Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02408


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Full Text
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ANNO DE 18.35.' SfcGUNDA FEIHA
*.
. 2_
f-
27 DE JULHO. N. 131
DIARIO DE PE RNAMBUCO.
Punambuco, na Typ. pe I'iniif.iro e Ftt.
1835.
j
amata
DAS da semana-
27 Segunda S. Pantaliao Med. And. dos Js. do C. de m, e de t. cs.s
da T. V. Ch. da t
Terca S- lunoeeneio P. Re. de m; and- do J. de O. de t.
28
.10
Quarta S. Marta V. sessiu da T- Pul.
QnintnS. Rufino M. Re de m.. aud. do Juiz doC.dc
ni. e de I. Entra o Sol em Lea ans 3 m. la I.
I Sexta S- Ignacio de Lryola sesso da T. P. de m. caud. do
.1. de O. de t.
1 Salilindo. Primeiro le Ago-to ff. Padro ad vincule Relacio de
m. and. do Vig. G. de t. em Olinda.
2 Domingo N. S- dos Anjos S. Rete vio P. M.
Tndo agora depende de n)s mesmos, da nossa prudencia, mode-
racao. e energa: continuemos coma principiamos, c seremos a-
pnutados com admiracao entre as Nacoes oais cultas.
Proclamafo da Assemblr.a Geral de Bratil.
Suliscrev^se a 1000 rs. mensa pfeos adiantados nesta Typogra-
fia, c na PraCn da Independencia N. 87 e SH ; onde se recebem
correspondencias legalizadas, e auninicio-. ; inscrintlo-se este* gra-
tis, sendo dos proprios asignantes, c vindo signados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda _Todos os dias ao meio lia.
Goiana, Alhandra, familia. Villa do Conde. Mamanguapc, I'i-
lar,*Real le S. Joo, Bry'o d'Areia, Rainha, Poml>al, Nove de
Souza, Cidade do Natal, Villas de Goianninha, e Nova da l'rinec
za: Cidade da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracaty Cascavel, Canindc, Granja. Imperatriz. S. Bernardo
S. Joan do Principe, Soiirar, Novad'EIRey, Ico, S. M atheus, i-
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexcramobim, e Par .
nailia Segundas, e Sextas feiras ao meio lia.
Santo Anulo Todas as quartas feiras ao meio dia.
Garaiihnus, e Bonitonos dias 9 e 23 lo mes a meio dia.
Flores no dia 13 de cada nez ao meio din-
Scrinliaem, Rio Formozo, c Lime i ras Segundas, .Quartas, e
exias fcirm. ao meio dia.
QrTffinillWlilBBW TI anW53BB
DECRETOS.
1835. N. i.
Regencia, em Nome do imperador o Senhor D;
Pedro Segundo, Teni Sancionado, e Manda que 6e
"execule segointe Resolucioda Assemlila Geral Le-
gislativa.
Arl. i,3 OsOfficiae* de Patente, e do Exeroito
e da Armada, (excepto os Reformados'desempregados)
que sein oidem, ou licenca, se ausentaren! do sen
Ouartel, Corpo, ou Guarnicio, por tempo de limn
mes ; ou excederem a licenca por lempo le dous mc-
ze; ou que, estando com licenca, nao se recolherem
della, pj.mdo assim Ihes for ordenado, serio punidos
pola inancita seguidle:
. i. Os que commettcretn a deserco simples,
serio expulsos du serveo.
. a. Se a desercio for pral cada em tempo de
guerra, terio a pena de dous annos deprio, alm
da expoiaio do servica.
. 3. Os que de.sertarem em tempo de guerra de
algum Posto fortifioado, ou Navfo Armado, em que
esit-jo de guarnirn, serio punlos com a expulso
do sertico, equalro annos de prisSo.
. 4. Se a desercio for para o inimigo, a pena
era de moite natural.
Art. 2. Na descrito aggravada por encanalan-
cias, e pela qual fique o Reo injerte a maior pena, do
que a designada no Artigo e pargrafos acimn menci-
onado*, ser o fto sentenciado pvlas Leis respecti-
vas.
Art. 3. Logo que qualtpier dos Olfciaes cima
mencionadas, nao comparec r, qunndo for chamado
h servipo, ser declarado awsenle ni ordem do Da da
Aolhoridade competente, e como tal memionado no
Mappas, erelacSw de Moslra, c ser chamado por
Edil ac, que se inser rao as l'olhs publicas, ondeas
bou ver. ,'
Art. 4. .ogo que tiver pa-sado o praio dees-
pcYa, marcado no Artigo 1., hura Conselho de In-
vestigacio, compoato de tres (>li ft.es, avista de de-
poimetito das Tesmunhas, e dos Documento*, que
o.nrprovem a desercio, julg.r o ausente qualifieado
desertor.
Ait. 5. ASentenca do Conselho de Inrcstfga-
<5o servir para se fi/er a nota no Litro do Rgisto,
e para ser excluido o Reo do estado efftclivo; c do Cor-
po de delicio p ira o seu processo, quand.i se apre-
/1l Regencia, em Nome do Imperador o Senhor D.
Pedrc II., Tundo em vista beneficiar qiiarilo ser possa
e 8"m grvame doThtsouro Publico Nacional, as fa-
milias dos Empreados Publico, que fallecerem, sem
Ihes deixar nieios de honesta snbsislencia : Ha por
bem ApprovaroPlanode Monte Pi Gcral deEcono-
mis, que lhe fui apresentado pelo Ministro Secreta-
rio de Estado dos Negocio da Justica, e interina-
nienle dos Estrangeiro, Aureliano de Sonza eOli-
v ira Coutinho, c que com este baixa assignado pelo
mesmo Ministro, queassim o tenha entendido e faca
cxecular com os despachos necesarios. Palacio do Rio
de Janeiro em dez de Janeiro de mil oitocentos e trin-
ta e cinco, dcimo quarl da Independencia e do Im-
perio.
Francisco de Lima e Silva.
Jote Uraulio Monis.
Aureliano de Scuza c Oliveira Coutinho.
Plano da Monte Geral de Economa para todos os
Servidores do Estado, a que se refere o Decieto
da data aesle.
xjLRt. i. Pica criado o Monte Geral de Econo-
ma para a subsistencia, e socorro das Familias dos
Empreados Pblicos de qualquer clasve, quejfallece-
rem em exerc icio, ou aposentadas no servido da Na-
ci.
Art. a. Sao concidtradoi como tacs para a en-
trada no presente estabi-lecinoento:
i.
sentar.
Arl. G. Ficio derrocadas asdispo^irs cm con-
trart',
O Bario le llapii ur Mirim, Ministro Serreta-
rio deRolkdo d..s Negeiios da Guerra, o lenha assim
enlertdido, t- o Ki;a executar com os despaclioi neces-
s-rfos. Pjilan'do Rio dejan, ii o entint acia de
Wjuj Jc'inil oiio eiiios l. ota e neo, dwimo liar-
lo da hu'])im|,itc.i c do Im^ci i'.
l'Vancisco dcl.iina eSilv?.
Joo Ibaulio Monis.
Bai o de Itap.cui Mil im.
Manoel Ahcs Hrauco.

Tiansiiou na CbancelUia do Impe o, em -i de
inulto de i835.
Joio Carmiio di dnij'O.s
> i
. i. Todos os Cidados, que recebem orde-
nado, sold, ou salario do Thesonro Publico, ou por
qualquer outra Repartiio Publica, por Olicio. pra-
9a, em prego, ou nitro nervico de qualquer denomi-
tncSo, que seia.
. a. Todos os Einpregados nomeados pelo Go-
verno Central, ou pelos Governos Provincaes, que
servem empre^os, ou Oilicios com ordenado, ou sem
elle, declarando ne*tecaso o valor, em qoeoseslimo,
a fin de entraran para a Caixn animalmente com a
quantia correspondente a os cinco por cento do valor
etimado, pagos aos qurteis, debaixo dascondices
goia Art. 3. 3 Os Empregados de qualquer das c.lasses
referidas, que dentro de dois anuos se nao matricula-
ren!, so pqdcrin ser admitalos por approvagio da
Mfisa 1 lena, satisfasendo as quota* de seus Ordenados,
vencida desde o -tabeli-cipiente da Caixa. A mesma
regia se seguir com osEmpregidos nom^ad<>s depois,
coulando-hco tempo desde o seu eleciivo ixercicio.
Ari. 4- O fundo do Monte de Economa si r
formado :
. 1. Da vinlena,rou cinco por ceuto da quan-
tia que animalmente vencer o Emp.rfgadu que.volun-
tariamente se quier mal icul-r, dedusidos no acto do
pagainenlo do quarlel da neparlico re.sp-cliv/i p.u-
onde elle se fiser.
. 2.0 Uc'ciaco p<>r ci-iito pago.! aosquaileis na
Tbesouraria da Caixa desU Instituico da unonua i-in
que os Empn gados, que nao vencem Ordenado, ou
que vvuci'iem pequeo, avalian 111 mmis eiiipregus, ou
esseaugmento, alm doOidruado, na f(rm.i do Atl-
go^r 2. o
. 3. De doise meio por cetoto da quantia, que
cada successor, ou herdeiro contemplado neste Plano
receber do Cofre do Monte de Economa, deducidos
no acto do pagamento.
. 4. Do producto liquido da Loteras, no
caso que a Assembla Geral Legislativa se digne con-
ceder para augmento do fundo do estabelecimento.
Alt. 5. Compete pensio do Moute de Econo-
ma :
i. A'sviuvas dos Empregados contribuinles,'
que existirn com seti3 maridos; entre osquaes se
comprehende o conjuge ausente por justa causa, e s
filbas solteiras, nascidas de legitimo matrimonio, me
vivio em companbia do Pai, ao tempo da mortc de-
le, e s filbas casadascona couseotimenlo do Pai, ou
supprimcnlo judicial, no caso dedenegacio, eaos fi-
lbos menores de vinle e cinco anuos (1) que titerem
debaixo do patrio poder, ou em aua companhia. A'
vi 11 va pe lencera nietade, e aos lilhos, e filliasaoutia
metade repartidamente.
. a. Nio ficando tiuva, ou filbas legitimas,
mas ficando filhas legitimadas solteiras, ou casadas
com ronsentimenlo do Pai, gozarlo estas hspen.-fx .
repartidamenle. A legilimacio pode ser por declara
ci noassento deUaplis^no aasignada pelo Pai com
teslemunlins, por carta judicial, ou por testamento.
. la vendo filhas legitimas menores de vinte e cinco
annos concorrerio proporcionalmente.
. 3. Se o Empregado nio tiver descendentes,
mas tiver Mii, ou outro ascendente, que em aua com-
panhia, ou de seu amparo titesse, ou Irmas, emigna-
es circunstancias, goza rio da pensio repartidamenle,
salva sempre a meacio da viuva se a houver.
; 4- No caso do fllecimento da Mii, depois de
ler comecado a perceber a pensio, accrescer s filhas
a meacio que aquella pertencia, mas por mortede hu-
madas Irmas, nio lendo sobrevivido a Mii, que Ib
devera succeder, reverter para a Caixa Geral a parle
que percebia a fallecida.
. 5. Na falta de laes ascedentes, cdelaesdes-
cedentes, poder o Empregado dispor por testamento
de metade da pensio, que competa aos chamados nos
pargrafos antecedentes, em favor de qualquer pan-n -
te, ou ainda de estranho, recabiudo a outra parte em
favor da Caixa. Suocedendo porm na hypothesedrs
le pargrafo, morrer o Empr. gado intestado, eiHeir- *
der-se-ha baver legado era favor da Caixa.
Art. 6. O venrimento da penso do Monte d-
Economa he de metade do ordenado, que vencer
Empreado ao lempo da morte, ou do total de qnetn
annualmente pagava os cinco por cento. Seesliver
cm cominMo, acontecida depois da raaliicula, con-
lnuar a contribuir em relacio ao ordenado, que li-
nlia anteriormente, ou em relata > cotnmistie, como
mais lhe aprourer.
Ai I. 7. Em quanlo o capilal dado a premio s
nao aecuniular, na brota declaiada no Arl. 22, t* pa*-
ganiento das-peuses do Mc.le de lconomia ser l'eito
as proporves S'^'dules:
1. 5 As tiuvatf, ftlhos, ou filbas, ascendentes,'
on li n.s do* Einpregados fallecidos, pie venciao de
Ordenado ou S0M9, al dous enntos de re a inclusive.
__________________________________________*'
(1) Anda t|ue a emancipadlo legal he hojeaos vio-
le e hum anuos, d'dade, com ludo os ipiatro sgui 1-
t' s, sao dados, como em >.uhsdio para 1.0 rnlanlo luv
Cl" o filho va: i" netns de vida.




MAMO DE PERNA.MBUCO.
i

r

pcrcebeilo metade; os herdeiros instituidos para esta
juccessureceberio a quartaparte. .
$. a. Se o Ordenado ou sido exceder ae dou
conios de rcis, quero vehcimenloseja effectivo, quer
seja estimado, nos cosos do$ Art. 4. recebe-
rio os berdeiros chamados por esta inslituicio hum
cont de rcis animalmente, e mais quin quinto do ex-
cesso dos ditos dous cont de res, e assim pertmce-
r ao hcrdeiro do Empregado, que venca lies contos
de res, hum conlo e duzentos., e ao de quatro ion-
ios, hura cont eqnatrocentoa, e assim proponmnal-
mentc.
Art. 8. O.produrlo da consignaco dos cuco
por cenjo, pegos pelos Empregados, os dvW fe
por cento, pagos pelos Peniicnarios, e o subsidio con-
cedido pelas Loteras, passaiSo do Tbeaouro e mais
Repart 6es, segundo o lugar em que se fizer o paga-
mento, para huma Caixa denominada da Directo
do fundos do Monte Geral de Econ<-mia, al aos p i-
meiros dez dias, depois de findo o pagamento do
qnartel da respectiva casse, assim como o saldo da
Loteria, que e cxtraln'r no inlervallo do quartel,
quando nao esteja romo deve ser, recolhida na Caixa,
iogo depois dos paga men ios.
Art. 9. As sobras de todo odinheiro que en-
trar no cofre, logo que se pague o quartel aos PeiiMo-
narios, sern dadas a juro competo, ou em compra
de Apolicesda divida publica, ou descont de bilheies
da Alandega, na falta daquellas, ou ero quaesquer
fundos Pubucos de ignaI nalureza, reservando-** em
ser somenle a quantia, que sejulgarjiecessaria para
asdespezas corrcnles.
At io. Nosprimeiros dous annos, contados
da compra ds primeira Apolicee, oa outra transac-
toes da Caixa, nao se despender do cofre quaniia 1-
guma, que nao seja a precisa. para andamento daad-
ninislraco, mi os herderos docoiHribuinls, que
houverero fallecido depois da entrada para a Caixa
com ai quanlias, que Ihes tocava pagar em quanto ti-
verio, ficocom direito de receber 110 fim desses do-
us annos, aquaria parte do Ordenado do fallecido
Empregado, ou metade da peaso, que compelen.!
por sua moite, se falleeesse depois desse prazo. Es-
tes Pensionarios pagaro cinco por cento do que rece-
b'-Tem.
Art. ii. Era quanto a Ceixs desto giro nao t-
oer de capital huma sudiu accumulada, igual som-
rna total em que mportai em os Ordenados que annu-
alraente vencercra os Empregados matriculados, es-
tes concorrero para a instituico pela maneira se-
guinte:
. 1." Os Empregados d'i Jade at trila annos in-
clusivo, entraf no primeiro quartel com cinco por
ceolo de seu Ordenado, ou vencimento, e no pri-
meiro quartel do segundo anno faro a mesraa contri-
buico de cinco poc cento em hitm s pagamento, e
dahiem diante nos annos segaintes a dedcelo ser
da mesma quaniia, mas a quarteis.
.$. 2. Os Empregado'", que contarem d'idade de
trinla annos decorridos, al quprenla inclusive, con-
tribuirlo no primeiro anuo, e.p*imeii o quarlel eom
a decima do Ordenado ; no seguodo auno, e 110 pri-
meiro quartel com cinco por cento em hum pagamen-
to, e dahi poc litote por quarteis; os de quarenta a-
i cinco uta annos, com a,decima no prirairo e se-
gundo anno, nos primeros quarteis; e no terceiro,
com cinco por cento no-primeire quarlel ; e nos mais
anuosseguinles com os qaaiteia na ordem regular.
Osde cincoenta alsesstnla annos, com a dcima por
trez annos, pagas no primeiro quaitel do anno, e no
quatto anno com cinco por cento, no primeiro quar-
' U-l. Oj de sessenla annos, e dahi para cima, com
a derima por quatro ennos, pag*s da mesma aorte, e
no quinto com os cinco por rento no pi im< tro, fican-
do depois na regra geral.
, Art. 12. He livre ao Empregado adiantar o pa-
gamento das pocas marcadas, como maU lite convier,
entrando logo cora tuda a quaniia, que lite pertenc contribuir, conforme a idad, ou com metade, ou a
terca parte, para depois, lindos os prazos marcados no
Artigo antecedente, ficarem todas igualados.
Art 13. Os herdeiros dos Empregados de mais de
irinta, quarenta, cincoenta e sessenta annos, chama-
dos por esta lo-tituicio, s lefio direito quarta
parte du pensao correspondente, depois que o dito
Empregado liver entrado cooi metade da conti i bu icio
que esl m ircada, e assim por diante al completara
maioria, que lhe for correspondente: e ha vendo-a
compl> tadoentraio as regras ordinarias: emqiunlo
p r. ni o Empregado nao. preeiuher essa maioria, nao
podeio dispor em testamento a favor de prenles ou
deestranuos: Lculdade de que pode gozar, antici-
pando as pocas do p'gamenio, como lhe he faculta-
do.
Ait. 4- Afonlccendo ser o Empegado contri-
buinte condemnado por Sentenca e perda do empre
im, antes de ter Tinte annos de;servico, ser-lhe-h
icsti! uida toda a quantia com que liver entrada. Se
tiver Tinte apnoscompletos de servico, a sua familia
receher a ensio, como se o Empregado fosse lalle-
. .--f____1. .nlCna.la ninuri nnljalmPnt e
liu" iiaiurtMUicm-, ^ ...-.>*.-.- f-o"
cinco por cento da pensio. .
Art. i5. SeoEmpregdo for dtmittido a arbiino
dGorcrno, nos casos, em que lhe /or permit do w-
zel-o discricionariamente, poder continuar a en-
corree com a quantia que lhe tocava, ou rrceber a
rom que t'iTer contribuido, com os juros de seis por
cento, abalendo^e destes, meio por cenlo, para as
despezas, como o mesmo Empregado eacolher.
Ait. 16. Logo que este plano mfric* a approva-
5. do GoTerno, principiar a fazer-se a diduc-qiro
no pagamento dos qnarteis quelle* Empregados, que
voluntariamente assignarcm, ou tivercm aasignado,
segundo as idades, e a exigir-e dos en pregados men-
cionados no 2. c Artigo 4. a quota correspon-
dente a eMimec.16.
Art. i7. Far-se-ha em cada Bepsrtic'6, -por du-
plcala, a relscaSnominal dos Empiegados dellas, qL
sequizerem malr'cular por as asiignaluras, com a
drclaraca6 da idade, estado, nOrne de sua mullur,
numero de filho?, nomes, sexos, e idades. Repart-
epoem que servp? annos de servico, e Ordenada que
vence, ou o cada hum apresenlara cerldao da idade que declarar
noacenlmeBlo, dentro de hum anno, v lado do
da da aasgnatnra, exceptos de sess^nta, ou mas
annos, que sendo os que conlribnem com maioi'
quaniia n5 prec;a6 de cerlidaS, por rso que nada
influc a pro va anillen tica de sua declaracaS. Asmu-
dancas e varac,6es, que houverem na familia depois
da matrcula, sera participadas p'T ceda Empego,
para se faicrera na Dii ecca as altei-ages, e obser-
vc6es occorrenles.
Art. 18. Ambas as relacScs eraS entegues no
Thesouro, por huma se far a matrcula geral dos
Empregados, que deraO seus notije, a fim de se fa-
zeren as deduc<;6es nes pagamento6, a ontra seta
remen ida para a Drec'caS, a fim tfe se proceder lam-
bem matricula, e em lempo se averbarem as mu-
danca, varioces, &c.
Art. 19. Pela morte do Empregado conlrbninte
devolve-icipso facto a qunatia da pensaS correspon-
dente, a quera por esta Institnicafi e1 matricula per-
icnrer, sem necssidade de longas habilitacSes, e pro-
morSes iitcac*, sendo os Direclores responsaveis pelo
pagamento indeTido.
Art. 20. A Vinvas meeiras apresentarao l5 so-
mente a ccrtideA do da de bito do marido 5 as filhas,
nao vivendo com a Mai, igual cerlidao, nao tendo
sido j apresenlada, e a do Baptsmo p:n-a proTa da
Paternidade ; os filhos, a mesma para proTa da da-
de ; as filhas legtimas, a cerldao do bito do Pa',
e o titulo da legiiimacao, ou ta instituico. A M,
oh outros ascendentes, 00 Irmas, cortidao do a?sen-
to da Parochia, e na falla; justifieacafi em regia ; e
os patntese eslrannos, mencionados no Artigo 5.
5. acerlidaS da verba testamentaria, nos casbs,
em que por este plano podem succeder.
Art. 2i. F.sles documentos se cnnPronlara na
Dreccaocom a matricula, e e-lando conformes, se
mandar* p gar, communicando a Di rere-.6 ao The-
souro d'OHicio, para as rerbis necessarias.
Aiti 22. Logo que efundo do .Vfonle de Econo-
ma firmar hum capital, somma dos ordenados de
hum anno dos evatribuintes, poder a Dreccao m
Mesa plena, diminuir hum por eenlo, ou o qu ra-
zoavclmente se puder subtrahir da conlrbuica dos
cinco por cenlo, deduzida dos quarleis, ou meio por
cento dos dous e meio, que pag 5 os Pensionarios,
ha vendo altenca5, que essa dmnuica se fa?a sem
fallar mantenca doa Pensionarios.
Arl. 23. Poder tambera a Di rece 6 augmentar,
e hir igualando o vencimento das pemSes aos sncces-
so' es do Empregados, que venciao mais de dous con-
t d; ris, o nao venciaft proporrion&lmenle aos
ma;s, a fim de poderem receber os herdeiros contem-
plados no 2. Art. 7. metade do Ordenado que
venca o Empregado, ou mais hum quarto, ou hum
quinto, 011 o que na realidade puder ter lugar, e de
que por ora fica6 privados na forma do citado \rli-
jjo, hareudosempre attencaS na graduacuS da pre-
ferencia, -anliguidade da matricula, e poca da
inorte lo Empregado contribunte. A dispozicafi
desle Arligo deve ter inteira execnaa5 primeiro qac a
do Artigo antecedente, em reznS de igualdade entre
os herdjeiros dos concurrentes.
Art. ii. Pela m-sraa razaS de igualdade dos con
trbuintea, e naB fie a re m huns de melhor cond'c 10
do que os ostros ; todos os Empregados que successi-
vamente sefbrem mairiculamlo no Moiite d Econo-
ma fica obrig^dos a concorrer com as quotas estabe-
lecidas por tantos annos, e pela mesma maneira, com
que concorrerem os Empregados matriculados no
primeiro anno desta Iristiluig5, at ao lempo, em
que se accumularem os fundo*, na forma do Ait. 22,
c depois desse lempo ficara na regias ordinaria^ da
conliibu'cC que nessa poca e.xis'ir. Com tudo,
quando os fundos se accumularem, a Drecca6 pc-l
d r em Mesa plena outra cou>a aecordaiv se muim
julgar conveniente. E e>ta providencia de mudar
ou rorrigir e-tes Artig- s'fica semprefalva DireccaQ
jpeU roaneia sobredila.
Ait. 25. Logo que este projecto for approvado
peloGoTern, o Min5lro e Secretario de E-tado dos
Negocios do Imperio, ou o da JusticS, nomear ires
Empregados para fundar o eslabelecimenlo. Estes
Empregados cnidamS era rereber das Esiarfies pu-
>Iicalila nal pesso*. que voinfariamente lve-
rem nsmismas E-tac6rs assgndo s>us nomes para
a contribuictt, e haTendo chegsdo ao numero de
cem, os congregar para em com mu m nomearetti
dentre si cinco membros para Directons, havendo
atlencao queseja pe-soas de inleiio crdito-epro-
bidade. ;
Art. 26. Se^'i Eleico fela por escrutinio, ea
pluvalidade dos votos presente*. Os (ineo Directores
tleilos lomaraoa sen carg, por tempo de hun au-
no, a admini traeao dos fundos, e a economa dos
trabalhos. Hura d'elles ser Presidile, oolioTIie-
soureiro, e o outro Secretario ; as sedlas dos votan-
tes os dsignara. O Presidente, o Theaoureiro, e
o mais Telho dos outros Membros teru, cada hdm,
huma chaTedo cofie-
Ait. 27. Os nomes de lodos os conliibuinles, se-
ra* esrripts?ni adulas, e mCllid** em linma urna :
della se tirara5 dol Adjunt. s Direrfa, os quaes
sera5 chamados, quando a mpsma julgar convenien-
te, para trataros objedos de inleresse coinmum, que
sera decididos maioria de votes do numero presen-
te, f stand" mais de seis Adjuntos, ea Dreccao.
Arl,8. Findooanno, se proceder a novalri-
C8 de Directores.por escrulirmo : nao poderao sfr
reeleitos sem passar outro anno. Os Adjuntos .'C-
r>6 sempre tirados soi te, nao estando na urna, ao
momento da eleicaS, os nomes, daquelles que estive-
rera s.rTndo.
Ait 29. A Dirrcca6 norteada pelos coijlribuinles
ftr o Regulmento para o espedienlc e economa ;
nomear os Empregados, que forem indespensaveis
ipturacaS, e contabilidade, e arbitrar cm os
a escr
Adjuntos em SessaG, os Ordenados, ou gralificacss,
pagas pela Caifa, preferindo quando for pos^ivel
Membros da AssociacaS.
Art. He extensiTa aos Empregados Militares,
eCivis de qualqner Provincia dolmprio a admiss^S
do presente eslabelecimenlo, mati iculando-se por >i,
ou por sena Procuradores, debaixo das clausulas a-
qui escripas.
Rio 1O de Janey-o de i35.
Careliano de Souza e Olivara, Coulinho.
RO DE JANEIRO
Commisa especial encarregula de propor medi-
das legislativas, que mefiWem o estado actual da cir-
culaca monetaria em todo o Imperio, havendo dado
a esle objeclo toda a aHenco, que demanda a sua
importancia, julga, que as aclua'S circunstancias
convem adoptar-se as seguinl s medidas.
A primeira he fazer huma subsiituico geral dos di-
versos papis de crdito que actualmente circulo
no Imperio, por hum s papel de padro uniforme,
de mais perfelo fabrico, a fim de que nao po?sa ser
falsificado 16o f talmente como q que actualmente cir-
cula : a execucio <|esta medida loma-se agora fcil,
visto a Cmara estar ja informada pelo Relatorio do
Ivlnistro da FaZenda, que acablo de cliegar ao The-
souro as primerasremoss^s das Notas de novo e mais
pifcito padro, fabricadas em Londres por ordem
do sen Antecessor, eem quanlidde suficiente para o
mencionado fim. Convinha igualmente, que huma
parte deste papl podesse circular em todas as Pro-
vincias do Imperio para facilitar as tranacc6e mer-
cants das mesmas Provincias, e fazer desappareceras
grandes differencas de cambio q-ie actualmnle exis-
lem; e a Commisso pata isso julgou acertado-deter-
minar, que as olas d cem mil res para cima po-
dessem circular em todo o Imperio, fcando resnelo
cada Provincia o giro da> que tivessem menores va-
lores. ... ,
A segunda providencia, que a Commi-so julgou
conveniente adoptir", fo eslabeleceohum fundo pio-
gressivo, que sirva de garanlia para amor'sacio do
papel moeda e por isso asentou, que fossem apph-
cadosaesie fim o^mpostos comprebendidos no Art.
5. da Le de 3 de Oulubro de 1835, em quanto nao
fosse creado o novo Banco, a-sim como o valor real
disponivel da moeda de cobre actualmnle recolhida ;
edeterminou, que a importancia desses imposlos fos-
se empregada animalmente na compra de fundos p-
blicos, para assim formar hum fundo de amoi tisac-'o


I>lAItl DE PEHNAStk
pormeio da accumnlacio dos-jnros ao capital. Esta
clisposco tem a duplicada vanlagem de'promoTer o
crdito dos nos'sos fuios* e da inspirar a confianca
r0 p3p iliOciiS ptiji liiiiii i isyau gaBlllill yO t osu
fundo, que crescer rpidamente pela accuinulacao
dos juros'ao capital, sem diminuir a quanlida.de d
papel circulante, nem alterar o'seu preco no mer-
cado ; como alias suct ederia, se acaso Ibnce Ordena-
do hum. resgate parcial todos os anos.
Finalmente a Commissio acordou, que era mister
rcduzir a moeda de cobre, que actualmente circula,
8 lium valor aproximado, quanto posslvel, do sen
valur intrnseco, para assim evitar a continuada fal-
sificaco, e a iiili odueeo por t-ontrabando, que diari-
amente continua a aggravar cada vez rais" a Nacab
cora hum acctescimo'de divida publica inhuma
progresso espanlo.-a. Entre todos os expedentes,
que se : elerecei o aos Membros da CoVnrfnssio, ne-
nlium parecen mais conveniente, e pbr ventura me-
nos oneroso Naci, do que o prpcMo, que vem a
ser fixar-.se hura praao sullicienleroenie -pacosD, de-
pois do qual a moeda de cobre nid deve mais circu
lar, *vno por metade do sen valor actual. Esta me-
dida que primeira vista parece o'ffender a boa l
Nacional, por isso une manila mMkt o Cbhr por
hum valor m'eror do que o emii (ido, nao tem na r.ea-
lidade nada de iniqua, nem pode prejudicar muito
aquellas mesmos, que, contra a dispo>ico da Lti de
3deOuiubro de i833, tiverem amonioado grande
porcio de cobre ern suas mos para especularen! coro
o publico, em coipcqut nca das alternativas do agio.
Pwr quanto sendo a poca fixada p.ira esta alleraeo
de valor t i. de Janeiro de" 1837, e'de've'rido al ento
a moeda de-cobre *r recebd lias Evaces publica.",
e as transaccoes pi liculares pelo sen valor nominal;
lie consequeucia, que o desapreco do cobre no mer-
cado seja inscnsivel e-gradual proporco que sen-
prxima r o termo aprazadu para a mudanca do seu
valor; e por e ta surte a per la 6ca< n repartida cutio
todo^ aquellcs, por mao d'qnetn b-uvr de girar a
moeda de cobre dentro do praza fixado ; e na pro-
potco da raaiur, ou m?nor qnarHh desta moeda,
que c -nservar ero seu poder. Esta perda gradual, e
qu^sj in-ensivel oe de ver considerar como hum tribu-
to suave, pur myio do qiral fichr resgatada Inrito
grande parle da divida Nacional, equivalente a me-
tdde da moeda de Cobre, que actualmente drruia.
Purqnlra parta log que lal niedids'9. ja adoptada os
lal-ilicadores fu-ario' desan mados1, advenin-l no os
teus lucros vo a diminuir, e mesmo' a neniar tota!-
ineiite, Ipgo que seaproxime o termo fixado ; Ces-
i-aro de nlroJuzir 1110, da falsa, que alm disso,
nao poder ser mais recebida, se nio at a qoantia.de
i#000.
LNoobitajite este resultado qoe parece quati inftl-
livel, a Commis-io reconheceo a neressidade deemil-
lir se oulra moeda de cobre de cunho mais ucrfelo,
que podesse offerecer ao publico m iior garanta con-
tra as lulaificacoes, eoppose.->se anda manores obsta-
culos aos contrafactores, e p'or i-so autborisoii o Go-
verno a recunbar a moeda actualmente recoihida, < m
cotiforrrtdade com o 110V0 Syaicma monetario al a
quatilia de 4:000 cotilos ; e a emitli-la proporco
que se fosse cunhando.' Ds'iaso te dentro em dous
anuos, que peder durar o recunho, veremos a moe
da de cobre substituida por nutra mais perfeila; e
iuleiramenle reotovido o perigo das falslicac'>es, que
tanlo mil haproduzido Naco.
Em conforntidAd com stas ideis a Corarais iojul-
ga haver salisfito a coiifiarte.a da Cmara, apreseutan-
do oseguinie Projecto de Le, quejulga conveniente
adoptar se.
A Assemblea Gertl Legisla ti ir Decreta.
Art. 1.* O Goveruo far sub.-liluir toda a moeda
papel, que actualmente circula no Imperio, a -a'>or:
a Notas do e'xtintjtO'Banco, antigs semitas da Ba-
bia, e as Sedlas ltimamente emit idus em irocoda
moeda de cobre pelas 'Notas fabricadas em Lon-
dres,
Ad. 2. As InstrucQ-, que o Goveruo houver
de exp-dr para realisar a subs ii uic 5, guardaro
as S'gQ ules base :
U* A numeraco, eassignatura das Notas 'a m-
nor valor que cem mil res, s>-ra5 feitas ras respaaH-'
vas Provincias, a cujos limites ficara circustrij'da a
sua circulacao. A assign t na CO/iMStua em huma
simples rubrica, que d. ve acompanhar a de.^ignaco
da Provincia, ondeas N"ta tem de circular.
- a.* As Notas de cem mil res, as de raaiore. va-
lores, deps de rubricadas, e numeradas na Corte,
serio distribuidas pelas Provincias, pudendo girar em
todo a Imperio sem mais iquisito algum.
3.' O trabalbo da substituic', e esc i pturaco re-
lativa sera5 comincttidos na Corte e Provincia do
Rio de Jan- iro, a huma C ntmus'o composta de cin-
co Miembros, e as Pro\incias Commi>sos de trez
membros da nomeacad do Governo. Os membros
deltas CoiumissSes far a assgnatura das olas dis-
tribuidas entr riles por classes, e 0 GoVerho Ibes ar-
bitrar gratifcaedes em relac*6 ao trabalbo d cada
huma das Commisses^ assim como adfEscrip'luran-
os, itiis gciiie, ijue os codjuvarem.
Art. 3.* O producto annual dos Impostos cujorea-
dimento se acha appKcado to Art. 5 da Le de 8
de Outubro de 18S3 para o novo Bahto, e impor-
tancia d'aquelles que dnnualmerU' fferfl estabeleci-
dos por Li pira auwrtisgcio do papel moeda, ser
de>dej em pregado em fundos publico, cuja renda
tenba o mesmo empregd, i fm de s formar hum
fundo acumulado, destinado para dmortisaco Ho pa-
pel na epoea determinada pelo Corpo Legislativo, e
devendo este fundo ser entregue ao novo Banco, logo
que elle se rea I se.
Art. A.' Os fundos, deque trata o Art. antece-
' dente, estard a cargo daAdminisIracaG da (aixa da
A mor isa to.
Art. 5.* Do i.* de Janeiro de i87 era diante pin-
gue ser obrigado, tanto nos pagamentos legaes, eo-
rao nas transacc5es particulares, a receber a moeda
de obre legal que actualmente gira no Imperio, se
na5 por metade do seu valor nominal, a rnente at
a qwanlia de mil res em rada pagamento, de sorte
que as mbedas de 80 reis, serio recebidas no valor de
40', as de 4'reis circulars do valor d 20, e assim
das ouiras de menor valor.
Art. 6 O Governo fi>a auihorisado para recunbar
a rdeda de cobre recoihida ero v'iftude da Lei de 3
de Outubro de i833, at a quahtia de quatro mil coti-
los, em conformidade com o novo Systma monela-
rio.
Ai't. 7.' A moeda rccunliada ser empregada em
fazer a substtucao da moeda de cobre, que actual-
mente circula, sendo esta recebida a ra^ao de 640 rs.
a libra, pudendo o nova moeda ser emiilida pela Fa-
zenda Publica ero pagamentos de 1$ rs. proporca
que sefor cunhando.
Ars. 8.' O-restante da moeda de cobre actualmen-
te, recoihida, eaquel'a que se houver de recolher, e
na5 for necessria'para o raeuuno auihorisado, pelo
Art. 5.8, ser pelo Governo opurado, como mais c6-
vHienie julgir, devendo a sua importancia tef aap-
plicacaS declinada no Art. 3 desta Lei.
Art. 9. Para a execucaS do Art. 5-' fif o Gover-
no auihorisado para fazer collocar no Edificio da A- (
cadomia das Bellas Artes da Corte .0 novo Syslema de
maquinas, cuja acquNica& foi contratada pelo masmo
Governo, pudendo fazer para esse fin todas as despe-
gas necessaria", incloido-se nestas os ultiraos paga-
mentos, que se esta5 devendo ao Maquinista na for-
ma do contracto.
Art. 10. O Governo far cunhar em moeda Naci-
onal toda a quanlidade de ouro em barris, oa em
p(>, que entrar para o Thesouro Publico Nacional.
Paco da Cmara 16 de Maio de 1835Baptista de
OliveiraSbuei Ma> tin*Antonio Francisco de Pau-
la e Hollaada Cavalcanti d'Albuqucrque.
O
GOVBRNO da PllOVINCIA.
Expediente de a a de Junho.
Jdaqlttide Barrds, dnbecido por Commahdan- .
l BarrinhoV-- Joa8 Timotheo, irmafi do flecjdo
AhtonioTitotbeo, FelippeSuars, e Ancelmo, con-
unzindo todos aes 65 calanos que aluda se nao t-
InhaS-aprese1 litado, e declarando que maior numero
dellcs existido anda em suas' moradas em difTrentcs
1 inattas, sm se terem apresentado, por que incom-
raodos seus, e de suas familias os linha embaracado
deoftr : masque eu poda contar com lies co- *
md preseiitadbs, e dizer ao Exm. Governo da Pro-
vincia, que a'anrbr da revblta de Pahellas ficava
por9. Ex. Rma e por mm arrancada pela raiz,
e laricda rfobr aque'fas trras 5 o que ne causou tS
peqtiha FalIsfacaS, e rom a msma tranmilto a V.
Ex. sta noijpia pira a conirounicr ao Exm. Gover-
no Provincial. Estes aprasentidns, cotn os de Agoa
preta prehencherao o numer de 1021.
S. Ex. Rma. espera que faca alguna diaa, de sou
para ir a Jcipe, e d'ali retirar-s a Porto Calv-
d'onde veio para este Acampamento, e eu pertend-
leval-o al aqulla Villa, por assirn !he o haver pro
mttido, e ser necessario por dceuca, e seguran-
ca de sua pessoa.
De passagem permitla-tne V. Ex. dizer, que,
(rfndHsimo ser sem duvida o proveito, que nade
resultar prosperidade desta Provincia, e a pas, e
Iranqttilldad publica se Eim. Governo Provincial,
de acord cora S. Ex. Rma. tratarem do curativo
des Almas dos Povos boje residentes no terreno que
servio de theatro da guerra, mandando para os lu-
gares mais povoados, como as Povoacoens de Panel-
las, Capoeiras, amaras, Sacerdotes de bons custu-
mes, e de senltmenls verdadeiramente Conslituci-
onaes, que se empenhem em moralizar os Povos, a
conduzil-os pelo caminho da juslica ; pois que, se-
gundo o que aliobservei, eouvi, fiz ideia de que o
povoque habitava Capoeiras, e suas visinhancas, a
rauilos anuos, antes mesmo da revolta de Paaallas,
viva nicamente entregue s insinuacoens dsoco-
rcaS, sm ver ao redor d si bomens que o guiasse
^'Fficio ao Inspector da Tbesouraria para fazer
constar ao-i Erapregados das Rc-parlises de-Fazenda o
Decreto a Plano do Monte Po Geral de Economa.
Portara ao Ajodanle do Diredor do Jardim
Bolanieo para entregar ao Professor de Botnica a Flo-
ra Fluminense que lea em seu poder pertencote ao
mesmo Jardim. "*
RTICOS DE OFFICIO.
COM MAN OO DAS ARMVS.
1.LLM. e Exm. Sr. No dia 9 do corren te che-
guei a este Acampamento com 5. Ex. Rma., e pas-
so a dar cont a V. Ex. do resultado das deligencias
Ritas em Capoeiras, onde e.-tivedoe das pata con-
solidacaS da paz, e tranquilidade dos povos d'aq -1
les lugares. S. Ex. Rma., incancav I no zelto que
tem p- lo bem da Igreia Cinisi, e do nervino do Esta-
do, ajudado pelos Reverendos Domingos Jie da Sil
va, Vgarioda Cidade das Alag'-e, e Luiz Jote Lo
pant IVIestre de Ceremonias, batizou a 91 meninos,
confssoua 816 peasoas, fez 8r calamentos, quaze
t 'dos de homens amancebados, e Ghrismou a hum
sem numero de homens, mulh-res, e enancas 5 e se
al estivesseddus ou tres mezes seria pouco tempe pa-
ra satiifazer aos dezejo- do povo, que, a pesar da
ruulachuva^ e enchenles de ros ; alem dos mos ca
minhos coriia em grupos para Capoeiras.
Tres diasdepois da nnnha estada ali, aprsenla-
ra6-sa-me os Chefes da revolta de Panellas, Mannel
e,#f"
Lais do Estado recom-
aos fins que a Religia,
mendaS.
Dos Guarde a V. Ex. Quartel do Commando
era Chefeem Agoa preta il de Julho de 1835.
Ulm. eExm. Sr. Joze da Costa Rebello Reg Mon-
leiro, Commandante das Armas de Pernarabuco.
Joaqum Joe Luiz de Sonza, Commandante em
Ohefe. ,
BIVERC AS' REPARTICOENS.
rouciA.
E.
TijM vislade seo oflucio dactado de 8 do correnle,
porem recebido a lo, em o qual me esnoem^weos
Estndanies, era naB pequeo umero depoi* doa-
contecimento do Theatro, vagk de note-pelas ras
d'essa Cidade armados de puulues, bengalas de esto-
que, e pistolas ; e me consulla sobre o que deve 0-
brar para evitar dezordeas, e mantar a tranquilidad
de publica, e se poda mandar correr o indeviduos
que forem encontrados depos do toque do recolher ;
tenho a dizer-lhe que na Le axar V. S. a norfc
do que deve seguir em circunstancias taes; poi en-
carregando-o da manutencaS da ordeoi, e sucegt
publico em seo Districto, lhe confere o direilo de
lancar ina dos meios para repelir qualquer agressa.
Eu axando Unta deficuldade em nao acreditar a V.
S., que me racresse conceilo, coma m supor que (
mimozos Filbos de Minerva Loquera os hvros pelos
punhies, suspendo o meojuizo a tilrespeitoj recoa-
mendando-lbe toda a moderaca, e sangue fro, e
quesemprc que houver de obrar depon ha qnaesqHe.,-
ressenliraenlos, por justos, que sejaS puis a Le ;
e s a Lei deve Tingar o ultrage feio aos seos execu-
lores. Em quanto ao con imenlo de cazas remeto a
V. S.' para os art 1. 1^9, i90, i9t, e segrales do
Capitulo?.0 do Cod. do Proc. _
Dos Guarde a V. S. Recife 11 de Julho da
i835- Joaquimuties Machado, Chefe de Poli-
cia. IUra. Sr. Ignacio de AlmeidaSinnho, /mz
de Paz do a. Destricto de Olinda.
Emrespostaaoseoofficiode9do eorrente, em
que me constilta se pode deixar de proseguir nos
Jarraos ulteriores de Odia denuncia dada contra
umfactocomprebenddonoart. 2j8 douod. penal,
por haver a parte dezistdn, e acomodado-se; anua
dizer lhe que sendo es-e critne pura nenie particular,
ecabendo a denuncia sortiente ao ofendido, he
dente que tendo e>te intentado acqio, pode daJl
sistirem todotempo, e per isso V. S no pre
cato pode aceitar a deiisteocia, deixandu de pn
gimo processo, tanto mais quanlo anda esl
principio. Devo adverti-lo que circunslancil
daemum crime particular, que o Ieva5 a avw
por parte da Justica; por axemplo no enmede
metilos as circunstancias dos arta. aOa, a03, e 10*-



TT"
I

r
r
DIARIO DE PFRNAMOUTCO,
doCod. penal, e em lodos os de mais crimes parti-
calares o ter delinquente prezo em flagrante 6 art.
74 do Cod. do Proc.; ato que V. S. de ve ter em
vistas.
Deoa Guarde a V. S. Recife 11 de Julho de
i835. Joaquim Nunes Machado, Chefe de Po-
lica. Sr. Manoel Pinto da Matta Nunes, Juiz de
Pax Suplente da Lux.
Exm. Sr. Joaquim Joie de Oljveira Ne-
gociante nesta Praga me de regia a petica inclusa,
que aubmelo a concideracae de V. S. Nada me pa-
resse de tanta raza, e justica como o que pede dito
Oliveiraem sua petica; alera do que elle vella ex-
poem su tcnhc inbrmacSes de pcssima de conducta
l'esse seo filho, que se lastima perder-se em ta6 ju-
venil idade ; entretanto que lhe aplicando urna efi-
ciente correccaS, e sendo arredado de ms oosopa-
nhias, pode ainda se tornar um bom l I lio, e um
aptimo Citlada, utl, ao Pai, e a Patria. Isto pos-
to tenho resolvido recrutalo para Mavitiha, como re-
quer o Pai, e paqa efle.Uo faz-se percizo que V. Ex.
espesas suas ordena a im de oue dito filho seja rece-
'bidoa bordo das Embarcaces de guerra.
Dos Guarde a V. Ex. Recife "i3 de Julho de
Julho fe 2835. Illm. e Exnt. Sr. Francisco de
Paula Cavalcanli d'Albuquerque, Prszidente da Pro-
vincia. Joaquim Nunes Maxado, Chele de Poli-
ca.
#
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amesnia do 2V.# 133.
CORREIO.
\3 Brigoe Escuna Matilde recebe a milla para o
Rio Grande do Sul no da 8 de Agosto as 10 horas da
manli. .
y&F O Hate Ninfa recebe a malla para o Mara-
nhio hoje 27 do crrente, as 3 hars da tarde.
ANNNCIOS.
.Manhi sai o o. u. da Ponte da Boa-?ista. Es-
te n. fui mais demorado em a sua saida, mas que
* monta, quecom este proceder cun p re can ligo Ada-
gioo que bom cuata caro !Nao declaramos o que
11 'elle contera, so sim, -que nelle vem o Diabo ; ven-
der nos lugares do costume, os quaes sao : na T,yp.
Fidedigna, luja de Bandeira Jnior, a casa do Des-
ti ibuidor Bomlim em Olinda.
ygW Sahio boje o 3. N. da Guarda ayancada do
Norte. Vende-se nos lugares j anuunciado-.
AVIZOS PARTICULARES.
X Oda pessoa, qe'tiver con tas com o finado Pedro
Uinbelino, nao salisfaca a niuguem se nao a sua mu-
Iher.
%tJP Precisa-se de umeaixeiro para servir no Bo-
tequim da Porta larga da ra do Rozado, a fallar com
"Jlo Lei'e Pita Orijgurii a no mani.
b9~ Troco-se pa taces por cobre marcado multo
bom a qulro patacas e doze vintens": na ra de Hur-
tas D. 65.
fc^ Roga-se encarecidamente ao Snr. Imidio o
favor de mandar botar um, ou dois laropies na m.i
llaViraco, pois que muito til ao liabitaales da
inesiua.
Um dos moradores.
' feis com baas firmas, dii ija-se a ra do Crespo .
11. '
*f9* Quem annunciou querer dar qninhentos, a
seiscentos mil res a juros com hipoteca em um pre-
dio desembarazado no Bairro do Recife, dirija-se a
ra do jardim D. i4. .
|ry Preciza-se de um feilor para si lio, que en-
tend de plantai 'S : na ra Nova sobrado n. 2i.
yfp' Precisa-se de um coaibeiro para urna cara
de grande familia; quem estiver nest.is circunslancir
asdirija-se roa Nova caza U. I7 para tratar de
sen ajuste.
%Q^ Preciza-se de 100$ reis a juros sobre penho-
rei ; a pessoa que lhe conyier dr annuncie por este
Diario.
%j
OMPRAS.
UM berso moderno com pouco azo: quera o tiver
annuncie para ser procurado.
}&" Na ra doCordmit co Forle do Mallos ven-
da de Antonio Vas de Oliveira continua-Se a comprar
sedulas por prataa 1$600*) pataco.
^OP" O Cdigo civil peloDoutor Vicente Joze Car-
dozo da Cosa, Elementos do Direito Natui,-\l,'com-
postos por Joo Dioga Builamaqui, e tradu/.i,los em
PoriHguezpor Juze Caelano de Mesquila, ei obrada
Origem das leis, das Arles, e sciencias, e de seos pro-
gressos, escrita por Goquet eiu portugus, ou Fran-
cez : na i.ua da Crespo luja de Serafira pereira da Fon-
cera Bastos.
^Tjf" Urna negra moca de bonila figura, crila, ou
deBdcio, menos da costa, que soja hem ladina no
comprar e vender, com habilidades, ou sera ellas, a-
dveite-se que compra-s por sedulas : no pateo do
Terco no segundo andar do sobrado pegado a Ioja
de cera.
%& Urna meza redonda de meio de salla, peque-
a, em bom uzo, c preco commodo : quem a ti ver a-
nuncie para ser procurado.
%ry Um negro de 20 a 25 annos, bem parecido,
sera defeitonem vicio, dando-se a contento, oito dias:
na Ioja de Manoel Goncalves da Silva.
Quem annunciou no Diario de Peruamhuco
de sexta ieira 24 do cor rtn te, querer dois trey. con-
los de res, dando boas firmas; ua Ioja do sobrado
D. 'Z'i, lado do su na ra Nova.
fcy A pessoa que aiionntiot no Diario desista
eir querer tomar trez contos de reis a juros com bo-
firmas; procure 110 aruiazem de louca, 11a ra
|ue se lhe dir quem qner fazer este ncgoeio.
O Juiz de Paz do 2.* Deslricto do Bairro de
itonio do Recife laz sciente ao publico que
le seos Inspectores foi prezo e recolbido a ca-
f prt-lo Cassange de nome Paulo que anda va
iiiz ser esc 1 avo de Luiz pires para que quem
\ seja es.se s< nhor ou o verdadeiro dono daquel-
lale de justificar o dominio e pos* do'mes
3!j vo e o poder 1 cccbcT.
VENDAS.
JLFUas rolas aza branca muito mancas: na ra da
Agoas verdes sobrado de um andar defronte do lam-
pio.
^y* Urna casa terria em Olinda roa do Jogo da
Bolla ri. 22 : na mesiua roa, e casa cima.
%?" Uin prelo de Naci de 19 anuos, sem vicio,
nem achaque algum : na ra da Cruz armazem n.
59.
^" A Polaca Sarda Constante Cap. Ramogreino,
vende carne nova de Montevideo por preco commo-
do a troco de gneros, moeda coi rente e cobre Impe-
rial : a tract.ir com o Cap. abordo, ou com oseucon-
signatarios A Schramm, ra da Cruz n. 27.
WF*SI de Lisboa, a bordo do BrigueaS de Julho
fundiadodefronle do Forte do Matlos j fallar na
ra do Vigario i. 8. ,
y9~ ^ portas de costado de amarello, pouco u*-
das : no sobrado novo junto a Botica da ra dd"Li-
v ramenlo.
^y* Espadas direitas proprias para Olficiaos de
Guardas Nacionaes, pnnlio de roca, e sem ella: na
ruado crespo Ioja de fazendas D. 7, lado do Mil.
*&" A historia Universal de Bussuel em Francs,
por preco commodo : na ra do Rangel D. 4.
%ry Bom rapcareia prcia ehegado prximamente
a 1$2S0 a libra : em Olinda Ioja de Oliveiva, e ven-
da defi onte da cadea da mesma cidade.
C^ Filangiere science de la Legislation 6 volu-
mes, Pastoret, Uis Pnales 2 volumes, Beccria, Di-
lils e Peines, Benjanfin Constan! conrs de Politique i
vol. Val le Droit des Gtiis a vol. Comte L-gisla-
tion 4 vol., e Fiilol sciencedu Publiciste 11 voluuies:
na^rua da cadeia do Recife Ioja n. 47.
T- Barricas de mangas de-vidro ec#lix tanto li-
zascomolavrada.se lapidadas, por preco commodo:
ua ra da cadeia Ioja de cambio 1J. 48.
fcy Selin Iuglezes muito superiores : na mesma
casa cima.
.*3** Chapeos de sol de seda vindos do P.rto : na
Ioja, da Pa da cadeia velha n. i5.
fc3fi- Muito superior r.,"p areia preta ehegado pro
ximanienlea J)280.a lili. : no armando de louca da
ruada cruz de Tlio.naz Di., Souto, na pracinha do
Livrameiilo Uya de Fi-sJnoisco Ignacio Ferreiri Dias,
e na ra do l'adro Floiianu venda de Joo Ferieir
Lo 11 bu.
ttTJT" Miud.tas por moeda Imperial testa liza : na
iui Dneita luja n. 30.
V*3>** 2 grandes inoradas de casas tenias urna no
pato do Hospital do paniaw ioui lr<-nte pii a rft d-s
Qunrlcis- de tiez portas, qunrto ao lado, e oulra no
alterro dos Afogados acalxdas de prximo de ma
polla e doasjanellajt' caxilhos com corredor lavado:
- Citar i>4 rna Hn t.ivrr.monl.. Ini.f) f 7 ,1-M.. J_ A
"........*"' .............-,-. v j#t,MU OA
roa Direila.
Urna venda no largo do Terco a dinheiro ou
nprazo: na ra Direita sobrado de um andar com
rotulas por haixo.
^Tjr* Um lindo mulatiiTho com idade de 10 annns
pouco mais ou menos: na pracinha do Livranu nio
Ioja D. 33.
%3F Uaia escrava j idoza, porcm robusta, de to-
de o servico de urna casa, por preco commodo : na
ruaeslreita do Rosario n. 21.
%^ Um preto moco de servico'de campo : no bc-
co'da Lingoela n. 2i.
t^ Conliuua-se a vender por toda a qualidade
de moeda Imperial leudo o pey.o legal o seguintc :
cha hisson, dito perola, 'rap da Rahia, dilo prince-
za, tinta de escrever, graxa de dar lustro sem escova,
e bixas do Porto ludo por preco commodo : na praca
da Independencia Ioja n. 20.
ypf Gigos de garrafas pequeas : na ra Nova n.
5, e 6.
W^ Um mleqne proprio para pagein, ou apren-
der ollicio : na mesma caza acuua.
ACIJADOS.
^^Uem perdeo urna canoa de carreira procure n.i
praia do Jang em casa de Antonio Damazio, qiiecon-
iiiliuindocom oseo adiado, e dando os ignaes lhe
sera entregue.
FJSCftAVOS FGIDOS.
f Oze de Angola, representa ter de idade i8 a 20
annos, alto, e seco \ levou camisa de riscado azul,
calca de brim bronco, chapeo de palha, e tem em si-
ma da pestaa do olho esquerdo una grande sicalrix r
nsaprehendedwres levem-a a ra de S. Goncalo na
Boa-vista, casa n. 10, que sero bem recompencados.
^f^ Emodia iade Julbo do corren le anno fugiu
de Fi envisca Joaquina da Conc< iyfio urna escrava de
norae Mara do gento, e foi com vestido deri>cad-
nho amarello, pao escuro: meia alta, corpu delgado
bem retinta, beicos grocos, ainda moca, e nao feia, e
tem um peila maior que o outro, e ladina, e rog
a quem della souber a levera a sua casa, que sero bem
recompensados: a sen hora mora na rua das Trinxei-
ras casa ao p de um Barbeiro.
---------H.-"
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas no Porto de Pernamluoo
a
-o
'3-Segunda
4-T: S
E8 J
7-S:_ -
8S:----- m
9-D: j -
6 h. 54 m.
7 42
8 -- 30
9--18
10-- 6 n
10--54
11 --42
Manli.
Navio entrado no da 26.
'ARAHIRA ; 7 das; Ili.te ConreicSo do filiar,
M. Manoel Falco : assucar. Tou. aa.
Navios sahido's no da 24.
Jl AHIA ; B. Dinamarquez Carlota, Cap. r, Wp-
pel : varios gneros.
ASSU', pelo Rio Grande do Norle ; Il.ale S. Jofi
Baptibla, M. Manoel Antonio Pjnheir) : varios.g"-
ii( ros. PassageiiosJoze Igiucio de B.ito, Bernar-
do Joze da Costa Gadelha, Joze Francisco Xaver,
Manoel Soares Bot'elho, Manoel Corris Fcli?, e deis
criados, Antonio Joze Mlaquias, Joo Baplisla Cor-
reia Nunes, Joze Man01 Ramos, Joze Luiz Coneja,
Goncalo Joze de Souza, Antonio Correja t'idrim,
Jo/e Francisco das Chagis, Lourenco Joze da Silva,
e Benlo Jo/.e de Araujo.
Da 25.
LISBOA j B. Poitiiguez Mrquez de Sald.uiha,
Cap. Antonio Nunes Ferreira : gneros do paiz.
Peni. t,a Tup. do Diario 1855
.'j.'


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