Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02410


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Full Text
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M
ANNO l)K 1835. QUAUTA FFJRA
n

,
**-*
2.0 DK .IULHO. N. 13(5.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
I'unambuco, na Typ. de Pixiieiro cFaria. 1835.
DAS DA SEMANA.
'7 r-nincln S. P.Vitaliao Mcd- And. dos Js. do C. de m. c de t. cs.s
laT. P. Ch. 'de t.
28 Tcrf 8- luinoccncio P. Re. de m: and- do J. de O. de t.
M Qnarta S. M arta V. sess'ao da T-Pub.
*
:Q Quinta1!. Rufino M. Re f*e m.. aud. do Jui? doC.de
m- e de t. I '.ntra o Sol em Leo aos 3 m. da t.
U tarta S. \% naci deLry'ota sesslo da T. P. de m. e and. do
1 Sabbado. P rimoiro de Apo-to S Pedro ad vincule- Rclacao de
m. aud. do Vi?. G. de t em Olinda.
2 DomiiiR N. & dos Anjos S. Eetevao P. M.
Tildo agora depende de nos mesmos, da BO*sa |irudencia, mode
rnc.3o, e energa: continuemos r.omn principiamos, e seremos a-
poutadoscom admiracao entre as Nacocs mais cultas.
Proclamai;ao da Assemblea Geral do Urntil
SHhcreve-e a 1000 rs. menaes pagos adiantados nesta Tvpogra-
fia, e na I'raca da Independencia N. 37 e 34 onde se receliem
correspondencias leiralisadas, e annunr.ios ; inserindo-se estes gra.
tis sendo os propriosassignantes, e vindoassignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda _Tndos os dias ao mcio dia.
Coiana, Alhandn, Familia, Villa do Conde. Mamanguape, Pi*
lar, Heal de S. Joo, Breje d'Areia, Kainha, Pombal. Nove d'
Smi/a. Cidade do Natal, Villas de (lir.iniiinha, c Novada Prineeo
/a: Cidade da Fortaleza, Villas do Anuirs Monte mor novo
Aracatr, Ca.cnvel, Canind, Granja, Imperatriz, S. Bernardo,
S. Joao do Principe, Sobrar, Nova d'RlRey, Ico, S. M atheus, i-
aeho do sangue, Santo Antonio do Jardim, QuexcrambDi, e Par-
naibaSegundas e Sextas eiras ao meio dia.
Santo AnioTodas as uarlas Coi ras ao mcio dia.
faranhnn?. e Bonito nos^as 9 c 23 do me ao meio dia.
Flores no dia 13 de cadaWcz ao meio dia.
Scrinbnem. Rio Pormozo, e LimeirasSegundas, Quartas, e
ex tas fe i ras ao meio dia.
?gfrmiMM!UHtWwreiv=SnPT.
-M^tafcJEHBtBBtg
Os Estados Unidos, eo Presidente Jackson.
JYlUilo se tem fallado da ConstilO'caS da Unis A-
mericaiij : duvido que os Publicistas da Europa a te
nhao exudado a fundo. Cegad-os as preocupaeSes
descu mundo velho; os hbitos monarclu'cos os lem,
para sastra dizer, suturada. Os mesmos Americanos
uaotem talvez sugeilado analyse o rgimen que 09
foverna., suas coiisequenciase seu perigos ulteriores:
ijifficultosamenle se observa, hum syslema que todos
os lias prc segu sua operac>o, se forma, modifica,
regenera ou altera. Para elles, cerno para nos, na5
he elle a;oda hum fado completo ; he huma tenta-
liva c experiencia. Nunca houve na Hi-toria demo-
cracia que" assenlasse em semelhantes bases; nunca
em Poltica se ousou fazer ta estranho ensa o. Sao
os Republicanos da Uuio naturalmente propensos a
buscar enemplos de fora, ou romo duem os Ingleses,
anlecedeiiles: antecedentes que asscntaS sempre em
falso, como me ser fcil proval-o.
Moiios Coip<>s Poli ticos, solados e aas srnhores
de sua indi\ iiualidade, se reunir* 5 vo'untiriamente
sem quererem perder essa in lividualidade propria,
si m se quciorem confundir, del gando porem a Re-
pivseiitaolts a vigilancia dos ititermsea communs a
uniaS toda. Foi anticipandamenli estipulado que
todas as fiaccos de asociac- mi 5 cODatitmtfaa em
Pu-pi.b'icas; vede porm qoanlo diffVtem e.stas Rep-
blicas He a Representado de New Yo k bascada no
Miffragio Djiferml ; a propriedade territori-il entra
em corita no Govet no da Virginia. N.10 lem Rhode-
I-land Constiluica Cifil, eos habilanies a dispensan
s mil maravilius ; no Es ado de V< rnpoml nao ha
se n5 huma Cmara, qoe he reeleita todos os anuos,
aesim o Govcrnador, C n elho e Juizes. Nos Es-
tados do Mrtine e Conneclicot, Governalor, e Cama-
ras sao todos os anuos teitoa; <5 porem perpetuos
ns Jnizes. He livre a ead Esta'o modificar a bel
prazer, sua r<-preefntace5 interior, e transformarse
assim em oligarqua ou arisiocivHa pura. Ninguem
tym direito de o tulber. Tem todos 09 Polticos visto
o pe igo pessiv. 1 de.sia alleracaS. Para que a Unofi
semanteuha, compre que o esp'rito democrtico voe
igualmente por cima de todas as partes d< Ha> as im
a exigencia da escravatura nos Estados do Sul eona-
lilne huma especie d'aristocrncia branca que os Esta-
.los do Norte nao encara sem temor.
Mu bem se sabe que o antagonismo de dous prin-
cipios oppostos na pode muito tempo substituir sem
expor a pati a a lerrves discordias mas tambem se
sabe qoal seri.i o risco de cent alijaro poder e de dar
ao Goaemoda.Unio o direito de obstar livre von-
lade de cada Estado. Ah temos pois huma maquina
mu complicada e mu delicada em suas molas; nada
menos simples na realidade do que este Govprno t..5
sunp'es na apparencia ; e posto que a vasta ex'enso
de territorio eanovidado^ ou, se o podemos diee, >
\ irgindade das inslitiiiccs hajo at aqui mantido
sua solidez, reseura e'energa, recentes agitacoes pro-
vara 6 que utopia poltica hesonho, tanto alem como
aquem do Atlntico.
MitO s I in censurado na America ao Coronel
Hamilton, a Mislriss Tcllope e ao Capillo Rasil Hall
o Itr calumnia lo a America : be esta censura mui
m.il fundada. Leva cada viajmle com sigo seo cara-
ter pioprio, cuas vistas antei-ioi es, wus prejui/os :
ni-iguem ha vil iperado os viajintos na I'alia e lles-
panha por pintarem com raui negras e nmarsns cores
a desenvoltura dos costumes 011 inlolerancia fantica.
Amantes da liberdadeparasi, devem os Americanas
tolerar a liberdade do juizo nos outros. Possuem elles
grandes jualidades ; bstanles provas tem dado de
forca intellectual ou moral; tem improvisado mar-,
vhososa industria, para deixarem de recorrer in-
dulgencia, para se nao apresentarem como hum povo
menino, e marcharem a par com todas as Naces e co-
mo ellas dizerem : Julgai-me!
Parece poim fine se apossat'ao ahnins Americanos
de pueril susceptibilidade. Fenimore Cooper, depo-
is de lmga residencia na Europa, leyou para o seu
psij; a lalsissima idea que todos os Governo Europeos
se ha ligados para deneo.rir aos olhos do Mundo a
Polilica e costumes da Unio Americana : por huma
illusao d'^mor proprio, que longe se eslava d'espe-
rar de hum Pscriptor ta nolavel, e sobre tudo de
hum Sabio Americano, pareceo elle acreditar qie o
pouco soceesso de seus ah timos Romrmces era devido
conjuracao das Monarquas e Aiislociacia contra
suas opinies Repobl-canas. Costana a creresle Tac-
to singlar, se Tifo honvera Cooper publicado em
New Y salvo o brollante do esli'o e forca de raciocinio, re-
corda a nimbosa irritabdidade e orgulhosa febede
J. J. Rousseau. A dar-se-lhc crdito, ve-*e elle em
cerro pelos Governos Europeos. Se seus compatri-
otas tem prejuizos contra elle, he. da Europa feudal
que el'es Ihe vem. Hum artigo de reserva critica so-
bre Bravo (fraco "Romance de Cooper) appareceo
em him Jornal deNewTr.k. Foi evidenlemente
o Ministerio Francer quem mandou redigir a(]uelle
arl'go em Pariz para fazer mal a Cooper, .011 nielhor,
para destruir a reputaga do Representante dos Esta-
dos Unidos.
Esles erras d'hom homem de grande talento, e
nico de todos os Escriptor-s Americanos que tem o-
rig'nadade, inapiraS compaixaS. He infelizmente
este e.xcesso de sensibilidade censura partilhado por
ninilos de seus compatriotas. Milito se assemelho el-
les a esses mocos (pie muitas vezes espirituosos, po-
rem nocivos no mundo, nffasafcem nein soffrer hum
remoque, nemdize-lo. TinbSo os Americanos boa
desforra, quando Mistriss Trollope, mulher em ver-
dade espirito*, equeescreveo mui satricas fesri-
catpras em prosa, SOT>drts sa'es de Londres, e foi
poslar-se os confina da vida selvagem, no meio d'
boma popnlaca de F.zendeiros 4 lavradores para
levantar ali hum pavhaS Chinea Em Cineitmati
abri esta dama huma sala de baile, banhos e casa de
pasto, vio quesut empresa na5 fa/iafortuna, irritada
como m.10 srcelo de tal especulaco, voniitou fo-
go e chammas contra a civilisac-' americana. Ha
e'uisa mais absurda que sem'elhanle comoortamento^?
Eos Americanos motejados por mistres Trollope nao
tirdiio boa occasia de se despicar Preferirlo antes
Crinalisarem-se, <* enfureceremos:! seriamente con-
tra a ?rajante. No KigM-^ellej eu m satisfara com
111 indar gravar e espaldar por toda a Europa o pav^-
Ihio Chinea de Trollope, a miis ridicula invenclo
que pari o cerebro de lonco arrhitecto ; eoUimna-
las gregas com espitis mouricos, hum o lifi-io era
pyramiiii-d> 1 "lasaoar; huiia mWthra ta potlico,
chines, iodon, de italiano egreg'o lili ni t.mpo, <\w<\
produz o rff. ito mais extravagante do 111 indo. Den-
tro pracis de mercado, sal-s, salas de baile, de mu-
sica, extraordinaria pro fu sao de vidros com mu ito
e lindos camarins para damas. Oh Quo mal esta
va toda eta magnificencia cora a populaca laborio-
sa, prudente e frugal de Cincinm ti que nao danca nem
se rene mais queduas vezes poanno Zombou mili-
to Trolloppe dos Cincinnacianos que se podio bem
desforrar. Se na5 imitamos a iionia caustica e fcil
de Trollope, neos nosdeixaremos tambem levar da
gravidade magistral de Fenimore Cooper que, em
seu ultimo folheto, trata de juizes parciaes e iniqnos,
de espiritos invejosos e amacados em odio os Egcr'ptt-
r*-a Inglezes, e Francezes que tratio dos Estados Uni-
dos. Cumprir admirar exclusivamente tudoquan-
to se faz, dir. e pensa la por baixo ; ao mesmo tempo
que sao os costumes da Europa para os Americanos
perpetuo assumpto de vituperio e d'amarga critica,
ser-nos-ha vedada toda a discusso sobre costumes da
America, sua situaco poltica e 9obre9eu futuro? In-
tolerancia lo pouco 1 b,-ral nao as-enla bem em hum
paiz fundado em pura democracia. Tudo o que nos-
sos antigos irmos transatlnticos podem exigir de
nos, redoz-se a imparcialidade de juizo, equidade,
raros alias, confegso, em todas as desavengas de Na-
co para Naca, ou do homem para homem.
lie soberanamente coudemnavel o desacreditar
qualquer Naca a priorie pela mesma maneira hum
.syslema qualquer, ou como monarqua ou como re-
pblica. Examinemos com frieza, o jogo e molas da
maquina poltica, vejamos como ella Irabalha ; se al-
gum embaraco que sesete n5o he meramente pas-
sageiro; se tal roda, que hoje fsz seu officio, nao -
meaca ruina em tempo dado. Temos ja visto que "-
ra germen fatal a diversidade de Con-lituices. O
mesmo Fenimore Cooper o confessa 5 nao dissimula
elle que lenda a Virginia para a Constituica Aris-
tocrtica, e que propendan os Estados do Norte para
a demagogia. Concorda elle taobem que seja moi
diflicil o estabelecer o exacto limite que separa os po-
deres attribuidos ao Governo cenlral dos poderes que
cada E.lndo reserva para exercer. Des que o Gover-
no central quiser invadir a mais leve porcao de dl-
1 eitos de hum Estado, ser destruido o elo ; o m sn o
acontecer, quando qualquer E tado reputar noci-
vas a seus intere.-ses as sedicocs do Governo central
Ihc negar obediencia. A facilidade do movimenlo
dequegoa os E-tidos separados, o poder que elles
tem de sereorgmisarem a si mesmos, e de estahele-
cerem por este meio hum con Hito entre si e as outras
facios da unia, muitoaugmenta o perigo. Quem
i npedir que estes elementos d,e dissenca, que este
principios, contrarios se nao choquero ? Para obviar
a este risco, limitara-se o^ poderes de cada hum ;
est porem b-tn defioido ewe limite? OTerece elleal-
guma exaclida ? As recentes desavengas do Presi-
dente Jackson co.n o Binco tem demonstrado que
era pouro Hxado ess.c lim't!; aecusava cada hum
seu adversario de haver ullrapassado seus deve-
res.
Contmuar-se a.
?SMI
RIO Dl: JANEIRO
jjsieniblea Geial Legislativa.
CAM\n\uos sf^AdorEs.
Sexsu em 19 de Maio.
Vice-PVesidenchdo r, Marques de Paiaiugua.
JL IxasjO horas e meia estando presentes 56 Sena-
1



r
a
DIARIO DE PERNAMBUCO.
sm--------*.

dore, abri se a sessa, leu-se 8 approvou-se a acia
anterior.
O i. Secretario den cnta do seguinle expe-
diente. '
ORDEM do DA.
Entren em 3. discussa o projeclo de regimen-
t eommum de ambas as Cmaras, com as emendas
approvadasetn O Si nado resol ven que a discus-
sa fosse por eapitulos : entrn em discussa o capi-
tulo primeiro.
O Visconde de Congonhes offereceu ns seguintes
emendas :
O arligos 14 e a5, na palavra, anno, mez
edia--, uniformise-se a redacca principiando
por anno, ou por dia. No artigo a6 depois da pa-
lavra, Regent accresente-sc, ou daRe-
gente.
Sendo apoiadas, e entrando em dicussa, pelas
ii horas e meia o Vice-P residente convidou a Depu-
taea encarregada de apresentar Regencia, em no-
me do Imperador, < Falla do Trono, a desempenhnr a sua missa,' e re-
tirando-e esta, por na5 ha ver numero na casa, in-
terrompea-se a sessafi.
Ao meio dia e 10 minutos lendo voltado a Depu-
taeaS, o Marquende Marica como orador del'a, ob-
tendo a palavra, disse que a x)eputacao fra recebida
com as formalidades q'iie de estilo, eacolhida beni-
gnamente pela Regencia, qnal dirigir o seguinte
discurso:
Senhor,
O Senado ouvio com respeitosa attenc*S o dis-
curso, que a Regencia em Neme de Vossa Mages-
tade Imperial dirigi Assembla Geral, na aber-
tura da Sessa Legislatira deste anno, e nomeando-
noa pare a presente Depulaca, nos encarregou da
hoerosa commissa de exur perante o Trono o
seu voto de grabas, e os letes sentimentos de amor
e respeito Auguita Pessoa de Vossa Magpstade Im-
i< perial.
Foi aprazivel ao Senado a communicaceS de
permanecerem inalteraveis as relaces de paz e a -
mizade entre o Rnzil, e as diversas Naces de am-
tos os mundes, e de haver a Hespanha, guiada
por raelhor poltica, reconhecidoa Independencia
e Soberana ueste Imperio.
Nao experimentou o Senado menor satsfaca
com a certeza do modo sisado e tranquillo, com
que se vaiexecutando naa Provincias a le da Re-
forma Constitucional, relatiramente s Assem-
blas Provincias, no exercicio das suas importantes
altribuices, e aos CollegiosEleitoraes sobre a ele-
?a6 do novo Regente.
i He todava penoso ao Senado o cenhecimento
das terrveis corainoces que lemsoffrido algumas
Provincias do Imperio e dos malea aggravados pelo
< mo estado do meio circulante, e a conlinuacaS
obstinada do trafico da esclavatura.
Reconhecendo a gravidade destes e oulros ma-
les, e a necessidade de remedia-loa, o Senado se
oceupar eficazmente de objectos ta importante
e urgefttes, c informado pelos Relatnos dos Minis-
tros das Repartieres do Estado, cuidar con em-
penhoe desvelo, em promover os interessesNaco-
naes, ee^pera. aproveitando a cooperaca do Go-
verno Imperial, corresponder dignamente s es-
t peroneas e necesidades da Naja.
. Respondcu a Regencia que louvava muitoos sen-
timentos do Senado. Foi recebido com agrado.
Continuou a discussa interroropida.
O Sr. Vergueiro offereceu a seguinle emenda :
No 2. do Art. 6. em lugar da emenda
approvada em 2. discussa, diga-se, no caso
do Art. i06da Constituica
Foi apoiada ; dando-se a materia do Capitulo
. por discutida, pondo se votaca foi approva-
doo mesmo Capitulo em todos os seus arligos, ee-
mendas approvadas na 2. discussa, salvas as a pre-
sentadas na presente discussa, e destaa fora appro-
vadas a 2. do Visconde de Congonbas, e a do Sr.
Vergueiro.
Discussa do Capitulo a. e emendas approvadas
na a. v discussa.
O Sr. Borges offereceu a seguinle emenda ao ar-
tigo 38: Depois das ultimas palavras, accrescen-
te se, pela Cmara que liver pedido junccaS
da Assembla. >, __ Foi apoiada, bem cerno a se-
guinle do Sr. Vergueiro: A remella Sancca
sera fcita pelo Senado.
Depois_d.; algumas reflexes o Sr. Borges offere-
ceu osegumteaddicionamentosua emenda, salva a
redacca :
Precedendb o fazer-se a redacca da le em
huma commissi mixta de ambas as Cmaras, pa-
ra ser approvada em AsserobVa Geral, cuja com-
missao aera nomrada pelo Presidente.
Foi apoiado, e entrn em discussaS : dando a ho-
ra ficen esta adiada, c o Presidente deu para o dia
20 docorrentea ultima discussa das emendas appro-
vadas lioje, novamente offerecidas ao Regiment
eommum, e a itytis materia dada etc., e levan lou-se
a so}"tft s duas\ioras da tarde.
riMARA nos bepctAdos.
Extraa da Sesslio em 19 de M'aie.
Presidencia do Snr. Araujo Lima.
JT Eila a cbamada pelas iO horas da manhfi, e a-
chando-se presentes sessenta Deputados, o Presidente
declarou abei la a sessa, e lida a acta da antecedente,
foi approvada. O i.# Secretario deu con la do expe-
diento.
ORDEM DO DIA.
Conlinuaca da materia adiada de hontem sobre
a amnista piro a Provincia de Minase Rio de Janei-
ro.
O Presidente reclamou da Cmara a maior atten-
C4, o silenaio o mais profundo na discussa que ia
comecar, o que elle esperaba ver observado. ( Apoi-
ados.)
O Sr. Aranjo Vianna disse que era Mineiro, e que
devia dar o seu parecer a reopeto da amnislia, que
volava por ella, mas que quena que se aoubesse qual
era a ra'.todo seu voto, poique ero oatra occasia
t'mha votadosempre contra ella, e porque a votaca
havia ser nominal; que as razos por tanto que boje
o obriffavaa mudar da opinia, era a- mudanca de
circunstancias : quando se tratou cm oulro tempo
dente obierto, estava mnito recentes os factos sedici-
osos de Minas, e tanto que ainda nao estava presos
inuilos dos seus autores ; que a revoluca ainda nao
existia naquella e'poca, mas que cumpria agora obser-
var primeiro, que era j pausados do'us annos em
que tivera lugar esses acontecunenlos, e em segun-
do lugai, que nao existia j o Duque de Braganca e
por consequencia, que ha de ter enfraquecido todas
as esperancas dos sediciosos ( apoiado ) ; que em Mi-
nas se havia augmentado a lista dos criminosos, e tan-
to quando se queria Iancava-se a rede para se apanhar
a alguns, e forma va-se-lhe logo hum processo; e
be desta forma que se pretente que a Provincia de
Minas se tranquilase? Que vista pnis deste estado,
ainda dentro de oito annos, nao poderia haver perfei-
ta seguranca para a Provincia : que nao haja rereio
de ses criminosos, porque elles j esta bem abatidos
e humilhados ( apoiados ) ; buns esta presos, e on-
tros sentenciadas- soffrendo a pena de suas sentencas.
O illustre-Deputado expendenrfo mais algumas razes
sobre o que se tinha dito m contrario amnislia,
continuou ditendo, que o carcter dos Mineiros era
bem conhecido, que elles era homens livres, mas
Cidadios obedientes Lei {apoiado) ; que he Uto
3 menos o que eHe Depotado ha observado quando
tem estado naquella Provincia ; e respondendo ao
que se tinha dito do mo resultado que se havia obti-
do, quando o Governo appliron a amnista ao Para
e outras Provincias, dizia, que o Goveino obrou
bem, quando deu amnista ao Pata, porque quasi
todos ali estava complicados na revoluca, e s por
esta forma be que se poderia sanar tamaitos males,
e o Governo soltou-se dos embaracos em que ctava,
quando a Cmara I he deu o poder de amnistiar ; que
o mesmo nao acontecer na Provincia do Maranha
aonde todo9 abracra a amnwtia, e se congrassra :
e que finalmente os Vlineiroi n^ havia reeeber com
indignabas a amnista que esta Cmara votar; que
a sua indignacaS he quando veem o rrime, e o crimi-
noso aleado c sena castigo; mas quando humhado
e abatido, nada receiariaS, e que por lano volava
para que se desse a amnista.
O Sr. Limpo de Ahreu disse que enlendia que
devia fallar nesta materia, porque ella era das mais
vities, ao menos para a Provincia de Minas Geraes,
e fosse qualquerqae fosse a deliberaca da Cmara,
dedarava que havia de votar contra a amnialia. Oil-
lu^lre Orador para reforcar sua opinia, irouxe pa-
i exemplo as mximas de a'gnns Publicistas, como
a de MontesquieUf que diz que o direito de perdor
deveser tanto mais restricto, quanto mais livre foro
Governo: que nao era pois os sentimentos de bi n-
ficencia, nem de austerdade, que o obrigava a emi-
ttir o seu voto, e si u os de justica ; que nem elle De-
pulado, nem asna familia fora os que sentira mais
os eFeilos desses^ acontecimentos sediciosos, porque
a sua familia exilia no centro da Provincia; que
tem-se dito que tem havido abuso tu penas appli-
cadas aos criminosos; que naS sabia com toda a cer-
teza se tem havido, ou nao csses abusos, mas e que
pe le a aseverar era que nenhum innocenla tem-se
pronunciado e condemnado, que todos c J'les Uuha
mais ou menos culpas. ( potados. ) T< altando o '1
lustre Orador de manifestar o que se pasfLu quand"
estava na adminislrac da Provincia, ac/erca do n
impedimento algnm, nem resistencia b o DecretV
poder moderador ; que a esle poder p\ rtencia o i.
reilodecommutar as penas, mas que jera depois da
sen lenca ; e qne o processo do divid j, cuja pena
era commutada linha vindo por appella cao da Cidade
de Marianna para esta Corte do Rio de Janeiro qU
nao havia por consequencia a tal repeino, anda hu-
ma sentenca definiliva ; e o Decreto c tava em opp0-
s^a Constitui?t, supposto elle De\ pulatlo se per-
suadir que o Ministro da Justica nao sal bia desta cir-
cunstancia, quando concedeu o Decreto) da comjwn-
ta?a da pena^ e ojie elle como Presidiente da Pro-
vincia, e segundo a lei de aas aItrib\oicrs, tinha
desempenhado seus deveres, eVnt\ infu ;l ao Gover-
no que lite confiou o poder, se de oulra manera pra-
tica'se ; que por tanto nao bou ve ress tenca a tal
Decreto, es-ae-repiesentou contra elle, t Gober-
n a tal respeito s nsistro' na Jemiss^ lo Presiden-
te, e vista destes factos nao houve rocti vo nenhum
decenswra. O Ilustre Deputado conlrn ion por lon-
go lempo a daetorrer sobre a materia, su sleuiando a
sua opinia contra a amnislia.
OSr. Cornelio Franca votou a favor da .Amnislia
declarando que na havia de ficar em si lencio em
huma materia qu julgava de grande imporl ancia.
O Sr. Carnero Lean discorreu largamei ile sobre
o que se tem feito em Minas acerca dos Proo essos dos
criminosos, e disse que a protecca tem validt a huns
para seren sollos, e a outros o desejo da vingiinca pa-
ra soffierem penas que por deliclos polticos ma de-
via soffrer, que era menos exacto o dizer-se que ne-
nhum innocente fra pronunciado ; porque ali esto-
va elle Deputado, que se julgava innocentr, e foi
involvido em hum Processo, e qoe por tanto conv-
dava ao Deputado ( Limpo de Abren ) que Uie tpre-
senlassee provasse quaes era es seus crimes. Oil-
lustre Deputado concluio votando a favor da amnis-
lia.
Tendo sabido da sala a Deputaca, e voltado, o
Sr. Jos Pedro de Carvalho, como orador, partici-
pou Cmara, que fra recebida com as formalida-
des do estilo.
OSr. Jos Pedro de Carvalho falln largamente
contra a amnista.
Foiinlerrompida a discussa em consequencia de
se achar na sala immediata o Sr. Ministro da Fazen-
da, o qual sendo introducido c#m is fwrmalidades do
estilo, oceupouo competente lugar para asistir
discussa.
Entrou em a. discussa o projecto sobre pesos
e medidas.
OSr. B iptisla Caetano propftz, a urgencia para
se discutir o parecer da Commissa sobre o meio cir-
culante, huma vez que se aehava presente o Sr. Mi-
ni-tro da Fazenda, e elle no sea Relatorio tanto re-
commenda Cmara aemelhanle objecto.
A urgencia proposta foi apoiado, porem nao ap-
provada.
O Sr. Ministro da Fazenda retirou-se com a mes-
rna formalidade rom que entrn.
Continuou a discussa sobre a amnislia.
OSr. Mello oppz se a que se concedesse a am-
iii ta.
Como tivesse dado a hora alguns Deputados pedi-
r.. votos.
OSr. Maciel Mouleiro propz a prorogaca da
sessa al findur a discussa. Posto votacao este
requerimento, ficou empatado, e por consequencia,
a decis; .-(diada.
O Presidente deu para ordem do dia aO a discus-
S9 adiada, difieren les projectos, e pelo meio dia a
discussa sobre a fisiaca das forcas de l^rra, e le-
vantou a sessa pelas duas horas e hum quarto da
larde.
O,
GOVERNO da PROVINCIA.
Expediente de a7 de Junho.
Fficio ao Exce. Presidente do Rio Grande do
Norte, que fez dar o competente deslino as duas re-
laces das Pracas de Artilheria e Cacadores all exis-
tentes.
Ao Excel. V. Presidente da Paraltiba, envian-
do a f de ofiicio do Soldado F. Martins.
Ao Commandante das Armas remetiendo as re-
laces de que trata o i. ofiicio supra.
Ao dito ; para ordenar que sepasse a guia do
2. Sargento V. L. Pereira, como requisita o Ex-
cel. Presideutt da Parabiba.
^f


*"*
^
DIARIO DE PBRNAMBUCO
0
Aodito; que mande avisar para odia 31 do
crrenle os'VogarsJVlilitares da Junta de Justica.
Aodito; reverendo o officio do Comm. em
Chele sobre a gratificacao pretendida pelos aprehenso-
rea do ex-Juiz de Paz ds Quipap ; e que lhe remon-
da que nao pode ter legar tal gratfreacio por nao exis-
tir o Edilal, que n promelleo.
Aodito mandando rereber na Fortaleza do Bu-
raro os presos de Justica da Cadeia de Olnda, em
qiianto esta se concerta.
Aos Dezenibargadorea Belniont, Silva Tavares,
e Souza, avisando-os para a sessio de Junta de Justi-
ca.
Ao Comm. Superior de G. N. mandando dis-
pensar das guardas nos Domingos e Dias Sanios o*
Empregados do Arsenal de Marirha.
Ao Chefc de Policia ; que pode transferir *os
presos de gue trata o officio supra.
A' Cmara M. deOnda, para mandar proce-
der itnmediatamcute ao concert da Cadeia, logo que
se eTectue a mudenca dos presos.
Ao Bacharel B. J. de Miranda H. transmiltin-
do o officio do Juiz do Civil J. J. G. de M. N. em que
representa que os seus antecessores exercerio jurisdi-
co civel somenle no termo da Cidade dexando aos
Juizes de Direito de Comarca o julgarem nos feilos
dos olros termos, contra a expressa disposicio da
Le; a fim de informar em que se fundou para assim
obrar.
DIVERCA5 REPARTICOES.
PoLICIA.
E.
IM preznca de seo officio de aa do correnle no
qual me exporm a impossibilidade em que est de
prosseguir no servido Publico, por fal'a de'pre'-taco
de foi cas para as diligencias da Justica, e excuzar-e
o Command.'uite interino do B-itulhao de G. N. deve
Julgado a faze-Io ; pedindo-me ao mesmo tempe Ihe
insine o modo de se dirigir nnlhor em seo ministe-
io; tenho a ponderur-lhe que V. S. regular-se pelo
Avizode i7 de Novembre i8a pondo emexetissio
oait. 88 da Lei de 18 de Agosto l83t. que nonrt.
6. pondo a dispozic.au das Authoridades Civis a G.
N., nao fes excepgo de algura servico, e lembro-lhe
que nao deve transigir com a criminoza indferenca
d'aquelles que quereude gozar de todos os cmodos da
Sociedade, nao se sahem do ocio para piestarem seo
conligente. #
Pelo que respeila ao Distacamento que V. S. lan-
J.as vezesme tem requintado, quantas eu as tenho le-
vado ao conbeciraento do Governo, que em ultima
me dirigi o officio que por copia lhe envi para seo
governo.
Dos Guarde a V. S. Reeife a4de Julhp i835.
Joaquim Nunes Machado, Chefe de Polica___Illust.
Snr. Francisco Duarle, Juis de Paz do Poco.
Excel. Snr. Do officio em original incluso do
Juis de Paz do 2. Destricto de Onda ver V. Ex. o
estado de nenbuma seguranza em que est a Cadeia de
Olinda: se V. Ex. conviesse em que os prezos d'ali
fossem removidos para a Fortaleza do Buraco, seria i--
bo de grande proveito publico, era quantoseconcarta
a Cadeia,
Dos Guarde a V. Ex; Reeife 24 de Julho 1835.
Illust. e Excel. Snr. Francisco de Paula Cavalcant
de Albuquerque, Presidente da Provincia de Pernam-
buco. Joaquim Nunes Machado, Chefe de Poli-
ca.
9 No tendo havido regulat idade .e exaccio as
partes diaiias dosacontecimentos occorridos em seos
respectivos Destrictos, como exig de Vv. Ss. em coa-
s quencia de ordens da Prezideneia; sou de novo a
exrgir-lhas, recomendando-lhes toda a promptido
neste servico, e que asparles mesejo remetidas a
tempo de as comunicar ao Governo.
Dees Guarde a Vv. Ss. Reeife 24 de Julho i835.
- Joaquim Nunes Machado, Chefe de Polica. II-
lustrissimos Snrs. Juizes de Pas desta Cidade.
Excel. Snr. Da parle do Commandante. Ge-
ral, eparlicipacoes de alguns Juizes de Pas consta na-
da ter ocorrido a noite passada, a excepcao de ser pre-
zo um preto escravo de Francisco Serfico de Assia
Carvalho, nao consta o porque.
Dos Guarde a V. Ex. Reeife i\ de Julho i835.
lust. e Excel. Sur. Francisco de Paula Cavacanli
de Albuquerque, Prezidente da Provincia de Per-
nambuco. Joaquim Nunes Machado, Chefe de Po-
lica.
>ooo.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amesnia do N. 133.
C0RREI0.
'P
MT Eli Adtninislrscio doCorreio se faz publico que
parte deste Porto para o do Rio deJane;ro, Babia, e
Macelo o Paquete extraordinario .^ de Abril, ce
dia 4 de Agosto.
%cy O Bi gue Brazileiro Mrquez do Pombal de
que < Commandanle oi, Tenenie Manoel Pedro
dos Res sai para o Maranhio e Para no dia 4 de -
gosl.
>y A Barca Porlugueza Activa de que Ca'pitio
Sabino Antonio do Cabo eAlmeida, sai para Lisboa
no dia 12 de Agosto prximo fucturo.
EXTERIOR.
HESPANHA Madrid. {Maio).
Noticias da Fronteira.
Mjf E*DE o dia 22 tres batatnoes facciosos comecario
a sitiar Urdax. A guarnicio de Urdax tgtn sustenta-
do tres, ou quatro ataques dos sitiadores: e estes se
tem retirado, pois anda que apparentemente se dri-
gio a sitiar a praca, sen verdadeiro objecto era pro-
teger a introdcelo de alguns combtvy-, que esperavio
da Franca.
Os Carlistas todas asnotes vio reconhecer os
pontos fortificados dos Chrislinos. Estes se encerrio
em suas trincheiras, e entretanto os Carlistas recebem
seus comboya, e monicSes, que vera da Franca.
No Diario de Sevilha do dia 5. Continua sem
interrupcao de noute edia, a nformacio summaria de
lodos os presos da abortada conspirado de Sevilha : a
expectativa dos bons esl na meama actividades e fe
vindicta publica reclama a condigna sa'jsfaco.
Estamos aoctoi isa dos para dizer, que todas as
noticias, que reci be o Snr. Capitio General dos pon-
tos desta Provincia, a que se dirigi fugitiva a reunio
facciosa, conirmio que ella ae acha perseguida peloa
Urbanos de todos os povos immediatos, tendo-se a-
presentade o Tenente graduado em Capillo D. Anto-
nio Corcon, eni Pediera, depois de abandonar a fac-
?So.
Escrevem de Pamplona, que dois Enviados
Francezes tem estado a conferenciar com o Pretenden-
te: acredita-se que sua mssfo ser similhante de
Lord Elliot com o fim de regularistr a guerra, e dse
darquartel aos prisioneiros.
As Corles Geraes a presentarn a S. M. a Rainha
Governadora o seguinle projecte de Le, que foi por
ella approvado.
- Artigo nico. Concedem -se ao Governo 15o mi
lhSes de reales para os gastos extraordinarios da guer-
ra em o presente anno de 1835. -.
No dia 11 do correnle houve grande, e muir-
nhida discussio no Estamento dos Procuradores, por
occasiio da Convenci estipulada por ntervenci de
Lord Elliot, entre oGeneraj Valdez, eZumalacarre-
gui. O Estamentoapareceo cercado de Tropa, e al-
guns agentes da Polcia aparecronas Tribnnas, mas
todo esse bTco apparato foi despedido em ronsequen-
cia das quexas, e severas represenlacSes dos Procu-
radores. Quando o Procurador Lpez nvetivava for-
temente contra similhantes procedimentos, a Gale-
ra publica deu signaes rPhuma viva comoco, repe-
lindo emvoz alta oaseus signacs deapprovacio, ea-
plausos, porcujo motivo o Presidente mandou im-
mediatamenle despejar aGaleras...... e reslabele-
cido o silencio, o Presidente dis^e ao Orador, que po-
dia continuar. Continuaro as increpaces contra o
Ministerio, esedecretou o exame da conducta dos
Ministros a respeito da estpulaco entre o General
Valdez, e Zuma.lacarregu, A votaco fo nominal,
e o exame approvado por 54 votos, contra 5o.
O
{A Vedeta da Liberdade.)
P011T0 2 DEJUNHO.
Chegaiaofolhas Inglezes at 2o de Maio.
Diario de Roma diz qaerjuinla fera Santa D.
Miguel, a quem S. S. chama S. M. Fidelissima, honrou
com a sua presenga a Igreja Pan ochial de S. Mara,
aondecomungou com grande edificacio do Padres e
Povo, que ronconeu a esta piedoza demonslrafo de
Rdigiio. (Que hypochrita!)
MADRID I. DE JUNH0.
Os papis das Provincias Vascongadas, que aca-
bamos de receber, nada offerecem que possa chamar
a attengio do publico. De Vitoria saro duas DvisO-
01 nosas para Vi>caga, e o Snr. Ministro da Guerra
com ogrosso do Exerrito se ia internando na Navarra
com direcefo a Pamplona. O Perlenderrte em Unte,
cora loo guias e perlo' de 2oo frades. Os 4 Batalhe-
cs '/caiius em Marquieno. Ziimslsconegu em
Ameovras.
Em 39 do mez passado encerraro-se as Corten
(Estamentos), e na mrsma occaziio recitou a Rainhe
Governadora um discurso, do qual daremos alguns
tpicos.,
H'mtre Proceres, e Snrs. Procuradores do Rei-
no. Ao acharme no seio das Cortes tm acto Solemne
de fechar a prezente Legialatura, nao posso deixar de
recordar com satisfaeSo, que apezar das circunslanci-
aa criticas em que se reuniri, e dos malea que 1ra-
ziio com sigo as discordias civis; nio tem sido vans as
esperan^ que consebi, quando estabeleci huma ins-
lituicio lio antiga, comosaudarel.
A ley promulgada contra o obstinado Principe,
que apira uzurpar a Cora, acaba de por o selo de
reprovac"o a huma cauta contraiia aa antigs Lays e
cosumes do Reino, enSo menos opposla ventade
geral da Nacfo, manifi atada por seus 01 gaos legaes, e
ratificada espontneamente com os" seui sacrificios, e
exforcoe.
doloroza e lamentare! a prolongedlo de huma
luta, cu jo xito nio pode ser dnvidozo; pqrem que
entretanto devasta humas Provincias dignas de roe-
lhor sorte, e embara sa que se afiance completamente
a paz as 011 tras: Cont sem embargo disto, para por
fim a huma guerra entre Ii mos, e consolidar a tran-
quilidade em todo o Reino; em os recursos que aaCor-^
tes tem generosamente proporcionado, com o valore
constancia do Exercito, com a dreizo e patriotismo
da Milicia Urbana, e com a firmeza que he o distinti-
vo desla Na cao magnnima, quando annunciou faee
do mundo, sua resoluco.
Taobem serve d'apoio a to consoladora espe-
ranca o ver que cada dia recebo novoa testemanbos
d'amtfade e leal correspondencia da parte dos Augus-
tos Aliados, cujas promessas consagradas nos Tratados
Solemnes, offerecem huma nova garanlia ao trinmfo da
cauza legitima, recebendo das outras Potenciaa as ma-
is pozitivas seguranzas de se nio intermetterem nos
negocios polticos cjestf Reine.
Intil sena recordr-vos os importantes traba-
Ihosemque tendea tido tanta parte, e as Lei* benfi-
cas que ficrio Naci como bonrozo legado desta
Legislatura: anda quando nio fosse maisque omiudo
exame dos orcamentoa dos gastos e rendimentos do
Estado, aeria hura anuncio infalivel de que, entran-
do em huma carreira depublicidade e de ordero, nio
podem subsistir perniciosos abuzo?, e hio-de plantar-
se successivamente saudaviis Reformas, u......
(Do Peridico dos Pobres no Porto).

THEATRO DE OLINDA.
JLIOje Quarta fera 29 de Julho em Beneficio do Jo-
ven Bitancnrt se repreaentar a milito cenceiluoza e
belissima Peca O Conde Genovitz No fim da Pe?a
a Joven Carolina dangar a Caxuxa Seguir-se-hn
a execuco de hum Duelo Afandangado cantado pela
primeira vez nesta Cidade : rematando o expectaculo
com a graciozn Farpa Industrias de Traficante. Prin-
cipiar as 8 horas infalvelmente.
AV1Z0S PARTICULARES.
Mncmotcchnia ou Memoria Artificial.
\P' Profesan de Mnemolechna e Tacbygraph'a J.
J. Gonrt paiticipa ao respeitavel publico, e raais par-
ticularmente aos Scnhores subscriptores dos seos cur-
sos do Reeife, que tendo alcancado da benevolencia
do Exm. Prezidente e da bondade do Snr. Director
do Liceo Imperial hum salla decente, onde elle podes-
sedar as suas licoens ; elle dar impreteiivelmenle
principio aos dlos cursos, em o dia Segunda fera 10
de Agosto, e por lantoaviza o% dkes Senhorcs subs-
criptores, que elle vai mandar-lhes remetter as suas
cartas de entrada, na recepcio dasquas, elles hio de
ter a bondade de entregar a pessoa que Ibas ha de re-
metter, o importe de suas subscripcotns, ou no cazo
de desconfianca, o recibo do depositario que he sem-
pre o Snr. Mapoel Figuera de Faria na loja de li-
vros PraQa da Independencia N. 37 e 38.
Nio ha mais duvida alguma sobre a existencia, e
grande ulilidade da Memoria Artificial, ou Mnemo-
technia, a opposi eio, tinhio o principio urdido contra este engenh^



4 .
^.oel ulil melhodo, lem desiparecido perantc os
I) limites succeaauB "alcancalos pelo professor la lo
noi seos curaos da Baha, como da Cidade do Olinda,
os tpiacs provo bastante, o qucnlo esta scieneia cor-
Q'iTi 0 iiOssus uigaoa uiiiriiifiCS S5ir2
Viff'oso ponto de desenvolvmi uto que clin da a me-
moria ordinaria, que pito seo adjulorio, chega rpi-
damente a hum auge que parece milagroso. Sem o
se socorro, a Chronologift, a Geographja, e come-
quenlemente a Historia, nao podem ser contiendas
senlo com muita fperfei?IO. Qaem se altrevera,
sen ella, a Vencer as grandes difficuldades.de remi-
niscencia q >e nos appresento as seienc.as mathemaii-
ras, as numerosas classifiracoens, da Chynict, da
fysica, da Botnica, d* Analon.ia, da Medrrina, e
.m fin, os se m numero di r^joi e pargrafos que
nos appresenla liuin cdigo, &e. &e.
O P. olVssor espera por lano queesle U tuno curso
sir,i iVenuenlado pelos amantes das sciennas, de que
abunda esla briosa Cidade file eslorcar-se-h.. para
merecer o conceito que p dee Ln frito as persona-
g.nsasmaisMus.rrs della, q) o leu, favmec.do
das suas ass;grialuras.
OCursos.r.', do2i liiSes dadas regularmentei ire
veres por semana, e das q a duraco ser* de huma
' |,.,f* al hora e n\-h, eammecando a licao ascuico
horas e meta da tarde, sendo o preco da subsenpe.
de20$000 reis, em papel. As Senhoras pagaiao
somenlemeia subscripeo, e lugares decentes Ihes se-
rn reservad.*. Os pais de familia que comsigo Irou-
xerem alguns dosseo^ fidios, menores de i4 anuos pa-
(Nro6 tobem por cada Imm delles, .moa sol-s'-upcao,
h-concedido aoa Seuh res Profesores e Profesoras
pblicos de primeiras le'ras assiolencia gratuita as li-
ooens. He indispensavel -para seguir o curso; ser
i.rmado nas primeiras I. Iras, e saber traduiir ao ma-
rro*, hum pouco da lingoa Franceza.
Alem dos conheciinrntos que dependen umea-
,, nneda memoria que os alumnos nao deixaro de
adquirir) n..s heoeus das expplicacoens as diversas
.ciencias como a Ch.onolcgia, Historia, Geographi,
Ro'auica Matliematicas, Jurisprudencia &c. &c.
0 Professor se obrig. particularmente, acabada a
; \ialeio, a por amaio.ia dos seos alumnos estu-
rfojoi na evrcni.sUiuia de poder coin estudo de pou-
cos n.iimtos rete ni memoria de hum modo fixo e
invariawl, cen palavras dadas anarazo sem liga nem
, latbia de humas Com as outra<, e de as recstir em
lodosos sentidos que lorem pedidas, o mesmo aconte-
cer com hum as Bl grande numero dedadas Chrono-
',,..s, r de describe i tas fundacoens, invenva ens u-
l, segradareis qfce ho de exerrer eon huma gran-
i!e r.-'lc/., o m-smo acontecer emfim com humas
| .,.,. ,, i i .i de soberanos dos quaessnido dado o nu-
,: Tu ordinal de qualquer Imm, clles ach r o 'o ;o o
soorrome, otao notneio ordinal particular na seria
ijos reis do wkw no...-, aeoappeUdo seo tem, e era
ini a d..cla da sna exaltado ao trono.
No fim dw 1 coens elenn nlares, i to he, na icztl li-
cj os sobcriptori's presentes passarfo ao escrutinio,
.ando ca la hum publicamente o seo rolo, pro ou
. nlr.i o pM.icssor, e seo novo melhodo, por meio
sasa^gnataras em ho dos dois aclos para este
liru d,-iiiiados. pntadm os votos d'eMe escrutinio,
sea maioiia f.T a Uvord^ professor, d**dej'i llie li-
car:'.* pe.lemeirl-S, as uupui tai.cias das niliacriprS t
deposiladas l rntu na sna mo nomo na dn depositario ;
(. IW a0 contrario Un lo esta, cmo aquellas, se.ao
i liliiidns a* S'nluires Mifneripturv*. A igualda-.
,i,. de votos sera sempe considerada eofflO em (avor
do profesaar. *
A (), tfaas que rJesejareiB ver hum recomido '.o que
,\,,:oMj|OTo-vifnn, sgatelas da Europa, como
i beasoda ttikM, poderO setransporUi em casa
I rrolc-s.-r, lloa la Seiita la tena por cimi do Ar-
nasem do Sur. Franco.
Assb*ecipC;bensftrH'Cfebeni s| odia 8 de'Agosio
to lano MB asa do Professor, como na loja de litros
.i,, S ir. lijpnra pr^c^a da lo iependem a n. 37 e 38.
() |', ole-sor querendo prop.-f.ar o m.,is .apLiaoun-
lepossive', p'-'r todo o Imperio, Imm sys b rna de
, ,,;, ulidaie, nao dar nesla Criad- se r.So v-'v u-
,, ,,,,,0, devendo me-ssaoiein.nte. paitji p.ra O
Rio de.laiieiroon.c e-la esperado.
Ttchyraphia on JtU de sei**er io dpressa
como a pnlavia. '
F.m os- di s de intertal Mnemnl-cbnia, on no fi ri las dtaa, o Ittesmo Pro-
tal i
i J.'. J.-. (miel, sbrir tSbem na fnesrtia
,. s ,n. sn ishora-. o s-o curso de !'..< hiTipln.".
*-, s,e i:urs, iis no lio das quaes 08
,i!.mUI|0- I' ^ '" evl-el-m-ol.', B ('OS al.Mlinara-
| ., .den lo ad-i linsn del'.- a-hpnrir a" '' \
.; uMiitu, ronvn'gam eserricios lig-treaa necw-
Vra P"".'' arotepai hrqlalqu r redor. _
O 'peo dasttb*iipcaohe d to.^ooorc-s ein'pa-
*
DIARIO DE PICRNAMBUCO.
pe' pagos adiant.idos, sem ou Ira garanta do que os
anteriores sucessos do prufesaor ; e de 4 paticoeu* pa-
ra os suhsciiptures dos cursos de Mneniotechnis.
Esta metfaodn, lodo noo. divido tohema fecun-
.':. invi't.rSii rje Mr. Aim l'ris. e rom ndntorio do
qnal tile colheo por rspacode a'f;uns annos os deba-
les da cmara dosdepulados di Franca : por ser mais
-laro, mais rpido, mais simples, mais fcil a np-
prender, e roaisdilliculloso a e.'qnecer do que todcs
osoulres at agora empregados, se axa hoje seguido
por quaie toda Europa. t
Ningoem >cia aJmittiJopfnl'.
JVii he preciso para mostrar a grande utilidade drs-
ta sciencia no Braiil, particularmente depois que a
constituirlo refi.irn-ada.temef.labelescido nscmblas le-
gislativas em cada provincia ; nohe preciso digo, ex-
p( raqui lodos argumentos dos mais sabios publicistas
sobre quanto be imporUnte a liberdade, n publici-
dsde dos actos'legi-lalivos, direi somente que o povo
mal instruido por laronicas gazetas dos trabalhos dos
seos represen la ii tes, faz driles militas vez.es Imm jui-
zoconirario ao que >ira a fazerse elle fosse bem no
laclo do que se tem passado, do (ue se tem dito no seo
da assen.bea, oque nao deixa de poder ser prejudi-
cial a boa esecilla das futuras rleicoens. Alem disso,
ja que esta lo ut I puldicidade, nao pede, seja por
escacei do local, seja porque as oceupacoi ns de inul-
tos nao Jb's permiltem asistir es sessoens; nao pode
digo, ter lugar eno pela va da imprensa, he bem
etidintf, c|iieeftanao pode rpToduzir seno hi.m
ho infiel sem e s.ccorroda Tavhygraphia ou Slno-
grapbia. Nada mais vulgar, do que ouvir pessoas
que nao lendo assi tido as sessoens, mais sim, lido o
resumido abreviadas das ditas nos periodires pblicos,
rlamar sem razoconlraa indolencia dos mandatarios
da 'i ovincia ; o que de certo nao aconlecei a se a r-
pida TachygrapliM r-pvoduiisse fielmente os seos pe-
r.iv.is trabamos. Quantos preciosos discursos, inijno-
visados pelos pais da patria, ico no esqueciment, e
por tanto perdida a sua benigna influencia sobre a
opinio publica ? Nao he pois evidente a indispensa-
vcl nei essidade da Tachygraphia para o bom anda-
mento das nossas inslituicoens ?
O Profesor por lauto espera que ho de concorrer
para o esludo dYsta arte tao til lodos os amantes da
iberdade do seo paiz e el'e fara lodos osesforcos ao
seo alcance para laneras suas licoens proveitosas.
1C3^ Quem Ihe convier urna mulher branca que
sabe cosinhar o dnrio de urna caza engomar perfeita-
mente ; capaz para reger urna raza, dinja-se a rjia
das Trinx.iras caz D. 10. jue abi encontrar com
qneiu tractar.
^^ Apessoa que por engao levou um chapeo de
seda com varios papis, entre ellas unsroesde encom-
mendas; deixaiulo ficar oulro; roga-se muito encarici-
damenle que queira reslitui lo na lojn da ra do
Crespo D. 5._
^^" Ni mesma loja as-ima existe una carta para
Joze Domingoes IMmentel.
^^" A pe oa a quem foi incumbido a procurador
ria, ou he inters ado no negocio da laja i->. na roa
das.5 Ponl.s lado do poenleJ queia comparecer, ou
mandar iilender-se COOi o Rcndciio do s<>br-do sobre
OS loguis, e destino da dita loja, &c. &c. &'c.
^y OJnizdbCivil da segunda Vara dsta Co-
marca doBecife despacha das8 horas da maiih at
as 2 da tarde.
ty A m. za da Irmand.nle dasf'bagas leudo do
impo sar a nova me/..t elleila e (| lerendo-cuinnrir su-
as olu i i o <"> s. a observancia do seo cumprem ss',
ro^a sos Irmos da mesma Ii mandado hajao de com-
parecer em dia 2 de A;>sio prximo as 9 horas da
oaiihi, para uma^meza eral, e especialmente con-
vida ao \r. Joze Ang do de Almeida Mangaba.
%:$ O Jii/. de Paz do Tereeiro Desti ico da Ma-
dre de Dos la/, pnlilico. que por sua ordeni se neb
ncoii Joa Cadea de-la Cidade o preto que diz cba-
rmr-se Joze Vicente, ees ravo deManoel loze, ca-
Bad<>, e morador no lugar do Remedio, quein loro
seo Seiihor dirija-.-e a caza da sua residencia: iua
ile J-ize da Costa.
V^~ Qoem quiz*rser Feilor de hum siiio perto
da prsca, dir j i-e a ruadaCadeia em Santo Auionio
I). 9.
A NN UNCIOS.
OAI.i:a .'.luz no 1." d" Agosto ol." N"'oTl;-
publiraoo FeaVrativo, Vender se-b avutio na Boa-
vi: i. Bol i 0 defronte da Matriz.; em Sanio An'ooio,
Ra do Csbog, loja do Sur. .loapiim Eutebin de
Barros: no Bairro'do Recife, Rm da Cruz, Biitica
n." ;''.; reta OinN, I J < do Sur. Oliveira.
(I :,. la.lrr la' rci-lite a.. R- speil Te', Pub'i Oq'ie
f doMlriia dn seo Peridico r eeripti nicamente
para se deluci lar a rerdade, e por isso recomuienda
ao Povo queobedeca aos Magislrados, e estes cumprfo
seos deveres; pois que o Povo tem o direito de petf.
cao, e nunca deve se armar para mudar a Forma
do Governo, que tb ao poder Legislativo jiertence.
^f l)eo luz N.c 26 do Aristarco contend hum
artigo sobre a ordem dada para correr de noite os
cidados, reposta ao Velho Pe nambucano sobre a ex-
pozicio de seo ultimo N. Obrilh.-.ntediscursodoSr
Diputado Ramiro sobre as promoces dos Militares
Vndese nos lugares do costums.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio deJaneiio.
tjAhirnodia 8 do prximo Ago-to a Sumaca pa-
quete do Rio de Janeiro, Capillo Jofd Rodrigues A-
maro: quem na mesma quizer carregar *irija-se ao
Capitio, ou a Gaudino Agostinho de Barros na naci-
nha do Corpo Santo D. 67.
COMPRAS.
O
Guarda ivros moderno; sendo perfeilo, e h'a.
da mesmo por encadernar : ua loja do senlior Mano-
el Cardozo Aires, na ruada cadeia do Recife n. 15 ou
annuncie por esta Folha.
3r Coniiniia-se a comprar sedulas por prata a
l^GOO o patarSo : na venda do Campos no pateo do
Carino L>. 7.
VENDAS.
m9 Iariamenle ptimo pao para ser pago no fim de
cada mez, recebendo-se para esse fim vales de pessoas
conliecidas; muito bnajjidaxa pelo preco mais commo-
do possivel: na padaria da ra da Larangeira D. 13. e
na praca da Unio loja N. 6.
ley* Urna escrava de naci, ja idosa, por preco
muilo commodo : na ra da Larangeira caza D. 13.
t7* Urna porco de ponas de boi abordo da
Sumaca palma Fundinda defroute do Collegio, e no nr-
mazem do Maxsdo d< fronte do Corpo Sanio : os per-
tendentes dirijSo-sea praeinba do Corpo Santo D. 67.
^^ Preznioa 400 reis a libra a dinbeiro le-la
liza t-ndoo pezo : na venda da ra do Rozario kwgi
D. 15 na esquina.
r^ Na venda noVa da roa do collegio n. 6, onde
Foi boteqinm se vendem todos os gneros de venda, e
por preco coramodu.
1C^ Um pelo de 20 anuos de idade, pasante, e
sadio : sabe cosinhar com aceio o diario de urna casi ;
b 'm socador de assucar, e bom traba'hador de en-
xada : na rm das Flores D. 4
^3^* Um moleque de i5 annos, de bonita figura,
e sem vicio algo m: em Olinda atrazdeS. Pedro novo
casa com porto ao lado.
fcy* Por preco commodo um sobrado na ra do
Amparo da Cidade d'Onda : na mesmt ra a lidiar
com o padre Joaipaim Francisco de lana.
ALUCUEIS.
,Luga-se nmacasa terrea na B ia vista ra doto-*
tovello, com grande q lintal murado, e muitas ano e.
de Inicia, e escc-llenle banlio : Fallar na ra d"S
Q.iarlei D. C.
ARRENDAMIENTO.
A,
Rrenda-se o sitio de Joaqum Avelino Tavares m
passigem da Magdalena com boa casa de vivenda.
grande plantacio de capim, laran^eiras e viveno'
quem > perleuder dirija-se a praciuha do Corpo Sao
lol). (7.
NOTICIAS MARTIMAS.
Tabeas das mares ckcias no Porto de Pcrnanil'"r0
3 Segu nda S Oh. 54 m.
3 4-T:- 7-42
-3 5-Q:- 8 -- 50 '
-a (i-Cj:- _ 9 -- 18 .Manha.
0 7--S; __10 -- 6
Q 8*S: 9 ~0: - e __io .S4 | -i 1 42 >.
Pa rio entrado no da 27.
Per ti. na Typ. do Diario \S3b


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