Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02419


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1835. QIMRTA FEIIU
10UEJUNHO. N. 100.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Prnambl-co, si Tvp. dePinhiro e Faria. 1835.
&
, DAS DA SEMANA.
8 Scffunl: iff S. Falnstiano.
9 Terca ff S. Primo e Feliciano.
10 Quarta Temp. jcj. S. Margarfda sess5o da Thez. P. La
ch. as 8 h. e S5 m. da tarde.
11 Qninta S. BarnabAp. llel. de m. aud. do J. do C de m.
edet.
13 Sexta. Ternp. Jej. P. Joao Facundo sessao da T. P, oa m. aud.
do J.deO.def.
13 Sa'bbado >& TeP-JeJ- s- Antonio.
14 Domingo A SS. Tiindade. "
Tndo agora depende de nos inesmos, da nossa prudencia, modu
rabilo, e energia: continuemos como principiamos, o surcino a-
pouudojconi adiniracao entre 89 Nacoc iaj.it cultas.
- Proclama^o da Atsemhlta Qeral de Brattl.
Subscrevf>s a 1000r. mcn*ap< pag;on adtantacfo ne*ta Typojrra-
fia, e na Praca da Indi-pendencia N. 37 e S8 ; onde q recebem
correspondencias lcR-alisada., cannuncios; inserindo-sa uts gra-
tis sendo dos propros asignantes, e viudo assignados.
aaBnsfegfafagiWHMKa
PARTIDAS DOS CORKEIOS.
Olinda_Todo os daselo moio dia.
Galana, Alhandw, l'oraiba, Villa do Cotufa Mamang-uiipe, Pi-
lar, Real de S. Joio, Brejo d'Areia, Hainua,, Pnrahal, Nov* de
Souza. Cidade do Natal, Vil'a. de Cjoianninlia, e Nora da I'riuee-
za; Cidade da Fortaleza, Frites do AquijA-; Monte mor novo",
Arnratv t'ascavel. Canind, Granja, Impuratriz, S. Bernardo.
S. Joaodo Principe, Sobrar, NovadT.Mcy. I-. S. M atheu R.
achodo tangae, Santo Antonio do J;wdim[ (In'cxcruiobiin, e Par
naiba Segundas e Sextas feinu ao mel dia.
Santo A niao Todas as qurtas fclras ao meid dia.
Garanhmi?, e Bonito nos dias 9 c 23 do mea aomeio de,' J
Floresno dia 13 de cada roa #9 ipeio dia-
Serinhaem, Rio Formozo, u" Limiraa Segundas, Quartas, *
extas leira. uo nielo dia.
PERNAMBUCO.
Assemblea Provincial.
Ada da 36.* Sesso ordinaria da, Assemb'ea Legisla-
tiva Provincial aos 22 de Maio de 1835.
Ei
Stavo prsenles 26 Snrs. Deputa dos, fallando
cni partecipaco de doonle os Snrs. Diputados Joze
Ramos, e Manoel Cavalcanti, e sem causa partecipa-
da o Snr. Deputado Bento Joze da Costa, o Snr. Pre-
sidente a Bro a scs.'o" drpois de approvada'a acta an-
tecedente. O Sur. 1. Secretario leo aseguinle peci :
hum iequermenlo|de Manoel Caetano Coceiro Almo-
jarife d.i Ilha de Fernando pedindo augmento de or-
* denado, o qual lo i a cornmisso de peticrs. A corn-
misso de instruccao publica deo o sen parecer sobre
o nquerimento do Professor La cerda, o qual foi, que
o requerente devia pnretbor o seu ordenado e ajuda
de custas marrada para os visitadores, e fot approva-
do. A cornmisso especial' cnearrepada de marcar a
forca policial offereceo hum projecto de Lei, que te-
re a pi imeira leitura. Enlrou em[discusso o parecer
iidia de Francisco Xavier Lins, e foi approvado. Entrn
cin discosso o parecer adiado da coromi>so de inslruc-
cao publica sobre o requerimento do Substituto das
lingoas Inglesa, e rranecio. O Snr. Deputado Padre
Gama offereceo a sepuinteVmendaque o requeren -
te recorra ao Exm. Vice-Presidentc, e foi approva-
da. A commiso dos negocios F.cc.les;aslicos de o
seu parecer sobre a representaco dos Joiz'S de Paz
da Freguezia de Buique, ronlra'oseu Parocho, o qual
parecer foi que se remetesse a representaco ao Exm.
Hispo, para dars providencias, e foi approvado. O
Snr. Deiputado Dr. Vieira requereo, que com urgen-
cia se desse para ordem do dia o projecto sobre a des-
ignarlo .do dia da abertura d'Assemblea, e foi appro
vado. Etitrou em segunda discusso o 4.'do art.
12 do projecio sebre as estradas.^ Os Snrs. Deputa-
dos Padre Gama, Dr. Perot, Dr.' Vieira, Mora es
Ancora, c \)r. Urbano, nppresentarao^dirersas emen-
das ao lito art., sendo nicamente npprovada a do
Snr. Deputado Dr. Vieiraa^qual foi 8 segointe de-
pois da palavra proprielario accrescente seque de-
ver ser ouvitln. Entrn ent di'-cusiio o 5. O
Snr. Deputado Dr. Urbano offerec< o huma emenda,
que foi approvada. Os 6 o, 7.*, 8. 9.*, e 10.
foro approvodos. Entrn em discusso o art. 18. O
Depuiado Dr. Vieira oflVreceo a seguinte emenda que
foi approvadaque nao forem de propriedade par-
ticular, sende igualmente approvado- o arl. Entiou
cm discusso o art. 19, o. 1." fui suprimido, o 2.*
ficou prejudicado, os3.',e4 foro approvados. O
art. 20 com todos os? foi approvado. Ao nit. 21
o Snr. Deputado Dr. Vieira offereceo boma -emenda
que foi approvada. Os anigos'22 23, e 24 foro
approvados. O Snr. Deputado Francisco Ca-alcan-
t, eoSor. Ancora offerecero emenda ao art. 25 sen-
do someitte approvada aodo 5nr. Cavalcanti. Entrou
cm.discusso o art. 26. O Snr. Deputado Dr. Pedro
Cavalcanti offereceo huma emenda substitutiva, que
foi approvada, ep'Ttcr dailo a hora nose continnou
na discusso do piojecto. O Snr. 1.* Secretario re-
quereo, qoe enlrassc em discusso sem se imprimiP o
projecto sobre o subsidio diario dos Snrs. Deputado,
i'oi approvado. O Snr. Presidente dando para or-
dena d dia 3.' discussio d projecto n. 1%, l.*di>cos-
slo do projecto, que marca o subsidio dos Snrs. D*
ptitado?, ea conlinnaco do projecto sobre as estradas,
levantou a esso pelas duas horas elmeia da tarde.
Thomaz Antonio Macip.l MoMeii'o, Prez.
Laurenlino Antonio Mor eir de Carvalho, 1.* Se-
cretario.
Dr. Francisco de Paula Baptista, 2.* Secretario.
Quartel do Commando das Armas i de Junho de
1835.
a.' ORDEM a no DIA.
i.^1 Omeado nela Regencia em nomo do Imperador
o Sonhor D. Pedro i. por Deci'eto de y de Maio do
corrente anno, para commandar as(Arm:is desta Pro-
vincia, compre-me significarnos corpos da Guarn-
c:o (|u;nito me encher de praser esta honroia nome-
aa 5. Na^cido neste Paiz, c servindo-o, como Sol-
dado em suas freirs briuza, u me acho collocado
agora no Commando drssas tiop>, tjue j rna aahe-
rao deslizar-se lo trilho- da honra, indispensavel '
aquelles, que bem servem a Patria-
Fiel ao'ineo emprego, euoserei ao meo Paiz, c
maniendo a disciplina, cu sorei hum companheiro
d'&rmas, anda roesmo sendo o Chefe.
Os Corpos da.GuarnicaS, a quem me dirijo, a-
rha5-sc de prezenle em estado de subordinaca, de-
vida, sem dtivida ao esmero, e piricia Militar do d-
gnissimo Tenente Coronel Senhor Joze Joaqnim Co-
elho, a, quem succedo; esperando, pos daqucllts
continuo, desempenho de suas obrigaco s; c dns Srs.
Commandanles, c Officiaes coadjuvac*5 misler, pa-
ra que se nao frustem os meus maiores esfo'rgos: d'cs-
t'arte auxiliado, teremos de ver sustentada a ordem;
a integrdade do Imperio e a Libonladc do Braz.
Joze da Costa RebelloRego Monteiro,
Commandante das Armas.
DIVEBCAS REPARTICOENS.
POLICA.
%3unink. V. S., revendo o archivo d'eslc Juzo,
miidat-me officTalmente dizer, si se proceden con-
tra Tilo Joze da Cruz pelo crime de roubo de dinhei-
ro feito em huns Matulos to lugar denominado Man-
guinbo, e juntamente si se p'rocedeo contra elle por
andar armado,- feriado, e espancando os pas-ageiros.
No cazo de ter procedido a surammano queira V. S.
dizerme seo ditoTilofoi absolvido dos ditos crimes
. poro Juiz d" Paz Joa6 Manoel iwendes da Cunha c
Azevedo. Te a bo advertir-lhe, que estes crimes
fora pratcodos no dia i5 de Dezcmbro de lSac?.
Nao bxislindo esse pracesso em poder de V. S., far
remetler este offieio aos demais Julzes de Paz do a.
eST Distrirtos, a fin de responderem sobre o seu
cnnleudo. Dona Guarde V. S. Recife i.de
Junho de l'83l Aniomo'Aff.nso Ferrcira, Che-
fe de Polica interino. lllm. Sr. Juiz de Paz do
i. Distr'cto do S. Sacramento da Boa-Vista.
*- lllm. Sr. Tendodedize' v- S., em res-
po'ta ao seu oflico de i de.Junho do corrente anno,
que a navalha que o pl-etTorro Manoel Felippc Ita-
lia, na6 entra na claca. dos instrumentos perfuran-
tes, como determina a Lei de *6 de Outubro de ic*51,
visto rfa'8 ter pona, como V. S. nie communica no
mesmo oflicio. Si o difo prclo est as circimslan-
eins de sentar pfaca na Ma'rinlia V. 5. ha;, de ve-
~j:
melleloao Commandante das Forcas rtaritmas, poi4
segundo me cominunicou o Exm. Sr. Vice-Presiden-
te, j lora elle recebidoas preczas ordens para esse
fin. Dos Guarde a V. S. Recife a de Jtnho" de
1835. i Antonio ATonso Ferreira, Chefe de Poli-
cia interino. lllm. Sr. Joze Bernardo da Gama,
Juiz de Par- Suplente do i. Di>tricto da Boa-vista.
Connuacao da lista dos Cidados apurados par
Jurados.
3. Deslricto da Estancia.
xxNtono Machado Dia, Braz Ramos Chaves, Feli-
ciano Augusto de Vaseonrellos, Francisco Antonio
Vieira da Silva, Francisco Joze Al ves Gama, Francis-
co de Paula Lopes Viauna, Joo Antonio de Siqueira,
Joo Chri^stomo Ferreira Santos, Joo Sezinando
Pirete, Jze Tavares da Gama, Joze Mara Pereira
Caldas, Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrde, Lu-*
xz Gomes Ferreirr, Manoel Caetano de Souza, Mano-
el Joze da Silva Guimaries, Manoel Zefirino dos So
tos.
l. Deslricto da Varza.-
Antonio Patricio Cnrreia de Figueredo, Bernardo
Antonio de Miranda, Francisco Joze da Costa Guima-
res, Francisco Xavier Correia, Francisco Caetano
Porfiro, Joze da Cunha Pereira.
a. Deslricto de S. Amarinho Fregtieza da Varea*
Antonio Rofino de Araujo Catalcanli, Joo Fran-
cisco Alves.
3.* Destricto do Barro Veimelho Freguezia da
Varzea. ;,. >
Marcalino Antonio Pereira.
4.' Destricto dos Afogados Freguezia da Vanea.
Anecleto Antonio de Moraes, Euzebio Pinto, Joze
dos Santos da Silveira. ,
5. Deslricto- de Bemfica Freguezia da Varzea.
Antonio Soares da Cunha, Antonio Mauricio Lina
Vanderley, Joo Anastacio Camelo Pessoa, Luiz Joze
Gonsalves da Lot, Manoel Cavalcanti de Albuquerque
e Mello.
1. Destricto da Luz.
Joze da Costa Nogueira, Padre Manoel de Araujo
Pinhciro.
1.' Destricto deS. Lourenco da Matta.
Joze Joaquim da Silva.
2." Destricto de S. Lourenco.
Sebastio Achiole Lins, Vital Brando de Albu-
querque e Mello.
1." Destricto da Boa-viagem, Freguezia de S. A-
maro de Jaboato.
Manoel Cavalcanti de Albuquerque e Mello.
2." Destricto de S. Amaro de Jaboato.
Amaro Fernandes D'altarb, Antonio Dornellas,
P'eliciano Manoel de Almeida Catando, Padre Join
Francisco do Espirito Santo, Jozo Maximiano Pe-
reira Vianna, Joo Paulo de Andrade, Joaquim Jozo
d'Albuquerque, Manoel Laetano Espinla.
3.a De>tricto de *>. Amaro de Jabnato.
Bento Sebastio de Lacarda-, Joo de Souza Leo
Vianna.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N. 98.
'.I ij
-. / .1, -


^9
m
tasan
ftIAJU# D IMUNAMBUCO.
asa
LOm
CAMBIOS.
w / Janeiro 18 Je A/n;*o de i835.
mus........ 37 '/. 7< Ds. St.
A; 0F0 s........... 7" '/ 7-
'* * C>br-............ 6 /<> de tieiioiHo.
P'o,............. i$ ''eos............. ia$u.50.
Djbres........... a'l$3D0.'
^a*w JO rfe 3/aio d 18S5.
OndkeS..... 30 Ds. S. em orden?.
36 ero txqeda pape!.
iT-tmc......... 340 Rs. <> f anco.
11O 11a por 1 etilo.
30 m n de premio.
I* n
ao$ 30$0O0.
L
Rio d.
Pr-i'iianibui o ....
Doluo.s.....
Ijim i .
r
P- ?a=.......... 16$ i6$500.
Pazo i
Mo^da papel....
Cebe.........
95 por rento.
aO
35
FRBTW.
Liverpool............. Algodao '/ D-"
Trieste............... 1 f 15 a f.
H niiburgo............
.**"*................
Portugal..

. .. *
a a, 5.
400 Rs. Algodao,
80 fr. o A-suear.
a5o Rs. dio.
a0 Cauro*.
IMPORTACES.

......
Agoardonfe de Franca-...........
de Hespanha.........
Aserte Jo Med. ruada..........
Carne serta de Buenos Ayrcs........
- do Rio (ii aude...........
Cera branca...............'......
Farinlia de Irig.; Auicr.....
a-' qualidade. ....,
<5enebra em barra..
fcm bol jas................
Mauteiga I ng esa...................
Franceza..................
v/iieifos..................,........
S ib i Americano...................
W..............................<..
Vinagre.de Portugal................
Yiubo o Porto feituria.............
*
r
i .1 boa.......,.........
Franca 1 '
Calal. ,7001'
llO$000
i05$000
7$7<>
i$i00
i$800
$600
j-5$oO0
i3$00Q
$55
$24
$-100
$600
$r30
$600
5a$00
200$000
7a$00Q
60$000
OtvTAeAs&
Agehrdenle............
Algodao............ .
AsMirar Braitro........
ala>cavado. .....
Can*.................
Chilres da i'rov incia. .
Cuuro .st'ccon R G.....
da Provincia.....
* Salgados........
Farinba d< Mandioca. .
Jacaranda de 18 aO p.
Tabaco rulo app.......
refug..........
Vj'jUttdS.............
700*
Ti$600
a$800
a$aOO
5$000
8$000
$*'-
$i75
$i40
$700 o
6 $000
$00
1$800
1 $800
660 can
11 $500 Ar.
V&300
$t49
alq.
;0$000-
3$a00
a$000
a$000
Existem nos Tiapixas.
iifityfi G*i*B de Assuoa-.
4,'i80 Suecas de AlgodaS.
Exh*m& no partt
ti Niv;q> Bi''lirn. i.7 Ingl. zes, 6> Pri'fag'ieses, 7
Sa>(h'%, 4 Amm iflano--, 4- Kraiirete, 5 E-paiih6 s,
l(To>can> x lloliunvz, ri.nnbui g'nzes, 1 Napo-
lti.o, a-Sueco, 1-Anslriico, a U^namarqneZea.
4 Carregavaft paia,Trie-le, a par Genova, 9 par*
o C.-ta d'Aftia, i para Prdiic-i. 3 p.ira Portugal,
JiiHarakiglalerr*., 1 paj-a H-ip.:hn, apara Gibral-
tar, 5 para Hamburgo e 1 para Amslerdaou
---------
Extracto pedido.
ILJLlimoa iiu tecpporaria Adminitraco o Vice-Pro
idtnte o fiar. Vicente ^Tboroar Pirca d FigMeiredo
Camargo : fnini *tarrfiK ^u* n^arrpgoa a
confidnca da Repreaprrti mr/.es de G o ver no. O 9ar. ("atnr^rt digno, e me-
recedor da m"is ilt;i wliwi dvstn Prov-itiri. ; a inte-
ligencia, e pr^bidade vtoda--prova^ Oota que a 8 an-
rii-s exerce o Iogar da Svpretario ;. o eVprezo, com
que por amor de uulra, preeriuda pWWX>fn4> aus ser vicos, e l-
timamente Ma interina Ailminisfrifto nesta di-Beil e-
pueba, sai* ttulos justos, qup lije dan direilo a<> amor,
egrUdi0dePernan;bwp4 G Vire- Prndente vio se
Oollucadoem urna posicto defiejl ; e a Hilt-fri eaparichnrfe se de-viou airiz;>mpiite. As
p<-rturbac;5es poti's ltimamente occonidas nesla
I rovinca tinb> posto em aeco indas as paixes; os
e.opuitos pstavio forlemente irritados, e a repress'i le-
gl que foi mister em pregar para ronter a exaltaco
do n'migos da tranquillidnde Publiea, liavia acarre-
ado urna odiosidade tal b Prezidencia, que oolro qual
qner, que nio tivesse. era- bastante prudencia para
temperar a Justica, nem bistante energia para repri-
mir o crime correra o perigo de involver-nos em no-
vas pertu l>s(es.
De outro lado nm espirito de desf-voravel preven-
cio, que por motivos privados, pareceo animar a C-
mara provincial emseu comeco, ou pelo menos roui-
tog de seus Membros contra o Govrno faiia recear
algum resultado triste, se nia a cania Puboa, ao
menos pesso, em rujas mios eslivesse o poder e is-
lo deveria pezar na b brigados a se aprecentarem no teatro, politico calculan
|;r inn-iro o afecto dos partidos. O Snr. Camargo des-
prezou todas estas consideraiSea, e fazendo ocpierum
pre ao Cidado, queanaila attende quando se trata
deservir Patria, entrpgue s ao desejo de cumplir
seus d veres, guiado pela boa le de suas nteaes,
sem prestifiiua de uiu xefe deasrlidov e nem esperan-
za d apoio deste ou aqnelle individuo, que tivesse
mediato nteresse em sustentar seu Governo, confia-
do s-mente na co"peraclo dos amantes da fi I execu-
cao da L-i, entregoH.se caereir, de que alguns axa-
rlo mais prudente recuar. Fiel ans principios coa
que se iniciou, em sua Admini-trarSo, firme na sns-
tentado djt Legalidade, pela Publica cohfianca den-
armoii algum ives'so de un) lado, por sua legal, e
nvariavel conducta suplantou o espirito revoltoso.,
Os elementos pira a desordem enfrsqin ceio-se ptioeo
pouro : a guerra de Jacuipe coniinunu coro todn a
actividad*'; a barmonia entre oa dous Poderes proviu-
ciaes estabcleceQ se. e conervou-P ; a p foi pVna-
mente maniid.i, e inaboravel a Ordem. Eis aqui a
Administracao do Vice-aresidenle, quelivre d"i tro^
pecos, que llie davo ns circunstancias precedentes
entrega oleme do Governo em prospera eslaco. Gra-
ta ser semprealembranca de sua curto Administra-
cao, na qual o Snr. Vi'e prezidente satisfez a alta con
fiancidosnossosRfpresenlontesprovHiciaes, e emteo
desoceg", e prazer ocoraco de lodos os Pernambu-
canos.
\9 ao>so Collega do Aristarco diz, que na6' desco-
biequal o motivo, que obrigou o Vice-Prezidente
prorogar ate odia aj> a Sessa d'Assembtea Provincia
aloque api oroq.ic.-.S sui 5-! sem pie canea urgente, e
nu5 Icastaa nec-ssidadede Leis, como sea nececii*-
de d L;is n;:5 fosse cama u.g.'Hti.' Infeoitas razSes
descoloiitioi nesseaclo do Ev.cutiv, e julgamoa,
que obrou a.erladjmen.'e o Vice.Prezidente proro-
g.mdo a SfSK.5 d'Ass.nibl.'a. J em nosso N. pas-
sato experid'moMnuitas'dessas razSes, que'por i.sso
no. fon. 6 de rep.tjr agora novamenle as motivos,
j (pie-temos para decidir-mo-nosem favor da prnpoga-
; c'afl. Diremos alguniaciMza em resposta ao Aristar-
co. Wadu-exa nat fes pi za de prorogaci: iiiu-
ti'lidade doOrciinenlosaS as razSes, quea'ega o nos-
oCollega com'ialendoa prorog.o.o. Na5 julgamos
que a prorogacaS, e a prorogaao por ao dia^ ocaa o-
rreeeferverencia, e defina a madurna na faetna
dasteis: antes julg-unos, quee* nm peridico .sufici-
ente para as fazer com lodo o cuidad-, e f-eguranc;
q'aajilomas, que o Vice-Pcezidente ru impoz a Ca
maraolirigacode formar e.-t, 00 a.|uella lei, niiis
spacoii o perioilodea nezes, fim de que livesscm
rezultado Iraballros jaadaulalos, e comegados desde
o tfropo di in talaca.6 d'A-semblea. a se o praao
de 8a das nao" basra para madineza das lei-, e leis
Provincia.', 4 cei menle para sentir, qiie lao cur-
to fone o periodo Legislativo manado AssemJda
Provincial. Despeza de prorogapafi. Sem denpeza
na5 ge podecbter leis. por que os Diputados perre-
bem urna indeninizdfjS; oMse pode.i j.ulgar intil
adejp aaf que nos comprar algo mas le s de q/ie te-
mos ijcces-sidade? l quan l naS fossem estas leis le
urgente necesidad:*-, nao e dve sentir a despea*
edm a prorogcao, pois que quando muifo um a-
vau-.oseguro,, quefue .Provincia por objeclc. que
wnipre* mprar; '
A este respeilo poderiamos osar de 11,-n argumen-
to que j rom noscoempr-gon o Arfst.rco; o nu
Collega dis&c, que paja iiah.vetabtiz) de c. n-oi-a<
nos Coreos Legislativos seria milhor cxlin^u-Ios; <
nsllie diremos 1.5 bem agora que para se nao faz.v
de peza c- ma Wemida Provincial, val anie>. ,,,e
ella nao exis a: e tanto milhor q auto o Arisia ro
j .Iga. que o improductiva a despejta que >e f,z C0Ill
ella. nuiilidade do Orcameiito. Tarda Ver.ltde!
Agora que .se julga que oOrcanicnto intil! e pa-
ra que tantas n qu< ziioes este re.sp. il0? tarifa bu-
lla por que a Pr. zidencia ii|5 mando! oro o Oica-
menlo? lanos esc'ai ecimemo* pedido^ tic. etc. ? E
quemdicea Assembla, que nao sitara rezolvjJa
fazer o OrcameiHo? o Vice-Piesidente mandando o
impreso no da a5 do pas-a }o, e nao tizando da a-
culdade de prorog*/ a Asseuibla na5 rt'rtegai a rom
a respunsabi-lida'led se nao tt-r elle fito? Agoia
queseiecoiilrce a dificuldaded.i Lei -do Oicmieno!
qnan'o milhor Cora que Os Ilustres DepuladSa refo-
nhcessem antes! aomerosihes nao deven'a fnar o
desarde recuar naemprez.i,-de que com tanto alan
se ocupa rao antes Nao omito exacrlo o que diz o
Aris'arco, qu ao Sr. Camargo constara que inuiloa
Deputadoise pronunciaras contra a prorogeao: de
mu!n!< sabemos nos, que mais escriipolz.s no d -
sempeubo de sua tni^aS a dezeav,., e com ar-'or:
ii.5 d<-zeati.-5a prorogiCo aipi^Hea, que esgolados
os pii"C(>iosgeraesde di vagacaS se veriao na dura
precizao pata sisliiiarsco crdito de .-.e ocupar ni
diliculloz* tarefo'l legl-ltir, ou o^ que conlavi.5 co.n
maiores coizas fora d'Assemblea.
O Aristarco t 5 /.. l'ozodo crdito d'qs pessoas in-
fluentes na A s .ipl.m-
dircorn rosco a rjioiogac.o daqudlla, por que o li-
as poderia lalvrz compensara m-zt s imitis. Nao
vemo" a iaz 6 por que o nos-o Collga remato* seu
artigolouv,-ifn|.i oiico do Exm. S\ Paula Cav.vfccan-
tideixar aC.tmaia Legisl.iiii'.-i. e tomar a Adniiitistra-
C 6, por que oel. prorogac.i', qoe rez,diado de n-
mi poz*c 5da Lei de i de Agosto de 1854 nao
fi l.ei julga va oiiho'oia t< r S. Kxc. do lomar o G.>ver-
110. Menos vemos, que o Euji. prezidelita posso
(nc-rrar a Se-sa. se nao por urna ad liacao, mas
disso r5 que nao vemiis nicfssidade, porque o HOMMi
Qolleg, que sabe a> raz6 s de .rcito POtico C >'i>ti-
lucional, roubece, que a poupnnca d Mibu.sidiu dbs
Sis. DeimlatJos nao cerlameute o cazo marcado de
quando -- fcttg a bem du p.ovincia est..bjlecido
na Lei de i2 le Agosto.
_________' (D'^ V. Ibo PcrnambucaiKi).
Resposta a Correspontlencia do Mustie Sui. Dspu-
tadi Gervasio Pires Fereira^ inserida em o Di-
ario de PtrnainbuaoTV. 9t em -i-j de Mato.
Ub motivo teria eu paraoiloroagar-me com-nSt*.
i. P. F. se a sua primeira Correspoii .l< mia se Irmi-
tassealiutna ladainha tbj pergoutasaos Redactores do
Peridicos sem inadizer clwscos-, sem provocar ine
e- tirar-me a terreim, qiteren lo abas chamar soba;
miin a odi-->sid ido publica relativain uto qu-sio do
meio circulante? Pomos trez o-. VI -rnr'>ro!.da C uim s-
so especial, q.ieapprezaii'Ou ,\sseml>lea o Tojeclo,
d que esta a encarivgru. Si O'Projecto lie mal con-
cebido, comb iti-.se o Snr. G. M-ileal do Projecto,
piLv< riza*s"-od- todo, r.-speitando sempre" ao> us
auciores c mo op'dii a raao, eodeor: ese
qiieria coufmdi .1 .-b i.coia oauour; p>rqisvi m M-
vo particular fui eu h' alvo dos seu liras; porque
inju la |>reveocio ,s mini dif'gio odiosas lorque/.a-
dassem loear nem.lOkvmeute em nxesil Dkistns G gaa m.-eiros na boud ide, 011 maldadc do Projjecio ?"
Ser e va>ao.
Tin hem se nio resguarda da censura de injusto
agressor o Sur. G. por diz*-r, (jue nao tez mais, do
que varias pergunla pata sua Uubir-cio ao> Escrip-
loras do V. Un PernambucaiJ.; ponpio eslou nei'u>>
adido, que nia ioonzas.deutivaa pei'guntas, e do-
e>los; que o Sor.G. b.m poda consliti.irse o Pcr-
gunlador mor d lni|)erio sem ao mesmo passo pro-
voeor a os seus conoidadio;-, e nt meato a mimrque
sempre dei a S. S. signt.es de respeilo, e estima. Foi-
tne 01. cizo lev a udla Correspondencia do Sur. G.
P. F. par-, fuar saliendo, qtt nio he; poswvil faer
peiguutiis pelos Peridico* vm abotankira leuutagio
allia Quem mais vive mais v.
Ante que mtre no snb Uncial de respondencia do Sor. G, tareiulguraas reflex*s, que
julgo eonvikaveis i miulia deleza, oom quunto nada
seja bstanle para que este Snr. epolado se desea da
og-fiz* watuia, que demim coneebeo. Insiste, e
repixao Snr. G., que eu nao digo,, so nio cbalacas,
e o Carapuceiro ve 11 sempre por diente, corno nuera
pertende deltirpar-me o crdito pelo ledo das minhe
ftceria?. tic ferdadej que nio tuVgoste da cbalsoa,'
V


MAMO 1MC PBRNAMIWil.
J*J
qtiutido ella me vem a pTo, e tfU se concidoo rom
L'ciuocrilo, qneeste iiMn;!o, em que vivimos, como
un hura grande theairo, he tais digno de rizo, do que
de lagiini.is: oJUJet el odil de Juvenil parece, que
cabem na mor parte das cousas, que en Uta nos fe pa.s-
tao. Todava eu'iobem sou serio, quandocouvem:
tiohem argumeuld, lio'nm provo, iiidiem refuto ;
poiipiealguma ciwi eitudei de Lgica 6cc., ni em
Mafra; nas onde Wi'i fui servido: e o RespeltaVel
Publico, que lera litio os meus fracos cscrpfos, mc.
Ihor pode jnlgnraeslen.sj eito, do que o Sor. G., que
he su-pc lo na materia, ji porque conftssa, qu na-
da iproveiiou dusesiudoa de Mafra, eCoimbra, j
pela graciosa 7angMnli,i, r\S m- toman. Oque al-
gn tanto idinira,. e faz. rir, he ver, que o Sur. (i.
P. F. no mesino ponto, traque me increpa desha-
lagaras, forceja, ese desale por o!lar-nv tiob.m
suas chalacan, se bem que despulpadas, airares, ed. s-
geilo->a-*>
Nio imagine o Sur. G., que me d.sia, quando
nio ceasi de querer podar-ine por causa do* faceras
dos mens escupios: bem I-uig- so oeserever de obv-
jertoa moraes, q-.al he ornen Campun-ico, emslvlo
faceto, hecouza, que nio Cabe a lodos; porque para
dona i rar com greca, o boa sombra lie njwter nalu.c-
za, sem a qual as mismas faceras, salind >, como
pore.sfuic-*, earie, vem a tornar- e inspidas, fasti-
diosas, < despreciis. O rsc-rever m stylo facdle a
higuera desacredita; porqne setal aeWi'-cesse, nao
M-nio lio premios m, II. publica das Letras o-umm-.r-
'tace <-scripU>s de Ai is'ofanes, de Marcial, de Juveunl,
deliHin Horacio, de hum Temido, dehum BuilcnuJ
de Hocace, de Moh'eri, de hum Vollare, de hum El-
pino, &r. Ilimi dos maiorrs h.imens, que o mundo
liilerar Mn bttj foi semdnvid M.T. Cicero, eas
facciaseis o eu ib-mento: logo o ser jovial, eiom-
Leteiro nao desacredln.1*! Rscriplor, huma vi z que
tile sabii'gHardac as'to-precizas legras do decoro.'
Agory passaief a rc^uMiln-Minimaiiiim-ire coi-
turnada* perguntas do Sur. G. ; e prar.A a Dos, pos-
sa eudeixarsatisfeil a csrosidadte deS. 9. Vamos
apriniyirt, Em vio recoire o Sur. G. ao Diccionario
duMoraes para col>onlar o palavra pejo, dequeim-
piop'ia, e mdeooi-osainentese servio para irhd-ahii--
e a Cdm-niissio, para (fue fon nom.-ado juntamente
coiti oEtcvl. Sur. Francisco de Paula Cavalcanli.
Os Diccionarios trasem uss'gtifcrc8 .-.i vagas, pgera-
esd-s recablos, e nao asna propriedade. Aida q i te
pejo tmti ndVIoi-aes com a sgn Qcaood* emba-
raco, d.fficoWade, e6torro; uio he iudifT-rerite o
eupregalo a trouxe moux-; por que pejo nao quer
diter q ttjqneremb.raco, qualquer dillitnldade, qual-
q realoivo; poim sim aquelle emhatMCo, aqnelle
enleio, proveniente da idi de ha ver come' ti Jo al
guma Pilla, ou do recelo dea comtltcr. Q laudo o
Sur. G. lem lie. d > mudo por varias vr$as: se lile p r-
gMtttaamn o'que liiiha? Respondera bea, sededi-
Jhas>e na .lulioinha Trullo pej( de Tallar ,
<|uert-iidod7.er, que liulia emharaco, estorvo nos or-
gios da falla? Clara he por tanto, que aupp.-slo o
vocabulo p<7'osigndqueemgeraleinh.iraro, pslorvo,
&c. nao he qualrpiei e.^lorvo, qualquer emba ac,
&c.
Mas trarisetirramus solerlissimasnugas; e at-
t.ndaniosparaa imiignidjule, com que o S ir. G. P.
F. e furou Commissio para que tora uomeado; e
perguiilarei Uobcm Se. proprio de hum anciio,
de hum bom Patriota, de hum Eltilo do Pvo |>ateii-
tear noseiod'Assemhlra o odio irUraaliavel contra a
peasb.d hum sen lllutre Colega, eem Sua preienc-a,
odio, quedeyera ser reprimido p. la prudeuc.ia, ata-
viado com as graciosas vestes da coi lezana?
, A'segunda Perguuta diici, que os P, ojelos nio
sofrendoeM piimeira dscus.'o, segundo o Regimen-
t, que por ora no regula, ae nao o exame das soas
vanlage.is, ou nconveuieiUesem geral; nioadmira,
que os do Sor. G. nio Ibssem logo destruidos; o que
com eflVito couteceo a muilo-, que baqinrio na se-
gunda discus-io; eispoucos, q ie seadotario, foi de-
pois de cerceado em mu tos deseu Artigos, que e-
xorbiiavio dasstiilm'es d'Assemblea, edepoisde
innumeravei tnjend.,8, dativas, swpressivas, subs-
titutivas, &r.
A >egunda .t temira Pergim'at nio merecem,
que sobi'ellas insista ; porque sao mais hum cava-
co, do queoutra cotua. Os remoques, que pare-
ce dirigir-me, c'eitaraeiile nio dio boa chanca; por-
que nem tenho prenles, a quem d ueiodePiojecU* neo tenho visto, n'Assemhla esse
espkito de servilismo em seguir ascegas as opiui s de
Dopuiado algum. Nio. pouca vepes apoyei as ideas
do Sur. G. e volei com elle, oulras vexes ..ppuz-me;
e em verdade coufesso, que nao observei es-a parcia-
lidade, que oSnr. G. quer atribuir a a!gun* de ineus
IIIustMs Colegas. Lmida prwrea tiuul quaacutu-
que tieniur Arquati: di Lucrecio. Tudo |arece
amsrelio aoaqua padecem hitei ice.
Nia me demorarei em responder m Prguuts
quinta, sexla, sotims, e oi'iva por rer materia ja
ror n.uud.batida, deixandoso Publi.odeiiteressS-
doojuizc, queelh me.ecp. |>i,-ei algoma cousa a
re-pe.lo da nona Peiguuta; por que lez. jo ser justo
anda para o meu maior inlm'fo. Supposto que a
Asae.nl.les se mostraste indiffbreule desasiQd,. e
poucohonesi despeda dolllustr- Diputado o Sur.
G. : eu o nio fui 5 por qoanto ec ma (alia nos fez. O Snr. G. tenj nuiit-asnocen Com-
m ere ibes
moja se i
; tm protica de cousesda Provincia, e eo-
lio alai a a e p. enlaces mercantir, solua-lho
lempo para escrever, drc. F,., motivo porque eu
lalc contra a despedida machia' eca do Sur. G. ;
>e havia merecer hutr. gradecmenio da par'e desle
Snr., mor i r.oseud*sd prado, ek.rnei-me desaba-
fo d.ssuns nas. Srja p. r>aota raiidade.
Despiezo .1 pecha de voh,)du,e, que graciosa-
nienie me asaca o Snr. P F. tano mais, quanf
o u sm prov alginna. Eu confes^o, que sendo os-
la a primen a vez, queme tem Jium Corpocollec-
livo, e delibeanle, esendo novel no Regiment, e
na marcha de tacs O-rpos, militas veze* hei sabido da
ordem, minias \< z,. deseo- heci o andamento de eer-
los rugue os, e ne sa pai te f.,rc >so ,tie Un dizer, que
muitos quinaos me deo otlustre epulado o Snr. G.,
o qual lendoj .servido per umita* v*-ts -heises ad-
unctof, ja n sCouci'lho.sGeiaes de Provincia, ja na
Cmara d'S Snrs. Deputrdos Geraes, uSo admira, te-
tilla jub lado em ceremonias d A.ssembleas, e possa
chamar-seRitual ambulante da Reprezejitacilo
Provincial Finalmente seiei voluvel; porque o
Sur. G. diz ; mas o Snr. G. he sunjmamcnte cab?cu-
de. e orgulhoso; porque ei j m'o prove, e lodo o
mundo p r tal o reconhcr.
Para responder .decimrPcr^un!a basla-me re-
correr ao lesremunho de toda a As emb'a, perante a
qual eu fiz ver ao Sur. G. que admiltido o sen Po*
jeito sobre o im-io circulante, serijo precitos 8 a-
nos menos 37 dias uteis para se carimbar a moda de
cobre que devera dar-se'em troco, eo fiz p/>r papel,
que lii e d'algibeira sem que para esse calculo me a/u-
das.-e de Acces-or algum ; porque para i-10, basta sa-
ber as qualro primeiras operaves irArilbmeliea,
Quanlo dicima primeiraPcrgtitita, comooSniv
G. confessa, que era injusta a dedueco de 5 por cen-
loj que exiga < seu Projecto a rcspeilo da moeds, que
se recolliPSMj Tbezonrai 1:1; nip val a pena re pro
dur.ir as mesmas razS.-s, que aponte! na minha pii-
meira reposta, qiial me reljro a osle respeito. He
bem mizeravcl onofisma, c decima aegnuda Pergunta pretendeo embacar ao vul-
gar dos Lei lores, recorrendo ao Moraes para procu-
rar a dHinico do verbo Deliberar; com oque
suppoz ler levado as lampas, e decidido c<>m a anclo-
toridadede hum Diccionario huma questio de Direito
Positivo A Le da Reforma m> Arl. 9. da assim
Competis Assemblras Legislativas Provinciaes pro-
por, disentir, e dellwrar na conformdide dos Arti-
gl 81, 83, &'. da Coustitu'cio Vejamos o que ds-
pe esses Ai ligo* da Consllu'c,5o. O Art. 81 dz da
manera se^uinie Tei io por principal objecto pro-
por, disculir, e deliberar sobre os negocios mais iute-
res-anlcs dassuas Provincias: formando Projecto?,
&c. [ delibarar solueo iiileressanlp negocio da moeda, for-
mando Projectos, nio de Le, quedevaseraipji sanc-
cionada; mas de deiiberacao para sor remettida As-
semblu Gera', e ueste semillo be, que ass'gnvi o Pro-
jrcto da Commissio : onde est pis a miuba coutra-
dicciu? ApMIo occone-me agora este versos mu
sentenciosos do insigne Liryco Fraucez Joio Baptista
Rousseau
s Quelqnc gros.ier qu'un niensonge puisse l re
Necraignez lien, calomniez toujours.
Quaud l'accns confrondroit vosdiscotns,
La plaic est faite, el quoiqu'il en guerisse,
unen verradu moinslj cicalrice.
O Snr. G. sim he, que he era grande partea canzi de
se haver exaceibido lano o mal do nossomciocircu-
anle; e nio pateca, que arrisco (niodigo o tal avan-
co Francs, nem que m* escorchem) huma propo-
zi^o poradoxe. O Sur. G. nio ignorava certaiuenle, ,
que i A-semblas Provinciaes nio compele Legislar
definitivamente sobre o valor, peso, ieacrpcio, ty-
po, e detioininaoao daijmoedas por ser atribui^io pri-
vativa do Poder Legislativo Gersl Til. 4* 1 Art. i5
17 da Constil. Nio oliatanle sso, logo que se vio
Deputado, porcorreo pela Praca do CoiBmercio, e
por toda a parte di-pertou ida deque a nossa Aa-
sembla ia remedear o terrivel Hagello da mo cobre: ejlo pejado eslava desaes desenlio*, .que no
1. dia la Abertura da Sessio estreou o seu Projecto,
carpi o males da Patria, atneacou tudo com o Ba-
talho ligeiro, e>con|jeceo mui fresca, e daaetnpa-
CAdamente, que para sal vacio do Pvo niolheim-
porlava sobresaltaras raias da Constituicio e todas as
Leij. Mxima terrivel, mxima abominavel, que
nas mos des Principes predaaio tedaa aa perveieid*-
des d" Dionizios ddSyracuia, (b'S eros, c CalujiLis,
dos Luizes 9.", dos Fernandos j." em Ib gpaiih>-, do*
D. Miguis ira Portugal &c. e nd.i miosdademago -
gia os horrores pe pelradcs p'flos Ce le na*, palos Ma'-
lios, pelos Dan Ion, M.ua!, Robespiene, Clianmet,
Cbabol. eoiilrns muflo*rano i-osd-, ff*ve!uc>< 1'1
Cesa, Todo* se ahot'doavto ao (i 5*lus popuii supr.-
ma lex ; e lo !i s leviii o' pavo ao ultimo puro J
desgiaea. A salv;icio d>-povo-n.. he, ijuanto a inim,
a le ti'prrua : a salvaiio do pvo ^modifica! e a fea*
ze) est na observancia do sen Pacto social, da sua
Constituido 1, que he a Lei suprema.
A maioria do pvo ignora essascouias; nio se m-
pnssioua, se nio do mal prsenle; e l< go que algum
esperta Ibio Iheassena com a esperanca de oremedear,
ludo a I iraca de muo bom grado, temo por se ni-
co amigo, e nio quer ouvir a ningueni mais, qne Ihe
falla na liugoagem da razio, e das le;s. O Sur. G.
sabia perfeilanienle, que a Assenilili'a Provincial nio
poda 1- gislar solire o p zo, valor, &c. da moda ;
vio obstante quiz campar de grio Protector doPovo;
porfiou caloiosamente sobrVsle ohjecto cotn a mira
de aeradlar-se, como o primeiro Patrila de Peruain-
buco, pile laucar si b;e a Aeseuib'a toda a od< da publica dse nao haver remediado o lerrivtl mal
doinaiocirculute, Se o Snr. G., mais bem aconce-
lhado, e prudente refreasse o pnirilodeappresenlar
n'Assemhla hura Projecto relaijvoa lemedio radical
da moeda de cobre, as cousas niocbegario ao ponto,
aquetem ebegado; poique o enfermo, a quera o
Facultativo embala na doce esperanza d^ huma cura
permita, e indefectivel, desatina, edesfc-pera, se por
fm odeseuganio, qne he sem lemedio a sua queixa.
Todos, quanlos virio ao Sur. G. n'Assembla, bem
se hiu de bnibrar da niatitiada, que fazia, apenasafo-
roavaaH a raaisppqucua, a 'mais leve, a mais miuda
infraccio do Regiment. Teudoseuipre na miooca-
derninbe do tal .Regiment, elle fuluiinava a todo, e
qualquerDeputado, quesedisviava iraquellasRegras;
nem o iracundo Moyscs era mais enbaoravcl era casti-
gar abinfracos da Lei, que em laboas recebra no
qjnav. Sonada empacliou aolustra Deputado, Joio
das Regras, o quebrantamentn nio de huma I^ei, eu
dispozcioRegulanientar, seniobviin Art. preaso, e
clarissimo da nossa Lo Fundamental! Ser o Snr. G.
do nuim.ro d'aquellea beatos, ou Jfalsos devoloi, qua
engoleui trancas, e engasgio se' eora hum mosquito?
, 0 Snr- G. bem coubeceo a nullidade do seu Pro-
jecto, e incompetencia da Assembla Prv. ead boca
(V- ^Laiimsinbo, quejulgo, nio exceder ca-
pdcidadedequemdeoalgniisestuilosem Mifia, com
quinio me pircea, que o forte de Mafra devi'a aer
o Canlo-Cbio.) Mas e Sur. G. julgou sanear tdoj
dixendo, queeraliuma medida previseiia, sub-
metiida approvagio, ou reprovagio d'Assembl^
Geral. He galante evasio ssa do Sur. G. I Depoia
de iucetado o impulso raedide Lecidativa sobro o
meocirculante', que remedio-IheUaria a Assembla
G ual, que nio produsisse males caleulaveisr Em
summa Snr. G. parece ser da opiniio, qac em tu-
do, e por tudo se pode infringir 9 C"nsttuic,io, hui
ve que se apelle para e elstico principie do Salo
Populis;' e que a iufracfio seja pravisoria. A-
poiado.
Agora permitame S. S que apostrofando ao
bom Povo ernambucano, Ihe diga cem a verdade, e
franqueza, que totumo pernambucenoa, nieus
caros Concidadice, eu me codoo comvoaco dos ma-
les, que nos cauza o estada laatimosed noeja Istov
da de cobre: eu quiaera remdenlos, aa es miuju
mi est i vera lano poder: massabei, que a nos a As-
sembla Legislativa Provincial nio nos provN> de re*
medio a tal respeito; por qua nui vtt auctoiizada
para isso. O r. G. P. F inda que bt-m inten-
cionado a esse respeito, nutrio-voe em huma aspe-
ranea illuzoria, promelteo-vos o que aem elle, nertl
ninguein aqu vos pode dar. Se queris a remedio
valioso, e-efficaz, esperai-o de. sua fon le legitima,
que he o Poder Legislativo da Nac.a*; ou do contra-
rio dissolvei o Pacto Social, separai-ve^' d eommu-
nliao Brazileira, declarai-vos iudepcudcute, Eormai
a vossa Ftderaca gosto.-a Vinagre, e depoia
nio fallar quera chupe al a medidla dos seos ludo
com os olhoa na salvacaft do Povo, que he muito boa
peasoa. #
Finalmente basta de i rs vacontas com o Sr. G. P.
F., aquem abas respeito, por que he Deputado, e
possue m'uito d'aquillo. com que se romp o os rne-
le. Os meus prelados Irmios, os Religiosos Bene-
dictinos, agiadecem por mira a boma, com que os
liada S. S., nio obelante o> bous dezejos, que la!-
vez leuba de os por a 10 los no lho da ra, e arran-
car-Ibes o pati monio para beneficios pblicos a.
PerdeoSe. G. a limancia ao de S. S. muito Ye
nerador.
0 Deputado Lopes Goma,


m 'i tfiyraMMiMac

h
AYIZOS PARTICULARES.
relie sublime Nerromanre, mol sorullo, redigo par
Tupi-Jaro] n) A segunda stfigularidade q rar 100 pala-vr.is dadas ao ncnso reduz-se a decorar
_uro dosquadrrsMnemonicos.(u.blmtx htfiuonirrufs)
con posto pelo (lileMqms .'Este HWtre Nigeo-
manle (necromanv) fr i approvado com lo vetos o seu
favor, el il prtlend nerevuir une coronne triompha'e
.peor enlrer r^icnl velera* Rnmaiii {np*ffc4oM*j no Rio
de Janeiro, futuro Cariiliilta do novo Jovis -Slwlo-
, ris I !conde, ic rrois, ha de pendurar os trofeos,
que ginhr oos apologistas do Principe dos Oradores
Romanos, donl le* idees il travest asa facn !
%ry Quem annuaciou no Diario lN.* 97 pn.cisar
de 3:400 lurloj de cambio na praca da Independencia n. 20 t,TCi'
que >bi se dir quemo da.
$3y Quem precisar de urna parda para ciiada ; a-
rumie.
^5 Proeiza-se de um feilor que entenda de bor-
tace ; na rua Ve Ma o. 96. ,
%ry Ofbrere-se uffl nipsso Bra/.ileiro paracaixtiro
de loja, o'i Esniploiio: na rua do Rozaiio eslr. ita
sobrado. 18.
trg l'reiiza se de um caixeiro, que entenda do
Irtfico de urna 'oj de ferragem para tomar eoula da
mesma : no ateiroda Boa-vsta tobrado D. 15.
rur H
NAVIOS A CARGA.
f Para o Hivre.
A. Barca Franceza Camelia p'rtrnde sabir no dia 28
do correle mez : quem nelU quizer rarregar, ou ir
de passagem, lii ij.i-se ao consignatario, L. A. Du
bourcq, rua da cadeia velha n. 63.
*%**%*%*%*
VENDAS.
lh
_ Meza aitul da I-.mindade de N. S. da Gomci-
cio des Militare.- tiesta Cid to do Reeie convida a lo-
dos es Irn os tanto Militares romo Pzanos para no
da 8 Jo correte mrz de Junbo pelas 9 horas da ma-
nh assistiiem a ultima dUrusso de seu tiovo com pro-
rxisso uo ccoilai o de sua I;i cj.i.
Jo. (nini Goncalvjs Rodriguces.
Esuivo da Irmr.nd.Vde.
^j3 Prrci/.a-se de um rapaz para raixtiro de ven-
da, Branlciro, ou Porttiguei, que jLnl.a pratica :
lia ponto velh.i venda i\ esquina.
ty Peiciza-s de um caixeiro para venda de 14 a
15 a unos que le ii hi a'guha pr.ai a e paite'fi.Hor a
sua cenducta : na venda da rua da Senia'ta Velha.
^3" Pieti/a se .lng..rtil andar sendo o ultimo
"de qua'qicr um sobrado e que tenha ro.r.mcaos para
grande familia no Bairro do Recife*. aununcie.
^y* Admini^racao dos bens do Patrimonio dos
Oifos, avi/.a a t idas r.qin Has prs-nas, que arnnda-
o os predios do me n;o, que anula nao asMgnprf
termo, que Ivijq de COiJiparctt r na salla das sesiO-S
com os &ecs fi idorcs as quarlas (tiras das 3 a* as 5
lloras da larde ato o fim dcsle mu, que nao fazendo
ficioiposias cm ha^ta publica o seu anendamento.
Francisco Rodrigues Maihado.
Errjvb da tuesma.
^r^- Tcrct ira e ultima vez.aviza Miguel B rnardo
Ouinteiro, morador na ra Nova casa D. 32 que em
seu poder est um cavallo com cangi'ba q'ie por cari-
dade o mandou pegar, me anrtVa.vigahdo pela rua:
quem for seu dono.dando es signes, e pafcando-lhe
tiuanlo leni gasto no seu surtcnto o entregara, a?sim
cerno nao se responsabiliza pelo dito caso morra, ou
se Ihe furlc.
J&- Boga se a pe. son, que por engao tirou urra
tsrta doCorreio vinda do Poito no Bi igne Venturj
'Feliz para Jeze Dias, qut ira por bzcqdt deiti-la no
mesmo Correio, ouannunciea sui norada para ser
procurada.
^ry O Exudante ii> 9 do curso de MneroCtcrhnU
d'Oliuda, vendo os dois grandes partidos, e"BS rab las,
que apparetiio pr<-, e contra o Professor, quir neu-
tralizar o seo voto ficando se em caa, eeomo consta-
Ihe que outro Exudante votara em seo r.ome, servindo-
separa isso do seo ca lio, que Ihe pedir impreslido
para poder entrar, por ter-se esqueeido do seo; por
isso todoe qualquer voto que apparecer, assign do
rom o nome do n. 9 he falso seja pro, ou contra o Pro-
fessor.
t^'Roffa-seaoJSnr. Fiscal dosU Bairro, que por
Caridtde baja de lanzar as suds vistas s< bre dois pretos
que vehdem leite todas as manhes pelas 6 oras no
pateo do Terco junto a escada d< senhor Alcanforarte;
ero razo de vendercm agua em lugir de lrite, ou m^is
agoa do que leite, e igualmente as suas medidos....
O Viga.
tcy-'OsabiixOassignadostenao comprado umBi-
Ihetede n. 4001 da piimeira parte da Dcima pri-
.fet-ira Lotera qnal anda niu teve seu andamento,
por isso aprecio se a s-ientificar ao pubcopera quem
O ten ha axado o aprezente a qualquer bum dos dois
ssignados, e por este se previne ao Snr. Thezoureiro
que nfo pague o dito Bi'hetc se sair a'gum premio,
eno aos vtrdadeiros donos que se acho asignados
n*> reverso do dito BiHiele.
Joaquim Joze Morera.
Igpario Neri da Fonceca Jnior.
y&-~'h pessoa, que dezeja fallar rom I'*rio da Sil-
Va Gama annuncie a sua morada para ser procurada
peto dito.
Respostn.
W^ QusndooSnr. Inimrgo de polmicas, fallar
flutis moderadamente, quero dizer propozto, eo.ri
gndo seos falsos pensamentos: ter respota i.s Jsuat
pergontas. Na mesmia cnformidade respondo ao
Sur. J. L. 9. M. id s m mais que eu nao psfi o
Mihho, to tmente nasei nelle, e por diversas partes
detle andei; accrescentondo mais que he b-m por as
mies no chao para mi'hor ser couhecido do verdadeiro :
Minho.
%3 Aviza-se ao respeitavl) Publico, que tora He-
natricolar-se na m'aravilhora scienria da Mneraote
ehnifl, efisinada pelo nunca asss louvadn J.-.J.-.
Oonnet, que tenha toda a rauteU quando votar, porque
prometiendo o ditoMonsiu no seu Prospecto, que
"a^vofceio seria por escrutinio, e que cada aloronode-
corar na 6.* lieSo TOO pslavr.-ts destacada, iti'gou ra-
soavel fazfr algumas emendas aos no?sos rneiotes Dic-
cionarios. Eumeeiplino: segundo vorios alumnos
(e taUei aperfeieoadores) d'aquellascieneia o escruti-
nio pode ser publico, o secnto. Publico, quando
bouverem duas folhas de p^pel, em urna das quaes as
signao publicamente os que approvo, n'outra os que
repropio.
Secreto, quando urna urna, oti vaso, em-que-se y.
^BroWrotosscretaiiiente./l>telinnaireraionBde- tgad-spr^K.aiwente del.ibb.^j R:in p,inr _ tVIa molata moca dfbonrta Bgura, cose, engoma,
faz rendt, e marra : na rua Velha n. 96-
$3P Birriz pequeos para doce; e azeite de earra-
pato em retalhoa A patacas : na rua de Santa Riti toja
do sobrado verde D. 11 junto a Igreja.
^3* Gigos de garrafas pretas pequeas, e tobem
em duzias : na rua Nova n. 5 c 6.
%&* Bisas boas, grandes e pequeas ehegadas lti-
mamente do Porto, verdadeiras po'as da familia, em
p< quenas e grandes portS.-s, por da Italia para limpar
denles, emeaixinhas, seva Ja a 120 n isa lib. e r. | c
da Rain eliegulo u'timamente por preco -commodo :
na rua do Rozario estrella B> tica de Joo Percira tU
Si'veira.
^r^ Ralbante, ou fio de vella de mtii'i boa qoa'i-
dade a 320 a lib. : na rua de Guia n. ^i, alraz do
do Corpo Santo venda n. 33.
fc^ Bolaxa a 2$760 reis a arroba, e b laxinba
de superior quadade a 3^?00* ni<, de dinheiro de
tobre, nD cndo fundj.o nem tequiado, e que tenha
o przo: na padaiiS de Joo Frederiro Abren Beg ,
^3^ Um temo de Breviarios dourados em bom u-
to : na rua do Livramento luja de louca D. 4.
j fc^* Um bom soriimentode botins de hornero che-
gidos na ultima en bu ca< So vinda de Litb a, n 2 pa-
I tai Ses c^-da par j engraxailos : e lambem se recebe co-
| bre bavendo ronvenco : na rua da Cruz junto ao ar-
> co do Bom Jezus n.N8.
^y* Um terreno no aterro dos Affogados da parle
da Mat pequea rom 100 palmos de fente, e o fun-^
do at a margem do lio (apibaribe, e uiii beico (le gos-
to m.ideriio, e novo : na ruada praia sobrado qie foi
dolalescido l.uiz de Mello.
? ^l^* 32 barricas que foro de farinba de trigo a
1^040 : em Onda loja de Oveira.
^3 600.^)000 r.-i's em moe da de cubre legal: na
padaria da rua do Qtiarlet D. 6, se dir quem tem,
sendo deshoje t amanh.
^^" Urna Cb-a preta-com bom leite, parida de 4
dias: no pateo <'o Tormo dtbaixo do sobrado do Co-
ronel Joaquim Pe nardo.
fc^ Urna vend.i com poucos fundos : na rua da
Senzalla velha D. 59.
^py Brincos de fillagr gusto moderno, anneis de
diamante, alfineites de diamante, tbotuadur^s com
diamante no centro, e esmalte, bancos de minas de
I bom gnsto, argolas e rozetas para senhora : na loja do
l)beco da Congreeo D. 21. "
^g^ Carne secci nova esoperior, por todo dinhei-
ro legal: a bordo lo Brigue l)ido,oa em casa do con-
signatario L. A. Dubourrq f ua da cadei velha n. 63.
V3T Sal deSetub.it: a bordo da Giliota Hollande-
za Sara Anna Cornelia, ou em casa do cmignitai io L.
A. Dnbourrrj.
py Vel'urre, mnssame, vergame e poliame: na
roa da Cruz n. 51.
Sap.ilos de Durnqu, pr. to para Sras, che-
ua Pabia igi'tl aotle Lilx a: na rua da Cadeia Vplbji
ror baixo d'Sr. Joaquim Bodrgucs Fihero
66.
^3* Obras de Filagi, e anneis de brilhanUs: na
vuadi Cruz N. = 67, fc. andar.-
t t TTnnFis
/ 11 .' VJ. w -^.
/Lug'-se roa casa terrea na B38-vista, no prinri-
pi da rua do Cotovello, muder na, com b.istanles com-
modos para grande fami ia, e mu'to resca : no rurle
do Mallos pree,! de Francisco Manoel da Silva Tava-
PERDAS.
i.^Frdeo-se um Bhele assignido por Joaquim d
Silva Salles datado de 9 de F.evereiro de 1 835 da quan
lia de 3 00^) reiscm cobre : quem o ti ver adiado, e-
qurira restituir o poder levr em casa de-Fraorisco
Marrede de Almtida n-|rua da Cruz n. 61, pois sera
reromprncado,wvito j estar prevenido o secador pi-
ra nao jagar se'n bo dito Mamede.
ECHAVOS FGIDOS.
J Ulio,' crio'o, de 25 anr.os de dada, coro prin rip-
os.de sapUeiro, tem siralriz no gorgomi'o, e um toldo
noqueixoinfeiior do lado tsquerdo, fgido no da
31 de iMarco do corrente anuo, com camisa de titeado
e ca'ca de estopa : os aprehendedores levem-o ao ar-
maze'm n. 10 da rua do Vigaiio que serio generosa-
mente rtcompincad. s.'
^y No dia 22 de Janeiro desle corrente anno fa-
gio um esrravo de nome Galdino crilo, offiuial de sa-
patiiro ainda mnilo moleeole que ropresent ter 14 a
16 ennos de idade, estatura muito baixa, Obecaido,
Ustr larga, nariz muito xato p pequenos e roaos cora
callos do lado di mesma, procedido do mesmo
offiiio nssima, leudo de mais signal urna marca
abaixo du odio esquerdo procedido do urna pedrada
que Icvoo, corpo delgado, eos peitosa'guma couza bo-
tados para for, muilo astuciozo, forgazio de gallo fu-
', giocomomiza demadapolio, ca'ga de b.im brinco,
chapeo de palha e poder Ur mudado deirages: os
aprehendedores levem o a sen senhor Vlanoel Fernan-
do da Cruz, morador na rua Direita segundo andar o
stbraJoD. 13, que seuio gratificado com a quanlia de
402>reis, e previne-se a todos os senhores Mestres'ou
Capiles de navio, senhores de Engenho que' o mesr
mo for tdT-reeido, remeti ao annuucianle qiiepagara
as depezas que h^uver hito.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das maros ehcias no Porte de Ptrhambuco.
9
~
-9
ti
m.


v


i)
Tarde.
ManhS
13Segunda S 'ti. 54
H_T:~- I 3-42
15-Q: i 4--30
16-Q:----- 5-42
17_S: ^ 6-50
3 18:----- 2 7 --18
19-D: 8" 6 -
Navios entrados no dia 8.
PaRAHIBA; 3 dias; Polaca Sarda Lcviela, M.
P. A. Mi'hetime: lastro. Ton. 163.
HAVRE; 49 dias; G. Franceza Leheros, Cap.
Gremot.t: varios gneros : Lenoir BessUihtt & P-^
get. Ton. 370. l'assagti:os'3. "
BAHA ; 4 dias ; Patoso Nacional Irona, M.
Candido'Joze Fiancisro Gu'orta : carne secca : ao
mesmo Mestre. Ton. 124 PassageiroJoze Teixeira
Bajos.
Sahidos no mesmo dia 7.
ARACATT; Patxo rng. Factor, Cap. E luartl pri-
c'e : varios gneros. Passageii osBenlo llodi gnea
da Costa, com dois criados, Juze Camellos, Franeisco
Joze d>s Santos, Joo Cardozo da SilVa, Joze de Bar-
ros.
BARCELONA ; Polaca Hespanhola Pauh, m. Jay-
me Gual : tSfjt.
PARAHIBA; Esc. Seres Oriental, m. Christovo
Cornelii : carne secca.
Dia 8.
HAVRE; B. FranrezColobi, Cap. JoSo'Rosecr
liasserre : diversos gneros. PassageirosM. M. Fra-
del Selles, e Loziat Morim.
Qbstrvacad.
Fundiou no Lameiro urna Galera Portugneza, vin-
da de Lisboa rom 30 dias de tl.gem. ______ "
Pern. na Typ. do Diario 1835
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EA1WAAC0X_E8DD84 INGEST_TIME 2013-03-27T14:58:23Z PACKAGE AA00011611_02419
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES