Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02412


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Full Text

*v
ANNO DE 1835. SEXTA* FEIRA
m T aasm
i
31 DE JULHO. N. 138.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Phnahbuco, ha Typ. di: l'iminiRo eFRiv 1835.
.VH
DAS da semana-
S7 SegundaS. Panta'* Med- And. dos Js. do C. de m. e de t. es.i
daT. P.'fh. d t .,.,.-
28 Ter^a S- Iunocencio P. Rl. de ra.- aud. do J. de 0, de t
29 30 QuinfaS. Rufino M. Re de m., aud. do Juiz do C. de
m. e de t. Entra o Sol cm Leo ao* S m. da t.
SI Sexta S Ignacio de Lryola sessan da T. P. de m. e aud. do
.!. de O dr t.
I Sabhado. Primeiro de Ago-to S Pedro ad vincule Kelacao de
m. aud. do Vc. G. de t. om Olinda.
9 Domingo N. S. dos Anjos S. Ectevao P. M-
Tudo agora depende de nos meamos. Ha nossa prudencia, mode
raCo, e energa: continuemos comn principiamos, e seremos a-
pontadoscom admiraeo entre as Nacoe mais cultas.
Praclama^io da Asiemblca Geral do Bruiil.
Sbscreves a 1000 r. mensaes pag-os adiantados nesta Typogra-
fia, e na PraCa da Independencia N. 37 e 38 ; onde se recebem
correspondencias legalisadas.. c annuncios ; inscrindp-se estes gra-
ti sendo dos propriosassignantcs, e vindo assignados.
i
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda _Todos os dtas a> meio dia.
(loiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar, Real de S. Joo, Breto d'Arelad Rainha, l'omltal. N#V '
Sotia. Cidadedo Natal, Vidas de C.oianninha, e Novada Prineo
Mi C.dadeda Fortaleza. Villas do Aqiiirs, Monte mor novo-
Aracatv, Caccavel, (anind. Granja, Imperatriz, S. Bernardo
S. Jlo do Principe, Sobrar, NovadElRey, Ico. S. M atheus,
aoJio do sangue. Santo Antonio do Jardii. Qnexeramobim, e Par-
naihaSegundas e Sextas feiras ao meto di.
Santo Anio Todas a quartas feiras ao roeiw dia.
Oaranhuns, e Bonito-nos das 9 c 23 do mez ao meio dia.
Floresno dia 13 de cada, mez ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formozo, e LimarasSegunda, Quarts, e
extas feiras ao meio dia.
Liberdade na meia-idade Em Franca Liber-
dade simplesExige a eoiagem militarAbuso
da liberdade^-Liberdade vem, do altsIgual-
dade poltica.
N<
IO meio da.barbaridade da meia-idade o poder dos
papas om beneficio para a liberdade como para a ci-
vilisacaS da Europa. Estesorgulhosos pontfices de--
i'i'inlem a independencia de sua patria, e repelle a sea
modo os Germanos, como o-antgs Rumanos corn-
baliao osGaulezes. A passagem de Gregorio VII,
(i): Que rei vale Santo Antonio? seguramente
tima das mais violentas deca maces que ja uns se
tem feie contra os Ruis. O mesmo papa (a), que
proclama va a abolica da escravdao, tinha tambem
retido os jirojeclos da monarqua universal dos_ im-
peradores. Julio II d congo fin de suas perTccOes'
militares, a liberdade das cidades de Italia. Elle des-
trua em Perusa, como qs antigos tribunos em Roma,
mu Conselho dos dez, verdaderos tribunos, que el-
le aecusava de tirannia (3). &
Em Francax a liberdade parece antes um instinclo
do que urna arle. Ella tem sempre existido nos cos-
til ni es, e nunca se pode realizar na pratica. No se-
clo dessete, a probidade do monarca, e o resplan-
dor de seu reinado,." em despi eza-la ; mas ella se
torna a encontrar no espirito da poca que o precede.
Lamotbe-Levayer, offerecendo a Richeleu u tratado
da Instrucc&Q de um Principe, que de va servir pa-
ra Luit XIV, n*5 leme a Tancar que seria urna cou-
sa to injusta como o liosa suppor nos res o direito
de maltratar seus povos, e que as leis, e as da religi-
a seop|;6e aisso (4). O padre Senault, na servil
dedicacao do seu livro do Uzo das paimes, depois
de ter louvado o mesmo ministro de ter elle exu-
dado a poltica na moral, quer entretanto que o
principe d a seus povos urna honesta liberdade (5),
e ousa recordar o elogio que Tcito faz de Nerva por
t*r sabido mistural-a no mando. Temti, Sur., ser
temido tinba dito Omer Taln (6) a Luiz XIV, qlian-
do menino. M. o primeiro prezidente, escreve Guy-
Patin (7), tanto do partido de Pompeo, que elle
me tesiemunhou urna vez alegra de pertencer eu ao
mesmo partido, leudo-Ihe dito no seu bello jardim de
(i) Ensaio histrico sobre o poder temporal dos
papas. Pars, 1818, t. Ilpag. 106,
(a) Alexandre III.
(3) Legacoes de Macbiavel Corte de Roma,
Carla 26.
(4) Tomo 1.% p. 69, das Obr. de la Mothe Le-
vayer. Eslas opiuioes de liberdade parecem ter sido
geraes na Europa no secuto desasseis : Mariana, que
tioha tambem composto um tratado da instrueco dos
principes, os submette a suas prepriasconstituices.
Era necessario mesmo que estas opinies fo'ssem bem
ponderosas, pois que um doutor hespanhol tendo
pregado dianle do mais cruel dos tiranos modernos,
Filippe II, que os Soberanos tinlilo um poder abso-
luto sobre a vida, e o bens de seus Subditos, fui 0-
brigado a desdizer-se d'isso no dia seguinte, como de
urna proposit falsa, e hertica. dem, p. 69.
(5) Do tizo das paxoes, primeira parte, quin-
to trillado disc. 3.
(6) V.j.t-se o duodcimo discuso poltico, t. 1.
p. 88;.Pars, 18:21.
(7^ Cartas escollada, t. III, p. i4.
Basville, qnp se ph tivesse estado no Senado quando
se matn Julio Cezar, Ibe teria dado a vigsima
quarta punhalada. Balzac, na5 parece elle reclamar
a liberdade de imprensa nesta carta notavi-1 ao Chan-
celler S^guier ? Em quapto na8 se appresentarem
na Chancelldria se naS destes gladiadores de peona
ha5 sejais avaro das gratjas do principe, e aflfrouxi
um pouco voss.i severidade. Basta que a autho/idade
publica me cobra da tempestad* em.que me exima
do vento, e da pneira, e que ella defenda o rrieu reti-
ro contra as fras selvagens, sem affastar delle anda
as moscas, e os outros insectos, iinpoi'tunos. Esque-
cida as leis. a liberdade s tiiiha refugiado na opi-
nio. Os Francezes, diz Seyssel, Bispa d\; Marse-
Iha- sob n gover/io de Lui1. XII, tivera 9empre li-
cenca, e liberdade de ftylar sua vonlade de lodasas
ortes-rJ peir-ooo, #mestlo de sens principps, naO
d pjis de sua morle, tap somonte, mas anda em sua
vida, e em sua presenca. (1) O dito de Luiz XV :
Sou eu que nomeio os ministros de financas; mas
o publico quera osdimitle, mostra, deb^xoda uni-
dade do poder, um dos primeiros elementos da mo-
narqua represan Cativa.
A m liberdade do fim do nfiimo seculo,7com a sua
igualdade, a sua Soberana do povo. os seus diretos
do hornera, ,oseu desprezo do passado, caozaria eom-
paixao, se seus crimes nafi tivc-sem inspirado hor-
ror. Os crandas eseriplores do eculo de Augu-to,
e de Luiz XIV tinh.5 nascido em poceas de perlurba-
cts, e as revolncoes, contrarias felieidade dos esta*
d'is, parecem al entao favoraveis ao (alent. Esla
revolucao de alheos, apezar da sua licenca, a primei-
ra loi estril.
A liberdade pareceo sempre aos homens de bom
seoso de lodos nstempns tSo ull aos principes, como
aos Subditos. No estado actual decivlisapao, esta al-
ta liberdade n6 secompoe se nao de Irrz, 011 qua-
tro direitos, o da liberdade individual, da imprensa,
e da igualdade d'imposlos. A salvaqa publica nao
nada, diz Rousseau (2), se todos os particulares nao
estao em seguranza. A liberdade de imprimir, sem-
pre opprimida pelos governos anrquicos, em In-
glaterra pelo longo parlamento, em Franca sob o di-
rectoiio, e recentemente em Frespanha, parece, por
urna consequencia necessaria, dever ser til aos go-
vernos litiitimcs. Toda a liberdade consUte n'es'es
himples direitos ; o mais nao he se na5 vaos syslemas,
superfluidades sociaes, alrhimia poltica, indignas das
meditacoes de um espirito sabio.
A liberdade nao et ao alcance de todos os povos.
Eu me ro, diz Rousseau (3), desss povos ahjectos,
que deizando-se seduzr por sediciosos, eus-a fallar
em liberdade sem mesmo tpr dea della, e com o co-
rtead eheio de to^; os vicios dos esclavos, imagna
que para serem livres hasta aerem turbulentos. El-
la comem tao pouco as nacoes mediocres, e amo-
lecidas, que sendo todas ellas quasi tempre victimas
dos attenladosda forca, ella nao tem entretanto flore-
cido jamis entre um povo, que nao tivesse a coragem
(i} Hist. de*Franca, t. XXII, p. 53i.
(2) Nota margeno de um exemplar do livro do Es-
pirito, em refulaca desta cruel mxima de Helvecio,
uTiido se torna legitimo, e mesmo virtuoso,-para a
salvaca publica.))
(3) Consideraves sobre o governo da Tolo-
11 ia.
militar- Um bello pensamento de um sabio parece
vir em apoio desta oliserraga. r A leis, observa Hi-
pcrates, a respeilo da bravura dos Europeos livrea
oppo-ta ao medo dos Azialicoa escravos, podern ellas
mesmo formar o valor f]).
O abuso da liberdade excede o do poder absoluto
por quanlo esta lyranpia exercida pelo maior nume-
ro, eemseu proprio nome. Oode lodos querem
braroqiielh-saprai; d,z Bossuei (2), ninguem o-
bra o que dezeia ; onde 11.0 ha Senbor, lodos sao
Svnhorcs ; onde todos sa5 Senhores, todos sao escra*
vos.
A liberdade ontre os povos por omito tempo tribl-
Ihados pelas revoluc5;s, ou corrompiltn porsofi^as
ni5 posivel, i.em duravel, se na quando dada'
pela (usttf, e pela grandeza : a liberdade um laio
do Sol, disse um homem Ilustre (3); elle deve vir
dcima. O legislador benfico que chega a funda-la
offusca p..r sua gloria nova, as frUas plo.ias do e-
culo em que viveo ; os povos se refogia para ell pe-
lo inslmcto de suas desgracas, e sua f em suas vir-
tud, s : foi em urna dessas epoccas de calamidades e
vicios ql)e um poeta da antiguidade, que se poderla
entao verdaderamente suspeitar de ter sido christo
dzia por urna profeca remola :
. Nnnquam libertas gralior extat
^ Qu.am sub nge pi ().
A igualdade poltica la simples como a liberda-
de; tiafi secompoe, como ella se na 6 do gozo das
aculdadesdecada um, ena5 i 11 i miga da di>tinc5
natural das classes, como se tem pretendido. O pen-
samento de Pascual, -elle tem quatro lacaios, refuta
tambem a npinao possivel (por quanto ella na5
muilo clara), da aristocracia movel da gualda-
*de (5)
O que vos me dzeis, escreve Muller (6), das vS-
tagens de um estado onde todos fossem guac* d u-
ma quimera fantica que Rousseau vos metleonaca-
betja. Um tal estado nunca existi. Em parte ai
guma a desigualdade maior, e mais offeu.-iva do
que as democracias. Urna democracia perfeita nun-
ca durou mais de snco minutos. Se a igualdade abso-
luta nao fosse absurda, ella poderia mesmo tornar-
se o mais cruel inimigo da liberdade, qual a igno-
rancia revolucionaria a tiulu associado.
6'
(1) Hipp.crates, Tratado dos ares, das aguas,
e dos lugares ; p. 118.
(2) Poltica tirada da cscriplura Santa, arl.
IV, 5.
(3) M. de FonUnes.
(4) Claud de laudibus Stilcon, lv. III, il4.
Sabe-sequeoChri.-tianismo deClaudiano esteve mui-
to tempo em quesfaS : seu eatimavel traductor fran-
cez seguea opnia d'Orosa, e de Santo Agostinho,
os quaes nao via neste poeta, se nao um pa-
gad. I
(5) Vejase a brochura do Governo da Franca
desde a restauraca, i820.
(6) Caitas a seus amigos Bonslctlcii, 0 Glom#
p. 15, tradcelo, Zurick, 181O.


^
-1
DIARIO B PLfiNA&lDL'CQ.
m.

i

RIO DI JANEIRO
j.ir-. /___i r.l.'.i_'..._
SJJ>nil/tou UC/Ht 1 CAUACAUOS SEHADOUKa.
SessaS em 81 de 3/aio.
PresJ, ma do Si\ Benlo Barroxo Peieks.
jl. Eli> i0 li^r m*iaorsnd prsfnl.s a$ Seua-
Jo'O, alirio a# Pk-u, leu-sc inppri.voii-.-e a aita
da uU-i-iuf.
. ORDEN! d DA.
Oontinimu o 5 drusa6 do Capitulo 3 e do Re
f>uien'o Cumnium, adiado pela hora na tess.'S ante-
Ci-iic"iie, curo as emendas approvados cui a x dis
cu~s5. '
Dada a mateiia por d'srutdi, o Sr. Burgos pe lio
que a tolueno sobre a sua emenda fosse por parles j
Ji approvado.
Pondo-s. volacaB a materia do Capitulo 3.
em todos os seus a nigua, salvas as emendas, foi ap-
profado : a piimeira paite da emenda du Sr. Bmges
n.ift p issou, sendo poic-ai approvado o a periodo
di mesma emenda.
A eraeuda ao artigo 44, e a sub*liuca6 ao artigo
45, doSr. PauUSouia foi appiovada: ficando po-
lm pnji.diada a suppressiva dor.. Saturnino.
iiti'aiv6eni ultima discu^S as emendas nova-
.BJeiite.offrveadas o Capitulo a do Regiment Com-
.mum, do Sr. lioiges, a 2 parle da reprodnzida
do Sr. Paula Sonsa, na& entrando a 1 parle por
ser materia ja v.-nci la,
Dndo->e por lM-olidas e pa^ando-se volarlo,
"f..iu.pprovada a emenda do Sr. Borges. betn ssim a
s = parlada do Sr. Pola jStihft ; e 1 final appro-
v do o pjMJt*. lu a-sim emeiid -do para ser renutido
-a tyuimi$H6d*i Kedatv 5
Entrn .111 3 dbesJe n5 e foi ne]U approvada
conforme o vencido na 2. M a r.solnc-5, que. mbdi
fie a ei orgamoa do The-oni o Pub'ico Nacional ; e
mu ti cu se (.'oniniss>5 de rrdarcaS.
Eni.ou emi.l,ima diVus.,. o parecer da Com-
mi^uO de Muinha e Go.,Ta, ,. vMo vpnindu de
lum (i -itira lalatJ.. em 17 .le Sei.v-rrb>o de i83 t. -( Vide
Jumal ffa Cummercio de 18 do coirrn e. ) Da.d.i-
se |ioi discundo, po*l* votart.Sa rr(feria do pare-
cer, i!vuo vol < parado, foi upprovadi, heni 1>
mo ; materia do tne->mo foto para servir de base ao
Officio sul\a a iedCC5.
O Pre.sidente declaron que parle da ordem do
'dia que se segua era a ultima d'sens-aS da re-olnc 6
qieprobibeoolaltelecim-nlo de morgados e capt?I-
l.is, etc., rom as emendas approv^das na a* discus-
*.6, cuja materia n>6 p -dia ser tratad h<.je pnf nao
CMaiem nnpr-ssas as emenda ; e'v 11.to a oulra par
teda or.i-iu do dia, Iraljalbos de Cqmmis5 s convi-
dol seos illu-tres \lcmbr.>s a empreir,ieiji->e ne-se
x. reino, swpeu.ieodo para esse fim a se.-s.5 pil-
me a liara deamis do meio di...
i Arduas bon.s roniinuo- a s sm.8 e o Presidente
den para o d a 22 a disc^s-ao de diers s pare-e ti
nu5iui,fia-s,os, b'havendo lempo, tiabalbosde Com-
iii-6cs, c leraniou a MV-ad.
cmaha dos deputauos.
Exlrulo da Sess& em 21 de Mate.
..,, Presidchria doSnr. Araujo Lima.
Eila a di imada pd |0 hnr> da manlii, e arhan
d c p esenle. io< *nm e <|i aro I) pnldd.g, o l'iesiti
dei;ai 11 alieiUu >*- 5 elida a arlada anteredr-nle,
fi ai'provada. O x* Secretario dtJ conta do eXpe-
eoto.
ORDEM DO DIA.
rniiinii;c5 da di cn- sobre a amnista, reo-
luv o lo Sr. tJormlio Frailea, e emenda apoiadas
{4 ,0 Pod. r Moderador a pl< nilude de amnistiar ; a
a *- para que *e prohiba aos amnistiados a entrada na
PiOHiiria de Minas por espace de cinco anuos.
O Presidente lornou a recommendar, como na
JSSi.5 anterior, a todos Os Bepotautof a maor att n-
Ca6, pfdindo-llies que se res'rmgi-sem ao ponto da
<(&?*'"& edembrando lites q .e h> accuSac5es p. s-oj' s
na5 ttnba por efiPeito sead hnma r- sislencin obtfna-
da (poivt/us) i que recorameudava poia o inaior si-
/,*W yr^ui4lV'foe4!fialquer que f^sw a delibua-
a^O j Cam-ra. (Jjpoiathf-)
O Sr. Fernando* Tone; discorreu largamente
folne a materia, combatndo ostargu/nontos qnese
...... 1.. r. r. .-, .1. ..._..:-:. ,. j. i. _. ,,,1,, nnp ....
near de vera maioria da Cmara iiiilinaJa pela 'm-
ni.-tia, luivia de prndutir as razes qu' liuli para se
pi or b ella \ e entre el'aa d!s~e que ell- Deputado la-
hiira ao aracter dos Mineiros, s quaes haua6
xerntar a Le,
O Sr. Lim n de Abroo tpmnti a fallar Ionc;,n'on-
tesobio n kleita, o asiuti ntnr a t-ua p ni 5ci>n-
Ir a ai nisii, e que o firjtia p< los principios de jns-
licadr que eslsv ronTer-cido : ii,inndo a declarar,
oqne j tinha ditp qne a amVslia se o-tS devia conre-
der eiia6 ero dius rasos |0 Ic quand< as lt> er 5
demasiadamente sevetas; o i6 qnando os males,
3ue podiaS resultar daopin;n dos rriminoM>s, ogun-
o a^ |i) ers5 mn;togravea e pass-m o lnsire De-
putado a prHenlrr denionslier, que nei.b>m dos
rasos prima r<'frrifro existia, par qne e pdose con-
ceder huma amip.-iw ; i>assoii mf ler hm" d"s
t> p'rosd falla da Preideln a de Mina-, na abe. tura
da Asamblea tVgWortfn daqnella Provim i, e a res-
posta da mesm Assen-bla relativamente aos crimino-
sos, nao considerando ulil a amnistia como bum m-io
para o berh da tranqnillidade e da ordero. 0 illustre
Orador continuo a.pronun O Sr. Mndeselos Santos vo'ou contra a annis-
tia, declaran 'o que assim < fazia peUs pe.sirnas con-
sequenris qnepodii-C resultar sua Piovincia.
OSr. Rodrigues Barbosa dlsse une iutba onoo
djer a muitos criniiBalis'as, queda mnita sevonda-
dedas leisrc-ullava a impunidad1, asim corno a 11-
Miflicicncio deHas produzia o roe*roo elfeito ; que
potVm os nossosLegi-'^doies Tupindode raptr nopu-
meirn extremo, foreficom tud" cah'f no segundo;
e fizrr:8 U-U rjue n5 eraft adeqiadas o Brazd ; (|ue
o pe \erso devia adiar semp'e na 'ei bnm Treioquo
o n! jtasse a delinquir ; que em vi ta puis de-ta* ra-
y5e parecera (iu<- el'e Pepul^do e>lria inclinado a
viarconlia amni'lia, pnr. m qne decUr-v qm v.i-
h.v a favr de'Ia pprqne quer que as deis sejao execu-
t.'d's; e re'o mismo que lem oovidr, que lg-iis
doseriminosos tem aV'o perdoarlos,. outr*s condem-
nados inju-lamente, lie q> e volav pela antiu ti ;
porqueom.quanfo aos outr< criniinn^ns que le.m
si-to laxados de assaMnns e ladiSes, l ostyo ks
li i, que p.->ri'3" m km mIcj ciintcs prl"d-<. ^
O'Sr. Bapt:sinu d" Pus dente
lant a att.-nc-'i dna I)^p lados, etno dos espet (ado-
re-, porque qoandi fallava algom Deputado Mim-iio
Itavia amorro : e declaron que el'e liavia de fallar
pon toda a franqueza, e quem n. 5 gosla,-e s dis'-e.
0 Ilustre Deputado pelos mesmo* piinci ios dos si us
collejas, falln contra a amnislia, decUrou mais,
que se pretenda retalhar a Provim a de Minas, mas
que qnando cltegasse essa.occrsi^5. elle Depulado di-
na aos Mineiros que resist sem (apniadoss: qne es
lava cerlo, que os Mineiros s hav 6 de obedecer
lei. (tipoado ) O Ilustre Deputado concluio votan-
do contra a amnistia.
O Prudente pomlo voUC"5 o r artigo da re-
soIuch, foi approvado por f4 votos contra 28.
Oei litados que vo'aiaa livor : ,
S nhores, Nab ico. Oln-im. F.-tev 5 R.,f Monte, Goncalves Marina, Holl-nd 1., L>ma r Si.'va,
Bip de fiiialt. Rodrigues Tnrr.-s Mari/t d-- Mui-
r, Fr reir da VeJir, Paulo A ramo. A/evetlne
Bfilo. Crreif Pacheco. Fernando da Slveira, Pei-
reira Franca, Cornelio Franca, E' neslo Franca. Me?
sias de Lea8. Relizaro, Luis Cv hante. Ar.mj.. V
a-tna Saturnino, Vizconde de Oniana. Snu B^l
reto, Bapi'sl de O'ivrira, Ramiro, 3na, A'bu-
q-ierquoMaranha5, Fotima. Cuer-i, Paim, C sla.
Manso, Ftaru-i cq do Reg, Ma ie| Moii-ii-i Pan'.i
Alhunn.rq-if, Ibiaoina, T ix-ira Pet\ninf G 16.
1 .n^ta Machado, R-zende. Feroandes BnrnJ Padre
C-Miba, Pont.s, Vita1, Bnhn-a Cor'eic'.', V.-iga Pe-
S'-a, Ribeim Pe.ssoa. S-b.isliaS'do Reg, Figu-.ir de
Mello, Jos Floi indo.
D potados que Toli'iiS contsa.
Srs. Climacn, Vasconcel'os, BJ)erin(r, M- lio, Sou
r.M Mariins, Ceique'na Leile, Mend s d.w Sant s. O-
liveira Biag. Alrarenc Treira, Mnroids, Cbi
chorro da Gama, Alvares Machado, Al. birles. L-
sa, Baptisla ftaetano, Paranb -. Vieira Sonto, Jo
s Mariano, liimpo iPAbreu, R. mvio, Gome> di
Eonseca, Dias de Tded.t, Piulo P.ix..to, Santa Rae
b.ra, Custodio Das, Jos Pedro, Qadr Aianha,
Fern'andea Torrea.
Houve huma que>t6de ordem, sendo huns De-
pulados deopipi que as emend. s is'arao prejudi-
cada, e oulros que devia otferecer vo'acrtS a e-
mendadoSr. FenandesTo res, declarando os Srs.
Ferreira da Vegi, O lorie, e Rodiigoes Torres, que
tinhiiS votado fvr d amulia, no sentido de (pie
ella, sofFie^se mod icaicS.
O Presidente cousu'tsu a Cmara solre se as e
radas stav^i'eu a6 prejudir^da, decdio-sa
que o esta vi-. 6 por 4i ^otos contra 39.-
Dec^iandoo Pie>ideuteqiee*fcVBYii rfisriiKS^
0 arl. o oSr. VancnncelUm ui-iwl,,n mj. uu._
artigo ndlitivo concebido nestes leamos:
a A dpoMCb5 do ai ligo antecedente na6 com-
prebende roa de hum dos sohreditos delict>s etc.
Foi apoiado, e entrn em discussa.
Tendo lUdo sobre a materia os Srs. Ca indio
FraiMpaj Maciel Montero. L'i'Z Cyalcante, Js
P. dro de Ca vaRio, e Vascourdlatf' Ron m discos*. 5
adiada pela hora. *
Presih-iiteden pira orderft do da a2. a nie.sma
malcra dada pata hoje, e levautou a iess.i5p. Ids ju-
as horas c hum quatlo da-larde;
GOVERO da PiiVINCIA.
, Expediente de.*9 de Junko.
1 EnDj esta Pr> -i lencja tomado Oro toda a comide
r.ao6 as rcpre/ei.i. c.ens dVssa -Cantara, e Povo-.de
seu Municipio, reclamando contra a nomeao.5 Jo
Vigario que ni Parochial Igicja d'essa Villa |o' apn-
zenlado ; e achando-roe empenhado m appluar os
meiosde conselial-os, restiluindo-lbes a qojelacaSe
p9 de que sa6 dignos, e he propria da brandura e do-
rilidade deseu carcter, mu sati-faloria me foi par-
licipactS que me IVz oRm. !;elegdo do Exm. Bis-
pn.Dioceano, delho haveu m- 05 mesmos Povos p,-
dido pata seu Vigario Interino un Sacerdote que nao
fosse desa, Fiegueria, e de, ter elle ero cpn^-aiiijncia
Minu'ado ao Reverendo Franciseo Toze Correa deAt-
buqueique, merec ndo ta6 prudente e acertada eCu-
Iha a minha inieira approvaci, tanto per ler reca-
blo em um Varad digno de oceupar as funcoc-n* de
taSimpoitante Ministerio porsuas luzes, niansida e
mais vii lude^ que devora ornar um verdadeiro pastor
E-piiinal, como par si resta medida lecLmada pilos
respectivos Pa'i01 nianos; faz< ndo-me crtr stasfa>o-
ra veis rircunslaiicias que be an|tit|uillai a disc-rdia
e pertnrbaea5 m que lem estado isa Villo j e que
\ ms. runipr'mdoe btigacaS que lein de c-nconer
para a tranquilidade de sed Mun ipio, frtrao onlie.
cer aos habi'antes d'tllc, quam proficua Ibes lie i pro-
l-rii-iu aJ. piada, e de acord cum loJas !* Autbori-
da 'es de seo Deslriclo, o'rom o'mearon Vigaliv ln-
teiuo >s roniluiao ps e concordia de que elles ue-
rossitam para na propria ';a!ade.
Deo.- Guaide a Vms. Pa'acio do Governo de Per-
namhuro 29 de Julho de 1835. F>'ancis la Cava'canti d'Albuqneique. Siu^s. Piesideute e'
Vereadores da Cmara Municipal de Flotes.
Nomesmo sentido do ollicio piecedonte se ofi-
c'on ao Juiz de DireitO Interino daCommaica de Flo-
res,
A Lei incumbi as Cmaras Muncipaes o con-
cert e reparo da- Cadcas ; d'esta Crdadc bei por ve-
zes ordenado que fize-seos reparo-., e coucerios de
que pi-eci/a a Cadeia ; econ" quer que ate" a^o'ra nao
lenha ella cumplido esta dsposico da Lei, n.enos-
prWando asordens d- sta Prezidenca, ordeno que por
seni'hanles faltas Vm. proc> da ron ira ella lia forma
as Leis. He o gue por ora U itbo a dizer em respo-
la .o ici 'dfieio le 21 do coinnle em que pede pro-
videncias si-bir o man <.siadV da icfeiida Cadeia.
De. 8 Guarde a V. M. Pala.iO do Goeiii. de
Pcrnamb.....a9 dejdiio de 1835. Fiaticisco de
Pau'a ('aval anli t'AUnt'lUeniue Sur. Jnauuui l^K-
nes Machado, Jnix de ircito Cbtfe de Polica deta
Cidade.
__ Queira V. S. mandar revig-r a i.rdetn de pr-
zo que pelo 2. ~ BtlbSo de G. N. se expeilm oi-
trao Guarda Vi.loiino Jo/e de Mcdeirosp-ir fal'a de
c.iTi|'aiciliiPnloiin'eHii" d- 26 do iorn nir, nao
ha* enro ""'rio motivo; vi-10 que n'aqoeUe da e a-
rhava o referido Guarda'no eK. rcifio de seu fropiego
de Guarda Avulso da All'andeg*, que o inhiba de lat
' co'ropreeiml, como rep 1 cenla o respectivo Mf-
p-. to. i ite'ioo.
Do- G arde a V. S. P.lario doGoverno de Per-
nanihueo 29 J .'ho-te i835. Francis-o de Pa.-
I. <"v-l ao i i A'b'i'|oT.|oe Snr. Fram taco.Ja-
culo P.-ieir.i t'oi iti iilrttitr Superior da-G. N,
__ Oif< o ; Aoli t loa d" vll'-ndega, cominuni-
condo-lbeo contlieu la lo dfieio pitceden e.
DI^RC \S REPAR ll^OENS.
CMARA MUNICIPAL DO RkClFK.
Sessao d.) dia 2 de Maio de 1835.
Presidencia do Sur. Oliveia.
V^OMpareeerab es Srs. Doarmond, Costa, Sil,
un U^D
\/cri\iioi


B1ARI DE PBfiNAMBUCO

a

^..a.?i-.-ir-
e Cunhri, IWlaitdo com rauza os Sr.. J ze Joaquim,
Camello, Suiua, e Gu-niu.
Aldorta a hs/.B. e | U -, neta da antecedente' fui
an<*t>mtda por 'estar conforme.
O Secretario dando conta do expediente [mericio-
nU' Ws seguimos officins.
Hum do Dr. Francisco Xavier Penira de Brito
Jiz d'e'Orfos desla Cidade para que se nomiasse hum
Ci JadS que interinamente strvis.se le lugar, vislo
deverelle ir agora para Aisemb'a. rrofinci:! como
IXqjnla loSuppIente que te elege*e, oulro ocorien-
do o escrutinio foi elei lo o adtogado Francisco de
l'ju'aGuniJ dus Santos pera servir dito cargo inle-
.rUianseme.
uliode Francisco Rbi'iro ,ce Bulo justifican-
do a snanioles'w.cnaiatl.isiacaftde Facultativo afioi
de ser e.cu*o de ervir como Jui* de Paz do 5. Des-
Iric'o d* Estancia : que se chanasse oulro por elle.
Out'O do Chele de FoJicJa convocando hum Jury
extraordinario de&entenca para "o da 5 do crrenle
que seconvida- o Promotor a vjrassistir a extiacno
dass< dtiK4.odi4 por a dez horas da'maiihi, pe-
dndo .se ao Chele de Polica que disigue oulro da
atienta as dij{ncas e<0 que morad os diversos Juizea
do Municipio.
Oulro do Ci'lai'ao Joze de Arouquerque Cavalean-
l para que a Camei a chamaste, oulro que suprise na
A*embea pio*ineialo seii lugar, visto achar se pre-
z. liten.enie em Mo de reimd^o : que a Assemblea e
nafta Cmara de va elle dengir-se. rav
Qut.1,0 du Fiscal doft'.cie com ,liuii)a rellenados
mu:lados no mea pas.-ado : inteirada ficando com a
retace o Sr. prezidcmV.
Oulro do Fiscal d* Boa vista com a informacaque
se Ihe IjIi* pedido sobre as ecol|as de primera Le-
na.-, de seu Batr* ; inleirada. F. por ser d-da a hora
a!evau_tu-.se a sessa,6. Eu Joze Tacares Comea .da
FoHcpca, Secretaiio a escrevi. Ol>eha, r.
Cuuha. S.lv. Costa. Di iimoiul.
sata

Polica.
fi Xchl Sur. Da paite do Commandanle Geral
consta ler sidopi'zn um pit-io, qu<-fi encentrado
junio a p ra de um sobrado, laeodo se mudo, a
lei-lheaxada urna aave de ramstra; e mais consta que
nina Palmilla de Polica atix l..u no 3. I) cli ic Iq do
R.-cile a pruao do lie-.pai.hol Felippe Aires pronun-
ciado poi tentativa de tOi le em Antonio Rahelo da
jilva Pereira, axairdo-se-lhe um jo^o ele pistolas ; e
-.lo inesuio p.irt- cipa e respectiva Juis de Pa* : Pelo
1. Deshielo doCollegio t'uao preos Manoel ^Joo
meslie de urna jangada viuda de (Viucurid Manoel
Joaquim pass.'geiro da mean por o piinuiao apre
acular urna sedla fal.-a de 2o$ rs. que diz o 2. Ihe
dera. Nada mais con-la das pailtcpacoes de difeien-
les Juizes de Paz; entretanto quesei, por avisos par-
tcula) es q-.e urna rasa fura roubada dedia no A.
Destlelo da Ribeira, e para communicar V. Ex.
verdade j exig infornice do Juis de Pas;extr-
nhando-lhe a omissio.
Dos"Guarde a V. El. Recife 2g de Jtilho 1835.
lllust. eEacel. Sur. Francisco de Paula Cavalcanti
da Alhjiquerqtie, Presdeme da Provincia. Joa-
quim Ntilies Machado, Cl.efe de Polica.
Como V.?.'me disem.seo officio de 27 do cor-
rente, que o ordeuaiica de Policio entregou o Cava lio,
q,,e V. b. Ihe avi.i dado, ao Ii^p. ctOr Ho Juisde Pt-
de Santo Amaro, pnio se fas que V. S. se entend
coui ese nspeclor para saber que Gm Jeve ocav.llo,
e que piOtedio as iiecesharias ateiigoa^Ses a ver se se
o di .rabie, poi disse ni'e o mes mu ord. nanea que o
cv..l>o desapareced de um em ral onde eslavio hiu-
l<>s uutros tavallos, donde elle infera que lalvey, o
pr-pi o d.iio L.it-ssv \ indo tirar cavallo. para nao
i't r \ i.'tem, o que lie muilo de costme; e do
resultado de siii* ujilgat,6<-s q iero n)e.coiifnoiii(|iie.
Dees (iuarde a V. llecile 59 de Julho 1835.
Joaquim Numcj, Machado, Chele de Polica. II-
lusi. Sur. Joza Paulo do liego Brrelo, Juis de Pas do
S. Distiictodoljivilo.
p. upara que ehegue ao conheclenlo d<: lodos rom-
dei tracrever as Folhis publicas o'pnzente Edilal.
Alfandega 3o dellhode i8.15.
tecome\Graldo Mara Lltuxtchi de Mtto.
Inspector interino. '
AnUAZBM N. >
58 Chapeos para Senhora
60 l)ilos para homem
4 Barretinascm fundoa d olla
10 Masaos de palinha
6 Piles de couro preto
10 Pe s.s de E-lpa
fi Pares de Tamancos para homem, mullier, e
menino
'54 Pessas de zrrale azul
9 Pedacos de risradosaytriados
7 Pesias de Castha bi-aca
1 rOita debaela encarnada
1 Rolo de veludo azul
1 Molho de seis trancas de laru ene rnada
*6 Chalos
a'i D.tos
a3 Ditos
1 Fardo cera cuberas
1 Caxa com ferros
I Dita, com rap
1 Dita com caxithos e vid ros
1 Dita rom Missangas
* Dila com vidrinhos ^
3. Dilas com palitos
6 Caixinbas comTiifiinho* H
6 Barricas com charoles
53 Ditas com era\ os datadla
6 Ditas com Alcaide
5 Ditas com Resina,
1 Dita com (eixaduraa
1 Dila ctn Enxofar #
i Dita compedras de Espingarda
1 Porcao de Ju.nco
5 Ferros de engomar de lati
1 CamadeCdndi
3 Sacos cora Piment da India
17 Paos para Tfpoiiis
8 Sacos rom'Qujni
ai Caixas'com passiaa
vi9 Caixas razias
GENEHOS AVULSOS.
1 Caxa com Drogas
1 Dita com Agos Inglesa
a Ditas cujo conleudo ignoro
1 Dila com engenlio de descarocar algodo.
MEZA DAS DIVERSAS REtfDAS. '.
A pauta he a mama do N.' 133 ; eo jilgod&o
passou a 10$500.
W0*
'\
CURSO JURDICO
I^M rooseqqeucia do grave escandirlo, com que dei-
xou de se tomar 1 Poni em varias Aulas por (alta de
hura dos BeJeis, hanlem, e hoje; e cump indo-rae
prevenir a conlinuaciodesemelhanle corruplella, tio
prejudicial rpguliridade, e disciplina Acadmica;
ordeno, que d'ora em diante, fallando hum dos_Be-
deis, o oulro faca as suas vezes, tomando Ponto n'a-
qui-Has Aulas, de que se achara incumbido o sen corn-
panheiro, fazendo-ae-me sabedor dislo msreo para
chamar ao cumprimenlo deseas devores o Emprega-
do remisso. ,
S crelaria doCorjo Juridico d'Oliuda 88 de JuHw
de 1835.
O Director ntermo
Miguel do Sacramento Lopes Gama.
sndo. Todos elles fem o segredo de nao gastar era tra-
tfi*% elimr-se demoda?; mo gastlo lempo emsc
Vestir, inventaro huns lb s, (^mane^e'liuWiac.
to cobrem o corpo ; hurls ii> sapalo de Aposlolo^, a
cada passo muiiaatrra pizio'; ouiroscom os dedo.' d\
seos prs dscalcosdid figas nos callos; muitos tem as
celias bem providas; os nial prvidos corsem a cosa
da bjiba longa. Nao I omio cuidado dogovernoda
Republlba, e fora das ldjsy e trafigo do mundo',"no
rimanco q\oseu Clau.'tro vivem jnais contentes qoe
Diogenes na Ma lina.
Desles, eoalroa scmellisntcs 1 edculos discursos
ibundloas pra'licas d Aris'arcos ineligrosos, quein-
justamenrese ofndem do bom exempio dos qu con-
demnaoadissoluciorfosculo, coja antipata a vida
Cenobitica s na.see d alguns ben-, que adquirirlo
os Frades oo por seo snor, 00 por a piedade dos Fie-
is. Mas he-uccessario advertir a esses novo Econo-
mistas qoe lano Itmem a ociotidade dos Frades, queV
ha mu i los modos de trabalhir, e que nem sempre'.ha
mister callo! as mos para sinaes de duro ex'rcicio.
Oi Frades nio lera Coro?. 11I0 lem Confessionarios?
nio lera altares? nio (em palpitos? nio tem enfer-
inai ias ? Os Frades rio _dlo esn.olas as Portara ?
nSo Cullivi a sciencia ? nio lem Cadeiras? nao tem
Aulas? nada disto icm i's Frades. Sao entes null<
qnenio trabalhlo, e que s desf 1 uctio ociosamente^ o,
que bem pudera ser eonvertido em bens nacionaes, a *
irazer vanlagems'coucideravcis ao esldo. S 03'Fra-
des, ou as'ordens Monacaes slo occio.'as, epor isso
devem ser xlinclas, lemdito Dee>s Vagueifo por
fessas ruasjbandos de vadiol, enliilhfo os boleqoins, e
tavernas mandries eternos, nada dislo da cuidado
os me Snrs. Cales Censorinos. Os convenios sim
porqu esle offerecem'conreni-nciss, que nao:sSo pa-
ra dspresar. Compare o secular as quotidianas oc-<
cnpaiS.s Ja sua caza, com os ordinarios exercicjps de
huma Caza R-Igioss/Tvi ja e admiro adrrRrenca de
huma habilacio a outra. Era lumia ludo sao Hlenl-
es a dome ticas temporalidades; ua outra ludo sao ac- *
d s edificativas cum a mira na eternidad?. Os Fra-
des apetar de sua relaxarlo nio os remos reducidos a
huma vergonhosa indigencia, perseguidos dos credo-
res, cheios de dividas, pelo que se conrlue que nio
slo tio desmazelados tio negligentes, era os seos bens
lio impiod'ucliros cemo dizem osaffeciados Estadistas
de hoje. -Estes devem notar que as comunidades do*
Religiosos anda depois de decadas da primitiva ob-
servancia nio falli bona entre mos, qoe ainda ce
empreglo nos ex* rcicios pios, tralio do ssseio, eor-
nato de seos templos: que a inesm* Igreja de Cfiristo
Salvador oosso sera embargo de ser obra do mesiuu
Deo tenvagora differente fervor na observancia dese-
os preceilos, e coneelbos, do que teve no estado pri-
mitivo de sua fundacfo. |Se os bens do Religiosos'fos-
se oqne os lornasse menos perfeilos, e virtuosos, pa-
ra se effecluara iua reforma sera duvida era indispen -
savel a duaprupriacio, mas se a sai m nio ho qual o
intuito de hum senielbante'procedrr? Respondi os
entendido.
/ P. daS. O:
COMMUKICADO.
Sobre a desapropriaco dos bens dos Fiados.
E
EDITA L.
[XiSTiNO n.sta Alb-ndeg.i annos cem se saber a
qi'i-ro pe lencem e>s a Ugus ab.ixo i< laconados, e o>
mais, que O'iiliMoajji a relarioiiai -se, se atiza pelo
prc/.enle ao cens prnpi leanos, para no pi>6\0 U r-
m<- de IiiiIj das conlanoa ne hoje os f.i/.. em cli r, e na Id ti s' proied'i o sn.i senda em Iih.U pu-
blu-.., p.n conla, i-acula de seu^ d >mni.*, semque
ibes 6 |))< eoiupelindo oduvito de a 1. gar conza algu-
.raa contra o etleile da ini.-siiia venda, como piesi leve
O Art. 1 f>7 do RegulaieBto de 2o de Setcrobro p.
A
Muitos seculares parece vida dos Religiosos o-
cosa porque nao lavrio (como anligamenie costuma-
|o) a lena nem gaslio em oulro. corporaes, e.peno-
so exercicio- a vida. Escanda usados de-'a apparen-
te inigo, dizem alguns, pode haver vida mais des-
dorada que a de hum Frade ? Ter aempre a suas ho-
ras o comer le lo, eaos toques de hum alegre sino,
ajuntar-se a faZer bom mata no refetrrio ? Para o
Fiada mais reformado, a chapeo de grandes abas, he
chapei/desol; no pino da calma anda sombra. No
cpeJbi a cabega parece tartaruga, recolbida pira der.-
tro quando ebove, taluda para tora, qviando vaiwli-
THEATRO DO RECIFS.
arw
JUrOmingo S de'Agosio ultima funco do menina
Frederic Planel d idade de i2 annos. Depoisde o-
ma bri'hanle Ovcrtra do Rocine, o menino Planel
executara na Rabees b armonioso e grande concert
do clebre Lsont mestre da Capilla RealdePar;
depoisa conpanbia Dramtica representar a acredi-
tada peca em dois actosZulmiraConduindo-se o
1.* acto ; e menino Planel tocar no piano, as grandes
?ai iacesda Vilela do celebre Henrique Her. De-
pois do i.' acto o mesmo Joven Planel executara em
'sua Rbeca, a pedido d5 mullos SenRores, e Senho-
ras, as variaco. de Wioniskr, as quaes imitara i-
denticamente a fliula, e far vanos rzicatos. Dando
fSm o divertiinehlo;cm a ferca ntitulada-A rartei-
ra A na 1 ho mica.
Precos.
Camarote da r. ordem.............. 4$>800
Grande camarote d tente da 1. rdem.... 8^000
Camarote da a. ordem nobre............ 8^000
Grande camarote da 2. ardem.......... 10^000
Camarote da 3. ordem................. 2$40
Grande camarote a 3. ordem........... 3^200
Platea geral......................... 64
Varaudas........................... 3*0
AVIZOS PARTICULARES.
Roe i/a se entregar urna carta de importancia s
Sur. Luiz Frnci-co Corris Gomes que pouco se
niudou de Santo Amarinho fregunia da Varae jka-
ra ela pracn, e como te gnor a ma morad roga-t-
I
MPAMTDAnn m


%.

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I
ao dito senhor queira vir'. ou] mandar receber a-dita
carta bb ,lja d cadeia loiau. 49.
Quena annuociou querer comprar una ca>a
,.. Olinda, ra do Jogo da Bolla 5 di. ija-se a roa d
Jardioi D. i4- k,.
M- Prec.ia-se singar urna ra.-a terrea, 011 sobia-
,1o dTum andar, scj. aonde for : que.., t.ver anun-
lW Qualquer Snr. que se quizer dedi-ar .orar
S? do'. .0 B.ulho de G. N do ftenfe; os -
pintes instrumentos: Tro-bono. !/.. T.ol,
l.rim e Fbulim, comparece em casa do I'lsPec^r
d n'u.ic. do dito Ba.alhao, na ra da cruz n. 2, pa-
r, avista do MU talento, trartar-se do ajuste.
L Precia se de un, caixe.ro hbil para tomar
contTde uma venda por balance, dando fiador a su.
conducta i na paJari. da ra do Peuo.o das cuco
''"w* N.Mncsma.precaa-se de uma ama que tenha
mnitoeb.m leiie, seiidocapliva.
V Qjcm pre/iipr e uma criada para to vijodecasa de humen soltciro ; dinja-se a ra da
Isluria loja de Ignacio Bmdeira.
*y pessoa, qne aiinun.-iou no Diario de Per-
narobuco do segunda leira 9.7 ter 3:000^,000 re.s pa-
ra J^r a uros no sobrado D. 33 ao lado do sul na ra
Nova, parece haver se engaado, visto que sendo pro-
curado diloanouncio, niuae enronlrou-, queira por
Itiflo dcsfaier csse engao, caso o houve, para se pro-
curar de novo. .
*C3 O senhor Bernardina de Moer, queira diri-
girle a ra Nova. D. 29, para abi sal)cr aonde existe
i,macarla viuda do Porto.
irj. p,eciza-ede um feitor para un sitio perto
da praoi sendo rortuguez, mas que enlenda de plan-
lacfirse saiba Irabalhar de enxada : nafrua dos Qur-
t.isl). 5 no segundo andar.
Ky O abaixo asignado faz scienle ao respeitavel
publico que pes-oa ali-urna faca n< gocio com Mana
dos IVazeres, relativamente a huma morada de casa
terrea sita no beco da bomba n. 6. por isso que tem
..'mi-smo a quanlia de 251&000 de hipoteca pela qual
esta a proprielavia obrigada, e por isso a pessoa que
nui/er cmprala ficar obrigada a pagar ao annun
,.:ilu,e a referida quanlia, e para nao se chamar a
ignorancia qualquw pessoa qoe o ditoabaixo ass.g-
n'ado faz este annuncie
Marcelino Antonio da Silva.
gh Precia-se de um hornera solteiro livre, ou
cativo, que saiba cosinhar, e fazer as compras preci-
yas para a cosinha,* quem quier ajusta r-se para ese
fimdiri|a-se a Cidade de Olinda ao Mosleiro de S.
Benlo, que achara quem mesteriza desses servaos ou
neslapraca procure a 11.a das croy.es D. 13, I.f an-
,lar, ou mesmo pode annunciar por este Diario sua
morada para ser procurado.
^y A pi-ssoa que tiver avizo, de que pela Barca
Bella Pemambucano Ihe ser remettida uma lata sem
N. nem marca, dirija-se a ra do Crespo D. 8, para
serenformado sobre este objrcto.
^y Frcla-^e para a Cidade da parabiba, Rio
Grande do Norte ou As.- o Hiate prazeres Parahiba-
110, muito vdleiro fabricado de novo, e chegado a
penco d.quella Cida-le, quem quier frotar para
qualquer dos Poitos dii ija-se a ra da Senzalla velha
n. 3^.
1p^- Roga-se a senhor que bontem (30 do corren
1<-) comprou em uma lja da prarinha do Livramen-
lo nm par de meias azues, haja de aparecer na mes-
nia loja pois teoi-so negocies a traclar com o mesmo.
YW A comisco Administradora dos Hosptaes de
CariJade, e casa dos Rxpostos tendo de dar compr-
manlo a Lei provincial de 10 de Junho, recomenda-
da no oficio do F.xm. Presidente da provincia, aviio
a lodos s senhores, e senhoras que tem a seu cargo
l"!\p..stosdequalquer dade e sexo que sejo oa a-
p'resentem na casa dos niesmos no dia 3 do prximo
l'ucturo Agosto pelas9 horas da manhi, sob.pena de
llieseiem loirsdos judicialmente, e recolhidos a mes-
ma caa, paro se lie dar o destino marcado na raes-
ma I.' v-
Padre Joxe Theodmo Cordeim.
Esciivu da Adniini-tracio Geral dos Ho>pilaes.
fy Resptnde-sc, ao Snr. dezejoso de saber a ra-
lio porque nao sahioao publico, o parecer da Com-
misso da Assemb''. Provincial sobre a p.elenqo do
Mrquez do Becife, cespito doULspil..! do Parai-
ao : qne motivo foi, por anda se nia achar decidi-
da a piltnc,o do dito Mrquez, pj3 a Comms>o
tifeveceo um Projecto de Lei obre o mesmo objecro,
qual foi a iipprimir-se para entrar em dUcusJo, a
,0111o nao tivesse lempo de ser discutido pelo curio
espaco, que decnrri) da impresso, no encerramenlo
da As>emblca, ficou pr esse motive para a Sssio
vnduuia a sua discusso ; o que ludo consta das c-
I .s que coirem impresas ns Diarios de Pemambuco.
M.aemfim, seo Sur. dezejoso de saber, qMQiaa, que
lsse pub'icado lodo os trabHioa U4 Asscinb'.a,a
mesmo a quelles, qne nao fossem ultimados por falta
detempo, u 'culpa foi sua, pnis Uo lempo de princi-
piar os Irab'lhoi da Asemhi- j ^-*'' .-?! Cidade
Monseur Gooel P^ofcssor da Arle de Tacbygrafia coto
qu.-mo Sur. dezejpso podia ter. le loado algumas 1.-
c5es, afim de satifawr os seus dezejos ; poi.. segundo
me parece a Secretaria da Asscmbla t tem obrigaco
de mandar publicar os trabamos ultimados, e nao a-
qtiees, que anda nio liverio deciso final.
$3p- Antonio Rebello da Silxa Pereira faz publico
que nunca escreveo a pessoa alguma, que nao fosse
por sua propria letra, e por isso declara q' toda, e qual
quer carta, 011 e cripta que aparecer smenle assignada
p lo aununcianie e Me, poa eonsla-me que com a
priso do meo segundo as*, c na te periende ortanjar
uma carta assignada por mim para defea do mesmo
o que eu muito dezejarei que apareca para aullo publi-
car o nome do malvado que lem ahabelidacle nao so
de urt..r firmas, ma8 lobem de saber tirar toda
aVscripta de qualqucr papel Jasando somente a firma
e'm bai*o para nelle escreer o q:ie bem Ihe parecer.
tJT- Quenl peteizar de um rapas Brazileiro, que
sabe bem ler, cscrever, e contar para caxeiro V-qual-
quer caza de negocio, dirija-se a Camboa do Carino
D. 15.
NAVIOS A CARGA.
Para Macei.
Si
^JEg.re viagem o Hiate Santo Antonio Fiordo Bra-
eil no dia 4 de Agosto : quem quier embarcar algo-
ma.carga, ou ir de pissagem em o mesmo H ate di i-
ja-sea bordo a fallar ao Meslre do mencionado Hiate,
que est fundiado dtfronte do Trapixe novo.
*.<% %%%>

COMPRAS.
^ M fogo de ferro, propri para cosinhar com
earvio: na ra da ruz n. 61, ou annuncie por esla
folha.
^ry Urna Orthographia de Madureira nova, ou
em bom uzo : quema tiver annuncie.
ygf Kscravos mossos e sadioa para fura da Praca
qne sirvi para trabalhus de Rngenho : na ra das
Ci uzes l. andar D. i3, demanh at as 10 horas, e
das 2 as 4 da tarde.
VENDAS.
V:
'da da ra da cadeia do Becife D. 34, junto a botica
de Antonio Pedro.
yy Chapeos de casi or bra neo, pardo, epieto, de
7$) re?, ditos cor decinza a o^j) le's o1'"108 Pu,,a se-
nbora, meninos, e meninas, das inesmas core-; bo-
nesde lontra, pao, seda, e tan, e oulras qualida-
des por prec-o comrooJ : na ra d* cadeia n. 42.
}0f Um escravo de naci por dinheii 9 Coi rente
ou anda mesmo por rooeda de cobre testa liza : na
tua doCrcsgo D. 5 1." andar.
AMAS DE LEITE.
JSl Luga -se uma ama com bom, e bstanle ieite, por
t-r parido a 8 dias, e ter morrido 0 menino : na ra
Direita sobrado de um K) andar D. 58. f
ARRENDAMENTO,
S&Rrenda-se um sitio na ra Direita da Povoaco dos
Afogados com boa casa de vivenda para lia, lodo murado, com (rez cacimbas, a lauque para
lavar roupa, e difieren les arvurea de fructos: na roa
Direita sobrado D. 30.
_ M bom escravo do gento de angola, com 25 an-
uos de idade, e pescador : na ra do Livramento D.
i3.
ypp Cha hsson, manlega, sei Veja, chacota te, gi-
gus de garrafas, vasias uglezan, farinha de trigo Ame-
ricana, caf do Rio em saccas, sabio amarello, e -
nbo de Lisboa e Porto, em barriz, tudo por preco
commodo : no armazem de Fnceca & Corap. na
ra da cadeia velha n. 59.
%ry Um moleque de naci Angola, de 12 a 13 an-
noi de idade, muo ladino, e esperto, e hbil para
todo servico : na roa Velha da Bio-vista, depois de
passar o beco de Josjo Francisco lado do Norte D. 16;
e ao comprador se dir o motivo porque se vende.
HJP" Uma escrava mossa de bonita figura, sabe co-
znbai.- o diario, Uirar, engomar, e ptima para todo o
servico de casa : na pracinha do Livramento loja D.
20.
^y Uma canoa de carreira, de bom tamanho, por
ter laboa no meio : na-rua Nova ao p da ponle ar-
mazem que lem louca D. 29.
%cy Um escravo de Angola, de 12 annos, sabe co-
zinhar, e vender em venda de moldados: na ra da
Ruda confronle a esquina do extinrto Hospital.
&y Urna escrava mossa, de bonita figura, sem vi-
cio era achaques, sabe cosinhar, engomar, ensaboar,
e entende de padaria : no atierro da Boa-vista D. 29.
^r^p Urna morada de casa no paleo do Hospital do
parauo, de trez portas ua frente, gebinete ao Ldo
com seis quartos, oitoens dobrados de ra a ra, e
bem propria para levantar-se um sobrado : na ra
do Livramento loja D. i7.
%Jf Superior ha peos de castor, braneos, e pie-
Ios muito linos, meias de seda inglezas, e francezas:
na loja da ra da cadeia do II.-elle n. 16.
y^ Uma escrava de naci Angola,* boa engoma-
deira, lava dejsabio, cos'nba o ordinario de urna ca-
za, lac doce-1, e sabe reftiiar assucar: no pateo Ja San-
la cruz loja de marcim-iro.
^fy Um molato de dade de 19 annos, sem vicios,
e por preco coniiiudo : a fallar em Olinda ra do
Amparo D. 36.
|ry Chpeos castores pretos de copa Uiixa muito
tupettoiet p>r preco coiumodo ; na loja de fazen-
PERDAS.
IV.
_ O da 25 do correle desapareceo de hum cama-
rote noThealro huma bengala de licorue sem castio,
e nem ponteira ; a pessoa que a axou quareiido 1-esti-
tuil-a dirija-se a roa Direila 110 2. andar do sobra-
do D. i3 que ser recompensado.
XW No dia 24 do correle mez de Julho enea-
ronhando-se ao Sello uma Cerldo do interese de
Joaquim Gomes de Araujo, passada pelo Officiat en-
cnegado, da conlabilidade Militar o Snr. Joze Lo-
pes Roza, aconteceo perdel-se. Rogase a pessoa a
cujas maos ella foi ter, a entregue, ou monde entre-
gar, lia ra do Livramento, lado direito, 1.* andar
do sobrado D. 13.
ACHADOS*
.^Chou-ae umaeaia de prata na noite de 26 d
correnle: quem for seo- dono pode-a procurar na
roa do Cotovello casa n. 357 que dando os signaes
dt lia Ibe era entregue.
ESCRAVOS FGIDOS.
Joze, crilo, de 14 annos, baixo e groco., tem um
sgnal de talho que mal se divulga no beico inferior,
cara redonda, olhos papudos, tem na barriga signaes
deferida; levou camisa e sirola do estopa: osapre-
hendedores levem-o a Solidad confronte a Igreja, ca-
za de 3 janellas e porlio.
%& Domingos, de naci Angola, estatura ordi-
naria, seco do corpo, com as canells finas, efavuoia
deltas tem uma pequea sicatrz, representa ler 25
annos-, fgido no dia 27 do corrjnte, com camisa e
sii oula de algodo, chapeo de palha velho : os apre-
hendedores levem-o a fu das 5 ponas D. i4.

NOTICIAS MARTIMA.
Taboas das mares cheias no Porto do Pernambueo
-a
en
3Segunda S
4T:---- 1
5Q:---- i
6-Q:---- -'
7S:---- 5
g_S:----- -
9-D:-----
6h 54 m
7- 42
8 - 30 1*
9- -18
10- - 6
10- -54 n
11 - .42
Manhi.
Navio entrado no dia 29.
PaRAHIBA; 12 dias; Hiate Prazeres Parahiba-
no, M. Joaquim Carvalho de Muura : loros de man-
gue ____
ERRATA.
1
RO Diario d'hontem, pag. terceira, col. segunda,
na qoarla linha do pargrafo abaixo do titulo /**
15. Alagador leia-se Mogador
' Prn. na Typ. (le Diario 1835
^


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