Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02406


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Full Text
ji;
ANNO DE 1835. QUINTA FEIR,
DIARIO
't m juLto. n. j;
am*
ijmynmvm

Pbnambuco, a Tvr. de Pin huiro eFaai*
das da semana.
10 SepundaS. Jernimo Era- And. do J. do C. de n. e de t. s.s
51 Terca S- Praxede Virg. Re. d m: auddo J. de O.de t
52 Quarta S. Mara Magdalena sessan da T- Pub. ,
53 QnintaS. Apolnario B.M. Rol He m.. and. do Jai* do C. de
m. e de t. Entra o Sol em Le* ans 8 m. da .t.
24 Sexta Jq. $. Cnristlna V-M-sessao da T. P. de m. e aud. do
5 Sol.bndo jfr'V. Tiaffo Ap. Lun ora a 9 h. e 45 m. aat.
20 Doailng S. Aila Mai da Mai de Dos.
Tudo agora depende le n*mesmos, Ha nosaa prudencia, mode
ricSo. eenergia: continuemos cmi principiamos, e seremaa
puntados com atkhiracao entre a Nacoea na caita*.
JWmf3 d* Ambl* 0r./ d, "krfil.
5abtcrere.se 1000 rs. mensaes pa*o adintadnt nerta Trporra-
fia, e oa Praca da Independencia N.. 87e38, onda, w receten
correspondencia, legalisadas, e annun,cios yisenndo^e le ffra-
tis sendo dos propriosasaignante, e y indo aaiignadoa. .
PARTIDAS DOS COUREIOS.
OlinrfaTodos os diasan molo dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba. Villa do Conde. MamanRuape, P
lar, Real.de S. JoSo, Brei" d'Areia, Haioba, Pombiil. Nova do
Sana*. Cldade do Natal, Vil'as de Ooiuniilnha, e Nova da Pridee-
za: Cidade da Fortaleza. Villas do Anuir-, Monte mor noTO,
Aracaty. ClccaVfd, Canind. Granja. Imperatri*. S- Hernar-i.
S. Joan do Principe. Sohraf. Nova dElUey. lo. S..M atheut. i-
achodo sangne. Santo Antonio do Jardim, Qnexeramoliim,.e I ar-
naiba- Segundas c. Sextas fe ira ao meio dia.
Santo Anto Todas as quartas feirns ao meio da.
Garanhuns, e Bonito- IM das 9 e 23 do me'z ao meio dia.
Floresno ta 13 dyeada mez.ao m.-;< lis.
Serinhaem. Rio Ponnoso, e Limeiras-Segundas, Quartea, e
citas feirns ao nWio di.___________:____ ,___________-?
[LaJjnliiiJWiii ii'">MiiViiiiiTarTiTlMhMgBlWigfc
PARTE OFFICIaL
MINISTElUO DA JUSTINA.
MLlm e Exm. Sr. Aceufco a recep'cnS do Officio
de V. Ex.,, datada de iO do frrenle, >m qu
me participa, que constando ao Goven Imprjal
que ao Encarregado de Negocios de $'. San I id Je,
nesta.Corle, viera ltimamente ordem para exigir
de tnim huma resposta relaliVa a alguna pontos d
donlrina EccIeSistica, que se achfio exarados em
Pi-ojeclos por tnim asaignados na* qualidade de De-
puUdo Asscmblia Geral, oque importa hiimar-
tralac.5, equeislos imp8e como huma condici
indi-penaavel para a rninha crmfirmaeSo no pispado
para <|tie fui nomeado; me declara o mesmo Goveru
que theser milito de-a^radavel se ei annnir huma
SL-melbariie exigencia quealtSn. de aer contra a mnha
propria dignidade e da Cmara a que pertenco;. e qn
fiaraseus taes Piajectos, seria le mais hnm ataque
directo ao Governo, a Independencia Nacional, e
Constituido do Imperio retbnhecida por todas' si
Nacoes, e pela mesma Corte de Roma.
Respondendo .ste OFRci trhho de declarar
V. Ex., para quechegueao conhreimento da negen-
c em Nome do Imperador o Schhor D. Podro II,
qtie o Encarregado de Negocios de 5. Saniidnde, hes-
U Cbi tei a! hoje. aida me nao propnron para semg-
lluiitc fin, masqandoo fiziwe/ irtniil seria huma
tal tenlalivs, pois que Se romo flho da Relieio Ca-
tbolica Apostlica Romana e seit Ministro, sei o q)
deo a ella, e ao Supremo Chef visivel da Igreja a"
(|iiem tributo a considrraco e -hedeticiii qiie llie sao
d.vids, liobcm sci que como Cidadi inlere-sado
pela honra do met Paiz, devo respeitar a sua Inde-
pendencia, ConsiiiuictiS e Governo, e por isso iaro-
iidara hum pisso tufl indlscrelo, que coo'' de ridiculo aosolbos dos mes Concidadlos offendesse
directamente estes ocjeqtoa que me merecem jnlo
actamehlo: limbora c ii-te, comoV. Ex. medii,
(|ue tai deciaracad se pretende exigir de mim como
condicao iudispendatel psrdamihha Kenlrmacafi no
pispada, pois que se es1 te negocio fose meo, e na5
do Governo, a quera exclusivamente prlence, eu
sustentando a minlia honra, so teria a declarar que
naft i|uero Dignidades efempregosa busta de indigni-
dades e baixez*.-
Huma relr*rtaeia, Exm. S>-., suppoe erros etn
ponto de fi, ou disc||di geralmehte reCebid.^, e co-
Hioi'slcu iritimanente convencido que os na8 cem-
melti nos Piojectos qneas*iuni. e que a Cunara dos
Deputados fizseus, n5 tenho de que retactar-me,
tiendo milito-tranquillo com o tetemunho de minT
h convcienri.'i que ntenao acensa de me lerjddisaoo
do principios orthodoxos que cbrislsrltemente tenlio
tegoido.
Dos Guafde fl V. Ex.^Rio de Janeiro 11 de
Junhodei835. -----lllm. e Exm. Sr. Manoel Aires
Uranco. Antonio Mafia de Moir
-^ Ekbi. e Rm. Sr. Te'do-se offerecid na
Cmara don Deputados huma Propoata para se cria-
rem tantos Rispados independentes,- qnantas forem
as Viovincias do Imperio ; para se darcm mesma
Cmara os esclarecimertos (je a tal respeito exige :
Ordena o Regencia', cm nome (Jo Imperador o S
nhor. Pedro ll, que V. Ex. com a possivel bre-
tidade informe'rom o parecer t.* s< bta a exteniaft
l
opniacaodesseBUpado: e convii <"rii-
bia-l : 3. em que partea julga noaiacommoda a bem
d Religiao e tos Potos a sua divisad.
Dos Guarde a V. E i. Palacio do Rio de Janei-
ro em 12 de JanHo de .835. Manuel Aires Bran-
co. Sr. Bpo de Pernambuc. .
Illm. e Exm Sr. A Regencia, em Nome
do Imperador o Sehhor D. Pedro l, edo em vi la
beneficiar aera grvame do Theiwro Puhhco Nacio-
nal, as familia dos Emprendo "'blicoi qoe falle-
cerem, sem Ihfldeixa*' meios de honesta obs.tei)..
taj houve por bem por Decreto de i de Janeiro do
corrent atino, criar hri* Monte Geral Econmico
pra lodos os Servidores do Estado, e desejando, que
elle se Taca publico em todas as Provincia para co-
nheciiriento daqoelles Empregido, q rbluntafiam
quizerei subscreve^e concorrer pra ta5 utjl rtt-
blecimerttb, Marida remetter V. Ex. os axem-
btarrs inclusos) tfo rltado tritm*rs>r>.r Bm-.ai*f-
do, F,.7e.ido-lhes V. Ex. cbd-Ur qbe ^ relacoes de
que trata o Art. i7 do tanov deveraS ser en#iida
a Reparlico por onde cada Empregado for pago de
seos respectivos fencimeritos, paraje tsierem as de-
duc.&?s marcaba no Art. 18, ehvwndo-se depos
hiiraadellas a Directora deste estahelccimento, qu
seacha jaeleila na conformidade d> .Ait. tfe, e
he composta dosseguintesEmp-egadosPub icrs, Re-
sidente Joa5 Caroeiro de Campos, Thsaureiro Ma-
noel Moreira Lino da Silva Carneiro, Secretario Joao
Jaques da Silva Liboa, JoaqimTeixqira d Macedo,
e Emiliano Fabstind Lins. <
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do Rio tle Janei-
ro em .5 de Jonho de |835. M.norl Alve.
Blanco. Sr. Presidente da Provincia de Per-
narobuc.
RIO DE JANEIRO
Assemblea tial tegUlavm.
Senada.Extracto "da SesiaS d* IB de Mo.
PriidenciH 8o Sdr. Bantb B.rrozo Pefeira.
As 10 horas e mia abertal seaa5 ichto-se> reu-
nidos a8 Senadpres : lendo^se a acta da antecedente,
Ioisemobjecca6approvada.
O 1." Secretario deu corita do expediente.
ORDEM DO DIA.
" ''
Con'tintloa diseussao da Resol ocio que extingue
iodbs os vnculos, adiada pela hora ntfsessao anten-
rO Visdonfle deCongonh> mndou i mesa o s-
gU gisUT." vi, h wm*fi t ft di I*
de 57 le Vlarqo de ,78l de 5 de Setemhro de .788,
de 14 de Janeiro de 1.807, de 3 dc Junho de .808, de
iSdJonnedeisfdA'goslb do merio atino, e
Jue interponhi b seu parfe tf* -i CP J R
Jara a N. ca5, 0.1 por CommissaS, .por fa^a.de j.
CeQa, e sobre a extincf.8 dos encargo Po, do
Hospilaes, CisaidVxpoato, eswrAarf. r
4
i
*
Fo apoiado, entrando era djscussa& subestando-sa
a do artigo.
Depois de algumas reflexoes deu-se por discutido,
e posto votacafi na6 pas.ou, em consequenCia do que
oontinuou a diseussao da materia suslada.
Depois de algmas retlexes foi approvado o art. 3/
cora segainie emenda do Snr. Saturnino : Depota
da palavraHeranca,ac'rescente-s, na5 pudendo
fazcrdellasmensa6.il ... i. ,,/,. *
Art. 4m Os finclos que por falta de Adminis-
tradores legitimo esliverem na admmistracaS de A-
dmibistradores dativos, qe as LeisnaS daO lugar,
fica extin'ctas da dala desta Le, e desde logo perten-
cendo Eazenda Publica os bens que deixab de ser
vinculados. Eotro tamera conjunctamenteiem dis-
cuwa o Art. 5.' Fica5 revogadas todas a Leis, Ai-
rars, Decretos e mas Resbluces ein contrari.
, torao approvadps com ai segrate emendas : i.
do Snr. bWes. Depoil da palanavnculos, di-
ga-semencionados no art. I.': o mais como h
art:l salva a fedac'cafc. ,_ t .. ,
2/ Do Snr. Vergtieirb. Depois das palavras, a
que as Lew na6 dao Ibgar-, acrescente-se- ou de
Administradores cora o titulo de legitimo sem lies
competir. Salraa redaccio. ; .
O Sor. Matta Bacellar otTereceo o segmnte Art. ad-
ditivo : f Nafi slo contemplados na disposicao da pre-
sente Le os teris vinculados, que admiiiwlrlo ascor-
nofseoes de ma5 morta, cujos rend.mentos isO p-
plicados para as necesidades e soccorros pblicos.
Salva a Redacco. Eo apoiado, e approvado : deu-
se por Anda segunda diseussao, e pasou a tercena
a ResolbcaS assm emendada. .. u. i
fentroii em diseussao o Parecer da Comm.ssao je
F.senda sobre a representaca do Sargento Mor Joto
Victorino dos Santos. ., ; :
O Snr. Paul. Soma observou, que tendo sido toda
as Tencas concedidas por simples Resolu9ao de Con-
sulta do Conteni da uenda, n. dd Mj\ Ti
bem presente, e tendo a Comm.sso -0, blj
d-r o 6e Parecer poKalt. do Diploma; pedia qde o
Jarecer Voltasse Commissa a 6m de .presentar o
bu Parecer definitiro, segundo o precedeulo. ^
Senadoconreidemfiue o parecer derolvesse
Commisso. ., i jl r^
En.rou em diseussao o .eguinUt pireeer J_ Com
raissaS de Marraba eGuerra, e voto separedode hura
dos iieus membros, do anno passado. .
% A' Commi.a-o de Ma, a e Guerra f'.i reme.lidoo
OSicio do Ministro e Secretario dentado dos Ne-. /
xigi.3ido Governo *J*^'ft^ J^,*
r.qe.ioientps do. dou, Offic e^nand^ ^ ^
Pergrl de q.rv.lho e Antoo f dif ,0 m9mo
COnfi,slo emeu precer, que a .ufo i^J PedJ
d. fixessemenwd do mot.vo porque h.na5 do^ dea.
attebdidos aquelle. Officiaes, ludo para melhor Gr-,
nirdeliberacio do Senado, em atlendef ou nao -os
PfOM&ro ettt su. iesposta, nio deu M'
mocoes pedida,, e sem allegar motivo etpresso odbj
ominado, de ai o pratltar, occopou-e dfe Infif
^
*
/


DIARO DE RRNAMCtCO.
i

o Senado de inadvertido na rid.u cao dos Oficios en-
va i loa.
A Commi-auS jtsa atU-ntando seamente fobre
a resposta do Yl>ni.--tro, descbrelo ue elle nio de ven-
do desconhecer o direito de petica que t m qualquer
Cidado A-seuiblea GeraJ, na6 devc desconhecer ta8
bem q'nc os Officiosdirigidos ao("invern, a pedir-lhe
inibrrnaios, a fim de poder deferir uch peticionarios,
dever ser conei bidos em tefmos to ca ios, e expes-
sos, que nada deixe a dsejir.
Comparando porlanto a CoBiniss-d a evidencia
deste principio, coin o modo com que o Ministro*?
exprime em sua resposta, suppSe que elle Minb-tro,
nSo reconhece na Assemblea o direilo de pedir ao Go-
vcroo iuTuuiaves circunstanciadas sobre os seusactos
adra istiali vos, ou que quando muito se Ihes hou-
vcr de dar, se deverB entender grociosas, por m%o
c(frito auxilio, e cooperaras; era niais favoravel
intelligeucia e pode dar sua resposta.
Surpnhrnde pois Gomiuiasa a exlraoba idea
de que o Ministro desconheca temelhsnte direito, tan-
tas e to repelidas vezes exereilado, e seropre religi-
osamente sati.-feio por iodos os seus antecessores, em
devida obediencia s disposicSes dos 6, 9, iO, 11,
ia, i3, 15, e 16 do Aitigo 15 da Coustitu'cau, e
lo menos a surpiehendc as otfeasasfeitasao Senadu,
em todo o mais conletido do sen ofiicio, porque sendo
huma verdade reconhecida e incontestavel, que o Se-
nado tanto por offeito do carcter individual de cada
hum dos seus Membro*, quanto por adextradoero es-
paco de nove anuos as formulas do Governo Constitu-
cional, jamis deixou de ser circunspecto e agencio-
so em sua correspondencia com os mais Poderes Pol-
ticos, e nao fui at boje laxado por nenhum dosA-
gentes do Poder Ejecutivo, como acaba de o ser pelo
actual Ministro da Guerra. Mas nio hecompalivel
com a dignidade do Senado encelar huma polmica
sobre materia ta odiosa, antes pelo contrario rele-
var por esta vez o desuzado estilo da resposta que re-



cebeo; na espera nca deque o Miimtioi epatar a sua
inadvertencia, na5assignando em outra oecaio offi-
cios dirigidos ao Senado, que tenhio sido redigidos
pbrOfficiaes novipos nesta serte de corresponden-
cia.
Aqui termina a CommissaC as suas rtflexSes, e
, .presea ...
ponsabilidade que Ihe imp5e oart. 133 da Constitu-,
co, e da Le que o declarou
Paco do S. 20deSet.de 1834. J. I B.-Con-
dedeLages, com restric^oes.
Foi plid a fritura dos Oficios de Ministre e dos
a elle dirigidos pelo Secretario do Senado, e Goda el-
la, o Snr. Borges fez a paridede dos Oficios dirigidos
ao Ministro, eare>posia deale aquelles, observan-
do a differenca que liavia entre asexprets&es do Se-
cretario do Senado e do Ministro, sendo as daquelle
pulidas, civilizadas, e rsfteto o sen sentido a> Pa-
recer da Commissa .pie fez a requisito ; e" este des-
attenco, gruen'*, e insolencia, te, que se goofor-
mava boje com a i, -JaccaG do Oficio rcdgdo pelo
Robre siembre dksiden'e.
Deu-ae por finda a primeira dics|4>. e passou
segunda. r
Tendo chegado a hora o Presidente deu para Or-
den do da da sesaaQ seguiut* a ulii.ua diacjsao da
KesolucaC approvaodo a (enea eonejedide ao arechal
JoaO de Dos Mena Ba.rto, a, emendas feitaaaopro
jeclo sobre sesma lias, irabalhus'de U-mmUsfo. ele-
vantou a presente pelas duas hoias. (*)
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.

ILlm. Sr. ~ A Assemblea Legislaba Provincial
tendo esolv.do, que se levasse a considerado da As-
sembla Geral Leg.slat.va do Imperio, a inclusa Re-
presentado, pedmdo prompto remedio que faca sa-
nar de urna ye os males, que pesa* sobre os habl-
antes desta Provincia, naregeicada moeda de co-
"H ^-!' ?;-para SCr 'Patada
aoExm. Sr. Presidente da Provincia, lim de Ihe
dar com urgencia o competente deslio
Deo. Guarde V. S. Secretaria d'Assemblea
Legulativa Provin.nl 6 de Junho de ,835. Sr.
Vicente Thomaz Pes de Figariredc Camargo. -
LaurenUuo Antonio Moreira de Carvaiho.
Illm. Sr. A Assemblea Legislativa Provin
c.al tem resoh.de, que seja aubmettida nccaS da
Aembfr.^ralle^Ui;, do Imperio por inVerme.
r (?) ASessa5daCamara"dos De"pTtadoaTe'l6~d
MaiO, cor respndeme esla do Senado, foi aqueja
demos por extenco^ em que foi ofTerecido o celebre
projecto do Dep. Franca.
dio do Exm. Sr. Pre e da Provincia a delibe-
racao, que da lomara sobre a ora forma, que de-
vem ler os Ajiontamentos e Protestos das Letras Cam-
bines : sirva-s poi V. S. At> sppreen's:- S. Ex.
o Sr. Prezidenie, afim de ler o competente deslino,
a indicada Deliberaca, que inclusa ya i acompanha-
da d'hum officio, dirigido ae Exm. Ministro dos Ne
g"Cos do Imperio.
Dos Guarde a V. S. Secretaria d'Assemblea L-
Prviitial 6 de Junl.ode 35. -Sr. Vicente Tbo-
riinz Pires,de Figueredo- tiaiargo. Laurenlino
AnWlio-Mlieira efralhe?
Illm. Sr. Havendo-se ja requesilado ao
Exm. Presidente da Provincia a precisa ordem, pa-
ra que pela Tbesouraria respectiva se abone V. 8.
a quantia de seis rentos mil res, com que V. S., em
qnalldade de Thesourero d'Assemblea Legislativa
Provincial, devei hiramoitizando o debito ja fei-
to^com as despezas de eu expediente, e bem a*siin
do qiieforoccorrendo ; cumpre pois, que V. S. se
dirija aquellaJleprlieaS para feituar a recepcao
da quantia exigida.
Dos Guarde a V. S. Paco d'Assemblea Legis-
lativa Provincial d Pernambuco 6 de Junho de
1855. IJln. Sr. Joaquim Francisco de Mello
Cavalcanti, Deputado Thesoureiro. Laurenlino
Antonio Moreira de Carvalho.
--.Illm. Sor. Tendo sido presente Assemblea
Legislativa Provincial a falla, que houve na rellacj
de seus Di pi. lados, apurada pela Commisso de Po-
dej;esj por nSo ter sido nella conlemplado olidadad
Apolinario Florentino de A'bnqnerqpe xaranhfio, que
baarja obtido 115 votos: resolveu a mesma Assemblea,
q'por nterinediodeS. xc. oSn.i% Presidente.fosse a
Cmara da Capital inteirada. deete inconveniente, do
qual se nao pode conheoer a causa, se da iinpi-esia,
udealgum putro .descuido,- para o providenciar,
como Ihe cumpre. Sirva-se per tanto V. S. de levar
o expendido a considerapao do meemo Exm. Snr. pa-
ra .(aier expedir as necesarias ordens respeilo,
', Dos, Guarde a V. S. Secretaria d'Assemblea Legis-
lativa Provincial iOdejttuhodeI835-Snr. Vicente
Thomaz Pires de Figueredo CamaVgo Laurenlino
Antonio uoreiraS de Carvalho.
Illm. e Exm. Snr--- A Assemblea Legislativa
Provincial en virtude do it. 13 da Lei de 12 de
Agoste de,i3-4 enva V. Exc. o incluso Deciet--,
"L^- & *f' &*& wr-innal o.
Dos Guarde a V. Exc. Paco da Assemblea Legis-
lativa P/oviuc|a| ii de Junho de i835 Exm. Snr.
Franciscfrde Paula Cavalcanti de Albequepque, Pre-
sidente da Provincia L urentino Antonio Moreira de \
--
) da PloVlNCIA..
Expediente do da 18
"Fficios Ao Exm. Bispo, P. ezidente da Re-
lae^6, Commandane daa Armas, Director do Cur-
so. Jurdico, Secretario da As. s de Direito, Inspector' da Thezouraria, e Cama-
ras Muuicipats remtltendo a cada un 10 fxempla-
res das Leis Provinciaes.
P ~" 9?^c'c'? AoCommandandnnle Geral do Cor-
fpo Policial, diaendo-lhe qu convindo regularida
ded0servieo.queasrequesi9.ens de fnrea para de-
ligenciaa de Justica seja feil por urna s Authoiida-
de, o rneamo.Copinaodanle d'ora em diante.' satis-
fir as que Ihe erem Tetas pelo Juti de Direilo Che-
fcde Polica qua 6ea,Coippetenteiuente authojisado.
AoJuix de Direito Chefe de P.,oa, c.mmu-
nicando-lheo eontheudodo offi.n.. precedente, pa-
ra o fhzerconstar aos diversos Juites de P, afim,
de que estes a He se derijam, qHando preciiem re
queartar torca do Cprpe Policial.
Ao Gommandanteem Chefe das Forcas em 0-
paracoens para jnfo;mar eobra a reprezeulacaS de
Joaqmm Joze Esteres encarregade do fornee.nento
de rarinha para a for^a da Direita.
Ao Director do Arsenal de Guerra, dU-ndo-lhe
qn<1 reprezentando p Cominantlaue Geral do Cot-
poPoIicialqucosstlinsdaCompanhia de cavallara
quea61eitos, ou remontados no mesmo Arsenal es-
tiagam-sa com rapidez e sempre z^ ^ cavador
"mpre que o dito Inspector vigi inspeccione o
Ibordeiros devern ser despedido^, e os sallni feitos
e concertados por M.estres de f.ra do Arsenal.
-,A?I":Peclor o Arsenal de SWiuha, aomnu-
nicaudodo-llie que a Regencia em Nomo do Impera-
dor Houve por bem Approvar fl oieac.6 do =
Tente Manoel Coelho Sin.ra para comm.nd.r a
Eicen. -- ,. de Abnl y dcvei ?Mer con3.
tarto dito a. c Tentnle.
- Ao Commandant. das Armas, pira por em e*-
ecuca6, dizendo-lhe, que conyiiid., que gqard
dr$;iIlad>saeeioensdo'Jery seja lirada da guarda
T,!^^ eUm C-f>o..-queo Com..d..
#-r-F*ieesiauxilio loeo que Ihe fnr .....
..lado pelo Pieziden.e do mencionado Jury "'"-
_ r- Ao Juiz de Diieito Cbefe de Polci '.
.,<) ih. o co-^eud. do prJl22,:TT2;
ndo-fbe que si o Prtud.nte;do Jul-i o-.,T .1 "
or fo, do u. moo. Je i ",""
V**^.
DIVERJAS REPARTICOENS.
| .1.
E:
'oLJOIA.
. .' T ^, pa'le do Commandanle Grral
consta na5 ter hav.do nov.dade a noite rassada, a ex.
cepcaodapnzaodedoisiudniduo, m pre,0 canb
vo e nm bomem pardo forro, por serem eueon -
dos na Rabeira fura d'oras, mas\e armas, e pela,
parlecpacftes dos Ju.zes de Pz consta terem hawido
prues ; pe|0 o Deshielo do Gdlegio fura6 pra-
tos Joxe Vieira de Mello por furto de um coiro de bi-
zerro, e Joze preto escravo por andar fgido, e ler
levantado se contra sflo Sr. ; pelo, segbndo Dito fo-
raouobem prezos Antonio Joze Turres prelo forro
por embriagado, e-catar atacando vtn palavfas a
quar.tos p^ssavaO, e um preto escravo de Joze BeiH*
d^ Costa por-ser encontrado.eom-umt.Lnxie,' errtal
tir a pruao ; e nao consta mais hovidadef.
D,os Guarde a V. Ex. Recife l0 de Juluor de
i "*}> : eExra- Sl- Francisco do Paula Ca
valcauti, Pr.ezide,ute da rroviucia. Joaquim Nu-
iles Machado, Chefe de Polica.
i i

A.ti.po a V, Exc, qne sahiro, e recolhwfo-se
" patrulhas, e dero prte de nao baver encont.atra-
oo qovidade.
Qoarlel do Corpo Policial M d Jillho de tS34--
francisco Antonio de S Brrelo, Commandante Ge-
1 -- Prtcipoa. V. Exc, que pela. 9 '/, horas da noi-
te dentro da Sal|a das sessoena dos Jurados1 dero um
tiro, que cauzjonau a mor le de um BraiileiVo adop-
tivo, que estrfva-o as Galeras, ignorando a o non.e
tanlQ.doassac.no, quojulgo nio foraconhecido, co-
mo dof)ade,cenles.
Algumaspunhaladasfo.odadaa na oiccasiio do l,i-
mullo do pvo, e consta-mc ter sido preze uro p*rdo
nuc foi encontradoeom uma race de pqota. Este fac-
i melhormeni* narrar a V. ExCi o Juiz de Direilo
qMeprezidiaaseso. A patrulha do;2. Destrico)
. ecolheo i, cade-a pablica a um pardo qua d!i ser es-
cravp de lhomaz Lins, por ser encontrado, com um
estuque a patrulha do Destrelo do Corno Saino por-
tirwou baver prendido a ut dizerlcr da Marinha/da
L'cuna^Fluminense. As de mais patrulha-, dero par-
le de nao hever. encontrado novidade.
Quaiteldo Corpo policial iS de Julho de 183S.
Francsco Antonio de S Brrelo, Commandante Ge-
" n
;- Participo a V. Exp. quofa|lou a 2.' ronda o Of-
ncial da i ronda, assim como as patrulhas dero par-
te de nao haver cnconti-ado nordades.
Quarteldo Corpo po'icial 16 de Julho de 1815 '
francsco Antonio de Sa Brrelo, Commandante Ge-
P.rueipo a V. Lxc, que o fot de m do Desleicto
Oo rarmo fez reinar a patrulha do seo Oealrictbmer o
Sargento commaodanle d'eUa na querer augeitar-se
a rondar debaixo de suas dens, segundo me partici-
pou nao s o referido Sargento commandante da pa-
rulba, como o Official da !. ronda enca.redode
mspecionar as mesmas.
Fui recolbido as prizoeus deste CWtel o paitano
i-dippe Non, por ordem do iaiz de pa* do 3.' Des-
tncto por ser encontrado ao depui de meia noite na
porta da Igreja de S. Pedro, figindo-se ebrio, c por
issosetgruousoapeno. As de mais patrulhas derio
parte de nao haver corrido novidade.
uartel do Corno Bolicl 17 de Julho de 183*.-
Fr.inci$co Antonio de S Brrelo, Commandante G*-
*


PHOMOTORIA.
Pcraale V. S. Sr. Juiz de Paz Suplente do 4.
uutricto da R.beu-a deuuncia o Promotor Publico Di:
Elias Coelho Cintra do actual Juiz de Paz desse dis-
irtclo MatioelCoirea,McKJ, e do seu Inspector Ben
II FOI\/I7I


bUBlO DlS PIRNAMBUO
3
^^^^-^^^^^^^^
10 Gomes Pereira, e .0 motivo da sua denuncie be
seguihte.
O Inspector no dia i4 de Jnho do trrenle pren
1-- i...* j_ c:t- f:. o____1 -
UCU n wuir sendo em flagrante, se ni as formalidades exigidas pa-
lo art. 176 do Cdigo do Processo, arl. 179 10
da ConstitnieaS ( documento n. ien. 7-): e est
por sso criminoso a vista do art. i-li do CodigojCri-
niinal, e encraso no art. 16O do dito Cdigo. 0
Juiz de Pax deleve o.preso al odia 27 seta Ihe for-
mar culpa e dar-Ihe a rasao da sua prisa ; e exigin-
do-se-lhca dila rasad disse que elle esta va sumaria-
do ( documento n. 4. ) ;< ua tendo o preso as
sistio inquine 16 das lesiemunhaa tomo determina
0 art. 14a do Cdigo do Processo ( documento n.
6. ) ; e no dia 27 mandou .-ollal-o allegando para is-
soa innocencia do me&mo preso ( documento n.
5.); e est por i-so o Juiz de Paz encurso no art.
129 do Cdigo G rainal, por queso a lim de opri-
mir a parte fbi que nssim obrou, segundo 1 qm-ixa
que elle me dirigi, e no art. 156 do dito Codigof
V. S., aotafcda esta e prestado o Juramento, po*
ceder na formada Le. Rocife 18 de Julho de 1135.
Dr. Elias Coelha Cintr.
Promotor Public*.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mes na db N.* 127.

*

mmmi. %**
KD1TAL.
lllm. Sr. Inspector da Fasenda desta Provincia
noramenle manda fazer publico, que o proco porque
a Fasenda est pagando o Pao Braiil he o de 3:abo rs.
o quintal. Secretaria da Thesouraria de Pernamb-
cu 22 de Julho de i835.
Joaquim francisco Bastos,
OReial Maiorl **
^ Coitasio.
v_/ aquete Nacional Feliz de que he Comraaudan-
teoa. c Tenente Antonio Marques de Parinhs par-
le desta Porto para o do para tocando as do Rio Gran-
de do Norte, Gear, e MaranhaS no dia 1. de A-
gosle, quem no neauo quizer carregar, ou hir de
ptssagem, driia-se a esta Administrabas, receban-
do-ie carga atojo da 20 do corren te,"em rasad da con-
ferencia que hade preceder Meza (das Diversas Ren-
da! : as malas das cartas fethao-se na vrspera lego de-
poiidas nove horas da noite.
EXTERIOR.
LISBOA 27 DE MUO.

*mN'Tti d'hontem a noite foi chana,do ao Paaso o
Mrquez de Saldanba; efoi enearregado porS. M. a
Riinba de organizar huma naya Admipstracio. O
Nobre Marquez'concluio es seus trabalhos dentro era
pouco tempo e hontem noite furo assignidos os De-
cretos da nomeacio dos novos ellementos.
DFCRTO.
'
Ateudendo s circunstancias que concn em na
pgssoa do Mrquez de Saldanha, Consellieiro d'Esta-
do. Hei por bem nomea-lo Minis'ro e Secretario d'
Estado dos Negocios da Guerra. O Cunde de Linha-
res, Ministro e Secrttario d'Estado do3 Negueios da
Marinha, Presiden le do Conselho de Miniaros, o te-
nha assim entendido faca executar. Palacio das Ne
cessidades em 26 de Mato de i835. Com a Rubri-
ca de S. M. Conde de Liuharea.
Era voz publica na Capital que a organizaco do
novo Ministerio era como se segu.
Prezidenle do Conselho de Ministros, o MarechaJ
Saldanba Ministro da Fazenda, Francisco Antonio
de Campos Da Marinha, -Mrquez deLoule Do
Reino, Joo d Souz Pinto de Magalhes Dos Ec-
clesiastices e da Justica, Manuel Antonio de Carvalho
Dos Estrangeiros, Duque de Palmela.
UkORlD I8MBVAIO.
Hontem reuuiu-se o Conselho d'Estado com asis-
tencia dos Ministro?. Dizera que se tratara de verifi
car o tratado da quadrupa allianca, fazendo entrar
hum corpo de tropas auxiliares estrangeiras para cu-
brir guarnico da Pracas das Provincias sublevadas,
em quanto que todas as tropas Naciriaea seempre-
guemem huma activa campanba, pira de huma vez
aniquilar as faeces.
Hoje seassevera que'est decedida a inierveneo,
ou cooperario das tropa estrangeiras. Parecequa
huma Deyizi* de 6000 Portuguezes pa>sar Caslella,
que ilfta disso humExercito Francez entrar peto
Norte. r
(A fedeta da Liberdade do Porto).
COMMUNICAD.
Vi Ada hum discorra nos objectos Polticos segun-
do as suae ideas, segundo os seus prjuizos, e an-
da mais segundo os seus inter***?* particulares; por
isso logo que appareceo a Le da Reforma, logo que se
soube, passavamos a ter Assemblcas Provinciaes, na*o
fa^lou quem destasaguardasse todas as medidas, todos
os remedios, todaa as provideneias, que julgou con-
venientes, ludo quizesse ver melhorado de promp-
to, eem poneos dias. HunsqueEioque a nossa As-
sembles Provincial, eslreando os seus trabalhos ion
manifesta infraccio da Lei Fundamental, mettesse a
ma na moeda de colre, e Leglslasse radical, e defini-
tivamente a esterespeito, sem admittirem a incontras-
(avel rssio da incompetencia, e conseguintemente a
nullidade da semelhante medida. Ontros pretende
ver tirados todos os impostos, pelo menos oa que pezo
sobre a sub classe, outros finalmente querio j isto, j
aquiljo ; e todos clamo, 'que a Asseroblea Provincial
nada fez; porque n fez oque cada um enteudeo,
que ella devia fazer, podesse, ou nSo podesse, fosse,
ou'nao da sua atribuicao.
Nio he do meu intento formar a apologa da nossa
Assembla. Tatvez podesse ella ter produzido mais
leis, se bem que sendo huma Instituidlo nova, parece,
que se Ihe devem dar os desconlos do noviciado: mas
em minha fraca opiniio ainda quando a nossa Assem-
bla ProvhiCtal ni bou vesse feito mais, do que a Lei
das Guardas Municipaes, e a das Estradas, nfo pe-
queo beneficio nos feria procurado : porem nao bas-i
ta, que se fa^ao leis, ainda sendo as melhores possiveis,
eesl.Vs ficao paralizadas nasua rxecuclo. Quem'hi,
que desconheca a urgente neeessidade, que temos das
estradas ? Quem ignora, que abertas estas como de-
vem ser, a nossa riqueza infallivelraente descera em
hum progresso espantoso ? Ahi est a Lei das estra-
das,- feta pela nossa Assemb'a Provincial: mas an-
da noapareceo quem de tal obri sequeira encaVre-
gar. Todos qaerem os melhoramentoi; porem nin-
gnem quer'entrar com o seu contigente para o bene-
ficio commutn.
O meio das emprezas he o que a experiencia tem
mostrado ser o maisproficuo para, se obterem es-as o-
bras publicas, eomo geralmente se prat'ca em Inglater-
ra, nos Estados Unidos, S^t Scc. E entre nos, que
tudo buscamos arremedar do Estrangeiro, e at aqol-
lo mesmo, que relativamente s no9sas circunstancias
he mexequivel; porque rasao nio apparecerd tlo-
bem empreteiros. quecontractem a imporlantissima
obra das estradas ? Hi tanto qaem falle, b tanta
gente alviteira, tanto pulitieo, tan'o estadista, tanto
reprovador de tudo, la.nto reformador do mundo ; s
nio ha quem se abalance a hum' negocio de summa
importmea, que decide soberaiiam.nte da prospeiida-
de da provincia !
Ah e*t a Lei pira se fazerem as estradas : mas a-
onde esli os bous Patriotas, onde ealo esses zelosos
do bem Publico que se nie prepSe a huma obra tio
til (anda igo pouco) tio necessaria ao nosso Pr-
namburo ? Papaguear custa pouco ; reprovar tio
bem nio enfada : mas concorrer cada hum propor-
cio dos seus meios para a felcidsde cMaiom, hoc
opus hic laboi st. Se cada qual fallasse menos, e
obrasse mais em beneficio publico, tudo iria muilo
melhor. Assim o pensa

O Escriptofdo Caiapuceo.
CORRESPONDENCIA.
Snrt. Redactor**'
Aaa que a censura aos aclos dos depozitarios do
Poder seja um correctivo, que evite a coutinuafio de
t.ies actos, quando maos, no basta, a meu ver, que
ella seja modesta, eunipre ser imparcial., e justa. A
modestia hequajidade insinuante, que muito conven
guardar esa lodos oa nossos aclos, porem a imparcia-
lidad, ea justica sio qualidades esseociaes, sem as
quaes nio pode a censura produzir elcito proveitozo.
A este principio, que tepho por evidente, desatienden,
na minha humilde opiniio, o seu Correspondente
o Jusliciro (cujas inlensdes julgo louvaveis) na
critica, ou aualiie, que em o seu Diario n. Ji9 fez
Lei da fixacio da Forca policial desta Provincia, co-
mo passo a provar.
Taxa o Snr. Juslioeiro de mesquinha a Assembla
P. por decretar somente a forca de 44& pracas para O
Corpo policial, forca que, segundo o seu calculo, nio
ebega para aier o servico, que ihe est destinado.
Nio he meu proposito examinar se he, ou nfo peque-
a aquella forca, quero mesmo conceder, que ella se-
ja muito diminuta, resta saberse a Assembla se deve
atribuir essa culpa. Dia a Constituicio reformada
art. 11 5 i. A'Assembla Provincial compete fi-
xaf sobre infeimac&o do Preziden te da Provincia a
Forca policial respectiva Ora o Excel. Prezidenle
da Provincia, em quem a Lei reconhece (ea raeio he
clara) oa dados e quezitos ntcessarios para saber que
foro itria para a polica da Provincia, na informa-
co a respeito disse, que 400 pracas, das quaea 5o de
cavallaria, erie necessaiias para a forca policial: a A.
P. florera den 448, isto ha mais 48 do qua a torca pe-
dida. Em que consisti a mesquinhez da A. P. ? Por
ventura chamar o Snr. Jusliciro raesquiuho a quem
d mais do que se Ihe pede? Creo que nao. Logo o
Snr. Jusliciro nao foi imparcial nasua censura, pois
impulou a culpa (na bypothese dea haver) a quera a
nio tem, para absolver o seu autor.
lujuslica, e claramente injnstica tan.bem se, nota
na censura d<>Snr. Jusliciro, quando analiza a $3.
do art. i, da dila Lei. Diz qua ae admirou de ver
46 cavados para 5o soldados de Cavallaria, e conta
que um seu amigo o informara, que fazendo um dos
nossos Deputados reparo neasa incoheientia ao Rela-
tor da Commissao, lora retorquido com a fraca eva-
siva de que devendo haver soldados doenles, os 4
ravallos de menos no faziio dillerenca ; admira-se
de ter escapad* o perguntar-se so Relator, se m al-
guma pai te do mundi ja vio organizar-s* cavalla-
r'm com horneas de sobrecelUnle ? e se oa cavajloa
nio sio como os homens stisceptivtis de adoecer? j e
persuade-se que com estas questoes o Ilustre Relator
ver-se-bia forcado a ceder do capriro, que oarrutoU
a sustentar quice use lapso de peuna, &c, &c.--Va-
mospor partes, adve lindo primeiro, que o amigo do
\ Snr. Juitcerro no fbi exacto na sua nlbrmacio, po-
| is que o Relator da Com. dsse mais alguma coz, dis-
j se tamben), que havia servicoi; como guardas de
Quartel, guardas da cavallarice, &c. que oceupa-
vo constantemente homens desmontados.
i0 Nao sei em que apparece oaprixo do Re-
lator da Com. Se o Snr. Iusticeiro dicsae, que ti-
nha ha\ido 1 irnhda discusso, que tiuho apparecidp
razoes vtoriozas centra o que elle chama incheren-
cia, eque apezar disso o Relator se no descera da sai
opiniio, poderia em tal caso atribuir a capatxo essa
teuacidade; porem o mesoie Snr. Jusliciro assevera,
que apenas houve o reparo de um Snr. Deputado, e
que chamada evasiva ninguem replicou, nio hou-
v discusso, no houverio rszSrs contra, passou por
vutaco, sem que o Relator faLs-e mais sobre a mate-
ria: atonde est pois ocaprixo do Relator? S na -
rnagiiiaco de Sur. Jusliciro. E nio he injnstica cla-
mante atribuir a qualquer Meaibro de urna Assembla
um dos defeitos, que mais podem. prejudicar aos seus
Irabalhos? Eu estuu que sim, eat crea, que o sen
Correspondcnle, se leu o seu artigo, ja s lera arre-
pendido de haver deixado escapar sem exatue urna ex-
presso injurioza, pois me persuado, que o seu fitn
nio foi injuriar nenhum dosraembros da nossa A. P.,
mas somente servir-lhes de oriente na futura Sesso.
a. Chama o Sur. Jusliciro fraca evasiva
explieacio, que segunde osen amigo dera o Relator
da Coro, para appoiar a dfJei enfi notada na compa-
nhia de cavallaria. Ja disse que o amigo do Snr. Jus-
liciro foi inexacto na sna iufurmac,"Oj que mais algu-
mas razoes appontou o Re.; quero porem conceder
de barato, aue fosses aquella; raostra-se pelos mea-
mos principios de Snr. Jusliciro, qne ella nio he fo
fracm como eeassevera ; por qubnto o Sur. Juslici-
ro estalulece como axioma, que nos corpos milila-
res considera, se sempre '/4 ou (' estrigindo por arbi-
t.io dellf) '/s da sua forca fora de es'ado de fazer
servio, ja por molestia, ja por licenciada (e sto por
um calculo tal vez to anligo como aiustiluiciu dos
raesmos corpos); no pode deixar de conceder tam-
bera, que os cavallos, apezar de sofrerem molestias,
sio muito menos sugeitos a ellas, do que os homens,
assim como que os cavallos nio gozo de licengas, e
por consegrante qua os descontos do mappa nos caval-
los sio muito menores, que uossoldados: sendo pois
sempte 10 ('/* de 5o) o numero de soldados foi a do
estado de fazer servico, segue-se dos proprios princi-
pios do Snr. Jusliciro, que sio sempre dispensaveis
4 cavallos am um corpo de 5o soldados. Acrescente
agora a estes desconlos os soldados em servico no Quar-
tel, que nio se faz a cavallo, e dir se he incolierenct
a difl'erenca cendrada,
3. Pergunta o Snr. Jusliciro em tom vistoi io-
zo a se em alguma part- do mundo ja se vio organisar
cavallaria com homens de sobrecellente? .Cu.nTe
qo-Ihes, Snrs. Redactores, que nio esperara, que^ni
Pernambuco houvess quera fizese tal pergunta, &



?
4
biftl* K"l'KttAMBkjWi
i -T-|--r- --

qual o Sur. Justiceiro se espichou ebrnpleamente, e
prerou qti se algo dia fui militar (como afirma) aui-
prcgou mui penca Goriosidada em materias da sua
proficuo. Se o Sdr. Justiceiro antes de escrerer na
usura sedesse ao pequeo trabathb de consultar al-
jamas leis de organitacio decorpos decaraiiaria, se
tivessea ruriezidade dse informar da statislica toM-
tar das naces eKtrangeii^a, nio se exporia deserto ao
desgosto de ser apanhado na ma propria rede, furrer-
le-hia ao descrdito de hospede na materia, deque
trata; porem meleo-se inconsideradamente em fruta
lem bandvia, lmente para sedizer, que un Sodio
ex-miliiar criticn a l.ei sobre a forja policial de Pr-
nambuco, sem refhctir que peda encontrar alguuia
trinchaira que o batesse, e o obrigasse a depor as ar-
mas que por ferrugeots ja mentem fog<. Como a
quealo he de faClo> vamos a documentos. Abra o
Snr. Justiceiro a Colleccio das Leis militares, que in-
da pelas mo de todos, ah ver na tUgulseio do exer-
ctto portuguz 448 Cabos, Ansp< cadas, Suida los e
351 cavallos para os Regimeutos de careliana; procu-
re o Airar dt; 29 de Fcveieiro de 18t6, que organi-
rou o xercito portuguz, e nelle ver 448 cavallos
para 0i a Cabes, Anspecadas Soldadas nos" eorpos
de cavallaria ; recorra ao Decreto de 1 d'Agosto de
1796, achara aprovado o Plano, que d 63 horneas,
e58 car!!o naca cada companhia de cavallaria ; veja
o Decreto de (\ de Novembr'o de 18o5 de organizado
da a Guarda Kral da Polica de Lisboa, aonde a-
ehar, que as tonipanlii.is decavallaiia tem 44 *j"
dados, dosquaes 4 apeados. Ontrns muitaa Leis
portngaezas, que se aclio tas eollecroes encontrar,
que dio aos dorpos de cavallaria homens de sobre-
cellenie NSocnidej que he s em Portugal, que s
flrha sta incoherencia. Procure o iiteressante
Journal des Sciences Militares, e encontrar n
tom. I. pg. '377, que a foica de cavallaria d'Ingla-
ferra tin i82ocontara de l<-64o homens, e 6610 ea-
rallos; no tom. 9. pag. 516 efil7, que a cavallaria
do xercito de Wartemberg, sendo composla de
Irizcorpos detinc'os clenomioados, t. Cassaderes
de Campo; 2.0 Guardas de Corpo do Rey, el.
Cavailaria de linha, consta o;" do 56 homens
5o cara II os ; o 2. no pede pac de 156 homens,
145 esrallos ; e cada esqwadrSo do 3. tambem no pe
de paz de 85 horons, e Si cavallos: no Ion. 1 i pig-
l3o, que em lSai aa fwrcas militares frncezas segun-
do osdterelos constitutivos do excrcito constado,
em cavallaria no p tlepat, de 234a officiaes, 2qo82
pYacas de prel, e 44369 carelios, drr.&c.&c. Julgo
tiaslarem e>les exemp'os para mostrar ; que quera nao
rio em argurna parle do mundo organ-zaf-se Cavalla-
ria com homens de sobrecellente, n ignora absolu-
tamente o que .e passa 00 mundo a respe-ico de objec-
tb* militares ; v quera assim he destituido deeonheci-.
ment da materia nao deve metter-se a criticar do que
uSvsabe, poiserros lao palmares Idnge, ebim longe
de d orentarem esMembrosda A. P., s serrem
JMYH disorientar aquellos, que nao tem obrigsefo de
uhcei* taesjerrs.
Persuado-me, Snrs. RR., ter provado, que ose
Correspondente desattendeo s duas qualidade* essen-
cce-s de toda a censura, i.-e. imparcialidad*, ejusiica,
e que alem disto nao tem caboi conhecimeto da ma-
teria, e como o meu oh jacto nio fosse o examinar todr i
os pontos da analizo leita pelo Snr. Juvliceiro Lei da
ti* a ci da Korca policial (o que deixo a prssoas mais
habis) terminarei e^tas mil afranjadas linhas, pedin-
do-Ihes mUrencarecidameffte, seempenhem com o
Snr. Justiceiro para publicar os dados, em que se fun-
dr para afirmar. 1. qne V4. ou *fi da forra de dual
quercerno de tropa estsempre fora do estado de fa-
er ser tifo j a. que cada soldado do nofSo xercito
f'ai de despza merisal 10$ rs., alem dos soccorros
do hospital, quatido doenlej asim como para decla-
rar: 3. qnaea sio as Leis, que em geral assegurio s
familias dos soldados do xercito van tpena depois da
aorta deths; e4. finalmente qua'sslo as Leis, que
raondlo, se etoollia para ser recruta.Ia a gtn'e rt sni
meio honesto de vida, serh moiig^rVfSo, et i sem
ubi, > em fim reos de p'olkia. A publicacffo fteites
he esseiicialmente neceas-aria; para o loovavel fim i
que Se Jropoi osen Correspondente, qual he d
sei v.V de oriente sos nossos Legisladores Provin-
cias na futuraSessio, assim porque sffo bises fuoda-'
mentaesda sua censura, como porque as verdades d
laclo prdvlo^ae dom doccumentor, como tambero por-
qne -.iVfatvendo-se o seu Correspondente (certamente
pr m idestia) no manto do annimo, desisti de d-
reilo de ser acreditado em sua pilara, e boa f, mni-
to irais quandoaeSabe, que a'mera circunstancia de
harer sido militar nso li.bi'a'por si s a decidir quea-
toes militaies, pas que mu i tus'tem havido Aesta bri-
Ibatfle, e destnela Cla^Se, que nio sabfVo dt a '^ziO
do* mais elemoitare morimentus da escola" desolda-
do.
Fui, fura. RR-i maisextenso d-.q peiferfifa,
09 ae*fb-s peco descuida e finalizo' esta rttftt*
Ho
Ibes o faver de a inaerirem na sua folha, se a sua jiu-
blicidade fordeslgum intersfee publico aliento o eb-
jfecto dell.
Sou c*m todo o respeito
Stu Vesierador eattento Criado.
A. H. F. M.
HEATRO DO RECIFI.
_ie Quints feira 53do torrente em benefioie do
ionio doThealro, cCrhp. se representar a insigne
p'Ca em tres aflosODitertor FianeezE*ta to gri-
lle p'ssa, vai subir a scen pela primeira re nesta eiri-
pres, com toda pompa possrel, tasto em sceoard,
como em vestuario, pois aue os Beneficiados nio se
tempoupadoa trbalhos, adigas, desbezas para s-
prexentalla nesta noile, peranle lodos os amadores dd
patria sceha, tal qoal pede seo Auctr.' o ternisslmo
3adro, que rai aparecer, juHto com as fJocosas scenas
e que he animada esta nteressantusima pessa deixirlo
sem duvida encantados os illiiminados espectadores,
que verSo deitempehhade. No fim do 3.# acto a pri-
meilM dama deste TheaIrocantara mui linda cavati-
na intitalda^-TUste couz* he ser esciavs.A j ren
Carolina Amalia dncar o_solt ingez. 5eguir-se-
o Dueto cantado por Joio Baplsts Lopes com urna das
Acirizes inlitulado-'-Para faer Quih. Fmdando
(O'lo o d i vertimen i o com mui jocosa farca denoml -
nada o Enredador.
AVIZOS PARTICULARES.
M. Recizs-se He 500$ reis a premio de un e meio
por ceutoao me/., s,bce boas firmas, e por espaeo de
6 mezes: queni os quizer dar ahnuncie.
0 "ry Faz-se troca com 11 m moleque pessa com ofi-
' ci de canoeiro e entende tambem de todo o servico
de ojarifi faz-se negocio por um moleque de 12
anuos, e urna negra de meia idade : na ra Nora lu-
' ja D. 13, se dir quem. ,
19a Quera precisar d um hornera pardo para
feitor de qualqin r sitio, ou oulro qualqm r serVico
bmcal, dirija-se a ra da Madre de Dos loja n.-^a.
%&' O Snr. Aoionio Brazileiro de Olanda Caral-
canti queia procurar uns papis vindos do Rio de
Janeiro, que .-o a bem de una senhora Viuva ; no
sobrado junto a Santa cruz.
%T^r* Quem precisar de um rapas Brazileiro para
caixeiru } aununcie por esta folha para ser procura-
dor. .; .' ; .
f& Aviza-se ao snboe Francisco Gomes da Silva
que deix<>u por pinhor duas pecas de brim, ,e.um ro-
lo de baeta com q praso da quin/e das, pela quantia
de 35^2)200, e jase pas^u um anno'e trzmezes, faz-
s ver a rale senhor que d-se alem desee lempo o pra-
zo de quinze dias, quando* nio aparece, ou quem su-
as ve7.es faca, a dona, da divida manda arrematar por
nio poder solrer mais demora'..
trjp OfTerece-se um Biszileiro para raxiro de
ra, armazem, ou loja le fmulas do que j em
pratica, bu mesmu pafa.qualquer arruma^i* fora des-
(. praca a pessoa a quem convier pode procurar no
largo do l^ivramento sobrado L). 13 2.u andar, de-
fronte de Joaqun) Joie Ferrefra!, _'
W Quem affnunciou o' ,Drio 13 vencer
urna escr^va* Crila de frirfta' n{^'ra,-cziTiha, engoma
fas renda; e'ocM": tfTr}a,-* ru% drf Pnha
sobrado c titete* ti. ii.
MvJS A t&RQ:
0
Para msterdarir.
fcj'giie rigem Brigu'Dinamarqus Haafres,* Cap".
J. P. Nih", muitrf reliro e fofid dB'cbDe,po< a-
iudfi receber algumas barricas d assucar ffe :
quem* as quizerCarrejar dfrijas tu eonsiguati i A;
5ciiramra.
Para* Marn*.
fOp* Sejfu rfagem Com; todr i br'rfddfe o Brigu
Marqtfe de Pombal : 'qrfal j'rm' a bord'duas ter-
YaS pafteS de su'carrgWmento : quem nmesmo qui-
zer afnda carregaf a1g-itua cti, 'rf ir de ps'sssgem,
(pffr* O qu tem* celtrite otrimods^ drrja--e a'
voonnvndalfle do' ms'nW, Nft'AoeT fdVq o rYs,- 00*
na' tftr *W *f#e n* &ttpitttM dW JW* WHftf W 6lf-
1fr*r
AMAS DE LE1TE.
^Pt^em quizer urna m com hom leile para criar
algum menino dirija-se a ra do Padre Floiiano D.
5, cuja parda forree da primeira barriga.
lrt COMPRAS.
\ta negra raoipa, de bonita figura, crila, ou'dd
qnalquor nacao menosda costa, sendo bem ladiria no
comprare vender, com habelidades, ou sem ellas i
comprs-se por sedlas : no pateo Jo Terco D. 60, se-
gundo andar do sobrado pegado n loja de cera.
|ry Cdula^ por iru-eda de piala : na iu da eras
rt. 7.

tENDAS.
"jOnlinna-sea vender na padaria da nus.Dirvta de
Joo Frederico bi-eu Reg boa boltxa a 2$24o por
cobre lesfa Hza,, ehoiaxitiba 3^200.
WT" lap chegado ultiinainenle -da Babia a l$
reis cubre marcado, piala a ] rial per 1$360, e as oitavos a i5 reis; pessas a
125J800 por cobre carimbado, e 400$ rea de'boa
moeda testa li/a: na ra dos Q-iarteisarmaz.-m D. 7.
VJ^ Faiinha-de Irigo Amei cana de boa qualida-
de : a moeda de cobre confoi me a lei : iio armazem
d Fonceca & Comp. ra da cadea n. 59. ^^
f3r mesnravo mosso, sem vicio algum^#5cs-
mose roca por urna escata ja idoza : na esquina da
ra docollegio sobrado de 4 andares no primeiro an-
dar.
ypf Urna preta de meia idade (amito fiel) e sabe
cosilihar o ordinario de urna casa, e comprar os prec-
alos para a mesma : a ra relha n. 38.
Urna escrava de naci de boa figura, sera vi-
cio, de 22 a 14 anuos, boa lavadeira de- varrella, co-
ti 11 ha o diario de urna casa : na ra do Rngel obra*
do de dois andares n. 26. Jr
ALUGUEIS.
_ Luga-se urna venda, rende-seos efieitos que'
nella se aclia, na Boa-vista armazem do sal: quema
pertepder dando fiador, dirija-se a casasa da Viuva
D. Jmuaria Francisca da Silva, que abi achara cora
quem trslsr.
--------L___i.
0
ESCRAVOS FGIDOS.
ff
$3 Oi, de 40 annos pouco mais ou menos, tem 11 m
sinal dequeimadura sobre o olho dreito ; fgido no
dia 10 dw corrente, com calca de brim ja uzada, e ca-
misa, de rfseado: os aprehendedOr^s lerem-o a ra
da Cruz 11. 4, que serio gratificados com 50$ rea*

i -i
_
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chaos no Porto da Pernambuso
5Segunda i O b. 54
9
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- 4 6
5 18
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Manh.
Navios entrados no dia ii'.
ilO G. DO SUL ; 30 das B. D'espique, Cap.
Manoel Laix das Santos carne. Passagiro Jomin-
gosjJOzedeSouZa.
)ITO DFTO; S. Ralnhe dos Ahjos, M. Joo !g*
'naci Ferreira : eaYne.
SahidoS ho mesmo dia.
ArtACSTI-, S. Ave Mara, M. Aocelmn Jozedes
SaYs': diferentes gneros. I'assageiros ai.
BSH
'Vrfi. d* Diario 18.35
ILE6IVEL


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