Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02395


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Full Text
r., .a 1M5. SgXT/v U
9/

J0> -^-LHO. N-21;
...
DlARlO DE PE^AMBUCO
Pkn.mbuco, ^Tvr.nul'.N f F*n,A
D1AS DA SEMANA-
, %&&*." ** ->nd "J
dt de t. d T p. dc w. e ud. do J. de
U aW.ado. h PWa ***
T.,d. *>> d-,R- d, do nos mrMUC. da jtl,^"!^^
*ud.cU d,nraS, cmre a. Hjfa ***<**
s,^^, fr 7. asar tfaKftS181
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i.AirriDA^nosrouHi-^
u,-l,.. do >'<-"" V Hn m i- iW.
na-ha-S^u,.!^ v M; ^ ., ,|rtin rtta.
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:'-:.; di, w *. -sai: ^..u.a. qp
CoRRF.IuS F. M-S^
O, J, Presidencia doRio de Jan'*.-
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havido: ella* > .** J, R,rra do
.unto*** ***W* ,, hlH11
R,,P,v!e: HJ5*: Co.^uc,p^prj:N.|?;: *
|, C,r..l.n*. ^.J '., .5. p Amw.. U-te -a r)rm i;(e^a-

iira co..V.oha -I. n^^C. ocrori.er p.>r i.lia Je
m,V o;.: Stib-i.li!do el A fWJ .^ ollPfpt. ora
Acacia, p,r-;i,,S S**fl^|S?iSto'*^
28 se compadece.. Jo .0 fon WJJ^^ l,um
vi,-o, c.lpv,nJoporrnpu nca com.
lo. pa'Alt.dod.Mdt corneo, u M. a re-
r.,pP.-rto....n ;-;xr:!r>oS^-
j,iJ.asu manha, eeMa^nec l d. Pro-
t0,, s.brdorla h...n.H ^ ostras ra r> h,
OGov^no rwJerou ^g Adtr,i(1sll.io
,,o Corren ^"ttTE con !der.cio, en,
5, a s,o l. an, o co.no- ^ l b o, ^^
qnea A Jm.n,Slr,cao do ,f. rulo ^ ^ ^^^ ^
ii,TiumT'ii eezos acontece.
ihodo ,o,ido ..o --<-;;' SJgSB Ui. Uno
V- "'r Kt ey.r2o n.N ha pooco se
pn cedeo h..o> ^ ??i de rris. O
Luto, r,o wWde.no. de *' de
(;,)Veio irort vo.. c .n,.do c P- jal
...io.nra daquelle m^b .d-s o* te." ^ ,,-,
poS-a.-erpos-oempBu-auin.M,o>naSL
nopaloa-sdolwp-no. ^j^ :i-M- n
Govecm>.en>rccohec(1o e R^
s, e,per, qu, fu conalgn^ao ,k. ^^-^ eo.,*-.- I
p*Plo.
R.P..I.-O. .-aSS e iihI P>"'' ; ,v''r"
mpil deBuc.sdovaoor (^ ^ ^^ e,,e
;il,eo,cupaovo^l!enc:.-.
. ru!. coi.', ailinfcli t-f'-V
cnsrr.. RiM PWJ'j.....ni{.0 f (?? <
iaconvcnic-ntc ne rpl lj ^ L^rjia-
Oe, c-l reg..b.m,ut- "",,; ,,,,-i,,,. P innvd,-
w ovi- -i;1'' "7I'Mt -i-- r
.iam n-o parle- itf* m ;v iss(.m no, .Mi *"r-
,o, ra--s^" Y^TT rl Civeni, d, -xo.ur
obU.de sto, ,'-V 2S*Hia P.n a-subs! .ir a !n-
. proposu de Uu.no 7* *f( )nl H, ro^o^ ab: i-
m\,,.cPio-Cn-l P' ,degr V "...-*.. U-Mo d
^cscon^ntsdasconduft ^ ^ ^^ ^n,,
9,iMaiodoannopaMrto i(i n,.goc;acj,
praticada no p*u.
l ,,,)* fno d. M.^*> "^ ai.uq, ,
., ;"',,,, fro hrt"4""l'> l",m "-
1 ^ 1 alto nbra ab,o:u.a.nen.e u.d.spen.^e!.
no P'-fi-;-0 '^; ;,s(VM4,m,.|b,nles par. .na, ojg..-
dip micio, nao ba
.
C.inOHb F}s\' in;,..vos (,e o da Vi'i ..m aqiwA^to^
N' ? in" "no "' H -.ant^duu.ado, ,>,d,-
m;men(e, oq-.al^ (1U ^, c..r-
",m ^ ',,,r,'"i nd .m dopoo !en. v fru-W
Illiclrt doM.r -''f^.'p^,, 1' ,!,!iCo f,
ndenlo penan- nt-,
-" nU U" P;:;:1: "^r^ Ooverno ,u>muu n,a-
mrfeo rogVH; "'''^ 011 q,.e air,h ser i|i-
lh0,) n,n,^ ;' |n -^ ,,,,-ceJ, aa

ocoidvltalos ir-li". '"* *r"^ .- ,tf..(. Uii>;
lh0l) n.andn.l. "" |f> c- s( pnceJ.
aoainteresse.d,! ^ p fci|^ a.hjse elevado-
a tal altara, i'"" ; ri(u co con t.-ccao
p, ,eadepen;q ;^m.|lCJlul.,sd u uld.de. d. ^
do de.-,-ccador al' -e ,,r..vea.cnlc se pdete
r^ruecM l.v. ; ^ n,oS nno, comi-ca- Q
H ,iol com \ Sfabetecimcuta co.ere de n.ain
em son lo;*.-- m ,u!hna, e fletfi ; '>="
V* i"":"'a !ia1f \''rao ananclle seemp.-pg.ien.,
^,do ccravu, *J*k con i,,a^f daoa
de raro parece qa> ^ -^ >1(J,iir
v.. vi.-. Con'""'"'"'-''1-

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_AR ENCONTRADO L


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o.
GOVERNO da PROVINCIA.
Exptdienetd d dia 7.
^'l'ririo Ao Juis de Direito cln-fe de Poliria
desla Cidade, enviando-lhe por copia a Resoluca
da A-semidea Provincial, e a reine-5 ds dividas acti-
vas da Casara Municipal da Oda le d'Otn la, pra
com estas pecas instruir, e documentar 0 proces o
que tea de formar contra a mesma Cmara.
Poitara Ao Cirurgi-5 encarregado da
vacciua pira remoller ao J rector do Colegio dos
OrfaSsalgumas laminas de pus vaccinieo.
" __ Oficio AoCom.mmdaiite do Corpo Policial
authorisando-n para deimtr do servico os Soldados
Manuel Fian, seo do Reg, eMenoel do Nascimeoto,
visto informar que elles ncm um servico pre-tam po
auza das enormidades ch roicas que pad cem.
__ Portara Ao Diiec.tor do Arsenal de Guerra
para receber, e faier arrecadar 10 pal tonas-, e i gra-
naderas imitis, que Ihe forem rcmettidas pelo Jii-
ii d<- Pas do a destrilo d'0!inda Ignacio de Alme-
da Sarinho oidemde quem fornecer vinte Espado-,
ni.
Officio Ao Juiz de Paz ilui Destrato
d'Olinda, para mandar recolher ao Arsena. d<- Ge-
ra os bjecio* de que liada a precedente Portara, e
cominuiiicaiido-lhe o desposto na memia a icsp.ito
dos E-paaoens.
DIVERJAS RISPARTICOENS.
AMARA MUNICIPAL DO RtCIFR.
Stssa extiordinaiio do dia 11 d Abril d 1SS5.
presidencia do Sur. Oliveira.
^jOpareceaB o Sis. Gusnro, Jore Joaquim,
S..uta, Cet, eS'va, faltando ron cauta os Sra.
Dr. MaVighier, Camelo, e Cavalcaoti,
Abertaa M*Mri|t lidn a acta da antecedente foi
sancirionad* p 1 estar conforme. O Secretai'io'dan-
do'OH'8 H.. exp diente mencionou o seguinte* oR-
c >hum do ii iz del'az daBoa-Viagm pai a q'se lhe
ina>cas--eoir-m da em que devia cu*ipici er para a-
purac.'S do- Jurados: iinvirada.
O 'lio ilo Juiz de Paz da Lu para que se Ihe mar-
casaeontro dia paiu apuivcad dos Jurados : inteirada.
Ootru do Cordiadoi Rodolfo Joa5 Barata, 'obie
oaliuhanuntoda ra do nbo pelo lado direito : que
se fiesse o a!inh.menlo romo indica o dito Fi-cal, is-
to he ; que e forme o ngulo no cantro da ra por
o lado que se es' edifirando, devendo ficar nesse
ngulo a ra com scenla palmos para ficar o defito
p-uco vizivel. O 'ir: Prerdente apprezenlou o of-
ficio do Sr. Ozembargador Antonio Maciel Monlei-
ro, para que se chamass.-o inmediato cm \otos pa-
rda Presidencia da Provincia em quanto duras-e a
m.'S>o da Assemblea Provincial aonde se elle achara
como nemhro, rujo ofjicio dedorou o Sr. Presiden
re qu a tiuha sbei lo cm virtude da aulhorizac 5 que
selhelinha dado ^ e queja se ha va chamado o Se
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque im-
mediato em votos, o qual responda, o que con-la-
Tadoofiicio, que appiesenlav eberto, e que mot-
vou a convocaca5 da presente .se-..a5, cujo officio foi
fido, e entrando emdiscuc.6 o seu conteudo, rezol-
veo a Camaia que na5 leudo ella por o Ai t. 95 da
l.ci de a de Agosto de i834 poder de rezolv*r a du-
vida em que eslava o dito Sr. Cavalcanti, se chamas
?e paca lomar posse da Presidencia da Provincia o
Exm. Se. VicenteThomaz Pires de Figueredo Ca-
roarecc e que o Sr. Cavlcani recorres.se ao Poder
Legislativo Geral para intrepretar a referida Lei.
fc O Guarda Bandi-ira da Saude appresentou d< s-
pachodoExro. Presidente com dacta de boje con-
cedendo-lhe trez mvzes de licenca paratractar de sua
3 hora aievanton-se a sess.5. JoseTava.es G<-mes da
Eonceca, Secretario a escrevi. Oveia, Prez.
' Gusma, Costa, Souza, Joze Joaquina.
polica.
jjXm. Sr. Para dar cumplimento, ao que me
foi por V. Ex ordenado-ero olli.io de bou te, fa--
m iiister que V. Ex. me seda a ftes<>luco6 da-A
semidea Legislativa Provincial, e mala papis relati-
VO" as cuntas das iluas Camata- transada, e p'reaV-n*
te do Municipio de O inda, para com el les in-truii,
edocu neniar o proceaso que se tem de formar con-
tra as roesmaa.
Deo> Guarde a V. Ex. Recife 4 de Julho de
1835- llin). c Ekin. Sr. Fiancuco d%HauaC>-
r-w*L.cv^ Albuqiwqu'* Pic-zid.nl.- da Provincia
- Joaquim Nunes Mixado, Chefe de Pidicin.
Exm. S'. Por antccip'CaS eu havja dere-
gido em o 1. c do correle ao Juis de). Par Suplen
te de Paralibe o officio por copia incluzo, de que
mandou o reiiheto6bem incloro eavim logo que
sene responda ciiciinsaiiCMMieiite e eu vj qu-
dito Juiz de P.z tem ltimamente fahudo a seos de-
veres, darei intcii o cumplimento ao officio de V Ex.
du 1, o do trrenle, nromovendo a que se Ihe fca
effecli^aa''evida re6pons..belidade. Noto*a V. Ex.
que este oFnio rtcelu'110 dia 2. con quanto sua da-
cta >fja do i.
Dos Guarde a V. Ex. Rerife 4 de Julho de
i835. IHiu eExm. Sr. Francis.o d Paula Ca-
valcanl* de Albuquerque, Presidente da Provincia.
J. N. Maxado, C. deP.
-- Repondendo o seo officio de hoje,. em res-
posta ao que Ihe havia derigido em dacta do 1. do
Crrente, sollicilando o seo pioredLuento ulteiierna
forruac^S do proresso con'r* o Juiz1 de Paz Suspenso
Manoel Ignacio Bizerra de Mello ; son a dizer Uve.
que, os motivos que authoi sa6 ao Juiz dar-*e de
suspeilona fornw-c 6 le culpa, u5 ua deilacados no
art. 61 d> Cod. do Pf c, por tamo se tacs motivos
nao se da5 ero V. S., e s sim justas raz6es -- co-
mo dis em seo officio, nao tem lugar a sua su p*"i-
ca8, e dt-ve eon-cguinlemeiite formalizar o processo ;
e no caso de insistir V. S. na ou'niaS de ua6 fumar
o proce-sB ; cumpre que me declare especi6cadam< n-
te quaes esses motivos de su-p ic. que se d6 em V.
S., para que coin^arando-os com o* declaradas na
Lei, possaeu aju'sar ^ V. S^ obra devitametile, 01
pelo contrario"e enla5 promover-lhe a responsabeli-
dade.
DeolGuaideaV. S. Recife 4 de JuHiode 1835.
J. N. Maxado, C. de P- IHm. Sr. Francisco
VelhodoRego Barros, Juit de Paz S. de r.ua'ibe;
Ex. Sr. Oa re| etjos aconteeimenlos dev-
tes ullimos dios roostra, que as villas e heus dos C-
dadaftse-tnftem grande 1 isco? e que alguno quadn-
llia de ladroes infesta e.sla Cidade, e seos suburbios:
Em as 1 uas mais publicas, duraute a noite, lem si
do arcombadas lojcs de fazeuda--, e se perpetradocon-
cideraveis rouboj; o CidadaS que daiiziM paeifico,
e inerme por e-ta, ou aquelle lugar he acometido-, o
viandante he asfaltado em pleno dia, e alem da per-
da descoca vallo, e mai^beui, he espancado, e feri
do; o que reclama a mais seria atenc^S, enjertadas
providencias das Authoridades : mu como vingar
tanto insulto o Lei, como reoemir o desenfrenmen-
to de criminosos taes,' se as Authoridades na5 tem
meios para fazer se respeilar, cumprir a Lei, e per-
seguir o criminozo. O queaproveiuS as b"as inten-
s6e< de um Juiz de Paz, "se elle por falla de forca tem
muitas veses de ser infeliz lestemunha da perpetra-
C:i6 de um crime, sem poder prender o criminoso,
3ue se evade facilmenleem quanto o Juis de Pas man-
azo mar Inspectores, notificar CiJados para per-
seguilo Como ter |>olica, como manter a oi'deirt,
tranquilidade publica, prom< v ra seguranca iudevi-
dual e de propriedade do Cidada, se as A'Hhorida
des na6 tem a sua despozca5 urna forca prumpta, e
desponivel ? Eu vejo Exm. Sr, que a Lei criou um
Corpo, destinado aumente para faser a polica; mas
que serve, -eelle he destrahi'io do seo fi n principd,
cocupado em um servico diferente ; de maneira que
presta urna roadju*acu6 muta m-squinlia, e tem
socedid requesitar-se una pequea patrulha para
deligenciade ju-t ca, e na4 liaverem Soidadi^. P--
rece-me poi-> que se d> ve f-ser volt.r o Corpo a seo
fim principal, por be a tniuha desp nictft, pra re-
gulara polica, mandando patrulha) para ov lugares
in*- eonvenientes, q'ie auxilie. de pernoto as Au-
thoiilade no momento de peici/.i5, &. He isto que
r.-clamodeV. Ex. a riajta do grande pengo puMico,
poi-* s desla m. que me impoema l.el, econsgnir o -mego, e se-
guranca. De todos os offi< 'insein oiignaos incluzos
diii Jizes de Paz do 3. Dostriclo da E>t .licia, e .lo
Paco, em que elle- re. Iami5 a forca policial 6a6 BO*
comentos a lavor do que venho de exgic d. V. Ex.
03 Des'rictoda Ustancii exige com eff.'i'o urna
polica forte, pela sua po/ic->5, pois li como se o>-
tuma dizer a chave das portas da Cidade, e despovo-
adocomo he offeresse vanlagen^ os lad>6es que va
ali reunir-s*, e concertar snas emprez >s ; entrelan-
t> que sendo bem pbciado, e lia vendo urna patru-
llia acavallo, como requ si'a o Juiz de Paz, temos
a Cid*de defendi la da eul.ada das ladr s que v. m
d- fura, eili >|Ue furi-m ae.pssido> ca dentro
l.igM* poronde se evado ; O IWrirto d<*P-ico lad
b-m he unpoi ia- d radios, ladroes, e laccino'O "S que o iu(^la6. <
que resolta bav.-rem sempre moit-s, l'e-rim uto-, ion-
bisjdepd ks uiih pat> ulha a dipuca6d'> Juiz de.
Paz respectivo h< de m uta utd da de.
Por todas estas ia/.6e-, e pel.s que supriaS as
June* de V. Ex., pero que svja bena acolhida por
V. El. esta roinha representacaS.
Dos Guarde a V. El. Recife f de Julho de
i835. IHm. eExm. Sr. Francisco d Paula Ca
valcanti de A huquerque, Prezideute da Provincia.
J. N. Maxado, C. de Polica.
Fi S- Pa.*jel'c 8 inclui.-i vee< V. P^
areprzen'aco8 que me f.zem os Cmicos eng^j >dus
noTueatro desla Cidade, ui u de seie.n despeuaa-
dns do sptico da Guarda Nacional, o que levo so
rouhecinutltode V. Ex pata a tomar em sua c.n-
eiderac;i8>'eresolver oque f-r jnst". ^A mim pares-
se que asss'eao.-Comic.ji toila r.izi'5 e jfltif, prin
cipalmenle a vista do i|ue ja foi ponderado a sem<>-
lliaiite irsp. tu p-looulrora lu pecio- do Theairo,
como se ro'a'do doeumen'o junto ; pelo iju. os Co
in eos con egoir.' do G.-xerno r!a" Provincia a grac,
que agora mp'ora.
Dos Goa-de*a V. Ex. Recife 6 d Julho de
i835. IHm. e Exm. Si. Francisco de Paula CV
vtlcan'ede Albuqueiqu-, Prezideute da Provincia.
J. N. Mando, C. de P.
A vista dsq-oiileciuienlos destes di-.s, em que
esladiese faccinor.zos om a rnaior desenvoltura
tem acometido es'a Cidadr e seos ai redores, ja ar-
rombando, e rouliando cazas de negocios, ja arome-
tendo o inerme CidadaS que transita pelas ras, i.. ;.s-
saltando o desauercehido caminbanle ao meio da,
levando-lhe seo cavallo, e de mas espantando< j
sou a recomendar a ;Vv. Ss.. toda a vigilancia e cau-
tela f que empreg'iem lodosos meios possives, pa-
ra reprimir o imp'( de Criminosos tas, e procurar
psra o Publico a'guma seguranca individual, e de
propriedade; em nftotb a bl-ta policial iuo lie pos-
ta as nossas dispotives, o que neta dacta acabo de
reclamar do Gove no da Provucia, ue quero deve-
nios esperar a inaior coadjuvapaS. Lembro a Vv.
''Ss. quedevemd b-ar s\lan pairulhas, acompanha-
los, e quando as inlreguem a direccaSde a'guem se ja
a pessoa activa, e de reconhecida prob dade ; e que
devem examinar, e apalpar oda-i as pessoas que fo-
rera incontrad is depois" do toque de recolher. Na6
suponhaS Vv- S-i. que pste procedimento heabuzivo,
e ndevidb } pelo contraro elle he todo filbo da
Lei, que prohibindo o roub<>, o assassnio ; o uzo .
de armas, sena Iludida em sua execucao, a n6 st
proceder desta maneira, por quanto como evitar-so
n roobo, q isa-sinio, o conduc-tO das armas, se na5
friiCtn examinadas as pessoa^ para ver se cor.duzem ar-
mas, e instrumento* que ankiaS o rou'io. Confio
poii do Patriot'.smu de Vv. S*., telo pelo be.n.ese-
gurauc publica, qj|C-er<.6 enrgicos, vigilantes no
pie venbo de reco*im?ndar-lhe., muil> euibjra a.
falla de meio-.
Deo Guaid.? a Vv. Ss. Ricife f de Julho da
,835. Ulnas. Sin. J rses d Paz-desta. Cidade. *-r
J. N. Maxado, C. de P.
CURC,0 JURDICO.
EDITAL.
F
\qn saber q ie a-gundo as Ordens Inp.'riae et
posta Concurso Caleta de Ingles, e igualmeiil e
Substituy rnr8,na Cadeira, e sa5 lhes apras* -
do-, quatro meze> acontar la data do i. de J.ilh o
em daiite, para que. os que p.eienderem oppr-se,
ap.eieotern o.seO'R>q enm-ntos, muui lo-dos do-
cum-nt-alegae-, fiudno qual prazo se Ihes macear
o dia do Concu -o. E para que ebegoe noticia de
todos mandei affi\ai o pre/.ete no* lu^acs do cos-
turo, e publicar pela ImprerUa- Secretaria da Ac-
d. uiia Jurdica de O in la 27 d> Junho de i835 Mi-
guel do Sacra, mu o L pe> Gama, uector Interino.
MRZA DAS FflVEfVSA W'NDAS.
av
4 itai.m fu- a mesma do N.m 107. O a\gdo
passou a lOeJJ) rs.
EXIERIOR.
MADRID ai u'AtRlL.
Cmara dos Piocuradores.
i\ bisru-aln do proje. to d> L y para regulai a divi-
dn publica .inferna dbrou.inuilusda*, eafiualloiio
appro.idos o ai lig"S guilles : _
Capitulo!.
,
t___4-


UaiO DE PRBNAMOiW
c5 s pian, Capelanias_coladas Taua, on que vngrem.
Art. a- Siofxcepiua los da pecedenie d.sposi-.
rio, os hospitaes que sei vcm d<* infei marias-, e de do-
mestica hosp talidale, Cjmj pa>a receprio leinjei-
tados, dueducacio, as que senem deprotceo, eau-
xi'i para Caza ment d> orlan*, e pare aeduracao dos
filbos dViuelles que'estabaleno, efunda rao ori*-
Ihanles Calas.
Ari. 3. Todos os ere Ut<>s j liquidad" oupor
liquidar, e ">s qeexislirem no Ban. o ile S. Fernn -
do pJi|eM:cal**a a Caxa Pohlicp ou a algn Ci-
dados, on a d< pozitos de grio, seiio appl<-a'04 pa-
ra divida nacional interna, sa!r a esliluicio, liqui-
d. algumas de* tas ronzas exilia.
Ait. 4- z Todos zt-nladosden'ro de hum anuo rontado do d da pu-
hlo*f4qda prsenle Ley. Todos que se nio ppre-
iciiiarein do ditoprazo, ficio sem direito a reclama-
cao.
CAPITULO II.

Art. 5. Serio alem disto applieadas para a a-
mortizacio do del)ito publico, sem imere\-se-, e para
pagamento da divida exlerna pas-iva, as pmprieda-
dfs e Tondac6es pias cima mem ainadas, ea ae'ima
parle de todas as pn-p-edades perlmcentes aoClero
Secular, e aos Con ventos de ambos os sexos, Commo-
uidades, fiudce-, equacs quer outras posse.->6-* co-
clczalras, se a qual for a .-ua natureza ou denumi-
naeio garantidas por E'Rei Cirios IV, r pelo doia
Bre v-s de Pi VII de i a de Junho de i8o5 e i a de
Dezembro de 1806.
Art. b. Serio app'.'tcadas para o mesmo fira, as
Prepriedadcs, rendas, diieilo- e pe teneos de que
estaxa de posse a extinta Inquzicio, assim como os
bens leniporaes do- Jeznilas.
Art. 7. Seio aU-m disso .'aplicadas para o nies-
no fioi a m> tde dos baldos pertencentes Cora.
Mijitos subsequentes arligos relativos jnanera da
iflvcluar a venda dos Sobredimos bens, Torio igUal-
ineute pprovados.
(The Times)
COMMUNICADO.
3Endo o Objeeto do Roque concitar a execuco das
orden do Chefe de Polb a, a r< speito do rec< bimenlo
da moeda de cobre legal, huma ve* que este Snr. His-
o se lembrou nuliai lo miz de Junlio* ordem hum
pouco tarda, e notavel pela proximidade do qut'lel
Jinanceiro deJnlho; a laura que oSnr. PaiCimonia
entendesse pelo contrari que se exprobav a recomen-
d.itio di-hum < lei. Ora he preciso Talar com fran-
queza : a lei de 3 de Outubro he lio monstruosa, lio
ineficaz, to mperleila, que parece impossivcl qua
baja hum Agenu.* do Poder que de boa T se determi-
ne fazel-a observar. Eis por que embirron o Roque,
e com rasip eml/irrou, por muitasv7.es ouvir decla-
mar cunta os fataes resultados d'oma lei perniciosa,
c ouvir da boca d'hum D p nado de crdito, que a le
de 3 de Outubro f ra pi omulg.d.i paraMCollgtr IO-
bre > s si-us eTelos: est demos'rado pela experiencia
sua me-eqiii >ili lade, insisto s-b e a -os letra, ;e nao
he huma c di/.er o Excel. Sin. Piezid ule no meioda As-emblea
qur o remedio para o m.il da moeda de cobre eslava.
lias mi >s dos l'ies denle? Elle recoulieceo o paiadn-
xo, caluu-.se, elizb-m: e se p r vnlma algum meio
b^-i en sujs itiibue que ilepire o fi/n dezejado,
p.r que m<.tu ce uio dirigi a'elle o Snr. Chefe de
Poluta, au'e' do que a os J.izes de Paz cuja iogeran-
ciase tem jreonliecido insuficiente? O Roque n|p
quer preferir o eprixo do povo, ao abuso ou defeit<>$
i'hunia lei; quer .-m que (piando a Authoridade le-
tetiha recotihecido a eianfjiHira da lei, r>5> se com-
piometa, nao insola baldamente na ua bserrancia a
despi lo da opiniao, inleresse publico : he desta
gniza que se pi-o.-camsa o acnlamento devido ao Ma-
gistrado, em que alias pende huma garanta da ordem
publica. E nii.' benque tem acontecido? V'io he
o que sempre suceder em casas idnticos? Logo nio
be anarcliuo, esubveisivo da ordem, o piva nbulo
do p> im ii o Communicado. Seria ocioso o qneixume
contra s JJ. de Paz, cu jo abandono da providencia a
respeito, j naoexigV uii'caiueule reemendac s for-
molanas, sim a competenterespqusabi'idsite -ebeque
se-julgao eaequiveis as delermiri ices d< lei. Mas b
por ubi quem ignore que em o nosso P.iiz, a res:>on-
sahilidade he htim Taotaania rediculo uuque s peza so-
bre o desvalido?
f # 'a Nenbum Cidadio pode ser obn'gado.a Tazer, ou
' deixar defizer alguma cois* senioem virtude da lei
ale J i.a do art. i79 da Const. h-asas eUsJrro a
re*ocito do noiso as-umpto; lei derernainoil que se
i'co-om i&rs. cubre, Ibis nio.dfVgtiaa 1, en
^aa^aammiii.....piwwna.....
podendo designar quididades entre os numerosos cu-
nlfo que gjiio no Brazil, .-6 niarcou huma dilinio
geral para conhecer-sp a moeda legal'opez
Masavendo provas evident.s q-.e com.o pezo da lei,
avUmui i i-sima moeda Tale*, deu-se a preferencia ao
cu ribo d'huuia que se supo* mais distinta do contagio :
aaJUi au aparece CiiiiiioaiiJade ; com quauiessa ui-
tii:c5o e preferencia recaa em flugell. sobre o consu-
ro dnes, e productores, deve-se esse grande ebzequio
a philantropia, saber ezelo da imssa Assemblea Geral:
qua deveiia fazer o Governo Provincial avista da
Con-ternaco e grande apuro em que se acha o poro,
nlo tanto pelos pivjuizcs da-sue desconfianca, como
pela iucapbcidede de grande numero dos tena escolla-
dos que maiscuriode intrigas, partidos eesui inte-
resses, que da causa publica ; oque devera e poda o-
brar o nosso Governo sem detrimento da lei ? O Ro-
que o dir : e roga ao Sur. C. de Policia aja de-medi-
tar se seria pos-ivel para com osSnrs. Juizes da Paz
enclei essarem huma requlsico ao Excel. Snr. Preai-
dente-
Oitenta on cem conlos de rs. (segundo se diz)
existem inutisados na Contadoria, de moeda carim-
bada, sendo trocados por igual quantia sobre pezo,
da moeda despreciada, uio s nio era autorizar abu-
sos, porque para progredr abusos sobre a moeda a lei
mesruo deu grandes cbnxas, como que era hum acto
de beneficencia que o governo sem compromelimeuto
podia atogar aos seusgovernados, aliviando percmto-
ramente a grande, estagnacio do coromercio, agri-
cultura, e rendas publicas. Mas ah os escrupulot
.surgi-m aqui! Como se faria esla operacao vem con-
sultar hum Cazuista, hum Theologo! A bem de quem
redundara esta resolugio benfica, do povo? biga-
tclla!... bagatella!. ... Assim' o er o Roque, que
pede vena ao Seuhor Parcimonia 4>ara em oulra
vez I he mostrar que o mal da m >eda de cobre nio he
lio terrvel, que avnelo boa f, e resolu.eo se nio
possa remediar hoje, da mesma forma queamanhi ou
caqui deis annos seexetutar ecom maiorgrvame.
Deoa seja com lodos : dezeia
O Roque.
CORRESP0NDEaAS.
Snrs. RedatlTt!'
jfm Le de 6 aeJuhbo de x83i, se bem melembra,
uio manda correr todoaos cidados, quedenoile so
enconlrarem, na roa, antes pela contrario mepersua-
do, que ella exige denuncia, ou que o individuo se
fa-ja su-peito, e ainda ueste caso manda aeguillo, e
examinar os seos pasaos,; e se isto he assm, como he,
que huma patrulha de Municipaes na ra de horlas na
noite de 7 do correute pelas 9 horas e meia se afotou
correr-mc? Eu, que nio posso ser laxado de sua-
peito, era menos sou descouliecido aos'soldados d'a-
queleCorpo, quem tenho 'nido militas vezesdebn-
der pelo amor de Dos em Concelhos de Disciplina?
On o erro pioveo da palrulha, e enlo ha temeraii>,
e atrevida (fallo cora o soldado, que me correo), ou
do Snr. Jwiz de Paz, que deo tal ordem, e ent > o
ron-idero ijiioranW, e ma'cieado; mas eu nio supo-
nho, que d Snr. Juiz de Paz, <|ue alias ie tem destn-
cuido por sua h..b lidad-j dse smelhante passo;
por tanto he crivel, que o defvito provenha da patru-
lha, e para que ella, ou outra nao caia secunda vez
em igual atrevinvulo, faQo a presente advertencia,
ali- usarei do recurso, que med a Li, poisnio cos-
til no desculpar afodesa--. Finalmente concilio e-la
minha expozicio, advertindo nossa boa policia, que
ni>> suri mau rondar lionera as noites/le escuro, e da
meia uoite para o dia, e com especialidade as nosaas
b as iiatiullias, que se deixem de dormir nos pateos
das Ireas, porque os ladr5es nio hio de desaparecer
somente com a corrida indistincta de todos qaanlos se
encoirrio at as io horas da noite.
Sju, Suri. Redactores,
Venerador e Criado
H. F. deDacia.
i
Snrs. Redactores.
JLiEndo no seo bem conceitaado Diario de sexta fe-
i a 6 de Julho torrente de 1835 hum annuncio do Sr.
Francjsco Jote de Oliveira, com as iniciaes H ) R.,
jamis, me poderia eu capacitar, que o Snr. OUveira
a mim se dirigisse : pela continuacio porem da Ieitu-
ra pelo facto em si, e por aubsequeniea probas, de
quelancei mi. (orno o escrever ao mesmo Snr., e
ter sua respusta.) cqnvenci-me, de quecom'go enten-
dia-teaemi'haute annuncio. Eu pasto, Snra. Redat*
lores, a ezpender genuinamenie o faelo, e desde ja
peco-lhes a sua opinio a respeito.
Tendo cambiado vinte cinco patarS?s por edulaa
(oque ni era a primeira reg) na bjj do Sur. Olivei-
ra, e disendo-me o se i ceixeiro, qm, qoando elle
eicMo de casa, far-rae-hia a conta do premio da praia,
//
reliiei-mc. Aeontcendo porem ter de.sabir naquel-
les mesmos dias da semana o seo caichiiro pata ouir
Luja, e pedindo lhe este, que era justo, ao menos o
recompensaste com alguma cousa, sto ter-lhe ser-
eido deis roetes, respondeo-lhe o Sur. Oliveira, qua
existindo em meo poder aquella'quanla, de mim elle
- TcslfC :e : ora, Snr. Redicin*, tcado en dr
este dimbeiro, quer o des.-e a bum, quer a oulro, era
a mesraa cuta : mediatamente pota pasara dar essa
quantia, e a exigir de leu caicheiro o lompatanle re-
cibo, oque juli;o, eflectuou-se i dia depois da sabida
do Snr. Ala noel Goncalves da Silva. Euabaiko Irans-
crevo o recibo, eVmcs. convencer-bio, e o Publico
da veracidade do facto. Como porem ao Snr. Olivei-
ra nio fitesse conta sabir oteo caicheiro, que o servia .
gratuitamente, para a caza do Sur. Layo!la, e como
cu contribu se para isso, por ser o me.mo meo cu-
nhado, ix>sperou->eo Snr. Oliveira, e ju'g.inlo, que
sendo elle creanca, havia postergar ot'que lhe tinhd
dito, e determinado, fez pois aquelle annuncio, uio
se lembrando do que havia passado, e que eu poderia
ter, como tenho, documento. Quando o Snr. 01 i -
vera acalmado n Retir, selembrr, que nio he im-
punimente, queauimte tracta, e que na segivdo i
sua consciente lhe hade morder, e exprobar-lbe se-
me'hanie acCio.
Sou Snrs. Redactores
Sea constante amigo e Leitor
Uenrjque Jorge RebeUo.
Rerebi do Sur. Heni que Jorge RebeUo a quantia
de 56 patacoens por ordem e conta do Snr. Francisco
Joze de Oliveira, como, gratificaco pelo tempe, do
dez mezes, que serv em sua casa como c.xeiro da sua
loja. de fazondas. Pecife 10 de Mao de 1335.
Monoel Goncalves da Silva.
Como te-temunha- Galdino de Oliveira Jatome, o
Ignacio Beato de Loyolla.
E-.la vio recenhecidas as asignaturas das tesle-
munhas.
O
VARUDADIS,
Patriota. Antes de darmos o titulo de pa-
triota a um hornera, devemos examinar o que parte
do povo dirige elle a sua noticia. Se o Candidato de
patriotismo procura infundir rectas opiuiSes as cita-
ses mais al las, e pela influencia d'estas regular as mais
baixas, se elle accompanha principalmente com os
sabios, os temperados, os regulare^ o os virtuozos,
o scu amor do poro ser razoavel, e honesto. Mas
se a sua primeira, ou principal applicacaS for aos in-
digentes, que sa5 sempre inflainmaven, aos rteos,
que S"5 naturalmente desconfiados, aos ignorantes
quesaS fcilmente engtalos, e aos malvado que
nada espeiv* senu5 do mal, e da confuzaS, dotcon-
fie-se do seu amor ao povo. Dr. Jhnson.
( Extrado do Tintes. )

Enfaldamente do atgodo poi va de prensas hy-
drulicas.
JlXA j hum grande numero de annos, que o Ame-
ricanos uzio de pren.'ai hydraulicaa para o enfarda-
ment do algodf o. Elles tinbio observado que o al-
godao enfardado pelot nicos esforcos biacaes, oceu-
pava bum lugar consideravel nos navios, e tornava
por cousrquencia mu caro o preco de seu transporte.
Para evitar essa detpeta lembrario-se de redutir o
espago naturalmente orcupado por huma subitnea
lio leve, compremindo-a coa maior forc. E>sa
compressio boje he tal, qu'buma matsa de algdio
adquire<|usze a solidez e dureza d'hum pao, aponte
que a agua Dio peda pernetrar seu interior. Reco-
nheceo-seeste effeito por sacas de algodio prensadas,
(com a prensa hydrauh'ca) ai quaea depois de terem
estado por trez mezes submergidas no mar, apenas ti-
nha a agua penetrado duas polcgadat da tua superfi-
cie.
Este mesmo mc-ihodo de eodlpressio he applicado
ao feno, em Oortbambay, donde be exportado em
grande quantidade para as Indias.
(/, desC. V.)
Da Inquisicio na Espanha.
i TJbuco-se ltimamente hum trabalho curioso
obre a'inquisxio na E-panha; n'eta expoaicio figu-
rio io5,285 vidtrmas de Torrequenead 51,1.67 de
Cisneros, 34,958Wo padre DeuoP.ret; es victimas
dos inquisidores que prerederio estes tro meoslros
chegario 54ro,ai5. Ent'e ellas houveriu 3i,9iz
pess.ise queimadas vivas; i5 659 soffrerio o suplicio
da estatua) ag,45o o dos. penitenciarios, quinhen-
tas mil la nliat forio destruidas pelos inquisidores,
e a nqusicio contlou K-panha dote luilbde, de ha-
bitantes.
(lempt)


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p;^d^dU.TI^o,r-r^o,^^
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mu dosQTli-s D- G mnt|..ao del.* do Corpo
SO '-- V,',d.. I"" Brari, q-e f...
1 a,.U- Toco do m.-..uo cobr..
\ EN DAS.
rulos, r r.-------i-
^P^^^rr^pModen^o,,^
Topos ,>ro; rio p... ud, +. f P-c5, ,
'" ...,....,.11;.: '.uiuado-A.iie dr pnve n. 17, e
"' I"" ,
a^ido, pe!,. 0. .rop Q\bU 1 U*r rug Lu Ge
m- Urn ,scrav..d, bonita fifi.un cem id.de d,
SoWU'tt 1U.;doN^u,1 >edadtte(]u,na iJ.
'W Sn,,,ior bol,xara2^80a..nb,rbo!a-
ihtott 300f por eobr* qu lrN o peto, u5, .eu-
ro. JYu.v de Jlo Fred.ruo AbreU B-o D. 33-
Jy. Un. caxilhos para unu, a Ico va- ,-ovos e por
DfIor6modt): atrazdosMavuno* D.14
' i- l'ma venda rom ma.s de um conloj d, r* f
d^lo noU.godo Terco 0. na ,a|p.r,,a
r'00 ,0 de uo, ,nd.r rom rotule, por b.i.o
55 W.II 'S^dc l8 anm-s, con. ofltc.o de .,-
* '^"u^iime.lo de freces d'ole.o ^r
Pa P ,, bonete os venidos de fi de ll, ho borda-
,;,,.: no %7s;ue^VdoquesSo,brd'o.


..
Imn ex Pral'tvfte g atoilo.
' 9 Os-nbor be.n .-onlit:. -i .'o. S,l f-i ",rUa ''"
AiTueUf pe.! ver om-pW de .p.al ven, e Ira-
^,,0 dein.ro ^,0,0.,,^. d- nu-, U* f^ur
o,ud,r eHre?...U,otio*.u'imporle
^.JS.I.rirb d,n*- Lj, deidad..: n, r,a da
" Alufi.-e urna prela q.^n^^e de c .. ,
, M.va oma.eobo.a e.U ... >-> na 0, < a n -
viae^a d. vi.l.acas M" *l P'"1*" !k ltr*.'
- Iioi.te dP.^., *e-di.!.quemqier.
ta Detia-be^.dlaiioft o s-iil.or J .aquuji v.or
reildi A.aui.. Mmbor dw^^^Uo do C-Uboofo, p-
,-3 ngoCM de kh .nielv.>so, cUciave a^ua ...orada pa-
ii ser- prorurdo.
/ N r-gud* l"'i'a *s 6 horas *" Ur" '
.fi^.1 P4i 4efe-o,e 4..Xjne e
cia l. lia pr,cur, ..a ra dq U"lWo % 0 > *'
rae.,H*L.tra,d..Ue.i.e,.-/^iea!c ^, .^pr,I.*. .P
bico. M.H-,nUdoaas,A ,^ -lf co par., a roa 0..
eM .dar .
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M4 docor.enw rumo, o apr ^ ^,^^.1-
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1 If icriad, par. di t seis ceios paeoa, como.-
Bniica dii. d Ulan..., -'!""'* '* "'''0 *', .
NOTICIAS MARTIMAS.
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