l-iOndres............ 87 '/, /4-
Parir................. 255
Ouro em b 11 ras......... 84 a 86 p. r. premio.
Dobr6w Hespanhes..... 22^500 a 22*^00
Pesos................. 1 $4O
Moedas de 6$400.. v------ 12$900 a fJ900
de 4.#000....... 6^2)500
P"** '.............. 56 p. c. premio
Cobre moeda de 80 res... 7 a 8 p. e. de dVaCofe
deberis...
A plices de 6 p. c. juro. 80
(Do mesmo de 2 de Junho.)
d'da.
Eu porm i-epoflderei, qnea aberraCa5, se por
ventura ex.le, e que me nao al re ro dar por cerla
lecamaa^proM.ulgacaS de Le, qe res'ilua a piali
cados hbitos preu.itivoj. que a -IvIapidapaS, quan
adoex.st^e, p.,d;a seij corrgda por dsposces lega-
es que a Soerd^de pode iuconjestavelmente exe.cer
otfWftbda tutclla, e prevenir a Sucres^ futura:
mas, Senhores, poJer:.se-ba dizer, que se reforma,
oe
e
com
ersj con ige querido se destrn? Na5; os que de.tr
iiaorrrormam, nem corrige,, porque a reforma,
coj:ie dea ruicao: he para lamentar, qe espirito dos pri
menos Cenoblasu 6 tenba ja o wqiito dos prini -
ros lempos qual .bo,. p,V a n4ituir,,5, ,,ue n-a
mos dos-bomeiissenuo altera com o lempo? S r o
matrimonio nm ob,e*-lo h-,je la5 sagrado, e o thnla-
mo lao mviolafel,,como.er outro tempo, e V-ttru.
ilo-hemosnos pul- i-so? mesmo Clero Socolar
salvoslas-Hirlilas e lo.naveU excepces, lexi boje
aquella onhodoswde principios e eoaiorael que
leve em siw ongem, eacaso convir, ou se. possi,
veldetOnuio, se,n qUe. Regia se abaje pelos ali-
cG.ce>: AuiesmaCadeirade S. Pedro, n.-rntU-se
queod^ga, exisUrhoje na simpciJade, que se ad
mir..u durante a oceupacao daquclle Stnlo Pesca-
dor? Na6 seguramente; he foreOM pois convir, que
aulieivci)j;a.do,Ieoau^ e dos. coslume* s- ipeviu-
veiss eqiieqmrido viciosas, confm, que seMi cor-
rgidaa, salvaporma nstituic: 5.
Do que ice dito passo affdiamenre a concluir, L
PoLrc^ v.
Ml'LUST. eExcel.Snj'. Com p.i.iapoder darcuni-
irimenlo ao ofnV.io de V. Ex. de 11 do renle, me
bae necesaaii ouvir pr^ttielVam^nte aoSnr. Doulor
Mues Maxado, porqu<>, esle foi o qu mandn ^xe-
cutar as ordens parlidts d'evi.i Preafencia. relativas
ao Jui2 de Pa de Para tibe M.uioe! Ignacio Bzerra;
aS'mn'ofis, e qiieMe S ir. me firrhdi, que asdjtaS'
ordens fatio por elle religio/ainen'e cumpridas, tan-
to assirn, que leudo ofnciado ao Jniz dePazSupplen-
te de Para tibe paraproceler Sumario,-esse officio
andou por doiwou tres dias? de m.; em tiio, sem a-
v'i-r quemo abrisse, porque laobem nem umS'upplen-
le quera tomar corita da vara: ate que liualuvute
foi entregue aoque se axa em exavici. Ora, sendj
a-sm, claro e-l que neiiliuma rulpa ouva da parte
do xefe da Polica, esim do Ju'z de Par., que d veril
ler cent'nu.'iicado e'ife o rezullado do Surn iro,
que se liuha mmlado proceder;. ma,. apezar di-sto,
j oflciei aju elle Juiz para cumprir ludo* quauto
esle respeilo, Ihe liillia ordenado o meo aiileressir,
fu-ando d'esla mineii;a sa'isfeilo <> Olficio de V. V,\.
Nao me po^so dispensar da dizer V. Ex. que nao a*
ceilp a advertencia que me fas em a ultimr parte de
seo oflieio: i que eu seja mais riroelo, em'cim-
pri'rasorden*Superiores ., porque ven lo a\ ago-
ra salisf'ilo ponlualiuente smiub.ohrigacd :s, erild
sen lo o fulo, que deo lugar semelliante adverten-
cia, a-onteoido, cm lempo que eu eslive>se com a
Polica; de maneira algumi. me jul^o d;gnod'elIa, e
milito menos.p. -rqneessa lalla nao do lo ser imputa-
da ao Chefe da IV< a. Deu- G tr le V. E-c. He, -
fe i5 de Junho i33j. Ao PreiiJ^n'e di P.ovn-
.
13.
" '1 lumiiMi ---------
MEZA DAS WVErtSAS RENDAS.
r
A paula he a mesnta do N.' 98,
CORRESPONDENCIA.
Snrs. lleddctor&ti
L^l A5 le sd a Polilica, quedev oceupir os prelos
doBrazd; ajusta ceii-ona d >s maos actos fosBm-.
pegados Pblicos lambem lhes di-ve ministril*'mal -
ria, porque se aquella ros orienU nC'ica f< nos>ns
negocios publico esta alem deeiifr.rr a prevarica-'
ci dos Enprcgtdos e livrar-iros assim de iiovos i-
ge'o<, poem-no* em circunstailciasj deconli'cer di
perla quem Irem serve a Nac., quem m-'-liior m**,
recen nossa c rufiariei. Por i tu p >is p- rinda q te mi
hum canto da sua falla se publique estas niil trabada v
linha*.' ,
Por morle de Alanoel Mathias de F'r-etas, fiegnci-
nnleu-sla Praija, norneou-se luima- Adinints'raca'o a
sua caza, por se Jliver ahslidu da heramji a viuva do
merfmo. Penda enlf > huma execuclu contra Anto-
nio G<>nv-a Vilar, em que Manoel Malinas exega a'
quatitia de 1 i:ii3^944, m-'ladeem prala; e ha ven-
do se arreina'arlo huma porefo da caixas deassucar
pertencenles ao m"smo Freitas, fi.-ou em poder do
arremalanle Antonio Mirques da Costa Saare* aim-
porlanca deltas, a fi.n deque arrematados tamuem
os inofPH, e escravo?, e lnbilitailos os Adininislrado-
re*, se podessern adir aquellas'quau'ias, e Caser-se hum
devidendo entra os credores da casa de Freilat. n-
Iretando apireceo a menor Paulina p >r s-u Tu'or o
Sur. Francisco Manoel de Almeida Citando (dom^"
miito resp-iiavl) habilitando se herdeira- de Freitas.
Vilar porseu bastante Procurador veu lo que os
A rninsfrjdores nio consentido as s-ias alicantinas,
leiitou huma not;G a;o para excluidos d 1 admirriV
iracio, porem u ida p >de conseguir ap --ar da licilda-
dft'comqiieoStr. Jac'nio Severiano M9-eir da Cu-
nda cuih! Juiz Je Oifoi despresou os tu.l> irvos oii-_
posto p->r os Administra lores. Ni conteme con
i-to, requer agora o memo Vilar por seu Procura-
do" ao Sur. Jacinto, que Ihe mandasse levarem con-
ta eniseo debito, Rs. 8:4i3^J)j6o, que disa elle Ma-
nuel Milhias Ihe era devedor dedu.is letras qae elk;
havia negociado. O'Juiz mandou juntar a pel'go
aos autos e ouvr o Tutor : este B-a huma apudacla, e
mandou ir os autos so Advogado Jlo Baptista Soar<-s.
Bem depvessa a experiencia llie mosrou, que bnVia
d.-positado mal a sua corilimc, pisque o tal Advo-
gado sem o ouvir, ioimediaiainenie irauzge eoirt o
dolo que aepertPidia fasera m'serawl Orfah, e ron-
Vem em- todo quinto convem o procura lor de Vilar.
O Tutor eohbetemb) o perigi> et quee-lava a sua pu-
pila, promptainertte nimia de Advogado, ea perU-u-
9o de Villar achou huma ban-erra inverteffei. Oque'
fizecem tal caso o-Sur. Jacinloi n-m'-u-m <> pensar.
Tiasnl'erio immcdiatameute por huma Portara a tu-
tela para o Sur. Francisco Lxlgero da Pa protalor
de Antonio Gomes Villar !! Vendo Vi lar py*^ t^u
Pr-QCui'ado/'; que nlo.podair avante oprojeitado -
con'lr, desiste da empr^a, e pede que se lie i-mr.-
gue as letras, que aluda poder servir para ta/.irn
me'smo que fe quando pedio que se d> s'-nti-anb ismmi
dos autos deapelacio que desputou com os mem<'
Administradores 110 Tribuuai"daReki9fo, oiidesvjul-
gou ai er Vi'ar mais accie i-r-ressiva acosa da


*"
H.W JHmiinJTni
f. minl.-cU !-.:., de "jo ul;;nnuMilu uilrpuiidore-
cmw'di' levUi, IheMeilfcdtewVgnw.
Strtfn-M -s'-' HviKu -luir ilo publicaren e-.ta <'-
tinia, ;> llm deqbe frtftrbteu &&fe o sen c f.rv (i jtiiv 'J-.io mLit. <*
S>mi Vctwrador eCiindo.
O ./I migo i Religiosas, e desapropelo Jos bens dos FradesNo
I lU-a Man.nto.fe frarJ, de sua velado can
Rjate Iwptiio.
%* n% **% **
D
AVIZOS PARVKULARKS.
iVA 'iS dinheiro o juros, con penhores de ouro,
pret* : i: ra Dueit leja defeouros D. 18, se dir
quem da.
*y Joie Va de O'iviira por scu b atante procu-
rsdor previne ao respcitaVel publico para que pessoa
ulgumaM'aca negocio coro os bens fio cazal do seuf.de*
ciclo Sogro Clnenle Joze Ferrara da Costa, penal-
mente c-m acas.ano lleno da Boa *U em ajuere-
zide o I'loslrissimo Sur. Doulor Brito, por quinto
pjflh/se ach embargada. ; ; '
*y' Perriza-se alugar urna rasa'pu sobrado de un
t audr,.quefcle.iihcoBmodi).s.bislaiiles para fauitia,
i.as toas ireitd, d'Agoas verdes,Ollas, Trincheras,
eumboa doCarmo : quero a ti ver annuncie..
IjtJT. Quero annunciou peicisar de uma peisoa ihs
1 >a h-tra para esc rever em] uro escriptorio da* 3 as 6
horasfda larde, procure no alten o^du Boa-vUta em ca-
za,do Juiz de Paz. ...
fcy O abaixo assignado srnhor. e possuidor deu-
ma casa terrea en O'.inda vita na ladeira da Mixerieor-
dia n. 14 que apossuiudo livre e desembaracada prr-
lende faier negocio con a niesma se alguem ha que
fique con este negocio prcjudi.ado queira annunciar
por esta* fdttia dentro de 8 dias.
Joze Francisco de Paula,
tj^ IL'nrique Forter & Cornp. avisa ao respei-
Uvel que';a se acha de posse do roubo feito no dia -15
4o.coi-ren.ie, para o que Gca denenhuili effwito o an-
imado dodia 16 e 17..
Por equi'
NAVIOS. A CARGA.
Para Londres.
O Pem. instruido B.igue log'ez Lm'y prxima-
mente rhegadoarsie porlo, e priende pfllir con u>-
di ievidade poaMv-el : suera no mesmo quuer carre-
fiar!ou ir de pasagem peder djrigir-ae aos e-scoosig.
Ltawos Di.!go Cukalott 4 Comp. ruando lrapx
novo n. 14.
Xtt
-COMPRAS.
E
icnl iro :
I 1 \J *- '
equivocaco se teroannunciadoa assigna-
tura lo Jornal de Variedades, a 240 reis por mex,
640.por trimestre; quando dave ser 160 res por
mea e 46Q por trimestre. O erro favoravel aosse-
iihores assignantes. Os assifinanles podera procurar
o pimeiro^uumero na ra das Cruxe 5, cas-a da
TypografiaJ-, e-na Boa-vista, bo'ioa nova confronte a
nln- ,. ,
K3p Pertiza-se d'um homem inteligente para dea-
tribuir todos os Domingos o Jornal' de Variedades; a
fallar na p'raca da Independen*ia loja de livros o. 37
%&* Percisa-se de urna ama de leite que sej ca-
tjra : na ra do Lrvramenlo loja-dejcouro* U-9.
$3 Quero percisar de urna rou4her. parda par* a-
adecawde'poura familia, dirija-se a ra da Guia
casa que ten a.sougue. .
iy Percira-sc de um bonlem para trabnlhar a\
rnaceira, e dar pao junto coro um negro a alguna fre-
gueaes ; quero for'apio pra es'.etra6'-o, dirija-se a
MU da Seiuala vtlha u. 20 ; d- '. boro ordenado.
gjp Senbores Redactores. r- Queiro por obz-
quio diiteT-nie, se um catauro de UM, ^ue nio lem
vma hora de descatico desde as ciuco da manb ale as
km da tarde, pode rondar das se te da noi>e at as
tre*, cquatro da madrugada ? Oa se ka Lei que o
brigue a|i.al r.aer.^ue coro.a sua resporta tal vea tor-
ne a encomadal-o. ,
O ignorante.
y Percizi-se de um bomemque tntenda de Ira.
tar de um sitio: quero estiver nessas circnnst..unas,
-dTija-spao Forte do Mallos casa da Joie Francuco
BeHem. tB %n
y A pessoa que annunciou so Duno de 16 do
con ente querer ser caixeiro de ra, dirija-se ao prin-
cipio do atierro dos Afogados 1. sobrado de uro aodar.
%f Que> nerciiar de um4iotnero padeiro para
padaria ou para caixeiro, o qual tero bastante Pliea '
dirija-se a roa Direita lenda de Barbetro D. 39.
y uem annunciou querer comprar uro Dic-
cionario da Lingoa Francea ; dirija-se a ra do Ca-
buga loja D. 8. c j
Jy Pereisa-sesabera morada da viuva ou Erdei-
ros do falescido Domingos Luia da R>a para f.llae-se
a negocio de se-u inieresse ; a roesroa seobora, oo M-
deiros declare sua morada, pu inja se a soa da ca-
cimba armasen de assucar n. 5.
w Nfci-morada de ea
u
na roa do Queimtdu sobrado n. 14
5^- Perei/.a-ie de niel para os eavados doCorpo
dos M.'-Permai^ntes : a pesso* que ijuier obrig-Y-
Se a lomece-los diwiamenledete6enero, procure ao
Commnndante Geral do mesmo Coi po para centraran
^9- aatro ses .per de 'Pernal indos pequeos
I para se'r*-nplanlaremr: quem os itaer dirjase a esta
i Tro- que se p*gaiio bm pagos.
yl Eaftrav^ de artfbos os sexos : na ra da Cruz
D '4 no 1 a andar defro-.te do beco da Lingoeta.
-^y Urna renda en qualquer dos B.irros sendo
ero boro lugar 'do negocio-; dando-se luvas : quero a
tiver aniiiincie.
ty mamoleca de idade de l6annos: na ra
'C!reita!lf>ia de rourosD. 27.
^y Uro sitio pprto da prar a qoe tenbs ,".n;-s
. arvoresMe fruetee, e casa Shfcienle 'p-ra urna r.mi:;s,
eque nao seja muilo grande; quem o tver annunne.
\ar U'" morad de casa terrea em uro dos dois
Bairros, anto Antonio, ou Boa vista, "**** Fora de
Portas, que nao exceda de 800$ a 900$ res: ad-
verte-se queWe dinheiro ero boa espec'ie, prata e
ouro : quem a tiver annuncie para ser procurado.
CT- O guarda Uvros moderno sendo ero bom uso
e perfeito : quem o tiver annuncie para ser procura-
ndo.
^y Urna negra de 26 annos, eosiuha, lava, e ven-
de ruado Roza.o estrella D. 23.
^py. Urna nrgrinha de 9 a 10 annos s quem a per-
tender annuncie.
t^y Urna morada de casa em Obnda-na ra do
Amparo : quem a perteuder annuncie.
y- Um* venda coro puros sita na ra do Livra-
rr.enloD. 5,; na rorsma.
V3- Um tomo da Recreacao FilotoEca novo: na
mesma casa aeima. ... i
to^> Queijis Ltmdrinos cbegadi-s de prximo da
IMnUlerra de muilo boa qualidade, caixasrom cb
nrfto de 20 libras a 700 reis a lib. gigns cm batatss.
i 400 reis caria um, e prezuntos r.glezes: no arma-
zero de Joo Carroll, roa da cruz n. 41.
UT* Urna preta de 14 para 15 annos: na ra da
Moed., junto so-finado patrio Mor a f-llar comJoz
Xavier i urneiro daCunba.
k* Per de roas de Alexandria, e mais oulras lio
res: d.f.onlc d. ISreja d* Soiedade easa verde de 3
P- Um terreno no alieno dos Afogados da parte
dsm.rpeqne.ia, coro 190 palmos-de fenle ero is
de 1000 de fundo, livre de foro, ptimo para edificar
casas, e viwei.as: a rus Uga do Rozarlo l). 1.
*y Um nejro de navio, de 25 a i8 annos. pro-,
prio para qualquer ai roazem de assucar par aer pos-
sanie, por preco qoromodo : na ra da Cruz arma-
zn n. 16.
-LBIIiAO.
Me. Calmonl & Corop. Uta I lio de f-zendas
rSpMeaa.rj.daa, boje texla-feira 19do conente pe-
las 10 horas da nanbi ntseo armazemna ra da U-uz
n. U.
VENDAS.
S,
ANNUNCIOS.
^hiu a luz a Voz do Bebiiibe conten** ~Rfle
x6ei ,..bie o sdiamento rd Assemblea, e seus traba
lhos-Resposta so Arisfrco-Continuacio das rttle-
3t5es sobre o estado actual de Portugal-Respo*t ao
^*,i,lotr o CarapWir sobr a xiinclo das Urdens
yAI de Setubal : a bordo da Galieta Hollan-leza,
Sara Auna Cornelia, on em casa do consignatarioL. A.
Dubourrq, ra da Cedeia vtlba n. 63.
tey Pipas com agoardente de cana muita supen..
or : na roa do Fagundes sobrado n. 10.
^31- Um escruv da costa de 30 annos, sen vicio
alfnm : na mesmacasa cima.
\ar Uma maUa tooss*e ,,"oo,,',l,, B3ura ?m t0_
da.m habilidades para qualquer famihYque della per-
cisar ; afirma-se que tem bom g-nw. e ela-ac.Muma-
tdaaestar recolhida : nesta Tipografia se dir quem
^3f Dous molatinbos'um de oito annos, e outro
de 12 annos prorios para pagem, ou p.ra apcenderem
offirio: naiuaNova n. 5e6.
fy Vaccas paridas muo novas, e boas de leite,
por preco commodo : em Qlinda ra do Amparo ca-
zas n. 28 e 53.
YW> Acha se venda em caza do senhor Hmto,
toja de livros def. onle de Palacio Resumo d'Arithme-
tiea'de Bi.utb, obra acommodada percepelo dos me
nios.
%3T Os seguintes livros em Pv-rlnguez ; ptima en
cadernacio: -Gramtica portugueza de Constancio, Di-
cionario porlogaet e de sinnimos, por Fonceca, la-
bulas de L-fontaine, Historia de Gil Bras, dita de D.
Qusote, Modellos para o>meninos, lmitaco de Lhns-
toporRempe.vida de D. Joio de Costra : eos _se-
guintea em Francs- Adm defeza das Const.tunoes
Ameri-anas, Say Curso de Economa Poltica, Burla-
maque, Direito fatral. Telemacos, Diccionarios, Di-
logos dos modos, por Fenelon, Entret.mentos sobre
. Economa *olitica, Henciadadt Voltaire, Chcfc d o-
bra Dramtica de-dito, e Telem.cos na Lingoa Ingle-
sa : na praca da Independencia n. 37 e 38.
*^ Caisas com queijos por preco rouito commo-
do a moed. de cobre que lenha o pezo e nao sendo
fundid, ou taquiada, caisas de meia arroba de vellas
de sebo do poi lo, saca* da arroa branco, e castellas de
poico, ludo por preco commodo : no armazera de M-
sucar dn ra da cacimh* o.5.
PERDAS,
-i Erdeo se uma cartcira de Jglbeira com uma or-
dero da quanti. de Rs. 30$, sa.cad. por loto Lop. .
B.ptista do Eng-'nho da Palma, contra o Snr. Antonio
JoaTeixeiraBalos.o qual j est snente de a nao
k.p.gar : queros aebar e quizer restituir dirija-se a ru.
dollrespoG. 5,1* andaf.
FURTO.
* O dia 17 do corrente pelas trez horas du Urde, na
-Botica Franceza da-roa dos Quarteis D. 3 ftf fuiUdo
uro marco de duas libras, fallando meia oitava. O a-
baixo assignado est sciente do auctnr do furto ; pois
que pedindo a forca ao rapaz que eslava n Botica ucn
poucudeeobreque eslava cm cima do balcio, e este
recusando, nproveitoua occasio era qoe o dito rapaz
viraras cosas pira roubar o dito marco por lano o
abio assignado previo*, pede a-qua^atr co.lega en
outr* pessoa, a quem for offere/-e, queira ter a non-
dade de o tomar, sendo elle mesmo oflereeidu por pw-
sida casaca. Nao*-Unte pela importancia como
pelo des=fera. _
r A berl Lavinere.
*y No dia 17 do corrente furtarlo um pente. da
tartaruga grlde dos chamados de mrio lua,|com um la-
quinho tirado em uma beira, e um dente quebrado no
eio : a quem for offerecido, din,a-se a ra do C .1-
dtireiro loja do segundo sobrado rindo de Santa *n-
reaa.
ESCRAVOS FGIDOS.
/\Nionio, naco Rebollo, 40 annos de idade, ma-
gro da cara, e seco do corpo, alto, e leu no olho es-
querdoumaber.de, e da qua.l esti cep fgido no
da 8 do corrente : os aprebendores'levem-o a ra do
Collegio Botica de.Cypriano Luis da Pas, aonde serao
recompencados. .
& Luis, cilo, 5 a 3o apnoS? estalura ord(-
naria, ctodo corpo. seni barba, cara larga. ve uma
cicahizsobreoolhoesque.do; fugulea 8 de l-evere ,
rodo correle auno, eoih caloa de l.nrn, eca.n.zadc
algodio: os aprxhe..de vista, a. andar do sobrado N. b 19-
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas n Porto de Pernambuoo.
a
, a
20Segunda S 8 h. 50 m.
2tT:-
22:---- l 10 -- 6
2JUQ:---- 10-54
44_S: -11-42
25-S:---- 2 0-30
26_D:_^ t 18 a
Maobl
} Tarde.
Navio entrado no dia 7.
Baha-, 5'fc..i p*i Amr. *fiM**
AlexandreBrook : varios gneros : a Hennque For
ter. Ton. 155. Paesegelro-0 Consol Oeral Ms
noel Goilherme dos Reis.
PrTnTTyp. do Diario 1835

ILEGIVEL
MUTILADO 1


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