Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02399


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Full Text
">!
AVNO DE 1835. QU\RTA FEHU


-
15 DK .1ULH0. N. 125.
DIARIO DE PERNAMBUC.
Phnamblco, iiTtf.dPu
e Fahia. 1835.
1'SSS
\
I
das da semana.
. i
15 Segunda S. Anacleto B- M. Aud. dos J. do C. de >. a de t. tea.
daT- P. O de t i- -.
jt Tere;* S- Boaventura B. Re!, de nv aud do J. de O. de t
16 Quarta S. Canaillo de LellU iessao da T. Pub.
18 Quinta Triunfo da8. Cruz- V. do Carrao. Re dt m., aud. do
Ju do C. de m. e de t
17 =cxta ?-,*Wxp es5 da T. P. He m. e aud. do J. de O
det. Quarto miase- n 1 h. e 21 m. da t-
It Sabbado. S. Marinha Relacao de m- aud. do Vig. G.
t t. em Oiinda.
lomingo O anjo Cmtodio do Imperio
RIO DE JANEIRO
Assemblea Geial Legislativa.
Senado.Extiacto daSrxso em 13 da Mato de
1835.
Vtce-Pi evidencia du Marques de Paranagu.
As lOlvns enieia de, larando o PreMente na5 lia
ver numero de Senadores 'para f..rm..r,'cas.i, convi-
den os S.-irilores M. mlxos de Cuinniisj5,-s a traba-
lharern iwsaets gabinetes.
Pelas :0 horas e h-et quarlo* eliando-se reunidos
5,6 Senadon8, f .i declarada .berta a Sos a: lendo-SC
u acia da antecedente, foi apprvvada.
ORDLM DO Di A.
di
Cnntinuon a d-rn.sk;.5 ''o Regiment rommum de
Alibis as Cmaras roarl. 40, e-ub tituic 5 a ello nf-
l'ere. Mo pelo Sur. Bngi na sesshQ anterior, e a se-
g'tinte emente do Mrquez de Caiavellas, i me-uni
vub,tituc. offerecda. Drfpois da p*lavra--rcuni-
io, .Iih-e, a* baja doiiac'ar. ou discutir'
Continuo" a disCii-8 6 lo at. 4^, e$btlttJf6f-
f, renda.
Nos raso do't. 61 b Const Iucao, rt-ndo re-
qneii lop.la Cmara revusatite a reunid da A-sem-
Idea Geral, a Cmara delberanlo antes de assgnar
di.i pra a e.iic<"..6, peder, oti re'har as suas emen-
das eid'dnSe-., apurovanrio O p ojecto. lal qnal Mu
da oulta (mina pa-a i l.-vae S .m-c 5 I nperial, ou
dej-igmi-dia p .ra a prel. ndida uunLS, participando
o as-mi Cao.ara h maule. *
Uepnia de hrtreVn fl./\5 s deu-s por discutido, e
pn-io vniac. 5 n p**s u.
Continuou a dscu s 5 da materia adiada rio art.
40, esu* gi.bslil.icio : dando-ac por discutida a
materia, pm-S" enfac 5 a -nli-t it nicio d'> ai l'ff of-
fererido pt-lo Sur. B rgo*, por s r ina* ampia : e na
piimeia p,rte foi i< g< iluda, sendo ppiorada a se-
gunda.
Sgose a diseussaS do ai t 41.
M#.ra ea,-eli:n, quamlo lumia das Cmaras, asuro
bjulgaT convemenle, o propu' oitfea ('amata pe-
lo iiiiernudio do sen i' S*T WVt% qm" (!eel.ra<
Si.btjne:aliiiene < '-umpt" d.i Cmmus 6. e o nu>
mero de miiiibr.s qie conveiu Humear. Foi appro-
tado.
Art. 42. Convido a Camar.i neste convite, es-
rulliei igual numero (i.' tmmbros que devem formar
a Comnv.s.-o Mista. Foi approrado.
An. 4i. Feitit. es unme.cS s. os men.bros dca-
las Commivoe se intelgenerar>6 entre si snbreo lu
g.r e lima de .-tusreoniQ's. Ffi apprnvado.
Al. -14. Na p.imeua ron!'eienca sc<>lber5
bllrr) Relator, que s r da Cama, a em qtie n propns-
t.i It'T.- sna < ligei, elium Presidente par m.wtr
ordem na m-ii u stippi esvi.5 das p i'a^ ras-<-que .era da Cmara
em que a priipo^tu leve su i origen.
Ait. 45. O itsultad. d iraballios ser pelo Re-
IaIoi' preseiit.d-. ana r.sp fftiva Cmara por .-er
da iniciativa, e esta o p.n letipat outra Cama-
Tmlo a^oradrpende d> no< mesmos, da nwa prudencia, inode-
raf;io. e energa:' continuc-mos coin^ principiamo*. e seremos a-
puntados cun admiraqao entre m Nacoet tnait culta.
Proelamafio da Aiiemblta Gtrol do Bratil.
SMbcreve- .fla. e na Praca da Indroendenoia 37 e3S: onde *e receben)
correspondencia ieifalisaaa. e ai)incio : inerindo-*e ete gra-
tis tendo do* proprio asslgnante, e Vindo a PARTIDAS DOS CORRRIOS.
OtindaTodono diasao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa rio Conrift Mamanguape, Pi-
lar, Keal de S. Joo, Brcjo d'Arela ttainl)a, Pomlml. No^a do
Sou/n. fi.ladc do Natal, Vil'as i!e (loianninha. e Nova da Prinee
za: Cidade da Forta^eza, Villas do Anuirs. Monte mor novo,
Aracitv Cac.Tvel, Canind. Grama, Imperairiff, IlernaHo,
S. .Tono do PrrncU', Sobrar. Novad"KI!?e.v. Ico. S. M athens r
ac.ho do sanpue, Santo Antonio ilo Jirdim, Qnexcramobim, e Par.
nail*Segundas e Sextas fciras ao nu-io dia.
Santo Anuo-Todas as qaarta* frirai no mlo da.
fiaranhun. < llonito nos das 9 e 23 rio mea ao meio da.
Floresno dia 13 de cada me 7. ao meio riii-
Seriahaem, Rio Formozo, e Limeiras-Segunda, Quartaa,
exta feira1- ao meio riia. __________ _..
Rsm

substituiliv, sala a redaceo. o O resoltado dos tra-
balhos ver apresentsdo a cada bti'rna das Cama-
ras pelos memb-ns d.< respectiva Comnaisslo.
Foi a potada, e a final arpi'OVada.
Deu-sepor 6ida a 2.' Jiidssio, e'p^ssou tercer-
ra.
Seguio.'se a eontinoaea5 da 2.* disenssio da Resis-
lucn ipio modifica a lei orgnica doThesot.ro Publi-
co Nacional.
Fora5 appi ovados s m a'terac6 os seguintes r 11
gos : ,
a Art. t. OOffici*l Maior da Cnntadoria de Re-
tia subMilui. ao Inspector Geval ''o Tbe-ouro
Public, no impedimento aimttll^neo deiee do Con-
tador Geral rmn- ando o Pres,lente rio Tnlumaldo
Xbesoiiro bom primeirn Fscriptorai o pura sbtitnir
ao dito Offirial Maior. .O nusmu se observar as
Tberouraria P.o\inciie, no caso de imped-
ment do" Inspector e Contador, donando a-
quell.-aiitecipada-nenle o i Escriplnrario da Conta-
doria qne deva substituir o Olfieial Maior.
a Art. 5. A ecripttir.ca6 dos livro, diarios, e
me>re, pod.r ser commellida a qualqn^r 1." &-
crqitnrario da resteo'iva Contado> ta. debaixo da d-
rcrcafl P r^Sponsabilidude do Offieial Maior.
Art. 3. Qnindo os primeirn* Fsrriptm'.irioi, de
qe tiala'oa,lio 27 7.V v o ti go 70 da L-i de
4deOulnbro de i83., e b-m a.siin os Segundos Es-
0l)tmriosquecrvemdeFs.iv s dos Tbesoureiros
d.-s'Ordenados e do Sel!.., nao b/Mem p-ra farer o
trabalhn respe, tivo. os Chef das T!iesotir-.rias no-
meat, detilre os OfB iaes deila, aquelles que de
li.s Ibiem precisos pa.a H me,.no ir*t>a'lio.
(i Arl. 4. avn Inim Solicitador da l'azenda n
Provincia do Rio d-Janeiro, o tp>1 eer nomeado
pelo Presidente do Thesomo, que Ibe arbitrara l.nma
Commi s5 rasoav.l, e firari snbordirtalo aos Pro-
curadores FNcae> do Tribmul do Theaouroe cU r.ie-
sonraria Provincial. #
R te arli"o foi approvado *om a segumle em-nria
do Sor. PaiilaSo.ua: Unja Solcitador ns C.-na
i.orneado pela forma determinada no atL; e naa
Pnvincias nomeados polos Inspectores da Tbesuu-
c rarias. ..... '
Art. 5. Ns causas de liahililatoes, e pistilics-
c5es qneforemappelladas HrOftl se. utido o
P.ocnrador da Farmda ila resp.ct'xa nV>aca5.
Faiteando pni di-COslafi ficou adiado pela bora. ^
O Vi. e-Presid ule den para ordem do dia da aessao
SPgiiinteamale.i,. adiada, e outras materia, e le-
vaniot a sessa5 s duas boros.
liverem a idade de eeanuos t aqmdla, em que s
casarem, seruS reculbdas este Collegio jarfl.*ciem
educadas.
A't. 3. Das"sobras do rendimento o palri-
monio das Oiphs, e dosald.- animal do pitrim nu>
dos expo los, (pie < ni rara para a caxa das O.'phis,
se marcai5 lodos.o* auno-, doles de Ireztnto^niii' re-
s pAia os Ca.aruentoa a>bim das Orpbs, como'das
expns'as.
Ait. 4. F,stes dotes regnlaro de manetra
que o numero das Opbs e exposlas dotadas aeja
proporcional ao i.omero d'ellas fin fe^tta c!ase, que
rxi lie no Colleio.
Art. F/permittivloaos Admin:slradore% con-
vindo as Orpb. exposla, qm- f.-rem de idade de
qninze annos al vinte e un, p la serrico cni ca-
sas de familias de rtconbecida honra e prol.idado,
fazeiido elleao contracoo na forma das Ltis em vi-
gor.
Art* 6. Os Administradores poder adraeltir
para MelraS do Collegio aquellas das Orpbs e expor-
tas que apr seutarem sufliciente tnpacidade, mar-
cando-se-lbes "ma gratlicacao mensal.
Ait. 7. Ser" permillida n'esteCollegio a entra,
da de pensionistas, que liverem a idade de Mte an-
uos em diante al quince, di-p.-is do* piae-, nao po-
dei5maisre^i'l''nomesmoCo!l.gio.
Arl. 8. O Piesideule da Provincia dar Esta-
tutos, que devem regular intei inameie o Collegio
das.-phis, emqnaiitouafor sub-nellid appro-
vaca da Asenildea Legislativa Provincial. '
Art- 9. 3 Fi.-io revogidas n'esti Provincia todas
asdisposicesern contrario.
Mindo poi tanto todas os Aucloridides, quera
oconliecimentoe execnca da referida Ivi prlenc rj
'que a rumpra, e faca 5. enmprir la inleramente,
hnn n'ella se prfniem. O Secreten. d'ela Pro vi li-
ria a faca imp.imir, publicar, e correr. Cidade do
Rr-cife de Pern..mbm o aos dez de Junbo de mil odo
ceios Irir.la i* cinco, dcimo quarto da Independen-
cia, e do Imperio.
Francisiode Paula Cavalcanli de Aibuquerqu-.
N'esta Scrretaria do Go^erno foi publicada a pre-
zente Leiao n deJonbo de i8.i5.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Canaargo.
S lUda n'esta Se Junbo de i835. .
Mano 1 Pau'n Quiniela.
Restada a l. 7 v. du Lb.ro i. de Re^slo de
simi'banlea. Secrela.ia da Provincia de Pemartlb t-
fon de Junbo de i835. ..,..-,-
Aiitonino J"V.e de Miranda ralean.
1
i a.
O Sur. Paula'Sonta vff.Mce.u a rgninte eaiend*
PERNAMBCO.
>. ;.
Francisco de Paula C*valrnti de Albnqaerque,
Pre/.idenl* da Provincia dt Peruambuc: IVo f
ber todos Os seus Habitantes, que a Assein!)!a Lr-
~\ latir Provincial (bcreloii, e eu sanccionei A I-i
segui'e. ,
Artigo *'. Fiea a-aelorirarfo .Presidente da
Provincia fundar o Couegio das Orphis no 4ogr,
qu<* Ibepar.c r amreniunie.
Art. 2.a AsOrpblspobres, e M exptetaf, que
V
Expediente da Asemblea Provincial.
IlJm. Snr.A A-semblea Lejis|alia Pr.vurial,
a qem fo. presente a queixn dosCid-da.H Framiscn
P.dio B-.ndeira de IHelh, Joiquim Jo.ce de Miran a,
eo Voltio Jo.,6 Evang-liMa L-al Per'i"ilo, fon la-
da H VKCrliwe, q-e ^(Tera M. Listi Geral dos >- '-
pillados l'rovincis.-s, sejn ilHWiea tos volne !-l.do-,
lendosimhaole mptitw UtsMlo a Ciinm-sao de.
Poderes : foi informada, de que o l* d .s i-co. ivute*
. i.vera 5*JYH s, orffl 3 B *'-" : 48. A


f
~'\'
irlAAM t ttAhAHWCQ.
ine>DU AsiemMea reconherendo a iii)iistica, com que
os que i x osos fbr;>6 iluminados da iu irada Lisia Ge-
ral, resolver, que se vllraubasse a Cmara deste
Wunitpo o falta de lelo ecxa.ld 0, rom queseha-
via portado cerra de huin objeclo de (oda a imp >r-
Infria.
Qjiro*4ru resinera, que, ua confumidade do Pa-
recer da rt-ffi ida Cnmmi-sitft, se mnelesse mwmi
Cmara, a Lista, i! pni- d.- impresa (queja a.^im in-
clusa vai dos 36 Cepillados effeclivos, e de ontros
tantos Suppleiites, qu segundo a npuracn5 fei'a,
devimser chamados p->r.i a prxima fuclura Se^6:
o que ludo indn V. S. para o f >Zer prezenle a
S. tic. o Sur. Presiden c, para que Baja por bem de
x pedir as couvaay ules ordrn.
Deo> Guarde a V. S. S^re, ra de A*seivfc!ea Le-
f.isl.tiva Pr' vincial cm a de Junho de !635Sri\
Vicente Tbomaz Pires de Fguendo Camaig Lau-
ruilino Antonio Moreti n de Carvalho.
" Itlm. Sin N. o exi-lindo no Archivo de*H Se-
i retara a Le do O com nlo do anuo finalicen o pr-
ximo futuro, que neste momento acaba de ser eligi-
da pe. Assemblea Legi laliva Provincial, requeri-
Ijiento de hum de MU-Meiii!)os : srvase por lanto
V. 8. dr fast-r prsenle rata (ala S. Gxc. o Sur.
Presdeme da Provincia, para a providenciar eoro a
iTimiu de liupa ou mais rzeaplaie* da referida.
Le.
Dios Guarde a V. S. Secretan d'Assemblea Le-
gi-laliva Provincial cm 3 de J.nbo de l835-*-Snr.
Vicente Thomaz Pirts de Fgufredo Camargo. I..
A. M. deCat va'ho.
m Moa. SurA Astemblea Legislativa Provin-
cial conhecenlo, que por ogao de redarca8 na pa-
lavra Uefrein^-Joicoisid rada como L= i Provincial,
e iirale-srnlid0 *ancri-iiada pelo E\m. Gobern di
Tndoest Pr'si'vlifjil ^''"'o dpspensnr de
odoo seitico das G. |r. pto Je 4 do conea-
e a. c Dalalha5, V- 9- esUanherf jup {giimandaiite
re>p>< livoe>i on:Mp**>iJt.
Dos Guaide a jR*fs/p ajo fioverno de
Pernamburo iS de fulbo lia; ai4J$. ? Francisco de
Paida Caval.anli dc'A^WMjaUf.qoe. p- Sr. Comman-
daiite Superior das Guardas Nuctenacs Francisco Ja-
cinto PepilB.
Lb r f ivo mandado ir 10 cab colof dt Barrenes
papf|rrenipaei^dqppaprr#;ci'iia6 do negro*, a.-
- miilomhndt>s nos Valas do Gato* por-es'arem eHes
niais ainado* a este irabelho doqi.e os Soldado* do
Coi pode Polica, e assai praticos uo snico de ex-
plorar ni.'la-i a rsstejar, tendo-se n'elie erapiegadu
contra c Cabaos desde o comeco d'aquella el) rra.
Entretanto que ta S. recc'bec a aala Pr*a o l)*t>l>iamento de Polica,
i|e ahi se ada, f o qual fnico cu nada po 'ido
faxer prcnti m nir p t cauca do invern, %ub qo
piecims para a polica d.-i (,'Ldada.
Deo Guarde a V. S. PaU-io do Governo de
Teiifainhuro U de Jtjll*o de |835- ttt Francno de
Pan'a Cav.-lc.'inti de Albnn,uiqne. Se Fraii- is-
co Amonio de Soum H-e-^k, lhji-ff da |-e|,iaft d G.
N. d'Olioda. '
Offi< io Ao Commandnnte G- ral do Corpo
Polit i"l con inuiii'iind" Ib a nl'iifla parle do p'CT
cedentp oflicio relativa ao deslncam-iit<> de Po'icra.
A -r Il'ix>. Sf. FQde.V. S. ordenar ao Gua-
vaiiilantp rm 'hrfe jue peste 'Q'lo o idilio das
Provincia a Le' lier c;i5 tomada Sobre a novf forma L Forras spb seo commando, que Ijjie, fue lequesil-do
d s Apooiamenioa eProt'S'os (,es L-tii rjrmlufes ; pilo Ex Ui. Prniden4o da Provincia d-s Alagna-, \s-
kp9iiam,auioa e i'rotea'oa oes U
que sendo fundada un nl>^*> loa ns5 privativos da Pro
uria deve neceser auieolv d< p*m.'er a su* Sjuirt;;^
d'Aseuilileo (ier.rl Legislaiiva: ivSolveo por tanto,
que se leva-e conMlerac9 de S. Exr.p Sur. Pre-
sdeme tolas e.-tas ponderosas ciicunstancia!, qu
qx'livar.t a incomi et-ncia da s..nrc;..5 ila I ci^ sob
p n 3, inserta uo Diario d'liontem, a fin de que S.
E\c. !}. digne; de fa/.er expedir aj ronverrienUs or
dens para fi va-se pois V. S. de fiz^r pre-i.nlt; i-to mesnio ao
Bxm. Snr. Presidente, para dar as providencias njrl
iornia exigida.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Asamblea Le-
gislativa Provincial rit? 3 de Jiinb. de l83r-rSnr. VL-
cenle Tbomat Piie< de Figueredo Cauargu.Lau
renluiu Antonio Mar cii dv Carvalho.
immm aaeoa i
O.
GOVERNO da PROVINCIA.
C>utiauagt da Expcdtntc do diu 11
'FfJCri'i A'Cmara Municipal da VWa do Bo-
nito, duendo-lh ; que pi| rxi^tinlo nu Secre'aria
do Governo a iuforuincQ ijue a menina Cmara diz
ter envradp em 3 de Nor^mliro do anno p.: p; .sobre
es logares oos (pia Fas; compre que enviem segunda va.
Ao Cummaudante das Arma, para ofarmar
apbrc o coMiheuilo do offi io do luspecior da Alian-
dega no qual diz que a Soiiliiiella godiidespaioo tan tiro sobre una ecal'er da niesnia
'A'andeg-t, que pelas 5 horas da maulla *- recoliiia
dft runda do mar.
-r Ao m< sino, emiaudo-llie osPiO-esao do 'IV-
nente Ajud-iile Jo .5 Ignacio Ri'lieiro R >ma, do Te-
nent# de (Jacadores Maooel Frsiici-eo Alves da Silva,
do a. c Cadete do A. corpo d'Artrlfewra Maimel
Joaquim Mu"teirQ, do %. Sargento do Co-po de
Fernando Miguel Rodrigues da Cosa, do Soldado
da Campanilla de voluntarios Joaqun) d" S. Auna
/Fraoro, e dos Soldado* do .4. Corpo d'Artelliprii
Agusli.bo Vianna, Joaft Franrisco Torres, a Fran-
csi o Jote da Costa, para que fica cump ir as sent n-
cas noi ditos Processo* proleiidas pela J un la de Jav
Ao In^pectur daThfjouiat'ia, i;iteligfinciand'-
o de que a Carta imperial que depen oq da P-ezi-
deucia o antecessor d<> acluil E\m. Sr. Piezidente
teve ocumpra-se uo dia 5 de Maio p: p:
-~ Ao Cnsul Francez, dizendo-ihe que a Audi-
encia que S. S. pr tiende do Gove no pode U-r lugar
uo da i3 do coriente ao mcio dia.
A Como) tildante daa Arm s, dizeado-lbe qu
lequexicaQ que fe de iuslrmiienlas para a Msica
do Qaialliafi 7 de Catadores de primeira Linha < res-
pec\u Commvndau'e na5 pode ser satisfvila. por
. qie a Ta'ielia >uanda foi uecei oCoipo9 du Buuj-
h\ eCoriiclis i Ur|u.
iq consiar po" o0icio do mesmo Preiidtole deiegido
aquello Commaiidante m (Ir fe qne a trsnqui i-
dade pulila seachaiqeSoda v ttr p,,jy,b.!a na
solo edita Pioviaci*. Fic^ smi^ respondido o seu
offico de boje.
De. s Guarde a V. ^. PWio do. Governo c"e
Pcrn.-.tr.buro iS de Maio de 1835. Francisco de
Paulo Cavalrfnti de A'bnqueique. Sr. Jo/e da
Costa IVbello B< g< Mouteiro, CqnimandaQte das
Afna*-
-r O Presidente da Provincia orden na qift t"1$ft
In>pin:ior d#s obra* Publica! entendendo-se r-ojt) o
In-peciorda Theio-u-raiia proceda eonji ureenria ao>
concertore reparoa de qut" precisar a rata sita na 1 ua
dofruigel para se nella eMabelecer a Mea da errecB.:
davaja das Rendas Prpviiiciaea, Pa'a i d Gove up
de Pero.imbnco |3 de Jklib" d- l835, -r- Cav|ranti.
nionicando-lb" Q.conlkeudo df,precedente Portar i..
w Ilbn. e Exj.m, Sr. r R^oder>du ao ofTu'o
deV. Ex. do 1. d'esle niPt cunipi- me cnifical-Q,
de que lie certo tfr saido deste Porto pv liba de
Fernando frrlnda ppla Tbeiourai ia da Fajeada Pu-
blica, cora carrei^mento de fariiiba. e di FfMM'tf
de reisrm dinhei'O, a. Sumaca- B'n.fini de qo>
he Mestre J aqnim Gonsaieiyi M> ireles. a qnd V.
El pariec'pa le.r arribado ao Borlo de Pililina, do
xe legoaao Norte d'e-aa Capital d'onde nao pode sa,-
ir por falta da ae'os para tapara* o p,''<-jv,'Afl, q"e
oiTto na masire(u~.5, seauado lbe leptixenlng o
mo.siuo Met/"c, requei>ndo "beo necessa; ios soccoe.
ros pnra o f. zar por lonla da Faieqda dVta Pro^in.-
C'a. Belo q re poda V. Riv. or'l.-muur que Ihe *e-
ja( prestado! taes to^conos, avi/audo-m da impor-
t!un ia da despera para ser levada conla de qin-iu
perteilCet.
Sendo este objwloda iotaresie Kay-iqaal eu empe-
ro da actividad* e teja de V. E*. todas as piovUeu
ci-s para que a Sumaca sjga oaeg deslino rom a m >i
or brevidade, e secvitern prejuizos a Faeeuda Pul'1-
ca.
Agmdecna V* Bj. a compri reioscni que me
obipipiiou: c r itero Os que lh lenbo deregido.
Dos Guarda a V. E*. palacio do Govern" de
aprminbuco l3d Jnlbo d-i835, III.n. e Fam.
Sr. B-7j|oQijareiiOM Tonei.q, Prezid. nte da Pro-
vincia do Rio Gran le do Jim te. F ancisro de Cau-
la Cav^banti iPAIbuquei qup.
OR co Ao M Leda Sumaca Bomfm anibi-
daim Petiiiiifja, communir-ando-he p*ra aeu gover-
no o coutlirudo dp pi rcedeme 9RC0.
DIVERJAS REPAR ri^OENS.
toUCLl.
E\ Espon Icndo ao sep oOii io de % do. rorreute ( 'e"
cebidohontem 6)em o qual me consulla, f* pude
c#n.u^ caiine, cuja daccfc %aJ Jba ua^ cpele,
E
rononriarn simples lirramenio ; visto que, segm,d
e sua opini. 6, >6 Ihe compete conhecer d i-riaic'
equeoiseja o criminoso, Seni entrar no iHine ,|
mcrecim. nio das provns ; son a dizer Me que 0 Juj.
da culpa n6dr-e pronunciar inulerialincnle o ai u
fado a pris -<}. ?$ p-r q^ie no cIb^ jimpt.Jado eaba
p; i i) j ioltia&i voinitf n# um .^u,.^
da ronviccafr pelo oxHme das pro vas, e de sufl niaior
ou menor importancia ; e Ido on para despioruiuci.'
ar, qnando ellas n6 conveinerem de que o aculado
be ci iminozo, OH para pronunciar a p>iz-., n sem
pre a I\ ramento, 'orno beexpi>sso iiosi u 1 \
)45dorod. do proc. Istu se loma de inai-r reideii.
cia corobin-4i.ijJQ seo 1. oart, :4ftdf fit|dnffod. du pinr. ta |*pieM..5-.
fu U"d-' 4 por-iiiant 1 et. nossa leg *caft penal do pioccsao
n 8 hi livramento >land> o Recsulto sena8 un eir
tnde de firma, pos que os ci ime* ou cabeni na le*
'da do Jua de Paleadla os olgn defiuilivanitula, im-
pondo a pena 57 ai t. 1? do cd do e'ioc., ou ex-
cedendo a alearla, evitas) i Juta de Pai forma *b a
proeesso poonnm i.-loa p-iia leudo lugar o livri-
menlosiir.pl s, na8em irtmlg ida nalujeza d*i cri-
me, por que nenliu n lenfesta ualiiresa especial, mis
em rai6 de rem oapiovas m.o'a, menos, claias
mia.oM r/j<4#'nclod.eriie, e peta cuiu-uireacia circun lanriasatmdivei- \ pois entre o risco de 011
deixar impune o culpa.o, ou oprimir p. innocente
com oaiwa naod's da prii.^, be mai prudente, )us>
to, p lazoavel sugeilai oa< uzadoa liviainento somni
le, ehe por is'o que na Le se ola a express. ..
esemprea li^ameiilo. -- Se pois ua^fA crinie alguru
de natureaa 'ni, qne nem cuba na a'&ida do Juiz de
Pal. enem.lenba.^rQHUMciaeom pisaft, eso livra-
mmto, mas enhendo m iodos, emquc.o Juixde Pat
na5pdga, p.izaO; e se livn.6 solios he fora de duvida que 0 I i v lamen-
to solio$ leiii l.rg= nalnreza de crme;_ donde icncle que V. S p..d
n> acto de proiiunrim- examinar as provas, para se.
gundo o pfifi que lu;s der, cbn'^r ou a pri^a^, ou
fa livromento.
Daos Guarde a V. Jfcecife 7 de falh^ if
lg3JL Joaqun) R"lf Manado, Cbefe da Pal cia.
^ l'm, Sr. Jw Rod' iguea de Qliveiiu tima, Juiz
de Paz da Boa \iagem.
P^oWPQRta,-
Denuncia,
"RaanJe V. S. Sr. Juja d> Paadq 4^ Deairclo
da Rim-ia, denuncia o Proai .t,,r Poltico Douior g-
l;as Coclbo Ciula dqP^crira^ An'Qli<> Galdiiin de Fu-
rias, e. o motivo di sua deuuncja he u sguio|.-:
Ter o dito Esc'naQ acotripiubado de liutua pe-
trulby >f* Muuio paea arrumbado e da caZjs de Loi/. Salvador na ria da A'" bola da f^e*
nha. e Senboi iobi de lal no B c.r daa Canalhi.3 da-
pois-la-ft lioi-as contra a deapozig -6 do r. a.09 do Cdigo Criminal,
o qu.- provo com as leslcioiili..s al>..ixo d l.i\ul#s j
Calando elle criminoso anda que paia i .-so livesse Oi>
d-m do Jim a vista lo arl. 193 do Codig" dy Po.
resso, e-e m ha incurso 1 oart. i43do i odigo C'^
muial najpaUvras- O Que ereeutar fie. e no art.
16O do (I 'o Col go. E V. S. auloada esta, e pe s-
1. do o piramrntn proeederf na forma d* L- i. R. -
cife 14 de Julbode 1835. Qr. E.ias Co. llio Ciu-
iia,, Piqmotor. Pablen,
Te.\lftmunlias.
Joaq im J ie de S faite roa U.-jf na ra d Abobada da Peiiha.
Joi'jje Aveb>z do Pa cimento judo s,vlieiiQ al-
fn* to morador no h-oo das ( ar va ibas
Ai.ton o Alu'rit Tavares brunco solteiro, qu? I"'*
venda na ma do Padre p'loi iano.
Jo'ze Tlie.d >. o G tg, s p dq solteiro ljale na
CU da Assmi| c (#.

MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amesma do */. \%\.
CORREIO.
\ Sumaca Bom Suscooosai para Sautos no dia ai
do crrenle mes.
Q Coi reio de Paja de Flores, sai oje ao nea
dia.

K


-
DIARIO Dfc PBr,NA\HH*#
X
EXTERIOR.
,*. M Jirig-m ,. bre a Sm i cheg*. J^^i'
ros de .ua erra* c vio bloquee-- afl g.mlli* *J*
,,,, fi o que he que tero fello n po.bre Mista
"utros (ioernns? Se i.' ftrtt gker estas ***<
asta d.(Rcultoo> responde.-.he- Procuremos t!0
.ntalo dar Ihe "lucio.
- L *** a' p^e,u!,ia ^nil-tAiMi
hteqncttbi a Franca, ler-te-u comprendido o fl
nlicar agora e,te, Fon. que c cundi h5.H "g-
Ksimf romo l* o*, Pampos J"^ ~
4wt,'ndof.io r.volu*o, Vven...ob^iC.nJt.n-
tie al. eat. pela de hi.mVfte|)uW.ca ," xmpt
BDs 0 apeificpmeritO ran ora, n SutHS rilo
h hurp- Tft Repblica, aloaa ataufcf-as .|"** *-
I,,ud Lvlnu/td tendero a e*e fin. 1) hum qotru
nlifUD lioSuirtia falla-s m ,,r, rTm ltese concorda, e toda* ia qu hi'L>a. Tal he o raracie. d-.quel'e p-vp ; Jal *H ,
ia u., lonipo d..Romano 5 le) ti* ho],-; tal ser duq.ii
1 roha.esde secute., se Ueos coo erv*r e.stenria
das ai Repblicas. Ma te 'ajero l,Ot\n *Pi "f uo
sen HMiiio io, e nunca atar pseus !miir..ph.s. \
libertada Luva titube huma qiulh*>rA que, aent ver-
ttJ.hf, nnrlod* a parle, o. re bi*ca de amontes,
. huma doitrila pdica que compre r isil-r qiiamia
se QUBi- cnli.c.r. 9j-al.fui a rgen. deste medo,
que sibt.roenle inspira a arjlt v'xiubo-?
* Puia ns..l*-r file prubVm.i p -l# o. p' <-hpgar
verdade, rumpie segregar .. pret. xto <\e q w se 'an-
Va mao, do piojera q* OTCMJia a menle; rurtipre
ol.maroijuaed!, p--!oqo.-a !'. '''jftjff"
epeloq'ie M(|urr oque apena he hu.ua discu-MO itfimdada. ^
Duaj -lo as actusncO s que pesio io>>re a S p.ltnaia er deixado leuuirw ernaAiiteriTlorlo hi.ro
fiedlo de lo Polacos, que itiairhnu para a Italia ;
segunda d"' q '* nassua- taimas se di vi. ti Ira-
balh^dore AHemis o* quaos quanlo embriagados
dio vivas d Hepublica !
, {j-bi < p^iute-a Hccuawjio detonacaf^aar a
fuiile*' bMi*,,r*;i*, oh
tango Pplara ttll^HWfW ea bmn s, afwtaan
trave^.-ou doua'delle'; a.ra n)f?rao esa'< C!aiifc a
raH'bab'.tUt o#'ld iiayfs.o fO ha!:o- rm
fin, urg misando* eip B*>riio, Polaroa Ba*l-
JUSsa oque aome-roo lexnpo faKn em Fianza 'HM
cunp'l' jola*: o que na nula1 aera fie*o m- Ptitru-
tas, LhiUtiQ* e i\Jgumliti*i\ qoe mtt iod..oa),ia
Conaliucional pudera tai^r qi.-squer partido.. H-'
srt d.ivida hum iii paileapparece, qnal a ra/inqne fai pesara venJi"--
|.t s solar how l>e.i|.d.id. ? .. Se ao depois Os Su-
i>o> poto diHkuldades ni t-xprtKr do seo l*rrfio>
no alguna Polacos, que fonjad'oa pela penmia a que se
Ti a> ledunt'ios, exatiraoStl s merhaniroa, si*gui-
ii> ni'" o preetiio dixino, que manda s"crorr >s
desvalidos} couf rmiio-si' com suah'i autga, dp 01-
feiecr asilo seguro todos oa a-lialtttros in.Hslinr-
lataeltle* -^ ser est i a n-gra invariav>l de Im-n pa-
ii nobi-e, cuto leour-o m^ fin 'e, he a rurlo-iiladi;
que eXii'a. Tinha poi a r-.-isiem in dnsSuiss"S apoio
na Relig'l" e na Pohlica. Sem enibarg elle cederlo
au dejo da Poleiina.s: df. nd > serlhcs gratas, fltlf-
jeni : Qnanto BCllraliB b dvtrcs A'*niies que Aem r'ar
yivus Lib*iliada, un h'iro p^i/, rniKe a Libeidade
existe, oudequ. i se nao Talla ii*onlra i-ons, oq pud.ro etp con* bucu ftija-r t> Siti^an* a'rm do qn-
l ein f ilo l^l'a o impeiiii i A Cun-ltui n S"' e^cep^loda^Coi^liiiiivfta^niepeah; boykaYtWG< v.r
no em i orno, r.do p..ra eiU, aua -xislenci inleivs-
ja u todos os individuo; nica regia.-, ero que oea-
pirilo de, pal'ijdo njo teni acrimonia, ella he n a-lo
do derg-acdo, o i#/ gio do peoeguid... Ahi, na nvs-
iii. fularaiu. lajda d* aaa guata, sen'lo-se fe-
pubiita'ius, T0,y>*> Rad'uatH. Cmiiit as, que Udo*
uiauloo srio iorio.--uaaopiiiifs puliiiclo seiisde-
kCIOS pr c'atnin su as esp .-ramja: iu mli'Creloa re-
va-lao aru projeio-, os en .Md# da Henriqufi K, ou'ras tk'Bmiw Philipp*.
IrVst.i turban Iti eno>nitrio-se (nrciniiurios^de lodos
)p'Xe>, svezes mesmo Mnis'ros Esliang"iriisresi-
entes aS.ii?sa, cpjeasldis iia le teiilii->coiise(pierrcias perigosaa. H>* hun u*o do
ala, de que niiigneni >e deve <>{K*udir, que he ni-
o-ante, peque las publico. OGover.ioae'tra.lui-
ros tVm spoe*portodaap da a patio sepaa*a, podam l.-nnr a pro. at.e^ q >e
aateuderem : l.>f<> no cmk-r tMii s-*j tc.rilvw, iuaa
t*a aro terr'Kaa-io 8n*>.
Deaes icIbs ineanlaplarfia: fcilmente N Collige,
que ai accusacOes da AuMiia, da Allemanhaeda lia*
lia oulra-a Suiasa, \io mero* prelextos, e que, se ae*
us exercito vem bloq uar a Suissa, ulio he o 6m
que os move. ProvisoriamesUe nada ae despieza do
quo p&Je derramar a sizania entre os Sus-o e far.er
^u)*nir *u* paHpwwi^ubJjcas; ^eg*-ae o* pa|r
aaportes aoaesirangeiroa necessarios ^uK^m opp*-
t* sabida da espedente 4* popobuj" y* W*? coajvom
qayetabvai fitchlu-se tsn isaldado # tavroinbo Ma*
cm-.gw otuV, alv*ye da fjo*)tajibtuH paaslo oa pro-
duciot]de soa industria. E pan que ludo laso? lie
oa mUW divinb* lo, e por i.vw obffar vejnMae,
A istria desenvolve nimio ardor peraeguir a
Soissia: nio he, por lualdade, p* le wM0 ll *' *"-
mad*-srul precana^es axagi-ra-das, coro que. procoi*
conservar mm lialia. A AU' ronb roeridioiiBJ lo.-tio
milita actividad, i*i afancar b-.ialhi*<: qnal o mo-
tivo? Provavelmente i xeciMa com ibu?o ahjunut
das misteri' aas re^oluees lo ultimo cnogiesso de Vi-
emia. A Prusaia'clama rouilo oai da-que da cosiu-
tac,.. oquequer*!? Wr sfii cailtiodeNeufcha-
lel,' e fazer cahir os outro vinle e bum (anlftes na cil-
iada g qimrhaqito system* de jfandcgM Prussia-
as. Mas a Frmca peruvaiicce iraaquiHa, Franca
coja Jblilica devra, aproveiu-idu-aedaari.cuiisiaii-
fiui, UgiH- Su>sa a san noto Uoverno paraa.lqninr
hurn alliad'O que lem'em suas mi- avehavaa da Iiuln,
do Piemonte, da Austria, da Baviera edoWurleiu-
l-erg; a Franca, diiunos u*^-fici tranq-ilU espec-
tadora dos pertgos queameaclo a Sui^s^; -olTre iropaa
sivel, que i* ponha era p/obieina a independencia,
que e ataquem asinslilu ;5esi que >e divida.. sr*-
puhlicaa, que*ae ameaoe o tn.ilor.q de.aua nntig* A-
Ntlal! tomo explicar todo no'? I>o m.smo modo
que ie aplica afaeiKdadceo.il que os Ministros dou-
Icnarios nosdeixlo roubar nojsa preponderancia na
Hespanha pela Inglaterra, na Italia peh Austria/ na
Gnca pela Baviera, iu Turquia pela Bnssia, na Al-
1. roanhi pela Pi ussia. Sob Q doulrinarioa a Franca
conseute a ser Bunalheira da. grande r-roiha Eoro-
p.'a: serve, obedece,- nio te anima most.ar prcteit-
c6e*; sua nica ambicio hefarer soppo.tar adoutn-
aa, eopceo por que baratea a p> opvia nulependeaj-
aia^ mostraclarameiit uissequa nada a-pera della
p*ra salvar a ana. #
Ma qual he 'la a qua tende a tr.phra alhanea F
Prnvaaelmenie iodua>: a primelra ha ci.cons-
ervera Lharataale Si-ar pa aia^ar d. olhot dot
puv-'aoiMMcoaxempb) desie (rener.v que o* pede te-
usir: asegunda- (e ludo n-lpfi. ere.) mpedir
que ot ean* a se ifl*u mait soitmeale por hum
\k* rederel maia mo do que. aquella que Ihe impo
nriinei-oCone^s-o de V.enna. N. bW, bero co-
mo osE-ta Iik .ri.odo Norte A.nanea, asoberaut
tk ci'-. emharac a sabe. ani.. federal. Na Suissa,
a Iibaidade individual teacha drenn-cpta, porque
nio helieilo aothabiantet de hum canto mudar
r. ai lene'a p.ra ou'ro ranllo. E*e abuso, a ( ongresso
de Vienna i doaapr.reoer na AKemanha par. fortifi-
ca la ; coi4ervoH-o na Suista para ei.dmquece 'a. Na
Snisaa, a lib-rdade coomiercial se ve r.sl.icla pelas
inn.imera. pOrt.gens qoe cada etutln eMah. ce q.un-
4o Ihe- apeaz alia iloliem se v eonl.ari.da em suas
eaeeriilaatve p"Wperpetua diITerenc das m-eda, des
X e das med das. Si. > ^ Franca tuP-
prin.io, qoe a Suissa tioliem deve soppr.rmr. .gua -
ente Ihe he indispensavel un.fo. m.,.r o. d.re.tos dos
hal.ilan.es da CMaeW e dot campo, e dar &
ao teu poder executivo.
Esala diBVrencas que arabo de P^j* '
tras tantas causas de eufr.quec.mento. Ha mu.to
q^$eurepe,e, aa ha p-mo ^H'J"^'^
a c.mnrehende-lo, ea poca eroq.eBernetero eer
oc.n.iodireetnr, parece a r aq,.H. que ^' ^
ei. ma.cou par. realizar hum dosmaW beneficios
qu, deHa ,t4de esperar a Helveo Este coroplemen^
?o por en. defb^i de aUbilidedeque jJ ,..ra adquirir, espanta .imito maia aeua vh.nb -s, o
^eevelhaorganisaeiod^ Polacos, ca nova alegue
dohl'abalhadore Aliemies.
Concluame* pois que nai. d.M,rdn, servem de
nratetot, e-qoo a refo.ma do Paci federal, he a cao-
rdaat.iudeho,.il d Alloin.nl, da AjUna, eda
Italia contra a S-isso. Adivinh.r *m resollado, esta
for. da perspicacia bumaua. ^^^
CUILB.
Evi *o de Fevereiro 4Vot< anno. ** H hora e
m.H dau..n.hi, .tiierimenln-^ as Provm. tas do
Sul'laq.iella R^pohlica huea terremoto qne i UfOU A
minlos. de-truio qua-i intei.ame.te as Vinal da
Con-epco, Chillan, Talea, Campal.*, Peinan-
do io. &C. Nio -ea.be o numero datpefOat que
peee-e.ies PoT# *?.. es*e^ O-orcS-
brio o porto deTalcahuano, easeir.barcac5es (orlo
perder-ae na Villa, fiado haviiu aoBrdo Vapari>o e
Santiago, bem que o*to terriiel terreot*> se&teaaa
tambem sentirn) ambas estas Cidades.
eienliarto.i lionlem da Frag'a Praneeju
Thisbe, o marauez de Vins de Peys*ae, EnrarregA*
de iegocio* d. rranya junto a esta BepuM'cj.
\uu oreai do'Coiescrtio).
00HRSP0f?DEHClA5.
Snrs. fodaetdres.
A. Leitura d' "** crrftpondenria oterta mN. *
lo^ de .ai Fofha, d- baixo d' signaturi de li a-
ntanio da virlude, me desperiou 6 dezejo de faxef
'gomas rt'fea&es cerca da exigencia, que ao Dr.
P.omolor Publica deU Cideje U* aquella con.ee-
pundentr. Publicando faci, que da cometer O
Conmand nte da, llha de Fernando o Capillo Cesa lo,
auer o o, a man le doViilude, que oDr. Promotor
oa.uxe spreenlando para alo elguroaa, tosiemunbas
lembr.inuo.lhe, q-'e a llha de Fernando de N orn ha
pertcuvp ao Devtncto de Pora de Pori, e como que
uta, parece deiar duvidoia a mtcirea do Dr. Pro-
motor, refe.indo-ee dealgoma trote a aouraeJo por
le enttntod. contra B> rnardino de Sena Ltiif. b*
quanto aopricaeiro popior julgamOs n6t, q"e da-
.ri'axpado o t amante da virlude, poui qvie, n|o (
pelo simple dito de uta aiK>imo, que o Promotor
PoWko deve ententar urna acozacao. Urna denuuca
do P.omolor deve fundar-fe n* veractdade do Ucio,
ou em docuroeetot que legi Mas podir ter oeunbe da rerdade proa flejpelono-
nim, pela qual te nio quit respop.,beIiaar teij auc-
tor? Ser uro dorumeno inficiente o dito vagi *
um individuo, que coro o silencio doKunome indi-
ca, que se ni" rpon$helUa rla veracidade do nuo
afirma ? Nio o jo'gwuoj, e ero, e*ta a marcha le-
gal. O Cdigo de Proceiso C ettabelendo f^rit pa.
ra cat^d'esta nttoren noar". 79 claramente deUTro-
0a qua lo at ii.cuntiancift, que devero acompaenar
urna denuncia, e at ra6aa de eonicc0. ou p. eZ.n-
CI, queexigeoUdocitadoart. nio sgopor certoo
dito vago de uro annimo. Ero quanto teto ae itlo exe-
cwta obra cm contoro.ida.de da Ux o Promotor dea-
pr iai.de deooncias deaemelhanie naloroM, q "''
i iedev.ro soportritieiefeitos da minga, do que m-
ti-n-aie pela punigio dpt criminlo".
Ero quanto ao J. ponto, ou adverteoei*, qoe
fazo a amante da virlude a deaerajlha de Fernando
pe. tencen.e ao Dclrirlq dfl Fra de Portas valeruip
T.r isso a pena de te decbrar o Corre*po4ente a lint
de que Ihe pde|se a?r gra-a taota gente, que o ig-
norara. Que deberla que acUerle.rj- que re-
conhecidufor ella uV-^r IV o Th- Promotor ao a-
mantedovirtpdel ,
Einal.nenle parece duvid-r o co.riepondente da
nteireza, e pr-.bldade de Dr. Proro-tur q,e d.tto ae
uf.na: e porque nio? que se Ihe lem a Untar emgw-
,e? que rilta; o oeg'igenciih cometido no cargo,
que ... dignamente ejerce? Pode o **1"'
r* provar alguro. ro a ero de-.lono droto.***i-
lidedee. 4e que Je j. iimmo'o, quooehrigne ..uv,d.rd.m^reu
. Lbid-de, rom qoe ette dtgo Embregado P.b CO
draempenh. .a. funcftei? Cerlo cero m^odeve estar
oT.roante da virtud.. quf Dn ***** '-
LlodolfaCoLqu. elle .Higa ..* proy,
docuroenio. que leve eontr* um horo-m pro ierji-
euclomioioum. petoalivre, com a mean.. ...par-
alidada, co, qoeacuzou a.quelle acual. oUm-
mandeni da"a de Fernando. Ma- quAdevtnhe o
a",e te pasta na llha de Fernando, ou que ted .- eani-
2sd.rr.Pmad*t pr 0lo o.eu Mumtpto oProrooior,
i,| o que nrmlhe p-rm.tc a Natu.eza ero aL t
1! faculta. feliU o ** d. W** J < *
rr ...n'mpo-.vel. Oque aduma, po.em e que al-
auroa^d,.. vietiroat docrime doCap.tio- Cerar.o. e%
m. di. c amante*, vh-.ude a .qi itron. mA
aquieslab-lecidaa, O na Ja to.il.10 f-to ero.lHMiu de
!ua nica: q-e .*' da v.rtnde, que .be
de tes fados, que couhece as totemonhas, nao o^ te-
S, legilmooti denuiuiadu Conlo enmb Ur ej'e
procedrroentocoro t^itpaihi.,, que tei o-t.. pelo.
Sadecentet, eom O de ios da p.m.CtO? M.lhor nio
"eria, que o -ante davntude. para nrova de-
nitete, quebuscou, fbtse acata do DY. Fromotor, e
Ihe di. igitse urna acuzacfo fo.rasl teguido a manetra
eslabeiecida no & 4e pruceat? D--ta aurio nem
deixaria ero duvda a ducta do Dr. Promotor, que
lie decejou itsnar, nem luiprine crimet, que tanto o
barrorizio. S astiro pruvaria o Con etpondem>0e
era a aliante uUvIrtude o qoe Jelfe pera agdfca
C amante i* tegnUfrdk
*S


r
TI. ni
(*

(
*

Snrs. fedtcto/es.
XEndo sido roubadojcoino todos su' rm, e o que
TTiiis lie leudo tnlpives'-1 deme'JS de-sTeCtS pcS
to era dimd.t a vi racidade desse sconterimenlo (para
comas pessoa* que me nao ron herrn) espalhado que
roe havia fingido r<>ul>ado procurci por lodos <;s mei-
va meu alcance descolorir os am lores do sobredito
roulio, j offVrectndo premio e desi.slindo da aecuza-
Io do nu-ti' ionaa ron ha Jo res, ja denunciando de
diversas ca-asque me f.no denunciadas ios diferea-
les Juizes de v.n dV.ite Bairro roa is com oiin demos-
trar esses crobuslciros e \s detractores, que com
u mira oro haver a nfo pequea qirant}. de dez erntos
de reis eraquefuipicjidiiitlo, fj p,.s ocsla co'i-io,
que fui Iludido por hum crilo calador que me veio
voluntariamente dizer que es't.ndo a caar huma casa
OH ra das Ti inxeiras vira entrar huma porfi'de fa-
eodas por cima d'hum muro, e q e a casa era d'hu-
masroulheres prostituas, e que laobem exista n'ella
bum Soldado que tinha vindo de prximo (o A-am-
-jjainento diiig ir.eeinconiequencia do que me di-se
csse erlo em tudo ao Slf'ri Juiz de Paz, e fiz hum
requerimenio nos lemos cima dicto, e que como
jH'deiia ?er queas'fazcndas entradas na'rasa em ques-
n f..*sem das ninhas que me havio ronhado reque-
ra -fo*se corrida a rasa paia se averiguar o que ver-
dade fosse, fe i justa mente o que pedi em a minha pe-
Itcto que foi diferida conforme oque requer, e por
toril" nn.buir.a culpa teriho se foi mal ronsedidp o
Blindado. noT.eu Gz oque me intere-sava, e o Juiz
Ibe cujnpna fazer o que d va, levado pos pelo que
v.-nho de n fi-rir arompanhe a rseol'a, e o Offirial do
Juiz de Pax que 'fez a degenria e a 'bus a na referida
via nada achri, e devpedi me surpiebendido, e sen
ioaisnrcditarem ner.hum dos que ote asseversvSo^a-
Irm do crilo) existir alia minha fazend. roubada, e
nulli-r informado p->r pvsoas fidedignas hoje'conbe-
joqieoSnr. Srhistio J ize Gnvsa pouco rh' fa-
do do 'Acampamento era o dono da mencionada casa,
cqur era pessoa J'huma conducta illihada e incapaz
ileauim proceder, depofo disso alburnos pe-soas ain-
U poterao-tne em diciso a respeito do tnenoonado
)iu. na occteiSo i'"1 pe respond o seu tmnuneio in-
at-ilo no Da: i n. 1 t, e foi a razio a qua me fo.cou
a arancar ai. que tfisse eni reposta ao mencionado a-
nnrtf, porem convencido q:ie uenhumas fizond.is
rnlreiioem a ra a do dito Sor., e que nao passou
i'h im ti! (mbuate o que me denunciarn nenhuma
duvida ton'io em res'iluir em sua plenilude ao Sor.
Si b'li J.r/.c Gomes a sua honra, e acredite que me
ve-la o pezar de o ler por momentos vilipendiado,
Vicio ter r.om isso satisfei.o ao dever d'hum horaem
sincero, e Vrncs.'Sn. Redactores deero publicidadc,
a estas buhas de seu ass:g>ianieobrig. Ignac:o Tiento de Loidlla.
A N NUNCIOS.
MwF-o '"i N 92 do Arisl-uco rontetidoum nle-
n:-..*mi*M o mi-f,> S'b-e h g ttt ra d.? Frtai-1>; outro
>" bn- "i rouhoa jue m havidp ; i\\tiria.N du lUo de
4*aWVrw Vndese nos litgaafa do < lunie.
AVIZOS i'ARTK'ULAKK.
\\J Sir. que foi a i ti i 'Velba cas. ni 38 para coti-
|n/ir a tai -iiiv.1 BiuiU'Hi'ada un Diario de II sendo a-
indaq^ufiafa dita pela. podVapp.ir'rtM, p*ra cn-
eluiniiuio da Vei.da, jfoU dnr-se-ba por menas do
que se pedio.
^^ Hoje lia sessao da soriedde Philo-nelphii a
jiel.i- 4 knra-i da tarde.
tr Q -emllie Convier st S70& vU a piemio
le dois portenlo, djndo-se boas firmas, nnuncir.
/ ypf* Quem aiiuunciou querar um menino de 12
* "ti a paia caiariro fe l.j.i delareudas, dirija .se a
ra Di'eita (>ofirado de (rez and.ins que lem boti.-a
m h.iX", a filiar rcni \liuel Jos Peruambu o, que
i m.iuo d" menino
V3" Quem annuoeion n<> Diaiio de segunda fei-
i i* dacoirt nte qi.n\r vender um eac avoc0"i
i ri em rhaqe, filie com o D<-\. ibnidor do Din o
in D i-i-v Ai, que este dir q>n ai rompa.
NAVIOS A CATIGV.
Paia o Rio Glande do Korie al ,t \4i.
9?j' ?S0> l.o dio.20 du cor.ente mez o Ili i.
'*. *" ^"^ M> 2"*'*-a'-'b: Ibiifilo defrule do
Tilpie novo : q ir-m nnt: (jo zer ca regir, ou ir d
pissag m di ija-- ,19 go propietario Jo0 BiptVla
mol mlor no -Her o do* A fugados def do Muniz, a;i a bordo a fllar mm o m^tre.
PaVl a^a^H

!U iil
.......
DI A 10 DE PKRNAMfiL'CO.
*.*>* ---t ..-= S
COMPRAS.
n
Ma escrava moca, que sailra Tender na roa : quero
a tiver anriHniie.
ley* O cathecismo de Montpilier, ou resumo; ou
a mesma obra int'-ira : na rui Direila por sima da
R'tica de Ignacio Neii daFonceca, a.*audar, ou an-
numie.
1T&* Um Diccionario en\ bom t^o (sendo de Mo-
ris) na mesma casa arima.
tT^r* Umaporco de bairis vazios, que lenbo sido
de viuho, ou azeite, as^itn como urna porcio de sac-
es vacias, que tenhio indo com farinha do Rinde
Janeiro, ou de oulra qoalquer parte : na ra do Vi-
gario casa n. 18, l.0iidar.
fiy "ma eM-rava moca que s-ja boa engnma-
d*ira, inda me.-mo que seja com ama cria de 6 a 8
anuos: no Alterco da B.ia-viata em caza de Joaquim
de Olixfira e^nuza.
VW Urna poreio de sa^a perruna: na ra do
Gre.-po Inj% D. 6, ou annuneiou.
fcy* Uma escrava que estep parida, parAniar
um menino, eu do ront.ario alluga-se : na ra das 5
pontaa luja D 3?.
.-----------
LFJLAO,
J.
Oze Joaquim Das F-mandes fas leilfo hje i5 do
correte pelas 10 horas da maulla de diversos gomeros
uo caes d.i Alf.md.g4 junto ao aroazem de Antonio
Joaquim Perora.
T,
VENDAS.
Aboaa de afearello, elouro, sacas com nozes, >lai
c.im amendoas, brutas com b daxa IngWa, ca as
com utas-as aorlidas, caix-s ci.di sabio, dita* com
queij.-s muito fresous, etan.bem a ietaiho, sacas com
anoz pillado, ditas coni sevada muitu novi. ditaact^m
fnjo mulalinlio.fiiho de Li.-boa em haniz, din d\
Porto engarrafado, licores de lodaa as qu.did..de.s,
buris com manteiga, vinho mus-atel, barriquinlins
coro bola/4 Ingleza peq-enas, az.|.ii,s de elvas, ditas
doPito. pi nuis eflfeitoa pertenreulvs a uma venda, ludo por
preto commodo : na ra dos Quarteis venda D. a.
%TJ- NalojadeJoxe E-twes Vianna na eq'.ina
do beco da Congi-vgiico D, 21 tem para vender brm-
ro.s de diamante.4, ditos de fi.'-gra com diamantes, ditos
dvfilagri esma'lados, 1 ulceiras de diamantes, io/.e-
las de filagri, cunlft s fia ,> d ouro, rtjtaa de pfia
abotuaduras, aneis de diaman>s, e ,|liu.,es, ludo o',
bra mode n.i, e de mui-o liom gosle.
y&- Vende-se ou troea-se .., n,cri moCa com
pnn:.p... de.oslura por un Brg,0 que entoida do
seivifodea.no: na ra Nova D. fl, def.onte do cal-
di n ero.
WT- Umauel de brhaniede gosto moderno, feito
em Lisboa, por preco commodo : m esquina da rssa
do eabuga que volta para .ra do Quu.tcl Inja de
iazendas. J
tOT" Uma ecr-v de afio, Je boa figura, ,em
vico roMiiha e engoma be.n, eoxecblo, e faz varias
finalidad* de doces, lava de bao, e de v.rrella :
ra doAr.igio D. 18
**- maeadeir-cinroeo uo : na ra do Fa-
gundes D. i9.
T- S.eascom om a.lqnere da medida velha.de
la. mi,., de mandioca, por i& rei, em dinheiro de ro-
bre /|Ue a Le, manda reeeber : na ru. do Trapi.e da
AIfmdegaveln.no a.mazem pegado a b.ja do Pina.
VyU.oesi,avoclo de 10 p.,ra O.nnos, aa-
d.o,cMbasofr,vel,ne,.tecom as>eio, Uro finio de
canoe.ro: a ra d., Gloria casa ju.,o a do l.mpio,
no pedo beco est.eilo na mesma ra O. 18
SO" ma venda com os fundos d,- 400$ a 500%
rea, um eommodu. para pequen^ famiU, e bom
qumul murado, na u. da Santa cruz da Boa vista D.
a : na mesma.
&- m mol, que de naca-, e bom eos;nheiro,s-'
simuma negra para o mu vico de casa: na ru. d-s
o..7.Ksno I andar das c,, de Francisco Gonaolves
da jiocl.i adverundo u > se ventero IimIos d u\.
Wrrn..n.ajriba de 15 a 16 anrms, de naci,
rom .principiH dttCO.li.rj, M engomado, cosinha o
d.,.^ de uma casa, o en*.boa : na segunda cas., de
Joao un. I, na ra da Ploruniina.
** U.y sortimento de |r.,cos d'oleo maraar in-
gez, cdoun-asq.wiid.do* superiore*. goa de eoUj-
na, c s-bonele fi.10*, vestidos de fi' de nho bordi-
doseomd.re/entesb.b.dos, lencos dito par. eseofo
de se,,|, ,ra susuenfurios ela.tics, |eilCOS de gU m.d.
pea bordado, ditos dita com b,bdo<, dits de resV-

bordados, vestidos pretos de $\6, meias pretas curn
de seda, ditas bran>as dita, um soriimenlo de renda,
ebcosdemuito bom gosto, lindas sarjas de dier.,
core*, vidrospara agua decheiio, veludos piet.-s, fa.'
riuliadesabo para lavar mos ; ludo Lio .. im s
vende por atacado, e a relalho o i*gui.(e : ri.os r-moj
d ouro de filagran para cabrea de senhpra, ditos emi,|.
lados para dita, ditos ditos com diamantes, pIi^."
defi'ag: de diffelentes goslos, pioximamente chepa-
dos de Franfa, bo'Ses .venlurina para 'Qii.'.ade ho-
rnero, ditos d'ou. o idero, trancelios d'ouro de g.,Sles
modernos para homem e senhor.i, anm-is com d ma
tas e opa, annelos esmaltados para homem, alfineiie.
dVuro esmaltados para senhora, relogios de ouro pa-
ra s.nbora, espai tubos coro molla, e sem ella, mei.i* d
linho finas, curias, e cumpridas, brides de ferro,
imitacio das que se azem aqui, ranetas de prata, man-
ga* de vidro lizas, e lenternas atronbeladas com ra-
mos de cores, e com seus competentes castiaesde r.9-
quinha : no atterro d. Boa vista em casa de Jio
Francisco Santos de Siqueira, ludo que o obras d'o-
ro, e o roais na ra da radeia velha no* i." andar da
rasa n. 7 entendendo-se para o ajuste com o mesroo Si-
queira, eu com Francisco Joaquim Pedro da Coso,'
t?y 200 cor.i., grandes e pequeos, p.,r pr mod*.: ni mr Direta por cima da Botica de Ignacio
N -ri da Ponccca, no 2.* andar.
V3** U.n preto de meia i lade tr-b.lb^dor do
enxada : na ra da P.aiu, 3. andar do S(br.do de
Joze Higino de Miranda.
^3h Vinho da Figaeira iLe supr rior qua'i-lade
em pipas, meias ditas, equarlolas : na ra do Vigario'
armaZem do Machado.
*3k^ Um n.gro da costa fent.mde depadaria c de
dislil.icio ; na roa nova N. 5 e 6.
|ty Ta xas de f rro cuado, tambores, rodetes,
chumbo fino em barra, dito em laucoes, caine do
R.o Grande, e slgnmas fazendas franeczas, tan'o a
prazo como a dinheiro, assimromo a troco de gene-
ros: ni la da Alian.I. ga ve ha n. 5.
PERDA9.
P.
F.rdeo-sa uma canoa ib Ta ja velha com marea
de logoFiindic-.na popa : quem di|li souber a-
vhte na Fu.idi io de ferio da ra da Aurora que sera
vcompenc.'ulo.
^y IX's.piiec-ro no da 10 doeorrente, em Po-
ra de Poitts, dols papagaios, um fallad o r e Oiilro mo-
nos falladof : a po. que os ti ver leliodo, diri)H-se a
Pora deporta* no a ".miar por rima da vend.i do ae-
nhor Diogo, que lera 4$ re* de gratificado.
.~.
ALUGUIUS.
Llog.-fe, ou vende-se um sitio pe to da prac'-, ou
ir. ca->e p o- um. casa tenia nos doi, Baireo>, da Uya,-
v.sta, ou Recife : os periendeules prororcm na rija
da Gloria defronlc doconvoito das Fieras, casa ler-
lea 1 egida aosobrado.
^y- Alliigi-se urna rasa lenca na Boa >>.la, ra
do u>!ov. lio rom commodos para erai.de lan.i'>o, c
nova, grandeq.iiul.il murado u poilao para o mu
onde se pode lomar exeellente banlm, e tem muila* -r-
vores defructa : os perlendentes fallcm cm F''r,uicis-
e. Gomes Moreira, na padara da ra do O.iarieis
DO. v
Ai
ESCR A VOS FGIDOS.

Ntonio pardo .Ivo, id.de de 20 annos, sem br-
b.r, qneixi gi>aado, bmiiiote, e olhfJ- p q..enos,
partas carnuda*; fogi l0 a 31 de Malo de 1835, com
eamizt de estopa grossa, e simula da n.esma, Niela
rnearnsda, e .hap.o de conro : elle nalnial do*
rrabddea de Mieei ou Alligoas e foi erravo do
Vig,rio do l'asmado, Joo Ev.u.^efUia Lial de l'eri-
qmlo, e 1 ..melle andou por P^jiU de Flores &e. :
que.n o enl.eg.ir .0 Padre M; noel Joze GoncaUes
no Convento de S. Francisco do Recife, e na auzencia,
ao cenhnr Joze Lopea de Aibtfquerqtfe, ra do Gr.^po
n_ 3'. n" ***** VBl" gr'i''cacao de 30ft> a 40^ reis.
W OTIUAS MARTIMA*.
Taboas das mares efteas no Perio de Pcrnambuao
3
-J
x
T

5
18Segunda
10-X:
20-Q:-^
*l Q:----
,$;-----
23 -S:-----
af-D:
m
7h. 18
-***- 6
8 54
~ 9 42
iO 50
II -- 18.
0 6 a
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