Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02411


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Full Text


ANNO DE 1835. QUINTA FEIRA
-"---
* <("* */>
^>
*7 v
50 DE JLHO. N. 137.
-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Prnambuco, ma T%r- dePihhEiho eFaU. 1835.
das da semana.
97 SegundaS. Pantalilo Med- Aud. dos Js. do C. de m. e de t. cu
28 Terca S- Iunoceneio P. Re. de m: aud-do J- de O.de t
29 Quarta S. Marta V. sessao da T- Pub.
30 QuintaS. Hufino M. Re de m., aud. do Juia do C. de
m. e de t Entra o Sol em Leo aos 3 m. da t.
31 Sexta S- Ignacio de Lrjola sessao da T. P. de m. e aud. do
J. de O de t .
! Sabbade. Prime?!* de Airo.*) S Pedro ad Tincule Kelacao de
m. "aud. do Vi. O. de t. em Olinda.
2 Domingo N. S- dos Anjos S. Eetevao P. M.
Tudo agora depende de nos meamos, da nossa prudencia, mode-
rado, e energa: continuemos coma principiamos, e seremos w
pontados com admiracSo entre aa Nacoes mais cultas.
Proclamaq~ao Jutmbl Q*rml i Bra%il.
Subscreve-se a 1000 rs. mensaes paros adiantados nesta Typorra-
fia, e na Praca da Independencia N. 37 e 38 i onde se receben
correspondencias legalisadas,' e annuncios; inserindo-se estes gr.
tis sendo dos proprios assiroantes, e viudo asaignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
OlmdaTodos os diasao meio da.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde Mamanruape, Pi-
lar, Real de S. Joio^sBreio d'Arelt, Rainha, Pombal, Non i*
SouM, Cidade do Natal, Villas de Goianniha, e Nora da Prnec
Ka; Cidade da Fortaleza, Villas do Anuir, Monte mor novo*
Aracatr, Cascavel, Canind, Granja, Imperatriz, S- Bernardo,
S. Joio dff Pnnoipe, SobMr, Nora d'ElRet, Ic, 9. M 'theus, I-
acho do sanjrue, Santo Antonio do Jardim, Qoeramobiro,.e Par.
naiba Segundas e Sextas feiras ao meio dia.
Santo Ando Todas as q'uartas feiras ao mel dia.
Garantaos, e Bonitonos dfas 9 e 23 do MCI ao meio da.
Fuiu -no a 13 de nada mes ao acia Sernhaem, Rio Formozo, e Limeiras-Segundas, Quartas,
extas feiras ao meio da.
m
ContinuacaS do N. 156.
Outro obstculo mais fatal, he o conflito das Au-
thuridades constituidas, o possivel combate dos di-
versos ramos do poder, a lula do Senado contra a
Cmara dos Representantes. Todos estes defetos po-
lticos nascem da falta de concentracaS, da disper-
so e retalharnento da Aathoridade. Nio se devem
supportar os onus qaando se colhem os loaros ? Pa
g lo os Americanos por e,te preoo sua independencia
esua organisaca poltica. He entre elles difficil o
despotismo, fcil porm a dissolucaS. Felirmenteos
nao expSem sua situacio a repellir frequentes ag-
gres-es hostis: elles nao teem necessidade d'luima
crganisacio forte. Todos oceupados era sua civil sa-
cio interior, nio tem es Estados at aqu interesse al-
gom em usurpar hnns aos outros.
Difiere pi absolutamente dos Estados Europeos
o ponto de partida da Poltica Americana. Collo-
cio aquelles a fonte do poder no Rei, e cada huma
das liberdades adquiridas pelo povo passa por huma
coDcessio feita pelo Monarca. Col loca o Systema A-
iiu-ricano pelo contrario, a fonte do poder no povo,
que delega este poder a seus representantes e que Ibes
faz coricesnio temporaria de seus direitos. Segundo
a theoria Europea, suppoem-se que nunca o Rei faz
mal. Suppoem a theoria Americana que esterad som-
pre accordes os inembros do povo Soberano ; fieces
ambas impossireis. Qnando o Rei se engaa, pare-
ce erer-se que seus Ministros seenganaro ; quando
os EleitoreS estad descontentes, parece acreditar-se
que esta elles mui 6atisfeitos; podem porem estes
dous byslemas ter seus momentos de crise. Se o Re,
aperar do clamor do povo, se obstina, como Carlos
X em conservar os Ministros e a theoria por coose-
guinte que elles representad; costi.mado o poro a
julgar que Ihe he livre apeiar o Ministerio, subleva-
se e despedaca o throno. Se as dissensSes dos Esta-
dos tomarem hum carcter grave, ae elles recusa-
rem admittir o arbitrio do Poder central; ahi tere-
nos guerra civil. Neste caso, nunca as represen ta-
c5es do Senado impedirfo que os cidadios peguem
em armas : sao sempre as paixes mais fortes que os
principios.
Os perig'is que podem ameacar huma Repblica
Federal nio sao os mesmos que os que ameagSo qual
quer Monarqua Representativa; elles partem de
principio opposto r aqui o abuso da forca Real; ali
abuso do principio democrtico. Se infelizmente se
enganarem na America e calcularem pelas bases Eu-
ropeas, porio o Estado em peigo ; bem como o Me-
dico exporta multo o seu doente, se applicasse a hu-
ma doeucH e que he indicado para outra. Tentai
pois, se podis, federar esses paizes da Europa onde
a populaca5 vire em aperto e onde falli subsisten-
cias aos Irabalhadores : choca r-sc-lio es interesses da
Irlanda, Escossia e Inglaterra, ernesmo os de Ingla-
terra Meridional e Septentrional, e nao haver po-
der soberano, nem Conselho Amphicl vpnico que pos*
sa prevenir sanguinosas discordias.
Apenas boje se entrev ta America oprimero ger-
men destas desintelligencias ; he o territorio vasto, a
trra nova, a populaco muita espalhada. Deixai en-
grossar e cerrarem-se as fileiras, as Cidades aperta-
em-se, as industrias cooslrangerem.se mutuamente,
a elegante civilisacio oascerdoseio da civilisacao ma-
terial j seren as paixes mais activa, as ambices
mais speras, as necessidades mais difficeis desatisfa-
zer ; veris entaS se nao havero collisSes dianas, e
se ser mui fcil manter a harmonia entre estes dis-
paratados elementos. As pequeas famihas disputad
mais vezes do que essas de grandes Fidalgos em que
marido e mulher vivem em quasi continuado isola-
mento. Huma populaco amontoada em acanhade
territorio deve estar exposta a dissensoes mu.to mais
frequentes que aquella que se acha espalhada em vas-
to terreno. Sio boje os operarios os que dio a le
em Philadelpbia : se isto continuar, a Itre-democra-
cia dar a le aos Estedos Septentriones, e arfa go-
vernsdos pelos trabadores-, fabricantes e hemeni
rieos soffrerilooiugodoartifice. Pelo contrario ver-
se-faaS breVe os Estados doSul obrigados e augeiUr
seus escravos a rgimen mais severo,
J____-__.____-_______.- Imf
e a caminhar
dora arislocraia; ?m isso que fv5 elles de toda
essa populaco negra, despresada, enrilecua e ne.
cesuVia? Aggrav?rojOgoheterrivelcond.cefr a que
na5 podem escapar. OSul e o Norte marchio po.s
em dous caminhos oppostos; o reg esta tracaoe, nso
ha esperanca de sabir do entalho ; cutnpre ir sem-
pre para dia ni e, dar sempie nova e cretcente toica
ao principio vital que se ha tomado coroMuijfo or-
gnica e secreu d'hum e outro Estado, >sto Be, cne-
gar a resultados diametralmenle oppostos.
' Passar-se-ba muito tempo antes que se c.h<,aJ*
ultimo desenvolvimento destesdouspnncipios f xw>
ei: masdcerto que o principio ultra-democrtica,
o mais inquieto, violento e perigoio dos doos, tem
ja feito explosS de modo perigoso. Ja el con
seus cadveres, soas casas qoeimadas e seus tumuiof
mortifero!. O excesso do principio aristocrtico ul-
traja a razaS e anatureza, em outra relacao, e'e8ue
huma marcha menos estrepitosa. Mas tra* el tad
bem com sigo suas desgragas. Temei a insurreica
de vossos escravos, dizem os Americarros do Norte aqa
do Sul} quando sua ppulaca5 exceder a vossa, qu
fim tereis vos ? Cumprir que nos chamis em TO
socorro, nos os contemnos sera difteuldade ; esU5
elles habituados escravidaS e nfo se sublerarao
romo vossos operarios, que, persuadidos que sio
Reis e que vilem tasto como vos se arrufo de seu
numero para vos aterrarem e subjugarero. Se temos
algum pe igo que temer, he nicamente da vossa
parte. D helo, sio vossos operarios vossos do'-
naderes, vos nio ousarieis dar hum passo que lhes
desagradarse. E vos, to ufanos de vossa liberdade,
estaes ja debaixo de meio jogo. Porque nos chamaes
tvrannos? Nos antes queremos tyrannisar nossos
proletarios do que solTrer sua authfVidade, como o
fazeis. Queira Dos que as declamac&es de vossos
horaens de trabalho (workies) contra os ociosos, is-
to, contra os capitalistas, na8 provoquem os negros
a insurreica5 ; entaS seria geral o morticinio e vos e
nos todos morreriamos.
Sio estes os perigos que temem os prudentes Ame-
ricanos. Reinando a opposiea5 do*s dous principios,
hum ao Norte e outro eo Sul, enfraquecer ou Mul-
tar esta ? No caso dfe continuo e progressivo desen-
volvimento dos dous principios, estar evidentemente
ameacado dequebrar-s o laco federal.
Eu viajei Sule Norte deste paus ta curioso, U5 no-
vo, ta5 interesaaute, que reuni toda a experiencia
dosseculoa, esobre oqeal ealaS fizadas todas as vis-
tas. Vi New York e sua magnifica baha, e seus mil
navios e os pevhoes de todas as Naces fluctuando
debaixo do Sol. Vi a Virginia aristocrtica e Boston
a escravidaS e os lavradores. ProCurei cotbecer O
pontos morbosos de cada Conatituica5, e os perigos de
cada'organisaca. He mui certe qee a democracia
lancou profundas raiaes em Nevr Yoi k; mui certo qu
os demcratas staS ja em guerra surda com os que
habia bellas casas, que bebem viohe de Malaga, que
lera Romances, e Revistas : a guerra na6 est dia-
posta a terminar U5 cedo. Todos os annoa na ocoe-
siao- doanniversario da evacuacao de New York pe-
los exercitos Ingieres (a 95 deNovembro) far este as-
cendente da democracie notos progremos e ae ma-
nifesta de modo mais intento. Darantt aaa patriti-
ca festa, longa procisss d do corre aa roas da Cidade, e com seos gritos, dis-
cursos, e cantigas manifest bem qual he a mira, de
todas e.us demonstracoes. Nelia sa vem carniceiroa
a cavallo, ornados de grinaldas de salcbienaa penden-
tes em festoes, Alfaites com blica topee, cerregado*
d'amostras de panos; Serralheiraa, levando em caden-
cia elriunpho o folie, bigorna e maftello ; remendo"-
es em tendaa mover expvimindo todas por seus gestea
e vocifvracees esperances ou ameacas. Esta festa
solemnemente cmica ne5 he menos hum sacceato e
victoria alcancada pekM industriosos sobre os rios.
Estes atsistem a ella so por decoro e por medo; na5
ignora elles que a coesequencia natural das dotri-
nas de 1793 adoptadas pelo povo seria a destruidlo
de suas propriedades e ruina de suaa familias. Toda-
va esU manifestaeaS1 de hum espirito que sacrifiee
todas as oceupaees intellectuaes s menuses he des-
tituida de nobreza e dignidade. Conhecem todos mai
bem a ultilidade das artes mecnicas; mas quenf nad
v tabem que he o pensamento o nico ditino; que
s a elle pertenee e apotaeoee; e que se o S-pateiro
he mui estimavel na su tenda, he iafteirameale ridl-
calo metamorphoseado em triumphador.
A pesar disto, nao ha Cidade no mando em que *
aristocracia da riqueza pete mais groaseiramente so-
bre a Sociedade db que em I*eW York. Em quantO-
os irabalhadores (workits) exemtfo sua comedia pro-
oeasional, nao procura os borneas opulentos senf
distinguir-se pelo numero de doUars que aceumulio.
Fulano ganhou agor 2,000 dollara en couroi.
Ou entaS Sicranolte o komem mais diitincfo da
Cidade, ganho na onima eapeculacafr 5(7,000 dol-
lars. TaestaS as frases que ouvis repetir em todas
as reunies. rqui a pelavra ddllar oceupa grande
lugar as menores contersacSes, e grande influencia
em todos os espiritas. Ab I Quem o crer, nesta So-
ciedade dominada por ideas anetenaea e vulgares o
entes que cbamao- palola, n6 teme entretanto appa-
recer. He parodia mui curiosa e que mmto ae oase-
melba a nossos ridiculos Provinciano.. T)rdmana^
mente o moco Americano que aspira a este papel tem
viajado na Europa, e de olt. a patrie consagia
bumanno e esU existencia deborbolett. Falla abo-
ca che em Dnques, Condes, Br#a6es, e em tudo que
vio enafrvio na Europa*. Bnsma dances Francesas i
raulberes, enrrige aa corteas dos bomens e he orcu-
lo dossales, quefrequenta. Paseado esta era, vol-
ts o meu hornera para o seo armasen), terna-ee A-
mericano ou cbv*alida, na* se eecup se na6 no seu
commercro, eesqueee-ae inteiramenee das tradicoee
da Europa.
Continuarse A.



3
filAHIO D PEHNAMBlCO.

-
RIO BE JANEIRO
Js*mkl*a Gefmt Legislativa.

paou
i secadores.
SessaS em 80 de Maio.
Vice-Prfaidencia do Sr. Marques de Paranagu.
Elb i O lloras e-meia,eslpde. presentes ajB SjaJ-
dores, abri se araes-tifi, leb-se pprorou-.-t a atta.
da autccederite,' com leve correctra.

.. I
ORDEM do DA.
EnlraraS pm ultima disn:ss*6 as emendas < ffere-
cidas oCapimlo 1. do Regiramto fominutu p-
provadas na scss;>o arilrier.
Seguio-se a coatiuuaca da 3. disrs^uS do Re-
giment cotnmum de ambas as. Camaras*n* Capitulo
*. eomeudasa elle ofierecida adiado pela hora
na 9*s>a6 anterior.
i O Si'. Almeida Albiiquerque mpugnou a id/a
da rol#9#6 individual, apresenlada na emenda offe-
recida oo artigo 58, fazeodo ver que as Cmaras te-
fid se ecipnr de e.'eicfis diV"? 6es, s^nd" as
eleuOes feilaseai secreto, segundo o* R-gimen'os, c
as discussoes votacnfi era **>u resaltado era public,
p-lo meio d* volacu-Mu.bolira ; e que quanrin reu-
nidas a Cmaras em Ase:nblea Geral; votac fi que
fr^,hKHf.nu5hi bu.ua ?oUCaoncva.1
0 Sr. Barroso deila-ou se entra a emenda, m<>s-
JjfjMido .w *!>te eskMltt Sead o volar-.se pub ica-
menie, oque muiloronvbiha em g.'ial, ,-,i para e-
aT'M'q^ W^^ft^^giavidad Ji.Miies.4e abalas :
Uolow que, elk^u que na, Inglaterra sevoes eiaO.
publicas, todava o .-eu, ReginRHto o prohiba, fl por
ajptisoh* qtie,se praiieavu u contrario.
*. QSf'-. Gftvneirp de,Campos combaten as opiuioes
du df us^9bije*,Qradore ,cpe, o procedivS, e s*-
fntou a conrcninucia da vtaca& acc*e'b, reforcan-
dtJr-Mun e\4w>^k>f.duiErtado:s Unidos.
0|-V*irV*lr# dM>e que com qmnto. lia nudlo
lfclp mo^njjiNgoi-^i.idivj.Ui^, eiit>, adoptado em tem-
po ciav,qiie u* havis^^p^ieuciA do queera .-y.leme
( parlamentarvpiaUvameirte, p,,rem Jta vendo he des
.unos de pretil*, e teudoelia n>o>trado a conreinen-
cia du coulrario, deviaa volacasci-VIa ser orf ado-
ptada : pagando .a aprsenla r algumas bypotb.ses,
d,.larouque u era lorie, e o vconhecia enre
que cnsul Uva o ^encoraew, a>e p..r ss.. onajul-
gavem pana* d^aer Senador, o e*pusa*i*m da casa,
m,*,q.u*-uV peraiiiifH.-m-ifi^Qra; loase fano. Mos-
tr.,u qyj,noavuode-.i8a5oq ,8iy st i,.,tou (le hum
fhiecloy uo^uaM pdtfjdier, que. respeilus hu-
B^U9shejMieLud^.5 doci-Jj lo, o qnal era a dola-
ea^ da.mrIji|>erado4-,,4oHea que pela Cairnra doa
Depeta lo., lora, balita Je, a 460 tOtU de mis ano*
Hcuio Aljectoaeodo.rrfiotln'o *o frmdo f.i adia-
. porgue lwu* uVs M.-mb es ta Osa ( que? nelU
e*>te.)oprope, fui.lado em que Sellado, ou
* As.seo.bli* Lieral c*5 dr-*ii (\u,\*r hum negocio
ds tal iititx Km.ter huma ii*forma^.i6 c irn.stan
fia^ia^, !*) motivos, de tal a.liamn'o er*6 o n .^
oovuquepa-awie tal s,ma, p.n.im sim o d<-mil
teo.ito> que a.3N..?J6n45 pdi(lar ; no nn s.Ruin-
Xx. U at*ndur do objeet.., a4>. Hi-rse a disdssafi na C-
mara dosDepUl#ds j>pr | liayer a-palpado pi-
v^dd', W**l|Ud<> iiwiibm do a hura, bu .. em prego, a Miftro.fcll|0a commenda,
rtc^, o que e* copa que: j hou.reas* huma mara
pra que. paasasse oque pretenda, esen.bi pr..po<-
tae vda.a mil Copiosa *U>u<;a6, foiflppr.,wda pyr prin-
cipio de respeitoa bunjkirtM : que em oulra ooe-sia6
aeanacitoua queaiadda Qierp.elca8 do art 6t da
Coustuicaj e qu^iutecrogado a ittemUros do Se-
nado a tal repeito, e*c*pcao de hum ouoolr.N
lodosos mai> se pronunciarlo ron ira a fo-,6 das Ca-
maras; toIMudo-^e ol ^or > bil o, o m lugar de
ae lazevem emend..9, regfit-r-se o p. docto quindo
_elle na6 osae co.iveniemadvplai-sealqu! ; porm
noannoajPi83o, pr occasiafi da Lri do O-caniHu-
H a Cmara doj Deputado pedi. a e>tecuc4 o
art. fti ; aU'-aqui o espirito do S. nado era rsttVa!
reunido mas de repet le se toIchj ?. eirtido Contra-
rio, eporqoe ? por,,ae a rrs.Wqca b.tia porta, e
fx'vT* <|Ue *H>e*,l**-" qu".
lao l'a! lomen lar, eo Jientdo nh-ta oCa>i-5 volou,
naO poi conect, mas.aim ^jor conveniencia, pof
haier h^Hlo o UlM. mu : finalmente, que tratan-
do-ardaq.a6U6doTui..r, isla I*, da sua remocaO,
*qualpe*ou ewMr, Canie p.,r grande maioria,
ncetando-a-. qu,u5 no Senado, e o.vidaf.da hum
iOietii)rw*v.|MriJf;uUcouUTa-ae com lre qu-rias
m iue uioaa fa^rj^i^^ao, e cjiegando dia
da votaca6,.oldk/Ton-aSB f*6 pawou remocaO
ror hura v,!^ ]jf obtervedos efHaft'oa gritos de viras
ao Senado iKlo^esperlamri^^5j\floetolra c nlra
a remoc5, j|^0ngeavi6 de haverem votado assim,
e ii"5 por ella ; ctimbatm alguna rgunientos apr-
sentenos, e rcnnuioaiisieaKamqj ovo5 r.oar.jnal.
O Sr. Paula Soma offettafglNifjmiiite emenda :
A' txcepcao^d caaos tnqu deve haver volacaO
por escrutinio secreto, em todo os mais, toda a
quequalquer Membro reqoje.ira Totac6 non.inal,
ijsei^.pojado pela terca parte dof Membrus pre-
ocia de dis-
cu8b5 e Tofca5 para issso. Foi atoolad.
Sr. Saoso rr.andou 'mesa o n^'oinle : D-
m* claro que votei contra o aj-tjfo qpe admitte ^"t-
C*fcretaj qnando se trate de nteresse indivi-
dual. Eta declaracaS foi tambem assignada pelo
Si*. Oliveira.
quella Provincia, que cedo e mandara hum oniro
Piesidenle, animando por e*e modo a sedic 5 O
Sr. Carneiro L* defeqoVu se destaarguioaOi, 4pr4)
aenUodu^e leudo^uica carta que hav dirinub,!
qiieTora- lutcrrrptada, e instando com o Depilado
Pinto Peixcto para que declara.se Cmara a Vera
cidade da carta. O Sr. Alribiade deu huma expli*
cacao ao que havia dito, relerindosea huma p.ocla-
niac"6, e ao que expoi no processoem que foi invul-
vidooSr. Carneim Lea6.
Pasou a entrar ero disctiswO o capitulo 3. po-
rm dando n este tempo a hora, ficou a sua discus-aO
adi.da,,
O Presidente den para ordem do dia da s^gumle
fessa, a ultima liscosiatt das emendas npprovadas
boje, a mateiia adiada, etc., e levanlou te a sessa
pelas diis hora.'
CiMARA DOS DEPOIADOS.
Extrato da Sessio em 20 de Mato.
PresioVocU doSnr. Araujo Liosa.
F.
Eita a chamada pelas iO horas da manbf, e achn-
do-se presentes rincoenta e cinco Deputatkis, 0 Presid*
declaroii ahe ta a sessi.5 elida a acta da antecedente,
ti approvad. 0 i.* Secretario den corita do expe-
diente.

ORDEM DO DIA.
.
. .
Bliejjngdisse que era n'Spido napiovinria
Conlinnpti a Hiscus9a5 adiada.
Foi petado o requeiiiiienlq.de adiamento pro-
pslo na sesa5 de bontem pelo Sr. X,inpo d'Ab'eu,
a 6m de assi-tir a eata (r^ciissao o. Ministro da Justi
a .para dar as exigidasi inloemaifte* acerca, do obecto
em (fuaia.
O Si'. Cu-t-dio das propoz o a'li.urient", para
que o Ministro competente rcttHta a esta Cmara t<-
dos os Procesaos d-a criminosos de Minas, e ijual he
o'seu numero.
O adiansento proposto foi apoiado, e julgido
cutido, foi recitado.-
Coiitinuon d'sfi1*^-
OSr
de Mioas, se julgava obligado a Fal.Ur sobre esta ma-
teria : qne.peis.se tem considerado o Projecto de
Aiinisi para Jolinas, como hum balsamo ron-ola-
derquaeeia deirtmar as feiid..s dos criminosos j
queai|uplles Senhores que ssim o,'considera sem vo-
U--pin emhora pela Amn;sl, p rm q e elle Depu-
tado jj ilga va o cqulrario: que o Pr-rfto de qu^se
trata va era contra CnsliluQ5 do Estado, na qual
se declara.qiiaes sal) as -conduS s sobre que se conceder e Amni ti i ^ que esl^deria ser pois o pon-
to .principal da qwe,i,0. 0 illmire Dcputxdu em
lium longo dUcurso expanden muilos a-gim"nt(s pa
ra su.tentar a sua, nrl o diz-md'. que a
$edida prop"stana6 na redamada, nein pela ju-ti
ca, nemapela humanidadp, nein pelo bem d'estado<
e qne havia de.stf^tentar sempre em tral ia Consiuka, p^ia que nella se pj.fi vei fica-
V os casos que a iuf.-ina Coiisiii.ca5 s'abeleie para
se conceller huma amnisti... e q^e'fina'mcnle juUa-
va que ella era hum cabee de amargura que se i levar
asna Provincii, mas q-ie otara e.to rjue a mesma
Provin.'i n-siiuada o h^vig de re.-el'er, p..rque os
MO' iro er*5 ub.-dienies s l.eis. (j4poiad*n).
T'-rrrmou v..tan>lo cnirana nnitia
O Vi-Conde (lp t!"i.na disse <\ vantado pora iiu deixar p tinlia ouvido, e f nha a s. r poique cza dndo-
se ammstia ao- eilioios de Mims, nao se hava de
dar o lodoso crimin-iso.s ? Que .i,, eip querer con-
(unlir tod soscrim-s, n6 na general dade co n os
de.icios p-ditiro*. .que eudo esi, id.-a nov+, ,,n6
devia -l!e D. p.n.d licar e sil-inio. O illus'ie De-
pnudn demoigiiou qm- os rrims politic s o.!v-.5
lora ila v.pbera dot oulro- crim.-.s, ei|iie|uvii diffe'
renca entreelles, t* que po.l.m o p.fi devin pa-s.r na
que! a casa bumapr.p-i.-, uouerl. (Jpiado)
OSr. Al. Ibiade.st m.nia suaieulai a ku. op niao
cintra a annisi.i, le-pundrndo os argumentos de
Jguns I>p:italos.
H'uve entre .sle Diputado e o Sr. t>. neiro Le-
ad huma coutistaca m.tala pelo Sr. Aliluadia
ter dito, qq^^Sr. Cerueiro .Le*0, quando Mwi5tro
aU dv4(ic, havia cacripto ao Preaidenia iutruao da
A dicu^O foi interromn
se acbar na tala imdiina S
o<|a sendo injfcodM/.ioV c<
(slilo, occnpou o competen
lequencia de
da Guerra,
ciudades do
Entrn em a discu-sa o seguiute projecto :
F'txaqaB, das Forcas de Terra.
A AsseniblcaGeral Legislativa D. creta :
Art. i. As Forcas de Terra ordinaiiaa para o an-
no qneha de correr do t de Julho do 8J6a 3o d
Jutdip,de 1837, conslaraQ:
1. DosOfliciaisern^sPracasdeoitoBalaliSes
deCacadores, quatri' Corpos de CavalW.'a, (incO de
ArliJberiadePnsici.6, hum de Arth.'Ua Ca.jall*.,
e do Coi po de Lwmho? -a Provimia de Mallo Gr.s-
so n.fi podendb o estado efFectivo destes Corpo
exceder a seis ruil lrexeriLaa>e vinle praras.
2. Do Estado Maior do Exerebo, segundo a
orgaiiis..qa6 decretada ; dos Offiriaes de Erigen bebe*;
dos Oftiei.'es Avulsos ; das Companbias de A.tifices
do Tem d'Arlilberia, e das R pa.liioes existentes.
V| 3. Dasi^visSjesdo Jtio Uoce na, Pr vnria de
Minas Geraes ; das duas Companbias de Ligciro da
Provincia da Maranh. 5j; e des Pedestre 'da Prov^nv
cia do Espirito anto.
Ait. a. As vagas dos Corpos, de que trata o
arlig. 1. ^ seri.6 preenchidas |com Officiaes tirados
das classes dos avulsos, e de graduacao' igual das va-
gas qne houverem, (icando prohibidas todas as pro-
mnres. excepto pars os po.stos de segyqdos e.pri-
meiros Teaenles de jErigenheria e AitiMieiia; quan-
do o Governo julgar necesario, devendo uesse caso
premover soniente os que tiverem completado os eslu-
dos prescript.is p--l Li-i.
Ait. 3. O Poder Execulivo fira autorisadoa
rpnceder licenca cotn veucinienio do lempo e meio
sold, aos OTii iae.s e Olliiiacs lufeiior.es, que sendo
I. anrcp.-sarics ao sei vr.o, a-sim o quizerein. Por<-
las liceucasnenbuns emolumento* pagara 03 licenci-
ados.
Art. 4. Pa'* p'eenrber s loicas aiima desg>
padas, o Govi-rni. fica autorisado a convidar pira o
servico os'individues, queteiidoj sei vido no Ejer-
cito, obliverao suas baisa, e a contractar com os
que existem anda nos Corpus, ee-l.6 no cao de te-
embaixa, por jerem'arabedo o si u lempo de rru'.
co^ a roniiiiuaiem no momo servico, dando a h.in
eaoiJtros, comogratifi. acOcs, ulem do ^o!do qu.-lhe
pertencer, em quanio forera Pragas de IVet, huma
quaniia igual ao misino sold.
Fica ignalmenle autorisail a conceder huma
gratiHcap 5 gaal metade do respectivo sold, aos
Paisanos que voltintaiiamenle quierem entrar no
servico. E qnando n'6 possa conseguir, pelos meioi
cima indicados, completar as ditas frfas, fica auto-
rizado a recru'arna f-.rma das Lei.s em vigor; oJiaer/
v.-ndo-se na parte que Cor pos-ivel, asdi.-posn.6es le-
gidalia-, .de retadas o respeito, na Lei de 25 de
Agosto de 183a.
1 Ait. 5. FicaO denogadas as Leis em contra-
rio.
Paco da Cmara dos Deputados, 1a de Ma<
de i835. Li ia e Si'va. Francisco do Reg
Barios. Pinto Pcixoto.
"
Ganig 1. e scus paragrapbos for.6 approva-
do a ra di-cusss.
Ao a. ofl\rec ap-se dnas emendas, huma do
Se. ^S-ara, e oulra do Si. Lina e Silva, que loraO
apoi-id<8.
Depoi (lediscutidam ml> ria, oariigo do proe
cto fo appiovado por 48 votos : as emenda* ficarao
prejodicailas.
O Mini.siro da Guerra retirou-se com a mesma
formaliiUdecom que enlmu, e o l're-idenli- deu para
ord< m do dia I a coiiliimac Oda malera dada paia
' boj-, e levauli;ii-e aes-a5 pelas doa boias e uieia *
du larde. .
GOVERNO da PROVINCIA.
Expediente de a8 dp JunJto.*
I'FIC'O oCommii(latil< da- Aunas exi^iudo o
nuio.ro de pracas de pi i.neira l.iolia, qu..o a e>-
teni no Ac.iinpaiiieiili', e ijiinlas nesla Praca, e em
cada utua das Foi alelas j .shiij louo un ri larao dos
(Jffiviaes empregados, avuUo, e eJormado.


DIAlU DE FRIUUftlfltJC*
8
hesotirana
paia
Ao Inspector da Ti)
informar l reqerimenloa de prndenles da-luga-
rea da Mes* de Di tercas Rendas Prvinciis.
-*l Aodirotigindo uma refaci dos VIgarios da
Provincia.
Alo ditoenviJBhdo a Portara drTheftouro d 16
do pa-sado, que manda continuar a M. Z Sanios na ln-pei cao da AH'andeg.
A' M. Z> rio dos'Salvtos cominunicando o con-
leudo do i.Hiri sopra.
Aos Juies de Uireilo exigindo nm mnppa da
populacho d--suas comarcas, fe'to -ohe nuippa* par-A
cjavtf ds respecHrVds Joizes de Paz, rom deilaracio de
liad*, sexo", .coii'fccly estado, cor, naiuraUMade e
onU|n;<>; fin desubminisltar a sseniblea Legis-
lativa Pf.viicialos d/ulos necessrios para a orgariisa-
C -- Ao J.iir de D. do Rio Fot mozo; qae approva 0
mappa He populaco, que envibu efaca osJuzea de
Pa* organi/vareln sewelnantes.
. Ao Administrador de Correio; que fique na in-
tellgencia deque a Escuna N. i^ de Abril strhir
como Paquete extraordinario para o Rio de Jaeiroa
4 d Acopio p. f.
Portara o dito declarando rido Paquete deve pagar o raesmofrele que nos de ma-
s PquHH. -
-i Ao n.pecar d Arsenal de Marinha para faxer
a Escuna i. > de Abril 5cc.
* Ao Administrador da Meza das D. Renda, para
informar se desde Outubro do auno passadn sabio des-
le Prto para Londres un Navio Ingez denominado
Htbe, Cap. Wkks, e que carga conduzio.
DIVERCA REPARTICOENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do%ff. 133.

1 ."-'------
CRRElO.
ELA Ad ninislraco do Correio se faz publico que
pile desle Pono para o do Rio de.Lne ro, Bahay e
Macei 9 Paquete extraordinario i. de Abril, no
dia 4 de Agosto; quemquizer carregar, ou ir de pas-
mgera drija-se a Adiuiiii<^ajY-io do Correio. As n.a
la sero entreguen na vespora as 9 horas da noile.
tfy* A Esouna Pu'meiio d'Abnl que curoo Paque-
te extraordinario loi aununciado no Diario de onleni
iec.be l'.-iag. iios, ecaiga que devero pagar a esta
Adruinialrrco o raesmo que paro aos Paquetes ordi-
narios. A carga de vera etlduar se ate" 2 do referido
inez de Agosto para haer tempo de se proceder as
CuiilciellUas do calillo, c mais despoziid s a respe i lo.
EXTERIOR.
NOTICIAS OFFICIAES DA GALIZ.V.
Coverno Civil da Provincia da Corunha.
S ir. General Subdelegado especial da Polica de
Santiago, coa) dala de huje me diz osegnuii :
Tenho a satiidacao de participar a V. S. que a
FBC(,o que acaba de formar-.e nesla Provincia e den
O ptmeiro grito de fibellio no Partido de(>|llUl|,
tomniaudada pelo inliluUdo Couimandanle General
D. Franciaco Mara Goiostidi, ex-Couego Cardeal da
Sama Igieja Metropolitana desta Cidade, p, lo Cu.a
Paroco de Loure ro, Capite Zabalza, Reguera eou-
trwe, lem sido completamente latida edenotajla ero
censequeiiciadtasuuubas-disposiJSes lomadas pra Ifl
ell'eilo, e do telo do Sur. G-vmador Civil de Ponte
Vedra, e da ctiviiladedotOfficiaes e Tropa qe d-s-
taquei emu per*eguic4o, edoa Leae* Unanos dos
citados Partido*, especialmente de TabeirO*.
Sem lempo para, detalliar o^piemeiiui es, e estan-
do anda recebando participares diie a V. S. que o
resultado ale agoraVm sido a p. >io do referido Ca-
beca Goiosiii, com suas armas e cavado, e niuiia
corre-pondenc^ eiuexlremo interessanle por tod is aja
raspalo*. e de 9 facciosos da cua guerrilba, 7 nioitoa
tt poi vo de leiidn ; 3o aYmas, va-Wi cla.viitd, M-
bres, pistola^, caVaUos, e om ros ffivttos.
Como a perseguico continua, a cada mornen'o
rerebo visos da prisao denovos lacciosi.s : nao he
pvssivel diier-em ponto fixo ouIimio resultado ; eme
apreaso nicamente a participar V. S. para sua sala-
faci, e le lados os leaea, a completa aestrnico da
fu cao r. frrida, que enicato de Lcr tomado coi po, te-
ria enebido do luto e sangue a liel Gallisa, vistos os
p'ans a projeclos deseos infaiw Chefa, con que
contarlo^ ramificaejo que tiuhio, e onlroa promeno-
res que nlosio paraagbTa: pocm fx-liimente tudo
em sido frustrado pela activdade dos valentes que
me ob^decem.
O sanguinario Cura de!Li?ureiro, Hgundp de Go-
rostid est fe-irin, e ? 'ierca cuhiric sc du^ida
em poder dos valentes, e leaes Urbanos, que em uniao
com a Tropa os ando buscando pelos montes e sitios
maisoccullos.
Oque lenbo a honra ecommonicar a V. S. para
ua salisfacio, e dos leaes habitantes d'easa Cidade, e
para cu jo eflelo espero se sirva manda-to inserir no
B-lelmi OBitial da mesma, visto nao se achar nessa
o Excel. Sor. Capitao General, a quem dou noHcias
porexpresso.
Deu* guarde a V. S. mullos annos. Santiago, i5
de VUio de 1835, FraaeisroSanjuanena.
Apresso-me pos a participar aos habitantes desta
leal Provincia, fiio duvidando deque este aviso ao
passoqueeirva de sal>facIo a todos os subditos fiis
de S. M. a Sen hora D. Isabel II, contrbua tambera
para escarment dos que conspirio contra seus legi j-
mbsdreitos, e a publica tranquilidade. Corunha, 15
deMaio de 1855 JczeTaboada. 1
Tamben'dv Ponte Vedra com data de 9 se d qae
forio |.resos o Cbec* Martnez Andrade, intitulado
Corumandanle da Guerrilba de Saines e mais a da
Guei'rilha do Monte da Canda.

(Bol. off. da Coi iba de 16.) {
(Da Vedla da Liberdade.)

porto 14 dkjunho.
.Eceber \-se r.Ihas Inglesas al 3o de Maio. O
Jornal dos D-bitesde quarla feira, tras iseguinle pa-
rgrafo : Parece cei to que oGoverno receben do Ga-
binete dn Madrid uma requisifio frnual de interven-
cao. Houve Constlho de Miuistros a noite passada
as Tullerias. a
dem 15;
Consta onecialmcnte que bu.m dos navios em que
'gii So os SoldadoH que sobterario, e roubario a I>ha
de S. Tago, Capital das de Cabo Verde, enlrou em
Alagadoi na costa d' A frica, e que o Cnsul Portugus,
1 -ziifenle em Tnger, os pos em seguranca, dando
parle aoGoveruo de Lsboa. o qual bavia dado ordem
para sair iinmeilialamente buin navio de guerra, que
deve condusir a aquella Capital os malvados, pata ali
receberem a recompensa de seus eriales.
MADRID A DEJUNHO.
No dia 15 do mes passado chegou aSoz orna co
lumna de 3ooo homens v^nda d'Aragio, que lita in-
corporarse ao Eiercito 5 Em victoria >e#eslava espe-
rando outra columna de a5oo hora- ns, que eslava em
marcha deade Burgos, oud tiuha ido de Valladares,
'ludo annunciava novos, ecombinados movimenlos
para fazer mais critica a postcao dos iuimigos.
U5BOA.
Qaartol General de S.Jco da Putea em 10 de Jat-
nho de 1835.
ORDEM DO EXERCITO.
S. E inan taiite VZ" alaixo H-aiiseripto, e detei uiiiia pieos .Sin a.
Connnaiid^nles los Corpo Ibe iliVm oleiro compii-
tiieuto, c011J0r111ando-.se pura fin, com as instriu-
g s que Ibes vi.iaer dad ren) a efleilo a Ma execui;ao.
AvlZo.
I res de gratificarlo, que Ibe, ser abonada no prmei-
I r pret.
Pelos mesmos motivos se convdio a entrar de no-
vo no servico com asmesmju vantagens, e por igual
espaco de impo-, todos os^Rdados afo Exercita Liber-
Ud?r que lennJo ticfo baix; : as prsrii do B2ts!5es
Movis, e Fixo que fizei o fiarte do Exercito Liber-
tador, recebe 5 a mesma gralificaclo, e servirft i-
gualnlente bum armo se se alistaren! nos Corpos de L-
nha.
Igualmente Ordena S. M. que todos OS outt os Pa-
triotas que voluntaria, e immediatamente se alista-
rem em algutn dos Corpos do Exercito, aondo deve-
i o servir a trez anuos, rece bao bum premio de cin-
co mil res.
O que ludo coraranuico a V. Ex. para suin|eMi-
gemia, e para nesia confoi inidade expedir as orch>ns
necessarias. Dos Guarde a V. Ex. Paco dasNe-
cesaidades 9 de Junho de 1835. Illust. e Excel. Sur.
Duque da Terceira. Marques de Saldanba Aju-
dante General, Sarment.
porto Hdeji'nho.
Todos os tactos, diz o Courier, que at agora tem
checsdaao nosso conbecimento, redusem-ge s Notas
mandadas de Madrid com.declarac2o.de terchegadoo
Casusjceaeris, easo'iviiar a auiborisacao para a en-
trada de Tropas l'oi tuguesos, a apressar as levas de
R ccrutas na Blgica.
CDIZ aa de maio.
Dizem de Gibraltar, com data de tl dereoriente,
o seguate:
Pelas ultimas noticias de Londres, recabidas pelo
Paquete, que chegio at 6 doconenle, se sabe que o
acreditado General Barn, que tantos servicos prestou
Cauza da.Rainha de Portugal no Exercito Libetta-
dor, debaxo do Com mando de D. Pedro, tinha che-
gado aquella Capital aulborsado pelo Governo da
S. M. CatboHca a fita de organizar tres Batalhoes de
eslrangf-iros, que tinhio ja servido, para os enviar
Hespanba.
(Dp Peridico do* Pobres no Porto).
-
M n bte.io da-Guerra..* i.* R'pa- licio. t**fti
vizo. lliusl. e Excel. Sur. O Gu>ei no l'n memen-
1^ resol vid/'a cumplir lo.la> a> ohngac s ronliabils
em Neme l**S. M. nao pode diixar d>- nnn i*r lar
haixa ao Volontai ios que seacliao no Esen ito, e ajee
asseniro praca ou pa-aaio des Itataliies Nxtionaes
iVlokr.s, e Fisos rom a rondicao deaetem f.*C" s lo-
go |U.-em Poriugalae teruiiiMrse a bula coulia a u-
lUi paCO.
iNo estando porem ela cora luda em H-spanb, e
Uese|,indo a Haioha piler eonl ir na fi'eias do Exer-
cito anida por algim lempo os b' vos Patriolaa. que
lauta ronirilmiro para firmar o Se 1 Tbroiio, ea
Carta Con-titucional, Espera queelbs voliuiiariameu-
te querera j^ynliiHiar ose vico por mais bumanno, e
THEATH PO RECITI.
M^mposo e bt ilhante espectculo' para hoja SO de
Julio em Beneficio de Joio Jos Lopes Alvite; Actor
do raesmo Theatro o qual ser executado da niauera
seguinte:
Depois de huma Magnifica Overtura se reprezenta-
r pela primeira vez neate. Theatro a famzissma e
nova pessa Liberal intituladaO Coveiro Saleii&i, ou
o impetio da verdade.r-0 mais trate e palhclic'qua-
dro, o effeito da mais barbara tirana se vai apreseutar
pela priineira vez sobre a sciM.
F.xpoMio.
Theodorio filbo do Grio Duque de Wiiemberg em
Alemitha tinha-se reetbido incgnitamente cdin a
formosa .Carolina, que por julgar perdido seo Pf'vf-
via com sua pobre May na maior mizera despojadas
de todos os bens de seu Esposo o Bario deCrotz, que
ha va sido vitima das intrigas da Corte do Grande Iai-
perador Leopoldo, este insigne Baro sondo prove ip-
to foi reduzido a esercer o Emprego de sepuhureiro
do Hospital dos Pobres de Witen.beig, o Grao Duque
querendo de-pozar seo fi'ho com huma rica Senhora
daCortd de teoa is dar certa bebida Carolina d
mam ira que h'im deliquio de'48 horas a fazjulgar
mora I so Espozu consternado lhe faz as mais sump-
(uoze exequi.s contra vontade daqueile Pay Tirano,
que tirando lium re. olhitnento depois de passado o deliquilio po-
rem o Barbara condulor figurando hum recibo da Re-
gente do Convento, saptisfaz ao Duque ao memo
tempo que para gozara formosa Carolina a eocerrou.
t-mhiim carcere particular onde em prega para a se-
duzii todos os tormentos e crueldades proprioa da
hum tirano, chegaudo atassacina'r com tormentoso
ooipas-ivo laicereiro que Iba ha va ministrado al-
gn* tenues socoTroi.de subsistencia : o infeliz car-
cereiro d seo Irte (i moribundo) a Carolina hum 0-
ciiltoai|ueiluto por onde poderia evadirse ; ella afol-
la entra no logar ob-cut o que conduz ao semiterio doa,
(^oio* Wit*niheig onde cnoontra ac Espozo
que pe tenda ver. pela ultima vez o cadver de sua
Esptza ; ao em ontrai em-se elle julga ver a alma da-
qoelN (|,e Nulo amava,. recua espavorido, uus te-
1 obra 11 iio animo se desroprem do que recouhece o se-
pntluieiroSKi' sua fiiha marcho intrpidos aprezea-
lar se o J-)>que que. recoiihecando-a por fiba ; do
Ilusl e B 11 aoja jual i tirado pera n te o Imperador I he
concede as suas antigs honras, beas, e forMeas fi.
i
cada bum doa que a tslo se prestar, receber des mil cando felices e enlacadas aquella, das familias; orna


4
DIARIO DE PERNAMBUqO.

1
is se ver na execuclo Drama! ics. No fimda pessa
4 Joven Carolina dancar Sorongo. Depois seguir-
se-h um m.vo Duelo cantado o qual se intitulaVe-
Dand,o fio o Espectculo com a bellsima farca---0
Tafulfora de tempo.A qual parte do velho Tsful
ser eita pelo Beneficiado ; .onde lie promete em-
peohai todas as sus* forcas efim de agradar aoRes-
peitavel publico de quem se confecs ser eternamente
4rat#.
>>>
j AVIZOS PARTICULARES.
OSr i. um par de areolas de ouro, com o pretexto
i1"Z Tm casa ; queira ir restitui-lo, ou o seo
^"por Tq.e ji lAlo p.ssado ...ais de dois me-
ior, [' ."*.,Kli/r.p..lia oseo neme.
ir. 'p "do contrario publicar-se-h o seo neme.
tes. edoc ..._dofa||e9Cdo capillo interno Fel
is
A viuva w.....--------
CnOZ mande receber na ra do* B-irro. Baixos, ca-
Trf'efunto Padre M.noel do muro, una carta que
fL?o?.e^'id ^ Rio de Janeiro
J. Preciza-sealugar un sobrado de um so an-
^rfuum ultimo andar, qoe tenl.acommodos para
* ""i. familia, e que seja as ras pnncipses do
5'* SoSfr. q nao exceda de 10# res; ad-
B..r~doR*. q ^ ador.
^ rtoliJer%nnunciepo.esl.folha. .
^'!!- Minoel Francisco dos Sanios, avisa aspessoas
queom elle lem coutas, que de boje em d.ante se
signara P^^, Francscod0s Santos Pere. a-
r- Deseia-sesaber porque motivo nao .ahiu ao
uSco o parecer da comissio da Assemb|. rrovin-
Jial sobre iTpertencio do Marques do Rccife a respei-
io do Hospital do Pa. airo.
^^ O abaixo a>s.gnado fas publico (para que a to-
do^tempose nao cbamem a ignorancia) quenioguem
comor a Noberto Joaquim Joze Guedcs, bens de qua-
lidadealguma, perlencentes ao casal da falescida sua
mullier D. Francisca Mara das Chagas, dos quaes
. acba'de posse, e invent.rianle o re. rido Noberto,
e contra- qual movem os herdeiros fi'hos, e Genios
do primeiroconsorsjodadilaD. Francisca Mana das
ChacM accio de. Libello, e revend.cacio para bave-
,?massuas legitimas que Ibes locou daq.ielle primei-
ro consorsio, palas quaes se obrigou (.inda em lempo
desolteiro)porsieporscus bens o referido Noberto
Joaquim Joze Quedes ; e para que mnguem debaixo
de boa f, e das boas patavras de que usa o lito Gue-
de*, v perder o seu dinheiro, e procurar- trabalhos
te *i a pri-senU-declaraca.
Antonio Manoel de Moraesda Mesqujta Pimentel.
ww" Piecita-se de um homem solteiro que saiba
bemqosinhar e que queira lomar conts dos arranjos
jle uros casa ; quem estiver nestas circunstancia di-
rijsse a casa de Johnston Pater & Cuiiip.,, ra da
Madre de Dos.
yy O senhoi es Manoel Jote Das, Joio. Bautista,
e Joaquim de Tal, carpios, queirao aneunejar suas
moradas, rara nf'gocio de eus interesas.
yy. Precitu-se do urna pe.soa que entenda de cai-
xei. aje de venia, que d fiador a sua conducta;
iiuem esliver nestas circunstancias dirjale a Fura de
Portas, a ol'ima as do lado esquerdo dej'roote do
oitio da'lgreja do Pillar.
yy AIJugo-se duasescraras que niotenhione-
nhuma b ibilidade niais que vender na ra, e paga-
re doze yintens por dis, e dando-ae o sustento : quem
i.s tiver drjja-se a casa sonde foi Hospital do Paraso.
1 yy Precisa se alugar urna escrava ; nio se exige
que esta lenha habilidades, s sim que salba vender
facer o servico ordinal io de urna casa: quema ti-
ver dirija-se a camboa do carmo D. i5, do lado direi-
_tu vindo da ra.Nova.
NAVIOS A CARGA. a
Pava o Rio Grande do Sul, com escalla pelo Rio de
Janeiro.
OAhir nodia. 15 de Agesto o Biigue Escuna Ade-
laide, Capo Joze da SiUeii Villa Lobos Jnior :
^fuein no inesroo quitar carregar, ou ir de passsgoui,
iririja su ao Capitao a bordo, ou a Joze fiamos d'O
vt.ira, na roa da Croa n. 6.
Paiaa-Bobia
%fy Com lo la brevi.lade pnssivel e mirito veliiro
i\t1h>o Nacional Gra4li<: quem n masino quiser
-arrigar fio de U-tioel Joaquim
J^*m > Silva na ra caciaba.
COMPRAS.
IjM cavallonovo, carregador baixo, e sem acha-
ques: na cidadede Olnda, sitio dos Arcos, na mesma
Un ha da ras dos Gatas.
AM%S1*M1
VENDAS.
.
w M fardamento de Oficial de Guarda Nacional no-
vo, excepto a banda : na ra do Ampare n. 25.
*y Taboado de amarello para assoalho, dito de
costadinho, e costado, e madera mnto boa, por pre-
oocommodo: no eslale.ro de Jlo Tbomas pereirj.
j Por preoo comraode o seguinte: espirito de
viril.o de 3? graos, a 2&560 veis a caada, agur-
denle do reino s J#70 a can., vinho do porto a
i920 s can., dito engarrafado a $00 n. dito de
Lib,a caada ..10600. 1&120, Ik e 880, cha Im-
perial em caifa de a libras e roe.a por 5&200, dito
hisson a 1^600, e perol, a 4^020, mauleigs boa,
bolaxinha inglesa, paios novos, toucinno bom, azeite
doce a 720 a gar., presunto para fiambie, a dinhei-
ro de cobre testa liza a 320a libra : n. ra do Livr.-
mento venda de Cardial D. i. ,
^y Um sitio no Rio Doce ao pe da ctpelw e
Santa Ana com bastantes ps de coqueiros, e pti-
mas Ierras para plantarles, o qual se acha hipotecado
por J-.io Francisco Santos de Siqueira, e vene"8e
para aeo pagamento: na rus Nova d'Olinda, sobrado
ultimo do lado esquerdo, indo para o convento das
Freras. .
/^ As .veguintes obras em bum uzo: Scarpai
tratado das molestias dos olhos (em Italiano) por 2$,
Beanm Elementos de rhsrrnacia 2J560, Legoua
de cirurgia 1^280, Bichal Tratado das Membranas
800, Bourgeoise Vade-Mecum de novo Medico 2JJ5,
Fay Formulario Pratico 2^. Condillsc Lingua dos
clculos i#600, Tasao Jerusalem Libertada 2560,
Milln paraso perdido em inglez 800, Diccionario
porttil Francez e Hespanhol, e Hespanhol e Francs
2$, dito porttil d portugus para Francs 1$):
delrontedo Collegio loja de Relojoeiro.
T Un negra d naci na camboa do Carmo D.
11, aqualcosinba e lava de varrella, sendo igual-
mente boa ganbadeira.
*y l'm escravo de 18 a 20 annos, sabe bem co-
zinhar, engomar, e ensaboar ptimamente: na pra-
va da Independencia loja n 39.
ajear* Urna porfi de terreno na estrada da passa-
gem da Magdalena cora 30 palmos de frente, e 500 de
fundo: no mesmo terrono achio-se tiobem uns ali-
rerces pars urna casa com frente de 30 palmos, e 60 e
tantos de inndo: no pateo da Santa crus, sobrado de
2 andares, defronte da Igreja do me. mo noroe.
Jf* 2 prelas, urna crila de bonita figura, de 20
annos, com muito bom leite, boa cosinheia cose liso,
e engoma, e, muilo gelosa para tractar deciiduicas :
. outra de naca, de 16 annos, propria para tado o
aervlfo : na ra da Florentina, segunda casa de Joio
Zuni<-k.
7 2 pianos chegados navamente, de muilo boas
votes: na ra da cruz D- .7.
^P3T* Um bom quarto de carga muitojuovo, e for-
te : na estrada da Trompe para aSolidade casa env-
dracada, que fies defroule do sitio que fai de l'edro
Jorge,
^3f Urna bigorna, urna tiioura, um martello de
embutir, e varios per ten. es, ludo perlencente ao of-
icio de funileiro : na esquina do beco do Bomb.il na
estrada que vai para Bellem D. 485.
fjt^r* S. bolas novas em restas: no amnazem do
M^cbadorrua do Vigario n. i4, enoarmasem de as-
sucar na ra da cacimba n. 5.
*y Bichas de boa qiMlidsde chegadas prxima,
mente: na praca da Boa-vista Botica D. 10.
%CJT* Urna canoa que rarrega 6^800 rea de agua
cada viagem: na ra do palacete D. 21, das 3 horas
da tarde at as 6.
U Urna escrava de 22 annos pouco mais ou me-
nos, e ai3 oitavasde prata : na ra das Crozet D. 7
no \t andar.
^C7> Urna escrava moca, de bonita figura, sem vi-
rios, neo achaques, sabe, cosinhar, lavar, engomar,
e propiia para todo ser vico : na pracinba de Livra-
meuto loja D. 20.
ilum escravo crilo, idadea5 annos, Car-
reia e eutei.de mnito de aerviso do campo; e ta
b ih se troca por una Necrinha de 8 ro annos: u.
na dos Quartei- obrado cL* um andar D. 9.
trjr Ilum moleque de Naca l>om cozinheiro,
quem o perlender dirij-se ao i. (andar das cazas da
i na das (JruZes, pe lencerile> uo Sr. Fiauoisco Gon-
oalves da Bocha.
^CP Para sv* da Provincia urna negu cr>l, en-
goma, vende, coz/> cha, e coainha o diario de Ud.
q.tzi : na ra do Nogueira, lado do Sul, I). qlX
Milho novo 3$2ao o alqueire : na ra Di-
reita venda D. 29.
j3^ Sacas de arroz brauco de alqueire medid, re-
ll.a a 8#) rs. : no ra doRangel D. 12.
, W" Um cszal de ces de fita proprioe par. sitio
ns ra Direita padaria D. 5.
*j^" Urna negra que engoma lizo, cose ch, ce-
snho o diario de um. casa, e boa vendedeir. : ao-en-
trar da ra doRangel, no i. andar do sobrado D
37.
i VW Urna cabra prxima parir, muito leiteira,'
e ptima criadeira de meninos : as 5 Poetas fallar
com o Cbmmandante da Fortaleza, ou na ru. da Prai.
5. andar do sobrado de Joze Higino de Miranda.
je Uns canteiros para pipas cem f o palmos de
comprido e basaantementes grossos, 4 ternos de me-
didas de folha, i dito de pau, ama halanca com pe-
zos de ferro de 8 libras at meia quarta, urna chapa de
ferro e.cadiado propria para porta de venda ou loja,
ludo em muito bom estado, e por preco cmodo :
na Boa-vit ra do Arsgio, venda de garapa-D. 3.
tjy Urna escraea de afio, de 18 a ao annos, co-
znhs, e fas o servico orllinario d'uma casa : no Beco
largo, i." andar da casa que faz oitio do Baro,
com porta de entrada pela rus da Sens.Ua velha.
I7> Um. escrava com habelidades, sem vicios, e
ero achaques: ns rus da Ordem terceira deS. Fran-
cisco, em um sobradinho que a entrada da porta da
roa lem rotula pintad, de verde. i
ARRENDAMENTO.
_Rrend.-se um sitie no lugar da Barreta, Com casa
de sobrado, bastantes coqueiros, e outrasmuitas qua-
lidadcs de fructas : Ierras par. meloes, melancias, e
outras ptanlacSes, e para criar vaccas de leite : na rus
do collegio no i- andar do sobrade D. D. 8, se dir
quem arrenda. *
ESCRAVOS FGIDOS.
f3 Oio Baptista, de naci Angola, representa ter 22
annos, bastante alto, seco do corpo, sem barba, pese
raaos grandes, meio zambio das pernas, bocae na-
riz pequeo, lem oflicio j^| pedreiro : osaprehende-
doreslevem-oaru. do Viguion. 27, que serio bem
recompencados.
yy. No dis 3 de Jnlho'fngio da Cidade de Olin-
da urna ruolata clara, de boa estatura, cabello pouco
pixanhim, olhos grandes, becos grossos, peitos gran-
des, este prenhe, mal feita de corpo, levando vestido
de urna chila de quadros, e foi escrava de orna senho-
ra moradora em Cere.uranas a dita parda lem may
em casa de D. llena Viuva moradora na ra de Ortas,
lem a mesma bastantes prenles: a pessoa que atrou-
xer a seu senhor na rita do Rozario eatreita D. 33, te-
la de gratificacio 50^ reis, e quem a trouser apa-
drinbada poder afiancsr-lhe que nio castigada s
sim vendida.
ERRATA.
1^10 Diario d'hootem, pag. e col. terceira, lnh.
priiiieir. Viscaga, leia-se Viscaya, ^
NOTICIAS MARTIMAS.
Tobos das mares cheias no Porto de TernombucQ
a
-a
o
Q
3Segunda 5
4T:-----
n-
7S:----
8S:-----
9-D:
1- 6h 54 m.
1 7 - 42
| a. 8 - -50
< 9- -18 1
M -O 10-- 6 a
* 10- -54 a
O ir- 42
Manh.
Navios saludos nodimiS.
_ 'aRAHIBA ; Hiato Santo Antonio, M. Eslevlo D-
as desSantoa : fazendas. Passageiros-Amtomo Lo-
pes da Silveira, e Luis da Costa.
FALMOUTH, pela Parshiba, B. Ing. Ama, M.
Alexandre Lorka : sssurar, e couros.
AMSTERDAM; B. Dioamsrquex, csp. Hsabet:
avocar, ecouroa. Passageiro 1 Tenenle da Man-
nha Hamburgnez.
MABANHA'O; Hiale Ninfa, M. Francisco ter-
reira da Silva : difterentes geueros.
11 rniun
1


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