Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02409


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Full Text
ANMU k 18.35. TERCA FE1RA
28 DE JUNIO. N. 55
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PlIMMIM.'CO, NA TVP. IIE l'lNlMUUD I'AIIM. Id.
das da semana.'
27 Secunda S. Pantnliao Mrd- A mi. dos Js. do C. de m. c de t. cs.s
da T. 1'. Ch. de t.
28 Terja $ Iunoccneio I'. Rcl. da m: and do J. d*O. de i
30 QnarU S. Marta V.'sess'ao da T- Pul.
.'!() QniilnS. niifino M. HpI de m., and. do Jniz lo C. de
m. < de t. F.nlra o Sol ein Le) nos : ni. da I.
:l Sexta S- Jjrnacin de Lrvolfl scsso da T. I*.de m. e and. do
J. dcO del.
I Salilwtdo. Primciro de Ago-to \. Pudro nii vincule ttotatiu d
ni- jiih. do Vig. (!. de I. ro Olinila.
" Domingo N.S. dos Aojos f. Ketevo P. M.
rmli) agora lepc'ule de n>s iir-smos, da nossa priidi-ncia, modi>
rac-io. t energa i continuemos com* pr pipiamos, e seremos a-
puntados, un admiracio entr ,'is N.iriics in.ii- callas.
Priicliinmra.i da semblen (eral du Rratil.
SWrpvese a 1000 rs. mon-aes i is a.mlados ncsla Tvpojrra-
ia. c na Praca da Independencia \. 87 e 3H ; onde se rcccl.em
r.urre.-pondrnciasl("_ralis.irfi-i. anmnicfo? t nnerindo.ee este gra-
tis senil,, dos uropriosassignautes. c vindo ssie;naos.
F.
RIO DE JANEIRO
Assemblea Geial Legislativa.
CMARA DOS DEPUTAHOS.
Extrato da Sess) em 18 de M'aio.
Presidencia do Snr. Araujo Lima.
:^v
PARTIDAS DOS COKKF.IOS.
'fc-a.1. .*!**)
Oluida _Todos ns diasao meio di.
Goiana, Allianilra. I'arailia. Villa do Conde. Mainanjrunpe, Pi-
lar. Hral de 8. .loo, Hrejo d'Arcia. Kainlin, IVinlial, Nov* Soiiz.-i. (idade do Natal, V'il'as de (ioianiiinha, r Novada l'rinec >
za: Cidade da l'orlalc/a. Vi'las do A puras Monte in*r novo-
Aracalv. (Ve.-,, el. Canind. (irania. Iin|)eralriz. S. Bernardo,
S. .loando l'iinci|ie. Solirar. Nova d'KIlev. leo, S. M atlieu-, i-
aelio do mangue,,IPanto Antonio do Jardim". Qnexcrainobiiii, Par
nailiaSexuada', e Sextas lejas an meio lia.
Santo AnlaioTodas as nnart' rVrfns no meio din.
turunliiins. e lionio nos das II e 28 do mez ao meio da.
Plores-no dia 13 de cada OtPC ao meio di.
Seriiiliaem, Pin l'ormozo, e J.imeiras- Secundas, Qnaitas, e
. ex tus Ciras ao meio dia.
Eila a Chamada polka iO horas da manh", ea-
diando-se piosentos incenla e cinco Di plados, o
Pi sidenle dudaron ahei la a sess e lida a arla da an-
teced nte, f>.i appiovada. O i. Secretario den ron-
la do xpcdicnle.
ORDEM DO DIA.
Entl'OO fin disci.ssi n segunde ros duca
< A Asseinh'.M fieml Legislativa, rcsolve :
Ari. 1. Fira amnistiadas toldan as pessoas en-
v..l\;d.is ein crimes politieoscommeltidos al. o lim do
anuo prximo passado nas Provincias de Minas Cera*
rs e Rio de Jme'ro. em. perpetuo silencio lodos os
p oicssps que se fizeroa este ivspcto, qiii'quer que
m ja i estado em que se achrm.
Ait. 2." Fico revogidas todas as Dspos'csem
oulrario. t ,
Paco da Cmara dos Depulados 9 de Vlaio de
i 835.Cometi Ferreos Franci.
O Sur. Oilorieo Mendis pedio a urgencia para que
o si u projeclo entrasse em dWuaaft peL jnlgar n\-
feriiel resol i cao.
t
A urgencia l'oiapoiida, e entrn em discusso.
O Sur. A-.ss Coellio disse q ie desejava 8her se,
vemida a mgPiicja, o projecto se havi;i di-culir na
sosao de li .jh. Di/.'-iido-llie o Preside.ile, qe sim,
.i-onliiiiioiiu nohre Depinalo, declarando, ,,ue enlo
II).- perdo.isse o Snr. Depulado autor n urgencia, que
elle.sehavudeuppor a ella, porque era maleria ota
que nao poda ser tratada de improviso.
O Snr. O lorico Mendes disse que a nao passar a ur-
gencia, enlo pedira que Grane adiada a resoiueo
para entrar conjuntamente em diseussfo oseu projec-
lo ; pois que lendo oo\erno em sen poder lodos os
papis, e documentos rehlivos aos criminosos que
lemhatido no Rra/il, era a R.g ncia a que eslava
niais tas circunstancias de dar huma amnista Geral,
oii defuzer a-. excepvGe que julgesse mai cotiTeni-
-ente.
OSnr. Coiiulio Frjn;a declaion, que o projecto
pelo Depulado, e sohre que versava a urgencia, iu-
volvia a revogaco de lium Le; que nao s*.hia se a
Cantara ngni'd a j)xleria reformar. O IllusDe Depu-
alo coulinuou a disconc! sohre esli lei, que he a da
Regencia, econcluiu dicen rio, qe ar-iso w prp-
leodia fatat' Imm I .ene/icio as Provincias de Minas, e
lo lo de J .tuii o, d,.nd i-s -lln-.s a arnni,ii.i, l'osse
li lo esle lien, fi i, p, l.i Cmara, p >njue a juhjava
ni da h di li'ada pata i, o.
OsSnr. (Jioiieo M.'ii'lesdU c. qyd elle i.Sn i'ki
naiio i anin s ; queaeaca^o nao ptssasse o s--u jno-
ji' 'u.-enlo v t,o ia p.- rSs, atmustii ; mas que
aeli.>va pre|-rivel enlie-ii- isso Regencia^ e Mr
n..sino puM,\itir (pifiudos os an,:o, ipp-irvc.io a
jjiti dy LjS que lo., que sempre uVm h n ulliado a Cu*
,n'l!' '' r"i"' nnsmo j.i se r.conliecea huma vea,
qtm.ramlh'.ir entregar i>5o ooGowino.
. O Senhor Rodrigues Torres votou a (avor da ur-
gencia.
OSnr. Carneiro Lea*o pronuneiou-se contra a ur-
gencia, e declciroii que volava para que entrasse em
discusso a resoliica"o do Snr. Cornelia Frauci.
O SiirV Fe rt-ira da Veiga fui da mesma opiuio do
Snr. Rodrigues' Torres.
O Sor. Env sto Franca volou Qonlra a urgencia, e
o Sur. Custodio Dias a f.ivor.
O Stir. Hollanda Cavlccinli pronunciou- e contra
a urgencia, e declaren que esta, queslo toda lem sido
fora da ordem ; que a L- i da org^nisacSo i\n Regencia
nao era huma L i' ordinaria ; pie Regencia se"lhe
rao poda | "- liiuitesse n> un arto da so a eleico, e
que poriaolo noera justo que huma queslo desta
naluri'l* se tratas-e por esle modo nesia casa. I)e-
monlrou que a quesillo era le lei ruudainental ; e
ronnltio dizedo qu'ea inaior garaulia d-s Cid;idos
era a divisan po'lica dos p idercs, eque porlanlo vo-
la\o contri a urgiuca.
OSnr. Ileuiiq iede Revende respond ndo aos ar-
gumentos do nobre D'pulado, qu- acahou de fallar,
dt ciaron que nao poda acreditar que a !ei da Regen-
cia fosse huma lei Constitucional, e pronuncioii-se
favor da urgencia.
O S ir. Maciel Monleiro dissj que a queslo eslava
toda lora da ordem, ponquja ali *e linha tratado de
nmui lia, e sohre a quetn se con Tere o nod< r de am-
nista ; que se havia Uvanlado para se pronunciar
contra a urgencia pelos mesmos motivos porque ou-
tros Snrs. se tcem opposlo a ella; (pie huma queslo
de tanta mpo lancia nao pidia ser tratada de impro-
viso, e ([iie finalwieule a I.ei que se picluidia alterar
nao rjodi* ser prt udicada, se nao (piando se fiz.sse a
ele icio da Regenc i.
Dando--e por discutida a urgencia, .nao sea|ipid-
Voii por 45 votos contra 39.
Coniinunii a discusso sohre a ResoliiQ--i.
O Siu\ Son/a Martina dis^e :-- Betn que en nao"
esperS convencer a ningue n na discu-so desla pro-
posta, porque pens que a maioi parle dos memhrori
des'a Cusa j tem Ma opinio fixada sohse a materia
que se discute, eom tudo ped a palavra para declarar
ao publico, Nacao B. cujos inlen s>is aqui represen-
to, qual hn o meu voto nei'a qui's'o, quaes as ra-
z5es que me de t, r'mnarfu a asdm votar, e para hu,
se por desgraca algura da hnrennos de ver as sed i-
joeseas rehelies siiigirem a cada ngulo do Imperio,
miuh i conciencia Irjriqula nao telilla de derramar
lagrimas de arrependiinenlo sohre as imprudentes
dccis'S lomadas nesla casa.
Snis,, pu devo primeiro pie tudo fazer uslica
s boas inlences do honrado Depulado autor da pro-
posl.i, enjo coraco'seusivele Cduijiis.ivo nao pode
resistir ao9 claueves e natrcimenios dos nfcLzes,
Ijue acta Intente jaiein nas pris s em con-cquencia
ilosacont, cinienlos de Minas : meu corar symp.i-
thisa rom oa aentmenla de lodos aquel les que s- a-
chio di posto 1 a volar a fivor di propona ; mas o de-
v.-r de Represen i a ufe da Naco, as obrigi lo jiir.imenle conlrahi de promover em lulo o iu'e-
resse e hem da mj 11 ha I'ti la, me ohiigao iriilem. nie
a v.tir rontta o projefH!
tl.ima fue **) Irania huma scili^^ U r. hea
111 Provincia deMiiias, nsurgem se conlr.i as pr m< i I
ras autoridades, touiii i* arras exiiith-iJS i l'i:c- I
ILEGVEL
dente da Provincia, os Depu lados da Na;a5 sao olni
gados as.ihircm da Capital da Provincia, esrollado
por guardas dos facciosos da se o escndalo da viola
c>(") d*s lei, eo susto eo terror se denama por I. dt
aparte: a Provincia horrorisada por semelliaule at-
letitado faz lomar as armas a lodos os Cid*ilais : sus
pende-se o trafica dos negocios dom, slcos ; os lavra
dores, os fazendeiros almidonan suns familias ein
teres.-cs para se arman 111 em favor da legalidadu O
rebeldes Uatt obedeeeni as proelatnac.s Jo Gov. in,..
nao cedem ao aspelo da forg armada, resislem, e
ftangue Mineiro correu nos arredores da Capital
s(') abandonan as armas, quaudo Ibes he impoSsivi I
ler es pera upa desalvaca. A perdu dos iule es es par-
ticulares |Mr este acontecimenlo foi imm, nsi, os pie-
juizos daNi;a5 conslderaveis, e o escndalo da to
lacao das lei, o xemplo da n la e da sediea (*h
pieni sabe !) la I vea sejao o pi eJinlio das Irisles e ,'.1
menliveis suhverse* qtielcem dceugolir e devorar
a nossa Pal ra.
< He po, Senhores, para os 1 eos senlencados por
eslts crimes pie sesollicila de u< amnistia para ,.
neslar lal prfen>5 : diz-seo Duque de Riaganca
ja nao existe, nao ha mais p rigo a'gum de restan-
racad, logo nao devem gemer nas pris s lanos indi
viduos que foiv suspeitos de reslauradores. Nao o
I) iqtiede nrag.mca depois de abdicado nunca foi le
ivd para mim, mas en lemi seinpre, e anda lemn
niulo, do Htieviuierilo e ousadia dos (leserdeiro.s que
perlurba o Bmzil. O |ue he t, irvel lie sse esni-
rilo le insuliordnapM e desobediencia todas as Provincias do Imperio : as conspirac',- as
sediep, asreh l sque ha relalbado e ensanguen-
lado as Repblicas Americanas ttosas vsinh.is, es-
Sfii que j c.m -er a apparerer ein asninas do Bra-
sil e derramanm o sangne das primeii as autoridades,
e dos Cidados innocentes; isso sim m-- az pelar o
sangu-, equis deploraros luimos destinos desta Pa-
tria qm-rida, pie eu pn'si-ra ver tranquilla e ld
la, fluresceiite som'ira das leis, rr, urer em pothr e
riquezas, dominar na America, e nfl.iir no- destinos
do Mundo civilisado.
Os Pol ticos, s Fstadislasaconselha que qaan-
do cerlos erimefl se toiri- muito vu'gares e perigo-
sos; he misler aggravar-llie as penas oliraf aos de-
linqneiile lod. a esperanca de impunidade. Eu en io
pie de todos osfltgellos que atrteaca a prosperidade
futura do nosso Imperio, iienhum he mais peripAsrd
duque as divis s intesiinas ; e he forcoao Otnifiawar
que depois da Iidependenria do Brasil nenhura ri-
me lem sido mais repetido neni mais fre quasi (oilas as nossas ProrfucaJ e Cdades do q ie o le
sedices e revulla ; a palavra rusgn lein-se tornado
c!assea, equasi ruto se pi-a lium t mino 111 q.ue em
a'gimis lis Provincias se nao lei'iie infelizmente
hiini moviincii'o sediciosoou Ip.imi iwgn, como >
d z volgn mente.
<( Se pois, Sem'iores, 1 s queremos seri.imeule a
Ir.uMpn'ilid.ide e prospe idade da nossi Pairia, lin
I, veremos Irahalhar cun t-liiMeia para impedir e>le
(Mido la vu'g-u-, e ser o meio.e.mveui.'nle dren-
lar a amnisli a favor daquelles que .0 commeterao ?
Ilnii acto semelliaule nao sei vii a por \ r nlura d
nimar excitar cada \ez mas lodos os quer motivo se aeharem dispostos a conceller igar
OS l< iit.divas ? Hilos no antro da onjurac., I
lio 0 iisi Un dos s'iis rnmpees: pojemos sel bem

111
na


DIARIO DE PUINAMBUCO.

medo de dnennos de prisa, quando tero de psar
por hum hroe entre os sen seqoaze, e por hum
imriyr da patria para o partido da opposicaS.
&r., comreneei-vos que a trm p.lidade n,o se-
ra firme no solo Brazileiro, c, qnanl Assembla
Geral, rmquanlo o Governo do Brazil se mostrar
compile parcial a (avor de taes criminoso*. He
deat. casa qned, ve partir o fX.m,p!o da rigidez ed
sevendade nocnmpnifolo das leis: somos n',s
qwn nacnu constUuio para velar na guarda da
Comi1(Ulc,oqIIed,v mosp.o-laM.arem alloehom
som-ncjd.um sedicioso deve esperar a indolencia
o perdao dos ses rrim.s fechemos a porta hfjJ
d0,oVrrC"a'/,,,;,SCi,,,^asse ******* ernto-
cluLencif"I 5.d 'mper' C P'** de hum, in-
Sm ^^ de I,U,m *%* niminosa,
c.m^ a5,a5' a (l^erep.a5 novas scenas de
rvroL,.,0Va5.vcl,u,a* aerificada, ao furor do. n-
ro.ng ves sedu.osose ruguemos,
.i.* ,r'iuein"',s<'o,ndTduos sentencia-
dos pela revolta de Minas, foVa injustamente pro-
i.meados, que os odios e as inimizades fizar6con-
ernnara innocencia, e que lie para salvar a estes
do pidecimenlo que se implora huma amnista.
f *! I *J 5,'*ri nao he para casos les que a Consti-
oeen^s padecen,, e Jurados prevenidos forao de-
jnas.ado SevcroS contra, s suspeilos, o Governo que
ZTmiLV0 Tl*,> q Pcrdoe o innocente,
qne mmore as penas (Je rf ; c ,odo 0 ^ m fcb
reparado : mas para issoser miiteV homiam -
taquemvolve o grande criminoso, o perturber
hl-co names.na esfera que Q innocente oppresso?
VuennnullaassenlencasdosTnl.unaes, e que p,
pid iherdade os autores dos maiores delictos, con-
ind.ndo-oscom as victimas da oppressa e da injus-
fM I-.u nao des-jo que os inix-centes p-idrc.5, mas
sitseedidos nos nossos planos, e quando por acaso naQ
-ejamos, leremos alguns amigos que proponha lu- S
ma amnista cm nosso favor. Fis a lingual m qlie
'rao em rus clubs, nquel'cs inquietos e des\a;rails
Ciiladas que meditarem alguma subver.-a no calado.
E s^ pnr (entura os sediciosos de Minas obtve-
rem lium acto de amnista em sen favor, nao ser lo-
go entro acto semelhante reclamado cm tem ficiv il
nd ciosos de Visito Gres so, do Tara, e das Aagoa-i'
(v)ne mais direiro tem es IVIineii o-, que os .hablantes
daque'las Provincias para serem Amnistiados dos seus
(i me- ? Por que motivo (eremos nos uiaia sympthi-
is a hv r daquellcs que pega rao cm armas a titulo
de rrslauaca, do que a favor daquelies que as lo
OnroS paca anniquilar os que el les suspeitava de
restauradoras ? O-Cuiabanos assassinivG os Por!-
guezes e Brazileires que elles imaginavao er restau-
radores, e os Paraeusea dizem que lancraS por trra
o jugo do despotismo dos tyranuos que os oppr.imia
e que viola v* o as giran Mas coiisltucona-s ; todos
parecen SO* animados de motivos mais nobres e pa-
triticos, do qne csses mesnios sediciosos -de Minas
que sao acensados de ulero oes 'miis prfidas, que
re-laiuvi< m a nassa Patria o jugo de huro Piinripe
que abdicara o T.on'b, e que era Regente de lium
lieinoeslrangeiro. Ku creio, Sis., que havendo vos
concedido e.te decreto de graca a favor de huns, na5
queris inconer na odiosidade de o negardes a oulios.
la do recinto desU casa parti huma graca semellia-
tea favor dos revoltosos de Paiiellas e J cnipr. a fa
vor dos sdieiosos da mesma Provinna do Para e do
Mara;iha6 ; os precedentes pois me indu :cm a crer
que novas gracas se lornara ob'er. He smente
necessario qne a memoria ainda fresca e recente de
Ues cndalos, se enfraqueca e se apague na lem
branca do publicoj que pa'sem mia alguns mezes, c
depois que os autores de taes dlictos se ncharem as
prises, ouforagldos, e exilados pelos bosques, elles
friiG rhegaros sens clamorrs, a<> recinto deslaJcasa,
suas lagrimas tucara a sensildlidade do tosso cora-
cao, e da llies podereis recusar mais huma geaca
t*8 prodigasada em casos semelhanle<.
k Mas se o nosso fado hecommover-nos, esnsihi-
ir nos tanto em favor dos infelizes roncidadSns, que
pof erro 'de opmies perpelrrao taes delictos, enlao
para evitar excepcos odiosas melhor ser que fa?a-
nnslmma f.cigeral, Filica amnistiados todos os
sediciosos qne fizerem rusgas no Brasil ; huma lal
le sena mu. rcvollante, mui absurda para quepu-
> esse ler defensores nesla casa. Eula se reclanuiria
di/.endo que a Assemlda era a prmeiautora de taes
rrimes; que ella animava os runenlos, sentndo-
os das penas; que promova a desordem da patria,
HC. etc. : mas que outra consa fazemos nos decretan
do amnialias para os que j pralicra os crime, ?
A dilterenca consisto rnente em que a lei he post
taclnm^ e nao anterior j mas o effeilo no espirito dos
pertm-bidorcs he o mesmo todos ronta que denlio
omdonsou lr.s annos fuar. ab^olvidos d..s seu-
cr.mes, c iienh-jm cavalleiro de industria .c neP,,
{*7e\h"m Papel b.ilhante rm huma nga, so rodo
1 H
lastimo os futuros destinos da minba patria, quando
vejo que os ci mes mais perigoses, e os mais freqiun
les no Braz'l, sejB quasi *#ppre impunes e al am-
nisllados pelo C< po Legislativo.
Sis., eu aulejsejo novas sedices e i(be!r;'s. ero
que lem de lular anda por mnito lempo o nosso Im-
perio; eq'Mm sabe qual sei o sen termo final ? Eu
deploro que esta Cmara, n Aksembla Geral do Bra-
zil, longe de tomar medidas efficazes para prevenir
arontcinienlos lae pelo contrario venlia a dro pos-
50 mais fatal, o mais pro|irio jpara promovelas.
Qncni sabe, Sis., se osangue que corren ni Para, se
as victimas innocentes que l perecerao s mos dos
baibaros riisguenlos ; quem sabe se ludo isso nao he
devido imprudente amnista que esta Asamblea
conceder a os primeiros revoltosos daquelli Provin-
cia, quando rerusara recr-ber o legitimo Presidente
que o Governo lhs envin ? Quem sabe se huro no-
vo erro fr agora commellido, que oulras victimas
ainda lerao deseiem sacrificadas nossa impruden-
cia, nossa barbara compaixaS para com os crimi-
nosos ?
Enire as d versas recrim'inagoes e arguces que
se tero feito aos Ministras que g'overna o Brszil, de-
pois de sel- de Abril, nenhoma me pareceu mais bem
fundada, que a reprehensivel condescendencia para
com os infractores das Leis as Provincias : essa cri-
minosa fraqueza pela qual longe de responsahilisarem-
se ns autoridades desobedientes ou recalcitrantes, ai-
pumas v.-7.es se approvarao os seus actos, e ludo se
altribuio dliruldade dacircunstancias, e fraque-
za do Governo qne nao linha meios ana disposicaS.
Bom Governo que se nao f.iz obediente, qne nao
man lem a ob.ervancia das leis que est enrarregado
de execniar, sem duvida avilta-se, perde a 'rca
moial que llie compele, e torna-se o ludribio, e o
escarneo do publico. Mas por ventura nos paizes
Constilncionaes nao deve o Governo guiar se pela po-
lilica que domina as Cmaras Legislativas ? N 6
devia o Governo apoiar se no exemplo dado nesta
casa, quando Mtnpalisava com eses crime?, e con-
cedia amn-tas aos revellosos? Como o G verno se
p,odeiasustenlar mostrando huma rigidez, e huma
severidade que Ft-s^e drsapprovnda pelos Represantes
do povo ? Srs., lie da tribuna nacional que deveem-
mannrasdoutrinas, e as regias de conduela para os
agentes da admiiiislraca ; somo nos que devemos
dar-Ihes o exemplo e o preceilo; he a opiuia da nos-
sa maoria que tem desusten'ar os Ministros, ou cen-
surar a sua conducta ? Corrijamo a nossa polilica,
afim de que o Governo nos saba imitar ; e em quan-
lo as ma orias desla Cmara nao forem dominadas
p'las doulrmnsssque a devem diig'r. veremos que
o Governo segnindo huma marcha dubia e incerla,
em breve nos conduzir a borda do precipicio c da
anarclra.
Dirao que sou hum, v-onario, que mcus pro-
nos'cos nao tem fundamento algum, que a anar-
chia f-a desmdem nao lem deapparcer no Brazil,
que he prer! o pascado, e chamar os esp'ntos concordia; qie
oppondo-me en ao acto de humanidade que se sellici-
la, mostr dureza e ferocidade para com infelizes as-
siz punidos pelos seus soffimeelos. Praza os Cos,
Srs., que me engae completamente, qne rnens tfi-
mnres seja infundados, que este exemplo nao lenha
nenhuma consequencia Tunesta para o futuro; mas
se novas desordena apparererem, (se o sangue Bra-
zileiro tornar a correr innocentemente sobre o nosso
solo\ se os rnsguenlos fizerem novas lentajvis. per-
miltem ent que eu possa clamar : n Vos fosteis
cu mplce de l es novos delictos; csses scclerndos qur-
os pralicarao, naS se leriap atrevida a lano, se vis-
sem o mo fim dos seus antecessores; vos, os Repr-
senles da Nacao, ajudastes a era va r o punhal as
victimas infelizes que p rec rao > E talvez en-
15 tarda-lagrimas de hum estril arrependimenlo
nao possa mais corrigr os males de que nj mesmos
fomos causadores. Vo'o contra a emenda.
O Visconde de Goiam disse que se levantara, por-
queouvira drzer que huma amnista era huma revo-
gica de sen I eneas dadas pelos Juizes, c/c: queesla
i lea pois nao era exacla, porque a amnista nn8 dis-
tingua o crime, e nao era mais que bum perdao, que
fjz com que os crime* fiqnem em perpetuo esqueci-
mento, islo he que 6que em silencio a nodoa que
delles hivia ; que prtanlo na5 era o mesmo que as
S'ntencas do Pod-r Judieino quando senlenceava,
pirque eslas fsfciafi ficar o Ci lada, estando innocen-
te, como se nao fose criminoso ( apoiados ).
O Sr. Henrique de R--zende d"chrou-se a favor da
amnista. O Sr. Manoel Monteare volou igualmen-
te a fivor della, bemcomi o S''- Ass;s Coelho.
O Sr. AIcibiades falln largamente sobre a male-
rit, declarando q ie era obligado a exprimir os sen
tibenlos da sua Provincia ; que a amnista que s
I he pretenda dar nao era hum balsamo consolador, I
como se ha\ia dito, e.iim hum caustico bem inrlan- '
te; quppassava .faz< resta declaraca por julgir u
assim Ihe cumpna ; que pois a Provincia de Mina
nit nueria amnista ; quem a desejava e a niMi-. -
os perseguidores da Provincia de Minas, que sag
criminosos ; eque apesar de elle Depulado ver a C
mar inclinada a conceder esla amnista, havia d~
votar-conira ella, por ver os males que ella de novo
ia causar na sua Provincia.
05r Eeruandes Torres voton cojilra a resolues
s nadarle que diz respeito Provincia de Minas'
demonstrando que nao lendo havido represenlaaaG
alguma da Cmara Municipal, nem da Assembla
Legislativa Provincial a scmelhanle resucito se n;lfi
devia conceder huma lal amnista, qn i'riaserri duvi-
da ser oi'igem de novas dragracas naquella Provincia"
C que por lano requera que a volacaS fos nal, para qnea Naca.co.nhecesso quem eraSoaDe--
potados que tinlia- volado contra, e a favor, em |m-
maquesta detaman-ha transcendencia. ( Apoiado ).
O Sr. Paim fallou sobre o ohjecto, porem dando
a hora, leon a discussaS adiada.
O Presidile den para ordem do dia i9 a conti-
nua^nd da mesma materia dada para boje, o projecto
n: ioo de i833, e levantou a sessou depos dsduas
horas da tarde.
O.
GOVERNO da PROVINCIA'
Expediente de aj de Junho.
Fficio aoCommandarile das Armas, remetiendo
exemplares do Decreto de 26 de Maio docorrenlean
110. Vid oDidiio N. i7.
Ao dilo remetiendo o Avtso deao de Junho.
Aa dito; que pode madar o Commandanle de
Gaibi.
Ao Inspector da Tiiesouraria aulorisando-o pa-
ra desfazer o contrato da Cam. Mun. com A. Carflei-
ro .VL R. sobre a ponte da Magdalena, e Fazer recolher
aos Cofres, a quanlia Mrbida pelo arrematante.
Ao dito remetiendo um Aviso da Guerra.
Ao dilo idem tres Axi-os daFozeiifh.
Ao Chefe de Polica j que pode mandar o deser-
tor da Corveta Carioca ao Commandanle dasForcas
Martimas, e que responda aos Juizes de-Paz dos Su-
burbios que reqnsiiiirern desracamenlos do Corpo Po-
licial, que devem chamar para assu.rs diligencias os
Cidados que nao pertencem a Guarda Nacional, visto
que nao pndem ter logar destacamentos.
Portara ao Commandante das Furcas Mari-
mas para receber o desertor, de que trata o oflicio su-
pra.
Ao Auditor da Gende de Guerra emetUndo
exemplares do Decreto de 26 de Maio.
- Ao Juz de Paz do Collego remetiendo o officia
do Commandanle em Chtfe em respjsla da exigencia
fi ita sua requsicu para comparecerem n'csia fraca
o Commissario da Vveres A. L. de Pinln^ e de Joo
Cava lean le.
i Ao Jui/ de Paz do i. D-sIriclo de guarass ;
fque mandou entregar o cartuxame .que requisilara
para pprseguigo dosescravos aquilombados, a quem
espera perseguir vigorosamenle.
Prlaria ao Director do A. de Guerra para dar
mil carluxos a disposico do Juiz de Paz supra.
Ao Jnmeclor do A. de Marhiha ; que fique na
inlellig-ncia de que pela Lei do Orcamento do pre-
sente auno financeiro tocou Reparlico de Marinlia
desta Provincia 55:3oo$ r.. que serlo applicadcs
p. la maneira seguinte: para as despezas proprias
i7:3oo6 rs. ; para as das Embarcaces da Armada
que aqu estacionaren), inclusive Paquetes 38:oooJ
rs. como f* participado por Aviso de 25 de Junho.
Dia 24.
Olicio ao Commandanle das Armas para pro-
p>r um Eccle-astico para Capcllo'da Fortaleza do
Brum, ou informar se dos extinclos Corpus de Linha
existe algo ni Capellio que possa ser nomeado.
Aodilo; para mandar proceder Consellio de
Guerra pelo crime em que se ach pronunciado o Te-
nente Joze Antonio Pinto, em obn-rvaucia do Aviso
da 25 de Junho p. p.
Aodilo que convem, que oTenculeJoo de
Siqueira C.tmpello seja removido de Instructor dcG.
N. do'BalaMiio denda para o do Recife, indo subs-
tilui-loo Alferes J. M. de A. Malvina.
Ao Inspector da Thesouraria remetiendo um
Avi.o do Tlicsouro.
Aodilo; sobre o objei lo do oflicio ao Inspector
do A, de Marinha do Expediente do dia a3.
Ao Commandante Superior coramunicando a
remocode,que trata o3. oflicio ao Commandante
das Armas, supra.
Ao Chefede Legio deG. N. de Olinda com-
muncaudo a sobredita remoro.


- f
>
DIARIO DE PJSUNAMHUC
i. i I mi i'ig
~j
A' Cmara deS. Ailo agradecendo as suas fel-
ciacSes.
DIVERQAS REPARTICOENS.
cacara muNicjpai. do HF.cirr;.
Sessao do da 2o, de Abril de 1*35.
Presidencia do Snr. Oliveira.
^jOMparrcera os Srs. Dourmond, Cosa, Silva,
c Cunia, iaitando con cauca os Srs. Joze Joaquim,
Camello, S.iuza, e Gusrnao.
Abcrta a sessao, / lid* a acta da antecedente fui
sancionada por estar conforme.
O Secretario dando conta do expediente mencio-
no" os seguinles officios.
Hura do Fiscal da Boa-vista, apprescnlando a re-
lacao dos multados nos mezes desde o i. de Janei-
ro do anuo actual at boje: ititeirada, ficando o Sr.
Presidente com ditas relacoes.
Otro de Joaquim Joze Ferreira de CarValho dn-
doos motivos porque nao poda vir tomar pos.se de
Vereador Supplenl, os quaes sao elle ser EscrivaS
das Appellaces, e Aggravos, cujas obrgacoes sao
incmpativeis com as de Veretdor: aceitou se-lhe a
dirmissao a viola das ra/.es allegada.
Oatro do Dr. Francisco Jozo Corroa, dando as
razes porque monodia li' r tomar asscnlo na A-sem-
bla Provincial : que a esta, e nao a Cmara se de-
via dirigir paraobler o que pertende. Appresentou
se o Dr. Custodio Manuel da Silva Guimaraens, c
prestou o juramento de Juz Municipal Intel no do
Termo desta Cidade. E por ser dada a hora alevari-
toa-se a sessao. Joze Ta vares Gomes da Fonceca,
Secretario a screvi. Oliveira P., Curiha, Sil-
va, Costa, Dourmond.
res Commandante do Destacamento ddCavallaria N.
6-; Ignacio Joze R >drignes, Capillo da Guarda Nac-'
ona! Antonio Joaquim da .Muraos Sarment; crasis
Olficiaes, Ofliciaes Inferiores, Cabos, e Soldados, o
seu bom compoilamento na pers*eguicio que fizerio
a laes malvados, que foro victimas deseus nefandos
enmes; S.^ Ei. espera que este c xemplo servir de
modello, a'quellcsqnedefuluro, perteoderemalterar
Osecego publico: alias, Militares que expulsaro o
Monslro para fra do sua cara Patria, defensores da
Rainha, e da Carta, saberlo sustentar principios que
tem gravados no corseas, rusta de lodos as sacrifi-
cios. Domingos Manoel Pereira de Barro?, Cbefe
do litado Maior.
polica.
kjElie ijnor, eOrphia, a raptada Francisca Ma-
ra Goncalves, em regia, e segundo a le tem V. S.
obrado, mandando-a depozitar em caza capaz, e ho-
nesta, edando de tudo parle ao respectivo Jui* de
Paz do Limoero, pois que a Le de i5 de ulubro
de I827 art. 5 r 1 o incarrega, e aulhoriza paro as-
sim obrar ; pelo que nao tem V. S. que cumpnr man-
dados do Juizo do Civel, quenada tem com aquella
qualidadede pessoa ; e conseguiutemente deve sub-
sislir o depozlo dado por V. S., al que o Juiz de
Orphao respectivo obre a respeilo. Desle m >do te-
nho respondido a seo officio de lioutem.
Dos Guarde a V. S. Recife i4 de Julho de
i835. Joaquim Nunes Machado, Chefe de P-
Ijcia. Illm. Sr. Francisco Rodrigues Maxado;
Juiz de Paz do 3. Deslrcto do Recife.
Remeto a Vv. Ss. o iucluzo .officio em origi-
nal do Juiz de Paz Supplente do 1. Deslrcto do Pi-
lar, 11ra dos membrosdfl Junla de Paz, para Vv. Ss.
o lomar na concideracao que Ihes merecer, proceden-
do nos termos do art. ai8 do Cod. do Proc. razo
nao comparece numero suficiente de Juizes para col
inessar a SeccaG. *
Dos Guarde a V. S. Recife i4 de Julho de
j835. Joaquim Nunes Machado, Chefe de Poli-
ca. Illms. Srs. Juizes de Paz Membros da Jun-
la de Santo Antonio.
/
HBSPAHHA Madrid. (Maio).
Enfermidade do Imperador d'Austi ia, e suas dive -
gencias com o Principe de Melternich.
MEEMOS na correspondencia do Constitucional de
Paris com data de Stutlgard em 19 de Abril o se-
guinte:
Observa-se desde hontem honrgande movimento
na nossa Corte, eno mundo diplomtico. Esta agita-
clo se explica as cartas de Vienna, cojo conlheudo
nao concorda com as noticias d'alguns peridicos, se-
gundo as quaes o Imperador Fernando lem estado bai-
lante enfermo. O ataque nervoso, que o acomelteo
nooia 10 de Abril, pareca abrandar-se rio das in-
mediatos, porm ainda que doente leve huma lava
sesso com o Principe de Melternich a respeilo daTsi-
tuaclo das Provinci is, e segundo costuma, insisti so-
bre a necessidade de remediar os males publico*). A
conversaco verson principalmente sobre os negocios
da Hungra, e da Bohemia, e sendoVontrariado pila
opposicfo sistemtica do Ministro, o Imperador tewe
huma racohida.
He cello que este incidente de Fernando descrt-
cerlou todas as medidas de Melternich. A queda des-
te Ministro seria hum successo da primeira ordem: fi-
le lem na mo a pasta dos negocios eslrangeiros, re-
ne o Ministerio da Casa.Imperial, os Sellos, a Secre-
taria da Guerra, toda a adininislracio depende da sua
presidencia, econselho. Sua immensa fortuna, suas
extensas relacGjs augmentan todava nais o sen poder.
Se este diplomtico sucumbe, a mudan?i do systema
er completa.
As cartas assrgurf o, que se estabelecer o acam-
pamento de Brun, nao someute por cauza da agilaco
da HoJIanda, nenio tambem porque na Bohemia se
tem manifestado sdgons princ;pios de descontenta-
mento. A opposcao tiuia sido comprimida na Bohe-
mia ha muito lempo, e em consequencia deslas com-
hinacoes se trata de elevar ao Ministerio Mr. de Lol-
kowiz, descendente de huma familia daBjhemia; e
quesera considerad como huma garanta da conces-
sio de instituices mais 1 beraes, tanto em lodo o Im-
perio, Como particularmente na seu Paiz natal.
A queda dos Torys producto aqui muita sehsacao.
Acredita-se geralinente, que os uossos Estados, que
se reunirao em Novembro proximp se aproreitario de
humas circunstancias lio favoraveis.
Em huma caria que recebamos de Li.sb n, em
que se nos <1 parle da alteraco do Mini-terio, se nos
afirma, que para contentar de certo modo o Palmclla,
o divertem com huma tnisso a Pars, ea Vienna;
porm por fim vira a ser como a embaixada de Paris
com que liaongearo o Saldanhi.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he amesnia do.N.' 133.
O
Corre 10.
Brigue Escuna Matildes re be a malla para o
Rio Grande doSul amanhi 29 pelas 5 horas da tarde.
%& A Sumaca Conceicio Flor do Mar de que
Mealre Joze Rodrigues pinheiro sai para o Ararat i no
da 4 de Ag> sto prximo futuro.
EXTERIOR.
Quaitel Geneneral no Porto, 21 de Maio de 1855.
} Ex. o General Governador Militar desta Provin-
cia, tendo recchido as paites Olliciaes de ter sido ani-
quilada a Quadrilha dos salteadores Craveiros, pela
Tropa, que para Uso linha mandado para Aveiro:
manda agradecer ao SnivCornmandanle do 2. Des-
lrcto Militar JazfSoares Bjrbosj da Cunlia, nos Srs. I
Capilo Commandante do De.stacajenlo do Rgimen
tod'lnfanleria N. 18, Antonio Mara "da Veiga; Alfe*-
Noticias da Fronleira.
JEScrivem-kos de S-gura, que D. Carlos tiuha da
do ordem a 19 d'Ab 1 de suspender as operaces mi-
litares. As faeces Vi.-cainha, e Alavesa orcupavo
Onale, Azpeilia, e Azcoitia. As columnas da Rai-
nha cstavo em observaco, e os poros eslavo en ex-
peclaco ate ver o rasullado.
(A fedtla da Liberdade.)
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redacrtees.
i.\l ^6 posso deixar de agradecer ao Snr. Juiz de Paz
Mi noel Corivia M.ici. 1 a soltura do m mi i scravo, pois
vendo que en linha corri lo flln, e sabida eale sem
culpa, quis formar-llie hum Sumario, c nf o axando
tt'stemunhas, c vendo j humas |iouca de denun-
cias por erros deseo oflicio o mandn soltar, depois
de o ter preso despticamente desacele diassem culpa
formada : ora pastando a oulro executor da Le ueste
seeulo das luzes, vejo que liiudo o meu procurador a-
precentar ao Snr. Juz de Pac o Snr. Padre Francisco
Rodrigues Machado iv.andodo de p-.izfo, contra aR
Borbea pelo crime de tentativa de mor te; este poz o
cumpra-se, e mandn ejecutar a deligencia pelo seu
Inspector Joaquim Joe deFigueredo, acompadhado
rom tropa, olficiaes do Juizo, e iiitimando-Ihe'este a
ordem de prizio; ella nlo quis obedeeer, descoinpoz
a quem quis de nomes injuriozos, edeitou-se em sua
cama, acompanhada do Snr. Inspector que depois de
011 vi-la de conficio, absolveu-a do pecado, deixafado-a
ficar tranquila em sua cama desde asquatro oras da
tarde, al as oito da note, zumbando assira da Lii, e
do Juiz que com o meu procurador militas vezs gri-
tario que recolhece a R a Cadeia, e que cumprce a
Lei, pois quem a esta nlo obedeca, obedeca a forca ;
porem Snr. Redaclores ludo eia pregar no dezerto, eo
(|ue fez o Snr. Inspector foi privar aomeu procurador
de subir mais em sima, lalvec para se aprontarem os
andres, esair a prociso, e ficando dito Inspector to-
da.a noite em caza da R, responcavel por ella, e com
a caca em ereo, sucede que pela manb do dia se-
guinte procurando-sc a R que o Sur. Inspector ficou
ajudando-a berh a morrer, noaparcccsse, eficon en-
cantada por mais que o meimo Juiz em pessoa corre-
ce toda a caza, ea onlra vizinha, e por isso j ando
filando muito em huns 4oo^ Tf. que mito fnxuv-
Iha ao Snr. Inspector. E quem vir eitas, e ou'ras an-
da procurar! recurso na Lci que nao he senSo a volita-
do do excutor prevaricador! Se quem se deita nao
vai prezo, se quem comete crimes tem protecoens, en-
taoeu, e mnila gente que nao tur de carta roda (dan-
do se virem oendidos devera repelir forca com forca,
uzor da justica doCertio, pois s assim terao suas
vidas seguras. Al! Snrs. Redactores se u nio esli-
vesse con vencido da immensa probidade do,Snr. Juiz
d Direito Joaquim Nunes Machado a cujo Snr. respei-
to pelas suas boas qualidadesapezar de o nao conhecer
nem de vista, de certo que j desestia deludo, pois
dizem que ah anda hum Padre que l na Embeiibi-
ra he o Rei Nababo reqoerendo fianca para a R sua ir-
s! eeu bem acoocelhadosei que ella nao tem recurso.
Son Snrs. Redactores
Seu asiignmle muito obvigado
Antonio Rebeilo dm Sil-va Pereira.
vJOjiuf.obndo muito de perto o Snr. Inspector Jo-
aquim Joce de Figueredo, sua probidade e eduoco,
e que nao viva do seu cargo, julgamos qne s o exefes-
so da paxfo levara o Snr. Rebeilo a avancar tanto
contra hum seu Patricio! Quantas veces somos ar-
raslados a macular fundados em falcas apparencia?
O Snr. Rebeilo Pst muito irritado; eesla nota que
fazemos, hehum trbulo devido repula-cao do Snr.
Figueredo.
Os Rli.
Snrt. Redactores.
\9 Acontecido, na Villa de Serinhaem na noute do
dia 26 para 27 do paoximo pasado mez de Junho so-
bre o arrombamento da Cadeia daquella Villa mofas
encomodalo. Exaqui Snrs. Redaclores agrande vaii-
tagem queofferecem osSerinhaences para ali ser cabe-
ca e nao Rio Formoco, dizem que tem um Convento
velbo para reuniSo de Jurados, apontao huma oza de
Cmara e Cadea cuja caca da Cmara fas inedo subir-
se nella e a Cadeia quazi todos es annos he arrombada
ou a bem dizer quando osprezos querem por nao ter
seguanla algumav tem huma Matris queso tem esco-
ras por dedlro e finalmente Snrs. Redactores as obras
apOJila las nao duro 3 annos havendo inveruo, cujo
bocal de Villa tem mais parencia com um deseito o
que com Villa sem comercio sem comodidades e sem
tudo. Pergunla-se agora aos Snrs. Serinhaencescm-
penhados na mudanca da Comarca, porque nao apon-
to a comodidade des povos, onde se aoomodio osCi-
dados quando ouver reuniio de Jurados, em meia
duzia de cazas velhas ou dentro das Igrejas.'!.' eu Srs.
Redaclores nao preciso pa'entear a miudo a ccraod-
dade aumento popuLco e Comercio da nova Villa do
Rio Formoco porque nio he oculto porem assim mes-
mo os habitantes de seo Termo nao a engraudesem
em fim de outra vec esporei mais a miudo sendo me .
re.-poiido. Rogo-lhe Sara. Redactores tenlio a bou- *
dade de me inserir ira sua folha etas duas lnhas de t
que Ihe ficar obrigado este que he
Seo assignaute
O Patent'tador.



i;i\RIO DE PIRNAMiri.
m
v*
t
VARIEDADES.
Economa Rui al.
lyjLOdo de f..ier manteiga na Escossia.Eis-aqui o
nieliiodo eraloaente usad na Escossia pira fa/.er man-
.|*i*4. Tirado o leite d itbu're da varea, deita-se lmii
vasos para Ci..r, nosquaes se itixa de 6 a i2 lloras
at haver peiidoseu calor natural, passio no enlo a
huraacelha ou alguidar que s. t apa, e nao se loca al
conrear a coagidaco. S eniao lie que secomeca
:i bater. He a maulcig.i batida em mantigueiras (ba-
rato) dircitas ou voll.-idas pira baixo, de grandeza
proporcionada quautidade do li ile. Para poucas
vaccds, coniem ellas quasi 50 caadas d' Escos-
sia ; eiu Faze.ndas maiores fazem as de 100 a 120
caadas, s vezsao lias postas em meriuiento por
meio de diflWeates mecanismos; quando porcm a
mautegueira nao enrerra mais de 100 caadas, o ha-
tera a muberes a mo. Depoisde agitado por rigtim
lempo o leite coalhado na muilegueira, i kinca-se-lhe <
agua iervrndo al que suba a temperatura ordinaria
da queijeira, qll0 deve ser de 50 a 55" al do 70 a
75 Para separar a manteiga do soro compre que ba-
ja hun calor de 70 ao menos. Necesita esta ope-
rado de muila ittenco; e para que ella seia n.a-'s se-
gura, mistcr lieconsu'Ur o ihermomelro. Quando observa o conveniente grao de calor; devn a roanlei-
ga ficar lena era 2'/, horas, ou 2 horas e '/.., quando
muilo. Sd he o leile de qualidade ordinaria, devem
8 ranadas dar 24 oncas, libra e meia, de mantrig : e
em razo da agua que se Ihe lanca quando se bate, de-
vea quanlidade do soro ser iguala do leite batido.
U-ao os I'.-cossezes deoulro njodo de fazer mantei-
ga, e conste cm separar, quanloposslvel, anata do
leile, e bale-la separadamente. Ah vai como se fz.
Apenas mugido o leile, lanco-no em vaso de pao
(ce h,s)oude ferro estanhado, ou de louca de p do
pedra. De.xao no assenlar na temperatura de 50
a 5j ale que a nala fi pie ao de cima. as queija-
i las em que se faz manteiga cmi nata, e queijos rom
leile desudado, de.xa-se etar o i ile de 36 a 40 ho-
ras, abm detxlrahir del.le (oda a nata. Na Hollan-
da, nao dti.so descancar este leite se nao de 16 a 24
horas; hepori>so que a manteiga daquelle paiz he
nielhorque a nossa. A primeira nata que sobe he
Mnpre. maissaborosa; e por isso quando se quer
fuer manteiga de duas dilerenles qualidades, tem-ie
o cuidado de desn alar o leile por duas diversas vezes
Bile-se tobem a nala em manleiguriraa. Lo>0 que
esta formada a mante ga separa. -a do soro, e a la vio
mullo bem em 5 ou (i aguas de onle bem fria. Se est
a manteiga molle e o tempo quenle, cump.e dei-la
por 10 minutos n'aguu al endurecer ates de
compelam-nle batida. Dcpis de adquirir be, consis-
leueu, ama.sao-na com a mo para he tirar o soro
Depende sem duvida a qualidade da manteiga d..
modo porque a lazem, mas lubero da especie das
vaccas (|ue do o leile e do mudo porque as alimen-
lo. As vareas, ou mu novas, ou mui velbas e as mui
m..gras ou doentes, daio smnpre leite inferior Se
fore.n de. boa qualidade indemnisario larpamenlc
pele lartura c qualidade de leite, as despezas feilai com
siu sustento.
(Da Revista Biitannica.)

^Jf Quem nunca vio J)i|
Em cari)'', co, e caroc>,
Lea oje a bella PONTfi
Eon'sobre-inrza aoalmoco
>n
O Guinga.
na ruaj
a5Cr.
AVISOS PARTICULARES.

Abundio algureas P.ovinc.s do B,azil em gado
*acum,, e nem por isso se come nellas roanteig., Les-
ea. A excepcu de hlgum curioso que a fa/. por a-
inostra, como ja a cumemos no Pira e em Minas, be
este lucrativo e ulerenle ramo lulo em despre-o,
como quasi tu Jo o que he nosso. O Piauhy tem ma^s
le 300 legoas de cxiensio, e lodo elle se em prega ,,a
creaco de gados, e residindo nos ali 6 annos nunca
vimos manteiga do paiz, e at mui pouoos qtieijr.s h'i.
A grande liba de MarapS na f.z do Amazona- het -
da cubera de gados, as immensas margens desle e de
ouiros ros, crio ptimos gados; mas nada de qindios
nem de mante ga. No Cear mais queijos ha e Igu a
manteiga se tem filo em varias parles. Na Vil'a
da Granja a comemos fresca por vezes. Nao se Rabera
O melliodo de fazer manteiga ? U como se sabe tanta
Poltica por toda aparte, sem que hija huma s
escola della no Imperio ? H; era verdade Bniift
portentosa o bosso genio natural para a Poltica '
/. C. D. S.
(Do Correio OfB al.)
^^Uem ainda nfo levo, equizer Lisias geraes gra-
fuitamenla da Loiei ia, que acabou.de correr, procu-
re no Seminario d'Onda oai maculo
Rvilor Joo Rodrigues d'A rail jo.
Ky> Precisa-te de 100^ reis a juros, daudo-se um
ou dois fiadores bons ; quein os quizer dar annuncie.
VW O Sur. (da padaria do Porto das canoas) que
foi a ra Velba casa n. 38, para comprar urna preta,
sendo ainda queira ar>pareca, que dar-se-h por me-
nos do que se pedio.*
RP" Quem precisar de urna criada para caza de al-
gum simbor soliciro a qual il fiador a sua cnduot.i,
dirija-sfc a ra do nixo do Livramenlo atraz Ja Peiiba
D. 4.
."*?" Precisase alugar nma preta, ou prelo que
sa.ba cosinhar; qufm liver e quizer alugar dirija-se
a Boteq im atraz da Matriz de Santo Antonio I). 3 ;
e o ni smo Botequim tambein preciza de quem o for-
ne(;a de leile diariamente.
^^" Huma prs.-oa, que obrigula ao senhor Hono-
rio Joze dos Sanios, prximamente chegado do R>
de Janeiro; desoja fillar-Jie, para oque roga se ao
me.-mo que annuncie a Sita inorada, ou dirija se
rus Dii tita sobrado D. 20por sima da Tipografa.
^fW PiM-se de um feiior para um Engeuho,
mistante da pi-dca 4 1 goas, preferindo-se portuguez,
ainda in?smo sem praltca; quem quizer dirija-se a
ra da Monta em cata de Joze Xavier Carneiro da
Cunlia, para (radar do seu ajusta.
*T^ Na me.mia casaassima alug, 5->eescravos, pa
ira h ,i bi I ha re i ii no mesmo Engenhoafancando-seqoe
seiomuito bem tractados, decumida, e o mais, e da-
se alguiu dinluiio adiantado, pelo servco dos me<-
roos : quem os liyer, e os queira para esse Gm apare-
es para seu ajuste.
* "ry" Quem annunciou querer dinheiro a juros,
fceivindo Ihe 800^5 reis,. dirija-^e I ra do Amparo
em Olinda n. 21, que l se ibedir quem os d.
W* A pessoa que estivrr n-)s circunstancias de ir
ser Ortelo para um Engeuho distante seis legoas des-
la prdea, s-'ndo Europeo, <>u preto, falle a Joaquira
Jote de Mello na na da cadeia Velba loja de fazend?s.
^3r* Precisa-se de urna escrava para servico de ca-
a, e fora delU ; a p-sioa que liver, e quizer alugar
dirija-se a> Quartel do porpu policial a fallar com o
Furriel D >mingos, que 'be dir quem qner.
ypJP Preeisa se de um bomem veterano solloiro e
semlamilia que se queira sugetar a estar em um sitio
p*rto desla praca, e que seja verdadeiro* a quem se
Ihe passaenrarregar de arlar to ma propriedade quose est'i a f zer, vigiar sobie todos
os .'eu* trabalhadores, feitorisir os serventes e zelaro
mesmo sitio e propriedade em ludo .que for a bem de
seu dono d. rendo por consequencia ali rezidir, ser fiel
vigilante, civil e dotado de bous costumes ; quem se
adiar nestas circun-tanrias procure na ra daLaiar-
geira s.-hrado I). 9 com a'ginn titulo de pessoa capaz
que o abone s<.bre as supia ditas pialidades para se
Irartar quanlo antes.
Y^ Precisa se de .600$ reis a jurres cm fianya :
a pessoa que liver annuncie para ser procurada.
r3r* Deeja-se fallar com > Snr. Feliciano da Sil-
va morador na Provincia das Alagoas, ou iicsta. praca
aquemsuas vezes fizer, ou fu-seu correspon lente :
para negocio de seu interesse ; dirija-se venda da
ra Nova junto ponte D. 36.
?TjS- A pessoa qu-' quizer alugar huma pela, di-
rija-se a ra dasTnnxeir is \), y.
rH^ Moeda de robre de SO res
zes iefincar, de assucar D. fi.
VENDAS.
l| lew aderecos deSenhora c.wn Sta flor i
nesta T>-p. r *epi,Wt:
H9* LImn boa mob-lha de rn^a : o |,0Cn An .,
leiro (dent.odo Kecife) obrado de dos .a ""
lem veranda*decaixlo. '""'.'res,,,,,.
tOT liivas muilo boas rhegadas ponen An
na Marca Bella Pernambueana, L?!* *<
Gongalves Pereira. anuel
l'ma porciodecarnpsalp.-oz,, Pr..nr, h
ranxodeequipag.m de Embarcare, por m" ^
FaSe^.T" ^ Cbre Cm P- ^ rim dn
P K;,iH''l p-inceza la Babia n j^280
transparente largas de 10 jardas a A*fQfS0'..C!,*'*<
1.,0.1-aa 4$,60, rapear.ia p(,la daT. ^ fZ&T
na esquina da Pracinha de Livramenlo n ? !
gos Punce de Len. '"I' du ,5'"--
*W Pomadi, enxadaado Porto t-w aP
le .upeiior qualidade, lizouras *?.& cZ* -*
;crivaninna para 4 pessoas, UiU^pr^^
do : na ra da Moeda ao p da cala de' fft
ra Borboa, ou na ra do Vigario n. i0.
Qu'imado-
fr^- Saccascom farinha multo boa r!o ,i
medid, velb- a ^ reis prezuntos de Larnt^'S
altbra.v.nho PK n em barriz, di.o e, quaftolL e
p.paS vinagre, batatas a 800 reis ogi, o, vinl.o em pa,
ralas, un porfo de licor muilo fi0, ,,?'
roa.s ou.ros gneros ludo a dinheiro de cobre .esta li
*a: noarraazemdeJ.J.Tasso, ru. do Trapixe da
Allandega velba. u Utt
*3- Madeira de am.rello em pranxas, e tiuhem
ja serrada, e d.*e pelo preco que custou a quem com
prar loda e l.ohe.u se traspaca a casa con. todos 6s
utenc los de serrana com conrentimeulo de seu uro
pnelai.oa quem quizer estabelerer se este neST
na ra da Praia sobrado qe fi do fallescidu Luiz de
Mello.
^ Umberco modenioainda novo: nainesm,
casa cima.
ttjr. Bixasdeboa qualidade grandes e pequ'onas
sagtl da ..-sorle, d.loda segunda surte, tan o7a re
las de sebo do porto, vinho velli, de Lid.oa engarrafa-
do, d.toda Mgoen-a a retalho: no arm.zem do Ma-
chado, na do Vigario n. i4.
^ R^^^l'^q'jalida.lechegadaproximamen-
ledo Pu to por preco cmodo : na ra da Cruz I)
V3- Correamos de lustro p,,a Guardas Nacio-
naes : na loja F.anccia do largo do Livramenlo D. 5.
ESCR A VOS FGIDOS.
A NN UNC OS.
a^.Vliiu luz a Voz do Beb riba conlendo refl-xo-s
sobre o aconteeimeolodo Jury desla Cipittl, sobre
a proposta do Sur. Rafael de Car val lio, Oficio do Mi-
ni tro da Justica ao Bispo cleito do Rio de Janeiro, no-
ticias d Para, >. palavras a Guarda Aancla, e seu
fifi respoolenle, e canliiiuaci o d i pjsloral do Sur. Ar-
ft Li i > da B.hia.
NAVIOS A CARGA.
Pai a o Aracali, com escalla pelo As>.
I^Egue viagem com a inaior bre idade possirel o Sn-
maca Beija Flor, por a ler parle da Caiga a bordo:
quem nella quizer toabar derarrigar, ou ir Me pasta-
gem, dir.ja-se ao porto das canoas edi rasa de Matine)
Joze Xalaca, m abordo d\ diu Sumaca, findiada.
delronie do I'iapxe noto, a fallar com o.Me.lrc
Antonio Francisco Nunes.
v>M!itAS.
fJ.Mi porco de loros de Angico : na ru* Nora B>-
lica i). 27.
Hf Ul.ao estatura ordinaria, repre enta 25 annos, 6
s.pate.ro, crilo, e fiUio de nna, tem um lalho no
qneixo, e ou.ro na garganta : os aprehendedo.es le-
ve m o a ra do Vigario n. 10.
f .*" Bibiano de naci Angolta, j ladino, o qual
Vfoi escravodo falescido Patromor, baixo, e reforcat.
^o, e co.xea, ou pucha por urna perna : fgido em 2/f
de Julho levando camisa fina aberta de renda no pei-
toe botone calca de ganga amarella: os aprehen-
dedores levera-o ra do Vigario ... ,7, que sera o
nem recompensados.
NOTICIAS MARTIMAS?
Taboas das mares chitas no /'orto de Pemambuct,
s
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3Segunda 6 h. 54 m.
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9-D: J -II-42


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1
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ia.
iVavio entrado no dia 27.
IJADIA; 4 .lias; p-laxo Nacional Gratulan, Com.
o i. IV n. Jaa.iuim Luiu de Ara ojo : dill" reules gr-
is. Ton. 183. I'a^g.i o A-\. Aoi.iiib di-S:
CaJajio 'imr do ('omento lo Car mu re O inda
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I'ern. m 7'#//i. Un Dan* \H3


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