Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02417


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Full Text

-ANNO Dl 183.5.- SKXTA PEIRA
i,
r> DE JUNHO. N. 98.

DIARIO DE PERNAMBUCO.
Prnambuco, Na Ttp. dePiihiro e Faria. 183.
DAS I)
1 !."'
iiiuimiM-.uaii; 11 awag"
A SEMANA-

1 Sesruada. S., Firmo.
aii:las.K .lo C. clero, e de t. ;. d T- P.cCh.Jct.
2 ii'lVrca K Marcelino, lid- de m. c aud. d .1. de O. de t.
i
: Qurta S. da The*. I'.
Ii. 12 m: da ni -
4, (itiiutn S. Fr*c reo rniirfoli.-'Rcl.dc m. and. do J. do ('
de in. i- d.-I. ftiwrt'cre*:. as 5 ii. i- 45 iir da.T.
5 Sexta. S. Murciano sessao da T. (', de ni. aud. ijp .1. de O. del.
fi .W'fado.ioj. Sj Noberto B. Re. e m-aid. dj V. O. d,' I.
rtn Olinda.
7 Dominir PascJioa do Espirito Santo'
g?Fff
/hain" iii-raaaiu,
INTERIOR.
-
Tildo agora depende de nsroesmos, da no*sa prudencia, mod!-'
raqfto. c energa: continuemos como principiamos, e seremos a-
puntados cun admiracao entre as NqfjScs mais cultas.
Procowiajfl da Atstmblca GtTfl 4a Braxil.
Puliscrevo-se a 1000 rs. meneaes pa^-ot abantados nesta Tjpoera-
fia, e na Praca da Independencia N. .17 e 38 ; onde *e reccliem
(orri-poiiili.lie. a.sle.sali>au;i':,e aiinuncios ; inserimlo-so esta gra-
tis sendo dos,proprips assiguanles, c viudo assignalos.
*twnti\iimmi \m\.\u&
PARTIDAS DOS CORREIOS.
za; i.iia Aracatv Cascavcl, Canind, Granja, Impeatriz, S- Bernardo.
S. Joaodo Principe,-Sohfar, NovairElRcy, Ico, S. M a'tyoqe, Ri-
aero lo mjriie, Santo Antonio do Jardim, Qnrxcrrtiuobim, e l*;ii -.
naiba Segunda* e Sextas fe i ras ao meio dia.
.Santo Antao Todas as qunrtas (Viras ao mcio dia.
Garanhuns, e Honito no. das 9 c. 23 do mez ao mcio dia.
Floresno dia 13 de cada mez ao meio dia. >
Serinhaem, Rio poniw/., c LimeirasSegunda, Quartas, r
rxtas l'eirai ao m< io dia.
.QUm dos gravissimos trales des parcialidades pol-
ticas he sem duvida a perseguido qaazi sempre im-
prudente, e immoderada,- que o partido yacedor faz
ao ptrlido vencido. Esle por outaaf lado, vendse
detjabdo-de suns. peilenf'S, vendet-se dieoncide-
rado, e alero disto feilo:x> alvo dos apodos, e o que
mais he, de duros traetamentos do seu rival, recolhe"
ero seu coraco.as pai*5p9 mais violentas-, a ti reTer-
ven todo os matrraes Jo odio, e da" vihganca, qno
nSopode exlornar-se i escala vista de todos, toma-se
..-aoietosa, eatraicoada. Aqu desseroina a intriga, a-
li propina o veneno, acola salli, e erava o punhal:
a ti-dico he por va de regra a arma favorita do fraco.
, Por isso heqoe nurito ronvem e-dabelercr, e ami-
gar akonfica^doutrina da lollerAnda, virtudes das
i-prwisi para a harmona da oriedade. Se lodos
os horocnsirosfi organizados com perfeila iguafda-
de, seosobjeclos externos a todos nos impressionlo.
differeniem<-nte, se alem d'sto a edcaco, c os hab-
tps diversifiro tatito, quanto cada hum individuo ;
he desarresoado sobre injusto o querer, que todos
pensem de Jium cerlo modo mormente a respeitp de
objectos, qaeTjfftrVciPndo muitis faces, cada hum os
epofra %..b d-ifnrontes relacofs,
Se he justo, ecohveniente. que-a cada h >mom se
deixe alibetdade, 0 o direito de adorar a Dmndarle.
4a roanejra que Ihe dictar a soi consciencia, q-o. lie"
todo o scopo da Religio ; porque motivo nao ser'da-
da a todos a mesma amplido re'nva.mente" aos obje-
ctos da Poltica? Q ie daTrtno 'pode vir ao Estado de
Pedro, por ex., ser absolutista, paulo, Republicano,
>ou Aristocralicp, se alias ncuhum delles perturba a or
dem eslabelecid, e obedece s leis do
vive ?
p.nz, em que
emos, n5o se
A tollerancia dcUixo dite asueto eremos, r
T conlradictj, se nao por algum fantico R.-lig'ioso, ou
poltico.: masniainda a ext ndemos a mais, nl a
-dezejiraos bo mesroo Gov.rno em cerlos razos a respei-
tp duscrinits meramente polticos. as circunstan-
cias, pmqueseacha oBrazil, onde mndancas inepe-
W'V e recqntros de partidos lm tornado to vaci-
lantesasopinjoes, ora cmnosso entender sobre im-
prudencia desacert o querer chamar todos joizo,
levar o rigorismo ao ultimo apuro. Alem disto a?
penas mais devmi9er para eorrecco e exemplo, do
que para tormento do reo ; equebom efTeito se pod.'
esperar de huma pan.dk> quando os culpados alarde-
odoseucrime, e encontrio no Povo hum crescido
numero de pessoas, que Ibes sao caras? as quaes todus
part bao os meamos, sentimentos ? Em taes circunslan-
cias he, que nos parere conveniente Janear hum to
de esquet iroento sobre toe dolilos, stygmatizando-os
comofcirelc do: despre-xo^ poique a persegoico en-
gendra, o eolhuzasroo, este o maryrio, e en to em
vez de cero, ou duzpntos descontentes o Governo fa-
losaos milheiros, q todos dispostos para o pVitnero
signal dayinganca.
"Estas razes maior peto adquirem, se-'refleclirmos,
que multas vezes o, naesmo (ionrno directa, ou ndi-
vectaipeii^ d o,a/.o s sodicSes, ajurlou se dos mesmos
ruguentos p,na cer.toi 6o, e deppis quer reprimidos,
quando ylics cnceto a car.eira das suas nostumadas
exigencias. Se bem, e. desiuteressadamente, exami-
na? tifos os passos de algune delegados do Poder as
1 rovincias, veremos que estes muitas vezes tem con
corrido, se n5o directa ao menos indirectamente para
assedicto s, e deso dem, humas vezes Iransigindo
com os primeiros perturbadores, outros al ajudando-
se delles para seus f\ns, &c
So o Brazil ctTerecesse huma fiziorvomia estavel, e
constante, se G'overnantes, e Governados sempre ti-
vesem marchado pelos planos, e seguros caminbos
da Lei ; bom fra punir proporcionalmente qual (juer
deslio : mas infelizmente c, e l ms fidas b ; e es-
tamos convencidos, que para castigar com proveito,
releva, que o castigador eleja limpo, e escoimadoda
culpa, queposoulros reprehende, sob pena de em
voz de corrjgir r-xacerhar os nimos, graogear mais
itumigos, e estabelecer huma especie de circo, onde
se baraleio as revendidas. Sejio pois amnistiados os
culpados de crmes politices ; que a mSp poderosa do
leqipo, a instruyo derramada por todas as ctasses, c
, sobre ludo a fad..execuco dasj^js da parle das Auclo-
ridades nos traro aquella prosperdade," que todos de-
sejamos.
RIO DE JAJEIRO.
ASSEMBLEX GERAL LEGISLATIVA.
Cmara dos Senadores.
Sessao em 6 de lidio de 1835.
Vice-Prcsidencia do Mrquez de Paranagu;
1 Elas iO horas e meia, acbando se presentes 26
Senadores, declaranilo-se aberta a Sesso, leu se.e ap-
p--()Vou-se a acta'da aoteriof. ,
O Secrelario passou a dar conta do seguinle ex-
pfdieiil" meio do 1.* Secretario da Assemblea L,e-
gislativa da Provincia de S. Paulo cobrindt huma Re-
pre .-e uta cao da njesma Assemblea, pela qual pede a ces-
saco das disposico.-s da Lei de 6 de Novembro de
1827, e o decreto de de Junho de 1851 : remetteu-
se s Cormisso^s reunidas' d.- Fazenda e Guerra.
Dito do mesmo Secretario gcompanhando as obser-
vacoes da mesma Assemblea Provincial, sobr* o,Qrc-
mento das Rendas Geraes arrecadadas e despendidas
ne mesma Proyinc : Commisso de Fazenda.
Officio do actual Ministro do Imperio remetiendo
oautograph'o da Resoluco da Assemblea GePal ap-
provando a Penso de 600^) res annuaes concedida
ao Doutor Manoel da Silveira Rodrigues, na qual a
Regencia em Nome do Imperador consentio : ficou o
Senado inleirado, partecfpaao-se a oulra Cansa-
ra.
Dito do mesmo Ministro remetiendo o Autograplio
do Decreto da Assemblea Geral, que marca asaltribuL
coes dos Presidentes das Provinci.-iS, no qual a Re-
gencia ern nome do Imperador consentio : o,mesmo
deslino.
Dito do Ministro do Imperio (antecessor do acliial)
remetiendo o Autographo da Resoluco da Assemblea
Geral autorisando o Governo, para marcar novo bra-
zo para a anbslituicSo das nolis do velho Banco, e
dando 'varias providencias sobre objectos relativos ao
dilo estabelecimenlo : o mesmo destino.
Dito do Ministro do Imperio remetiendo o O&eip
da Cmara Rtunicipal da Cidade de S. Luiz do Mara-
nho acompanhando alista trplice dos Gidadas que
obtiver maioria devotos para o lugar de Senador
por aquella Provincia, vago pelo falescimento do
Viconde de Alcntara : Commisso de Conslilui-
co.
mcio do Senador Ele'lo, Manoel de Carvalbo Pa,-
esfde Andrade, datado de 15 dey Ontubro passadoj
participando nao Ihe ser possivel o comparecer, e que
o faria- na proxim futura sesso, ficou o Senado in-
leirado. /
Oficio, do 1." Secretario da Assemblea Legislativa
da Provincia de S. Paulo acompanhando huma repre-
senlaco da mesma Assemblea. sobre sesmarias : Co-
misso de Legslaco. *
Dilodo dilo acompanhando huma represenlacao
da mesma Assemblea sobro a ocqupacao dos terre-
nos devolulos da me-raa Provincia." o mesmo desti-
no.
Ditodo i. Secrelario da Assemblea. Legslati
da Provincia de Minas Geraes participando ter tido
logar no dia i. de Fevereiro do correnle anno a
installacao da mesnia ASLinbla: ficou o Senado in-
teirado. .
Officio do r. Secrelario da Cmara dos Depula-
do* ]>articipando ha ver aquella Cmara adoptado s
emendas feilas pelo Senado ao projeclo de orgamen-
to para o anno fuiauceiro de i835 a 1830; e bem as-
sm a Resoluoa que autorisa o Governo a conceder
q augmento que julgar u.sIq nos vencimentos dos
erapregados da dmiiibtracao do Cortero Geral da
Corte: ficou o S nado inleirado.
Dilo do mesmo Secretario remetiendo os papis
existentes naquella Cmara, relativos ao Engenho No-
vo da Villa de Guiara, a iiu de servrem de esclare-
cimentos para a decis^o da 'esolugao que a mesma
Cmara dirigir ao. Sanado em a3 de Setembro pr-
ximo pas-ado: Commis respectiva.
Olficiodoi. Selrelario da Assemblea Legislativa
da Provincia do Rio de Janeiro remetiendo copias au-
thenlii.as dos aelos Legislaliyo> Provinciaes promul-
gados, em numoro de quiuze; Commisso de Le-
gislaca.
'Tres uropp/taa sobre Diarios; sobre deliberacao
do Senado foraq remullidas ao Sonador que foi cncar-
regado de objectos relativos na sessao anterior.
ReinelleraO-so Secretaria tris Officios de Colle-
gios Eleiloraes da. Provincia da Babia dirigidos ao
Presidente, do. Senado.
Foi recebidu com agrado huma felicitaca da. C-
mara Municipal da Villa de Sania Cruz na Provincia
de Goiaz.
Na5 havndo mais expediente, o Vice-presidente
convidou os Senadores a Irabalharem em seus gabi-
netes, pelas ii horas, e interrompeu a Sessao.
Pela huma hora c meia da tarde continuando a
SessaS, q.Vice-1'residente deu para ordein do dia a
diseussa do Rigimeulo Coramum de ambas a Ca-
Saras Legislativas, e huma resoluco aprovando
una. pen<, e trabalbos de Comraissoes, o levan
tou a Ses-ao. ____
PERNAMBUCO.
EXPEDIENTE D\ ASSEMBEA PROVINCIAL.
ALlm. Sr. A Assainblea Legislativa Provincial,
quem foi presente o incluso requerimento do*
Juizes de Paz, e V. lei lores do Buiqne, no qual pe-
dem demissao do seu Parrjtho b Padl'e Francisco
Joze Coelbo de Goes, por ler.se ausentado da Fre-
guezia, lia i annos, estar intrigado com os sena
Fregtie/.-\s; c fiulmenlo por sor mui'o afleiccado w

^


DIARIO DE FMjNAMBUCO;
i
Governc despo'ioo; resalveo, que f>sje remedido
o Exm. Bi>po desta Dioce.se, a fim de dar as nc-
cessarias providencias. O que V. S. levar ao cou-
hecimenlo do Exm. Sr. VL-e Prezidenic ua Pro-
ocia.
Dos Guarde a V. Su Secretaria da Assemblea
Legislativa Provincial a.1 do Maio de i835. -- Lsu-
venlino Antonio Moreira Carvalho. -- Sr. Manoel
P.iulo Quintla.
Illrn. Sr. A As-cmblea Legislativa Proviu-
< tal, leudo apnrovad o parecer, por copia incluso,
da Couiinissat de Diviso Civil! a certa de una
proposta qOE lliS derigio i Chiflara Municipal de
Seriidiaein ,com o intuito de fixar os limites'entra o
lei'mo dest Villa, e os das Villas do C"b'>, e Rio For-
moso re.j manda euvial-o V. S. para o apresen lar
a S. Ex. o Sr. V^ce Pieeideule, fim de expedir
s orden*) que fuicni mce-ssrias paia ?atisfco8 do
que*ncl!e se exige.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Assemblea
legislativa Provincial 25 de Maio de i835. Lau-
rentioo Antonio Moreira de ca valho. Sr. Mano-
el Va ulo Quiniela.
ll!m. Sr A Assemblea Legislativa Provn
cial tomando em consideraca o que no incluso re
querimento llie expoz Manoel Carneiro de Souza La-
erda, Mestre de Piimeirras Ledras do Liceo desta
Cidade, resol veo, que ria8 liavenclo Le, que prohi-
ba a accumulacao de ordenado, e gratificara8,
ni 6 poda o requerenle ser p i vado do honorario
de sua Cadeira, por ter sido no rata do para a Commis-
sa6 de visitador das Aulas: o que V. 5. comninnica-
r ao Exm. Sr. Vice Presidente da Provincia, fim
de oesa conformidade ordenar no Inspector da The*
bouraria, que lhe mande pagar.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Assemblea
Legislativa Provincial a$ de Maio de 1855 Lan-
>entino Antonio Moreira de Carvalho. sr. rtanel
Paulo 'Quiniela.
?.
'
GOVEHNOda provincia
Ccntmuaco do expedient do da i.'
Mentaras ao Inspector do Arsenal rpartlahdo 'dar
o que se roniem no officio supra.
OlRcio ao dito, que mande Tazer na Escuna i.
de Abril os coiieerto'e pequeos reparos, que re-
quisita o espcelivo Commandante, con brevidade
v:s(o qu lem a asesina Escuna de fase- quarito ariles
urna viagem Femando.
Ao Juiz de Paz Jote Felis de Sonsa, sgradecendo
a felicilaca que lile dirige por ter entrado no exerci-
rio de Presidente, aceita o offvrvcimcrito de sua c^a-
djuvaco8 paia a mannli nc.-da ordem e socego p-
blico, e que confa que nao faltar no Cumprimento
de suas ordens.
Dia 3.
^rFpicio ao Exra. Bispo ilV.-t;i Diocese, reme!feu-
do o requerimento dos Jues ffc pafc da Varzea, em
que ped<'in o provimento inierino de parodio na pes-
t.oa do Reverendo 6ebaslia6 Jaquim da Cimba, a-
oompanhado de olicio do Secretario di Assemblea
L. P., para ter o deliuo, que ora se lhe d.
-*- Ao Gommaudaiite das Armas, para mandar
retirar-a guarda do Grande Hospital, por na6 exis-
tirem mais ali presos cabano*.
. Ao dito communicando, que fbi dispensado do
Gcmimando das Anuas, e nomeado para lhe gtyce-
der oMajorJ. da Costa R. do R. M., a quem en-
tregar o dito comtnando logo que se lhe aprsente,
lhe dar as convenientes informar,Sea: c louva e a>
gradece os bom servicos que prettou PrOvmca.
Continuoi-se ha.
***%
O
COMMAXUO das ARMAS.
NtCm tomou posse do Gommando Jas Armis da
provincia o illm. Sr. Major Jos da Costa nebello do
Reg Monleiro em quera os Militares de v< unanibuco
encontrar*) sem duvidd o anligo Catnarada dos Cam
os de Ptraj da Rio Grande do Sul; o soldado d*
idependencio, o amigo dos seus Coticidadius, Ru-
no, probo, e corajoso: o imitador em fim do Ilus-
tre Antecessor de qflfern seguindo os passos nao lhe
pode faltar a gloria.
Tecer o elogio do Illustrissimo sr. Teen le Co-
ronel Jos Joaqoim Coellio no dcsempeiiho do posto
elevado que acaba de depor cheio de honra e de a-
plausosd* toda a Provincia, no meio da saudade e da
tima d# todos os seus uboidiados, he aref as-
sis superior aos trapos d'huma penna mediocre e tr-
mula de o ver sabir da frente da guaruicad de Per-
nambuco. nicamente o retpeito Lei fundamen-
tal, nicamente o de ver d'obdiencia ao Goveruo Cen-
tral, oVigara os PcruanaiHicaiios asseutir era s ia I
demssaS: a periN|Wadhe JRit} nos o psjajsii'mos no
seada Patria, e qttMido a M W mislr, elle qual
ontro Beli/.ano ntlhea e-sitar ura momento em lhe
offerecer seu fanjjiie qle ja. multa* vrZes lem verti-
do salvando-a. O RraVu Tenenie Coronel J. J. r.
mereceo en pernai|ll)iMrt>oli elogite constantes da o-
pinia Publica. Qt lerfib! ...
Coniinuocfto da lista dos Cidadot apurados v
Jurado*. 'ara
'ES.
DIVERJAS REPART1CO
C.VMAIIA Ml'NIClPAL DO RECIPK.
SessSo do da a6 de Fevcreirode 1835.
Presidencia doSnr. Oliveira.
*_iOitparecera6 os Srs. Gavslcanle, Dr. wavignier,
S'lva, Sonsa, Costa, Gnsma, fallando com cai-ra o
Sr. CuneIJo.
Aliertaa sessaS, elida a acta da antecedente foi
sancionada por estar conforuie. O Secretario dando
conta do expediente mencionou os seguintes officics:
bum do Juiz de Paz do 4. Destricto d >> Afogados
dizendo que era necesario cbamar-se I res cidado.4
a quem .e juramentassem para servirem de Juizes
de Paz do dito Restricto, em lugar de Manoel Gonsal-
ves Serviua, Jo8 da costa Bicerra, e Malinas de Al-
buqiierque e Mello, o i. criminozo su-pengo, o
a. anzente, eo3. por esoolht-r servir como ca-
pilaS de Guardas Nacionaes da Varzea: que se cha-
massem aos mmediatos.
Oiitro dncollector da Dcima do Bairro da Boa-
vTsta, pedindo se-lhe mandasse pagar a quant'a de
iQ<$P08rs. de Decima do 2. semestre do auno de
1854 das cazas do Barro da Boa-vista: que sepas-
sasse mandado.
Outro do Juiz de pat do i. De>triclo do pillar,
pira que se lhe dicesse ande deve fazer reunir o con-
cerno d QualiflcacaS das Guardas Nacionaes: queles-
se a Ley o Decreto de soa creaca6 e reforma, e que
fiesse o que ellas determinad.
OutrO do Juiz de D'neiio desta Comarca e chefe
de Polica convbcsndo hum Jury de sentenca para
o da 16 de Marco futuro, remetiendo das relajo s
dos multados na sess- 8 finda, e pedindo que se lan-
case na urna os nomes ^aquelles Juizes de faci que
.leudosido extrbidos pFra servirem na sessa8, que
acab-iu a ella dctxara5 de'comparecer, e della se ex-
trabirem os d'aqaelles que sendo chamados para iu-
prr suas faltas assiitirao at<^ o fim: que se lhe die
aoJuiz de Direito. que tendo o promotor huma das
chaves da grande Urna fazia-se preCizo a sua prezen-
p.i para a exlracao das s cnta sedulas, e que nao ha-
venlo prezerititient promotor no Municipio, na8
podia ter lugar esta oper>ici8 por cuja raza n58 era
possivel a reuniaS para O dito dia, e que S. S. hou-
ves-e de mircar outro depois q' se lhe communicasse
a ex:stencia do Promotor, fcando inteirada a cma-
ra quinto ao mais, e determinando que as listas dos
multados se entregaste ao Procurador.
OSr. Pivzidenle diseque tendo de se enviar as
Diplomas aos DeputadsProvinciaes, queria saber se
se dvia8 enviar la8')'r*ni aosSr>. Antonio, e Francis-
co Carneii'o Miehado Rioa, e depois de algum lem-
po de di'Ciis-aS em que alguns fallaraS pro, e outros
Srs. Vre.dores cohtra: rezolveo a Cmara que se
Ibes enviassem os Diplomas, hendo de v^to contra-
rio o Sr. Souza. v .
A pedido do Fiscal itfe&e Bairro se lhe mandn dar
300^000*rs. para as despezas das obras de que est
encarregado. E pi>r ser dada a hora alevantou-se a
sessR. Eu'Jze TavareS Gomes df Fon crea, Secre-
tario a escrevi. Otivera Prez. Dr. Mavigner
Costa- Souza Silva Gusma6 e Cqvalcaliti.
ED1TAL.
A Cmara, Municipal da Cidade do Recife e leu
termo em virlude da Le.
JL Az caber aOs habitantes do Municipio, que o
Exm. Francisco de Paula Cavafatnti de Albnquer-
que, acalia de entrar no exercicio Jo Cargo de Pre-
zidente desta Provincia por noraeacaS que delle fez
a Regencia do Imperio ent nome do Imperador; e
communicada a esta Cmara por a carta Imperial
ih> i. de Abril do correte ahno. E para que che
gue a noticia a todos mandn publicar o presente.
Dado nesla Cidade do Recife em sessaS de 4 de Ju-
nio i85'5. Juze Tavares Gomes da Fonccca, Se-
cretario o escrevi. Francisco Antonio de Olivei
ra, P. Antonio Ja5 da Ressurreicuo e Silva.
Jo-e Joaquim de Olvera Thonuz Joze la Silva
GusmaS -- Joze Rento da Cosa Antonio Luiz 'de
Sours.
!. Destricto de Pa do Collegio.
\.Nlonio Ricardo do Reg, Antonia Baptista Ri
beiro de Faria, Antonio Coideiro da Cunha Ant "
nio Fabio deMendonca, Antonio da Cunha'Soar
Guimaris, Amonio Joze Pinto, Antonio Flix Dr*
Antonio JozeAlves Ferreira, Amaro Gonsaves dos
Santo,, Cypnano Luiz da Pi, Francisco, Joaqa.n,
Ca.dozo, Franc.ieo Manoel da Rozi, Francisco Joze
da Silva, Francisco Borges (,. raldea, Francisco X.-
vier Pereira de Oliveira, Firrciano Joze Rodripne.
Ferreira, Francisco Joze Marinho, Galdinoj de2& i-
veira Jacome, Joaquim Joze Mendes, Ignacio Mano-
el Viefps, Joo Baptista Soares, Joo Francisco Du-
arte, Jos Higidio Ferreira, Joo Francisco de Oli-
veira, Joo H"rmenelgdo Borges Diniz, J0e Fran-
cisco deAndrade, Joze dos Santos Neves, Jlo R.
beiro da Cunha, Joze Gonsaves de Faria, Joaquim
Selistino Gonsaves, Joze Lopes de A'baqaerquc, J().
quim Joze da Costa Ovelra, J >o Xvier Ribeiro de
Andra le, Joaquim Joze de Oliveira, Joaquim Joze
da Silva, Joze Dias Moreira, Jacinto Jjze Thomaz
da Silva, Joze Tavares Gomes da Fonceea, Ignacio
Joz de Moraes, Joo Riplista dos Santos, Dr. J-ze
Bndeira de Mello, Manoel Jote Lopes Braga, Ma-
xiitiiano Francisco Duarte, .Vtarlinho Jaze de Souza
Manoel Cardozo da Fonceea, Manoel Ferreira Ramos,
Manoel Joze Pereira lima, Manuel Joze Mendes,
Manoel Joaquim Ferreira, Nicolao Rodrigues da
Cunha, Herculano Joze de Freitas, Serafim Pereira
da Foncera Bastos, Thomaz Ferreira Soaves.
2.a Deitricto do Sacramento do Bairro de Santo An-
tonio.
Anlonino Joze de Miranda Falco, Bernardino da
Sena Lina, Alfonso Joze de Oliveira, Francisco Dor-
nellas, Francisco Antonio de Medeiros, Jjeinlo Dor-
nellus, J io Moreira Marques, Joo Rufino da Silva
Ramos, Joze Antonio Maia, Luiz Ignacio Pessoa de
Mello. Maneel Gonsaves Pereira Lima, Manoel -loa-
qoim Pereira Lobo, Manoel Joze Gaivo, Ma*ioe4
Cypriano Ferreira Rabello, Doutor Pdro Dmelas,
Padre Salvador da Roza.
3. Oeslriclo do Carmo.
Antonio Luiz Ribeiro d< Brito, Padre Bernardo
Luiz Paitlo, Francisco de Salles da Costa Monteiro,
Francisco Xavier da Fonceea, Francisco de Amortm
Lima, Padre Francisco Coelho Lima, Francisco An-
tonio de Carvalho, Ignacio Neri de Carvalho, Joze
Raimundo Ferreira, Ignacio dos Santos da Fonceea,
Joaquim Francisco de Mello Cavaleanti, Joo Galdino
dos Sanios Vital, Manoel de Azevedo do Nascimento,
Manoel Lurenco Branco, Manoel Leocadio de Mira
Vanderley, Padce Manoel Florencio de Albaquerq :e.
Padre Manoel da Conceico, Miguel relicio #. Silva,
Noberto Alves Cavaleanti, Pedro Joae Nune, Pru-
dencio Jote Lobo de rigueredo, Salvador Coellio de
Daurmondde Albuquerque, Padre Tliom da Silva
Gui maraes.
PoLICIV.
Parte da Semana prorima naasad.
Freginzia de S. Frei P.dro Goiiyalves.
ax Rlmeiro Districto, nao veio parte.
2. Dito, dem, '
3. Dito, idem. '
Fregoezia do S. sacramento des. Antonio.
i. Districto, dio a6 foi prezo Manoel Rodri-
gues por conduzir Agoardentc para os prezos, e fbi '
solt no dia 3o dia a7 foi solt Luiz Albino da Cos-
ta, por mostrar folba corrida. Dito foi prezo L'niz
Goncalves de Az-*ved<> por furto de escravos. Dia
29 sem novidade. Dia 3o sem novidade.
s. [Jislricto, nao liouve novidade.
3. Districto, nao veio parte.
4. Districto idem.
5. Districto, nuo houve novidade.
Sanlissimo Sacramento da Boa vista
j. Districto, nao veio parle.
a. Districto, dem.
3. Districto, foraSprezos o pardo Francisco de
Paula, e boma parda por acoutarem huma escrava
do Cidado Rufino Joze Correiu de Almeida, e mal-
tialado-a com pancadas: vai-ve por este respe tproce-
der a sunario P.i prezo Joze d: Na9a8 Rebolo,
escravo d Bernardino Joze Monleiro por se adiar cow
hum iislrumeulo prefuranie.
Os mais Disti icios nao mandaraS parle.
A Enxovia da Cadeia desta Cidade se acha arl-om-
Imda, e os prezos, que nella se ach ,va, fora8 trans-
feridos, p-irle par* o seguro, e parte para a Cadeia
doCrime. Francisco Manoel Rereira Dura a subs-
ci'ivi, Antonio Alfonso Fereira.
jm


-v-

DIARK) DE Pfil\A.\BCO.
I
/
.j.Ccuso a recepro do oflicio de V. S. no qual
ptde-me, que, na forma do 9 do ai 1. 46 do Coc,
du Proc. Ci im., o in.strua sobro alguns pontos de di-
reiio, pri q pj*** p'se.giV aos tcrcsx;:" de de-
nuncia, dada p> I > Dr. Promotor contra o ex Juiz de
ac Lu* Al vea Moreira : o pie, como me incumbe a
jei, passo fazer. O ex Juic denunciado pOendeo
directa e pozilivamenle a lei, qiiando despronunciou
o luglez Donuely, qte nhi incorrido no crinie de
estupro,; pois, a lauto, nio seeslende sua atiribui-*
co, vi.sia la uuasj bgi.s'acio. Ainda quando re-
queresse-lhe dito Inglet a despronuncia nio o devia
!dici sem lornar-seie>ponsaveI. O raeo, de que de-
via a parte uzar e eslava obriiiado conceder- llie, et-t
e,tabeltcido noarl. a94, tit. i., Cap. 4. do Cod. do
Proc. Crim., cujoart. determina, que as pjirlespo-
dero recorrer ao Juiz de Direito d diciio do Juii
de Paz, que ohriga ou niu ohriga a prizo tec ; e is-
to nos termo do urt. a porin nunca destruir a prenuncia, atlribuico esta,
que al lie vedada ao mesmo Juz de Direito pelo Avi-
ko de i4 de Abril de x834.
Alobrigacio do denunciado era (tendo pausado a
senlenci.ein julgado) fyzer remes a doProtessn ao
Juiz de'Raz cabeca de Termo, para serappresentado
uoConselho dos Jurado rArf. a3odo Cod. do Prufcr)"X
seiio pblicos ou particulares os deudos, porque fu* 1
rao processados. Ten lio agora dizer V. S. que de /
nada valem os rodeios, de qiq; se Vale ,0 denunciado,
eiiue ten lio dado as ex phcacoens precisas. DeusGuar*
4.i.V.S. Recife 4 deJunho de i835. -- Antonio
AlVmso Ferreira, Chele de Polica interino IIIust.
Sur. Juiz de Paz do Distvieto do Pilar.
Pauta do preco correte dos gneros pelo qual se fa-
lem os despachos do assucar e algodao na Meta du
Diversas Rendas d'esta Provincia de Pernamboco
na semana de 4 a 10 do mez de Junlio de 1835.
800 Assucar B.
400
Verbo
1.'sorte 1$650
!2. 1&425
3.',, 1#I45
Novo
2$050
l#82*
4-
Agio de 1^400 t$80O
l.'st.
l*V.
800 Dito M.
400 \r i,
Algodo era pluma
#900 1#300
#800 1$200
#700 1#IOO
9#aoo
Miguel Arcinjo Me-nteiro de And rede.
Administrador.
Correio. .
_/\. Fragata Ingleza Norih Star rerlie as mallas pa-
rala Babia, e Rio de Janeiro boje (5) as lo horas da
manb.
^y O Palaxo Florenca de que Capilo Antonio
Jonquim do Amara I sai para o Rio de Rio de Jjueiro
no da 8 do corren le.
EXTERIOR.
SENHohA.
Cmara dos Pares do Reino env a a V. Magesla-
de esta Depulacio com asegttinte.Mensngem :
A Cmara dirige urna respetosa Mensagem a
a S;ia MagestadeaRainha, rogando-'be queira ajus-
te tar quauto antes o seu Casamento, por assim con
vir, ese fazer mister para a e.-tabilidade doTbro-
no, eseg< tranca do Estado. *
devida con ideraclo a> ayas vuzes, OS nteresses ne-
cionaes.
EF.HORA.
i. Cmara do> Deputadas da Naci P.rlugueza,
sen t indo profuu wim ntc a do!n-o.a neces.-idade que a
obliga a renovar no Augusto Corceo de Vsa Ma-
geslade urna dor, ei q e a Nav'o toda lomqu tama-
nha parte, eotuidrra com tudo do seu rigoroso de ver,
suplicar a Vossa Mageslade, que resisiindoa justa ma-
goa que a oprime, se digne contemplar, que este
ri'ifcioiiidispeusavel para obem, e para a tisnquib
lidadade de urna Na$fo eminenteaiente fiel.
A Cmara dos Dep.. lado-, conv Representante do
Poro Porluguez. e interprete dosseussentimentos,
enva a Vossa Magts'ade esta respeitoM mensagem,
para rogar a Voss Mag stade, que Se Digne de, qnan*
to antes, conlrahir novas Nupcias.
Esta exp.essio, Senbora, conten em si todos os
motivos, que toruio recomendavel o objecto ; e a Ca-
mera, e a Naci cotifio, que Vossa Mageslade ne-
nhan esfm-co deixar d facer para asegurar a esta.
bilidadedoSeuTbrotio, e Naci as InslituicS^ dji
Carta, quespodem prospefar no seio da paz. e na
certeza da successo da Croa. Palacio das Corles,
em 11 de Abril de 835. Antonio Marciano de Aze-
vedo, Presidente. Francisco Xavf. r Sanes de Aze-
vedo, Depurado Se, retari,._ Francisco Bollo t>-
meulel de Mendonc 1, Deputado Vice-Secretario.
EKlIORlS DEPTAD08 DA AC Vo PORTGUXZA.
l^E Eu nio fizesse jiulicfa aos ponderosos motivos,
qiiedelerminiloa Cmara dosSnrs. Depuladog^da
Naci Portugurza a enviarme a presente Mensagetn,
Eu de eerto lamentaria que a minba profqnda m-
goa nlofosse por mais lempo espeitada. Porm os
Representantes da N^cio, sentindo, como fe", a im-
mena peda que acabamos de soffrer, enlendem que
para firmar as InstituicOes outorgadas por Meu Au-
gusto Pai, de saudosa memoria, e forcoso que Eu es--
colha hu oulro Esposo: acata necessdade pblica,
que explica a presente Representseio, Respondo que
Sou Ramha, e Pnrlugueza, e que por estas duas qua-
lidadesosSnrs. Depuiados da Naci devem, e pode na
espemr de Mim oMaoi'ifcios que a Patria reclama, e
que alo ofieiidrm a miuha propria Dgnidade.
(Peridico dos Pobres),
O.
DIGNOS PARES DO REINO.
JviR duas vezes 110 mesmo dia o voto, que ara-
bais de expressar-m<', excede* quase as torcas do meu
u-.agoado Coracjao. Alguns de enlre vos, quede per-
to conbecestes oNobre, e Honrado Esposo, que ti ve
a desventura de perder, s.beisavaliar qualera a illus-
tracio do seu espirito, e ageiuro.-a magnanimida sitas inlencos. Tudo justifica a minba profunda sau-
dade. Sei purm que os aleresses da Naci, e os inc-
us proprioa, que nio podem ser diversos, vos condu-
zeni hoje Minba preseuca ; e qnauto devo, e posso
responder aos Dignos Pares do Reino, que tomo na.
, CORRESPOriDENaA.
- Snrj. Redactoia.
OOb o titulo Promotoria Publica 1, ecom es-
panto, a denuncia, qiieabaixo transcrevo, (antes da
Sen tenca prolerida em consequencia d'ella)e que con-
tra mim deooSnr. Promotor Publico Ellas Coelbo
Cintra Jnior-, o qual inculcando-se nimiamente et-
crupuliizo, a respailo do crime, objecto da niesma
denuncia, liobeni, (como cbrisiio, e pamente creio^
hade ser a espeilo de centra-bandos d'e.-cra vos Afrf=
canoc, e outras^minudenciiS comercio-agrieulas-^n-
genhaveis, et reb'qui; sem trabalbo fazer menos al-
guma enve-tigacio, lirou-se deseos cuidados, capre-
zen ou-me ao Respeilavel Publico, como b<>mem
capaz dereduzi'r a escravidio buma pessoa livre. O
ra, eu quiz n'ess mesma occas'io esclarecer o nego-
cio, e mostrar o embuste do denunciante cavilozo,
(i>to he o quedeo a denuncia aoSnr. Piomolor), co-
mo mostr! quando esse infame detractor, leve a mes-
ma lembranca, no lempo, em que mui dignamente
oceupou o lugar de Promotor, o Snr. Dr. Figueiedo,
o qual, sem,lcrcm verdade motivo, para quesuaoon-
ciencia fe sobresalte, quando se falla em negocios dV
cravot, mais prudente, que o Sur. Cintra, apenas re-
cebeo a denuncia, dignou-seofficar-me exigmdo, que
Ibe mosirasse os decumentos pelos quaes bavia prs-.u-
do oesrravo em queslo, oque execulando eu, de tal
sorte o convencerlo, que a final desenganou o per-
verso denunciante mas reflectindo milhor asseutei
ser mais prudente deixav, qne o prooesso seguase seos
turnos. Com a sentcnca, pois que agora publico, e
que lie hura bello correctivo precipilaclo do Snr.
Dr.jCmtra; talvez ofac* mais circunspecto, quando
otra vez tiver de (raectar negocios, que firio o mais
melindruzo do bomem, {& ma honra) eu de.-mascaro
inleiramente o calumniador ; oom tudo, Snrs. Reduc-
tores, como a temeraria denuncia por seo Diario fui
pub'ieada, e talvez <|tiem nio me conlieca de perto,
anda fijue duvidoio, e nio fornico ju'zo, que lodo
o bomem de bem aspir^ doRespeitavel Publico, per-
nii'a-me que narre a breve hislona d josse legitiima
docscravo, objecle da denuncia. A Senhora D. Fran-
cisca Maria da Conceicio, vendeo Antonio Vieira de
Mello, o pardinbo Alexandre (cuja eacravidlo, he o
objecto da celebre denuncia, que itKfleotidamente,
5 de-id- ponder-fc sccej'.ou o Sar, Prj.T.iiS*)
o escriplor, e testemunba do papel de venda, qSnr.
Fiancisce Xavier Pereira d'Oliveira, peasos proba, u
bem conhecida. O dicto Sur. Vieira tendeo o men-
cionado pardinho a mim, eeu no Snr. Tenette Co-
lontl Munoel Afionso de Mello. E a historia talqual,
e que para a pi orar tenbo os necessarios, e indubita-
Vt-s documentos em meo puder, eeia oque prove
peraiite > Snr. Dr. Figueredo, efinalmente eis aoque
o Snr. Dr. Ctilra nio se quiz dar ao trabalho de inda-
gar. Dei.s llie conceda maisdescemimento, circuns-
pecelo, e o cenle de precipitadas convui6es, pava
com mais sciencia desempenbar as func^Ses do fleo
cargo. Snrs. Redactores em publicaren* estas linhas
mostrailo, que amfo ujuslica, que sio imparciae?, e
que a borneen 1 infame, e detestar l clumn-a; fr.
cando ebrios, que com eata publicaclo, mais pinho-
railo a gratidio dp
Sen Venerador
Bernardino de Sea Lint.
Cntinuado do N. antecetedmU.
VARIEDADE
Propria do tempo.
\J EHeitod'ota descoberla,Sur. Redactor, ser ej
pantoso. Sancionada a Lei, Vm. ver chovtr*m pa-
ra ellas (que 1 o dizer Bancas) os metaos ureos er-
penteos das quatro partes do mundo. Este invento des
Bancas he reconbecido hoje como [o mais poderoso
magnetismo para as taes moedas melahco-heroico-so-
noras. E que tlie.souro de recursos nio ofl'eiece Sup-
ponbamos <|ue a principio nio se pods.-e desenvolver
Uda a virlude d'esta potencia, e que os concorrente,
acanhados pelas ideas velhas, que ainda a inuilos do-
minio, fosseni morosos em depositar all os seus ca
pitaes sonantis: que se seguira? Nada, jNs vimos
o trabalho que leve o Governo do Snr. D. Julo 6. a
para chamar sua Banca fundos dos particulares. Mas
que fez elle? Ahrio ocoredas Conimendas, e ludo
se arranjou falisfi'oramenle. He terdade que essa
boa mirta axliaurio-s", oh! saudade.' Porem Dos
Nosso Senhor que ludo providencia, nlodeixouo
mal sem remedio. Eu apoutarei hum entre Cem.
O velho Senado e>t, segundo corre, votado
mortalidade, quero dizer, sem esperances de vtalici-
edade. Logo temos quealem da nomeacio peridi-
ca para a Cmara Electiva, oulra se hade faer tam-
bera peridicamente para aquella, quandam vitalicia.
Determine-sepois que ninguem possa ser eleilo quer
para huma, quer para oulra Cmara, .-em ter ccrlo
numero d'acc5es em qualquer das Raucas que seho-
vereui de crear, e ja lemoshum inexgolavel po^o de
recursos. Que tal Ihe parece a lembranca? Poisa-
qui em segredo Ibe afirmo, que nio s he uovissima,
mas toda de eapite meo. Ainda accrescentarei, que
omesmosedeve pralicar para as nomeacSes deCon-
selheii os e'Ministros distado, Presidentes de Provin-
cia, CommandanteseMajoiesdasGuardasNacionacs,
Veie>dur rala;
Nio tema, que assim lvessemos n'esses lugares
homens de menor mrito, do que a mair parte dos
que os tem oceupadoj e vio oceupando^ experien-
cia em breve o desengaara. S hum inconvenien-
te encontr n'esla medida, e be: que sjautaosnovos
Legisladores maia cautos e preveiitivOfl||lrporcon-e-
quenca mais tmidos e acah.doi nassus deliberagS-
cs, por terem que perder do seu proe>rio, d'ellescer-
t amen te nio de verismos esperar aquelle* hrlbaales e
atrevidos rasgos do. genio humano, que sabia emode-
radameue tem deseo olvido os seos prdecessores; e
por isso nio scrio lo aptos, como estes, para as grao,
des empresas s dadas a engeuhas raros, livres iulei-
ramenie de toda a coafio-physica e maral, e superi-
ores a qjiaesquer coulempIac;5es e respeitos, dispundo
lio lmenle do alheio, e jamis do proprio que n|r
tem ; d'onde c>m .azio Ibes lena viudo o honroso, e
bra^erecido titulo deinveuloies as materia* Poli-
ticas, com a respectiva Patente de privilegio exclusi-
vo. Os outros cobardes, e npouca^sem sua peujf-
iracao, nio seria cerlameute capases paraas^iandes,
e decantad is obras ou ja ultimadas, oucomeoadas, u
em projeclo, de que temos noticia, a!eui das-quee*-
cedem anossa llmladconpr;hen>lu.
CoMinuar-4e+fa.
,


w--~-

*--
SJ!7HEHBBEEC
\
DIARIO DE PERNAM4JUCO
ir?. Tx^-yaeaUd&a&x'
AVIZOS PABTK LXVKFS.
Ergunla-se ao Snr. Inimigo ded\lemicas (que as-
sim s'inlitula") quem he esse Sr. Joaquina Bapli.-la Mo-
rira, que tanto o e'.evaa dominio Supitmo d'absolu-
O pod.r,.1 Oi i Yci uniic c iTuin ijaui pruo Ti
fonsiiUniiao de. que mais pergunlarci :- qual he o
sistema, g actual Gobern da NaCo Pcrtugueza ? qual
lie o do Imperio do Brazil ? Responda me Snr....
jtor.ve.nturaseremoa meninos de seis a quinze annos
d'idade, e eompanheiros boje na noya,Escrila.da bru-
tujidade? Nao h^ esse Sur. Joaquina Baptista mo-
reira, umencarrogado (Jos u gueza ? Que faz elle iiaquclle cargo,, ou que dever
fazer. nelle;ter por ventura feito mai?, ou tinto de
sua obrtgaco ? Falemos imoarcial e exclarerido :
delxemo-ns d'elogios.vos, nem devidos :exa lo a-
quelles baroes que pelas armas se illusti ario, e ubii-
Vjro a confiai.ca do exercito, e da populaba em ge
ral (eu sigo os f aritos danosso Poeta Carors, quo di-
rigi as armas e os baioes assigualados. .) ,0 Diaiio
de Permitan, buco, nunca recebeo maiores asueiras na
mais dura hrutalidade que a do Snr. I.-tmigo de Po-
lmicas ; sesse jamis d'escrcver nesle peridico, fin
de nao augmentar o rrime da ignoramia, c da bu-
talidade, e jamis indigna do ni mr, e da formluia
humana! Conheca o erro, e pes:a ais .ttoros do
Diario n. 96 perdo de ncHc tc-r incluido termos ex-
cedentes de raolecaje.
Minh .
Hy* Os Erdeiros de Amaro Branro sii.nlifi o ao
respeilavol Publico, que a casa "-'a ra do Rauge I-, em
q te mora Joze Francisco MendYllo (Negociante que-
brado, mas que achou so fila coi barro) ihe* p( rtence,
por Sentenca difuutiva, apilada por ello Mende.Ho,
nao aprezeulada a. Apt-lat-o, julgida dizetta, e nao se-
guida, a treze anuo-, e por i&so dito nundello sem
mais aeco : foi chamado agora a conci'iaiao, nao com-
pareci, c fez-e a revelia ; e passi-se j;'i a t: actar da rc-
venicaco, dtlia, e sens frutes; por isso ningurm a
negocie: e se ja sobre ella dio a^gum dinheiro baja
de qunnlo antis o txigir delic.
%cy* Por ora nao pode sabir a luz o pi.imeiro nu-
mero do Jornal de Variedades, como se buvia nnnun
ciado *, um inesperado acmtecimento que leve logar
na Typografia oimpede ; porem logo que elle resse,
saslaitmos a cuiiosidade dos Senbnrcs assignanles.
N. B. Conlinuao-se a reetber assignaluras as casos
Ja designadas.
< fc^" Rogi-se encarecidamente ao Sr. J. J. Gonnet,
Professor de Mncmclerhiiia, e Tarliygraphia, discipu
"lo de sir. Aimc Pa is, que, antes de se retirar para o
Jiiode Janeiro com a su* pa'mi victoriosa da aprova-
co, que tblive da maioria dos Alumms de Miitmo-
"tcchnia, queira abrir um segundo. Curso, pois ha bas
tante gente, que desoja utilisar-s da sa sapiencia Mne-
mnica, e Testa serle le a mais nina palma, cora que
' possa ornara sua fronte cm quaquer parte, que ande.
Avza-sc -mais, que quanto ao pceo nao liaver dnvi-
da, pois es drsejosoedo Calalcgn dos Reis de Franca,
im tamnrphoscados en algarisroo?, cSro disposlos
d.u o dinheiro, queS. S. quizer pelas a'dvinhaiors.
i O'Ac.idi mico arrependido de nao se lermahi-
culado n isa prnclla de Castella, para den-
io diit i -IheHkb.
\5" percica-e de -100^)000 nis a juros de 2 por
rento em -quaquer especie, menos cobre e d-se por
hipoteca urna parle de um sobrado: quem quizr dar
aiwnincie.
ti^^y A prscoa que annunciou ter para vender um
' orhttcnlo, e um sal ; pn cure defronle da Cadeia
D. 7,' para se ajustar.
5^3h Quem tivei-para a'ogar umi casa le.rea, cu
nm andar de sobrado p-'ra urna pequea familia ; no
Bairro deJL Antonio, ou Boa-vista ; annuncie para
ser procurado?
\fjr erciza-se diurna l^vadcira para lavar roupa
' para duas familias, ad.-v>i'1e-so que soja doMOnleiro' ou
dcBebirrrJe ; na i na da CruJt-n. 53.
' &h Na mes:na casa cima troca-se um mo'.atihho
V 10 annos, per urna pn laque seja. capaz de 'fazer o
servico de urna casa.
gpy Percisa-se de um menino Brazileiro, ortu-
guez, para caixeiro de urna' loja pequea : quem e#li-
-ver nestas Circunstancias dirija-se a praca da Boa-vista
Botica D. 10.
tFJ* No lugar do Remedio appareco urna canoa
aberttf rinda pelo rio coma chHa ; quem foT se dono
procure-ano mesmologir, beira do rio, quedando
itssignaes se luo-ontregai li q onnunciante nao se res-
ponsabilis por rila, caso tenha descaminlio.
IfJ^ Quem percizav de um criado liaBil : nnun-
ciea sfta morada.
^y OPatvxo Floiencia annnnciado a seguir vii-
geno par3 o Rio de Janeiro deve partir inf..llivelmeiile
no dia-^B do*brreitte mez, o que se faz ccilo as peiSOaaj
(iiie tem esrravosa embarrar no dito P.ilaxo.
^q^ Na Piquia da rua^ du E" Mnlunento csi do.
Villas Boas, preiiza-se fall..r rom'o Syir. Jtze Antonio
Correia Jnior para negocio de sen iuleresse, e como
se ignara a sua morada porisso se faz o presente n-
nuncio.
^f^* Roga-se a pessoa que por engao ticen urna
cavia docorreio vinda do Poito noJ3iigue Ventura Fe-
liz para Antonio A Ivs da Suva, queira por ob/.cquii
entregalla na ra do Roz rio laigi D. 7, ou btala no
rtesmo correio.
\py Na ra do QneimaHo loj de fazendas D. 3
dezeja-si' fallar aos senhores Joze Venceslao, e Manoel
Antonio de Souza pira nfgocio que-interesso.
^3r Hum rapar. Brazil<-tr-o que le, eseteve, e coii-
la sofivel : projie-se para c.;ixeiro de ra (por (er
di.-to pralica) ou oolra qua'quer occu'pacSo ..inda mes-
mo p^ra fora da f>iaca-: o'rlilo d fiador a sua con-
iiuiu, quffi pffeiem iniuii' u' por esia miia, un i-
rija-seao Biterro da Boa-vista loja de iniudezas D. 24
qltre *e Ihe dir quem he.
^ty1 Quem annuncicu'querer comprar a ebra dos
seculoschristos pe'o Abbade do't'rcux : falle a Luiz
Gonzag em casa do arrematante da illuminaco.
.

.
.
COMPRAS.
Arsenil de Guerra perriza comprar urna porejo
(1^ rar^ode pedra ; quepi-o tier e quizer veqder,
vmli'i tratar do ;eu njnjte com p respectivo Director ;
assim romo lobem o mesmo Arsenal precisa de Offi-
ciaesde Carpina quem quzer vir trabalbar compare-
ca no mencionadlo A.senl para traclar do ajuste con-
forme o pu trabdllio.
try* Bois muzicas pira viulo : quem as liver an-
nuncie.
^^" Uma guitarra nova de chave, envernisad,
que sej'hoa : quem a tiver annuncie.
, $3* Elementos co Direito Natural, compostos por
[joo Diogo Burlamaqui,trataduzidos em Portoguez por
Joze Cat tino de Mesquita : quem tiver annuncie.
fcy Urna rede que sirva para tipoia estando, em
bom Uzo : na Botica D. 40 defronle da Matriz da Boa-
vista.
NAVIOS A CARGA.
Para Genova.
S- '
Alie com toda a brevidade a polaca Sarda S. Salva-
dor: quem qaizer carregar ou ir de pa.sagem dirija-
se i o consignatario A. Scliramm, ra di Cruz n. 27.
VENDAS.
jrVRcozde casca mecida velha a 3^200 oa'queire a
moeda de cobre que tenha o pezo, e 2$240 a piala,
dilo em sicas.pilado a 9^, carne do Rio grande a
2$240 e a prla a 1$920, barriz com doce para em-
barque, por umpataeo cada um, e carne mais inferi-
or a 1$760 a arroba a cobre : na ra do Collegio D.
9, armazem de Antunio de Azevedo.
fti?* Aca^vis da Fortuna, ou Livros de
oits Uivcrtidus, })!0|)tias j):iia os dias de
lefio : na Piara da Independencia lo-
a He Livros h,37 e 38.
%t3?* A rolara Sarda Rustico vende carne nova de
r ntevideo por pi eco commodo a troco de gneros,
prata, ou sedlas : a traclar com o consignatario A.
Scluamm, ra da cruz n. 27.
Y&" 2 Pianos com muilo linas vozes, plicgtt'los'ul-
Irmamrile: na ra da Cruz N. 27.
$3^ 3 cazas uma de sobrado de um andar, sita ni
ra d.i SenzalU velha D. 03, oulra terrea na Coricei-
co dos coqiu-irds D. 44, e outra, dita na ra de S.
Joze, lado da Igreja D. 10: 11a ra do Crespo D. G,
ado do Norte.
Uma cabra parida com um cabrito : na ra
~M
do Hospicio ao p de Joze de Pinito, o! na casa das
Aferices.
3 moradas de casas de sobrado sendo dois, de
dais andar-, e 011 tro de um e um soto todos ritos
nesle Bairro de S. Ant.c e mais trez casas terreas, sendo
urna no alterro dos A (logados, e duas na Povo.aco,
e ndeira de louro, amarello, e cedro por preco com-
modo avista d lempo : na ra da Praia sobrado que
fot do falcscido Luiz de Mid'i.-.
^y* Continua-se a vender por toda a qualidade
de moedque tenlta o pezo da I^t i no obstante ser ou
nao amarella : cha liisson da printeira softc, dito pe-
rola, e imperial em caixinltas de duas libras e rmia,
tinta de escrever, grjxa de dar lustro sem escova, e
oulras miude7.as mais, assim como bixas grandes ulti-
mamertte chegadas, tudo por preco ommodo : na pra-
ca da Independencia loj 1 n. 20.
fT^* Sacas com 4 ar. e tatilasl.b. do sevada nova a
1 >)'.)?() a -irrobi, e p- r dinheiro de cobre (le toda a
qualidade menos fundido, sendo de 80 reis a 2$560
e as libias a 100 reis. .
^rjf Bolaxa superior a 2$720 reis a arroba 5 mor
da de cobre que tenha o pezo, e o curihn pe feto, nao
Sendo fundida, nem taq^iada : na ra Direila padaria
D. 38 de Joo Fredi-riro de Abren Reg.
^^" m rooieque de/acao Angola qua represen-
ta ter 18 annos, e proprio pira todo c quaquer servi-
co : na ra do Vigmo D. 15-
tr^* Uma armaco de loja no^melhor lugar das 5
ponas, e igualmente os fundos existentes','assim como
2 tomos de Telenraro, um D'ucionai io em Frnccz,, e
uma parte de um sitio no Forno da cal de boa produc-
an : n.i nicsitiH 5 pontas D. 21 se dir quem vende.
^r3* Trezcntos'mil reis em cebee com o pezo com-
petente : na ra do Rctario venda da Se.
t3"' Urna Rfgra de n^cao ango'a,' de 27 annos, rb-
zinlia, lava, e vende : na ra de Orlas sobrado D. 41.
^^* Bolixa boa, 1 or preco commodd a dinheiro
de cobre em pequea e maiores porcoes : na padaria
da ra do Rozario larga.
%3* Por toda a moeda de cobre que tenha o pezr,
(Heitos de varias qualidades : na venda da esquina da
ra du Rozario L). l. ',
ESCKA VOS FUG1 DOS,


_Iub, molito ejenro, estatura od i na ra, cheio do
(orpo, .fgido no u'timo-do mez prximo ptssado, le-
vando calca de biim branco trancado sem jaqui-ta, ca-
rniza de madapolo : os aprebendedores levenr a rui
do Crespo D. 6, quefierao bc-m recompencado.
\f^" Fiigio urna escmva de 11 a 12 aiinos, crila,
cara comprida, ps arrebilados: os aprehendedores
kvem a aos 4 cantos de Oiinda D. 7, que sera bira
^reWmprtTcado.
^C5* Anlanio, pudo claro, official de sapaleiro, de
bonita figura, olhs grandes, cub*!lo jprtto, pernas
um tanto arquiadas, hirios grocos, com uma corpente
no p } fgido 110 dia 3>.do coi rente, com calca e ca-
rniza branca : os^|yehendedores levem-o a camboa
do Carmo obrad/Di 12, que serao generozamenle re-
compeucados.
^3T Joaquim, naco Mocsmbique, baixo, groco al-
guma cousa, que representa 30 annos, com carniza de
baca encarnada ; fgido no dia 31 de Maio : os apre-
hendedores levem-o a Joao da Cuirha Magalliaes, na
ra da Conceico n. 19, que serao bem recompenca-
dos. '<
^y No 1." do corente fugio uma negra por no-
me Mara Conga da na(,o cujo cognome tem, a so* es-
tatura regular e nao sendo gorda com 'udo tambem
nao e magra : tem de menos trez denles.na frente do
quvixo supeiior ;e Iraz a carapinha agaforinada com
pentes de mar rafa dos lados : .leyau to somenle ca-
rniza de algodotiiho e vestido de rhila d'assento
branco coro palmas vermelhas, leudo babado por bai-
xo da mesma chita, rilla foi vendedeira de peixe fri-
to e moclo; c bstanla ladina, e extremamente men-
tirosa : consta que tem frequetatado a ribeira e outres
lugnes onde se reunem com mais frequencia negras da
profiri que elle leve. Quem a pegar dirija-se ra
la Seiizi.lla vi-llm D. 8 no piimeiro an.dar na casa pe-
gadicoroas raieiras da do Rairao no beo largo- qite
ser a" recompencado.

NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares clwias no Porto de Pernambuco.
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fiSegunda 9 h. 18 m.
7:T*.-'-"- I 10 -- 6
Marib
8-Q:-r- & 10-54
o_Q:_ i _U-42
10-Si 0-30 ., I
11-S:----- j 1 18 (Tarde.
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i
Navio entrado no dia 3.
JflONTEVIDFO 5 23 dias j Esc. Hcsp. Oriental
('eres, M. Cristotal Cornelio : carne seca : A.
Sehramm. Tan. 48.
Sabido no mesmo dia.
lISBOA ; B. Minerva, Cap. Joaquim'Joze de san-
ta Amia : varios gneros Passageiros Manoel Viei-
ra de Aguiar com 2 filhos menores, Joze Candido de
Carvalho Med-i ros com sua mulher e uma escrava, e
Joze Pereirn da Fonceca.
Observaca.
Fundicu 00 Laneiro uma Corveta Ingleza.
PtfWi na Ti/p. do Iharin 1835
.**


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